A prescrição diária de 10.000 UIs de Vitamina D representaria para a indústria farmacêutica uma perda de 40% de uma receita de trilhões de dólares

A prescrição diária de 10.000 UIs de Vitamina D representaria para a indústria farmacêutica uma perda de 40% de uma receita de trilhões de dólares.

Dr. Celso Galli CoimbraA prescrição diária de 10.000 UIs de Vitamina D representaria para a indústria farmacêutica uma perda de 40% de uma receita de trilhões de dólares

15/01/2013 — Celso Galli Coimbra

Indústria Farmacêutica

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http://biodireitomedicina.wordpress.com/2013/01/15/a-prescricao-diaria-de-10-000-uis-de-vitamina-d-representaria-para-a-industria-farmaceutica-uma-perda-de-40-de-uma-receita-de-trilhoes-de-dolares/

 

Assista

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D 

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cícero Galli Coimbra e Daniel Cunha

Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para à saúde

 

 

O Dr. John Cannell acusa pesquisadores da indústria farmacêutica norte-americana de estarem tentando alterar a molécula da vitamina D, para transformá-la em uma substância patenteável, ou seja, em remédio. A influência deles é tamanha, a ponto de se manterem unidos em comitês que “aconselham” o governo dos Estados Unidos a estabelecer a dose recomendável, entre 200 e no máximo 400 unidades por dia, bem aquém do necessário [SER, HOJE, EM DOSE PREVENTIVA 10.000 UI – NÃO MENOS].

A Indústria Farmacêutica promove doenças para as quais há prevenção e tratamento de baixo custo.

Há orientação para não verificação de níveis de Vitamina D. E quando prescritas, são em dose ínfima perto da necessária em prevenção: 10.000 UI

Além de prescrever doses mínimas, a maioria dos médicos sequer solicita dosagem da vitamina D no sangue.

O neurologista Cícero Galli Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), remete às 32 mil publicações que relacionam a deficiência de vitamina D ao alto risco de câncer; das mais de 20 mil que associam o nível baixo ao diabetes; e das 17 mil que associam o mesmo déficit à hipertensão. “Mulheres com baixos níveis de vitamina D dificilmente engravidam, e quando engravidam, abortam no primeiro trimestre da gestação. Caso levem a gestação adiante, o bebê pode nascer com malformações congênitas.”
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Segundo Coimbra, a vitamina D não pode ser considerada pelo fator nutricional porque a ciência tem demonstrado que a pele humana, exposta ao sol, se transforma em uma glândula endócrina, produtora do hormônio. A ideia de desenvolver um quadro de hipervitaminose ou envenenamento por vitamina D, que pode desencadear sintomas tóxicos, é pouco provável. Conforme o neurologista, existe desinformação generalizada não só entre a população geral, mas também na classe médica.

Confinamento

“Durante centenas de milhares de anos, o homem tem vivido com o sol; nossos ancestrais viveram mais frequentemente ao ar livre do que em ambientes fechados. Desenvolvemos dependência pela luz do sol para a saúde e a vida, de modo que a ideia de que a luz solar é perigosa não faz sentido. Como poderíamos ter evoluído e sobrevivido como espécie, se fôssemos tão vulneráveis a algo a que o ser humano tem sido exposto constantemente ao longo de toda a sua existência?”, indaga Frank Lipman, clínico geral e especialista reconhecido internacionalmente nos campos da Medicina Integrativa e Funcional.

Na mesma linha, Coimbra aponta o estilo de vida contemporâneo como o principal vilão da deficiência de vitamina D no organismo. Na sua opinião, as pessoas passam a frequentar os shopping centers em vez de ir aos parques. Saem de seus apartamentos, tomam o elevador que já dá acesso à garagem, entram em seus automóveis e chegam ao seu destino. Outra vez, garagem, elevador, local de trabalho. Ele diz que isso nunca aconteceu na história da humanidade. Hoje, uma pessoa é capaz de passar um ano inteiro de sua vida, sem expor uma nesga de sua pele ao sol. Vive de um ambiente confinado para outro.

“Mulheres com baixos níveis de vitamina D dificilmente engravidam, e quando engravidam, abortam no primeiro trimestre da gestação. Caso levem a gestação adiante, o bebê pode nascer com malformações congênitas.”

“Vitamina D: Produzido há pelo menos 750 milhões de anos, esse hormônio pode ser sintetizado não só pelos seres humanos, mas também por diversos organismos, inclusive os do fitoplâncton e zooplâncton, e outros animais que se expõem à luz.”

 

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Nunca levamos a sério o termo “vitaminada”, usado durante muito tempo para definir uma pessoa forte, atraente, saudável. Pois deveríamos levar, principalmente se o sujeito em questão for alguém em dia com a vitamina D, uma substância que controla 229 genes de todas as células humanas.   Mas o valor desse hormônio,  considerado  hoje em dia um dos mais importantes  para a saúde humana, só foi descoberto em 2010. Sem vitamina D, a pessoa está sujeita a desenvolver uma lista enorme de doenças neurodegenerativas e autoimunitárias, como ParkinsonAlzheimer, esclerose múltipla, lupus, miastenia gravis, artrite reumatoide, psoríase e diabetes do tipo 1.

 

O neurologista Cícero Galli Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), remete às 32 mil publicações que relacionam a deficiência de vitamina D ao alto risco de câncer; das mais de 20 mil que associam o nível baixo ao diabetes; e das 17 mil que associam o mesmo déficit à hipertensão. “Mulheres com baixos níveis de vitamina D dificilmente engravidam, e quando engravidam, abortam no primeiro trimestre da gestação. Caso levem a gestação adiante, o bebê pode nascer com malformações congênitas.”

Produzido há pelo menos 750 milhões de anos, esse hormônio pode ser sintetizado não só pelos seres humanos, mas também por diversos organismos, inclusive os do fitoplâncton e zooplâncton, e outros animais que se expõem à luz. A vitamina D é mensurada emInternational Units (IU), o que corresponde na língua portuguesa a Unidades Internacionais. A exposição ao sol de partes do corpo, como braços e pernas, por 20 minutos, garante a produção de aproximadamente 10 mil UI. É quase impossível obter a mesma    quantidade por meio da alimentação, pois a produção de 10 mil UI exigiria cerca de  100 copos de leite por dia.

Segundo Coimbra, a vitamina D não pode ser considerada pelo fator nutricional porque a ciência tem demonstrado que a pele humana, exposta ao sol, se transforma em uma glândula endócrina, produtora do hormônio. A ideia de desenvolver um quadro de hipervitaminose ou envenenamento por vitamina D, que pode desencadear sintomas tóxicos, é pouco provável. Conforme o neurologista, existe desinformação generalizada não só entre a população geral, mas também na classe médica.

Confinamento

“Durante centenas de milhares de anos, o homem tem vivido com o sol; nossos ancestrais viveram mais frequentemente ao ar livre do que em ambientes fechados. Desenvolvemos dependência pela luz do sol para a saúde e a vida, de modo que a ideia de que a luz solar é perigosa não faz sentido.  Como poderíamos ter evoluído e sobrevivido como espécie, se fôssemos tão vulneráveis a algo a que o ser humano tem sido exposto constantemente ao longo de toda a sua existência?”, indaga Frank Lipman, clínico geral e especialista reconhecido internacionalmente nos campos da Medicina Integrativa e Funcional.

Na mesma linha, Coimbra aponta o estilo de vida contemporâneo como o principal vilão da deficiência de vitamina D no organismo. Na sua opinião, as pessoas passam a frequentar os shopping centers em vez de ir aos parques. Saem de seus apartamentos, tomam o elevador que já dá acesso à garagem, entram em seus automóveis e chegam ao seu destino. Outra vez, garagem, elevador, local de trabalho. Ele diz que isso nunca  aconteceu na história da humanidade. Hoje, uma pessoa é capaz de passar um ano inteiro de sua vida, sem expor uma nesga de sua pele ao sol. Vive de um ambiente confinado para outro.

Nesse ritmo, no período do inverno, 77% da população paulistana está com nível baixo de vitamina D, o que melhora no verão, quando o índice cai para 39%. Enquanto isso, na Europa, a cada ano há 6% a mais de crianças com diabetes infanto-juvenil. Seduzidas pelas diversões eletrônicas, elas abandonam cada vez mais as atividades ao ar livre. “Os pais ficam satisfeitos porque elas estão longe da violência urbana, mas não percebem  que os filhos estão se transformando em diabéticos pelo resto da vida”, reforça o neurologista.

Em contrapartida, as pessoas idosas também fazem parte de um dos grupos mais suscetíveis à deficiência desse hormônio. Por exemplo, a  aposentadoria reduz suas saídas à rua, isso resulta em uma menor exposição solar. A pele dos idosos tem apenas 25% da capacidade de produzir vitamina D em relação a uma pessoa jovem de 20 anos. Ou seja, eles precisam de quatro vezes mais de exposição solar para produzir a mesma  quantidade de vitamina D, conforme Coimbra.

Outro agravante, as pessoas bloqueiam a radiação ultravioleta B, que auxilia na produção da “vitamina”, quando se lambuzam com protetores solares. Para se ter ideia, o fator de proteção solar número 8 diminui em 90% a produção de vitamina D. Já o fator 15 diminui em 99%, ou seja, praticamente zera a produção de vitamina D.

Horário ideal

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No reino animal, lagartos adoram tomar sol. E por uma razão muito simples, eles não são capazes de aquecer seus corpos sozinhos, sem a ajuda do ambiente externo. Enquanto isso, os seres humanos, para manter a temperatura ou para se aquecer, necessitam de agasalhos. A conclusão é: o mesmo Sol que aquece esses animais nos ajuda a produzir a vitamina D. Portanto, se ele nos traz esse benefício, não há motivo para temer os raios solares!

Segundo o neurologista, o horário ideal para tomar sol, o momento em que a radiação ultravioleta é mais positiva para produzir vitamina D, é aquele quando a sombra tem a mesma extensão que a estatura da pessoa. Atualmente, isso ocorre pela manhã entre 8h30 e 9 horas. O ideal é aguardar meia hora para passar o protetor solar, porque após esse tempo, com ou sem protetor, a criança e o adulto não vão mais produzir vitamina D.

O mesmo vale para quem optar pela exposição vespertina. No final da tarde, quando a sombra tiver a mesma extensão da estatura da pessoa, os raios solares voltam a ter a mesma qualidade benéfica para produzir vitamina D. “Ao meio-dia, o sol está a pino e a sombra não existe. O indivíduo não produz vitamina D, só câncer de pele”, alerta Coimbra.

Influência

Nos dias atuais, a Internet é um campo fértil para se manter informado sobre este assunto, embora não esteja à disposição de todos. Há centenas de artigos a respeito, mas, infelizmente, muitos deles estão disponíveis somente em inglês. É o caso do texto do neuropsiquiatra John Cannell (http://goo.gl/LlQOK). Ele acusa pesquisadores da indústria farmacêutica norte-americana de estarem tentando alterar a molécula da vitamina D, para transformá-la em uma substância  patenteável, ou seja, em remédio. A influência deles é tamanha, a ponto de se manterem unidos em comitês que “aconselham” o governo dos Estados Unidos a estabelecer a dose recomendável, entre 200 e no máximo 400 unidades por dia, bem aquém do necessário.

Além de prescrever doses mínimas, a maioria dos médicos sequer solicita dosagem da vitamina D no sangue. Coimbra ressalta que muitos  especialistas, que acompanham pacientes com osteoporose e recomendam essa quantidade de suplementação, ficariam surpresos ao constatar o quão baixo é o nível dessa substância no sangue.

Cannell denuncia exatamente isso. “Só deixando a pele dos braços e das pernas expostas, uma pessoa de pele clara e jovem produz 10 mil unidades de vitamina D. Essa quantidade é 50 vezes maior do que aquela colocada à disposição do público como suplemento de vitamina D, com o título da dose recomendada. Caso fosse prescrito metade disso (5 mil) para toda a população adulta, haveria redução em 40% da ocorrência de novos casos de câncer. Isso representaria para a indústria farmacêutica uma perda de 40% de uma receita de trilhões de dólares”, completa.

Saiba Mais:

Natural News
www.naturalnews.com

Vitamind Council
www.vitamindcouncil.org

Vitamin D Deficiency Survivor
pandemicsurvivor.com

Fonte: http://www.revistakalunga.com.br/geral/doses-diarias-de-sol/#more-779

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“Há evidencias de que a carencia de vitamina D3 provoca e agrava a esclerose múltipla” (Surtos da doença abalam o sistema nervoso central). Assim, também a deficiencia de Colecalciferol – Vitamina D3 – pode levar a problemas Cardiovasculares, AVCs, nascimento de crianças autistas, problemas na gestação, Alzheimer.” – Dr. Cicero Galli Coimbra, medico neurologista, Phd., neurocirurgião, neurocientista, professor na UNIFESP

 VitaminD1Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para à saúde

por Celso Galli Coimbra

vários videos  científicos 

https://www.youtube.com/playlist?list=PL301EAE2D5602A758

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“Há evidencias de que a carencia de vitamina D3 provoca e agrava a esclerose múltipla” (Surtos da doença abalam o sistema nervoso central). Assim, também a deficiencia de Colecalciferol – Vitamina D3 - pode levar a problemas Cardiovasculares, AVCs, nascimento de crianças autistas, problemas na gestação, Alzheimer.”  – Dr. Cicero Galli Coimbra, medico neurologista, Phd., neurocirurgião, neurocientista, professor na UNIFESP

 

 

 “SIM, todas as pessoas, uma pessoa adulta deveria receber cerca de 10.000 UI por dia, o que significa uma quantidade 50 vezes acima da quantidade que normalmente é encontrada nas farmácias.”

 

“TEM SOLUÇÃO SIM, É preciso haver uma conscientização, que haja a percepção da comunidade, dos governantes, do publico em geral, em relação a gravidade dessa situação”.

 

– Dr. Cicero Galli Coimbra, medico neurologista, Phd., neurocirurgião, neurocientista, professor na UNIFESP

 

Assista aos videos

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=4uJt1361aGw

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=cIwIWim4hNM

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Os efeitos da deficiência de vitamina D3

xz

The Effects Of Vitamin D3 Deficiency

Apr 30, 2011 | By Lisa Sefcik

 

Lisa Sefcik has been writing professionally since 1987. Her subject matter includes pet care, travel, consumer reviews, classical music and entertainment. She’s worked as a policy analyst, news reporter and freelance writer/columnist for Cox Publications and numerous national print publications. Sefcik holds a paralegal certification as well as degrees in journalism and piano performance from the University of Texas at Austin.

Photo Credit Stockbyte/Stockbyte/Getty Images

Vitamin D is a fat-soluble vitamin that contributes to bone health and overall wellness. Vitamin D3 is the form of this essential nutrient that’s most closely tied to increased levels of vitamin D in the blood, says the University of Maryland Medical Center (UMMC). The effects of vitamin D deficiency can impact your health negatively and seriously. In children, it’s linked to rickets, while adults may suffer from osteomalacia.

More About Vitamin D

The U.S. Office of Dietary Supplements indicates that vitamin D isn’t naturally found in many foods; vitamin D3 is found in beef liver, cheese and egg yolks, while vitamin D2 is found in some types of mushrooms. Numerous foods, such as milk, orange juice and cereal, are fortified with vitamin D2, vitamin D3 or both. Vitamin D is also available in the form of dietary supplements. Vitamin D is also synthesized by your own body when the sun’s ultraviolet rays hit your skin. Children between the ages of 0 to 18 years need 400 to 600 IUs of this vitamin. Healthy adults need around 600 IUs, while those 70 and older need 800 IUs.

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Rickets

Vitamin D’s primary job is to help the body absorb the minerals calcium and phosphorus from the intestinal tract, reports the Mayo Clinic. Children who suffer a vitamin D deficiency lack adequate levels of these minerals in their bones. Children with rickets experience delays in growth, weak muscles and pain in the spine, pelvis and legs. Rickets presents itself in the form of skeletal abnormalities. Children with rickets may have bowed legs, breastbones that jut forward, thick ankles and wrists and abnormally curved spines. When rickets is left untreated, it can cause additional complications, such as bones that fracture easily, dental abnormalities, difficulty breathing, seizures and pneumonia.

Osteomalacia

When rickets occurs in adults, it’s called osteomalacia. According to the Mayo Clinic, in its earlier stages, you may be asymptomatic. As the disease progresses, adults notice aching in the bones, primarily in the hips, legs and lower back. This form of vitamin D deficiency may also cause muscle weakness and overall decreased muscle mass. Complications associated with osteomalacia include increased risk of bone fracture, especially to the spine, legs and ribs. Adults most likely to suffer from osteomalacia are those who get insufficient amounts of vitamin D from the food they eat and who also rarely or never go out in the sun.

Other Tips

According to the UMMC, researchers are exploring the link between low levels of vitamin D and other conditions, such as high blood pressure, depression, obesity and certain types of cancer. If you’re concerned that you’re not getting enough vitamin D, consult with your treating physician rather than self-treating with dietary supplements. Vitamin D toxicity can cause hypercalcemia, a condition in which calcium builds up in your blood, resulting in symptoms such as nausea, constipation, kidney stones, weakness and an abnormal heart rhythm.

 

References

Article reviewed by Mona Newbacher Last updated on: Apr 30, 2011

Read more: http://www.livestrong.com/article/431595-the-effects-of-vitamin-d3-deficiency/#ixzz2HmCldMdt

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Dose Diária de vitamina D ajuda a reduzir quedas em idosos

1924_seniors_on_grassDaily vitamin D helps reduces falls in elderly

04 January 2013

A recent meta-analysis by Gilbert T. Chua and Roger Wong, MD, finds that daily vitamin D supplementation helps reduce falls among seniors living in long term care facilities.

http://www.vitamindcouncil.org/daily-vitamin-d-helps-reduces-falls-in-elderly/

The researchers conducted a review of 4 randomized controlled trials examining long term care seniors with mean or median age of 75 years or older. Among the 4 studies, three administered oral vitamin D ranging from 800-1,000 IU/day, while the fourth study prescribed 100,000 IU oral vitamin D every 3 months (~1,100/day).

The authors report a 28% reduction in the number of falls per person, per year. When looking at only the daily dosage studies, there is a significant (44%) reduction in the number of falls. “This indicated that daily high dose vitamin D is more effective than quarterly supratherapeutic [above the therapeutic level] doses in reducing fall rate,” the authors explain.

They also found that vitamin D didn’t seem to reduce the number of people who fell, in other words, supplementation didn’t prevent a person’s first fall, but seemed to prevent people from falling again.

The researchers call for future prospective trials comparing various vitamin D dosages to gain further insight into the link between vitamin D dosage and fall prevention.

Source:

Chua GT, Wong RY. Association between vitamin D dosing regimen and fall prevention in long-term care seniors. Canadian Geriatrics Journal. Dec 2011.

Page last edited: 04 January 2013

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The Effects Of Vitamin D3 Deficiency

The Effects Of Vitamin D3 Deficiency

Apr 30, 2011 | By Lisa Sefcik

 xz

Lisa Sefcik has been writing professionally since 1987. Her subject matter includes pet care, travel, consumer reviews, classical music and entertainment. She’s worked as a policy analyst, news reporter and freelance writer/columnist for Cox Publications and numerous national print publications. Sefcik holds a paralegal certification as well as degrees in journalism and piano performance from the University of Texas at Austin.

Photo Credit Stockbyte/Stockbyte/Getty Images

Vitamin D is a fat-soluble vitamin that contributes to bone health and overall wellness. Vitamin D3 is the form of this essential nutrient that’s most closely tied to increased levels of vitamin D in the blood, says the University of Maryland Medical Center (UMMC). The effects of vitamin D deficiency can impact your health negatively and seriously. In children, it’s linked to rickets, while adults may suffer from osteomalacia.

More About Vitamin D

The U.S. Office of Dietary Supplements indicates that vitamin D isn’t naturally found in many foods; vitamin D3 is found in beef liver, cheese and egg yolks, while vitamin D2 is found in some types of mushrooms. Numerous foods, such as milk, orange juice and cereal, are fortified with vitamin D2, vitamin D3 or both. Vitamin D is also available in the form of dietary supplements. Vitamin D is also synthesized by your own body when the sun’s ultraviolet rays hit your skin. Children between the ages of 0 to 18 years need 400 to 600 IUs of this vitamin. Healthy adults need around 600 IUs, while those 70 and older need 800 IUs.

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Rickets

Vitamin D’s primary job is to help the body absorb the minerals calcium and phosphorus from the intestinal tract, reports the Mayo Clinic. Children who suffer a vitamin D deficiency lack adequate levels of these minerals in their bones. Children with rickets experience delays in growth, weak muscles and pain in the spine, pelvis and legs. Rickets presents itself in the form of skeletal abnormalities. Children with rickets may have bowed legs, breastbones that jut forward, thick ankles and wrists and abnormally curved spines. When rickets is left untreated, it can cause additional complications, such as bones that fracture easily, dental abnormalities, difficulty breathing, seizures and pneumonia.

Osteomalacia

When rickets occurs in adults, it’s called osteomalacia. According to the Mayo Clinic, in its earlier stages, you may be asymptomatic. As the disease progresses, adults notice aching in the bones, primarily in the hips, legs and lower back. This form of vitamin D deficiency may also cause muscle weakness and overall decreased muscle mass. Complications associated with osteomalacia include increased risk of bone fracture, especially to the spine, legs and ribs. Adults most likely to suffer from osteomalacia are those who get insufficient amounts of vitamin D from the food they eat and who also rarely or never go out in the sun.

Other Tips

According to the UMMC, researchers are exploring the link between low levels of vitamin D and other conditions, such as high blood pressure, depression, obesity and certain types of cancer. If you’re concerned that you’re not getting enough vitamin D, consult with your treating physician rather than self-treating with dietary supplements. Vitamin D toxicity can cause hypercalcemia, a condition in which calcium builds up in your blood, resulting in symptoms such as nausea, constipation, kidney stones, weakness and an abnormal heart rhythm.

 

References

Article reviewed by Mona Newbacher Last updated on: Apr 30, 2011

Read more: http://www.livestrong.com/article/431595-the-effects-of-vitamin-d3-deficiency/#ixzz2HmCldMdt

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Vitamina D diminui risco de Mal de Parkinson

Vitamina D diminui risco de Mal de Parkinson

parkgde
13/07/2010

Agência Fapesp

envelhecimento-parkinson-vasos-sanguineos-20110902-size-598

 
Pesquisa com 3.173 homens e mulheres indica que pessoas com níveis baixos de vitamina D podem ter maior risco de desenvolver o Mal de Parkinson.[Imagem: FRL/UCR]

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Super vitamina

Um novo estudo indicou que pessoas com níveis elevados de vitamina D podem ter menor risco de desenvolver doença de Parkinson. O trabalho foi publicado na edição de julho do periódico Archives of Neurology.

O papel da vitamina D na saúde óssea é conhecido, mas estudos anteriores apontaram a relação também com problemas como diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e para ativar o sistema imunológico.

Vitamina D e Parkinson

Paul Knekt e seus colegas do Instituto Nacional para Saúde e Bem-Estar da Finlândia, acompanharam 3.173 homens e mulheres com idades entre 50 e 79 anos e que não tinham diagnóstico de Parkinson no início do estudo, entre 1978 e 1980.

Os participantes completaram questionários e foram submetidos a entrevistas sobre aspectos de saúde e socioeconômicos. Também foram examinados e forneceram amostras de sangue para análise.

Em um período de 29 anos, até 2007, os pesquisadores observaram que 50 dos participantes desenvolveram doença de Parkinson.

Após serem feitos os ajustes para fatores potencialmente relacionados (como atividade física e índice de massa corporal), os indivíduos no grupo com níveis mais elevados da vitamina D apresentaram 67% menos risco de desenvolver a doença do que o grupo com menores níveis – os participantes foram divididos em quatro grupos com relação aos níveis da vitamina.

“Apesar dos níveis baixos de vitamina D em geral na população estudada, uma relação de dose e resposta foi encontrada. O estudo foi conduzido na Finlândia, onde há exposição restrita à luz solar e, portanto, tem como base uma população com níveis continuamente baixos da vitamina”, disse Knekt.

Deficiência crônica de vitamina D

“De fato, o nível médio da vitamina D na população estudada é cerca da metade do nível considerado ideal, de 75 a 80 nanomoles por litro. Os resultados do estudo são consistentes com a hipótese de que uma deficiência crônica de vitamina D é um fator de risco para Parkinson”, destacou.

Segundo os pesquisadores, os mecanismos pelos quais os níveis da vitamina podem afetar o desenvolvimento da doença são desconhecidos, mas o nutriente exerce um efeito protetor no cérebro por meio de atividades antioxidantes, da regulação de níveis de cálcio, da desintoxicação, da modulação do sistema imunológico e da melhoria na condução de eletricidade nos neurônios.

“O estudo reúne os primeiros dados promissores em humanos que sugerem que um estado inadequado de vitamina D está associado com o risco de desenvolver Parkinson, mas outras pesquisas são necessárias, tanto básicas como clínicas, para elucidar o papel, mecanismos e concentrações exatas”, disse Marian Leslie Evatt, da Universidade Emory, nos Estados Unidos, em editorial na revista sobre o estudo.

http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=vitamina-d-mal-parkinson&id=5446

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Para las farmacéuticas la medicina que cura del todo no es rentable, denuncia Premio Nobel de medicina Richard J. Roberts

Doutoramento Honoris Causa Richard John Roberts

06/11/2012 – Vídeo enviado por Universidade De Lisboa

http://www.youtube.com/watch?v=oANTn7p_XK4

Para las farmacéuticas la medicina que cura del todo no es rentable, denuncia Premio Nobel

24 Mayo 2011

24bioPremio Nobel de premio-nobel-de-medicina-richard-j-robertsmedicina Richard J. Roberts

El Premio Nobel de medicina Richard J.Roberts pone de manifiesto en una entrevista en La Vanguardia que muchas de las enfermedades que hoy son crónicas tienen cura, pero para los laboratorios farmacéuticos no es rentable curarlas del todo, los poderes políticos lo saben, pero los laboratorios compran su silencio financiando sus campañas electorales.

- ¿Qué modelo de investigación le parece más eficaz, el estadounidense o el europeo?

- Es obvio que el estadounidense, en el que toma parte activa el capital privado, es mucho más eficiente. Tómese por ejemplo el espectacular avance de la industria informática, donde es el dinero privado el que financia la investigación básica y aplicada, pero respecto a la industria de la salud… Tengo mis reservas.

- Le escucho.

- La investigación en la salud humana no puede depender tan sólo de su rentabilidad económica. Lo que es bueno para los dividendos de las empresas no siempre es bueno para las personas.

- Explíquese.

- La industria farmacéutica quiere servir a los mercados de capital…

- Como cualquier otra industria.

- Es que no es cualquier otra industria: estamos hablando de nuestra salud y nuestras vidas y las de nuestros hijos y millones de seres humanos.

- Pero si son rentables, investigarán mejor.

- Si sólo piensas en los beneficios, dejas de preocuparte por servir a los seres humanos.

- Por ejemplo…

- He comprobado como en algunos casos los investigadores dependientes de fondos privados hubieran descubierto medicinas muy eficaces que hubieran acabado por completo con una enfermedad…

- ¿Y por qué dejan de investigar?

- Porque las farmacéuticas a menudo no están tan interesadas en curarle a usted como en sacarle dinero, así que esa investigación, de repente, es desviada hacia el descubrimiento de medicinas que no curan del todo, sino que cronifican la enfermedad y le hacen experimentar una mejoría que desaparece cuando deja de tomar el medicamento.

- Es una grave acusación.

- Pues es habitual que las farmacéuticas estén interesadas en líneas de investigación no para curar sino sólo para cronificar dolencias con medicamentos cronificadores mucho más rentables que los que curan del todo y de una vez para siempre. Y no tiene más que seguir el análisis financiero de la industria farmacológica y comprobará lo que digo.

- Hay dividendos que matan.

- Por eso le decía que la salud no puede ser un mercado más ni puede entenderse tan sólo como un medio para ganar dinero. Y por eso creo que el modelo europeo mixto de capital público y privado es menos fácil que propicie ese tipo de abusos.

- ¿Un ejemplo de esos abusos?

- Se han dejado de investigar antibióticos porque son demasiado efectivos y curaban del todo. Como no se han desarrollado nuevos antibióticos, los microorganismos infecciosos se han vuelto resistentes y hoy la tuberculosis, que en mi niñez había sido derrotada, está resurgiendo y ha matado este año pasado a un millón de personas.

- ¿No me habla usted del Tercer Mundo?

- Ése es otro triste capítulo: apenas se investigan las enfermedades tercermundistas, porque los medicamentos que las combatirían no serían rentables. Pero yo le estoy hablando de nuestro Primer Mundo: la medicina que cura del todo no es rentable y por eso no investigan en ella.

- ¿Los políticos no intervienen?

- No se haga ilusiones: en nuestro sistema, los políticos son meros empleados de los grandes capitales, que invierten lo necesario para que salgan elegidos sus chicos, y si no salen, compran a los que son elegidos.

- De todo habrá.

- Al capital sólo le interesa multiplicarse. Casi todos los políticos – y sé de lo que hablo- dependen descaradamente de esas multinacionales farmacéuticas que financian sus campañas. Lo demás son palabras…

(Con información de La Vanguardia)

http://www.cubadebate.cu/noticias/2011/05/24/para-las-farmauceticas-la-medicana-que-cura-del-todo-no-es-rentable-denuncia-premio-nobel/

 

Doutoramento Honoris Causa Richard John Roberts

06/11/2012 – Vídeo enviado por Universidade De Lisboa

http://www.youtube.com/watch?v=oANTn7p_XK4

Richard John Roberts (1943-)

Richard (Rich) Roberts was born in Derby, England. His family moved to Bath when he was four. His father was a mechanic and his mother was a homemaker. His father was very supportive of Roberts’ inquisitive nature. He helped him build a chemistry lab in the basement where Roberts made and studied fireworks and other chemicals.

This interest in chemistry plus a fascination with games and puzzles led him to pursue a research career. It was a chance to be a detective and solve chemical puzzles in the world of science. He graduated from Sheffield University in 1965 and stayed to do graduate work with his organic chemistry professor – one of the few who used problem solving to emphasize the challenge and not the chore of learning.

While finishing his Ph.D., Roberts read John Kendrew’s book, Thread of Life: An Introduction to Molecular Biology. This introduction to the early history of crystallography and molecular biology fascinated Roberts. He decided to switch fields and chose a lab that would allow him to go into molecular biology. For a post-doctoral tenure, Roberts went to Harvard to work in Jack Strominger’s lab.

At Harvard, Roberts learned the jargon of biochemistry. His project involved sequencing a tRNA involved in bacterial cell wall biosynthesis. Based on his readings he decided that the radioactive method of sequencing being developed by Fred Sanger in Cambridge was the best. In 1970, he went to Cambridge, learned the technique and when he came back, Roberts taught many of the area scientists how to sequence the Sanger way.

In 1972, after a 10-minute interview, James Watson offered Roberts a position at Cold Spring Harbor Laboratory. Watson wanted him to sequence the DNA of SV40, a virus. Roberts accepted the position and started investigating the enzyme Endonuclease R which he heard about from Dan Nathans. The enzyme cut DNA into specific pieces. Roberts realized that if there were more of these enzymes, he could use them to cut DNA into manageable sizes and thus use them in sequencing. Soon Roberts and his lab had a whole collection of restriction enzymes. During the ’70s and early ’80s, about 75 out of 100 known enzymes were isolated in Roberts’ lab.

Some of these restriction enzymes were used to map adenovirus DNA, a project in which Phil Sharp, in Joe Sambrook’s lab, was also involved. In 1974, Roberts and Richard Gelinas started working with the adenovirus mRNA. They reasoned they could identify the DNA promoter region by sequencing the 5′ end of the mRNA and then mapping it to the DNA. The promoter would be upstream of the 5′ end of the mRNA. Through the course of their experiments, they discovered biochemical proof that the genes in adenovirus were split. Roberts then devised the electron microscope experiments that proved visually that this was true. In 1993, Roberts shared the Nobel Prize in Physiology or Medicine with Phil Sharp for the discovery of the split gene.

Roberts also helped develop one of the first computer programs that maps and analyzes DNA restriction enzyme fragments. He was an early advocate of computer use in molecular biology.

In 1992, Roberts moved to New England Biolabs – a company where he is now one of two Research Directors. In addition to basic research, the company makes and sells research reagents and is noted for its production of restriction enzymes.

Roberts is still fascinated by puzzles and games. His favorite is croquet, which he says combines the skill of snooker with the strategy of chess. His problem-solving nature is tempered with a dry sense of humor as evidenced by his appearance in “The Stud Muffins of Science 1997 Calendar,” and his annual trip to the Ig Nobel Awards (the “opposite” of the Nobels) at Harvard University.

Rich Roberts is one of the first DNA forensic expert witnesses. He verified DNA fingerprint data and testified in court as to its validity.

http://www.dnaftb.org/24/bio.html

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