Anencéfalo é uma criança deficiente. O que está acontecendo.

Este artigo foi escrito por Cristiane Rozicki e, para citação e referência, indique a página de publicação de Anencéfalo é uma criança deficiente, artigo disponível em

https://objetodignidade.wordpress.com/2009/01/14/anencefalo-e-uma-crianca-deficiente-o-que-esta-acontecendo/

E EM

https://objetodignidade.wordpress.com/anencefalo-e-uma-crianca-deficiente-o-que-esta-acontecendo/

——-

Anencéfalo é umra ciança deficiente.

O que está acontecendo.


A decisão do Supremo Tribunal Federal, no dia 29 de maio de 2008, tornou-se ponto muito mal encerrado e definitivo para os ministros no que refere ao direito de viver.

Naquele encontro das autoridades ficou ajustado que quem não tem encéfalo, não está vivo, que não é pessoa humana. Isto, esta idéia, foi erguida por Carlos Ayres Britto comparando “”morte cerebral”” com o estado de vida fetal/embrionário. Segundo Britto, só há vida depois de nascer — apesar dessa desordem de entendimento do ministro, os embriões continuam crescendo até atingir a forma do bebê, e aquelas células continuam até o homem alcançar sua maturidade e a morte. Em seguida, a noção de Ayres Britto é acolhida por todos os notáveis, Celso de Mello e Ellen Gracie, Carmem Lúcia, Gilmar Mendes, outros e incluindo as contradições de Menezes Direito [“…penso que eles têm vida, estão vivosmas mas – 1 hora depois, ele diz—podem ser usados para pesquisa...”]. Desse modo foi construída, em comparações arbitrárias com a falácia do conceito de “”morte encefálica”” do Conselho Federal de Medicina – CFM, uma limitação ao conceito de vida. Daí foi dito que a vida de embriões, in vitro, pode ser desprezada. A vida deles pode ser desprezada para beneficio da coletividade, afirmou Celso de Mello, referindo-se aos embriões congelados ou criopreservados.

Fato é que faltou o recurso àquela decisão, de 29 de maio de 2008, do Supremo Tribunal Federal, que arrazoou ser ““procedente”” matar para fins de ““pesquisa”” … e que pesquisa. Acordaram entre si os ministros da ““constitucionalidade”” do artigo 5º da Lei de Biossegurança. Entre os auxiliares de rotas em um país estão aqueles que deixaram de opor um recurso à decisão do STF.

Já fora dito várias vezes que nada estava sendo feito – jurídica e judicialmente, e que vinha sendo recusado ser feito, no que se refere à defesa da vida humana desde a concepção. As pessoas que podiam agir e que estavam no comando nada fizeram para que a Constituição do Brasil fosse respeitada. Veremos abusos, podem surgir abortos obrigatórios para deficientes e esterilização de jovens por motivos inconcebíveis.Isso que está acontecendo poderia ter sido evitado e corrigido, mas não quiseram. O holocausto está firmado.

O que tem a decisão de 29 de maio de 2008 a ver com anencéfalos?

Tudo, o mesmo que é feito ardilosamente com embriões, usarão seus corpos, vivos, para transplantes.

Fetos mal formados, deficientes, com encéfalo mal formado, chamados de anencéfalos inapropriadamente. Anencéfalos — é termo falacioso –, pois anencéfalo, por esta palavra, não tem encéfalo. No entanto, ““anencefalos”” nascem justamente é com  o encéfalo. E esta patologia, os defeitos do tubo neural, pode ser prevenida com ácido fólico, assim como prevenir a espinha bífida e outras mal-formações.

O acido fólico é um tipo de vitamina B, a vit. B 9. Os defeitos do tubo neural DTNs podem ser prevenidos, e o cuidado com a saúde pública de um povo deve ser desenvolvido por aqueles que assumiram responsabilidades para o bem-estar do povo, funcionários públicos como José Temporão e Lula da Silva presidente. A incidência de DTNs, por exemplo, a anencefalia, aumenta com os altos índices de poluição. Isso de fato é verdadeiro, é uma situação para a vigilância sanitária e a saúde publica entrarem em ação, sua obrigação.

Ácido fólico na prevenção dos DTN

Dra. Luciana Nobile
E-mail: luciananobile@brevesdesaude.com.br

http://www.brevesdesaude.com.br/ed03/ancefalia.htm


A reposição de ácido fólico é recomendação também da OMS (Organização Mundial de Saúde).

Quando e quanto tomar do ácido fólico?

A dose de 2mg/dia é mais que suficiente. Em mulheres que já tiveram um neném com DTN, preconiza-se a dose de 5mg/dia.

O ideal é iniciar o ácido fólico uns dois meses antes da concepção, mantendo-o durante o primeiro trimestre da gravidez. Ele não tem efeitos colaterais e, importante, NÃO ENGORDA!!!

A prevenção das DTN é uma questão de programas de saúde pública em várias populações civilizadas e esperamos que aqui também seja encarado dessa maneira, atrelando à discussão do abortamento no DTN, a discussão de seus fatores de risco (ambientais e antecedentes pessoais) e a sua prevenção.

Este tema não pode ser simplificado como pretendem falsos juristas, abortistas e políticos partidários, petistas e governo. Primeiro porque a incidência de anencefalia tende a diminuir quando é cuidada a saúde das mães, com administração do ácido fólico àquelas que têm deficiência de vitaminas; e diminui a incidência das DTNs quando é feita a vigilância sanitária do índice de poluição. Segundo porque os “anencefalos” estão vivos e existem os que podem viver por muitos anos. Terceiro, para decretá-los mortos embora estando vivos, farão alteração no conceito de morte, uma antecipação de morte que não será morte de fato, viabilizando outros tantos procedimentos prognósticos e utilizando-os para qualquer pessoa doente ou não, deficiente ou não. E a Constituição brasileira está em vigor.

Sobre o interesse de usar “anencéfalos” para transplantes, é tema detalhado e explicado por Dr. Celso Galli Coimbra:

Anencefalia, morte encefálica, o Conselho Federal de Medicina e o STF

29/12/2008 — Escrito em 23/12/2004 para o site www.biodireito-medicina.com.br

e atualizado de acordo com os desdobramentos da ADPF 54, após as declarações públicas de seu Relator, Min. Marco Aurélio de Mello, para a mídia brasileira.

Endereço para citação, leitura ou remissão bibliográfica neste site (proíbida a reprodução deste artigo sem referência ativa ao endereço abaixo):

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2008/12/29/anencefalia-morte-encefalica-e-o-conselho-federal-de-medicina/

__

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2008/12/29/anencefalia-morte-encefalica-e-o-conselho-federal-de-medicina/

São José, Serraria, 5 de junho de 2009.

Cristiane Rozicki

MS e Doutoranda em Direito

Cr.rozicki@terra.com.br

Los Trastornos Neurológicos – Anencefalia

¿Qué es la anencefalia?

Disponivel em:

http://www.healthsystem.virginia.edu/uvahealth/peds_neuro_sp/anenceph.cfm

Los Trastornos Neurológicos

La Anencefalia

La anencefalia es una patología congénita que afecta la configuración encefálica y de los huesos del cráneo que rodean la cabeza. La consecuencia de este trastorno es un desarrollo mínimo del encéfalo, el cual a menudo presenta una ausencia parcial o total del cerebro (región del encéfalo responsable del pensamiento, la vista, el oído, el tacto y los movimientos). La parte posterior del cráneo aparece sin cerrar y es posible, además, que falten huesos en las regiones laterales y anterior de la cabeza.

¿Cuáles son las causas de la anencefalia?

La anencefalia es un tipo de defecto del tubo neural. Defectos del tubo neural ocurren en cerca de uno de 1.000 embarazos en los Estados Unidos cada año.

Durante el embarazo, el encéfalo y la columna vertebral comienzan a desarrollarse en forma de un plato plano de cé lulas que se enrolla para formar un tubo llamado tubo neural. Si la totalidad o parte de este tubo no se cierra, es decir, existe una abertura, se produce lo que se llama defecto del tubo neural abierto (su sigla en inglés es ONTD). Es posible que esta abertura quede expuesta (en el 80 por ciento de los casos) o que se cubra con hueso o piel (en el 20 por ciento de los casos).

La anencefalia y la espina bífida son los tipos de ONTD más frecuentes, mientras que los casos de encefalocele (protrusión del encéfalo o de su recubrimiento a través del cráneo) se producen con mucha menor frecuencia. La anencefalia se presenta cuando el tubo neural no se cierra en la base del cráneo, mientras que la espina bífida, en cambio, se produce cuando el tubo neural no se cierra en algún lugar de la columna vertebral.

En más del 95 por ciento de los casos, los ONTD se producen en parejas sin antecedentes familiares de este tipo de defectos. Estas anomalías tienen su origen en una combinación de genes heredados de ambos padres que se suma a distintos factores ambientales. Debido a esto, se las considera rasgos hereditarios multifactoriales, es decir, “muchos factores”, tanto genéticos como ambientales, contribuyen a su incidencia.

Una vez que nace un niño con un ONTD en una familia, las posibilidades de recurrencia del trastorno se incrementan del 4 al 10 por ciento. Es importante tener en cuenta que, en el segundo caso, el tipo de anomalía congénita del tubo neural puede ser distinto. Por ejemplo, un niño podría nacer con anencefalia, mientras que el segundo podría presentar una espina bífida.

¿Cuáles son los síntomas de la anencefalia?

A continuación se enumeran los síntomas más comunes de la anencefalia. Sin embargo, cada niño puede experimentarlos de una forma diferente. Los síntomas pueden incluir:

  • la parte posterior del cráneo aparece sin cerrar
  • ausencia de huesos en la regiones laterales y anterior de la cabeza
  • plegamiento de las orejas
  • paladar hendido – trastorno que se presenta cuando el techo de la boca del niño no se cierra completamente, sino que deja una abertura que puede extenderse hasta la cavidad nasal.
  • defectos cardíacos congénitos
  • algunos reflejos básicos, pero sin el cerebro no puede haber consciencia y el bebé no logra sobrevivir

Los síntomas de la anencefalia pueden parecerse a los de otros trastornos o problemas médicos. Siempre consulte al mé dico de su hijo para obtener un diagnóstico.

¿Cómo se diagnostica la anencefalia?

El diagnóstico de la anencefalia puede realizarse durante el embarazo o mediante el examen físico del recién nacido. La cabeza del bebé presenta un aspecto aplanado debido al desarrollo anormal del encéfalo y a la ausencia de los huesos del cráneo.

Los exámenes de diagnóstico que se realizan durante el embarazo para detectar a los bebés con anencefalia incluyen los siguientes:

  • alfafetoproteína – proteína producida por el feto que se excreta al líquido amniótico. Los niveles anormales de alfafetoproteína pueden indicar la presencia de defectos encefálicos o de la médula espinal, fetos múltiples, error en el cálculo de la fecha de parto o trastornos cromosómicos.
  • amniocentesis – examen que se lleva a cabo para determinar la existencia de trastornos cromosómicos y genéticos, además de ciertos defectos congénitos. Consiste en insertar una aguja a través de la pared abdominal y uterina hasta al saco amniótico para tomar una muestra de líquido amniótico.
  • ecografía (También llamada sonografía.) – técnica de diagnóstico por imágenes que utiliza ondas sonoras de alta frecuencia y una computadora para crear imágenes de los vasos sanguíneos, los tejidos y los órganos. Se utiliza para ver el funcionamiento de los órganos internos y para evaluar el flujo sanguíneo a través de diversos vasos.
  • análisis de sangre

Tratamiento para un recién nacido con anencefalia:

No existe cura ni tratamiento médico estándar para la anencefalia. El tratamiento consiste en una terapia de apoyo.

La pérdida de un hijo puede ser una experiencia muy traumática. Se ofrecen servicios de asesoramiento por duelo para ayudarlo a enfrentar y sobrellevar esta tragedia irremediable.

Embarazos futuros:

Su médico puede recomendarle una consulta con un genetista para hablar acerca del riesgo de recurrencia en un embarazo futuro, como también de una terapia vitamínica (prescripción de ácido fólico) que podría disminuir el riesgo de recurrencia del ONTD. Se ha demostrado que la administración de un suplemento de ácido fólico, una vitamina B, uno o dos meses antes de la concepción y durante el primer trimestre de embarazo, contribuye a la disminución de la recurrencia de los ONTD en las parejas que ya han tenido un hijo con este transtorno.

Disponivel em:

http://www.healthsystem.virginia.edu/uvahealth/peds_neuro_sp/anenceph.cfm

Vida Começa com a Fertilização, com a Concepção do Embrião

Life Begin at Fertilization with the Embryo’s Conception

disponível em:

http://www.princeton.edu/~prolife/articles/embryoquotes2.html

The following references illustrate the fact that a new human embryo, the starting point for a human life, comes into existence with the formation of the one-celled zygote:


“Development of the embryo begins at Stage 1 when a sperm fertilizes an oocyte and together they form a zygote.”
[England, Marjorie A. Life Before Birth. 2nd ed. England: Mosby-Wolfe, 1996, p.31]


“Human development begins after the union of male and female gametes or germ cells during a process known as fertilization (conception).
“Fertilization is a sequence of events that begins with the contact of a sperm (spermatozoon) with a secondary oocyte (ovum) and ends with the fusion of their pronuclei (the haploid nuclei of the sperm and ovum) and the mingling of their chromosomes to form a new cell. This fertilized ovum, known as a zygote, is a large diploid cell that is the beginning, or primordium, of a human being.”
[Moore, Keith L. Essentials of Human Embryology. Toronto: B.C. Decker Inc, 1988, p.2]


“Embryo: the developing organism from the time of fertilization until significant differentiation has occurred, when the organism becomes known as a fetus.”
[Cloning Human Beings. Report and Recommendations of the National Bioethics Advisory Commission. Rockville, MD: GPO, 1997, Appendix-2.]


“Embryo: An organism in the earliest stage of development; in a man, from the time of conception to the end of the second month in the uterus.”
[Dox, Ida G. et al. The Harper Collins Illustrated Medical Dictionary. New York: Harper Perennial, 1993, p. 146]


“Embryo: The early developing fertilized egg that is growing into another individual of the species. In man the term ‘embryo’ is usually restricted to the period of development from fertilization until the end of the eighth week of pregnancy.”
[Walters, William and Singer, Peter (eds.). Test-Tube Babies. Melbourne: Oxford University Press, 1982, p. 160]


“The development of a human being begins with fertilization, a process by which two highly specialized cells, the spermatozoon from the male and the oocyte from the female, unite to give rise to a new organism, the zygote.”
[Langman, Jan. Medical Embryology. 3rd edition. Baltimore: Williams and Wilkins, 1975, p. 3]


“Embryo: The developing individual between the union of the germ cells and the completion of the organs which characterize its body when it becomes a separate organism…. At the moment the sperm cell of the human male meets the ovum of the female and the union results in a fertilized ovum (zygote), a new life has begun…. The term embryo covers the several stages of early development from conception to the ninth or tenth week of life.”
[Considine, Douglas (ed.). Van Nostrand’s Scientific Encyclopedia. 5th edition. New York: Van Nostrand Reinhold Company, 1976, p. 943]


“I would say that among most scientists, the word ‘embryo’ includes the time from after fertilization…”
[Dr. John Eppig, Senior Staff Scientist, Jackson Laboratory (Bar Harbor, Maine) and Member of the NIH Human Embryo Research Panel — Panel Transcript, February 2, 1994, p. 31]


“The development of a human begins with fertilization, a process by which the spermatozoon from the male and the oocyte from the female unite to give rise to a new organism, the zygote.”
[Sadler, T.W. Langman’s Medical Embryology. 7th edition. Baltimore: Williams & Wilkins 1995, p. 3]


“The question came up of what is an embryo, when does an embryo exist, when does it occur. I think, as you know, that in development, life is a continuum…. But I think one of the useful definitions that has come out, especially from Germany, has been the stage at which these two nuclei [from sperm and egg] come together and the membranes between the two break down.”
[Jonathan Van Blerkom of University of Colorado, expert witness on human embryology before the NIH Human Embryo Research Panel — Panel Transcript, February 2, 1994, p. 63]


“Zygote. This cell, formed by the union of an ovum and a sperm (Gr. zyg tos, yoked together), represents the beginning of a human being. The common expression ‘fertilized ovum’ refers to the zygote.”
[Moore, Keith L. and Persaud, T.V.N. Before We Are Born: Essentials of Embryology and Birth Defects. 4th edition. Philadelphia: W.B. Saunders Company, 1993, p. 1]


“The chromosomes of the oocyte and sperm are…respectively enclosed within female and male pronuclei. These pronuclei fuse with each other to produce the single, diploid, 2N nucleus of the fertilized zygote. This moment of zygote formation may be taken as the beginning or zero time point of embryonic development.”
[Larsen, William J. Human Embryology. 2nd edition. New York: Churchill Livingstone, 1997, p. 17]


“Although life is a continuous process, fertilization is a critical landmark because, under ordinary circumstances, a new, genetically distinct human organism is thereby formed…. The combination of 23 chromosomes present in each pronucleus results in 46 chromosomes in the zygote. Thus the diploid number is restored and the embryonic genome is formed. The embryo now exists as a genetic unity.”
[O’Rahilly, Ronan and Müller, Fabiola. Human Embryology & Teratology. 2nd edition. New York: Wiley-Liss, 1996, pp. 8, 29. This textbook lists “pre-embryo” among “discarded and replaced terms” in modern embryology, describing it as “ill-defined and inaccurate” (p. 12}]


“Almost all higher animals start their lives from a single cell, the fertilized ovum (zygote)… The time of fertilization represents the starting point in the life history, or ontogeny, of the individual.”
[Carlson, Bruce M. Patten’s Foundations of Embryology. 6th edition. New York: McGraw-Hill, 1996, p. 3]


“[A]nimal biologists use the term embryo to describe the single cell stage, the two-cell stage, and all subsequent stages up until a time when recognizable humanlike limbs and facial features begin to appear between six to eight weeks after fertilization….
“[A] number of specialists working in the field of human reproduction have suggested that we stop using the word embryo to describe the developing entity that exists for the first two weeks after fertilization. In its place, they proposed the term pre-embryo….
“I’ll let you in on a secret. The term pre-embryo has been embraced wholeheartedly by IVF practitioners for reasons that are political, not scientific. The new term is used to provide the illusion that there is something profoundly different between what we nonmedical biologists still call a six-day-old embryo and what we and everyone else call a sixteen-day-old embryo.
“The term pre-embryo is useful in the political arena — where decisions are made about whether to allow early embryo (now called pre-embryo) experimentation — as well as in the confines of a doctor’s office, where it can be used to allay moral concerns that might be expressed by IVF patients. ‘Don’t worry,’ a doctor might say, ‘it’s only pre-embryos that we’re manipulating or freezing. They won’t turn into real human embryos until after we’ve put them back into your body.'”
[Silver, Lee M. Remaking Eden: Cloning and Beyond in a Brave New World. New York: Avon Books, 1997, p. 39]

disponível em:

http://www.princeton.edu/~prolife/articles/embryoquotes2.html

Desmascarando mentiras sobre as células-tronco embrionárias

Desmascarando as mentiras apregoadas sobre as células-tronco embrionárias e a clonagem “terapêutica”

Dra. Alice Ferreira Teixeira

Disponível em

http://www.providaanapolis.org.br/altsen.htm

São Paulo, 2 de agosto de 2004

Muito se tem falado e propagandeado sobre a utilização de células-tronco HUMANAS em pesquisa e a certeza de que se obterá lucros com patentes decorrentes de pesquisas com as mesmas. Por esta razão estou escrevendo esta LONGA carta de esclarecimento sobre a utilização de embriões humanos em tais pesquisas.

Primeiro, quero tornar claro que não se trata de “A luz da ciência versus as trevas da religião”.Não pretendo fazer uma defesa ideológica do embrião humano, ou seja, vou dar-lhe fatos e não dogmas.

Segundo, a minha identificação:

Sou médica formada na Escola Paulista de Medicina, em 1967, tenho 62 anos e sou pesquisadora na área Biomédica há 40 anos. Sou livre-docente de Biofísica da UNIFESP/EPM, há 15 anos venho desenvolvendo pesquisa em Biologia Celular, tentando esclarecer os complexos mecanismos de sinalização celular, que levam desde a divisão/multiplicação até a morte celular.Sou também coordenadora do Núcleo Interdisciplinar de Bioética da UNIFESP e professora de Bioética no Curso Biomédico nesta Universidade.

Terceiro, agora um pouco de História:

Assim como eu, muitos pesquisadores brasileiros e da Europa não nos deixamos levar pelos projetos de genomas.Tínhamos certeza que os resultados seriam pífios, pois trabalhando com animais transgênicos obtínhamos resultados inesperados, e mais, para um mesmo gene tínhamos expressas várias proteínas (a proteína que estudamos tem 11 isoformas, todas com atividades e ações celulares diferentes).Nos EUA R. Lewontin e Evelin Fox Keller já colocavam em descrédito a ideologia do determinismo genético.

O Prof. Dr. Sérgio Ferreira(9) aqui, no Brasil, já dizia que 35 milhões de dolares era um preço muito caro para uma capa na Nature. Foi o que custou o genoma da X.fastidiosa (a do amarelinho) e que não deu solução aos laranjais. O nosso caipira já tem uma solução mais barata: três podas eliminam o amarelinho(1).

Enquanto a moda era o genoma, os pesquisadores da biologia celular na Itália, Alemanha, França descobriam as células-tronco adultas e suas potencialidades. Em setembro de 1999 ocorre o escândalo da terapia gênica, onde a morte do jovem Jesse Gelsinger leva à descoberta de que 691 eventos adversos sérios haviam ocorrido e não haviam sido comunicados ao NIH(2), e que este jovem não fora a primeira pessoa a ser morta por tal terapia. Juntando-se a falência da perspectiva do genoma, que era tão grande que levava a uma absurda corrida de obtenção de patentes para genes de função desconhecida, a tão promissora terapia gênica foi abolida. Os pesquisadores que estavam envolvidos nestes projetos perderam assim o “trem da História”. Vendo os bons e inesperados resultados dos biologistas celulares com as células-tronco adultas, voltam-se agora para as células-tronco embrionárias HUMANAS, pois por questões éticas e NÃO religiosas, nós, pesquisadores de células-tronco adultas, recusamos utilizar como material de estudo, pois para tal temos de sacrificar embriões humanos.

Justificativas baseadas em fatos científicos:

1) Quanto à utilização de células-tronco heterólogas obtidas de embriões humanos que são descartados nas clínicas de reprodução assistida (RA).

Estes embriões na maioria das vezes não são congelados e tal informação não é dada aos pais, haja vista o escândalo e processo que está sobre o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, por ter jogado fora os embriões de um casal, em agosto do ano passado (Época, 11 de agosto, 2003, pg. 12).

No caso da utilização das células de embriões humanos que provêm das RA, trata-se de um transplante heterólogo, com grande possibilidade de rejeição, visto que à medida que estas células se diferenciam para substituir as lesadas (ou que desapareceram), num tecido degenerado, começam a expressar as proteínas responsáveis pela rejeição(3) (MHC, major histocompatibility complex) Ref: PNAS, 23 July, 2002, Vol.99 pg. 9864.

Em dezembro de 2003, Science publicou um artigo de Julie Clayton, com resultados mostrando que as CT humanas apresentam anormalidades à medida que se diferenciam, havendo risco de se malignizarem (formação de teratomas).

Justificando estas observações, Allegrucci e col.na LANCET(2004) Jul 10; 364(9429) alertam sobre a metilação de histonas e citosinas do DNA(4) (imprint), alterando a expressão de genes nos embriões congelados e que tais alterações não são passíveis ainda de detecção. Não se tem idéia do que estas poderão produzir. É fato conhecido que a RA produz três vezes indivíduos mal formados que a reprodução natural.

HÁ ALTERNATIVA: vem crescendo o número de trabalhos onde se verifica, com sucesso, a recuperação de tecidos ou órgãos lesados utilizando as CT adultas. O próprio Boletim da FAPESP referiu o trabalho de Nadia Rosenthal, publicado no PNAS, sobre o sucesso em usar as CT adultas para recuperar tecido muscular:

Regeneração de volta
06/02/2004 17:32

Agência FAPESP – Cientistas do Laboratório Europeu de Biologia Molecular (EMBL) e da Universidade de Roma “La Sapienza” acabam de descobrir um modo de restaurar determinadas capacidades regenerativas de tecidos, que ocorrem naturalmente em animais em estágio embrionário de desenvolvimento, mas que são perdidas após o nascimento.
O trabalho dos pesquisadores europeus, publicado na edição atual do periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), traz uma contribuição importante para entender de que forma as células-tronco podem ser utilizadas e como podem assumir determinadas funções num tecido.

“Muitos laboratórios já descreveram a integração de células-tronco em vários tipos de tecidos, mas sempre em escalas reduzidas”, disse a norte-americana Nadia Rosenthal, coordenadora do Programa de Camundongos do EMBL, em Monterotondo, na Itália, em comunicado do EMBL. “Mas este é o primeiro estudo a mostrar que as células-tronco podem ser utilizadas para atingir a regeneração em grande escala de um tecido danificado.”

O trabalho foi desenvolvido em colaboração com a equipe do italiano Antonio Musarò, professor de histologia e embriologia da Universidade de Roma. Ao investigar tecidos musculares em camundongos, os cientistas descobriram que as células-tronco percorrem grandes distâncias até alcançar uma determinada área lesionada. O trabalho dos pesquisadores europeus, porém, lança uma nova hipótese. “As células que observamos passaram por todas as etapas típicas de especialização antes de se tornarem totalmente integradas ao novo tecido”, disse Nadia Rosenthal […].

Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?data[id_materia_boletim]=1330

Este trabalho põe por terra as principais críticas dos que querem usar CT humanas embrionárias: não existe hiperfusão(5) e as CT adultas proliferam adequadamente.

No mês passado, no Congresso de Biologia Celular, o Prof. Dr. Radovan Borojevic mostrou os resultados de autotransplante de CT adultas na recuperação de pacientes infartados, na isquemia diabética onde evita-se com esta terapia a amputação de membros inferiores e na recuperação de massa óssea.

2) Quanto à clonagem terapêutica: não se conseguiu até agora clonar um primata.Ao se tentar obtém-se meia dúzia de células anaeplóides (células cujos núcleos contêm números diferentes de cromossomos, diferente de 46 no caso humano). Assim, não se consegue um embrião humano na fase de blastocisto, cujas células seriam necessárias para se fazer um transplante homólogo de CT tiradas deste embrião clonado (produzido para tal finalidade), que para tal seria obviamente destruído. A razão do insucesso foi explicada no artigo Science(2003), 11 Apr, 225: são necessárias proteínas provenientes do espermatozoide para guiar a divisão celular da maneira adequada.Estas proteínas não estão presentes no ovo que recebeu o núcleo transplantado, retirado de uma célula adulta do paciente.

De acordo com NEWS FOCUS-Science, Vol. 303(23 Jan, 2004) pg. 457 – mesmo a clonagem de RATO (!) é ainda um desafio técnico de tal maneira que continuam desenvolvendo métodos QUÍMICOS (!) que criam mutações “randômicas” para gerar ratos mutantes e posteriormente selecionar os animais com defeito genético de interesse. Logo, não existe a clonagem terapêutica ainda em muitos animais de laboratório.

Na Coréia do Sul, Hwan e cols. obtiveram de 16 mulheres, com estimulação hormonal, 256 óvulos, que tiveram seus núcleos haplóides substituídos por núcleos de células do cumulus(6) (que se encontram no folículo do ovário, donde provieram os óvulos), que são núcleos diplóides, e conseguiu desenvolver 30 embriões na fase de blastocisto.Destes embriões destruídos para retirar suas células-tronco embrionárias, conseguiu desenvolver com sucesso somente uma linhagem em cultura de CT humanas. Assim, este pesquisador já afirma que levará muitos anos para se ter sucesso com a terapia com CT humanas autólogas. E atente para o fato de que foram obtidos embriões do sexo feminino. Existe uma razão de este pesquisador conseguir só uma linhagem: estas células se diferenciam muito rapidamente, perdendo suas características de pluripotência (capacidade de se transformar em outros tecidos) e é muito provável que ele não saiba a causa, senão teria mais linhagens indiferenciadas.

3)A bioética deve ter fundamento filosófico:

O filósofo iluminista Emmanuel Kant diz sobre a dignidade humana: “o ser humano não deve ser utilizado como meio para atingir outro objetivo que não a sua própria humanidade”.Esta afirmativa exclui categoricamente qualquer instrumentalização de seres humanos para objetivos outros senão aqueles para a sua própria existência. Isto é, é inaceitável a procriação de embriões humanos com o propósito de pesquisa científica.

Os sofistas tentam burlar Kant através de afirmativas como: não é vida (o que entendem por vida?!), é um amontoado de células, não é um ser humano. Só que se este embrião for implantado no útero de uma mulher poderá resultar numa criança, num adolescente daqui uns anos, num velho daqui uns 90 anos. Obviamente não vai dar nada se implantado no útero de uma vaca, ovelha, égua.

Finalmente, deixemos de lado a propaganda enganosa que levou-nos a caminhos tortuosos e sem saída da terapia gênica, do genoma, e tomemos consciência que devemos continuar usando os procedimentos clássicos da pesquisa biológica: investigando os processos fundamentais que determinam a diferenciação celular das CT, que são desconhecidos, estudando primeiro nos roedores (ratos, camundongos) passando por mamíferos maiores até chegarmos ao homem. Devemos ter cuidado mesmo com os transplantes de CT adultas, pois muitos pesquisadores acham que elas estão na origem dos tumores.

Nancy Reagan(7) não vai achar solução para Alzheimer com as CT humanas.Afinal o corpo amilóide(8) resulta do depósito de proteínas normais que, por causa desconhecida, mudam sua conformação e precipitam nas células (atualmente sabe-se que tal não ocorre só nas nervosas). A solução está em evitar que ocorra tal alteração, pois a mesma pode surgir nas CTs implantadas.

Do ponto de vista econômico, é um absurdo querer investir tanto dinheiro em aventuras como a clonagem terapêutica, risco que as empresas norte-americanas não querem correr. A Nature de 8 de julho narra o impasse que está acontecendo na Califórnia: querem um financiamento público de 3 bilhões para 10 anos para os projetos de pesquisa com as CT embrionárias humanas. Com deficit econômico deste estado, isto significa mais impostos, o que o contribuinte não quer. Desta maneira os católicos de lá têm como aliados até os abortistas. O cancerologista Rex Greene afirma que os que terão lucro imediato são os pesquisadores envolvidos e o biotecnologistas que lhes venderão os aparelhos. Nós já vimos este filme quando a FAPESP gastou 35 milhões de dolares no genoma da X.fastidiosa. Este dinheiro seria muito mais bem empregado no combate da tuberculose, pesquisando a vacina gênica, como é feito pelo pessoal de Ribeirão Preto, já que a moda era genes.

Aqui também quem saiu ganhando foram os biotecnólogos e os pesquisadores envolvidos no projeto, que não só ampliaram seus laboratórios, como estão ganhando dinheiro com empresas que montaram com verbas deste projeto. A FAPESP acha até que é um resultado positivo porque está dando empregos aos jovens doutores. Bem, a Universidade Pública, que mais investiu na formação deles, os perdeu. Podemos honestamente considerar isto como bom resultado?!

Se ainda restar alguma dúvida, estou disposta a esclarecê-la e para tal envio meu endereço:

alice@biofis.epm.br
tel.:11-5539-2889 R218
Fax:11-5571-578

Estarei por convite da SBPC às 18:30 no auditório da Biblioteca Mário de Andrade, no dia 23 de agosto, falando sobre este assunto.

Profa. Alice Teixeira Ferreira, Profa. Associada de Biofísica, da UNIFESP/EPM

Notas:

(1) X.fastidiosa é uma bactéria que causa nas laranjeiras a doença do amarelinho.
(2) NIH: Instituto Nacional de Saude dos EUA, responsável pelo financiamento público das pesquisas em saúde.
(3) MHC é uma proteína do sistema imunológico responsável pela rejeição de transplantes heterólogos.
(4) Histona é a proteína onde se enrola o DNA e citosina é uma das bases do DNA. Quando o radical metila se liga a uma das duas impede a expressão do gene envolvido. O congelamento do embrião leva à mitigação em grau e número desconhecido, pois não se sabe ainda como detectar e medir tal alteração no embrião.
(5) Hiperfusão é a fusão de várias células dando uma hipercélula com vários núcleos. Na terapia com CTs adultas pode ocorrer com a freqüência de 1: 100.000, muito baixa, portanto.
(6) “Cumulus” são células vizinhas ao óvulo no folículo ovariano.
(7) Nancy Reagan é a viúva do ex-presidente dos EUA, Ronald Reagan.
(8) Corpo amilóide é uma estrutura encontrada em células onde surgem proteínas anormais, tóxicas, que podem levá-las à morte. Sabe-se agora que constituem uma espécie de lixeira que as células utilizam para se livrar destas proteinas.
(9) Prof. Sérgio Ferreira é o farmacologista que descobriu o melhor remédio para tratamento da pressão alta: o CAPTOPRIL.

Disponível em

http://www.providaanapolis.org.br/

A propósito do aborto

A propósito do aborto

Dr. Luíz Flávio Borges D’Urso

Advogado criminalista, professor de Direito Penal, mestre e doutorando em Direito Penal pela USP, presidente da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (ABRAC), presidente da Academia Brasileira de Direito Criminal (ABDCRIM), Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional São Paulo (OAB-SP).

Disponível em: http://www1.jus.com.br/doutrina/texto.asp?id=9 82.

Recentemente (1997) foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, Projeto de Lei n. 20-A, de autoria do Deputado Eduardo Jorge, que pretende regulamentar a prática do aborto legal no Brasil, determinando que toda a rede pública de hospitais, atendam aquelas mulheres que desejarem realizar o aborto que a lei permite.

Vale salientar, mais uma vez, que o legislador brasileiro, entendeu proibir a prática do aborto, considerando-o como um crime contra a vida (arts. 124 a 127 do Código Penal), todavia, esse mesmo legislador, excepcionou dois casos de aborto, nos quais deixa-se de punir o agente, quando houver risco de vida para a mãe, ou quando a gravidez for resultado de estupro (art. 128, I e II CP). Não custa esclarecer que o estupro é crime hediondo, previsto na lei brasileira e consiste em constranger mulher, à conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça (art. 214 CP).

Neste cenário, onde se pretendia discutir a regulamentação das formas de aborto que o legislador não pune, o aborto necessário – para salvar a mãe e o aborto resultante de estupro, estabeleceu-se, mais uma vez, por força da mídia, a discussão sobre a possibilidade da legalização do aborto genericamente.

É sobre esse enfoque que pretendo enfrentar tema tão delicado.

Primeiramente, tenta-se definir o que seja o aborto (tecnicamente o abortamento), que enseja, segundo o Professor Damásio de Jesus, a interrupção da gravidez com a consequente morte do feto, vale dizer, com a destruição do produto da concepção.

Outro desafio, que supedaneará todo o raciocínio, é o momento inicial da vida humana, que segundo critérios científicos, inclusive corroborados pelo Conselho da Europa, leva-nos a entender tal momento como o da concepção, ou o momento no qual o óvulo é penetrado pelo espermatozóide. Assim, a partir desse instante, há vida humana e outra criatura se inicia.

Ora, se o abortamento é eliminar a vida que se inicia, estamos diante de uma outra modalidade de homicídio, e se por instinto de preservação temos que preservar a vida, há que se proteger também esta, o feto, que jamais se confundirá com o corpo da mãe.

Daí, não se admitir a premissa abortista, de que a mulher tem direito de dispor do próprio corpo. Inegável que qualquer um, homem ou mulher, poderá dispor de SEU próprio corpo, mas não poderá dispor de outro corpo, de outro ser, objetivando eliminá-lo, porquanto não é seu corpo, seu apêndice, seu órgão, mas um sistema independente, todavia, não autônomo, que, por força da natureza, utiliza-se do útero da mulher, temporariamente, para se aperfeiçoar, pois desde o primeiro momento, ele é.

Outro argumento muito explorado é que realizam-se milhares de abortos clandestinos, levando risco de vida, àquelas mulheres, que face a ilegalidade, submetem-se à curiosos sem técnica, sem condições mínimas de higiene, a fim de interromper sua gravidez. Esse argumento foi desmentido pelos países que legalizaram o aborto, pois, lastreados nessa razão, surpreenderam-se, ao depois da legalização, quando constataram que as clínicas clandestinas não desapareceram, verificando-se que a clandestinidade não é resultante da lei, mas muito mais, da própria condição psíquica de algumas mulheres que abortam, pois preferem, apesar da legalidade – naqueles países, manterem o anonimato.

Dessa realidade, verificou-se a permanência dos abortos clandestinos e todos seus riscos e ao lado, um aumento dos casos de aborto, porquanto, legalizado, autorizado, nada estava a impedir o aborto por ímpeto, por egoísmo, por qualquer motivo revelador se uma simples “vontade”.

Esse fenômeno é estudado pelo Professor Maurizio Mori, italiano, bioeticista e filósofo, na obra “A Moralidade do Aborto”, quando comenta os vários argumentos de ambos os lados da questão, lembrando o efeito psicológio que a legalização do aborto provocaria, quando fala “…considerando que a lei tem uma importante função pedagógica, pois as pessoas são levadas a considerar como justo o que é permitido juridicamente, uma legislação permissiva sobre o aborto seria intolerável porque deformaria as consciências, em particular as dos jovens”. Tal distinção entre o justo e o legal, entre o moral e o jurídico, embaralha-se, fazendo crer que uma vez legalizado o aborto, sob qualquer pretexto, poderá realizar-se um, em total desprezo à vida consistente naquele feto.

Aliás, pela proteção dada pelo nosso legislador constituinte (art. 5. da Constituição Federal), à inviolabilidade da vida, nenhuma diferença pode haver, nas vidas da mãe ou do feto, porquanto ambas são merecedoras da proteção da lei, ambas são alvo dessa preservação constitucional, estando no mesmo patamar. Daí, absolutamente estrábico o enfoque da proteção exclusiva da vida da mãe. Pois se assim não fosse, estaríamos diante de uma violação ao princípio de igualdade entre humanos. O direito à vida deve ser garantido à todos e de forma igual.

Apenas para registrar, não se admite aqui, a vida humana tendo início a partir da nidação, ou seja, a partir do momento no qual o ovo aninha-se na parede uterina, mas, como já ressaltado, a partir da concepção. Se assim não fosse, haveria um lapso temporal, no qual não existiria vida e portanto poder-se-ia interromper tal início de gravidez. Ao contrário, não há intervalo temporal, após a união óvulo e espermatozóide, portanto após vida humana, que possibilite justificar o aborto.

Portanto estamos diante de duas ordens de dados, segundo ainda o Professor Maurizio Mori, a primeira diz respeito à formação do embrião, citando “Chi è persona? Persona umana e bioetica?”, (La Civiltà Cattolica, 1992, IV, caderno n. 3.420, p. 557) e esclarece que “desde que o óvulo e o espermatozóide interagem entre si, começa imediatamente um novo sistema, que opera como uma nova unidade, determinada intrinsecamente e que tem seu centro biológico, ou estrutura coordenada, no novo genoma”. A outra diz respeito ao desenvolvimento do embrião, que apresenta três características: coordenação, continuidade e gradualidade do processo.

Dessa forma, verifica-se que um novo sistema inicia seu ciclo de vida próprio, pois o embrião é pessoa desde a concepção e segue tal ciclo, ininterruptamente.

Por derradeiro, tenho observado um argumento dos abortistas, que merece foco, quando alegam que jamais uma mulher fará um aborto por vontade própria, desnecessariamente, tentando fazer crer que a legalização do aborto estará limitada aos casos que a lei atual não pune e a outros restritivamente. Não posso admitir tal argumento, conhecendo a natureza humana, principalmente quando a mídia revela a frieza de algumas mulheres que chegaram a jogar seu filho, recém-nascido, no lixo. Para estas, o aborto legal será mais um estímulo à irresponsabilidade materna.

Trabalho recente de um aluno, advogava a legalização do aborto eugênico, admitindo que, toda vez que fosse detectada alguma anomalia física no feto, estar-se-ia, automaticamente, autorizado o aborto. Ocorre que o trabalho não limitou – talvez porque fosse impossível, quais casos em que a anomalia merecesse a eliminação do anormal, vale perguntar, qual o grau de anomalia?, a ausência de cérebro, a ausência dos membros, a deformidade estética ou a ausência de um dedo? Vislumbro nessa tese um grande risco, de se admitir, autruísticamente, que o aborto será o que de melhor pode dar a sociedade para aquele ser que, por não o entendermos, eliminamos. Certamente dá menos trabalho!

Não poderia encerrar, sem insistir que o tema aborto é precedido por outros temas tão importantes, tais como a paternidade responsável e a responsabilidade do Estado em levar informação à população, objetivando a prevenção da gravidez.

Registro posição em resistir às tentativas de se legalizar o aborto no Brasil, cobrando de nossos parlamentares a coerência em defesa da vida, pois quem é contra a pena de morte, contra a eutanásia, contra o suicídio assistido, não pode posicionar-se a favor da eliminação da vida pelo aborto.

Luíz Flávio Borges D’Urso é advogado criminalista, professor de Direito Penal, mestre e doutorando em Direito Penal pela USP, presidente da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (ABRAC), presidente da Academia Brasileira de Direito Criminal (ABDCRIM), Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional São Paulo (OAB-SP).

Fonte: D’URSO, Luíz Flávio Borges. A propósito do aborto . Jus Navigandi, Teresina, a. 3, n. 28, fev. 1999.Disponível em: http://www1.jus.com.br/doutrina/texto.asp?id=9 82. Acesso em: 14 jul. 2004.

Bases biológicas do início da vida humana

Bases biológicas do início da vida humana

disponível em

http://aborto.aaldeia.net/iniciodavida.htm

(Por: Doutora Anna Giuli, Bióloga molecular e professora de Bioética na Faculdade de Medicina da Universidade Católica do Sagrado Coração (Roma). A doutora Anna Giuli publicou um livro com o título “Início da vida humana individual. Bases biológicas e implicações bioéticas” (“Inizio della vita umana inviduale. Basi biologiche e implicazioni bioetiche”, Edizioni ARACNE). Estas palavras foram retiradas de uma entrevista que concedeu a Zenit)

Uma vez que uma mulher se torna mãe, ela será sempre mãe, tenha ou não nascido o seu filho. O filho morto fará parte da sua vida por mais longa que ela seja. O aborto não é definitivamente uma “solução fácil” de um grave problema, mas um acto agressivo que terá repercussões contínuas na vida da mulher.

Entrevista com doutora Anna Giuli, bióloga molecular

Por que se fala tanto da “questão” da vida humana pré-natal?

A vida humana pré-natal continua a ser um tema crucial para nossa sociedade, chamada a confrontar-se com os desafios de levar a cabo precoces intervenções terapêuticas e diagnósticos sobre o embrião e sobre o feto. A produção de embriões “in vitro” para a superação da esterilidade ou de riscos genéticos, a utilização de embriões para obter células estaminais para seu emprego no âmbito da medicina regenerativa, a pesquisa com embriões com fins de investigação ou sua clonagem, são alguns dos mais discutidos filões biomédicos, que têm como protagonista o individuo humano nas fases precoces de seu desenvolvimento. Quem é o embrião humano? É um sujeito, um objecto, um simples amontoado de células? Que valor tem a vida humana precoce? É lícito manipulá-la ao menos nos primeiros estágios de seu desenvolvimento? Que grau de tutela outorgar-lhe? Estes são os interrogantes que vão no centro do actual debate sobre o início da vida humana; poder proporcionar uma resposta amplamente compartilhada é fundamental pelas relevantes implicações não só no campo de saúde, mas para toda a sociedade e para o próprio futuro do homem.

Estas questões não só interpelam o biólogo, o especialista em bioética ou o legislador, mas cada um de nós, simples cidadãos, chamados a expressar-nos em matérias delicadas e complexas, como sucedeu no ano passado com o tema da fecundação artificial (na Itália. NR) ou como está ocorrendo nestes meses, com a pesquisa sobre a pílula abortiva RU486. O amplo debate, frequentemente com tons confusos, suscitado por estes temas, revelou a necessidade de uma informação cada vez mais clara e objectiva para enfrentar com conhecimento e consciência crítica os novos desafios éticos e sociais do progresso biotecnológico.

É, por isso, importante esclarecer antes de tudo a natureza biológica do ser humano e das suas origens, graças à contribuição dos numerosos estudos embriológicos, genéticos e biomoleculares que nos últimos anos permitiram descobrir os mecanismos mais íntimos do desenvolvimento inicial do individuo humano.

O que se entende por início da vida humana “individual”?

Algumas correntes de pensamento afirmam que a existência de um indivíduo humano “verdadeiro” ao qual pode-se dar “nome e apelido” começa num momento sucessivo em relação à concepção, e que até esse momento aquela “vida humana” não pode ter a dignidade, ou ainda o valor (e portanto a tutela) de qualquer outra pessoa.

Na biologia cada “indivíduo” identifica-se no organismo cuja existência coincide com seu “ciclo vital”, isto é, “a extensão no espaço e no tempo da vida de uma individualidade biológica”. A origem de um organismo biológico coincide, portanto, com o início de seu ciclo vital: é o início de um ciclo vital independente o que define o início de uma nova existência biológica individual que se desenvolverá no tempo atravessando várias etapas até chegar à maturidade e depois à conclusão de seu arco vital com a morte.

Sobre a base dos dados científicos disponíveis actualmente, é portanto importante analisar a possibilidade de identificar o evento “crítico” que marca o início de um novo ciclo vital humano.

Quando começa a vida?

– Dr.ª. Giuli: Um novo indivíduo biológico humano, original em relação a todos os exemplares de sua espécie, inicia o seu ciclo vital no momento da penetração do espermatozóide no ovócito. A fusão dos gâmetas masculino e feminino (chamada também “singamia”) marca o primeiro “passo generacional”, isto é, a transição entre os gâmetas – que podem considerar-se “uma ponte” entre as gerações – e o organismo humano não-formado. A fusão dos gâmetas representa um evento “crítico” de “descontinuidade” porque marca a constituição de uma nova individualidade biológica, qualitativamente diferente dos gâmetas que a geraram.

Em particular, a entrada do espermatozóide no ovócito provoca uma série de acontecimentos, estimáveis do ponto de vista bioquímico, molecular e morfológico, que induzem a “activação” de uma nova célula – o embrião unicelular – e estimulam a primeira cascata de sinais do desenvolvimento embrionário; entre as muitas actividades desta nova célula, as mais importantes são a organização e a activação do novo genoma, que ocorre graças à actividade coordenada dos elementos moleculares de origem materna e paterna (fase pronuclear).

O novo genoma está, portanto, já activo no estágio pronuclear assumindo de imediato o controle do desenvolvimento embrionário; já no estágio de uma só célula (zigoto) se começa a estabelecer como sucederá o desenvolvimento sucessivo do embrião, e a primeira divisão do zigoto influi no destino de cada uma das duas células que se formarão; uma célula dará origem à região da massa celular interna ou embrioblasto (de onde derivarão os tecidos do embrião) e a outra ao trofoblasto (de onde derivarão os tecidos envolvidos na nutrição do embrião e do feto). A primeira divisão do zigoto influi, portanto, no destino de cada célula e, em definitivo, de todos os tecidos do corpo. Estas evidências declaram que não é possível dar espaço à ideia de que os embriões precoces sejam um “monte indiferenciado de células”.

Alguns fenómenos, como a possibilidade de formar os gémeos monozigóticos durante as primeiras fases do desenvolvimento embrionário, não anulam a evidência biológica da “individualidade” estabelecida na fusão dos gâmetas; em todo o caso trazem à luz a capacidade de compensação de eventuais danos ou erros no programa de evolução embrionária. O embrião humano precoce é um sistema harmónico no qual todas as partes potencialmente independentes funcionam juntas para formar um único organismo.

Em conclusão, dos dados da biologia até hoje disponíveis evidencia-se que o zigoto ou embrião unicelular se constitui como uma nova individualidade biológica já na fusão dos dois gâmetas, momento de ruptura entre a existência dos gâmetas e a formação do novo individuo humano. Desde a formação do zigoto se assiste a um constante e gradual desenvolvimento do novo organismo humano que evoluirá no espaço e no tempo seguindo uma orientação precisa sob o controle do novo genoma já activo no estágio pronuclear (fase precoce do embrião unicelular).

O progresso biotecnológico influiu tanto no nosso modo de pensar e nos nossos estilos de vida que frequentemente se ouve falar de “terceira cultura”. De que se trata?

Alguns sociólogos definiram a cultura contemporânea como a “terceira cultura”, na qual tem predomínio a tecnologia. Entre os princípios desta nova cultura fundamental está a ideia de que não há nada fora do universo tangível, que o homem é um organismo não qualitativamente diferente de qualquer outro animal – e, portanto, reduzido só à sua realidade corpórea.

No campo científico afirma-se que a ciência e a tecnologia são nossas: já que a essência da ciência é a objectividade, todo obstáculo ao progresso científico é como uma limitação a tal objectividade; como consequência não devem pôr-se restrições à actividade científica e ao progresso tecnológico. Fala-se de “ciência do possível”, que considera justo e bom tudo o que é tecnicamente possível e que não aceita mensagens de orientação ou de estímulo por parte de sistemas de pensamento de ordem antropológica ou ética.

Se o homem e toda a realidade biológica são fruto de uma evolução cega, não existem critérios segundo os quais conformar a actuação, e toda a realidade natural é só matéria à disposição do homem. Consequentemente, tudo o que é possível se converte em lícito e todo o limite é um obstáculo que há que se superar. Daí resulta um grande impulso a não orientar-se por princípios éticos, em outras palavras, pelo sentido de responsabilidade. Uma atitude que pode ser muito perigosa.

Ao crescimento das possibilidades de auto-manipulação do homem, deverá corresponder um igual desenvolvimento de nossa “força moral” para nos permitir proteger e tutelar a liberdade e dignidade própria e alheia.

Por que se diz que o embrião humano tem dignidade própria?

– Dr.ª. Giuli: Na nossa cultura está a mudar o sentir comum em respeito ao ser humano, sobretudo nos momentos mais emblemáticos e vulneráveis de sua existência, induzindo uma tendência para um gradual “desalojamento” do valor da vida que cada vez vai arraigando mais no tecido social e legislativo da cultura ocidental, historicamente berço dos direitos humanos.

Segundo esta tradição cultural, como se afirma – entre outros lugares – no Preâmbulo da Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948, o ser humano é o valor do qual se originam e para o qual se dirigem todos os direitos fundamentais; qualquer outro critério de ordem cultural, política, geográfica ou ideológica resultaria redutivo e arbitrário. A pertença à espécie humana é o elemento suficiente para atribuir a cada um a sua dignidade.

A tradição cultural dos direitos humanos teve, também, uma profunda incidência na reflexão biomédica contribuindo à afirmação mais vigorosa dos direitos do homem também na medicina, através da elaboração dos códigos de deontologia médico-profissionais e do desenvolvimento dos direitos do doente para lhe assegurar a autonomia e evitar abusos indevidos. É, no entanto, oportuno não desconhecer esta tradição e valorizar suas lógicas consequentes em relação ao tema do início da vida humana no âmbito biomédico.

O embrião humano precoce é um indivíduo em acto com a identidade própria da espécie humana à qual pertence, e consequentemente devem ser reconhecidos seus direitos de “sujeito humano” e a sua vida deve ser plenamente respeitada e protegida.

(Por: Doutora Anna Giuli, Bióloga molecular e professora de Bioética na Faculdade de Medicina da Universidade Católica do Sagrado Coração (Roma). A doutora Anna Giuli publicou um livro com o título “Início da vida humana individual. Bases biológicas e implicações bioéticas” (“Inizio della vita umana inviduale. Basi biologiche e implicazioni bioetiche”, Edizioni ARACNE). Estas palavras foram retiradas de uma entrevista que concedeu a Zenit)

disponível em

http://aborto.aaldeia.net/iniciodavida.htm

Políticas de controle populacional

Foi utilizada a tradução do Google, nos textos que seguem, para facilitar a leitura. No segundo artigo é possível observar a afinação de aprimorados projetos de controle populacional. Os EUA, na época da notícia, presidido por Bush, 2004, têm interesse em tornar as seguintes políticas regras em lei ao redor de todo o Globo. Estes artifícios de “legislação” são financiados por organizações internacionais que realizam interferências estrangeiras em cada uma particular nação. Os investimentos são feitos no sentido das políticas de:

— um único filho para cada casal [como é na China], sendo que a seleção das pessoas que podem gerar filhos acontece segundo o poder financeiro do casal, das possibilidades de autonomia para sobrevivência. E veremos falar em “”planejamento da família””;

— um conceito de dignidade dissociado da realidade pessoa humana e das construções consolidadas do Direito Internacional Público;

— banalização da morte e do aborto, que farão possível até aos 9 meses e último minuto da gestação, e o desprezo à saúde da mulher;

—  esterilização das massas;

—  casais devem obter permissão governamental, quer dizer, devem ganhar licenças para “nascimento”, que deve ser alcançada antes de a mulher engravidar.

Existem muitos outros endereços com informações.

Cuidado com a escolha do seu voto nas eleições.

Cristiane Rozicki

disponivel em

https://objetodignidade.wordpress.com/2009/01/11/politicas-de-controle-populacional/

——

Sex-selection abortions still legal in China

BEIJING, CHINA Jun 26 2006 12:36

http://www.mg.co.za/article/2006-06-26-sexselection-abortions-still-legal-in-china

Volume 37, Number 20 · December 20, 1990 – Feature

More Than 100 Million Women Are Missing

http://ucatlas.ucsc.edu/gender/Sen100M.html

TEXTOS ARTIGOS

China autoriza aborto selectivo por sexo

I didn’t even know that China allowed sex selective abortions , but apparently lawmakers were considering outlawing them.  ( This article states that sex selective abortions are illegal in China although there are no criminal penalties, but apparently the government has been addressing the sex-selective abortion issue for a few years )  The failure of the lawmakers to agree on the bill will apparently leave the practice legal.  China’s one-child policy has led to an imbalance of males and females, as families will choose to have their one child be a boy, when possible.  (Old RRB post about China’s abortion law here and here , stats here – scroll down).  India, too, had an imbalance of men and women, perhaps due to sex selective abortions (RRB post here) or other social practices.  This widespread discrimination against females has led to what Amartya Sen calls the 100 million missing women .  Also, here is an interview with a Chinese official on China’s policy, from a Chinese website, so take it with a grain of salt.  Counter to the official’s statements, the one-child policy has been instituted in China for years, and the Bush Administration, that bastion of women’s rights, has spoken out against it . Eu não sei até que a China permitiu sexo abortos selectivos mas, aparentemente, considerando que proíbe os legisladores foram eles. (Este artigo estipula que o sexo selectiva abortos são ilegais na China, apesar de não existirem sanções penais, mas aparentemente o governo tem sido abordar o sexo – aborto selectivo para a questão de alguns anos) O fracasso dos legisladores para chegar a acordo sobre o projecto de lei vai abandonar a prática aparentemente legal. da China-uma criança política levou a um desequilíbrio de machos e fêmeas, as famílias vão optar por ter a sua criança ser um um menino, quando possível. (Old RRB post sobre o aborto direito da China, aqui e aqui, stats aqui – role). Índia, também, havia um desequilíbrio entre homens e mulheres, talvez devido ao sexo abortos selectivos (RRB postar aqui) ou outros práticas sociais. Este grande discriminação contra as mulheres, levou ao que Amartya Sen chama de 100 milhões de mulheres desaparecidas. Aqui está uma entrevista com um funcionário chinês sobre a política da China, a partir de um site chinês, assim tomá-lo com um grão de sal. Counter para as declarações do funcionário, o filho de uma política foi instituída há anos na China, e da Administração Bush, que o baluarte dos direitos da mulher, pronunciou-se contra ela.

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://cara.typepad.com/reproductive_rights_blog/2006/06/china_allows_se.html&sa=X&oi=translate&resnum=6&ct=result&prev=/search%3Fq%3DAbortion%2Blaw%2Band%2Bpractice%2Bin%2BChina%26hl%3Dpt-BR%26client%3Dfirefox-a%26rls%3Dorg.mozilla:pt-BR:official%26hs%3D

One-Child Policy in China – Condições para crianças na China

Arthur E. Dewey, Assistant Secretary for Population, Refugees and Migration Arthur E. Dewey, secretário adjunto para a População, Refugiados e Migração
Testimony before the House International Relations Committee Depoimento perante a comissão de relações internacionais House
Washington, DC Washington, DC
December 14, 2004 14 de dezembro de 2004

Thank you Chairman Smith and Members of the Committee for providing us with an opportunity to appear before you today to discuss the one-child policy in China. Obrigado Smith presidente e dos membros da Comissão para nos fornecer uma oportunidade para aparecer antes de você hoje para discutir a política de um filho na China.

The Bush Administration is deeply committed to advancing human rights issues, in China and around the globe. A administração Bush está profundamente empenhado em fazer avançar as questões de direitos humanos na China e ao redor do globo. The Administration is also deeply committed to upholding liberty and the dignity of human life, and we strongly and absolutely oppose the practice of coercive abortions and sterilizations wherever they occur. A administração também está profundamente empenhado na defesa da liberdade e da dignidade da vida humana, e estamos absolutamente firme e opor-se à prática de abortos e esterilizações coercitivas onde quer que ocorram.

I’m here today to tell you how we are ground-truthing population matters in China, and recount what we’ve done to advance respect for the value of human life in that country. Estou aqui hoje para vos dizer como estamos terreno-truthing população assuntos na China, e recontagem o que temos feito para fazer avançar o respeito pelo valor da vida humana no país. In my testimony, I will describe our findings and the challenges that remain ahead. No meu testemunho, vou descrever os nossos resultados e os desafios que se mantêm à frente.

When I came to this post 3 years ago, I had conflicting reports concerning China’s population practices. Quando vim para este posto 3 anos atrás, eu tinha conflitantes relatórios sobre a população da China práticas. Some said that there was no coercion that would trigger the Kemp-Kasten prohibition of US funding to the UN Population Fund, UNFPA. Alguns disseram que não havia qualquer coerção que iria desencadear a Kemp-Kasten E.U. proibição de financiamento para o Fundo da População das Nações Unidas, UNFPA. Others said that there was. Outros afirmaram que não havia. So the State Department dispatched a Blue Ribbon Team in May 2002 to get the facts. Portanto, o Departamento de Estado enviou uma equipe Blue Ribbon em maio de 2002 para obter os factos.

On its return from a week in China, the team recommended continuation of funding of UNFPA. Em seu regresso de uma semana na China, a equipe recomendada continuação do financiamento do UNFPA. But it also suggested doing what it lacked time to do during its brief mission, that is to translate the legislation governing birth planning policies in the counties where UNFPA worked, and also to find out how these policies were implemented and enforced. Mas ele também sugeriu fazer o que faltava tempo para o fazer durante a sua breve missão, que é o de traduzir a legislação que rege nascimento políticas de planeamento nos municípios onde trabalhou UNFPA, e também para descobrir como essas políticas foram implementadas e executadas.

The evidence drawn from these follow-on steps clearly showed us that the large fees and penalties for out-of-plan births assessed in implementing China’s regulations are tantamount to coercion that leads to abortion. As provas tiradas a partir destas medidas de acompanhamento, nos mostrou claramente que as taxas e grandes penalidades por out-of-nascidos avaliados no plano de execução da China regulamentos são equivalentes a coacção que leva ao aborto. UNFPA support of, and participation in, China’s population-planning activities allows the Chinese government to implement more effectively its program of coercive abortion, thus triggering the Kemp-Kasten prohibition on support to any organization that supports or participates in the management of a program of coercive abortion or involuntary sterilization. Apoio do FNUAP, e da participação em, a população da China-atividades de planejamento permite ao Governo chinês para implementar o seu programa de forma mais eficaz de o aborto coercivo, desencadeando assim o Kemp-Kasten proibição de apoio a qualquer organização que apoie ou participe na gestão de uma programa de esterilização involuntária ou o aborto coercivo.

These findings were based on an application of the law to the facts on the ground, leading the Secretary of State to determine that Kemp-Kasten applies, and as a result we have been prohibited from funding UNFPA during the past 3 years. Estas conclusões foram baseadas em um âmbito de aplicação da lei aos factos no terreno, levando o Secretário de Estado para determinar que Kemp-Kasten aplica-se, e como resultado temos sido proibido de financiamento UNFPA durante os últimos 3 anos.

In 2002, I began a dialogue with China regarding its birth planning law. Em 2002, eu comecei um diálogo com a China quanto o seu nascimento planejamento lei. We have had six rounds of discussions on this important issue, the most recent in early November when I traveled to Beijing to meet with senior Chinese officials to press for reforms. Tivemos seis rodadas de debates sobre esta questão importante, a mais recente no começo de novembro, quando viajou a Pequim para se encontrar com altos funcionários chineses a imprensa para as reformas. In all of our conversations with our Chinese counterparts, we laid out our understanding, based on the Universal Declaration of Human Rights, as well as the 1994 Cairo Declaration on Population and Development, that there should be no coercion, in any form, in any nation’s population policies. Em todas as nossas conversas com os nossos homólogos chineses, que estabeleceu o nosso entendimento, baseado na Declaração Universal dos Direitos Humanos, bem como a Declaração do Cairo de 1994 sobre População e Desenvolvimento, que não deve haver qualquer coerção, sob qualquer forma, em qualquer A população da nação políticas.

We made measurable progress in these negotiations, but fell short in getting the coercive measures lifted, which would have permitted resumption of UNFPA funding. Fizemos progressos mensuráveis no âmbito destas negociações, mas ficou aquém na obtenção das medidas coercivas levantadas, o que teria permitido reinício da UNFPA financiamento. We believe China’s population policies, including the so-called “one-child” policy, are undergoing an assessment and evaluation with the Chinese leadership. Acreditamos que a população da China políticas, incluindo o chamado “filho único” política, são submetidos a uma avaliação e de avaliação com os dirigentes chineses. The Chinese Government, in our view, may be beginning to understand that its coercive birth planning regime has had extremely negative social, economic, and human rights consequences for the nation. O Governo chinês, na nossa opinião, pode ser a começar a compreender que o seu nascimento coercivas planejamento regime teve extremamente negativo social, económica, direitos humanos e conseqüências para a nação.

In our 2 years of negotiations, we have seen encouraging movement in China’s approach to population issues, and the reduction of coercion in birth planning programs. No nosso 2 anos de negociações, vimos incentivar a abordagem do movimento na China para as questões demográficas, e para a redução da coerção no nascimento de planeamento dos programas. For example, provincial legislation in 25 of China’s 31 provinces, municipalities, and autonomous regions, has been amended to eliminate the requirement that married couples must obtain government permission (“birth permits”) before the woman becomes pregnant. Por exemplo, a legislação em 25 províncias da China 31 províncias, municípios e regiões autónomas, foi alterado de modo a eliminar a exigência de que os casais devem obter permissão governamental ( “nascimento licenças”) antes da mulher engravidar.

This may prove to be an important change. Isso pode revelar-se uma importante mudança. Without birth permits there may be no effective overall mechanism for systematically enforcing birth targets and quotas in each county. Sem nascimento licenças pode haver nenhum mecanismo global eficaz para fazer respeitar sistematicamente nascimento metas e quotas, em cada concelho. We hope that the elimination of this repressive mechanism of control and interference in family life will be extended throughout all of China, and, as I have said, we will be monitoring this issue very closely. Esperamos que a eliminação deste mecanismo de controle repressivo e interferência na vida familiar será alargada ao longo de todas as da China, e, como já disse, iremos acompanhar muito de perto esta questão.

The Chinese Government has also started a new government public information pilot project to highlight the status of the girl child. O governo chinês iniciou igualmente um novo governo de informação pública projecto-piloto para destacar o estatuto da criança menina. This could be an important step for human rights in eliminating discrimination against women and girls in China. Isso poderia ser um passo importante para eliminar os direitos humanos na discriminação contra mulheres e meninas na China. Such an effort responds to the continuing reports of sex selective abortions in China and abandonment of girl babies, horrific behaviors that result from the devastating combination of the one-child policy and traditional son preference. Tal esforço responde à contínua relatórios de sexo abortos selectivos na China e no abandono da menina de tenra idade, horríveis comportamentos que resultar da combinação dos devastadores de uma criança e política tradicional preferência filho. Respect for the inherent worth and human dignity of the girl child, from conception through adulthood, is an essential element of a just society. O respeito pela dignidade humana e no valor inerente da menina criança, desde a concepção até idade adulta, é um elemento essencial de uma sociedade justa. This initiative is only a small step forward, but it does indicate some acknowledgement that the birth planning regime has resulted in very negative outcomes. Esta iniciativa é apenas um pequeno passo em frente, mas, pelo menos indicar alguns reconhecimento de que o nascimento de planeamento regime resultou em muito os resultados negativos.

The one-child policy has certainly contributed to the stark gender imbalance in China, which, according to the 2000 census, was about 117 males to 100 females. A política tem uma criança-certamente contribuiu para o forte desequilíbrio entre os sexos na China, que, segundo o censo 2000, era de cerca de 117 fêmeas e 100 machos. For second births, the national ratio was about 152 to 100. Para a segunda nascimentos, o rácio nacional era de cerca de 152 a 100. Moreover, China’s aging population and rising ratio of dependent to wage-earning adults pose tremendous challenges for the country. Além disso, a China envelhecimento da população eo aumento da proporção de dependentes de salário-ganhando adultos colocam enormes desafios para o país. The lack of effective pension and social welfare systems for senior citizens results in a growing burden on China’s working age population. A falta de eficácia e de pensões de sistemas de bem-estar social para idosos, resulta em um peso cada vez maior da China em população em idade activa. Many Chinese “one-child” couples, lacking siblings, are hard-pressed to support two sets of aging parents. Muitos chinês “filho único” casais, com falta de irmãos, são difíceis de pressionado para apoiar dois conjuntos de envelhecimento pais.

Also of note, under the national birth planning law, Chinese citizens — in theory — have the ability under the Administrative Procedures Law to sue officials who violate their “family planning rights.” É também de notar, no âmbito do planeamento nacional nascimento lei, os cidadãos chineses – em tese – têm a capacidade no âmbito do Processo Administrativo Lei de processar funcionários que violam os seus “direitos planejamento familiar.” The government has established a “hotline” for citizens to report abusive family planning practices to the federal authorities. O governo criou uma “linha aberta” para os cidadãos a denunciar as práticas abusivas de planeamento familiar para as autoridades federais. We are gathering information on use of this hotline, and its effectiveness in dealing with alleged abuses. Estamos a recolher informação sobre a utilização desta linha directa, e sua eficácia em lidar com alegados abusos. I want to emphasize that it is the practical implementation of these measures that matters, not public pronouncements. Gostaria de enfatizar que é a aplicação prática das medidas que estas questões, e não pronunciamentos públicos.

In addition, the Chinese authorities I met with last month emphatically declared the end of any health and education penalties for “out-of-plan” children, such as higher school tuition fees. Além disso, as autoridades chinesas, reuni-me com o mês passado enfaticamente declarado o fim da saúde e da educação quaisquer sanções em caso de “out-of-plano” crianças, tais como a escola superior propinas. These children are no longer to be treated as second-class citizens. Estas crianças já não estão a ser tratados como cidadãos de segunda classe. We will be watching closely to see if this is implemented, and to the extent that it is, this would be a very welcome development indeed. Nós estaremos assistindo atentamente para ver se isso for implementado, e na medida em que ele é, este seria realmente um desenvolvimento muito bem-vindas.

Yet, let me be clear. No entanto, deixe-me ser claro. China’s birth planning law and policies retain harshly coercive elements in law and practice. Da China nascimento lei do planeamento e das políticas mantêm duramente coercivas elementos de direito e prática. Forced abortion and sterilization are egregious violations of human rights, and should be of concern to the global human rights community, as well as to the Chinese themselves. O aborto ea esterilização forçada são as violações flagrantes dos direitos humanos, e deve ser motivo de preocupação para a comunidade global de direitos humanos, bem como para os próprios chineses. Unfortunately, we have not seen willingness in other parts of the international community to stand with us on these human rights issues. Infelizmente, não vimos vontade de outras partes da comunidade internacional para defender-nos com a estas questões de direitos humanos.

In our discussions with the Chinese Government, we have urged them to implement fully the principle recognized in the Program of Action of the International Conference on Population and Development, the ICPD, that couples, not governments, should decide the number and spacing of their children. Nas nossas discussões com o governo chinês, temos instou-os a aplicar plenamente o princípio reconhecido no Programa de Ação da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, da CIPD, que casais, e não os governos, deve decidir o número eo espaçamento dos seus filhos . On many occasions, the Chinese authorities have professed great commitment to the ICPD. Em muitas ocasiões, as autoridades chinesas têm professos grande empenho na CIPD. Such statements, no matter how fervent or how frequent, will ring hollow and will be little more than empty rhetoric until that day when Chinese birth planning programs become Chinese family planning programs, fully voluntary and free of all forms of coercion. Tais declarações, não importa como fervoroso ou como freqüente, irá anel oco e será pouco mais do que retórica vazia até que o dia em chinês nascimento planejamento programas tornou chinês programas de planeamento familiar, totalmente voluntária e gratuita de todas as formas de coerção.

A national Law on Population and Birth Planning went into effect on September 1, 2002. Uma lei nacional sobre População e Planejamento Nascimento entrou em vigor em 1 de setembro de 2002. The law provides that the state shall employ measures to place population growth under control, improve the quality of the population, and conduct birth planning. A lei prevê que o Estado deve empregar medidas para colocar sob controle o crescimento da população, melhorar a qualidade da população, planejamento e condução nascimento. The law requires married couples to employ birth control measures. A lei exige que os casais de empregar o nascimento de medidas de controlo. While provinces have some latitude in how they implement certain aspects of the law, it also requires counties to use specific measures to limit the total number of births in each county. Embora algumas províncias têm latitude no modo como implementar certos aspectos do direito, requer também o condados de utilizar medidas específicas para limitar o número total de nascimentos em cada concelho.

The law grants married couples the right to have a single child and allows eligible couples to apply for permission to have a second child if they meet conditions stipulated in local and provincial regulations. A lei concede o direito de os casais tenham um filho único e permite que casais elegível para se candidatar a permissão para ter um segundo filho, caso preencham as condições estipuladas nos regulamentos locais e provinciais. Many provincial regulations require women to wait four years or more after their first birth before making such an application. Muitas mulheres provincial regulamentos exigem que esperar quatro ou mais anos após seu primeiro nascimento antes de fazer esse pedido. These regulations also prohibit single women who become pregnant from giving birth, but enforcement of this prohibition reportedly varies widely throughout China. Estes regulamentos proíbem também as mulheres que engravidam única de dar à luz, mas esta proibição relatos de execução é muito variável em toda a China.

The law specifies a number of birth limitation measures by the government that amount to coercion. A lei prevê uma limitação do número de nascimento medidas por parte do governo que ascendem a coacção. Party members and civil servants who parent an “out-of-plan” child are very likely to face administrative sanction, including job loss or demotion. Partido membros e funcionários públicos que uma mãe “out-of-plano” filho é muito provável que enfrentam sanção administrativa, incluindo a perda de emprego ou de despromoção. Couples who give birth to an unapproved child are likely to be assessed a social compensation fee, which can range from one-half the local average annual household income to as much as ten times that level. Casais que dar à luz a uma criança unapproved são susceptíveis de ser apreciada uma compensação social taxa, que pode variar de um local de metade da média anual da renda familiar para tanto como dez vezes esse nível.

As social compensation fee policies are set at the provincial level, and implemented locally, we understand enforcement varies greatly, with some areas waiving or greatly reducing the fees, and others imposing them at a high level. Como compensação taxa políticas sociais são estabelecidos a nível provincial, e implementadas localmente, entendemos aplicação varia consideravelmente, com algumas áreas não cobrança ou a redução das taxas, e outros impondo-lhes a um nível elevado. The

Chinese have changed the national law so that any fees collected now go to national, not local authorities. O chinês ter alterado a lei nacional de modo a que todas as taxas recolhidas agora vá para a nacional, e não as autoridades locais. We are told that this step has been taken to reduce the extensive corruption that had been associated with the collection of these fees. Dizem-nos que essa medida tenha sido tomada para reduzir a extensa corrupção que havia sido associada à recolha destas taxas. Some Chinese authorities would like to see an end to the social compensation fees, recognizing their coercive nature, and witnessing that they are especially burdensome on the poor, while more affluent citizens simply pay the fee and have additional children. Algumas autoridades chinesas, gostaria de ver um fim à compensação social honorários, reconhecendo seu carácter coercivo, e testemunhar que eles são particularmente pesada sobre os pobres, ao mesmo tempo que os cidadãos mais abastados basta pagar a taxa adicional e ter filhos.

Nonetheless, as we have noted in our Human Rights Report, the social compensation fees remain a harsh and effective enforcement tool. No entanto, como pudemos observar no nosso relatório sobre direitos humanos, as taxas continuam a ser uma compensação social dura e uma execução eficaz ferramenta. During “unauthorized pregnancies,” women are sometimes visited by birth planning workers who use the threat of the social compensation fees to pressure women to terminate their pregnancies. Durante a “gravidez não autorizada,” as mulheres são por vezes visitado por nascimento planejamento trabalhadores que utilizam a ameaça das indemnizações a pressão social das mulheres de pôr termo à sua gravidez. In many cases, these penalties and the level of harassment from officials leave women little practical alternative but to undergo abortion and therefore these fees, and related punitive measures, amount to a program of coercive abortion. Em muitos casos, essas sanções e o nível de assédio de funcionários deixam as mulheres pouco prático outra alternativa senão submeter-se a um aborto e, por isso, estas taxas, e relacionados com medidas punitivas, elevam-se a um programa de aborto coercivo.

And in circumstances when social compensation fees and intense psychological and social pressure are not sufficient to compel women to have an abortion, there are reports, albeit declining, of instances where the authorities have physically forced a woman to terminate a pregnancy. E quando, em circunstâncias em compensação social taxas e intensa pressão psicológica e social não são suficientes para obrigar as mulheres a ter um aborto, existem relatórios, embora decrescente, de casos em que as autoridades foram forçadas fisicamente a mulher de pôr termo a uma gravidez.

Finally, I would also like to raise the problem of forced and coerced sterilization. Por último, gostaria também de levantar o problema da esterilização forçada e coagidos. Forced sterilizations continue to occur, most frequently when couples have more children than the allowable number. Esterilizações forçadas continuam a ocorrer, com maior freqüência quando casais tenham mais filhos do que o número permitido. Women may be allowed to carry the “excess” child to term, but then one member of a couple is strongly pressured to be sterilized. As mulheres podem ser autorizados a proceder a “franquia” criança a prazo, mas, depois, um membro de um casal é fortemente pressionado para ser esterilizado. In some cases, they may be asked to go to a hospital under other pretenses, or sterilized without consent. Em alguns casos, podem ser convidados a ir a um hospital, sob outros pretextos, ou esterilizados sem consentimento. Additionally, if doctors find that a couple is at risk of transmitting disabling congenital defects to their children, the couple may marry only if they agree to use birth control or undergo sterilization. Além disso, se descobrir que um jovem médico está em risco de transmissão de defeitos congênitos desativando a seus filhos, o casal poderá casar somente se concordar com a utilização nascimento submetidos a esterilização ou controle.

I want to assure Members that we will continue to seek engagement with the Chinese authorities on these difficult and important issues. Eu quero garantir aos senhores deputados que vamos continuar a procurar envolvimento com as autoridades chinesas sobre estas questões difíceis e importantes. Our embassy in Beijing and our consulates throughout China track developments in this area very closely. A nossa embaixada em Pequim em toda a China e os nossos consulados pista desenvolvimentos nesta área muito de perto. We will continue to urge China to move to a human rights based approach to population issues. Vamos continuar a instar a China a deslocar-se para uma abordagem baseada nos direitos humanos para as questões demográficas.

Thank you, and I would be happy to answer any questions that Committee members may have. Muito obrigado, e eu teria todo o prazer em responder quaisquer dúvidas que possam ter os membros do Comité.


Released on December 16, 2004 Lançada em 16 de dezembro de 2004

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://cara.typepad.com/reproductive_rights_blog/2006/06/china_allows_se.html&sa=X&oi=translate&resnum=6&ct=result&prev=/search%3Fq%3DAbortion%2Blaw%2Band%2Bpractice%2Bin%2BChina%26hl%3Dpt-BR%26client%3Dfirefox-a%26rls%3Dorg.mozilla:pt-BR:official%26hs%3D9Wu

Fecundidade fica abaixo do nível de reposição no Brasil

Brasil: abaixo da taxa de reposição da população.

Brasileiras têm menos filhos.

Disponivel em

http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/2008/09/18/ult4477u991.jhtm

18/09/2008 – 10h01

Taxa de fecundidade fica abaixo do nível de reposição, aponta IBGE

da Redação

Com uma taxa de fecundidade de 1,95 filho por mulher e um aumento da população com mais de 60 anos, a população do Brasil continua envelhecendo a cada ano, de acordo com dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE.


Apesar de a taxa de fecundidade estar abaixo do nível de reposição populacional (2 filhos por mulher), ainda é muito cedo para afirmar que a população brasileira não está sendo reposta. “O número indica uma tendência de queda, mas está muito na fronteira para se afirmar que não há mais reposição da população”, diz Adriana Perenguy, técnica da Coordenadoria de Renda e Emprego do IBGE.

MULHERES TÊM MENOS FILHOS

1960

6,3 nascimentos/mulher

1970

5,8 nascimentos/mulher

1980

4,4 nascimentos/mulher

1991

2,9 nascimentos/mulher

2000

2,3 nascimentos/mulher

2005

2,1 nascimentos/mulher

2006

2,0 nascimentos/mulher

2007

1,95 nascimento/mulher

ESPECIAL PNAD 2007

O índice, que vem caindo a cada nova pesquisa, é o menor já alcançado pelo país, e confirma a diminuição da população jovem brasileira. Essa queda vem sendo observada desde os anos 60, com a introdução de novos métodos contraceptivos. Na época, a fecundidade era de 6,3 nascimentos por mulher. Já em 1970, o índice caiu para 5,8 filhos por mulher e, dez anos depois, para 4,4. No ano passado, a taxa era de 2 filhos por mulher.

A região brasileira com a maior taxa de fecundidade é a Norte, com 2,6 filhos por mulher, seguida pela Nordeste, com 2,29, e a Centro-Oeste, com 2,01. A menor taxa é a da região Sudeste, com 1,62 filho por mulher. Na região Sul, foi registrado 1,78 filho por mulher.

Menos jovens
A população brasileira vem envelhecendo a cada ano, com o aumento contínuo dos residentes com mais de 40 anos. Em comparação aos dados de 1992 a 2007, as faixas etárias de 0 a 9 anos e de 10 a 17 anos sofreram reduções de 6,2 e 3,3 pontos percentuais, respectivamente. Já as faixas de 40 a 59 e 60 ou mais tiveram aumentos de 6,1 e 2,7 pontos percentuais, respectivamente.

ESTRUTURA ETÁRIA DA POPULAÇÃO

Norte

10,1

6,7

Nordeste

8,3

9,8

Sul

6,4

11,4

Sudeste

6,3

11,7

Centro-Oeste

7,9

8,6

Região

porcentagem das pessoas de 0 a 4 anos

porcentagem das pessoas de 60 anos ou mais

Com relação a 2006, a pesquisa revelou uma redução de 0,7% da população de 0 a 14 anos, que atualmente representa 25,4% da população do país. A faixa de 40 anos ou mais aumentou 4,2% e equivale agora a 33,2% da população, sendo que a de mais de 60 anos representa 10,5% – um leve aumento em relação a 2006, quando era 10,2%.

A região Norte continua sendo a única do Brasil onde a população de 0 a 4 anos é maior que a de 60 anos ou mais, com 1,6 milhão e 1 milhão de residentes, respectivamente. Além disso, ela foi a única a ter um crescimento dos jovens até 14 anos, com 1,3% de aumento, e é a que tem a menor porcentagem de população com mais de 40 anos, com um índice total de 23,7%.

Os brasileiros que vivem no Centro-Oeste agora ganham mais, em média, do que os habitantes do Sudeste. Os ganhos, no entanto, não foram bem distribuídos pela população. A região Centro-Oeste foi a única do país onde a concentração de renda aumentou entre 2006 e 2007.

MAIS NÚMEROS DA PNAD

LEIA MAIS

ACESSO A TELEFONIA AUMENTA

ESGOTO: 3 EM CADA 4 CASAS

10% MAIORES DE 15 NÃO LÊEM

VEJA MAIS NA PÁGINA ESPECIAL

Mulheres vivem mais
A pesquisa também apontou que as mulheres continuam sendo a maioria da população brasileira, com 51,2% dos residentes, ou seja, 97,2 milhões de pessoas. O dado não traz mudanças significativas em relação a 2006, quando a população residente era de 51,3% de mulheres e 48,7% de homens.

Ainda segundo o IBGE, nascem mais homens no país, mas são as mulheres que vivem mais. A pesquisa revela que o percentual de mulheres com 40 anos ou mais de idade é de 34,7% e o de homens, 31,5%. Na faixa etária mais jovem, de 0 a 4 anos, elas respondem por 7% da população residente, enquanto eles, por 7,7%.

Brasileiras têm menos filhos.

Disponivel em

http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/2008/09/18/ult4477u991.jhtm

Concepção: A origem da vida humana.

Cristiane Rozicki


Concepção: A origem da vida humana.

Disponivel em

https://objetodignidade.wordpress.com/2009/01/07/concepcao-a-origem-da-vida-humana/

——

É indiscutível, uma certeza cientifica à qual não há oposições: a vida humana inicia a partir da concepção. Não existem dúvidas nas ciências. Da Biologia à Medicina, é sabido que a vida humana inicia com a fecundação do óvulo.

Alice Teixeira Ferreira, médica formada em 1967 na Escola Paulista de Medicina, Livre Docente de Biofísica e coordenadora do Núcleo Interdisciplinar de Bioética da UNIFESP, citando vários autores, desde o estudo celular e da embriologia que é o estudo do desenvolvimento de embriões e fetos, afirma:

“TODOS nós passamos pelas mesmas fases do desenvolvimento intra-uterino: fomos um ovo, uma mórula, um blastocisto, um feto. Em todos os textos, os autores expressam sua admiração de como uma célula, o ovo, dá origem a algo tão complexo como o ser humano. Alguns afirmam tratar-se de um milagre.” [i][i]


Expõe ainda, Alice Teixeira Ferreira, que esta certeza tem base em evidências experimentais. As pesquisas tiveram expansão com o aumento da sensibilidade microscópica, o que permitiu observar, em 1827, por Karl Ernst von Baer, “(…) o ovo ou zigoto em divisão na tuba uterina e o blastocisto no útero de animais”, assim como foi possívl deescrever “(…) os estágios correspondentes do desenvolvimento do embrião”. [ii][ii]

Schleiden e Schwan formularam a Teoria Celular, em 1839. É alcançada a compreensão de que o corpo é composto por muitas células, o que levou à certeza “(…) de que o embrião se forma a partir de uma ÚNICA célula, o zigoto” que passa por divisões celulares formando “(…) os tecidos e órgãos de todo o ser vivo, em particular o humano”.[iii][iii]

Enfim, com base nas certezas científicas, “(…) o Papa Pio IX aceitou a concepção como a origem do ser humano, em 1869. Não se trata, portanto, de um dogma religioso, mas da aceitação de um fato cientificamente comprovado”.[iv][iv]

Os experimentos de R. Gardener e Magdalena Zernicka-Goetz, relatados em 2002, demonstraram “(…) que o nosso destino está determinado no primeiro dia, no momento da concepção”.[v][v]

Está bem estabelecido que na espécie humana, e em quase todas as espécies animais mamíferos, cada novo indivíduo forma-se a partir da união de um espermatozóide com um óvulo. As células se unem, é a fecundação. União de células que estão vivas.

Em “Noções de Embriologia Humana”, 1998, Karine Kavalco, 1998, explica o desenvolvimento embrionário humano. Esclarece que o “(…) desenvolvimento humano começa na concepção ou fertilização”. A fertilização é uma

“(…) seqüência de eventos que começam com o contato de um espermatozóide e um ovócito (…), terminando com a fusão dos núcleos do espermatozóide e do óvulo e a conseqüente mistura dos cromossomos maternos e paternos (…)”.[vi][vi]

As fases do desenvolvimento humano estão também descritas em “Embriologia”, que inicia a exposição dizendo que a “(…) reprodução sexuada envolve a união do espermatozóide com o óvulo, (…) o que torna possível a mistura dos caracteres genéticos das populações de uma espécie (…).”[vii][vii]

Concepção: a origem da vida humana, foi escrito em abril de 2006 e é o segundo item de artigo não publicado e ainda não concluido.

25 de agosto de 2006.

Cristiane Rozicki




[i][i] FERREIRA, Alice Teixeira. A origem da vida e do ser humano e o aborto. Disponível em: http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/artigos.asp?idArtigo=75. Acesso em: 25 de janeiro de 2006.


[ii][ii] FERREIRA, Alice Teixeira. A origem da vida e do ser humano e o aborto. Disponível em: http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/artigos.asp?idArtigo=75. Acesso em: 25 de janeiro de 2006.


[iii][iii] Idem.

[iv][iv] Idem.

[v][v] Idem.

[vi][vi] KOVALCO, Karine. Noções de Embriologia Humana, 1998. Disponível em: http://www.biociencia.org/morfologia/embriologia_humana.htm . Acesso em: 22 de janeiro de 2006.

[vii][vii] Embriologia: fases do desenvolvimento humano. Disponível em: . http://www.consulteme.com.br/biologia/embrioe.htm Acesso em: 22 de janeiro de 2006.

Aborto: a quem interessa?

Aborto: a quem interessa?

 

Dra. Maria José Miranda Pereira
Promotora de Justiça do Tribunal do Júri de Brasília (DF), membro da Associação Nacional Mulheres pela Vida.

 

“Certos fatos sobre o aborto precisam ser entendidos: nenhum país já reduziu o crescimento de sua população sem recorrer ao aborto” (Relatório Kissinger, p. 182).

Uma pesquisa da Sensus realizada em abril de 2005 a pedido da Confederação Nacional de Transportes (CNT) revelou que 85% dos brasileiros são contrários à prática do aborto. Mesmo em caso de violência sexual, 49,5% são contrários, enquanto 43,5% são favoráveis e 7% não responderam [1].

A Folha de S. Paulo recentemente mostrou sua admiração pela “queda abissal” (sic) da aprovação pública ao aborto:

“Um dos aspectos que mais atraíram a atenção das pessoas ouvidas pela Folha a respeito dos resultados das chamadas ´questões morais´ da pesquisa Datafolha foi a queda abissal no índice de moradores de São Paulo que apóiam a legalização do aborto. Saiu de 43% em 1994, quando a maioria da população se declarava a favor da descriminalização, para 21% em 1997, já em segundo nas opções, para apenas 11% na pesquisa atual…” [2].

Paradoxalmente, estamos vendo parte do governo e de ONGs feministas numa busca frenética da liberação total do aborto. Por iniciativa do governo federal, foi instalada uma Comissão Tripartite para rever a legislação punitiva de tal crime. A Comissão foi composta por três partes: a primeira, abortistas do Poder Executivo; a segunda, abortistas do Poder Legislativo; a terceira, abortistas das ONGs financiadas com muitos dólares “representando” (?) a sociedade civil. Lamentavelmente, a Associação Nacional Mulheres pela Vida não foi convidada. O anteprojeto (ou “proposta normativa”) resultante do trabalho de tal Comissão dificilmente poderia ter saído pior. No dia 27 de setembro de 2005, a secretária especial de políticas para mulheres Nilcéia Freire, diretamente subordinada ao Presidente da República, entregou à Câmara dos Deputados a “proposta normativa” que “estabelece o direito à interrupção voluntária da gravidez, assegura a realização do procedimento no âmbito do sistema único de saúde, determina a sua cobertura pelos planos privados de assistência à saúde e dá outras providências” [3].

Segundo o texto da justificação, “a grande inovação da proposta […] diz respeito à consagração da interrupção voluntária da gravidez como um direito inalienável de toda mulher [grifo nosso], prevista no primeiro artigo da proposição”. Diz o mesmo texto que o anteprojeto “propõe ampla descriminalização do procedimento [grifamos], com exceção daquele provocado contra a vontade da mulher. Dessa forma, revoga os artigos 124 a 128 do Código Penal, exceto o art. 125…” Em outras palavras: o anteprojeto revoga todas as hipóteses de crime de aborto previstas no Código Penal, com apenas duas exceções: quando o aborto é praticado contra a vontade da gestante e quando do aborto resulta lesão corporal ou morte da gestante. De acordo com a proposta, a criança por nascer deixa de ter qualquer proteção penal. Só a gestante é considerada sujeito de direitos.
O artigo 3° estabelece condições para que o aborto seja feito: até doze semanas de gestação (três meses) por simples deliberação da gestante; até vinte semanas de gestação (cinco meses) se a gravidez resultou de crime contra a liberdade sexual (entre os quais, o estupro); até nove meses, se houver “grave risco à saúde da gestante”; também até nove meses em caso de má-formação fetal. As previsões, portanto, são amplíssimas.

E se alguém descumprir essas condições? Por exemplo: se uma gestante de oito meses decidir esquartejar seu bebê simplesmente porque não quer dar à luz, o que acontecerá? Nada. Absolutamente nada. Desde que o aborto seja feito com seu consentimento, nem ela nem o médico responderão criminalmente. Ou seja: as pouquíssimas restrições impostas pelo artigo 3° na verdade são nulas. Sabedores de que a população repudia com mais veemência o aborto quando feito contra um bebê no final da gestação, querem enganar a sociedade, deixando-a acreditar que o aborto por livre vontade da mãe só poderia ser feito até três meses, quando, em verdade, sua inobservância não trará qualquer sanção penal. Em outras palavras: o anteprojeto libera totalmente o aborto no País.
<!–[if !supportLineBreakNewLine]–>
<!–[endif]–>

A quem isso interessa?
<!–[if !supportLineBreakNewLine]–>
<!–[endif]–>

É de causar perplexidade o que está no artigo 4°: os planos privados de saúde serão obrigados a cobrir as despesas com aborto. Poderão eles excluir procedimentos obstétricos, mas não poderão excluir “os necessários à interrupção voluntária da gravidez realizada nos termos da lei” (sic). Pasmem! Para o governo, o aborto provocado é mais importante que o nascimento! A morte tem prioridade sobre a vida! A quem isso interessa?
<!–[if !supportLineBreakNewLine]–>
<!–[endif]–>

Mortes maternas

Uma das fraudes mais utilizadas para defender a legalização do aborto é dizer que muitas gestantes morrem por causa de “abortos mal feitos”. A solução seria legalizar tal prática, que garantiria às grávidas o acesso ao “aborto seguro”. Raciocínio análogo levaria à conclusão de que seria necessário legalizar o roubo, a fim de evitar que ladrões inexperientes, atuando à margem da lei, acabassem morrendo em “roubos mal feitos”. Por uma questão de isonomia, todos teriam direito a um “roubo seguro”.

Deixando de lado, porém, o mérito de tal argumento pró-aborto, examinemos quantas mulheres morrem a cada ano em decorrência de abortos. Centenas de milhares? Dezenas de milhares? Alguns milhares? Nada disso. Veja-se a tabela abaixo, extraída do Departamento de Informação e Informática do SUS – DATASUS [4]:

Número de mulheres mortas em gravidez que terminou em aborto:

Ano
1996: 146
1997: 163
1998: 119
1999: 147
2000: 128
2001: 148
2002: 115

Como se percebe, o número anual de mortes maternas em decorrência do aborto não chega a duzentos! E este número pode ser reduzido a zero se o governo, ao invés de incentivar, combater a prática do aborto.
<!–[if !supportLineBreakNewLine]–>
<!–[endif]–>

Uma outra fraude correlata é a afirmação de que, nos países em que o aborto é legal, a morte materna é bem menor do que nos outros, onde ele é proibido. Ora, “mais de 59% das mortes maternas do mundo ocorrem nos países que têm as leis menos restritivas. Na Índia, por exemplo, onde existe uma legislação que permite o aborto em quase todos os casos desde 1972, é onde mais mortes maternas ocorrem. A cada ano, registram-se cerca de 136.000 casos, equivalentes a 25% do total mundial, que para o ano 2000 se calculou em 529.000” [5].

“Nos países desenvolvidos também se pode ver que não há uma correlação entre a legalidade do aborto e os índices de mortalidade materna. A Rússia, com uma das legislações mais amplas, tem uma taxa de mortalidade materna alta (67 por 100.000 nascidos vivos), seis vezes superior à média. Em contraste, a Irlanda, onde o aborto é ilegal praticamente em todos os casos, possui uma das taxas de mortalidade materna mais baixas do mundo (5 por 100.000 nascidos vivos), três vezes inferior à do Reino Unido (13 por 100.000 NV) e à dos Estados Unidos (17 por 100.000 NV), países onde o aborto é amplamente permitido e os padrões de saúde são altos” [6].

A quem, portanto, interessa legalizar o aborto?

Para esclarecer o que está por trás de tudo isso, convém que leiamos um documento, hoje não mais confidencial, de 10 de dezembro de 1974, de autoria do então secretário de Estado Henry Kissinger, intitulado National Security Study Memorandum 200 (abreviadamente NSSM 200): Implications of Worldwide Population Growth for US Security and Overseas Interests . Em bom português: Memorando de Estudo de Segurança Nacional 200: Implicações do Crescimento Populacional Mundial para a Segurança e os Interesses Ultramarinos dos Estados Unidos.

O documento, conhecido como Relatório Kissinger, foi entregue pelo Conselho Nacional de Segurança dos Estados Unidos ao presidente americano Gerald Ford. Somente em 1989 a Casa Branca desclassificou o documento, que agora é de domínio público. Nesse relatório afirma-se que o crescimento da população mundial é uma ameaça para os Estados Unidos, e que é preciso controlá-la por todos os meios: anticoncepcionais, esterilização em massa, criação de mentalidade contra a família numerosa, investimento maciço de milhões de dólares em todo o mundo.
<!–[if !supportLineBreakNewLine]–>
<!–[endif]–>

Henry Kissinger percebeu o que há quatro milênios o Faraó do Egito já percebera: a população é fator de poder. Seu simples crescimento numérico já é assustador: “Eis que o povo dos filhos de Israel tornou-se mais numeroso e mais poderoso do que nós. Vinde, tomemos sábias medidas para impedir que ele cresça´. […]. Então o Faraó ordenou a todo o seu povo: ´Jogai no Rio [o Nilo] todo menino que nascer. Mas deixai viver as meninas´” [7].

Para tentar impedir o crescimento demográfico dos países pobres, mantendo-os sob o domínio econômico e político dos países desenvolvidos, já se realizaram várias Conferências Mundiais: em Bucareste, Romênia (1974), na cidade do México (1984) e no Cairo (Egito, a terra do Faraó!) em 1994.

“A condição e a utilização das mulheres nas sociedades dos países subdesenvolvidos são de extrema importância na redução do tamanho da família. Para as mulheres, o emprego fora do lar oferece uma alternativa para o casamento e maternidade precoces, e incentiva a mulher a ter menos filhos após o casamento… As pesquisas mostram que a redução da fertilidade está relacionada com o trabalho da mulher fora do lar…” [10].

Na Conferência de Pequim (ou Beijing) sobre a Mulher, de 1995, investiu-se enormemente, em nível internacional, para compelir os países a legalizarem o aborto, reconhecendo-o como um “direito da mulher”. De fato, o Relatório Kissinger considera o aborto como crucial para o controle demográfico. Eis suas palavras textuais: “Certos fatos sobre o aborto precisam ser entendidos: nenhum país já reduziu o crescimento de sua população sem recorrer ao aborto” [11].

Em Brasília, atua um eficiente “lobby” pró-aborto chamado CFEMEA (Centro Feminista de Estudos e Assessoria). Essa ONG monitora cuidadosamente as proposições legislativas do Congresso Nacional e está sempre alerta para as estratégias mais favoráveis para a aprovação de projetos pró-aborto. Vejamos o que o CFEMEA diz de si mesmo: “Desde 1992, o Centro Feminista desenvolve o Programa Direitos da Mulher na Lei e na Vida, […]. O Programa assumiu a feição de Implementação das Plataformas de Beijing´95 e Cairo´94 no Brasil em 1995. Para realizar este trabalho, o CFEMEA conta com o apoio de organizações da cooperação internacional” [12] (grifo nosso).

As organizações da cooperação internacional que financiam o CFEMEA – e também vários outros grupos pró-aborto – são, entre outras, a Fundação Ford, a Fundação Mac Arthur, o Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP) e o Fundo das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM). Isso explica porque as feministas, embora em número reduzidíssimo, conseguem tanto espaço nos meios de comunicação social, dando a entender que representam o pensamento “da mulher”. O imenso empenho do governo em favorecer o aborto pode ser explicado, em parte, pela submissão aos organismos multilaterais de crédito, como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional. De fato, tais instituições financeiras “condicionam toda ajuda econômica externa ao cumprimento de metas demográficas pautadas em cada empréstimo” [13].

Está em julgamento perante o Supremo Tribunal Federal a famosa Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 54 (ADPF 54), que pretende que a Suprema Corte declare, com eficácia contra todos e efeito vinculante, que o aborto de bebês anencéfalos não constitui aborto, mas mera “antecipação terapêutica de parto” (ATP, na linguagem dos abortistas). Convém lembrar que, em tal ação, o Instituto ANIS, uma ONG pró-aborto muito atuante, já na petição inicial, oferece-se para ser admitido no feito como “amicus curiae”. Por coincidência, o ANIS [14], dirigido pela antropóloga Débora Diniz, é financiado pelas Fundações Ford e Mac Arthur, que também financiam o CFEMEA.
O plano de se obter a liberação do aborto eugênico (apelidado, eufemisticamente, de ATP) por via judicial não é novo. Periodicamente o Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP) publica um relatório (“inventory”) acerca dos projetos de população (“population projects”) em todo o mundo, na edição de 1996, na seção relativa ao Brasil, tal documento relatava uma doação da Fundação Mac Arthur de US$ 72.000 para “promover a discussão e demonstrar, com base em julgamentos anteriores, que se pode obter decisão da Justiça para interromper a gravidez no caso de sérias anomalias do feto. Duração: três anos. 1996-1999” [15].

É impossível, nesse curto espaço, enunciar todas as estratégias e desmascarar todas as fraudes empregadas para obter o domínio político de nosso país, impedindo que o Brasil gere brasileiros. Aos interessados em aprofundar o tema, recomendo o excelente livro do jurista argentino Jorge Scala, intitulado “IPPF: a multinacional da morte”, recentemente traduzido para o português. A IPPF (Federação Internacional de Planejamento familiar) é a maior rede privada de controle de natalidade, com sede em Londres e filiais espalhadas em cerca de 180 países, entre os quais o Brasil, cuja filial chama-se BEMFAM. A IPPF dispõe no Brasil de um braço legislativo chamado Grupo Parlamentar de Estudos em População de Desenvolvimento (GPEPD), um poderoso – e bem financiado – lobby composto de parlamentares encarregados de transformar em lei os planos antinatalistas.
<!–[if !supportLineBreakNewLine]–>
<!–[endif]–>

De lege ferenda
<!–[if !supportLineBreakNewLine]–>
<!–[endif]–>

Na qualidade de mulher e de promotora de justiça, constato que, de todos os crimes contra a vida, o aborto é o mais paradoxal, o mais covarde de todos os assassinatos. Os meios empregados são insidiosos ou cruéis, Incluindo envenenamento, tortura ou asfixia (art. 121, §2°, III, CP). O ofendido sempre é absolutamente indefeso (art, 121, §2°, IV, CP). É praticado contra um descendente (art. 61, II, e, CP), contra uma criança (art. 61, II, h, CP) e, muitas vezes, por um médico que tem por ofício o dever de defender a vida (art. 61, II, g, CP). No entanto, a pena é ridiculamente pequena. Tão pequena que o autor pode beneficiar-se da suspensão condicional do processo (art. 89 da Lei 9099/1995). Embora o aborto seja a violação do mais precioso bem jurídico – a vida – praticado contra o mais inocente e indefeso dos entes humanos – a criança por nascer – ele não foi até hoje colocado na lista dos crimes considerados hediondos (Lei 8072/1990).

Se as feministas, instruídas por seus financiadores, têm sua “proposta normativa” para a revisão da lei penal do aborto, eu também tenho a minha. É uma sugestão simples que, se acolhida, colocará o Brasil na vanguarda da defesa dos direitos humanos: os artigos que incriminam o aborto (124 a 128) poderiam todos ser excluídos do Código Penal sem nenhum prejuízo para a tutela do nascituro, contanto que o caput do artigo 121 sofresse uma ligeira alteração:

Art. 121- Matar alguém, fora ou dentro do organismo materno.
<!–[if !supportLineBreakNewLine]–>
<!–[endif]–>

Assim haveria total equiparação entre nascidos e nascituros quanto à violação do direito à vida, acabando-se, de uma vez por todas, com qualquer forma de preconceito de lugar (dentro ou fora do organismo materno). Essa nova redação incriminaria também quem concorresse, por ação ou omissão, para a morte do bebê. A modalidade culposa do aborto seria também punível, admitindo-se, porém, o perdão judicial (art. 121, §5°, CP). Obviamente qualquer aborto doloso seria, então, homicídio qualificado, o que desestimularia os matadores de criancinhas a abrir o lucrativo negócio de uma clínica de abortos. O que vem ocorrendo, entretanto, é uma extrema eficiência das estratégias dos aguerridos lutadores pelo “direito” ao aborto, que tão bem dissimulam o verdadeiro propósito, propagandeando a “nobre intenção de ajudar a mulher”.

Notas
<!–[if !supportLineBreakNewLine]–>
<!–[endif]–>

1- Disponível em http://www.sensus.com.br/doc/PN19042005.doc

2- DÁVILA, Sérgio. MANIR, Mônica. Posições extremadas sobre aborto e maconha surpreendem estudiosos. Folha de S. Paulo. São Paulo, 25 jan. 2004, Folha Especial.

3- A íntegra do anteprojeto está disponível em http://200.130.7.5/spmu/docs/proposta%20normativa.pdf

4- Acessível a qualquer internauta em http://www.datasus.gov.br

5- Observatorio Regional para la Mujer de América Latina y el Caribe (ORMALC). Falsas creencias sobre el aborto y su relación con la salud de la mujer. Septiembre 2005. p. 3. Tradução nossa. Disponível em http://www.lapop.org/pdf/dossieraborto.pdf

6- Idem.

7- Êxodo 1,8-10.22.

8- NSSM 200, Implications of Worldwide Population Growth for US Security and Overseas Interests, páginas 14 e 15, parágrafo 30. Tradução nossa.

9- NSSM 200, p. 115. Tradução nossa.

10- NSSM 200, p. 151. Tradução nossa.

11- NSSM 200, p. 182. Tradução nossa.

12- Ver http://www.cfemea.org.br/quemsomos/apresentacao.asp

13- SCALA, Jorge. IPPF: a multinacional da morte. Anápolis: Múltipla Gráfica, 2004. p.16.

14- Ver http://www.anis.org.br/parceiro/parceiro.cfm

15- Fonte oficial: FNUAP – Inventory of Population Projects in Developing Countries Around the World – 1996. Tradução nossa.

***
08/07/06 – Publicação relacionada:

1.Por que o aborto não pode ser aprovado no Brasil?
http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=748

Disponível em:

http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=8562

Los abortos practicados a las adolescentes se han duplicado

Informações graves, sobre os resultados da descriminalização do aborto em um país. Do direito à vida plenamente garantido, como reza a Constituição, depende a continuidade da existencia de uma Nação.

El 93% de las mujeres que abortan son coaccionadas

Los abortos practicados a las adolescentes se han duplicado

Multiplicación de casos

Fonte: EFE/ABC

4-7-2007 19:46:41

El 93% de las mujeres que abortan son coaccionadas


El 92,8 por ciento de las mujeres que abortan en España sufren violencia de género porque han sido “coaccionadas” para ello por sus parejas y, además, un 73 por ciento declara haberlo sido por el empresario para el que trabajaban, según datos de un estudio de la Asociación de Víctimas del Aborto (AVA).


La muestra analiza los casos de 824 mujeres mayores de edad con antecedentes de aborto provocado encuestadas el año pasado por profesionales sanitarios de diversas instituciones. Al cumplirse mañana 22 años de la despenalización parcial del aborto, AVA explica en una nota que haber abortado se considera indicador grave de maltrato según el Protocolo Común de Violencia de Género del Ministerio de Sanidad.

En 2005, “casi 92.000 mujeres abortaron y se calcula que en el 2006 se rocen las 100.000 interrupciones voluntarias del embarazo (IVE)”, agrega esta organización. AVA recuerda que la última publicación del CIS sobre abortos en España (2007) “descarta las dificultades económicas” como motivo del aborto y señala que la IVE conlleva “secuelas físicas y psíquicas cuyos costes recaen principalmente sobre la mujer”.

Por último, exige una adecuada detección de la coacción y maltrato a toda mujer embarazada y llama a la responsabilidad a los profesionales sanitarios y sociales.

Los abortos practicados a las adolescentes se han duplicado


J.F.C. MADRID.

Fonte: ABC

4-7-2007 08:23:44

Las tasas de aborto entre adolescentes españolas casi se duplicaron en la pasada década, según un estudio del CIS, difundido por Efe, que constata que las interrupciones del embarazo crecieron principalmente entre mujeres activas mientras los índices entre las que carecían de ingresos propios se mantuvieron igual.


El estudio «Determinantes sociales de la interrupción del embarazo en España», elaborado por Margarita Delgado y Laura Barrios, analiza el periodo entre 1991 y 2001, cuando el número total de abortos pasó de 41.910 a 69.857, es decir, se multiplicó por 1,67.

Multiplicación de casos


Las tasas de abortos entre adolescentes de entre 15 y 19 años fueron las que registraron un mayor incremento, seguido de las jóvenes de entre 20 y 25 años. Entre ambos tramos de edad suman el 40 por ciento de los abortos que se registran en España, una cifra que permaneció estable en el periodo analizado, mientras las mujeres de esa edad aportan a la fecundidad sólo un 15%.


El número de abortos entre las adolescentes pasó de 5.441 en 1991 a 9.918 en 2001, es decir, se multiplicó por 1,82, la cifra mayor de todos los tramos de edad, seguido del de personas de entre 25 y 29 años (1,69) y el de 20 y 24 años (1,68).

Además, la población de adolescentes en ese periodo disminuye entre ambas fechas, por lo que el impacto del aborto es mayor, explican las autoras.

El tramo de edad con mayor número de abortos se sitúa entre 20 y 24 años, tanto en 1991 (11.613 abortos registrados) como en 2001 (19.555).

En el contexto internacional, el estudio compara los datos de España con Rumanía, Rusia, República Checa, Hungría, EE.UU., Dinamarca, Suecia, Reino Unido, Francia, Finlandia, Alemania y Austria. En el tramo de edad de entre 15 y 19 años, España era en 1990 el país con un porcentaje más bajo de embarazos finalizados en aborto: en torno al 20 por ciento, a gran distancia de su inmediato seguidor, Italia, que se acercaba al 40, o Suecia y Dinamarca con valores superiores al 60%. Sin embargo, en 1999, ese porcentaje casi alcanza el 45 por ciento y coloca a España en la media, superando a Reino Unido, Estados Unidos y Rumanía.


Una evolución similar han registrado el número de embarazos que concluyeron en aborto entre mujeres de 20 a 24 años, que en 1990 era de un 10% y en 1999 llegaba al 31%, por encima de Francia, Finlandia, Reino Unido, Dinamarca y EE.UU. y solo superado por Suecia, Hungría y Rumanía.


También ha aumentado la reincidencia, ya que las adolescentes que han abortado dos veces han pasado del 7,1% en 1991 a 8,5% cien en 2001.

Respecto a la situación laboral, el estudio refleja que es uno de los determinantes que revela de «manera más clara su influencia sobre el aborto». Así, en 1991, el 51% de las mujeres que abortaba tenían actividad remunerada, frente al 10% que eran paradas y el 37% inactivas. Diez años después, el 57% eran ocupadas, el 13% paradas, el 13% estudiantes y el 12,5% se dedicaban a sus labores.

En este sentido, las autoras del estudio se realizan la siguiente pregunta: «¿Cuán fuerte debe ser la asociación negativa entre fecundidad y trabajo en la sociedad española?», en la que la conciliación de la vida familiar y laboral es «un asunto pendiente».

http://algarvepelavida.blogspot.com/2007/07/ventos-de-espanha-sobre-o-aborto.html



Transnacional abortista arrecada quase 900 milhões de dólares por ano

Transnacional abortista arrecada quase 900 milhões de dólares por ano

WASHINGTON DC, 28 Jun. 06 / 06:19 pm (ACI).- Depois de uma inexplicável demora de sete meses, a Planned Parenthood Federation of America (PPFA), a maior organização abortista do mundo, emitiu seu relatório financeiro do período julho de 2004 – junho de 2005, no qual mostra que sua arrecadação total chega a quase 900 milhões de dólares. Os ingressos desta organização transnacional provêm de diversas fontes. De suas clínicas abortistas recebem quase 347 milhões de dólares, os empréstimos do Governo sobem para 272,8 milhões, as contribuições privadas chegam a quase 216 milhões, o Instituto Gutmacher contribui com mais de seis milhões e em outros ganhos a transnacional abortista recebe 40 milhões de dólares; o que faz um grande total de 882 milhões de dólares.

Dentro das despesas, a PPFA destina mais de 500 milhões de dólares ao que chamam “atenção médica”, enquanto que para a administração utiliza quase 100 milhões. depois de todos seus gastos, esta organização obteve um ganho líquido de 63 milhões de dólares.

O retório também apresenta a alarmante cifra de abortos realizados por esta organização: 255 mil e 15, que geraram 108 milhões de dólares. O relatório evita referir-se à quantidade de falecidas em sua clínica como conseqüências dos abortos praticados.

Na área da educação sexual, em que apesar da PPFA ter gasto 45,4 milhões de dólares, o número de pessoas que assistiu a seus programas diminuiu em 200 mil pessoas em comparação com o ano anterior.

O relatório também mostra que as lucros do período junho 2004 – julho 2005 chegam a 63 milhões de dólares, o que faz com que a PPFA chegue a 649,6 milhões de dólares em lucros desde 1987. Seu ativos totais chegaram assim a 784,1 milhões de dólares com um montante efetivo de 478,7 milhões.

O relatório completo pode ser baixado em formato PDF no seguinte endereço: http://www.plannedparenthood.org/pp2/portal/files/portal/aboutus/whoweare/report-05.pdf

A American Life League explica que pode escrever às autoridades governamentais dos Estados Unidos para que deixem de dar dinheiro dos impostos a PPFA, preenchendo o formulário (em inglês) no seguinte endereço: http://www.StopPlannedParenthoodTaxFunding.com

ACI DIGITAL

Disponível em:

http://www.acidigital.com/noticia.php?id=7013

Estrategias dos abortistas: a mentira de que aborto legal é "seguro"

Estrategias para legalizar el aborto


1-La mentira de que el aborto legal es “seguro”

Una de las estrategias para legalizar el aborto a petición en la América Latina, en la mayoría de cuyos países es ilegal, es la que se conoce con el nombre engañoso de “salud reproductiva” o “maternidad sin riesgos”. Esta estrategia es promovida por organizaciones como la Federación Internacional de Planificación de la Familia (IPPF), Family Health International y otras.

Parte de esta estrategia es exagerar muchísimo el número de muertes maternas por aborto ilegal, para entonces alegar falsamente que “es necesario” legalizar el aborto para que éste sea “seguro”. Por ejemplo, en su campaña para “educar” a la gente a favor de la legalización del aborto en los Estados Unidos, los proabortistas decían que había entre 5,000 y 10,000 muertes maternas por abortos ilegales al año en ese país. Sin embargo, no había ninguna evidencia que apoye esa afirmación. Al contrario, solamente se sabe de unas 90 muertes en 1972, el año anterior a la legalización del aborto a petición en todo el país. El Dr. Nathanson, proabortista militante en aquel entonces y convertido luego en dirigente pro vida, confesó más tarde que las cifras de 5,000 ó 10,000 muertes fueron inventadas para lograr la legalización del aborto.

Por otro lado, la afirmación de que el aborto legal es seguro para la mujer que aborta es otra falsedad. Según fuentes autorizadas, no hay duda de que en los Estados Unidos, el número de lesiones graves y de muertes maternas a causa del aborto, ha ido aumentando en vez de disminuir desde 1973. La Comisión de Actividades Profesionales y Hospitalarias descubrió que en 1969, alrededor de 9,000 mujeres fueron admitidas en los hospitales de los Estados Unidos para recibir tratamiento, debido a lesiones directamente causadas por los abortos. En 1977, esa cifra casi se duplicó a 17,000.

Además, todo grupo pro vida importante tiene documentación sobre las mujeres que han muerto por abortos legales y “seguros”, pero cuyas muertes no son tomadas en cuenta debido a las trampas en el uso de las estadísticas por parte de la industria del aborto. (Véase: Las leyes del aborto\En EE.UU. y Lo que dicen sobre el aborto\Los ex abortistas.) Es un hecho comprobado que todos los años en los Estados Unidos por lo menos de 50 a 100 mujeres mueren por causa del aborto. Se sabe también que a casi todas las mujeres que mueren varios días después de un aborto, se les adjudican otras causas de muerte distintas del aborto en sus certificados de defunción. Sin embargo, estas muertes deberían ser incluídas en el total de muertes maternas por aborto en ese país.

De manera que la razón de que no tengamos cifras más exactas sobre el número de muertes maternas por aborto legal en los Estados Unidos es porque existe una conspiración de silencio en torno al problema. En efecto, los Centros para el Control de las Enfermedades (CDC) de los Estados Unidos, han admitido que las cifras de muertes maternas por aborto legal en ese país no se reportan en el 50% de las veces, pero que a pesar de esto el aborto es la sexta causa de muerte materna en los Estados Unidos.

Además de los datos mencionados, se tiene constancia de que, desde la legalización del aborto a petición a nivel nacional en los Estados Unidos en 1973, éste ha aumentado de 8 a 16 veces en ese país. En efecto, antes de 1973 había de 100,000 a 200,000 abortos ilegales en los Estados Unidos, número que ha ido aumentando hasta alcanzar la cifra de unos 1.6 millones al año. Consecuentemente ha aumentado también el número total de muertes maternas y complicaciones por aborto desde su legalización, pues si bien el aborto legal es menos arriesgado que el aborto ilegal, sin embargo, debido a que ha aumentado tanto el número total de mujeres que han abortado en los Estados Unidos, el número total de muertes maternas y complicaciones debido al aborto ha aumentado considerablemente también.

Un patrón similar ha ocurrido también en la mayor parte de los países donde se ha legalizado el aborto. Y lo mismo ocurrirá en aquellos países de la América Latina donde se caiga en el monstruoso error de legalizar el aborto.

FUENTE: Véase: Catálogo\Consecuencias sociales, políticas y legales del aborto.

2. Exageración del número de muertes maternas por aborto ilegal en la América Latina y en el mundo

Como parte de su esfuerzo por legalizar el aborto en la América Latina y otros lugares, los proabortistas continuamente exageran el número de muertes maternas por aborto ilegal, para entonces alegar falsamente que “es necesario” legalizar el aborto para que éste sea “seguro” (véase arriba).

En México, por ejemplo, activistas como éstos citaron las cifras de la Cámara Nacional de Hospitales, la cual reportó en 1991, 300,000 muertes maternas por aborto ilegal al año en ese país. Sin embargo, esta exageradísima cifra se estrella estrepitosamente contra los datos del Anuario Estadístico de la Organización Mundial de la Salud (OMS) de 1988, según el cual en ese país murieron en 1983 sólo 177,420 mujeres de todas las edades y por todas las causas; 22,330 de ellas en edad fértil. La OMS también reportó 216 muertes debido a los abortos, sin especificar si esta cifra incluía o no los abortos espontáneos.

En Brasil, algunos activistas a favor del aborto indicaron que el diario O Globo informó en 1988 que cada año morían 400,000 mujeres por aborto clandestino en ese país. Sin embargo, según la OMS, el número total de muertes maternas en ese país en 1983 fue de 2,166, de las cuales no más de 371 fueron por aborto.

Los proabortistas también propagan la falsedad de que en el mundo mueren al año un millón de mujeres por aborto ilegal, cuando la cifra correcta es aproximadamente 6,000. ¡Un factor de exageración de 167 veces!

FUENTES: Ibíd.

3. “Salud reproductiva”, otro aspecto de la estrategia proabortista

Otra manera de llevar a cabo la estrategia de la “salud reproductiva” (véase más arriba) para legalizar el aborto a petición, es la de promover las famosas “excepciones”, sobre todo la de la “salud” de la madre, como el mal llamado “aborto terapéutico”, el cual no está justificado ni médica ni moralmente y al cual hay que distinguir del aborto indirecto. (Véase: Iglesia Católica\Aborto.)

Los proabortistas también usan los casos de violación, incesto, defectos en el bebé, etc., para lograr la legalización del aborto a petición. Pero no nos dejemos engañar, el aborto directo es un crimen en todos los casos y además ningún país del mundo que ha comenzado con las famosas “excepciones” ha podido detener después la legalización del aborto a petición. Las “excepciones” llevan siempre al aborto a petición.

En los Estados Unidos, en particular, el caso de “Roe v. Wade” se dió porque una mujer alegó que necesitaba practicarse el aborto debido a que su embarazo fue causado por una violación. Luego se descubrió que lo de la violación era mentira y hasta la propia mujer se ha arrepentido de haber sido proabortista, pero hoy en día se practican 1.6 millones de abortos al año en ese país, de los cuales el 98% son por razones socioeconómicas o de conveniencia. Esto sucedió porque el Tribunal Supremo de los Estados Unidos dió una definición tan amplia de la salud, que cualquier factor socioeconómico puede ser utilizado para justificar legalmente (no moralmente) el aborto.

¿Podría suceder esto en Latinoamérica? Es de temer que sí porque, por ejemplo, en Panamá, según el segundo inciso del artículo 144 del Capítulo III del Código Penal, el aborto no será penalizado “si el aborto es realizado con el consentimiento de la mujer, por graves causas de salud que pongan en peligro la vida de la madre o del producto de la concepción” (el énfasis es nuestro, nótese el eufemismo utilizado para describir al bebé por nacer). Luego más adelante, en ese mismo inciso, el Código dice que “corresponderá a una comisión multidisciplinaria designada por el Ministerio de Salud determinar las causas graves de salud y autorizar el aborto” (de nuevo, el énfasis es nuestro).

Ya explicamos que ninguna razón de salud puede justificar el aborto directo, e hicimos la distinción entre aborto directo e indirecto, cuando la vida de la madre peligra. Pero lo que queremos señalar aquí es que, según este Código Penal, las “graves causas de salud” serán las que determine el Ministerio de Salud de Panamá. Si dicho ministerio llega a tener un concepto amplio de la salud, como el del Tribunal Supremo de los Estados Unidos, ¡Panamá tendrá aborto a petición! ¿Cuántos países más de Latinoamérica no habrán caído ya en esta trampa o están por caer en ella?

Alguno pudiera objetar que se trata de “causas graves de salud”. Pero se podría dar el caso de mujeres que se sienten inclinadas al suicidio alegando que su embarazo les produce una gran angustia o depresión (debido, por ejemplo, al resultado de una violación, incesto o alguna otra situación difícil). Esto podría ser utilizado como “causa grave de salud” por los proabortistas. Entonces en vez de ayudar a esas pobres mujeres a superar su triste situación, se les daría la falsa “solución” del aborto, el cual, además de destruir la vida de su hijo, les causarían daños psicológicos aún peores.

Una vez que la “salud” se convierte en justificación legal (no moral) del aborto, entonces el próximo paso es alegar falsamente que el aborto es un “derecho” humano, ya que los medios para intentar lograr, recuperar o mantener la salud, son derechos de la persona. Esto es precisamente lo que la IPPF y las Naciones Unidas (ONU) están tratando de lograr en la actualidad, no sólo con respecto al aborto quirúrgico, sino también con respecto a la “planificación familiar” (anticoncepción, esterilización y aborto) y a la “educación sexual” (adoctrinamiento sobre la “planificación familiar” a niños y jóvenes), bajo los eufemismos de “derechos reproductivos” o “derechos sexuales”. Ambas instituciones “han descubierto” estos “nuevos derechos” y, peor aún, quieren “renovar” la Declaración Universal de los Derechos Humanos de la ONU, de tal manera que estos “nuevos derechos” sean incluídos en ella. De esta manera si la ONU, la IPPF y otras organizaciones o gobiernos antivida de países poderosos logran que esta “nueva” Declaración Universal se haga legalmente vinculante en todo el mundo, entonces lograrían que el aborto se impusiera en todos los países como un “derecho internacional”, al que ninguna nación pudiera sustraerse.

FUENTE: Ibíd.

4. Las proabortistas promueven el peligroso aborto autoinducido

Durante la intensa campaña que finalmente culminó con la legalización del aborto en los Estados Unidos, las feministas proabortistas alegaron que querían que las mujeres que van a abortar sean atendidas por médicos, para evitar complicaciones y muertes maternas. Sin embargo, actualmente promueven agresivamente un procedimiento que induce a muchas mujeres a abortar solas, en la privacidad de sus hogares. De hecho, promueven también el aborto autoinducido por aspiración manual, y hasta ofrecen “cursos” para enseñarles a las mujeres cómo provocárselo ellas mismas.

Hoy en día, después de más de 20 años de aborto legal, nos encontramos con personas, que ni siquiera son médicos, que están realizando abortos. En el Estado de Montana la ley lo permite, y en Vermont hasta la tercera parte de los abortos son llevados a cabo por “ayudantes de médicos”.


FUENTE: Vogue, julio de 1991.

Disponível em:

http://www.vidahumana.org/vidafam/aborto/estrategias.html

As mentiras dos abortistas. Aborto – argumentos e números inconsistentes

As mentiras dos abortistas.

artigo

Aborto – argumentos e números inconsistentes

Paulo Silveira Martins Leão Júnior
Advogado
Presidente da União dos Juristas Católicos do Rio de Janeiro

Herbert Praxedes
Médico e Professor Titular do Departamento de
Medicina Clínica da Faculdade de Medicina da
Universidade Federal Fluminense – UFF

Dernival da Silva Brandão
Especialista em Ginecologia e Membro Emérito da
Academia Fluminense de Medicina


O aborto é um crime covarde e trágico que implica em matar um ser humano inocente no seio de sua mãe, trazendo para essa graves conseqüências físicas e psicológicas, que repercutem em sua família e na sociedade atentando contra a garantia constitucional da inviolabilidade da vida e a dignidade da pessoa humana (vide arts. 5º, caput e 1º, III, da Constituição Federal).

Nas breves considerações que seguem procuraremos nos ater aos argumentos centrais da campanha que vem sendo divulgada no corrente ano de 2005, pelo Governo Federal, objetivando a “legalização do aborto no Brasil”, que poderiam ser assim sintetizados:

(a) suposto elevado número de abortos clandestinos no Brasil;

(b) suposto elevado número de complicações e mortes maternas decorrentes;

(c) verba que é gasta no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde) com tais atendimentos.

O número de abortos no Brasil

Ao ser lançada a Política Nacional de Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, em 22 de março de 2005, a agência de notícias do Ministério da Saúde afirmou:

“Segundo estimativas da OMS (Organização Mundial de Saúde), no Brasil, 31% das gravidezes terminam em abortamento. Todos os anos ocorrem de acordo com as estimativas, cerca de 1,4 milhão de abortamentos espontâneos e/ou inseguros, com uma taxa de 3,7 abortos para 100 mulheres de 15 a 49 anos”

O então Ministro da Saúde referiu essa cifra, de “1,4 milhão de abortamentos espontâneos e/ou inseguros”, em debate realizado no dia 7 de março de 2005 no auditório do jornal “Folha de São Paulo”.

Todavia, não esclareceu o Sr. Ministro, nem esclarece o Ministério da Saúde, qual o documento e/ou fonte da OMS em que consta tal número e qual a pesquisa e/ou estudo que o fundamentam.

O que se sabe é que, de há muito, os lobistas do aborto aumentam (no Brasil e no mundo) os números respectivos, para tentar chegar aos seus intentos, inclusive valendo-se de citações não autorizadas e sem base, cuja fonte seria a OMS – Organização Mundial da Saúde.

No início da década de 1990, atribuía-se a relatório da OMS a existência de mais de três milhões de abortos anuais da Brasil (um absurdo, pois nos Estados Unidos da América, onde o aborto é amplamente legalizado desde 1973 e cuja população supera em mais de 100 milhões de habitantes a nossa, os números anuais de abortos situam-se, de há muito, ao redor de 1.550.000.)

Impressionada com os números que eram divulgados, a Drª Zilda Arns Neumann, coordenadora da Pastoral da Criança da CNBB, formulou consulta à repartição regional da OMS, a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), tendo recebido por fax resposta, que segue em tradução livre do espanhol:

“1. A Organização Mundial de Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde não auspiciaram, financiaram nem realizaram qualquer estudo ou investigação sobre abortos no Brasil.

2. Tampouco temos conhecimento de algum estudo ou investigação que tenha sido feito com bases cientificamente sólidas e cujos resultados possam extrapolar-se confiavelmente para todo o país.

3. Em algumas publicações oficiais da OMS ou da OPAS, publicam-se informações de fontes nacionais, também oficiais. Porém, neste caso não temos conhecimento de se haver feito com informação referente ao Brasil e de âmbito nacional.

4. Faz três ou quatro anos, um professor brasileiro fez uma publicação jornalística com dados sobre abortos, assinalando que era uma informação da Organização Mundial de Saúde. Nessa oportunidade nossa Representação enviou uma nota esclarecedora, no sentido do exposto nos pontos anteriores […].

5. Lamentavelmente, não é a primeira vez que, levianamente, se toma o nome da Organização Mundial de Saúde e/ou da Organização Pan-Americana de Saúde para dar informações que não emanam dessas instituições.” (destacamos; o texto é subscrito pelo Dr. David Tejada-de-Rívero.)

Verifica-se, pois, que o suposto número de abortos espontâneos e/ou provocados no Brasil, que vem sendo divulgado pelo Ministério da Saúde, deve ter sua fonte detalhadamente explicitada e analisada, devendo tal Ministério deixar de divulgar números inconsistentes em tão grave matéria, que importa em matar seres humanos (mulheres e homens) em suas fases iniciais de vida e/em afetar gravemente a saúde física psíquicas das mulheres que se submetem a um aborto provocado.

A tática de aumentar enormemente o número suposto de abortos provocados, bem como o de mortes maternas decorrentes, é estratagema antigo, como consta de pronunciamento do Dr. Bernard Nathanson, ginecologista e obstetra norte-americano, uma das maiores lideranças nos anos 60 e 70 no lobby pela legalização do aborto nos EUA e que, a partir de estudos de embriologia, em que foi constatando que o feto desenvolve uma vida com semelhanças à da criança fora do útero, começou a se questionar sobre sua prática abortista, sendo atualmente defensor da vida desde o início de sua existência, ou seja, desde a concepção. Diz o Dr. Bernard Nathanson a propósito da manipulação e aumento dos números relativos a aborto:

“É uma tática importante. Dizíamos, em 1968, que na América se praticavam um milhão de abortos clandestinos, quando sabíamos que estes não ultrapassavam de cem mil, mas esse número não nos servia e multiplicamos por dez para chamar a atenção. Também repetíamos constantemente que as mortes maternas por aborto clandestino se aproximavam de dez mil, quando sabíamos que eram apenas duzentas, mas esse número era muito pequeno para a propaganda. Esta tática do engano e da grande mentira se se repete constantemente acaba sendo aceita como verdade. Nós nos lançamos para a conquista dos meios de comunicações sociais, dos grupos universitários, sobretudo das feministas. Eles escutavam tudo o que dizíamos, inclusive as mentiras, e logo divulgavam pelos meios de comunicações sociais, base da propaganda.” (Conferência realizada no Colégio Médico de Madrid, em 5 de novembro de 1982, intitulada: “Eu pratiquei cinco mil abortos”, publicada pela revista Fuerza Nueva).

Os números de mortes maternas decorrentes de aborto no Brasil

Um dos pilares da campanha abortista, é que o aborto provocado praticado fora da lei, seria em condições precárias e importaria em morte de muitas mulheres, fazendo-se referência a milhares, quando não a dezenas ou centenas de milhares mortes!

Esse argumento agride fortemente a realidade dos fatos.

Os dados disponíveis no SUS (Sistema Único de Saúde – vide http://www.datasus.gov.br) , informam para os anos de 1996 a 2002, números que vão de no máximo 197 (no ano de 1997) a no mínimo 115 (no ano de 2002) de “mulheres mortas em gravidez que terminou em aborto”:

Ano1996-1997-1998-1999-2000-2001-2002

Número de mulheres mortas em gravidez que terminou em aborto146-163-119-147-128-148-115

Conforme metodologia que parece vem sendo seguida pelo SUS, como constante dos dados a que nos referiremos abaixo, os números de mortes maternas acima, parecem se referir não só a abortos clandestinos provocados, mas também aos demais, como espontâneos e praticados “por razões médicas”

.
Além disso, estudo abrangendo o período de 1980 a 1995, publicado na “Revista Panamericana de Salud Pública/ Pan American Journal of Public Health” (Volume 7, Number 3, March 2000, pp. 168-172), de autoria de Lima B.G. d. C.), intitulado “Mortalidade por causas relacionadas ao aborto no Brasil: declínio e desigualdades espaciais”, chega, dentre outras, à conclusão de que:

“os coeficientes de mortalidade por causas relacionadas ao aborto têm decrescido continuamente no Brasil.” (destacamos)

O decréscimo de tais coeficientes de mortalidade é muito expressivo, pois a região que apresentou menor índice de queda foi o Nordeste, com diminuição de 38%. O autor busca possíveis causas para tão expressiva redução, descartando como improvável a hipótese de piora na qualidade das notificações de óbitos, ressaltando que o “SUS tem conseguido avanços no campo de informações em saúde”. Cabe mencionar que o autor sinaliza como possível caminho para a solução do problema do aborto a melhora do “nível educacional geral”.

Atendimentos no SUS decorrentes de aborto

O Governo Federal tem divulgado cifras de mais de 240.000 casos de atendimentos anuais no SUS decorrentes de abortos espontâneos e outras situações, designadas por “aborto por razões médicas” e “outras gravidezes que terminam em aborto” .

Aprofundando-se a pesquisa nos sites disponíveis, verifica-se que os números relativos a atendimentos relacionados a abortos no SUS, são divididos em três itens: (a)“Aborto espontâneo”; (b)“Aborto por razões médicas”; (c)“outras gravidezes que terminam em aborto”. No ano de 2004, por exemplo, de um total de 252.825 atendimentos no SUS, relacionados a abortos, mais da metade foram devidos a abortos espontâneos (127.065) e os restantes, divididos em 124.160 para “outras gravidezes que terminam em aborto” (expressão cuja abrangência deveria ser fundamentadamente explicitada, eis que, até mesmo em razão dos conceitos técnicos utilizados para “morte materna”[1] , parece, ao menos em princípio, possível não se restringir aos casos de aborto provocado fora das hipóteses legais de exclusão da pena) e 1.600 para “aborto por razões médicas”.

Uma primeira análise da evolução desses números (no datasus), no período de 1998 a 2004, parece apontar para a necessidade de um aprofundamento do exame de fontes e causas, pois há um expressivo crescimento do número de atendimentos de 1998 (89.970) a 2004 (127.065), ou seja aumento de 41,23% , devidos a abortos espontâneos e decréscimo de 12,10% dos atendimentos devidos a “outras gravidezes que terminam em aborto”, no mesmo período de 1998 (139.194) a 2004 (124.160). Já os abortos “por razões médicas”, decaem abruptamente de 1998 (2508) a 2001 (878), voltando a subir após este ano, em 2002 (946) e mais que dobrando em 2003 (1920).

De qualquer modo, conforme divulgação constante da Biblioteca Virtual da Saúde (www.bvs.gov.br), de um total de 247.884 atendimentos no SUS, no ano 2000, relacionados a abortos espontâneos e por outras causas (nas quais estariam inseridos os abortos provocados), houve 67 “óbitos hospitalares”, ou seja número incomparavelmente menor que o que costuma ser divulgado.

O aborto provocado aumenta o risco de morte materna e, ao menos potencialmente, causa graves danos à saúde física e psíquica da mulher

Os graves danos físicos e psicológicos decorrentes do aborto provocado são conhecidos internacionalmente sob a designação de “síndrome pós-aborto.”

A propósito, veja-se o artigo “O que é a Síndrome Pós Aborto ?”, de Wanda Franz, PhD, Professora Associada de Recursos Familiares da Universidade de West Virgínia, Morgantown,WV 26505, U.S.A., traduzido do “National Right To Life News 14(1):1-9,1987 – What ist Post-Abortion Syndrome ?” , por Herbert Praxedes, Médico e Professor Titular do Departamento de Medicina Clínica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense – UFF.

No dia 15 de junho de 2005, promovida pela Associação das Mulheres em Acção, foi realizada em Lisboa, Portugal, a conferência “A Realidade Ibérica da Saúde Sexual e Reprodutiva”, na qual foi um dos oradores o professor catedrático e psiquiatra espanhol Aquilino Lorente, que afirmou: “As conseqüências de um aborto para a mulher são muitíssimo graves, elas passam a sofrer de stress crônico, a taxa de suicídio aumenta e as depressões não respondem aos fármacos”.

O psiquiatra Pedro Afonso, do Hospital Júlio de Matos, contou um pouco da sua experiência como médico e como voluntário no centro de apoio a mulheres grávidas e mães de risco Sta. Isabel, na capital portuguesa:”Um aborto acarreta sempre muitos riscos físicos e psíquicos para as mulheres.” Também se manifestou, a espanhola Esperanza Moreno, de 38 anos, que colaborou no primeiro livro editado na Espanha com testemunhos de mulheres que abortaram e disse: “Abortei há 11 anos, era solteira e já tinha um filho. Foi a pior experiência da minha vida, ainda hoje sofro do sindroma pós-aborto . . . As clínicas parecem matadouros e nós cordeiros. Estamos sozinhas, angustiadas, envergonhadas, sentimos culpa e nunca mais esquecemos a experiência”(Fonte: Portugal Diário, 15/06/2005)

Conclusão

Em razão do exposto é de se concluir que:

a) os números que vêm sendo utilizados pelo Governo Federal em sua campanha pela legalização do aborto no país são inadequados, pois misturam abortos espontâneos com provocados, realidades inteiramente distintas e inassimiláveis tanto do ponto de vista jurídico, como ético, moral e médico; além disso, não são confiáveis, pois não explicitam a base estatística, sendo já conhecidos e documentados casos anteriores de indevida e desautorizada utilização do nome da OMS – Organização Mundial da Saúde na campanha abortista;

b) os dados disponíveis do Sistema Único de Saúde – SUS e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, apontam, nas últimas décadas, para uma contínua e expressiva redução da taxa de mortalidade materna decorrente de aborto no Brasil, sendo o último dado oficial disponível (sem projeções aleatórias), para o ano de 2002, o número de 115 mortes maternas decorrentes de abortos (aí incluídos abortos espontâneos e provocados);

c) o aborto provocado, mesmo nos países desenvolvidos e onde essa prática é legalizada, constitui fator de agravamento de risco de mortalidade materna, além de, ao menos potencialmente, causar graves danos à saúde física e psíquica da mulher;

d) as políticas públicas devem se basear em informações claras, seguras e precisas, o que não é o caso da campanha do Governo Federal com vistas à legalização do aborto, que, dentre outras questões, omite o número crescente de internações no SUS devidos a abortos espontâneos, que no ano de 2004 superaram mais da metade do número de internações por abortamento em geral;

Em razão do exposto é de se concluir que:

a) os números que vêm sendo utilizados pelo Governo Federal em sua campanha pela legalização do aborto no país são inadequados, pois misturam abortos espontâneos com provocados, realidades inteiramente distintas e inassimiláveis tanto do ponto de vista jurídico, como ético, moral e médico; além disso, não são confiáveis, pois não explicitam a base estatística, sendo já conhecidos e documentados casos anteriores de indevida e desautorizada utilização do nome da OMS – Organização Mundial da Saúde na campanha abortista;

b) os dados disponíveis do Sistema Único de Saúde – SUS e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, apontam, nas últimas décadas, para uma contínua e expressiva redução da taxa de mortalidade materna decorrente de aborto no Brasil, sendo o último dado oficial disponível (sem projeções aleatórias), para o ano de 2002, o número de 115 mortes maternas decorrentes de abortos (aí incluídos abortos espontâneos e provocados);

c) o aborto provocado, mesmo nos países desenvolvidos e onde essa prática é legalizada, constitui fator de agravamento de risco de mortalidade materna, além de, ao menos potencialmente, causar graves danos à saúde física e psíquica da mulher;

d) as políticas públicas devem se basear em informações claras, seguras e precisas, o que não é o caso da campanha do Governo Federal com vistas à legalização do aborto, que, dentre outras questões, omite o número crescente de internações no SUS devidos a abortos espontâneos, que no ano de 2004 superaram mais da metade do número de internações por abortamento em geral;

e) as verbas públicas, decorrentes do trabalho de toda a sociedade, em razão de comandos constitucionais e imperativos éticos, devem ser direcionadas, atendidos, dentre outros, o princípio da moralidade (vide art. 37, caput, da Constituição Federal), para a melhor qualidade de vida de todos e não para matar inocentes no início de suas vidas, garantindo a Constituição Federal a “inviolabilidade do direito à vida”, a “dignidade da pessoa humana” e a promoção do “bem de todos sem preconceitos . . . e quaisquer outras formas de discriminação” (vide art. 5; caput, art. 1º, III e art. 3º, IV), não sendo admitida no país a pena de morte (“salvo em caso de guerra declarada”), até mesmo para os piores crimes e criminosos (vide art. 5º, XLVII, “a”, da Constituição Federal);

f) considerando os graves riscos para a vida e a saúde da mulher e o conteúdo “humanicida” do aborto provocado, que mata intencionalmente mulheres e homens inocentes nas fases iniciais de suas vidas, as políticas e verbas públicas, no caso, deveriam ser direcionadas no sentido de uma educação contendo valores tendentes a superar a banalização da relação sexual e a inseri-la na construção de um projeto de vida pessoal, familiar e social.

[1] No “datasus”, nos “Indicadores de mortalidade”, quadro C.3 “Razão da mortalidade materna”, constam esclarecimentos sobre “Taxa de Mortalidade materna”, dos quais transcrevemos os dois itens abaixo:

1 – Conceituação

Número de óbitos femininos por causas maternas, por 100 mil nascidos vivos, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado.

Morte materna, segundo a 10ª Revisão da Classificação internacional de Doenças (CID-10), é a morte de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o término de gestação, independentemente da duração ou da localização da gravidez, devida a qualquer causa relacionada com ou agravada pela gravidez ou por medidas em relação a ela, porém não devida a causas acidentais ou incidentais”.

As mortes maternas correspondem ao Capítulo XV da CID-10 “Gravidez, Parto e Puerpério” (excluídos os códigos O96 e O97) , acrescentando-se as mortes maternas, mas que se classificam em outros capítulos da CID, especificamente: (i) doença causada pelo HIV (B20-B24), desde que a mulher esteja grávida no momento da morte ou tenha estado grávida até 42 dias antes da morte; (ii) necrose pós-parto da hipótese (E23,0); (iii) osteomalácia puerperal (M83.0); (IV) tétano obstétrico (A34); e (v) transtornos mentais e comportamentais associados ao puerpério (F53).

A CID-10 estabelece ainda os conceitos de: morte materna tardia, decorrente da causa obstétrica, ocorrida após 42 dias e menos de um ano depois do parto (código O96); e morte materna por seqüela de causa obstétrica direta, ocorrida um ano ou mais após o parto (código O97).

2 – Interpretação

Estima a freqüência de óbitos femininos atribuídos a causas ligadas à gravidez, ao parto e ao puerpério, em relação ao total de nascidos vivos. O número de nascidos vivos e adotado com uma aproximação do total de mulheres grávidas1(1 Organização Mundial de Saúde Classificação Internacional de Doenças – CID-10 4 ed. v.2 São Paulo: EDUSP, 1998. p. 138).

Reflete a qualidade da assistência à saúde da mulher. Taxas elevadas de mortalidade materna estão associadas à insatisfatória prestação de serviços de saúde a esse grupo.

Este artigo encontra-se disponível nos seguintes endereços;

http://74.125.45.132/search?q=cache:FzDBtlU2jQwJ:juristascatolicosrj.org/Documentos/Art_outros/ABORTO-Argumentos%2520e%2520numeros%2520inconsistentes%2520-%2520v_9_8_05.doc+Aborto+-+argumentos+e+n%C3%BAmeros+inconsistentes&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=3&gl=br

http://www.universocatolico.com.br/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=12580

http://www.universocatolico.com.br/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=12580

Aborto. Testemunho médico. Confissão de ex-abortista sobre os interesses do aborto.

Surpreendente confissão de um médico ex-abortista sobre os interesses do aborto.

Sexta, 2007-02-09 18:43 — [InfoNature.Org] –

ANTES DE VOTAR, INFORME-SE.

CONFISSÃO SURPREENDENTE DE UM MÉDICO
EX-ABORTISTA

Denunciando a manipulação, mentiras e interesses
económicos de alguns lobbies pró-aborto
Artigos que providenciam factos e números sobre o aborto e quem
mais beneficia com o mesmo

ARTIGOS:

1- CONFISSÃO SURPREENDENTE DE UM MÉDICO EX-ABORTISTA

2- OS INTERESSES DOS LOBBIES ECONÓMICOS EM PORTUGAL

3- Um grito de silêncio – Nascituro luta pela sua vida

Por Dr. Bernard Nathanson. Ver biografia: http://en.wikipedia.org/wiki/Bernard_Nathanson
Uma explicação sucinta de um médico especialista em
abortos e que foi no passado um dos maiores responsáveis pela sua liberalização nos EUA nos anos 70, co-fundador de associações pró-aborto e antigo director de uma das maiores clínicas de aborto dos EUA, que denuncia as estratégia manipuladora de alguns movimentos pró-aborto e dos poderosos interesses económicos de clínicas privadas e alguns médicos que promovem a liberalização do aborto para legalmente criar uma maior “indústria do aborto” e assim aumentar imenso os lucros para esses sectores (ver estatisticas abaixo).

Depois de este médico ter efectuado cerca de 75 mil abortos, com a introdução da tecnologia de ecografias e conjuntamente com outros médicos, começou por fazer uma pesquisa científica sobre a vida intra-uterina chamada de Medicina Embrionária ou Fetologia, tendo descoberto factos que muito surpreenderam a comunidade médica, tanto em termos biológicos como éticos (ver artigos mais abaixo). Ao saber desses novos factos que muito chocaram Bernard Nathanson, este deixou de praticar abortos e actualmente defende a vida do nascituro e de encontrar soluções alternativas ao aborto, como providenciar apoios concretos à mulher, criança e família evitando recorrer ao aborto.

Esteve presente em Portugal no “Congresso pela Vida”. Mais abaixo Bernard Nathanson apresenta um documentário da
sua autoria que demonstra factos importantes para se ter tornado pró-vida.

CONFISSÃO SURPREENDENTE DE UM MÉDICO
EX-ABORTISTA

Bernard Nathansonco-founder and first presidentNational Abortion Right Action League

Eu sou pessoalmente responsável por 75.000 abortos. Isto legitima as minhas credenciais para falar com alguma autoridade sobre este assunto. Eu fui um dos fundadores da NARAL (National Association for the Repeal of the Abortion Laws) nos EUA, em 1968. Nesta época, uma pesquisa de opinião fiável descobriu que a maioria dos americanos eram contra o aborto permissivo. Em cinco
anos nós tínhamos convencido O Tribunal Supremo dos EUA a promulgar a decisão que legalizou o aborto nos EUA em 1973 e tornou legal o aborto até ao momento anterior ao nascimento.
Como fizemos isto?

É importante entender as tácticas utilizadas porque as mesmas têm sido usadas em todo o Ocidente com algumas pequenas mudanças, sempre com o intuito de mudar as leis do aborto.

A 1ª TÁCTICA ERA GANHAR A SIMPATIA DOS MEDIA:
Nós persuadimos os meios de comunicação que a causa de permitir o aborto era uma causa liberal, esclarecida, sofisticada. Sabendo que se uma pesquisa fiável fosse feita, nós seríamos derrotados, nós simplesmente fabricámos resultados de pesquisas fictícias. Anunciámos aos meios de comunicação que tínhamos feito pesquisas e que 60% dos americanos eram favoráveis à liberalização do aborto. Esta é a táctica da mentira auto-satisfatória. Poucas pessoas gostam de fazer
parte da minoria.

Nós adquirimos muitos simpatizantes para divulgarmos o nosso programa de permissividade do aborto ao fabricármos o número de abortos ilegais feitos no EUA anualmente. Enquanto este número era de aproximadamente 100.000, nós dizíamos repetidamente aos meios de comunicação que o mesmo era de 1.000.000. A repetição de uma grande mentira várias vezes convence o público. O número de mulheres que morriam em conseqüência de abortos ilegais era em torno de 250, anualmente. O número que constantemente dávamos aos meios de comunicação era 10.000. Estes números falsos
criaram raízes nas consciências dos americanos, convencendo muitos da necessidade de revogação da lei contra o aborto. Um outro mito que demos ao público através dos media era que a legalização do aborto seria a única forma de tornar legais os abortos que então eram feitos ilegalmente. O aborto está a ser actualmente utilizado como o principal método de controle de natalidade no EUA e o número de abortos feitos anualmente cresceu em 1500% desde a legalização ( ver:
http://www.johnstonsarchive.net/policy/abortion/index.html ).


A 2ª TÁCTICA ERA ATACAR O CATOLICISMO:
Nós sistematicamente difamámos a Igreja Católica e suas “ideias
socialmente retrógradas” e colocámos a hierarquia católica como o vilão que se opunha ao aborto. Esta música foi tocada incessantemente. Nós divulgávamos aos media mentiras tais como: “todos sabemos que a oposição ao aborto vem da hierarquia e não da maioria dos católicos” e “pesquisas comprovam que a maioria dos católicos quer uma reforma na lei contra o aborto”. E os media martelavam tudo isto sobre os americanos, persuadindo-os que alguém que se opusesse ao aborto permissivo devia estar sob a influência da hierarquia Católica e que católicos favoráveis ao aborto eram esclarecidos e progressistas. Uma inferência desta táctica foi a de que não havia nenhum grupo não-Católico oposto ao aborto. O facto de que as outras religiões Cristãs e não-Cristãs eram (e ainda são) monoliticamente opostas ao aborto foi constantemente suprimido, assim como as opiniões de ateístas pró-vida.

A 3ª TÁCTICA ERA DENEGRIR E SUPRIMIR TODA EVIDÊNCIA DE QUE A VIDA SE INICIA NA CONCEPÇÃO:
Muito me perguntam o que me fez mudar de pensamento. Como mudei de proeminente abortista para advogado pró-vida? Em 1973
eu tornei-me director de obstetrícia de um grande hospital na cidade de Nova Iorque e tive que iniciar uma unidade de pesquisa pré-natal, no início de uma nova tecnologia que usamos agora para estudar o feto no útero. Uma táctica pró-aborto favorita é insistir em que a definição de quando a vida inicia é impossível; que esta questão é uma questão teológica, moral ou filosófica, nada científica. A fetologia tornou inegável a evidência de que a vida se inicia na concepção e requer toda protecção e o cuidado de que qualquer um de nós necessita.

Porque, podem perguntar, alguns médicos americanos, cientes das descobertas da fetologia, desacreditam-se fazendo abortos? Simples aritmética: a US$ 300 dolares cada, 1,55 milhões de abortos significam uma indústria de US$ 500.000.000 dolares anuais, dos quais a maior parte vai para o bolso do médico que faz o aborto. É claro que a permissividade do aborto é claramente a destruição do que é, inegavelmente, uma vida humana. É um inadmissível acto de violência. Todos devem reconhecer que uma gravidez não planeada é um dilema difícil. Mas, procurar a sua solução num deliberado acto de destruição é desprezar a vastaquantidade de recursos do génio humano e abandonar o bem-estar da população a uma clássica resposta utilitarista aos problemas sociais.


COMO CIENTISTA EU SEI – NÃO APENAS ACREDITO – QUE A VIDA HUMANA SE INICIA NA CONCEPÇÃO

Embora eu não seja formalmente religioso, acredito de todo o meu coração que há uma Divindade que nos impele a declarar o fim e a paragem definitiva deste infinitamente triste e vergonhoso crime contra a humanidade.”
Fontes:
http://www.pregnantpause.org/abort/remember-naral.htmhttp://www.juntospelavida.org/nathanson.html
http://www.maternidadevida.org/noticias_aborto.php?id=33


Mais artigos sobre o assunto:

http://www.pregnantpause.org/abort/remember-naral.htmhttp://www.google.com/search?hl=en&q=%22Bernard+Nathanson%22

OS INTERESSES DOS LOBBIES ECONÓMICOS EM PORTUGAL

– Os reais preços do aborto liberalizado e gratuito:

Em Portugal, se o aborto for liberalizado o estado vai pagar de forma livre e gratuita para que a grande maioria das mulheres que o queiram, possam livremente fazer abortos em clínicas privadas. Apesar do que o Ministro da Saúde tinha dito em Janeiro de 2007 na SIC, que o aborto iria custar entre 300 e 700 Euros, a realidade é que apesar destas declarações contraditórias, o Ministro já deveria saber perfeitamente bem que o seu governo já tinha estabelecido em 2006 os preços de pagamento para as clínicas, que se situam entre 829 a 1074 Euros por aborto ( http://dre.pt/pdf1sdip/2007/01/01601/00020124.PDF – ver final da página 45), números estes que pelo motivo óbvio que não têm sido divulgados.

Apesar destes valores muito altos e muito acima da média que os contribuintes portugueses vão ter de pagar essencialmente para clínicas privadas de aborto, ainda assim e de forma muito grave, o governo diz não ter dinheiro para continuar a dar contraceptivos gratuitos em centros de saúde e muito menos, dinheiro para poder de forma mais eficaz e abrangente através de associações e instituições, poder apoiar mulheres, crianças e famílias carenciadas, que isto sim é o essencial. Para se poder pagar abortos de forma livre e gratuita, o governo terá de reduzir fundos  em certos sectores do estado (como os apoios aqui referidos) para poder financiar os vários milhões necessários para a realização dos abortos. Assim, precisamente falha-se redondamente na questão de dar melhores condições de vida às pessoas e prevenir algumas das causas para que mais abortos possam ter lugar, o que não faz sentido nenhum do ponto de vista social e humanitário. Quem ganhará e muito com estas decisões governamentais, serão as clínicas privadas de aborto e médicos que já estão a estabelecer-se desde o ano passado em Portugal a preparar-se para a liberalização.

No entanto, em clínicas privadas de aborto legalizadas em Espanha, paga-se cerca de 400 Euros (Investigação RTP), menos de metade do preço que será praticado em Portugal onde os abortos são feitos nas mesmas condições legais e clínicas que em Espanha, e em alguns casos nas mesmas clínicas espanholas, pois através dos mass média, já se tem conhecimento que o governo já negociou com algumas clínicas a sua implementação em Portugal, sendo que já existem algumas em Lisboa prontas a abrir depois de dia 11. Assim fica uma pergunta:
praticado em Espanha para empresas privadas? Isto é sem dúvida um dado muito estranho e incoerente que pode revelar factos que deveriam ser investigados.
Se os abortos são feitos nas mesmas condições legais e clínicas que em Espanha, porque é que o estado vai pagar mais do dobro do preço

– Interesses da indústria farmacêutica:

Há também que ver os interesses das indústrias farmacêuticas,
que procuram comprar bebés abortados para com os seus “pedaços”, poder extrair células estaminais e assim investigar e desenvolver medicamentos que dão a essas mesmas indústrias ao longo dos anos, milhares de milhões em lucros. As clínicas que fazem abortos, vendem esses “pedaços” para essas empresas farmacêuticas, ganhando assim mais um lucro extra.

– Estatísticas, motivos para o aborto e consequências do mesmo:

Se o aborto for liberalizado em Portugal, e ao contrário do que todos os movimentos do sim afirmam de forma manipuladora, com o passar dos
anos este irá sem dúvida alguma, aumentar bastante. Como demonstra-se por factos estatísticos e oficiais em dezenas de países do 1º mundo que já têm o aborto liberalizado há algumas décadas, este aumentou sempre e de forma constante a cada ano que passava, tendo por exemplo nos EUA em cerca de 20 anos, aumentado 1500% em relação ao primeiro ano de aborto livre (1973) – Ver dados: http://www.johnstonsarchive.net/policy/abortion/index.html
.

Ao contrário do que se pensa, não é o aborto clandestino (que nunca irá terminar) que dá mais dinheiro a certos sectores, é
sim o aborto liberalizado e ainda por cima pago pelo estado.

quem mais ganha com o aborto, tem obviamente fortes interesses que este se torne liberalizado, para poderem ganhar mais e não terem de enfrentar problemas legais. Pois como demonstram os dados acima, através do aborto liberalizado a procura aumenta de ano para ano, e por conseguinte, também os lucros para as clínicas privadas e os médicos que participam neste processo, chegando facilmente aos lucros de dezenas de milhões de euros. Só para se ter uma ideia, as clínicas em Portugal, só com 5 abortos ganham 5.000 euros (mil contos), se
forem 500, será um lucro de 500.000 Euros, e por diante…
Assim

ESTATÍSTICAS OFICIAIS: Nestes dois sites, pode-se ver quais os principais motivos para mulheres fazerem aborto, sendo que mais de 92% têm apenas motivos de ordem social e económica.

MOTIVOS DO ABORTO:

Violação ou incesto – 1%

| Potenciais problemas de saúde (mãe ou feto) – 6%

| Razões sociais (i.e. criança não desejada ou inconveniente) –
93%: http://www.johnstonsarchive.net/policy/abortion/index.html + http://www.sobreoaborto.info/estatistica/estatistica.htm .

– Ver conclusão de alguns factos científicos sobre a vida intra-uterina nestes artigos:

1- http://groups.yahoo.com/group/InfoNature-Portugues/message/6942-
http://groups.yahoo.com/group/InfoNature-Portugues/message/6893-
http://groups.yahoo.com/group/InfoNature-Portugues/message/679

Um grito de silêncio – Nascituro luta pela sua vida

Por Dr. Bernard Nathanson

Um documentário comovente a não perder:

http://video.google.com/videoplay?docid=6632732813222390835

Mais vídeos (ver menu): http://www.silentscream.org/index.html

Uma imagem vale por mil palavras, pensamentos e argumentos…

Neste documentário impressionante e muito comovente realizado em 1984 sobre a vida intra-uterina, pode-se ver em imagens de ultra-som, um caso de um nascituro (feto) de apenas de 12 semanas, a mover-se frenética e intensamente dentro do útero, com um ritmo cardíaco muito elevado devido ao enorme stress pelo facto de estar a sentir imensas dores, provocadas por um médico que o tenta destruir. Ele tenta “fugir”, tenta “lutar” pela sua vida, mas o resultado final é certo, ao mesmo tempo que se consegue ver pelas imagens que o nascituro como que grita, tentando expressar a sua enorme dor.

O objectivo deste documentário, realizado por um médico que antigamente era um fervoroso apoiante do aborto que mais tarde se arrependeu quando teve conhecimento destes factos, foi o de provar que os fetos ou bebés, como lhe queiram chamar, são na realidade para a sua idade, seres sensíveis e conscientes com altos níveis de consciência muito mais desenvolvidos do que se pensava. Este documentário demonstra factos científicos sobre estes novos seres, que não se julgavam ser possíveis, até terem sido
registrados em imagens
. Uma imagem vale por mil argumentos…

Tanto a mãe da criança como o médico que destruiu a vida
dessa mesma criança, depois de terem visto essas imagens de ultra-som, ficaram muito chocados e nunca mais falaram sobre o assunto, tendo o médico desistido de imediato de continuar a praticar tais acções.

Para além desta questão, este vídeo demonstra dados pouco
conhecidos sobre a realidade do aborto e os interesses económicos e lobbies escondidos por detrás do mesmo. A não perder.


PARA MAIS INFORMAÇÕES E PARTICIPAR NO DEBATE SOBRE O ABORTO:

http://www.eco-gaia.net/forum-pt/index.php/topic,226.0.html

Vídeos e documentários sobre o aborto:
http://video.google.com/videoplay?docid=6632732813222390835
http://video.google.com/videoplay?docid=-672670109099506418&q=abortion

Alguns websites sobre esta questão, com mais dados, fotografias e vídeos:
Sites: http://www.abortionno.orghttp://aborto.aaldeia.net/
http://www.eco-gaia.net/forum-pt/index.php/topic,226.msg468.html#msg468Imagens: http://www.abortionno.org/Resources/pictures.htmlhttp://pipas.zip.io/index02.html

Disponivel em

http://gaia.org.pt/node/1272

—-
%d blogueiros gostam disto: