Aborto – e não a gravidez – pode causar problemas mentais na mulher

 

Aborto e problemas mentais na mulher

Estudo revela que o aborto – e não a gravidez – pode causar problemas mentais

 

07/03/06

SYDNEY, 06 Jan. 06 (ACIdigital)

Disponivel em

http://www.acidigital.com/noticia.php?id=5423

 

Uma pesquisa liderada na Nova Zelândia por um médico que se considera a favor do aborto, revelou que as mulheres que se submetem a este procedimento são mais propensas a desenvolver problemas mentais que as que decidem ter seus filhos.

 

O estudo, que causou controvérsia no país oceânico, foi conduzida por David Fergusson, um psicólogo e epidemiólogo que defende os resultados do mesmo e não se surpreende pelas críticas. “É um tema muito sensível e emotivo. O povo tem crenças muito arraigadas e não gosta de submeter a dúvida alguma”.

 

Segundo o perito, suas evidências são claras e o aborto pode ter conseqüências na saúde mental das mulheres.

 

Fergusson e seus colegas da Escola de Medicina e Ciências da Saúde de Christchurch na Nova Zelândia analisaram os casos de 1.265 mulheres desde seu nascimento em meados de 1977. Todas têm 28 anos. Deste total, mais de 500 engravidaram pelo menos uma vez à idade de 25 anos e desse grupo, 90 se submeteram a um aborto.

 

Das que se submeteram a um aborto, 42 por cento conseqüentemente sofreu problemas mentais sérios com sintomas que incluíram depressão, tendências suicidas e abuso de drogas e álcool.

 

07/03/06

 

Segundo Fergusson, esta cifra é 35 por cento maior que a registrada entre as mulheres que deram a luz a seus filhos e quase o dobro entre as que não engravidaram. Os resultados foram apresentados nesta semana na publicação de Londres Journal of Child Psychiatry and Psychology.

 

Fergusson tentou publicar seus estudos em outros quatro meios americanos mas não conseguiu seu objetivo.

 

Segundo os analistas pro-vida, o interessante do estudo de Fergusson é que pode servir para modificar as legislações em alguns países onde o aborto é permitido sob a suposição de que a gravidez oferece um risco para a saúde mental da mãe. O relatório em questão prova o contrário: submeter-se a um aborto implica maiores possibilidades de sofrer problemas mentais.

 

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