Aborto. Testemunho médico. Confissão de ex-abortista sobre os interesses do aborto.

Surpreendente confissão de um médico ex-abortista sobre os interesses do aborto.

Sexta, 2007-02-09 18:43 — [InfoNature.Org] –

ANTES DE VOTAR, INFORME-SE.

CONFISSÃO SURPREENDENTE DE UM MÉDICO
EX-ABORTISTA

Denunciando a manipulação, mentiras e interesses
económicos de alguns lobbies pró-aborto
Artigos que providenciam factos e números sobre o aborto e quem
mais beneficia com o mesmo

ARTIGOS:

1- CONFISSÃO SURPREENDENTE DE UM MÉDICO EX-ABORTISTA

2- OS INTERESSES DOS LOBBIES ECONÓMICOS EM PORTUGAL

3- Um grito de silêncio – Nascituro luta pela sua vida

Por Dr. Bernard Nathanson. Ver biografia: http://en.wikipedia.org/wiki/Bernard_Nathanson
Uma explicação sucinta de um médico especialista em
abortos e que foi no passado um dos maiores responsáveis pela sua liberalização nos EUA nos anos 70, co-fundador de associações pró-aborto e antigo director de uma das maiores clínicas de aborto dos EUA, que denuncia as estratégia manipuladora de alguns movimentos pró-aborto e dos poderosos interesses económicos de clínicas privadas e alguns médicos que promovem a liberalização do aborto para legalmente criar uma maior “indústria do aborto” e assim aumentar imenso os lucros para esses sectores (ver estatisticas abaixo).

Depois de este médico ter efectuado cerca de 75 mil abortos, com a introdução da tecnologia de ecografias e conjuntamente com outros médicos, começou por fazer uma pesquisa científica sobre a vida intra-uterina chamada de Medicina Embrionária ou Fetologia, tendo descoberto factos que muito surpreenderam a comunidade médica, tanto em termos biológicos como éticos (ver artigos mais abaixo). Ao saber desses novos factos que muito chocaram Bernard Nathanson, este deixou de praticar abortos e actualmente defende a vida do nascituro e de encontrar soluções alternativas ao aborto, como providenciar apoios concretos à mulher, criança e família evitando recorrer ao aborto.

Esteve presente em Portugal no “Congresso pela Vida”. Mais abaixo Bernard Nathanson apresenta um documentário da
sua autoria que demonstra factos importantes para se ter tornado pró-vida.

CONFISSÃO SURPREENDENTE DE UM MÉDICO
EX-ABORTISTA

Bernard Nathansonco-founder and first presidentNational Abortion Right Action League

Eu sou pessoalmente responsável por 75.000 abortos. Isto legitima as minhas credenciais para falar com alguma autoridade sobre este assunto. Eu fui um dos fundadores da NARAL (National Association for the Repeal of the Abortion Laws) nos EUA, em 1968. Nesta época, uma pesquisa de opinião fiável descobriu que a maioria dos americanos eram contra o aborto permissivo. Em cinco
anos nós tínhamos convencido O Tribunal Supremo dos EUA a promulgar a decisão que legalizou o aborto nos EUA em 1973 e tornou legal o aborto até ao momento anterior ao nascimento.
Como fizemos isto?

É importante entender as tácticas utilizadas porque as mesmas têm sido usadas em todo o Ocidente com algumas pequenas mudanças, sempre com o intuito de mudar as leis do aborto.

A 1ª TÁCTICA ERA GANHAR A SIMPATIA DOS MEDIA:
Nós persuadimos os meios de comunicação que a causa de permitir o aborto era uma causa liberal, esclarecida, sofisticada. Sabendo que se uma pesquisa fiável fosse feita, nós seríamos derrotados, nós simplesmente fabricámos resultados de pesquisas fictícias. Anunciámos aos meios de comunicação que tínhamos feito pesquisas e que 60% dos americanos eram favoráveis à liberalização do aborto. Esta é a táctica da mentira auto-satisfatória. Poucas pessoas gostam de fazer
parte da minoria.

Nós adquirimos muitos simpatizantes para divulgarmos o nosso programa de permissividade do aborto ao fabricármos o número de abortos ilegais feitos no EUA anualmente. Enquanto este número era de aproximadamente 100.000, nós dizíamos repetidamente aos meios de comunicação que o mesmo era de 1.000.000. A repetição de uma grande mentira várias vezes convence o público. O número de mulheres que morriam em conseqüência de abortos ilegais era em torno de 250, anualmente. O número que constantemente dávamos aos meios de comunicação era 10.000. Estes números falsos
criaram raízes nas consciências dos americanos, convencendo muitos da necessidade de revogação da lei contra o aborto. Um outro mito que demos ao público através dos media era que a legalização do aborto seria a única forma de tornar legais os abortos que então eram feitos ilegalmente. O aborto está a ser actualmente utilizado como o principal método de controle de natalidade no EUA e o número de abortos feitos anualmente cresceu em 1500% desde a legalização ( ver:
http://www.johnstonsarchive.net/policy/abortion/index.html ).


A 2ª TÁCTICA ERA ATACAR O CATOLICISMO:
Nós sistematicamente difamámos a Igreja Católica e suas “ideias
socialmente retrógradas” e colocámos a hierarquia católica como o vilão que se opunha ao aborto. Esta música foi tocada incessantemente. Nós divulgávamos aos media mentiras tais como: “todos sabemos que a oposição ao aborto vem da hierarquia e não da maioria dos católicos” e “pesquisas comprovam que a maioria dos católicos quer uma reforma na lei contra o aborto”. E os media martelavam tudo isto sobre os americanos, persuadindo-os que alguém que se opusesse ao aborto permissivo devia estar sob a influência da hierarquia Católica e que católicos favoráveis ao aborto eram esclarecidos e progressistas. Uma inferência desta táctica foi a de que não havia nenhum grupo não-Católico oposto ao aborto. O facto de que as outras religiões Cristãs e não-Cristãs eram (e ainda são) monoliticamente opostas ao aborto foi constantemente suprimido, assim como as opiniões de ateístas pró-vida.

A 3ª TÁCTICA ERA DENEGRIR E SUPRIMIR TODA EVIDÊNCIA DE QUE A VIDA SE INICIA NA CONCEPÇÃO:
Muito me perguntam o que me fez mudar de pensamento. Como mudei de proeminente abortista para advogado pró-vida? Em 1973
eu tornei-me director de obstetrícia de um grande hospital na cidade de Nova Iorque e tive que iniciar uma unidade de pesquisa pré-natal, no início de uma nova tecnologia que usamos agora para estudar o feto no útero. Uma táctica pró-aborto favorita é insistir em que a definição de quando a vida inicia é impossível; que esta questão é uma questão teológica, moral ou filosófica, nada científica. A fetologia tornou inegável a evidência de que a vida se inicia na concepção e requer toda protecção e o cuidado de que qualquer um de nós necessita.

Porque, podem perguntar, alguns médicos americanos, cientes das descobertas da fetologia, desacreditam-se fazendo abortos? Simples aritmética: a US$ 300 dolares cada, 1,55 milhões de abortos significam uma indústria de US$ 500.000.000 dolares anuais, dos quais a maior parte vai para o bolso do médico que faz o aborto. É claro que a permissividade do aborto é claramente a destruição do que é, inegavelmente, uma vida humana. É um inadmissível acto de violência. Todos devem reconhecer que uma gravidez não planeada é um dilema difícil. Mas, procurar a sua solução num deliberado acto de destruição é desprezar a vastaquantidade de recursos do génio humano e abandonar o bem-estar da população a uma clássica resposta utilitarista aos problemas sociais.


COMO CIENTISTA EU SEI – NÃO APENAS ACREDITO – QUE A VIDA HUMANA SE INICIA NA CONCEPÇÃO

Embora eu não seja formalmente religioso, acredito de todo o meu coração que há uma Divindade que nos impele a declarar o fim e a paragem definitiva deste infinitamente triste e vergonhoso crime contra a humanidade.”
Fontes:
http://www.pregnantpause.org/abort/remember-naral.htmhttp://www.juntospelavida.org/nathanson.html
http://www.maternidadevida.org/noticias_aborto.php?id=33


Mais artigos sobre o assunto:

http://www.pregnantpause.org/abort/remember-naral.htmhttp://www.google.com/search?hl=en&q=%22Bernard+Nathanson%22

OS INTERESSES DOS LOBBIES ECONÓMICOS EM PORTUGAL

– Os reais preços do aborto liberalizado e gratuito:

Em Portugal, se o aborto for liberalizado o estado vai pagar de forma livre e gratuita para que a grande maioria das mulheres que o queiram, possam livremente fazer abortos em clínicas privadas. Apesar do que o Ministro da Saúde tinha dito em Janeiro de 2007 na SIC, que o aborto iria custar entre 300 e 700 Euros, a realidade é que apesar destas declarações contraditórias, o Ministro já deveria saber perfeitamente bem que o seu governo já tinha estabelecido em 2006 os preços de pagamento para as clínicas, que se situam entre 829 a 1074 Euros por aborto ( http://dre.pt/pdf1sdip/2007/01/01601/00020124.PDF – ver final da página 45), números estes que pelo motivo óbvio que não têm sido divulgados.

Apesar destes valores muito altos e muito acima da média que os contribuintes portugueses vão ter de pagar essencialmente para clínicas privadas de aborto, ainda assim e de forma muito grave, o governo diz não ter dinheiro para continuar a dar contraceptivos gratuitos em centros de saúde e muito menos, dinheiro para poder de forma mais eficaz e abrangente através de associações e instituições, poder apoiar mulheres, crianças e famílias carenciadas, que isto sim é o essencial. Para se poder pagar abortos de forma livre e gratuita, o governo terá de reduzir fundos  em certos sectores do estado (como os apoios aqui referidos) para poder financiar os vários milhões necessários para a realização dos abortos. Assim, precisamente falha-se redondamente na questão de dar melhores condições de vida às pessoas e prevenir algumas das causas para que mais abortos possam ter lugar, o que não faz sentido nenhum do ponto de vista social e humanitário. Quem ganhará e muito com estas decisões governamentais, serão as clínicas privadas de aborto e médicos que já estão a estabelecer-se desde o ano passado em Portugal a preparar-se para a liberalização.

No entanto, em clínicas privadas de aborto legalizadas em Espanha, paga-se cerca de 400 Euros (Investigação RTP), menos de metade do preço que será praticado em Portugal onde os abortos são feitos nas mesmas condições legais e clínicas que em Espanha, e em alguns casos nas mesmas clínicas espanholas, pois através dos mass média, já se tem conhecimento que o governo já negociou com algumas clínicas a sua implementação em Portugal, sendo que já existem algumas em Lisboa prontas a abrir depois de dia 11. Assim fica uma pergunta:
praticado em Espanha para empresas privadas? Isto é sem dúvida um dado muito estranho e incoerente que pode revelar factos que deveriam ser investigados.
Se os abortos são feitos nas mesmas condições legais e clínicas que em Espanha, porque é que o estado vai pagar mais do dobro do preço

– Interesses da indústria farmacêutica:

Há também que ver os interesses das indústrias farmacêuticas,
que procuram comprar bebés abortados para com os seus “pedaços”, poder extrair células estaminais e assim investigar e desenvolver medicamentos que dão a essas mesmas indústrias ao longo dos anos, milhares de milhões em lucros. As clínicas que fazem abortos, vendem esses “pedaços” para essas empresas farmacêuticas, ganhando assim mais um lucro extra.

– Estatísticas, motivos para o aborto e consequências do mesmo:

Se o aborto for liberalizado em Portugal, e ao contrário do que todos os movimentos do sim afirmam de forma manipuladora, com o passar dos
anos este irá sem dúvida alguma, aumentar bastante. Como demonstra-se por factos estatísticos e oficiais em dezenas de países do 1º mundo que já têm o aborto liberalizado há algumas décadas, este aumentou sempre e de forma constante a cada ano que passava, tendo por exemplo nos EUA em cerca de 20 anos, aumentado 1500% em relação ao primeiro ano de aborto livre (1973) – Ver dados: http://www.johnstonsarchive.net/policy/abortion/index.html
.

Ao contrário do que se pensa, não é o aborto clandestino (que nunca irá terminar) que dá mais dinheiro a certos sectores, é
sim o aborto liberalizado e ainda por cima pago pelo estado.

quem mais ganha com o aborto, tem obviamente fortes interesses que este se torne liberalizado, para poderem ganhar mais e não terem de enfrentar problemas legais. Pois como demonstram os dados acima, através do aborto liberalizado a procura aumenta de ano para ano, e por conseguinte, também os lucros para as clínicas privadas e os médicos que participam neste processo, chegando facilmente aos lucros de dezenas de milhões de euros. Só para se ter uma ideia, as clínicas em Portugal, só com 5 abortos ganham 5.000 euros (mil contos), se
forem 500, será um lucro de 500.000 Euros, e por diante…
Assim

ESTATÍSTICAS OFICIAIS: Nestes dois sites, pode-se ver quais os principais motivos para mulheres fazerem aborto, sendo que mais de 92% têm apenas motivos de ordem social e económica.

MOTIVOS DO ABORTO:

Violação ou incesto – 1%

| Potenciais problemas de saúde (mãe ou feto) – 6%

| Razões sociais (i.e. criança não desejada ou inconveniente) –
93%: http://www.johnstonsarchive.net/policy/abortion/index.html + http://www.sobreoaborto.info/estatistica/estatistica.htm .

– Ver conclusão de alguns factos científicos sobre a vida intra-uterina nestes artigos:

1- http://groups.yahoo.com/group/InfoNature-Portugues/message/6942-
http://groups.yahoo.com/group/InfoNature-Portugues/message/6893-
http://groups.yahoo.com/group/InfoNature-Portugues/message/679

Um grito de silêncio – Nascituro luta pela sua vida

Por Dr. Bernard Nathanson

Um documentário comovente a não perder:

http://video.google.com/videoplay?docid=6632732813222390835

Mais vídeos (ver menu): http://www.silentscream.org/index.html

Uma imagem vale por mil palavras, pensamentos e argumentos…

Neste documentário impressionante e muito comovente realizado em 1984 sobre a vida intra-uterina, pode-se ver em imagens de ultra-som, um caso de um nascituro (feto) de apenas de 12 semanas, a mover-se frenética e intensamente dentro do útero, com um ritmo cardíaco muito elevado devido ao enorme stress pelo facto de estar a sentir imensas dores, provocadas por um médico que o tenta destruir. Ele tenta “fugir”, tenta “lutar” pela sua vida, mas o resultado final é certo, ao mesmo tempo que se consegue ver pelas imagens que o nascituro como que grita, tentando expressar a sua enorme dor.

O objectivo deste documentário, realizado por um médico que antigamente era um fervoroso apoiante do aborto que mais tarde se arrependeu quando teve conhecimento destes factos, foi o de provar que os fetos ou bebés, como lhe queiram chamar, são na realidade para a sua idade, seres sensíveis e conscientes com altos níveis de consciência muito mais desenvolvidos do que se pensava. Este documentário demonstra factos científicos sobre estes novos seres, que não se julgavam ser possíveis, até terem sido
registrados em imagens
. Uma imagem vale por mil argumentos…

Tanto a mãe da criança como o médico que destruiu a vida
dessa mesma criança, depois de terem visto essas imagens de ultra-som, ficaram muito chocados e nunca mais falaram sobre o assunto, tendo o médico desistido de imediato de continuar a praticar tais acções.

Para além desta questão, este vídeo demonstra dados pouco
conhecidos sobre a realidade do aborto e os interesses económicos e lobbies escondidos por detrás do mesmo. A não perder.


PARA MAIS INFORMAÇÕES E PARTICIPAR NO DEBATE SOBRE O ABORTO:

http://www.eco-gaia.net/forum-pt/index.php/topic,226.0.html

Vídeos e documentários sobre o aborto:
http://video.google.com/videoplay?docid=6632732813222390835
http://video.google.com/videoplay?docid=-672670109099506418&q=abortion

Alguns websites sobre esta questão, com mais dados, fotografias e vídeos:
Sites: http://www.abortionno.orghttp://aborto.aaldeia.net/
http://www.eco-gaia.net/forum-pt/index.php/topic,226.msg468.html#msg468Imagens: http://www.abortionno.org/Resources/pictures.htmlhttp://pipas.zip.io/index02.html

Disponivel em

http://gaia.org.pt/node/1272

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