Concepção: A origem da vida humana.

Cristiane Rozicki


Concepção: A origem da vida humana.

Disponivel em

https://objetodignidade.wordpress.com/2009/01/07/concepcao-a-origem-da-vida-humana/

——

É indiscutível, uma certeza cientifica à qual não há oposições: a vida humana inicia a partir da concepção. Não existem dúvidas nas ciências. Da Biologia à Medicina, é sabido que a vida humana inicia com a fecundação do óvulo.

Alice Teixeira Ferreira, médica formada em 1967 na Escola Paulista de Medicina, Livre Docente de Biofísica e coordenadora do Núcleo Interdisciplinar de Bioética da UNIFESP, citando vários autores, desde o estudo celular e da embriologia que é o estudo do desenvolvimento de embriões e fetos, afirma:

“TODOS nós passamos pelas mesmas fases do desenvolvimento intra-uterino: fomos um ovo, uma mórula, um blastocisto, um feto. Em todos os textos, os autores expressam sua admiração de como uma célula, o ovo, dá origem a algo tão complexo como o ser humano. Alguns afirmam tratar-se de um milagre.” [i][i]


Expõe ainda, Alice Teixeira Ferreira, que esta certeza tem base em evidências experimentais. As pesquisas tiveram expansão com o aumento da sensibilidade microscópica, o que permitiu observar, em 1827, por Karl Ernst von Baer, “(…) o ovo ou zigoto em divisão na tuba uterina e o blastocisto no útero de animais”, assim como foi possívl deescrever “(…) os estágios correspondentes do desenvolvimento do embrião”. [ii][ii]

Schleiden e Schwan formularam a Teoria Celular, em 1839. É alcançada a compreensão de que o corpo é composto por muitas células, o que levou à certeza “(…) de que o embrião se forma a partir de uma ÚNICA célula, o zigoto” que passa por divisões celulares formando “(…) os tecidos e órgãos de todo o ser vivo, em particular o humano”.[iii][iii]

Enfim, com base nas certezas científicas, “(…) o Papa Pio IX aceitou a concepção como a origem do ser humano, em 1869. Não se trata, portanto, de um dogma religioso, mas da aceitação de um fato cientificamente comprovado”.[iv][iv]

Os experimentos de R. Gardener e Magdalena Zernicka-Goetz, relatados em 2002, demonstraram “(…) que o nosso destino está determinado no primeiro dia, no momento da concepção”.[v][v]

Está bem estabelecido que na espécie humana, e em quase todas as espécies animais mamíferos, cada novo indivíduo forma-se a partir da união de um espermatozóide com um óvulo. As células se unem, é a fecundação. União de células que estão vivas.

Em “Noções de Embriologia Humana”, 1998, Karine Kavalco, 1998, explica o desenvolvimento embrionário humano. Esclarece que o “(…) desenvolvimento humano começa na concepção ou fertilização”. A fertilização é uma

“(…) seqüência de eventos que começam com o contato de um espermatozóide e um ovócito (…), terminando com a fusão dos núcleos do espermatozóide e do óvulo e a conseqüente mistura dos cromossomos maternos e paternos (…)”.[vi][vi]

As fases do desenvolvimento humano estão também descritas em “Embriologia”, que inicia a exposição dizendo que a “(…) reprodução sexuada envolve a união do espermatozóide com o óvulo, (…) o que torna possível a mistura dos caracteres genéticos das populações de uma espécie (…).”[vii][vii]

Concepção: a origem da vida humana, foi escrito em abril de 2006 e é o segundo item de artigo não publicado e ainda não concluido.

25 de agosto de 2006.

Cristiane Rozicki




[i][i] FERREIRA, Alice Teixeira. A origem da vida e do ser humano e o aborto. Disponível em: http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/artigos.asp?idArtigo=75. Acesso em: 25 de janeiro de 2006.


[ii][ii] FERREIRA, Alice Teixeira. A origem da vida e do ser humano e o aborto. Disponível em: http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/artigos.asp?idArtigo=75. Acesso em: 25 de janeiro de 2006.


[iii][iii] Idem.

[iv][iv] Idem.

[v][v] Idem.

[vi][vi] KOVALCO, Karine. Noções de Embriologia Humana, 1998. Disponível em: http://www.biociencia.org/morfologia/embriologia_humana.htm . Acesso em: 22 de janeiro de 2006.

[vii][vii] Embriologia: fases do desenvolvimento humano. Disponível em: . http://www.consulteme.com.br/biologia/embrioe.htm Acesso em: 22 de janeiro de 2006.

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