Um dos dias mais tristes em Portugal

Aborto descriminalizado em Portugal

 

PORTUGAL VIVE HOJE UM DOS DIAS MAIS TRISTES DA SUA HISTÓRIA!

Um erro que persistimos cometer!

Aborto

Fonte:

http://hiderefer.com/?http://minhas_ideias.blog.pt/Aborto/

Domingo, Novembro 04, 2007

Escrito por Carlos Alberto Videira

Um erro que persistimos cometer!

Mais de 2400 mulheres interromperam voluntariamente a gravidez, tendo em conta a lei em vigor. São números que retratam a realidade nacional, até ao passado dia 20 de Outubro.

Em pouco mais de três meses, num país tão pequeno, o numero de vitimas já ascende a quase 2500 sem que se dê por isso. Vitimas inocentes, mais injustas do que em qualquer guerra jamais feita e sem nenhuma razão capaz de justificar tal atrocidade. A luta continua. Ardua e dificil mas continua, porque urge fazer qualquer coisa que devolva a esperança e o bom senso às pessoas. Porque urge recuperar o humanismo e o direito à vida de todos. Porque não sabemos quando acabamos mas sabemos onde começamos, e todos nós já fomos a tal semente que desabrochou ao longo dos anos há que lembrar que o aborto não é a solução. É antes o problema remediado e proveitoso. Não nos resignamos. Queremos mais VIDA!

Especialistas reúnem-se para revelar os efeitos do aborto na saúde da mulher:
– o aborto e a Perturbação Pós-Traumática na mulher;
– o aborto e o risco posterior de prematuridade;
– a relação entre o aborto e o cancro da mama e,
– os riscos da pílula abortiva.

Dia 8 de Novembro, no Hotel Villa Rica, em Lisboa.
Mais informações:
http://www.lisbonmedicalconference.net/

Sabemos que Hitler e Estaline erraram profundamente com o seu projecto de sociedade ideal que excluía milhões de outros seres humanos. Sabemos que os terroristas e os senhores da guerra estão errados. Sabemos que as salas da morte na China para crianças e deficientes são um atentado à dignidade humana. Sentimo-nos orgulhosos por pertencermos a um país que desde o século XIX aboliu a escravatura e a pena de morte; consideramos este facto uma marca de civilização digna da nossa auto-estima como povo. Sabemos que atentar contra a diversidade da vida na Terra, caçar animais em extinção ou destruir ninhos de cegonhas está errado. Sabemos que poluir os rios e os mares, com todas as implicações que isso tem para a vida aquática, está errado.

Sabemos, com toda a certeza, que só um profundo respeito pela Vida em todas as suas formas, e com especial reverência para a vida humana, é digno de nós. – Teresa  Maduro Gonçalves

Escrito por Carlos Alberto Videira at 22:39 |

Domingo, Julho 15, 2007

ABORTO PROVOCADO É ASSASINATO

OU

VOCÊS ESCOLHERAM

O GOVERNO APOIOU

 

INOCENTES MORRERÃO!!!

PORTUGAL VIVE HOJE UM DOS DIAS MAIS TRISTES DA SUA HISTÓRIA!

COMUNICADO

Portugal tem hoje uma das leis mais permissivas da Europa que saída dos “anos 60” parece promover que se façam abortos até às dez semanas, recusando uma atitude favorável à salvaguarda da vida. Com a sua implementação começam a colocar-se os problemas inerentes a qualquer perspectiva séria de funcionamento dos hospitais.

Noticiava ontem (10 de Julho de 2007) o Diário de Notícias “A administração do Hospital S. Francisco Xavier, em Lisboa – onde 100% dos médicos são objectores de consciência para o aborto a pedido da mulher – está já a contactar as unidades privadas da cidade no sentido de perceber para onde pode enviar as grávidas que queiram abortar. Isto porque não tem tido resposta favorável dos outros hospitais da região que integram o Serviço Nacional de Saúde (SNS). “Teremos que nos virar para os privados. “, admite o administrador da unidade, Miguel Boquinhas.”.

Os médicos não querem fazer abortos, em pleno século XXI sabem que um aborto termina com a vida de um ser humano na barriga da sua mãe e portanto declaram-se objectores de consciência – a sua função é dar vida e não acabar com vidas saudáveis. Um forte elogio merece, de facto, a nossa classe médica pela lucidez ética e profissional com que tem marcado a sua posição.

Prepara-se então o Estado Português para obrigar os hospitais públicos a contratar com privados ou encaminhar para outras unidades de saúde as mulheres que queiram fazer abortos.

É absolutamente espantosa a ênfase abortista do nosso Governo, apressando-se a promover e publicitar o aborto livre. Preocupante é, por outro lado, que este mesmo Governo nada faça nos casos em que a saúde dos portugueses está verdadeiramente em risco, como sejam cancros e outros dramas efectivos: nestes casos não recorre à oferta privada, antes limita-se a encolher os ombros e criar listas de espera. Porque dois pesos e duas medidas? Para abortar há sempre dinheiro mas para curar já não??

Melhor seria não brincar com saúde de portugueses e com a vida dos nossos filhos.

Exigimos ao Ministro da Saúde e às administrações dos Hospitais que se deixem de hipocrisias e discriminações e tenham para com os portugueses à espera de tratamento ou de uma cirurgia, pelo menos, o mesmo afã que manifestam para atender quem quer abortar uma filha ou um filho saudável.

JUNTOS PELA VIDA ASSOCIAÇÃO

Escrito por Carlos Alberto Videira at 19:22 |

Quarta-feira, Julho 04, 2007

O Mundo ao Contrário

Porque só nós é que queremos viver neste atraso, que iludidos chamamos de avanço quando:

  • · França:

Ex-ministra que introduziu aborto na França muda de opinião

Comentário de Simone Veil ante as clínicas abortistas da Espanha

PARIS, quarta-feira, 20 de junho de 2007 (ZENIT.org).- Simone Veil, a ex-ministra francesa de saúde que introduziu a lei de despenalização do aborto em 1975, reconhece que a ciência está demonstrando a existência de vida desde a concepção.

«Cada vez é mais evidente cientificamente que desde a concepção trata-se de um ser vivo», afirma a primeira mulher em presidir o Parlamento Europeu de Estrasburgo entre 1979 e 1982.

Seus comentários aconteceram no contexto da reportagem difundida pelo canal de televisão «France 2», em 14 de junho, no qual se mostra como na Espanha se realizam abortos até no oitavo mês de gravide z, informa a revista de imprensa da Fundação Jérôme Lejeune (http://www.genethique.org).

No documentário, vê-se a uma jornalista grávida de oito meses a quem é proposto um aborto em uma clínica privada da Barcelona pelo preço de 4.000 euros.

Simone Veil, de origem judaica, que sofreu a deportação a Auschwitz, reconhece que esta situação é «espantosa», mas que legalmente não é possível impedir as mulheres européias de viajar para a Espanha, pois a Corte européia afirmou que se trata de uma questão própria das legislações nacionais, e não da Europa.

A investigação jornalística constata que na França começa a ser difícil encontrar médicos dispostos a praticar o aborto por causa da objeção de consciência.

«Não se pode obrigar a pessoa a ir contra suas convicções», afirma Veil, prêmio Príncipe de Astúrias de Cooperação Internacional 2005.

Ao referir-se à introdução da lei do aborto na França, revela a antiga ministra, «o único assunto que havia negociado com a Igreja tinha sido a impossibilidade de forçar os médicos. É um ponto que é preciso manter, pois não se pode obrigar ninguém a ir contra suas convicções».

  • · Estados Unidos da América

Primeira restrição ao aborto nos EUA

O Supremo Tribunal dos Estados Unidos operou ontem uma primeira reviravolta simbólica na questão do aborto ao validar uma lei federal de 2003 que proíbe um método cirúrgico de interrupção tardia da gravidez. Por cinco votos contra quatro, o tribunal autorizou, assim, a primeira restrição nacional ao aborto depois da decisão daquele órgão que autorizou a IVG em 1973.

Jornal de Notícias – 19/04/2007

  • · Espanha/Portugal

O primeiro-ministro espanhol anunciou hoje a instituição de um subsídio de nascimento de 2500 Eur, em linha do que tem vindo a ser praticado na esmagadora maioria dos países europeus, cada vez mais preocupados, com razão, com a reduzida taxa de natalidade.

Recorde-se que, em Espanha, a taxa de natalidade já é crescente, mas, por estar longe dos desejáveis 2.1 filhos por casal, o governo viu-se na necessidade de aumentar os apoios às famílias com filhos, conforme tem vindo a ser insistentemente lembrado pela Comissão Europeia.

Em Portugal

Por cá, sucede precisamente o contrário, apesar de Portugal ser dos raros países europeus com taxa de natalidade decrescente. Os resultados de 2006, ainda não divulgados pelo INE, irão apresentar o resultado do agravamento da política anti-natalista por parte deste governo que, não satisfeito, recentemente anunciou o aumento das taxas moderadoras para crianças até aos 12 anos, e isenção das mesmas taxas para as mulheres que abortam!

Estando agora Portugal a presidir à Europa, a APFN apela ao primeiro-ministro para seguir o exemplo de Espanha e, na continuação da presidência alemã, adoptar, em Portugal, as medidas de apoio às famílias com filhos que têm vindo a ser adoptadas, com sucesso, na esmagadora maioria dos nossos parceiros europeus.

3 de Julho de 2007

APFN – Associação Portuguesa de Famílias Numerosas

Rua Fernanda Alves, Zona 3, Lote 1, Loja A

1750-391 Lisboa

Tel.: 217 552 603 – 919 259 666 – 917 219 197

Fax: 217 552 604

Escrito por Carlos Alberto Videira at 13:57

Quarta-feira, Abril 11, 2007

Aborto – Dando voz a quem não a tem…

http://www.youtube.com/v/FJDEOv-kasU

O Presidente da República promulgou ontem a lei da exclusão da ilicitude nos casos de interrupção voluntária da gravidez, tendo enviado à Assembleia da República uma mensagem em que identifica um conjunto de matérias que deve merecer especial atenção por parte dos titulares do poder legislativo e regulamentar, de modo a assegurar um equilíbrio razoável entre os diversos interesses em presença.

É o seguinte o teor da mensagem enviada pelo Presidente da República à Assembleia da República:

Nos termos do artigo 134º, alínea b), da Constituição, decidi promulgar como Lei o Decreto nº 112/X, da Assembleia da República, que regulou a exclusão da ilicitude nos casos de interrupção voluntária da gravidez.

No uso da faculdade prevista na alínea d) do artigo 133º da Constituição, entendi fazer acompanhar o acto de promulgação de uma mensagem à Assembleia da República.

1. Como é do conhecimento público, o Decreto nº 112/X foi aprovado na sequência do referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez que se realizou no dia 11 de Fevereiro de 2007, o qual não logrou obter a participação de votantes necessária para que o mesmo se revestisse, nos termos do artigo 115º, nº 11, da Constituição, de carácter juridicamente vinculativo.

2. Não se encontrando a Assembleia da República juridicamente vinculada aos resultados do citado referendo, entendeu todavia o legislador, no uso de uma competência que a Constituição lhe atribui, fazer aprovar o Decreto que agora me foi submetido a promulgação.

3. Para esse efeito, terá por certo concorrido a circunstância, a que o Presidente da República não pode ser indiferente, de naquele referendo ter sido apurada uma percentagem de 59,25 % de votos favoráveis à despenalização da interrupção voluntária da gravidez, nas condições e nos termos expressos na pergunta submetida à consulta popular e cuja constitucionalidade o Tribunal Constitucional, através do seu Acórdão nº 617/2006, deu por verificada.

4. De igual modo, não pode o Presidente da República ser indiferente à circunstância de o Decreto nº 112/X ter sido aprovado por uma larga maioria parlamentar.

5. Considero, todavia, que existe um conjunto de matérias que deve merecer especial atenção por parte dos titulares do poder legislativo e regulamentar, de modo a que, da concretização da legislação ora aprovada e de outras leis a emitir no futuro, se assegure um equilíbrio razoável entre os diversos interesses em presença.

6. Assim, prevendo a Lei que a «informação relevante para a formação da decisão livre, consciente e responsável» da mulher grávida, a que se refere a alínea b) do nº 4 do artigo 142º do Código Penal, seja definida através de portaria – opção que se afigura questionável, dada a extrema sensibilidade da matéria em causa – importa, desde logo, que a mulher seja informada, nomeadamente sobre o nível de desenvolvimento do embrião, mostrando-se-lhe a respectiva ecografia, sobre os métodos utilizados para a interrupção da gravidez e sobre as possíveis consequências desta para a sua saúde física e psíquica.

A existência de um «período de reflexão» só faz sentido, em meu entender, se, antes ou durante esse período, a mulher grávida tiver acesso ao máximo de informação sobre um acto cujas consequências serão sempre irreversíveis. E a decisão só será inteiramente livre e esclarecida se tiver por base toda a informação disponível sobre a matéria.

Por outro lado, afigura-se extremamente importante que o médico, que terá de ajuizar sobre a capacidade de a mulher emitir consentimento informado, a possa questionar sobre o motivo pelo qual decidiu interromper a gravidez, sem que daí resulte um qualquer constrangimento da sua liberdade de decisão.

Parece ser também razoável que o progenitor masculino possa estar presente na consulta obrigatória e no acompanhamento psicológico e social durante o período de reflexão, se assim o desejar e a mulher não se opuser, sem prejuízo de a decisão final pertencer exclusivamente à mulher.

É ainda aconselhável que à mulher seja dado conhecimento sobre a possibilidade de encaminhamento da criança para adopção, no âmbito da informação disponibilizada acerca dos apoios que o Estado pode dar à prossecução da gravidez, nos termos da alínea b) do nº 2 do artigo 2º da presente Lei.

A transmissão desta informação deve revestir-se de um conteúdo efectivo e concreto, não podendo cingir-se a uma mera formalidade, antes tendo de incluir todos e quaisquer elementos que esclareçam a mulher sobre a existência de procedimentos, medidas e locais de apoio do Estado à prossecução da gravidez e à maternidade.

A disponibilização da informação acima referida constitui algo que não só não contende com a liberdade de decisão da mulher, como representa, pelo contrário, um elemento extremamente importante, ou até mesmo essencial, para que essa decisão seja formada, seja em que sentido for, nas condições mais adequadas – quer para a preservação do seu bem-estar psicológico no futuro, quer para um correcto juízo de ponderação quanto aos interesses conflituantes em presença, quer, enfim, quanto às irreparáveis consequências do acto em si mesmo considerado.

7. Tendo em conta que o acompanhamento psicológico e social, durante o período de reflexão que precede a interrupção da gravidez, pode ser prestado não apenas em estabelecimentos oficiais mas também em estabelecimentos de saúde oficialmente reconhecidos ( v.g., clínicas privadas especialmente dedicadas a esse fim), importa que o Estado assegure uma adequada fiscalização, designadamente através da implementação de um sistema de controlo da qualidade profissional e deontológica e, bem assim, da isenção daqueles que procedem a tal acompanhamento.

Na verdade, podendo não existir separação entre o estabelecimento onde é realizado o acompanhamento psicológico e social e aquele em que se efectua a interrupção da gravidez e tendo a Lei procurado garantir a imparcialidade e a isenção dos profissionais de saúde – determinando-se, nomeadamente, que o médico que realize a interrupção não seja o mesmo que certifica a verificação das circunstâncias que a tornam não punível -, considero que salvaguardas do mesmo teor devem ser asseguradas no que respeita ao acompanhamento psicológico e social, especialmente quando a interrupção da gravidez é realizada numa clínica privada.

Além disso, o Estado não pode demitir-se da função de criar uma rede pública de acompanhamento psicológico e social, para as mulheres que o pretendam, ou de apoiar a acção realizada neste domínio por entidades privadas sem fins lucrativos.

8. Para além do plano regulamentar, a exclusão dos profissionais de saúde que invoquem a objecção de consciência, prevista no nº 2 do artigo 6º, parece assentar num pressuposto, de todo em todo indemonstrado e ademais eventualmente lesivo da dignidade profissional dos médicos, de que aqueles tenderão a extravasar os limites impostos por lei e, além de informarem a mulher, irão procurar condicioná-la ou mesmo pressioná-la no sentido de esta optar pela prossecução da gravidez.

Não parece que a invocação da objecção de consciência à prática da interrupção da gravidez constitua, em si mesma, motivo para a desqualificação dos médicos para a prática de um acto de outra natureza – a realização de uma consulta com um conteúdo clínico informativo.

Esta exclusão é tanto mais inexplicável quanto, em situações onde podem existir legítimos motivos para suspeitar da imparcialidade e da isenção dos prestadores da informação, o legislador nada previu, nem evidenciou idênticas preocupações quanto à salvaguarda da autonomia das mulheres.

9. Além disso, é legítimo colocar a dúvida sobre se a invocação do direito à objecção de consciência pelos médicos e outros profissionais de saúde tem de ser feita obrigatória e exclusivamente de modo geral e abstracto – o que parece desproporcionado – ou se poderá ser realizada também selectivamente, de acordo com circunstâncias específicas transmitidas pela mulher, nomeadamente o recurso reiterado à interrupção da gravidez, a existência de pressão de outrem para a decisão tomada ou mesmo o sexo do embrião, cada vez mais precocemente determinável.

10. Considero que devem ser delimitadas de forma rigorosa as situações de urgência em que a interrupção da gravidez pode ter lugar sem a obtenção do consentimento escrito da mulher e sem observância do período de reflexão mínimo de três dias, nos termos do nº 6 do artigo 142º do Código Penal. Esta questão ganha agora uma acuidade acrescida com a despenalização da interrupção da gravidez, por opção da mulher, até às dez semanas.

11. Sendo a interrupção da gravidez um mal social a prevenir, como foi amplamente reconhecido por todas as forças que participaram na campanha do referendo, será anómalo que o legislador não tome providências que visem restringir ou disciplinar a publicidade comercial da oferta de serviços de interrupção da gravidez.

Assim, à semelhança do que fez em relação a outros males sociais, devem proscrever-se, nomeadamente, formas de publicidade que favoreçam a prática generalizada e sistemática da interrupção voluntária da gravidez, em detrimento de métodos de planeamento familiar cujo acesso o Estado está obrigado a promover e que, nos termos da presente Lei, se encontra vinculado a transmitir à mulher.

12. Justamente no quadro do planeamento familiar, tem igualmente o Estado a obrigação, agora ainda mais vincada, de levar a cabo uma adequada política de promoção de uma sexualidade responsável e de apoio à natalidade.

13. Registei o progresso efectuado no sentido de aproximar o conteúdo do diploma das soluções contidas na generalidade das legislações europeias nesta matéria, através da proposta de alteração apresentada no Plenário da Assembleia da República no dia 8 de Março, que determinou a obrigatoriedade de a mulher que se proponha interromper a gravidez ser informada sobre «as condições de apoio que o Estado pode dar à prossecução da gravidez e à maternidade».

14. Considero ainda que, se o processo legislativo em causa tivesse beneficiado de um maior amadurecimento e ponderação, talvez daí resultassem, como seria desejável, um consenso político mais alargado e soluções mais claras em domínios que se afiguram de extrema relevância, alguns dos quais atrás se deixaram identificados, a título exemplificativo.

Após a sua entrada em vigor, caberá então verificar se, na prática, esta Lei contribui efectivamente para uma diminuição não só do aborto clandestino como também do aborto em geral, o que implica uma avaliação dos resultados do presente diploma, a realizar pelo legislador num prazo razoável.

15. De todo o modo, no Decreto nº 112/X, aprovado por uma ampla maioria, encontram-se reunidas, no essencial, as condições para que se dê cumprimento aos resultados da consulta popular realizada no dia 11 de Fevereiro de 2007 e à pergunta então submetida a referendo.

Além disso, os aperfeiçoamentos introduzidos no decurso do debate parlamentar constituem, na medida em que se tenham em consideração as observações atrás formuladas, um passo para conciliar a liberdade da mulher e a protecção da vida humana intra-uterina, valor de que o Estado português não pode, de modo algum, alhear-se.

Lisboa, 10 de Abril de 2007

O CONTEUDO DA CARTA É MUITO BONITO E CORRECTO… UM COMENTÁRIO PERFEITO. MAS INOCENTES CONTINUARÃO A MORRER, E O QUE O PR PEDE SERÁ GUARDADO NUMA GAVETA. NÃO ME RESIGNO. É SEMPRE TEMPO DE SALVAR VIDAS. E SEGUIR OS ENSINAMENTOS DE MADRE TERESA DE CALCUTÁ:

“A vida é uma oportunidade, aproveite-a…
A vida é beleza, admire-a…
A vida é felicidade, deguste-a…
A vida é um sonho, torne-o realidade…
A vida é um desafio, enfrente-o…
A vida é um dever, cumpra-o…
A vida é um jogo, jogue-o…
A vida é preciosa, cuide dela…
A vida é uma riqueza, conserve-a…
A vida é amor, goze-o…
A vida é um mistério, descubra-o…
A vida é promessa, cumpra-a…
A vida é tristeza, supere-a…
A vida é um hino, cante-o…
A vida é uma luta, aceite-a…
A vida é aventura, arrisque-a…
A vida é alegria, mereça-a…
A vida é vida, defenda-a…”
“Mas eu sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra contra a criança – um assassinato directo da criança inocente – assassinato pela própria mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo sua própria criança, como nós podemos dizer para outras pessoas que não matem uns aos outros?… Se a lei permite o aborto e a eutanásia, não nos surpreende que se promova a guerra! Temos medo da guerra nuclear e dessa nova enfermidade que chamamos de SIDA, mas matar crianças inocentes não nos assusta. O aborto é pior do que a fome, pior do que a guerra. Um país que aceita o aborto não está a ensinar os seus cidadãos a amar, mas a usar a violência para obterem o que querem. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto. O mundo que Deus nos deu é mais do que suficiente, segundo os cientistas e pesquisadores, para todos; existe riqueza mais que de sobra para todos. É só uma questão de reparti-la bem, sem egoísmo. O aborto pode ser combatido mediante a adoção. Quem não quiser as crianças que vão nascer, que as dê a mim. Não rejeitarei uma só delas. Encontrarei uns pais para elas.”

Escrito por Carlos Alberto Videira at 15:48 |

Quarta-feira, Março 14, 2007

PARA RELEMBRAR QUE A LUTA PELA VIDA CONTINUA…

“DOZE PROVAS QUE O “SIM” TERIA QUE APRESENTAR

1.ª: Tentem provar que não há vida humana até às 10 semanas, que se trata, no dizer de Lídia Jorge, de uma “coisa humana” (?!).

2.ª: Tentem provar que não interessa, que o “feto”, o filho, não morre no aborto.

3.ª: Tentem provar que não interessa, que não há trauma pós-aborto e que a mulher não sofre, e muito.

4.ª: Tentem provar que há mulheres presas com a lei actual.

5.ª: Tentem provar que a lei processual penal não pode ser ainda mais melhorada.

6.ª: Tentem provar que o aborto não aumenta com a liberalização e banalização.

7.ª: Tentem provar que o aborto clandestino irá desaparecer e não continuar, nem aumentar.

8.ª: Tentem explicar o que acontecerá às mulheres que abortam às 10 semanas e 1 dia.

9.ª: Tentem provar que há mesmo 20 mil abortos ilegais por ano em Portugal.

10.ª: Tentem provar que há 5 mil mulheres portuguesas a abortar em Espanha por ano.

11.ª: Tentem provar que o aborto não influenciará as listas de espera para cirurgias e outras efectivas premências médicas.

12.ª: Tentem provar que o nosso dinheiro não servirá para financiar empresas espanholas ou outras internacionais que esperam para se instalar em Portugal.

Não nos resignamos. Não nos conformamos. É fundamental dizer NÃO à liberalização total do aborto

Carlos Alberto Videira at 15:36

Sábado, Fevereiro 17, 2007

Testemunho de Bernard Nathanson

Extracto da conferência do célebre abortista Bernard Nathanson, no Colégio Médico de Madrid em Novembro de 1982 (publicada na revista “Fuerza Nueva”):

Sou obstetra, ginecólogo. Não tenho religião. Antes de estudar a fundo o feto no útero, fiz 5.000 abortos pela minha mão e 60.000 sob minhas ordens. Desde 1971 fui director do maior centro de abortos. Convenci 99% dos americanos a apoiarem o aborto. Agora, a Ciência moderna, as grandes e modernas tecnologias e o estudo do feto convenceram-me a defender a Vida.

Implantei a lei do aborto livre nos E.U.A. através de enganos, mentira, calúnias contra a igreja, com sondagens inventadas e falsificadas, tudo isso difundido por grupos feministas e meios de comunicação, porque a táctica do engano e da grande mentira, se repete muito, acaba por ser aceite como verdade mesmo pelos magistrados, legisladores e governantes quem também lêem e ouvem.

O aborto não é um problema religioso, mas científico e humano, porque eu não tenho religião e apesar disso agora estou a falar-vos contra o aborto.

Em 1972, tendo já convencido os americanos a aderirem ao aborto, decidi criar um departamento de fetologia e estudar o feto no interior do útero. Então comprovei científicamente e pessoalmente que o feto é um ser humano com todas as suas características e que se devem dar os privilégios e vantagens de qualquer cidadão.

Quando estudava medicina (1949) ensinaram-nos que o feto era uma coisa e que só por uma questão de fé se acreditava ser pessoa.

Agora, como cientista, não acredito, SEI CIENTIFICAMENTE, e verifiquei pessoalmente que a vida humana que começa no momento da concepção, pode ser atentida pelo médico no útero, só pode ser uma pessoa e deve ser inviolável.

Desde 1970, essa história de que o feto era uma coisa, mudou com o aparecimento das grandes e novas tecnologias: imagem ultrassónica, o monitor do coração fetal, a fetologia, histeroscopia, teste himunológico… esses aparelhos e máquinas que usamos diariamente permitem-nos o estudo do feto humano e têm-nos convencido que sem dúvida essa criança e também outro ser da Humanidade sem distinção alguma de qualquer um de nós. A imagem ultrassónica permite-nos, pela primeira vez observar como uma criança vai sendo torturada, desmenbrada, desarticulada, esmagada e destruída pelos insensíveis instrumentos de aço do abortista.

As mulheres são tão vítimas como as crianças: embora nem sempre se apercebam disso no ínicio, dezenas de milhares de mulheres sofrem o trauma e destruição de orgãos reprodutores, resultado da operação de que não foram antes bem informadas.

Em caso de violação ou perigo de saúde para a mãe, não se pode tentar resolver uma violência com outra não menos terrível destruindo um ser vivo inocente: é um absurdo que aumento o trauma da mãe.

E se é deficiente? Não deixa de ser pessoa. São mais felizes e dão mais felicidade do que se imagina. o maior fetólogo do mundo, Sir Williams Lilley adoptou uma criança mongoloide e diz que ela lhe deu mais satisfaçõesque os outros seus 4 filhos.

EU ACUSO a Liga do direito ao aborto e todos os que não informam devidamente a mulher.

DESAFIO os abortistas a mostrarem o meu filme “Grito Silencioso” ou outro semelhante a qualquer mulher antes de consentir o aborto.

RECUSO-ME  a acreditar que a humanidade que chegou à Lua, não possa criar uma solução melhor qua a violência, uma solução composta de amor, compaixão e um decente respeito pela prioridade da vida humana.

SE ESTE HOMEM, DEPOIS DE TUDO QUE FEZ NÃO ACEITA O ABORTO COMO SOLUÇÃO, COMO É QUE NÓS O ACEITAMOS EM REFERENDO? NÃO FAZ SENTIDO.

É sempre tempo de salvar vidas…

Escrito por Carlos Alberto Videira at 22:46

Domingo, Fevereiro 11, 2007

Acabou a VIDA até às 10 semanas em Portugal…

Uma vez mostraram-me fotografias de fetos abortados. O que mais me impressionou foi o seu ar de humilhação. Espalhem imagens dessas com a frase: “aqueles que ninguém quis amar”. (Sophia de Melo Breyner Andresen)

RESULTADOS: Vila Praia de Âncora  
   
   
Inscritos 4092  
Votantes 1576 38.51%
Em Branco 19 1.21%
Nulos 9 0.57%
Opções Votos %
Sim 835 53.94
Não 713 46.06
RESULTADOS: CAMINHA  
 
Inscritos 15317  
Votantes 6394 41.74%
Em Branco 96 1.50%
Nulos 37 0.58%
Opções Votos %
Sim 3402 54.34
Não 2859 45.66
RESULTADOS: VIANA DO CASTELO  
   
Inscritos 235008  
Votantes 93164 39.64%
Em Branco 1300 1.40%
Nulos 627 0.67%
       
Opções Votos %
Sim 36970 40.52
Não 54267 59.48
RESULTADOS: Total do País  
 
Inscritos 8832628  
Votantes 3851613 43.61%
Em Branco 48185 1.25%
Nulos 26297 0.68%
Opções Votos %
Sim 2238053 59.25
Não 1539078 40.75

Hoje, a VIDA até às 10 semanas deixou de ser VIDA, num dia cinzento e chuvoso, que reflecte o estado da nossa democracia depois desta lei ser aprovada. É triste que hoje em dia, quando a ciência já confirma que há uma vida, se combata o drama do aborto clandestino, com o aborto livre legal, tornando o problema na solução, aceitando o facilitismo e o mau exemplo de outros países.

Juramento de Hipocrates, Constituição e Código Penal Português e Declaração Universal dos Direitos Humanos, entre outras coisas, deixaram de significar alguma coisa para mim a partir do momento em que os mais fracos e vulneráveis passam a não ser defendidos, e à mulher em dificuldades a sociedade oferece um novo método contraceptivo: o aborto. Nada disso para mim tem significado. O Código Penal e Constituição passam a ser uma falsidade, e a credibilidade que lhes dou é 0. Não há direitos, nem deveres nem penas, quando não há o principio basilar da VIDA, mesmo só até às 10 semanas. Afinal, todos nós já tivemos essa idade.

O meu povo escolheu as clinicas de aborto, em vez do apoio social neste referendo. O governo demite-se das suas responsabilidades perante os cidadãos.

E como fica o aborto depois das 10 semanas? Já há vida? A mulher passa a ser criminosa? Já é desumana? Ridiculo… O povo português deu mostras de ignorância, num mundo onde a ciência e a tecnologia diz que já há vida. E que poderiamos ser nós a estar no ventre da mulher MÃE. É o aborto livre que a sociedade oferece à mulher em dificuldades? O aborto continua a ser a morte pura e simples de um ser humano irrepetivel em qualquer altura, mesmo quando a lei o permite.

É triste também que a abstenção tenha sido tão grande. Um direito pelo qual se lutou durante 48 anos, é hoje algo sem significado e aposto que se nos tirassem esse direito os primeiros a protestar seriam esses, os que não votam. O referendo não é vinculativo, e quando soubermos o erro crasso que cometemos, talvez voltemos atrás. Mas será tarde. Muitos já terão morrido apenas porque era fruto de um erro que lhes custou a vida… Um dia a sociedade chorará os fetos martires, como um segundo Holocausto.

Hoje diz-se que a vontade dos portugueses tem que ser respeitada a 100%, e que apesar de não vinculativo a lei não poderá ser mais alterada pois foi o povo que em referendo o decidiu. Há 8 anos foi exactamente assim. Então porque é que se convocou este referendo? A democracia de há 8 anos era menor que hoje… Não consigo entender isto, muito sinceramente.

E daqui para a frente? Como responderá o sistema de saude, havendo outros casos mais urgentes e emergentes? Qual o destino daqueles bebés? Experiências cientificas? Ou cremes de estética? Ou então o triste destino do caixote do lixo e incineração prosterior? O inimigo morre sem dizer uma unica frase que seria: QUERO VIVER, NÃO ME MATES. E o aborto clandestino? Acabará de vez, ou a consciencia das pessoas sabendo que isso está errado não fará com que o façam às escondidas?

E os médicos? Salvam vidas ou acabam com elas? Como ter confiança ao entrar num hospital sabendo que ele pode ser um abortista.

Da minha parte, como defensor do não, acredito que com os 15 posts apelando ao não e o debate de esclarecimento em Vila Praia de Âncora no qual participei, fiz a minha parte. Se consegui convencer uma unica pessoa que seja a dizer não ao aborto, a minha missão foi comprida, independentemente do resultado final. Não foi suficiente, porque Portugal não cumpriu hoje o seu dever de vanguardista dos Direitos Humanos e não deu um sinal de modernidade ao mundo. HOJE TENHO VERGONHA DE NESTE CAPITULO SER PORTUGUÊS. MATAMOS INOCENTES, NÃO DEFENDEMOS O VALOR SUPREMO DA VIDA DOS MAIS FRACOS E VULNERAVEIS, E SOMOS INSENSIVEIS, ACABANDO COM O BATIMENTO DE UM CORAÇÃO DE FORMA EGOÍSTA E CALCULISTA.

No entanto foi bonito, a onda que se gerou com este referendo. 8 mil pessoas numa marcha pela vida em Lisboa, união por uma causa nobre. Chegou uma carta a Portugal de 51 congressistas norte-americanos, dizendo para votar não. Não chegou. A mente das pessoas ainda é pouco evoluida. É por isso que sociedade que fez o Holocausto, a Inquisição e a duas Guerras Mundiais não mudou. Evolui na continuidade…

Hoje ninguem venceu. Perdeu o bebé, perdeu a mulher, perdeu o país, perdeu tudo. GANHOU A IMORALIDADE E A FALTA DE ESCRUPULOS COMO JÁ VEM SENDO HÁBITO NA SOCIEDADE ACTUAL….

Não foi o fim, para nós defensores da Vida e do não ao aborto. A luta prossegue agora, mais dificil, mas prosegue. Sabemos que isto é um novo inicio. Continuaremos a ofereçer um caminho diferente de vida, esperança e paz, junto dos mais próximos melhorando as suas condições e fazendo o dia de hoje menos pesado que ontem. Não nos resignamos. De luto pelos que morreram por erro que não cometeram, mas com os olhos postos na ajuda a prestar a partir de hoje. Não nos resignamos e apoiaremos os mais fracos, num dever de cidadania e de responsabilidade solidária, em que o Estado devia ajudar… Assim não o faz. Por isso cá estão os poucos cidadãos que votaram não e dão uma oportunidade aquele bebé. Não nos resignamos com leis infelizes. A vida merece ser defendida sempre, mesmo nas condições mais dificeis. Se perguntarem a uma mãe se com ajuda levaria a gravidez até ao fim, é claro que ela diria que sim. É esse o nosso trabalho: ajudar essas vidas. “A verdadeira medida de um homem não é como ele se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas como ele se mantém em tempos de controvérsia e desafio.” – Martin Luther King Jr.

Portanto, grávidas de Portugal: quando em dificuldades, não procurem a clinica de abortos mais próxima, mas o apoio dos muitos que vos apoiaram na gravidez e vos daram mais e melhor que o aborto, fazendo a diferença. E aposto que não, se vão arrepender. Bem pelo contrário. O aborto não é solução.

Um país que mata seus própios filhos não tem futuro.

João Paulo II

Escrito por Carlos Alberto Videira at 22:12 |

Sexta-feira, Fevereiro 09, 2007

Um Último Apelo

Mãezinha! Neste corpo tão pequenino, de dois milímetros apenas, que maravilha! Tão pequenino e já com tudo o que hei-de vir a ser: esperto, inteligente, de estatura mediana, olhos castanhos, cabelo escuro. Tudo programado, na vida que acaba de surgir! Ficaste surpreendida ou esperavas? Ficaste alegre ou triste, com entusiasmo ou preocupada?

Ó Mãe: Se por absurdo houvesse um momento em que, dentro de ti, eu fosse o mais forte, davas-me a mim o direito de te matar também? Mãe, ainda que o pudesse, eu não o faria. Eu não podia um dia viver, se à minha consciência me segredasses: meu filho, porque me mataste? Se amanhã considerares indesejável o meu pai, também te julgas no direito de o liquidares, de o envenenares? E se tu fores a indesejável?

Mãe, eu quero viver! Deixa-me viver!

——————————————————————————–

QUE A LIBERDADE E O DIREITO DE ESCOLHA DE CADA UM, TERMINA ONDE COMEÇA A LIBERDADE E O DIREITO DE ESCOLHA DO OUTRO, VOTE NÃO, POis É A ÚNICA MANEIRA DE FAZER COM QUE INOCENTES NÃO MORRAM E QUE SE INVISTA TEMPO, DINHEIRO E CIDADANIA NAS MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE VIDA DE CADA MÃE E DE CADA PAI, TAMBÉM, ATRAVÉS DE PROGRAMAS DE APOIO À NATALIDADE E À FAMILIA, RETIRANDO-AS DO ABORTO CLANDESTINO, LEVANDO-AS AO CAMINHO CERTO: UM CAMINHO DE AMOR. O ABORTO NÃO É SOLUÇÃO…

UM PEQUENO BALANÇO ACERCA DA CAMPANHA DO PROFESSOR MARCELO REBELO DE SOUSA, COM O QUAL PARTILHO A OPINIÃO NESTE FINAL DE CAMPANHA:

PELA VIDA, VOTE NÃO!

Escrito por Carlos Alberto Videira at 17:04 |

Quinta-feira, Fevereiro 08, 2007

“Tens tempo, Maria. Não estás atrasada”

Hoje não admitimos que alguém, seja quem for, apenas porque não lhe agradamos nos cause qualquer dano físico ou psicológico, pois temos direitos, e um deles é o direito a sermos nós próprios. Será que com 10 semanas o admitiamos? Todos nós, há mais ou menos tempo, já passamos por essa fase, como continuaremos a passar por muitas mais, pois a vida é isso mesmo. Portanto digo: votem Não, pois a Vida é o principio basilar de todos os direitos. Não há liberdade, se não existirem pessoas para serem livres, não há justiça, se não houverem pessoas que a façam, nem há lei com direitos e deveres, se não houveres pessoas para as usufruir e cumprir. Se não há direito à vida, mesmo às 10 semanas, uma fase como outra qualquer, quanto a mim, como invocar os outros direitos? Há mais soluções para além do Aborto. Seja você uma delas. Vote Não e ajude quem ao seu lado passa por dificuldades, de modo solidário, apresentando um caminho de esperança e de paz. Ajude aqueles que são os mais interessados nesta questão e não vão votar e depositam em si a sua Vida. Ajude a criança que pede para que não lhe tirem a sua vida.

Escrito por Carlos Alberto Videira at 15:03 |

Terça-feira, Fevereiro 06, 2007

Não ao Aborto

Artigo 1.º da Constituição Portuguesa

Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária.

Juramento de Hipócrates

Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva.

Declaração Universal dos Direitos Humanos

Artigo 3

Todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

Artigo 7

Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual protecção da lei. Todos têm direito a protecção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.

4- AFINAL, EM QUE É QUE FICAMOS?

DEPOIS DE VER ESTE QUADRO, ONDE PORTUGAL, APARECE NA LISTA DOS PAÍSES QUE PERMITEM O ABORTO COM RESTRIÇÕES (NOS CASOS EM QUE É VERDADEIRAMENTE JUSTIFICAVEL), AINDA TEM DÚVIDAS DE QUE NESTE REFERENDO ESTÁ EM CAUSA A LIBERALIZAÇÃO DO ABORTO E NÃO A SUA DESPENALIZAÇÃO…

http://minhas_ideias.blog.pt/Aborto/

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: