Resultados fantasticos contra o Parkinson

Resultados fantasticos contra o Parkinson

 

Revista SAÚDE é vital – Edição agosto 2003, pág. 38

Um estudo inédito, que bane a carne vermelha e valorizaa vitamina B2, é mais uma esperança para as vítimas da doença que compromete os movimentos do corpo

por Regina Pereira

Há cerca de oito meses, o advogado baiano Ermiro Santos, 62 anos, endireitou sua postura e voltou a caminhar ligeiro, quase com a mesma desenvoltura de seis anos atrás, quando surgiram os primeiros sintomas do mal de Parkinson. Ele é um dos 150 portadores da doença que já notam melhoras após submeter-se a um tratamento promissor, que consiste na eliminação da carne vermelha e na ingestão de cápsulas de vitamina B2 — medidas paralelas à medicação apropriada. “Voltei a dirigir e isso me deixa muito animado”, conta. Os primeiros resultados desse estudo, conduzido por Cícero Galli Coimbra, neurologista e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), foram mostrados em um congresso internacional que aconteceu na Espanha, em maio último.

 

“No inído do trabalho, eu e minha equipe medimos níveis de nutrientes em nossos pacientes e observamos que 100% deles apresentavam problemas de absorção da vitamina B2, fundamental para a eliminação de moléculas nodvas aos neurônios”, relata Coimbra.

 

Sem a proteção desse nutriente, um inocente churrasquinho pode provocar degeneração celular (veja no infográfico ao lado). Isso porque, segundo o neurologista, a carne vermelha libera substâncias que teriam o poder de destruir algumas células do sistema nervoso central.  “Quando as toxinas atingem a região do cérebro que produz a dopamina, esse neurotransmissor deixa de conduzir as correntes nervosas de uma célula para outra como deveria, prejudicando as funções motoras”, explica.   O neurologista atribui a diminuição dos tremores e a melhora da locomoção de seus pacientes à vitamina B2, que supriu a carência orgânica.   Só falta descobrir o que provoca essa boa evolução — seria a multiplicação dos neurônios ou a recuperação daqueles que foram danificados?

 

Embora os resultados sejam animadores, outros especialistas são cautelosos na hora de opinar. “Numa primeira análise, os procedimentos adotados não me parecem danosos, mas ainda é cedo para conclusões definitivas”, observa o neurologista Carlos Eduardo Altieri, do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. O próprio Coimbra, aliás, adverte sobre o perigo de altas doses de B2. “Em excesso, ela pode sobrecarregar os rins.”

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Conheça no site http://www.revistasaude.com.br
uma pesquisa americana que mostra a
relação do ferro com o Parkinson.

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Vídeo do Jornal Nacional sobre esse assunto encontra-se nos endereços abaixo.

http://jornalnacional.globo.com/semana.jsp?id=27333&mais=1

 

http://pop.gmc.globo.com/webmedia/windows.asx?usuario=tvgjornalismoaberto&tipo=ondemand&path=/video/jn/20030610/mat07_high.wmv&ext.asx

No Jornal da UNIFESP:

http://www.unifesp.br/comunicacao/jpta/ed179/pesquisa4.htm

 

 

Uma resposta

  1. JÁ ESTUDO COMO PARKINSONIANO, HÁ CERCA DE DUAS SEMANAS, COMO REGREDIR O MP, DEIXAN-DO-ME, MUITO ESPERANÇOSO. COMO CONTATA-LOS? POIS MORO EM GUARAPARI-ES. GOSTARIA DE UMA ORIENTAÇÃO PRÉVIA, DE QUAIS PROVIDÊNCIAS, QUE TENHO QUE TOMAR. ASSISTI A ENTREVISTA DO DR COIMBRA. ENTUSIASMADO.
    COMO FAZER. PRECISO DE ORIWNTAÇÃO.
    EDSON FRANCISCO VICENTE

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