5 FORMAS DE PROTEGER SEU CÉREBRO

5 FORMAS DE PROTEGER SEU CÉREBRO

Dr. Cicero Galli Coimbra, M.D., Ph.D.
Laboratory for Brain Ischemia Research, Head Department of Neurology and Neurosurgery Federal University of São Paulo.
Escola Paulista de Medcina

Revista Viva Saúde

http://revistavivasaude.uol.com.br/edicoes/23/artigo15542-1.asp

Manter a saúde mental é mais fácil do que muita gente imagina. As pesquisas dos últimos 10 anos apontam ser possível, sim, estimular a formação de novos neurônios (o que até 1998 a ciência considerava impossível!) e, conseqüentemente, afastar os riscos de doenças como Parkinson e mal de Alzheimer. Saiba como:

 

O que fazer para manter o corpinho em forma e poupar as articulações, as artérias, o fígado, os pulmões, o coração e tantos outros órgãos e sistemas vitais todo mundo está cansado de saber: atividade física regular, alimentação leve e balanceada, abandono de vícios e exames preventivos anuais. Agora, o desafio da ciência é desvendar os mistérios que ainda envolvem a complexa estrutura cerebral para encontrar saídas que também ajudem a conter ao máximo a morte natural dos neurônios e a preservar a saúde mental.

 
 
 

Essa preocupação faz sentido. Muitas pessoas passam a vida tentando conciliar uma rotina de trabalho estressante com aulas de ginástica, avaliações e consultas médicas, almoço e jantar saudáveis, algumas horas de lazer… E até conseguem, mas, quando finalmente conquistam o bem-estar físico, é a cabeça que começa a falhar, especialmente após os 60 anos.

Segundo relatório publicado pela revista científica inglesa The Lancet, um novo caso de demência surge a cada sete segundos no mundo (o que inclui entre outros distúrbios progressivos e degenerativos do cérebro o mal de Alzheimer) – são quase 5 milhões de novas vítimas ao ano. E estima-se que esses números possam quadruplicar[/b, chegando a um total de 81 milhões de pessoas nas próximas três décadas.

Para piorar, soma-se a essa triste estatística o fato de neurocientistas e pesquisadores sempre terem alertado para a fragilidade das células nervosas cerebrais. Até mesmo nós, simples mortais, aprendemos que os neurônios vão morrendo com o passar dos anos e, uma vez danificados, não podem se regenerar. Resultado: a nossa única esperança de manter a lucidez na terceira idade seria mesmo continuar cuidando da saúde geral e fortalecendo as conexões (a comunicação entre as células nervosas do cérebro) para tentar ao menos adiar as conseqüências das perdas neuronais – uma vez que é impossível evitá-las.
A boa nova é que em 1998 uma notícia abalou o mundo da neurociência e, apesar de ainda causar controvérsias, sugere um futuro menos sombrio para a humanidade. Naquele ano, uma pesquisa publicada na revista Nature Medicine comprovava uma desconfiança que surgiu na década de 60 com os estudos realizados com ratos pela equipe do neurocientista norte-americano Fred Gage – e para a qual pouca gente deu importância na época -, a de que novos neurônios são produzidos diariamente no cérebro humano.
 
 
O fenômeno, que ficou conhecido como neurogênese, logo atraiu o interesse da comunidade científica que passou a acompanhar de perto todos os detalhes das descobertas.
Espécies de células-tronco localizadas ao redor dos ventrículos (as cavidades internas do cérebro por onde deságua o líquido encefalorraquidiano que vem da medula espinhal) são capazes de dar origem aos neurônios e todas as células do Sistema Nervoso Central (SNC). Chamadas de precursoras, essas ‘células-mãe’ se multiplicam toda vez que há perda de neurônio. As células nervosas ‘recém-nascidas’, então, migram para suprir a região onde houve o dano e restabelecer o circuito nervoso por ali. Muitos desses ‘bebês’, porém, não conseguem chegar até o seu destino e morrem pelo caminho – é a apoptose, um acidente de percurso cujo risco de ocorrer aumenta 90% à medida que o indivíduo envelhece.

Segundo o neurologista Cícero Galli Coimbra, professor e pesquisador do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), depois desses achados, cientistas de todo o mundo passaram a se empenhar na identificação dos fatores que, ao longo dos anos, podem estimular ou impedir tanto a multiplicação e o nascimento das células nervosas do cérebro quanto a apoptose.
“Agora, este será o melhor caminho para descobrir tratamentos mais eficazes e até a prevenção de doenças relacionadas às falhas e perdas de neurônios, como os males de Parkinson e Alzheimer”, acredita.
Para provar isso, o médico fez um levantamento de todos os estudos relacionados ao assunto e publicado em revistas científicas especializadas desde 98 e revelou para Viva Saúde pelo menos cinco atitudes que, comprovadamente, contribuem para equilibrar a perda e o nascimento de células nervosas e, conseqüentemente, preservar o nosso cérebro intacto por mais tempo.
 
 

Segundo o especialista, quem estiver falhando em algum dos fatores relacionados à neurogênese a seguir tem muito mais chance de desenvolver doenças neurodegenerativas no futuro, mesmo que não apresente nenhuma predisposição genética.
Confira:
 

1 FUJA DO ESTRESSE CRÔNICO
As pesquisas da década de 60 desenvolvidas pela equipe do neurocientista Fred Gage com ratos adultos já sugeriam uma possível influência do estilo de vida na saúde dos neurônios. Em animais criados em gaiolas cheias de brinquedos para explorar, observou-se um aumento de novas células nervosas no hipocampo (a área responsável pela capacidade de memorizar e aprender). Enquanto que naqueles ratinhos submetidos a estresse constante, uma condição desfavorável ao aprendizado, essa produção diminuiu significativamente.
“Hoje, já se sabe que as tensões diárias, a angústia e a preocupação antecipada – sensações comuns no dia-a-dia do homem moderno – são capazes de afetar também o cérebro do ser humano. Esse estresse crônico bloqueia a neurogênese no início, impedindo que as células precursoras se multipliquem”, explica o neurologista Cícero Galli, da Unifesp.
 
 
 
 
 
 

Vários estudos já comprovaram que, nestas condições, o cérebro só perde neurônios e não os repõe. O próprio médico, que já avaliou mais de 600 portadores de mal de Parkinson desde 2002, foi um dos pesquisadores a demonstrar isso. Em junho do ano passado, durante um congresso sobre a doença na Alemanha, ele apresentou resultados que indicavam o estresse como um dos principais responsáveis pela destruição das células nervosas produtoras da dopamina, matéria química que, entre outras funções, tem papel fundamental na manutenção das atividades motoras. Essa deficiência dificulta os movimentos, provoca rigidez muscular e causa os tremores em quem desenvolve esse distúrbio neurológico crônico e progressivo.

“Não há dúvidas de que a tensão emocional está envolvida em 95% dos casos de mal de Parkinson, que são exatamente aqueles que não têm uma causa genética. Sempre descubro um trauma por trás do problema. Uma das minhas pacientes, por exemplo, começou a manifestar os sintomas da doença algumas horas depois de presenciar a morte do marido em um assalto no trânsito”, conta o neurologista.
Além disso, aqueles que são tratados com a ajuda de psicoterapia têm apresentado excelentes resultados.
“Os que recebem instruções para relaxar e encarar a vida de forma mais simples e descontraída, em casos mais leves, podem deixar de apresentar os sintomas. Enquanto aqueles que se encontram em estágios finais da enfermidade, há ao menos uma melhora do quadro, com o desaparecimento de problemas urinários, bem como dos pesadelos e dificuldades de raciocínio – comuns nessa fase”, explica.
 
 

2 INCLUA GEMA DE OVO NO CARDÁPIO
Depois da absolvição pela condenação injusta que o colocava como principal responsável por elevar as taxas de colesterol no sangue, o ovo ganha mais um motivo para ser consagrado como uma opção do bem e, agora, indispensável no prato. O fato é que a gema (e não a clara, é bom lembrar), mais do que qualquer outro alimento, oferece uma grande concentração de colina – uma substância que, agora se sabe, reveste a membrana das células (incluindo as células nervosas do cérebro) e que não é produzida pelo organismo.

“A presença dela é muito importante para a formação de novas células, incluindo as células nervosas cerebrais do adulto. Quanto mais colina no organismo, mais material para a formação da membrana celular”, explica o neurologista da Unifesp.

Mas não é só. Ela, colina, também forma acetilcolina, um neurotransmissor relacionado às funções de aprendizado e memória, e teria um papel importante na gravidez e no desenvolvimento do cérebro do feto. Os pediatras ainda não recomendam uma suplementação da colina durante a gestação, mas a importância dessa substância para o bebê foi sugerida em 1997, a partir dos resultados de estudos realizados pelo pesquisador Steven Zeisel, da Universidade da Carolina do Norte, dos Estados Unidos, com ratas de laboratório prenhas.
 
 
“Aquelas que recebiam suplemento de colina durante a gestação estimulavam muito mais o crescimento das células nervosas nos ratinhos.

Quando estes nasciam, eram testados em um labirinto e demonstravam muito mais agilidade para aprender o caminho e encontrar a saída do que aqueles nascidos de ratas que não haviam sido submetidas à suplementação”, conta Cícero Galli.

 

A importância dessa e de outras descobertas sobre as funções da colina tem sido tão grande que o governo norte-americano providenciou em 2004 a divulgação de um banco de dados (o USDA Database for the Choline Content of Common Foods) para verificar a presença da substância nos alimentos. Com a ajuda dele, é possível saber por exemplo que a colina também está presente em boas quantidades no fígado de boi e de frango, no gérmen de trigo e na soja. E que cinco gemas de ovo somam 682,4 mg de colina, enquanto só a clara equivale a 1,1 mg e 1 litro de leite a apenas 14 mg da substância.

“Vale lembrar que para oferecer todos os benefícios para o cérebro precisaríamos de pelo menos 500 mg de colina por dia, o que pode ser obtido com uma cardápio variado”, alerta o neurologista.

 
 
 
3 TOME SOL NA MEDIDA CERTA
Quem, afinal, em uma metrópole como São Paulo, não costuma sair de carro para trabalhar, estacionar no prédio onde fica a empresa, permanecer o dia inteiro trancafiado em um escritório com janelas escuras e anti-ruídos e voltar para casa ao anoitecer sem ver a cara do astro-rei ou perceber se a temperatura lá fora mudou?
É isso mesmo… A vida moderna nos transformou em ratos de esgoto ou de laboratório (como preferir), pelo menos no que diz respeito ao contato saudável com o sol. A conclusão foi do bioquímico Reinhold Vieth, da Universidade de Toronto, no Canadá. Ele avaliou os níveis de vitamina D (que para ser assimilada pelo organismo precisa da ajuda dos raios solares) em animais e comparou aos níveis encontrados no homem moderno. Foi então que percebeu a queda dessa vitamina.
E em que isso prejudica o cérebro?

“Além de ser essencial para a formação óssea, ela estimula a produção de NGF (fator de crescimento dos neurônios)”, esclarece Cícero Galli Coimbra.


Descrita em 1956, a NGF é uma proteína essencial para a sobrevivência e fortalecimento das células nervosas cerebrais, por ser capaz de enviar sinais contínuos para que um neurônio dirija suas terminações na direção de outro e forme uma sinapse (aproximação entre os neurônios, onde ocorrem várias reações químicas que ainda estão sendo estudadas). Quanto mais numerosas e fortes forem essas conexões (sinapses), menos ocorrências de apoptose e mais eficientes as capacidades cognitivas, como a memória.
 
 

4 TAURINA NA MEDIDA CERTA

Aminoácido de maior concentração nas células do corpo, a taurina tem a função de impedir a formação de coágulos no sangue, diminuir a quantidade de triglicérides (gordura) no sangue, fortalecer o endotélio (a camada de revestimento dos vasos sangüíneos e, agora se sabe, bloquear a apoptose (a morte dos novos neurônios).
O problema é que o organismo produz naturalmente esta substância, mas sua quantidade diminui bastante com o passar do tempo. Não é à toa que, segundo o neurologista Cícero Galli, alguns geriatras têm recomendado a seus pacientes com mais de 60 anos fórmulas para repor essa substância no organismo, embora isso ainda seja questionável. “Ainda não se sabe qual o mecanismo que envolve a taurina com a neurogênese, nem mesmo a quantidade necessária para cada pessoa”, alerta.
 
 
 
5 EVITE O CONSUMO DE ÁLCOOL

Não é difícil imaginar por que bebidas alcoólicas e outras drogas podem afetar o cérebro. Essas drogas costumam afetar em cheio o Sistema Nervoso Central, provocando uma mudança no comportamento ao serem ingeridas. Quem bebe além da conta, por exemplo, pode ter tonturas, falta de coordenação motora, confusão mental, desorientação e até anestesia momentânea.

usuários de maconha apresentam alteração nos sentidos (visão, audição, olfato e tato), na cognição (pensamentos, memória e atenção) e até no humor.

 

“As células nervosas cerebrais, apesar de complexas, são extremamente frágeis e sensíveis. E, além de estimular a morte de neurônios, o uso dessas substâncias pode bloquear a formação de novos”, afirma o neurologista da Unifesp, Cícero Galli.

Vale lembrar que mesmo aqueles que dizem beber socialmente podem estar arriscando a sua saúde mental no futuro. De acordo com o especialista, ainda não se sabe qual a quantidade de álcool, por exemplo, já é capaz de interromper a neurogênese, até porque a sensibilidade do organismo varia de pessoa para pessoa.
 

COMO A NEUROGÊNESE FOI DESCOBERTA

Na década de 60, Fred Gage e sua equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia (EUA), em experiências com canários machos adultos, notaram que toda vez que os pássaros cantavam havia proliferação de novos neurônios. Até então, a ciência acreditava que as células nervosas cerebrais não podiam nascer em cérebros adultos – no máximo, conseguiam amadurecer ou fortalecer suas conexões.

 

Para verificar a presença dos neurônios recém-nascidos, porém, não bastava um microscópio potente. Todos os neurônios são iguais e transparentes, e só com a ajuda desse equipamento não haveria como saber quais eram os novos habitantes do cérebro.

 

Nesse sentido, a tecnologia foi permitindo o uso de técnicas mais eficientes e que possibilitaram a realização de testes mais precisos a partir da década de 90 em ratos, sagüis e outros primatas adultos. A técnica utilizada para comprovar a neurogênese tinha como princípio deixar uma marca visível em todo o neurônio que nascia. Para isso, os cientistas lançaram mão de um marcador celular, a substância BrDu (bromodesoxiuridina), que tem a propriedade de ser captada pelas células que estão se reproduzindo no organismo. O BrDu fica colorido após reação química e pode ser destacado e visualizado por microscópio. Assim, ficaria comprovado o nascimento de neurônios. Mas como fazer essa experiência com humanos?
 

O BrDU é tóxico e seria necessário remover o cérebro para procurar com o microscópio os neurônios marcados. Ou seja, seria necessário conseguir doadores e aguardar sua morte. Mas em 1998 pesquisadores suecos tiveram uma grande chance. Como o BrDu estava sendo usado em pacientes terminais com câncer, para verificar a multiplicação de células cancerígenas e a existência de metástase, os cientistas explicaram a importância do experimento às famílias de cinco pacientes e obtiveram a permissão para remover o seus cérebros após a morte para analisar a região do hipocampo. Os resultados, finalmente, comprovaram a neurogênese e foram publicados na revista científica Nature.
 
 Colina artigos
 

Prevention’s MS – Increase supplements – Info
10/02/2006
http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=7394899&tid=2447246423669484212&start=1

5 Formas de Proteger seu Cérebro
http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=7394899&tid=2456725596880382644

A colina é complemento alimentar preventivo de uma série de doenças neurodegenerativas. Esta substância está na gema do ovo. A gema deve ser consumida. E, hoje, os médicos esclarecem que a gema não provoca colesterol. É a colina a substância que mantém os neurônios vivos. Neurônios novos, células-troco, nascem ao redor dos ventrículos dentro do cérebro, todos os dias, com a informação pronta para manter e restabelecer o sistema nervoso. No entanto, os neurônios novos não podem sobreviver se há falta de colina.

Leia


5 FORMAS DE PROTEGER SEU CÉREBRO

Viva Saúde
http://revistavivasaude.uol.com.br/edicoes/23/artigo15542-1.asp

e

USDA Database for the Choline Content of Common Foods
disponível em:
http://www.nal.usda.gov/fnic/foodcomp/Data/Choline/Choline.pdf

Prepared by
Juliette C. Howe, Juhi R. Williams, and Joanne M. Holden

Nutrient Data Laboratory
Agricultural Research Service
U.S. Department of Agriculture

in collaboration with
Steven H. Zeisel and Mei-Heng Mar
Department of Nutrition, University of North Carolina, Chapel Hill, NC 27599

March 2004

 
 

Estudos revelam benefícios do consumo de ovos para a saúde

 

Estudos revelam benefícios do consumo de ovos para a saúde e prevençao de doenças 
 
Além de serem um ingrediente crucial de uma dieta saudável, o consumo de ovos ajudam a perder peso – de acordo com vários estudos divulgados durante uma reunião de biologia experimental em Washington.
 
Um dos estudos também derruba a idéia de que o consumo de ovos aumenta o colesterol e as gorduras saturadas, que são a principal origem das doenças cardíacas.
 
Segundo Nikhil Dhurandhar, professor do Departamento de Infecções e Obesidade do Centro Médico da Universidade da Louisiana, um grupo de mulheres, que consumiram dois ovos no café da manhã durante oito semanas como parte de uma dieta, perdeu 65% a mais de peso.
 
Além disso, a redução de massa de gordura na cintura foi 83% maior. Essas mulheres mostraram mais energia que outras, cujo café da manhã continha a mesma quantidade de calorias, mas sem ovos.
 
Outra pesquisa realizada por cientistas da Universidade Estadual de Iowa revelou que o consumo de colina é insuficiente entre a população americana. A colina é um componente do ovo considerado um nutriente essencial para o funcionamento normal do cérebro e das células.
 
O estudo acrescenta que o consumo de colina entre mulheres grávidas que precisam dessa substância para fortalecer o desenvolvimento dos fetos é baixo.
 
Calcula-se que dois ovos contêm 250 miligramas de colina, cerca da metade do total de que o organismo necessita por dia. Outras fontes do nutriente são o fígado e o gérmen de trigo.
 
Uma terceira pesquisa desafiou as restrições aplicadas ao consumo de ovos porque, supostamente, aumentam o risco de doenças coronárias devido ao fato de serem fonte de colesterol e gorduras saturadas.
 
De acordo com a análise realizada pela consultoria “Exponent”, a contribuição dos ovos para maior incidência de doenças cardíacas é “insignificante”.
 
A pesquisa comparou o fator de risco dos ovos com outros como idade, genética, hábito alimentar, tabagismo, consumo de álcool, pressão sangüínea, obesidade, diabetes e sedentarismo.
 
Após uma revisão “exaustiva” dos principais estudos sobre as causas das doenças cardíacas, determinou-se que os ovos contribuem com apenas 0,5% para as doenças coronárias nos homens e em 0,4% nas mulheres.
 
“Pequisas como esta podem ajudar a mudar as limitações do consumo de ovos para evitar as doenças cardíacas, particularmente quando as contribuições nutritivas dos ovos são consideradas”, afirma o relatório. EFE ojl jfc/pa.
 
Ao longo das últimas décadas, o ovo carregou a má fama de inimigo da saúde cardiovascular. Como a gema é rica em colesterol, seu consumo foi associado ao aumento no risco de infarto e derrame. Foi necessária a revisão de mais de 200 estudos, realizados a partir da década de 80, com cerca de 8.000 pessoas, para chegar à sentença (definitiva, pelo menos até agora) de que o ovo tem mesmo substâncias potencialmente nocivas mas privar-se dele na dieta pode ser ainda mais danoso. Recentemente se descobriram três novos bons motivos para levá-lo de volta à mesa. Presente na gema, a colina é um nutriente vital para o bom funcionamento do cérebro. Além disso, o ovo é uma excelente fonte de triptofano, o aminoácido precursor da serotonina, a substância associada à sensação de bem-estar. Do total de gorduras contidas em um ovo, a maioria é de monoinsaturadas – a gordura do bem, protetora do coração.
Com o ovo condenado por tanto tempo, muita gente deixou de consumir o alimento e, junto com ele, uma série de nutrientes essenciais ao organismo. Muitos deles podem ser encontrados em outros alimentos, mas a colina, em especial, é abundante sobretudo no ovo. Uma unidade tem cerca de 130 miligramas de colina, enquanto uma posta de 100 gramas de salmão tem 56 miligramas. Recentemente, pesquisadores das universidades Harvard e da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, analisaram a dieta de 2.000 mulheres e detectaram que as americanas ingerem uma quantidade de colina inferior à considerada ideal – 314 miligramas diários, contra os 425 miligramas recomendados. A colina é especialmente importante na gravidez. “Vários estudos já mostraram que ela é tão ou mais importante do que o ácido fólico durante a gestação”, diz o professor Cícero Galli Coimbra, do departamento de neurologia da Universidade Federal de São Paulo. A colina consumida pela mãe pode influenciar o desenvolvimento cerebral do feto. Além disso, outras pesquisas mostram que a substância é essencial para a saúde do cérebro, inclusive na formação de novos neurônios. Por essa razão, o consumo de colina é indicado na prevenção das doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. Alçada à condição de substância de 1.001 utilidades, a colina já pode ser encontrada em cápsulas, barras de cereais e bebidas energéticas.
 
RELATO CLÍNICO DO PONTO DE VISTA DOS MÉDICOS
 
A respeito do efeito do óleo de ovos (lecitina de ovos), o Dr. Takashi Tsubouchi declara que houve sinal de melhoras naqueles pacientes tratados com o referido óleo, antes medicados com estimulantes do coração, sem apresentar, no entanto bons resultados.
Conseguiu também normalizar a aceleração da pulsação, taquicardia e arritmia daqueles que têm distúrbios no funcionamento do coração ou mesmo debilitado. Há casos em que o uso, a longo prazo, restabeleceu os desnutridos e pacientes debilitados. É reconhecido o seu efeito positivo nos tratamentos a longo prazo das dores de HEMORRÓIDA, OTITE INFLAMADA, ERUPÇÃO OBSTINADA E NOS CASOS DE CABELOS BRANCOS NOS JOVENS.
O Dr. Eichi Kato também declarou no seu relatório que o óleo de ovos (lecitina de ovos) é eficaz no tratamento de DOENÇAS CARDÍACAS (INSUFICIÊNCIA DO MITRAL, DEBILITAÇÃO CARDÍACA, ARRITMIA, TAQUICARDIA) E INSUFICIÊNCIA DO MITRAL CONGÊNITA, DESNUTRIÇÃO, TUBERCULOSE INFANTIL, INDIGESTÃO CRÔNICA, FERIMENTOS E ERUPÇÕES.
O Dr. Kazumitsu Baba, face a eficácia do óleo de Ovos (Lecitina de Ovos) no seu uso interno para o tratamento de vários distúrbio cardíacos, BERIBERI, MAL DE BASEDOW, NEURASTENIA, PNEUMONIA E DEBILITAÇÃO CARDÍACA CAUSADA PELAS MOLÉSTIAS CONTAGIOSAS, TAQUICARDIA E ACOMPANHADA DE INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA, apresentando uma melhora sensível no tratamento de ANGINA E INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO, aconselha o seu uso a outros médicos. E seu uso externo para afecções da HEMORRÓIDA ou nas hemorragias do ânus, aconselha-se introduzir o óleo de ovos (lecitina de ovos) no reto ou passar em algodão embebido com esse óleo, que a dor e a hemorragia cessarão.
O seu uso contínuo, a longo prazo, suspende o estado de purulência, faz desaparecer a inflamação e cura da hemorróida.
É eficaz, também, na OTITE INFLAMADA E ERUPÇÕES.
Além dos professores Dr. Masanari Suzuki, Dr. Eizo Kotani, Dr. Taku Uratani da Universidade de Tsukuba, numerosos especialistas da área como o Diretor Dr. Yamaguchi e o chefe de pesquisas Dra. Etsuko Tsuji do Centro Nacional de Pesquisa e Nutrição, reconheceram a eficácia do óleo de ovos (lecitina de ovos) pelas qualidades já citadas (rico em Lecitina, Vitamina E, Ácidos Graxos Polinsaturados como o Ácido Linoleico, Taurina e Metionina) no tratamento da ARTERIOSCLEROSE, PRESSÃO ALTA (HIPERTENSÃO), QUEDA DE POTÊNCIA E CÂNCER.
Encontra-se em abundância Aminoácidos e Vitamina B2 bom para GLÂNDULAS CAPILARES, além da Vitamina A, Cálcio e Minerais com Ferro e Fósforo.
A Vitamina B2 é chamada de fator estimulante de crescimento não só dos pelos como do corpo todo.
Podem-se esperar os efeitos citados, consumindo óleo de ovos (lecitina de ovos). Conseqüentemente, o óleo de ovos (lecitina de ovos) é um alimento de grandes perspectivas na atualidade, onde o número de idosos e das doenças da maturidade, tendem a crescer.
EPÍLOGO
De acordo com a “Pesquisa Básica de Saúde e Higiene de 1959” do Ministério da Previdência Social do Japão, ficou claro que dentre seis pessoas, uma não goza de boa saúde. Esta proporção se eleva no avanço da idade,e após os 65 anos, onde passa de 3 para 1 (no Japão) . A preocupação da população pelas doenças e o seu tratamento se elevou para 80%, demonstrando assim, o seu interesse em manter a boa saúde.
Numa outra pesquisa “Qual é a doença da maturidade mais temida?” foi obtido o seguinte resultado
1º Câncer…………………………………………………………………..74,0%
2º Infarto Agudo do Miocárdio…………………………………………..43,6%
3º Insuficiência Cardíaca…………………………………………………43,6%
4º Derrame Cerebral………………………………………………………32,0%
5º Diabete………………………………………………………………….21,4%
6º Úlcera…………………………………………………………………..18,6%
7º Tuberculose……………………………………………………………..0,6%
Outros………………………………………………………………………15,8%
O relatório clínico de vários médicos deixou claro que o óleo de ovos (lecitina de ovos) é um complemento nutricional, “um medicamento especial”, para doenças cardíacas. Não seria demais dizer que ele é o composto de todos os valores nutricionais superiores.
Na recente assembléia geral de estudos do câncer realizado em Tokyo foi apresentado o resultado da pesquisa conjunta da Universidade Estadual de Medicina de Tokyo e Centro Nacional de Pesquisa e Prevenção Sanitária, quando ficou comprovado que os ácidos graxos polinsaturados (ácidos linoleico, ácido oleico e ácido linolênico) são agentes anti-cancerígenos.
Os ovos serão de grande utilidade, no futuro; no combate ao câncer. 
O autorQuem é o Dr. MUTSUO YAMAUCHI,
– Nasceu na cidade de Osaka – Japão em 1927.
– Formado pela Universidade de Medicina de Osaka.
– Pós-Graduado em Mestrado e Doutorado da Universidade de Medicina – de Osaka.
– Professor da Universidade de Medicina de Osaka.
– Professor da Universidade de Medicina de Kobe.
– Presidente da Clínica Yamauchi.
– Membro do Conselho de Medicina e da Associação de Medicina do Japão.
– Inúmeras publicações, congressos e pesquisas nacionais e internacionais.
– Especialista na Medicina Oriental e Natural, sendo, amplamente requisitado em debates, conferências e programas jornalísticos.
 
 

Fim de um mito


Fim de um mito


  Avenida Paulista, esquina com a Rua Augusta. Não se engane com o endereço fácil. A corrida de táxi vai pegar o atalho de um cérebro privilegiado. São Paulo tem 128 mil ruas. Cada passageiro, um destino. Cada destino, um roteiro repleto de minúcias. Alguns segundos. É só o que o taxista João Pereira de Souza precisa para desvendar qualquer trajeto. Um detalhado mapa imaginário vai aparecendo na cabeça dele.

 

Dar sentido a uma cidade é o que urbanista Lucídio Guimarães Albuquerque faz. Ordenar o desenho urbano, pôr letras e números numa seqüência lógica. Ajudar a planejar Brasília faz parte do trabalho de Lucídio.
“Arquitetura, urbanismo e planejamento regional sempre foram meus grandes interesses profissionais, desde jovem, quando entrei para a antiga Universidade do Brasil, em 1943. Eu não sei o vem a ser sossegar. Se é parar, isso eu não faço”, diz Lucídio.

Aos 85 anos, Lucídio estuda como nunca e trabalha como sempre. Arquiteto e consultor da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal, percorre os núcleos rurais que ajudou a criar e acompanha a produção agrícola. Conhece todo mundo pelo nome. 
 
“Eu tenho que me lembrar, de memória, de pessoas que moram aqui. Se falam comigo, eu tenho que lembrar e conversar com eles como naquele tempo em que tinham 20 anos, como o Hugo Bota e o Chico Carioca”, conta Lucídio.

João, 65 anos. Lucídio, 85. O que será que evitou o envelhecimento do cérebro deles e os manteve ativos e saudáveis? “Eu como o trivial: feijão com arroz, carninha de sol. E digo mais: mocotó uma vez por semana. Já falei isso para meu doutor cardiologista. Eu gosto porque são os sabores da minha infância. Era o que mais se comia na minha casa”, lembra Lucídio.

A ciência já estuda a relação entre os alimentos e o funcionamento do cérebro. Duas universidades gaúchas – a Federal do Rio Grande do Sul e a Unisinos – estão pesquisando juntas o quanto a nossa dieta pode ser capaz de fornecer nutrientes essenciais para melhorar a comunicação entre as células do cérebro. É o caso, por exemplo, do arroz com feijão. O prato típico do brasileiro ajuda a manter o cérebro funcionando bem. E ele precisa.

O cérebro tem menos de 5% da massa total do corpo, mas gasta 20% de todo o oxigênio que respiramos. Com tanto oxigênio concentrado num espaço tão pequeno, pode acontecer com o cérebro o que acontece com um pedaço de metal em contato com o ar: a oxidação. É como se ele enferrujasse.

Alguns alimentos combatem a oxidação. “Frutas e verduras são fundamentais – de cinco a sete porções diferentes por dia, de preferência, coloridas. Há um tempo, as cores dos alimentos estavam relacionadas com a beleza e a vontade de comer. Hoje se sabe que as cores têm pigmentos que são antioxidantes”, explica a nutricionista Denize Righetto Ziegler, da Unisinos e da UFRGS.

Tão importante quanto à alimentação é a postura diante da vida. Antes de sair da Bahia, ninguém acreditava em João.
“Eu era considerado o garotinho mais burrinho da cidade, porque eu não estudei. Quando se falava qualquer coisa sobre estudo, eu não sabia nada. Então, fiquei conhecido como o mais burrinho da cidade”, conta o taxista.

E o baiano do interior virou taxista em São Paulo. Aí, piorou. Ele conta que alguns passageiros ficavam indignados quando ele não sabia a localização de determinada rua. E quando descobriam de onde ele era, saíam-se com esta: “Também… Deixam baiano trabalhar na praça!”.

De orgulho ferido, o baiano João meteu o mapa da metrópole na cabeça: decorou 200 páginas do Guia da Grande São Paulo. Não há um único paulistano capaz de saber mais do que ele.

“A página 26 está já lá no fim, fazendo divisa com Itaquaquecetuba. É mais conhecida como Avenida Água Chata”, afirma João.

Ao enfrentar a humilhação, João estava, sem saber, ajudando o cérebro dele a funcionar melhor. A memória fantástica apareceu quando ele rejeitou uma atitude derrotista.

“O sofrimento envelhece o cérebro, bloqueia a produção de novas células nervosas que iriam substituir células perdidas e acelera a perda de células nervosas em regiões específicas do cérebro”, revela o neurologista Cícero Galli Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A ciência sempre acreditou – e todos nós sempre aprendemos na escola – que as células do cérebro, ao contrário das outras células do nosso corpo, nunca se regeneram. Quando um neurônio morre, jamais nasce outro no lugar dele. Mas, de dez anos para cá, essa certeza científica foi dando lugar a evidências cada vez maiores de que as células nervosas podem, sim, construir novas pontes tapando os buracos provocados pelos neurônios mortos e religando a comunicação que estava interrompida. 
 
Isso é feito pelas chamadas células precursoras, que podem viajar de uma região a outra do cérebro e substituir os neurônios mortos. Quando elas fazem isso, acontece a neurogênese, o nascimento de novos neurônios.

Tomar sol bem cedo ou no fim da tarde ajuda a pele produzir a vitamina D, fundamental para a neurogênese. Mas não é só. “É absolutamente importante a pessoa manter ao longo da vida inteira a alegria de viver, o entusiasmo pelo que faz, procurar enfrentar os problemas do dia-a-dia com serenidade”, aconselha doutor Galli. 
 

Outro aliado da produção de novos neurônios é um ex-vilão inteiramente regenerado pela medicina: o ovo, com a clara bem durinha e a gema mole.

“Isso pode parecer contrário ao conceito tradicional, mas está absolutamente de acordo com os dados mais recentes que têm sido demonstrados na literatura médica. O ovo possui elementos, entre eles eu destaco o colesterol de alto peso molecular, o chamado colesterol bom, e a colina, que são nutrientes essenciais para a produção de novas células”, ressalta doutor Galli.

Botar o ovo no cardápio e apanhar um pouco de sol todo dia é barato e fácil. Mas e a outra pré-condição para favorecer o nascimento de neurônios: como lidar com o estresse? 
 
João garante que não é estressado com trânsito. “O engarrafamento não tem jeito. Fazer o quê? Relaxar. Aí, o passageiro fica nervoso porque acha que eu não conheço o melhor caminho. Quando São Paulo pára, não temos por onde sair”, conforma-se o taxista.

Manter a calma num trânsito infernal é uma façanha que traz suas recompensas. Uma pesquisa da Rede Sarah mostra que o estresse exagerado afeta a memória.
“De repente, começaram a aparecer muitas pessoas, principalmente na faixa etária dos 45 aos 60 anos, dizendo que estavam ficando velhas porque estavam perdendo a memória”, conta a neurocientista Lucia Willadino Braga.

A pesquisa comparou o cérebro de dois grupos de pessoas. O primeiro tinha entre 45 e 60 anos. O segundo, como Lucídio, mais de 80 anos de idade. A pedido do Globo Repórter, Lucídio refez os testes da pesquisa.

Logo no primeiro teste, Lucídio mostrou a memória impecável. Para fazer o teste de memória visual em que ele tinha de lembrar de uma série de figuras, Lucídio entrou numa máquina de ressonância magnética. Enquanto isso, os pesquisadores monitoravam sua atividade cerebral.

Enquanto ele lembrava das figuras, os equipamentos identificavam que região do cérebro ele estava usando. Lucídio confirmou os resultados anteriores: na memória de curto prazo, o acerto foi de 96%, bem maior do que o das pessoas mais jovens que participaram da pesquisa.

“Depois nós fizemos o teste da memória visual, que são as figuras abstratas. Eu perguntei qual delas você tinha visto antes e, incrivelmente, você acertou 100%. Então, você está com o cérebro muito jovem, muito exercitado, o que mostra que durante a sua vida toda você manteve o cérebro funcionando”, anunciou Lucia.

O exame revelou também a estratégia usada por Lucídio para se lembrar das figuras. Ele ativou uma parte do cérebro acima dos olhos, perto da testa, uma área relacionada com o planejamento.

Culto e sofisticado, Lucídio foi buscar na obra de um pintor do século 16 uma maneira de fixar na memória, por associação, uma das figuras do teste. “Uma delas eu associei àquelas imagens fantásticas de El Greco”, contou o urbanista.

A pesquisa do Hospital Sarah de Brasília concluiu que o grupo mais jovem estava tendo falhas na memória por causa do estresse e que o grupo mais velho manteve a memória intacta porque nunca deixou de exercitar o cérebro.

“A gente viu que nesse grupo entre 45 e 60 anos, as pessoas estavam estressadas. Elas estavam tomando remédio para dormir, fazendo mil coisas ao mesmo tempo. Então, elas não tinham um problema de memória e sim um problema de estruturação da vida”, esclarece a neurocientista.

“Eu sei que me dediquei bastante até hoje. A partir do dia em que o homem achar que sabe tudo, ele estará perdido”, diz João.

“Trabalhar é importante. Levantar cedo também. Passarinho madrugador é que come minhoca. Na roça, achamos que era importante sair com o nascer do sol”, finaliza Lucídio.

Carta Objeto Dignidade. Melhor prevenir do que remediar.

em julho de 2011 disponivel:

http://objetodignidade.blogspot.com/2011/07/carta-objeto-dignidade-melhor-prevenir.html

 
Cristiane Rozicki
 
  
Danos à saúde podem ser evitados.
 
 
A carta Objeto Dignidade
 
Obter o Respeito À Dignidade: Vida e Saúde.
MELHOR PREVENIR DO QUE REMEDIAR, danos à saúde podem ser evitados.
 
 
A carta Objeto Dignidade foi escrita em dezembro de 2005. Esta missiva é relativa à doença neurodegenerativa esclerose múltipla [EM ou MS]. Objeto Dignidade constituiu documento entregue à Defensoria Pública da União – Núcleo de Florianópolis através do Correio, e ao Ministério Público de Santa Catarina por correspondência eletrônica.
 
Hoje, somos 4 consangüíneos portadores de doenças auto-imunes e neurodegenerativas: mal de parkinson – 1 caso, mal de alzheimer – 1 caso, e esclerose múltipla – 2 casos.
 
A mensagem original, “Objeto Dignidade” que tem a intenção de obter o respeito à Dignidade: vida e saúde, de 29/12/2005, está disponível em:
 
 
E, agora, também disponivel em
 
 
 
São José, 17 de julho de 2009.
 
Cristiane Rozicki
—-
 
Recebe:
DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO  
Coronel Lopes Vieira, 114  
Centro
Florianópolis – SC
CEP.: 88015-260
——————————————————–
Remete:
CRISTIANE ROZICKI
SÃO JOSÉ – SC
CEP: 88000
OBJETO:
Efetivo respeito à vida humana e sua Dignidade. Cumprimento dos direitos e garantias fundamentais da Constituição da República Federativa do Brasil, desde o art. 1o, incisos II e III, art. 5o e art.6o.
Constituição da República Federativa do Brasil
Art. 197.  São de Relevância pública as ações e serviços  de  saúde,  cabendo ao Poder Público dispor, nos termos da lei, sobre sua regulamentação, fiscalização e controle, devendo sua execução ser feita diretamente ou através de terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado.
 
Declaração Universal dos Direitos do Homem. ________________________________________
ARTIGO III – Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal (…).
ARTIGO XXV – Todo homem tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família, saúde e bem-estar.
Constituição da República Federativa do Brasil
________________________________________
O art. 1o da Lei Suprema, diz: “A República Federativa do Brasil (…) constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
Inc. II do art. 3o –  
a cidadania;  
Inc. III, art. 3o –  
a dignidade da pessoa humana;  
TÍTULO II – DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS
CAPÍTULO I – Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos
Art. 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade (…).
Art. 6o – São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.
 
TÍTULO VIII – DA ORDEM SOCIAL
Capítulo II – DA SEGURIDADE SOCIAL – Seção II – DA SAÚDE
Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.
DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Art. 37. A administração pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade (…).
 
SUS – LEI Nº 8080 DE 19/09/90
________________________________________
ART. 2º – A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.
ART. 3º – A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País.
ART. 3o, Parágrafo Único – Dizem respeito também à saúde as ações que, por força do disposto no artigo anterior, se destinam a garantir às pessoas e à coletividade condições de bem-estar físico, mental e social.
ART. 6º – Estão incluídas ainda no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS):
I – a execução de ações:
(d) de assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica
IV – a vigilância nutricional e a orientação alimentar.
VI – a formulação da política de medicamentos, equipamentos, imunobiológicos e outros insumos de interesse para a saúde e a participação na sua produção;
ART. 7º – As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no art. 198 da Constituição Federal, obedecendo ainda aos seguintes princípios:
I – universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência;
ART. 19-I – SÃO ESTABELECIDOS, NO ÂMBITO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE, O ATENDIMENTO DOMICILIAR E A INTERNAÇÃO DOMICILIAR.
§ 1º Na modalidade de assistência de atendimento e internação domiciliares incluem-se, principalmente, os procedimentos médicos, de enfermagem, fisioterapêuticos, psicológicos e de assistência social, entre outros necessários ao cuidado integral dos pacientes em seu domicílio.
________________________________________
2a Vara da Fazenda Pública de Florianópolis à Decisão do TJ/SC
Ação Cautelar Inominada (autos nº 023.02.013505-2), que foi distribuída à 2ª Vara da Fazenda Pública de Florianópolis. O juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública de Florianópolis, Robson Luz Varella, deferiu liminar:
“(…) DEFIRO O PEDIDO LIMINAR. A recusa ao direito da autora ‘in casu’, implicaria pôr em risco o direito à vida, fato que se sobrepõe a qualquer outro. Assim já manifestou-se a 1a. Turma do Superior Tribunal de Justiça (Resp no. 127.604 – Estado do Rio Grande do Sul, julgado em 18.12.97, relator o Ministro GARCIA VIEIRA, DJU de 16.3.98, p.43).
O direito perseguido, direito à vida, supera qualquer outra questão de ordem legal, especialmente na órbita infraconstitucional, haja vista que presente, na espécie, o “periculum in mora”. Situações como a presente enfocam a problemática de não poder o juízo monocrático, à luz da Lei no. 8.437, DE 30 DE JUNHO DE 1992, deferir tutela antecipada contra a Fazenda Pública que resulte no esgotamento no todo ou em parte não podem os requeridos brandir como exceção a Lei no. 8.437, DE 30 DE JUNHO DE 1992.
Assim, afasto, aliás entendimento moderno do STJ, a aplicabilidade de tal provimento legislativo ao caso concreto. Poder-se-ia concluir estar o Município ao abrigo do melhor direito. Porém, as regras acerca da proibição de se antecipar os efeitos do pedido perante a Fazenda Pública merecem ser interpretados à luz da Constituição Federal. Com efeito, não se está negando a vigência às normas legais que vedam a antecipação liminar, segundo o disposto no art. 1º, da Lei no. 8.437, DE 30 JUNHO DE 1992, que disciplina a aplicação das medidas liminares contra a Fazenda Pública, dispositivo entendido como constitucional pelo Pleno do STF, com os efeitos daí decorrentes, tampouco em relação à disposição do art. 475, I, do CPC, no sentido de não possuir eficácia a decisão desfavorável até sua confirmação pelo Tribunal.  
Entende-se, no caso concreto, deva ser tutelado o direito à vida e à saúde, insculpido no art. 196 da Constituição Federal, prevalecendo estes (…)”.
Desembargador Nilton Macedo Machado, ao analisar a questão, asseverou o seguinte entendimento:
“(…) o caso em exame amolda-se perfeitamente à hipótese de providência médica urgente (…)” e que era “(…) imprescindível interpretar a lei de forma mais humana, teleológica, em que princípios de ordem ético-jurídica conduzam ao único desfecho justo: decidir pela preservação da vida (…). Não se pode apegar, de forma rígida, à letra fria da lei, e sim, considerá-la com temperamentos, tendo-se em vista a intenção do legislador, mormente perante preceitos maiores insculpidos na Carta Magna garantidores do direito à saúde, à vida e à dignidade humana, devendo-se ressaltar o entendimento das necessidades básicas dos cidadãos” (ROMS 11183/PR. Rel. Min. José Delgado, DJ 04/09/00).  
________________________________________
 
Eu, CRISTIANE ROZICKI, Carteira de Identidade n. 1023725292 e Cadastro de Pessoas Físicas: n. xxx, portadora de esclerose múltipla, residente xxx, em São Jose/SC, venho, por meio desta, apresentar as razões urgentes que tornam os pedidos o imperativo da presente. Haja vista a urgência e a necessidade de permanência, por tempo indeterminado, de cuidados multiprofissionais e de nutrientes (suplementos), médicos, dentista, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos, entre outros que se fazem imprescindíveis e que vierem a ser cogentes.
– – –
Desde o dia 02 de outubro de 2004 resido na referida casa (endereço supra mencionado), graças a ajuda de várias pessoas, pois não disponho de rendas.
– – –
Não disponho de rendas, o que sequer pode permitir a mínima subsistência. Condição que não garante o alcance às terapias multiprofissionais necessárias à manutenção e melhora de minha saúde.
– – –
Por isso, como cidadã brasileira, venho, por meio desta carta, solicitar auxílio jurídico e representação para obter o respeito à Dignidade e à vida, e para conseguir as terapias multiprofissionais e suplementares necessárias à minha saúde. Para tanto, trago a Vossas Excelências as informações que seguem.
Sumário: – 1. CRISTIANE E O RESULTADO DA ESCLEROSE MÚLTIPLA. – 1.1. A autora é portadora de esclerose múltipla (e.m.). – 1. 2. Condições reais de existência. – 1.3. Estado físico atual da autora. – 2. A FALTA DE MOBILIDADE E CONSEQÜÊNCIAS. – 3. A ESCLEROSE MÚLTIPLA (E.M.). – 3.1. Esclerose Múltipla por Karla Adryana Diniz Meireles. 3. 2. Esclerose Múltipla – Brazilian Committe For Treatment And Research In Multiple Sclerosis. – 4. TRATAMENTO DA ESCLEROSE MÚLTIPLA. – 5. SUPLEMENTOS ALIMENTARES
 
 
1. CRISTIANE E O RESULTADO DA ESCLEROSE MÚLTIPLA.
1.1. A autora é portadora de esclerose múltipla (e.m.).
–         A autora da presente, CRISTIANE ROZICKI, brasileira, solteira, 39 anos (data de nascimento: 09/nov/1966), Mestre em Direito, plenamente capaz e em total exercício das capacidades civis, é PORTADORA DE DOENÇA NEUROLÓGICA há 25 anos, portadora de esclerose múltipla (EM), com lesões no sistema nervoso central, sendo que suas lesões estão presentes nos dois hemisférios do encéfalo.
–         A evolução da desmielinização exerce, no mínimo, duas fortes pressões a favor da antecipação da morte, notadamente sobre os aspectos físico, social e emocional. Estas lesões à saúde de uma pessoa física, são efetivamente aumentadas com o desprezo às necessidades reais que sua vida exige.
–         Deve-se observar que:
“A possibilidade de apresentar Esclerose Múltipla é maior para os que têm um parente  próximo comprometido pela doença. Esta predisposição não está ligada a uma transmissão genética da doença. Ela significa a herança de um determinado tipo de reação imunitária ao agente patológico.” – Dra. Karla Adryana Diniz Meireles
– Na família da autora, xxx, mãe de Cristiane Rozicki, é portadora de esclerose múltipla há mais de 42 anos. O avô paterno de Cristiane Rozicki, Boneslau Stanislau Rozicki, falecido, foi portador de outra doença degenerativa: o mal de Parkinson. xxx é aposentada por doença, vive, reside xxx, e mal pode suprir financeiramente todas as suas próprias necessidades vitais.
 
1. 2. Condições reais de existência.
– Cristiane Rozicki, 25 anos portadora de esclerose múltipla, apresentando todos os sinais desta moléstia no curso progressivo da patologia da E.M., tem tetraparesia, os quatro membros, superiores e inferiores, afetados.
– Além disso, outros músculos, em função das lesões ao sistema nervoso central (SNC), têm sua atividade normal afetada. Um exemplo disso é a incontinência urinária (bexiga e esfíncter são músculos) e a língua que articula o ar para dar compreensão aos sons da fala.
– Ainda, afetada por lesão neurológica foi a visão, nos dois olhos.
– O deslocamento físico, quando necessário, é feito em cadeira-de-rodas e com auxílio de outras pessoas.
– O deslocamento é oneroso à força física que a autora tem a sua disposição. O desgaste, que é físico e emocional, não é recuperado rapidamente. Para o deslocamento, é exigido do corpo um esforço que, em pouco tempo, é capaz de levar a pessoa à exaustão.
– A fadiga, traço característico da esclerose múltipla, é incapacitante e permanente, consumindo a energia da vitalidade. Esta energia, que todas as pessoas humanas têm à disposição, quando consumida em maior grau e intensidade num portador de esclerose múltipla, termina impedindo qualquer atividade banal da vida normal como, por exemplo, segurar com as duas mãos uma caneca de água e levá-la até a boca ou, ainda, outro exemplo, falar com facilidade e  desenvoltura.
– Portadora de esclerose múltipla, foi aos 33 anos que o mal atingiu um grau insuportável de evolução.
– Aos 33 anos, passado o inverno de 1999, foi perdida a capacidade que permitia desdobrar, ainda que com dificuldade, as pernas.
– Em 1999 as contrações musculares aumentaram em número de vezes, passando a contínuas (parecidas com cãimbras) e muito dolorosas.  Espasticidade e rigidez permanentes. Nesse estado de descontrole e desconforto físico, e contrações musculares continuadas, o corpo passou a se lançar para fora da cadeira. Hoje este movimento involuntário do corpo ainda acontece, com menos violência, mas existe, fruto da espasticidade.
– A autora não consegue realizar deambulação, tampouco consegue sentar-se.
– Faz-se necessária a companhia permanente de alguém para auxiliar. Assim, do mesmo modo, é preciso, obrigatoriamente, a transferência com auxílio de duas pessoas da cama para a cadeira, por exemplo.
1.3. Estado físico atual da autora
– O estado físico do corpo mal pode permitir ficar na postura sentada. Todas as pessoas que acompanham o cotidiano conhecem os detalhes da dificuldade de assumir a postura sentada.
– Com tetraparesia, os quatro membros com perda de atividade motora, corpo tetraespástico, a coluna, braços e pernas, e também o diafragma (o músculo que permite a respiração), sofrem contrações musculares involuntárias. Não existe movimento voluntário nos músculos da coluna. Ademais, acompanham este quadro a deficiência respiratória (por causa do diafragma), a fadiga, a deficiência visual resultado da esclerose múltipla e a dificuldade para falar. Estes são alguns dos traços da esclerose múltipla. Doença grave, progressiva, degenerativa do sistema nervoso central (SNC), a esclerose múltipla – e.m., é mal neurológico confirmado em pesquisa realizada no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, no ano de 2000, prontuário no Hospital de Clínicas de Porto Alegre – HCPA, número: 036889/4 – Serviço de Genética Médica, e em diagnóstico médico de Sérgio Haussen, neurologista em Porto Alegre/RS.
– Todo o corpo está lesionado. E está atrofiada a musculatura. O corpo atrofiado é perceptível por qualquer olhar, está com acentuado deslocamento de quadril – o que levou a perna esquerda para frente e encolheu a direita -, levando para lateral esquerda coluna e braço. Qualquer pessoa pode detectar um corpo deformado. Basta olhar.
– Desde o segundo semestre de 1999 as pernas não desdobram a articulação dos joelhos, o que impede o corpo assumir uma postura ortostática, erguer o corpo, ficar em pé. Já há artrose e também osteopenia, esta é a perda de massa óssea.
– A osteopenia foi verificada em RX, laudo médico em 03 de maio de 2004.
– Para transferência do corpo da cama para a cadeira e vice-versa são necessárias 2 (duas) pessoas.
– A fisioterapia 2 vezes por semana xxx, não é suficiente.  E a autora não dispõe de recursos financeiros para completar as terapias de que necessita contínuas e urgentes.
2. A FALTA DE MOBILIDADE E CONSEQÜÊNCIAS
O tratamento humano não pode desprezar nada de tudo o que faz e integra um homem. Merece cuidados todos os aspectos de vida de um homem, tanto individualmente considerado como também no plano de vida coletiva, que traduz participação, convivência, e comunicação social.
A falta de mobilidade limita a perspectiva de vida e altera a saúde do corpo humano. Deixá-lo a própria sorte é condená-lo irremediavelmente à antecipação da morte.
Observa-se que as incapacidades sensoriais e motoras, além do DESGASTE EMOCIONAL, que é intenso e constante, levam a situações tais como:
– redução da capacidade respiratória, diminuindo a oxigenação do sangue;
– alteração da atividade cardíaca e da  circulação sanguínea;
– prejuízo do sistema renal e urinário, bem como do movimento duodenal e intestinal;
–         atrofias musculares, e ósseas.
“Sabemos que o ser humano é desenhado para ser móvel, principalmente porque 40% do nosso organismo é composto de músculos esqueléticos. Além do mais somos dependentes da atividade física para que haja a manutenção deste sistema músculo-esquelético e para a melhor função de nossos órgãos internos. Sabemos, por exemplo, que a reabsorção óssea é feita através dos estímulos de pressão e tração que este segmento recebe ao longo do dia onde nos locomovemos e pressionamos as estruturas. Outros exemplos da falta de atividade física são insuficiência cardíaca, deterioração articular, condições tromboembólicas, estase gastrointestinal e estase urinária.”
“No sistema músculo-esquelético: a) Hipotrofia, atrofia muscular e descondicionamento; b)  Contraturas; c) Osteoporose e osteopenia; d) Deterioração articular; e) Ossificação heterotrópica; f) Osteomielite; g) Deformidades”
Autor: Patrícia Vieira Fernandes – Fisioterapeuta do Hospital Barra D’ Or, graduada pela UFPE e Pós-graduanda em Terapia Intensiva pela UNESA
Disponível em:
Indisposições do Sistema Nervoso Central exigem a permanência de CUIDADOS ESPECIAIS apropriados para cada quadro de diagnóstico e sintomatologia, para a conservação da vida e saúde das pessoas, manutenção e melhora da qualidade de vida das mesmas.
3. A ESCLEROSE MÚLTIPLA (E.M.)
3.1. Esclerose Múltipla por Karla Adryana Diniz Meireles:
“Descrita em 1860 pelo francês Jean Charcot, a Esclerose Múltipla é uma doença desmielinizante crônica que ataca substância branca do SNC, caracterizada por lesões disseminadas e múltiplos sintomas. Apesar de amplamente disseminada, há certas áreas de predileção, como as áreas periventriculares do cérebro, pedúnculos cerebelares, tronco cerebral e medula espinhal.”
“Embora a causa seja desconhecida, evidências científicas existentes indicam hipótese de causa auto imune com predisposição genética com intervenção de fatores exógenos ou agentes virais (um agente ambiental que exerce sua ação na infância). No entanto, pode-se afirmar que a Esclerose Múltipla não é hereditária no sentido clássico do termo e em nenhum momento contagiosa.”
“Como toda doença crônica, provoca sentimentos de angústia, culpa, revolta, depressão e perda da auto-estima que associados às dificuldades provenientes impostas, deteriora a qualidade de vida de seus portadores.”
“Usualmente o diagnóstico baseia-se nos achados clínicos, considerados os múltiplos sinais de disfunãão neurológica ocorrentes ao longo da evolução. São testes laboratoriais adicionais, que dão apoio ao diagnóstico: punção lombar, tomografia computadorizada, testes eletrofisiológicos e alterações hematológicas entre outros.”
“A Esclerose Múltipla é uma doença imprevisível, tipicamente apresenta-se com um curso de exacerbações e remissões, embora tenha sido identificados outros cursos clínicos. Os achados clínicos comuns são: distúrbios sensitivos, força muscular, tônus, fadiga coordenação, visão, linguagem, funções urinárias e intestinais, funções cognitivas e comportamentais. Numerosos problemas secundários podem surgir por causa da inatividade prolongada. Fatores exacerbantes na Esclerose Múltipla são: calor, estress ou traumatismos. O prognóstico é variável, embora a maioria dos pacientes viva, em média, 25 anos com a doença.”
REABILITAÇÃO
“A reabilitação do paciente com Esclerose Múltipla centra-se na reeducação da motricidade, melhoramento da função, prevenções de complicações secundárias e promoção de ajustamento psicológico bem sucedidos. Esta exige esforços abrangentes de uma equipe de saúde, para que seja propiciado um acompanhamento coordenado e contínuo.”
“A deambulação é uma meta funcional primária para muitos pacientes com Esclerose Múltipla, exigindo que os fisioterapeutas sejam capazes de identificar problemas que limitem ou impeçam a deambulação, que determine suas causas, e que planejem a intervenção terapêutica apropriada.”
“Resgatar a qualidade de vida, manter a capacidade produtiva é a difícil tarefa do fisioterapeuta para com o portador de Esclerose Múltipla.”
ANATOMIA PATOLÓGICA
“A E.M. leva ao ataque da bainha de mielina que encapa os nervos, dificultando a condução do estímulo nervoso). A doença que inicia no adulto jovem seria determinada na infância.”
“Cada uma das lesões elementares constitui um foco de desmielinização, este foco surge, na superfície da medula ou na superfície dos cortes no SNC, como uma área cinzenta e opaca sobre a substância branca: são as placas.”
“As placas, disseminadas ao acaso, são sempre mais numerosas do que o quadro clínico faz suspeitar, devido o tamanho da placa e o local lesionado não apresentar sintomas na medula instalam-se, de forma simétrica ou não, nos cordões posteriores ou nos feixes ântero-laterais. No encéfalo têm  uma predileção pelas regiões periventriculares, mas se encontram também no centro oval, na substância branca das circunvoluções cerebelares. As lesões limitam-se à mielina do sistema nervoso central; os nervos periféricos são sempre  poupados; a presença  de placas nas vias ópticas não contradiz esta regra, já que estas estruturas têm uma mielinização do tipo central.”
“As placas apresentam dimensões variáveis, seus limites são nítidos. Respeitam o córtex, a substância cinzenta do tronco cerebral e da medula. Mesmo que um foco de desmielinização pareça atingir estas estruturas, são comprometidas somente as bainhas de mielina, e os neurônios ficam intactos. Cada foco de desmielinização evolui de forma independente.”
INCIDÊNCIA EPIDEMIOLOGIA
“A literatura científica internacional mostra que a Esclerose Múltipla é mais freqüente entre populações localizadas nas zonas temperadas da terra. Nas áreas mais próximas ao Equador, segundo estatística, há menor número de casos de Esclerose Múltipla.”
“No Brasil, presume-se que a incidência é baixa: 4,4 casos por 100 mil habitantes.”
CUIDADOS
“Cuidados especiais devem ser administrados, a fim de identificar complicações como deformidades, atrofias, contraturas, perda de movimentos conscientes e de privação sensorial, os quais ocorrem na Esclerose Múltipla simplesmente por falta de uso.”
“Os principais déficit de controle motor, causando anormalidades de postura, equilíbrio, tono muscular e coordenação do movimento, irão requerer redirecionamento através de programas fisioterápicos.”
“A orientação deve ser feita e planejada numa base a longo prazo mais que a curto prazo, pois a recuperação da incapacidade instalada se faz gradativa e o estado emocional do paciente requer um tratamento mais prolongado.”
SINTOMAS
– “Sensibilidade, inclusive dor e parestesia.”
– “Tônus muscular e fatores que influenciam a qualidade do tônus, como  o posicionamento, estresse.”
– “Força muscular e o controle motor: se a espasticidade é grave, os tradicionais procedimentos de testes musculares serão inadequados, e a força deverá ser avaliada em termos de padrões de movimento funcionais e da disponibilidade dos movimentos seletivos; coordenação e equilíbrio; marcha; habilidades cognitivas; integridade e estado da pele; defeitos visuais: perda da visão, diplopia, nistagmo; estado emocional; fadiga; alteração na fala: disartria, disfagia; ataxia; perturbações cognitivas e comportamentais: ansiedade, agressão, negação…”
POSTURA: ALTERAÇÕES
Anormalidades posturais freqüentemente encontradas na avaliação e no decorrer do tratamento:
1. Flexão dos quadris unilateral ou bilateral, possivelmente devido à encurtamento do músculo  psoas.
2. Hiperlordose, devido ao encurtamento já mencionado e contraturas paravertebrais.
3. Ombros curvados para frente
4. Hiperextensão do joelho uni ou bilateral
5. Perda da rotação do tronco em movimento
6. Tornozelo em flexão plantar com o pé em inversão
7. EQUILÍBRIO, Perda de – “A manutenção do equilíbrio também se fundamenta no cálculo sensorial de proprioceptivos e receptores de pressão.”
8. PARESTESIAS – “Sensações subjetivas, sem qualquer sinal detectável ao exame neurológico, em que o paciente refere impressões vagas de adormecimento e de formigamento em partes do corpo, num ou mais membros ou tronco. São sintomas, por vezes desconfortáveis, (…)” que podem ser acompanhados de dor.
“A distribuição desordenada e o modo de evolução provocam o polimorfismo da Esclerose Múltipla, que desafia as descrições clínicas mais comuns. A multiplicidade das lesões (…)”.
9. REAÇÕES EMOCIONAIS COMUNS – “Culpa pode facilmente resultar do fato da incapacidade de realizar tarefas de forma perfeitas. Medo é uma reação inicial comum e compreensível: medo da dor ou incapacidade, relacionados com o desconhecimento da doença. Ressentimento é normal e pode ajudar no processo de ajustamento à condição crônica. Assim como em qualquer outra perda, o ressentimento normalmente regride com o tempo, dando lugar saudade, mas também à adaptação à perda. Perda da auto estima conduzindo a episódios de depressão.”
10. “Alterações cognitivas, alterações na capacidade de lembrar as coisas, em concentrar-se, resolver problemas e desenvolver diversas atividades mentais.”
“A Esclerose Múltipla é uma doença imprevisível, com ocorrência de sintomas ao longo de um período de muitos anos.”
“Os sintomas da Esclerose Múltipla se manifestam de diferentes formas, variam em caráter, intensidade e duração.”
“Os sintomas dependerão da localização das lesões, e os sintomas  precoce frequentemente demonstram o envolvimento dos feixes sensitivos, piramidais, cerebelares e visuais.”
“Sintomas de fadiga e fraqueza podem ocorrer sem sinais óbvios de incapacidade, induzindo familiares e amigos a esperar do indivíduo mais do que se sente capaz de fazer.”
“A debilidade afeta mais freqüentemente as pernas e pode produzir uma gama de disfunções, de leve fadiga até paraparesia.”
“A fadiga pode ser agravada não apenas pelo curso da Esclerose Múltipla propriamente, mas pela depressão, ingestão de alimentos pesados, elevação de temperatura. A depressão pode conduzir você ao afastamento de atividades recompensantes e conduzi-lo a escassos contatos sociais com amigos, levando-o a reduzir suas atividades físicas e seu bem estar.”
“As manifestações da Esclerose Múltipla podem variar de forma bem acentuada, pois qualquer queixa subjetiva ou sinais objetivos apresentados a seguir podem constituir a primeira expressão da enfermidade:”
1. Espasticidade;
2. Fadiga;
3. Parestesias, paresias;
4. Distúrbios da marcha;
5. Apraxia;
6. Incontinência, retenção urinária;
7. Dor facial, MMSSII e tronco.
8. Fraqueza,
9. Dor (músculo-esquelético);
10. Falta de equilíbrio, visão dupla, perda visual unilateral (neurite óptica).
11. Complicações respiratórias.”
“Na maioria destes sinais e sintomas a fisioterapia pode auxiliar, tanto em um caráter preventivo, como de manutenção.”
Esclerose Múltipla – Autora: Dra. Karla Adryana Diniz Meireles – Publicado na revista da UNESP
3. 2. Esclerose Múltipla – BRAZILIAN COMMITTE FOR TREATMENT AND RESEARCH IN MULTIPLE SCLEROSIS
O QUE É ESCLEROSE MÚLTIPLA
– “É uma doença neurológica inflamatória crônica que acomete mais freqüentemente adultos jovens entre os 20 e 40 anos. É mais comum em mulheres (proporção de 2 para 1).”
– “É mais comum em áreas de clima temperado. Tem alta prevalência na Grã-Bretanha, Escandinávia, norte dos Estados Unidos e Canadá.”
– “Acredita-se que a esclerose múltipla seja uma doença autoimune, a qual o próprio sistema imunológico do organismo ataca a mielina (desmielinização) do sistema nervoso central.”
– “Embora não seja herdada diretamente, a esclerose múltipla acomete pessoas geneticamente susceptíveis, as quais são aparentemente mais reativas a determinados estímulos ou agentes.”
DIAGNÓSTICO
“O diagnóstico é clínico, feito por um neurologista clínico, com base no histórico médico (queixas passadas e presentes), na avaliação dos sintomas percebidos e relatados pelo paciente, e na presença de sinais neurológicos detectados pelo neurologista (mas não necessariamente percebidos pelo paciente) durante o exame neurológico. Os exames solicitados pelo médico são úteis para confirmação do diagnóstico.”
SINTOMAS
“Virtualmente, qualquer problema neurológico tem sido descrito na EM, em pelo menos, relato de um caso.”
“Sintomas mais comuns: parestesias (dormências, formigamentos); fraqueza dos membros; dificuldade para caminhar; neurite óptica (turvação visual); visão dupla; incoordenação motora; desequilíbrio; tonturas; zumbido; vertigem; tremores; dor; distúrbios esfincterianos (alterações no controle da urina e fezes); fadiga.”
SINTOMAS MAIS RAROS:
“Demência (distúrbio mais grave da memória e do comportamento); afasia (dificuldade de se expressar ou de entender assuntos); convulsões; movimentos involuntários dos membros; cefaléia; dificuldade para engolir.”
4. TRATAMENTO DA ESCLEROSE MÚLTIPLA
O tratamento para assegurar a conservação da vida e saúde das pessoas, sempre para um estado melhor, objetivando a manutenção do estado de bem-estar, físico, mental, emocional, e social, requer a PERMANÊNCIA DE CUIDADOS ESPECIAIS, adequados a cada caso.
Embora a ação da indisposição física que abala o corpo humano, a ANTECIPAÇÃO DA MORTE advém de complicações pela falta de cuidados.
Na esclerose múltipla, apesar de a moléstia figurar entre as doenças sem cura, HÁ TERAPIAS INDISPENSÁVEIS para serem efetivadas permanentemente. Tal tratamento começa pela AÇÃO PREVENTIVA.
“Cuidados especiais devem ser administrados, a fim de identificar complicações como deformidades, atrofias, contraturas, perda de movimentos conscientes e de privação sensorial, os quais ocorrem na Esclerose Múltipla (…)”.
“Para (…) a implementação do regime de tratamento preventivo o mais cedo possível, promovendo assim um tratamento ativo de apoio”.
“Resgatar a qualidade de vida, manter a capacidade produtiva é a difícil tarefa (…)  para com o portador de Esclerose Múltipla”.
Esclerose Múltipla
por Karla Adryana Diniz Meireles
Para o tratamento e cuidado do portador de esclerose múltipla (E.M.) é imprescindível o acompanhamento permanente por equipe multiprofissional:
TRATAMENTO – BRAZILIAN COMMITTE FOR TREATMENT AND RESEARCH IN MULTIPLE SCLEROSIS
“O tratamento dos pacientes c/ EM habitualmente é realizado por equipe multiprofissional, integrada e com conhecimento sobre a doença.”
5. SUPLEMENTOS ALIMENTARES
Sítio canadense de e.m.
website of the registered charity: DIRECT-MS – Nutritional Factors and Multiple Sclerosis.
Fatores nutricionais e esclerose múltipla.
Nutritional Factors and Multiple Sclerosis
ASPECTO NUTRICIONAL: SUPLEMENTO ALIMENTAR
Sítio canadense de e.m. – Este é o website registrado: DIRIGIR-MS
Agora disponível:
Estratégias ” nutricionais para Controlar Esclerose ” Múltipla
folheto disponível: ” Proteja sua família de MS “
Previamente liberado: ” Leve Controle de Esclerose ” Múltipla.
Inovações Nutricionais avançadas, Inc. de Fallon, Nevada (o EUA) anunciou um programa para dar garrafas grátis de seu prêmio, CÁLCIO DE QUALIDADE ALTO / SUPLEMENTO DE MAGNÉSIO PARA AJUDAR AS PESSOAS COM SRA. O PRODUTO TEM NÍVEL RELATIVAMENTE ALTO DE VITAMINA D COMO PARTE DE UMA FORMULAÇÃO COMPLEXA PROJETOU PARA APERFEIÇOAR A ABSORÇÃO e utilização do cálcio e magnésio.
Você deve ser diagnosticado com ou deve estar sendo tratado para SRA. Eles receberam alguma avaliação positiva aparentemente de pessoas com MS […].
INTRODUÇÃO
Este website foi fixo até proveja informação segura, cientificamente baseada sobre a relação entre esclerose múltipla e fatores nutricionais.
 
Esclerose múltipla é uma doença autoimune em qual é sistema imune ataca e gradualmente destrói as envolturas de myelin que cobrem axons de nervo no sistema nervoso central. A perda de resultados de myelin em um miríade de inaptidões que lentamente acumulam com tempo. A causa de MS só é tratamentos de droga desconhecidos e atuais ligeiramente lento a progressão da doença.
Por muitos anos foi suspeitado que jogo de fatores nutricional um papel principal em MS com gorduras saturadas e ” comidas alérgicas ” que são os principais suspeitos. Infelizmente pouca pesquisa foi feita para seguir para cima tais hipóteses e atualmente o melhor nós podemos dizer é que nós não sabemos se fatores nutricionais forem envolvidos em MS ou não.
Ajudar respondem esta pergunta, um esforço de pesquisa de literatura extenso foi levado a cabo para determinar se o conceito de ser de fatores nutricional uma parte de causa de MS é razoável ou não. AS COMPOSIÇÕES E LIGAÇÕES NESTE LOCAL PROVÊEM OS RESULTADOS DESTE ESFORÇO DE PESQUISA QUE DETERMINOU CLARAMENTE REALMENTE MUITO BEM ISSO FATORES NUTRICIONAIS PODEM FAZER UM PAPEL SIGNIFICANTE EM COMEÇO DE MS E PROGRESSÃO. A MAIORIA DO IMPORTANTLY, SE APARECE AQUELA REVISÃO DE DIETA PODE SER UMA TERAPIA MUITO EFETIVA POR REDUZIR A VELOCIDADE OU PROGRESSÃO DE MS DE PARADA.
DIRIGIR-MS.
Em resumo, há que há muito evidência circunstancial que implica fatores nutricionais vários em MS e assim mudanças em dieta podem ser uma terapia muito que vale a pena por imprensar a progressão significativamente […].
[…] possa fazer escolhas informadas e seguras com respeito a entrada nutricional e seleção de comida. Os benefícios potenciais da pesquisa planejada para pessoas com MS são enormes.
DIRIGIR-MS
5119 Brockington Rd. NW
Calgary, AB, T2L 1R7,
Canadá
RETRATAÇÃO
Este website é planejado como um guia informador. As aproximações descreveram e sugeriram são pretendidas terapias complementar, não substitua, conselho médico profissional e tratamento. Não deveriam ser usadas as terapias que são discutidas para tratar uma doença séria sem consulta anterior com um profissional de saúde qualificado.
LEITURAS EM SUPLEMENTOS
Vitamina D e Flutuações Sazonais de Gadolinium-aumentar Ressonância Magnética Lesões de Imaging em MS
Vitamina D e o Risco de MS Em desenvolvimento para britânico & Migrantes irlandeses para a Austrália
Vitamina D Supplementation na Briga Contra Esclerose Múltipla
Lista de suplementos indicados
 
LEITURAS EM DIETA E MS
Fatores nutricionais e MS
A Hipótese de Dieta para a Causa de MS
Uma Causa Dietética de MS
Hipersensibilidade de comida e MS
Melhor Aposte Tratamento para MS
Nutrição de Paleolithic e Esclerose de Múltiplo
A Necessidade Crítica para Pesquisa Dietética na Causa de Esclerose Múltipla
Memória T Ajudante Cells e MS
A Roger MacDougall Story
Nenhuma Cama de Rosas por Roger MacDougall
 
CONCEITOS CIENTÍFICOS IMPORTANTES
Intestino mal vedado
Nutrição de Paleolithic
Mimicry molecular
 
Artigos de Diário IMPORTANTES
São anfitrião de vários artigos de diário neste local.  Uma lista completa, e podem ser achadas ligações para estes artigos aqui.
 
Dr Peter Seland
Sarah Pepall
Sr. Reid Nicholson
Nutritional Factors and Multiple Sclerosis
This is the website of the registered charity: DIRECT-MS
Now available: The first in a series of webcasts entitled
“Nutritional Strategies for Controlling Multiple Sclerosis”
Latest booklet available: “Protect your family from MS”
Previously released: “Take Control of Multiple Sclerosis”
READINGS ON SUPPLEMENTS
Vitamin D and Seasonal Fluctuations of Gadolinium-Enhancing Magnetic Resonance Imaging Lesions in MS
Vitamin D and the Risk of Developing MS for British & Irish Migrants to Australia
Vitamin D Supplementation in the Fight Against Multiple Sclerosis
List of recommended supplements
READINGS ON DIET AND MS
Nutritional Factors and MS
The Diet Hypothesis for the Cause of MS
A Dietary Cause of MS
Food Hypersensitivities and MS
Best Bet Treatment for MS
Paleolithic Nutrition and Multiple Sclerosis
The Critical Need for Dietary Research into the Cause of Multiple Sclerosis
Memory T Helper Cells and MS
The Roger MacDougall Story
No Bed of Roses by Roger MacDougall
IMPORTANT SCIENTIFIC CONCEPTS
 
 

No Brasil, a “legalização” do aborto ocorrerá por negligência, no mínimo, e não por falta de recursos jurídicos para impedi-la, pois estes recursos não estão sendo usados intencionalmente.

Pergunta: o que é mesmo que o ufanismo “leigo” (?!!) comemorativo da direção de “Brasil sem aborto” estava considerando “mérito” ver como “atrasado” no julgamento da ADPF 54?https://objetodignidade.wordpress.com/2009/09/02/no-brasil-a-legalizacao-do-aborto-ocorrera-por-negligencia-no-minimo-e-nao-por-falta-de-recursos-juridicos-para-impedi-la-pois-estes-recursos-nao-estao-sendo-usados-intencionalmente/


—– Original Message —–

From: Celso Galli Coimbra
To: nao_ao_aborto@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, September 02, 2009 2:51 AM
Subject: [aborto_não] Re: BRASIL SEM ABORTO PREPARA 3ª MARCHA PELA VIDA E PELA PAZ – 30/08/09

Escrevi esta mensagem antes do falecimento do Min. M. Direito, o que sabia-se estava para ocorrer devido ao seu estado de saúde. Aliás, Lula, qdo escolheu aquele Min., sabia que ele tinha pouco tempo de vida. Outro, Eros Grau vai ser aposentado pela idade.
Os mais cotados para preenchimento destas vagas são o ex-procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, o presidente do Superior Tribunal de Justiça, Cesar Asfor Rocha, e o advogado-geral da União, José Antônio Dias Toffoli (referido por mim na mensagem e preferido de lula).

Já houve mais uma decisão judicial de primeira instância no MS autorizando aborto de anencéfalo entre o dia 29 e hoje.
Pergunta: o que é mesmo que o ufanismo “leigo” (?!!) comemorativo da direção de “Brasil sem aborto” estava considerando “mérito” ver como “atrasado” no julgamento da ADPF 54?
Para legalizar o aborto no Brasil, o mais importante continua sendo a conduta “pró-vida” midiática desta ONG, que ainda se “surpreende” quando o Governo Federal retira-lhe recursos à última hora, deixando claro que teria sido “induzido a erro”. Esta retirada de recursos com viés desmoralizador bem sucedido não era uma possibilidade e sim uma certeza.
Por que a Lenise se surpreendeu? Por terem cometido um erro? Por achar que a “legalização” do aborto está dentro de um contexto “democrático” deste governicho?
Vão pedir ajuda cientifíca no exterior com o meio que trabalha conosco há bem mais de uma década e acham que isto não seria objeto de conhecimento e avaliação?
Caiu muito mal neste meio a maneira como esta ajuda foi solicitada, porque não passou despercebido a pessoas com larga experiência o que ela representava de fato.
Há vida inteligente dentro de “Brasil Sem Aborto” ou sim outros interesses inteligentes voltados para interesses pessoais de alguns?
O terceiro ano de existência de BSA deve ser comemorativo de uma cooperação impar de bastidores e por omissões com tudo aquilo que é decisivo para o objetivo dos abortistas.
Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
http://biodireitomedicina.wordpress.com/
www.biodireito-medicina.com.br
—– Original Message —–

From: Celso Galli Coimbra
To: nao_ao_aborto@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, August 29, 2009 4:48 PM
Subject: [aborto_não] Re: BRASIL SEM ABORTO PREPARA 3ª MARCHA PELA VIDA E PELA PAZ – 30/08/09

Resposta à mensagem que festeja o terceiro ano de Brasil Sem Aborto.


O PL 1135/91 sempre foi uma manobra diversionista muito bem usada pelos abortistas e melhor ainda digerida por muitos dos que se consideram pró-vida.
Objetivo: desviar as atenções dos erros sistemáticos do meio pró-vida que continuam sendo cometidos na via onde o aborto será “legalizado” no Brasil – dentro do Poder Judiciário, no STF.
Não se comunique aqui que os Ministros do STF estão sendo suscetíveis a influências pró-vida porque isto não é verdade, pelo contrário, este “tempo ganho” está servindo é para que seja posta em prática uma estratégia no Judiciário de “consolidação de bases”, onde se verifica que as primeiras e segundas instâncias do Judiciário Nacional passam a dar suporte ao STF com cada vez mais decisões em suas respectivas esferas autorizando aborto de anencéfalos.
Neste cenário de “ganho de tempo” festejado o que ocorre é que as decisões de juízes de primeira instância contra o aborto de anencéfalos, quando ocorrem, passam a ser objeto de reforma em segunda instância, como é fato sabido no meio judicial e que tem como último precedente decisão de Desembargador do TJRS mandando juíza de primeira instância autorizar aborto de anencéfalo que ela tinha negado. Isto passa despercebido para leigos em seu significado, mas não se pode admitir que eu esteja me dirigindo a leigos por mais de três anos.
A situação, ao contrário do que a mensagem pretende comunicar, não melhorou. Ela piorou e muito para a defesa da vida desde a concepção. Esqueceram o parecer decisivo do Ministério Público Federal favorável ao aborto de anencéfalos na ADPF 54 apresentado ao STF? Está quase tudo bem?
Enquanto isso, a presidência de Brasil Sem Aborto está procurando “apoio científico” no exterior (com emails em espanhol redigidos por terceiros, e sequer no idioma de seus destinatários) e continua, tanto “esquecendo” que o apoio científico de mesmo nível está dentro do Brasil, quanto o fato de que sem defesa jurídica à altura da situação que é essencialmente jurídica, de nada adiantará este suporte científico, pois lhe faltara na melhor das hipóteses o manejo jurídico que se faz imperativo dentro de um processo jurídico, perante um órgão jurisdicional. Está quase tudo bem pensar que o STF é um “laboratório científico” ou meio “acadêmico científico”? Está quase tudo bem dar tempo para que mais um Ministro do STF possa ser nomeado por Lula, possivelmente seu cargo de confiança ex-dirigente da AGU?
No âmbito das audiências públicas da ADPF 54, a partir de setembro de 2008, houve sabotagem de uma defesa jurídica em precioso espaço de 15 minutos amplamente utilizado por assessora de confiança da Secretaria Especial de Nilcéia Freire (que já tínhamos deixado sem argumentos em programa de TV do STF), que estava acertada que seria feita por mim, mesmo que para ser lida por terceiros, onde as questões jurídicas que vão decidir este assunto seriam apontadas de forma mais clara do que realmente deseja o Brasil Sem Aborto, como, por exemplo, deixar claro ao STF sem meias palavras que, nos assuntos que gravitam no âmbito da Convenção Interamericana de Direitos Humanos, ele, STF, ao contrário do que foi dito por Ayres Britto, não é o órgão jurisdicional que tem a última palavra, mas sim a Corte Internacional de Direitos Humanos.
O que aconteceu? Houve simples renúncia deste espaço de defesa em audiência pública no ano de 2008, sem meu conhecimento prévio, sob a falsa alegação perante o Ministro Marco Aurélio de que não havia quem o fizesse. Está quase tudo bem mesmo?
Este clima de “muito a comemorar”, especialmente depois do extraordinário fiasco jurídico no julgamento das células tronco embrionárias dentro do STF, que representou a definição da realidade do que está em andamento e não foi alterada pela sucessão dos acontecimentos; quando, então, sequer houve fundamentação tempestiva da defesa da vida na Convenção Americana de Direitos Humanos, não corresponde aos fatos que se apresentam e que levam à legalização do aborto no Brasil dentro via STF. Este clima de ufanismo deslocado somente pode aumentar a retirada de foco de um grave problema tal qual como ele realmente está definido. Promove a aparência fatal do “faz de conta que estamos fazendo” o que os fatos exigem que seja feito.

Não está quase tudo bem e certamente não haverá tempo para o “muito que tem por ser feito” a não ser que a referência seja sobre correr atrás do prejuízo, como ocorre em outros países, para tentar revogar a “legalização” do aborto neste país.
A quais interesses esta sistematização de conduta comemorativa e ufanista beneficia? Não são os que se opõem com realismo ao desrespeito à defesa da vida desde a concepção tal qual ordenamento jurídico algum noutros países está hoje proporcionando ao Brasil.
No Brasil, a “legalização” do aborto ocorrerá por negligência, no mínimo, e não por falta de recursos jurídicos para impedi-la, pois estes recursos não estão sendo usados intencionalmente.

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
http://biodireitomedicina.wordpress.com/
www.biodireito-medicina.com.br


Neste grupo não é admitida a defesa da legalização do aborto no Brasil.
O início da vida humana individualizada, para a Ciência e para o Direito, começa na concepção. Subsídios sobre estas informações podem ser obtidos nos textos e artigos que são colocados nos Arquivos deste grupo.



Endereços de e-mail do grupo:

Enviar mensagem: nao_ao_aborto@yahoogrupos.com.br
Entrar no grupo: nao_ao_aborto-subscribe@yahoogrupos.com.br
Proprietários da lista: nao_ao_aborto-owner@yahoogrupos.com.br
Página Inicial do grupo:

http://br.groups.yahoo.com/group/nao_ao_aborto/

Importante informaçao que deve ser do conhecimento de todas pessoas, relativo ao juramento dos médicos: “manterei o mais alto respeito pela vida humana, desde sua concepção”

Uma resposta
escrito por Dr. Celso Galli Coimbra.
 

O juramento dos médicos: “manterei o mais alto respeito pela vida humana, desde sua concepção

24/01/2009 — Celso Galli Coimbra 

Endereço destes comentários neste espaço:
 
Juramento de Hipócrates – Na Declaração de Genebra da Associação Médica Mundial de 1948 [1] está o juramento mais antigo que tem sido utilizado em vários países na solenidade de recepção aos novos médicos inscritos na respectiva Ordem ou Conselho de Medicina. A versão clássica em língua portuguesa possui a seguinte redação:
 
“Eu, solenemente, juro consagrar minha vida a serviço da Humanidade. Darei como reconhecimento a meus mestres, meu respeito e minha gratidão. Praticarei a minha profissão com consciência e dignidade. A saúde dos meus pacientes será a minha primeira preocupação. Respeitarei os segredos a mim confiados. Manterei, a todo custo, no máximo possível, a honra e a tradição da profissão médica. Meus colegas serão meus irmãos. Não permitirei que concepções religiosas, nacionais, raciais, partidárias ou sociais intervenham entre meu dever e meus pacientes. Manterei o mais alto respeito pela vida humana, desde sua concepção. Mesmo sob ameaça, não usarei meu conhecimento médico em princípios contrários às leis da natureza.
Faço estas promessas, solene e livremente, pela minha própria honra.”
 
Em versões divulgadas por outros interesses é subtraída a expressão “desde a concepção”. Em 1994, a Assembléia Geral da Associação Médica Mundial modificou ligeiramente o texto. Sua versão em português ficou com a expressão “manterei o mais alto respeito pela vida humana”, que, mesmo assim, não exclui a vida desde a concepção como humana, obviamente, de acordo com os conhecimentos científicos vigentes.
(…)
 

Continua em:http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/24/o-juramento-dos-medicos-manterei-o-mais-alto-respeito-pela-vida-humana-desde-sua-concepcao/ 

 
E, a Convenção Americana Sobre Direitos Humanos. Pacto de San José, art 4 vale no Brasil como norma constitucional. Direito fundamental.
 
Toda atividade legislativa tem suas maiores restrições no 4o parágrafo do art. 60 da Lei Suprema. A Forma Federativa De Estado; O Voto Direto, Secreto, Universal e periódico; A Separação De Poderes; e, Os Direitos e Garantias Individuais.
 
Os quatro itens do referido parágrafo 4º do art. 60 da CF delimitam a ação normativa, erguendo as cláusulas pétreas do Estado brasileiro, os dispositivos constitucionais que não admitem extinção.
 
Qualquer pretensão legislativa que desconsidera a Constituição da República é Inconstitucional e, por conseguinte, estará frustrada. Direito à vida é constitucional, é fundamental, e é direito individual de cada pessoa, estando a pessoa no mundo exterior ao ventre materno, embrião in vitro ou em provetas ou incubadoras, ou mantendo-se no ventre da mulher.
 
Este direito permanece intacto e atinge obrigatoriamente todo e qualquer ato normativo, seja de origem estatal, seja particular, eivando a todos que não respeitarem a letra da Lei Maior de inconstitucionalidade. Posto que a República federativa do Brasil é um Estado Democrático de Direito e não uma ditadura onde cada cidadão precisa temer a navalha fria da ilegitimidade.
 
O direito à vida é direito fundamental previsto e assegurado na Constituição da República. Este direito, assim como todo o direito humano basilar, tem como característica a determinação de interdependência entre as previsões constitucionais e as infraconstitucionais. A interdependência verifica-se no inter-relacionamento que as regulações mantém entre si, respeitando sempre os preceitos que motivam a existência do Estado democrático de direito. A Constituição é lei hierarquicamente superior, de modo que qualquer outro provimento normativo que com ela conflite não será válido, será inconstitucional, será nulo.
 
Quer dizer, não pode haver choque entre alguma lei e a Constituição sob pena de inconstitucionalidade da norma inferior. A partir dessa qualidade dos direitos fundamentais, pode-se afirmar que os mesmos são irrenunciáveis, e sequer podem ser alterados por meio de emendas.
 
A Convenção Americana sobre Direitos Humanos, Pacto de San José da Costa, foi adotada e aberta à assinatura na Conferência Especializada Interamericana sobre Direitos Humanos, em San José de Costa Rica, em 22 de novembro de 1969. O Pacto reconheceu “que os direitos essenciais do homem não derivam do fato de ser ele nacional de determinado Estado, mas sim do fato de ter como fundamento os atributos da pessoa humana […]” preâmbulo. Ratificada pelo Brasil em 25 de setembro de 1992.
Convenção Americana Sobre Direitos Humanos. Pacto de San José
 
Artigo 4º – Direito à vida. 1. Toda pessoa tem direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o 0momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.
 
A validade das Convenções internacionais no âmbito territorial brasileiro é conhecida. A Carta de 1988, reconheceu de forma inédita a validade normativa constitucional, no que refere ao sistema de direitos e garantias fundamentais da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, dos Tratados e Convenções internacionais ratificados, com os termos da disposição do § 2º de seu 5º artigo. 
 
A cláusula do parágrafo 2o, do artigo 5o, abriu uma dupla fonte normativa: uma que advém do Direito interno (direitos expressos e implícitos na Constituição, estes últimos decorrentes do regime e dos princípios abraçados na Lei Maior); e, a outra fonte sucede do Direito Internacional como conseqüência do vigor dos tratados de direitos humanos ratificados pelo Brasil.
 
O Direito à Vida é direito fundamental no Brasil, direito individual e inviolável. Garantido na Constituição Federal no caput do 5º art. E mais, é direito resguardado em cláusula pétrea no art. 60, 4º parágrafo.
 
Toda atividade legislativa tem suas maiores restrições no 4o parágrafo do art. 60 da Lei Suprema, prevendo também os Direitos e Garantias Individuais.
 
E, o nascituro é sujeito de direito. Tanto aquele que teve sua gênese in utero, quanto aquele gerado in vitro. O Código Civil, Lei 010.406-2002. considera


que a personalidade do homem começa a partir da concepção, sendo que, desde tal momento, o nascituro é considerado pessoa. Tanto o nascimento in utero, quanto o nascimento in vitro, deve ser respeitado pela lei, não deixando o nascituro de ser protegido pelo Código Civil (art. 2º) por ter sido gerado desta ou daquela forma.
 
São Jose, setembro de 2009.
 

Cristiane Rozicki —

 
 

Declaração de Helsinque

 
Declaração de Helsinque
Associação Médica Mundial
disponível em
http://www.unifesp.br/admin/orgaos/comites/etica/index.htm

Declaração de Helsinque
Associação Médica Mundial
Declaração para orientação de médicos quanto a pesquisa biomédica envolvendo seres humanos.

Adotada pela 18ª Assembléia Médica Mundial, Helsinque, Finlândia, em junho de 1964, e corrigida pelas 29ª Assembléia Médica, Tóquio, Japão, em outubro de 1975 e 35ª Assembléia Médica Mundial Veneza, Itália, em outubro de 1983 e pela 41ª Assembléia Médica Mundial Hong Kong, em setembro de 1989.

INTRODUÇÃO
A missão do médico ‘é salvaguardar a saúde das pessoas. Seu conhecimento e sua consciência são dedicados ao cumprimento desta missão.
A declaração de Genebra, da Associação Médica Mundial, impõe uma obrigação ao médico por intermédio da frase “a saúde do meu paciente será minha primeira consideração, e o Código Internacional de Ética Médica declara que “quando estiver prestando cuidados médicos que possam Ter o efeito de enfraquecer a condição física e mental do paciente, um médico agirá somente no interesse do paciente”.
Os propósitos da pesquisa biomédica envolvendo seres humanos devem ser melhorar os procedimentos diagnósticos, terapêuticos e profiláticos e a compreensão da etiologia e patogênese da doença.
O processo médico é lastreado por pesquisas que, em última análise, devem basear-se parcialmente em experiência envolvendo seres humanos.
Na área da pesquisa biomédica, deve-se reconhecer uma distinção fundamental entre a pesquisa médica cuja meta é essencialmente diagnóstica ou terapêutica para um paciente, e a pesquisa médica cujo objetivo essencial é puramente científico e não implica um valor diagnóstico ou terapêutico direto para a pessoa sujeita à pesquisa.

 
Deve-se ter cuidados especiais na condução de pesquisas que possam afetar o meio ambiente, e o bem estar de animais utilização em pesquisas deve ser respeitado.~
Como é essencial que os resultados de experiência de laboratório sejam aplicados a seres humanos para avançar o conhecimento científico e para ajudar as pessoas que sofrem, a Associação Médica Mundial preparou as recomendações a seguir, como uma orientação para todos os médicos trabalhando em pesquisas biomédicas envolvendo seres humanos. Essas recomendações deverão ser revistas no futuro. Deve-se enfatizar que os padrões enunciados são apenas uma orientação para os médicos de todo o mundo, e não os liberam de responsabilidades éticas, civis e criminais à luz das leis de seus próprios países.

 

I. PRINCÍPIOS BÁSICOS
1. A pesquisa biomédica envolvendo seres humanos deve obedecer princípios científicos, geralmente aceitos e ser baseada em experiências laboratoriais, in vitro e em animais, adequadamente realizadas e em um conhecimento profundo da literatura científica.
2. O desenho e a realização de cada procedimento experimental envolvendo seres humanos devem ser enunciados claramente em protocolo de experiência que deve ser transmitido, para consideração, comentários e orientação, a um comitê especialmente nomeado, independente do patrocinador, desde que este comitê independente esteja de acordo com as leis e regulamentos do país onde se localiza a pesquisa.
3. Pesquisa biomédica envolvendo seres humanos só devem ser conduzida apenas por pessoas cientificamente qualificadas, e sob a supervisão de um profissional médico clinicamente competente. A responsabilidade pelo participante deve sempre ser de uma pessoa medicamente qualificada, mesmo que este tenha dado seu consentimento.
4. Pesquisas biomédicas envolvendo seres humanos não podem ser legitimamente realizadas a nào ser que a importância do objetivo seja proporcional ao risco inerente para o participante.
5. Cada projeto de pesquisa biomédica envolvendo seres humanos deve ser antecedido por uma avaliaçào cuidadosa dos riscos previsiveis em comparação com os benefícios previstos, para o participante ou para terceiros. A preocupação com os interesses do participante devem sempre prevalecer sobre os interesses da ciência e da sociedade.
6. O direito do participante de pesquisas de salvaguardar sua integridade deve ser sempre respeitada. Devem-se tomar todas as precauções para respeitar a privacidade do participante e minimizar o impacto do estudo sobre integridade física e mental e sobre sua personalidade.
7. Médicos não devem engajar-se em pprojetos de pesquisas que envolvam seres humanos, a não ser que estejam satisfeitos de que acredita-se que os perigos envolvidos podem ser previstos. Os médicos devem interromper qualquer investigação caso se descubra que os perigos ultrapassem os benefícios potenciais.
8. Ao publicar os resultados de sua pesquisa, o médico é obrigado a preservar a exatidão dos resultados. Relatórios que não estejam de acordo com os princípios estabelecidos nesta Declaração nào devem ser aceitos para publicação.
9. Em qualquer pesquisa com seres humanos, cada participante em potencial deve ser adequadamente informado sobre os objetivos, métodos, benefícios previstos e potenciais perigos do estudo, o incomodo que este possa acarretar. Deve ser informado de que é livre para retirar seu consentimento em participar, a qualquer momento. O médico deve então obter o consentimento pós-informação do participante dado livremente, de preferência por escrito.
10. Ao obter o consentimento para projeto de pesquisa, o médico deve ser particularmente cuidadoso caso o participante tiver uma relação a ele e possa consentir sob pressão. Nesse caso, o consentimento pós-informação deve ser obtido por um médico que não esteja engajado na investigação e que esteja completamente independente dessa relação oficial.
11. Em caso de incompetência legal, deve-se obter o consentimento pós-informação do guardião legal, em conformidade com a legislação nacional. Quando um incapacidade física e mental impossibilitar a obtenção do consentimento pós-informação, ou quando o participante for menor de idade, a permissão do familiar responsável substitui a do participante, obedecendo-se a legislação nacional. Sempre que o menor for capaz de dar consentimento, o consentimento de seu guardião legal.
12. O protocolo de pesquisa deve sempre conter uma declaração sobre as considerações éticas envolvidas e indicar que os principios enunciados nesta Declaração serão obedecidos.

II. PESQUISAS MÉDICAS COMBINADAS COM CUIDADOS PROFISSIONAIS (PESQUISA CLÍNICA)
1. No tratamento da pessoa doente, o médico deve ter liberdade para usar uma nova medida diagnostica ou terapêutica se, em seu julgamento, esta oferta oferecer esperança de salvar a vida, restabelecer a saúde ou aliviar o sofrimento.
2. Os benefícios, perigos e desconforto potenciais de um novo método devem ser pesados em relação as vantagens dos melhores métodos diagnósticos e terapêuticos atuais.
3. Em qualquer estudo médico, todos os pacientes – incluindo os do grupo controle, se houver – devem ter assegurados os melhores métodos diagnósticos ou terapêuticos comprovados.
4. A recusa do paciente em participar de um estudo nunca deve interferir na relação médico-paciente.
5. Se o médico considera essencial não obter o consentimento pós-informação, as razões específicas para esta proposta devem ser declaradas no protocolo experimental a ser transmitido ao comitê independente (I,2).
6. O médico pode combinar pesquisa médica com cuidados profissionais, com o objetivo de adquirir novos conhecimentos médicos, somente até onde a pesquisa médica seja justificada por seu potencial valor diagnóstico ou terapêutico para o paciente.

III. PESQUISAS BIOMÉDICAS NÃO-TERAPÊUTICAS ENVOLVENDO SERES HUMANOS -(PESQUISA BIOMÉDICA NÃO CLÍNICA)
1. Na aplicação puramente científica das pesquisas médicas realizadas em um ser humano, o médico tem o dever de continuar sendo protetor da vida e da saúde daquela pessoa a qual a pesquisa biomédica é realizada.
2. Os participantes devem ser voluntários – pessoas sadias ou pacientes, para quais o desenho do estudo não tem relaçào com a própria doença.
3. O investigador ou equipe de investigação deve interromper a pesquisa se em seu julgamento, esta possa ser nociva ao participante, se continuada.
4. Em pesquisas sobre o homem o interesse da ciencia e da sociedade nunca devem ter precedencia sobre considerações relativas ao bem -estar do participante.
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Imunoregulador natural, a vitamina D tem papel fundamental na recuperação da Esclerose Múltipla

 
 
 

Imunoregulador natural, a vitamina D tem papel fundamental na recuperação da Esclerose Múltipla

A vitamina D influencia o metabolismo de enzimas importantes da imunidade e da função neural protegendo o sistema nervoso.
Imunoregulador natural e com ação anti-inflamatória, a suplementação em solução de vitamina D tem papel fundamental na regulação da Esclerose Múltipla – EM ou MS.
A esclerose múltipla é uma doença crônica, doença autoimune e degenerativa do sistema nervoso central (SNC), que ainda não está totalmente compreendida. Mas as pesquisas médidas demonstram o efeito terapeutico da solução de Vitamina D, que não só impediu, mas também reduziu a atividade da doença.
Cristiane Rozicki





Multiple sclerosis and vitamin D: an update Esclerose múltipla e vitamina D: uma atualização

European Journal of Clinical Nutrition (2004) 58, 1095–1109. European Journal of Clinical Nutrition (2004) 58, 1095-1109. doi:10.1038/sj.ejcn.1601952 Published online 31 March 2004doi: 10.1038/sj.ejcn.1601952 Publicado em 31 de março de 2004

B M VanAmerongen 1 , 4 , C D Dijkstra 1 , P Lips 2 and C H Polman 3 BM VanAmerongen 1, 4, Dijkstra CD 1, Lips P 2 e CH Polman 3
  1. 1 Department of Molecular Cell Biology and Immunology, VU Medical Center, Amsterdam, The Netherlands 1 Departamento de Biologia Celular e Molecular e Imunologia, VU Medical Center, Amsterdam, The Netherlands
  2. 2 Department of Endocrinology, VU Medical Center, Amsterdam, The Netherlands 2 Departamento de Endocrinologia, VU Medical Center, Amsterdam, The Netherlands
  3. 3 Department of Neurology, VU Medical Center, Amsterdam, The Netherlands 3 Departamento de Neurologia, VU Medical Center, Amsterdam, The Netherlands
  4. 4 Department of Dental Basic Sciences (ACTA), VU Medical Center, Amsterdam, The Netherlands 4 Departamento de Odontologia Ciências Básicas (ACTA), VU Medical Center, Amsterdam, The Netherlands

Correspondence: BM VanAmerongen, Department of Molecular Cell Biology and Immunology, VU Medical Center, PO Box 7057, 1007 MB Amsterdam, The Netherlands. Correspondência: BM VanAmerongen, Departamento de Biologia Celular e Molecular e Imunologia, VU Medical Center, PO Box 7057, 1007 MB de Amesterdão, na Holanda. E-mail: bmvan.amerongen@inter.nl.net E-mail: bmvan.amerongen @ inter.nl.net
Guarantor : CD Dijkstra. Fiador: CD Dijkstra.
Contributors : BV initiated this study together with CD. Colaboradores: BV deu início a este estudo juntamente com o CD. The paper was written by BV and CD with contribution from PL. O documento foi escrito por BV e CD com participação do PL. CD contributed her expertise on MS, EAE, the immune system and gene polymorphism. CD contribuiu com sua experiência em MS, EAE, o sistema imunológico e polimorfismo genético. PL contributed his expertise on vitamin D deficiency and consequences for bone loss, fractures and therapeutic implications. PL contribuiu com seus conhecimentos sobre a deficiência de vitamina D e as consequências para a perda óssea, fraturas e implicações terapêuticas. CP contributed his clinical expertise on patients with MS. CP contribuiu com sua experiência clínica em pacientes com EM. All authors read and contributed to the manuscript. Todos os autores leram e contribuíram para o manuscrito.
Received 9 June 2003; Revised 23 December 2003; Accepted 10 January 2004; Published online 31 March 2004. Recebido 9 de junho de 2003, revisado 23 de dezembro de 2003, aceito 10 de janeiro de 2004; Publicado em 31 de março de 2004.

Abstract Abstract

MS is a chronic, immune-mediated inflammatory and neurodegenerative disease of the central nervous system (CNS), with an etiology that is not yet fully understood. A esclerose múltipla é uma doença crônica, doença imune-mediada inflamatórias e degenerativas do sistema nervoso central (SNC), com uma etiologia que ainda não está totalmente compreendida. The prevalence of MS is highest where environmental supplies of vitamin D are lowest. A prevalência de MS é a mais elevada do ambiente onde o abastecimento de vitamina D são menores. It is well recognized that the active hormonal form of vitamin D, 1,25-dihydroxyvitamin D (1,25-(OH) 2 D), is a natural immunoregulator with anti-inflammatory action. É reconhecido que o ativo forma hormonal da vitamina D, 1,25-dihidroxivitamina D (1,25 – (OH) 2 D), é um imunorreguladoras natural com ação anti-inflamatória. The mechanism by which vitamin D nutrition is thought to influence MS involves paracrine or autocrine metabolism of 25OHD by cells expressing the enzyme 1 O mecanismo pelo qual a nutrição vitamina D é pensado para influenciar MS envolve o metabolismo parácrina ou autócrina de 25OHD por células que expressam a enzima 1 alfa -OHase in peripheral tissues involved in immune and neural function. -OHase nos tecidos periféricos envolvidos na função imune e neural. Administration of the active metabolite 1,25-(OH) 2 D in mice and rats with experimental allergic encephalomyelitis (EAE, an animal model of MS) not only prevented, but also reduced disease activity. Administração do metabólito ativo 1,25 – (OH) 2 D em camundongos e ratos com encefalomielite alérgica experimental (EAE, um modelo animal de MS), não só impediu, mas também reduziu a atividade da doença. 1,25-(OH) 2 D alters dendritic cell and T-cell function and regulates macrophages in EAE. 1,25 – (OH) 2 D altera células dendríticas e T-função das células e regula macrófagos na EAE. Interestingly, 1,25-(OH) 2 D is thought to be operating on CNS constituent cells as well. Curiosamente, 1,25 – (OH) 2 D é pensado para ser operacional em células constituintes CNS também.
Vitamin D deficiency is caused by insufficient sunlight exposure or low dietary vitamin D 3 intake. A deficiência de vitamina D é causada pela exposição à luz solar ou baixa dieta insuficiente em vitamina D 3 de admissão. Subtle defects in vitamin D metabolism, including genetic polymorphisms related to vitamin D, might possibly be involved as well. Sutil defeitos no metabolismo da vitamina D, incluindo polimorfismos genéticos relacionados com a vitamina D, poderá, eventualmente, estar envolvida também. Optimal 25OHD serum concentrations, throughout the year, may be beneficial for patients with MS, both to obtain immune-mediated suppression of disease activity, and also to decrease disease-related complications, including increased bone resorption, fractures, and muscle weakness.Optimal concentrações séricas de 25OHD, durante todo o ano, pode ser benéfico para pacientes com EM, tanto para a obtenção de supressão imunológica mediada da actividade da doença, e também para diminuir as complicações relacionadas à doença, incluindo o aumento da reabsorção óssea, fraturas, e fraqueza muscular.

Keywords: Palavras-chave:

multiple sclerosis, vitamin D metabolism, sunlight, vitamin D nutrition, vitamin D status, immunomodulation, bone loss and fractures, muscle weakness esclerose múltipla, o metabolismo da vitamina D, a luz solar, nutrição vitamina D, o status da vitamina D, imunomodulação, a perda óssea e fraturas, fraqueza muscular

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Introduction Introdução

Multiple sclerosis (MS) is a slowly progressive, often disabling disease of the central nervous system (CNS), characterized by disseminated patches of demyelination in the brain and spinal cord. A esclerose múltipla (EM) é lentamente progressiva, muitas vezes incapacitantes doenças do sistema nervoso central (SNC), caracterizada por manchas disseminadas de desmielinização no cérebro e medula espinhal. This disease results in multiple and varied neurologic symptoms and signs, usually with exacerbations and remissions at the onset: relapsing-remitting (RR) MS, followed in later years by a more chronic progressive course: secondary progressive (SP) MS. Esta doença resulta em múltiplos e variados sintomas e sinais neurológicos, geralmente com exacerbações e remissões no início: remitente-recorrente (RR), MS, seguido nos últimos anos por um curso mais crônico e progressivo: secundária progressiva (SP) MS. A primary progressive form (PP) of MS is also recognized. A forma primária progressiva (PP) de MS é reconhecido também. Women are affected more often than men. As mulheres são mais afetadas que os homens. Age at onset of the clinical symptoms is typically between 20 and 40 y. A idade de início dos sintomas clínicos é tipicamente entre 20 e 40 y. It is uncertain whether MS is a single disease or whether the varying clinical patterns, for example, the relapsing and progressive forms, represent distinct entities ( Noseworthy, 1999 ). É incerto se o MS é uma única doença ou se os padrões variáveis clínicas, por exemplo, os surtos e formas progressivas, representam entidades distintas (Dixon, 1999). In some MS patients (10–20%), the course of the disease can be classified as benign as they do not develop the characteristic disabilities ( McAlpine, 1961 ; Ramsaransing et al , 2001 ). Em alguns pacientes com esclerose múltipla (10-20%), o curso da doença pode ser classificada como benigna, pois não desenvolver a deficiência característica (McAlpine, 1961; Ramsaransing et al, 2001). Plaques of demyelination, with perivascular inflammation and destruction of oligodendroglia, preceded by violation of the blood–brain barrier (BBB), are scattered throughout the white matter of the CNS. Placas de desmielinização, com inflamação perivascular e destruição de oligodendroglia, precedido por violação da barreira hemato-encefálica (BBB), estão espalhadas por toda a substância branca do SNC. Apart from demyelination, axonal damage occurs in early stages of MS ( Trapp et al , 1999 ; Bjartmar et al , 2003 ). Além de desmielinização, lesão axonal ocorre nas fases iniciais de MS (Trapp et al, 1999; Bjartmar et al, 2003). Within one person, recent inflamed and more chronic lesions may coexist. Dentro de uma pessoa, os recentes lesões inflamadas e mais crônicas podem coexistir. Between MS patients, four basic patterns of neuropathological lesion characteristics suggest distinct, divergent disease mechanisms ( Lucchinetti et al , 1996 ). Entre pacientes com esclerose múltipla, quatro padrões básicos de características da lesão neuropatológicas sugerem distintas, divergentes mecanismos da doença (Lucchinetti et al, 1996).
A role for vitamin D in MS has been suggested ( Goldberg, 1974a , 1974b ; Hayes et al , 1997 ; Hayes, 2000 ). Um papel para a vitamina D em MS tem sido sugerido (Goldberg, 1974a, 1974b; Hayes et al, 1997; Hayes, 2000). The key questions concerning vitamin D are, one: is MS prevented by an adequate supply of vitamin D 3 , two: is MS aggravated by vitamin D deficiency, three: is MS aggravated by a vitamin D metabolic disorder, including four: a genetic vitamin D-related disorder? As questões-chave sobre a vitamina D, uma: MS é impedido por um fornecimento adequado de vitamina D 3, dois: MS é agravada pela deficiência de vitamina D, três: MS é agravada por um distúrbio metabólico da vitamina D, incluindo quatro: a vitamina genética D-transtorno relacionado?

Etiological factors of MS Os fatores etiológicos da MS

The etiology of MS is unknown. A etiologia da EM é desconhecida. It is regarded as a complex multicausal disease. É considerada uma doença complexa multicausal. The etiological factors comprise (a) genetic factors, (b) dysfunction of the immune system (autoimmunity), and (c) environmental factors. Os fatores etiológicos incluem: (a) fatores genéticos, (b) disfunção do sistema imune (auto), e (c) fatores ambientais.
An increased family incidence and association with certain HLA allotypes suggests genetic susceptibility ( Ebers & Sadovnick, 1994 ). Uma incidência familiar aumentada e associação com HLA alotipos certos sugere susceptibilidade genética (Sadovnick & Ebers, 1994). The genetic epidemiology indicates that MS is not a single-gene disorder ( Ebers, 1994 ; Compston, 1997 ; Noseworthy, 1999 ). A epidemiologia genética indica que o MS não é um distúrbio único gene-(Ebers, 1994; Compston, 1997; Noseworthy, 1999).
Autoimmune responses to myelin components may play an important role in the initiation of MS. Respostas auto-imunes a mielina componentes podem desempenhar um papel importante na iniciação do MS. The autoimmune character of MS is supported by the presence of numerous T lymphocytes in MS lesions and various deviating immune parameters for MS patients ( Lucchinetti et al , 1996 ). O caráter auto-imune de MS é suportado pela presença de numerosos linfócitos T em lesões de MS e de vários parâmetros imunológicos desviando para pacientes com esclerose múltipla (Lucchinetti et al, 1996). Furthermore, the autoimmune animal model for MS, experimental allergic encephalomyelitis (EAE), has supported the role of autoimmunity in the pathogenesis of MS. Além disso, o modelo animal para o auto-MS, encefalomielite alérgica experimental (EAE), tem apoiado o papel da autoimunidade na patogênese da esclerose múltipla.
Among the postulated environmental etiological factors for MS is infection by a latent virus, possibly by a human herpes virus or retrovirus, in which viral activation and expression trigger a secondary response. Entre os postulados ambientais fatores etiológicos para o MS é a infecção por um vírus latente, possivelmente por um vírus herpes humano ou retrovírus, em que a ativação viral e de expressão desencadear uma resposta secundária. However, no virus has yet been identified that causes MS ( Genain & Hauser, 1997 ; Monteyne et al , 1998 ). No entanto, nenhum vírus ainda não foi identificado que as causas da EM (Genain & Hauser, 1997; Monteyne et al, 1998). Other environmental factors, possibly contributing to susceptibility for MS, are sunlight and nutrition ( Agranoff & Goldberg, 1974 ; Alter et al , 1974 ; Goldberg, 1974a , 1974b ; Murrell et al , 1991 ; Esparza et al , 1995 ; Hutter & Laing, 1996 ; Hayes et al , 1997 ; Lauer, 1997 ; Van Noort & Amor, 1998 ). Outros fatores ambientais, podendo contribuir para a susceptibilidade para o MS, são a luz solar e nutrição (Agranoff & Goldberg, 1974; Alter et al, 1974; Goldberg, 1974a, 1974b; Murrell et al, 1991; Esparza et al, 1995; Hutter & Laing, 1996, Hayes et al, 1997; Lauer, 1997; Van Noort & Amor, 1998). The vast amount of literature on nutrition and MS indicates that food intake may be an influencing factor determining the disease susceptibility. A grande quantidade de literatura sobre a nutrição e MS indica que a ingestão de alimentos pode ser um fator que influencia a determinação da susceptibilidade à doença. For example, the intake of grain (high in phytic acid) or meat, fat, and milk from animals correlated positively with the prevalence of MS ( Swank et al , 1952 ; Goldberg, 1974a ; Murrell et al , 1991 ; Esparza et al , 1995 ). Por exemplo, a ingestão de cereais (ricos em ácido fítico) ou a carne, gordura e leite de animais foi positivamente correlacionada com a prevalência de MS (Swank et al, 1952; Goldberg, 1974a; Murrell et al, 1991; Esparza et al, 1995). Conversely, the intake of rice (low in phytic acid), fish, oil, skim milk, vegetables, and fruit correlated negatively with the prevalence of MS ( Swank, 1953 ; Goldberg, 1974a ; Lauer, 1997 ). Em contrapartida, o consumo de arroz (pobre em ácido fítico), peixes, azeite, leite desnatado, verduras e frutas correlacionada negativamente com a prevalência de MS (Swank, 1953; Goldberg, 1974a; Lauer, 1997). Both phytic acid and fat may influence the bioavailability of vitamin D metabolites. O ácido fítico e gordura podem influenciar a biodisponibilidade dos metabólitos da vitamina D. Phytic acid may reduce the absorption of calcium in the gut ( Mellanby, 1950 ). O ácido fítico podem reduzir a absorção do cálcio no intestino (Mellanby, 1950). Obesity has been associated with vitamin D deficiency ( Wortsman et al , 2000 ). A obesidade tem sido associada com a deficiência de vitamina D (Wortsman et al, 2000). Unfortunately, conclusive studies on the bioavailability of vitamin D 3 are rare as no validated methods for assessing the bioavailability are available ( Van den Berg, 1997 ). Infelizmente, os estudos conclusivos sobre a biodisponibilidade da vitamina D 3 não são raras como os métodos validados para avaliar a biodisponibilidade estão disponíveis (Van den Berg, 1997). An association has been reported in Norway between the relatively low risk of MS along its Atlantic coast and the relatively high dietary intake of fish oil, a rich source of vitamin D 3 ( Swank et al , 1952 ; Goldberg, 1974a ; Hayes et al , 1997 ). Uma associação tem sido relatada na Noruega entre o risco relativamente baixo de MS ao longo da sua costa atlântica e da ingestão dietética relativamente elevada de óleo de peixe, uma rica fonte de vitamina D 3 (Swank et al, 1952; Goldberg, 1974a; Hayes et al, 1997).

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Vitamin D metabolism Metabolismo da vitamina D

Vitamin D Vitamina D

Vitamin D 3 , a lipid-soluble vitamin, is produced by sunlight in the skin, and can also be provided by the diet. A vitamina D 3, uma vitamina solúvel em lipídios, é produzida pelo sol na pele, e também pode ser fornecido pela dieta. It is a precursor of the metabolic active hormone 1,25-(OH) 2 D. É um precursor do hormônio metabólico ativo 1,25 – (OH) 2 D. Sunlight has long been recognized as a major provider of vitamin D 3 for humans. Luz do Sol tem sido reconhecida como um importante fornecedor de vitamina D 3 para os humanos. Radiation in the UV-B (290–315 nm) portion of the solar spectrum photolyzes 7-dehydrocholesterol (provitamin D 3 ) in the skin to previtamin D 3 , which, in turn, is converted by a thermal process to vitamin D 3 ( Holick, 1987 ; Webb & Holick, 1988 ). Radiação no UV-B (290-315 nm) a porção do espectro solar photolyzes 7-dehidrocolesterol (pró-vitamina D 3) na pele a pré-vitamina D 3, que, por sua vez, é convertido por um processo térmico a vitamina D 3 ( Holick, 1987; Webb & Holick, 1988). The synthesis of vitamin D 3 in the skin is self-regulating ( Webb et al , 1989 ). A síntese da vitamina D 3 na pele é de auto-regulação (Webb et al, 1989). Excessive exposure to sunlight causes a photodegradation of previtamin D 3 and vitamin D 3 to prevent vitamin D 3 intoxication ( Clemens et al , 1982 ; Matsuoka et al , 1987 ). A exposição excessiva ao sol provoca uma fotodegradação de pré-vitamina D 3 e vitamina D 3 para evitar intoxicação por vitamina D 3 (Clemens et al, 1982; Matsuoka et al, 1987).
In addition to the production in the skin, vitamin D is supplied by food in two forms; vitamin D 2 (ergocalciferol, activated ergosterol), found in irradiated yeast, and vitamin D 3 (cholecalciferol), found in fish liver oils and fatty fish, including herring, mackerel, and sardines. Além da produção na pele, a vitamina D é fornecida pelos alimentos em duas formas, a vitamina D 2 (ergocalciferol, ativado ergosterol), encontrado no fermento irradiados e vitamina D 3 (colecalciferol), encontrada em óleos de fígado de peixe e peixes gordos , incluindo o arenque, cavala e sardinha. The natural human diet can only be considered as a secondary source of the vitamin, when there is enough exposure to sunlight ( Fraser, 1995 ; Vieth, 1999 ; Heaney et al , 2003a ). A dieta humana natural pode ser considerada apenas como uma fonte secundária de vitamina A, quando há bastante exposição à luz solar (Fraser, 1995; Vieth, 1999; Heaney et al, 2003a). However, in winter when UV-B in sunlight is limited, or when sunlight exposure is not adequate, dietary factors become of vital importance and dietary compensation should occur. No entanto, no inverno, quando a radiação UV-B na luz solar é limitada, ou quando a exposição solar não for adequada, fatores dietéticos se de vital importância e compensação alimentar deve ocorrer.
Vitamin D 3 is biologically inactive. A vitamina D 3 é biologicamente inativo. It is either stored in fat or converted by 25-hydroxylase (25-OHase) enzyme in the liver to 25OHD. Ou é armazenado na gordura ou convertida pela 25-hidroxilase (25-OHase) enzima no fígado a 25OHD. Interestingly, the presence of 25-OHase activity has also been demonstrated outside the liver in kidney, in keratinocytes in skin, and in parathyroid cells ( Lehmann et al , 1999 ; Gascon-Barre et al , 2001 ; Correa et al , 2002 ). Curiosamente, a presença de 25-atividade OHase demonstrou, também fora do fígado nos rins, nos queratinócitos na pele e nas células da paratireóide (Lehmann et al, 1999; Gascon-Barre et al, 2001; Correa et al, 2002).

25OHD 25OHD

25OHD is the major circulating form of vitamin D. The serum half-life of 25OHD is approximately 10 days to 3 weeks. 25OHD é a principal forma circulante da vitamina D. A meia-vida sérica de 25OHD é de aproximadamente 10 dias a 3 semanas. Serum 25OHD concentration is the indicator of the vitamin D status, and provides a good reflection of cumulative effects of exposure to sunlight and dietary intake of vitamin D ( Food and Nutrition Board (FNB), Institute of Medicine, 1997 ). A concentração sérica de 25OHD é o indicador do status da vitamina D, e fornece um bom reflexo do efeito cumulativo da exposição ao sol e ingestão de vitamina D (Food and Nutrition Board (FNB), Instituto de Medicina, 1997). Its concentration is used as a diagnostic criterion of vitamin D deficiency. Sua concentração é usado como critério de diagnóstico da deficiência de vitamina D. 25OHD is either stored in the liver or further converted by the enzyme 1 25OHD ou é armazenado no fígado ou ainda transformado pela enzima 1 alfa -hydroxylase (1 -hidroxilase (1 alfa -OHase) to 1,25-(OH) 2 D in the kidney, as well as in extra-renal tissues, including the brain (cerebellum, cerebral cortex) and lymph nodes ( Hewison et al , 2000 ; Zehnder et al , 2001 ). -OHase) a 1,25 – (OH) 2 D no rim, bem como em tecidos extra-renais, incluindo o cérebro (cerebelo, córtex cerebral) e gânglios linfáticos (Hewison et al, 2000; Zehnder et al, 2001 ).

Renal 1,25-(OH) 2 D and extra-renal 1,25-(OH) 2 D Renal 1,25 – (OH) 2 D e extra-renal 1,25 – (OH) 2 D

1,25-(OH) 2 D is the hormonally active form of vitamin D. Accumulating reports have provided evidence that 1,25-(OH) 2 D is a pleiotropic hormone influencing a plethora of biological actions, including regulation of calcium homeostasis, control of cell differentiation and maturation, and modification of immune responses ( Casteels et al , 1995 ; Cantorna et al , 1996 ; Hayes et al , 1997 ; Verstuyf et al , 1998 ; Brown et al , 1999 ; Hewison et al , 2000 ; Hayes, 2000 ; Overbergh et al , 2000 ; Mathieu et al , 2001 ; Garcion et al , 2002 ). 1,25 – (OH) 2 D é a forma hormonal ativa da vitamina D. Acumulando relatórios forneceram provas de que 1,25 – (OH) 2 D é um hormônio pleiotrópicos influenciando um grande número de ações biológicas, incluindo a regulação da homeostase do cálcio, controle da diferenciação celular e na maturação, e modificação de respostas imunes (Casteels et al, 1995; Cantorna et al, 1996; Hayes et al, 1997; Verstuyf et al, 1998; Brown et al, 1999; Hewison et al, 2000; Hayes , 2000; Overbergh et al, 2000; Mathieu et al, 2001; Garcion et al, 2002). In addition, 1,25-(OH) 2 D induces cell death, making the hormone of potential interest in the management of breast, prostate, and colon cancer, including brain tumors ( Hewison et al , 2001 ; Garcion et al , 2002 ). Além disso, 1,25 – (OH) 2 D induz a morte celular, fazendo com que o hormônio de potencial interesse na gestão de mama, próstata e cancro do cólon, incluindo tumores cerebrais (Hewison et al, 2001; Garcion et al, 2002) . The serum half-life of 1,25-(OH) 2 D is 4–6 h ( Kumar, 1986 ). A meia-vida de 1,25 – (OH) 2 D é de 4-6 h (Kumar, 1986). The renal 1 O 1 renal alfa -hydroxylation of 25OHD to 1,25-(OH) 2 D is highly regulated by the serum concentrations of parathyroid hormone (PTH), calcium, and phosphate ( Lips, 2001 ). -hidroxilação de 25OHD a 1,25 – (OH) 2 D é altamente regulada pelas concentrações séricas de hormônio da paratireóide (PTH), cálcio e fosfato (Lips, 2001). Owing to its relatively short serum half-life and the tight regulation of the production of 1,25-(OH) 2 D, it has not been proven to be a valuable marker for vitamin D deficiency, adequacy, or excess ( FNB, Institute of Medicine, 1997 ). Devido à sua meia soro-vida relativamente curta e uma regulamentação mais estrita da produção de 1,25 – (OH) 2 D, não foi provado ser um marcador valioso para a deficiência de vitamina D, a adequação ou excesso (FNB, Instituto de Medicina, 1997).
It is now acknowledged that a wide variety of extra-renal cells can produce 1,25-(OH) 2 D from 25OHD by the enzyme 1 É hoje reconhecido que uma ampla variedade de células extra-renal pode produzir 1,25 – (OH) 2 D a partir de 25OHD pela enzima 1 alfa -OHase in vitro , including activated macrophages, keratinocytes, and CNS cells (neurons and microglial cells) ( Adams et al , 1985 ; Pillai et al , 1987 ; Neveu et al , 1994 ). -OHase in vitro, incluindo macrófagos ativados, queratinócitos e células do SNC (neurônios e células da microglia) (Adams et al, 1985; Pillai et al, 1987; Neveu et al, 1994). The extra-renal production of 1,25-(OH) 2 D is not regulated in the same way as its renal production. A produção extra-renal de 1,25 – (OH) 2 D não está regulamentada, da mesma forma como sua produção renal. The relationship between expression of 1 A relação entre a expressão de 1 alfa -OHase activity by 1,25-(OH) 2 D in a particular tissue probably involves two specific mechanisms, the first of these being substrate access, and the second being auto-regulation of 1 -OHase atividade por 1,25 – (OH) 2 D em um tecido especial, provavelmente envolve dois mecanismos específicos, o primeiro deles sendo o acesso do substrato, ea segunda a ser auto-regulação de 1 alfa -OHase activity by 1,25-(OH) 2 D itself ( Hewison et al , 2000 ). -OHase atividade por 1,25 – (OH) 2 D em si (Hewison et al, 2000).
Exceptional levels of circulating 1,25-(OH) 2 D are found in several clinical conditions. Níveis excepcionais de circulação de 1,25 – (OH) 2 D são encontrados em várias condições clínicas. Lower levels have been found in severe vitamin D deficiency ( Lips et al , 1982 , 1988 ; Bouillon et al , 1987 ), as well as in inherited vitamin D metabolic disorders and chronic renal failure. Os níveis mais baixos foram encontrados em situação de grave deficiência de vitamina D (Lips et al, 1982, 1988; Bouillon et al, 1987), bem como em distúrbios metabólicos da vitamina D herdado e insuficiência renal crônica. Higher levels, caused by excessive extra-renal production, have been observed in sarcoidosis, tuberculosis, or malignant lymphoproliferation ( Hewison et al , 2001 ). Níveis mais altos, causada pelo excesso de produção extra-renal, foram observados na sarcoidose, tuberculose, ou Linfoproliferação (Hewison et al, 2001). The gene encoding 1 O gene que codifica 1 alfa -OHase is located on chromosome 12q13 and abnormal gene expression is the cause of hereditary pseudovitamin D-deficiency rickets (PDDR) ( St-Arnaud et al , 1997 ). -OHase está localizado no cromossomo 12q13 e expressão do gene anormal é a causa hereditária pseudovitamin D-raquitismo (deficiência PDDR) (St-Arnaud et al, 1997).

Vitamin D catabolism Catabolismo da vitamina D

Ultimately, 25OHD and 1,25-(OH) 2 D are metabolized by 24-hydroxylase (24-OHase), an enzyme induced by 1,25-(OH) 2 D itself to control its own levels in circulation ( Brown et al , 1999 ). Em última análise, 25OHD e 1,25 – (OH) 2 D são metabolizados pelo 24-hidroxilase (24-OHase), uma enzima induzida por 1,25 – (OH) 2 D-se a controlar os seus próprios níveis em circulação (Brown et al , 1999). Finally, calcitroic acid is the major excretory form ( Esvelt and De Luca, 1981 ). Finalmente, o ácido calcitroic é a principal forma de excreção (Esvelt e De Luca, 1981).

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Vitamin D transport and function A vitamina D de transportes e na função

Vitamin D-binding protein (DBP) A vitamina D-binding protein (DBP)

Vitamin D-binding protein (DBP) is a serum globulin, which is mainly produced in the liver. A vitamina D-binding protein (DBP) é uma globulina do soro, que é produzido principalmente no fígado. DBP transports vitamin D metabolites to a large number of target organs. PAD transporta metabólitos da vitamina D para um grande número de órgãos-alvo. Under normal physiological conditions, most of the circulating vitamin D metabolites are bound to DBP and albumin. Sob condições fisiológicas normais, a maioria dos metabolitos circulantes de vitamina D são obrigados a PAD e albumina. DBP helps to regulate the bioavailability of 1,25-(OH) 2 D, as it buffers the levels of the free metabolites and thus affords a degree of protection against short-term seasonally or dietary induced fluctuations ( White & Cooke, 2000 ). PAD ajuda a regular a biodisponibilidade de 1,25 – (OH) 2 D, como ele protege os níveis de metabólitos livres e, portanto, proporciona um grau de proteção contra curto prazo, as flutuações sazonais ou de dieta induzida (White & Cooke, 2000). The DBP gene locus 4q12 is among the most polymorphic known. O gene DBP locus 4q12 está entre os mais polimórfico conhecido.

Vitamin D receptor (VDR) Receptor da vitamina D (VDR)

When entering a target cell, 1,25-(OH) 2 D dissociates from DBP, diffuses across the plasma membrane, connects to the vitamin D receptor (VDR) and shuttles between the cytoplasm and the nucleus (nuclear VDR, nVDR). Ao entrar em uma célula-alvo, 1,25 – (OH) 2 D dissocia da PAD, difunde através da membrana plasmática, conecta-se ao receptor da vitamina D (VDR) e de ônibus entre o citoplasma eo núcleo (VDR nuclear, nVDR). Cellular action only follows after binding of 1,25-(OH) 2 D by the nVDR in the target cell. Ação celular só segue após a ligação de 1,25 – (OH) 2 D pelo nVDR na célula-alvo. The gene encoding the VDR is located on chromosome 12q14 and has several common allelic variants ( Zmuda et al , 2000 ). O gene que codifica o VDR está localizado no cromossomo 12q14 e tem diversas variantes alélicas comum (Zmuda et al, 2000).
The nVDR is a member of the nuclear steroid, retinoid, and thyroid hormone receptor superfamily, acts as a ligand-activated transcription regulator, and 1,25-(OH) 2 D is a ligand. O nVDR é um membro do esteróide nuclear, retinóide e superfamília do receptor da hormona tiroideia, age como um ligante ativado regulador de transcrição, e 1,25 – (OH) 2 D é um ligante. The activated VDR dimerizes with another nuclear receptor, the retinoic acid receptor (RXR). O activado dimerizes VDR com outro receptor nuclear, o receptor do ácido retinóico (RXR). The heterodimer RXR/VDR/1,25-(OH) 2 D binds to a vitamin D responsive element (VDRE), a specific sequence of DNA, in the promoter region of target genes, regulated by 1,25-(OH) 2 D. O RXR/VDR/1 heterodímero, 25 – (OH) 2 D se liga a um elemento responsivo da vitamina D (VDRE), uma seqüência específica de DNA, na região promotora dos genes-alvo, regulamentada por 1,25 – (OH) 2 D. Upon binding to the VDRE, the heterodimer RXR/VDR/1,25-(OH) 2 D activates or suppresses gene transcription, whereby synthesis of proteins is induced or repressed. Após a ligação para o VDRE, o RXR/VDR/1 heterodímero, 25 – (OH) 2 D ativa ou reprime a transcrição de genes, por meio da síntese de proteínas é induzida ou reprimida. 1,25-(OH) 2 D thus exerts biological actions through VDR-mediated gene expression dependent on the target cell ( Brown et al , 1999 ). 1,25 – (OH) 2 D, assim, exerce ações biológicas através da expressão do gene VDR-mediada dependentes da célula-alvo (Brown et al, 1999). VDR can also form homodimers, of which the functional significance is unknown ( Issa et al , 1998 ). VDR também pode formar homodímeros, do qual o significado funcional é desconhecido (Issa et al, 1998). Efficient transcription requires co-activator or co-repressor proteins ( Brown et al , 1999 ). Transcrição eficiente requer co-ativador ou co-repressor proteínas (Brown et al, 1999). For instance, Smad3, a downstream component of the transforming growth factor (TGF)- Por exemplo, Smad3, um componente a jusante do fator de crescimento transformador (TGF) — beta signaling pathway, acts as a co-activator of VDR, by potentiating ligand-induced transactivation of the VDR ( Yanagisawa et al , 1999 ). via de sinalização, atua como um co-ativador da VDR, por potencialização ligand-induced transativação do VDR (Yanagisawa et al, 1999). On the other hand, Smad-7 abrogates this Smad3-mediated VDR potentiation by inhibiting the Smad3–VDR complex. Por outro lado, Smad-7 revoga este Smad3 potenciação VDR mediada através da inibição da Smad3 complexo VDR. Thus, the interplay between the TGF- Assim, a interação entre o TGF – beta and vitamin D pathways can modulate the VDR transactivation both positively and negatively by involving different Smad proteins ( Yanagi et al , 1999 ). e vias de vitamina D pode modular a transativação VDR positivamente e negativamente, envolvendo diferentes proteínas Smad (Yanagi et al, 1999). 1,25-(OH) 2 D also mediates rapid responses via a putative membrane-bound receptor of the hormone ( Norman et al , 1992 ). 1,25 – (OH) 2 D é um mediador de resposta rápida através de uma membrana putative receptor do hormônio ligado (Norman et al, 1992).
Serum 1,25-(OH) 2 D concentration influences the number of VDR in the cells. Soro 1,25 – (OH) 2 D influencia a concentração do número de VDR em células. VDR in cells bind 1,25-(OH) 2 D and buffer 1,25-(OH) 2 D concentration in serum. VDR em células ligam 1,25 – (OH) 2 D e tampão 1,25 – (OH) 2 D concentração no soro. Action of 1,25-(OH) 2 D through the VDR can be hindered by low 1,25-(OH) 2 D levels, or by VDR underexpression, abnormal binding functions, and aberrant transcription ( Pike, 1991 ). Ação da 1,25 – (OH) 2 D através do VDR pode ser prejudicada pela baixa 1,25 – (OH) 2 níveis D, ou pelo VDR underexpression anormal, as funções de ligação, ea transcrição aberrante (Pike, 1991). The VDR has been identified in most nucleated cells of the body, involved in countless physiological functions ( Walters, 1992 ). O VDR tem sido identificado na maioria das células nucleadas do corpo, envolvido em inúmeras funções fisiológicas (Walters, 1992). VDR-containing cells, in autoimmune diseases, include VDR-células contendo, em doenças auto-imunes, incluem beta -cells in the pancreas in insulin-dependent diabetes mellitus (IDDM), chondrocytes in the joints in rheumatoid arthritis (RA), and oligodendrocytes in the brain in MS ( Casteels et al , 1995 ; Baas et al , 2000 ; DeLuca & Cantorna, 2001 ). As células do pâncreas no diabetes mellitus insulino-dependente (DMID), condrócitos nas articulações na artrite reumatóide (AR) e oligodendrócitos no cérebro em MS (Casteels et al, 1995; Baas et al, 2000; DeLuca & Cantorna, 2001). In parallel to oligodendrocytes, other CNS constituent cells (microglia, neurons, and astrocytes) are VDR-expressing cells responding directly to the hormone ( Garcion et al , 2002 ). Em paralelo com oligodendrócitos, CNS outras células constituintes microglia (, neurônios e astrócitos) são VDR-células que expressam a responder diretamente ao hormônio (Garcion et al, 2002). The VDR has also been identified in immune-competent cells, including macrophages and activated T-lymphocytes, which implies that 1,25-(OH) 2 D can exert effects on immune functions carried out by these cells ( Bhalla et al , 1983 ; Provvedini et al , 1983 ). O VDR também foi identificada em células imunes competentes, incluindo macrófagos e linfócitos T activados, o que significa que 1,25 – (OH) 2 D pode exercer efeitos sobre as funções imunológicas realizadas por essas células (Bhalla et al, 1983; Provvedini et al, 1983).

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Sunlight and vitamin D metabolism Luz solar e metabolismo da vitamina D

Sunlight and vitamin D 3 production in skin Luz solar e vitamina D na pele de produção 3

The production of vitamin D 3 in the skin depends on exposure to sunlight. A produção de vitamina D 3 na pele depende da exposição à luz solar. Yet, not all sunlight is intense enough to produce vitamin D 3 in the skin. Porém, nem toda a luz solar é intensa o suficiente para produzir a vitamina D 3 na pele. UV-B irradiance is the result of solar elevation, which in turn relies on three factors — latitude, time of year, and time of day. Irradiância UV-B é o resultado de elevação solar, que por sua vez, depende de três fatores – latitude, época do ano e hora do dia. UV-B irradiance, necessary for vitamin D 3 production, is less when the sun is lower and its path length through the atmosphere becomes longer; additional factors influencing its intensity include cloud cover, the amount of ozone, altitude, reflectivity of the earth’s surface, haze (aerosols), and other pollutions. Irradiância UV-B, necessárias para a produção de vitamina D 3, é menor quando o sol está mais baixo e seu comprimento do caminho através da atmosfera torna-se mais; fatores adicionais que influenciam a sua intensidade incluem cobertura de nuvens, a quantidade de ozônio, altitude, reflexibilidade da superfície da Terra , neblina (aerossóis), e outras poluições. In the tropics, sunlight is able to produce vitamin D 3 in the skin all year round. Nos trópicos, a luz solar é capaz de produzir a vitamina D 3 na pele durante todo o ano. Outside the tropics at latitudes between 23:5°, the sun is never at right angles relative to the earth’s surface and the seasonal influence becomes greater. Fora dos trópicos, em latitudes entre 23:5 °, o sol nunca se perpendicularmente em relação à superfície da terra e da influência sazonal torna-se maior. At latitudes higher than around 35°, sunlight is not able to produce previtamin D 3 in vitro all year round ( Holick, 2002 ). Em latitudes mais elevadas do que em torno de 35 °, a luz solar não é capaz de produzir pré-vitamina D 3, in vitro, durante todo o ano (Holick, 2002). In winter, the sun is not only weaker as its elevation is lower, but people also spend less time outdoors and cover their skin with clothing ( Webb & Holick, 1988 ). No inverno, o sol não é apenas mais fraca, pois sua elevação é menor, mas as pessoas também gastam menos tempo ao ar livre e cobrir sua pele com roupa (Webb & Holick, 1988). If one strives to achieve and maintain an optimal serum 25OHD concentration throughout the year, it is important to know when sunlight is able to produce vitamin D 3 in the skin and how long one needs to stay outdoors to produce a sufficient amount. Se alguém se esforça para alcançar e manter uma ótima 25OHD sérica concentração durante todo o ano, é importante saber quando a luz solar é capaz de produzir a vitamina D 3 na pele e em quanto tempo é necessário para ficar ao ar livre para produzir uma quantidade suficiente. Matters are being complicated, as UV-B irradiance has become a topic of increasing concern, because of its potential negative effects, including sunburn and skin cancer. Questões são complicadas, como irradiância UV-B tornou-se um tema de crescente preocupação, por causa de seus potenciais efeitos negativos, incluindo queimaduras solares e cancro da pele. Excessive UV-B irradiance needs to be avoided, without losing sight of its positive effect. Excesso irradiância UV-B deve ser evitado, sem perder de vista o seu efeito positivo.
The ability to synthesize previtamin D 3 in vitro has been published for a number of cities in the world ( Figure 1 ). A capacidade de sintetizar D previtamin 3 in vitro tem sido publicado por várias cidades do mundo (Figura 1). In Los Angeles, USA, at latitude 33:56°NL with an altitude (alt.) at 38 m above sea level, sunlight can produce previtamin D 3 in vitro all year round. Em Los Angeles, E.U.A., na latitude 33:56 ° NL com uma altitude (alt.) em 38 m acima do nível do mar, a luz solar pode produzir pré-vitamina D 3, in vitro, durante todo o ano. In Boston, USA (42:22° NL, alt. 6 m), little if any cutaneous vitamin D 3 production occurs in the four winter months from November to February, no matter how long one stays outdoors and in Edmonton, Canada (53:19° NL, alt. 715 m) the equivalent ‘vitamin D winter’ lasts 6 months, from October to March ( Webb & Holick, 1988 ). The influence of season and latitude on the synthesis of previtamin D 3 in vitro in the southern hemisphere was measured in Buenos Aires (34:50 SL°, alt. 20 m), Cape Town (33:58 SL°, alt. 42 m), Johannesburg (26:08° SL, alt. 1694 m) and Ushuaoa (54:48° SL, alt. 16 m) ( Holick, 2002 ). Only in Ushuaoa (54:48° SL, alt. 16 m) no previtamin D 3 was formed in the 6 winter months April–September. For Europe, no comparable data on cutaneous vitamin D 3 production have been reported, except for Bergen in Norway (60:17° NL, alt. 50 m). In Bergen the ‘vitamin D winter’ lasted 6 months, from October to March, but in the other months of the year the previtamin D 3 formation per month is less than in Edmonton and the hours of UV-B per day are also fewer ( Holick, 2002).

Figure 1. Figura 1.

Figura 1 - Infelizmente nós somos incapazes de fornecer um texto alternativo acessível para isso. Se precisar de ajuda para aceder a esta imagem, por favor help@nature.com contato ou o autorCities of the world, red dots, where the length of the ‘vitamin D winter’ has been measured: Bergen in Norway (60:17° NL, alt. 50 m), Boston (44:22° NL, alt. 6 m), Buenos Aires (34:50 SL°, alt. 20 m), Edmonton (59:19 NL°, alt. 715 m), Cape Town (33:58 SL°, alt. 42 m), Johannesburg (26:08° SL, alt. 1694 m), Ushuaoa (54:48° SL, alt. 16 m). Note: At latitudes higher than around 35°, sunlight is unable to produce previtamin D 3 in vitro all year round.
Full figure and legend (178 K )

In the United States the vitamin D intake is much higher than in Europe, due to fortification of milk with 10 Nos Estados Unidos, a ingestão de vitamina D é muito maior do que na Europa, devido à fortificação do leite com 10 mu g (400 IU) vitamin D per quart ( Norman, 2000 ). g (400 UI) de vitamina D por litro (Norman, 2000). Currently, in Europe, which is, by the way, much further away from the equator than the United States, milk is not fortified with vitamin D and recommended nutritional supplementation with vitamin D differs from country to country. Atualmente, na Europa, que é, aliás, muito mais longe do equador do que nos Estados Unidos, o leite não é fortificado com vitamina D e suplementação nutricional recomendada de vitamina D difere de país para país.
During the ‘vitamin D winter’, the body is dependent on its vitamin D 3 stores or on dietary intake from natural sources, food fortified with vitamin D, or supplements. Durante o “inverno vitamina D”, o corpo é dependente de sua vitamina D 3 lojas ou na ingestão de fontes naturais, alimentos fortificados com vitamina D ou suplementos. As vitamin D 3 barely occurs naturally in food, and food in most countries is not fortified with vitamin D, dietary supplementation with the vitamin may be necessary for certain groups in the ‘vitamin D winter’ to maintain an optimal 25OHD serum level throughout the year. Como a vitamina D 3 mal ocorre naturalmente nos alimentos, e alimentos, na maioria dos países não são fortificados com vitamina D, a suplementação com vitamina A pode ser necessário para certos grupos no ‘inverno vitamina D “para manter um nível sérico ideal 25OHD durante todo o ano .

Sunlight and 25OHD Luz solar e 25OHD

The approximate normal range for serum 25OHD values is 25–130 nmol/l ( Feldman et al , 1997 ). O intervalo de aproximadamente normal para soro 25OHD valores é 25-130 nmol / l (Feldman et al, 1997). Currently, there is no consensus on what represents an optimal serum 25OHD concentration. Atualmente, não há consenso sobre o que representa um ótimo soro 25OHD concentração. An increasing number of reports is available on 25OHD serum levels both in healthy and unhealthy populations, from which it has become apparent that serum 25OHD levels vary from winter to summer, with lower levels in winter ( Stamp, 1975 ; Bouillon et al , 1987 ; Lips et al , 1988 : McKenna, 1992 ; Scharla et al , 1996 ; Scharla, 1998 ). Um número crescente de relatórios está disponível em ambos os níveis séricos de 25OHD em populações saudáveis e insalubres, da qual tornou-se evidente que os níveis séricos de 25OHD variam de inverno a verão, com níveis mais baixos no inverno (Stamp, 1975; Bouillon et al, 1987; Lips et al, 1988: McKenna, 1992; Scharla et al, 1996; Scharla, 1998). Here we focus on two of these reports ( Bouillon et al , 1987 ; Scharla, 1998 ). Aqui nos concentramos em dois desses relatórios (Bouillon et al, 1987; Scharla, 1998).
In an age- and sex-stratified population-based sample of a normal population living in South Germany ( n =415, 206 women and 209 men, ranging from 50 to 80 y), serum 25OHD reached its nadir of 42.5 Em uma idade e sexo da população estratificada baseada em amostras de uma população que vive no sul da Alemanha normal (n = 415, 206 mulheres e 209 homens, variando de 50 a 80 y), 25OHD sérica atingiu seu ponto mais baixo de 42,5 plusminus 22.5 nmol/l in January, and its zenith of 67.5 22,5 nmol / l, em janeiro, e seu apogeu de 67,5 plusminus 25 nmol/l in the months August and September ( Scharla et al , 1996 ). 25 nmol / l no mês de agosto e setembro (Scharla et al, 1996). Of the women, 40% had a subclinical vitamin D deficiency in winter, defined as < 30 nmol/l 25OHD ( Scharla, 1998 ). Das mulheres, 40% tinham uma deficiência subclínica de vitamina D no inverno, definidas como <30 nmol / l 25OHD (Scharla, 1998). The serum 25OHD concentration of elderly subjects living in Belgium, who were consecutively admitted to one of the geriatric wards in Leuven ( n =240, 137 women and 103 men, ranging from 55 to 99 y), reached its nadir of 18 nmol/l in February. O soro 25OHD concentração de idosos residentes na Bélgica, que foram, consecutivamente admitidas em uma das enfermarias de geriatria em Leuven (n = 240, 137 mulheres e 103 homens, variando de 55 a 99 y), atingiu seu nadir de 18 nmol / l em fevereiro. The lowest levels were recorded in the 4 months from January to April (mean < 25 nmol/l), and its zenith of 30 nmol/l in July ( Bouillon et al , 1987 ). Os níveis mais baixos foram registrados nos 4 meses de janeiro a abril (média <25 nmol / l), e seu auge de 30 nmol / l em julho (Bouillon et al, 1987). It was found that the frequency of very low levels of 25OHD (< 12.5 nmol/l) was more pronounced in wheelchair-bound or institutionalized elderly subjects ( Bouillon et al , 1987 ). Verificou-se que a freqüência de níveis muito baixos de 25OHD (<12,5 nmol / l) foi mais pronunciada em cadeira de rodas ou idosos institucionalizados (Bouillon et al, 1987). From these reports, it could be concluded that the unhealthy elderly living in Belgium had lower 25OHD levels in winter than in summer. A partir destes relatórios, pode-se concluir que a vida não saudáveis idosos na Bélgica tinham níveis de 25OHD menores no inverno que no verão. Their monthly and yearly 25OHD levels were significantly lower than those of their healthy younger control subjects. Sua mensal e anual 25OHD níveis foram significativamente inferiores aos dos seus indivíduos saudáveis jovens controle. The unhealthy elderly living in Belgium also had lower monthly 25OHD levels than the healthy elderly living in South Germany. Os idosos saudáveis que vivem na Bélgica também tinham níveis de 25OHD mensal menor do que os idosos saudáveis que vivem no sul da Alemanha. Not only in unhealthy elderly, but also in young subjects a significant difference between winter and summer 25OHD has been found ( Guillemant et al , 1995 , 1999 ; Docio et al , 1998 ; Zittermann et al , 1999 ). Não só em idosos saudáveis, mas também em indivíduos jovens, uma diferença significativa entre o inverno eo verão 25OHD foi encontrado (Guillemant et al, 1995, 1999; Docio et al, 1998; Zittermann et al, 1999). Taken together, these results emphasize a widespread seasonal variation in 25OHD levels, with low 25OHD levels in winter. Em conjunto, estes resultados enfatizam uma ampla variação sazonal em níveis de 25OHD, com baixos níveis de 25OHD no inverno. This seasonal variation is reflected in the approximate normal range for serum 25OHD values 25–130 nmol/l. Esta variação sazonal é refletido no intervalo de aproximadamente normal para soro 25OHD valores de 25-130 nmol / l. This wide range is used to classify individuals in vitamin D deficient and sufficient. Esta gama é usada para classificar os indivíduos deficientes em vitamina D e suficiente.
The Royal Dutch Meteorological Institute (KNMI) publishes the monthly and yearly mean duration of sunlight in hours of different cities in the world ( Nellestijn & Dekker, 1998 ). O Instituto Meteorológico Real Holandês (KNMI) publica a duração mensal e anual médio de horas de luz solar em diferentes cidades do mundo (Nellestijn & Dekker, 1998). The monthly mean duration of sunlight in hours in Munich in south Germany (48:21° NL, alt. 527 m) and Brussels in Belgium (50:54° NL, alt. 55 m) published by Nellestijn and Dekker (1998) , as well as the monthly mean serum 25OHD concentration of healthy elderly in south Germany reported by Scharla (1998) and that of unhealthy elderly in Belgium reported by Bouillon et al (1987) , were used to calculate the correlations. A duração média mensal da luz do sol nas horas em Munique, no sul da Alemanha (48:21 ° NL, alt. 527 m) e Bruxelas, na Bélgica (50:54 ° NL, alt. 55 m), publicado pela Nellestijn e Dekker (1998), bem como o valor médio mensal do soro 25OHD concentração de idosos saudáveis no sul da Alemanha relatado por Scharla (1998) e de idosos saudáveis na Bélgica relatado por Bouillon et al (1987), foram utilizados para calcular as correlações. The author of the present paper compared 12 consecutive months of the year and found a significant correlation between sunlight and 25OHD, 2 months later, in healthy elderly in south Germany r =0.86 ( P < 0.001, n =12) and in unhealthy elderly in Belgium r =0.90 ( P < 0.001, n =12). O autor do presente trabalho em comparação de 12 meses consecutivos do ano e encontraram uma correlação significativa entre a luz solar e 25OHD, 2 meses depois, em idosos saudáveis no sul da Alemanha r = 0,86 (P <0,001, n = 12) e em idosos saudáveis em Bélgica r = 0,90 (P <0,001, n = 12). This finding is in line with the time lag of 2 months between sunlight and 25OHD reported in other studies ( Hine & Roberts, 1994 ; Need et al , 2000 ). Esta constatação está em consonância com o lapso de tempo de 2 meses entre a luz solar e 25OHD relatado em outros estudos (Hine & Roberts, 1994; Need et al, 2000). It has been stated that the concentration as found in healthy individuals at the end of summer or as found in healthy individuals in the tropics provides a physiological indication of what might be optimal to maintain throughout the year ( Vieth, 1999 ). Tem sido afirmado que a concentração, tal como encontrados em indivíduos saudáveis no fim do verão ou como encontrados em indivíduos saudáveis nos trópicos fornece uma indicação fisiológica do que poderia ser ideal para manter durante todo o ano (Vieth, 1999).
The approximate normal range for serum 1,25-(OH) 2 D values is 36–144 pmol/l ( Feldman et al , 1997 ). O intervalo de aproximadamente normal para soro 1,25 – (OH) 2 D é valores 36-144 pmol / l (Feldman et al, 1997). No seasonal variation in 1,25-(OH) 2 D levels was observed in healthy adults ( Chesney et al , 1981 ; Bouillon et al , 1987 ). Não houve variação sazonal em 1,25 – (OH) 2 níveis D foi observada em adultos saudáveis (Chesney et al, 1981; Bouillon et al, 1987). No association between 25OHD and concentrations of 1,25-(OH) 2 D was found in euthyroid patients, who previously had low 25OHD (<50 nmol/l) levels, but had been advised to take 25 Não houve associação entre 25OHD e as concentrações de 1,25 – (OH) 2 D foi encontrada em pacientes euthyroid, que anteriormente tinha 25OHD baixa (<50 nmol / l) níveis, mas tinham sido aconselhados a tomar 25 mu g (1000 IU)/day vitamin D 3 ( Vieth et al , 2003 ). g (1000 UI) / dia de vitamina D 3 (Vieth et al, 2003).

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Vitamin D nutrition Vitamina D nutrição

Dietary compensation should occur to overcome low 25OHD levels when cutaneous production of vitamin D 3 is inadequate. Dietary compensação deve ocorrer de baixo para superar os níveis de 25OHD, quando a produção cutânea de vitamina D 3 é inadequada. For their recommendations of vitamin D 3 intake, National Councils on Food and Nutrition have abandoned the older criterion of absence of disease as the definition of adequacy. Para que as suas recomendações de ingestão de vitamina D 3, Conselhos Nacionais de Alimentação e Nutrição, ter abandonado o antigo critério de ausência de doenças como a definição de adequação. Now they are confronted with two new questions, one: what concentration of serum 25OHD is adequate, and two: how much vitamin D 3 is needed each day to meet or sustain that concentration. Agora, eles são confrontados com duas novas perguntas, uma: que a concentração sérica de 25OHD é adequado, e dois: o quanto de vitamina D 3 é necessária a cada dia para atingir ou manter a concentração. The border between a vitamin D-deficient and -sufficient state is represented by reported cutoff levels for the 25OHD concentration which rang widely from 12.5 to 140 nmol/l, but seem to increase over the years ( Bouillon et al , 1987 ; Chapuy et al , 1997 ; Dawson-Hughes et al , 1997 ; Barger-Lux et al , 1998 ; Malabanan et al , 1998 ; Scharla, 1998 ; Thomas et al , 1998 ; Vieth, 1999 ; Need et al , 2000 ; Lips, 2001 ; Heaney et al , 2003a ). A fronteira entre uma deficiência de vitamina D e estado-suficiente é representada por níveis de corte relatado para a concentração 25OHD que tocou amplamente 12,5-140 nmol / l, mas parece aumentar ao longo dos anos (Bouillon et al, 1987; Chapuy et al , 1997; Dawson-Hughes et al, 1997; Barger-Lux et al, 1998; Malabanan et al, 1998; Scharla, 1998, Thomas et al, 1998; Vieth, 1999; Need et al, 2000; Lips, 2001; Heaney et al, 2003a). Serum levels of 25OHD between 30 and 100 nmol/l have been mentioned as necessary to ensure vitamin D sufficiency ( Barger-Lux et al , 1998 ; Lips, 2001 ; Heaney, 2003b ; Vieth et al , 2003 ). Os níveis séricos de 25OHD entre 30 e 100 nmol / l foram mencionadas como necessárias para garantir a suficiência de vitamina D (Barger-Lux et al, 1998; Lips, 2001; Heaney, 2003b; Vieth et al, 2003). In elderly nursing home residents, vitamin D 3 10 Em residentes de asilos de idosos, a vitamina D 3 10 mu g (400 IU)/day increased serum 25OHD from 22 to 62 nmol/l in 12 weeks ( Chel et al , 1998 ). g (400 UI) / dia 25OHD sérica de 22-62 nmol / l em 12 semanas (Chel et al, 1998). Others have observed higher doses to ensure adequate serum 25OHD levels ( Barger-Lux et al , 1998 ; Heaney et al , 2003a ; Vieth et al , 2003 ). Outros têm observado altas doses de soro adequada para assegurar níveis de 25OHD (Barger-Lux et al, 1998; Heaney et al, 2003a; Vieth et al, 2003). Recently, a daily supplement of 25 Recentemente, um suplemento diário de 25 mu g (1000 IU) vitamin D 3 has been advocated for all adults to ensure a serum 25OHD level of at least 40 nmol/l ( Vieth et al , 2001 , 2003 ). g (1000 UI) de vitamina D 3 tem sido defendida por todos os adultos para garantir um nível de 25OHD sérica de pelo menos 40 nmol / l (Vieth et al, 2001, 2003). There is no consensus on this, but this dose is well below the Tolerable Upper Intake Level (UL) of vitamin D for adults of 50 Não há consenso sobre isso, mas esta dose for bem abaixo do tolerável Upper Intake Level (UL) de vitamina D para adultos de 50 mu g (2000 IU)/day set by the FNB of the Institute of Medicine for the USA, as well as by the Scientific Committee on Food of the European Commission (SCF) for the European Union ( FNB, Institute of Medicine, 1997 ; SCF, 2002 ). g (2000 UI) / dia fixado pela FNB, do Instituto de Medicina para a E.U.A., bem como pelo Comité Científico da Alimentação Humana da Comissão Européia (SCF) para a União Europeia (FNB, Instituto de Medicina, 1997; SCF , 2002).

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MS and vitamin D MS e de vitamina D

MS prevalence and sunlight Prevalência e da luz solar

MS is more common in temperate climates than in the tropics, with a prevalence of 100/100 000 and 10/100 000, respectively ( Martyn, 1991 ; Gale & Martyn, 1995 ). MS é mais comum em climas temperados que nos trópicos, com uma prevalência de 100/100 000 e 10/100 000, respectivamente (Martyn, 1991; Gale & Martyn, 1995). Of all the climatic variables analyzed, insolation, in terms of annual and winter hours of sunlight, exhibited the strongest negative correlation with the prevalence of MS ( Acheson et al , 1960 ; Norman et al , 1983 ). De todas as variáveis climáticas analisadas, insolação, em termos de horas anuais de inverno e de luz solar, apresentaram a maior correlação negativa com a prevalência de MS (Acheson et al, 1960; Norman et al, 1983). The incidence of MS is low in areas with at least 3000 h sunlight annually or with sufficient vitamin D 3 intake ( Goldberg, 1974a ). A incidência de MS é baixa em áreas com luz solar, no mínimo, 3000 h anualmente ou com um número suficiente de vitamina D 3 de admissão (Goldberg, 1974a). Unlike mortality from skin cancer, mortality from MS was negatively associated with residential exposure to sunlight ( Freedman et al , 2000 ). Ao contrário da mortalidade por câncer de pele, a mortalidade de MS foi negativamente associado com a exposição à luz solar residencial (Freedman et al, 2000). A negative correlation between ultraviolet radiation (UVR) and MS prevalence was found in Australia ( Van der Mei et al , 2001 ). A correlação negativa entre a radiação ultravioleta (RUV) ea prevalência de SM foi encontrado na Austrália (Van der Mei et al, 2001). The suggestion that the risk of developing MS is largely determined before the age of 15 y has been questioned by Australian epidemiological data. A sugestão de que o risco de desenvolver esclerose múltipla é largamente determinado antes da idade de 15 y tem sido questionada pelo australiano dados epidemiológicos. The prevalence in the migrant population from the UK and Ireland in the different regions in Australia showed a significant correlation with latitude and was considerably less than in their countries of origin ( Hammond et al , 2000 ). A prevalência na população de migrantes provenientes do Reino Unido e na Irlanda em diferentes regiões da Austrália mostrou uma correlação significativa com a latitude e foi consideravelmente menor do que nos seus países de origem (Hammond et al, 2000). The epidemiological evidence suggests that UVR may play a protective role in three autoimmune diseases: MS, insulin-dependent diabetes mellitus, and rheumatoid arthritis has been reviewed ( Ponsonby et al , 2002 ). A evidência epidemiológica sugere que a RUV pode desempenhar um papel protetor em três doenças autoimunes: esclerose múltipla, diabetes mellitus insulino-dependente, e artrite reumatóide foi comentado (Ponsonby et al, 2002). New evidence has been reported that increased sun exposure during ages 6–15 y is associated with a decreased risk of multiple sclerosis ( Van der Mei et al , 2003 ). Novas evidências tem sido relatado que a exposição ao sol aumentou durante as idades 6-15 y está associado com um risco menor de esclerose múltipla (Van der Mei et al, 2003). Interestingly, the prevalence of MS among Sardinians presents evidence against the latitude gradient theory ( Pugliatti et al , 2001 ) and could be explained by a high susceptibility of the population to MS ( Montomoli et al , 2002 ). Curiosamente, a prevalência de SM entre Sardinians apresenta provas contra a teoria do gradiente de latitude (Pugliatti et al, 2001) e poderia ser explicada por uma alta suscetibilidade da população de MS (Montomoli et al, 2002).

MS and 25OHD serum concentration MS e da concentração de 25OHD sérica

Only a few reports have investigated the association between MS and 25OHD serum concentration. Somente alguns relatórios têm investigado a associação entre MS e concentração sérica de 25OHD. Vitamin D deficiency was detected in a group of female MS patients who were subjects of a study on osteoporosis. A deficiência de vitamina D foi detectado em um grupo de pacientes do sexo feminino de MS que participaram de um estudo sobre a osteoporose. Of these patients ( n =52), 70% had a subclinical vitamin D deficiency, defined as serum 25OHD <50 nmol/l ( Nieves et al , 1994 ). Destes pacientes (n = 52), 70% tinham uma deficiência subclínica de vitamina D, definida como 25OHD sérica <50 nmol / l (Nieves et al, 1994). This study consecutively recruited female MS patients who were admitted to a tertiary care hospital because of deterioration in their clinical status, and there was no appropriate control group. Este estudo consecutivamente recrutados pacientes do sexo feminino de MS que foram internados em um hospital terciário por causa da deterioração do seu estado clínico, e não havia um grupo controle adequado. Results suggested that low circulating 25OHD levels contributed to low bone mineral density (BMD) ( Nieves et al , 1994 ). Os resultados sugerem que baixos níveis circulantes 25OHD contribuiu para a baixa densidade mineral óssea (DMO) (Nieves et al, 1994).
Another group of MS patients ( n =54), of whom 64% had a subclinical vitamin D deficiency, defined as serum 25OHD < 50 nmol/l, had more rapid bone loss and more frequent fractures than healthy age- and gender-matched controls ( Cosman et al , 1998 ). Outro grupo de pacientes com esclerose múltipla (n = 54), dos quais 64% tinham uma deficiência subclínica de vitamina D, definida como 25OHD sérica <50 nmol / l apresentaram perda óssea mais rápida e mais freqüente de fraturas que a idade saudáveis e de sexo, controles pareados (Cosman et al, 1998). Levels of 25OHD were on average 20–37.5 nmol/l lower in MS patients than they were in the three control groups: men, pre- and postmenopausal women. Níveis de 25OHD foram, em média 20-37,5 nmol / l menor em pacientes com EM do que eram em três grupos de controle: homens, pré e pós-menopausa. In the analyses, lack of sunlight exposure, a vitamin D-deficient diet, immobility, and corticosteroid treatment contributed to the low 25OHD serum concentrations ( Cosman et al , 1998 ). Nas análises, a falta de exposição à luz solar, a vitamina D, dieta deficiente, imobilidade, uso de corticóide e contribuiu para a baixa concentrações séricas de 25OHD (Cosman et al, 1998). However, in this study, it was not clear whether the vitamin D deficiency was merely a result of immobility, as it has been reported that immobility may be the strongest risk factor for vitamin D deficiency ( Gloth et al , 1995 ). No entanto, neste estudo, ficou claro se a deficiência da vitamina D foi apenas uma conseqüência da imobilidade, como tem sido relatado que a imobilidade pode ser o maior factor de risco para a deficiência de vitamina D (Gloth et al, 1995).
Mahon et al (2003) reported that 48% of MS patients ( n =39) had a subclinical vitamin D deficiency at baseline, defined as serum 25OHD <50 nmol/l. Mahon et al (2003) relataram que 48% dos pacientes com EM (n = 39) tinha uma deficiência subclínica de vitamina D na linha de base, definido como 25OHD sérica <50 nmol / l.
No reports have been found on the 1,25-(OH) 2 D serum concentration in MS patients. Não foram encontrados relatos sobre a 1,25 – (OH) 2 D concentração do soro em pacientes com EM. Case–control studies with sufficient power on patients with MS with respect to serum 25OHD and 1,25-(OH) 2 D concentration are lacking. Estudos de caso-controle com potência suficiente em pacientes com EM com relação ao soro 25OHD e 1,25 – (OH) 2 D concentração estão faltando. Moreover, seasonal variation of 25OHD serum concentration has not yet been established in MS patients. Além disso, a variação sazonal da concentração sérica de 25OHD ainda não foi estabelecida em pacientes com EM.

MRI and season RM e temporada

Various studies have investigated the association between number of active magnetic resonance imaging (MRI) lesions and season ( Auer et al , 2000 ; Embry et al , 2000 ; Rovaris et al , 2001 ; Killestein et al , 2002 ). Vários estudos têm investigado a associação entre o número de imagens de ressonância magnética ativa (MRI) e lesões temporada (Auer et al, 2000; Embry et al, 2000; Rovaris et al, 2001; Killestein et al, 2002). Active MRI lesions are the gadolinium-enhancing lesions on MRI scans, which reflect subclinical disease activity. Lesões ativas são a ressonância magnética gadolínio-realçando lesões em varreduras de MRI, que refletem a atividade da doença subclínica. A statistical significant seasonal fluctuation, measured as active MRI lesions, has been demonstrated in MS patients ( n =53) living in south Germany. A flutuação estatística significativa sazonal, medido como lesões ativas de ressonância magnética, tem sido demonstrada em pacientes com EM (n = 53) que vivem no sul da Alemanha. The number of active MRI lesions was the highest in April and lowest in October ( Auer et al , 2000 ). O número de lesões ativas de ressonância magnética foi o maior em abril e menor em outubro (Auer et al, 2000). The seasonal variation of active MRI lesions in MS patients has since been re-addressed in other studies. A variação sazonal de lesões ativas de ressonância magnética em pacientes do MS, desde então, sido re-abordados em outros estudos. The monthly mean number of MRI lesions was pooled in four seasons: spring (March, April, May), summer (June, July, August), autumn (September, October, November), and winter (December, January, February). O número médio mensal de lesões de RM foi agrupada em quatro estações: primavera (março, abril, maio), verão (junho, julho, agosto), Outono (Setembro, Outubro, Novembro), e no inverno (dezembro, janeiro, fevereiro). No statistical significant difference could be detected between the number of active MRI lesions in these four seasons ( Rovaris et al , 2001 ; Killestein et al , 2002 ). Não houve diferença estatística significativa poderia ser detectada entre o número de lesões ativas de ressonância magnética nestes quatro temporadas (Rovaris et al, 2001; Killestein et al, 2002). However, these calendar months do not necessarily correspond with the ‘vitamin D winter’ and more importantly do not necessarily represent the circulating 25OHD levels of the individuals under investigation. No entanto, estes meses de calendário não corresponde necessariamente com a ‘Winter vitamina D “e, mais importante, não representam necessariamente a 25OHD níveis circulantes dos indivíduos sob investigação. In addition, Rovaris et al (2001) used data from MS patients living in different parts of the world. Além disso, Rovaris et al (2001) utilizou dados de pacientes com esclerose múltipla que vivem em diferentes partes do mundo.
Embry et al (2000) have graphically combined two separate studies and showed close correspondence between the curve representing monthly mean serum 25OHD concentrations in the group of non-MS individuals provided by Scharla and the curve representing the monthly number of MRI lesions, 2 months later, in MS patients provided by Auer ( Scharla, 1998 ; Auer et al , 2000 ). Of course, there exists an inherent weakness in combining data from different studies to reach a new conclusion. In this case, the 25OHD serum levels were measured in a group of non-MS individuals. These levels may not be representative of a cohort of MS patients, whose vitamin D metabolite levels may be influenced by their MS.
The monthly mean duration of sunlight in hours in Munich published by Nellestijn and Dekker (1998) and the monthly mean number of active MRI lesions reported by Auer et al (2000) were used to calculate the correlation. The author of the present paper compared the 12 consecutive months of the year and found a statistical significant inverse correlation between sunlight and active MRI lesions, 4 months later, r =-0.90 ( P <0.001, n =12).
Further research is required; currently no reports are available on mean serum 25OHD concentrations, and active MRI lesions by months of the year in patients with MS living in the same area.

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Neuro-immunology and vitamin D metabolites

The CNS as a target tissue for vitamin D metabolites is supported by discovery of VDR in the rat forebrain, hippocampus, cerebellum, brainstem, spinal cord, and perivascular tissue and the discovery of 1 alfa -OHase in cerebellum and cerebral cortex ( Neveu et al , 1994 , Issa et al , 1998 , Hewison et al , 2000 ; Zehnder et al , 2001 ). In addition, the possibility of a local synthesis of 1,25-(OH) 2 D in brain has been postulated ( Garcion et al , 2002 ). Profound alterations in the brain at birth have been demonstrated in rats born to vitamin D 3 -deficient mothers ( Eyles et al , 2003 ).
The influences of 1,25-(OH) 2 D on cells of the nervous system were recently reviewed by Garcion ( Garcion et al , 2002 ). It appeared that 1,25-(OH) 2 D had effects on neurons, oligodendrocytes, as well as astrocytes, but the exact pathways of these effects remain to be established. In general, the influences of 1,25-(OH) 2 D on these cells seem to be neuroprotective and anti-inflammatory ( Garcion et al , 2002 ).

Immune system and 1,25-(OH) 2 D

The active form of vitamin D, 1,25-(OH) 2 D, is a potent regulator of the immune system ( Bouillon et al , 1995 ; Casteels et al , 1995 ; Cantorna et al , 1996 , 1998 , 1999 ; Hayes et al , 1997 ; Nashold et al , 2000 , 2001 ; Gregori et al , 2001 ; Griffin et al , 2001 ). Here we focus on the autoimmune animal model for MS EAE. The preventive and curative effects of vitamin D-related treatment on the clinical course of EAE are described ( Table 1 ). The effects on the cellular level, which are relevant for EAE, and may have implications for MS and other autoimmune diseases, are summarized. The possible actions of vitamin D metabolites on immune cells relevant for EAE are portrayed in Figure 2. Finally, the influences of vitamin D metabolites on the production of cytokines and nitric oxide (NO), and on the BBB are described.

Figure 2. Figura 2.

Figura 2 - Infelizmente nós somos incapazes de fornecer o texto alternativo acessível para isso. Se precisar de ajuda para aceder a esta imagem, por favor help@nature.com contato ou o autorDownregulation by 1,25-(OH) 2 D of pro-inflammatory dendritic cell and T-cell function and macrophage activity and migration, in experimental allergic encephalomyelitis (EAE, an animal model of MS). Effects on the CNS-constituting cells are not incorporated in this figure, but are reviewed in Garcion et al (2002) . The effect of 1,25-(OH) 2 D on the cells of the BBB is unknown, but EAE data suggest that cellular infiltration is inhibited ( Nashold et al , 2000 ). Further references on which this figure is based are mentioned in the text under Neuro-immunology and vitamin D metabolites. Dendritic cell, DC; monocyte, MO; T helper 1 lymphocyte, Th1; T helper 2 lymphocyte, Th2; interferon gamma, IFN gamma itálico ; interleukin, IL; nitric oxide, NO; transforming growth factor beta , TGF , TGF beta ; tumor necrosis factor alpha, TNF alfa . .
Full figure and legend (198 K )

Experimental autoimmune encephalomyelitis (EAE)

EAE is a useful (although not perfect) animal model of human MS ( Van Etten et al , 2003 ). EAE is induced by immunization of rodents or primates with myelin or myelin components. This results in the generation of autoreactive, myelin-specific T lymphocytes. In the CNS of EAE animals perivascular inflammatory lesions are present and, depending on the immunization protocol, a variable degree of demyelination is observed. The lesions in the brain and spinal cord are accompanied by transient clinical signs such as paralysis of the tail and hind limbs. EAE can also be induced by transferring T lymphocytes from rats immunized with myelin components into naïve rats, indicating the crucial role of T lymphocytes in this model ( Paterson & Hanson, 1969 ). In particular, the interferon-gamma (IFN- gamma itálico )-producing T helper 1 (Th1) lymphocytes are required for induction of EAE. Macrophages are crucial for the effector phase of EAE, the phase in which actual tissue damage is caused by an immune response. In EAE, macrophage depletion leads to complete suppression of clinical signs ( Huitinga et al , 1990 ; Tran et al , 1998 ).

EAE and vitamin D-related treatment

Table 1 summarizes the observed effects of vitamin D-related treatment on EAE. Exposure of mice to whole body (full spectrum) UV was effective in preventing EAE when administered before immunization, but was ineffective in modifying ongoing EAE or in preventing relapses of EAE induced by re-immunization ( Hauser et al , 1984 ). However, this report does not mention vitamin D metabolites at all. The first study on 1,25-(OH) 2 D treatment of EAE was by Lemire and Archer (1991) and showed that administration of 1,25-(OH) 2 D during the immunization phase in mice significantly prevented the onset and development of EAE. The preventive effect of 1,25-(OH) 2 D on EAE in mice given before EAE induction was complete ( Cantorna et al , 1996 ). When treatment with 1,25-(OH) 2 D on EAE was started after the appearance of clinical signs, progression and severity was decreased in mice ( Cantorna et al , 1996 ) and rats ( Nataf et al , 1996 ). A vitamin D-deficient diet resulted in an increased susceptibility to EAE, an accelerated onset of paralytic symptoms and aggravated clinical symptoms ( Cantorna et al , 1996 ). In rats deprived of vitamin D, the clinical signs of EAE increased ( Garcion et al , 2003 ). Withdrawal of 1,25-(OH) 2 D after EAE induction resulted in a resumption of clinical signs ( Cantorna et al , 1996 ). The effect of 1,25-(OH) 2 D can be potentiated by cyclosporine, sirolimus (Rapamycin, RAP), and calcium ( Branisteanu et al , 1995 , 1997 ; Cantorna et al , 1999 ). In EAE in mice, calcium was required in addition to 1,25-(OH) 2 D to prevent the appearance of this disease, and the higher the calcium intake the lower the 1,25-(OH) 2 D dose needed ( Cantorna et al , 1999 ). These results suggest that 1,25-(OH) 2 D and dietary calcium are both involved in the prevention of symptomatic EAE ( Cantorna et al , 1999 ; DeLuca & Cantorna, 2001 ). Interestingly, changes in dietary calcium and phosphate levels resulted in changes in target tissue VDR expression ( Issa et al , 1998 ). VDR itself is essential for the immunosuppressive ability of 1,25-(OH) 2 D during EAE ( Meehan & DeLuca, 2002 ). From studies on vitamin D deficiency in the elderly, it is understood that a low calcium intake causes secondary hyperparathyroidism, which increases vitamin D turnover and aggravates vitamin D deficiency and its consequences, while high calcium intake may reduce vitamin D requirement ( Lips, 2001 ).
Treatment with synthetic 1,25-(OH) 2 D analogs has also been reported ( Lemire et al , 1994 ; Mattner et al , 2000 ; Van Etten et al , 2000 , 2003 ; Garcion et al , 2003 ). Curative treatment of vitamin D-deprived rats with the nontoxic-1,25-(OH) 2 D analog MC1288 strongly inhibited EAE symptoms, thus suggesting that these compounds may be a suitable treatment for MS ( Garcion et al , 2003 ). The 1,25-(OH) 2 D analog TX527 decreased disease severity and postponed onset in mice with EAE, and adding the bisphosphonate pamidronate prevented the side effects of this analog ( Van Etten et al , 2003 ).

Cellular effects

T lymphocytes and dendritic cells

The effect of 1,25-(OH) 2 D on the acquired, antigen-specific immune response is initiated by exposure of antigen in the groove of MHC class II molecules to T lymphocytes. This so-called antigen presentation results in proliferation and cytokine production by antigen-specific T lymphocytes. Based on the cytokine production profile, two populations of T lymphocytes can be distinguished. Th1 cells produce IFN- gamma itálico , a pro-inflammatory cytokine that promotes macrophage activation and MHC class II expression. T helper 2 (Th2) cells produce interleukin (IL)-4 and IL-5, promoting antibody production in particular IgE. Antigen-presenting cells can influence the cytokine production profile of T lymphocytes upon antigen recognition. By production of the cytokine IL-12, antigen-presenting cells can induce a shift towards the Th1 cytokine profile. Classical antigen-presenting cells are the so-called dendritic cells, which are derived from monocytes. They occur in almost all tissues of the body and in large numbers in lymphoid organs where they present antigen to T lymphocytes. 1,25-(OH) 2 D inhibits antigen-induced T-lymphocyte proliferation ( Bhalla et al , 1984 ; Lemire & Adams, 1992 ) and prevents Th1 development in EAE ( Mattner et al , 2000 ). Various reports have shown that 1,25-(OH) 2 D exerts major effects on dendritic cells (DC), by inhibition of DC maturation ( Penna & Adorini, 2000 ; Griffin et al , 2001 ). Accordingly, DC of VDR-deficient mice fail to respond to maturational stimuli ( Griffin et al , 2001 ). Mature DC are required for the induction of an efficient Th1 response, in particular by their production of the pro-inflammatory cytokine IL-12. The production of IL-12 by DC is downregulated by 1,25-(OH) 2 D, whereas the production of the anti-inflammatory cytokines IL-10 is enhanced ( Penna & Adorini, 2000 ) and the production of TGF- beta is unaffected ( Griffin et al , 2001 ). Thus, by reduction of IL-12 production by DC, 1,25-(OH) 2 D may inhibit the development of pro-inflammatory Th1 cells.
Furthermore, 1,25-(OH) 2 D treatment results, alone or when combined with the selective inhibitor of lymphocyte proliferation mycophenolate mofetil (MMF), in the generation of a population of CD4+CD25-regulatory T cells ( Gregori et al , 2001 ). The potency of this effect of 1,25-(OH) 2 D is illustrated by the fact that tolerance is induced by 1,25-(OH) 2 D/MMF treatment to fully mismatched pancreatic islet allografts in mice ( Gregori et al , 2001 ). Altogether, these data show that 1,25-(OH) 2 D inhibits DC maturation and inhibits the induction of pro-inflammatory Th1 cells. In addition, the formation of tolerogenic T cells, an active mechanism for natural immune suppression, and the production of anti-inflammatory cytokine IL-10 are promoted by 1,25-(OH) 2 D.

Macrophages Macrófagos

In addition to its effect on T lymphocytes, the effect of 1,25-(OH) 2 D on macrophages contributes to its immunomodulatory potential. Almost two decades ago, it has been reported that 1,25-(OH) 2 D promoted the induction of (pro)monocytic differentiation to macrophages ( Koeffler et al , 1984 ). 1,25-(OH) 2 D increases the antigen-presenting activity of macrophages and enhances the phagocytic activity of macrophages ( Goldman, 1984 ; Amento & Cotter, 1988 ).

Cytokines and nitric oxide (NO)

The cellular effects of 1,25-(OH) 2 D include effects on production of immunoregulatory molecules such as cytokines and NO. 1,25-(OH) 2 D decreases the production of pro-inflammatory cytokines IL-2, IFN- gamma itálico and TNF- alfa in vitro and in vivo ( Manolagas et al , 1985 ; Reichel et al , 1989 ; Lemire & Adams, 1992 ), and IL-12 in vivo ( Lemire et al , 1994 ; D’Ambrosio et al , 1998 ; Mattner et al , 2000 ). On the other hand, it promotes the in vivo production of anti-inflammatory cytokines such as IL-4 and TGF- beta ( Cantorna et al , 1998 ). An increase of TGF- beta 1 expression in lymph nodes at the periphery may explain the beneficial effect of 1,25-(OH) 2 D in EAE and has been re-emphasized in MS ( Cantorna et al , 1998 ; Mahon et al , 2003 ). In contrast, TGF- beta 1 increase was not found in the rat CNS ( Garcion et al , 2003 ), suggesting that the effects of 1,25-(OH) 2 D in EAE are due to effects on the peripheral immune system rather than on local immune suppression. 1,25-(OH) 2 D triggers the production of inducible nitric oxide synthase (iNOS) by a human macrophage cell line in vitro ( Figure 2 ) ( Rockett et al , 1998 ), but decreases iNOS expression during rat EAE ( Garcion et al , 1997 , 1998 , 2003 ). The macrophage enzyme iNOS is required for the inducible production of NO by macrophages. The role of NO in EAE and MS is not yet fully clarified, but several studies indicate a worsening effect due to NO production in the brain ( Cross et al , 1994 , 2000 ; Zhao et al , 1996 ). Others indicate that NO has an immune-downregulating effect in EAE ( Ruuls et al , 1996 ; Willenborg et al , 1999 ).

Blood–brain barrier (BBB)

Inflammatory cells can only cause damage in the CNS after they have migrated from the peripheral blood into the CNS parenchyma. This involves passage of these cells across the BBB. A direct effect of 1,25-(OH) 2 D on the BBB has, to our knowledge, not been described thus far. In 1,25-(OH) 2 D-treated EAE rats, a reduced number of infiltrated macrophages in the CNS was observed ( Nataf et al , 1996 , Nashold et al , 2000 ), suggesting that 1,25-(OH) 2 D suppresses the transendothelial migration of monocytes ( Nashold et al , 2000 ).

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MS and vitamin D supplementation

Only few reports are available on the effect of vitamin D supplementation in MS patients. A group of MS patients ( n =16) was treated with dietary supplements containing vitamin D 125 mu g (5000 IU), calcium (16 mg/kg/day), and magnesium (10 mg/kg/day) ( Goldberg et al , 1986 ). The results after 1 y showed that exacerbations were not eliminated, but their number was reduced by 59% compared with the number of the previous year(s). Vitamin D was given in the form of cod liver oil (20 g/day). Apart from vitamin D, cod liver oil may contain vitamin A and the amount of vitamin A in cod liver oil 20 g/day is six times its toxic dose. The limited number of patients in this study and the methodological bias (six out of 16 patients dropped out) do not allow conclusions.
Mahon et al (2003) studied the cytokine profile in patients with MS following 6 months supplementation with calcium 800 mg/day and vitamin D 25 mu g (1000 IU)/day ( n =17) or calcium 800 mg/day and placebo ( n =22). The serum 25OHD levels in the vitamin D treatment group significantly increased from 42.5 plusminus 15 to 70 plusminus 20 nmol/l. Vitamin D supplementation also significantly increased serum TGF- beta 1 levels.
Double-blind randomized placebo-controlled studies on vitamin D supplementation in patients with MS with sufficient power are lacking.

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Future prospects: MS and 1,25-(OH) 2 D treatment

Given its immune-modulatory and anti-inflammatory effects, treatment with 1,25-(OH) 2 D, or its analogs, may be valuable in the management of MS ( Cantorna et al , 1996 ; Hayes et al , 1997 ; Verstuyf et al , 1998 ; Mathieu et al , 2001 ; Mathieu & Adorini, 2002 ). The calcemic side effects of 1,25-(OH) 2 D make its use in high doses, needed for immunomodulation, unattractive. 1,25-(OH) 2 D analogs, which might block MS without affecting the blood calcium level, have been identified and synthesized ( DeLuca et al , 2000 ). Until now, only one of these 1,25-(OH) 2 D analogs, 19-nor-1,25-dihydroxyvitamin D 2 (19-nor), was given in an oral dose for more than 9 months to 11 newly diagnosed MS patients with RRMS. This analog, however, did not reduce the number of active MRI lesions ( Flemming et al , 2000 ). More research and clinical trials are needed to assess the usefulness of vitamin D compounds for the treatment of MS.

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Conclusion Conclusão

This review provides some epidemiological and ecological evidence for the preventive role that vitamin D nutrition may play in decreasing susceptibility to MS. The putative preventive effect of adequate supply of vitamin D 3 is supported by results obtained in EAE. In EAE 1,25-(OH) 2 D prevents the onset when administered before EAE induction and ameliorates the severity and duration of EAE when given after EAE induction ( Table 1 ).
Widespread seasonal variation in serum 25OHD levels has been reported especially in temperate climates, with low 25OHD levels in winter. A vitamin D-deficient diet in mice and rats resulted in an increased susceptibility to EAE, and 1,25-(OH) 2 D deprivation aggravated the clinical signs of EAE ( Cantorna et al , 1996 ; Garcion et al , 2003 ). Likewise, once MS is apparent, low 25OHD levels may aggravate its severity. Living in a temperate climate may cause annually recurring seasonal low serum 25OHD concentrations in MS patients. Low serum 25OHD concentrations may be responsible for upsetting the balance in the neuro-immune system of MS patients, causing reversible and irreversible neuro-immunological damage aggravating RRMS. The cumulative negative effects over the years may contribute to the secondary progressive course of MS. Further studies are required to establish the seasonal fluctuations in serum concentrations of vitamin D metabolites in MS patients. The effects of sunlight on the clinical manifestations of MS may be influenced by the fact that this may not be a direct effect, but indirect. There might be a time lag of 2 months between sunlight and 25OHD and a time lag of 4 months between sunlight and MRI lesions. A 25OHD reference interval may need to be determined to distinguish inadequate from adequate levels. The quantitative relation between vitamin D 3 input and the resulting serum 25OHD concentration needs to be investigated, as it has been speculated that patients with MS may have a higher vitamin D requirement ( Goldberg, 1974a ; Cantorna et al , 1996 ; Hayes et al , 1997 ; Hayes, 2000 ; Vieth, 1999 ; DeLuca & Cantorna, 2001 ; Holick, 2002 ; Mahon et al , 2003 ). More research is also needed to address the question if MS might be aggravated by a vitamin D-related metabolic or genetic disorder. It is hypothesized that vitamin D deficiency might only lead to MS in susceptible individuals, and a poor vitamin D status might expose an unknown, possibly gene-related, etiology.
Finally, we need to answer the question: ‘Do we need 1,25-(OH) 2 D analogs for the treatment of MS, as pharmacological doses of 1,25-(OH) 2 D are accompanied by adverse side effects, or is it simply a matter of enough vitamin D 3 all year round and enough time for it to take effect?’
Until more evidence is provided, it is suggested that MS patients living in temperate climates should have their serum 25OHD concentration checked in winter, January–March in the northern and July–September in the southern hemisphere, respectively, or use a vitamin D 3 supplement and follow the recommendations for vitamin D 3 and calcium published by their National Council on Food and Nutrition. The dietary reference intakes on vitamin D and calcium for the USA and Europe have been published by the FNB, Institute of Medicine in 1997 and by the SCF of the European Commission in 2002, respectively, and have since been updated ( FNB, Institute of Medicine, 1997 ; SCF, 2002 ; Heaney et al , 2003a ). Alternatively, the reader is referred to the most recent recommendations for the required daily intake of vitamin D 3 and calcium given for bone loss, osteoporosis, and fractures ( Chapuy et al , 1992 ; Lips, 2001 ). For the moment, it would be wise to aim at a serum 25OHD level >50 nmol/l either by augmenting sunlight exposure or by a vitamin D 3 supplement of 10 mu g (400 IU) per day. Such a dose is safe, and side effects are virtually nonexistent ( Lips, 2001 ). Further studies should be done to evaluate if higher levels of 25OHD are necessary in the management of MS to prevent exacerbations. In contrast, the use of the active metabolite 1,25-(OH) 2 D carries the danger of hypercalcemia, hypercalciuria, and renal failure, and should be restricted to clinical investigational use under close supervision.

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Acknowledgements Agradecimentos

The authors thank Jolijn Kragt, Arie van Nieuw Amerongen, Michael Eddleston, Pat Lee and I-Jin Chew for reading and commenting on draft versions and Adriana Dusso for always answering vitamin D queries.

disponível em
 
 

A indústria da morte: cenário frankenstein.

A indústria da morte: cenário frankenstein.

A verdade sobre a vida na Constituição brasileira em 11.mar.2008, ao final.
A indústria da morte: cenário Frankenstein.

Dos corpos de mortos cardíacos a fetos abortados e a nova indústria de células-tronco.
 
Cristiane Rozicki*
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Há mais acontecendo neste planeta tecnologicamente tão evoluído, no entanto, estupidamente canibalesco, onde a indústria da morte está escondida inclusive nas falsas polêmicas que chegam à mídia oficial diante dos olhares da população e na oferta de procedimentos cirúrgicos de cosmética, beleza e protética dentária. Ainda existe o mercado do transplantes de pele nos casos de queimados (BARBER, N. 2001, p. 37-39):
 

uma indústria escondida para a qual não são apresentadas estatísticas publicamente e as agências de doação (de órgãos humanos e outras partes do corpo) fingem surpresa e raiva quando perguntadas por isto”.
“Este é o mercado para doadores de corpos de pessoas completamente mortas, nos quais os corações e tudo o mais parou. “São pessoas chamadas de doadores mortos cardíacos. Eles estão realmente mortos”.
“Os órgãos vitais delas não são usados devido a deterioração durante o processo agonizante. Mas os corpos daquelas pessoas completamente mortas ainda são matéria-prima para atividades cirúrgicas que variam de substituições de válvula de coração a procedimentos triviais como cirurgia cosmética”.
“(…) a indústria é alimentada por partes importadas de corpos, produtos colhidos de americanos mortos’’. 

Existe interferência governamental para estimular a doação dos corpos dos mortos. Em 1998 Clinton conseguiu legislação que fez hospitais norte-americanos receberem pagamentos (para os gastos de ordem médica) “para pressionar os parentes do defunto a assinar formalmente o consentimento para várias formas de coleta. Isto aumentou o número de mortos cardíacos doados para a coleta (…)”. Poder “Valer mais Morto do Que Vivo”? (BARBER, .N. 2001. p. 37-38).
 
Há mais para observar. Tratam-se de fatos relacionados com a legalização do aborto e muito bem aproveitados nos setores voltados ao mercado dos produtos de beleza, entre outros, tais como cirurgias para aumentar o tamanho do pênis, usando pedaços de corpos humanos, de pessoas mortas (BARBER, N. 2001, p. 38). A indústria de cosméticos utiliza fetos abortados (BARBER, N. 2001, p. 37). E até acontece o uso das células dos fetos abortados em injeções para um suposto rejuvenescimento neuronal, isso visando os doentes de Parkinson e Alzheimer (BARBER, N. 2001, p. 104). Neste último caso da utilização das células de fetos, é desconsiderando que a cura do Mal de Parkinson já foi descobeta [1].
 
Mercados que terão e têm consumidores certos nos países ricos, e grandes países fornecedores de matéria-prima. As nações do terceiro mundo e chamadas em desenvolvimento que admitirem a legalização do aborto serão fornecedoras de matéria-prima, fetos, células-tronco embrionárias (entre outras partes de corpos humanos). O Brasil por exemplo, já conhecido no negócio internacional do tráfico de órgãos humanos [2], está na lista dos possíveis fornecedores de fetos às indústrias de cosméticos, plásticas, injeções de células e muito mais.
 
Em “Cenário ou Enredo Frankstein”, da obra “The Nasty Side Of Organ TransplantingThe Cannibalistic Nature of Transplant Medicin”, p. 104, obra de Norm Barber: “O Lado Sórdido do Transplante de Órgão – A Natureza Canibalesca da Medicina Transplantista” [3] são expostas as práticas da indústria da morte, pois são pessoas humanas vivas utilizadas no mercado sórdido e hipócrita de saúde, beleza.
 
Cenário Frankenstein
“Nós temos ouvido falar tudo destes procedimentos de células-tronco, como se fossem novidades maravilhosas, promovidas pela indústria de biotecnologia. Dois professores universitários que começaram a sua própria companhia para comercializar células-tronco ou realizar a tecnologia de clonagem, e há pouco precisaram de alguns milhões de dólares de investimento para iniciar seu empreendimento. O enredo vai desde aí (desse começo) há cinco e dez anos, que projetaram que muitas das principais doenças serão uma coisa do passado e tudo o que eles precisam é algum investimento especulativo e, nesse sentido, já foi mostrado interesse no mundo inteiro em muitos países.”
“Oh, e devem ser anuladas leis e sentimentos que questionam a decência desta ciência nova, diz Barber.

“As células-tronco embrionárias são obtidas dos fetos. Tecnologia semelhante são os fetos in-vitro, resultados da fertilização artificial ou bebês de proveta”.
“Outra fonte é de um feto abortado“.
 
Segundo Barber, o enredo Frankenstein não termina simplesmente aí. São necessários no mínimo cinco fetos [uma injeção] para tratar um paciente de Parkinson ou Alzheimer provisória e temporariamente porque o tratamento é permanente e provisório, a cura não é obtida.
 
“O produto de abortos pode se tornar um componente crucial de procedimentos médicos e as razões para abortos podem ser subvertidas a interesses da biotecnologia”, da tecnologia da medicina industrial. “Então nós poderemos ser forçados a manter só a produção de fetos abortados para continuar a tecnologia da indústria médica.” (BARBER, N. 2001, p. 37).
 
 
Os danos à saúde da mulher:
 
Ainda, o aborto traz várias e graves conseqüências: danos à saúde das mulheres, física e psicologicamente. Mulheres que abortam podem ter problemas em gestações futuras, isso se não tiverem lesões que levaram à perda definitiva do útero. Pode ocorrer: má formação dos fetos posteriores, morte perinatal, nascimento de crianças pré-maturas, necessidade de cesarianas, são exemplos. Além disso, o feto é sensível e sofre as dores da destruição no aborto. A mulher também tem dores intensas durante o aborto e depois. Por isso o aborto já foi chamado, pela autora, de violência contra a mulher. Pouco se vê comentários sobre os prejuízos que o aborto causa à saúde da mulher. De hemorragias, perfurações e demasiada evacuação do útero, tem-se complicações graves que não são divulgadas.[4]

:::::::::::
 
Notas
 
[1] COIMBRA, C. G., JUNQUEIRA, V. .B. .C. Brazilian Journal of Medical and Biological Research.. Braz J Med Biol Res, October 2003, Volume 36(10). 1409-1417. High doses of riboflavin and the elimination of dietary red meat promote the recovery of some motor functions in Parkinson’s disease patients. Diponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-879X2003001000019&lng=pt&nrm=iso
 
[2] CPI do Tráfico de Órgãos Humanos. Acusação de homicídio feita em 23 de junho de 2004, durante audiência pública. Notícia da Câmara de Deputados. Disponível em: http://www.camara.gov.br/internet/agencia/materias.asp?pk=52656. Acesso em: 8 de setembro de 2004. COIMBRA, Celso Galli. Réplica, que desmascara a fraude do CFM, no site http://www.biodireito-medicina.com.br. COIMBRA, Celso Galli. Comentários relativos às respostas encaminhadas pelo CFM à Procuradoria da República do Rio Grande do Sul aos quesitos formulados para avaliação da validade científica e ética dos critérios estabelecidos no Brasil para o diagnóstico de morte encefálica através da Resolução CFM 1.480/1997. Réplica, que desmascara a fraude do CFM. Disponível em: http://www.biodireito-medicina.com.br/website/download/morte/replica_cfm_010304.rtf
 
[3] BARBER, Norm. The Nasty Side of Organ Transplanting. 1a. ed. m: http://www.geocities.com/organdonate/ .Copyright 2001 Norm Barber, PO Box 64, Kensington Park, South Australia, Australia, 5068, All Rights Reserved. p. 104.
 
[4] Aborto: danos e conseqüências. Tradução de DOMINGOS ANTONIO CAMPAGNOLO. Vida Humana Internacional, 45 S.W. 71st Ave., Miami, Flórida 33144 – USA Tel: (305) 260-0560; FAX : (305) 260-0595; E-mail: latinos@vidahumana.org – Publicado pela Associação Nacional Provida e Pró-Família com autorização de VIDA HUMANA INTERNACIONAL. Disponível em:
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*Cristiane Rozicki
MS e doutoranda em Direito.
Barreiros – São José /SC – Brasil
 
 
 

A interrupção da ingestão de carne e a administração de B2 recupera Parkinson

A interrupção da ingestão de carne e a administração de B2 recupera Parkinson

Direito à Vida

Direito à informação científica, artigo 5o. da Constituição Federal, inciso IX

Agência de Notícias da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo ofereceu Noticia em 23/09/2003 20:01

Agência FAPESP –  Doses de 30 miligramas de riboflavina (vitamina B2) a cada oito horas. Proibição de se ingerir qualquer tipo de carne vermelha. Com essas duas atitudes, alguns portadores da doença de Parkinson conseguiram aumentar de 44% para 71% a recuperação de funções motoras.  A descoberta está saindo na edição de outubro do Brazilian Journal of Medical and Biological Research , em artigo assinado por Cícero Galli Coimbra, professor do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da Universidade Federal de São Paulo, e por Virgínia Junqueira, do Centro de Estudos do Envelhecimento, da mesma universidade.

Brazilian Journal of Medical and Biological Research

versão On-line ISSN 1678-4510

Braz J Med Biol Res v.36 n.10 Ribeirão Preto out. 2003

doi: 10.1590/S0100-879X2003001000019 

Braz J Med Biol Res, October 2003, Volume 36(10) 1409-1417
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-879X2003001000019&lng=pt&nrm=iso&tlng=en
High doses of riboflavin and the elimination of dietary red meat promote the recovery of some motor functions in Parkinson’s disease patients
C.G. Coimbra1,2 and V.B.C. Junqueira3,4
1Setor de Neurologia,Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
2Departamento de Neurologia e Neurocirurgia, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
3Disciplina de Geriatria, Departamento de Medicina, Centro de Estudos do Envelhecimento, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
4VITÆ – Cromatografia Líquida em Análises Clínicas S/C Ltda., São Paulo, SP, Brasil


Abstract
Abnormal riboflavin status in the absence of a dietary deficiency was detected in 31 consecutive outpatients with Parkinson’s disease (PD), while the classical determinants of homocysteine levels (B6, folic acid, and B12) were usually within normal limits. In contrast, only 3 of 10 consecutive outpatients with dementia without previous stroke had abnormal riboflavin status. The data for 12 patients who did not complete 6 months of therapy or did not comply with the proposed treatment paradigm were excluded from analysis. Nineteen PD patients (8 males and 11 females, mean age ± SD = 66.2 ± 8.6 years; 3, 3, 2, 5, and 6 patients in Hoehn and Yahr stages I to V) received riboflavin orally (30 mg every 8 h) plus their usual symptomatic medications and all red meat was eliminated from their diet. After 1 month the riboflavin status of the patients was normalized from 106.4 ± 34.9 to 179.2 ± 23 ng/ml (N = 9). Motor capacity was measured by a modification of the scoring system of Hoehn and Yahr, which reports motor capacity as percent. All 19 patients who completed 6 months of treatment showed improved motor capacity during the first three months and most reached a plateau while 5/19 continued to improve in the 3- to 6-month interval. Their average motor capacity increased from 44 to 71% after 6 months, increasing significantly every month compared with their own pretreatment status (P < 0.001, Wilcoxon signed rank test). Discontinuation of riboflavin for several days did not impair motor capacity and yellowish urine was the only side effect observed. The data show that the proposed treatment improves the clinical condition of PD patients. Riboflavin-sensitive mechanisms involved in PD may include glutathione depletion, cumulative mitochondrial DNA mutations, disturbed mitochondrial protein complexes, and abnormal iron metabolism. More studies are required to identify the mechanisms involved.
Key words: Parkinson’s disease, Riboflavin, Flavin-adenine dinucleotide, Glutathione, Iron, Hemin


Introduction
During absorption of riboflavin, flavokinase phosphorylates the vitamin to yield flavin mononucleotide (FMN) that, according to the cellular requirements, is transformed into flavin-adenine dinucleotide (FAD) by FAD synthase (1,2). Progressive deficiency of riboflavin is associated with co-factor loss in a controlled manner, apparently ensuring that essential catalytic activity such as that related to aerobic metabolism is preserved (3,4).
Low riboflavin status may also result from defective absorption. In spite of an adequate dietary intake of riboflavin (FAD, vitamin B2), 10-15% of the inhabitants of London and of Florence present low activities of two riboflavin-dependent enzymes – erythrocyte glutathione reductase (EGR) and pyridoxin(pyridoxamine)-phosphate oxidase (5). The activity of both enzymes was corrected by adding their respective co-factors (FAD or FMN) to a test tube assay or by administering high doses of riboflavin (24-30 mg per day for 5-8 weeks) to the affected individuals (6). The dependency of both FMN and FAD levels on riboflavin absorption (i.e., on flavokinase activity), and the normalization of the activities of both FMN- and FAD-dependent enzymes only at a high riboflavin intake, taken together, are consistent with the expression of flavokinase isoforms with low affinity for the substrate – riboflavin (5). Anderson et al. (5) suggested that the relatively large percent of persons with altered riboflavin absorption (10-15%) may reflect the situation in the world population rather than being a feature of a particular ethnic group.
Low EGR activity may explain glutathione depletion with impaired antioxidant defense, the earliest neurochemical abnormality in Parkinson’s disease (PD), already observed in the substantia nigra before the disorder becomes clinically evident (7). Moreover, the reduced bioavailability of FMN and/or FAD may also explain the impaired oxidative metabolism of PD patients (8-10).
The first objective of the present study was to determine the status of riboflavin in PD patients. The second was to evaluate the specificity of the alterations of riboflavin status for PD by measuring the levels of vitamin B2 and of other determinants of homocystinemia (vitamins B6, B12, and folic acid) in PD patients and comparing them with those of individuals with dementia (11-13). Third, we also determined the effect of normalization of riboflavin status on the motor capacity of PD patients. Part of the data reported here, obtained during the first 3 months of treatment, were reported at the 6th International Conference on Parkinson’s and Alzheimer’s Diseases (14).


Patients and Methods
This study was approved by the Ethics Committee for Clinical Research of the Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo (HSPM) and informed consent was obtained from all participants or persons responsible for them.
The diagnosis of sporadic PD was made according to current criteria (15) with special care taken to exclude confounding disorders, particularly in the early stages of the disease.
Vitamin and homocysteine determinations were performed on 31 sporadic PD patients (67.5 ± 9.3 years old, 13 males and 18 females): 3, 3, 3, 8, and 14 patients were assigned, early in the morning, to stages I to V of Hoehn and Yahr (16), respectively.
Ten individuals (77.5 ± 8.8 years old, 5 males and 5 females) with dementia without stroke (DwoSt) and a low Mini-Mental score (13) were used as the control group for blood chemistry. They had no history of stroke or evidence for ischemic lesions of the brain by CT or NMRI and had been consecutively attended in the Neurology Clinic of HSPM.
Blood samples were obtained after a 10- to 12-h fast for serum assays of vitamin B12 by electrochemiluminescence immunoassay (11820753 Roche Diagnostics GmbH, Mannheim, Germany) and of homocysteine by HPLC (17). Heparinized plasma was assayed for FAD (18), vitamin B6 (19), and folic acid (20)by HPLC, as well as for the determination of the EGR-activation coefficient (EGR-AC) (21) in red blood cell lysates (22).
A food questionnaire covered the weekly dietary habits of all PD and DwoSt patients from 5 years prior to the onset of PD until the appearance of spontaneous changes associated with the onset of chewing and/or swallowing impairment or until the medical interview in the absence of these impairments. The questionnaire also evaluated the adequacy of daily vitamin intake.
All PD patients received 30 mg riboflavin orally at about 8-h intervals (90 mg/day) and their usual symptomatic medications. This dosage was used to avoid decreased absorption associated with higher doses or shorter intervals between administrations. Due to the renal excretion of riboflavin (3), the treatment was only initiated after confirmation of normal blood levels of creatinine (0.5-1.4 mg/dl). Because the PD patients had a higher consumption of red meat (beef and pork) than sex-matched controls (19 healthy non-consanguineous relatives or neighbors of similar age recruited for controlling the dietary habits), all PD patients were required to eliminate all red meat from their diets. The symptomatic drugs for PD in use included L-DOPA with carbidopa (200/50 mg tablets), L-DOPA with benserazide hydrochloride (200/50 mg tablets), biperiden (2 or 4 mg tablets), amantadine hydrochloride (100 mg tablets), selegiline (5 mg tablets), and pramipexole (0.25 or 1.0 mg tablets) taken alone or in diverse combinations. The treatment paradigm with symptomatic drugs for PD for each patient when the study began was maintained.
The motor capacities of the 19 PD patients who complied with the proposed treatment for 6 months by early August 2003 were rated monthly according to a motor function scale (Table 1), and compared with their own pretreatment values. The scale was based on that of Hoehn and Yahr (16) and new categories were added in order to detect subtle changes in the patients’ motor capacity. In addition, the presence or absence of responses to symptomatic drugs for PD is also used for more accurate characterization of the residual motor capacity of PD patients (for instance, compare the descriptions corresponding to 0 and 15% of motor capacity, Table 1). Although there are no direct validation studies of this rating system, the different levels of motor capacity in Table 1 represent a simple increase in the number of components within stages I to V of the widely employed Hoehn and Yahr system (16).
After the first month of treatment, compliance with the dietary directions and vitamin intake was determined in all patients, and the fasting plasma levels of FAD and EGR-AC values were re-evaluated in 9 of them approximately 9-12 h after the latest riboflavin dose.
The blood chemistry data obtained from both groups were compared statistically by the Student t-test and the motor function data were analyzed statistically by the Wilcoxon signed rank test, with the level of significance set at P < 0.05.


Results
Diversified food intake, including daily ingestion of milk, which is particularly rich in vitamin B2, was confirmed in all patients, with PD patients frequently declaring a strong preference for red meat. The content of the daily family meals was usually adapted to meet the high demand for red meat of most PD patients. In contrast, all 10 DwoSt patients passively accepted the family diet. The estimated red meat consumption prior to the onset of impaired chewing/swallowing by 19 PD patients (8 males and 11 females, mean age ± SD = 66.2 ± 8.6 years) at lunch and dinner within a 7-day period was significantly higher (mean consumption = 2,044 ± 1,439 g/week, range = 0-5,100 g/week) than that of their 19 diet controls (8 males and 11 females, all healthy individuals of similar social and cultural background, recruited among non-consanguineous relatives and neighbors of PD patients of similar age; mean age = 64.6 ± 11.3 years, mean consumption = 789 ± 509 g/week, range = 150-1800 g/week; P < 0.01, Mann-Whitney U-test). The calorie intake did not differ significantly between the two groups.
The basal plasma concentrations of FAD of the PD patients (100.9 ± 22 ng/ml) were significantly lower than those observed in the patients with DwoSt (128.8 ± 25.6 ng/ml, P < 0.01, Student t-test) while other determinants of homocysteine levels (pyridoxine, folic acid, and methylcobalamin) were usually within normal limits, and did not differ significantly between the two groups (Table 2). The PD group also had significantly higher EGR-AC levels than DwoSt patients (1.43 ± 0.26 vs 1.20 ± 0.11, respectively, P < 0.01, Student t-test).
It is important to point out that all 31 PD patients (including 3 newly diagnosed individuals not on symptomatic drugs for PD) but only 3 of 10 DwoSt patients had low plasma riboflavin levels. Normalization of the plasma concentrations of riboflavin and EGR-AC values was confirmed after 1 month of treatment (from 106.4 ± 34.9 to 179.2 ± 23.0 ng/ml, and from 1.40 ± 0.25 to 1.11 ± 0.08, N = 9, respectively).
About 10 to 15 days after the beginning of high-dose riboflavin treatment, PD patients often reported better (progressively less interrupted) sleep at night, improved reasoning, higher motivation, and reduced depression. Their family members usually started noticing motor improvements after 20 days of treatment, but in some cases of advanced disability the patient was able to change body position in bed at night as early as on the third day of treatment.
By the time of writing this report in August 2003, 19 PD patients (respectively, 3, 3, 2, 5, and 6 patients initially rated as stages I to V of Hoehn and Yahr (16)) had completed 6 months of treatment with riboflavin administration and dietary red meat elimination. The data in Figure 1A show that all of them improved their motor capacity during the first 3 months and most reached a plateau, while 5/19 continued to improve in the 3- to 6-month interval. Figure 1B shows that the average motor capacity for these 19 patients increased from 44 to 71%. Their motor capacity increased significantly during the first month and every month for the next 5 months of treatment compared with their own pretreatment status, demonstrating a progressive and marked improvement (P < 0.001, Wilcoxon signed rank test). The rate of motor recovery was higher in the first 3 months than in the last 3 months of treatment. No patient on high doses of riboflavin reported adverse effects.
Because they could stand and walk with improved (although still altered) balance by 2 months of treatment, two male patients (initially in stage V (16) with associated dementia and hallucinations) started striking imaginary persons and/or often attempted to leave home unaccompanied, reacting aggressively against the relative who tried to stop them. These episodes of agitation and aggressiveness were observed less often by the end of the third month of riboflavin treatment and disappeared thereafter, but caused transient concern and distress among their family members who initially regarded them as signs of neurological worsening.
Three patients (2 individuals initially in stage II and 1 in stage I of Hoehn and Yahr (16)) reached 100% motor capacity within the first 3 months of treatment (Figure 1A). Four patients had run out of riboflavin tablets for up to 7 days between two consecutive clinical appointments, but sustained the benefit already achieved by then.
Twelve of 31 patients initially assessed for riboflavin status who either did not complete 6 months of therapy or did not comply with the proposed treatment paradigm were excluded from statistical analysis.


  Figure 1. Motor capacity of patients with Parkinson’s disease who received 30 mg riboflavin/8 h, orally (240 mg/day) and abstained from dietary red meat for 6 months. Motor capacity was evaluated monthly for each patient by a modification of the method of Hoehn and Yahr (16) to provide a score in percent (Table 1). A, Individual data for the evolution of motor capacity of 19 patients for 0 to 3 and 3 to 6 months of treatment. *P < 0.001 for values at 3 months (month 0) compared with those before treatment; **P < 0.05 for values at 6 months compared with those obtained at 3 months (Wilcoxon signed rank test). B, The height of the columns indicates the mean motor capacity values (see Table 1) after the indicated periods of treatment. When compared with their own basal levels (month 0), highly significant and progressively higher differences were observed for each consecutive month of treatment. *P < 0.001 (Wilcoxon signed rank test).

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Discussion
This study demonstrated a progressive and marked improvement of motor capacity in consecutively evaluated patients with sporadic PD who started with below normal laboratory indexes of riboflavin and who eliminated red meat from their diets while receiving high multiple daily doses of riboflavin over a period of 6 months while taking their usual symptomatic medications. The mean motor capacity of a group of 19 PD patients showed a progressive 50% recovery over a period of only 3 months – a most surprisingly high and fast improvement, considering that about 60% of nigral neurons have already been lost at the onset of manifestations of PD (15).
The initial riboflavin status was low in all 31 consecutively evaluated PD individuals, and significantly lower in PD patients compared with those with another neurodegenerative disease also associated with hyperhomocystinemia (DwoSt), suggesting that abnormal riboflavin status may be a specific feature of PD rather than a minor metabolic contributor to the degeneration of nigral neurons. Taken together with the rapid and profound neurological improvement associated with normalization of riboflavin status, this observation suggests that altered riboflavin status may be a cause of neurodegeneration in PD.
Although urinary excretion of riboflavin peaks within 1-2 h and returns to baseline within 5-6 h after a large oral dose (3), the benefit achieved did not vanish in four PD patients over a therapeutic interval of up to 7 days. This observation suggests the occurrence of steady plastic changes rather than a pharmacological effect of high-dose riboflavin treatment to account for the improved motor capacity shown in Figure 1. The steady build-up of the motor recovery observed during the first 3 months of treatment suggests that this treatment paradigm may inactivate fundamental neurodegenerative mechanisms (e.g., glutathione depletion, considered to be an early key event in the pathogenesis of PD (23,24)), possibly allowing regenerative plastic phenomena to occur.
The importance of the elimination of dietary red meat for the results reported here is not known. The content of vitamin B2 in meat in general is considerable (about 0.2 mg/100 g), and diverse cooking procedures cause only minor (7-18%) loss of this micronutrient (25). The daily requirement for individuals above the age of 14 years is £1.3 mg/day. Therefore, if the PD patients had a normal absorptive capacity for vitamin B2, their large ingestion of red meat (up to 700 g/day), associated with milk, rice and beans, fruits and vegetables, should have provided a normal riboflavin status. In contrast, 31 consecutive PD patients had laboratory evidence for riboflavin deficiency (Table 2) suggesting that patients with sporadic PD belong to the subset of the general population (10-15%) (3) that may express a flavokinase with low affinity for vitamin B2, leading to a decreased absorption.
However, the digestion of red meat releases hemin, a highly diffusible toxin that, when not properly inactivated, increases intracellular iron concentrations and enhances hydroxyl radical production (Fenton reaction). Most of the absorbed hemin is destroyed by the enzyme heme oxygenase (HO) in the digestive tract and liver (26). Because HO is oxidized during the catabolization of hemin to biliverdin, the HO molecules must be reduced through the coordinated activity of the flavoenzyme cytochrome P450 reductase for continued hemin inactivation (Figure 2) (27). Cytochrome P450 reductase is particularly sensitive to riboflavin deficiency because it requires both FMN and FAD as prosthetic groups (28). It is possible that individuals with decreased absorption of vitamin B2 may not completely inactivate high dietary levels of hemin, allowing this neurotoxic compound to reach the brain cells. Consistently, the staining for HO-1 isozyme is increased in astrocytes and reacts with neuronal Lewy bodies in the nigra of PD patients, suggesting that its overexpression may contribute to the pathological iron deposition and mitochondrial damage in PD (29). By binding glutathione (30) hemin may further decrease glutathione levels in the brains of PD patients through a direct mechanism.
Because humans lack efficient iron excretory mechanisms, iron excess is dealt with by increasing the synthesis of the iron-storage protein ferritin (31). Disturbed systemic (32) and brain (33) iron metabolism has been reported in PD, suggesting that a selective decrease in the levels of ferritin may result in an increase in intracellular free iron, thereby enhancing free radical production (34). Indeed, vitamin B2 deficiency in rodents is associated with low circulating iron concentrations, increased iron turnover and excretion into the intestinal lumen, which may occur in response to impaired ferritin synthesis (35,36). Therefore, the consistent finding of an abnormal riboflavin status in PD, as reported here, may help to explain the disturbed iron metabolism found in PD patients, with the underlying mechanisms possibly involving impaired hemin catabolism and reduced ferritin synthesis. Interestingly, the highest world prevalence of PD is found among the inhabitants of Buenos Aires (37), where the consumption of red meat is traditionally high. Similarly, the identification of high dietary animal fat as a risk factor for PD (37) may actually reflect a role of high dietary hemin in PD pathology.
Moreover, because FAD is required in the two alternative pathways of deoxynucleotide synthesis (2), DNA repair and replication are expected to be disturbed upon decreased bioavailability of riboflavin, and abnormal riboflavin status may also explain the cumulative mitochondrial DNA mutations reported in PD (38).
The present results with 19 PD patients who showed a significant improvement in motor function after treatment with riboflavin and the elimination of red meat from the diet suggest that an abnormal riboflavin status, possibly due to flavokinase deficiency, may be an essential requirement for triggering and sustaining the degeneration of dopaminergic neurons in PD. As a result of the reduced B2 bioavailability, ATP production is selectively preserved, while the less critical FAD- or FMN-dependent metabolic pathways are impaired (4). Consequently, free iron concentrations in the cytosol increase as a result of impaired ferritin synthesis and/or reduced hemin catabolism associated with hydrogen peroxide accumulation due to glutathione depletion, thereby triggering the Fenton reaction and ultimately leading to the selective formation of the potent neurotoxin 6(OH)DA in dopaminergic neurons.
Current concepts about the cause of sporadic PD suggest an inherited predisposition to environmental or endogenous toxic agents (39), and the data presented and reviewed here suggest that flavokinase deficiency should be considered in future research as a promising candidate to account for this inherited predisposition, while dietary factors such as red meat consumption may largely account for the environmental/endogenous toxicity. The administration of high doses of riboflavin combined or not with red meat elimination may be an effective therapeutic paradigm addressing the determinants of PD, capable of providing regression to earlier clinical stages, or even to the nonsymptomatic state without symptomatic drugs for PD (at least in some cases), rather than only disease stabilization or partial symptomatic relief.
Although the relentless progression of PD clearly contrasts with the results of the treatment paradigm reported here, a larger and more prolonged study is certainly required to document the steadiness and the full extent of the ongoing recovery. A scientifically desirable blinded clinical trial with a placebo would necessarily leave known riboflavin-deficient patients untreated for a long period of time, when their neurological disability may progress as a consequence of sustained loss of nigral neurons, possibly rendering the ultimate response to delayed normalization of their riboflavin levels less complete. Therefore, the need for controlled trials should be weighed ethically considering the contrast of the natural history of PD (progress of motor disability to death despite an increase in the efficacy of symptomatic drugs for PD treatment) with the outcome of the vitamin B2 treatment observed in larger and more prolonged studies without controls.


  Figure 2. Dependency of hemin catabolism on riboflavin bioavailability. The elimination of hemin requires cyclic reduction of heme oxygenase by flavoprotein cytochrome P450 reductase that, in turn, utilizes both flavin mononucleotide (FMN) and flavin-adenine dinucleotide (FAD) as prosthetic groups. Average or increased red meat consumption may overload the capacity of this chain of reactions already compromised by impaired intestinal absorption of riboflavin (with decreased FMN and FAD synthesis), leading to increased hemin (iron) delivery to the CNS and increased utilization of riboflavin for hemin inactivation. Modified from Figure 1, box 21-1, page 783 of Ref. 2.

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Acknowledgments
The authors are grateful to Mr. Terence O’Reilly (Novartis, Basel, Switzerland) for his suggestions about statistical analysis.


Reduzir o consumo de carne vermelha e tomar vitamina B2, diminui os sintomas do Mal de Parkinson

Reduzir o consumo de carne vermelha e tomar vitamina B2, diminui os sintomas do Mal de Parkinson

“Essas pessoas se mantêm com níveis baixos ao longo da vida, mas elas só desenvolvem a doença se, principalmente, passarem por sofrimento emocional prolongado e intenso”.

Globo Reporter
24/08/2008
Nova terapia para traumas
22CGCtraumas

 
 
 

Todo dia, tudo igual: o trajeto de sempre, a mesma espera na estação. O metrô de São Paulo e seus 3 milhões de passageiros. Mas com tanta gente assim, alguém pode quebrar a rotina.
“Quando chegou mais ou menos na estação da Sé, eu vi muitas pessoas correndo e atrás vinha uma pessoa com uma faca enorme na mão. No desespero, alguém teve a idéia de quebrar o vidro da porta do metrô. A porta se abriu e todo mundo saiu correndo. Foi o maior desespero”, lembra a biomédica Cláudia Faturi.
Medo foi o que Cláudia sentiu. A primeira percepção do medo acontece na região mais profunda do cérebro, a amígdala cortical, que vai comandar a reação do corpo. Por causa dela, nos preparamos para lutar ou para fugir diante de qualquer perigo.
“Quando uma pessoa observa uma cobra, a primeira reação dela é dar um pulo. Antes de pensar, você já teve essa reação de se esquivar. Nós estamos falando da amígdala atuando para o seu organismo se defender. Num segundo momento, você pode olhar para aquela cobra e avaliar que ela não é venenosa”, diz a psicóloga Mara Raboni, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Mas pode acontecer de o medo resistir e permanecer mergulhado no caos e na confusão, recusando uma explicação racional, como se o cérebro não conseguisse processar aquela sensação que vai e volta, feito um fantasma do passado. É o chamado estresse pós-traumático.
“Parece que é exatamente o processo de como esse pensamento não pôde ser organizado na hora de ser fixado na memória. Ele fica sempre buscando um retorno para que seja trabalhado e reprocessado”, esclarece Mara.
Para enfrentar o estresse pós-traumático do enorme susto que levou no metrô, Cláudia buscou ajuda na própria escola em que estuda, a Unifesp, onde uma técnica inovadora para o tratamento de traumas está sendo testada.
É o EMDR, sigla em inglês para Reprocessamento e Dessemsibilização pelo Movimento dos Olhos. O paciente é estimulado a olhar de um lado para outro e recebe também outros estímulos bilaterais, como toques alternados em uma perna e na outra. Ao mesmo tempo em que faz a pessoa reviver a experiência ruim, a técnica ajuda a reinterpretar o que aconteceu.
A Unifesp está pesquisando os efeitos desse novo tratamento em vítimas de seqüestros-relâmpagos.
“Esses indivíduos chegam com alto grau de depressão e depois do tratamento melhoram muitíssimo, apesar de não estarem exatamente iguais a indivíduos saudáveis. Mas a melhora é muito impressionante”, constata a biomédica Débora Sucheki, da Unifesp
Embora constate que a técnica funciona, a ciência ainda não descobriu como ela atua no cérebro humano e o que faz o movimento dos olhos ser tão eficaz. Por alguma razão ainda desconhecida, os estímulos bilaterais simultâneos ajudariam a organizar melhor a memória mais profunda.
“Viajar no metrô agora é normal, faz parte da minha rotina. Não tenho nenhum problema com isso”, garante Cláudia.
Crises pessoais, dramas familiares, a doença, a morte. Quais os efeitos das pequenas e das grandes tragédias que se sucedem ao longo da vida? Entre os muitos estudos sobre a repercussão de um trauma emocional ou de um sofrimento prolongado na saúde das pessoas, alguns concluem claramente: existem doenças que só aparecem quando a gente sofre demais.
22CGCtraumas2
De segunda a sexta-feira, a vida é uma grande espera. Para a aposentada Cecília Simões, nada pode ser melhor do que o fim de semana, quando ela, finalmente, reúne todos os filhos, netos e sobrinhos. “Todo domingo a casa fica cheia. Eu gosto, porque ficar sozinha é ruim”, diz ela.
Mas a alegria do domingo acabou quando o sobrinho que ela criou como filho perdeu o braço numa máquina da firma em que ele trabalhava. “Eu não comia. Parecia que tudo havia acabado para mim”, lembra dona Cecília.
Com a depressão, vieram os tremores. Dona Cecília estava com o Mal de Parkinson. “Era a pior coisa. Eu derrubava tudo”, conta.
A doença atinge uma região do cérebro que afeta os movimentos. E é isso que provoca os tremores. Alguns médicos acreditam que não é só a genética que determina o aparecimento dos sintomas.
“Após ter visto e avaliado vários pacientes com Mal de Parkinson, hoje nós adquirimos a certeza de que esta é a doença do sofrimento. Você tem uma predisposição genética, que, no nosso entender, provoca a dificuldade de absorver a vitamina B2. Essas pessoas se mantêm com níveis baixos ao longo da vida, mas elas só desenvolvem a doença se, principalmente, passarem por sofrimento emocional prolongado e intenso”, diz o neurologista Cícero Galli Coimbra, da Unifesp.
Dona Cecília foi voluntária da pesquisa do doutor Cícero Galli Coimbra. Ela e os outros pacientes do experimento reduziram o consumo de carne vermelha e passaram a tomar grandes doses de vitamina B2, diminuindo os sintomas do Mal de Parkinson.
Dona Cecília prossegue com o tratamento. Está seguindo as prescrições há mais de três anos e, até agora, não tem do que reclamar. “Eu procuro não me aborrecer. O médico falou para eu não esquentar com nada. Isso que é duro. Eu disfarço”, diz ela. Neste caso, disfarçar talvez seja o mesmo que viver.


Disponivel em

http://globoreporter.globo.com/Globoreporter/0,19125,VGC0-2703-14904-3-239449,00.html

Prevençao e Cura de doenças neurodegenerativas e autoimunitarias

Prevençao e Cura de doenças neurodegenerativas e autoimunitarias

 

A Entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra. Evitar o envelhecimento e a perda de neuronios. Cura de doenças neurodegenerativas e autoimunitarias
http://mais.uol.com.br/view/85r7d735pwrw/sistema-nervoso-0402336EE4B96346?types=Ahttp://mais.uol.com.br/view/85r7d735pwrw/sistema-nervoso-0402336EE4B96346?types=A
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A Vitamina D é importantíssima para a saúde 22/09/2009
Estudos realizados no Brasil e no exterior apontam a importância da substância na prevenção e no tratamento do câncer, diabetes e de doenças neurológicas, cardiovasculares e até degenerativas, como a esclerose múltipla.
http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/a-prevencao-de-doencas-neurodegenerativas/
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A importância da colina para a regeneração neuronal
“A colina é especialmente importante na gravidez. “Vários estudos já mostraram que ela é tão ou mais importante do que o ácido fólico durante a gestação” Cícero Galli Coimbra
http://veja.abril.com.br/041006/p_104.html





Jornal da Paulista – Ano 16 – N° 179 – Maio de 2003 – A interrupção da ingestão de carne e administração de B2 recupera Parkinson .
Dieta livre de carne e rica em vitamina B2 pode regredir Parkinson. Estudo revela que portadores da doença apresentam deficiência da vitamina e ingerem muita carne vermelha; nova dieta fez com que a recuperação média motora dos pacientes saltasse de 44% para 70% em apenas três meses de tratamento
https://objetodignidade.wordpress.com/2009/08/01/a-interrupcao-da-ingestao-de-carne-e-a-administracao-de-b2-recupera-parkinson/





Cícero Galli Coimbra – Neurologista e Professor Livre-Docente – UNIFESP


Em defesa da administração de doses elevadas de riboflavina associada à eliminação dos fatores desencadeantes no tratamento da doença de Parkinson. Considerar o fato de que os níveis plasmáticos (preliminarmente encontrados alterados, demonstrando a deficiência de vitamina B2) foram apenas corrigidos para os valores normais,
http://www.unifesp.br/dneuro/nexp/riboflavina/e.htm


Vida Começa com a Fertilização, com a Concepção do Embrião

Vida Começa com a Fertilização, com a Concepção do Embrião

Life Begin at Fertilization with the Embryo’s Conception
disponível em:
http://www.princeton.edu/~prolife/articles/embryoquotes2.html

The following references illustrate the fact that a new human embryo, the starting point for a human life, comes into existence with the formation of the one-celled zygote:


“Development of the embryo begins at Stage 1 when a sperm fertilizes an oocyte and together they form a zygote.”
[England, Marjorie A. Life Before Birth. 2nd ed. England: Mosby-Wolfe, 1996, p.31]


“Human development begins after the union of male and female gametes or germ cells during a process known as fertilization (conception).
“Fertilization is a sequence of events that begins with the contact of a sperm (spermatozoon) with a secondary oocyte (ovum) and ends with the fusion of their pronuclei (the haploid nuclei of the sperm and ovum) and the mingling of their chromosomes to form a new cell. This fertilized ovum, known as a zygote, is a large diploid cell that is the beginning, or primordium, of a human being.”
[Moore, Keith L. Essentials of Human Embryology. Toronto: B.C. Decker Inc, 1988, p.2]


“Embryo: the developing organism from the time of fertilization until significant differentiation has occurred, when the organism becomes known as a fetus.”
[Cloning Human Beings. Report and Recommendations of the National Bioethics Advisory Commission. Rockville, MD: GPO, 1997, Appendix-2.]


“Embryo: An organism in the earliest stage of development; in a man, from the time of conception to the end of the second month in the uterus.”
[Dox, Ida G. et al. The Harper Collins Illustrated Medical Dictionary. New York: Harper Perennial, 1993, p. 146]


“Embryo: The early developing fertilized egg that is growing into another individual of the species. In man the term ‘embryo’ is usually restricted to the period of development from fertilization until the end of the eighth week of pregnancy.”
[Walters, William and Singer, Peter (eds.). Test-Tube Babies. Melbourne: Oxford University Press, 1982, p. 160]


“The development of a human being begins with fertilization, a process by which two highly specialized cells, the spermatozoon from the male and the oocyte from the female, unite to give rise to a new organism, the zygote.”
[Langman, Jan. Medical Embryology. 3rd edition. Baltimore: Williams and Wilkins, 1975, p. 3]


“Embryo: The developing individual between the union of the germ cells and the completion of the organs which characterize its body when it becomes a separate organism…. At the moment the sperm cell of the human male meets the ovum of the female and the union results in a fertilized ovum (zygote), a new life has begun…. The term embryo covers the several stages of early development from conception to the ninth or tenth week of life.”
[Considine, Douglas (ed.). Van Nostrand’s Scientific Encyclopedia. 5th edition. New York: Van Nostrand Reinhold Company, 1976, p. 943]


“I would say that among most scientists, the word ‘embryo’ includes the time from after fertilization…”
[Dr. John Eppig, Senior Staff Scientist, Jackson Laboratory (Bar Harbor, Maine) and Member of the NIH Human Embryo Research Panel — Panel Transcript, February 2, 1994, p. 31]


“The development of a human begins with fertilization, a process by which the spermatozoon from the male and the oocyte from the female unite to give rise to a new organism, the zygote.”
[Sadler, T.W. Langman’s Medical Embryology. 7th edition. Baltimore: Williams & Wilkins 1995, p. 3]


“The question came up of what is an embryo, when does an embryo exist, when does it occur. I think, as you know, that in development, life is a continuum…. But I think one of the useful definitions that has come out, especially from Germany, has been the stage at which these two nuclei [from sperm and egg] come together and the membranes between the two break down.”
[Jonathan Van Blerkom of University of Colorado, expert witness on human embryology before the NIH Human Embryo Research Panel — Panel Transcript, February 2, 1994, p. 63]


“Zygote. This cell, formed by the union of an ovum and a sperm (Gr. zyg tos, yoked together), represents the beginning of a human being. The common expression ‘fertilized ovum’ refers to the zygote.”
[Moore, Keith L. and Persaud, T.V.N. Before We Are Born: Essentials of Embryology and Birth Defects. 4th edition. Philadelphia: W.B. Saunders Company, 1993, p. 1]


“The chromosomes of the oocyte and sperm are…respectively enclosed within female and male pronuclei. These pronuclei fuse with each other to produce the single, diploid, 2N nucleus of the fertilized zygote. This moment of zygote formation may be taken as the beginning or zero time point of embryonic development.”
[Larsen, William J. Human Embryology. 2nd edition. New York: Churchill Livingstone, 1997, p. 17]


“Although life is a continuous process, fertilization is a critical landmark because, under ordinary circumstances, a new, genetically distinct human organism is thereby formed…. The combination of 23 chromosomes present in each pronucleus results in 46 chromosomes in the zygote. Thus the diploid number is restored and the embryonic genome is formed. The embryo now exists as a genetic unity.”
[O’Rahilly, Ronan and Müller, Fabiola. Human Embryology & Teratology. 2nd edition. New York: Wiley-Liss, 1996, pp. 8, 29. This textbook lists “pre-embryo” among “discarded and replaced terms” in modern embryology, describing it as “ill-defined and inaccurate” (p. 12}]


“Almost all higher animals start their lives from a single cell, the fertilized ovum (zygote)… The time of fertilization represents the starting point in the life history, or ontogeny, of the individual.”
[Carlson, Bruce M. Patten’s Foundations of Embryology. 6th edition. New York: McGraw-Hill, 1996, p. 3]


“[A]nimal biologists use the term embryo to describe the single cell stage, the two-cell stage, and all subsequent stages up until a time when recognizable humanlike limbs and facial features begin to appear between six to eight weeks after fertilization….
“[A] number of specialists working in the field of human reproduction have suggested that we stop using the word embryo to describe the developing entity that exists for the first two weeks after fertilization. In its place, they proposed the term pre-embryo….
“I’ll let you in on a secret. The term pre-embryo has been embraced wholeheartedly by IVF practitioners for reasons that are political, not scientific. The new term is used to provide the illusion that there is something profoundly different between what we nonmedical biologists still call a six-day-old embryo and what we and everyone else call a sixteen-day-old embryo.
“The term pre-embryo is useful in the political arena — where decisions are made about whether to allow early embryo (now called pre-embryo) experimentation — as well as in the confines of a doctor’s office, where it can be used to allay moral concerns that might be expressed by IVF patients. ‘Don’t worry,’ a doctor might say, ‘it’s only pre-embryos that we’re manipulating or freezing. They won’t turn into real human embryos until after we’ve put them back into your body.’”
[Silver, Lee M. Remaking Eden: Cloning and Beyond in a Brave New World. New York: Avon Books, 1997, p. 39]

disponível em:
http://www.princeton.edu/~prolife/articles/embryoquotes2.html

Eu tive medo. O BRASIL PECA EM NÃO INVESTIR EM PREVENÇÃO, QUE É A CHAVE PARA ENFRENTAR DOENÇAS COMO O CÂNCER e Diabetes entre outros.

Eu tive medo. O BRASIL PECA EM NÃO INVESTIR EM PREVENÇÃO, QUE É A CHAVE PARA ENFRENTAR DOENÇAS COMO O CÂNCER e Diabetes entre outros.
 
Vitamin D   importance in the prevention of cancers, type 1 diabetes, heart disease, and osteoporosis1,2,3,4,5
Michael F Holick
 
 
American Journal of Clinical Nutrition, Vol. 79, No. 3, 362-371, March 2004
© 2004 American Society for Clinical Nutrition

SPECIAL ARTICLE
Vitamin D: importance in the prevention of cancers, type 1 diabetes, heart disease, and osteoporosis1,2,3,4,5
 
Michael F Holick
1 From the Vitamin D, Skin, and Bone Research Laboratory, Section of Endocrinology, Diabetes, and Nutrition, Department of Medicine, Boston University School of Medicine, Boston
 
The purpose of this review is to put into perspective the many health benefits of vitamin D and the role of vitamin D deficiency in increasing the risk of many common and serious diseases, including some common cancers, type 1 diabetes, cardiovascular disease, and osteoporosis. Numerous epidemiologic studies suggest that exposure to sunlight, which enhances the production of vitamin D3 in the skin, is important in preventing many chronic diseases. Because very few foods naturally contain vitamin D, sunlight supplies most of our vitamin D requirement. 25-Hydroxyvitamin D [25(OH)D] is the metabolite that should be measured in the blood to determine vitamin D status. Vitamin D deficiency is prevalent in infants who are solely breastfed and who do not receive vitamin D supplementation and in adults of all ages who have increased skin pigmentation or who always wear sun protection or limit their outdoor activities. Vitamin D deficiency is often misdiagnosed as fibromyalgia. A new dietary source of vitamin D is orange juice fortified with vitamin D. Studies in both human and animal models add strength to the hypothesis that the unrecognized epidemic of vitamin D deficiency worldwide is a contributing factor of many chronic debilitating diseases. Greater awareness of the insidious consequences of vitamin D deficiency is needed. Annual measurement of serum 25(OH)D is a reasonable approach to monitoring for vitamin D deficiency. The recommended adequate intakes for vitamin D are inadequate, and, in the absence of exposure to sunlight, a minimum of 1000 IU vitamin D/d is required to maintain a healthy concentration of 25(OH)D in the blood.
Key Words: Vitamin D • sunlight • 25-hydroxyvitamin D • cancer • bone health • diabetes
Articles citing this article
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  • Serum 25-Hydroxyvitamin D and Risks of Colon and Rectal Cancer in Finnish Men Am J Epidemiol 2011 173: 5 499-508
  • Vitamin D and gastrointestinal diseases: inflammatory bowel disease and colorectal cancer Therapeutic Advances in Gastroenterology 2011 4: 1 49-62
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  • Nutritional Metabolic Bone Disease in Juvenile Veiled Chameleons (Chamaeleo calyptratus) and Its Prevention J. Nutr. 2010 140: 11 1923-1931
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  • Update in Pediatrics: Focus on Fat-Soluble Vitamins Nutr Clin Pract 2010 25: 4 340-346
  • Circulating 25-Hydroxyvitamin D and Risk of Pancreatic Cancer: Cohort Consortium Vitamin D Pooling Project of Rarer Cancers Am J Epidemiol 2010 172: 1 81-93
  • Fortification of orange juice with vitamin D2 or vitamin D3 is as effective as an oral supplement in maintaining vitamin D status in adults Am J Clin Nutr 2010 91: 6 1621-1626
  • Colloquium Paper: Human skin pigmentation as an adaptation to UV radiation Proc. Natl. Acad. Sci. USA 2010 107: Supplement_2 8962-8968