Importancia da vitamina D e do metabolismo

 Importancia da vitamina D e do metabolismo         

 

O que os cientistas e pesquisadores têm certeza há anos, a contar dos primeiros anos da década de 2000 e antes já sabiam, é da importancia da vitamina D para doenças autoimunes, cardiovasculares, câncer e diabetes. Porque, como muitos explicaram,  Collen Hayes e Cícero Galli Coimbra, dentre cientistas por exemplo, foi preciso descobrir o motivo porque, mesmo em territórios de clima temperado, alguns grupos de pessoas desenvolviam esclerose múltipla e outros não. Alimentação apropriada foi a explicação. O alto consumo de peixes de águas geladas, cuja gordura é rica em Vitamina D, Omega3, como também o consumo de óleo de fígado de bacalhau, forneceu ao sangue humano a hormona 25hidroxivitamin D e as pessoas não desenvolveram nem raquitismo nem esclerose múltipla, embora tivessem a herança genética da doença. Hoje já se sabe que a vitamina D é o link que faltava também para o Alzheimer.

MUITOS AUTORES EXPOEM PESQUISA NO MESMO SENTIDO

Lembro quando da noticia destas pesquisas. Há quem escreveu, li na internet, que isto não é verdade. Porem, “The role of vitamin D in multiple sclerosis” é pesquisa acompanhada de centenas e milhares de outras varias em idêntico sentido. Doutores, de todos os países do planeta, vêm mostrando a importancia da vitamina D para outras doenças também, muito alem da esclerose múltipla. Basta fazer pesquisa e escrever: vitamin d multiple sclerosis  ou vitamin d Alzheimer ou o mesmo com qualquer outra patollogia que se pretenda pesquisar, câncer, diabetes, artrite reumatoide, psoriase, e muitas outras.

A internet brasileira tem informação em portugues. Aqui no Brasil, o primeiro médico a oferecer este conhecimento publicamente foi Dr. Cícero Galli Coimbra  [PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente,  Departamento de Neurologia e Neurocirurgia – Universidade Federal de São Paulo – Unifesp/EPM]. Alguns artigos e entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra:

 

Vitamina D é importantíssima para a saúde

Disponível em http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/a-prevencao-de-doencas-neurodegenerativas/

 

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla*

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/08/03/vitamina-d-pode-revolucionar-o-tratamento-da-esclerose-multipla/

*Dr. Cícero Galli Coimbra
PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente

 

A cura com Dr. Cícero Galli Coimbra. Estresse emocional, depressão, doenças autoimunes e neurodegenerativas. A importancia da Vitamina D.

“Comentário: a principal razão pela qual a medicina atual desdenha estes importantes conhecimentos médicos já antigos e com ampla fundamentação na história recente da medicina e confirmados em vários países, através de diversas publicações, é simplesmente porque ela está subordinada aos interesses extremamente gananciosos da indústria farmacêutica internacional.”

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/23/informacoes-medicas-sobre-a-prevencao-e-tratamento-de-doencas-neurodegenerativas-e-auto-imunes-como-parkinson-alzheimer-lupus-psoriase-vitiligo-depressao/

http://www.youtube.com/watch?v=yRQkITHjZ5k&feature=player_embedded#

http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/doencas-autoimunes/

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O que é possível dizer em breves palavras, já oferece um quadro preocupante. A insuficiência de vitamina D tem desenvolvido muitas outras doenças, alem do raquitismo e da osteoporose, que já são aceitas como “comuns” e típicas da medicina das doenças crônicas.

Associadas á deficiencia de vitamina D estão o câncer, as diabetes, problemas cardiovasculares, transtorno bipolar, autismo, mal de Alzheimer e esquizofrenia, psoríase, depressão.  O comercio industrial multimilionário da farmácia, não traz a cura, apresenta medicação cara e talvez paliativa. Diz assim a medicina das doenças crônicas: “a sua doença não tem cura”… E, no entanto, todas essas doenças graves sequer teriam desenvolvido nas pessoas, se existisse o cuidado com a medicina preventiva com a suplementação da vitamina D.

Os médicos vêm apresentando pesquisa que aponta o aumento de epidemias em todo planeta, por causa da falta de investimento dos governos em saúde preventiva com suplementação da vitamina D.

Vitamin D deficiency: a global perspective        https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/15/vitamin-d-deficiency-a-global-perspective/

Deficiência de vitamina D: uma epidemia global

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/15/deficiencia-de-vitamina-d-uma-epidemia-global/

Symposium: Vitamin D Insufficiency: A Significant Risk Factor in Chronic Diseases and Potential Disease-Specific Biomarkers of Vitamin D Sufficiency Vitamin D Intake: A Global Perspective of Current Status

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/15/symposium-vitamin-d-insufficiency-a-significant-risk-factor-in-chronic-diseases-and-potential-disease-specific-biomarkers-of-vitamin-d-sufficiency-vitamin-d-intake-a-global-perspective-of-current-s/

Brasil ainda investe pouco em saúde País investe apenas 8,7% do valor arrecadado com impostos em saúde. Número é inferior ao de países como Argentina, Chile e Venezuela Um estudo realizado pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (USP)

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/05/brasil-ainda-investe-pouco-em-saude/

O aumento da Deficiência de vitamina D geralmente se apresentava como deformidade óssea (raquitismo) ou hipocalcemia na infância e como dor músculoesquelética e fraqueza em adultos.

 

Hoje os estudos são avançados e os médicos constataram muitos outros problemas de saúde, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes, vários tipos de câncer, e autoimunes como mal de Alzheimer e esclerose múltipla, hipo e hipertireoidismo, artrite, vitiligo,associadas á alta insuficiência de vitamina D no sangue.

O status da vitamina D é mais confiável determinado pelo ensaio de soro de 25-hidroxivitamina D (25-OHD).

O consenso entre os médicos definiu a medida da nanoterapia como ideal acima de 50. Abaixo de 50 já existe deficiencia mesmo que a pessoa ainda não apresente qualquer sintoma de doença. Isto significa que há meio de baixo custo para a prevenção de epidemias. A suplementação e reposição da colecalciferol, a vitamina D3 a vitamina D3, deve ser feita em altas doses. Muito alem das convencionadas mg da medicina do passado, para ter uma idéia uma gota da solução de colecalciferol tem 1.000 UI [unidade internacional].

O espectro dessas doenças comuns e graves, é particularmente preocupante porque os estudos observacionais têm demonstrado que a insuficiência de vitamina D, Raquitismo em crianças e osteomalacia em adultos são apenas manifestações clássicas de deficiência de vitamina D profunda.  Nos últimos anos, no entanto, aparecem doenças não músculoesqueléticas condições incluindo câncer, síndrome metabólica, infecciosas e doenças autoimunes, esclerose múltipla, doenças que também foram encontrados associados aos baixos níveis de vitamina D. O Aumento da prevalência de distúrbios ligados à deficiência de vitamina D, é refletida no aumento do numero de crianças doentes.

Epidemias crescem se não for dada nutrição adequada e suplementos á toda população. Este é o cuidado que o governo brasileiro deve ter com todas as pessoas, indistintamente, em todas as idades.

Dilma e Lula não sabem disso, e desde 2008 favorecem pesquisas com células de embriões e abortos.

“É interessante notar que as geografias de raquitismo (Hess, 1929) e MS são muito semelhantes, a geografia do raquitismo levou Sniadecki (citado por Holick, 1995) para sugerir em 1822 que o sol pode curar o raquitismo. Lamentavelmente, diz Hayes, o raquitismo continuou a aleijar crianças por um século inteiro antes de investigadores demonstrarem os benefícios da luz solar ou óleo de fígado de bacalhau (Hess & Unger, 1921; Chick et al. 1922). Hoje o óleo de fígado de bacalhau tornou-se a proteção do “inverno” para as crianças que vivem em latitudes setentrionais.”

Ver Vitamin D: a natural inhibitor of multiple sclerosis, de Collen Hayes:

     Disponivel em http://journals.cambridge.org/action/displayFulltext?type=1&fid=796912&jid=PNS&volumeId=59&issueId=04&aid=796900

“A evidência de que a vitamina D pode ser um inibidor natural de MS ou E.M. é irresistível. Examinando o benefício da suplementação de vitamina D para a prevenção de MS, a recusa desta verdade vai exigir um grande esforço por parte da comunidade científica, mas é claramente justificada diante dos atuais investimentos político-economicos”, diz Collen Hayes.

Ver Vitamin D: a natural inhibitor of multiple sclerosis, de Collen Hayes:

     Disponivel em http://journals.cambridge.org/action/displayFulltext?type=1&fid=796912&jid=PNS&volumeId=59&issueId=04&aid=796900—-

 

As pessoas que têm doenças como Alzheimer, esclerose múltipla, lúpus, hipo e hipertireoidismo, artrite, vitiligo, diabetes, câncer e outras doenças autoimunitárias, hoje são orientadas por médicos e pesquisadores a consumir a solução oleosa [óleo de girassol ou oliva] de colecalciferol, a vitamina D3. A 25hidroxivitamin D3 é de fácil absorção pelo organismo. Passando do fígado aos rins e, depois de transformada em ativa, é absorvida por todas as células de todos os tecidos do corpo humano, como cálcio, fósforo e outras substancias, fortalecendo e recuperando inclusive o tecido neural.

 

A DEFICIENCIA ou INSUFICIENCIA DA VITAMINA D é verificada em exame de sangue, o 25[OH]D3 que o sistema de saúde publica do Brasil não oferece. O consenso entre os médicos definiu a medida da nanoterapia como ideal acima de 50. Abaixo de 50 já existe deficiencia mesmo que a pessoa ainda não apresente qualquer sintoma de doença. Isto significa que há meio de baixo custo para a prevenção de epidemias. A suplementação e reposição da colecalciferol, a vitamina D3, deve ser feita em altas doses. Muito alem das convencionadas 30 mg pela medicina do passado, para ter uma idéia uma gota da solução de colecalciferol tem 1.000 UI [unidade internacional].               

 

E há SIM UM DISTURBIO METABOLICO, pois, se as pessoas com resultado do exame de sangue abaixo de 50, já estiverem recebendo alimentação apropriada, existe indicio de dificuldade digestiva na absorção dos alimentos, depressão, estresse e tristeza que impedem a neurogenesis.   

 

“Revisando-se a literatura, verificamos que a carne vermelha libera, durante a digestão, a substância hemina, que possui propriedades tóxicas, porque penetra as membranas celulares carregando ferro para o interior das células, onde este eleva a produção de radicais livres. Para evitar tal efeito, a hemina é destruída, em sua maior parte, na própria célula intestinal (e o restante, no fígado), utilizando a vitamina B2. Tornou-se claro, então, que o indivíduo absorve a hemina, não tendo então a B2 para destruí-la. Assim, solicitamos a parada completa da ingestão de carne”. Coimbra acrescenta que o tratamento tradicional contra a doença, à base de medicamentos, deve ser concomitante à dieta proposta pelos pesquisadores.

 […]

SBPC/Labjor – Brasil 

Disponível em http://www.comciencia.br/noticias/2003/06jun03/parkinson.htm

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Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla*

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/08/03/vitamina-d-pode-revolucionar-o-tratamento-da-esclerose-multipla/

*Dr. Cícero Galli Coimbra
PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente

 

 Informações médicas sobre a prevenção e tratamento de doenças neurodegenerativas e autoimunes, como Parkinson, Alzheimer, Lupus, Psoríase, Vitiligo, depressão

Dr. Cícero Galli Coimbra
PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente         

http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/doencas-autoimunes/

 

Sistema nervoso – 06/02/2009. Entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra. Evitar o envelhecimento e a perda de neuronios.

http://www.youtube.com/watch?v=yRQkITHjZ5k&feature=player_embedded# —-

                                        

a situação fundamental é a mesma: a existência de um DISTÚRBIO METABÓLICO evidente e corrigível, capaz de explicar os eventos fisiopatológicos conhecidos, e cuja correção pode deter a progressão da doença (interrompendo a continuidade da morte neuronal crônica, recuperando células neuronais já afetadas pelo processo neurodegenerativo – mas que não atingiram ainda o ponto de irreversibilidade), promover a recuperação total em casos de início recente, ou ao menos parcial das deficiências neurológicas nos casos mais avançados (minimizando seqüelas permanentes) e impedir a morte.” [1]

[1] Dr. Cícero Galli Coimbra
PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente
Departamento de Neurologia e Neurocirurgia – Universidade Federal de São Paulo – Unifesp/EPM – Sofrimento emocional. – Em defesa da administração de doses elevadas de riboflavina associada à eliminação dos fatores desencadeantes no tratamento (…).

 

Disponivel em
http://www.unifesp.br/dneuro/nexp/riboflavina/

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Dr. Cícero Galli Coimbra
PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente         

http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/doencas-autoimunes/

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Vitamin D: a natural inhibitor of multiple sclerosis     From Colleen E. Hayes Department of Biochemistry, University of Wisconsin-Madison, 433 Babcock

Disponivel em http://journals.cambridge.org/action/displayFulltext?type=1&fid=796912&jid=PNS&volumeId=59&issueId=04&aid=796900——

 

Vitamin D: its role and uses in immunology  

HECTOR F. DELUCA2 and MARGHERITA T. CANTORNA*

Department of Biochemistry, University of Wisconsin-Madison, Madison, Wisconsin 53706, USA; and

* Department of Nutrition, Pennsylvania State University, University Park, Pennsylvania 16802, USA

http://www.fasebj.org/cgi/content/full/15/14/2579   http://www.drtheo.com/vitaminD/documents/VitaminD-itsroleandusesinimmunology.pdf

 (The FASEB Journal. 2001;15:2579-2585.)

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High prevalence of vitamin D deficiency and reduced bone mass in multiple sclerosis

http://www.huffingtonpost.com/dr-david-perlmutter-md/vitamin-d-benefits_b_818912.html

High prevalence of vitamin D deficiency and reduced bone mass in multiple sclerosis

  1. J. Nieves, PhD,

  2. F. Cosman, MD,

  3. J. Herbert, MD,

  4. V. Shen, PhD and

  5. R. Lindsay, MD

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Vitamin D and the immune system: new perspectives on an old theme

Endocrinol Metab Clin North Am. 2010 June; 39(2):

365–379.

Endocrinol Metab Clin North Am. Author manuscript; available in PMC 2011 June 1.Published in final edited form as:Endocrinol Metab Clin North Am. 2010 June; 39(2): 365–379. doi:  10.1016/j.ecl.2010.02.010

 

Martin Hewison, PhD

Martin Hewison, Professor in Residence, Department of Orthopaedic Surgery and Molecular Biology Institute, David Geffen School of Medicine at UCLA, 615 Charles E. Young Drive South, Los Angeles, CA 90095, USA;

National Center for Biotechnology Information, U.S. National Library of Medicine 8600 Rockville Pike, Bethesda MD, 20894 USA

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2879394/?tool=pubmed

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Lack of Vitamin D Linked to Alzheimer’s and Vascular Dementia

Friday, June 05, 2009 by: Sherry Baker, Health Sciences Editor

Sherry Baker is a widely published writer whose work has appeared in Newsweek, Health, the Atlanta Journal and Constitution, Yoga Journal, Optometry, Atlanta, Arthritis Today, Natural Healing Newsletter, OMNI, UCLA’s “Healthy Years” newsletter, Mount Sinai School of Medicine’s “Focus on Health Aging” newsletter, the Cleveland Clinic’s “Men’s Health Advisor” newsletter and many others.

Learn more: http://www.naturalnews.com/026392_Vitamin_D_Alzheimers_disease.html#ixzz3HnBD71Qg

http://www.naturalnews.com/026392_Vitamin_D_Alzheimers_disease.html        

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Factors in human vitamin D nutrition and in the production and cure of classical rickets Sítio canadense sobre e.m. DIRECT-MS

Fatores nutricionais e suplementares relacionados à esclerose múltipla. http://www.direct-ms.org/

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“It is plausible that some 200 cases a year of MS might be prevented in Scotland alone by giving vitamin D to mothers and children,” he wrote.


disponivel em http://www.timesonline.co.uk/tol/life_and_style/health/article5663483.eceVitamin D is ray of sunshine for multiple sclerosis patient

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 Vitamin D in preventive medicine: are we ignoring the evidence? Vitamin D in preventive medicine: are we ignoring the evidence? A vitamina D em medicina preventiva: estamos ignorando as provas? Vitamina D em medicina preventiva: estamos ignorando as provas?

Dispoível em

http://64.233.163.132/translate_c?hl=pt-BR&langpair=en%7Cpt&u=http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12720576&prev=/translate_s%3Fhl%3Dpt-BR%26q%3DVitamina%2BD%2Be%2Bdepress%25C3%25A3o%26sl%3Dpt%26tl%3Den&rurl=translate.google.com.br&usg=ALkJrhjspQEBlxCMyClVGNWHjrZsYK2BOA

Vitamin D supplementation: Recommendations for Canadian mothers and infants. A suplementação de vitamina D: Recomendações para as mães e bebês canadenses.. Paediatr Child Health. . Paediatr Child Health. 2007 Sep; 12(7):583-98. 2007 Sep; 12 (7) :583-98.[Paediatr Child Health. [Paediatr Child Health. 2007] 2007]

Review Vitamin D and disease prevention with special reference to cardiovascular disease. Review vitamina D e prevenção de doenças, com especial referência à doença cardiovascular.Prog Biophys Mol Biol. Prog Biophys Mol Biol. 2006 Sep; 92(1):39-48. 2006 Sep; 92 (1) :39-48. Epub 2006 Feb 28. Epub 2006 Feb 28.[Prog Biophys Mol Biol. [Prog Biophys Mol Biol. 2006] 2006]

 

Vitamin D in health and disease. Vitamina D na saúde e na doença.Clin J Am Soc Nephrol. Clin J Am Soc Nephrol. 2008 Sep; 3(5):1535-41. 2008 Sep; 3 (5) :1535-41. Epub 2008 Jun 4. Epub 2008 Jun 4.[Clin J Am Soc Nephrol. [Clin J Am Soc Nephrol. 2008] 2008]

Review Sunlight and vitamin D for bone health and prevention of autoimmune diseases, cancers, and cardiovascular disease. Review Luz solar e vitamina D para a saúde óssea e prevenção de doenças auto-imunes, câncer e doenças cardiovasculares.Am J Clin Nutr. Am J Clin Nutr. 2004 Dec; 80(6 Suppl):1678S-88S. 2004 Dec; 80 (6 Suppl): 1678S-88S.[Am J Clin Nutr. [Am J Clin Nutr. 2004] 2004]

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A cura e prevenção em todas idades. Epidemia global por insuficiencia de vitamina D no sangue e má nutrição. Depressão, doenças autoimunes e neurodegenerativas, câncer, diabetes, artrite reumatóide, Alzheimer, multiple sclerosis, psoriase, hipertireoidismo, hipotireoidismo, lupus, vitiligo..

COLLEN HAYES esclarece a insuficiencia da herança genética para a evolução da doença e a nítida deficiencia da vit D que deve ser suplementada para evitar a doença e.m.

A herança genética de fatores de risco para a esclerose múltipla (MS) não é suficiente para causar a doença desmielinizante do sistema nervoso central. A exposição a fatores de risco, fatores ambientais como a nutrição pobre em Vitamina D e regiões onde há baixa radiação solar, desenvolvem esclerose múltipla.

Evidencias consistentes com essa hipótese vêm não só dos estudos geográficos, mas também de estudos genéticos e biológicos. Óleo de peixe é uma excelente fonte de vitamina D. A deficiência de vitamina D aflige a maioria dos pacientes com esclerose múltipla, como ficou demonstrado pela sua baixa massa óssea e elevados índices de fraturas. No entanto, a mais clara evidencia de que a vitamina D é um inibidor natural da E.M. ou M.S. vem de experiencias com encefalomielite autoimune.

Pacientes com esclerose múltipla, como ficou demonstrado pela sua baixa massa óssea e elevados índices de faturas, TÊM a mais clara evidencia de que a vitamina D pode ser um inibidor natural da doença.

insuficiência de vitamina D no sangue.

O status da vitamina D é mais confiável determinado pelo ensaio de soro de 25-hidroxivitamina D (25-OHD). O consenso entre os médicos definiu a medida da nanoterapia como ideal acima de 50. Abaixo de 50 já existe deficiencia mesmo que a pessoa ainda não apresente qualquer sintoma de doença. Isto significa que há meio de baixo custo para a prevenção de epidemias. A suplementação e reposição da colecalciferol, a vitamina D3 a vitamina D3, deve ser feita em altas doses. Muito alem das convencionadas mg da medicina do passado, para ter uma idéia uma gota da solução de colecalciferol tem 1.000 UI [unidade internacional].

É interessante notar que as geografias de raquitismo (Hess, 1929) e MS são muito semelhantes, a geografia do raquitismo levou Sniadecki (citado por Holick, 1995) para sugerir em 1822 que o sol pode curar o raquitismo. Lamentavelmente, diz Hayes, o raquitismo continuou a aleijar crianças por um século inteiro antes de investigadores demonstrarem os benefícios da luz solar ou óleo de fígado de bacalhau (Hess & Unger, 1921; Chick et al. 1922). Hoje o óleo de fígado de bacalhau tornou-se a proteção do “inverno” para as crianças que vivem em latitudes setentrionais. Ver Vitamin D: a natural inhibitor of multiple sclerosis, de Collen Hayes:

Disponivel em http://journals.cambridge.org/action/displayFulltext?type=1&fid=796912&jid=PNS&volumeId=59&issueId=04&aid=796900

A evidência de que a vitamina D pode ser um inibidor natural de MS ou E.M. é irresistível. Examinando o benefício da suplementação de vitamina D para a prevenção de MS, a recusa desta verdade vai exigir um grande esforço por parte da comunidade científica, mas é claramente justificada diante dos atuais investimentos político-economicos, diz Hayes.

MUITOS AUTORES EXPÕEM PESQUISA NO MESMO SENTIDO

Lembro quando da noticia destas pesquisas. Há quem escreveu, li na internet, que isto não é verdade. Porem, “The role of vitamin D in multiple sclerosis” é pesquisa acompanhada de centenas e milhares de outras varias em idêntico sentido. Milhares de doutores, de todos os países do planeta, vêm mostrando a importancia da vitamina D para outras doenças também, muito alem da esclerose múltipla. Basta fazer pesquisa e escrever: vitamin d multiple sclerosis  ou vitamin d Alzheimer ou o mesmo com qualquer outra patollogia que se pretenda pesquisar, câncer, diabetes, artrite reumatoide, psoriase, hipertireoidismo, hipotireoidismo, lupus, vitiligo, e muitas outras.

A internet brasileira já tem alguma informação em portugues. Aqui no Brasil, o primeiro médico a oferecer este conhecimento publicamente foi Dr. Cícero Galli Coimbra  [PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente,  Departamento de Neurologia e Neurocirurgia – Universidade Federal de São Paulo – Unifesp/EPM]. Alguns artigos e entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra:
 

 

Vitamina D é importantíssima para a saúde

Disponível em http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/a-prevencao-de-doencas-neurodegenerativas/

 

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla*

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/08/03/vitamina-d-pode-revolucionar-o-tratamento-da-esclerose-multipla/

*Dr. Cícero Galli Coimbra
PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente

 

A cura com Dr. Cícero Galli Coimbra. Estresse emocional, depressão, doenças autoimunes e neurodegenerativas. A importancia da Vitamina D.

“Comentário: a principal razão pela qual a medicina atual desdenha estes importantes conhecimentos médicos já antigos e com ampla fundamentação na história recente da medicina e confirmados em vários países, através de diversas publicações, é simplesmente porque ela está subordinada aos interesses extremamente gananciosos da indústria farmacêutica internacional.”

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/23/informacoes-medicas-sobre-a-prevencao-e-tratamento-de-doencas-neurodegenerativas-e-auto-imunes-como-parkinson-alzheimer-lupus-psoriase-vitiligo-depressao/

http://www.youtube.com/watch?v=yRQkITHjZ5k&feature=player_embedded#

http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/doencas-autoimunes/

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O que é possível dizer em breves palavras, já oferece um quadro preocupante. A insuficiência de vitamina D tem desenvolvido muitas outras doenças alem do raquitismo e da osteoporose que já são aceitas como “comuns” e típicas da medicina das doenças crônicas. Associadas á deficiencia de vitamina D estão o câncer, as diabetes, problemas cardiovasculares, transtorno bipolar, autismo, mal de Alzheimer e esquizofrenia, psoríase, depressão.  O comercio industrial multimilionário da farmácia, não traz a cura, apresenta medicação cara e talvez paliativa. Diz assim a medicina das doenças crônicas: “a sua doença não tem cura”… E, no entanto, todas essas doenças graves sequer teriam desenvolvido nas pessoas, se existisse o cuidado com a medicina preventiva com a suplementação da vitamina D.

 Os médicos vêm apresentando pesquisa que aponta o aumento de epidemias em todo planeta, por causa da falta de investimento dos governos em saúde preventiva com suplementação da vitamina D.

Vitamin D deficiency: a global perspective https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/15/vitamin-d-deficiency-a-global-perspective/ https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/15/vitamin-d-deficiency-a-global-perspective/ https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/15/vitamin-d-deficiency-a-global-perspective/

Deficiência de vitamina D: uma epidemia global

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/15/deficiencia-de-vitamina-d-uma-epidemia-global/

 

Symposium: Vitamin D Insufficiency: A Significant Risk Factor in Chronic Diseases and Potential Disease-Specific Biomarkers of Vitamin D Sufficiency Vitamin D Intake: A Global Perspective of Current Status

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/15/symposium-vitamin-d-insufficiency-a-significant-risk-factor-in-chronic-diseases-and-potential-disease-specific-biomarkers-of-vitamin-d-sufficiency-vitamin-d-intake-a-global-perspective-of-current-s/

Brasil ainda investe pouco em saúde País investe apenas 8,7% do valor arrecadado com impostos em saúde. Número é inferior ao de países como Argentina, Chile e Venezuela Um estudo realizado pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (USP)

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/05/brasil-ainda-investe-pouco-em-saude/

 

O aumento da Deficiência de vitamina D geralmente se apresentava como deformidade óssea (raquitismo) ou hipocalcemia na infância e como dor músculoesquelética e fraqueza em adultos.

Hoje os estudos são avançados e os médicos constataram muitos outros problemas de saúde, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes, vários tipos de câncer, e autoimunes como mal de Alzheimer e esclerose múltipla, hipo e hipertireoidismo, artrite, vitiligo,associadas á alta insuficiência de vitamina D no sangue.

O status da vitamina D é mais confiável determinado pelo ensaio de soro de 25-hidroxivitamina D (25-OHD).

O consenso entre os médicos definiu a medida da nanoterapia como ideal acima de 50. Abaixo de 50 já existe deficiencia mesmo que a pessoa ainda não apresente qualquer sintoma de doença. Isto significa que há meio de baixo custo para a prevenção de epidemias. A suplementação e reposição da colecalciferol, a vitamina D3 a vitamina D3, deve ser feita em altas doses. Muito alem das convencionadas mg da medicina do passado, para ter uma idéia uma gota da solução de colecalciferol tem 1.000 UI [unidade internacional].               

O espectro dessas doenças comuns e graves, é particularmente preocupante porque os estudos observacionais têm demonstrado que a insuficiência de vitamina D, Raquitismo em crianças e osteomalacia em adultos são apenas manifestações clássicas de deficiência de vitamina D profunda.  Nos últimos anos, no entanto, aparecem doenças não músculoesqueléticas condições incluindo câncer, síndrome metabólica, infecciosas e doenças autoimunes, esclerose múltipla também foram encontrados associados aos baixos níveis de vitamina D. O Aumento da prevalência de distúrbios ligados à deficiência de vitamina D, é refletida no aumento do numero de crianças doentes.

Epidemias crescem se não for dada nutrição adequada e suplementos á toda população. Este é o cuidado que o governo brasileiro deve ter com todas as pessoas, indistintamente, em todas as idades.

Dilma e Lula não sabem disso, e desde 2008 favorecem pesquisas com células de embriões e abortos. Ver:

A inconstitucionalidade da tramitação de legislação legalizadora do aborto no Brasil por Celso Galli Coimbra

Pode o juiz autorizar um aborto? – Por Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Tráfico de órgãos é terceiro crime organizado mais lucrativo no mundo, segundo Polícia Federal. Veja mais detalhes em Biodireito Medicina sobre este crime internacional e o Brasil.

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Tráfico de órgãos pode movimentar US$ 13 bilhões por ano

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Industria do aborto BLOOD MONEY the multi-million dollar abortion industry

Aborto legalizado e transplantes de fetos

O PNDH-3 PREVE A LIBERAÇÃO DE CRIMES, fim do Estado de Direito.

A Advocacia Geral da União pode defender aborto de feto anencéfalo no STF?

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/04/09/agu-defende-aborto-de-feto-anencefalo-no-stf/

09/04/2009 —  por Celso Galli Coimbra

“a AGU (Advocacia Geral da União) não é paga com dinheiro público para defender o descumprimento da Convenção Americana de Direitos Humanos que integra o rol de direitos humanos do constitucionalismo brasileiro como cláusula pétrea e, portanto, imune até mesmo a uma reforma constitucional(PECs).  Muito menos é paga para obter — por ignorância ou não — a  legitimação da criminosa Resolução 1752/2004 do CFM, através da ADPF 54, que autoriza a retirada de órgãos dos anencéfalos depois de nascidos e, em seus considerandos, altera maliciosamente a declaração de morte para todos no Brasil para um conceito de “morte” que nunca existiu na medicina: é uma ficção homicida que vai atingir todos os brasileiros com vida e saúde também.”

“Além disto, a citada Resolução do CFM — uma vez legitimada — “institucionaliza” o próspero mercado do tráfico de órgãos humanos no Brasil, quando obviamente ensejará a negociação do nascimento de anencéfalo para poder retirar-lhe os órgãos.”

“Falar no “principio da legalidade” de parte da AGU sobre este assunto é anedótico, quando ela defende o desrespeito às normas de maior hierarquia deste país.”

 

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Referencias:

Diagnóstico e tratamento da deficiência de vitamina D

BMJ 2010; 340: b5664 doi: 10.1136/bmj.b5664 (Publicado em 11 de janeiro de 2010)
Citam isso como: BMJ 2010; 340: b5664

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/07/04/diagnostico-e-tratamento-da-deficiencia-de-vitamina-d/

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“Professor Ebers, in an article in The Times, backed the idea of distributing vitamin D supplements in Scotland to guard against conditions that may be linked to a deficiency, including MS.”

“It is plausible that some 200 cases a year of MS might be prevented in Scotland alone by giving vitamin D to mothers and children,” he wrote.

disponivel em http://www.timesonline.co.uk/tol/life_and_style/health/article5663483.ece-—-

Vitamin D is ray of sunshine for multiple sclerosis patient from Melanie Reid and Olive Gillie

THE MULTIPLE SCLEROSIS CENTRE
http://www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334
traduçao do Google:
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334&ei=WOAgS-TRNY6muAfY6-zKCg&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=3&ved=0CBcQ7gEwAg&prev=/search%3Fq%3DVitamin%2BD%2B-%2Bthe%2Blink%2Bthat%2Blacked%2Bfor%2Bpatients%2Bwith%2Bmultiple%2Bsclerosis.%26hl%3Dpt-BR

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Tasmania has the highest rate of MS in the country. Tasmânia tem a maior taxa de MS no país.
The link between vitamin D

THE MULTIPLE SCLEROSIS CENTRE
http://www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334

www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334
traduçao do Google:
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334&ei=WOAgS-TRNY6muAfY6-zKCg&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=3&ved=0CBcQ7gEwAg&prev=/search%3Fq%3DVitamin%2BD%2B-%2Bthe%2Blink%2Bthat%2Blacked%2Bfor%2Bpatients%2Bwith%2Bmultiple%2Bsclerosis.%26hl%3Dpt-BR

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Australian scientists have found that Vitamin D may slow the progression of multiple sclerosis (MS).

THE MULTIPLE SCLEROSIS CENTRE
http://www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334
traduçao do Google:
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334&ei=WOAgS-TRNY6muAfY6-zKCg&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=3&ved=0CBcQ7gEwAg&prev=/search%3Fq%3DVitamin%2BD%2B-%2Bthe%2Blink%2Bthat%2Blacked%2Bfor%2Bpatients%2Bwith%2Bmultiple%2Bsclerosis.%26hl%3Dpt-BR

 

Vitamin D in health and disease. Vitamina D na saúde e na doença.Clin J Am Soc Nephrol. Clin J Am Soc Nephrol. 2008 Sep; 3(5):1535-41. 2008 Sep; 3 (5) :1535-41. Epub 2008 Jun 4.  Review Sunlight and vitamin D for bone health and prevention of autoimmune diseases, cancers, and cardiovascular disease. Review Luz solar e vitamina D para a saúde óssea e prevenção de doenças auto-imunes, câncer e doenças cardiovasculares.Am J Clin Nutr. Am J Clin Nutr. 2004 Dec; 80(6 Suppl):1678S-88S. 2004 Dec; 80 (6 Suppl): 1678S-88S.[Am J Clin Nutr. [Am J Clin Nutr. 2004] 2004]

Review Vitamin D and disease prevention with special reference to cardiovascular disease. Review vitamina D e prevenção de doenças, com especial referência à doença cardiovascular.Prog Biophys Mol Biol. Prog Biophys Mol Biol. 2006 Sep; 92(1):39-48. 2006 Sep; 92 (1) :39-48. Epub 2006 Feb 28. Epub 2006 Feb 28.[Prog Biophys Mol Biol. [Prog Biophys Mol Biol. 2006] 2006]

Vitamin D supplementation: Recommendations for Canadian mothers and infants. A suplementação de vitamina D: Recomendações para as mães e bebês canadenses.. Paediatr Child Health. . Paediatr Child Health. 2007 Sep; 12(7):583-98. 2007 Sep; 12 (7) :583-98.[Paediatr Child Health. [Paediatr Child Health. 2007] 2007]

Vitamin D in preventive medicine: are we ignoring the evidence? Vitamin D in preventive medicine: are we ignoring the evidence? A vitamina D em medicina preventiva: estamos ignorando as provas? Vitamina D em medicina preventiva: estamos ignorando as provas?

Disponível em

http://64.233.163.132/translate_c?hl=pt-BR&langpair=en%7Cpt&u=http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12720576&prev=/translate_s%3Fhl%3Dpt-BR%26q%3DVitamina%2BD%2Be%2Bdepress%25C3%25A3o%26sl%3Dpt%26tl%3Den&rurl=translate.google.com.br&usg=ALkJrhjspQEBlxCMyClVGNWHjrZsYK2BOA—–

A vitamina D influencia o metabolismo de enzimas importantes da imunidade e da função neural protegendo o sistema nervoso.

Imunoregulador natural e com ação antiinflamatória, a suplementação em solução de vitamina D tem papel fundamental na regulação da Esclerose Múltipla – EM ou MS.

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Basic Supplements – Essentials

http://www.direct-ms.org/supplements.html,

 A daily regimen of supplements is an important part of the nutritional strategies for MS. The basic recommendations below are completely safe and have the potential to be of significant benefit.

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Prostituição Reprodutiva. Barrigas de aluguel fazem da criança objeto de comercio

Prostituição Reprodutiva

A legislação holandesa sobre barriga de aluguel pode ser revista em breve. Hoje, a Holanda, já é possível usar uma mãe de aluguel para várias condições: a mulher que iria levar a criança deve ser a família, ter tido filhos e se não deseja mais . Este gesto deve ser como “absolutamente livre”.

De acordo com Fred Teeven, holandês Secretário de Estado da Justiça, “mais e mais mulheres que buscam mães de aluguel e estão dispostos a pagar por isso.” Ele disse, portanto, querer mudar a lei para que os filhos daqueles que pagam mães substitutas estrangeiras são reconhecidos na Holanda. Na verdade, um verdadeiro comércio, totalizando 1,7 mil milhões de euros é estabelecida com a Índia através de clínicas especializadas, onde as mulheres pobres estão vendendo seus “serviços” para os casais ocidentais.

Rene Hoksbergen, professor emérito da especialista em adoção, é “ridículo” que “as leis são adequadas” e acredita que não é sem razão que essa prática é proibida. Primeiro, ele estabelece que os interesses e felicidade da criança não são tidos em conta. Esta breve estar pensando: “Eu venho de um útero ea mulher indiana indiano que era pobre, recebeu 1.000 dólares (760 euros).” Esta realidade vai chegar a sua visão de si mesmo: “Eu sou apenas um artigo de comércio”.

Por outro lado, o professor Hoksbergen explica que “ser um substituto para razões comerciais é simplesmente a reprodução da prostituição”. Ela contradiz os argumentos de alguns, como Nayna Patel, médico indiano para que ambas as partes beneficiar do mercado: os pais têm um filho, o substituto pode usar o dinheiro para fazer coisas que ela não poderia ter feito sem esse dinheiro. Para René Hoksbergen, use “funções corporais de outra para oferecer para o [seu] próprias necessidades” é a “prostituição”.

 

’’Prostitution de procréation

La Synthèse de presse bioéthique du lundi 20 février 2012

 http://www.genethique.org/revues/revues/2012/Fevrier/20120220.1.asp

La législation néerlandaise sur les mères porteuses pourrait bien être remaniée prochainement. Aujourd’hui aux Pays-Bas, il est déjà possible d’avoir recours à une mère porteuse à plusieurs conditions : la femme qui portera l’enfant doit être de la famille, avoir déjà eu elle-même des enfants et ne plus en souhaiter. Ce geste doit être aussi “absolument gratuit“.

Selon  Fred Teeven, secrétaire d’Etat néerlandais chargé de la Justice, “de plus en plus de femmes cherchent des mères porteuses et sont prêtes à payer ce service“. Il dit donc vouloir modifier la loi pour que les enfants de ceux qui payent des mères porteuses étrangères soient reconnus aux Pays-Bas. En effet, un véritable commerce s’élevant à 1,7 milliard d’euros s’instaure avec l’Inde via des cliniques spécialisées, où des femmes pauvres vendent leurs “services” à des couples occidentaux.

René Hoksbergen, professeur émérite spécialiste de l’adoption, trouve “ridicule” que “les lois soient adaptées” et estime que ce n’est pas sans raison si cette pratique est interdite. D’une part, il constate que l’intérêt et le bonheur de l’enfant ne sont pas pris en compte. Celui-ci pourra bientôt penser : “Je proviens d’un utérus indien et cette femme indienne qui était pauvre, a reçu 1 000 dollars (760 euros)” . Cette réalité atteindra la vision qu’il a de lui-même :  “je suis tout simplement un objet de commerce“.

D’autre part, le Pr Hoksbergen explique qu’ “être mère porteuse pour des raisons commerciales relève tout simplement de la prostitution de procréation”. Il contredit les arguments de certains, comme Nayna Patel, médecin indienne pour laquelle les deux parties profitent du marché : les parents ont un enfant, la mère porteuse peut utiliser l’argent pour faire des choses qu’elle n’aurait pas pu faire sans cet argent. Pour René Hoksbergen, utiliser “les fonctions corporelles d’une autre pour pourvoir à [ses] propres besoins“, c’est de “la prostitution“.

Bioedge (Michael Cook) 18/02/12 – rnw.nl 17/02/12

Prostituição Reprodutiva

A legislação holandesa sobre barriga de aluguel pode ser revista em breve. Hoje, a Holanda, já é possível usar uma mãe de aluguel para várias condições: a mulher que iria levar a criança deve ser a família, ter tido filhos e se não deseja mais . Este gesto deve ser como “absolutamente livre”.

De acordo com Fred Teeven, holandês Secretário de Estado da Justiça, “mais e mais mulheres que buscam mães de aluguel e estão dispostos a pagar por isso.” Ele disse, portanto, querer mudar a lei para que os filhos daqueles que pagam mães substitutas estrangeiras são reconhecidos na Holanda. Na verdade, um verdadeiro comércio, totalizando 1,7 mil milhões de euros é estabelecida com a Índia através de clínicas especializadas, onde as mulheres pobres estão vendendo seus “serviços” para os casais ocidentais.

Rene Hoksbergen, professor emérito da especialista em adoção, é “ridículo” que “as leis são adequadas” e acredita que não é sem razão que essa prática é proibida. Primeiro, ele estabelece que os interesses e felicidade da criança não são tidos em conta. Esta breve estar pensando: “Eu venho de um útero ea mulher indiana indiano que era pobre, recebeu 1.000 dólares (760 euros).” Esta realidade vai chegar a sua visão de si mesmo: “Eu sou apenas um artigo de comércio”.

Por outro lado, o professor Hoksbergen explica que “ser um substituto para razões comerciais é simplesmente a reprodução da prostituição”. Ela contradiz os argumentos de alguns, como Nayna Patel, médico indiano para que ambas as partes beneficiar do mercado: os pais têm um filho, o substituto pode usar o dinheiro para fazer coisas que ela não poderia ter feito sem esse dinheiro. Para René Hoksbergen, use “funções corporais de outra para oferecer para o [seu] próprias necessidades” é a “prostituição”.

A cura e prevençao em todas as idades. Doenças neurodegenerativas e autoimunes. Alzheimer, lupus, vitiligo, esclerose multipla, diabetes, cancer

O que os cientistas e pesquisadores têm certeza há anos, a contar dos primeiros anos da década de 2000, é da importancia da vitamina D para doenças autoimunes. Porque, como muitos explicaram,  Collen Hayes e Cícero Galli Coimbra, dentre cientistas por exemplo, foi preciso descobrir o motivo porque, mesmo em territórios de clima temperado, alguns grupos de pessoas desenvolviam esclerose múltipla e outros não. Alimentação apropriada foi a explicação. O alto consumo de peixes de águas geladas, cuja gordura é rica em Vitamina D, Omega3, como também o consumo de óleo de fígado de bacalhau, forneceu ao sangue humano a hormona 25hidroxivitamin D e as pessoas não desenvolveram nem raquitismo nem esclerose múltipla, embora tivessem a herança genética da doença. Hoje já se sabe que a vitamina D é o link que faltava também para o Alzheimer.

 

As pessoas que têm doenças como Alzheimer, esclerose múltipla, lúpus, hipo e hipertireoidismo, artrite, vitiligo, diabetes, câncer e outras doenças autoimunitárias, hoje são orientadas por médicos e pesquisadores a consumir a solução oleosa [óleo de girassol ou oliva] de colecalciferol, a vitamina D3. A 25hidroxivitamin D3 é de fácil absorção pelo organismo. Passando do fígado aos rins e, depois de transformada em ativa, é absorvida por todas as células de todos os tecidos do corpo humano, como cálcio, fósforo e outras substancias, fortalecendo e recuperando inclusive o tecido neural.

 

A DEFICIENCIA ou INSUFICIENCIA DA VITAMINA D é verificada em exame de sangue, o 25[OH]D3 que o sistema de saúde publica do Brasil não oferece. O consenso entre os médicos definiu a medida da nanoterapia como ideal acima de 50. Abaixo de 50 já existe deficiencia mesmo que a pessoa ainda não apresente qualquer sintoma de doença. Isto significa que há meio de baixo custo para a prevenção de epidemias. A suplementação e reposição da colecalciferol, a vitamina D3, deve ser feita em altas doses. Muito alem das convencionadas 30 mg pela medicina do passado, para ter uma idéia uma gota da solução de colecalciferol tem 1.000 UI [unidade internacional].               

 

E há SIM UM DISTURBIO METABOLICO, pois, se as pessoas com resultado do exame de sangue abaixo de 50, já estiverem recebendo alimentação apropriada, existe indicio de dificuldade digestiva na absorção dos alimentos, depressão, estresse e tristeza que impedem a neurogenesis.

 

“Revisando-se a literatura, verificamos que a carne vermelha libera, durante a digestão, a substância hemina, que possui propriedades tóxicas, porque penetra as membranas celulares carregando ferro para o interior das células, onde este eleva a produção de radicais livres. Para evitar tal efeito, a hemina é destruída, em sua maior parte, na própria célula intestinal (e o restante, no fígado), utilizando a vitamina B2. Tornou-se claro, então, que o indivíduo absorve a hemina, não tendo então a B2 para destruí-la. Assim, solicitamos a parada completa da ingestão de carne”. Coimbra acrescenta que o tratamento tradicional contra a doença, à base de medicamentos, deve ser concomitante à dieta proposta pelos pesquisadores.

 

[…]

SBPC/Labjor – Brasil 

Disponível em http://www.comciencia.br/noticias/2003/06jun03/parkinson.htm

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Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla*

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/08/03/vitamina-d-pode-revolucionar-o-tratamento-da-esclerose-multipla/

*Dr. Cícero Galli Coimbra
PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente

 

 Informações médicas sobre a prevenção e tratamento de doenças neurodegenerativas e autoimunes, como Parkinson, Alzheimer, Lupus, Psoríase, Vitiligo, depressão

Dr. Cícero Galli Coimbra
PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente         

http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/doencas-autoimunes/

Sistema nervoso – 06/02/2009. Entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra. Evitar o envelhecimento e a perda de neuronios.

http://www.youtube.com/watch?v=yRQkITHjZ5k&feature=player_embedded# —-

                                        

a situação fundamental é a mesma: a existência de um distúrbio metabólico evidente e corrigível, capaz de explicar os eventos fisiopatológicos conhecidos, e cuja correção pode deter a progressão da doença (interrompendo a continuidade da morte neuronal crônica, recuperando células neuronais já afetadas pelo processo neurodegenerativo – mas que não atingiram ainda o ponto de irreversibilidade), promover a recuperação total em casos de início recente, ou ao menos parcial das deficiências neurológicas nos casos mais avançados (minimizando seqüelas permanentes) e impedir a morte.” [1]

[1] Dr. Cícero Galli Coimbra
PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente
Departamento de Neurologia e Neurocirurgia – Universidade Federal de São Paulo – Unifesp/EPM – Sofrimento emocional. – Em defesa da administração de doses elevadas de riboflavina associada à eliminação dos fatores desencadeantes no tratamento (…).

Disponivel em
http://www.unifesp.br/dneuro/nexp/riboflavina/

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 Informações médicas sobre a prevenção e tratamento de doenças neurodegenerativas e autoimunes, como Parkinson, Alzheimer, Lupus, Psoríase, Vitiligo, depressão

Dr. Cícero Galli Coimbra
PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente         

http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/doencas-autoimunes/

http://www.youtube.com/watch?v=yRQkITHjZ5k&feature=player_embedded# —-

Vitamin D: a natural inhibitor of multiple sclerosis     From Colleen E. Hayes Department of Biochemistry, University of Wisconsin-Madison, 433 Babcock

Em portugues:

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/02/19/vitamin-d-a-natural-inhibitor-of-multiple-sclerosis/

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Vitamin D: its role and uses in immunology  

HECTOR F. DELUCA2 and MARGHERITA T. CANTORNA*

Department of Biochemistry, University of Wisconsin-Madison, Madison, Wisconsin 53706, USA; and

* Department of Nutrition, Pennsylvania State University, University Park, Pennsylvania 16802, USA

http://www.fasebj.org/cgi/content/full/15/14/2579   http://www.drtheo.com/vitaminD/documents/VitaminD-itsroleandusesinimmunology.pdf

 (The FASEB Journal. 2001;15:2579-2585.)

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High prevalence of vitamin D deficiency and reduced bone mass in multiple sclerosis

http://www.huffingtonpost.com/dr-david-perlmutter-md/vitamin-d-benefits_b_818912.html

High prevalence of vitamin D deficiency and reduced bone mass in multiple sclerosis

  1. J. Nieves, PhD,
  2. F. Cosman, MD,
  3. J. Herbert, MD,
  4. V. Shen, PhD and
  5. R. Lindsay, MD

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Vitamin D and the immune system: new perspectives on an old theme

Endocrinol Metab Clin North Am. 2010 June; 39(2):

365–379.

Endocrinol Metab Clin North Am. Author manuscript; available in PMC 2011 June 1.Published in final edited form as:Endocrinol Metab Clin North Am. 2010 June; 39(2): 365–379. doi:  10.1016/j.ecl.2010.02.010

Copyright notice and Disclaimer

Martin Hewison, PhD

Martin Hewison, Professor in Residence, Department of Orthopaedic Surgery and Molecular Biology Institute, David Geffen School of Medicine at UCLA, 615 Charles E. Young Drive South, Los Angeles, CA 90095, USA;

National Center for Biotechnology Information, U.S. National Library of Medicine 8600 Rockville Pike, Bethesda MD, 20894 USA

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2879394/?tool=pubmed

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Lack of Vitamin D Linked to Alzheimer’s and Vascular Dementia

Friday, June 05, 2009 by: Sherry Baker, Health Sciences Editor

Sherry Baker is a widely published writer whose work has appeared in Newsweek, Health, the Atlanta Journal and Constitution, Yoga Journal, Optometry, Atlanta, Arthritis Today, Natural Healing Newsletter, OMNI, UCLA’s “Healthy Years” newsletter, Mount Sinai School of Medicine’s “Focus on Health Aging” newsletter, the Cleveland Clinic’s “Men’s Health Advisor” newsletter and many others.

Learn more: http://www.naturalnews.com/026392_Vitamin_D_Alzheimers_disease.html#ixzz3HnBD71Qg

http://www.naturalnews.com/026392_Vitamin_D_Alzheimers_disease.html        

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Informações sobre o atual conhecimento cientifico relativos à prevenção, cura e recuperação da esclerose múltipla (e.m.)

Informações sobre o atual conhecimento cientifico relativos à prevenção, cura e recuperação da esclerose múltipla (e.m.)

  

 TRATAMENTO NATURAL DA ESCLEROSE MÚLTIPLA: NUTRIENTES E SUPLEMENTOS

 

1. A entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra. Estresse emocional, depressão, doenças e o envelhecimento dos neuronios. A importancia da Vitamina D.

Sistema nervoso – 06/02/2009. Entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra. Evitar o envelhecimento e a perda de neuronios.

É preciso assinalar a fundamental importância da vitamina D. Baixos índices de vitamina D no sangue estão diretamente associados ao estresse emocional ou sofrimento. Em casos de doenças auto-imunitárias, tais como a esclerose múltipla, artrite reumatoide, psoriase, hipertireoidismo, hipotireoidismo, lupus, vitiligo, por exemplo, existe deficiência de vitamina D confirmada em exames de sangue. Esta deficiência de vitamina D torna as pessoas mais supcetiveis à depressão e aos estados de sofrimento emocional, que são as condições adequadas à perda de massa neural, o envelhecimento do sistema nervoso. Por outro lado, a solução simples, para estas pessoas, é o consumo de altas doses de vitamina D. A vitamina D é capaz de produzir um estado de bem-estar indescritível, unida ao estado de tranquilização, permite a obtenção de uma condição de estabilização e recuperação do sistema nervoso. É importante que se saiba, em condições de equilíbrio — vitaminas deficientes complementadas e o aspecto emocional tranquilo –, voltam a nascer células-tronco, e novos neuronios, todos os dias.

Sistema nervoso – 06/02/2009. Entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra. Evitar o envelhecimento e a perda de neuronios.

 

a situação fundamental é a mesma: a existência de um distúrbio metabólico evidente e corrigível, capaz de explicar os eventos fisiopatológicos conhecidos, e cuja correção pode deter a progressão da doença (interrompendo a continuidade da morte neuronal crônica, recuperando células neuronais já afetadas pelo processo neurodegenerativo – mas que não atingiram ainda o ponto de irreversibilidade), promover a recuperação total em casos de início recente, ou ao menos parcial das deficiências neurológicas nos casos mais avançados (minimizando seqüelas permanentes) e impedir a morte.” [1]

[1] Dr. Cícero Galli Coimbra
PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente
Departamento de Neurologia e Neurocirurgia – Universidade Federal de São Paulo – Unifesp/EPM – Sofrimento emocional. – Em defesa da administração de doses elevadas de riboflavina associada à eliminação dos fatores desencadeantes no tratamento (…).

Disponivel em
http://www.unifesp.br/dneuro/nexp/riboflavina/c.htm

 

2. A cura para a doença recebe pesquisa em todo o mundo com as mais avançadas técnicas da medicina, como terapias genéticas, implantes cerebrais e experiências homicidas com transplantes de células-tronco de embriões humanos, mas o tratamento notícia em 2003 na mídia científica, obtém resultado eficaz. A terapia é simples, tem baixo custo, não é invasiva e não usa de alternativas homicidas. Por tudo isso já devia estar ao alcance de todos há tempos. E a saúde pública do Brasil nada faz.

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Mudar a alimentação pode ser um caminho para regressão do Parkinson

Uma nova terapia desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), coordenados pelo professor Cícero Galli Coimbra, promete parar o avanço – e até regredir – a doença de Parkinson. A base do tratamento é a mudança na alimentação: retirar a carne vermelha (bovina e de porco) e repor a vitamina B2 (riboflavina). O mal de Parkinson afeta o sistema nervoso central e provoca, principalmente, tremores, rigidez nos músculos e dificuldades de movimentos. É possível, também, que a doença cause problemas na memória, depressão e alterações no sono.

 

Os pesquisadores, estimulados pela busca de padrões de falta de vitaminas entre pacientes com Alzheimer e Parkinson, constataram que esses últimos possuíam baixas concentrações da vitamina B2. “Passamos a investigar a dieta para verificar se não havia ingestão deficiente de boas fontes de B2. As fontes alimentares de B2 encontradas eram boas, o que indica uma absorção deficiente”, diz Coimbra.

 

As respostas aos questionários sobre alimentação demonstraram, ainda, que os pacientes tinham uma predileção pela carne vermelha, ingerindo três vezes mais carne que o grupo utilizado como controle.

“Revisando-se a literatura, verificamos que a carne vermelha libera, durante a digestão, a substância hemina, que possui propriedades tóxicas, porque penetra as membranas celulares carregando ferro para o interior das células, onde este eleva a produção de radicais livres. Para evitar tal efeito, a hemina é destruída, em sua maior parte, na própria célula intestinal (e o restante, no fígado), utilizando a vitamina B2. Tornou-se claro, então, que o indivíduo absorve a hemina, não tendo então a B2 para destruí-la. Assim, solicitamos a parada completa da ingestão de carne”. Coimbra acrescenta que o tratamento tradicional contra a doença, à base de medicamentos, deve ser concomitante à dieta proposta pelos pesquisadores.

 

[…]

SBPC/Labjor – Brasil 

Disponível em http://www.comciencia.br/noticias/2003/06jun03/parkinson.htm

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     3. Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla*

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla*

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla*

por Cícero Galli Coimbra

 http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/08/03/vitamina-d-pode-revolucionar-o-tratamento-da-esclerose-multipla/

03/08/2010 — Celso Galli Coimbra

 

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www.caasp.org.br
Terça-Feira, 25 de Maio de 2010

A esclerose múltipla é uma doença autoimunitária que afeta o sistema nervoso central e que, em estágio avançado, incapacita para as atividades mais corriqueiras. Fraqueza muscular, rigidez nas articulações e perda da coordenação motora são alguns dos sintomas. Sua evolução leva a insuficiência respiratória, incontinência ou retenção urinária e até a perda da visão e da audição. Em todo o mundo, 2,5 milhões de pessoas sofrem de esclerose múltipla. No Brasil, há 35 mil casos, segundo a Abem (Associação Brasileira de Esclerose Múltipla).

O tratamento tradicional da esclerose múltipla é feito com o medicamento Interferon e corticosteroides, além de fisioterapia e fonoaudiologia, e os resultados apontam para a redução em 30% das crises da doença. Porém, estudos publicados em revistas científicas internacionais indicam que a chave para o problema é a vitamina D. No Brasil, o maior defensor da inovação terapêutica é o neurologista Cícero Galli Coimbra, professor da Universidade Federal de São Paulo. “A vitamina D, daqui a alguns anos, será a base do tratamento não só da esclerose múltipla, mas de todas as doenças autoimunitárias”, prevê o especialista.

“Nas células do sistema imunológico, a vitamina D tem a função de produzir o que se chama de tolerância imunológica, ou seja, de impedir que essas células agridam o próprio organismo, que é o que acontece nas doenças autoimunitárias”, explica Coimbra. Nas pessoas com pré-disposição genética para doenças autoimunitárias, a transformação da vitamina D inativa em ativa (hidroxilase) dentro das células do sistema imunológico é lenta, o que favorece o surgimento desse tipo de doença. “Hoje, já se sabe que o risco de esclerose múltipla aumenta quando se têm níveis baixos de vitamina D. O que propomos é a elevação dos níveis de vitamina D ao ponto máximo que não provoque efeitos tóxicos ao organismo. O sucesso  do tratamento com vitamina D vem sendo demonstrado e a única dúvida que resta é quanto aos níveis que se devem atingir para que se obtenha o efeito ideal”, esclarece.

O benefício da vitamina D fica ainda mais nítido, diz Coimbra, se observarmos que os casos de esclerose múltipla são muito mais frequentes nos países nórdicos, como as nações escandinavas e o Canadá, onde a exposição da população aos raios solares é muito baixa. O sol, como se sabe, é a principal fonte de vitamina D com a qual contamos. “A radiação solar da manhã e do final da tarde faz com que o nosso organismo produza vitamina D. Uma pessoa que fique na beira da piscina de sunga, com 90% do corpo exposto ao sol por apenas 10 minutos, produz mais vitamina D do que a contida na dose diária normalmente recomendada pelo médicos. Mas atenção: o mesmo não acontece com o sol do meio-dia, que provoca câncer de pele”, orienta o médico.

A esclerose múltipla, bem como as outras doenças do sistema imunológico, é um mal dos tempos modernos – e isso também tem a ver com o sol. Nossos antepassados sofriam muito menos com isso. “Nossos avós tinham uma vida na lavoura, iam à feira livre fazer compras. Hoje, nós pegamos o metrô, descemos num shopping center, entramos num carro com Insulfim, descemos na garagem de um prédio e subimos de elevador. Como toda doença autoimunitária, a esclerose múltipla aumentou muito nos dias atuais. Nosso nível de exposição solar é hoje quase o mesmo que o dos ratos de laboratório”, adverte Cícero Coimbra.

O especialista da Unifesp salienta que a vitamina D com fins terapêuticos deve ser consumida sob rigorosa orientação médica, pois os níveis necessários para a eficácia do tratamento são muito mais altos do que os que se encontram nos produtos vendidos em farmácias. “Não se consegue administrar doses que tenham efeito terapêutico apenas com os produtos à venda nas drogarias. Para efetuarmos o tratamento, ainda dependemos de formulações feitas em farmácias de manipulação”, sublinha.

Segundo Coimbra, a resistência à adoção definitiva da vitamina D no tratamento de doenças autoimunitárias deve-se ao lobby da indústria farmacêutica, que se sobrepõe aos estudos científicos. “O nosso grande problema é que esse conhecimento, que consta de revistas científicas internacionais, ainda não está incorporado ao armamento terapêutico do médico neurologista comum, que fica atento quase que exclusivamente aos lançamentos dos laboratórios. Mas a verdade é que o tratamento tradicional, basicamente com Interferon, está sendo superado e, na minha ótica, daqui a alguns anos o tratamento de todas as doenças autoimunitárias envolverá a elevação dos níveis de vitamina D ao máximo possível, sem a ocorrência de efeitos colaterais, como muitos casos já demonstram. Trata-se do restabelecimento de um mecanismo que a própria natureza do ser humano criou ao longo da evolução da espécie, justamente com o objetivo de impedir a agressão do organismo pelo sistema imunológico”, desabafa.

Mulheres jovens e estresse

As mulheres adultas jovens são as principais vítimas da esclerose múltipla, doença que decorre da predisposição genética à baixa hidroxilase, isto é, ao baixo índice de transformação da vitamina D inativa em ativa, o que faz com que as células do sistema imunológico ataquem o sistema nervoso central ao invés de agredirem vírus e bactérias. Esses ataques ocorrem de modo intermitente, daí os surtos que caracterizam a doença. A ciência já comprovou que o estresse emocional é o principal fator desencadeador dessas crises. “Em 2002, um estudo muito ilustrativo, que acompanhou pessoas portadoras de doenças autoimunitárias, verificou que 85% dos surtos estavam associados a eventos estressantes. Em média, esses eventos haviam ocorrido 14 dias antes da exacerbação dos sintomas da doença, ou seja, antes de um novo ataque do sistema imunológico”, relata Cícero Coimbra.

No passado, como os sintomas são variados e acometem diversas áreas do corpo, os portadores de esclerose múltipla eram confundidos com indivíduos em crise de histeria. “É a multiplicidade de lesões no sistema nervoso que caracteriza a doença, daí o termo ‘múltipla’”, diz o neurologista. “Na esclerose múltipla, o neurologista não consegue explicar todos os sintomas por meio de uma única lesão no sistema nervoso. Por isso, o que leva ao diagnóstico são sintomas que só são explicados por lesões em diferentes áreas do sistema nervoso, como na medula espinhal e no nervo ótico”.  O diagnóstico da doença só se fecha após a combinação dos resultados de exames de ressonância magnética, do líquor encéfalorraquidiano e de análise das manifestações clínicas.

O acumulo de sequelas deixadas por cada um dos surtos é o que agrava o quadro do paciente. “Com o aumento da frequência dos surtos a pessoa vai adquirindo sequelas cumulativas que comprometem sua capacidade de andar, de falar. Ela pode evoluir para uma situação de dependência de uma cadeira de rodas e até ficar completamente cega”, ressalta Coimbra. E vai além: “Se não se corrigirem os níveis de vitamina D, a tendência é que, mesmo com o uso de Interferon, a pessoa vá acumulando surtos cada vez mais frequentes e sequelas. Com o tempo, perde-se o controle da bexiga, o que provoca infecções urinárias – e infecções também fazem com que ocorram novos surtos. A partir de então, o doente passa a ficar permanentemente acamado, situação que favorece problemas como broncopneumonia e outros”.

O avanço definitivo no tratamento da esclerose múltipla, aposta o neurologista Cícero Galli Coimbra, ainda deve tardar alguns anos, mas com certeza virá quando forem ultrapassadas as barreiras que impedem a disseminação do uso da vitamina D. “Podemos até esperar algumas décadas, mas com certeza isso irá ocorrer”, acredita. E faz um alerta muito sério: “Cuidado com certos remédios que vêm sendo lançados no mercado, os chamados agentes biológicos para tratamento de doenças autoimunitárias, que são anticorpos produzidos em outros animais. Trata-se de drogas caríssimas e que colocam em risco a vida da pessoa, pois podem provocar um choque anafilático, ou então o efeito depressor do sistema imunológico, de tão acentuado, pode causar uma infecção grave por um germe oportunista”.

http://www.caasp.org.br/Noticias.asp?cod_noticia=1679
*Matéria publicada originalmente no Jornal do Advogado, edição de maio de 2010.
Vitamina D pode combater males que mais matam pessoas no mundo
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http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/23/informacoes-medicas-sobre-a-prevencao-e-tratamento-de-doencas-neurodegenerativas-e-auto-imunes-como-parkinson-alzheimer-lupus-psoriase-vitiligo-depressao

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Vitamin D: a natural inhibitor of multiple sclerosis

Vitamin D: a natural inhibitor of multiple sclerosis

 

 

From Colleen E. Hayes

Department of Biochemistry, University of Wisconsin-Madison, 433 Babcock Drive, Madison, Wisconsin 53706, USA

 

Proceedings of the Nutrition Society (2000), 59, 531–535

Abbreviations: EAE, experimental autoimmune encephalomyelitis; 1,25-(OH)2D3, 1,25-dihydroxycholecalciferol; MS, multiple sclerosis; VDR, vitamin D receptor.

Corresponding author: Professora C. E. Hayes, fax +1 608 262 3453, email hayes@biochem.wisc.edu

 

Vitamin D: a natural inhibitor of multiple sclerosis

Disponivel em http://journals.cambridge.org/action/displayFulltext?type=1&fid=796912&jid=PNS&volumeId=59&issueId=04&aid=796900

 

A herança genética de fatores de risco para a esclerose múltipla (MS) não é suficiente para causar a doença desmielinizante do sistema nervoso central, a exposição a fatores de risco ambiental também é necessária. MS pode ser prevenida se esses fatores ambientais identificados puderem ser evitados. A prevalência de MS aumenta com a diminuição da radiação solar, o que sugere que a luz solar pode ser protetora em MS. Desde que o sistema endócrino da vitamina D é primorosamente sensível à luz solar, e a prevalência de MS é a mais elevada nos ambientes onde o abastecimento de vitamina D são menores, propusemos que o hormônio, a 1,25- diidroxicolecalciferol (1,25 – (OH) 2D3), pode proteger os indivíduos geneticamente suscetíveis de desenvolver esclerose múltipla. Evidências consistentes com essa hipótese vêm não só dos estudos geográficos, mas também de estudos genéticos e biológicos. Sobre-representação do gene do receptor de vitamina D b alelo foi encontrado MS em pacientes japoneses, sugerindo que pode conferir a suscetibilidade de MS. Óleo de peixe é uma excelente fonte de vitamina D, e as dietas ricas em peixe podem diminuir a prevalência ou a severidade da MS. A deficiência de vitamina D aflige a maioria dos pacientes com esclerose múltipla, como ficou demonstrado pela sua baixa massa óssea e elevados índices de fracturas. No entanto, a mais clara evidência de que a vitamina D pode ser um inibidor natural da MS vem de experiências com encefalomielite auto-imune experimental (EAE), um modelo de MS. O tratamento de camundongos com 1,25 – (OH) 2D3 inibiu completamente a indução da EAE e sua progressão. O hormônio estimulou a síntese de duas citocinas anti-encephalitogenicas, e influenciou o tráfico de células inflamatórias ou apoptose e o fator de crescimento foi alterado com interleucina 4 r  . Se a vitamina D é um inibidor natural de esclerose multipla – MS, é aconselhável fornecer suplemento de vitamina D para pessoas que estão com esclerose múltipla e para todas que estão em risco de desenvolver esta doença metabólica neuro-degenerativa, desmielinizante, a esclerose múltipla – EM ou MS.

A esclerose múltipla (EM) é doença desmielinizante do sistema nervoso central, de etiologia incerta (Ebers, 1998).

Os estudos genéticos epidemiológicos demonstram que a genética determina fatores de risco e conta a susceptibilidade familiar para aglomeração de indivíduos com MS (para revisão, ver Dyment & Ebers, 1998). Parentes biológicos de primeiro grau de pacientes com esclerose múltipla apresentam de 20 a 40 vezes maior risco de desenvolver a doença em comparação com os outros indivíduos independentes de parentesco. No entanto, a genética não desenvolveu e não identificou nenhum único locus de controle da MS. A Susceptibilidade para desenvolver MS pode ser poligênica, como originalmente postulada por Pratt et al. (1951).
Sugira uma tradução melhor

Importante, a herança de factores de susceptibilidade para a MS não é suficiente para o desenvolvimento da doença, como evidenciado pela constatação de que 70% dos pares de gêmeos monozigóticos discordantes para MS (Ebers et al. 1986). Assim, a exposição a um ou mais fatores de risco ambientais é necessária para o desenvolvimento de MS.

 

Infecções freqüentemente precedem o aparecimento de esclerose múltipla – MS seus sintomas e / ou exacerbações da doença (Sibley et al. 1985; Anderson et al. 1993; Panitch, 1994), uma etiologia infecciosa foi proposta para MS (para revisão, veja Noseworthy, 1999). Apesar de intensa prova de investigação, esta hipótese não se verificou, obrigando a procurar e determinar como outros fatores de risco para a doença o ambiental.

 

A prevalência de MS mostra uma notável distribuição geográfica. Ela aumenta com o aumento da latitude em ambos os hemisférios (por exemplo, ver Davenport, 1922; Ulett, 1948; Limburg, 1950; Kurland, 1952), de um mínimo de um a dois casos por população de 105 perto do equador a uma elevação de> 200 casos por 105 da população em latitudes> .°50.  Esta peculiar distribuição sugere que um fator determinante do risco ambiental da doença é de alguma forma ligado à latitude. Acheson et al. (1960) analisou muitas variáveis ligadas à latitude, e mostrou que a média anual de horas de luz solar é determinante, 532 C. E. Hayes

 

A ECONOMIA DA MORTE

 

Estudos epidemiológicos são confundidos pelo
problema de separar influências genéticos e ambientais. No entanto, algumas
evidências de estudos envolvendo geneticamente populações semelhantes reforça a possibilidade de que a luz solar pode ser protetora da MS. Na Suíça, 1000m) têm taxas elevadas de MS, distritos em baixas altitudes (≤ 2000m) o MS baixa, considerando que os distritos em altitudes elevadas tém maiores ≥ taxas, apesar da semelhança genética relativa das duas populações (Kurtzke, 1967). Esta anomalia pode refletir o maior comprimento de onda curta U.V. radiação recebida em altas altitudes relativamente a baixas altitudes (Geiger, 1965).

 

Além disso, considerando populações migratórias geneticamente semelhantes, migrando para as regiões com a radiação solar maior as taxas de MS ficaram reduzidas, enquanto que a migração para regiões com diminuição da radiação solar havia aumentado as taxas de MS (para revisão, ver Sadovnick & Ebers, 1994). Os benefícios da acumulação da luz solar pelos indivíduos migrantes de todas as idades foram verificados (Hammond et al. 2000). Juntos, esses estudos epidemiológicos indicam que a MS pode ser uma doença evitável em indivíduos que estão geneticamente em risco, se os fatores de risco ambientais pertinentes puy==derem ser corretamente identificados e evitados. Luz do Sol parece ser o fator de proteção ambiental associado à latitude.

 

Luz do Sol, o sistema endócrino da vitamina D
e esclerose múltipla

A vitamina D do sistema endócrino é primorosamente sensível à luz solar. A luz solar é necessária para o precholecalciferol que tem sua síntese na pele (Velluz & Amiard, 1949), e o precholecalciferol é o precursor da forma hormonal biologicamente ativa, 1,25-dihydroxycholecalciferol (1,25 – (OH) 2D3; Holick et al. 1971; Norman et al. 1971). Goldberg (1974a, b) propôs pela primeira vez que a luz solar pode proteger os indivíduos do  desenvolvimento da esclerose múltipla MS através das acções de 1,25 – (OH) 2D3, desde as áreas geográficas com baixo suprimento de vitamina D, devido à radiação de baixa intensidade solar e dieta inadequada a vitamina D está relacionada com as regiões de alta prevalência de MS. Inversamente, a prevalência é baixa em MS onde a vitamina D é encontrada e absorvida pelos indivíduos em climas abundantes de radiação solar, o sol, e em altas altitudes regiões com dietas ricas em óleo de peixe. Reforçamos essa hipótese (Hayes et al. 1997), e fornecemos evidências experimentais fortes de controle da encefalomielite experimental auto-imune, (EAE) modelo em camundongos, que em resumo demonstrou mais tarde (p. 533), que 1,25 – (OH) 2D3 é um inibidor natural dos processos que subjazem autoimmunemediated MS (Cantorna et al. 1996, 1998; Nashold et al. 2000).

Todos os vertebrados, incluindo seres humanos, obtém a sua vitamina D, exigência, principalmente pela exposição da pele á luz solar, e não de sua dieta (Holick, 1995). A energia de U.V. B fótons que penetram a epiderme é absorvida pelo colesterol abundante metabólito 7-dehidrocolesterol, rompendo o C-9-C-10 títulos e rendendo um intermediário instável, precholecalciferol. Este composto espontaneamente sofre uma mudança interna de uma Sigmatropic próton e isomerização ao termodinamicamente estável colecalciferol. Colecalciferol é transportado a partir da pele para o fígado ligado à vitamina D do soro-proteína. Em hepatócitos C-25 hidroxilação produz a maior circulaçao de vitamina D, na forma 25-hidroxicolecalciferol, o que é biologicamente inativo em concentrações fisiológicas. No rim, um C-1 novas formas de hidroxilação do hormônio biologicamente ativo, 1,25 – (OH) 2D3 (Holick et al. 1971; Norman et al. 1971). A produção do hormônio é altamente regulado pela necessidade de Ca e P. Latitude e estação do ano afetam a intensidade da radiação solar atingindo a superfície da terra e, portanto, a taxa de síntese colecalciferol (Webb et al. 1988). Em Boston, a pele humana exposta à luz solar não produziu precholecalciferol de novembro a fevereiro, devido à insuficiente intensidade da radiação solar. Mais ao norte Edmonton, Canadá, este período em que não há síntese do precholecalciferol é prorrogadoa partir de outubro a março. Em Los Angeles a síntese do colecalciferol ocorreu ao longo do ano. Indivíduos que vivem no norte, ou latitudes mais ao sul que não comem a vitamina D de alimentos ricos ou suplementos de vitamina D se tornam insuficientes durante o inverno.

Evidência genética para a vitamina D —
hipótese de esclerose múltipla


Evidências consistentes com a hipótese de que a vitamina D pode ser um inibidor natural do MS vem da observação da variação da latitude geográfica (discutido anteriormente), e não dos estudos genéticos e biológicos.
O hormônio exerce a maioria de seus efeitos biológicos, depois de ter sido ligado ao receptor de hormônio da vitamina D (VDR; Haussler et al. 1997). Nova evidência genética indica que um alelo do gene VDR possa estar associados com susceptibilidade MS. Fukazawa et al. (1999) encontraram mais uma representação do gene alelo B (cromossomo 12q14VDR) da MS em pacientes japoneses. Este alelo é distinguido por uma endonuclease, que também está implicado na susceptibilidade ao diabetes mellitus insulino em asiáticos, Indian Asians (McDermott et al. 1997). Nas famílias canadenses Steckley et al. (2000) não foi encontrada associação entre MS e marcadores genéticos no locus VDR, o gene que codifica o próximo 25-hidroxicolecalciferol 1 – -hidroxilase (12q13), ou a vitamina D-locus proteína (4q12). No entanto, o relatório de Fukazawa et al. (1999) indica que um polimorfismo VDR pode contribuir para a susceptibilidade de MS, consistente com a vitamina D – hipótese de MS.

Evidências biológicas da vitamina D —
hipótese de esclerose múltipla

Óleo de peixe é uma fonte rica de colecalciferol, e há provas de que dietas ricas em peixe podem diminuir a incidência e / ou gravidade de MS. Menores taxas de prevalência de MS são encontrados ao longo da costa atlântica da Noruega do que nos interiores (Swank et al. 1952; Presthus, 1960; Westlund, 1970).

Os noruegueses das regiões costeiras consomem em gramas por dia o equivalente a colecalciferol 3 vezes [cerca de 32 • 5] mais do que os indivíduos que vivem no interior (Goldberg, 1974a).

Além disso, em um pequeno ensaio clínico os pacientes de MS ingeriram g de vitamina D / dia, juntamente com o Ca e óleo de fígado de bacalhau 20 g / dia em Suplementos, e Mg, que teriam reduzido a sua taxa de exacerbações de MS (Goldberg et al. 1986). Num segundo julgamento das funções dos nutrientes no sistema imune foi observado que o óleo de peixe também diminuiu os sintomas da MS, EM (Bates et al. 1989).

Esses testes envolveram poucos assuntos e tiveram outras
deficiências metodológicas. No entanto, a disposição de indícios sobre o consumo de óleo de peixe é consistente com MS e vitamina D – hipótese de MS

 

Há provas claras de que a maioria dos pacientes com EM a longo prazo expõe a deficiência de vitamina D, caracterizada por baixa massa óssea e elevados índices de fracturas. O nível soro 25-hidroxicolecalciferol, o melhor indicador de nearterm de nutrição de vitamina D, foi inferior a adequada (<50 nmol / l) em 69% dos pacientes com EM testados (Nieves et al. 7481994). Além disso, pacientes com EM tinham reduzido significativamente a massa óssea em comparação com a sua idade e sexo, comparados aos pacientes saudáveis (Nieves et al. 1994), é indicativo de longo prazo de desnutrição de vitamina D. O estudo constatou que pacientes de MS perderam massa óssea em 3 – a 7 vezes maior e experimentaram a taxa de fraturas em 10 vezes, uma taxa superior à da população (Cosman et al. 1998). Estes resultados indicam consistente hipótese de significativa deficiência de vitamina D de algum tempo existente na maioria dos pacientes de MS. A deficiência de vitamina D representa um fator de risco para MS.
 
Evidências experimentais para a vitamina D —
hipótese de esclerose múltipla

A mais clara evidência de que a vitamina D é um natural inibidor do MS vem de experimentos feitos com o EAE – encefalomielite, do sistema nervoso central como um modelo de MS. A retirada da proteína básica da mielina da medula espinal homogeneamente de ratos, induz a uma doença auto-imune paralítico progressiva, EAE, com fortes semelhanças ao MS (Olitsky & Yager, 1949). Lemire & Archer (1991) e Branisteanu et al. (1995) usaram o modelo da EAE para mostrar que a alimentação com base em uma dieta enriquecida de Ca e com 1,25 – (OH) 2D3 injetado prolongou a sobrevivência de ratos com EAE grave, mas estes tratamentos não inibiram a morbidade e mortalidade da doença. Estudamos EAE remitente-recorrente em camundongos que receberam o pré-tratamento com 1,25 – (OH) 2D3, eliminou a possibilidade de desenvolver EAE, enquanto que o tratamento hormonal no primeiro sinal de sintomas da EAE inibiu a progressão EAE e eliminou completamente a EAE (Cantorna et al. 1996). Quanto mais baixo o nível de Ca na dieta, maior era a dose de 1,25 – (OH) 2D3 necessária para impedir completamente os sintomas e a progressao da encéfalo-mielite EAE, sugerindo que a dieta adequada é importante para inibição da EAE (Cantorna et al. 1999).

Em outros experimentos, foi testada a hipótese de que
1,25 – (OH) 2D3 pode estimular o desenvolvimento de células antiencephalitogenicas que produzem citoquinas (Cantorna et al. 1998). Consistente com essa hipótese, nós detectamos que interleucina é um fator de crescimento transformador transcrito nos linfonodos e no sistema nervoso central de ratos, onde o desenvolvimento da EAE foi impedida, mas não em ratos tratados com EAE. Ocorre que a interleucina e as citocinas têm um forte papel anti-inflamatório na EAE (Johns et al. 1991; Kuruvilla fator transformador de crescimento et al. 1991; Racke et al. 1991; Inobe et al. 1996). Em outros experimentos, com a indução de EAE severa, administrado hormônio ou realizado um tratamento simulado com dieta alimentar e suplementos, analisou-se o sistema nervoso central pela infiltração de células inflamatórias (Nashold et al. 2000). Os ratos tratados não permaneceram severamente paralisados, a maioria dos animais tratados com hormonas recuperou a utilização parcial de ambos os membros posteriores no prazo de 72 h de tratamento com hormônio. O exame de análise histopatológico e citometria de fluxo inflamatório indicaram que cerca de 5 macrófagos foram perdidos desde o sistema nervoso central inflamado no período de tratamento com 1,25 – (OH) 2D3, sugerindo uma possível influência do hormônio sobre o trânsito de células inflamatórias ou apoptose.


Nutrição vitamina D e esclerose múltipla

Se a vitamina D é um inibidor natural do MS, seria razoável fornecer suplementação de vitamina D para os indivíduos
que estão em risco de MS. É de salientar que a suplementação de vitamina D durante a infância, diminuiu significativamente o risco de diabetes mellitus tipo I, uma doença auto-imune (EURODIAB Substudy 2 Study Group, 1999). A reavaliação da nutrição de vitamina D está em andamento, e há uma boa evidência de que o consumo de Vitamina D recomendado atualmente é muito baixo e inadequado (Vieth, 1999). A ingestão inadequada de Vitamina D em g / dia, não impede – para adultos são recomendadas actualmente 5 g/d -, e portanto não é capaz de prevenir a osteoporose e o hiperparatiroidismo secundário (Holick, 1998; Malabanan et al. 1998). Para evitar
hiperparatireoidismo secundário é necessária a concentraçao de 25-hidroxicolecalciferol em soro superior a > 50 nmol / l, (Malabanan et al. 1998). Adultos que vivem ou trabalham em ambientes ensolarados, onde a prevalência de MS é menor, tém níveis de circulação de 25–hidroxicolecalciferol entre 105 e 163 nmol / l (Vieth, 1999). Assim, a concentração em soro de 25-hidroxicolecalciferol ≥ 100 nmol / l pode ser ótimo para evitar MS.  Para manter o soro de 25-hidroxicolecalciferol em cerca de 100 nmol / l, um adulto que não é exposto à luz solar g / d (Vieth, 1999) necessitaria ingerir 100 g / d. Esta estimativa g / d que Goldberg (1974b) calculou, que está entre as 95 g / d e o ensaio clínico de 125 ml de óleo de peixe (Goldberg et al. 1986) podem impedir o MS. As doses muito elevadas de vitamina D podem causar hipercalcemia, que é potencialmente fatal. Assim, um limite superior, seguro e tolerável para a suplementação de vitamina D foi fixado por idade em g / d — para a idade de 1 ano deve ser inferior a 25 g/d (Holick, 1998). No entanto, o painel que estabeleceu este limite negligenciou a informação de que o superior de segurança é limite realmente muito superior. Adultos que vivem ou trabalham em ambientes ensolarados facilmente geram mais > g de vitamina D / d  — 250 g de vitamina D
através de exposição ao sol sem efeitos adversos, portanto, o limite seguro em g / d para o total de nutrição de vitamina D é pelo menos 250, para adultos que estão expostos ao sol (Vieth, 1999). Além disso, todos os casos documentados –casos envolvidos ≥ aportes 1000 (Vieth, 1999) —  de toxicidade hipercalcemica de vitamina D g / precisariam a condição de um adulto que recebe exposição solar. Assim, para os 100 casos estudados sem exposição ao sol seria seguro manter níveis séricos de 25-hidroxicolecalciferol g / d — em cerca de 100 nmol / l — pois é bem inferior a 250 g geradas por adultos que vivem ou trabalham em ambientes ensolarados. 

A suplementação de 100 g de vitamina D / dia, necessárias para evitar o surgimento de MS, é significativamente maior do que a ingestão necessária para evitar o raquitismo, uma doença óssea metabólica atribuível à deficiência da vitamina D. A ingestão de vitamina D recomendada em g / dia para evitar o raquitismo nas crianças (0-18 anos) que vivem nas latitudes do extremo norte (Holick, 1998) é de 5 g / d.

 

É interessante notar que as geografias de raquitismo (Hess, 1929) e MS são muito semelhantes, a geografia do aquitismo levou Sniadecki (citado por Holick, 1995) para sugerir em 1822 que o sol pode curar o raquitismo. Lamentavelmente, diz Hayes, o raquitismo continuou a aleijar crianças por um século inteiro antes de investigadores demonstrarem os benefícios da luz solar ou óleo de fígado de bacalhau (Hess & Unger, 1921; Chick et al. 1922). Hoje o óleo de fígado de bacalhau tornou-se a proteção do “inverno” para as crianças que vivem em latitudes setentrionais.

A evidência de que a vitamina D pode ser um inibidor natural de MS é irresistível. Examinando o benefício da suplementação de vitamina D para a prevenção de MS, a recusa desta verdade vai exigir um grande esforço por parte da comunidade científica, mas é claramente justificada diante dos atuais investimentos político-economicos.

Agradecimentos

Este trabalho foi indexado pelo National Multiple Sclerosis
Sociedade Grant RG 3107-A-2.

Referências Obrigado por enviar a sua sugestão para o Google Tradutor.

 

Acknowledgements

This work was supported by the National Multiple Sclerosis

Society Grant RG 3107-A-2.

 

 

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© Nutrition Society 2000

 —

A Cura e prevenção ocorrem por terapia natural. Suplementação de vitaminas, dieta alimentar

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha em junho de 2012

http://www.youtube.com/watch?v=cIwIWim4hNM&list=UU5grjCGNi25VAR8J0eVuxVQ&index=4&feature=plcp

As células-tronco de embriões nunca foram necessárias para “curar”. Esta foi a grande mentira milionária de uma Medicina meramente comercial, industria farmaceutica e laboratórios multinacionais e clínicas – inclusive abortistas.

por Cristiane Rozicki

Os tecidos de fetos ou embrioes são usados em várias indústrias, desde as cosméticas, passando pelas de plásticas, até de medicamentos e transplantes, as injeções de células-tronco.

 

Solo le pido a Dios
Que el dolor no me sea indiferente.

 

A Cura e prevenção ocorrem por terapia  natural. Suplementação de vitaminas, dieta alimentar. O estado metabólico, depressão, alimentação e outros dados relativos á neurodegeneração.

 

 

  1. Durante muito tempo, na história da e.m., ouviu-se teses de que era doença geneticamente transmissível, ou que a esclerose múltipla poderia ser causada por um vírus, ou, ainda, que o vírus que levava ao desenvolvimento da esclerose múltipla estaria relacionado e advinha de epidemias tais como o sarampo e a catapora, ambas graves e infecciosas. Muitas dúvidas sem respostas que causavam verdadeiro estresse emocional aos doentes, uma aflição, por não se saber o que pensar e nem como agir.

  1. Alguns médicos até advertiam da necessidade do uso de vitaminas do complexo B, e outra medicação cara, valores altos em dinheiro.

  1. A esclerose múltipla é doença antiga, fim de 1800 ou início de 1900 quando surgiu notícia. Eram projetadas vacinas, um tema recente. Em mais ou menos 1995, uma vacina com células de porcos, assim como também existiu a idéia (que foi colocada em prática) de que pessoas com males do sistema nervoso central deveriam passar por terapias com choques elétricos (médicos nazistas também trabalharam com eletricidade). Já se viu de tudo. Choques elétricos foi passagem familiar. E, por fim, até a teoria de um tumor no encéfalo. Apenas na dec. de 90 surgiu a ressonância magnética. Com o diagnóstico de esclerose múltipla pararam de investir na idéia de que o mal neurológico era meramente psicológico. Mas, depois disso tudo, vingou a idéia de doença auto-imune. Daí os imunosupressores, interferon e rebif.

  1. Sofrimento emocional. Agonia mental que dizem deve-se disciplinar para não atingir o físico. Disciplinar o sofrimento parece impossível realizar. Claro que o físico acaba sendo atingido.

  1. Alimentação passou a ser difícil. Desde 1990 era possível perceber como alguns alimentos proporcionavam mal-estares tais como cansaço, fadiga, diminuição da mobilidade e alergias aparentes na pele. O pior era a carne vermelha, açúcar, adoçantes, bebidas artificiais, álcool, frituras e gorduras de origem animal e agora até o café.

  1. No entanto, desde 2003 com certeza,  já se sabe que doenças neurodegenerativas, e.m., assim como o mal de Parkinson, não são doenças transmissíveis e não são causadas por vírus. Na verdade, trata-se de algo simples e de fácil solução. A neurodegeneração é  resultado de distúrbio metabólico.

  1. Há meio de prevenir a degeneração do sistema nervoso central: basta exame de dosagem de vitaminas do complexo B no sangue, a Riboflavina, por exemplo – no caso da doença de Parkinson, e a eliminação de outros fatores desencadeantes das doenças: evitar o desgaste emocional e eliminar da dieta alimentar a carne vermelha.

Referencias:

Dieta livre de carne e rica em vitamina B2.

COIMBRA, CÍCERO GALLI.  Phd., Médico Neurologista e Professor Livre-Docente. Departamento de Neurologia e Neurocirurgia – Universidade Federal de São Paulo – Unifesp/EPM.

Dieta livre de carne e rica em vitamina B2 pode regredir Parkinson. Neurologia – Jornal da Paulista – ano 16 – n. 179 – Maio/2003.
http://www.unifesp.br/comunicacao/jpta/ed179/pesquisa4.htm

“Dieta livre de carne e rica em vitamina B2 pode regredir Parkinson. Estudo revela que portadores da doença apresentam deficiência da vitamina e ingerem muita carne vermelha; nova dieta fez com que a recuperação média motora dos pacientes saltasse de 44% para 70% em apenas três meses de tratamento”.

A “[…] situação fundamental é a mesma: a existência de um distúrbio metabólico evidente e corrigível, capaz de explicar os eventos fisiopatológicos conhecidos, e cuja correção pode deter a progressão da doença (interrompendo a continuidade da morte neuronal crônica, recuperando células neuronais já afetadas pelo processo neurodegenerativo – mas que não atingiram ainda o ponto de irreversibilidade), promover a recuperação total em casos de início recente, ou ao menos parcial das deficiências neurológicas nos casos mais avançados (minimizando seqüelas permanentes) e impedir a morte […]”.

Disponível em: http://www.unifesp.br/dneuro/nexp/riboflavina/c.htm

Parkinson – riboflavin and the elimination of dietary red meat promote the recovery

Abstract:
“Abnormal riboflavin status in the absence of a dietary deficiency was detected in 31 consecutive outpatients with Parkinson’s disease (PD), while the classical determinants of homocysteine levels (B6, folic acid, and B12)… received riboflavin orally (30 mg)”.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-879X2003001000019&lng=pt&nrm=iso
Brazilian Journal of Medical and Biological Research
ISSN 0100-879X. COIMBRA e JUNQUEIRA.

How a 52-year-old Parkinson’s Disease Sufferer and Naturopath Banished all the Frustrating Symptoms of this Cruel Condition from his Body.  Naturally!

John Coleman’s Video

disponível em

http://www.parkinsonsrecoveryprogram.com/parkinsonsrecoveryprogram.html

O texto fala sobre o fim do estresse, a mudança de alimentação, e nutrientes, mudança total do estilo de vida, para a recuperação da doença. A neurodegeneração tratada é Parkinson. Stop Parkin and Start Living. A página tem 2 vídeos.

http://www.parkinsonsrecovery.com/startliving/

From: Robert Rodgers, Ph.D.
Sent: Friday, July 11, 2008 8:16 PM
Subject: Vitamin and Mineral Deficiencies in the Body

Parkinsons Recovery
Vitamin and Mineral Deficiencies in the Body

There is a compelling reason why you may not be
feeling as energetic as you would prefer. That reason
simply put is that your body is not getting the nutrition that it needs to be fully functional.

Why is this the case, particularly if you are the kind
of person who eats healthy food? We do not get some of the vitamins and minerals our bodies need
to function well from the food we eat.

Production systems for food have changed dramatically over the last several decades. Processing of food strips out some of the minerals and vitamines our body needs the most. What our body needs to function well is not necessarily available in the food sold at grocery stores. Let me give you a few examples.

The first is Vitamin D3. Vitamin D3 is actually what you get when you get sunshine. The effects of sunshine last about 2-3 months. In the wintertime – particularly for those of us that live in the Northwest –  we can easily get depressed.

The reason is that our bodies are deficient in the vitamin created by sunshine. Under such circumstances our body needs more Vitamin D3 which (as it turns out) is actually available at pharmacies.

A second common deficiency in food is Iodine (or salt). Interestingly enough, foods don’t have enough Iodine in order for our bodies to perform their basic tasks. Deborah and I are currently taking supplement of Iodoral which is an Iodine Potassium supplement.

Third, we know that a reason why people are often fatigued is because of an overall deficiency in minerals and specifically magnesium. Many diseases are actually related to mineral or vitamin deficiencies. Health food stores have a variety of mineral and vitamin supplements to evaluate for potential use.

Consider the possibility of testing your body to assess any deficiencies that might exist in your body. After getting the results, make it a point to work with your doctor to bolster up your deficiencies so that your body can return to full health and wellness.”

 

Robert Rodgers, Ph.D.
Parkinsons Recovery
© 2008 Parkinsons Recovery
Zero Point Healers, 7722 Cooper Point Rd NW, Olympia, WA 98502, USA
http://www.aweber.com/z/r/?rMxMTCwstCxMjCycrGzstGa0jCyMLMwMbA

 

  1. Distúrbios Metabólicos, Estresse Emocional, Nutrientes. Neurogénese. A evolução da doença degenerativa sem os cuidados necessários pode fazer uma realidade assustadora em poucos anos de vida.

A Ciência e a medicina sabem que o corpo humano cria todos os dias neurônios e células-tronco. É verdade, acontece a neurogênese. A neurogenese permite a juventude e regeneração sonhadas. De um modo muito natural, a preservação do corpo humano e do cérebro acontecem. Os artigos são científicos e médicos, e estes trabalhos estão à livre disposição de qualquer leitor da internet, pode-se ver.

8.1. VIVA SAÚDE.  O estresse e o mal de Parkinson
Um novíssimo estudo aponta que a tensão emocional influencia no desenvolvimento dessa doença neurológica, que afeta os movimentos e causa tremores no corpo

http://revistavivasaude.uol.com.br/Edicoes/11/artigo5894-1.asp

8.2. A fadiga pode ser agravada não apenas pelo curso da Esclerose Múltipla propriamente, mas pela depressão, ingestão de alimentos pesados, elevação de temperatura. A depressão pode conduzir você ao afastamento de atividades recompensantes e conduzi-lo a escassos contatos sociais com amigos, levando-o a reduzir suas atividades físicas e seu bem estar.

Esclerose Múltipla – Karla Adryana Diniz Meireles

Em: http://www.geocities.com/doug_unesp/esclero.htm

8.3. ASPECTO NUTRICIONAL: SUPLEMENTO ALIMENTAR. Sítio canadense de e.m. – DIRIGIR-MS Estratégias ES.

Sítio canadense de e.m.
Fatores nutricionais e esclerose múltipla.
Nutritional Factors and Multiple Sclerosis
http://www.direct-ms.org/

GENERAL INFORMATION FOR EVALUATING SUPPLEMENTS

National MS Society | Brochure: Vitamins
http://www.nationalmssociety.org/Brochures-Vitamins.asp

Brochures

Vitamins, Minerals, and Herbs in MS
An Introduction
by Allen Bowling, MD, PhD
and Thomas Stewart, JD, PA-C

INTRODUCTION

This booklet focuses on the use of popular vitamins, minerals, and herbs by people with multiple sclerosis (MS). The use of these supplements is one form of complementary and alternative medicine, which we’ll call CAM.

CAM is difficult to define, in part because its contours continually shift. One definition describes CAM as therapies that are not commonly taught at U.S. medical schools nor commonly available at U.S. hospitals. Almost by definition, then, this booklet explores controversial and incompletely studied treatments.

Accordingly, this booklet is not intended to be a primary source for understanding the standard, evidence-based, treatment of multiple sclerosis. Rather, it is intended for those who already use, or at least understand, the benefits of mainstream medical interventions. Over the last decade, medications have been developed that modify or slow down MS. The majority of people with MS should be using one of these medications under the supervision of a physician with expertise in treating MS.

Despite these medications, MS remains a chronic disease that is sometimes relatively benign, but sometimes frighteningly unpredictable. For this and other reasons, many people with MS use some forms of CAM therapy. Most, but not all of them, use CAM therapies in addition to, rather than instead of, medical treatments. That means that CAM therapies are usually used in a complementary, rather than an alternative, manner. Taking dietary supplements is one of the most popular CAM treatments.

Most treatments, including the ones listed in this booklet, have risks associated with them. This booklet will identify some of the risks associated with selected vitamins, minerals, and herbal supplements in MS. However, because of a lack of well-conducted scientific studies and the enormous variation in individual clinical situations, not all risks can be identified. Readers should always discuss their personal situation with their physician before using any CAM therapy.

In “General Information for Evaluating Supplements” below, we provide some basic information that relates to supplements generally, and, in “Specific Information about Select Vitamins, Minerals, and Herbs” below, we offer more detailed information relating to some of the most commonly used vitamins, herbs, and minerals.

For additional information on supplements and other forms of CAM, see the section on references below. The information presented here was developed through the Complementary and Alternative Medicine Program of the Rocky Mountain MS Center, in Englewood, Colorado.

GENERAL INFORMATION FOR
EVALUATING SUPPLEMENTS

To weigh the pros and cons of dietary supplements fairly requires a basic understanding of the role of the immune system in MS. Thoughtful supplementation also requires an understanding of evidence about safety and effectiveness, dosing issues, and the law relating to supplements.

In MS, the immune system actively damages myelin, the protective covering of nerves in the brain and spinal cord—the central nervous system. Most treatments for MS involve the attempt to down-regulate the immune system. All supplements should be considered in light of their potential effects on the immune system.

The details of the immune system are very complex, but in general it may be best to assume that in MS, immune stimulation may be dangerous and immune down-regulation may be beneficial. Accordingly, supplements that are supposed to “boost” or “improve” immune function may be the worst choice for people with MS.

Unfortunately, the immune effects of many supplements are poorly understood. Often the use of supplements requires users to make reasonable inferences based on limited evidence. However, inferences may seem reasonable and still be mistaken.

Often what is used to support the use of supplements is simply a story, sometimes called “anecdotal evidence”. This is the least reliable of all the various kinds of evidence. Particularly in MS, where symptoms come and go unpredictably, improvement in symptoms may appear to be related to the use of supplements, when it is not.

The best evidence is generally obtained from carefully controlled trials among a large group of people with MS. Another source of evidence is animal studies. These studies can be helpful, but may also be misleading. Evidence can also be obtained from experiments done in laboratories. Again, these studies are helpful, but can’t be considered definitive in any way.

Dose is always a critical factor in any medication, and more is not always better. Supplements may have different effects depending on the size of the dose that is taken. While a small amount of certain supplements may be useful, larger amounts may be dangerous. Proper dose should always be considered before beginning supplementation. And therein lies a current difficulty.

The Dietary Supplement Health and Education Act of 1994 (DSHEA) has important implications for users of supplements. Unlike some other countries, the U.S. federal government does not regulate supplements as it does drugs. Under DSHEA, sellers of supplements are not required to meet rigorous quality standards or to prove the effectiveness of their products. This means it is not easy to be certain of the amount of active ingredient in many herbal supplements. Users of any supplements should exercise caution regarding marketing information from the seller.

SPECIFIC INFORMATION ABOUT SELECT
VITAMINS, MINERALS, AND HERBS

The number of available vitamins, minerals, and herbs is too great to catalogue here. This booklet reviews only a few vitamins, minerals, and herbs that are most popular with people with MS.

Vitamins
Vitamins are chemicals without caloric content that are necessary for health. With the exception of vitamin D, we must obtain them from dietary sources.

The Food and Nutrition Board of the National Academy of Sciences has established a recommended daily allowance (RDA) or adequate intake (AI) for vitamins. In general, the RDA used in this text refers to the guidelines established for those who are 19-50 years old, without considering other factors, such as breast-feeding and pregnancy. The RDA or AI represents the minimum amount for each vitamin that we should obtain from our diet on a daily basis. On that point, there is little disagreement.

On the other hand, the question of whether larger doses of vitamins are beneficial is controversial. Vitamins do not function in isolation from one another, but rather work in careful balance. Accordingly, a high concentration of one vitamin might cause a relative deficiency of another.

Dietary sources of vitamins, such as fruits and vegetables, appear to be preferable to vitamin supplements. Perhaps this is because fruits and vegetables contain vitamins in useful proportions, as well as fiber, minerals, and other unidentified chemicals found in plants that together play a role in good nutrition and disease prevention.

Vitamins that are of particular relevance to people with MS are vitamin D, the antioxidant vitamins, and vitamin B12. A description of each follows.

Vitamin D
Vitamin D is a hormone, or chemical messenger, in the body. Dietary sources of vitamin D include fish and fortified foods, such as dairy products and breakfast cereals.
Vitamin D is produced in the skin in response to sunlight, but this production is limited by geographic location, skin pigmentation, and season. Some researchers have studied populations and suggested that there is a correlation between low vitamin D levels and MS.

Scientific studies indicate that vitamin D alters immune function in a way that may be desirable in MS. In addition, a handful of studies using an animal model of MS provide further support for the idea that vitamin D plays a protective role in MS.

One recent, large-scale study involving nurses suggested that those who had highter vitamin D intakes, in the form of multivitamin supplements, may have had a reduced risk of developing MS. However, this study did not determine whether vitamin D can have a positive impact on the course or severity of MS in people who already have the disease. Further research is necessary to clarify these findings.

A much better understood role for vitamin D among people with MS relates to its part in maintaining bone density. There is increasing awareness that low bone density (osteoporosis) may be under-diagnosed in many people, including those with MS. Importantly, many people with MS have risk factors for developing osteoporosis:

  • female gender

  • decreased physical activity

  • decreased exposure to sunlight

  • frequent treatment with steroids

People with MS who have these risk factors may wish to consider having bone density tests and taking supplements of vitamin D and calcium (see page 19). Recommended intake of vitamin D is 200 to 600 IU daily. Doses greater than 2,000 IU daily may cause toxic effects, and should not be used unless prescribed by a physician.

 

 

The Antioxidant Vitamins
A free radical, also called an oxidant, is a molecule that contains an unpaired electron. The unpaired electron is highly unstable and generally allows the molecule to react with other nearby substances. The antioxidant vitamins include vitamin A (or its safer form, beta-carotene), vitamin C, and vitamin E. As the name implies, antioxidants tend to decrease the damage caused by oxidants or free radicals. Antioxidant vitamins are generally available in fruits and vegetables.

Preliminary evidence suggests that the damage caused by free radicals may be involved in the disease process in MS. A few studies using an animal model of MS suggest that antioxidants may even be therapeutic. But the value of these animal studies is limited. There are no well-documented published studies of people with MS that show a clinical benefit related to antioxidant supplements.

The safety of taking antioxidants for people with MS has not been established either. One small, five-week study indicates that antioxidants are safe for people with MS, but the study is too small and short to be conclusive.

There is an important theoretical risk to consider. Antioxidant vitamins stimulate the immune system in laboratory experiments and in some groups of people. In MS, where an overactive immune system appears to be part of the disease process, stimulation may be dangerous.

In summary, there is limited evidence suggesting that antioxidants may be beneficial, and there is also some evidence suggesting potential harm.

The most reasonable course may be for people to obtain antioxidants by eating 2-4 servings of fruits and 3-4 servings of vegetables every day. If antioxidant supplements are used, it may be best to use them in moderation.

 

 

 

 

Specific Issues Regarding the Antioxidant Vitamins

  • Vitamin A and Pregnancy—Vitamin A is necessary for vision and promotes normal growth and differentiation of cells in the body. Vitamin A is fat soluble, and is found in liver, eggs, and cod liver oil.

Fat soluble vitamins are stored in the body and high levels may accumulate over time. The RDA for women and men is 2,300 and 3,000 IU per day, respectively. In general, people should avoid doses in excess of 10,000 IU per day. Some studies have concluded that vitamin A in amounts greater than 10,000 IU may produce birth defects. Pregnant women taking cod liver oil (which contains vitamin A) must use caution to ensure that they are not consuming excessive amounts. In general, pregnant women should obtain vitamin A in the form of beta-carotene found in fruits and vegetables.

  • Vitamin C and Urinary Tract Infections—Vitamin C, also known as ascorbic acid, plays a role in building and maintaining body tissues. Vitamin C is readily available in foods such as citrus fruits and tomatoes. The RDA for this vitamin is 90 milligrams for men and 75 milligrams for women under normal circumstances. The RDA for smokers is an additional 35 milligrams.

For a variety of reasons, people with MS tend to be at an increased risk for urinary tract infections. Some people supplement with vitamin C to reduce that risk. The theory in support of that practice is that vitamin C supplementation can acidify the urine, thereby creating a challenge to infection-causing bacteria. However, the weight of evidence suggests that vitamin C does not acidify urine. There is more evidence to support the use of cranberry (see below) to prevent urinary tract infections than there is for vitamin C.

Whether a higher intake of vitamin C is beneficial is controversial. The proper dose of vitamin C (and all other vitamins) for people with MS is unresolved. Some authorities believe that daily doses greater than 1,000 milligrams may cause diarrhea or kidney damage.

  • Vitamin E and Polyunsaturated Fatty Acids (PUFAs)—Vitamin E prevents oxidative damage to cell membranes or linings and can be obtained from vegetable oils, fruits, vegetables, nuts, and meat. The RDA for vitamin E is 22.5 IU for both men and women.

The body’s requirements for vitamin E increase as the intake of polyunsaturated fats (PUFAs) in the diet increases. This is relevant to MS because some people increase their consumption of PUFAs in the hope that PUFAs are beneficial in MS.

In general, the additional amount of vitamin E needed in diets that are high in PUFAs is quite low: approximately 0.6 to 0.9 additional IU of vitamin E is needed for each additional gram of PUFA. This means that a person consuming 25-30 grams of PUFAs daily needs 15-27 IU of vitamin E daily.

Daily vitamin E doses greater than 1000 IU should be avoided. Consuming substantially lower doses of vitamin E (in the range of 100 IU or less) may be preferable in light of the unresolved questions about the immune effects of vitamin E in people with MS.

 

 

Vitamin B12
Vitamin B12 is found in eggs, meat, poultry, shellfish, and dairy products. The RDA for vitamin B12 is 2.4 micrograms/day for both men and women. Also known as cobalamin, vitamin B12 is required for the production of red blood cells and for proper function of the nervous system.
In fact, a severe vitamin B12 deficiency produces neurological symptoms similar to those seen in people with MS.

A variety of observations have suggested that there may be a relationship between B12 levels and MS. For example, people with MS have low levels of vitamin B12 in their blood more frequently than the general population. Some have unusually large red blood cells. This can sometimes be caused by low vitamin B12.

For all people with MS to supplement with vitamin B12 on the basis of these associations would be a mistake. However, B12 deficiency can be evaluated through a blood test. People with low levels should consider vitamin B12 supplementation. For other people with MS, there is no evidence that vitamin B12 either improves neurological symptoms or favorably alters the course of the disease.

Minerals
Minerals are elements widely distributed in nature that perform diverse and critical roles in human health and disease. The potential roles of selenium, calcium, and zinc are considered here.

S
e

Selenium
Selenium is a mineral that has antioxidant effects. For a brief review of the relevance of antioxidants in MS, see the section on antioxidant vitamins on page 12. As with the other antioxidants, it is difficult to determine the exact effect that selenium has on people with MS. Good sources of selenium include seafood, legumes, whole grains, low-fat meats, and dairy products.

Some studies indicate that selenium levels may be lower in people with MS than in the general population. Partly based on that observation, some have speculated that increased amounts of selenium might have beneficial effects in people with MS.

However, in a study using laboratory animals, selenium supplementation worsened an MS-like disease. In one five-week human study, selenium supplementation seemed to be safe. However, that study was too short and involved too few people to reliably assure safety. Furthermore, selenium may increase the immune response, which may be undesirable in people who have MS.

For adults over the age of 19 the RDA of selenium is 55 micrograms. Until more information is available, it may be best for people with MS to obtain selenium from foods or to use selenium supplements only in moderation. Toxic effects may occur with daily doses greater than 200 micrograms.

 

C
a

Calcium
Important in the formation of teeth and bone and in the regulation of many body processes, calcium is the most abundant mineral in the human body. Good food sources for calcium include dairy products, eggs, and green leafy vegetables.

An old hypothesis about the cause of MS connected it to calcium intake. Based on the studies of populations, the incidence of MS appeared linked to high intake of milk during childhood followed by a large or sudden reduction in milk drinking during adolescence. Very little evidence supports this hypothesis.

On the other hand, calcium is a critically important supplement for those who are at risk for very thin bones, or osteoporosis. As indicated in the section on vitamin D above, many people with MS have risk factors for osteoporosis.

People between the ages of 19 and 50 should consume 1,000 mg of calcium in the diet. Daily doses greater than 2,500 milligrams should be avoided.

 

Z
n

Zinc
Zinc is a mineral that plays a role in many different processes in the body. The results of limited studies of MS and zinc are unclear.
Some studies indicate that zinc levels are low in people with MS. Other studies indicate that zinc levels are high in MS, that zinc may activate the immune system, and that zinc supplementation may worsen an animal model of MS.

The RDA for zinc is 11 mg for men and 8 mg for women. Given the uncertainties about zinc and MS, it would seem preferable for people with MS to avoid doses of zinc in excess of the RDA.

Herbs
The word herb generally refers to a plant, or part of a plant, used for medicinal purposes. Herbs, like drugs, interact with the cells of the body and can sometimes produce changes in body processes. The changes produced by both herbs and drugs may be beneficial, but they may also be harmful.

To minimize the risk of harmful side effects, herbs should only be used with caution. Herb users should be aware of proper dosing, potential side effects, and potential drug-herb and herb-herb interactions. It is important to recognize that there are many unknown aspects to herbs. Specifically, herbs contain many different chemicals. Their effects on the body, on different diseases (such as MS), and on drugs have not been fully determined. In addition, the quality and composition of herbal preparations currently marketed in the United States are extremely variable.

The six herbs described below are among those commonly considered to have potential relevance to people with MS.

Ginkgo Biloba
Ginkgo comes from one of the oldest tree species and has been used in China for medicinal purposes for thousands of years. There is some limited evidence to support ginkgo’s ability to improve cognitive function among older people with mild to moderate dementia. There is no evidence that it improves memory or concentration in healthy adults or people with MS.

Ginkgo is an antioxidant (the function of antioxidants is discussed above). It also inhibits a substance known as platelet activating factor (PAF). By inhibiting PAF, ginkgo can cause a decrease in the activity of certain immune cells. These activities provide theoretical support for the use of ginkgo to treat MS.

Ginkgo has been studied in both the animal model of MS and in people with MS. In the animal model, ginkgo decreased disease activity. Two studies have been done in people. One suggested a benefit, but the larger of the two trials suggested no benefit. In that study, ginkgo was used to treat exacerbations, or attacks, of MS. The study did not consider whether ginkgo might have a role in preventing attacks or in improving MS-related cognitive dysfunction.

Few serious side effects with ginkgo supplementation are known. Ginkgo may inhibit blood clotting and therefore should be avoided by people with bleeding disorders, those who take blood-thinning medications, and those who plan elective surgery. In all cases, regular ginkgo use should be reported to all health-care providers.

 

 

Echinacea
Echinacea, an extremely popular herb, is a flowering plant native to North America and a member of the daisy (Asteraceae) family.
Of the three species available, the best studied is echinacea purpurea.

Echinacea is generally used to treat the common cold. Some studies suggest that it may be helpful for decreasing the duration and symptoms of the common cold. But many studies of echinacea have been criticized by scientists for being poorly designed and performed. No definitive conclusion can be drawn regarding the efficacy of echinacea to treat colds.

Because viral respiratory infections may be linked to exacerbations or acute attacks of MS, treating colds with echinacea is an appealing strategy. The problem is that echinacea may stimulate the immune system. This is a theoretical risk for people with MS because their immune systems are already inappropriately stimulated. No study has been done to investigate this theoretical risk in people with MS.

 

 

St. John’s Wort
St. John’s wort is a yellow flower that grows in many parts of the world. It is generally used as an antidepressant. Many studies indicate that St. John’s wort indeed has antidepressant effects. However, the claim was not supported by data from the first large-scale multicenter clinical trial of St. John’s wort versus an inert placebo or Zoloft. This trial, conducted by the National Institute of Mental Health, National Center for Complementary and Alternative Medicine, and the federal Office of Dietary Supplements, was completed in 2002. It concluded that St. John’s wort is not effective in treating major depression of moderate severity. The NIMH and cosponsors are now planning to study the herb in people with mild depression.

St. John’s wort is generally well tolerated and no reported study has identified effects on the immune system that could be concerning to people with MS.

Interaction with other medications is one important risk of using this herb. St. John’s wort appears to alter the body’s metabolism of certain drugs, which may include birth control pills and drugs commonly used to treat heart disease, seizures, certain cancers, and depression. Medications taken by people with MS that could possibly be affected by St. John’s wort include amitriptyline (Elavil), nortriptyline (Pamelor), carbamazepine (Tegretol), phenobarbital, phenytoin (Dilantin) and primidone (Mysoline).

There is a relatively high incidence of depression among people with MS. It is important to recognize that depression should not be self-diagnosed or self-treated. If you think that you may be a candidate for treatment with St. John’s wort, you should first seek a professional evaluation. St. John’s wort is not suitable for anyone with severe depression.

 

 

Valerian
The unpleasant-smelling root of a flower called valerian is sometimes used as a sleep aid. (It is also sometimes used in root beer!) People with MS may have difficulty sleeping, and difficulties with sleep may contribute to MS-related fatigue. Thus, a sleep aid may be very useful to some people with MS.

A few well-designed trials not involving people with MS show that valerian can decrease the amount of time required to fall asleep without residual feelings in the morning. Valerian is usually well tolerated. However, its immune effects have not been studied.

People with fatigue should consider the possibility that their fatigue may worsen when they take valerian as it may have a lingering sedating effect. Also, valerian may increase the sedating effects of prescription medications such as diazepam (Valium), baclofen (Lioresal), and tizanidine (Zanaflex).

 

 

Asian Ginseng
Asian ginseng, also known as Panax ginseng, has been used for centuries by the Chinese for its supposed ability to enhance physical performance and resistance to stress and aging. The evidence in support of these vague claims is not very strong. One clinical study supported the use of ginseng to enhance quality of life, and another study showed an improvement in the speed of mathematical computations among college students. But other studies have failed to find benefits.

An herb that increases energy and strength would be of great use to people with MS who sometimes suffer from debilitating fatigue. Although some evidence suggests ginseng might be safe in people with MS, other experiments raise the possibility that ginseng may stimulate the immune system in ways that may be detrimental to people with MS. In short, there is too little evidence to conclude whether ginseng is safe for people with MS or not, and nothing to indicate that it improves energy or strength.

 

 

Cranberry
Cranberry is grown in bogs in North America for juice, jelly, and seasonal decorations. Many people use the ripe fruit from this plant to prevent or treat urinary tract infections.

Evidence suggests that cranberries prevent bacteria from sticking to the cells that line the urinary tract. This unique action of cranberry is attributed to two compounds, fructose (a type of sugar), and another chemical known as proanthrocyanidin. Recently published preliminary evidence suggests that cranberry may also kill bacteria directly.

Cranberry has very few side effects. Therefore, using cranberry tablets or juice to prevent urinary tract infections is probably reasonable. Increased fluid intake and improved hygiene may also be helpful preventive measures.

Cranberries should never be used to treat existing urinary tract infections. Urinary tract infections can have serious consequences for people with MS. Urinary tract infections require immediate antibiotic treatment from a physician to get them under control quickly.


CONCLUSION

People with MS and other chronic diseases often consider using complementary and alternative medicine (CAM). Doing all that one can to live well with MS is reasonable, but the use of CAM implies that people accept important responsibilities as well.

Nowhere in this booklet do we recommend any particular treatment. Rather, the pros and cons for each are described as well as space and available data permit. As with most CAM treatments, the evidence regarding dietary supplements is inconclusive. The lack of better evidence is frustrating. Nevertheless, an inquiry into CAM can also be rewarding.
It may help restore a sense of control and hope to people who are struggling with an unpredictable disease. Hope and a good quality of life are tightly linked, and both should be cultivated.

We hope this booklet provides enough useful and specific information to allow more informed decision-making about the supplements we described. Just as importantly, we hope that it provides a framework for thoughtful consideration of other CAM treatments not discussed here.

REFERENCES

Web sites

  • The National MS Society offers local referrals, education programs, counseling, self-help groups, and other booklets and brochures on MS.

  • Regularly updated information focused on CAM and MS is available on an interactive Web site at www.ms-cam.org. This site is managed by the Rocky Mountain MS Center.

Non-technical books
There are many non-technical books on CAM. One book that specifically deals with CAM and MS is:

  • Bowling A.C. Alternative Medicine and Multiple Sclerosis. New York: Demos Medical Publishing, 2001. Web site: www.demosmedpub.com. Tel: 800-532-8663.

Other non-technical books with objective general information on dietary supplements and CAM are:

  • Dillard J., Ziporyn T. Alternative Medicine for Dummies. Foster City, CA: IDG Books Worldwide, Inc., 1998.

  • Steven Foster and Varro E. Tyler, PhD, Tyler’s Honest Herbal: A Sensible Guide to the Use of Herbs and Related Remedies. Binghamton, NY: Haworth Press. Web site: www.haworthpressinc.com. Tel: 800-HAWORTH.

Note: The above-mentioned books may be available for loan at your local chapter of the National MS Society, or at your public library.

Technical References
Detailed technical references include:

  • 2004 Physicians’ Desk Reference for Nonprescription Drugs and Dietary Supplements, Thomson Healthcare, NJ. Web site: www.pdrbookstore.com; Tel: 800-232-7379.

  • Physicians’ Desk Reference for Herbal Medicines, Second Edition, Thomson Healthcare, NJ. Web site: www.pdrbookstore.com; Tel: 800-232-7379.

  • Bowling, A., Stewart, T. Current complementary and alternative therapies for multiple sclerosis. Current Treatment Options in Neurology, 5:55-68, 2003.

  • Ernst, E., Pittler, M.H., Stevinson, C., White, A. The Desktop Guide to Complementary and Alternative Medicine: An Evidence-Based Approach. London: Mosby, 2001.

  • Fetrow, C., Avila, J. The Professional’s Handbook of Complementary and Alternative Medicines. Springhouse, PA: Springhouse Corp., 2003.

  • Fragakis, A.S. The Health Professional’s Guide to Popular Dietary Supplements. Chicago, IL: The American Dietetic Association, 2003.

  • Jellin J.M., Batz F., Hitchens K., et al. Natural Medicines Comprehensive Database. Stockton, CA: Therapeutic Research Faculty, 2002.

Sources of information on health fraud

  • National Council Against Health Fraud, 119 Foster Street, Peabody, MA 01960. Tel: 978-532-9383. Web site: ncahf.org.

  • Quackwatch. Web site: www.quackwatch.com.

Federal government sources

  • Federal Trade Commission, Consumer Response Center, 600 Pennsylvania Avenue, NW, Washington, DC 20580. Tel: 877-FTC-HELP (877-382-4357). Web site: www.ftc.gov. Investigates false advertising.

  • Food and Drug Administration, 5600 Fishers Lane, Rockville, MD 20857. Tel: 888-463-6332. Web site: www.fda.gov. In 1988, the FDA established the National Health Fraud Unit to fight medical fraud. This unit helps coordinate federal, state, and local regulatory actions against fraudulent products and practices.

  • National Center for Complementary and Alternative Medicine Clearinghouse, P.O. Box 7923, Gaithersburg, MD 20898-7923. Tel: 888-644-6226. TTY: 866-464-3615. Web site: nccam.nih.gov. E-mail: info@nccam.nih.gov.

  • U.S. Postal Inspection Service, 475 L’Enfant Plaza, SW, Washington, DC 20260-2100. Tel: 202-268-4267. Web site: www.usps.gov/postalinspectors. Monitors products purchased by mail.

 

 

 

 

For additional information

Putting the Brakes on MS (Society brochure)

Complementary and Alternative Medicine

Managing MS Through Rehabilitation (Society brochure)

 

 

 

Allen Bowling, MD, PhD, is the Director of the Complementary and Alternative Medicine Program at the Rocky Mountain MS Center, and Clinical Assistant Professor of Neurology at the University of Colorado Health Sciences Center.

Thomas Stewart, JD, PA-C, is a certified physician assistant and is the Associate Director of the Complementary and Alternative Medicine Program at the Rocky Mountain MS Center.

Cover photograph by Bill Stanton.

This publication is supported by contributions to the National Multiple Sclerosis Society from its members and friends.

Reviewed by members of the Client Education Committee of the National Multiple Sclerosis Society’s Medical Advisory Board.

 

 

 

Copyright © 2004 National Multiple Sclerosis Society

 

8.4. Defesas Celulares e a vitamina do Sol. Scientific American, edição 67 – Dezembro 2007. Cientistas reconhecem que a vitamina D faz mais que contribuir para o fortalecimento dos ossos. Mas a maioria das pessoas não a obtém em quantidades satisfatórias. Essa deficiência estaria contribuindo para o avanço de doenças mais graves.

http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/defesas_celulares_e_a_vitamina_do_sol.html

8.5. Mistérios do Cérebro – A relação com os alimentos. http://globoreporter.globo.com/Globoreporter/0,19125,VGC0-2703-14904-3,00.html
Fim de um mito
Globo Repórter em 2006 – Foi falado sobre os beneficios do ovo, gema crua e clara cozida. A gema do ovo tem colina. Consumir mais fFrutas, verduras e ovo.

 

8.6. A neurogenese é inibida pelo processo emocional depressivo.

Adult neurogenesis is the production of new neurons in areas of the adult brain including the subventricular zone (SVZ) and subgranular zone (SGZ) of the hippocampus [28]. This formation of new neurons plays a number of physiological roles including damaged neuron replacement[29], [30], memory formation [31], [32] and response to stress [33]. Moreover, some reports have recently shown that neurogenesis is involved in depression [34], [35]. disponível em

http://www.pubmedcentral.nih.gov/articlerender.fcgi?artid=2270335

8.7. As 5 FORMAS DE PROTEGER SEU CÉREBRO.
Dr. Cicero Galli Coimbra, M.D., Ph.D. Laboratory for Brain Ischemia Research, Head Department of Neurology and Neurosurgery Federal University of São Paulo. Escola Paulista de Medcina.

Viva Saúde

http://revistavivasaude.uol.com.br/edicoes/23/artigo15542-1.asp

“Manter a saúde mental é mais fácil do que muita gente imagina. As pesquisas dos últimos 10 anos apontam ser possível, sim, estimular a formação de novos neurônios (o que até 1998 a ciência considerava impossível!) e, conseqüentemente, afastar os riscos de doenças como Parkinson e mal de Alzheimer.”

8.8. Estimulando a natureza do ser humano com ambiente e alimentação natural, equilibrando e suprindo as deficiências de nutrientes, suplementos e vitaminas, os neurônios podem regenerar o corpo. Na dec. de 2000 os cientistas da neurologia descobriram que o processo de degeneração é desencadeado por abalo e estresse emocional. Daí verificaram que existe no sangue deficiência de nutrientes.

Jornal da Paulista

Estudo revela que portadores da doença apresentam deficiência da vitamina.

http://www.unifesp.br/comunicacao/jpta/ed179/pesquisa4.htm

Estudo comprova que carne vermelha prejudica pacientes com Mal de Parkinson – vídeo Globo

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM839564-7823-ESTUDO+COMPROVA+QUE+CARNE+VERMELHA+PREJUDICA+PACIENTES+COM+MAL+DE+PARKINSON,00.html

 

O remédio da serenidade

Quinta-Feira , 19 de Junho de 2008

 

http://jornalhoje.globo.com/JHoje/0,19125,VJS0-3076-20080619-324034,00.html

A evolução da doença degenerativa sem os cuidados necessários pode fazer uma realidade assustadora em poucos anos de vida.

 

From: Robert Rodgers, Ph.D.

robert@parkinsonsrecovery.com

Sent: Thursday, July 10, 2008 11:46 AM

Subject: Natural versus Artificial Remedies

Parkinsons Recovery


The Difference Between a Natural and Artificial Treatment


People we work with are often perplexed by what constitutes a “natural therapy” for Parkinson’s. The fundamental question is this:

“How do I know the difference between a ‘natural treatment’  and an ‘artificial treatment”?

That is to say, how do I know whether or not what I am currently doing to treat my Parkinson’s is what my body needs and wants? As it turns out the answer is deceptively simple:  Your body knows what it needs.

John Coleman ND, MANPA, MBTAV.

Mudança do estilo de vida é necessaria. As informações provam isso. Os dados são científicos e médicos, e estes trabalhos estão
à livre disposição de qualquer leitor da internet.

Estas informações, especificamente sobre alimentação natural associada aos  suplementos (e excluir fumo, bebida alcoólica, frituras, artificiais, gordura animal, doçuras, alimentos cozidos em altas temperaturas – quanto mais cru, mais saudável e preserva as vitaminas do alimento) combinados com o fim da tristeza e estresse emocional, mudança do estilo de vida e das escolhas pessoais, correspondem à única maneira de evitar a neurodegeneração.

A ciência e a medicina sabem que o corpo humano cria todos os dias neurônios e células-tronco. É verdade, acontece a neurogênese. A neurogenese permite a juventude e regeneração sonhadas. De um modo muito natural, a preservação do corpo humano e do cérebro acontecem.

  1. 9.    A necessidade de cuidados especiais.

 

Indisposições, doenças do Sistema Nervoso Central exigem a permanência de CUIDADOS ESPECIAIS apropriados para cada quadro de diagnóstico e sintomatologia, para a conservação da vida e saúde das pessoas, manutenção e melhora da qualidade de vida das mesmas.Na esclerose múltipla, HÁ TERAPIAS INDISPENSÁVEIS para serem efetivadas permanentemente. Tal tratamento começa pela AÇÃO PREVENTIVA.

 

 

São Jose, 1º de setembro de

2008.

Cristiane Rozicki

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