O generocídio acontece nos EUA. Video de Bound4Life apresenta centros da Planned Parenthood Federation of America (PPFA), a maior organização abortista do mundo.

O generocídio acontece nos EUA. Video de Bound4Life apresenta centros da Planned Parenthood Federation of America (PPFA), a maior organização abortista do mundo.

  

“A Planned Parenthood Federation of America (PPFA), a maior organização abortista do mundo, publicou seu relatório financeiro de julho de 2004 a junho de 2005, onde mostra que sua arrecadação total chega a quase 900 milhões de dólares. O relatório evita referir-se à quantidade de mulheres falecidas em suas clínicas como conseqüência dos abortos praticados legalmente, e falsamente oferecidos como “seguros”.”

 

Journal of American Physicians and Surgeons: aborto é principal causador do câncer de mama. Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2008/12/29/journal-of-american-physicians-and-surgeons-aborto-e-principal-causador-do-cancer-de-mama/

 

What Planned Parenthood Really Does

http://americanrtl.org/news/what-planned-parenthood-really-does

———

Novo Vídeo disfarçado mostra generocídio nos EUA (vídeo)

Postado por Susan Michelle Tyrrell em 20 de junho de 2012

 

Não deixe que os acenos do Sul o enganem, porque no fundo no coração do Sul, onde eles gostam de seus belles no sul, eles estão felizes em ajudá-lo a abortar, se você quer um namorado em vez de seu bebê.

 


Em um vídeo deslumbrante, quinto de Live Action, mais uma vez vemos que o desejo de ter um aborto sexo-seletivo é absolutamente certo e vem sem julgamento, tanto para a Federação Nacional do Aborto “A Woman ‘s Choice” centro em Raleigh, NC e da Planned Parenthood em Chapel Hill, NC

 

No vídeo, a atriz pede não só se ela puder abortar seu bebê se for uma menina, já que ela e seu marido querem um menino, mas também se ela e seu marido continuarem recebendo “azar” e tem mais meninas, eles podem abortar os seguintes também?

 


Absolutamente, os centros de aborto asseguram essa escolha. Porque eles não estão lá para julgar. Deus me perdoe, poderíamos colocar uma razão sobre porque a morte com base no sexo poderia ser julgada.

 


Dê uma olhada no vídeo abaixo, e lembre-se disso, quando nos abstemos de todo o julgamento, como nao julgar um abortamento coletivo de bebês lançados à morte. Como Live Action revelou mais uma vez, todo o nosso povo nas clinicas da nação estão dispostos a ajudar as mulheres a matar bebês com cinco meses de idade, porque eles são do sexo feminino, pois, dizem eles, ninguem realmente têm direito de julgar as mulheres por sua razão de abortar.

 


Quando o governo vai fazer um julgamento que a vida é mais preciosa do que a opinião humana?

 

Para assinar a petição e ajudar a sua voz  a ser ouvida no presente, ir ao http://protectourgirls.com/  Você também pode ver os outros vídeos disfarçados aqui e saiba mais sobre esse problema em nossa nação.

 

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Z0pdhjl2XDY

 

New undercover video shows more gendercide in our nation (video)

Posted by Susan Michelle Tyrrell on June 20, 2012

Don’t let the Southern accents fool you because deep in the heart of the South where they like their Southern belles, they are happy to help you abort them if you want a beau instead.

In a stunning fifth video from Live Action, yet again we see that wanting to have a sex-selective abortion is absolutely okay and comes without judgment, both for the National Abortion Federation “A Woman’s Choice” center in Raleigh, NC and Planned Parenthood in Chapel Hill, NC

In the video, the actress asks not only if she can abortion her baby if it’s a girl, since she and her husband want a boy, but also if she and her husband keep getting “unlucky” and have more girls, can they abort them too?

Absolutely, the abortion centers assure her. Because they are not there to judge. Heaven forbid we might put a reason on why death based on sex could be judgmental.

Have a look at the video below, and remember this—when we refrain from all judgment we judge a bunch of babies into death. As Live Action has again shown, all over our nation people are willing to help women kill five month old pre-born babies because they are girls since, they say, they really have no right to judge the women for their reason.

When will the government make a judgment that life is more precious than human opinion?

To sign the petition and help your voice be heard in this, go to http://protectourgirls.com/ You can also see the other undercover videos here, and learn more about this problem in our nation.

 

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Z0pdhjl2XDY

fonte

http://bound4life.com/blog/2012/06/20/new-undercover-video-shows-more-gendercide-in-our-nation-video/

População Brasileira, se for mantida a atual taxa de natalidade, deve parar de crescer.

 

Acompanhando tendência mundial, o crescimento demográfico brasileiro vem se desacelerando nas últimas quatro décadas. Esse processo é decorrente principalmente da queda constante da taxa de fecundidade (que representa a quantidade de filhos que cada mulher tem na vida).

 

 

A taxa ainda continua abaixo do indice de reposição, que é de 2,1 filhos por mulher.

 

 

Situação pode mudar: daqui a 20 anos, se for mantido o atual ritmo de natalidade, a população do Brasil deve parar de crescer.

 

 

 

 

O Brasil possui a quinta maior população do mundo e chega a novembro de 2010 com 190.732.694 habitantes, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geogra?a e Estatística (IBGE). Com cerca de 20% da população brasileira, o estado brasileiro mais populoso é São Paulo, com 41.252.160 habitantes na contagem do Censo 2010.

 

 

População no Brasil 2011 e 2050

  

Pela primeira vez, desde o início da atual série histórica, que começou em 2001 – neste ano a taxa foi de 2,33 filhos por mulher , a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2009, do IBGE, mostra uma queda na taxa de fecundidade no Brasil.

 

 

A taxa ainda continua abaixo do indice de reposição, que é de 2,1, mas aumentou em comparação com 2008, passando de 1,89 para 1,94 filho por mulher em 2009. Mesmo tendo crescido, esse número reforça a tendência à queda na taxa de natalidade, mas, em curto prazo, não significa uma estagnação populacional, pois existe uma larga faixa de população em plena idade reprodutiva – são mais de 50 mil mulheres entre 15 e 49 anos, que representam mais de 50% do total de mulheres do pais, o que faz com que ainda haja mais nascimentos do que mortes.

 

 

No entanto, a situação pode mudar daqui a 20 anos se for mantido o atual ritmo de natalidade, quando a população do Brasil deve parar de crescer. O Brasil contara em 2050 com uma população total de cerca de 218,5 milhões de pessoas.

 

 

Dividindo-se o número de habitantes pela área total do território brasileiro, chega-se à densidade populacional do pais: 22,5 habitantes por quilômetro quadrado. Na prática, porém, a ocupação no país varia drasticamente de uma região para outra. Na Região Norte, a densidade é de quatro habitantes por quilômetro quadrados. Já na Região Sudeste, há 87 habitantes por quilômetro quadrado, sobretudo há quatro décadas, o Sudeste é a 13° mais populosa do Brasil.

 

Dados Atualizados no artigo População Brasileira 2012 

http://www.vaicomtudo.com/populacao-brasileira-2011.html

IBGE: população brasileira envelhece em ritmo acelerado

 

IBGE: população brasileira envelhece em ritmo acelerado

 

IBGE

 

27 de novembro de2008

 

 

 Comunicação Social

 

 


Projeção da População do Brasil

IBGE: população brasileira envelhece em ritmo acelerado

 

Desde os anos 1960 que a taxa de crescimento da população brasileira vem experimentando paulatinos declínios, intensificando-se juntamente com as quedas mais pronunciadas da fecundidade1. No período 1950-1960, a taxa de crescimento da população recuou de 3,04% ao ano para 1,05% em 2008. Mas, em 2050, a taxa de crescimento cairá para –0,291%, que representa uma população de 215,3 milhões de habitantes. Segundo as projeções, o país apresentará um potencial de crescimento populacional até 2039, quando se espera que a população atinja o chamado “crescimento zero”. A partir desse ano serão registradas taxas de crescimento negativas, que correspondem a queda no número da população. Vale ressaltar que se o ritmo de crescimento populacional se mantivesse no mesmo nível observado na década de 1950 (aproximadamente 3% ao ano), a população brasileira chegaria, em 2008, a 295 milhões de pessoas e não nos 189,6 milhões divulgados pelo IBGE.

 

Essas informações podem ser encontradas no estudo “Uma abordagem demográfica para estimar o padrão histórico e os níveis de subenumeração de pessoas nos censos demográficos e contagens da população”, que traz ainda a projeção da população do Brasil, por sexo e idade para o período 1980 – 2050. A Revisão 2008 incorpora a revisão da trajetória recente e futura da fecundidade, com base nas informações provenientes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2002 a 2006, cujo nível limite se estabiliza em 1,5 filho por mulher (hipótese recomendada). O IBGE divulga também a metodologia das estimativas anuais e mensais da população do Brasil e das Unidades da Federação: 1980 – 2030 e a metodologia das estimativas das populações municipais.

 

 

 

 

 

Taxa de fecundidade total cai, mas no grupo de jovens de 15 a 19 anos cresce

 

As taxas de natalidade2 iniciaram sua trajetória de declínio em meados da década de 1960, com a introdução e a paulatina difusão dos métodos anticonceptivos orais no Brasil. Com isso, no decênio 1960 – 1970 já se observa uma discreta diminuição das taxas de crescimento populacional (2,89%), fenômeno que se confirma ao longo dos dez anos seguintes, quando se constata uma taxa de crescimento de 2,48%.

 

A fecundidade no Brasil foi diminuindo ao longo dos anos, basicamente como conseqüência das transformações ocorridas na sociedade brasileira, de modo geral, e na própria família, de maneira mais particular. Com isso, a fecundidade, em 1991, já se posicionava em 2,89 filhos por mulher e, em 2000, em 2,39 filhos por mulher. As PNADs 2006 e 2007 já apresentam estimativas que colocam a fecundidade feminina no Brasil abaixo do nível de reposição das Gerações (1,99 e 1,95 filho por mulher, respectivamente). Ao utilizar este conjunto de estimativas para projetar o nível da fecundidade, a taxa estimada e correspondente ao ano de 2008 é de 1,86 filho por mulher.

 

Foi com base no conjunto de estimativas da fecundidade no Brasil que foi possível estabelecer a provável trajetória futura desta variável demográfica. Com os devidos ajustes inerentes ao processo de modelagem, a fecundidade limite brasileira seria de 1,50 filho por mulher, valor que será alcançado entre 2027 e 2028. A fecundidade por idade da mulher, por hipótese, deve seguir mantendo um comportamento jovem, com taxas máximas no grupo 20 a 24 anos de idade.

 

A taxa de fecundidade das mulheres jovens apresenta incrementos até 2005 (em 1980, 7,42% – de cada 100 mulheres de 15 a 19 anos, 7,42 já haviam tido pelo menos 1 filho – e 9,15%, em 2005). A partir de 2005, a taxa experimenta suaves declínios até atingir os 7,21% em 2050. Não obstante, a participação relativa da fecundidade das mulheres de 15 a 19 anos de idade na fecundidade total eleva-se até 2020. Em 2000, da fecundidade total experimentada ao longo do período fértil, 18,81% correspondiam às mulheres de 15 a 19 anos. Em 2020, este percentual alcança os 24,01%, mantendo-se neste patamar até 2050, em decorrência dos baixos níveis atingidos pela fecundidade.

 

 

Em 2050, o Brasil terá 7 milhões de mulheres a mais do que os homens

 

Como conseqüência da sobremortalidade masculina, as razões de sexo3 vêm diminuindo paulatinamente no Brasil. Em 1980, para cada grupo de 100 mulheres, havia 98,7 homens. Em 2000, já se observam 97 homens para cada 100 mulheres e, em 2050, espera-se que a razão de sexo da população fique por volta de 94%. Dessa forma, verificam-se elevações no excedente feminino na população total que, em 2000, era de 2,5 milhões de mulheres e, em 2050, poderá atingir quase 7 milhões.

 

As taxas de crescimento correspondentes às crianças de 0 a 14 anos já mostram que este segmento vem diminuindo em valor absoluto desde o período 1990 – 2000. Em contrapartida, as correspondentes ao contingente de 65 anos ou mais, embora oscilem, são as mais elevadas, podendo superar os 4% ao ano entre 2025 e 2030. Em 2008, enquanto as crianças de 0 a 14 anos correspondem a 26,47% da população total, o contingente com 65 anos ou mais representa 6,53%. Em 2050, a situação muda e o primeiro grupo representará 13,15%, ao passo que a população idosa ultrapassará os 22,71% da população total.

 

Ainda como reflexo do envelhecimento da população brasileira, a razão de dependência total, que mede o peso da população em idades potencialmente inativas sobre a população em idades potencialmente ativas, diminuirá até aproximadamente 2022, em decorrência das reduções na razão de dependência das crianças. A partir desse ano, a razão dependência retoma uma trajetória de elevação em virtude do aumento da participação absoluta e relativa dos idosos na população total. Assim, a idade mediana4 da população duplica entre 1980 e 2035, ao passar de 20,20 anos para 39,90 anos, respectivamente, podendo alcançar os 46,20 anos, em 2050.

 

 

 

O PAÍS CAMINHA VELOZMENTE RUMO A UM PERFIL DEMOGRÁFICO CADA VEZ MAIS ENVELHECIDO

 

O índice de envelhecimento aponta para mudanças na estrutura etária da população brasileira. Em 2008, para cada grupo de 100 crianças de 0 a 14 anos existem 24,7 idosos de 65 anos ou mais. Em 2050, o quadro muda e para cada 100 crianças de 0 a 14 anos existirão 172, 7 idosos.

 

Um exame das estruturas etárias projetadas mostra, também, a transformação nas relações entre pessoas que ingressam (e permanecem) nas idades ativas e aquelas que atingem as chamadas idades potencialmente inativas. Em 2000, para cada pessoa (1) com 65 anos ou mais de idade, aproximadamente 12 estavam na faixa etária chamada de potencialmente ativa (15 a 64 anos). Já em 2050, para cada pessoa (1) com 65 anos ou mais de idade, pouco menos de 3 estarão na faixa etária potencialmente ativa. No tocante às crianças e jovens, existirá cada vez mais pessoas em idade potencialmente ativa “destinadas”a suprir suas necessidades.

 

População alcança bônus demográfico favorável ao crescimento econômico

 

Os resultados apresentados permitem constatar que, nesse momento, o Brasil passa pela chamada janela demográfica, onde o número de pessoas com idades potencialmente ativas está em pleno processo de ascensão, e a razão de dependência total da população vem declinando em conseqüência da diminuição do peso das crianças de 0 a 14 anos sobre a população de 15 a 64 anos de idade.

 

Além disso, a população com idades de ingresso no mercado de trabalho (15 a 24 anos) passa pelo máximo de 34 milhões de pessoas, contingente que tende a diminuir nos próximos anos. O aproveitamento desta oportunidade (janela demográfica) proporcionaria o dinamismo e o crescimento econômico, se essas pessoas fossem preparadas em termos educacionais e de qualificação profissional para um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, não somente em nível nacional, mas também em escala global.

 

 

Vida média do brasileiro chegará ao patamar de 81 anos em 2050

 

Os avanços da medicina e as melhorias nas condições gerais de vida da população repercutem no sentido de elevar a média de vida do brasileiro (expectativa de vida ao nascer) de 45,5 anos de idade, em 1940, para 72,7 anos, em 2008, ou seja, mais 27,2 anos de vida. Segundo a projeção do IBGE, o país continuará galgando anos na vida média de sua população, alcançando em 2050 o patamar de 81,29 anos, basicamente o mesmo nível atual da Islândia (81,80), Hong Kong, China (82,20) e Japão (82,60).

 

Em 2008, a média de vida para mulheres chega a 76,6 anos e para os homens 69,0 anos, uma diferença de 7,6 anos. Em escala mundial, a esperança de vida ao nascer foi estimada, para 2008 (período 2005-2010), em 67,2 anos e, para 2045-2050, a ONU projeta uma vida média de 75,40 anos.

 

Taxa de mortalidade infantil cai para 23,3%0, mas ainda é preocupante

 

O aumento da escolaridade feminina, a elevação do percentual de domicílios com saneamento básico adequado (esgotamento sanitário, água potável e coleta de lixo) e o acesso aos serviços de saúde contribuíram para a queda da taxa de mortalidade infantil em todo o país. Contudo, ainda há um longo percurso pela frente, uma vez que a mortalidade infantil no Brasil, estimada em 23,30 óbitos de menores de 1 ano para cada mil nascidos vivos, em 2008, é alta quando comparada com os indicadores correspondentes aos países vizinhos do cone sul para o período 2005 – 2010. No mesmo período, os países como, por exemplo, Argentina (13,40 por mil), Chile (7,20 por mil) e Uruguai (13,10 por mil) registraram taxas bem menores.Vale lembrar que, em 1970, a taxa de mortalidade infantil no Brasil estava próxima de 100 óbitos de crianças menores de 1 ano por mil nascidos vivos.

 

De acordo com os parâmetros utilizados na projeção da população do Brasil – Revisão 2008, o país poderá reduzir sua mortalidade infantil para 18,2 óbitos de menores de 1 ano para cada mil nascidos vivos até 2015, e a esperança de vida ao nascer deverá atingir os 74,8 anos. Já a probabilidade de um recém-nascido falecer antes de completar os 5 anos de idade poderá experimentar um declínio de 32,9%, posicionando-se em 21,6%0 em 2015.

 

Em relação ao cumprimento das Metas do Milênio5, que constituem uma responsabilidade comum a todos, envolvendo os governos Federal, Estadual e Municipal e o setor privado, as projeções sinalizam ainda indicadores em níveis superiores aos esperados. Dos oito objetivos gerais o de número quatro trata do compromisso assumido pelos signatários da Declaração em reduzir em dois terços, entre 1990 e 2015, a taxa de mortalidade de crianças menores de 5 anos de idade. Assim, a taxa de mortalidade infantil do País, em 1990, era de 46,9 óbitos de menores de 1 ano para cada mil nascidos vivos, e uma redução de dois terços significa atingir, em 2015, o patamar de 15,6 óbitos por mil. Por sua vez, a taxa de mortalidade de crianças menores de 5 anos posicionava-se, no início dos anos 1990, em 59,6 óbitos por mil, devendo cumprir uma trajetória de declínio nos próximos dez anos até que alcance os 19,9 óbitos por mil. Entretanto, é bastante provável que o país venha a atingir as metas contidas nos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, e o Censo Demográfico 2010 poderá, com seus resultados, oferecer elementos preciosos para uma melhor avaliação desta possibilidade. É conveniente, todavia, advertir que o indicador em questão reflete uma realidade da média nacional e, um cenário positivo e, por conseguinte, necessário e desejável é aquele no qual já estejam totalmente apagadas as marcantes desigualdades sociorregionais que ainda persistem no Brasil. De qualquer forma, vale registrar que os valores das respectivas taxas, implícitas na atual projeção da mortalidade para 2015: 18,2%o (para os menores de 1 ano de idade) e 21,6%o (para os menores de 5 anos de idade) estão bem próximos, mas ainda superiores às metas a serem cumpridas.

 

Mortes prematuras de jovens por violência reflete na esperança de vida

 

O Brasil por algum tempo experimentou declínios nas taxas de mortalidade em todas as idades, mas, a partir de meados dos anos 1980, as mortes associadas às causas externas (acidentes de qualquer natureza e violência) passaram a desempenhar um papel de destaque, e infelizmente de forma desfavorável, sobre a estrutura por idade das taxas de mortalidade, particularmente dos adultos jovens do sexo masculino. A esperança de vida no Brasil continuou elevando-se, mas poderia, na atualidade, ser superior em 2 ou 3 anos à estimada, se não fosse o efeito das mortes prematuras de jovens por violência. Basta constatar que, em 2000, a incidência da mortalidade masculina no grupo etário 20 a 24 anos era quase 4 vezes superior à da feminina e, este indicador, ao que tudo indica estaria elevando-se com o passar dos anos.

 

De 2008 para 2050, Brasil passa da 5ª para a 8ª posição no ranking dos países mais populosos

 

Em 2008, o Brasil ocupa a 5ª posição entre os países mais populosos, mas de acordo com as projeções da ONU, o país passará para a oitava posição em 2050. Veja na tabela abaixo o ranking dos 25 países mais populosos (World Population Prospects: The 2006 Revision).

Nota: A Revisão 2008, elaborada pela Divisão de População das Nações Unidas, será divulgada em 2009. Portanto, os resultados acerca do posicionamento do Brasil frente aos demais países ou áreas devem ser vistos como preliminares.

 

 

___________________________________________________________________________

1 Taxa de fecundidade total – A taxa de fecundidade total expressa o número de filhos que, em média, teria uma mulher, pertencente a uma coorte hipotética de mulheres, que durante sua vida fértil tiveram seus filhos de acordo com as taxas de fecundidade por idade do período em estudo e não estiveram expostas aos riscos de mortalidade desde o nascimento até o término do período fértil.

2 Taxa bruta de natalidade – Representa a freqüência com que ocorrem os nascimentos em uma determinada população. É o quociente entre os nascidos vivos ocorridos em um determinado ano e a população ao meio do ano, vezes 1000.

3 Razão de sexoexpressa o número de pessoas do sexo masculino para cada grupo de 100 pessoas do sexo feminino. É obtida através do quociente entre as populações masculina e feminina por grupos de idade.

4 A idade mediana é aquela que separa a distribuição etária em dois blocos de 50% cada um.

5 A adoção da Declaração do Milênio em 2000 por todos os 189 Estados-membros da Assembléia Geral das Nações Unidas marcou um momento decisivo da cooperação global no século XXI. A Declaração estabelece, no âmbito de uma única estrutura, os desafios centrais enfrentados pela humanidade no limiar do novo milênio, esboça a resposta a esses desafios e estabelece medidas concretas para medir o desempenho mediante uma série de compromissos, objetivos e metas interrelacionados sobre desenvolvimento, governabilidade, paz, segurança e direitos humanos (em http://www.pnud.org.br/odm/papel_pnud/ ).

 

 http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=1272

 

China pede desculpas à mulher forçada a abortar feto de 7 meses

China pede desculpas à mulher forçada a abortar feto de 7 meses

 

15 de junho de 2012 – 12:07

DA EFE, EM PEQUIM

 

As autoridades da cidade chinesa de Ankang emitiram um pedido desculpas à mulher que foi forçada a realizar um aborto aos sete meses de gestação e também destituíram três funcionários da área da saúde envolvidos no caso, informou nesta sexta-feira a agência oficial “Xinhua”.

 

Suposto aborto aos 7 meses gera polêmica na China

 

Apesar de ter ocorrido há duas semanas, o caso só veio à tona após a divulgação de várias imagens de Feng Jianmei na internet, onde a mesma aparece abatida na cama de um hospital ao lado do bebê morto, um fato que gerou muita indignação popular na China e no resto do mundo.

 

Segundo a agência “Xinhua”, os funcionários foram destituídos por descumprirem as leis do país, que proíbem expressamente abortos de fetos com mais de seis meses de gestação. Entre os funcionários afastados, figuram o diretor do Birô de Planejamento Familiar do condado de Zhenping, situado na província de Shaanxi (centro oeste da China).

 

Os afastados alegaram que o aborto ocorreu dentro da lei e com o consentimento da própria mãe, embora a gestante tenha denunciado que foi detida durante três dias, forçada a fazer o aborto e também obrigada a assinar um documento de consentimento, o qual estabelece que a mesma não poderá pagar uma multa para ter um segundo filho.

 

INVESTIGAÇÕES

 

De acordo com a agência oficial, além de pedir desculpas publicamente e afastar os funcionários, as autoridades de Ankang ainda cobrou o desenvolvimento de uma séria investigação para apurar o trabalho do Birô de Planejamento Familiar e mais esforços para proteger os direitos dos cidadãos.

 

O caso de Feng recebeu cerca de 500 mil comentários nas redes sociais chinesas, onde muitos usuários denunciaram a existência de um esquema de corrupção na cobrança das multas relacionadas ao segundo filho, cuja quantidade varia de acordo com a província.

 

Perguntado se este caso evidência o problema da violência contra mulheres em ralação à política do único filho que persiste na China – como apontam algumas organizações de direitos humanos -, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores Liu Weimin preferiu manter o silêncio e evitar comentários.

 

A política do único filho entrou em vigor na China em 1979 com o objetivo de estabelecer um controle radical da natalidade no país mais povoado do mundo.

 

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1105109-china-pede-desculpas-a-mulher-forcada-a-abortar-feto-de-7-meses.shtml

Imagem de feto resultado de aborto forçado choca chineses

 Imagem de feto resultado de aborto forçado choca chineses

14 de junho de 2012 • 10h13 • atualizado às 11h04                

 

Uma foto divulgada na internet mostrando um feto que seria de uma mulher obrigada a realizar um aborto no sétimo mês de gravidez chocou internautas na China.

 

A mulher obrigada a fazer o aborto é Feng Jianmei, moradora da província de Shaanxi, segundo as autoridades locais.

 

Segundo ativistas chineses que estão nos Estados Unidos, Feng foi obrigada a fazer o aborto pois já tinha um filho e não tinha… o dinheiro para pagar a multa cobrada de mulheres que engravidam pela segunda vez.

 

“A história de Feng Jianmei mostra como a política de um filho (do governo da China) continua sancionando a violência contra as mulheres todos os dias”, afirmou Chai Ling, do grupo ativista americano All Girls Allowed.

 

O governo chinês, por sua vez, nega que obriga as mulheres a realizarem abortos em caso de uma segunda gravidez.

 

Levada à força

 

O grupo de ativistas baseado nos Estados Unidos relatou que conversou com Feng e seu marido, Deng Jiyuan, depois do incidente.

 

Deng informou aos ativistas que a esposa foi levada à força para o hospital e amarrada antes de passar pelo procedimento.

 

Segundo informações divulgadas pela imprensa, Feng Jianmei teria ficado traumatizada com a experiência. As autoridades do condado onde ocorreu o incidente, Zhenping, citadas pela imprensa local, afirmaram que Feng não foi obrigada a abortar.

 

No entanto, uma investigação preliminar da Comissão de População e Planejamento Familiar da Província de Shaanxi confirmou que ocorreu um aborto forçado.

 

Sem citar o nome de Feng, as autoridades informaram em uma declaração que a mulher obrigada a abortar estava no sétimo mês de gravidez e pediram às autoridades locais para punir os responsáveis.

 

Indignação

 

Internautas chineses que viram a foto que seria do feto abortado expressaram indignação.

 

“Isto é o que eles falam que os demônios japoneses e os nazistas fizeram. Mas está acontecendo na realidade e não é, de forma nenhuma, um caso isolado… Eles (as autoridades) deveriam ser executados”, escreveu um leitor do site de notícias netease.com, segundo a agência de notícias AFP.

 

A política de um filho por família do governo chinês gera muita polêmica e manifestações no país. O ativista chinês cego Chen Guangcheng, que fugiu em maio para os Estados Unidos, é um dos que lutavam contra esta política.

 

Chen é um advogado autodidata que protagonizou campanhas contra abortos forçados realizados dentro da política oficial chinesa de um filho por família. Em 2006, ele foi preso por acusações de haver danificado uma propriedade e de ter interrompido o trânsito. Ele foi submetido a prisão domiciliar em 2010.

 

O ativista ganhou notoriedade mundial após realizar uma fuga cinematográfica de sua residência, na província de Shandong, em abril, onde estava em prisão domiciliar. Ao se refugiar na embaixada americana em Pequim, Chen causou uma crise diplomática entre os dois países.

 

http://noticias.terra.com.br/noticias/0,,OI5835959-EI188,00-Imagem+de+feto+resultado+de+aborto+forcado+gera+polemica+na+China.html

——

A vida humana se inicia na fertilização do óvulo com o espermatozóide

 A vida humana se inicia na fertilização do óvulo com o espermatozóide

Tradução livre: Cultura da Vida – http://culturadavida.blogspot.com

“O desenvolvimento do embrião começa no estágio 1 quando o espermatozóide fertiliza óvulo e juntos se tornam um zigoto” (Marjorie England, professor da Faculdade de Medicina de Ciências Clínicas, Universidade de Leicester, Reino Unido). [1]

“O desenvolvimento humano começa depois da união dos gametas masculino e feminino, durante um processo conhecido como fertilização (concepção). Fertilização é uma seqüência de eventos que começa com o contato de um espermatozóide com um óvulo em seqüência e termina com a fusão de seus núcleos e a união de seus cromossomos formando uma nova célula. Este óvulo fertilizado, conhecido como zigoto, é uma grande célula diplóide que é o começo, o primórdio de um ser humano” (Keith L. Moore, premiado professor emérito e catedrático da divisão de anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade de Toronto, Canadá). [2]

“Embrião: um organismo no estágio inicial de desenvolvimento; em um homem, a partir da concepção até o fim do segundo mês no útero” (Ida G. Dox, autora sênior de inúmeros livros de referência para médicos e cientistas, premiada, trabalhou na Escola de Medicina da Universidade de GeorgeTown). [3]

“Para o homem o termo embrião é usualmente restringido ao período de desenvolvimento desde a fertilização até o fim da oitava semana da gravidez” (William J. Larsen, PhD, Professor do Departamento de Biologia Celular, Neurologia e Anatomia, membro do Programa de Graduação em Desenvolvimento Biológico do Colégio de Medicina da Universidade de Cincinnati). [4]

“O desenvolvimento de um ser humano começa com a fertilização, processo pelo qual duas células altamente especializadas, o espermatozóide do homem e o óvulo da mulher, se unem para dar existência a um novo organismo, o zigoto” (Dr. Jan Langman, MD. Ph.D., professor de anatomia da Universidade da Virgínia). [5]

“Embrião: o desenvolvimento individual, entre a união das células germinativas e a conclusão dos órgãos que caracterizam seu corpo quando se torna um organismo separado… No momento em que a célula do espermatozóide do macho humano encontra o óvulo da fêmea e a união resulta num óvulo fertilizado (zigoto), uma nova vida começa… O termo embrião engloba inúmeros estágios do desenvolvimento inicial, da concepção até a nona ou décima semana de vida” (Van Nostrand’s Scientific Encyclopedia). [6]

“O desenvolvimento de um ser humano começa com a fertilização, processo pelo qual o espermatozóide do homem e o óvulo da mulher se unem para dar existência a um novo organismo, o zigoto” (Thomas W. Sadler, Ph.D., Departamento de Biologia Celular e Anatomia da Universidade da Carolina do Norte). [7]

“A questão veio sobre o que é um embrião, quando o embrião existe, quando ele ocorre. Eu penso, como você sabe, que, no desenvolvimento, vida é um continuum… Mas penso que uma das definições usuais que nos surgiu, especialmente da Alemanha, tem sido o estágio pelo qual esses dois núcleos (do espermatozóide e do óvulo) se unem e as membranas entre eles se chocam” (Jonathan Van Blerkon, Ph.D., pioneiro dos procedimentos de fertilização in vitro, professor de desenvolvimento molecular, celular da Universidade de Colorado, reconhecido mundialmente como o preeminente expert na fisiologia do óvulo e do espermatozóide). [8]

“Zigoto. Essa célula, formada pela união de um óvulo e um espermatozóide, é o início de um ser humano. A expressão comum “óvulo fertilizado” refere-se ao zigoto” (Keith L. Moore, premiado professor emérito e catedrático da divisão de anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade de Toronto, Canadá; Dr. T..V.N. Persaud é professor de Anatomia e Chefe do Departamento de Anatomia, professor de Pediatria e Saúde Infantil, Universidade de Manitoba, Winnipeg, Manitoba, Canadá. Em 1991, recebeu o prêmio mais importante no campo da Anatomia, do Canadá, o J.C.B. Grant Award, da Associação Canadense de Anatomistas). [9]

“Embora a vida seja um processo contínuo, a fertilização é um terreno crítico porque, sob várias circunstâncias ordinárias, um novo organismo humano, geneticamente distinto, é por isso mesmo formado… A combinação dos 23 cromossomos presentes em cada pró-núcleo resulta nos 46 cromossomos do zigoto. Dessa forma o número do diplóide é restaurado e o genoma embrionário é formado. O embrião agora existe como uma unidade genética” (Dr. Ronan O’Rahilly, professor emérito de Anatomia e Neurologia Humana na Universidade da Califórnia). [10]

“Quase todos os animais maiores iniciam suas vidas de uma única célula: o óvulo fertilizado (zigoto)… O momento da fertilização representa o ponto inicial na história de uma vida, ou ontogenia, de um indivíduo” (Bruce M. Carlson, M.D, Ph.D., pesquisador professor emérito da Escola Médica de Desenvolvimento Biológico e Celular). [11]

“Deixe-me contar um segredo. O termo pré-embrião tem sido defendido energicamente por promotores da fertilização in vitro por razões que são políticas, não científicas. O novo termo é usado para sustentar a ilusão de que haveria algo profundamente diferente entre o que não-médicos biólogos ainda chamam de “embrião de seis dias de idade” e o que todo mundo chama de “embrião de dezesseis dias de idade”. O termo pré-embrião é usado em arenas políticas – onde as decisões são tomadas para permitir que o embrião mais novo (agora chamado de pré-embrião) possa ser pesquisado – bem como em certos consultórios médicos, onde pode ser utilizado para aliviar eventuais preocupações morais expostas por pacientes de fertilização in vitro. “Não se preocupe”, pode dizer um médico, “o que estamos congelando ou manipulando são apenas pré-embriões. Eles não se tornarão verdadeiros embriões humanos até que os coloquemos de volta no seu corpo” (Lee M. Silver, professor da célebre Universidade de Princeton no Departamento de Biologia Molecular e da Woodrow Wilson School of Public and International Affairs). [12]

[1] [England, Marjorie A. Life Before Birth. 2nd ed. England: Mosby-Wolfe, 1996, p.31]
[2] [Moore, Keith L. Essentials of Human Embryology. Toronto: B.C. Decker Inc, 1988, p.2]
[3] [Dox, Ida G. et al. The Harper Collins Illustrated Medical Dictionary. New York: Harper Perennial, 1993, p. 146]
[4] [Walters, William and Singer, Peter (eds.).. Test-Tube Babies. Melbourne: Oxford University Press, 1982, p. 160]
[5] [Langman, Jan. Medical Embryology. 3rd edition. Baltimore: Williams and Wilkins, 1975, p. 3]
[6] [Considine, Douglas (ed.). Van Nostrand’s Scientific Encyclopedia. 5th edition. New York: Van Nostrand Reinhold Company, 1976, p. 943]
[7] [Sadler, T.W. Langman’s Medical Embryology. 7th edition. Baltimore: Williams & Wilkins 1995, p. 3]
[8] [Jonathan Van Blerkom of University of Colorado, expert witness on human embryology before the NIH Human Embryo Research Panel — Panel Transcript, February 2, 1994, p. 63]
[9] [Moore, Keith L. and Persaud, T.V.N. Before We Are Born: Essentials of Embryology and Birth Defects. 4th edition. Philadelphia: W.B. Saunders Company, 1993, p. 1]
[10] [O’Rahilly, Ronan and Müller, Fabiola. Human Embryology & Teratology. 2nd edition. New York: Wiley-Liss, 1996, pp. 8, 29. This textbook lists “pre-embryo” among “discarded and replaced terms” in modern embryology, describing it as “ill-defined and inaccurate” (p. 12}]
[11] [Carlson, Bruce M. Patten’s Foundations of Embryology. 6th edition. New York: McGraw-Hill, 1996, p. 3]
[12] [Silver, Lee M. Remaking Eden: Cloning and Beyond in a Brave New World. New York: Avon Books, 1997, p. 39]

http://culturadavida.blogspot.com/2008/03/quando-comea-vida-humana.html  ‘

Postado por Cultura da Vida

Maior lobby no Congresso, ruralistas controlam 1/4 da Câmara

Maior lobby no Congresso, ruralistas controlam 1/4 da Câmara

João Fellet

Da BBC Brasil em Brasília

Atualizado em  24 de maio, 2012 – 14:07 (Brasília) 17:07 GMT

 

Com 120 deputados e 13 senadores, ruralistas são grupo mais poderoso do Congresso, dizem analistas

Responsáveis pelas maiores derrotas do governo no Congresso neste ano, os ruralistas cresceram desde a última legislatura, passando a controlar um quarto da Câmara.

A bancada, considerada por analistas o mais poderoso grupo de interesse no Parlamento brasileiro, vale-se de alianças com outras agremiações no Congresso para promover uma agenda que inclui, entre suas principais principais bandeiras, o perdão às dívidas de agricultores, a expansão de terras cultiváveis no país e a oposição à ampliação de Terras Indígenas.

Notícias relacionadas

Tópicos relacionados

O último grande embate do grupo com o governo ocorreu em abril, com a aprovação pela Câmara de uma versão do Código Florestal tida como favorável aos agricultores. Espera-se que a presidente Dilma Rousseff vete até o fim desta semana partes da legislação.

Segundo a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), 120 deputados federais e 13 senadores integram a bancada ruralista, perfazendo 23,4% da Câmara e 16% do Senado. Os dados são próximos dos de levantamento feito em 2011 pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), que apontou a existência de 120 deputados e 18 senadores ruralistas.

Na última legislatura (2007-2010), de acordo com o DIAP, 117 deputados federais pertenciam ao grupo (não há dados sobre senadores).

Embora não exista formalmente, a bancada ruralista agrega os parlamentares que, articulados, defendem no Congresso os pleitos do agronegócio. Grande parte de seus integrantes são donos de terra ou empresários dos setores alimentar e agroquímico.

Conquistas

A FPA afirma, porém, que a causa agrária conta com a simpatia de outros 77 deputados, que pertencem à frente mas não endossam todas as suas posições. Somando esses congressistas, a bancada diz influenciar ao menos 41% dos votos na Câmara.

 

Ruralistas são maior bancada do Congresso Nacional, perfazendo 23,4% da Câmara e 16% do Senado

O peso do grupo explica algumas de suas conquistas recentes: além de impor sua versão do Código Florestal, aprovou em comissão da Câmara, em março, uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que transfere do Executivo ao Legislativo a prerrogativa de demarcar Terras Indígenas. Nesta terça-feira, a bancada aprovou ainda em subcomissão da Câmara a compra de terras por estrangeiros.

Nas três votações acima, o grupo se contrapôs a parlamentares ambientalistas, que integram a Frente Parlamentar Ambientalista. Ainda que seja mais numeroso que a frente agropecuária (com 247 deputados e 21 senadores) o grupo não tem conseguido fazer frente ao agrário.

Segundo especialistas, isso ocorre porque a maior parte dos congressitas que aderiu à frente o fez somente para simular interesse pelas causas ambientais, sem endossá-las na prática.

Derrota

A bancada ruralista, no entanto, foi derrotada em votação também nesta terça-feira sobre a PEC do Trabalho Escravo. Aprovada por 360 votos a 29, a medida prevê a expropriação de terras onde houver flagrante de exploração laboral. Os ruralistas tentaram esvaziar a votação, questionando a atual definição de trabalho escravo.

Segundo o historiador e assessor do Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos) Edélcio Vigna, que estuda a bancada ruralista desde 2001, o resultado da votação mostra os limites da articulação do grupo.

Ele afirma que há na bancada “meia dúzia” de líderes, que definem as posições da agremiação e orientam as votações. “O êxito depende de essa meia dúzia chegar a um consenso, difundi-lo em nome da bancada e se articular com outros setores conservadores”, diz à BBC Brasil.

Na votação do Código Florestal, por exemplo, o grupo foi endossado por grande parte do PMDB, o partido mais representado na bancada ruralista e principal membro da base do governo no Congresso.

Influência e interesses

A agremiação tem ainda representantes em todas as bancadas estaduais do Congresso e em quase todos os partidos. E a influência do grupo, diz Vigna, vai além: controla a Comissão de Agricultura da Câmara e define o alto escalão do Ministério da Agricultura, hoje chefiado por Mendes Ribeiro (PMDB-RS).

“O ministro serve aos interesses da bancada dentro do Estado”, afirma.

O historiador afirma ainda que a influência do agronegócio no Congresso também se apoia no financiamento de campanhas eleitorais.

“Sabemos que há bancos, grandes empresas agroalimentares e agroquímicas financiando as campanhas de ruralistas. Queremos descobrir o que há por trás desse biombo”. Segundo Vigna, esses grupos exercem na bancada um poderoso lobby, atividade não regulamentada no país.

Já os ruralistas dizem representar interesses legítimos de um dos setores mais prósperos da economia brasileira. Eleito o próximo presidente da FPA, o deputado Homero Pereira (PR-MT) diz que o grupo busca garantir o direito de propriedade no campo, evitar a criação de parques sem indenização a donos de terra e combater a “tentativa de qualificar empregadores rurais como pessoas que exploram trabalho análogo à escravidão”.

Além disso, diz Pereira, a bancada está empenhada em garantir o uso integral das propriedades rurais. Hoje, a legislação define percentuais obrigatórios de preservação em terras privadas, que chegam a 80% para fazendas na Amazônia. “O proprietário paga impostos sobre 100% da terra e não pode mexer em 80% dela. É uma agressão”, afirma à BBC Brasil.

O deputado enaltece o desempenho do agronegócio brasileiro – “um dos poucos setores em que o Brasil consegue se inserir no mercado internacional” – e diz que o país tem “vocação e um potencial enorme para a produção de alimentos”.

Apesar do papel econômico que desempenham, afirma Pereira, os produtores rurais brasileiros não recebem o reconhecimento devido. “Como a sociedade brasileira se urbanizou rapidamente, as novas gerações perderam o ‘link’ com o meio rural. Mas o abastecimento da cidade se dá pelo campo e, diferentemente de outros países que concedem subsídios para o homem rural, aqui há um preconceito contra a atividade”.

 

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/05/120524_ruralistas_abre_jf.shtml

 

—-

Vida é o maior bem e a Constituição brasileira a protege do arbítrio da estrutura política

 

Vida é o maior bem e a Constituição brasileira a protege

 

Por Cristiane Rozicki

 

Filósofos políticos analisam a sociedade segundo a ética do discurso e do agir comunicativo, dando ‘as relações entre os homens um novo ‘centro’ no pensamento humano, identificando uma nova radicalidade social. É através de toda ação comunicativa – a começar pela fala, que os seres humanos concebem a sociedade, constroem consensos e mantêm a sociedade sob permanente controle através dos mecanismos de gerenciamento, decisão e poder, usando a mídia, a moda – nas palavras e na aparencia – e o discurso da autoridade política nos meios de comunicação.

 

Porem, ainda, é preciso notar que essa ‘comunicabilidade’ garante o poder de força e coerção hoje, poder de controle e decisão, que          tem sido desenvolvido pelo absoluto uso da ilegalidade, na atuação estatal administrativa e executiva sem consideração ‘as leis, na criação de projetos de leis, manutenção de ambiente carente de informação verdadeira e atualizada, e na falta de permanente apresentação das contas públicas ‘a população. Estas são caraterísticas de um Estado politico não democrático e arbitrário.

    

Ocorre que as grandes maiorias da humanidade excluidas por essa radicalidade da nova ‘ética’ são as minorias silenciadas a quem se nega o direito de fala e de expressão, embora o conhecimento cientifico demonstre e prove a existencia da vida humana nestas condições vulneraveis – por exemplo, embriões, deficientes, anencefalos e pessoas em estado coma mesmo o severo. Isto está acontecendo no Brasil, não obstante exista Lei a garantir a vida para todos igualmente.

 

Vida é o maior bem e a Constituição brasileira a protege. A vida do homem é valor supremo que não pode ser relativizado. Vida é bem indisponivel. Esta é a inteligência imperante em todo o mundo civilizado e é o superior motivo que deve orientar o comportamento humano.A vida é valor transindividual e universal.

Oexame do espírito humano fica evidente, a partir do momento em que se observa o sentido e o alcance das atividades humanas. O sentido da vida humana reside na realizaçao dos valores. Este é o aspecto prático dos valores, que aponta sua relação direta com a vida na realidade, o que acusará a disposição que move o homem à prática de certas ações. Ou, como elucida Aristóteles, tornará evidente a disposição da alma.

 
Assim, pode-se definir VALOR como um “quid”, diz Hessen. O “quid” é um o que que satisfaz certa necessidade humana. Mas a valoração não parte apenas desse “quid”. Isso porque ainda há valores éticos, estéticos e religiosos, além dos vitais, fala-se de valores interiores e individuais. Estes são descobertos com as necessidades espirituais, morais, diferentes das necessidades vitais. Asseguram a vitalidade aquelas necessidades que são externas ao ser humano, tais como as biológicas, e das quais depende a possibilidade material de existência.

 

Daí que se diz, simplesmente, que os valores produzem determinados efeitos. O efeito é a satisfação das necessidades ou interesses.

 

O grupo das ciências dos seres pertence a das ciências naturais, que tem um ponto de vista inteiramente estranho a valores, enfatiza Hessen. Por sua vez, as ciências dos valores têm por função, precisamente, tomar posição e valorar, por exemplo, a Ética.

  

A partir da determinação de valores que se consegue extrair normas para a ação prática. Estas normas visam as ações humanas.

 

 Para que se possa ter a percepção consciente dos valores é preciso que os mesmos sejam identificados por todos e que valham para todos, para todas pessoas (POR ISSO QUE O SUBJETIVISMO INDIVIDUALISTA É ERRÔNEO, POSTO QUE SE DEVE PENSAR EM VALORES SUBJETIVOS GERAIS, QUE VALEM PARA TODOS). Estes valores reconhecidos e identificados por todas pessoas são transindividuais, superiores aos valores puramente sensíveis, são transubjetivos pertencentes a um reino de validade intemporal e dirigem o seu incondicional apelo a todos os homens, POR SEREM SIMPLESMENTE HOMENS, TENDO VALIDADE ABSOLUTA [HESSEN, 1980, 90-103].

 

Vida é o maior bem e a Constituição brasileira a protege. A categoria bem jurídico, neste texto, considerando idéias de bens e valores eleitos por uma comunidade politicamente organizada, como é o Estado Democrático de Direito brasileiro previsto na Constituição da República, compreende os interesses legítimos de cada indivíduo e de toda sociedade, firmados no reconhecimento fundamental de direitos e garantias previstos na Lei Maior. Os bens jurídicos têm assentamento expresso na Constituição. Isto quer dizer que esta mesma Lei apresenta os valores fundamentais da sociedade, e é destes que deriva o conceito de bem jurídico.

 

A vida do homem é valor supremo que não pode ser relativizado. Vida é bem indisponivel. Esta é a inteligência imperante em todo o mundo civilizado e é o superior motivo que deve orientar o comportamento humano.A vida é valor transindividual e adignidade da vida humana é interessetranscendental ao homem. Pois que a dignidade está intrínseca à existência do próprio homem, intrínseca ‘a sua vida. E isto é assim mesmo independentemente e acima das variações históricas de outros valores e interesses.


Assim, a vida é Direito inviolsavel na Constituição brasileira, direito fundamental, garantido desde o caput do 5º artigo.

Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e as estrangeiros residentes no pais a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, á igualdade, à segurança e à propriedade(…)” – art. 5º da CF/88.

 

Obvio que nada, nenhum valor ou interesse alheio ao valor supremo vida, pode conferir aos homens, sejam legisladores sejam juízes ou ministros, a liberdade de dispor da vida de outrem.

 

Vida é o maior bem jurídico que se pode ter. O bem jurídico é um valor. Em outras palavras, bem jurídico é todo valor da vida humana protegido pelo Direito. Vida é o maior bem. Vida é valor superior e, portanto, como decorrência de várias razões que estão indicadas na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 (CRFB/88), é oferecida garantia ao direito de viver.

A Convenção Americana sobre Direitos Humanos, Pacto de San José da Costa Rica[1], foi adotada e aberta à assinatura na Conferência Especializada Interamericana sobre Direitos Humanos, em San José de Costa Rica, em 22 de novembro de 1969. O Pacto reconheceu “que os direitos essenciais do homem não derivam do fato de ser ele nacional de determinado Estado, mas sim do fato de ter como fundamento os atributos da PESSOA HUMANA […]” preâmbulo. Ratificada pelo Brasil em 25 de setembro de 1992.

 

A validade das Convenções internacionais no âmbito territorial brasileiro é tema tratado na Carta de 1988, que indubitavelmente reconheceu de forma inédita a validade normativa constitucional dos Tratados e Convenções internacionais sobre direitos humanos ratificados, com os termos da disposição do § 2º de seu 5º artigo.

  

No caso do Direito Constitucional brasileiro, em virtude de as normas de composição da Lei Maior acolherem preceitos universais sobre direitos humanos como ordem capital de existência do Estado, a Constituição reconhece e protege direitos previstos no âmbito internacional, NORMAS QUE PASSAM A TER FORMA CONSTITUCIONAL TAIS COMO DIREITOS FUNDAMENTAIS.

 

 

Ratificada pelo Brasil em 25 de setembro de 1992, A Convenção Americana sobre Direitos Humanos, Pacto de San José protege a vida no Artigo 4º – “Direito à vida. 1. Toda pessoa tem direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da CONCEPÇÃO. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.”

 

São José, Serraria, 25 de maio de 2012.

Cristiane Rozicki

HESSEN, Johannes. Filosofia dos valores. Trad. por L. Cabral de Moncada. 5a ed. Colecção Stvdivm. Coimbra: Armênio Amado, 1980.

A Convenção Americana sobre Direitos Humanos, Pacto de San José
http://www.dhnet.org.br/direitos/sip/oea/oeasjose.htm

‘No nos resignamos’: Los ciudadanos europeos, en pie por la cultura de la vida

Enquanto a Europa luta pelo fim do aborto livre e sem restriçoes em lei, sem pena criminal, o Brasil suporta o governo Lula-PT-Dilma investir na ilegalidade para transformar o país em fornecedor de matéria-prima humana fresca, congelada e usada nas farmacias e alimentos.

‘No nos resignamos’: Los ciudadanos europeos, en pie por la cultura de la vida

 

La  European Meeting for Life, imagen de la unión de los europeos en defensa de la Vida, ha sido presentada en la Eurocámara por Mayor Oreja. Histórica sesión en la que tuvimos voz como destacado movimiento cívico provida, y que marca hitos para una cultura de la vida en Europa, comenzando con una ILP en defensa del primer derecho humano.

REDACCIÓN HO.- El vicepresidente del Grupo Popular Europeo y eurodiputado del PP Jaime Mayor Oreja presentaba en la tarde de ayer jueves en el Parlamento Europeo la iniciativa ciudadana europea ‘No nos resignamos. En defensa de los no nacidos’, para comenzar a recoger firmas de ciudadanos europeos en contra del aborto y a favor del derecho a la vida en la UE.  La iniciativa se presentó dentro de una reunión también histórica en Bruselas, la ‘European Meeting for Life.’ Mayor Oreja destacaba hoy, precisamente el carácter inédito de la reunión, entrevistado en Así son las Mañanas de la COPE:  

“Lo que tenemos, ya por lo pronto, es una reunión inédita, jamás celebrada en la historia de la Eurocámara, en la cual, durante unas tres horas, los colectivos en defensa de la vida más representativos de toda Europa, una treintena, han hecho una radiografía de lo que sucede, nos han ofrecido un brillante diagnóstico conjunto de la situación analizando lo que ocurre en los distintos países, y con esa misma unidad han propuesto soluciones conjuntas para trabajar, todos juntos, en una nueva cultura de la vida. Se marca un camino unitario en este sentido.  Dentro de ello, se trabajará  en una Iniciativa Legislativa Popular para recoger más de un millón de firmas ciudadanas, en lo que nos emplearemos a fondo, sobre todo por parte del comité organizador que vamos a crear”.

Carlota Ruiz de Dulanto, en la sesiónReconociendo su labor y carácter representativo, HO y Derecho a Vivir formaron parte de esa treintena de asociaciones en defensa del derecho a vivir invitadas que tuvieron voz en Europa.  En Bruselas estuvimos representados por Carlota Ruiz de Dulanto, que tomó voz ante los europarlamentarios en nombre de DAV para defender que la única tasa de aborto admisible para una Europa moderna, que piensa en el futuro es el “Aborto Cero“, concepto que da nombre a la última campaña de divulgación y opinión pública impulsada por Derecho a Vivir. Proporcionamos el texto de la intervención íntegra de Carlota en Bruselas (en inglés), así como una breve biografía (en inglés) y la presentación visual con que acompañó sus palabras.

DAV y VI WCF: defendemos los valoresRuiz de Dulanto aprovechó también para hacer extensiva a todos los presentes la invitación a participar en el VI Congreso Mundial de Familias, que  este año HO tiene el honor de organizar (Madrid, 25-27 de mayo), que atraerá a casi 3000 personas, y reunirá a los más importantes líderes mundiales provida y profamilia.

La sesión reflejó un diagnóstico común, todos los movimientos cívicos de los distintos países compartimos la misma inquietud: la cultura de la muerte  no puede seguir avanzando,  ¡No nos podemos rendir !  La iniciativa de este encuentro se erige como el principio del final de esta mentalidad homicida que se ha instalado en nuestra civilización.

Jaime Mayor Oreja, con CarlotaLas líneas de acción básicas definidas al final de esta sesión de casi cinco horas han sido las siguientes: 

 1) Promover, de acuerdo con el Tratado de Lisboa y  la Carta Europea de los Derechos Fundamentales, una Iniciativa Legislativa Popular (ILP) contra la financiación directa o indirecta  de cualquier tipo de cultura de la muerte en Europa. El nuevo Tratado de Lisboa autoriza a los ciudadanos de la UE a reclamar a la Comisión Europea que presente propuestas legislativas de su interés si reúnen un millón de firmas de ciudadanos de varios Estados miembros. Las iniciativas ciudadanas europeas, que deben limitarse a los ámbitos en los que la Comisión está facultada para proponer legislación como la agricultura, el medio ambiente, los transportes o la salud pública, podrán comenzar a presentarse desde este 1 de abril, cuando entra en vigor la normativa que las desarrolla.

Si la iniciativa ciudadana europea pidiera abiertamente promover la prohibición del aborto en la UE tiene pocos visos de prosperar, dado que la Comisión Europea no tiene competencias para legislar sobre esta cuestión, según han reconocido fuentes del Ejecutivo comunitario: “Hay Estados miembros que lo autorizan, hay Estados miembros que no lo autorizan. Esto es una competencia nacional”.

2) Institucionalizar el ‘European Meeting for Life ‘ con al menos una celebración anual, en Bruselas , donde las asociaciones provida podamos dar el diagnóstico de cada uno de nuestros países .

3) Reforzar el ‘networking’ entre todas las instituciones provida de Europa y compartir y trasladar nuestras iniciativas al propio Mayor Oreja, que se compromete a enviar un diputado parlamentario, como representante de la institución, a cada evento provida que se promueva en Europa.

4) Fomentar la unidad: Sumar esfuerzos, crear un eslogan común, evidenciarnos como una corriente unida y fuerte que lucha contra una sociedad acomodada que se está dejando destruir por la violación de los derechos fundamentales.

Mayor y eurodiputadosMayor Oreja asume el liderazgo del apoyo europarlamentario a esta iniciativa cívicajunto al eurodiputado italiano ‘popular’  Carlo Casini, que también es presidente de la Comisión de Asuntos Constitucionales de la Eurocámara; ambos promovieron la histórica sesión de ayer jueves, invitando a más de 30 organizaciones y asociaciones de defensa de la familia y la vida de Austria, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Alemania, Estonia, Francia, Hungría, Irlanda, Italia, Lituania, Malta, Polonia, Portugal, Rumanía, Eslovaquia, Reino Unido, Suecia, Países Bajos, Rumanía y España, incluidos HO y Derecho a Vivir, el Instituto de Política Familiar, Crossroads, Foro español o la Fundación Madrina, con el objetivo de comenzar a recabar apoyos y firmas para su iniciativa.

La iniciativa ya ha recabado además el respaldo de otros eurodiputados, incluidos el también vicepresidente polaco del Grupo Popular Europeo, Jan Olbrycht, el italiano Mario Mauro, así como los eurodiputados eslovacos Miroslav Mikolasik y Anna Zaborska; el húngaro Laszlo Surjan, el esloveno Alojz Peterle; los alemanes Martin Kasler, Peter Liese y Bernd Posselt, el tory británico Nirj Deva y el polaco Konrad Szymanski.

Adjunto Tamaño
Adjunto Tamaño
Biographie Ruiz de Dulanto.doc 27 KB
20120329 DAV European Parliamen meeting v3.ppt 4.61 MB
28mar12_Discurso Carlota English_Eucamara_Bruselas.doc 1.17 MB

Etiquetas:

http://www.hazteoir.org/alerta/45048-no-nos-resignamos-ciudadanos-europeos-en-pie-cultura-vida—-

El aborto genera en España un negocio de 100 millones€ en diez años

O aborto na España gera um negócio de 100 milhões de Euros em dez anos de milhões de mortes. A interrupção voluntaria da gravidez, o aborto, chega a 70 e 90 por cento das gestantes.

El aborto genera en España un negocio de 100 millones€ en diez años

En Andalucía, la tercera comunidad de España con mayor número de abortos, unos 20 mil cada año, crece más rápidamente que a nivel nacional.

REDACCIÓN HO / ABC.ES.-  Las estadísticas que hace públicas cada año el Servicio Andaluz de Salud (SAS) sobre el aborto son siempre conocidas. Las cifras apenas cambian y cada año se practican en la comunidad autónoma unos veinte mil abortos, una cantidad que apenas oscila. Ni las políticas de prevención de embarazos ni tampoco la píldora del día después -como señalaban los defensores de su liberalización, que además tratan de negar sus efectos abortivos-, han provocado una disminución de abortos quirúgicos.

Sin embargo hay otros datos menos conocidos, como los del negocio que se mueve alrededor de las mal llamadas Interrupciones Voluntarias del Embarazo (IVE). Según un informe realizado por un grupo de profesores católicos de la Universidad de Córdoba, del que informa el diario ABC, en el periodo comprendido entre 1999 y 2008 el aborto ha supuesto en Andalucía un negocio que ha facturado entre 82.294.104 y 102.832.832 euros. Además, los profesores consideran que, en términos absolutos, los ingresos estimados para el último año del que tienen datos, 2008, oscilaría entre 9.323.211 y 13.041.550 euros.

En el estudio, que ha tenido en cuenta los precios de licitación pública de estas intervenciones, la estimación de gastos asociados (desplazamientos y manutención de los pacientes y acompañantes) así como otros informes, los investigadores han fijado una horquilla de precios que oscila entre 350 y 450 euros. Concretamente, los investigadores sitúan el precio de un aborto de hasta 12 semanas de gestación en esas cantidades aunque aseguran que hay algunas comunidades donde es más caro y esta intervención puede costar hasta 600 euros.

Claro que los precios suben a medida que aumentan las semanas de gestación, dada la complejidad de la operación. En este sentido, cuando el embarazo pasa de las 12 semanas, el precio del aborto puede estar entre 1.500 y 2.500 euros. De igual manera, en otras comunidades españolas estas intervenciones pueden alcanzar los 3.000 euros.

En cualquier caso el aborto en Andalucía representa en torno al 18 por ciento del total nacional. La tasa anual acumulativa de crecimiento para España se sitúa en el 7,9 por ciento, por debajo de la tasa de crecimiento para Andalucía, estimada en el 9,18 por ciento. Eso supone que el aborto en Andalucía crece más rápidamente que a nivel nacional, consecuencia posiblemente de las facilidades otorgadas por la administración pública a las mujeres para que encuentren en el aborto la salida a su embarazo no deseado o en situación de dificultad.

En relación con otras comunidades autónomas, Andalucía se encuentra situada en el top del aborto en España. A nivel nacional se encuentra en el quinto lugar (con un 0,25 de abortos sobre la población total) por detrás de Murcia (0,38), Madrid (0,35), Cataluña (0,34) y Baleares (0,32). Considerando el peso relativo de los abortos perpetrados en cada comunidad sobre el total de abortos en todo el país, se extrae la conclusión de que Andalucía es la tercera de España en número de abortos.

Algo que lógicamente tiene sus consecuencias económicas, lo que lleva a los profesores a afirmar que «una parte significativa del negocio del aborto se concentra en Andalucía».

Los expertos también han valorado el hecho de que Andalucía es la única comunidad autónoma que reconoce la prestación del aborto dentro de su sistema sanitario y garantiza el acceso a la misma a través del concierto con las clínicas acreditadas ante la mayoritaria objeción de losprofesionales de la sanidad pública. Además, Andalucía es la tercera región española con mayor peso económico en el negocio del aborto en España.

 

Casi la mitad en Sevilla y Málaga

Las cifras también revelan que casi la mitad de los abortos en Andalucía en el periodo entre 1999 y 2008, el 45 por ciento y hasta el 48 por ciento en 2008, se realizaron a mujeres residentes en Sevilla y Málaga. Son las provincias que, junto a Granada y Almería, concentran más del 70 por ciento de las interrupciones voluntarias del embarazo.

Llama la atención la escasa incidencia en la provincia de Jaén, que escasamente alcanza el 4 por ciento el año 2008. Además también es digno de destacar que la mayoría de los abortos, el 91 por ciento, se produce antes de las doce primeras semanas de vida, mientras que el 9 por ciento aproximadamente corresponde a abortos practicados a partir de la primera semana. Este dato tiene repercusiones evidentes, dada la diferencia en el tipo de asistencia para cada caso. Entre los centros acreditados concertados son dos en Sevilla los que realizan estas intervenciones a mujeres de más de doce semanas.

http://www.hazteoir.org/noticia/45551-aborto-genera-en-espana-negocio-100-millones%E2%82%AC-en-diez-anos

Projeto do Novo Código Penal: aborto, desinformação e impedimentos legislativos

“1) Tem GRAVES INCONSTITUCIONALIDADES e não se tem suscitado este assunto como necessário.

2) Tem normas penais em branco que tornam impossível fazer uma tipificação de conduta, senão com alto grau de subjepúblicas simuladas para aparentar consulta à sociedade.

3) Foi feito às pressas com consultas a indispensável qualificação técnica.

4) Foi elaborado por uma Comissão que é SUBORDINADA à IDEOLOGIA PARTIDÁRIA do Governo Federal [PT] e sem tividades – o que permite perseguição aos desafetos do Poder.

5) Insere-se dentro de um procedimento golpista com a atual constituição do Congresso Nacional.”

Por Celso Galli Coimbra

Projeto do Novo Código Penal: aborto, desinformação e impedimentos legislativos

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/05/09/projeto-do-novo-codigo-penal-aborto-desinformacao-e-impedimentos-legislativos/

“Norma específica da Convenção Americana de Direitos Humanos (CADH), firmada pelo Brasil em 1992 e, por isso integrada como norma de direitos humanos da Constituição Federal como cláusula pétrea por força do disposto no art. 5º, § 2º (“Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a República do Brasil seja parte.”) e § 3º (“Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos […] serão equivalentes às emendas constitucionais.”), assegura a proteção à vida humana desde a concepção, no seu art. 4º: “Toda pessoa tem direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.”

“Diante destes mandamentos constitucionais, acrescidos pela integração da CADH ao constitucionalismo brasileiro, em 1992, verifica-se: (1) o nascituro, desde a concepção, passa a ser considerado pessoa para o direito, não mais apenas vida humana que já seria protegida por ele; e (2) seu direito à vida está protegido desde o momento da concepção sob o status de cláusula pétrea constitucional por ser preceito de direitos humanos; (3) o que significa que a vida do nascituro, desde a concepção, não pode ser desrespeitada sequer por emenda à Constituição, diante do art. 60, § 4º, IV, da CF: “Não será objeto de DELIBERAÇÃO a proposta de emenda tendente a abolir os direitos e garantias individuais.” (grifos nossos)”

Projeto do Novo Código Penal: aborto, desinformação e impedimentos legislativos

09/05/2012 — Celso Galli Coimbra

 

Por Celso Galli Coimbra

 

Em 09 de março de 2012, foi publicada a notícia de que a Comissão de Juristas nomeada pelo Senado para elaborar o anteprojeto de lei do novo Código Penal estaria ampliando as regras para o aborto legal.  Se formos examinar o conteúdo desta suposta “ampliação” veremos que é mais uma pegadinha jurídica em torno desta questão, pois o que está de fato sendo proposto é a total liberação do aborto [1].

 

É  induzir a erro a sociedade brasileira dizer que existe mera “ampliação” das hipóteses de aborto, mas que ele “continua sendo crime”, pois o texto em que está exarada confere norma em branco à administração da subjetividade de profissionais da medicina e da psicologia para autorizar o amplo abortamento, quando preceitua que abortar é possível sem punibilidade  “Por vontade da gestante até a 12ª semana de gravidez, se o médico ou o psicólogo atestar que a mulher não apresenta condições de arcar com a maternidade”

 

Se qualquer médico ou psicólogo puder atestar que a mulher pode abortar até a 12a. semana de gravidez por não ter “condições de arcar com a maternidade”, então o aborto pode ser objeto de mera concessão em aberto de médicos e psicólogos e ainda sob o indefinido pretexto de “não poder arcar com a maternidade”.  Para resumir o assunto: é suficiente uma mulher dizer para médico ou psicólogo que não quer continuar a gestação, que isto pode, sem dúvida alguma, ser aceito como “falta de condições para arcar com a maternidade”.

 

Porém, antes deste estratagema, é notória a falta de competência legislativa para o Congresso Nacional aprovar a alteração do momento de proteção ao início da vida humana estabelecido no momento da concepção ou sequer exceções ao mesmo, que por disposição constitucional – a seguir demonstrada – sequer por Emenda Constitucional pode ser objeto de tramitação no Poder Legislativo. Um Código Penal é apenas legislação ordinária federal.

 

LEI COM CONTEÚDO ABORTISTA SEQUER PODE TER TRAMITAÇÃO NO LEGISLATIVO ou LEI INCONSTITUCIONAL É DIFERENTE DE TRAMITAÇÃO INCONSTITUCIONAL

 

Dizer que uma lei é inconstitucional é diferente de dizer que a tramitação de projetos de lei que têm por objeto a alteração do momento de proteção à vida humana, ou abertura de exceções ao mesmo, não podem ter andamento para votação pelos parlamentares.

 

Uma lei pode ser inconstitucional e mesmo assim pode ter andamento nas casas legislativas, seguida da sanção dos Executivos e entrar em vigor no Brasil, de tal forma que sua inconstitucionalidade somente possa vir a ser declarada para todos ou para alguns mediante ação judicial própria.

 

Ao contrário, quando o valor maior protegido pela Constituição é de caráter pétreo por dizer respeito a tratados de direitos humanos firmados pelo Brasil e que seguiram a ratificação interna e formal prevista na época dentro do país, SEQUER a tramitação de Emendas Constitucionais – que já é o exercício de Poder Constituinte derivado – são permitidas na vigência da atual Constituição.

 

Isto é assim determinado para não haver risco de uma lei inconstitucional – que altere o momento de proteção da vida humana – possa entrar em vigor para ter – e somente depois deste momento – a sua inconstitucionalidade levada a julgamento.

 

Nestes casos especiais, o legislador constitucional impede, então, é a própria tramitação no Congresso Nacional.

 

Esta diferença vital entre lei inconstitucional e projeto de lei cuja a tramitação legislativa está proibida passa normalmente despercebida. No último caso, em situações excepcionais, como a alteração do momento de proteção à vida humana ou exceções a este momento, o que é inconstitucional é desde logo a tramitação de um PL ou emenda constitucional com este conteúdo.

 

Isto significa que apenas com uma nova Constituição seria cogitável esse encaminhamento, não com a que está em vigor.

 

A CONVENÇÃO AMERICANA DE DIREITOS HUMANOS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL

 

Norma específica da Convenção Americana de Direitos Humanos (CADH), firmada pelo Brasil em 1992 e, por isso integrada como norma de direitos humanos da Constituição Federal como cláusula pétrea por força do disposto no art. 5º, § 2º (“Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a República do Brasil seja parte.”) e § 3º (“Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos […] serão equivalentes às emendas constitucionais.”), assegura a proteção à vida humana desde a concepção, no seu art. 4º: “Toda pessoa tem direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.”

 

Diante destes mandamentos constitucionais, acrescidos pela integração da CADH ao constitucionalismo brasileiro, em 1992, verifica-se: (1) o nascituro, desde a concepção, passa a ser considerado pessoa para o direito, não mais apenas vida humana que já seria protegida por ele; e (2) seu direito à vida está protegido desde o momento da concepção sob o status de cláusula pétrea constitucional por ser preceito de direitos humanos; (3) o que significa que a vida do nascituro, desde a concepção, não pode ser desrespeitada sequer por emenda à Constituição, diante do art. 60, § 4º, IV, da CF: “Não será objeto de DELIBERAÇÃO a proposta de emenda tendente a abolir os direitos e garantias individuais.” (grifos nossos)

 

A Constituição está proibindo que projetos de lei e emendas de conteúdo abortista possam seguir para deliberação do Poder Legislativo: a própria tramitação destes projetos, sejam de leis, sejam de emendas, não podem ir além da Comissão de Constituição e Justiça do Poder Legislativo, onde constatada esta inconstitucionalidade de conteúdo, eles terão que ser obrigatoriamente vetados e excluídos de encaminhamento para deliberação do Poder Legislativo Federal, por força do citado acima.

 

É um direito pétreo de proteção da vida humana, desde a sua concepção, a proibição de deliberação de leis ou emendas que comprometam a sua existência. Como a todo direito sempre corresponde uma ação judicial em sua defesa, caso aquele não seja respeitado, desde esta fase proibitiva de deliberação, cabe acionar o Poder Judiciário, que tem por última instância nesta hipótese a Corte Interamericana de Direitos Humanos, sem que isto represente interferência alguma em outro poder, se a CCJ aprovar para deliberação do Poder Legislativo emenda ou projeto de lei que conflite com o art. 60, § 4º, IV, da CF.

 

Celso Galli Coimbra

OABRS 11.352

cgcoimbra@gmail.com

 

1. Comissão do novo Código Penal amplia regras para aborto legal e eutanásia

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,comissao-do-novo-codigo-penal-amplia-regras-para-aborto-legal-e-eutanasia,846404,0.htm

 

2. Impossibilidade de legalização do aborto no Brasil desde sua proibição constitucional de ir à deliberação pelo Poder Legislativo

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2008/11/22/impossibilidade-de-legalizacao-do-aborto-no-brasil-desde-sua-proibicao-constitucional-de-ir-a-deliberacao-pelo-poder-legislativo/

__

disponivel em

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/05/09/projeto-do-novo-codigo-penal-aborto-desinformacao-e-impedimentos-legislativos/

—-

 

Brasil, fim do Estado de Direito

Brasil, fim do Estado de Direito

 

A vida é Direito inviolavel na Constituição brasileira, direito fundamental, garantido desde o caput do 5º artigo.

Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e as estrangeiros residentes no pais a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, á igualdade, à segurança e à propriedade(…)” – art. 5º da CF/88. – grifei.

 

Obvio que nada, nenhum valor ou interesse alheio ao valor supremo vida, pode conferir aos homens, sejam legisladores sejam juízes ou ministros, a liberdade de dispor da vida de outrem.

 

O plano político nacional de Lula presidente, do PT, foi apresentado depois da eleição de 2002. O compromisso do governo passa a ser compreendido depois do conhecimento do plano oficial em um documento “aprovado pelo próprio Presidente da República”, que estabeleceu prioridades da seguinte maneira:  

“Prioridade 3.6. Revisar a legislação punitiva que trata da interrupção voluntária da gravidez. Proposta ms/spm 2005: constituir uma comissão  tripartite, com representantes do poder executivo, poder legislativo e sociedade civil para discutir, elaborar e encaminhar proposta de revisão da legislação punitiva que trata da interrupção voluntária da gravidez”.

 

Interrupção voluntaria da gravidez é o aborto por escolha.

 

Porem, como foi visto, até o ultimo mandato presidencial de Luis Inácio Lula da Silva, encerrado em 31 de dezembro de 2010, a mídia governamental manteve a técnica do silencio sobre suas verdadeiras intenções. A população brasileira não recebeu, em instante algum, explicações. Contudo, os juristas puderam observar a evolução das estratégias do governo PT-Lula, na leitura de Projetos de Lei que eram divulgados no Diario Oficial e com a observação das comissões e secretarias que eram criadas, organizações não-governamentais e fundações que recebem recursos e verbas dos cofres públicos [acumulação graças aos impostos] distribuídos sem justificativa administrativa. Alem do uso continuado de jargões no cotidiano da política, falsificando a verdade e invertendo questões jurídicas, distanciando os fatos da realidade já prevista em Lei nacional e universal de Direitos Humanos validos para todas as pessoas, pois todos, incluindo o nascituro – individualmente, cada um é sujeito de direito desde o momento de sua genese – podem agir para proteger seus interesses, sua vida, judicialmente. A nenhum funcionário publico, juiz, ministro ou defensor em suas funções, é dado o poder de declarar a favor da morte de alguém.

Enganam aos que participam do ato de linguagem, o leitor, e veremos falar em “aborto legal” [não existe isso], “direitos reprodutivos da mulher” vinculado ao direito ao “próprio corpo’’, saúde da mulher associado ao direito de matar ou “direito de livre escolha da mulher de ‘interromper’ uma gravidez indesejada” e isto é nada mais do que aborto livre.

Vê-se ainda noticia de juiz de direito autorizar aborto de criança deficiente. O juiz que faz isso, uma ILEGALIDADE, o faz apenas porque tem absoluta certeza de sua impunidade no organismo de que faz parte.

 

 

O PNDH-3 PREVE A LIBERAÇÃO DE CRIMES, fim do Estado de Direito.

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/23/o-pndh-3-preve-a-liberacao-de-crimes-fim-do-estado-de-direito/


PNDH3: Programa Nacional de Direitos Humanos, o PNDH3 de Lula e Dilma começou a ser colocado em execução em 2011. Essa transformação é a revolução ao contrario, quer dizer, é contraria a democracia. O Estado Democrático de Direito tem três poderes iguais em força e relevância independentes entre si. No Brasil domina a política infame dos caminhos da ilegalidade. Hoje, brasileiros estão a viver a tirania de um governo que corrompeu todas as instituições públicas e todos os poderes da União. Não existe, agora, nessas condições de partidarismo político ou de interesses economicos patrimoniais individualizados a comandar as funções públicas do Estado brasileiro, sem a devida observação e respeito à Lei Maior, sequer uma democracia forjada. Estas condições da realidade do governo Lula-Dilma confirmam a tirania. A realidade é a prova.

 

Antes do segundo turno das eleições presidenciais de 2010, o governo lula na trama internacional do aborto, publicou em 04/10/2010, no Diário Oficial da União,  seção III, página 88, o Termo de Cooperação do Governo do Brasil com a Fundação Oswaldo Cruz para despenalizar (retirar a pena legal do crime) o aborto:

ESPÉCIE: PRIMEIRO TERMO ADITIVO AO TERMO DE COOPERAÇÃO Nº. 137/2009

http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=88&data=04/10/2010

 

Demarca o artigo 84 da Lei Maior, no inciso VI, que o decreto pode versar sobre

a)    organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos;

b)   extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos.

 

Significa que o PNDH-3 pode dispor apenas sobre o e funcionamento da administração e não implica no aumento de despesa nem na criação ou extinção de órgãos públicos.

 

No entanto, a leitura do PNDH-3 mostra o contrario, o dispositivo constitucional do inciso VI do artigo 84 não foi respeitado.

 

Além disso, o DECRETO 7.037, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2009, do Presidente Lula E da Casa Civil durante o exercício de Dilma Rousseff atualizado pelo Decreto nº 7.177, em 12 de maio de 2010, ainda durante o 1º turno das eleições de 2010, dispõe sobre matérias da Constituição de competência privativa da União para legislar. Sendo assim, não passa de um texto político de intenções tal e qual um programa partidário de campanha eleitoral. Mas que esta sendo posto em pratica por PT e Dilma. Isso é ditadura civil. Significa, na prática, golpe de Estado.

 

O que está demonstrado é que nessa hipótese do PNDH-3, o regulamento ou decreto de Lula e Dilma ministra da Casa Civil, em 21 de dezembro de 2009, não se amoldou ao corte Constitucional, de modo que cabe análise da constitucionalidade do Decreto Nº 7.037, pelo Supremo Tribunal Federal. Cabe Ação Direta de Inconstitucionalidade.

 

DECRETO 7.037, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2009, do Presidente Lula E da Casa Civil durante o exercício de Dilma Rousseff atualizado pelo Decreto nº 7.177, em 12 de maio de 2010, ainda durante o 1º turno das eleições que fizeram Dilma Rousseff presidente do Brasil.

 

Entre as previsões do programa do DECRETO 7.037, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2009, do Presidente Lula E da Casa Civil durante o exercício de Dilma Rousseff atualizado pelo Decreto nº 7.177, encontram-se:

 

condicionamento da compreensão no ensino básico e fundamental, programas de “desconstrução de estereótipos” com a criação e vivencia prática de novas discriminações de ordem moral, política e sexual. Tratam-se também de programas de limpeza Cultural que incluem: educação em escolas não formais; revisão dos livros das escolas primárias de acordo com os “direitos humanos” do PNDH-3; financiamento de estudos, materiais didáticos, pesquisas e instituições educacionais;

 

Censura, controle da informação e da comunicação e divulgação;

– Criação de um comite para julgar as concessões públicas das empresas de comunicação de acordo com o padrão do PNDH3; classificação das publicações e programas na mídia; incentivo financeiro para toda a produção de mídia que aplauda e acompanhe o programa do PNDH3;

– a realização de memorial sobre o período de ditadura entre 1964 e 1985;

– anistia para todos os crimes hediondos, terroristas, assassinatos e assaltos seguidos de roubo praticados pela antiga esquerda;

 

apoio e subsidio ao movimento criminoso do MST (Movimento dos Sem-Terra) que invade fazendas, mata animais de criação e pessoas, destroi as plantações, e é financiado pelas Organizações Não-Governamentais com dinheiro público. A invasão passa a ser entendida como propriedade da terra;.

– a criação de comites comunitários e alternativos, para julgar extrajudicialmente conflitos de toda ordem, seja impasses homossexuais, a violação infanto-juvenil, a prostituição, a remuneração, o contrabando, o preço da vida e de pedaços de corpos humanos para trafico e transplantes, as invasões de propriedades, crimes analisados segundo os direitos humanos do Decreto, o PNDH3, antes que o Judiciário possa dar a solução jurídica com base na lei;

 

 – incentivo á prostituição, promessa de profissionalização da oferta de serviços sexuais. Crime, artigo 228 do Código Penal (favorecimento à prostituição).

 

O perigo disso é desenvolver a promiscuidade e epidemia de doenças, e a transformação do Brasil no país do turismo sexual. E o risco obvio, ameaça certa de conviver com o aumento do Crime organizado de trafico de pessoas para a prostituição internacional e para o transplante de órgãos vitais únicos e tecidos;

 

 – perda da NOÇÃO DE PESSOA HUMANA;

 

– com o aborto, o homossexualismo promovido, a prostituição e o controle da educação, conseqüência será o avanço e legalização da Eugenia e controle Social com programas de planejamento familiar e reprodutivos; casamento entre pessoas do mesmo sexo, leis para o aborto e adoção de crianças por homossexuais. O objetivo é a anulação da pessoa humana e uma nova discriminação é estimulada com a mudança na mentalidade e da forma de agir, um condicionamento para todos os brasileiros;

 

aborto, exclusão do direito à vida do ser humano concebido, como determina a diretriz 9, objetivo estratégico III, ação programática g): “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos”:

“Considerar o aborto como tema de saúde pública, com a garantia do acesso aos serviços de saúde. (Redação dada pelo Decreto nº 7.177, de 12.05.2010)” …. 

Apoiar a alteração dos dispositivos do Código Penal referentes ao estupro, atentado violento ao pudor, posse sexual mediante fraude, atentado ao pudor mediante fraude e o alargamento dos permissivos para a prática do aborto legal, em conformidade com os compromissos assumidos pelo…”;

“Recomenda-se ao Poder Legislativo a adequação do Código Penal para a descriminalização do aborto.”


Diante desses programas, diretrizes e objetivos estratégicos, justiça sumaria, implementações, financiamentos e desqualificação de crimes contra a vida humana por causa da idade da vitima, o ato de questionar será considerado como transgressão infratora do INCONSTITUCIONAL PNDH-3, O DECRETO que é a VIOLAÇÃO dos Direitos Humanos. A pessoa que não aceitar o PNDH-3 será punida com desaprovações, privações de benefícios, e uma justiça ágil e eficiente para viabilizar execuções sumárias.


Brasil, fim do Estado de Direito

São Jose, maio/2012.

Cristiane Rozicki

Infanticídio feminino e mortalidade materna, assassinato em massa de mulheres e deficientes, um genocídio por responsabilidade do governo

 

“O fenômeno do infanticídio feminino é tão antigo em muitas culturas, e foi provavelmente responsável por milhões de mortes seletivas de gênero ao longo da história. Continua, hoje, a ser uma preocupação fundamental em um número de paises do “Terceiro Mundo”, nomeadamente os dois países mais populosos do planeta, China e Índia. Em todos os casos, especificamente o infanticídio feminino reflete o baixo estatuto concedido às mulheres em muitas partes do mundo, e é sem dúvida a manifestação mais brutal e destruidora do viés anti-feminino que permeia as sociedades “patriarcais”. Ela está intimamente ligada aos fenômenos de abortos seletivos, que visa fetos do sexo feminino quase exclusivamente, e negligência a saude de crianças do sexo feminino.” 

“O infanticídio feminino é a morte intencional de bebês do sexo feminino, devido à preferência por bebês do sexo masculino e do baixo valor da pessoa associada com o nascimento de fêmeas.” (Marina Porras, “o infanticídio feminino e o Feticide”.). O FETICIDIO deve ser visto como um subconjunto do fenômeno mais amplo do infanticídio, que também tem como alvo a morte de crianças física ou mentalmente DEFICIENTES, e os machos infantis (ao lado do sexo feminino infantil ou, ocasionalmente, em um gênero seletivo base). Tal como acontece com a MORTALIDADE MATERNA. Alguns contestam a atribuição de infanticídio ou o infanticídio feminino para a categoria de “genocídio” ou, como aqui, “generocídio”.

“No entanto, o argumento apresentado no estudo de caso sobre a categoria MORTALIDADE MATERNA se aplica neste  caso como a seguinte evidencia: governos e outros atores podem ser tão culpados e responsaveis pelo assassinato em massa por negligência, falta de assistencia ‘a saude ou  incentivo tácito ao aborto, como assassinato direto de  mulheres, gestantes, fetos e crianças nascidas.”

    

Aqui no Brasil estamos a ver o governo, de Lula explicitamente desde 2005, e Dilma desde ministra da Casa Civil, com divulgaçoes na midia, vendendo a ideia fraudulenta      de que a mulher brasileira é a favor do aborto.                              

                                                                                                                                                                               

O PNDH-3 PREVE A LIBERAÇÃO DE CRIMES, fim do Estado de Direito.

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/23/o-pndh-3-preve-a-liberacao-de-crimes-fim-do-estado-de-direito/

Antes do segundo turno das eleições presidenciais de 2010, o governo lula na trama internacional do aborto, publicou em 04/10/2010, no Diário Oficial da União,  seção III, página 88, o Termo de Cooperação do Governo do Brasil com a Fundação Oswaldo Cruz para despenalizar (retirar a pena legal do crime) o aborto:

ESPÉCIE: PRIMEIRO TERMO ADITIVO AO TERMO DE COOPERAÇÃO Nº. 137/2009

http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=88&data=04/10/2010

 

 

Além disso, o DECRETO 7.037, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2009, do Presidente Lula E da Casa Civil durante o exercício de Dilma Rousseff atualizado pelo Decreto nº 7.177, em 12 de maio de 2010, ainda durante o 1º turno das eleições de 2010, dispõe sobre matérias da Constituição de competência privativa da União para legislar. Sendo assim, não passa de um texto político de intenções, mas que esta sendo posto em pratica por PT e Dilma. Isso é ditadura civil.

                   

 – aborto, exclusão do direito à vida do ser humano concebido, como determina a diretriz 9, objetivo estratégico III, ação programática g): “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto.

Diante desses programas, diretrizes e objetivos estratégicos, justiça sumaria, implementações, financiamentos e desqualificação de crimes contra a vida humana por causa da idade da vitima e/ou condição de saúde e deficiencia, o ato de questionar será considerado como transgressão infratora do INCONSTITUCIONAL PNDH-3, O DECRETO que é a VIOLAÇÃO dos Direitos Humanos. A pessoa que não aceitar o PNDH-3 será punida com desaprovações, privações de benefícios, e uma justiça ágil e eficiente para viabilizar execuções sumárias.

 

Feministas brasileiras representam interesses estrangeiros, não a mulher brasileira

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/04/12/feministas-brasileiras-representam-interesses-estrangeiros-nao-a-mulher-brasileira/

—-

Infanticídio feminino e mortalidade materna, assassinato em massa de mulheres e deficientes, um genocídio por responsabilidade do governo

 Case Study: Female Infanticide  

Focus:                                            
(1) India
(2) China

     Summary                            

The phenomenon of female infanticide is as old as many cultures, and has likely accounted for millions of gender-selective deaths throughout history. It remains a critical concern in a number of “Third World” countries today, notably the two most populous countries on earth, China and India. In all cases, specifically female infanticide reflects the low status accorded to women in most parts of the world; it is arguably the most brutal and destructive manifestation of the anti-female bias that pervades “patriarchal” societies. It is closely linked to the phenomena of sex-selective abortion, which targets female fetuses almost exclusively, and neglect of girl children.

The background

“Female infanticide is the intentional killing of baby girls due to the preference for male babies and from the low value associated with the birth of females.” (Marina Porras, “Female Infanticide and Foeticide”.) It should be seen as a subset of the broader phenomenon of infanticide, which has also targeted the physically or mentally handicapped, and infant males (alongside infant females or, occasionally, on a gender-selective basis). As with maternal mortality, some would dispute the assigning of infanticide or female infanticide to the category of “genocide” or, as here, “gendercide.” Nonetheless, the argument advanced in the maternal mortality case-study holds true in this case as well: governments and other actors can be just as guilty of mass killing by neglect or tacit encouragement, as by direct murder. R.J. Rummel buttresses this view, referring to infanticide as

another type of government killing whose victims may total millions … In many cultures, government permitted, if not encouraged, the killing of handicapped or female infants or otherwise unwanted children. In the Greece of 200 B.C., for example, the murder of female infants was so common that among 6,000 families living in Delphi no more than 1 percent had two daughters. Among 79 families, nearly as many had one child as two. Among all there were only 28 daughters to 118 sons. … But classical Greece was not unusual. In eighty-four societies spanning the Renaissance to our time, “defective” children have been killed in one-third of them. In India, for example, because of Hindu beliefs and the rigid caste system, young girls were murdered as a matter of course. When demographic statistics were first collected in the nineteenth century, it was discovered that in “some villages, no girl babies were found at all; in a total of thirty others, there were 343 boys to 54 girls. … [I]n Bombay, the number of girls alive in 1834 was 603.”

Rummel adds: “Instances of infanticide … are usually singular events; they do not happen en masse. But the accumulation of such officially sanctioned or demanded murders comprises, in effect, serial massacre. Since such practices were so pervasive in some cultures, I suspect that the death toll from infanticide must exceed that from mass sacrifice and perhaps even outright mass murder.” (Rummel, Death by Government, pp. 65-66.)

Focus (1): India

As John-Thor Dahlburg points out, “in rural India, the centuries-old practice of female infanticide can still be considered a wise course of action.” (Dahlburg, “Where killing baby girls ‘is no big sin’,” The Los Angeles Times [in The Toronto Star, February 28, 1994.]) According to census statistics, “From 972 females for every 1,000 males in 1901 … the gender imbalance has tilted to 929 females per 1,000 males. … In the nearly 300 poor hamlets of the Usilampatti area of Tamil Nadu [state], as many as 196 girls died under suspicious circumstances [in 1993] … Some were fed dry, unhulled rice that punctured their windpipes, or were made to swallow poisonous powdered fertilizer. Others were smothered with a wet towel, strangled or allowed to starve to death.” Dahlburg profiles one disturbing case from Tamil Nadu:

Lakshmi already had one daughter, so when she gave birth to a second girl, she killed her. For the three days of her second child’s short life, Lakshmi admits, she refused to nurse her. To silence the infant’s famished cries, the impoverished village woman squeezed the milky sap from an oleander shrub, mixed it with castor oil, and forced the poisonous potion down the newborn’s throat. The baby bled from the nose, then died soon afterward. Female neighbors buried her in a small hole near Lakshmi’s square thatched hut of sunbaked mud. They sympathized with Lakshmi, and in the same circumstances, some would probably have done what she did. For despite the risk of execution by hanging and about 16 months of a much-ballyhooed government scheme to assist families with daughters, in some hamlets of … Tamil Nadu, murdering girls is still sometimes believed to be a wiser course than raising them. “A daughter is always liabilities. How can I bring up a second?” Lakshmi, 28, answered firmly when asked by a visitor how she could have taken her own child’s life eight years ago. “Instead of her suffering the way I do, I thought it was better to get rid of her.” (All quotes from Dahlburg, “Where killing baby girls ‘is no big sin’.”)

A study of Tamil Nadu by the Community Service Guild of Madras similarly found that “female infanticide is rampant” in the state, though only among Hindu (rather than Moslem or Christian) families. “Of the 1,250 families covered by the study, 740 had only one girl child and 249 agreed directly that they had done away with the unwanted girl child. More than 213 of the families had more than one male child whereas half the respondents had only one daughter.” (Malavika Karlekar, “The girl child in India: does she have any rights?,” Canadian Woman Studies, March 1995.)

The bias against females in India is related to the fact that “Sons are called upon to provide the income; they are the ones who do most of the work in the fields. In this way sons are looked to as a type of insurance. With this perspective, it becomes clearer that the high value given to males decreases the value given to females.” (Marina Porras, “Female Infanticide and Foeticide”.) The problem is also intimately tied to the institution of dowry, in which the family of a prospective bride must pay enormous sums of money to the family in which the woman will live after marriage. Though formally outlawed, the institution is still pervasive. “The combination of dowry and wedding expenses usually add up to more than a million rupees ([US] $35,000). In India the average civil servant earns about 100,000 rupees ($3,500) a year. Given these figures combined with the low status of women, it seems not so illogical that the poorer Indian families would want only male children.” (Porras, “Female Infanticide and Foeticide”.) Murders of women whose families are deemed to have paid insufficient dowry have become increasingly common, and receive separate case-study treatment on this site.

India is also the heartland of sex-selective abortion. Amniocentesis was introduced in 1974 “to ascertain birth defects in a sample population,” but “was quickly appropriated by medical entrepreneurs. A spate of sex-selective abortions followed.” (Karlekar, “The girl child in India.”) Karlekar points out that “those women who undergo sex determination tests and abort on knowing that the foetus is female are actively taking a decision against equality and the right to life for girls. In many cases, of course, the women are not independent agents but merely victims of a dominant family ideology based on preference for male children.”

Dahlburg notes that “In Jaipur, capital of the western state of Rajasthan, prenatal sex determination tests result in an estimated 3,500 abortions of female fetuses annually,” according to a medical-college study. (Dahlburg, “Where killing baby girls ‘is no big sin’.”) Most strikingly, according to UNICEF, “A report from Bombay in 1984 on abortions after prenatal sex determination stated that 7,999 out of 8,000 of the aborted fetuses were females. Sex determination has become a lucrative business.” (Zeng Yi et al., “Causes and Implications of the Recent Increase in the Reported Sex Ratio at Birth in China,” Population and Development Review, 19: 2 [June 1993], p. 297.)

Deficits in nutrition and health-care also overwhelmingly target female children. Karlekar cites research

indicat[ing] a definite bias in feeding boys milk and milk products and eggs … In Rajasthan and Uttar Pradesh [states], it is usual for girls and women to eat less than men and boys and to have their meal after the men and boys had finished eating. Greater mobility outside the home provides boys with the opportunity to eat sweets and fruit from saved-up pocket money or from money given to buy articles for food consumption. In case of illness, it is usually boys who have preference in health care. … More is spent on clothing for boys than for girls[,] which also affects morbidity. (Karlekar, “The girl child in India.”)

Sunita Kishor reports “another disturbing finding,” namely “that, despite the increased ability to command essential food and medical resources associated with development, female children [in India] do not improve their survival chances relative to male children with gains in development. Relatively high levels of agricultural development decrease the life chances of females while leaving males’ life chances unaffected; urbanization increases the life chances of males more than females. … Clearly, gender-based discrimination in the allocation of resources persists and even increases, even when availability of resources is not a constraint.” (Kishor, “‘May God Give Sons to All’: Gender and Child Mortality in India,” American Sociological Review, 58: 2 [April 1993], p. 262.)

Indian state governments have sometimes taken measures to diminish the slaughter of infant girls and abortions of female fetuses. “The leaders of Tamil Nadu are holding out a tempting carrot to couples in the state with one or two daughters and no sons: if one parent undergoes sterilization, the government will give the family [U.S.] \\$160 in aid per child. The money will be paid in instalments as the girl goes through school. She will also get a small gold ring and on her 20th birthday, a lump sum of $650 to serve as her dowry or defray the expenses of higher education. Four thousand families enrolled in the first year,” with 6,000 to 8,000 expected to join annually (as of 1994) (Dahlburg, “Where killing baby girls ‘is no big sin’.”) Such programs have, however, barely begun to address the scale of the catastrophe.

Focus (2): China

“A tradition of infanticide and abandonment, especially of females, existed in China before the foundation of the People’s Republic in 1949,” note Zeng et al.. (“Causes and Implications,” p. 294.) According to Ansley J. Coale and Judith Banister, “A missionary (and naturalist) observer in [China in] the late nineteenth century interviewed 40 women over age 50 who reported having borne 183 sons and 175 daughters, of whom 126 sons but only 53 daughters survived to age 10; by their account, the women had destroyed 78 of their daughters.” (Coale and Banister, “Five Decades of Missing Females in China,” Demography, 31: 3 [August 1994], p. 472.)

According to Zeng et al., “The practice was largely forsaken in the 1950s, 1960s, and 1970s.” (Zeng et al., “Causes and Implications,” p. 294.) Coale and Banister likewise acknowledge a “decline of excess female mortality after the establishment of the People’s Republic … assisted by the action of a strong government, which tried to modify this custom as well as other traditional practices that it viewed as harmful.” (Coale and Banister, “Five Decades,” p. 472.) But the number of “missing” women showed a sharp upward trend in the 1980s, linked by almost all scholars to the “one-child policy” introduced by the Chinese government in 1979 to control spiralling population growth. Couples are penalized by wage-cuts and reduced access to social services when children are born “outside the plan.” Johansson and Nygren found that while “sex ratios [were] generally within or fairly near the expected range of 105 to 106 boys per 100 girls for live births within the plan … they are, in contrast, clearly far above normal for children born outside the plan, even as high as 115 to 118 for 1984-87. That the phenomenon of missing girls in China in the 1980s is related to the government’s population policy is thus conclusively shown.” (Sten Johansson and Ola Nygren, “The Missing Girls of China: A New Demographic Account,” Population and Development Review, 17: 1 [March 1991], pp. 40-41.)

The Chinese government appeared to recognize the linkage by allowing families in rural areas (where anti-female bias is stronger) a second child if the first was a girl. Nonetheless, in September 1997, the World Health Organization’s Regional Committee for the Western Pacific issued a report claiming that “more than 50 million women were estimated to be ‘missing’ in China because of the institutionalized killing and neglect of girls due to Beijing’s population control program that limits parents to one child.” (See Joseph Farah, “Cover-up of China’s gender-cide”, Western Journalism Center/FreeRepublic, September 29, 1997.) Farah referred to the gendercide as “the biggest single holocaust in human history.”

According to Peter Stockland, “Years of population engineering, including virtual extermination of ‘surplus’ baby girls, has created a nightmarish imbalance in China’s male and female populations.” (Stockland, “China’s baby-slaughter overlooked,” The Calgary Sun, June 11, 1997.) In 1999, Jonathan Manthorpe reported a study by the Chinese Academy of Social Sciences, claiming that “the imbalance between the sexes is now so distorted that there are 111 million men in China — more than three times the population of Canada — who will not be able to find a wife.” As a result, the kidnapping and slave-trading of women has increased: “Since 1990, say official Chinese figures, 64,000 women — 8,000 a year on average — have been rescued by authorities from forced ‘marriages’. The number who have not been saved can only be guessed at. … The thirst for women is so acute that the slave trader gangs are even reaching outside China to find merchandise. There are regular reports of women being abducted in such places as northern Vietnam to feed the demand in China.” (Jonathan Manthorpe, “China battles slave trading in women: Female infanticide fuels a brisk trade in wives,” The Vancouver Sun, January 11, 1999.)

Since the first allegations of widespread female infanticide in China connected to the government’s “one-child” policy, controversy has raged over the number of deaths that can be ascribed to infanticide as opposed to other causes. Zeng et al. argued in 1993 that “underreporting of female births, an increase in prenatal sex identification by ultrasound and other diagnostic methods for the illegal purpose of gender-specific birth control, and [only] very low-level incidence of female infanticide are the causes of the increase in the reported sex ratio at birth in China.” (Zeng et al., “Causes and Implications,” p. 285.) They add: “Underreporting of female births accounts for about 43 percent to 75 percent of the difference between the reported sex ratio at birth during the second half of the 1980s and the normal value of the true sex ratio at birth” (p. 289). The authors contended that “sex-differential underreporting of births and induced abortion after prenatal sex determination together explain almost all of the increase in the reported sex ratio at birth during the late 1980s,” and thus “the omission … of victims of female infanticide cannot be a significant factor.” Moreover, “Both the social and administrative structure and the close bond among neighbors in China make it difficult to conceal a serious crime such as infanticide,” while additionally “Infanticide is not a cost-effective method of sex selection. The psychological and moral costs are so high that people are unlikely to take such a step except under extreme circumstances” (p. 295). They stress, however, that “even small numbers of cases of female infanticide, abandonment, and neglect are a serious violation of the fundamental human rights of women and children” (p. 296). (2002 update: A recent article by John Gittings of the UK Guardian cites national census results released in May 2002 that show that “more than 116 male births were recorded for every 100 female births,” but claims the cause is overwhelmingly sex-selective abortion: “Female infanticide, notorious in China’s past as a primitive method of sex selection, is now thought to be infrequent.” See Gittings, “Growing Sex Imbalance Shocks China”, The Guardian, May 13, 2002.)

In a similar vein, in April 2000, The New York Times reported that “many ‘illegal’ children are born in secret, their births never officially registered.” And “as more women move around the country to work, it is increasingly hard to monitor pregnancies … Unannnounced spot checks by the State Statistics Bureau have discovered undercounts of up to 40 percent in some villages, Chinese demographers say.” (See Elisabeth Rosenthal, “China’s Widely Flouted One-Child Policy Undercuts Its Census”, The New York Times, April 14, 2000.)

Johansson and Nygren attracted considerable notice with a somewhat different claim: “that adoptions (which often go unreported) account for a large proportion of the missing girls. … If adopted children are added to the live births … the sex ratio at birth becomes much closer to normal for most years in the 1980s. … Adding the adopted children to live births reduces the number of missing girls by about half.” (Johansson and Nygren, “The Missing Girls of China,” pp. 43, 46.) They add (p. 50): “That female infanticide does occur on some scale is evidenced by reports in the Chinese press, but the available statistical evidence does not help us to determine whether it takes place on a large or a small scale.”

Even if millions of Chinese infant girls are unregistered rather than directly murdered, however, the pattern of discrimination is one that will severely reduce their opportunities in life. “If parents do hide the birth of a baby girl, she will go unregistered and therefore will not have any legal existence. The child may have difficulty receiving medical attention, going to school, and [accessing] other state services.” (Porras, “Female Infanticide and Foeticide”.)

Likewise, if a Chinese infant girl is turned over for adoption rather than being killed, she risks being placed in one of the notorious “Dying Rooms” unveiled in a British TV documentary. Chinese state orphanages have come in for heavy criticism as a result of the degrading and unsanitary conditions that usually pervade them. In one orphanage, documentary producer Brian Woods found that “every single baby … was a girl, and as we moved on this pattern was repeated. The only boys were mentally or physically disabled. 95% of the babies we saw were able-bodied girls. We also discovered that, although they are described as orphans, very few of them actually are; the overwhelming majority do have parents, but their parents have abandoned them, simply because they were born the wrong sex.” Woods estimated that “up to a million baby girls every year” were victims of this “mass desertion,” deriving from “the complex collision of [China’s] notorious One Child Policy and its traditional preference for sons.” (See Brian Woods, “The Dying Rooms Trust”.)

The phenomenon of neglect of girl children is also dramatically evident in China. According to the World Health Organization, “In many cases, mothers are more likely to bring their male children to health centers — particularly to private physicians — and they may be treated at an earlier stage of disease than girls.” (Cited in Farah, “Cover-up of China’s gender-cide”.)

The Chinese government has taken some energetic steps to combat the practice of female infanticide and sex-selective abortion of female fetuses. It “has employed the Marriage Law and Women’s Protection Law which both prohibit female infanticide. The Women’s Protection Law also prohibits discrimination against ‘women who give birth to female babies.’ … The Maternal Health Care Law of 1994 ‘strictly prohibits’ the use of technology to identify the gender of a fetus.” However, “although the government has outlawed the use of ultrasound machines, physicians continue to use them to determine the gender of fetuses, especially in rural areas.” (Porras, “Female Infanticide and Foeticide”.)

How many die?

Gendercide Watch is aware of no overall statistics on the numbers of girls who die annually from infanticide. Calculations are further clouded by the unreliability and ambiguity of much of the data. Nonetheless, a minimum estimate would place the casualties in the the hundreds of thousands, especially when one takes into consideration that the phenomenon is most prevalent in the world’s two most populous countries. Sex-selective abortions likely account for an even higher number of “missing” girls.

Who is responsible?

As already noted, female infanticide reflects the low status accorded to women in many societies around the world. The “burden” of taking a woman into the family accounts for the high dowry rates in India which, in turn, have led to an epidemic female infanticide. Typical also is China, where

culture dictates that when a girl marries she leaves her family and becomes part of her husband’s family. For this reason Chinese peasants have for many centuries wanted a son to ensure there is someone to look after them in their old age — having a boy child is the best pension a Chinese peasant can get. Baby girls are even called “maggots in the rice” … (“The Dying Rooms Trust”)

Infanticide is a crime overwhelmingly committed by women, both in the Third and First Worlds. (This contrasts markedly with “infanticide in nonhuman primates,” which “is carried out primarily by migrant males who are unrelated to the infant or its parents and is a manifestation of reproductive competition among males.” [Glenn Hausfater, “Infanticide: Comparative and Evolutionary Perspectives,” Current Anthropology, 25: 4 (1984), p. 501.] It also serves as a reminder that gendercide may be implemented by those of the same gender.) In India, according to John-Thor Dahlburg, “many births take place in isolated villages, with only female friends and the midwife present. If a child dies, the women can always blame natural causes.” (Dahlburg, “Where killing baby girls ‘is no big sin’.”) In the United States, “every year hundreds of women commit neonaticide [the killing of newborns] … Prosecutors sometimes don’t prosecute; juries rarely convict; those found guilty almost never go to jail. Barbara Kirwin, a forensic psychologist, reports that in nearly 300 cases of women charged with neonaticide in the United States and Britain, no woman spent more than a night in jail.” Much of “the leniency shown to neonaticidal mothers” reflects the fact that they are standardly “young, poor, unmarried and socially isolated,” although it is notable that similar leniency is rarely extended to young, poor, and socially isolated male murderers. (Steven Pinker, “Why They Kill Their Newborns”, The New York Times, November 2, 1997.)

A number of strategies have been proposed and implemented to try to address the problem of female infanticide, along with the related phenomena of sex-selective abortion and abandonment and neglect of girl children. Zeng et al.‘s prescriptions for Chinese policymakers can easily be generalized to other countries where female infanticide is rife:

The principle of equality between men and women should be more widely promoted through the news media to change the attitude of son preference and improve the awareness of the general public on this issue; the principle should also be reflected in specific social and economic policies to protect the basic rights of women and children, especially female children. … Government regulations prohibiting the use of prenatal sex identification techniques for nonmedical purposes should be strictly enforced, and violators should be punished accordingly. The laws that punish people who commit infanticide, abandonment, and neglect of female children, and the laws and regulations on the protection of women and children[,] should be strictly enforced. The campaigns to protect women and children from being kidnapped or sold into servitude should be effectively strengthened. Family planning programs should focus on effective public education, good counseling and service delivery, and the fully voluntary participation of the community and individuals to increase contraceptive prevalence, reduce unplanned pregnancies, and minimize the need for an induced abortion. (Zeng, et al., p. 298.)

http://www.gendercide.org/case_infanticide.html

All Girls Allowed – China Gendercide

Esta é a realidade do controle populacional na China. milhões de bebés mortos por ano, crianças meninas são abandonadas, mulheres grávidas são levadas ‘a força pela policia de aborto coercitivo, morrem as mães por falta de atendimento ‘a saúde inclusive após o aborto provocado pela policia. Hoje a população da China tem – 27 milhoes de homens a mais do que mulheres por causa do generocidio; –  abandono; – suicidio; – trafico de crianças, pois meninas são mortas; – meninas, vitimas do programa governamental do one-child policy .

Tráfico, assassinato e abandono dos bebés devem ser reconhecidos como violações dos direitos humanos. Em vez disso, as injustiças são comuns e ninguém se surpreende com a sua ocorrência regular. Os relógios do mundo andam sem examinar como a crise demográfica da China e dos direitos humanos, estao a piorar rapida e gravemente. Para entender melhor o problema, verifique as páginas cuidadosamente com as pesquisas estatísticas nos links abaixo. Todas as estatísticas dizem respeito especificamente à China, e são tomadas a partir de fontes altamente confiáveis, que são citadas.”

 

All Girls Allowed – China Gendercide

—–

All Girls Allowed

http://www.allgirlsallowed.org/

– 27 MILHOES de HOMENS a mais do que mulheres por causa do GENEROCIDIO; –  ABANDONO; – SUICIDIO; – TRAFICO DE CRIANÇAS, POIS MENINAS SÃO MORTAS; – MENINAS, VITIMAS DO PROGRAMA GOVERNAMENTAL DO ONE-CHILD POLICY

http://vimeo.com/20926431

Statistics About Gender Imbalance in China

http://www.allgirlsallowed.org/category/topics/gender-imbalance-china

All Girls Allowed

Killing, trafficking and abandonment of baby girls should be recognized as human rights atrocities. Instead,  the injustices are commonplace and no one is surprised by their regular occurrence.  The world watches as China’s demographic crisis and human rights record rapidly worsen.  To better understand the problem, check out the thoroughly researched statistics pages linked below.  All statistics pertain specifically to China and are taken from highly reliable sources, which are cited within.

http://vimeo.com/20926431http://vimeo.com/20926431http://vimeo.com/20926431http://vimeo.com/20926431
Read more: http://www.allgirlsallowed.org/about/statistics#ixzz3HonlnQo0

Statistics About Gender Imbalance in China

http://vimeo.com/27309018http://vimeo.com/27309018http://vimeo.com/27309018

Statistics About China’s One-Child Policy

http://vimeo.com/20926431http://vimeo.com/20926431

http://www.allgirlsallowed.org/category/topics/gender-imbalance-chinaParte superior do formulário

Parte inferior do formulário

Gender Imbalance in China

Gender Imbalance in China Statistics

Statistics About Gender Imbalance in China

(Click here to return to “Statistics About China’s One-Child Policy”)

Gender Imbalance Statistics

Sex ratios are presented as the number of boys per 100 girls.  The biologically natural sex ratio is 105, which means that 105 boys are born for every 100 girls.  That figure is also represented as 105:100.

Gendercide in China

The term “gendercide” was coined by American feminist Mary Anne Warren.[i]

While some researchers have suggested that Hepatitis is responsible for the high sex ratio, this is not supported by the evidence.  Looking at the 2000 census data, if a second child is a male it will arrive, on average, 4 months later than a second born female.  This delay in birth indicates that there is human intervention, abortions or infanticide, taking place before the birth of a male second child.[ii]

In 2005, there were 32 million more men than women under 20 in China.[iii]

In 2007, the national government estimated that China has 37 million more males than females.  By 2020, the Chinese government estimates that there will be at least 30 million men of marriageable age that may be unable to find a spouse.[iv]

In 2005, more than 1.1 million excess births of boys occurred.[v]

According to the Chinese Academy of Social Sciences, “the gender imbalance has been growing wider year after year.”[vi]

The most normal sex ratios are seen where the One-Child Policy is most permissive.[vii]

The One-Child Policy seems to be causally linked to the increased sex ratio in China. Mothers who face stricter restrictions and higher fines are more likely to have a son once they are facing possible punishment.  One example is the birth rates of women who have had a single daughter.  The sex ratio of children born after this first daughter changes based on the policy being enforced, with the mothers in the one child area being 3 percentage points more likely to have a son.[viii]

China alone stands to have as many unmarried young men—“bare branches”, as they are known—as the entire population of young men in America.  At present, there are 40 million American men under 20.  In 2020, the Chinese Academy of Social Sciences estimates that there will be 40 million more Chinese men than women in that same age group.[ix]

Chinese men are already having trouble finding brides, with 88% of all single Chinese between 35 and 39 being male. In this same age group one finds that 99% of females are married.[x]

For reference, there are a total of 37.3 million people who live in California and 25.1 million who live in Texas.[xi]

Dudley Poston, a Professor of Sociology at Texas A&M University, estimates that if China’s sex ratio holds steady there will be a projected 55 million extra males by 2020.  Unfortunately, even if it improved to almost natural levels by 2020 there will still be an excess of 51 million males.[xii]

It’s been projected that in 2013 one in ten Chinese men will not have a female counterpart, and by the late 2020s one in five Chinese men will be without a female counterpart.[xiii]

The total U.S. population is just over 300 million.  There are over 100 million “missing” girls in the world, of which about half would have been born in China.[xiv]

In fact, some experts estimate that if the gender ratio in Asia had stayed at the natural level (105:100) for the past few decades the continent would have 163 million more women.[xv]

Sex selective abortion accounts for almost all the excess males.[xvi]

An ultrasound, which can identify the gender of an unborn fetus, costs $12 in China.[xvii]

Avraham Ebenstein, an economist, found that when making decisions about sex selection, Chinese families viewed a first-born son to have a worth of about 1.85 years of income, while the first-born girl held a value of only about 0.43 years of income.[xviii]

In 2006, the National People’s Congress Standing Committee considered, but did not pass, a proposed amendment that would have criminalized sex-selective abortion by banning the use of ultrasound for gender identification.  Only five provinces have passed similar measures, and the government has yet to take any action at the national level.[xix]

In 2007 China Daily reported, “although sex selection is banned by the Population and Family Planning Law and the Law on Maternal and Infant Health, there are currently no provisions on the applicable punishment for such acts.”[xx]

Contrary to common thought, sex ratio at birth has a positive correlation with education, possibly because well-educated women choose (or are forced) to have less children, and therefore are will to have sex selective abortions earlier on than their rural counterparts.  Another possibility is that better educated mothers have more access to, and ability to pay for, sex determination (ultrasounds).[xxi]

In Suining city, people will pay ultrasound technicians up to $150 in bribes to determine the gender of their fetus, which is only one-tenth of the fine they would have to pay for having a child without a birth permit.[xxii]

Gendercide in China and other countries has far reaching consequences; the United Nations Development Programme is estimating that the global sex ratio at birth has risen from 105:100, in the period between 1975 and 1980, to 107:100 in the period between 2005 and 2010.[xxiii]

Sex Ratio vs. GDP per Capita: China, 1953-2005 (boys per 100 girls)[xxiv]

National Sex Ratios in China

Sex Ratios at birth over time in China:[xxv]

106:100 in 1979 (106 boys for every 100 girls)

111:100 in 1988

117:100 in 2001

120:100 in 2005

According to the US Congressional-Executive Commission on China, as of January, 2010, the average male-to-female sex ratio for the infant-to-four-year-old age group in China is 123.26 males for every 100 females (123.26:100).[xxvi]

Six provinces have sex ratios of over 130:100 in the 1-4 age group.[xxvii]

Two provinces, Jiangxi and Henan, have ratios of over 140:100 in the 1-4 age group.[xxviii]

Four provinces—Anhui, Guangdong, Hunan, and Hainan—have ratios of over 130:100 in the 1-4 age group.[xxix]

Seven provinces have ratios between 120:100 and 129:100 in the 1-4 age group.[xxx]

Sex ratios are highest in the age group of 1-4 years and in rural areas, which will likely increase social tensions as millions of men are unable to find brides.[xxxi]

Only two provinces, Tibet and Xinjiang, had sex ratios within normal limits across the age range.  These two provinces are largely inhabited by minority ethnic groups and have more lenient family planning laws.[xxxii]

Between 1986 and 2005 there was an increase in excess males at birth in all provinces except Xinjiang.[xxxiii]

The total sex ratio at birth is over 130:100 in three provinces (Shaanxi, Anhui, and Jiangxi) and over 120:100 in 14 provinces.[xxxiv]

As an example, in 2007, Lianyungang city had a gender ratio of 163:100 for children under 5.[xxxv]

Another city, Suining city, had a birth ratio of 152:100 in 2007.[xxxvi]

There is a gradient between urban (115:100), town (120:100), and rural (123:100) sex ratios at birth.[xxxvii]

Wealthier and more educated provinces, where traditional preference for sons is changing, produced medium sex ratios.  A study in 2001 showed that more than 50% of women of reproductive age in wealthier provinces express no preference for a son.[xxxviii]

The provinces with the highest sex ratios are clustered together in the central-southern region.[xxxix]

Recently, an economist suggested combating the unbalanced sex ratios by giving families with only daughters a subsidy worth one year of income.  He projected that doing so would decrease the number of missing girls by 67%. Another solution he put forward was to implement a three child policy, which he says would reduce the number of missing girls by 56%.[xl]

Sex Ratios for 2nd and 3rd Children in China

The sex ratio at birth for first children is slightly high in cities and towns but was within normal limits in rural areas; however, the ratio rose very steeply for second or more children in cities (138:100), towns (137:100), and rural areas (146:100).[xli]

There were very high sex ratios for second children in Anhui (190:100) and Jiangsu (192:100).[xlii]

For third births, the sex ratio rose to over 200:100 in four provinces.[xliii]

In Beijing, among third children, almost three baby boys are born for every baby girl (almost 300:100).[xliv]

The sex ratio increased steadily from 108:100 for those born between 1985 and 1989 to 124:100 for those born between 2000 and 2004.[xlv]

In rural areas, sex ratios rose steeply for second order births, where it reached 146:100. Nine provinces had ratios of over 160:100 for second order births.[xlvi]

In 2000, at least half of the female fetuses that would have been a second order, or higher, daughter were aborted.[xlvii]

Conservatively, between 1990 and 2000, 5.9 million girls went missing, with the increased first and second birth sex ratio responsible for 97% of those girls.[xlviii]

One particular variant of the one child policy, which allows a second child if the first is a girl, leads to the highest sex ratios.[xlix]

China’s Sex Ratios in the 1-4 age group by Province (# of boys born for every 100 girls)[l]

Male Crime Statistics in China

China’s crime rate has nearly doubled in the last 20 years.[li]

Incidents of social unrest have risen from about 40,000 in 2001 to over 90,000 in 2009.[lii]

It was found that sex ratios and crime rate were connected, with just a one percent increase in sex ratio leading to a five percent increase in crime rate.[liii]

These incidents of social unrest are becoming larger, more violent, more likely to cross provincial borders, and more diverse in terms of participants and grievances.[liv]

A study concluded that increased sex ratios are correlated with increased bride abduction, trafficking of women, rape and prostitution.[lv]

Unmarried men between the ages of 24 and 35 are also found to be three times more likely to murder than their married counterparts.[lvi]

High male sex ratios can lead to more authoritarian forms of government in an effort to crack down on crime.[lvii]

High male sex ratios also lead to a lower rate of female literacy and workforce participation.[lviii]

Unmarried men in China are almost always poor and uneducated, 74% don’t have a high school diploma.  This number increases in the rural areas of China to 97%, with 40% or rural bachelors also being illiterate.[lix]

The tensions associated with so many bachelors in China’s big cities might tempt its future leaders to mobilize this excess manpower and go pick a fight, or invade another country. China is already co-opting poor unmarried young men into the People’s Liberation Army and the paramilitary People’s Armed Police.[lx]

According to German scholar Gunnar Heinsohn, European imperial expansion after 1500 was the result of a male “youth bulge.”  Japan’s imperial expansion after 1914 was the result of a similar male youth bulge.  During the Cold War, it was male youth-bulge countries—Algeria, El Salvador, and Lebanon—that saw the worst civil wars and revolutions.  Heinsohn has also linked the recent rise of Islamist extremism in countries like Afghanistan, Iraq, and Pakistan to an Islamic male youth bulge.[lxi]

Political scientists Valerie Hudson and Andrea den Boer warn that China and India could be the next countries that, as a result of a surplus of men, will see increased violence and extremism.[lxii]

Niall Ferguson, Professor of History at Harvard University, argues that the surplus of men in China will lead to domestic instability or militaristic expansionism, or even imperialism.  This is all the more likely with the shrill nationalism already in Asia.[lxiii]

Previous societies with large numbers of unattached men have turned to a more authoritarian political system.[lxiv]

China’s gender imbalance is a powerful, driving force behind trafficking in women and sexual slavery, not only in China, but all over Asia.  According to a statement by the United States Department of State, “Women and children are trafficked into [China] from North Korea, Vietnam, Burma, Mongolia and Thailand.”  These women are trafficked into China and forced into marriages, employment, and sexual exploitation.[lxv]

Many unattached men migrate from rural areas to urban destinations, patronizing prostitutes there. In doing so, these men could turn China’s HIV epidemic – now confined to certain high-risk populations – into a more generalized one by creating “bridging” populations from high- to low-risk individuals. Such male bridging populations have fueled HIV epidemics in Cambodia and sub-Saharan Africa.[lxvi]

Women currently make up approximately 80% of an estimated 50,000 to 100,000 North Korean refugees in China, and of these women, an estimated 90% become victims of trafficking.[lxvii]

Chinese families’ preference for sons, and the growing gender imbalance, increasing numbers of male children are trafficked for adoption, and women and girls are trafficked for forced marriages and commercial sexual exploitation.

Article 240 of China’s Criminal Law defines the trafficking of persons as ‘‘abducting, kidnapping, buying, trafficking in, fetching, sending, or transferring a woman or child, for the purpose of selling the victim.’’ This definition does not automatically prohibit forms of trafficking such as forced adult and child labor, commercial sex trade of minors over 14 years old, or trafficking of men, which are covered under Article 3 of the UN TIP Protocol.[lxviii]


[i]Gendercide: The Implications of Sex Selection, by Mary Anne Warren, Published 1985

[ii]Avraham Ebenstein, “The ‘Missing Girls’ of China and the Unintended Consequences of the One Child Policy,” Journal of Human Resources 45.1 (2010): 87-115. http://pluto.huji.ac.il/~ebenstein/Ebenstein_OneChildPolicy_2010.pdf

[iii]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[iv]U.S. Congressional-Executive Commission on China, Annual Report 2008, http://frwebgate.access.gpo.gov/cgi-bin/getdoc.cgi?dbname=110_house_hearings&docid=f:45233.pdf

[v]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[vi]The Economist, The war on baby girls:  Gendercide:  Killed, aborted or neglected, at least 100m girls have disappeared—and the number is rising, March 4, 2010

[vii]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[viii]Avraham Ebenstein, “The ‘Missing Girls’ of China and the Unintended Consequences of the One Child Policy,” Journal of Human Resources 45.1 (2010): 87-115. http://pluto.huji.ac.il/~ebenstein/Ebenstein_OneChildPolicy_2010.pdf

[ix]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full, Chinese Academy of Social Sciences & U.S. Census

[x]Tucker, Joseph Da, et al. “Surplus men, sex work, and the spread of HIV in China.” AIDS 19.6 (2005): 539-547. http://journals.lww.com/aidsonline/fulltext/2005/04080/surplus_men,_sex_work,_and_the_spread_of_hiv_in.1.aspx

[xi]Dudley Poston, “Statement for Congressional Press Conference on the Issue of Gendercide and its Implications for Global Security,” All Girls Allowed, June 1, 2011. http://www.allgirlsallowed.org/statement-gendercide-and-implications-global-security

[xii]Dudley Poston, “Statement for Congressional Press Conference on the Issue of Gendercide and its Implications for Global Security,” All Girls Allowed, June 1, 2011. http://www.allgirlsallowed.org/statement-gendercide-and-implications-global-security

[xiii]Jiang Quanbao et al., “Son Preference and the Marriage Squeeze in China: An integrated Analysis of the First Marriage and the Remarriage Market,” in Watering the Neighbour’s Garden (Paris: CICRED, 2007).

[xiv]The Economist, The war on baby girls:  Gendercide:  Killed, aborted or neglected, at least 100m girls have disappeared—and the number is rising, March 4, 2010; U.S. Congressional-Executive Commission on China, Annual Report 2008, http://frwebgate.access.gpo.gov/cgi-bin/getdoc.cgi?dbname=110_house_hearings&docid=f:45233.pdf

[xv]Christophe Z. Guilmoto, “Sex Ratio Imbalance in Asia: Trends, Consequences, and Policy Responses” (paper presented at Fourth Asia Pacific Conference on Reproductive and Sexual Health and Rights, 2007) http://tinyurl.com/4ldcpgd

[xvi]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[xvii]The Economist, The war on baby girls:  Gendercide:  Killed, aborted or neglected, at least 100m girls have disappeared—and the number is rising, March 4, 2010

[xviii]Avraham Ebenstein, “Estimating a Dynamic Model of Sex Selection in China,” Demography, May 19, 2011. doi:10.1007/s13524-011-0030-7

[xix]U.S. Congressional-Executive Commission on China, Annual Report 2009, http://www.cecc.gov/pages/annualRpt/annualRpt09/CECCannRpt2009.pdf

[xx]U.S. State Department, U.S. Department of State 2010 Human Rights Report on China, http://www.state.gov/g/drl/rls/hrrpt/2010/eap/154382.htm

[xxi]Avraham Ebenstein, “Estimating a Dynamic Model of Sex Selection in China,” Demography, May 19, 2011. doi:10.1007/s13524-011-0030-7

[xxii]Hvistendahl, “Half the Sky.” Figures adjusted to 2011 currency rates.

[xxiii]Eberstadt, Nicholas. “A Global War Against Baby Girls: Sex-Selective Abortion Becomes a Worldwide Practice.”  American Enterprise Institute for Public Policy Research, May 1, 2011. http://www.allgirlsallowed.org/global-war-against-baby-girls-sex-selective-abortion-becomes-worldwide-practice

[xxiv]Lavely, William. First Impressions of the 2000 Census of China; 2005 China One Percent Population Survey. Angus Maddison, “Per Capita GDP,” Historical Statistics for the World Economy:  1-2003 AD, table 3

[xxv]Kang C, Wang Y. Sex ratio at birth. In: Theses Collection of 2001 National Family Planning and Reproductive Health Survey. Beijing: China Population Publishing House, 2003:88-98. (referenced in NEJM)

[xxvi]U.S. Congressional-Executive Commission on China, Annual Report 2010

[xxvii]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[xxviii]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[xxix]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[xxx]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[xxxi]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[xxxii]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[xxxiii]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[xxxiv]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[xxxv]“China Warned on Gender Imbalance,” BBC, August 24, 2007, http://news.bbc.co.uk/2/hi/6962650.stm

[xxxvi]Mara Hvistendahl, Unnatural Selection: Choosing Boys Over Girls, and the Consequences of a World Full of Men. New York: PublicAffairs, 2011.

[xxxvii]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[xxxviii]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[xxxix]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[xl]Avraham Ebenstein, “Estimating a Dynamic Model of Sex Selection in China,” Demography, May 19, 2011. doi:10.1007/s13524-011-0030-7

[xli]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[xlii]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[xliii]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[xliv]The Economist, The war on baby girls:  Gendercide:  Killed, aborted or neglected, at least 100m girls have disappeared—and the number is rising, March 4, 2010

[xlv]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[xlvi]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[xlvii]Eberstadt, Nicholas. “A Global War Against Baby Girls: Sex-Selective Abortion Becomes a Worldwide Practice.”  American Enterprise Institute for Public Policy Research, May 1, 2011. http://www.allgirlsallowed.org/global-war-against-baby-girls-sex-selective-abortion-becomes-worldwide-practice

[xlviii]Avraham Ebenstein, “The ‘Missing Girls’ of China and the Unintended Consequences of the One Child Policy,” Journal of Human Resources 45.1 (2010): 87-115. http://pluto.huji.ac.il/~ebenstein/Ebenstein_OneChildPolicy_2010.pdf

[xlix]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[l]British Medical Journal, BMJ 2009; 338:b1211, http://www.bmj.com/content/338/bmj.b1211.full

[li]The Economist, The war on baby girls:  Gendercide:  Killed, aborted or neglected, at least 100m girls have disappeared—and the number is rising, March 4, 2010

[lii]Foreign Affairs, China’s Dilemma: Social Change and Political Reform, George J. Gilboy and Eric Heginbotham, October 14, 2010

[liii]Lena Edlund et al., More Men, More Crime: Evidence from China’s One-Child Policy, Institute for the Study of Labor Discussion Paper Series (Bonn, Germany: 2007). Referenced in Mara Hvistendahl, Unnatural Selection: Choosing Boys Over Girls, and the Consequences of a World Full of Men. New York: PublicAffairs, 2011, page 222.

[liv]Foreign Affairs, China’s Dilemma: Social Change and Political Reform, George J. Gilboy and Eric Heginbotham, October 14, 2010

[lv]“Sex ratios and crime: evidence from China’s one-child policy”, by Lena Edlund, Hongbin Li, Junjian Yi and Junsen Zhang. Institute for the Study of Labour, Bonn. Discussion Paper 3214; The Economist, The war on baby girls:  Gendercide:  Killed, aborted or neglected, at least 100m girls have disappeared—and the number is rising, March 4, 2010

[lvi]Robert Wright, The Moral Animal (New York: Vintage, 1994), 100.

[lvii]“Bare Branches”, by Valerie Hudson and Andrea den Boer. MIT Press, 2004; The Economist, The war on baby girls:  Gendercide:  Killed, aborted or neglected, at least 100m girls have disappeared—and the number is rising, March 4, 2010

[lviii]Valerie M. Hudson and Andrea M. den Boer, Bare Branches: The Security Implications of Asia’s Surplus Male Population (Cambridge: MIT Press, 2005), 203.

[lix]Tucker, Joseph Da, et al. “Surplus men, sex work, and the spread of HIV in China.” AIDS 19.6 (2005): 539-547. http://journals.lww.com/aidsonline/fulltext/2005/04080/surplus_men,_sex_work,_and_the_spread_of_hiv_in.1.aspx

[lx]New York Times, Dudley Poston & Peter Morrison, China: Bachelor Bomb, September 14, 2005

[lxi]Niall Ferguson, Professor of History at Harvard in Newsweek.  Men Without Women: The ominous rise of Asia’s bachelor generation. March 6, 2011.  http://www.newsweek.com/2011/03/06/men-without-women.html

[lxii]Niall Ferguson, Professor of History at Harvard in Newsweek.  Men Without Women: The ominous rise of Asia’s bachelor generation. March 6, 2011.  http://www.newsweek.com/2011/03/06/men-without-women.html

[lxiii]Niall Ferguson, Professor of History at Harvard in Newsweek.  Men Without Women: The ominous rise of Asia’s bachelor generation. March 6, 2011.  http://www.newsweek.com/2011/03/06/men-without-women.html

[lxiv]New York Times, Dudley Poston & Peter Morrison, China: Bachelor Bomb, September 14, 2005

[lxv]Lagon, Mark P. “Trafficking in China.” Office to Monitor and Combat Trafficking in

Persons, United States Department of State, Congressional Human Rights Caucus Briefing,

Washington, D.C. October 31, 2007; United States Department of State 2008 Human Rights

Report: China (released February 25, 2009), p. 18

[lxvi]New York Times, Dudley Poston & Peter Morrison, China: Bachelor Bomb, September 14, 2005

[lxvii]U.S. Congressional-Executive Commission on China, Annual Report 2010, http://frwebgate.access.gpo.gov/cgi-bin/getdoc.cgi?dbname=111_cong_house_committee_prints&docid=f:61507.pdf

[lxviii]U.S. Congressional-Executive Commission on China, Annual Report 2010, http://frwebgate.access.gpo.gov/cgi-bin/getdoc.cgi?dbname=111_cong_house_committee_prints&docid=f:61507.pdf

Articles on Gender Imbalance in China

—————

Gendercide – The war on baby girls

 The war on baby girls

The war on baby girls: Gendercide | The Economist

http://www.economist.com/node/15606229

 

The war on baby girls

Gendercide

Killed, aborted or neglected, at least 100m girls have disappeared—and the number is rising

Mar 4th 2010 | from the print edition

 

 

IMAGINE you are one half of a young couple expecting your first child in a fast-growing, poor country. You are part of the new middle class; your income is rising; you want a small family. But traditional mores hold sway around you, most important in the preference for sons over daughters. Perhaps hard physical labour is still needed for the family to make its living. Perhaps only sons may inherit land. Perhaps a daughter is deemed to join another family on marriage and you want someone to care for you when you are old. Perhaps she needs a dowry.

 

Now imagine that you have had an ultrasound scan; it costs $12, but you can afford that. The scan says the unborn child is a girl. You yourself would prefer a boy; the rest of your family clamours for one. You would never dream of killing a baby daughter, as they do out in the villages. But an abortion seems different. What do you do?

 

For millions of couples, the answer is: abort the daughter, try for a son. In China and northern India more than 120 boys are being born for every 100 girls. Nature dictates that slightly more males are born than females to offset boys’ greater susceptibility to infant disease. But nothing on this scale.

In this section

  • »Gendercide

 

Related items

Mar 4th 2010


Related topics

 

For those who oppose abortion, this is mass murder. For those such as this newspaper, who think abortion should be “safe, legal and rare” (to use Bill Clinton’s phrase), a lot depends on the circumstances, but the cumulative consequence for societies of such individual actions is catastrophic. China alone stands to have as many unmarried young men—“bare branches”, as they are known—as the entire population of young men in America. In any country rootless young males spell trouble; in Asian societies, where marriage and children are the recognised routes into society, single men are almost like outlaws. Crime rates, bride trafficking, sexual violence, even female suicide rates are all rising and will rise further as the lopsided generations reach their maturity (see article).

It is no exaggeration to call this gendercide. Women are missing in their millions—aborted, killed, neglected to death. In 1990 an Indian economist, Amartya Sen, put the number at 100m; the toll is higher now. The crumb of comfort is that countries can mitigate the hurt, and that one, South Korea, has shown the worst can be avoided. Others need to learn from it if they are to stop the carnage.

 

The dearth and death of little sisters

 

Most people know China and northern India have unnaturally large numbers of boys. But few appreciate how bad the problem is, or that it is rising. In China the imbalance between the sexes was 108 boys to 100 girls for the generation born in the late 1980s; for the generation of the early 2000s, it was 124 to 100. In some Chinese provinces the ratio is an unprecedented 130 to 100. The destruction is worst in China but has spread far beyond. Other East Asian countries, including Taiwan and Singapore, former communist states in the western Balkans and the Caucasus, and even sections of America’s population (Chinese- and Japanese-Americans, for example): all these have distorted sex ratios. Gendercide exists on almost every continent. It affects rich and poor; educated and illiterate; Hindu, Muslim, Confucian and Christian alike.

 

Wealth does not stop it. Taiwan and Singapore have open, rich economies. Within China and India the areas with the worst sex ratios are the richest, best-educated ones. And China’s one-child policy can only be part of the problem, given that so many other countries are affected.

 

In fact the destruction of baby girls is a product of three forces: the ancient preference for sons; a modern desire for smaller families; and ultrasound scanning and other technologies that identify the sex of a fetus. In societies where four or six children were common, a boy would almost certainly come along eventually; son preference did not need to exist at the expense of daughters. But now couples want two children—or, as in China, are allowed only one—they will sacrifice unborn daughters to their pursuit of a son. That is why sex ratios are most distorted in the modern, open parts of China and India. It is also why ratios are more skewed after the first child: parents may accept a daughter first time round but will do anything to ensure their next—and probably last—child is a boy. The boy-girl ratio is above 200 for a third child in some places.

 

How to stop half the sky crashing down

Baby girls are thus victims of a malign combination of ancient prejudice and modern preferences for small families. Only one country has managed to change this pattern. In the 1990s South Korea had a sex ratio almost as skewed as China’s. Now, it is heading towards normality. It has achieved this not deliberately, but because the culture changed. Female education, anti-discrimination suits and equal-rights rulings made son preference seem old-fashioned and unnecessary. The forces of modernity first exacerbated prejudice—then overwhelmed it.

 

But this happened when South Korea was rich. If China or India—with incomes one-quarter and one-tenth Korea’s levels—wait until they are as wealthy, many generations will pass. To speed up change, they need to take actions that are in their own interests anyway. Most obviously China should scrap the one-child policy. The country’s leaders will resist this because they fear population growth; they also dismiss Western concerns about human rights. But the one-child limit is no longer needed to reduce fertility (if it ever was: other East Asian countries reduced the pressure on the population as much as China). And it massively distorts the country’s sex ratio, with devastating results. President Hu Jintao says that creating “a harmonious society” is his guiding principle; it cannot be achieved while a policy so profoundly perverts family life.

 

And all countries need to raise the value of girls. They should encourage female education; abolish laws and customs that prevent daughters inheriting property; make examples of hospitals and clinics with impossible sex ratios; get women engaged in public life—using everything from television newsreaders to women traffic police. Mao Zedong said “women hold up half the sky.” The world needs to do more to prevent a gendercide that will have the sky crashing down.

 —

 

A guerra contra meninas: generocídio | The Economist
www.economist.com/node/15606229

A guerra contra meninas
Generocídio
Assassinado abortada ou negligenciadas, pelo menos 100 milhões de meninas desapareceram, eo número está a aumentar
4 março, 2010 | a partir da edição impressa

Imagine que você é metade de um jovem casal espera seu primeiro filho em um rápido crescimento país pobre. Você faz parte da nova classe média; sua renda está aumentando, você quer uma família pequena. Mas os costumes tradicionais prevaleçam em torno de você, o mais importante na preferência por filhos homens sobre as filhas.

Talvez o trabalho físico duro ainda é necessária para a família para fazer a sua vida. Talvez apenas os filhos podem herdar a terra. Talvez uma filha é considerado como se juntar a outra família sobre o casamento e você quer alguém para cuidar de você quando você está velho. Talvez ela precisa de um dote.

Agora imagine que você tenha tido uma ecografia, que custa US $ 12, mas você pode pagar por isso. A digitalização diz que o feto é uma menina. Você se prefere um menino, o resto de sua família clama por um. Você nunca sonharia de matar uma filha, como fazem nas aldeias. Mas um aborto parece diferente. O que você faz?

Para milhões de casais, a resposta é: abortar a filha, para tentar um filho. Na China e no norte da Índia mais de 120 meninos nascem para cada 100 meninas. Natureza dita que os homens um pouco mais do que as fêmeas nascem para compensar a susceptibilidade dos meninos maior para a doença infantil. Mas nada nesta escala.

Nesta secção
• »generocídio
• Amigos como estes
• Quem paga a conta?
• Não lave as mãos dele
• Hora de mostrar a eles que você é feito de

Reprints
Itens relacionados
• generocídio: A guerra em todo o mundo, baby girlsMar 4 2010
________________________________________
Tópicos relacionados
• Coréia do Sul
• Sul da Ásia
• Índia
• Ásia
• China

Para aqueles que se opõem ao aborto, isto é assassinato em massa. Para aqueles que, como este jornal, que pensam que o aborto deve ser “seguro, legal e raro” (para usar a frase de Bill Clinton), muito depende das circunstâncias, mas a conseqüência cumulativa para as sociedades de tais ações individuais é catastrófico. Só a China está para ter tantos homens solteiros de jovens “ramos nus”, como são conhecidos, como toda a população de homens jovens na América. Em todo o país sem raízes jovens do sexo masculino significar problemas; nas sociedades asiáticas, onde o casamento e as crianças são as rotas reconhecidas na sociedade, os homens solteiros são quase como bandidos. Os índices de criminalidade, tráfico de noiva, a violência sexual, até mesmo as taxas de suicídio feminino estão todos subindo e vai subir à medida que as gerações torto chegar a sua maturidade (ver artigo).

Não é exagero chamar isso de generocídio. As mulheres estão perdendo aos milhões, abortado, morto, negligenciado até a morte. Em 1990, um economista indiano, Amartya Sen, colocam o número em 100 m; o número de vítimas é maior agora. A migalha de conforto é que os países podem atenuar a dor, e que um, Coreia do Sul, mostrou o pior pode ser evitado. Outros precisam de aprender com ele se quiserem parar a carnificina.


A escassez e a morte de irmãzinhas


A maioria das pessoas conhecer a China e norte da Índia têm um número anormalmente grande de meninos. Mas poucos apreciam o quão ruim é o problema, ou que está subindo. Na China, o desequilíbrio entre os sexos foi de 108 meninos para 100 meninas para a geração nascida na década de 1980, para a geração do início dos anos 2000, ela foi de 124 a 100. Em algumas províncias chinesas a proporção é de um 130 sem precedentes para 100. A destruição é pior na China, mas se espalhou muito além.

 

Outros países asiáticos, incluindo Taiwan e Cingapura, o ex-estados comunistas nos Balcãs Ocidentais e do Cáucaso, e até mesmo segmentos da população da América (chinês e japonês-americanos, por exemplo): todos estes têm distorcido relações sexuais. Generocídio existe em quase todos os continentes. Ela afeta ricos e pobres; educados e analfabetos; hindus, muçulmanos, confucionistas e cristãos.


Riqueza não pará-lo. Taiwan e Cingapura têm economias abertas e ricos. Na China e na Índia as áreas com os piores índices de sexo são mais ricos, mais instruídos queridos. E a política chinesa do filho único só pode ser parte do problema, dado que muitos outros países são afetados.

Na verdade, a destruição dos bebés é um produto de três forças: a preferência antiga para filhos; um desejo moderno para famílias menores, e ultra-sonografia e outras tecnologias que identificam o sexo de um feto. Nas sociedades em que quatro ou seis crianças eram comuns, um menino quase certamente vir, eventualmente, preferência filho não precisa existir em detrimento das filhas. Mas agora os casais querem dois filhos-ou, como na China, são permitidos apenas um eles vão sacrificar filhas nascituros de sua busca por um filho. É por isso que relações sexuais são mais distorcidas nos modernos e partes abertas da China e da Índia. É também por isso que relações são mais distorcida após o primeiro filho: os pais podem aceitar uma filha redonda primeira vez, mas fará de tudo para garantir a sua próxima e provavelmente última criança-é um menino. A relação de menino-menina está acima de 200 por um terceiro filho, em alguns lugares.

Como parar de metade do céu desabar


Meninas são assim vítimas de uma combinação maligna de preconceito antigo e preferências modernas para famílias pequenas. Apenas um país conseguiu mudar esse padrão. Na década de 1990 a Coréia do Sul teve uma relação sexual quase tão desequilibrada quanto da China. Agora, ele está caminhando para a normalidade. Alcançou isto não deliberadamente, mas porque a cultura mudou. Educação feminina, anti-discriminação ternos e igual dos direitos de decisões preferência filho parece antiquado e desnecessário. As forças da primeira modernidade exacerbada prejuízo, então sobrecarregado ele.

Mas isso aconteceu quando a Coréia do Sul era rico. Se a China ou a Índia, com rendimentos um quarto e um décimo da Coréia níveis, esperar até que eles são tão rico, de muitas gerações vai passar. Para acelerar a mudança, eles precisam tomar medidas que estão em seus próprios interesses de qualquer maneira. A maioria, obviamente, a China deve desfazer-se da política do filho único. Os líderes do país vai resistir a este, porque temem o crescimento da população, mas também descartar as preocupações do Ocidente sobre direitos humanos. Mas o limite de um filho não é mais necessário para reduzir a fertilidade (se ele nunca foi: em outros países do leste asiático reduziu a pressão sobre a população, tanto quanto China). E maciçamente distorce relação do país sexo, com resultados devastadores. Presidente Hu Jintao diz que a criação de uma “sociedade harmoniosa” é o seu princípio orientador, não pode ser alcançada, enquanto a política perverte tão profundamente a vida familiar.

E todos os países precisam aumentar o valor das meninas. Eles devem incentivar a educação feminina; abolir leis e costumes que impedem filhas herdando propriedade, fazer exemplos de hospitais e clínicas com relações sexuais impossíveis; obter as mulheres engajados na vida pública, usando de tudo, desde leitores de notícias de televisão para a polícia de trânsito mulheres. Mao Zedong disse que “as mulheres sustentam metade do céu.” O mundo precisa de fazer mais para evitar um generocídio que terá o céu desabar.

 

 

%d blogueiros gostam disto: