Dilma Roussef: há uma única pergunta certa para fazer-lhe sobre o aborto!

“Se Dilma Roussef for eleita Presidente, ela VETARIA OU NÃO VETARIA uma legislação abortista eventualmente proveniente do Congresso Nacional?” __ Mulheres que abortam têm mais chances de ter problema mental http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/04/21/mulheres-que-abortam-tem-mais-chances-de-ter-problema-mental/   Feministas brasileiras representam interesses estrangeiros, não a mulher brasileira http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/04/12/feministas-brasileiras-representam-interesses-estrangeiros-nao-a-mulher-brasileira/   Os senadores deverão julgar o anteprojeto da Reforma do Código Penal, no qual consta a ampliação da impunidade para aborto de deficientes e crianças com síndrome de down. Saiba mais aqui: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=23262 Para melhor defender o direito à vida estude estes documentos: http://www.votopelavida.com/assaltodestruicao.pdf http://www.votopelavida.com/defesavidabrasil.pdf http://www.votopelavida.com/macarthurlessonslearned.pdf http://www.votopelavida.com/fundacaoford1990.pdf __ Mulheres que abortam sofrem de depressão mesmo depois de ter filhos http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/16/mulheres-que-abortam-sofrem-de-depressao-mesmo-depois-de-ter-filhos/   Aborto pode levar mulher à depressão e baixa estima pessoal http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/12/11/aborto-pode-levar-mulher-a-depressao-e-baixa-estima-pessoal/   A realidade do aborto: promotor da violência contra a mulher http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/02/16/a-realidade-do-aborto-promotor-da-violencia-contra-a-mulher/   A realidade do aborto: quem é quem em um negócio sem escrúpulos http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/02/16/a-realidade-do-aborto-quem-e-quem-em-um-negocio-sem-escrupulos/   Mulheres que fizeram aborto têm 30% mais problemas mentais http://biodireitomedicina.wordpress.com/2008/12/01/mulheres-que-fizeram-aborto-tem-30-mais-problemas-mentais/   Apoiar o aborto eugênico nos devolve à época nazista http://biodireitomedicina.wordpress.com/2013/05/16/apoiar-o-aborto-eugenico-nos-devolve-a-epoca-nazista/   Relatório da UE: Cresce número de vítimas de tráfico de órgãos e tráfico humano na Europa http://biodireitomedicina.wordpress.com/2013/04/25/relatorio-da-ue-cresce-numero-de-vitimas-de-trafico-de-orgaos-e-trafico-humano-na-europa/   Journal of American Physicians and Surgeons: aborto é principal causador do câncer de mama 29/12/2008 — celsogallicoimbra “já é tempo de os cientistas admitirem publicamente o que privadamente já sabem entre eles: que o aborto incrementa os riscos de contrair câncer de mama. Também é tempo para que detenham as investigações tergiversadas para proteger os estabelecimentos médicos de julgamentos maciços contra as práticas médicas“. Endereço do texto neste site: http://biodireitomedicina.wordpress.com/2008/12/29/journal-of-american-physicians-and-surgeons-aborto-e-principal-causador-do-cancer-de-mama/   Aborto: A incompetência do Conselho Federal de Medicina http://biodireitomedicina.wordpress.com/2013/05/28/aborto-a-incompetencia-do-conselho-federal-de-medicina/   Aborto aumenta a mortalidade materna e danifica saúde de mulheres, asseguram peritos ante a ONU http://biodireitomedicina.wordpress.com/2013/03/12/aborto-aumenta-a-mortalidade-materna-e-danifica-saude-de-mulheres-asseguram-peritos-ante-a-onu/   Drogas de Aborto Ligadas a Mortes Maternas nos Países em Desenvolvimento http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/09/12/drogas-de-aborto-ligadas-a-mortes-maternas-nos-paises-em-desenvolvimento/   Legalização do aborto aumenta a mortalidade materna http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/08/01/legalizacao-do-aborto-aumenta-a-mortalidade-materna/   Corte Judicial ordena para ONG abortista informar relação entre aborto, suicídio e saúde mental – Court Orders Planned Parenthood: Inform Women of Abortion-Suicide Link http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/07/25/corte-judicial-ordena-ong-abortista-a-informar-relacao-entre-aborto-e-suicidio-court-orders-planned-parenthood-inform-women-of-abortion-suicide-link/   Aborto e Direitos Humanos. Inconstitucionalidade e impunidade hedionda da violabilidade da vida na “common law” do STF http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/07/19/aborto-e-direitos-humanos-inconstitucionalidade-e-impunidade-hedionda-da-violabilidade-da-vida-na-common-law-do-stf/   Ministério da Saúde estuda adotar medidas de redução de danos para aborto ilegal 06/06/2012 — celsogallicoimbra Diante disto, vamos ver se o Ministério Público vai exercer sua titularidade da AÇÃO PENAL PÚBLICA, com base no Art. 121 do Código Penal e outros relativos à Administração Pública e não vamos ouvir novamente que este òrgão “não contraria políticas de Estado”, quando de política de Estado não se trata, mas simplesmente de tipificações penais. Celso Galli Coimbra OABRS 11352 __   Uma reportagem de Johanna Nublat, publicada na Folha desta quarta-feira(6), mostra que o Ministério da Saúde estuda a adoção de uma política de redução de danos e riscos para o aborto ilegal. http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/06/ministerio-da-saude-estuda-adotar-medidas-de-reducao-de-danos-para-aborto-ilegal/ ———-   Legalização do aborto não diminui a mortalidade materna http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/05/15/legalizacao-do-aborto-nao-diminui-a-mortalidade-materna/   Projeto do Novo Código Penal: aborto, desinformação e impedimentos legislativos http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/05/09/projeto-do-novo-codigo-penal-aborto-desinformacao-e-impedimentos-legislativos/   Ayuda europea al desarrollo y el financiamiento del aborto http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/04/13/ayuda-europea-al-desarrollo-y-el-financiamiento-del-aborto/   Mujeres chinas corren riesgos de salud mental por el aborto pese a la cultura abortista http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/04/13/mujeres-chinas-corren-riesgos-de-salud-mental-por-el-aborto-pese-a-la-cultura-abortista/   Realizaram-se 80 mil abortos “por opção” em Portugal desde 2007 http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/02/11/realizaram-se-80-mil-abortos-por-opcao-em-portugal-desde-2007/   PT, Lula e Dilma: a ditadura do aborto no Brasil http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/11/04/pt-lula-e-dilma-a-ditadura-do-aborto-no-brasil/   Aborto seletivo pode explicar déficit de 8 milhões de meninas na Índia http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/05/25/aborto-seletivo-pode-explicar-deficit-de-8-milhoes-de-meninas-na-india/   19 Facts About Abortion In America That Should Make You Very Sick http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/03/23/19-facts-about-abortion-in-america-that-should-make-you-very-sick/   Aborto: debate na TV Justiça, no STF, em junho de 2007 http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/04/06/aborto-debate-na-tv-justica-no-stf-em-junho-de-2007/   Aborto: Dinheiro de Sangue. Por que sua “legalização” é tão importante no Brasil? http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/11/06/aborto-dinheiro-de-sangue-por-que-sua-legalizacao-e-tao-importante-no-brasil/   Vídeos imperdíveis (Dilma-PT) e a enrolação de ser ao mesmo tempo contra o aborto e favorável à sua legalização http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/10/13/videos-imperdiveis-dilma-pt-e-a-enrolacao-de-ser-ao-mesmo-tempo-contra-o-aborto-e-favoravel-a-sua-legalizacao/   Ministério da Saúde patrocinou vídeo em defesa do aborto. Ou: “Abortar, verbo intransitivo” http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/10/11/ministerio-da-saude-patrocinou-video-em-defesa-do-aborto-ou-%e2%80%9cabortar-verbo-intransitivo%e2%80%9d/   Vídeos e textos sobre a legalização do aborto no Brasil http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/09/19/video-e-textos-sobre-a-legalizacao-do-aborto-no-brasil/ Faltarão mulheres chinesas nos próximos 20 anos http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/16/faltarao-mulheres-chinesas-nos-proximos-20-anos/       A polêmica em torno do projeto 03/2013, que foi sancionado pela presidente Dilma Rousseff (PT) tornando lei o aborto ou o direito de matar. https://objetodignidade.wordpress.com/2013/08/06/a-polemica-em-torno-do-projeto-032013-que-foi-sancionado-pela-presidente-dilma-rousseff-pt-tornando-lei-o-aborto-ou-o-direito-de-matar/     Pessoas que ocupam o Poder Executivo e mantêm sua administração na ilegalidade, na verdade, exercem a ditadura. https://objetodignidade.wordpress.com/2013/07/28/pessoas-que-ocupam-o-poder-executivo-e-mantem-sua-administracao-na-ilegalidade-na-verdade-exercem-a-ditadura/   TOTALITARISMO, ILEGALIDADE, CRIME ORGANIZADO É DESGOVERNO PT LULA-DILMA e FORO de SP – agem para LEGALIZAR CRIMES POR MEIO DE ARTIFÍCIOS JURÍDICOS E ALTERAR A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA, ELIMIINAR DIREITOS FUNDAMENTAIS COMO O DIREITO À VIDA E SAÚDE   https://objetodignidade.wordpress.com/2013/07/27/totalitarismo-ilegalidade-crime-organizado-e-desgoverno-pt-lula-dilma-e-foro-de-sp-agem-para-legalizar-crimes-por-meio-de-artificios-juridicos-e-alterar-a-constituicao-brasileira-elimiinar-direi/     ABORTO – PLC 03/2013 – A AUTORIZAÇÃO LEGAL PARA QUE MENTIRA POSSA SEMPRE SER CONSIDERADA COMO VERDADE https://objetodignidade.wordpress.com/2013/07/24/aborto-plc-032013-a-autorizacao-legal-para-que-mentira-possa-sempre-ser-considerada-como-verdade/     Vida Começa com a Fertilização, com a Concepção do Embrião https://objetodignidade.wordpress.com/2009/01/13/vida-comeca-com-a-fertilizacao-com-a-concepcao-do-embriao/     Embrião também tem direitos jurídicos desde a fecundação https://objetodignidade.wordpress.com/2009/07/07/embriao-tambem-tem-direitos-juridicos-desde-a-fecundacao-2/     INDUSTRIA DA MORTE. Aborto: Dinheiro de Sangue. Saiba por que sua “legalização” é tão importante no Brasil https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/13/industria-da-morte-aborto-dinheiro-de-sangue-saiba-por-que-sua-legalizacao-e-tao-importante-no-brasil/     Vida é o maior bem e a Constituição brasileira a protege do arbítrio da estrutura política https://objetodignidade.wordpress.com/2012/05/25/vida-e-o-maior-bem-e-a-constituicao-brasileira-a-protege-do-arbitrio-da-estrutura-politica/     A vida humana se inicia na fertilização do óvulo com o espermatozóide https://objetodignidade.wordpress.com/2012/06/14/a-vida-humana-se-inicia-na-fertilizacao-do-ovulo-com-o-espermatozoide/   O aborto na España gera um negócio de 100 milhões de Euros em dez anos de milhões de mortes. A interrupção voluntaria da gravidez, o aborto, chega a 70 e 90 por cento das gestantes. https://objetodignidade.wordpress.com/2012/05/20/el-aborto-genera-en-espana-un-negocio-de-100-millonese-en-diez-anos/   Impossibilidade de legalização do aborto no Brasil desde sua proibição constitucional de ir à deliberação pelo Poder Legislativo por Celso Galli Coimbra Este artigo foi escrito para o Livro Relatório Azul da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, em novembro de 2007, solicitado por Ofício 0745/2007 – CCDH http://biodireitomedicina.wordpress.com/2008/11/22/impossibilidade-de-legalizacao-do-aborto-no-brasil-desde-sua-proibicao-constitucional-de-ir-a-deliberacao-pelo-poder-legislativo/     Aborto: debate na TV Justiça, no STF, em junho de 2007. http://biodireitomedicina.wordpress.com/?s=Aborto%3A+debate+na+TV+Justi%C3%A7a%2C+no+STF%2C+em+junho+de+2007   https://objetodignidade.wordpress.com/2013/07/26/aborto-debate-na-tv-justica-no-stf-em-junho-de-2007/     – ADPF54 > Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental para desconsiderar a vida das crianças com deficiência – a meroanencefalia, e liberar o aborto. Dias Tofoli na Advocacia Geral da União defendendo aborto de feto anencéfalo no STF. A Advocacia Geral da União pode defender aborto de feto anencéfalo no STF? http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/04/09/agu-defende-aborto-de-feto-anencefalo-no-stf/         Os “defensores da vida” – incluindo o petista Jaime Ferreira Lopes, que protegeu Lula em 2006, quando preparei questionamentos técnicos sobre sua posição como futuro presidente respeito do aborto – DEIXARAM Dilma dizer apenas “EU não sou a favor do aborto”. Não fizeram a ela se defrontar com a pergunta que REALMENTE decidia sua posição: “SE FOR ELEITA PRESIDENTE _VETARÁ OU NÃO VETARÁ_ EVENTUAL LEGISLAÇÃO ABORTISTA?” https://objetodignidade.wordpress.com/2013/07/14/os-defensores-da-vida-incluindo-o-petista-jaime-ferreira-lopes-que-protegeu-lula-em-2006-quando-preparei-questionamentos-tecnicos-sobre-sua-posicao-como-futuro-presidente-respeito-do-aborto/   Aborto e Direitos Humanos. Inconstitucionalidade e impunidade hedionda da violabilidade da vida na “common law” do STF 19/07/2012 — celsogallicoimbra http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/07/19/aborto-e-direitos-humanos-inconstitucionalidade-e-impunidade-hedionda-da-violabilidade-da-vida-na-common-law-do-stf/       Aborto: debate na TV Justiça, no STF, em junho de 2007. http://biodireitomedicina.wordpress.com/?s=Aborto%3A+debate+na+TV+Justi%C3%A7a%2C+no+STF%2C+em+junho+de+2007   https://objetodignidade.wordpress.com/2013/07/26/aborto-debate-na-tv-justica-no-stf-em-junho-de-2007/ Os “defensores da vida” – incluindo o petista Jaime Ferreira Lopes, que protegeu Lula em 2006, quando preparei questionamentos técnicos sobre sua posição como futuro presidente respeito do aborto – DEIXARAM Dilma dizer apenas “EU não sou a favor do aborto”. Não fizeram a ela se defrontar com a pergunta que REALMENTE decidia sua posição: “SE FOR ELEITA PRESIDENTE _VETARÁ OU NÃO VETARÁ_ EVENTUAL LEGISLAÇÃO ABORTISTA?” Aborto e Direitos Humanos. Inconstitucionalidade e impunidade hedionda da violabilidade da vida na “common law” do STF 19/07/2012 — celsogallicoimbra   http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/07/19/aborto-e-direitos-humanos-inconstitucionalidade-e-impunidade-hedionda-da-violabilidade-da-vida-na-common-law-do-stf/   Acrescento: o STF legislou – usurpou competência de outro Poder – e proferiu decisão na ADPF 54  com Relator IMPEDIDO de participar do julgamento com base no Artigo 36, inciso III, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional [1], por ter antecipado seu voto de forma reiterada na mídia antes do julgamento. O Artigo 485 do CPC [2], no seu inciso II, considera esta situação uma das hipóteses objetivas de AÇÃO RESCISÓRIA. Portanto, esta é uma decisão que pode ser objeto de AÇÃO RESCISÓRIA.     Art. 36 da LOMAN – É vedado ao magistrado:(…) III – manifestar, por qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento, seu ou de outrem, ou juízo depreciativo sobre despachos, votos ou sentenças, de órgãos judiciais, ressalvada a crítica nos autos e em obras técnicas ou no exercício do magistério.     Art. 485 do Código de Processo Civil:  A setença de mérito, transitada em julgado, pode ser rescindida quando: (…) II – proferida por juiz impedido ou absolutamente incompetente; (…)   Ler:   1.     http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/04/10/por-que-o-meio-pro-vida-nao-protocola-no-stf-e-no-congresso-nacional-requerimento-de-suspeicao-do-ministro-marco-aurelio-de-mello-antes-do-julgamento-da-adpf-54/     http://biodireitomedicina.wordpress.com/2008/11/22/impossibilidade-de-legalizacao-do-aborto-no-brasil-desde-sua-proibicao-constitucional-de-ir-a-deliberacao-pelo-poder-legislativo/     Celso Galli Coimbra   OABRS 11352   cgcoimbra@gmail.com   EM 19 de julho de 2012.   O PROJETO DE LEI 03/2013 LEGALIZOU O ABORTO NO BRASIL, AGORA FALTA APENAS A SANÇÃO PRESIDENCIAL, QUE SERÁ DADA POR DILMA. https://objetodignidade.wordpress.com/2013/07/12/o-projeto-de-lei-032013-legalizou-o-aborto-no-brasil-agora-falta-apenas-a-sancao-presidencial-que-sera-dada-por-dilma/ ABORTO – PLC 03/2013 – A AUTORIZAÇÃO LEGAL PARA QUE MENTIRA POSSA SEMPRE SER CONSIDERADA COMO VERDADE https://objetodignidade.wordpress.com/2013/07/24/aborto-plc-032013-a-autorizacao-legal-para-que-mentira-possa-sempre-ser-considerada-como-verdade/   Aborto: debate na TV Justiça, no STF, em 18 de junho de 2007 por escrito. O que aconteceu até hoje, desde o encontro, e o que se pode esperar. https://objetodignidade.wordpress.com/2013/07/13/aborto-debate-na-tv-justica-no-stf-em-18-de-junho-de-2007-por-escrito-o-que-aconteceu-ate-hoje-desde-o-encontro-e-o-que-se-pode-esperar/   A inconstitucionalidade da tramitação de legislação legalizadora do aborto no Brasil por Celso Galli Coimbra https://objetodignidade.wordpress.com/2012/02/08/a-inconstitucionalidade-da-tramitacao-de-legislacao-legalizadora-do-aborto-no-brasil-por-celso-galli-coimbra/   Projeto do Novo Código Penal: aborto, desinformação e impedimentos legislativos « Celso Galli Coimbra – OABRS 11352 http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/05/09/projeto-do-novo-codigo-penal-aborto-desinformacao-e-impedimentos-legislativos/     O PROJETO DE LEI 03/2013 LEGALIZOU O ABORTO NO BRASIL, AGORA FALTA APENAS A SANÇÃO PRESIDENCIAL, QUE SERÁ DADA POR DILMA. https://objetodignidade.wordpress.com/2013/07/12/o-projeto-de-lei-032013-legalizou-o-aborto-no-brasil-agora-falta-apenas-a-sancao-presidencial-que-sera-dada-por-dilma/   Livros do MEC promovem MST, racismo, prostituição, incesto, estupro, pedofilia e agressão a professores para alunos do ensino fundamental – aborto, saude e tráfico de pessoas https://objetodignidade.wordpress.com/2012/09/30/livros-do-mec-promovem-mst-racismo-prostituicao-incesto-estupro-pedofilia-e-agressao-a-professores-para-alunos-do-ensino-fundamental-aborto-saude-e-trafico-de-pessoas/   Dilma Vana Roussef PT quer “liberar” a prática do aborto até os 9 meses de gestação para, além da implantação de clínicas estrangeiras no Brasil, tornar o pais um exportador de matéria-prima humana – fetos – usada em plásticas, cosméticos, transplantes, alimentação e indústria farmacêutica.   https://objetodignidade.wordpress.com/2012/09/05/dilma-vana-roussef-pt-quer-liberar-a-pratica-do-aborto-ate-os-9-meses-de-gestacao-para-alem-da-implantacao-de-clinicas-estrangeiras-no-brasil-tornar-o-pais-um-exportador-de-materia/   lula mandou encampar essa “‘reforma”‘ pra inglês ver E principalmente CALAR O POVO ou SILENCIAR PROTESTOS. Além de distrair as atenções internacionais e nós brasileiros, movimenta dinheiro público https://objetodignidade.wordpress.com/2013/07/02/lula-mandou-encampar-essa-reforma-pra-ingles-ver-e-principalmente-calar-o-povo-ou-silenciar-protestos-alem-de-distrair-as-atencoes-internacionais-e-nos-brasileiros-movimenta-dinheiro-publico/   Plebiscito inviável em 2013, concluiu Ministra Cármem Lucia, presidente do TSE https://objetodignidade.wordpress.com/2013/07/04/plebiscito-inviavel-em-2013-concluiu-ministra-carmem-lucia-presidente-do-tse/   Ativo nos bastidores, Lula comanda Dilma presidente “Encampar reforma política” https://objetodignidade.wordpress.com/2013/06/30/ativo-nos-bastidores-lula-comanda-dilma-presidente-encampar-reforma-politica/   PNDH3   Aborto, saude publica e industria multimilionaria. As razoes petistas – PT, Dilma e Lula, para o fim do Estado de Direito: O PNDH-3 PREVE A LIBERAÇÃO DE CRIMES https://objetodignidade.wordpress.com/2012/03/05/aborto-saude-publica-e-industria-multimilionaria-as-razoes-petistas-pt-dilma-e-lula-para-o-fim-do-estado-de-direito-o-pndh-3-preve-a-liberacao-de-crimes/   Constituição e o genocídio no Brasil. https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/18/constituicao-e-o-genocidio-no-brasil/   Brasil é lanterna em investimento na saúde https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/05/brasil-e-lanterna-em-investimento-na-saude/   Impossibilidade de legalização do aborto no Brasil desde sua proibição constitucional de ir à deliberação pelo Poder Legislativo http://biodireitomedicina.wordpress.com/2008/11/22/impossibilidade-de-legalizacao-do-aborto-no-brasil-desde-sua-proibicao-constitucional-de-ir-a-deliberacao-pelo-poder-legislativo/   As células-tronco de embriões nunca foram necessárias para “curar”. Esta foi a grande mentira milionária de uma Medicina meramente comercial, industria farmaceutica e laboratórios multinacionais e clínicas – inclusive abortistas. https://objetodignidade.wordpress.com/2012/02/18/a-cura-e-prevencao-ocorrem-por-terapia-natural-suplementacao-de-vitaminas-dieta-alimentar/     Brasil, de 2002 a 2012 passa pela fase totalitária: ilegalidade e ilegitimidade são tipicas na ditadura civil. https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/03/brasil-de-2002-a-2012-passa-pela-fase-totalitaria-ilegalidade-e-ilegitimidade-sao-tipicas-na-ditadura-civil/   O governador do Arizona Jan Brewer assinou uma lei que proíbe os provedores de aborto como a Planned Parenthood de receber dinheiro por meio do Estado, seu escritório disse em um comunicado.   https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/22/o-governador-do-arizona-jan-brewer-assinou-uma-lei-que-proibe-os-provedores-de-aborto-como-a-planned-parenthood-de-receber-dinheiro-por-meio-do-estado-seu-escritorio-disse-em-um-comunicado/   PORQUE O ABORTO   https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/20/porque-o-aborto/   LEGALIZAR O ABORTO? – A quem interessa?   https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/20/legalizar-o-aborto-a-quem-interessa/   A que interessa o aborto no Brasil e a deslavada má fé de quem acompanha os fins espúrios de um governo que usa da ilegalidade há 10 anos – parte 1   https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/17/a-que-interessa-o-aborto-no-brasil-e-a-deslavada-ma-fe-de-quem-acompanha-os-fins-espurios-de-um-governo-que-usa-da-ilegalidade-ha-10-anos-parte-1/   El aborto genera en España un negocio de 100 millones€ en diez años   https://objetodignidade.wordpress.com/2012/05/20/el-aborto-genera-en-espana-un-negocio-de-100-millonese-en-diez-anos/   Projeto do Novo Código Penal: aborto, desinformação e impedimentos legislativos   https://objetodignidade.wordpress.com/2012/05/10/projeto-do-novo-codigo-penal-aborto-desinformacao-e-impedimentos-legislativos/   Os países que têm o aborto liberado, a interrupção voluntaria da gravidez descriminalzada, são os que têm os mais altas taxas de MORBIDADE e de MORTALIDADE DAS MULHERES   https://objetodignidade.wordpress.com/2012/03/23/os-paises-que-tem-o-aborto-liberado-a-interrupcao-voluntaria-da-gravidez-descriminalzada-sao-os-que-tem-os-mais-altas-taxas-de-morbidade-e-de-mortalidade-das-mulheres/   Crimes sexuais que têm por objeto as crianças, correspondem ao terceiro mais rentável comércio mundial, que perde apenas para a indústria de armas e do narcotráfico. https://objetodignidade.wordpress.com/2012/10/27/crimes-sexuais-que-tem-por-objeto-as-criancas-correspondem-ao-terceiro-mais-rentavel-comercio-mundial-que-perde-apenas-para-a-industria-de-armas-e-do-narcotrafico/   Gastos públicos crescem no governo Lula. Mas saúde e educação são os setores menos beneficiados https://objetodignidade.wordpress.com/2012/09/30/gastos-publicos-crescem-no-governo-lula-mas-saude-e-educacao-sao-os-setores-menos-beneficiados/   Livros do MEC promovem MST, racismo, prostituição, incesto, estupro, pedofilia e agressão a professores para alunos do ensino fundamental – aborto, saude e tráfico de pessoas https://objetodignidade.wordpress.com/2012/09/30/livros-do-mec-promovem-mst-racismo-prostituicao-incesto-estupro-pedofilia-e-agressao-a-professores-para-alunos-do-ensino-fundamental-aborto-saude-e-trafico-de-pessoas/   Senado e alteração ao Código Penal – Inconstitucionalidade – Ameaça ao Direito à Vida. Artifícios jurídicos https://objetodignidade.wordpress.com/2012/09/27/senado-e-alteracao-ao-codigo-penal-inconstitucionalidade-ameaca-ao-direito-a-vida-artificios-juridicos/   Imprensa do Canadá sobre o purgatório do Brasil. A forma mais cruel de populismo. “This is a fascist economy, in its purest definition. The reason is that they retain the old veneer in fake cultural causes… they tell you how to live your private life. Censorship or “media control” is in Dilma’s agenda”.   Dilma Vana Roussef PT quer “liberar” a prática do aborto até os 9 meses de gestação para, além da implantação de clínicas estrangeiras no Brasil, tornar o pais um exportador de matéria-prima humana – fetos – usada em plásticas, cosméticos, transplantes, alimentação e indústria farmacêutica.   Tráfico de órgãos é terceiro mais lucrativo crime organizado no mundo, segundo Polícia Federal https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/25/trafico-de-orgaos-e-terceiro-mais-lucrativo-crime-organizado-no-mundo-segundo-policia-federal-co-de-orgaos-e-terceiro-mais-lucra/   O governador do Arizona Jan Brewer assinou uma lei que proíbe os provedores de aborto como a Planned Parenthood de receber dinheiro por meio do Estado, seu escritório disse em um comunicado. https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/22/o-governador-do-arizona-jan-brewer-assinou-uma-lei-que-proibe-os-provedores-de-aborto-como-a-planned-parenthood-de-receber-dinheiro-por-meio-do-estado-seu-escritorio-disse-em-um-comunicado/   LEGALIZAR O ABORTO? – A quem interessa https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/20/legalizar-o-aborto-a-quem-interessa/   Brasil, de 2002 a 2012 passa pela fase totalitária: ilegalidade e ilegitimidade são tipicas na ditadura civil. https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/03/brasil-de-2002-a-2012-passa-pela-fase-totalitaria-ilegalidade-e-ilegitimidade-sao-tipicas-na-ditadura-civil/   Tribunal de Apelações do Texas permite excluir Planned Parenthood https://objetodignidade.wordpress.com/2012/06/30/tribunal-de-apelacoes-do-texas-permite-excluir-planned-parenthood/   O PNDH-3 PREVE A LIBERAÇÃO DE CRIMES, fim do Estado de Direito. https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/23/o-pndh-3-preve-a-liberacao-de-crimes-fim-do-estado-de-direito/   Projeto do Novo Código Penal: aborto, desinformação e impedimentos legislativos 09/05/2012 — Celso Galli Coimbra http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/05/09/projeto-do-novo-codigo-penal-aborto-desinformacao-e-impedimentos-legislativos/   The Wholesalers of aborted babies https://objetodignidade.wordpress.com/2012/06/28/the-wholesalers-of-aborted-babies/   O generocídio acontece nos EUA. Video de Bound4Life apresenta centros da Planned Parenthood Federation of America (PPFA), a maior organização abortista do mundo. https://objetodignidade.wordpress.com/2012/06/26/o-generocidio-acontece-nos-eua-video-de-bound4life-apresenta-centros-da-planned-parenthood-federation-of-america-ppfa-a-maior-organizacao-abortista-do-mundo/   IBGE: população brasileira envelhece em ritmo acelerado https://objetodignidade.wordpress.com/2012/06/15/ibge-populacao-brasileira-envelhece-em-ritmo-acelerado/   China pede desculpas à mulher forçada a abortar feto de 7 meses https://objetodignidade.wordpress.com/2012/06/15/china-pede-desculpas-a-mulher-forcada-a-abortar-feto-de-7-meses/   Imagem de feto resultado de aborto forçado choca chineses   Ministro de Justiça reconhece e defende o direito de viver dos embriões. https://objetodignidade.wordpress.com/2012/05/20/ministro-de-justica-reconhece-e-defende-o-direito-de-viver-dos-embrioes/   ‘No nos resignamos’: Los ciudadanos europeos, en pie por la cultura de la vida https://objetodignidade.wordpress.com/2012/05/20/no-nos-resignamos-los-ciudadanos-europeos-en-pie-por-la-cultura-de-la-vida/   El aborto genera en España un negocio de 100 millones€ en diez años https://objetodignidade.wordpress.com/2012/05/20/el-aborto-genera-en-espana-un-negocio-de-100-millonese-en-diez-anos/   Infanticídio feminino e mortalidade materna, assassinato em massa de mulheres e deficientes, um genocídio por responsabilidade do governo https://objetodignidade.wordpress.com/2012/05/02/infanticidio-feminino-e-mortalidade-materna-assassinato-em-massa-de-mulheres-e-deficientes-um-genocidio-por-responsabilidade-do-governo/   All Girls Allowed – China Gendercide https://objetodignidade.wordpress.com/2012/05/01/all-girls-allowed-china-gendercide/   Gendercide – The war on baby girls https://objetodignidade.wordpress.com/2012/04/30/gendercide-the-war-on-baby-girls/   The world at seven billion https://objetodignidade.wordpress.com/2012/04/29/the-world-at-seven-billion/   Experimentação médica em humanos nos Estados Unidos: A história chocante da verdade da medicina moderna e psiquiatria (1833-1965 a parte de 1965-2005). Os riscos e perigos ‘a saúde de quem utiliza drogas psiquiatricas. Vale lembrar que as mulheres que abortam comumente tém, entre as sequelas fisico-psiquicas e o cancer, doenças psiquiatricas alem da perda da fecundidade.   Sobre política usa como argumentos a ideia espuria de ajudar a saude das mulheres pobres mantendo a criminosa industria multimilionaria de abortamento – como fazem aqui no Brasil no plano político nacional do PT e presidente Dilma, e a Rede Feminista de Saúde e de Direitos Reprodutivos no Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres-, quando todo o planeta ja sabe que as mulheres que abortam tém risco elevado de desenvolver cancer de mamas.   Os países que têm o aborto liberado, a interrupção voluntaria da gravidez descriminalzada, são os que têm os mais altas taxas de MORBIDADE e de MORTALIDADE DAS MULHERES https://objetodignidade.wordpress.com/2012/03/23/os-paises-que-tem-o-aborto-liberado-a-interrupcao-voluntaria-da-gravidez-descriminalzada-sao-os-que-tem-os-mais-altas-taxas-de-morbidade-e-de-mortalidade-das-mulheres/   Aborto na Rússia: “triste recorde mundial” https://objetodignidade.wordpress.com/2012/02/08/aborto-na-russia-triste-recorde-mundial/   Abortos Causam Transtornos Mentais na Mulher. Estudo na Nova Zelândia Requer Menos Abortos. https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/29/abortos-causam-transtornos-mentais-na-mulher-estudo-na-nova-zelandia-requer-menos-abortos/   A criança como sujeito de experimentação científica: uma analise histórica dos aspectos éticos – limpeza social de incapazes e incompetendes https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/23/a-crianca-como-sujeito-de-experimentacao-cientifica-uma-analise-historica-dos-aspectos-eticos-limpeza-social-de-incapazes-e-incompetendes/   Aborto: debate na TV Justiça, no STF, em junho de 2007 e HOJE https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/12/aborto-debate-na-tv-justica-no-stf-em-junho-de-2007-e-hoje/   Estudo Requer aos Médicos que façam Menos Abortos. Abortos Causam Transtornos Mentais na Mulher https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/10/estudo-requer-aos-medicos-que-facam-menos-abortos-abortos-causam-transtornos-mentais-na-mulher-2/   Roe versus Reality — Abortion and Women’s Health https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/10/roe-versus-reality-abortion-and-womens-health/   OS RISCOS DE ABORTAR – perigos físicos e emocionais do aborto https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/10/os-riscos-de-abortar-perigos-fisicos-e-emocionais-do-aborto/https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/10/os-riscos-de-abortar-perigos-fisicos-e-emocionais-do-aborto/   The Breast Cancer Epidemic: Modeling and Forecasts Based on Abortion and Other Risk Factors https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/09/the-breast-cancer-epidemic-modeling-and-forecasts-based-on-abortion-and-other-risk-factors/   Relação entre aborto e cancro da mama https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/06/relacao-entre-aborto-e-cancro-da-mama/   Constituição e o genocídio no Brasil. https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/18/constituicao-e-o-genocidio-no-brasil/   Projeto genocida https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/18/projeto-genocida-2/   Aborto: a quem interessa? https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/18/aborto-a-quem-interessa-2/   A indústria da morte: cenário frankenstein https://objetodignidade.wordpress.com/2011/07/28/a-industria-da-morte-cenario-frankenstein-2/   ——-      

Celso Galli Coimbra - OABRS 11352

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“Se Dilma Roussef  for eleita Presidente, ela VETARIA OU NÃO VETARIA uma legislação abortista eventualmente proveniente do Congresso Nacional?”

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Existe uma única pergunta sobre a legalização do aborto que Dilma Roussef não terá de forma alguma como confundir os eleitores quanto à sua real postura a favor do aborto (que seu partido impõe a todos seus filiados), como vem conseguindo fazer em suas manifestações aos “povos de Deus”, quando procura remeter exclusivamente ao Congresso esta decisão, como se ela também não estaria possuindo poder decisório sobre todas as legislações provenientes do Congresso, por ser o Presidente da República titular único do poder de veto ou de sanção das legislações no Brasil.

Esta pergunta é a seguinte:“Se Dilma Roussef for eleita Presidente, ela SANCIONARIA OU NÃO SANCIONARIA uma legislação abortista eventualmente proveniente do Congresso Nacional?” Também pede ser feita assim, com o mesmo

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Os “defensores da vida” – incluindo o petista Jaime Ferreira Lopes, que protegeu Lula em 2006, quando preparei questionamentos técnicos sobre sua posição como futuro presidente respeito do aborto – DEIXARAM Dilma dizer apenas “EU não sou a favor do aborto”. Não fizeram a ela se defrontar com a pergunta que REALMENTE decidia sua posição: “SE FOR ELEITA PRESIDENTE _VETARÁ OU NÃO VETARÁ_ EVENTUAL LEGISLAÇÃO ABORTISTA?”

Dr. Celso Galli Coimbra

Dr. Celso Galli Coimbra

Os “defensores da vida” – incluindo o petista Jaime Ferreira Lopes, que protegeu Lula em 2006, quando preparei questionamentos técnicos sobre sua posição como futuro presidente respeito do aborto – DEIXARAM Dilma dizer apenas “EU não sou a favor do aborto”. Não fizeram a ela se defrontar com a pergunta que REALMENTE decidia sua posição: “SE FOR ELEITA PRESIDENTE _VETARÁ OU NÃO VETARÁ_ EVENTUAL LEGISLAÇÃO ABORTISTA?” 

AGORA, Dilma vai SANCIONAR a legislação abortista e depois vai dizer que ela CUMPRIU SUA PALAVRA, porque disse ANTES dissera apenas que ELA não era a favor do aborto, MAS como Estadista não pode ser contra o aborto.

É O MESMO QUE DEIXARAM LULA FAZER, em 2006, quando fui autorizado por ASSEMBLÉIA a INTERPELAR FORMALMENTE Lula para que assumisse sua posição como futuro PRESIDENTE, de tal forma que não lhe seria possível mentir. Naquela oportunidade, JAIME FERREIRA LOPES, então presidente de BSA, fez de tudo e conseguiu INVIABILIZAR a perigosa tentativa de pautar no segundo turno a questão ABORTO, como ele disse para mim, na oportunidade: “NÃO PODEMOS PREJUDICAR TODO UM PROJETO DE GOVERNO [o do PT] POR CAUSA DE UMA QUESTÃO PONTUAL [a legalização do aborto]. LENIZE GARCIA assumiu posteriormente a presidência de BSA e continuou a endeuzar o Sr. JAIME FERREIRA LOPES. Mais: todos os que souberam na época do que ocorria preferiram se omitir, CATÓLICOS e NÃO CATÓLICOS.

Assim, TODA a responsabilidade pela legalização do aborto no Brasil é justamente de quem se disse contra o aborto e IMPEDIU que providências jurídicas eficazes e fortes fossem colocadas em prática para que tal não acontecesse.

FUTURAMENTE, tudo o que aconteceu nos bastidores do movimento brasil com aborto vai se tornar PÚBLICO, todo rechaçamento incondicional de agir juridicamente e quando agiu foi ou de forma incompetente ou simplesmente para bater ponto.

REPITO: a responsabilidade da legalização do aborto no Brasil são dos que se diziam militantes contra o aborto, ou por não se informarem ou por se omitirem ou por quererem mesmo que o aborto fosse legalizado para não prejudicar o projeto totalitarista do PT e do Foro de São Paulo.

JAIME LOPES: eu gravei aquela conversa por telefone em que você me pediu para conversar com o coordenador da campanha à presidência de Lula e me deu seu email de uso restrito para comunicar-me com ele, em 2006. Também tenho a CARTA que você mesmo na época enviou para o coordenador da campanha de Lula, avisando da forma mais subserviente possível sobre as providências que eu estava instrumentalizando [autorizado por Assembléia de BSA, em Brasília, realizada em agosto de 2006], para que lula pudesse saber antes e não se deixar prejudicar em sua reeleição.

Porém, tudo isto é apenas a pontinha do iceberg, diante do que se desdobrou de lá para os dias presentes.

Os CATÓLICOS, depois, “assumiram” na aparência o comando de BSA, mas quem continuou liderando foi JAIME FERREIRA LOPES: resultado, legalização do aborto e certamente com a SANÇÃO de Dilma nos próximos dias. OS ABORTITAS lhes agradecem, pois sem esta imensa colaboração eles não conseguiriam tão facilmente legalizar o aborto no Brasil>

DE PASSAGEM: quando Dilma colocou no STF o advogado que mais orientou e trabalhou em favor do aborto no Brasil, o Sr. BARROSO, ela deixou claro o que valia sua palavra dada como pessoa, mas que não é aquela da mal intencionada “estadista” que está ai. Esta nomeação define tudo a respeito dela e do aborto no Brasil.

Eu poderia AGORA dizer que AINDA há o que ser feito para reverter esta situação sob o ponto de vista jurídico, MAS CANSEI de fazer isto e ver apenas e sempre sabotagem e MEDO de agir de parte da maioria, enquanto pelas costas apenas se dão ao trabalho de falar mal de quem lhes acusa de frente e em público.

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

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Celso Galli Coimbra

Sexta 12/julho/2013

 

O PROJETO DE LEI 03/2013 LEGALIZOU O ABORTO NO BRASIL, AGORA FALTA APENAS A SANÇÃO PRESIDENCIAL, QUE SERÁ DADA POR DILMA.

Os “defensores da vida” – incluindo o petista Jaime Ferreira Lopes, que protegeu Lula em 2006, quando preparei questionamentos técnicos sobre sua posição como futuro presidente respeito do aborto – DEIXARAM Dilma dizer apenas “EU não sou a favor do aborto”. Não fizeram a ela se defrontar com a pergunta que REALMENTE decidia sua posição: “SE FOR ELEITA PRESIDENTE _VETARÁ OU NÃO VETARÁ_ EVENTUAL LEGISLAÇÃO ABORTISTA?” 

AGORA, Dilma vai SANCIONAR a legislação abortista e depois vai dizer que ela CUMPRIU SUA PALAVRA, porque disse ANTES dissera apenas que ELA não era a favor do aborto, MAS como Estadista não pode ser contra o aborto.

É O MESMO QUE DEIXARAM LULA FAZER, em 2006, quando fui autorizado por ASSEMBLÉIA a INTERPELAR FORMALMENTE Lula para que assumisse sua posição como futuro PRESIDENTE, de tal forma que não lhe seria possível mentir. Naquela oportunidade, JAIME FERREIRA LOPES, então presidente de BSA, fez de tudo e conseguiu INVIABILIZAR a perigosa tentativa de pautar no segundo turno a questão ABORTO, como ele disse para mim, na oportunidade: “NÃO PODEMOS PREJUDICAR TODO UM PROJETO DE GOVERNO [o do PT] POR CAUSA DE UMA QUESTÃO PONTUAL [a legalização do aborto]. LENIZE GARCIA assumiu posteriormente a presidência de BSA e continuou a endeuzar o Sr. JAIME FERREIRA LOPES. Mais: todos os que souberam na época do que ocorria preferiram se omitir, CATÓLICOS e NÃO CATÓLICOS.

Assim, TODA a responsabilidade pela legalização do aborto no Brasil é justamente de quem se disse contra o aborto e IMPEDIU que providências jurídicas eficazes e fortes fossem colocadas em prática para que tal não acontecesse.

FUTURAMENTE, tudo o que aconteceu nos bastidores do movimento brasil com aborto vai se tornar PÚBLICO, todo rechaçamento incondicional de agir juridicamente e quando agiu foi ou de forma incompetente ou simplesmente para bater ponto.

REPITO: a responsabilidade da legalização do aborto no Brasil são dos que se diziam militantes contra o aborto, ou por não se informarem ou por se omitirem ou por quererem mesmo que o aborto fosse legalizado para não prejudicar o projeto totalitarista do PT e do Foro de São Paulo.

JAIME LOPES: eu gravei aquela conversa por telefone em que você me pediu para conversar com o coordenador da campanha à presidência de Lula e me deu seu email de uso restrito para comunicar-me com ele, em 2006. Também tenho a CARTA que você mesmo na época enviou para o coordenador da campanha de Lula, avisando da forma mais subserviente possível sobre as providências que eu estava instrumentalizando [autorizado por Assembléia de BSA, em Brasília, realizada em agosto de 2006], para que lula pudesse saber antes e não se deixar prejudicar em sua reeleição.

Porém, tudo isto é apenas a pontinha do iceberg, diante do que se desdobrou de lá para os dias presentes.

Os CATÓLICOS, depois, “assumiram” na aparência o comando de BSA, mas quem continuou liderando foi JAIME FERREIRA LOPES: resultado, legalização do aborto e certamente com a SANÇÃO de Dilma nos próximos dias. OS ABORTITAS lhes agradecem, pois sem esta imensa colaboração eles não conseguiriam tão facilmente legalizar o aborto no Brasil>

DE PASSAGEM: quando Dilma colocou no STF o advogado que mais orientou e trabalhou em favor do aborto no Brasil, o Sr. BARROSO, ela deixou claro o que valia sua palavra dada como pessoa, mas que não é aquela da mal intencionada “estadista” que está ai. Esta nomeação define tudo a respeito dela e do aborto no Brasil.

Eu poderia AGORA dizer que AINDA há o que ser feito para reverter esta situação sob o ponto de vista jurídico, MAS CANSEI de fazer isto e ver apenas e sempre sabotagem e MEDO de agir de parte da maioria, enquanto pelas costas apenas se dão ao trabalho de falar mal de quem lhes acusa de frente e em público.

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

 

Apenas um exemplo, coloco a seguir. NINGUÉM ajudou, e o Sílivo junto com o Victor procuraram e muito por essa ajuda. Pelo contrário o brilhante “JURÍDICO” de BSA foi dizer que tinha feito este protocolo no Ministério Público Federal, QUANDO fazer este protocolo lá é um ERRO com letras maiúsculas ou intencional, porque NECESSARIAMENTE – POR FORÇA DE LEI – tem que ser feito ao PRESIDENTE DO STF, que na época, INCLUSIVE, era um Ministro CONTRÁRIO AO ABORTO:

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/04/10/por-que-o-meio-pro-vida-nao-protocola-no-stf-e-no-congresso-nacional-requerimento-de-suspeicao-do-ministro-marco-aurelio-de-mello-antes-do-julgamento-da-adpf-54/

 

Celso Galli Coimbra O PRINCIPAL na imposição de uma legislação abortista – que, como eu já disse, pode ser revertida – é a DESCRIMINALIZAÇÃO da conduta médica ao praticar o aborto, COM A FINALIDADE de atrair para o Brasil as grandes clínicas de aborto, que cobram muito caro e estão entre os negócios mais rendosos da atualidade. A mulher pobre, que depende do SUS, terá seu filho na fila de espera pelo aborto. Isto se este governo totalitário não criar a “Bolsa Aborto”. Então, graças aos que fizeram de conta ser contra o aborto, todos nós financiaremos o aborto.

 

 

Celso Galli Coimbra A Professora Lia Zanota, além do Ministro da Saúde de Lula em 2007, foi convidada para debater a questão do aborto comigo na TV Justiça do STF, em junho de 2007. 

A sequência do debate pode ser vista nos cinco vídeos que publiquei abaixo em meu Canal do YouTube, fornecidos pela produção do programa. 

Algum tempo mais tarde, pessoas autenticamente zelosas pela defesa da vida marcaram uma sustentação oral minha diante do STF, na ADPF 54, e eu já estava pronto para viajar, QUANDO fiquei sabendo que houve um requerimento de DESISTÊNCIA no STF, dizendo que o meio pró-vida não tinha quem pudesse fazer esta sustentação, renunciando, portanto, a preciosos 15 minutos, onde a vital questão da proteção à vida inscrita como cláusula pétrea na Constuituição Federal seria levantada por um profissional do direito. E com o mesmo conteúdo deste debate, demonstrando como o artigo 4 da Convenção Americana de Direitos Humanos estava incorporado às regras pétreas, que sequer por PECs [reformas da Constituição] podem ser alteradas, e expressamente protegia a vida do nascituro desde a concepção.

Agora perguntem QUEM ocupou todo o espaço a favor do aborto SEM contraponto pela referida desistência feita sem meu consentimento? JUSTAMENTE a Professora Lia Zanota, cujo desempenho eu já confrontara em público naquele programa e pode ser revisto nestes vídeos. Por que – mas o QUE está por trás MESMO do motivo para dizerem ao STF que não havia quem pudesse fazer contraponto em defesa da vida – isto de fato aconteceu? A resposta, no que me concerne está nestes próprios vídeos, que sei bem a quem tanto incomodou, cujo link do primeiro coloco e os demais estão nele indicados para quem quiser assistir até o final:

http://youtu.be/zBXOEzPHykI

Aborto: debate na TV Justiça, no STF, em junho de 2007 – parte 1 de 5

www.youtube.com

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=zBXOEzPHykI

Celso Galli Coimbra Naquela época, a Assembéia Legislativa do Estado do Rio grande do Sul, através de sua Comissão de Direitos Humanos então presidida por Deputado Estadual não petista, já tinha me solicitado para escrever um Capítulo sobre o assunto, para o seu conhecido livro anual “Relatório Azul de Direitos Humanos”, que costumava ser distribuído para diversas bibliotecas do Brasil e do exterior, que veio a ser publicado nesse meio tempo e está aqui reproduzido na íntegra.

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/02/24/impossibilidade-de-legalizacao-do-aborto-no-brasil-desde-sua-proibicao-constitucional-de-ir-a-deliberacao-pelo-poder-legislativo-2/

Este artigo foi escrito para o Livro Relatório Azul* da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, em novembro de 2007 (Capítulo 3, páginas 169 e seguintes), solicitado por Ofício 0745/2007 – CCDH, pelo Dep. Marquinhos Lang, Presidente desta Comissão, na época. Tanto quanto possível, ele foi escrito com o objetivo de ser acessível ao maior número de pessoas e tinha sua extensão delimitada em número de caracteres.

 

Impossibilidade de legalização do aborto no Brasil desde sua proibição constitucional de ir à…

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/02/24/impossibilidade-de-legalizacao-do-aborto-no-brasil-desde-sua-proibicao-constitucional-de-ir-a-deliberacao-pelo-poder-legislativo-2/

 

Celso Galli Coimbra ENQUANTO essa FORTÍSSIMA linha de defesa da vida vinha sendo DESPREZADA, desde a defesa no âmbito das CÉLULAS TRONCO, passando pela interpelação formal ao candidato LULA em 2006, para pautar este assunto no segundo turno, e sabotada por JAIME FERREIRA LOPES que, mesmo tendo-a recebida PRONTA de mim com QUASE UM MÊS DE ANTECEDÊNCIA antes do final daquele segundo turno, conforme decidiu ASSEMBLÉIA GERAL DE BRASIL SEM ABORTO em agosto de 2006, apenas foi apresentada no INÍCIO DA NOITE da última sexta-feira ANTES do domigo em que o petista se reelegeu, QUANDO então efeito algum mais poderia ter … *CHEGAMOS* ao momento atual com um ABSURDO acúmulo de ERROS JURÍDICOS [que em minha opinião não têm como não serem intencionais, seja lá por que razão for]. E com a agravante de que sempre propusemos em público alternativas factíveis que foram – digamos – “ignoradas”. COMO a do notório IMPEDIMENTO do Relator da ADPF 54, que não foi levantado no lugar CERTO – DIANTE DO PRESIDENTE DO STF – e ainda em tempo para o ser, mas com a RECUSA DE TODOS em Brasília de apresentá-la antes do FINAL DO JULGAMENTO, o que causaria um INCIDENTE PROCESSUAL onde a legitimidade de Marco Aurélio teria que ser avaliada pelo próprio STF antes de continuar o julgamento.

Celso Galli Coimbra COM a observação pelos abortistas deste fantástico somatório de ERROS DE AÇÃO JURÍDICA, seja pela prática, seja pela ausência mais comumente, FOI CONCEDIDO TEMPO para que INGRESSASSE no STF toda uma formação de Ministros, como em especial o Sr. BARROSO ao final, que considera que o STF pode SIM legislar. Ou seja, tiveram tempo de neutralizar a possibilidade de enfrentar a defesa da vida tal como examinada no Capítulo que indiquei. POR OUTRO LADO, MESMO que analisada pelo prisma JÁ ASSUMIDO pelo próprio STF COMO sua jurisprudência, em Habeas Corpus do Tocantins, de que “tratatado de direito humanos é lei abaixo da constituição MAS acima de lei ordinária”, a vantagem seria sempre em favor da defesa da vida desde a concepção.

Celso Galli Coimbra Com BARROSO no STF, e sua demais composição atual, será NECESSÁRIO outra linha de AÇÃO. FACTÍVEL SIM. O que não vou mais divulgar via Internet para ser simplesmente “criticada” por iluminados que não assumem compromisso com o que FALAM por trás e não pela frente [e também porque não estão mais na categoria de confiabilidade, salvo as justas exceções]. 

Como o assunto GRAVE, protagonizado por JAIME FERRREIRA LOPES, em 2006, ficou por isso MESMO, mesmo DENUNCIADO por mim na época e facilmente CONSTATÁVEL, eis que: FATO 1, a Assembléia de BSA de agosto de 2006 DECIDIU a meu pedido INTERPELAR PUBLICAMENTE LULA no SEGUNDO TURNO? – Sim, decidiu. FATO 2, quando foi que JAIME FERREIRA LOPES entregou formalmente esta INTERPELAÇÃO, e TORNOU-A PÚBLICA? Na última sexta-feira e já no início da noite, antes das eleições do domingo em que lula se reelegeu. ANTES disso, sobrou pedidos para que “não prejudicasse todo UM projeto de governo” do MAIS corrupto governo que este país já teve em toda sua história.

 

Aborto: debate na TV Justiça, no STF, em 18 de junho de 2007 por escrito. O que aconteceu até hoje, desde o encontro, e o que se pode esperar.

https://objetodignidade.wordpress.com/2013/07/13/aborto-debate-na-tv-justica-no-stf-em-18-de-junho-de-2007-por-escrito-o-que-aconteceu-ate-hoje-desde-o-encontro-e-o-que-se-pode-esperar/

 

A inconstitucionalidade da tramitação de legislação legalizadora do aborto no Brasil por Celso Galli Coimbra

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/02/08/a-inconstitucionalidade-da-tramitacao-de-legislacao-legalizadora-do-aborto-no-brasil-por-celso-galli-coimbra/

 

Projeto do Novo Código Penal: aborto, desinformação e impedimentos legislativos « Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/05/09/projeto-do-novo-codigo-penal-aborto-desinformacao-e-impedimentos-legislativos/

 

O PROJETO DE LEI 03/2013 LEGALIZOU O ABORTO NO BRASIL, AGORA FALTA APENAS A SANÇÃO PRESIDENCIAL, QUE SERÁ DADA POR DILMA.

https://objetodignidade.wordpress.com/2013/07/12/o-projeto-de-lei-032013-legalizou-o-aborto-no-brasil-agora-falta-apenas-a-sancao-presidencial-que-sera-dada-por-dilma/

 

Livros do MEC promovem MST, racismo, prostituição, incesto, estupro, pedofilia e agressão a professores para alunos do ensino fundamental – aborto, saude e tráfico de pessoas

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/09/30/livros-do-mec-promovem-mst-racismo-prostituicao-incesto-estupro-pedofilia-e-agressao-a-professores-para-alunos-do-ensino-fundamental-aborto-saude-e-trafico-de-pessoas/

 

Dilma Vana Roussef PT quer “liberar” a prática do aborto até os 9 meses de gestação para, além da implantação de clínicas estrangeiras no Brasil, tornar o pais um exportador de matéria-prima humana – fetos – usada em plásticas, cosméticos, transplantes, alimentação e indústria farmacêutica.

 

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/09/05/dilma-vana-roussef-pt-quer-liberar-a-pratica-do-aborto-ate-os-9-meses-de-gestacao-para-alem-da-implantacao-de-clinicas-estrangeiras-no-brasil-tornar-o-pais-um-exportador-de-materia/

 

O governador do Arizona Jan Brewer assinou uma lei que proíbe os provedores de aborto como a Planned Parenthood de receber dinheiro por meio do Estado, seu escritório disse em um comunicado.

 

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/22/o-governador-do-arizona-jan-brewer-assinou-uma-lei-que-proibe-os-provedores-de-aborto-como-a-planned-parenthood-de-receber-dinheiro-por-meio-do-estado-seu-escritorio-disse-em-um-comunicado/

 

PORQUE O ABORTO

 

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/20/porque-o-aborto/

 

LEGALIZAR O ABORTO? – A quem interessa?

 

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/20/legalizar-o-aborto-a-quem-interessa/

 

A que interessa o aborto no Brasil e a deslavada má fé de quem acompanha os fins espúrios de um governo que usa da ilegalidade há 10 anos – parte 1

 

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/17/a-que-interessa-o-aborto-no-brasil-e-a-deslavada-ma-fe-de-quem-acompanha-os-fins-espurios-de-um-governo-que-usa-da-ilegalidade-ha-10-anos-parte-1/

 

El aborto genera en España un negocio de 100 millones€ en diez años

 

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/05/20/el-aborto-genera-en-espana-un-negocio-de-100-millonese-en-diez-anos/

 

Projeto do Novo Código Penal: aborto, desinformação e impedimentos legislativos

 

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/05/10/projeto-do-novo-codigo-penal-aborto-desinformacao-e-impedimentos-legislativos/

 

Os países que têm o aborto liberado, a interrupção voluntaria da gravidez descriminalzada, são os que têm os mais altas taxas de MORBIDADE e de MORTALIDADE DAS MULHERES

 

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/03/23/os-paises-que-tem-o-aborto-liberado-a-interrupcao-voluntaria-da-gravidez-descriminalzada-sao-os-que-tem-os-mais-altas-taxas-de-morbidade-e-de-mortalidade-das-mulheres/

 

Crimes sexuais que têm por objeto as crianças, correspondem ao terceiro mais rentável comércio mundial, que perde apenas para a indústria de armas e do narcotráfico.

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/10/27/crimes-sexuais-que-tem-por-objeto-as-criancas-correspondem-ao-terceiro-mais-rentavel-comercio-mundial-que-perde-apenas-para-a-industria-de-armas-e-do-narcotrafico/

 

Gastos públicos crescem no governo Lula. Mas saúde e educação são os setores menos beneficiados

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/09/30/gastos-publicos-crescem-no-governo-lula-mas-saude-e-educacao-sao-os-setores-menos-beneficiados/

 

Livros do MEC promovem MST, racismo, prostituição, incesto, estupro, pedofilia e agressão a professores para alunos do ensino fundamental – aborto, saude e tráfico de pessoas

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/09/30/livros-do-mec-promovem-mst-racismo-prostituicao-incesto-estupro-pedofilia-e-agressao-a-professores-para-alunos-do-ensino-fundamental-aborto-saude-e-trafico-de-pessoas/

 

Senado e alteração ao Código Penal – Inconstitucionalidade – Ameaça ao Direito à Vida. Artifícios jurídicos

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Imprensa do Canadá sobre o purgatório do Brasil. A forma mais cruel de populismo. “This is a fascist economy, in its purest definition. The reason is that they retain the old veneer in fake cultural causes… they tell you how to live your private life. Censorship or “media control” is in Dilma’s agenda”.

 

Dilma Vana Roussef PT quer “liberar” a prática do aborto até os 9 meses de gestação para, além da implantação de clínicas estrangeiras no Brasil, tornar o pais um exportador de matéria-prima humana – fetos – usada em plásticas, cosméticos, transplantes, alimentação e indústria farmacêutica.

 

Tráfico de órgãos é terceiro mais lucrativo crime organizado no mundo, segundo Polícia Federal

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/25/trafico-de-orgaos-e-terceiro-mais-lucrativo-crime-organizado-no-mundo-segundo-policia-federal-co-de-orgaos-e-terceiro-mais-lucra/

 

O governador do Arizona Jan Brewer assinou uma lei que proíbe os provedores de aborto como a Planned Parenthood de receber dinheiro por meio do Estado, seu escritório disse em um comunicado.

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/22/o-governador-do-arizona-jan-brewer-assinou-uma-lei-que-proibe-os-provedores-de-aborto-como-a-planned-parenthood-de-receber-dinheiro-por-meio-do-estado-seu-escritorio-disse-em-um-comunicado/

 

LEGALIZAR O ABORTO? – A quem interessa

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/20/legalizar-o-aborto-a-quem-interessa/

 

Brasil, de 2002 a 2012 passa pela fase totalitária: ilegalidade e ilegitimidade são tipicas na ditadura civil.

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/03/brasil-de-2002-a-2012-passa-pela-fase-totalitaria-ilegalidade-e-ilegitimidade-sao-tipicas-na-ditadura-civil/

 

Tribunal de Apelações do Texas permite excluir Planned Parenthood

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/06/30/tribunal-de-apelacoes-do-texas-permite-excluir-planned-parenthood/

 

Projeto do Novo Código Penal: aborto, desinformação e impedimentos legislativos

09/05/2012 — Celso Galli Coimbra

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/05/09/projeto-do-novo-codigo-penal-aborto-desinformacao-e-impedimentos-legislativos/

 

The Wholesalers of aborted babies

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/06/28/the-wholesalers-of-aborted-babies/

 

O generocídio acontece nos EUA. Video de Bound4Life apresenta centros da Planned Parenthood Federation of America (PPFA), a maior organização abortista do mundo.

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/06/26/o-generocidio-acontece-nos-eua-video-de-bound4life-apresenta-centros-da-planned-parenthood-federation-of-america-ppfa-a-maior-organizacao-abortista-do-mundo/

 

IBGE: população brasileira envelhece em ritmo acelerado

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/06/15/ibge-populacao-brasileira-envelhece-em-ritmo-acelerado/

 

China pede desculpas à mulher forçada a abortar feto de 7 meses

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Imagem de feto resultado de aborto forçado choca chineses

 

Ministro de Justiça reconhece e defende o direito de viver dos embriões.

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‘No nos resignamos’: Los ciudadanos europeos, en pie por la cultura de la vida

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El aborto genera en España un negocio de 100 millones€ en diez años

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Infanticídio feminino e mortalidade materna, assassinato em massa de mulheres e deficientes, um genocídio por responsabilidade do governo

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All Girls Allowed – China Gendercide

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/05/01/all-girls-allowed-china-gendercide/

 

Gendercide – The war on baby girls

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/04/30/gendercide-the-war-on-baby-girls/

 

The world at seven billion

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/04/29/the-world-at-seven-billion/

 

Experimentação médica em humanos nos Estados Unidos: A história chocante da verdade da medicina moderna e psiquiatria (1833-1965 a parte de 1965-2005). Os riscos e perigos ‘a saúde de quem utiliza drogas psiquiatricas. Vale lembrar que as mulheres que abortam comumente tém, entre as sequelas fisico-psiquicas e o cancer, doenças psiquiatricas alem da perda da fecundidade.

 

Sobre política usa como argumentos a ideia espuria de ajudar a saude das mulheres pobres mantendo a criminosa industria multimilionaria de abortamento – como fazem aqui no Brasil no plano político nacional do PT e presidente Dilma, e a Rede Feminista de Saúde e de Direitos Reprodutivos no Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres-, quando todo o planeta ja sabe que as mulheres que abortam tém risco elevado de desenvolver cancer de mamas.

 

Os países que têm o aborto liberado, a interrupção voluntaria da gravidez descriminalzada, são os que têm os mais altas taxas de MORBIDADE e de MORTALIDADE DAS MULHERES

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/03/23/os-paises-que-tem-o-aborto-liberado-a-interrupcao-voluntaria-da-gravidez-descriminalzada-sao-os-que-tem-os-mais-altas-taxas-de-morbidade-e-de-mortalidade-das-mulheres/

 

Aborto na Rússia: “triste recorde mundial”

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/02/08/aborto-na-russia-triste-recorde-mundial/

 

Abortos Causam Transtornos Mentais na Mulher. Estudo na Nova Zelândia Requer Menos Abortos.

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/29/abortos-causam-transtornos-mentais-na-mulher-estudo-na-nova-zelandia-requer-menos-abortos/

 

A criança como sujeito de experimentação científica: uma analise histórica dos aspectos éticos – limpeza social de incapazes e incompetendes

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Aborto: debate na TV Justiça, no STF, em junho de 2007 e HOJE

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/12/aborto-debate-na-tv-justica-no-stf-em-junho-de-2007-e-hoje/

 

Estudo Requer aos Médicos que façam Menos Abortos. Abortos Causam Transtornos Mentais na Mulher

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Roe versus Reality — Abortion and Women’s Health

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OS RISCOS DE ABORTAR – perigos físicos e emocionais do aborto

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/10/os-riscos-de-abortar-perigos-fisicos-e-emocionais-do-aborto/https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/10/os-riscos-de-abortar-perigos-fisicos-e-emocionais-do-aborto/

 

The Breast Cancer Epidemic: Modeling and Forecasts Based on Abortion and Other Risk Factors

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/09/the-breast-cancer-epidemic-modeling-and-forecasts-based-on-abortion-and-other-risk-factors/

 

Relação entre aborto e cancro da mama

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/06/relacao-entre-aborto-e-cancro-da-mama/

 

Constituição e o genocídio no Brasil.

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/18/constituicao-e-o-genocidio-no-brasil/

 

Projeto genocida

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/18/projeto-genocida-2/

 

Aborto: a quem interessa?

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/18/aborto-a-quem-interessa-2/

 

A indústria da morte: cenário frankenstein

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/07/28/a-industria-da-morte-cenario-frankenstein-2/

 

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Aborto: debate na TV Justiça, no STF, em 18 de junho de 2007 por escrito. O que aconteceu até hoje, desde o encontro, e o que se pode esperar.

Dr. Celso Galli Coimbra

Dr. Celso Galli Coimbra

Aborto: debate na TV Justiça, no STF, em 18 de junho de 2007 por escrito. O que aconteceu até hoje, desde o encontro, e o que se pode esperar.

— Celso Galli Coimbra na TV Justiça

Programa Fórum: “Legalização do Aborto em Debate”
Produção TV Justiça, 18/06/2007

Convidados:

– Ministro da Saúde do Governo Lula

– Lia Zanota, Representante da Rede Feminista de Saúde e de Direitos Reprodutivos no Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres

– Advogado Celso Galli Coimbra 

Vídeos neste endereço:

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/04/06/aborto-debate-na-tv-justica-no-stf-em-junho-de-2007/

 

Comentário preliminar relativo à análise da iniciativa e pratica do governo PT, desde Lula, para a     legalização do aborto no Brasil. 

Desde que assumiu seu cargo, o Ministro da Saúde Temporão vem divulgando a existência de um suposto “novo início da vida” para fins de promover o aborto sobre uma mentira, visto que uma informação destas deve possuir necessariamente comprovação científica, e ela não tem qualquer fundamento ou bibliografia na medicina neurológica ou na embriologia que, desde a década de 30 do século XIX, em todos os seus tratados de embriologia humana, ensinam até hoje que a vida humana individualizada começa na concepção. O Ministro também age em intencional desrespeito à legislação brasileira que igualmente define o início da vida humana individualizada desde o momento da concepção para fins de sua tutela como direito fundamental à vida e para o exercício da condição de sujeito de direitos pelo nascituro desde a concepção, inclusive com legitimidade para ingressar como parte em Juízo.  Insiste o Ministro Temporão em divulgar mentiras ao utilizar-se da condição de Ministro da Saúde, mesmo sendo ele próprio um médico sanitarista que não tem como desconhecer estes fatos. Dia 18 de junho, no programa da TV Justiça, “Fórum”, em Brasília, para o qual ele também foi convidado e não compareceu, deixei clara a acusação de que o Ministro da Saúde Temporão age em desrespeito com as normas do Direito Administrativo Público que o subordinam, e diante das quais ele não é Ministro se não as respeitar.  Nega o Ministro a regra constitucional de que autoridade somente pode fazer o que a lei autoriza e cidadão pode fazer tudo o que a lei não proíbe.  O Ministro Temporão entende que pode fazer tudo, inclusive e principalmente o que a lei proíbe. Toda ação, ato ou manifestação de autoridade deve ter fundamento em lei.  O Ministro Temporão já incorreu em grave desrespeito às normas e princípios de administração pública, especialmente no que concerne ao princípio constitucional da legalidade e ao princípio constitucional da moralidade administrativa (art. 37 da Constituição Federal) quando conduz a ação administrativa de sua pasta no exclusivo interesse das agendas abortistas cobradas pelo exterior e contra a legislação constitucional brasileira, o que configura, pelo menos, o desvio de finalidade no uso do poder, quando se utiliza, não só de dados falsos e contraditórios sobre saúde pública, que estão demonstrados no próprio site do Ministério da Saúde como falsos, mas também de abusiva veiculação de informações falsas para a população, quando mente que aborto legalizado é “aborto seguro”, diante do fato público e notório na medicina e no direito internacional de que em país algum do mundo onde o aborto foi legalizado houve diminuição das ocorrências de óbito materno por aborto. Pelo contrário, estes óbitos aumentaram e aumentaram drasticamente os abortamentos, com a baixa paralela ao longo dos anos da faixa etária de sua incidência, tanto quanto a crescente concentração de abortos e óbitos em minorias étnicas e segmentos pobres destas populações.

A Lei 8.429/92 classifica os atos de improbidade administrativa em três modalidades distintas, conforme os seus artigos 9º, 10 e 11, dentre os quais estão os atos que atentam contra os princípios da administração pública.

O Ministro da Saúde vem sendo inquestionavelmente desonesto em suas declarações públicas sobre dados de saúde pública e o seu dever de mostrar honestidade decorre também do princípio constitucional da publicidade (art. 37 da Constituição Federal) de onde advém o imperativo de transparência administrativa, pelo qual todos os atos públicos devem ser de conhecimento geral, e não objeto de manipulações de todos os tipos como ele vem colocando em prática, para que a sociedade possa fiscalizá-los. Não é possível esta fiscalização quando vigora o apelo sistemático à mentira por parte do Ministro. O ato de improbidade administrativa não só é contrário às normas da moralidade administrativa ou à lei e aos bons costumes, pois este ato  indica falta de honradez e de retidão de conduta no modo de proceder perante a Administração e administrados.

Aos Ministérios Públicos deixo o convite para que examinem as graves implicações transgressoras da lei brasileira nesta conduta do Ministro da Saúde e coloco-me à disposição para disponibilizar todo o material comprobatório do que neste texto foi analisado de forma preliminar.

A seguir estão os esclarecimentos neurológicos sobre mais uma informação falsa do Ministro da Saúde.

Fonte: http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/anencefalia.asp?idAnencefalia=174

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

 

Lamentável verificar que a excelente exposição de Dr. Celso Galli Coimbra era interrompida e distorcida pelas exaltações da estarrecida coordenadora da rede feminista Lia Zanota – que fez parte da comissão tripartite, criada no governo Lula, para elaboração de um PL que descriminalizasse o aborto.

 

Na quarta feira dia 27 de setembro de 2006, menos de 48 dias antes do encerramento oficial da campanha para o primeiro turno das eleições presidenciais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou um caderno de 24 páginas intitulado “LULA PRESIDENTE: COMPROMISSO COM AS MULHERES, PROGRAMA SETORIAL DE MULHERES 2007-2010“, seu compromisso em legalizar o aborto no brasil no segundo mandato de governo.

O compromisso de legalizar o aborto já havia sido tomado muito tempo antes. Tramitava no Congresso Nacional um projeto de lei preparado pela Comissão Tripartite organizada pelo governo Lula que definiu o aborto como um direito da mulher. O Projeto extinguiu todos os artigos do código penal brasileiro que definem o crime de aborto. Por causa disto, todos os tipos de aborto deixariam de ser crime, desconsiderando a Constituição. O aborto liberado durante todos os nove meses, desde a concepção até o momento do nascimento do nenê.

 

Com o uso de artifícios tanto na reutilização de palavras colhidas da preleção jurídica de Dr. Celso Galli Coimbra como na tentativa de lograr o publico que assistia TV Justiça, Lia Zanota inventa artimanhas para impossibilitar a apresentação de Galli Coimbra. Zanota omite fatos e nega a verdade sobre:

 

– as conferencias de Cairo e de Pequim;              

– o 9º artigo do Projeto de Lei Nº 1.135/91, que eliminava os artigos do Código Penal sobre o crime de aborto, de modo a não mais existir qualquer crime de aborto e nenhuma regulamentação [nem para os crimes médicos], assim permitindo a pratica do aborto livremente, em qualquer momento, inclusive no instante em que a criança vai nascer, em qualquer fase da gravidez.

 – assumido pelo Partido dos Trabalhadores e Lula, presidente do Brasil, como projeto de governo. O projeto de lei que o PT apresentou em 27 de setembro de 2005 tramitou na Câmara de Deputados sob o nome de substitutivo do PL 1135/91, extinguiu todos os artigos do Código Penal brasileiro que definem o crime de aborto no seu 9º artigo:

Autor
Eduardo Jorge – PT/SP Sandra Starling – PT/MG

Apresentação
28/05/1991 Em 2005, na qualidade de relatora do projeto de lei n. 1135/91, na Comissão de Seguridade Social e Família,  Jandira Feghali propôs como substitutivo um anteprojeto para a descriminalização do aborto(liberalização do aborto); altera o Decreto-lei nº 2.848, de 1940. Co-autora: deputada Sandra Starling – Pt/Mg.

Art. 124 Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lho provoque:

Art. 126– Provocar aborto com o consentimento da gestante:

Art. 127 – As penas cominadas nos dois artigos anteriores são aumentadas de um terço, se, em conseqüência do aborto ou dos meios empregados para provocá-lo, a gestante sofre lesão corporal de natureza grave; e são duplicadas, se, por qualquer dessas causas, lhe sobrevém a morte.

Art. 128 – Não se pune o aborto praticado por médico:

Em 2005, na qualidade de relatora do projeto de lei n. 1135/91, na Comissão de Seguridade Social e Família,  Jandira Feghali propôs como substitutivo um anteprojeto para a descriminalização do aborto
Estabelece o direito à interrupção voluntária da gravidez, assegura a realização do procedimento no âmbito do Sistema Único de Saúde, determina a sua cobertura pelos planos privados de assistência à saúde e dá outras providências.

Art. 9º Revogam-se os arts. 124, 126, 127 e 128 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal).

Sala da comissão, em 04 de Outubro de 2005.

Deputada JANDIRA FEGHALI
O GOLPE foi claramente denunciado. Mas era exatamente isto o que o projeto elaborado pela Comissão Tripartite organizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretendia: liberar o aborto em qualquer circunstância e por qualquer motivo, durante os nove meses da gravidez.

Uma explicação bastante mais detalhada sobre a história dos 10 anos do PT de Lula:

pessoal.

ABRIL DE 2006: A descriminalização do aborto foi oficialmente incluída pelo PT como diretriz do programa de governo do Presidente Lula.

Pois bem, em 2006, ano de campanha eleitoral – o ano do silencio da presidência da republica de Lula e do PT para manter em sigilo o substitutivo do PL 1135/91, que extinguiu todos os artigos do crime de aborto do Código Penal brasileiro, Jaime Ferreira Lopes parecia homem ativo em campanhas da organização – Brasil sem aborto -. Em 2006, quem administra a Central Executiva de “Brasil sem Aborto” em Brasília foi pessoa responsável jurídica e administrativamente pelas ações desta organização político-partidaria. E, por isso, é esta mesma pessoa a responsável pela entrega intempestiva da carta que interpelou sobre o aborto aos dois candidatos à presidência da república, Alckmin e Lula da Silva. O partido político e o candidato beneficiados por um atraso calculado na entrega da interpelação foi a presidência de Lula e o PT pró-aborto.

 

17/10/2006 – Campanha Brasil Sem Aborto Notifica Candidatos Lula e Alckmin sobre “Legalização do Aborto”

Dr. Celso Galli Coimbra
OAB/RS 11352
c.galli@terra.com.br
Telefone: (51) 8161-5251

http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/noticias.asp?idNoticia=124

SETEMBRO DE 2006: Quatro dias antes do primeiro turno das eleições, em 27 de setembro de 2006, o próprio Presidente Lula incluiu o aborto em seu programa

Lia Zanota persistiu, sem apresentação de fontes, reafirmando que o aborto liberado ou, na ordem dos termos feministas e do governo, descriminalizado, reduz-se e é bom para a saúde da mulher. Isto, quando já é conhecida a vergonha, desde a Rússia, pelo aumento do numero de abortos e perda da fertilidade das mulheres entre doenças psiquiátricas e câncer. E insiste em ‘’aborto seguro’’.

 

Por fim, Zanota é interpelada [perguntas dos internautas] pela jornalista Claudia Viegas, e a coordenadora da rede feminista diz: “o aborto não é crime para a mulher que aborta, mas para a lei sim é crime”.

          

   O Ministro da Saúde não compareceu.

 

“Em sintonia sobre a relevante questão para o Direito da individualização da vida humana desde a concepção, o conhecimento científico tem entendimento pacífico em “(…) todos os textos de Embriologia Humana consultados, nas suas últimas edições, afirmarem que o desenvolvimento humano se inicia quando o ovócito é fertilizado pelo espermatozóide. Todos afirmam que o desenvolvimento humano é a expressão do fluxo irreversível de eventos biológicos ao longo do tempo, que só pára com a morte” [1].”

 

“Já é de conhecimento comprovado da Embriologia que o nascituro não é apenas o apontado pelos movimentos abortistas como “portio mulieris vel viscerum”, ou seja, porção ou vísceras da mulher da qual uma minoria no Brasil se pretende proprietária para dispor da vida a pretexto de ser “dona de seu corpo” e por uma inexistente questão de dignidade, enquanto “direito absoluto” apenas da mulher diante da vida concebida. O nascituro é uma vida à parte e é vida humana desde a concepção que a gestante não tem como não respeitar porque é vida humana.’’ [1]

 

“A médica e Professora Livre Docente da UNIFESP, Dra. Alice Teixeira Ferreira [15], informa que, em 2002, “(…) na revista Nature, Helen Pearson relata os experimentos de R. Gardener e Magdalena Zernicka-Goetz, onde demonstram que o nosso destino está determinado no primeiro dia, no momento da concepção. Mais recentemente, também na Nature (2005), Y. Sasai descreve os fatores/proteínas que controlam o desenvolvimento do embrião a partir da concepção, descobertos por Dupont e colaboradores. O embriologista Lewis Wolpert chega a afirmar que o momento em que o ovo começa a se dividir é o momento mais importante de nossa vida, mais que o nascimento, casamento ou morte. Tenta-se atualmente, através de uma retórica ideológica, justificar a morte de embriões e fetos com argumentos despidos de fundamentos científicos, tais como: ‘Não sabemos quando começa a vida do ser humano’. Pelo visto acima, não é verdade. ‘O embrião humano é um montinho de células’. Se fossem células comuns, certos pesquisadores não estariam tão interessados nelas [15]. São tão extraordinárias que dão origem a um indivíduo completo. ‘O embrião humano não tem cérebro e é comparável à morte cerebral’. Comparação absurda, pois a morte cerebral é uma situação irreversível – não há maneira de recuperar os neurônios mortos – e o embrião dispõe das células pluripotentes que vão originar o cérebro”. [1]

 

Suas conclusões são objetivas: “(…) o ser humano, desde o ovo até o adulto, passa por diversas fases do desenvolvimento (ontogenia), mas em todas elas trata-se do mesmo indivíduo que, continuamente, se auto-constrói e se auto-organiza. Por ser o ciclo do desenvolvimento humano relativamente longo, podemos perder a visão do todo, fixando-nos em suas partes. Daí o surgimento de estatutos que regulam fases da vida humana: o das crianças e adolescentes e o dos idosos”.” [1]

 

1. Constitucionalização do Direito Internacional Público

 

Existe um dado histórico e determinante do valor normativo de peso transnacional dos pactos, acordos e convenções de Direito Internacional Público que não pode ser desprezado. O feito que recebe destaque sobre a produção de pactos, leis e convenções internacionais, tem vigor esclarecedor e sua ordem vale como mandamento constitucional no Brasil.

Confirma a afirmação o estudo sobre o surgimento da histórica Declaração Universal dos Direitos Humanos, criação normativa internacional que teve por escopo a dignidade dos homens em função do reconhecimento do valor transindividual e superior da vida de cada ser humano. Em 1948, depois das graves experiencias com as guerras, surge construção jurídica reconhecida e subscrita pelos Estados-Nações, que recebe validade universal.

 

Dr. Galli Coimbra fala sobre o crescente constitucionalismo das Convenções de Direito Internacional Público, na legislação do mundo e também do Brasil. Por isso, atualmente, evolui a consequente universalização dos Direitos Humanos fundamentais com a adoção de Convenções por cada uma das diferentes nações.   

A Constituição de 1988 simplesmente integrou os convênios relativos aos Direitos Humanos á Lei Maior no artigo 5º, incorporando-os aos Direitos Constitucionais Fundamentais do ser humano no Brasil. Esta incorporação á Carta Magna deu aos tratados internacionais subscritos uma condição especial a ser considerada, deu aos mesmos – os tratados -, a condição de norma fundamental constitucional cuja aplicação é IMEDIATA no território nacional na íntegra das convenções assinadas.

Não é demasiado recordar, nesse momento, que as determinações expressas no artigo 5º, parágrafos e incisos, que anunciam os direitos do ser humano a ganharem efetivo cumprimento, dedicam-se com exclusiva atenção ao Direito de Viver, Direito Fundamental amplo e sem restrições, diz Galli Coimbra.

O art. 5º da Constituição da Republica cuida DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS e determina que Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida”.

‘”É plena a vigência, em ambito constitucional brasileiro, da Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica) – ordem da Lei Maior. Convenção que expressamente protege a vida humana desde a concepção dentro ou fora de ventre materno.” [1]

 “Portanto, a Constituição dispõe sobre o momento do início da vida humana. Esta disposição está literal no art. 4º. da Convenção Americana de Direitos Humanos, que se integra automaticamente ao rol de direitos humanos da Constituição Federal brasileira e está em pleno vigor no território brasileiro. Ao Supremo Tribunal Federal resta acatar a normatividade constitucional e não agir como poder legiferante em tentar alterá-la ou ignorá-la. Se fizer isto, e se tal for feito sobre o que está disposto pela Convenção Americana de Direitos Humanos firmada pelo Brasil em 1992, criará todas as condições objetivas exigidas pelo Direito Internacional Público para que se recorra de sua decisão à Corte Interamericana de Direitos Humanos.” [1]

Em geral, os países da Organização dos Estados Americanos asseguram respeito à vida a todas as pessoas desde a concepção.  No caso 2141, contra os Estados Unidos, a COMISION INTERAMERICANA DE DERECHOS HUMANOS, RESOLUCION No. 23/81, decidiu que não devia interferir na lei expressa de algum pais que não fosse signatário da Convenção Americana de Direitos Humanos. Foi decidido, portanto, que não deveria interferir sobre o caso dos Estados Unidos, pois este país não é signatário do Pacto de Sao Jose da Costa Rica. Por isso o “em geral’’, porque os países que assinam a Convenção Americana de Direitos Humanos respeitam a vida desde a concepção, como está no art. 4º do Pacto.  

 

A Convenção Americana de Direitos Humanos, Pacto de San José da Costa Rica, foi adotada e aberta à assinatura na Conferência Especializada Interamericana sobre Direitos Humanos, em San José de Costa Rica, em 22 de novembro de 1969. O Pacto reconheceu “que os direitos essenciais do homem não derivam do fato de ser ele nacional de determinado Estado, mas sim do fato de ter como fundamento os atributos da pessoa humana […]” preambulo. Ratificada pelo Brasil em 25 de setembro de 1992. O artigo 1º da Convenção Americana sobre Direitos Humanos dispõe que “2. Para os efeitos desta Convenção, pessoa é todo ser humano.”

 

 

A COMISION INTERAMERICANA DE DERECHOS HUMANOS, RESOLUCION No. 23/81, foi categórica: os  Estados Unidos não foi julgado pois este país não é signatário do Pacto de Sao Jose da Costa Rica.

“Fica claro, também, que esta postura de respeito da Comissão Interamericana de Direitos Humanos à legislação interna de cada país sobre o abortamento e defesa da vida desde a concepção vale para todos os países signatários do Pacto de São José.” [1]

“Este posicionamento está claro na Resolução 23/81 e inviabilizaria as pretensões abortistas/econômicas de uma minoria no Brasil, altamente dependente da manipulação de dados, fatos e argumentos, especialmente perante a mídia nacional.” [1]

 

O 3º parágrafo do artigo 5º da Constituição brasileira determina que os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos equivalem a emendas constitucionais, decidiu a Emenda 45 de 2004.

 

Isto obriga a mais uma observação. A Constituição de 1988 apresenta cuidados ao exercício de poderes, um controle de constitucionalidade que está inscrito no art. 60 da Carta Maior. Já que os tratados internacionais sobre direitos humanos que foram adotados, 5º artigo constitucional, foram reconhecidos pelo Congresso Nacional equivalem a emendas constitucionais, cabe atender ao § 4º do artigo 60 da Constituição. O 4º parágrafo especifica, para o exercício de poderes – as iniciativas legislativas da Camara e do Senado, no ambito federal, e judiciais interpretativas, como deve agir em seus limites o Supremo Tribunal Federal -, a proibição de desconsiderar as disposições constitucionais sobre os Direitos e Garantias Individuais.

 

Em relação ao direito à vida, um direito e valor Humano Máximo Universal, vida é também um direito difuso de interesse geral, superior em hierarquia a qualquer outro interesse, e não pode ser equiparado a um outro que é secundário e subjacente ao direito de viver. O concepto é pessoa e tem seus direitos e interesses resguardados. A lei brasileiira ofereece todas as garantias ao direito de viver do nascituro, reitera Galli Coimbra.

 

Nenhum interesse ao aborto pode ser equiparado ao direito de viver do concepto, elucida Coimbra. Por isso passaram a divulgar o aborto como equivalente a um direito à saúde da mulher, para dar sequencia ao raciocínio de que abortar é “direito” a vida da mulher. Não existe direito de abortar. O aborto equipara-se ao “direito de matar”.

     

INCORPORAM-SE os acréscimos dessa proteção decorrente da assinatura de tratados internacionais, às cláusulas pétreas de nossa Carta Política. Isto tem consequencia e traz como imperativo a não permissão até mesmo da tramitação de projetos de lei que tenham por objeto a alteração dessas cláusulas, como é o caso de PLs de abortamento’[1].

Cabe dizer que a tentativa de eliminar Direitos Fundamentais, Direito Universal como é o Direito à vida, resguardado pela Constituição da República, através de recursos legislativos infraconstitucionais, representa um bom exemplo de tentativa infrutífera de dar fim ao vigor de certos artigos da Lei Suprema. Se isto acontece, e o Congresso Nacional, em suas Comissões, admite e aceita um Projeto de Lei para “legalizar” o abortamento, aqui no Brasil assim como tramita no Congresso o projeto de lei 1131/1991, que tem por objeto desregulamentar a proteção à vida do nascituro e ignorar o direito hierarquicamente maior, que é o direito à vida, cabe ação direta de inconstitucionalidade [ADIN].

Qualquer pretensão legislativa que desconsidera a Constituição da República é Inconstitucional e, por conseguinte, estará frustrada. Direito à vida é constitucional, é fundamental, e é direito individualizado de cada pessoa, estando a pessoa no mundo exterior ao ventre materno ou, ao contrário, mantendo-se no ventre da mulher. Este direito permanece intacto e atinge obrigatoriamente todo e qualquer ato normativo, seja de origem estatal, seja particular, eivando a todos que não respeitarem a letra da Lei Maior de inconstitucionalidade. Posto que a República federativa do Brasil é um Estado de Direito e supõe-se que o Brasil não é uma ditadura onde cada cidadão precisa temer a navalha fria da ilegalidade e da ilegitimidade. Sabe-se que 90 % da população brasileira não é a favor de uma carnificina. A população brasileira é contra o aborto. Matar alguém não é direito humano nem questão de dignidade.

“As decisões internacionais que violarem a normatividade e princípios de nossa Constituição Federal não têm acolhida no território brasileiro, como vem reiteradamente decidindo o Supremo Tribunal Federal.” [1]

A recente decisão do caso KL versus o governo do Peru. [1]

 

Sobre a decisão do primeiro caso de aborto, “o Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas, oportunidade em que Luiza Cabal, diretora do Programa Legal Internacional do Centro de Direitos Reprodutivos, afirma equivocadamente que “Todas as mulheres que moram em qualquer um dos 154 países que são partes deste tratado, incluindo os Estados Unidos, agora possuem um instrumento legal para a defesa de seus direitos”. Fez ela, entretanto, a rápida ressalva, que não foi veiculada na mídia:

“Where abortion is legal it is governments’ duty to ensure that women have access to it (“Onde o aborto é legal é obrigação do governo assegurar às mulheres seu acesso a ele”). [1]

 

“Os movimentos abortistas usam a decisão mencionada perante a mídia como se ela fosse permissiva de aborto, por razões econômicas em sentido amplo.” [1]

Advertindo que o que dispõe a legislação interna de cada país sobre o momento do início da vida deve ter vigor. “A decisão concerne a um caso em que a vida da mãe corria sério risco pela continuidade da gestação, hipótese que o Direito Brasileiro já contempla como exceção não punível, no art. 128 do Código Penal.” [1]

“É deixado de lado, diante da mídia, o fato decisivo que a legislação peruana já permitia o aborto, o que a nossa não pode permitir por força da extensão da proteção ao direito à vida e aos direitos do nascituro, assegurados no Brasil desde a concepção.” [1]

“Esta recente decisão contra o Peru segue a mesma linha da Resolução 23/81 da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, no Caso 2141 contra os EUA, em 1981, quando considerou-se que devia haver sempre respeito à legislação interna de cada país em assuntos de abortamento” [1]

 

2. Conferências do Cairo e de Pequim não valem como Convençoes internacionais de Direito e não tiveram ordem abortista. Saiba o porque.

Esclarecemos que a “International Conference on Population and Development”, ocorrida no Cairo em 18.10.1994, e a IV Conferência Mundial sobre a Mulher: Ação para a Igualdade, o Desenvolvimento e a Paz, de Pequim, China, de 04 a 15 de setembro de 1995, NÃO tratam do aborto, e assim sequer é possível considerá-lo como “Direitos Reprodutivos”, invocando suas agendas.

A primeira insiste na necessidade do reconhecimento do direito ao planejamento familiar sempre “em respeito à lei”, expressão mencionada em vários de seus trechos, disponível no site da ONU, e na necessidade de valorização da família como base da sociedade. A segunda reafirma que “o direito de todas as mulheres a controlar todos os aspectos de saúde, especialmente sua própria fecundidade, são básicos para a potencialização de seu papel”.

Nada há que se refira ao abortamento. A insistência em invocar essas agendas como sugestivas do abortamento é improcedente.

Planejamento familiar ou controle de fecundidade não têm a mais remota equivalência com o abortamento. Quando ocorre essa confusão conceitual é sempre indicativo de confusão intencional.

Aborto nunca poderá ser considerado integrante de Direitos Humanos, porque uma vez ele aceito como tal eliminaria o direito à vida, aqui considerando a vida como já nascida, que depende necessariamente da proteção ao seu início, que é anterior ao nascimento enquanto fato científico e decorrência da lógica jurídica dessa proteção.

Sem proteção ampla ao direito à vida não existem direitos humanos. É de particular capciosidade a inversão no discurso pró-aborto quando ele utiliza o conteúdo oposto aquele que dá razão de ser historicamente ao desenvolvimento dos direitos humanos.

Todo discurso que invoque o aborto como “direitos humanos reconhecidos” ou reconhecíveis é falso e nunca foi sustentado por entendimentos internacionais que, no máximo, como foi demonstrado neste texto, chegaram a dizer que sobre o mesmo se deve “respeitar a legislação interna dos países”.

3.    O Código Civil brasileiro em vigor desde 2002, segue a determinação da Carta Magna e reconhece o nascituro como sujeito de direitos desde a concepçao.      

 

A legalidade no Brasil pressupõe a subordinação de todas as leis à Constituição.

A total constitucionalidade do código civil, isto é, a completa submissão e consonância com as prescrições da Lei Suprema, são verificadas, em relação ao nascituro, desde o art. 2º.

Insere-se na proteção constitucional o conteúdo do art. 2o., do Novo Código Civil, vigente desde 10 de jan. de 2002, que determina serem todos os direitos do nascituro protegidos desde a concepção. Enfatize-se que são todos os direitos do nascituro que estão garantidos, porque o referido artigo não fez restrições ou ressalvas a direito algum assegurado ao nascituro. O mais importante direito do nascituro é o direito à vida, pois todos os demais direitos inexistirão sem garantia da preservação de sua vida. Esse artigo do atual Código Civil tem o mesmo teor do art. 4o., do Código Civil anterior de 1916, o que representa a consolidação do reconhecimento do direito à vida do nascituro, desde a concepção, diante da Constituição de 1988, que erigiu como princípio mestre do Direito, a dignidade da pessoa humana.

O nascituro é sujeito de direito. Tanto aquele que teve sua gênese in utero, quanto aquele gerado in vitro. O Código Civil considera que a personalidade do ser humano, começa a partir da concepção. E desde a genese o nascituro é considerado pessoa.

Art. 2 o A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro.  – Lei 010.406-2002.

 

O nascituro é sujeito de direito. Tanto aquele que teve sua gênese in utero, quanto aquele gerado in vitro. O Código Civil considera que a personalidade do homem começa a partir da concepção. E, desde o momento da fecundação, o nascituro é pessoa respeitada pela lei.

O nascituro pode requerer em juizo, seus direitos. O artigo 130 do Código Civil prevê que o titular de direito individual pode praticar atos para conservar seus interesses. O direito material assegura ao nascituro figurar no pólo ativo, podendo ser parte legítima da ação de alimentos,  devidamente representado, nos termos da lei.

 

4. O Código Penal brasileiro segue o mandamento da constituição brasileira e protege a vida do concepto. O aborto, assim como matar alguém, é crime e recebe punição prevista em lei.

 Não existe aborto legal no Codigo Penal. Ocorre o aborto que não é punido nos casos de gestante vitima de estupro e quando há risco de vida para a mulher. Esses tipos penais estao regulados no art. 128 do Codigo Penal brasileiro como crime que não é punido, trata-se do Aborto necessário.

Art. 128 – Não se pune o aborto praticado por médico:

         I – se não há outro meio de salvar a vida da gestante;

        Aborto no caso de gravidez resultante de estupro

        II – se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.”

O direito à vida é um direito humano fundamental na Constituição da República Federativa do Brasil. Da realidade constitucional ao art. 2º do Código Civil de 2002, a vida é resguardada desde a concepção. O direito à vida é um direito inviolável.

5. Foram citadas fontes que mostram a escancarada mentira da mídia governamental e da rede feminista para a saúde de mulheres no Brasil.

Em 2008, por exemplo, não respeitou a vida dos embriões humanos crio-preservados e ofertou-os ao comercio da biottecnologia conhecido há décadas, no mundo inteiro, como técnica anti-ética, tanto que a Convenção de Genebra a proíbe, e é inconstitucional no Brasil infratora do Direito Humano á vida.

Sobre os embriões, em junho de 2003, o procurador geral da União, o Sr. Cláudio Fonteles nomeado pelo próprio Lula, autor da Açao Direta de Inconstitucionalidade contra o art. 5 da lei de Biossegurança – ação redigida para perder no Supremo Tribunal Federal -, foi julgada improcedente no dia 29 de maio de 2008, uma lei que Lula aprovou em 2005 e que permite o uso das pessoas humanas em estado de crescimento – embriões ou fetos.

Recordação, em 2006, precisamente o 2o semestre, a campanha do PT e Lula foi toda “dedicada” às mulheres como aparenta a de Dilma hoje em 2010. No entanto, a bandeira de campanha naquela data e ainda hoje é a liberação do aborto a qualquer mês da gestação. As plataformas de Beijing´95 e Cairo´94 no Brasil, em 1995, tiveram o objetivo de transformar um crime na falsa idéia de “direito da mulher’’ e na fraude ‘a humanidade chamar o aborto de um Direito Humano. Para realizar este trabalho no território nacional foi preciso firmar um lobby abortista, uma influencia político-ideologica para agir diretamente junto á população e manter presença no Congresso Nacional. Fundaram o CFEMEA,  que não só conta com o apoio de organizações  internacionais financiadoras da campanha do aborto, conta também com contribuições do governo federal – a Receita Federal deve saber explicar onde o poder executivo, a Presidencia da Republica e a Casa Civil fazem investimentos. Também financiam o CFEMEA – e vários outros grupos pró-aborto – a Fundação Ford, a Fundação Mac Arthur, o Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP) e o Fundo das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM).

Não foi feita a divulgação pelo PT nem por Lula, não avisaram á população que foi o governo do presidente Lula que apresentou ao Congresso Nacional, em 27 de setembro de 2005, um projeto de lei para garantir o aborto livre até o momento do parto. A expositora do projeto homicida foi a obstetra e deputada Jandira Feghali. A estratégia de campanha do PT do presidente Lula foi simples: manter sigilo. Isto significou que o projeto abortista e homicida da presidência da Republica não recebeu divulgação no ano de campanha eleitoral, 2006, por causa da obvia rejeição popular. A pesquisa do Ibope, realizada em março de 2005, confirmou que 97% dos brasileiros são contra o aborto – imensa maioria de brasileiros.

Observe-se, esta questão genocida do projeto de lei do aborto, que já estava no Congresso Nacional, passou a ser exposta publicamente apenas em 2007, após a reeleição de Lula, passados mais de um ano do 2º mandato presidencial de Lula – pelo PT -, e o PT já era então chamado de partido abortista. O projeto de lei que o PT apresentou em 27 de setembro de 2005 tramitou na Câmara de Deputados sob o nome de substitutivo do PL 1135/91, extinguiu todos os artigos do Código Penal brasileiro que definem o crime de aborto.

Pois bem, em 2006, ano de campanha eleitoral – o ano do silencio da presidência da republica de Lula e do PT, para manter em sigilo o substitutivo do PL 1135/91, que extinguiu todos os artigos do crime de aborto do Código Penal brasileiro – Jaime Ferreira Lopes parecia homem ativo em campanhas da organização – Brasil sem aborto -. Em 2006, quem administra a Central Executiva de “Brasil sem Aborto” em Brasília foi pessoa responsável jurídica e administrativamente pelas ações da organização “Brasil sem aborto”. E, por isso, é esta mesma pessoa a responsável pela entrega intempestiva da carta que interpelou sobre o aborto aos dois candidatos à presidência da república, Alckmin e Lula da Silva. O partido político e o candidato beneficiados por um atraso calculado na entrega da interpelação foi o atual governo federal, a presidência de Lula e o PT pró- aborto. Não precisaria dizer mais nada, mas não acabou o raciocínio.

Este assunto foi deixado em silencio. Durante o 2º mandato presidencial de Lula, o sitio oficial do Partido dos Trabalhadores – PT, fundado pelo presidente Lula, e ao qual ele pertence como presidente de honra, expôs na internet brasileira a notícia de que o 13º Encontro Nacional do PT definiu os objetivos do partido e de Lula. Em abril de 2007 o “PARTIDO DO ABORTO” assim explicou na WWW: “Foi com essa compreensão, EXPRESSA EM DIVERSAS RESOLUÇÕES DE NOSSO PARTIDO, que temos trabalhado nas ultimas décadas na luta para a libertação das mulheres. UMA DAS MAIS IMPORTANTES BANDEIRAS É A DA DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO.” Estas são as Diretrizes do PT para a Elaboração de um Programa de Governo.

Confirmam esta afirmação do parágrafo anterior, as seguintes informações: – a noticia no jornal O Estadao de São Paulo do dia 15 de dezembro de 2008; – e, o Projeto de Lei da Bolsa Aborto, PL 4.725/2009 de autoria de Flávio Bezerra, projeto apresentado ao Congresso Nacional em junho de 2009.

Aqui, mais uma vez, um projeto de lei inconstitucional é recebido e tramita no Congresso Nacional. A inconstitucionalidade do PL de Flavio Bezerra é evidente por confrontar-se com a Lei Maior, a Constituiçao, que garante o Direito á Vida. O favorecimento financeiro da “Bolsa Aborto” á mulher que opta pelo crime previsto no Codigo Penal brasileiro, corresponde á afronta, também e inclusive, dos tratados ratificados pelo Brasil e que integram o constitucionalismo brasileiro como norma fundamental de Direitos Humanos, quais sejam: a Convençao Americana de Direitos Humanos de 1972, o Pacto Internacional de Direitos Civis e Politicos de 1966, e Declaração Universal dos Direitos do Homem, assinada em Paris no dia 10 de dezembro de 1948.

O PL de Bezerra, PT, diz:
“Dispõe sobre a assistência para a mulher vítima de estupro que vier a optar por realizar aborto legal.
Art. 1º. A mulher que engravida em decorrência de ter sido vítima de estupro e optar por realizar o aborto legal terá direito a uma bolsa auxílio por um período de três meses…”

Não existe aborto legal no Codigo Penal. Ocorre o aborto que não é punido nos casos de gestante vitima de estupro e quando há risco de vida para a mulher. Esses tipos penais estao regulados no art. 128 do Codigo Penal brasileiro como crime que não é punido, trata-se do Aborto necessário.

Art. 128 – Não se pune o aborto praticado por médico:

         I – se não há outro meio de salvar a vida da gestante;

        Aborto no caso de gravidez resultante de estupro

        II – se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.”

O direito à vida é um direito humano fundamental na Constituição da República Federativa do Brasil. Da realidade constitucional ao art. 2º do Código Civil de 2002, a vida é resguardada desde a concepção. O direito à vida é um direito fundamental do homem. E é do direito à vida que decorrem os outros direitos. O direito à vida é o primeiro direito e próprio à condição de ser humano. A Constituição Federal no Brasil declara que o direito à vida é inviolável no caput do 5º art.

Qualquer pretensão legislativa que desconsidera a Constituição da República é Inconstitucional e, por conseguinte, estará frustrada. Direito à vida é constitucional, é fundamental, e é direito individualizado de cada pessoa, estando a pessoa no mundo exterior ao ventre materno ou, ao contrário, mantendo-se no ventre da mulher. Este direito permanece intacto e atinge obrigatoriamente todo e qualquer ato normativo, seja de origem estatal, seja particular, eivando a todos que não respeitarem a letra da Lei Maior de inconstitucionalidade. Posto que a República federativa do Brasil é um Estado de Direito e supõe-se que o Brasil não é uma ditadura onde cada cidadão precisa temer a navalha fria da ilegitimidade.

E a mulher que opta por seguir a gestação, apesar do estupro, não ganha assistência financeira com garantia em lei. A mulher que adota também não ganha assistência financeira. Não existe previsão legal de auxilio á mulher que aceita a maternidade.

E “Lula diz que aborto não pode ser tabu” na segunda-feira, dia 15 de dezembro de 2008, ao participar da 11ª Conferência Nacional de Direitos Humanos. O secretário de direitos humanos, Paulo Vannucchi “disse que era preciso tratar essas questões com competência e delicadeza”. O ministro da Justiça, Tarso Genro, disse que Lula falou “de maneira ampla” sobre direitos humanos. Genro referiu o ministro da Defesa Nelson Jobim.

A desconsideração á Constituiçao tornou-se a regra alicerce do governo Lula. Conseguir a “legalização” de um crime contra a vida humana como é o aborto, via Congresso Nacional, com ou sem a participação do mensalao para aprovar os PLs, não foi possível ate 2008. Afinal, o congresso respeitou a vontade dos 97 por cento da população brasileira. A banalização dos Direitos Humanos Universais que integram a Constituiçao cidadã de 1988, aconteceu no poder judiciário.

Tratados sobre Direitos Humanos ratificados pelo Brasil, que valem na ordem constitucional como direitos fundamentais da pessoa individual e coletiva, foram ignorados pelo Supremo Tribunal Federal em 31 de maio de 2008. As Convençoes não consideradas foram: – o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos, que o Brasil ratificou em 24 de janeiro de 1992, esta convenção internacional prevê o genocídio no 6o artigo como o ato de arbitrariamente tirar a vida de uma pessoa; – a Declaração Universal dos Direitos do Homem, assinada em Paris no dia 10 de dezembro de 1948 que o Brasil assinou na mesma data de sua adoção e proclamação por muitos Estados-parte; – a Convenção Americana sobre Direitos Humanos, o Pacto de San José da Costa Rica foi adotada e aberta à assinatura em 22 de novembro de 1969, ratificado pelo Brasil em 25 de setembro de 1992.

 

COMISION INTERAMERICANA DE DERECHOS HUMANOS. Resolucion nº 23/81. Disponível em: http://www.cidh.org/annualrep/80.81sp/estadosunidos2141b.htm. Aces-sado em 3/1/2006.

CENTER FOR REPRODUCTIVE RIGHTS WORLDWIDE. UN Human Rights Com-mittee Makes Landmark Decision Establishing Women’s Right to Access to Legal Abortion . Disponível em: http://www.crlp.org/pr_05_1117KarenPeru.html. Acesso em 2/1/2006.

COIMBRA, Celso Galli. Impossibilidade de legalização do aborto no Brasil desde sua proibição constitucional de ir à deliberação pelo Poder Legislativo. Disponíve em: http://biodireitomedicina.wordpress.com/2008/11/22/impossibilidade-de-legalizacao-do-aborto-no-brasil-desde-sua-proibicao-constitucional-de-ir-a-deliberacao-pelo-poder-legislativo/ Acesso em: janeiro de 2009.

COIMBRA, Celso Galli. Íntegra do Seminário sobre Morte Encefálica e Transplantes. Realizado na Comissão Especial de Bioética da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. Dia 20 de maio de 2003. Disponível em: www.biodireito-medicina.com.br. Acesso em: 18 de setembro de 2004.

FERREIRA, Alice T. A Origem da vida do ser humano e o aborto . Biodireito-medicina (online). Disponível em: http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/artigos.asp?idArtigo=75 . Acessado em 20/12/2005.

Parte 1 de 5

http://www.youtube.com/watch?v=zBXOEzPHykI&feature=player_embedded

Parte 2 de 5

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=6ersvTg8BG4

Parte 3 de 5

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=GZrsroPFLeE

Parte 4 de 5

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=9Y0WmL_i_tA

Parte 5 de 5

http://www.youtube.com/watch?v=Y96gqjpvUBg&feature=player_embedded

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Veja também:

Aborto: vídeo e textos sobre a legalização do aborto no Brasil

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Aborto: Dinheiro de Sangue. Por que sua “legalização” é tão importante no Brasil?

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Partial-Birth Abortion

These color illustrations of a partial-birth abortion were prepared on the basis of an instructional paper by an Ohio abortionist, explaining step by step how he performs the procedure.  These drawings accurately depict a partial-birth abortion being performed on a baby at 24 weeks gestational age.  Most partial-birth abortions are performed in the 20-26 week range (the fifth and sixth months), and some are performed even later.  Artwork by Tanja Butler.  Letters from medical authorities affirming the accuracy of these drawings are posted below.

For better viewing, click on images to enlarge:

http://www.nrlc.org/abortion/pba/PBA_Images/PBA_Images_Heathers_Place.htm

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Hoje ressuscitado em Dilma Rousseff e no PNDH3 – DECRETO 7.037, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2009, do Presidente Lula E da Casa Civil durante o exercício de Dilma Rousseff atualizado pelo Decreto nº 7.177, em 12 de maio de 2010, ainda durante o 1º turno das eleições que fizeram Dilma Rousseff presidente do Brasil – o decreto inconstitucional que libera crimes – entre os quais o aborto – no Brasil.

Não precisaria dizer mais nada, mas não acabou o raciocínio. Este assunto foi deixado e não existiu ampla divulgação na imprensa, o que era necessário e poderia evitar outros deslizes criminosos e fraudulentos

O que está demonstrado é que nessa hipótese do PNDH-3, o regulamento ou decreto de Lula e Dilma ministra da Casa Civil, em 21 de dezembro de 2009, não se amoldou ao corte Constitucional, de modo que cabe análise da constitucionalidade do Decreto Nº 7.037, pelo Supremo Tribunal Federal. Cabe Ação Direta de Inconstitucionalidade.

tirania. A realidade é a prova.


Os poderes não são independentes entre si no Brasil. O Estado de Direito está em falso.

A denuncia sobre o crime organizado do mensalão, contra José Dirceu e José Genoino, não foi acolhida pelo Supremo Tribunal Federal em 2007. O STF fez que não viu. Ellen Gracie foi a presidente do Supremo e só votaria em caso de empate. Os ministros do STF que participaram do processo do mensalão são os mesmos que julgaram a constitucionalidade do art. 5º da Lei nº 11.105, de 24 de março de 2005, a lei de Biossegurança, o que permitiu o desprezo do Direito á Vida dos embriões em 31 maio de 2008. Veja-se quem foram os ministros e quem os nomeou, na maioria, Lula:

Este julgamento liberou o homicídio no Brasil. Mas o STF não pode legislar sobre o direito de viver, o Direito á Vida, e fez isso.

Significa, na prática, golpe de Estado. O que está evidente também no PNDH-3 de Lula e Dilma. 

 

Entre as previsões do programa do DECRETO 7.037, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2009, do Presidente Lula E da Casa Civil durante o exercício de Dilma Rousseff atualizado pelo Decreto nº 7.177, encontram-se:

condicionamento da compreensão no ensino básico e fundamental, programas de “desconstrução de estereótipos” com a criação e vivencia prática de novas discriminações de ordem moral, política e sexual. Tratam-se também de programas de limpeza Cultural que incluem: educação em escolas não formais; revisão dos livros das escolas primárias de acordo com os “direitos humanos” do PNDH-3; financiamento de estudos, materiais didáticos, pesquisas e instituições educacionais;

Censura, controle da informação e da comunicação e divulgação; que invade fazendas, mata animais de criação e pessoas, destrói as plantações, e é financiado pelas Organizações Não-Governamentais com dinheiro público. Ainvasão passa a ser entendida como propriedade da terra;.

– a criação de comites comunitários e alternativos, para julgar extrajudicialmente conflitos de toda ordem, seja impasses homossexuais, a violação infanto-juvenil, a prostituição, a remuneração, o contrabando, o preço da vida e de pedaços de corpos humanos para trafico e transplantes,  as invasões de propriedades, crimes analisados segundo os direitos humanos do Decreto, o PNDH3, antes que o Judiciário possa dar a solução jurídica com base na lei;

– incentivo á prostituição, promessa de profissionalização da oferta de serviços sexuais. Crime, artigo 228 do Código Penal (favorecimento à prostituição).

O perigo disso é desenvolver a promiscuidade e epidemia de doenças, e a transformação do Brasil no país do turismo sexual. E o risco obvio, ameaça certa de conviver com o aumento do Crime organizado de trafico de pessoas para a prostituição internacional e para o transplante de órgãos vitais únicos e tecidos;

– perda da NOÇÃO DE PESSOA HUMANA;

– com o aborto, o homossexualismo promovido, a prostituição e o controle da educação, conseqüência será o avanço e legalização da Eugenia e controle Social com programas de planejamento familiar e reprodutivos; casamento entre pessoas do mesmo sexo, leis para o aborto e adoção de crianças por homossexuais. O objetivo é a anulação da pessoahumana e uma nova discriminação é estimulada com a mudança na mentalidade e da forma de agir, um condicionamento para todos os brasileiros;

aborto, exclusão do direito à vida do ser humano concebido, como determina a diretriz 9, objetivo estratégico III, ação programática g): “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos”:

“Considerar o aborto como tema de saúde pública, com a garantia do acesso aos serviços de saúde. (Redação dada pelo Decreto nº 7.177, de 12.05.2010)” …. 

“334. Considerar o aborto como tema de saúde pública, com a garantia do acesso aos servi

– Criação de um comite para julgar as concessões públicas das empresas de comuni

– Criação de um comite para julgar as concessões públicas das empresas de comunicação de acordo com o padrão do PNDH3; classificação das publicações e programas na mídia; incentivo financeiro para toda a produção de mídia que aplauda e acompanhe o programa do PNDH3;

– a criação de comites comunitários e alternativos, para julgar extrajudicialmente conflitos de toda ordem, seja impasses homossexuais, a violação infanto-juvenil, a prostituição, a remuneração, o contrabando, o preço da vida e de pedaços de corpos humanos para trafico e transplantes,  as invasões de propriedades, crimes analisados segundo os direitos humanos do Decreto, o PNDH3, antes que o Judiciário possa dar a solução jurídica com base na lei; 

– incentivo á prostituição, promessa de profissionalização da oferta de serviços sexuais. Crime, artigo 228 do Código Penal (favorecimento à prostituição).

O perigo disso é desenvolver a promiscuidade e epidemia de doenças, e a transformação do Brasil no país do turismo sexual. E o risco obvio, ameaça certa de conviver com o aumento do Crime organizado de trafico de pessoas para a prostituição internacional e para o transplante de órgãos vitais únicos e tecidos;

– perda da NOÇÃO DE PESSOA HUMANA;

– com o aborto, o homossexualismo promovido, a prostituição e o controle da educação, conseqüência será o avanço e legalização da Eugenia e controle Social com programas de planejamento familiar e reprodutivos; casamento entre pessoas do mesmo sexo, leis para o aborto e adoção de crianças por homossexuais. O objetivo é a anulação da pessoa humana e uma nova discriminação é estimulada com a mudança na mentalidade e da forma de agir, um condicionamento para todos os brasileiros;

aborto, exclusão do direito à vida do ser humano concebido, como determina a diretriz 9, objetivo estratégico III, ação programática g): “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos”:

“Considerar o aborto como tema de saúde pública, com a garantia do acesso aos serviços de saúde. (Redação dada pelo Decreto nº 7.177, de 12.05.2010)” …. 

“334. Considerar o aborto como tema de saúde pública, com a garantia do acesso aos serviços de saúde para os casos previstos em lei”.

“179. Apoiar a alteração dos dispositivos do Código Penal referentes ao estupro, atentado violento ao pudor, posse sexual mediante fraude, atentado ao pudor mediante fraude e o alargamento dos permissivos para a prática do aborto legal, em conformidade com os compromissos assumidos pelo…”;

“g) Implementar mecanismos de monitoramento dos serviços de atendimento ao aborto legalmente autorizado, garantindo seu cumprimento e facilidade de acesso.”

“332. Divulgar o conceito de direitos reprodutivos, com base nas plataformas do Cairo e de Pequim, desenvolvendo campanhas…”.

335. Desenvolver programas … Recomendação: Recomenda-se ao Poder Legislativo a adequação do Código Penal para a descriminalização do aborto.”

“h) Realizar campanhas e ações educativas para desconstruir os estereótipos relativos às profissionais do sexo.”

– faz parte de um controle cultural a proibição da exibição de símbolos religiosos (como os crucifixos) nos edifícios públicos; a fotografia dos presidentes militares e generais da historia do Brasil.

– “aos operadores do direito e dos policiais civis e militares, com ênfase na proteção dos direitos de mulheres afrodescendentes e indígenas”. As brancas, asiáticas e orientais não recebem proteção? Não foram lembradas.

Diante desses programas, diretrizes e objetivos estratégicos, justiça sumaria, implementações, financiamentos e desqualificação de crimes contra a vida humana por causa da idade da vitima, o ato de questionar será considerado como transgressão infratora do INCONSTITUCIONAL PNDH-3, O DECRETO que é a VIOLAÇÃO dos Direitos Humanos. A pessoa que não aceitar o PNDH-3 será punida com desaprovações, privações de benefícios, e uma justiça ágil e eficiente para viabilizar execuções sumárias.

O PNDH-3 envolve e abrange todas as áreas da administração do Estado brasileiro, todas as áreas de atividade humana e foi proposto por 31 ministérios em seis eixos orientadoras, subdivididas em 25 diretrizes, 82 objetivos

 

Hoje ressuscitado em Dilma Rousseff e no PNDH3 – DECRETO 7.037, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2009, do Presidente Lula E da Casa Civil durante o exercício de Dilma Rousseff atualizado pelo Decreto nº 7.177, em 12 de maio de 2010, ainda durante o 1º turno das eleições que fizeram Dilma Rousseff presidente do Brasil – o decreto inconstitucional que libera crimes – entre os quais o aborto – no Brasil.

Não precisaria dizer mais nada, mas não acabou o raciocínio. Este assunto foi deixado e não existiu ampla divulgação na imprensa, o que era necessário e poderia evitar outros deslizes criminosos e fraudulentos

O que está demonstrado é que nessa hipótese do PNDH-3, o regulamento ou decreto de Lula e Dilma ministra da Casa Civil, em 21 de dezembro de 2009, não se amoldou ao corte Constitucional, de modo que cabe análise da constitucionalidade do Decreto Nº 7.037, pelo Supremo Tribunal Federal. Cabe Ação Direta de Inconstitucionalidade.

tirania. A realidade é a prova.


Os poderes não são independentes entre si no Brasil. O Estado de Direito está em falso.

A denuncia sobre o crime organizado do mensalão, contra José Dirceu e José Genoino, não foi acolhida pelo Supremo Tribunal Federal em 2007. O STF fez que não viu. Ellen Gracie foi a presidente do Supremo e só votaria em caso de empate. Os ministros do STF que participaram do processo do mensalão são os mesmos que julgaram a constitucionalidade do art. 5º da Lei nº 11.105, de 24 de março de 2005, a lei de Biossegurança, o que permitiu o desprezo do Direito á Vida dos embriões em 31 maio de 2008. Veja-se quem foram os ministros e quem os nomeou, na maioria, Lula:

Este julgamento liberou o homicídio no Brasil. Mas o STF não pode legislar sobre o direito de viver, o Direito á Vida, e fez isso.

Significa, na prática, golpe de Estado. O que está evidente também no PNDH-3 de Lula e Dilma. 

 

Entre as previsões do programa do DECRETO 7.037, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2009, do Presidente Lula E da Casa Civil durante o exercício de Dilma Rousseff atualizado pelo Decreto nº 7.177, encontram-se:

condicionamento da compreensão no ensino básico e fundamental, programas de “desconstrução de estereótipos” com a criação e vivencia prática de novas discriminações de ordem moral, política e sexual. Tratam-se também de programas de limpeza Cultural que incluem: educação em escolas não formais; revisão dos livros das escolas primárias de acordo com os “direitos humanos” do PNDH-3; financiamento de estudos, materiais didáticos, pesquisas e instituições educacionais;

Censura, controle da informação e da comunicação e divulgação; que invade fazendas, mata animais de criação e pessoas, destrói as plantações, e é financiado pelas Organizações Não-Governamentais com dinheiro público. Ainvasão passa a ser entendida como propriedade da terra;.

– a criação de comites comunitários e alternativos, para julgar extrajudicialmente conflitos de toda ordem, seja impasses homossexuais, a violação infanto-juvenil, a prostituição, a remuneração, o contrabando, o preço da vida e de pedaços de corpos humanos para trafico e transplantes,  as invasões de propriedades, crimes analisados segundo os direitos humanos do Decreto, o PNDH3, antes que o Judiciário possa dar a solução jurídica com base na lei;

– incentivo á prostituição, promessa de profissionalização da oferta de serviços sexuais. Crime, artigo 228 do Código Penal (favorecimento à prostituição).

O perigo disso é desenvolver a promiscuidade e epidemia de doenças, e a transformação do Brasil no país do turismo sexual. E o risco obvio, ameaça certa de conviver com o aumento do Crime organizado de trafico de pessoas para a prostituição internacional e para o transplante de órgãos vitais únicos e tecidos;

– perda da NOÇÃO DE PESSOA HUMANA;

– com o aborto, o homossexualismo promovido, a prostituição e o controle da educação, conseqüência será o avanço e legalização da Eugenia e controle Social com programas de planejamento familiar e reprodutivos; casamento entre pessoas do mesmo sexo, leis para o aborto e adoção de crianças por homossexuais. O objetivo é a anulação da pessoahumana e uma nova discriminação é estimulada com a mudança na mentalidade e da forma de agir, um condicionamento para todos os brasileiros;

aborto, exclusão do direito à vida do ser humano concebido, como determina a diretriz 9, objetivo estratégico III, ação programática g): “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos”:

“Considerar o aborto como tema de saúde pública, com a garantia do acesso aos serviços de saúde. (Redação dada pelo Decreto nº 7.177, de 12.05.2010)” …. 

“334. Considerar o aborto como tema de saúde pública, com a garantia do acesso aos servi

– Criação de um comite para julgar as concessões públicas das empresas de comunicação;

– Criação de um comite para julgar as concessões públicas das empresas de comunicação de acordo com o padrão do PNDH3; classificação das publicações e programas na mídia; incentivo financeiro para toda a produção de mídia que aplauda e acompanhe o programa do PNDH3;

Antes do segundo turno das eleições presidenciais de 2010, o governo lula na trama internacional do aborto, publicou em 04/10/2010, no Diário Oficial da União,  seção III, página 88, o Termo de Cooperação do Governo do Brasil com a Fundação Oswaldo Cruz para despenalizar (retirar a pena legal do crime) o aborto:

ESPÉCIE: PRIMEIRO TERMO ADITIVO AO TERMO DE COOPERAÇÃO Nº. 137/2009

http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=88&data=04/10/2010

 

OS PODERES NÃO SÃO INDEPENDENTES ENTRE SI E

Antes do segundo turno das eleições presidenciais de 2010, o governo lula na trama internacional do aborto, publicou em 04/10/2010, no Diário Oficial da União,  seção III, página 88, o Termo de Cooperação do Governo do Brasil com a Fundação Oswaldo Cruz para despenalizar (retirar a pena legal do crime) o aborto:

ESPÉCIE: PRIMEIRO TERMO ADITIVO AO TERMO DE COOPERAÇÃO Nº. 137/2009

http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=88&data=04/10/2010

Os poderes não são independentes e

Entre as previsões do programa do DECRETO 7.037, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2009, do Presidente Lula E da Casa Civil durante o exercício de Dilma Rousseff atualizado pelo Decreto nº 7.177, encontram-se:

condicionamento da compreensão no ensino básico e fundamental, programas de “desconstrução de estereótipos” com a criação e vivencia prática de novas discriminações de ordem moral, política e sexual. Tratam-se também de programas de limpeza Cultural que incluem: educação em escolas não formais; revisão dos livros das escolas primárias de acordo com os “direitos humanos” do PNDH-3; financiamento de estudos, materiais didáticos, pesquisas e instituições educacionais;

Censura, controle da informação e da comunicação e divulgação;

– Criação de um comite para julgar as concessões públicas das empresas de comunicação de acordo com o padrão do PNDH3; classificação das publicações e programas na mídia; incentivo financeiro para toda a produção de mídia que aplauda e acompanhe o programa do PNDH3;

– a revisão dos crimes cometidos pelos militares;

– a realização de memorial sobre o período de ditadura entre 1964 e 1985;

– anistia para todos os crimes hediondos, terroristas, assassinatos e assaltos seguidos de roubo praticados pela antiga esquerda;

apoio e subsidio ao movimento criminoso do MST (Movimento dos Sem-Terra) que invade fazendas, mata animais de criação e pessoas, destrói as plantações, e é financiado pelas Organizações Não-Governamentais com dinheiro público. A invasão passa a ser entendida como propriedade da terra;.

– a criação de comites comunitários e alternativos, para julgar extrajudicialmente conflitos de toda ordem, seja impasses homossexuais, a violação infanto-juvenil, a prostituição, a remuneração, o contrabando, o preço da vida e de pedaços de corpos humanos para trafico e transplantes,  as invasões de propriedades, crimes analisados segundo os direitos humanos do Decreto, o PNDH3, antes que o Judiciário possa dar a solução jurídica com base na lei;

 

aborto, exclusão do direito à vida do ser humano concebido, como determina a diretriz 9, objetivo estratégico III, ação programática g): “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos”:

“Considerar o aborto como tema de saúde pública, com a garantia do acesso aos serviços de saúde. (Redação dada pelo Decreto nº 7.177, de 12.05.2010)” …. 

“334. Considerar o aborto como tema de saúde pública, com a garantia do acesso aos serviços de saúde para os casos previstos em lei”.

“179. Apoiar a alteração dos dispositivos do Código Penal referentes ao estupro, atentado violento ao pudor, posse sexual mediante fraude, atentado ao pudor mediante fraude e o alargamento dos permissivos para a prática do aborto legal, em conformidade com os compromissos assumidos pelo…”;

“g) Implementar mecanismos de monitoramento dos serviços de atendimento ao aborto legalmente autorizado, garantindo seu cumprimento e facilidade de acesso.”

“332. Divulgar o conceito de direitos reprodutivos, com base nas plataformas do Cairo e de Pequim, desenvolvendo campanhas…”.

335. Desenvolver programas … Recomendação: Recomenda-se ao Poder Legislativo a adequação do Código Penal para a descriminalização do aborto.”

“h) Realizar campanhas e ações educativas para desconstruir os estereótipos relativos às profissionais do sexo.”

– faz parte de um controle cultural a proibição da exibição de símbolos religiosos (como os crucifixos) nos edifícios públicos; a fotografia dos presidentes militares e generais da historia do Brasil.

– “aos operadores do direito e dos policiais civis e militares, com ênfase na proteção dos direitos de mulheres afrodescendentes e indígenas”. As brancas, asiáticas e orientais não recebem proteção? Não foram lembradas.

Diante desses programas, diretrizes e objetivos estratégicos, justiça sumaria, implementações, financiamentos e desqualificação de crimes contra a vida humana por causa da idade da vitima, o ato de questionar será considerado como transgressão infratora do INCONSTITUCIONAL PNDH-3, O DECRETO que é a VIOLAÇÃO dos Direitos Humanos. A pessoa que não aceitar o PNDH-3 será punida com desaprovações, privações de benefícios, e uma justiça ágil e eficiente para viabilizar execuções sumárias.

“CONSIDERAR O ABORTO COMO TEMA DE SAÚDE PÚBLICA, COM A GARANTIA DO ACESSO AOS SERVIÇOS DE SAÚDE. (REDAÇÃO DADA PELO DECRETO Nº 7.177, DE 12.05.2010)” …. 

O PROJETO DE LEI 03/2013 LEGALIZOU O ABORTO NO BRASIL, AGORA FALTA APENAS A SANÇÃO PRESIDENCIAL, QUE SERÁ DADA POR DILMA.

https://objetodignidade.wordpress.com/2013/07/12/o-projeto-de-lei-032013-legalizou-o-aborto-no-brasil-agora-falta-apenas-a-sancao-presidencial-que-sera-dada-por-dilma/

A inconstitucionalidade da tramitação de legislação legalizadora do aborto no Brasil por Celso Galli Coimbra

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/02/08/a-inconstitucionalidade-da-tramitacao-de-legislacao-legalizadora-do-aborto-no-brasil-por-celso-galli-coimbra/

Projeto do Novo Código Penal: aborto, desinformação e impedimentos legislativos « Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/05/09/projeto-do-novo-codigo-penal-aborto-desinformacao-e-impedimentos-legislativos/

O PROJETO DE LEI 03/2013 LEGALIZOU O ABORTO NO BRASIL, AGORA FALTA APENAS A SANÇÃO PRESIDENCIAL, QUE SERÁ DADA POR DILMA.

https://objetodignidade.wordpress.com/2013/07/12/o-projeto-de-lei-032013-legalizou-o-aborto-no-brasil-agora-falta-apenas-a-sancao-presidencial-que-sera-dada-por-dilma/

Livros do MEC promovem MST, racismo, prostituição, incesto, estupro, pedofilia e agressão a professores para alunos do ensino fundamental – aborto, saude e tráfico de pessoas

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/09/30/livros-do-mec-promovem-mst-racismo-prostituicao-incesto-estupro-pedofilia-e-agressao-a-professores-para-alunos-do-ensino-fundamental-aborto-saude-e-trafico-de-pessoas/

Dilma Vana Roussef PT quer “liberar” a prática do aborto até os 9 meses de gestação para, além da implantação de clínicas estrangeiras no Brasil, tornar o pais um exportador de matéria-prima humana – fetos – usada em plásticas, cosméticos, transplantes, alimentação e indústria farmacêutica.

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/09/05/dilma-vana-roussef-pt-quer-liberar-a-pratica-do-aborto-ate-os-9-meses-de-gestacao-para-alem-da-implantacao-de-clinicas-estrangeiras-no-brasil-tornar-o-pais-um-exportador-de-materia/

O governador do Arizona Jan Brewer assinou uma lei que proíbe os provedores de aborto como a Planned Parenthood de receber dinheiro por meio do Estado, seu escritório disse em um comunicado.

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/22/o-governador-do-arizona-jan-brewer-assinou-uma-lei-que-proibe-os-provedores-de-aborto-como-a-planned-parenthood-de-receber-dinheiro-por-meio-do-estado-seu-escritorio-disse-em-um-comunicado/

PORQUE O ABORTO

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/20/porque-o-aborto/

LEGALIZAR O ABORTO? – A quem interessa?

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/20/legalizar-o-aborto-a-quem-interessa/

A que interessa o aborto no Brasil e a deslavada má fé de quem acompanha os fins espúrios de um governo que usa da ilegalidade há 10 anos – parte 1

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/17/a-que-interessa-o-aborto-no-brasil-e-a-deslavada-ma-fe-de-quem-acompanha-os-fins-espurios-de-um-governo-que-usa-da-ilegalidade-ha-10-anos-parte-1/

El aborto genera en España un negocio de 100 millones€ en diez años

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/05/20/el-aborto-genera-en-espana-un-negocio-de-100-millonese-en-diez-anos/

Projeto do Novo Código Penal: aborto, desinformação e impedimentos legislativos

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/05/10/projeto-do-novo-codigo-penal-aborto-desinformacao-e-impedimentos-legislativos/

Os países que têm o aborto liberado, a interrupção voluntaria da gravidez descriminalzada, são os que têm os mais altas taxas de MORBIDADE e de MORTALIDADE DAS MULHERES

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/03/23/os-paises-que-tem-o-aborto-liberado-a-interrupcao-voluntaria-da-gravidez-descriminalzada-sao-os-que-tem-os-mais-altas-taxas-de-morbidade-e-de-mortalidade-das-mulheres/

Crimes sexuais que têm por objeto as crianças, correspondem ao terceiro mais rentável comércio mundial, que perde apenas para a indústria de armas e do narcotráfico.

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/10/27/crimes-sexuais-que-tem-por-objeto-as-criancas-correspondem-ao-terceiro-mais-rentavel-comercio-mundial-que-perde-apenas-para-a-industria-de-armas-e-do-narcotrafico/

Gastos públicos crescem no governo Lula. Mas saúde e educação são os setores menos beneficiados

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/09/30/gastos-publicos-crescem-no-governo-lula-mas-saude-e-educacao-sao-os-setores-menos-beneficiados/

Livros do MEC promovem MST, racismo, prostituição, incesto, estupro, pedofilia e agressão a professores para alunos do ensino fundamental – aborto, saude e tráfico de pessoas

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/09/30/livros-do-mec-promovem-mst-racismo-prostituicao-incesto-estupro-pedofilia-e-agressao-a-professores-para-alunos-do-ensino-fundamental-aborto-saude-e-trafico-de-pessoas/

Senado e alteração ao Código Penal – Inconstitucionalidade – Ameaça ao Direito à Vida. Artifícios jurídicos

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/09/27/senado-e-alteracao-ao-codigo-penal-inconstitucionalidade-ameaca-ao-direito-a-vida-artificios-juridicos/

Imprensa do Canadá sobre o purgatório do Brasil. A forma mais cruel de populismo. “This is a fascist economy, in its purest definition. The reason is that they retain the old veneer in fake cultural causes… they tell you how to live your private life. Censorship or “media control” is in Dilma’s agenda”.

Dilma Vana Roussef PT quer “liberar” a prática do aborto até os 9 meses de gestação para, além da implantação de clínicas estrangeiras no Brasil, tornar o pais um exportador de matéria-prima humana – fetos – usada em plásticas, cosméticos, transplantes, alimentação e indústria farmacêutica.

Tráfico de órgãos é terceiro mais lucrativo crime organizado no mundo, segundo Polícia Federal

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/25/trafico-de-orgaos-e-terceiro-mais-lucrativo-crime-organizado-no-mundo-segundo-policia-federal-co-de-orgaos-e-terceiro-mais-lucra/

O governador do Arizona Jan Brewer assinou uma lei que proíbe os provedores de aborto como a Planned Parenthood de receber dinheiro por meio do Estado, seu escritório disse em um comunicado.

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/22/o-governador-do-arizona-jan-brewer-assinou-uma-lei-que-proibe-os-provedores-de-aborto-como-a-planned-parenthood-de-receber-dinheiro-por-meio-do-estado-seu-escritorio-disse-em-um-comunicado/

LEGALIZAR O ABORTO? – A quem interessa

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/20/legalizar-o-aborto-a-quem-interessa/

Brasil, de 2002 a 2012 passa pela fase totalitária: ilegalidade e ilegitimidade são tipicas na ditadura civil.

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/08/03/brasil-de-2002-a-2012-passa-pela-fase-totalitaria-ilegalidade-e-ilegitimidade-sao-tipicas-na-ditadura-civil/

Tribunal de Apelações do Texas permite excluir Planned Parenthood

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/06/30/tribunal-de-apelacoes-do-texas-permite-excluir-planned-parenthood/

Projeto do Novo Código Penal: aborto, desinformação e impedimentos legislativos

09/05/2012 — Celso Galli Coimbra

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/05/09/projeto-do-novo-codigo-penal-aborto-desinformacao-e-impedimentos-legislativos/

The Wholesalers of aborted babies

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/06/28/the-wholesalers-of-aborted-babies/

O generocídio acontece nos EUA. Video de Bound4Life apresenta centros da Planned Parenthood Federation of America (PPFA), a maior organização abortista do mundo.

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/06/26/o-generocidio-acontece-nos-eua-video-de-bound4life-apresenta-centros-da-planned-parenthood-federation-of-america-ppfa-a-maior-organizacao-abortista-do-mundo/

IBGE: população brasileira envelhece em ritmo acelerado

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/06/15/ibge-populacao-brasileira-envelhece-em-ritmo-acelerado/

China pede desculpas à mulher forçada a abortar feto de 7 meses

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Imagem de feto resultado de aborto forçado choca chineses

Ministro de Justiça reconhece e defende o direito de viver dos embriões.

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/05/20/ministro-de-justica-reconhece-e-defende-o-direito-de-viver-dos-embrioes/

‘No nos resignamos’: Los ciudadanos europeos, en pie por la cultura de la vida

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/05/20/no-nos-resignamos-los-ciudadanos-europeos-en-pie-por-la-cultura-de-la-vida/

El aborto genera en España un negocio de 100 millones€ en diez años

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Infanticídio feminino e mortalidade materna, assassinato em massa de mulheres e deficientes, um genocídio por responsabilidade do governo

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/05/02/infanticidio-feminino-e-mortalidade-materna-assassinato-em-massa-de-mulheres-e-deficientes-um-genocidio-por-responsabilidade-do-governo/

All Girls AllowedC – hina Gendercide

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/05/01/all-girls-allowed-china-gendercide/

Gendercide – The war on baby girls

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/04/30/gendercide-the-war-on-baby-girls/

The world at seven bililon 

http://objetodignidade.wordpr ess.com/2012/04/29/the-world-at-seven-billion/

Experimentação médica em humanos nos Estados Unidos: A história chocante da verdade da medicina moderna e psiquiatria (1833-1965 a parte de 1965-2005). Os riscos e perigos ‘a saúde de quem utiliza drogas psiquiatricas. Vale lembrar que as mulheres que abortam comumente tém, entre as sequelas fisico-psiquicas e o cancer, doenças psiquiatricas alem da perda da fecundidade.

Sobre política usa como argumentos a ideia espuria de ajudar a saude das mulheres pobres mantendo a criminosa industria multimilionaria de abortamento – como fazem aqui no Brasil no plano político nacional do PT e presidente Dilma, e a Rede Feminista de Saúde e de Direitos Reprodutivos no Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres-, quando todo o planeta ja sabe que as mulheres que abortam tém risco elevado de desenvolver cancer de mamas.

Os países que têm o aborto liberado, a interrupção voluntaria da gravidez descriminalzada, são os que têm os mais altas taxas de MORBIDADE e de MORTALIDADE DAS MULHERES

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/03/23/os-paises-que-tem-o-aborto-liberado-a-interrupcao-voluntaria-da-gravidez-descriminalzada-sao-os-que-tem-os-mais-altas-taxas-de-morbidade-e-de-mortalidade-das-mulheres/

Aborto na Rússia: “triste recorde mundial”

https://objetodignidade.wordpress.com/2012/02/08/aborto-na-russia-triste-recorde-mundial/

Abortos Causam Transtornos Mentais na Mulher. Estudo na Nova Zelândia Requer Menos Abortos.

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/29/abortos-causam-transtornos-mentais-na-mulher-estudo-na-nova-zelandia-requer-menos-abortos/

A criança como sujeito de experimentação científica: uma analise histórica dos aspectos éticos – limpeza social de incapazes e incompetendes

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/23/a-crianca-como-sujeito-de-experimentacao-cientifica-uma-analise-historica-dos-aspectos-eticos-limpeza-social-de-incapazes-e-incompetendes/

Aborto: debate na TV Justiça, no STF, em junho de 2007 e HOJE

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Estudo Requer aos Médicos que façam Menos Abortos. Abortos Causam Transtornos Mentais na Mulher

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Roe versus Reality — Abortion and Women’s Health

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OS RISCOS DE ABORTAR – perigos físicos e emocionais do aborto

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/10/os-riscos-de-abortar-perigos-fisicos-e-emocionais-do-aborto/https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/10/os-riscos-de-abortar-perigos-fisicos-e-emocionais-do-aborto/

The Breast Cancer Epidemic: Modeling and Forecasts Based on Abortion and Other Risk Factors

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/09/the-breast-cancer-epidemic-modeling-and-forecasts-based-on-abortion-and-other-risk-factors/

Relação entre aborto e cancro da mama

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/09/06/relacao-entre-aborto-e-cancro-da-mama/

Constituição e o genocídio no Brasil.

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/18/constituicao-e-o-genocidio-no-brasil/

Projeto genocida

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/18/projeto-genocida-2/

Aborto: a quem interessa?

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/18/aborto-a-quem-interessa-2/

A indústria da morte: cenário frankenstein

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/07/28/a-industria-da-morte-cenario-frankenstein-2/

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Falta de vitamina D está ligada a fator de risco de diabetes tipo 2, diz estudo

Falta de vitamina D está ligada a fator de risco de diabetes tipo 2, diz estudo

26/06/2012 07h00- Atualizado em 26/06/2012 16h13

Cientistas veem relação entre nível do composto e síndrome metabólica.


Outra pesquisa aponta que reposição da vitamina pode reduzir depressão.

Do G1, em São Paulo

Um novo estudo americano revela uma possível ligação entre baixos níveis de vitamina D e a síndrome metabólica, doença que altera as taxas de glicose, triglicérides, colesterol, pressão e peso, o que pode levar à diabetes tipo 2 e a doenças cardiovasculares.

saiba mais

 

O trabalho foi apresentado esta semana no 94º encontro anual da Sociedade Americana de Endocrinologia, em Houston, Texas.

A principal autora, Joanna Mitri, do Centro Médico Tufts, em Boston, adverte que a pesquisa não prova que a deficiência de vitamina D cause a diabetes tipo 2, nem que haja uma ligação direta entre as duas condições.

No estudo, pessoas com altas taxas de vitamina D no sangue apresentaram 48% menos risco de desenvolver síndrome metabólica. Junto com colegas, a médica avaliou indivíduos pré-diabéticos de diferentes etnias.

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A pré-diabetes atinge 79 milhões de americanos acima dos 20 anos de idade, de acordo com as estatísticas de 2010 do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) dos EUA. No Brasil, o problema afeta 12% da população.

A equipe fez o estudo com base em dados de participantes do Programa de Prevenção à Diabetes, um grande levantamento financiado pelo Instituto Nacional de Saúde (NIH, na sigla em inglês) americano.

Para mensurar a quantidade de vitamina D no corpo, foi usado como padrão um intervalo entre 20 ng/ml (nanogramas por mililitro) e 30 ng/ml, sendo abaixo de 21 deficiência e acima de 30, normal. O intervalo disso é o patamar limítrofe.

O grupo com maior concentração tinha 30,6 ng/ml, e o com nível mais baixo estava com 12,1 ng/ml.

Os pesquisadores também descobriram uma associação entre a vitamina D e alguns fatores de risco individuais para a síndrome metabólica. Os participantes com melhor índice de vitamina D tinham uma menor circunferência da cintura, bom colesterol (HDL) alto e glicemia mais baixa.

Vitamina D contra depressão
Outro trabalho, a ser apresentado neste sábado (30) na convenção anual de endocrinologia, mostra que tratar a deficiência de vitamina D pode melhorar a depressão, em casos moderados a graves.

Segundo a médica Sonal Pathak, do Centro Médico Bayhealth, no estado de Delaware, a vitamina D pode ter um efeito ainda não comprovado sobre o humor, e sua deficiência é capaz de exacerbar a depressão.

A pesquisadora analisou três pacientes com idades entre 42 e 66 anos, diagnóstico prévio de depressão clínica e tratamento com antidepressivos. As mulheres também estavam sendo tratadas de diabetes tipo 2 ou hipotireoidismo.

Em testes de vitamina D, foram encontrados níveis bem baixos, de 8,9 ng/ml a 14,5 ng/ml. Ao longo de dois a três meses, as pacientes fizeram terapia de reposição oral da vitamina, e os níveis após o tratamento variaram de 32 ng/ml a 38 ng/ml. Os sintomas da depressão também foram amenizados, passando de graves para leves.

A pesquisadora ressalta que outros estudos sugerem que a vitamina D tem um efeito sobre o humor e a depressão, mas há uma necessidade de trabalhos maiores e randomizados para comprovar se há uma relação real entre as duas coisas.

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Doença de pele e distúrbio metabólico têm tipo de inflamação comum. Estima-se que 115 mil americanos com psoríase fiquem diabéticos por ano.

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Cientistas analisaram genes de verme similares aos do homem. Descoberta pode abrir portas para tratar e prevenir as duas doenças.

15/06/2012

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/06/falta-de-vitamina-d-esta-ligada-fator-de-risco-de-diabetes-tipo-2-diz-estudo.html

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Experimentação médica em humanos nos Estados Unidos: A história chocante da verdade da medicina moderna e psiquiatria (1833-1965 a parte de 1965-2005). Os riscos e perigos ‘a saúde de quem utiliza drogas psiquiatricas. Vale lembrar que as mulheres que abortam comumente tém, entre as sequelas fisico-psiquicas e o cancer, doenças psiquiatricas alem da perda da fecundidade.

Experimentação médica em humanos nos Estados Unidos: A história chocante da verdade da medicina moderna e psiquiatria (de 1833-1965 a parte de 1965-2005). Os riscos e perigos ‘a saúde de quem utiliza drogas psiquiatricas. Vale lembrar que as mulheres que abortam comumente tém, entre as sequelas fisico-psiquicas e o cancer, doenças psiquiatricas alem da perda da fecundidade.

Human medical experimentation in the United States: The shocking true history of modern medicine and psychiatry (1833-1965)

http://www.naturalnews.com/019189.html

Human medical experimentation in the United States: The shocking true history of modern medicine and psychiatry (1965-2005)

http://www.naturalnews.com/019187.html

Monday, March 06, 2006 by: Dani Veracity

http://www.naturalnews.com/019187.html

Introduction by the Health Ranger: The United States claims to be the world leader in medicine. But there’s a dark side to western medicine that few want to acknowledge: The horrifying medical experiments performed on impoverished people and their children all in the name of scientific progress. Many of these medical experiments were conducted on people without their knowledge, and most were conducted as part of an effort to seek profits from newly approved drugs or medical technologies.

This is part two of a two-part series on human medical experimentation. Click here to read part one and the introduction.

Learn more: http://www.naturalnews.com/019189.html#ixzz3Ho2D5cgV

Human medical experimentation in the United States: The shocking true history of modern medicine and psychiatry (1833-1965)

http://www.naturalnews.com/019189.html

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Human medical experimentation in the United States: The shocking true history of modern medicine and psychiatry (1965-2005)

http://www.naturalnews.com/019187.html

Monday, March 06, 2006 by: Dani Veracity

Today, the medical experiments  continue on the U.S. population  and its children. From the mass drugging of children  diagnosed with fictitious behavioral disorders invented by psychiatry  to the FDA’s approval of mass-marketed drugs  that have undergone no legitimate clinical trials, our population is right now being subjected to medical experiments  on a staggering scale. Today, nearly 50% of Americans are on a least one prescription drug , and nearly 20% of schoolchildren are on mind-altering amphetamines like Ritalin or antidepressants like Prozac. This mass medication  of our nation is, in every way, a grand medical experiment taking place right now.

But to truly understand how this mass experimentation on modern Americans came into being, you have to take a close look at the horrifying history  of conventional medicine’s exploitation of people for cruel medical experiments.

WARNING: What you are about to read is truly shocking. You have never been told this information  by the American Medical Association, nor drug companies , nor the evening news. You were never taught the truth about conventional medicine  in public school, or even at any university. This is the dark secret of the U.S. system of medicine, and once you read the true accounts reported here, you may never trust drug companies again. These images are deeply disturbing. We print them here not as a form of entertainment, but as a stern warning against what might happen to us and our children if we do not rein in the horrifying, inhumane actions of Big Pharma and modern-day psychiatry.

Now, I introduce this shocking timeline, researched and authored by Dani Veracity, one of our many talented staff writers here at Truth Publishing.

Read at your own risk . – The Health Ranger

The true U.S. history of human medical experimentation

Human experimentation — that is, subjecting live human beings to science  experiments that are sometimes cruel, sometimes painful, sometimes deadly and always a risk — is a major part of U.S. history that you won’t find in most history or science books. The United States  is undoubtedly responsible for some of the most amazing scientific breakthroughs. These advancements, especially in the field of medicine, have changed the lives of billions of people around the world — sometimes for the better, as in the case of finding a cure  for malaria and other epidemic diseases, and sometimes for the worse (consider modern “psychiatry” and the drugging of schoolchildren)

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However, these breakthroughs come with a hefty price tag: The human beings used in the experiments that made these advancements possible. Over the last two centuries, some of these test subjects have been compensated for the damage done to their emotional and physical health , but most have not. Many have lost their lives because of the experiments they often unwillingly and sometimes even unwittingly participated in, and they of course can never be compensated for losing their most precious possession of all: Their health.

As you read through these science experiments, you’ll learn the stories of newborns  injected with radioactive substances, mentally ill people placed in giant refrigerators, military  personnel exposed to chemical weapons by the very government  they served and mentally challenged children being purposely infected with hepatitis . These stories are facts, not fiction: Each account, no matter how horrifying, is backed up with a link or citation to a reputable source.

These stories must be heard because human experimentation  is still going on today. The reasons behind the experiments may be different, but the usual human guinea pigs  are still the same — members of minority groups, the poor and the disadvantaged. These are the lives that were put on the line in the name of “scientific” medicine.

(1833)

Dr. William Beaumont, an army surgeon physician, pioneers gastric medicine with his study of a patient with a permanently open gunshot wound to the abdomen and writes a human medical experimentation  code that asserts the importance of experimental treatments, but also lists requirements stipulating that human subjects must give voluntary, informed consent and be able to end the experiment when they want. Beaumont’s Code lists verbal, rather than just written, consent as permissible (Berdon ).

(1845)

(1845 – 1849) J. Marion Sims, later hailed as the “father of gynecology,” performs medical experiments on enslaved African women without anesthesia . These women would usually die of infection  soon after surgery. Based on his belief that the movement of newborns’ skull bones  during protracted births causes  trismus, he also uses a shoemaker’s awl, a pointed tool shoemakers use to make holes in leather, to practice moving the skull bones of babies  born to enslaved mothers (Brinker ).

(1895)

New York pediatrician Henry Heiman infects a 4-year-old boy whom he calls “an idiot with chronic epilepsy” with gonorrhea as part of a medical experiment (“Human Experimentation: Before the Nazi Era and After” ).

(1896)

Dr. Arthur Wentworth turns 29 children at Boston’s Children’s Hospital into human guinea pigs when he performs spinal taps on them, just to test whether the procedure is harmful (Sharav ).

(1900)

U.S Army doctors working in the Philippines  infect five Filipino prisoners  with plague and withhold proper nutrition  to create Beriberi in 29 prisoners; four test subjects die (Merritte, et al. ; Cockburn and St. Clair, eds. ).

Under commission from the U.S. surgeon general, Dr. Walter Reed goes to Cuba and uses 22 Spanish immigrant workers to prove that yellow fever  is contracted through mosquito bites. Doing so, he introduces the practice of using healthy  test subjects, and also the concept of a written contract to confirm informed consent of these subjects. While doing this study, Dr. Reed clearly tells the subjects that, though he will do everything he can to help them, they may die as a result of the experiment. He pays them $100 in gold for their participation, plus $100 extra if they contract yellow fever (Berdon , Sharav ).

(1906)

Harvard professor Dr. Richard Strong infects prisoners in the Philippines with cholera to study the disease ; 13 of them die. He compensates survivors with cigars and cigarettes. During the Nuremberg Trials, Nazi doctors  cite this study to justify their own medical experiments (Greger , Sharav ).

(1911)

Dr. Hideyo Noguchi of the Rockefeller Institute for Medical Research publishes data on injecting an inactive syphilis preparation into the skin of 146 hospital patients  and normal children in an attempt to develop a skin  test for syphilis. Later, in 1913, several of these children’s parents  sue Dr. Noguchi for allegedly infecting their children with syphilis (“Reviews and Notes: History of Medicine: Subjected to Science: Human Experimentation in America before the Second World War” ).

(1913)

Medical experimenters “test” 15 children at the children’s home  St. Vincent’s House in Philadelphia with tuberculin, resulting in permanent blindness in some of the children. Though the Pennsylvania House of Representatives records the incident, the researchers are not punished for the experiments (“Human Experimentation: Before the Nazi Era and After” ).

(1915)

Dr. Joseph Goldberger, under order of the U.S. Public Health Office, produces Pellagra, a debilitating disease that affects the central nervous system , in 12 Mississippi inmates to try to find a cure for the disease. One test subject later says that he had been through “a thousand hells.” In 1935, after millions die from the disease, the director of the U.S Public Health Office would finally admit that officials had known that it was caused by a niacin deficiency for some time, but did nothing about it because it mostly affected poor African-Americans. During the Nuremberg Trials, Nazi  doctors used this study to try to justify their medical experiments on concentration camp inmates (Greger ; Cockburn and St. Clair, eds. ).

 (1918)

In response to the Germans’ use of chemical weapons  during World War I, President Wilson creates the Chemical Warfare Service (CWS) as a branch of the U.S. Army. Twenty-four years later, in 1942, the CWS would begin performing mustard  gas and lewisite experiments on over 4,000 members of the armed forces (Global Security , Goliszek).

(1919)

(1919 – 1922) Researchers perform testicular transplant experiments on inmates at San Quentin State Prison in California , inserting the testicles of recently executed inmates and goats into the abdomens and scrotums of living prisoners (Greger ).

(1931)

Cornelius Rhoads, a pathologist from the Rockefeller Institute for Medical Research, purposely infects human test subjects in Puerto Rico with cancer cells ; 13 of them die. Though a Puerto Rican doctor  later discovers that Rhoads purposely covered up some of details of his experiment and Rhoads himself gives a written testimony stating he believes that all Puerto Ricans should be killed, he later goes on to establish the U.S. Army Biological Warfare facilities in Maryland , Utah and Panama, and is named to the U.S. Atomic Energy Commission, where he begins a series of radiation  exposure experiments on American soldiers and civilian hospital patients (Sharav ; Cockburn and St. Clair, eds. ).

(1931 – 1933) Mental patients  at Elgin State Hospital in Illinois  are injected with radium-266 as an experimental therapy  for mental illness (Goliszek).

(1932)

(1932-1972) The U.S. Public Health Service in Tuskegee, Ala. diagnoses 400 poor, black sharecroppers with syphilis but never tells them of their illness  nor treats them; instead researchers use the men as human guinea pigs to follow the symptoms  and progression of the disease. They all eventually die from syphilis and their families are never told that they could have been treated (Goliszek, University of Virginia Health System Health Sciences Library ).

(1937)

Scientists at Cornell University Medical School publish an angina drug study that uses both placebo  and blind assessment techniques on human test subjects. They discover that the subjects given the placebo experienced more of an improvement in symptoms than those who were given the actual drug. This is first account of the placebo effect  published in the United States (“Placebo Effect” ).

(1939)

In order to test his theory on the roots of stuttering, prominent speech pathologist Dr. Wendell Johnson performs his famous “Monster Experiment” on 22 children at the Iowa  Soldiers’ Orphans’ Home in Davenport. Dr. Johnson and his graduate students  put the children under intense psychological pressure, causing them to switch from speaking normally to stuttering heavily. At the time, some of the students reportedly warn Dr. Johnson that, “in the aftermath of World War II, observers might draw comparisons to Nazi experiments on human subjects, which could destroy his career” (Alliance for Human Research Protection ).

 (1941)

Dr. William C. Black infects a 12-month-old baby with herpes as part of a medical experiment. At the time, the editor of the Journal of Experimental Medicine, Francis Payton Rous, calls it “an abuse of power, an infringement of the rights of an individual, and not excusable because the illness which followed had implications for science” (Sharav ).

An article in a 1941 issue of Archives of Pediatrics describes medical studies  of the severe gum disease Vincent’s angina in which doctors transmit the disease from sick children to healthy children with oral swabs (Goliszek).

Drs. Francis and Salk and other researchers at the University of Michigan spray large amounts of wild influenza  virus directly into the nasal passages of “volunteers” from mental institutions in Michigan. The test subjects develop influenza within a very short period of time (Meiklejohn ).

Researchers give 800 poverty-stricken pregnant women  at a Vanderbilt University prenatal clinic “cocktails” including radioactive iron  in order to determine the iron requirements of pregnant women (Pacchioli ).

 (1942)

The United States creates Fort Detrick, a 92-acre facility, employing nearly 500 scientists  working to create biological weapons and develop defensive measures against them. Fort Detrick’s main objectives include investigating whether diseases are transmitted by inhalation, digestion or through skin absorption ; of course, these biological warfare  experiments heavily relied on the use of human subjects (Goliszek).

U.S. Army and Navy doctors infect 400 prison inmates in Chicago with malaria to study the disease and hopefully develop a treatment  for it. The prisoners are told that they are helping the war effort, but not that they are going to be infected with malaria. During Nuremberg Trials, Nazi doctors later cite this American study to defend their own medical experiments in concentration camps like Auschwitz (Cockburn and St. Clair, eds. ).

The Chemical Warfare Service begins mustard gas and lewisite experiments on 4,000 members of the U.S. military. Some test subjects don’t realize they are volunteering  for chemical exposure experiments, like 17-year-old Nathan Schnurman, who in 1944 thinks he is only volunteering to test “U.S. Navy summer clothes” (Goliszek).

In an experiment sponsored by the U.S. Navy, Harvard biochemist Edward Cohn injects 64 inmates of Massachusetts state prisons with cow’s blood (Sharav ).

Merck Pharmaceuticals President George Merck  is named director of the War Research Service (WRS), an agency designed to oversee the establishment of a biological warfare program (Goliszek).

 

(1943)

In order to “study the effect of frigid temperature on mental disorders ,” researchers at University of Cincinnati Hospital keep 16 mentally disabled patients in refrigerated cabinets for 120 hours at 30 degrees Fahrenheit (Sharav ).

(1944)

As part of the Manhattan Project that would eventually create the atomic bomb, researchers inject 4.7 micrograms of plutonium into soldiers at the Oak Ridge facility, 20 miles west of Knoxville, Tenn. (“Manhattan Project: Oak Ridge” ).

 

Captain A. W. Frisch, an experienced microbiologist, begins experiments on four volunteers from the state prison at Dearborn, Mich., inoculating prisoners with hepatitis-infected specimens obtained in North Africa . One prisoner dies; two others develop hepatitis but live; the fourth develops symptoms but does not actually develop the disease (Meiklejohn ).

Laboratory workers at the University of Minnesota and University of Chicago inject human test subjects with phosphorus-32 to learn the metabolism of hemoglobin (Goliszek).

(1944 – 1946) In order to quickly develop a cure for malaria — a disease hindering Allied success in World War II — University of Chicago Medical School professor Dr. Alf Alving infects psychotic patients at Illinois State Hospital with the disease through blood  transfusions and then experiments malaria cures on them (Sharav ).

A captain in the medical corps addresses an April 1944 memo to Col. Stanford Warren, head of the Manhattan Project’s Medical Section, expressing his concerns about atom bomb component fluoride’s central nervous system (CNS) effects and asking for animal research  to be done to determine the extent of these effects: “Clinical evidence suggests that uranium hexafluoride may have a rather marked central nervous system effect … It seems most likely that the F

component rather than the T

is the causative factor … Since work with these compounds is essential, it will be necessary to know in advance what mental effects may occur after exposure .” The following year, the Manhattan Project would begin human-based studies on fluoride’s effects (Griffiths and Bryson ).

The Manhattan Project medical team, led by the now infamous University of Rochester radiologist Col. Safford Warren, injects plutonium into patients at the University’s teaching hospital , Strong Memorial (Burton Report ).

(1945)

Continuing the Manhattan Project, researchers inject plutonium into three patients at the University of Chicago’s Billings Hospital (Sharav ).

The U.S. State Department, Army intelligence  and the CIA begin Operation Paperclip, offering Nazi scientists immunity  and secret identities in exchange for work on top-secret government projects on aerodynamics and chemical warfare medicine in the United States (“Project Paperclip” ).

Researchers infect 800 prisoners in Atlanta with malaria to study the disease (Sharav ).

(1945 – 1955) In Newburgh, N.Y., researchers linked to the Manhattan Project begin the most extensive American study ever done on the health effects of fluoridating public drinking water (Griffiths and Bryson ).

(1946)

Gen. Douglas MacArthur strikes a secret deal with Japanese physician Dr. Shiro Ishii to turn over 10,000 pages of information gathered from human experimentation in exchange for granting Ishii immunity from prosecution for the horrific experiments he performed on Chinese , Russian and American war prisoners, including performing vivisections on live human beings (Goliszek, Sharav ).

Male and female test subjects at Chicago’s Argonne National Laboratories are given intravenous injections of arsenic-76 so that researchers can study how the human body  absorbs, distributes and excretes arsenic  (Goliszek).

Continuing the Newburg study of 1945, the Manhattan Project commissions the University of Rochester to study fluoride’s effects on animals  and humans in a project  codenamed “Program F.” With the help of the New York  State Health Department, Program F researchers secretly collect and analyze blood and tissue samples from Newburg residents. The studies are sponsored by the Atomic Energy Commission and take place at the University of Rochester Medical Center’s Strong Memorial Hospital (Griffiths and Bryson ).

(1946 – 1947) University of Rochester researchers inject four male and two female human test subjects with uranium-234 and uranium-235 in dosages ranging from 6.4 to 70.7 micrograms per one kilogram of body  weight in order to study how much uranium they could tolerate before their kidneys become damaged (Goliszek).

Six male employees  of a Chicago metallurgical laboratory are given water  contaminated with plutonium-239 to drink so that researchers can learn how plutonium is absorbed into the digestive tract (Goliszek).

Researchers begin using patients in VA hospitals as test subjects for human medical experiments , cleverly worded as “investigations” or “observations” in medical study reports to avoid negative connotations and bad publicity (Sharav ).

The American public finally learns of the biowarfare experiments being done at Fort Detrick from a report released by the War Department (Goliszek).

(1946 – 1953)

The U.S. Atomic Energy Commission sponsors studies in which researchers from Harvard Medical School, Massachusetts General Hospital and the Boston  University School of Medicine feed mentally disabled students at Fernald State School Quaker Oats breakfast cereal spiked with radioactive tracers every morning so that nutritionists can study how preservatives move through the human body and if they block the absorption of vitamins and minerals. Later, MIT  researchers conduct the same study at Wrentham State School (Sharav , Goliszek).

Human test subjects are given one to four injections of arsenic-76 at the University of Chicago Department of Medicine. Researchers take tissue biopsies from the subjects before and after the injections (Goliszek).

(1947)

Col. E.E. Kirkpatrick of the U.S. Atomic Energy Commission (AEC) issues a top-secret document (707075) dated Jan. 8. In it, he writes that “certain radioactive substances are being prepared for intravenous administration to human subjects as a part of the work of the contract” (Goliszek).

A secret AEC document dated April 17 reads, “It is desired that no document be released which refers to experiments with humans that might have an adverse reaction on public opinion or result in legal suits,” revealing that the U.S. government was aware of the health risks its nuclear tests  posed to military personnel conducting the tests or nearby civilians (Goliszek).

The CIA  begins studying LSD’s potential as a weapon by using military and civilian test subjects for experiments without their consent or even knowledge. Eventually, these LSD studies will evolve into the MKULTRA program in 1953 (Sharav ).

(1947 – 1953) The U.S. Navy begins Project Chatter to identify and test so-called “truth serums,” such as those used by the Soviet Union to interrogate spies. Mescaline and the central nervous system depressant scopolamine are among the many drugs tested on human subjects (Goliszek).

(1948)

Based on the secret studies performed on Newburgh, N.Y. residents beginning in 1945, Project F researchers publish a report in the August 1948 edition of the Journal of the American Dental Association, detailing fluoride’s health dangers. The U.S. Atomic Energy Commission (AEC) quickly censors it for “national security” reasons (Griffiths and Bryson ).

(1950)

(1950 – 1953) The CIA and later the Office of Scientific Intelligence begin Project Bluebird (renamed Project Artichoke in 1951) in order to find ways to “extract” information from CIA agents, control individuals “through special interrogation techniques,” “enhance memory ” and use “unconventional techniques, including hypnosis  and drugs” for offensive measures (Goliszek).

(1950)

(1950 – 1953) The CIA and later the Office of Scientific Intelligence begin Project Bluebird (renamed Project Artichoke in 1951) in order to find ways to “extract” information from CIA agents, control individuals “through special interrogation techniques,” “enhance memory ” and use “unconventional techniques, including hypnosis  and drugs” for offensive measures (Goliszek).

(1950 – 1953) The U.S. Army releases chemical clouds over six American and Canadian cities . Residents in Winnipeg, Canada, where a highly toxic  chemical called cadmium is dropped, subsequently experience high rates of respiratory illnesses (Cockburn and St. Clair, eds. ).

In order to determine how susceptible an American city could be to biological attack, the U.S. Navy sprays a cloud of Bacillus globigii bacteria  from ships over the San Francisco  shoreline. According to monitoring devices situated throughout the city to test the extent of infection, the eight thousand residents of San Francisco inhale five thousand or more bacteria particles, many becoming sick with pneumonia-like symptoms (Goliszek).

Dr. Joseph Strokes of the University of Pennsylvania infects 200 female prisoners with viral hepatitis to study the disease (Sharav ).

Doctors at the Cleveland City Hospital study changes in cerebral blood flow  by injecting test subjects with spinal anesthesia, inserting needles in their jugular veins and brachial arteries , tilting their heads down and, after massive blood loss causes paralysis and fainting, measuring their blood pressure . They often perform this experiment multiple times on the same subject (Goliszek).

Dr. D. Ewen Cameron, later of MKULTRA infamy due to his 1957 to1964 experiments on Canadians , publishes an article in the British Journal of Physical Medicine, in which he describes experiments that entail forcing schizophrenic patients at Manitoba’s Brandon Mental Hospital to lie naked under 15- to 200-watt red lamps for up to eight hours per day. His other experiments include placing mental patients in an electric cage that overheats their internal body temperatures to 103 degrees Fahrenheit, and inducing comas by giving patients large injections of insulin  (Goliszek).

(1951)

The U.S. Navy’s Project Bluebird is renamed Project Artichoke and begins human medical experiments that test the effectiveness of LSD, sodium pentothal and hypnosis for the interrogative purposes described in Project Bluebird’s objectives (1950) (Goliszek).

The U.S. Army secretly contaminates the Norfolk Naval Supply Center in Virginia and Washington , D.C.’s National Airport with a strain of bacteria chosen because African-Americans were believed to be more susceptible to it than Caucasians. The experiment causes food poisoning , respiratory problems and blood poisoning (Cockburn and St. Clair, eds. ).

(1951 – 1952) Researchers withhold insulin from diabetic patients for up to two days in order to observe the effects of diabetes; some test subjects go into diabetic comas (Goliszek).

(1951 – 1956) Under contract with the Air Force’s School of Aviation Medicine (SAM), the University of Texas M.D. Anderson Cancer Center in Houston begins studying the effects of radiation on cancer  patients — many of them members of minority groups or indigents, according to sources — in order to determine both radiation’s ability to treat cancer and the possible long-term radiation effects of pilots  flying nuclear-powered planes. The study lasts until 1956, involving 263 cancer patients. Beginning in 1953, the subjects are required to sign a waiver form, but it still does not meet the informed consent guidelines established by the Wilson memo released that year. The TBI studies themselves would continue at four different institutions — Baylor University College of Medicine, Memorial Sloan-Kettering Institute for Cancer Research, the U.S. Naval Hospital in Bethesda and the University of Cincinnati College of Medicine — until 1971 (U.S. Department of Energy , Goliszek).

American, Canadian and British military and intelligence officials gather a small group of eminent psychologists to a secret meeting at the Ritz-Carlton Hotel in Montreal about Communist “thought-control techniques.” They proposed a top-secret research program on behavior  modification — involving testing drugs, hypnosis, electroshock and lobotomies on humans (Barker ).

(1952)

Military scientists use the Dugway Proving Ground — which is located 87 miles southwest of Salt Lake City, Utah — in a series of experiments to determine how Brucella suis and Brucella melitensis spread in human populations. Today, over a half-century later, some experts  claim that we are all infected with these agents as a result of these experiments (Goliszek).

In a U.S. Department of Denfense-sponsored experiment, Henry Blauer dies after he is injected with mescaline at Columbia University’s New York State Psychiatric Institute (Sharav ).

At the famous Sloan-Kettering Institute, Chester M. Southam injects live cancer cells into prisoners at the Ohio State Prison to study the progression of the disease. Half of the prisoners in this National Institutes of Health-sponsored (NIH) study are black, awakening racial suspicions stemming from Tuskegee, which was also an NIH-sponsored study (Merritte, et al. ).

(1953)

(1953 – 1970) The CIA begins project MKNAOMI to “stockpile incapacitating and lethal materials, to develop gadgetry for the disseminations of these materials, and to test the effects of certain drugs on animals and humans.” As part of MKNAOMI, the CIA and the Special Operations Division of the Army Biological Laboratory at Fort Detrick try to develop two suicide  pill alternatives to the standard cyanide suicide pill given to CIA agents and U-2 pilots. CIA agents and U-2 pilots are meant to take these pills when they find themselves in situations in which they (and all the information they hold in their brains ) are in enemy hands. They also develop a “microbioinoculator” — a device that agents can use to fire small darts coated with biological agents that can remain potent for weeks or even months. These darts can be fired through clothing  and, most significantly, are undetectable during autopsy. Eventually, by the late 1960s, MKNAOMI enables the CIA to have a stockpile of biological toxins  — infectious viruses, paralytic shellfish toxin, lethal botulism toxin, snake venom and the severe skin disease-producing agent Mircosporum gypseum. Of course, the development of all of this “gadgetry” requires human experimentation (Goliszek).

(1953 – 1974) CIA Director Allen Dulles authorizes the MKULTRA program to produce and test drugs and biological agents that the CIA could use for mind control  and behavior modification. MKULTRA later becomes well known for its pioneering studies on LSD, which are often performed on prisoners or patrons of brothels set up and run by the CIA. The brothel experiments, known as “Operation Midnight Climax,” feature two-way mirrors set up in the brothels so that CIA agents can observe LSD’s effects on sexual behavior. Ironically, governmental figures sometimes slip LSD into each other’s drinks as part of the program, resulting in the LSD psychosis-induced suicide of Dr. Frank Olson indirectly at the hands of MKULTRA’s

MKULTRA’s infamous key player Dr. Sidney Gottlieb. Of all the hundreds of human test subjects used during MKULTRA, only 14 are ever notified of the involvement and only one is ever compensated ($15,000). Most of the MKULTRA files are eventually destroyed in 1973 (Elliston ; Merritte, et al. ; Barker ).

The U.S. Atomic Energy Commission (AEC) sponsors iodine studies at the University of Iowa. In the first study, researchers give pregnant women 100 to 200 microcuries of iodine-131 and then study the women’s aborted embryos in order to learn at what stage and to what extent radioactive iodine crosses the placental barrier. In the second study, researchers give 12 male and 13 female newborns under 36 hours old and weighing between 5.5 and 8.5 pounds iodine-131 either orally or via intramuscular injection, later measuring the concentration of iodine in the newborns’ thyroid glands (Goliszek).

Secretary of Defense Charles Wilson issues the Wilson memo, a top-secret document establishing the Nuremberg Code as Department of Defense policy on human experimentation. The Wilson memo requires voluntary, written consent from a human medical research subject after he or she has been informed of “the nature , duration, and purpose of the experiment; the method and means by which it is to be conducted; all inconveniences and hazards reasonably to be expected; and effects upon his health or person which may possibly come from his participation in the experiment.” It also insists that doctors only use experimental treatments when other methods have failed (Berdon ).

As part of an AEC study, researchers feed 28 healthy infants at the University of Nebraska College of Medicine iodine-131 through a gastric tube and then test concentration of iodine in the infants’ thyroid glands 24 hours later (Goliszek).

Human medical experimentation in the United States: The shocking true history of modern medicine and psychiatry (1965-2005)

http://www.naturalnews.com/019187.html

Monday, March 06, 2006 by: Dani Veracity

This is part two of a two-part series on human medical experimentation. Click here to read part one and the introduction.

(1966)

The CIA continues a limited number of MKULTRA plans by beginning Project MKSEARCH to develop and test ways of using biological, chemical and radioactive materials in intelligence operations, and also to develop and test drugs that are able to produce predictable changes in human behavior and physiology (Goliszek).

Dr. Henry Beecher writes, “The well-being, the health, even the actual or potential life of all human beings, born or unborn, depend upon the continuing experimentation in man. Proceed it must; proceed it will. ‘The proper study of mankind is man,'” in his “exposé” on human medical experimentation Research and the Individual (“Human Experimentation: Before the Nazi Era and After”).

U.S. Army scientists drop light bulbs filled with Bacillus subtilis through ventilation gates and into the New York City subway system, exposing more than one million civilians to the bacteria (Goliszek).

The National Commission for the Protection of Research Subjects issues its Policies for the Protection of Human Subjects, which eventually creates what we now know as institutional review boards (IRBs) (Sharav).

(1967)

Continuing on his Dow Chemical Company-sponsored dioxin study without the company’s knowledge or consent, University of Pennsylvania Professor Albert Kligman increases the dosage of dioxin he applies to 10 prisoners’ skin to 7,500 micrograms, 468 times the dosage Dow official Gerald K. Rowe had authorized him to administer. As a result, the prisoners experience acne lesions that develop into inflammatory pustules and papules (Kaye).

The CIA places a chemical in the drinking water supply of the FDA headquarters in Washington, D.C. to see whether it is possible to spike drinking water with LSD and other substances (Cockburn and St. Clair, eds.).

In a study published in the Journal of Clinical Investigation, researchers inject pregnant women with radioactive cortisol to see if the radioactive material will cross the placentas and affect the fetuses (Goliszek).

The U.S. Army pays Professor Kligman to apply skin-blistering chemicals to Holmesburg Prison inmates’ faces and backs, so as to, in Professor Kligman’s words, “learn how the skin protects itself against chronic assault from toxic chemicals, the so-called hardening process,” information which would have both offensive and defensive applications for the U.S. military (Kaye).

The CIA and Edgewood Arsenal Research Laboratories begin an extensive program for developing drugs that can influence human behavior. This program includes Project OFTEN — which studies the toxicology, transmission and behavioral effects of drugs in animal and human subjects — and Project CHICKWIT, which gathers European and Asian drug development information (Goliszek).

Professor Kligman develops Retin-A as an acne cream (and eventually a wrinkle cream), turning him into a multi-millionaire (Kaye).

Researchers paralyze 64 prison inmates in California with a neuromuscular compound called succinylcholine, which produces suppressed breathing that feels similar to drowning. When five prisoners refuse to participate in the medical experiment, the prison’s special treatment board gives researchers permission to inject the prisoners with the drug against their will (Greger).

(1968)

Planned Parenthood of San Antonio and South Central Texas and the Southwest Foundation for Research and Education begin an oral contraceptive study on 70 poverty-stricken Mexican-American women, giving only half the oral contraceptives they think they are receiving and the other half a placebo. When the results of this study are released a few years later, it stirs tremendous controversy among Mexican-Americans (Sharav, Sauter).

(1969)

President Nixon ends the United States’ offensive biowarfare program, including human experimentation done at Fort Detrick. By this time, tens of thousands of civilians and members of the U.S. armed forces have wittingly and unwittingly acted as participants in experiments involving exposure to dangerous biological agents (Goliszek).

The U.S. military conducts DTC Test 69-12, which is an open-air test of VX and sarin nerve agents at the Army’s Edgewood Arsenal in Maryland, likely exposing military personnel (Goliszek, Martin).

Experimental drugs are tested on mentally disabled children in Milledgeville, Ga., without any institutional approval whatsoever (Sharav).

Dr. Donald MacArthur, the U.S. Department of Defense’s Deputy Director for Research and Technology, requests $10 million from Congress to develop a synthetic biological agent that would be resistant “to the immunological and therapeutic processes upon which we depend to maintain our relative freedom from infectious disease” (Cockburn and St. Clair, eds.).

Judge Sam Steinfield’s dissent in Strunk v. Strunk, 445 S.W.2d 145 marks the first time a judge has ever suggested that the Nuremberg Code be applied in American court cases (Sharav).

(1970)

A year after his request, under H.R. 15090, Dr. MacArthur receives funding to begin CIA-supervised mycoplasma research with Fort Detrick’s Special Operations Division and hopefully create a synthetic immunosuppressive agent. Some experts believe that this research may have inadvertently created HIV, the virus that causes AIDS (Goliszek).

Under order from the National Institutes of Health (NIH), which also sponsored the Tuskegee Experiment, the free childcare program at Johns Hopkins University collects blood samples from 7,000 African-American youth, telling their parents that they are checking for anemia but actually checking for an extra Y chromosome (XYY), believed to be a biological predisposition to crime. The program director, Digamber Borganokar, does this experiment without Johns Hopkins University’s permission (Greger, Merritte, et al.).

(1971)

President Nixon converts Fort Detrick from an offensive biowarfare lab to the Frederick Cancer Research and Development Center, now known as the National Cancer Institute at Frederick. In addition to cancer research, scientists study virology, immunology and retrovirology (including HIV) there. Additionally, the site is home to the U.S. Army Medical Research Institute, which researches drugs, vaccines and countermeasures for biological warfare, so the former Fort Detrick does not move far away from its biowarfare past (Goliszek).

Stanford University conducts the Stanford Prison Experiment on a group of college students in order to learn the psychology of prison life. Some students are given the role as prison guards, while the others are given the role of prisoners. After only six days, the proposed two-week study has to end because of its psychological effects on the participants. The “guards” had begun to act sadistic, while the “prisoners” started to show signs of depression and severe psychological stress (University of New Hampshire).

An article entitled “Viral Infections in Man Associated with Acquired Immunological Deficiency States” appears in Federation Proceedings. Dr. MacArthur and Fort Detrick’s Special Operations Division have, at this point, been conducting mycoplasma research to create a synthetic immunosuppressive agent for about one year, again suggesting that this research may have produced HIV (Goliszek).

(1972)

In studies sponsored by the U.S. Air Force, Dr. Amedeo Marrazzi gives LSD to mental patients at the University of Missouri Institute of Psychiatry and the University of Minnesota Hospital to study “ego strength” (Barker).

(1973)

An Ad Hoc Advisory Panel issues its Final Report on the Tuskegee Syphilis Study, writing, “Society can no longer afford to leave the balancing of individual rights against scientific progress to the scientific community” (Sharav).

(1974)

Congress enacts the National Research Act, creating the National Commission for the Protection of Human Subjects of Biomedical and Behavioral Research and finally setting standards for human experimentation on children (Breslow).

(1975)

The Department of Health, Education and Welfare gives the National Institutes of Health’s Policies for the Protection of Human Subjects (1966) regulatory status. Title 45, known as “The Common Rule,” officially creates institutional review boards (IRBs) (Sharav).

(1977)

The Kennedy Hearing initiates the process toward Executive Order 12333, prohibiting intelligence agencies from experimenting on humans without informed consent (Merritte, et al.).

The U.S. government issues an official apology and $400,000 to Jeanne Connell, the sole survivor from Col. Warren’s now-infamous plutonium injections at Strong Memorial Hospital, and the families of the other human test subjects (Burton Report).

The National Urban League holds its National Conference on Human Experimentation, stating, “We don’t want to kill science but we don’t want science to kill, mangle and abuse us” (Sharav).

(1978)

The CDC begins experimental hepatitis B vaccine trials in New York. Its ads for research subjects specifically ask for promiscuous homosexual men. Professor Wolf Szmuness of the Columbia University School of Public Health had made the vaccine’s infective serum from the pooled blood serum of hepatitis-infected homosexuals and then developed it in chimpanzees, the only animal susceptible to hepatitis B, leading to the theory that HIV originated in chimpanzees before being transferred over to humans via this vaccine. A few months after 1,083 homosexual men receive the vaccine, New York physicians begin noticing cases of Kaposi’s sarcoma, Mycoplasma penetrans and a new strain of herpes virus among New York’s homosexual community — diseases not usually seen among young, American men, but that would later be known as common opportunistic diseases associated with AIDS (Goliszek).

(1979)

The National Commission for the Protection of Human Subjects of Biomedical and Behavioral Research releases the Belmont Report, which establishes the foundations for research experimentation on humans. The Belmont Report mandates that researchers follow three basic principles: 1. Respect the subjects as autonomous persons and protect those with limited ability for independence (such as children), 2. Do no harm, 3. Choose test subjects justly — being sure not to target certain groups because of they are easily accessible or easily manipulated, rather than for reasons directly related to the tests (Berdon).

(1980)

A study reveals a high incidence of leukemia among the 18,000 military personnel who participated in 1957’s Operation Plumbbob (a href=”http://en.wikipedia.org/wiki/Operation_Plumbbob”>”Operation Plumbob”).

According to blood samples tested years later for HIV, 20 percent of all New York homosexual men who participated in the 1978 hepatitis B vaccine experiment are HIV-positive by this point (Goliszek).

American doctors give experimental hormone shots to hundreds of Haitian men confined to detention camps in Miami and Puerto Rico, causing the men to develop a condition known as gynecomastia, in which men develop full-sized breasts (Cockburn and St. Clair, eds.).

The CDC continues its 1978 hepatitis B vaccine experiment in Los Angeles, San Francisco, Chicago, St. Louis and Denver, recruiting over 7,000 homosexual men in San Francisco alone (Goliszek).

The FDA prohibits the use of prison inmates in pharmaceutical drug trials, leading to the advent of the experimental drug testing centers industry (Sharav).

The first AIDS case appears in San Francisco (Goliszek).

(1981)

(1981 – 1993) The Seattle-based Genetic Systems Corporation begins an ongoing medical experiment called Protocol No. 126, in which cancer patients at the Fred Hutchinson Cancer Research Center in Seattle are given bone marrow transplants that contain eight experimental proteins made by Genetic Systems, rather than standard bone marrow transplants; 19 human subjects die from complications directly related to the experimental treatment (Goliszek).

A deep diving experiment at Duke University causes test subject Leonard Whitlock to suffer permanent brain damage (Sharav).

The CDC acknowledges that a disease known as AIDS exists and confirms 26 cases of the disease — all in previously healthy homosexuals living in New York, San Francisco and Los Angeles — again supporting the speculation that AIDS originated from the hepatitis B experiments from 1978 and 1980 (Goliszek).

(1982)

Thirty percent of the test subjects used in the CDC’s hepatitis B vaccine experiment are HIV-positive by this point (Goliszek).

(1984)

SFBC Phase I research clinic founded in Miami, Fla. By 2005, it would become the largest experimental drug testing center in North America with centers in Miami and Montreal, running Phase I to Phase IV clinical trials (Drug Development-Technology.com).

(1985)

A former U.S. Army sergeant tries to sue the Army for using drugs on him in without his consent or even his knowledge in United States v. Stanley, 483 U.S. 669. Justice Antonin Scalia writes the decision, clearing the U.S. military from any liability in past, present or future medical experiments without informed consent (Merritte, et al..

(1987)

Philadelphia resident Doris Jackson discovers that researchers have removed her son’s brain post mortem for medical study. She later learns that the state of Pennsylvania has a doctrine of “implied consent,” meaning that unless a patient signs a document stating otherwise, consent for organ removal is automatically implied (Merritte, et al.).

(1988)

The U.S. Justice Department pays nine Canadian survivors of the CIA and Dr. Cameron’s “psychic driving” experiments (1957 – 1964) $750,000 in out-of-court settlements, to avoid any further investigations into MKULTRA (Goliszek).

(1988 – 2001) The New York City Administration for Children’s Services begins allowing foster care children living in about two dozen children’s homes to be used in National Institutes of Health-sponsored (NIH) experimental AIDS drug trials. These children — totaling 465 by the program’s end — experience serious side effects, including inability to walk, diarrhea, vomiting, swollen joints and cramps. Children’s home employees are unaware that they are giving the HIV-infected children experimental drugs, rather than standard AIDS treatments (New York City ACS, Doran).

(1990)

The United States sends 1.7 million members of the armed forces, 22 percent of whom are African-American, to the Persian Gulf for the Gulf War (“Desert Storm”). More than 400,000 of these soldiers are ordered to take an experimental nerve agent medication called pyridostigmine, which is later believed to be the cause of Gulf War Syndrome — symptoms ranging from skin disorders, neurological disorders, incontinence, uncontrollable drooling and vision problems — affecting Gulf War veterans (Goliszek; Merritte, et al.).

The CDC and Kaiser Pharmaceuticals of Southern California inject 1,500 six-month-old black and Hispanic babies in Los Angeles with an “experimental” measles vaccine that had never been licensed for use in the United States. Adding to the risk, children less than a year old may not have an adequate amount of myelin around their nerves, possibly resulting in impaired neural development because of the vaccine. The CDC later admits that parents were never informed that the vaccine being injected into their children was experimental (Goliszek).

The FDA allows the U.S. Department of Defense to waive the Nuremberg Code and use unapproved drugs and vaccines in Operation Desert Shield (Sharav).

(1991)

In the May 27 issue of the Los Angeles Times, former U.S. Navy radio operator Richard Jenkins writes that he suffers from leukemia, chronic fatigue and kidney and liver disease as a result of the radiation exposure he received in 1958’s Operation Hardtack (Goliszek).

While participating in a UCLA study that withdraws schizophrenics off of their medications, Tony LaMadrid commits suicide (Sharav).

(1992)

Columbia University’s New York State Psychiatric Institute and the Mount Sinai School of Medicine give 100 males — mostly African-American and Hispanic, all between the ages of six and 10 and all the younger brothers of juvenile delinquents — 10 milligrams of fenfluramine (fen-fen) per kilogram of body weight in order to test the theory that low serotonin levels are linked to violent or aggressive behavior. Parents of the participants received $125 each, including a $25 Toys ‘R’ Us gift certificate (Goliszek).

(1993)

Researchers at the West Haven VA in Connecticut give 27 schizophrenics — 12 inpatients and 15 functioning volunteers — a chemical called MCPP that significantly increases their psychotic symptoms and, as researchers note, negatively affects the test subjects on a long-term basis (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

(1994)

In a double-blind experiment at New York VA Hospital, researchers take 23 schizophrenic inpatients off of their medications for a median of 30 days. They then give 17 of them 0.5 mg/kg amphetamine and six a placebo as a control, following up with PET scans at Brookhaven Laboratories. According to the researchers, the purpose of the experiment was “to specifically evaluate metabolic effects in subjects with varying degrees of amphetamine-induced psychotic exacerbation” (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

Albuquerque Tribune reporter Eileen Welsome receives a Pulitzer Prize for her investigative reporting into Col. Warren’s plutonium experiments on patients at Strong Memorial Hospital in 1945 (Burton Report).

In a federally funded experiment at New York VA Medical Center, researchers give schizophrenic veterans amphetamine, even though central nervous system stimulants worsen psychotic symptoms in 40 percent of schizophrenics (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

Researchers at Bronx VA Medical Center recruit 28 schizophrenic veterans who are functioning in society and give them L-dopa in order to deliberately induce psychotic relapse (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

President Clinton appoints the Advisory Commission on Human Radiation Experiments (ACHRE), which finally reveals the horrific experiments conducted during the Cold War era in its ACHRE Report.

(1995)

A 19-year-old University of Rochester student named Nicole Wan dies from participating in an MIT-sponsored experiment that tests airborne pollutant chemicals on humans. The experiment pays $150 to human test subjects (Sharav).

In the Mar. 15 President’s Advisory Committee on Human Radiation Experiments (ACHRE), former human subjects, including those who were used in experiments as children, give sworn testimonies stating that they were subjected to radiation experiments and/or brainwashed, hypnotized, drugged, psychologically tortured, threatened and even raped during CIA experiments. These sworn statements include:

• Christina DeNicola’s statement that, in Tucson, Ariz., from 1966 to 1976, “Dr. B” performed mind control experiments using drugs, post-hypnotic injection and drama, and irradiation experiments on her neck, throat, chest and uterus. She was only four years old when the experiments started.

• Claudia Mullen’s testimony that Dr. Sidney Gottlieb (of MKULTRA fame) used chemicals, radiation, hypnosis, drugs, isolation in tubs of water, sleep deprivation, electric shock, brainwashing and emotional, sexual and verbal abuse as part of mind control experiments that had the ultimate objective of turning her, who was only a child at the time, into the “perfect spy.” She tells the advisory committee that researchers justified this abuse by telling her that she was serving her country “in their bold effort to fight Communism.”

• Suzanne Starr’s statement that “a physician, who was retired from the military, got children from the mountains of Colorado for experiments.” She says she was one of those children and that she was the victim of experiments involving environmental deprivation to the point of forced psychosis, spin programming, injections, rape and frequent electroshock and mind control sessions. “I have fought self-destructive programmed messages to kill myself, and I know what a programmed message is, and I don’t act on them,” she tells the advisory committee of the experiments’ long-lasting effects, even in her adulthood (Goliszek).

President Clinton publicly apologizes to the thousands of people who were victims of MKULTRA and other mind-control experimental programs (Sharav).

In Dr. Daniel P. van Kammen’s study, “Behavioral vs. Biochemical Prediction of Clinical Stability Following Haloperidol Withdrawal in Schizophrenia,” researchers recruit 88 veterans who are stabilized by their medications enough to make them functional in society, and hospitalize them for eight to 10 weeks. During this time, the researchers stop giving the veterans the medications that are enabling them to live in society, placing them back on a two- to four-week regimen of the standard dose of Haldol. Then, the veterans are “washed-out,” given lumbar punctures and put under six-week observation to see who would relapse and suffer symptomatic schizophrenia once again; 50 percent do (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

President Clinton appoints the National Bioethics Advisory Committee (Sharav).

Justice Edward Greenfield of the New York State Supreme Court rules that parents do not have the right to volunteer their mentally incapacitated children for non-therapeutic medical research studies and that no mentally incapacitated person whatsoever can be used in a medical experiment without informed consent (Sharav).

(1996)

Professor Adil E. Shamoo of the University of Maryland and the organization Citizens for Responsible Care and Research sends a written testimony on the unethical use of veterans in medical research to the U.S. Senate’s Committee on Governmental Affairs, stating: “This type of research is on-going nationwide in medical centers and VA hospitals supported by tens of millions of dollars of taxpayers money. These experiments are high risk and are abusive, causing not only physical and psychic harm to the most vulnerable groups but also degrading our society’s system of basic human values. Probably tens of thousands of patients are being subjected to such experiments” (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

The Department of Defense admits that Gulf War soldiers were exposed to chemical agents; however, 33 percent of all military personnel afflicted with Gulf War Syndrome never left the United States during the war, discrediting the popular mainstream belief that these symptoms are a result of exposure to Iraqi chemical weapons (Merritte, et al.).

In a federally funded experiment at West Haven VA in Connecticut, Yale University researchers give schizophrenic veterans amphetamine, even though central nervous system stimulants worsen psychotic symptoms in 40 percent of schizophrenics (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

President Clinton issues a formal apology to the subjects of the Tuskegee Syphilis Study and their families (Sharav).

(1997)

In order to expose unethical medical experiments that provoke psychotic relapse in schizophrenic patients, the Boston Globe publishes a four-part series entitled “Doing Harm: Research on the Mentally Ill” (Sharav).

Researchers give 26 veterans at a VA hospital a chemical called Yohimbine to purposely induce post-traumatic stress disorder (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

In order to create a “psychosis model,” University of Cincinnati researchers give 16 schizophrenic patients at Cincinnati VA amphetamine in order to provoke repeats bouts of psychosis and eventually produce “behavioral sensitization” (Sharav).

National Institutes of Mental Health (NIMH) researchers give schizophrenic veterans amphetamine, even though central nervous system stimulants worsen psychotic symptoms in 40 percent of schizophrenics (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

In an experiment sponsored by the U.S. government, researchers withhold medical treatment from HIV-positive African-American pregnant women, giving them a placebo rather than AIDS medication (Sharav).

Researchers give amphetamine to 13 schizophrenic patients in a repetition of the 1994 “amphetamine challenge” at New York VA Hospital. As a result, the patients experience psychosis, delusions and hallucinations. The researchers claim to have informed consent (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

On Sept. 18, victims of unethical medical experiments at major U.S. research centers, including the National Institutes of Mental Health (NIMH) testify before the National Bioethics Advisory Committee (Sharav).

(1999)

Adil E. Shamoo, Ph.D. testifies on “The Unethical Use of Human Beings in High-Risk Research Experiments” before the U.S. House of Representatives’ House Committee on Veterans’ Affairs, alerting the House on the use of American veterans in VA Hospitals as human guinea pigs and calling for national reforms (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

Doctors at the University of Pennsylvania inject 18-year-old Jesse Gelsinger with an experimental gene therapy as part of an FDA-approved clinical trial. He dies four days later and his father suspects that he was not fully informed of the experiment’s risk (Goliszek)

During a clinical trial investigating the effectiveness of Propulsid for infant acid reflux, nine-month-old Gage Stevens dies at Children’s Hospital in Pittsburgh (Sharav).

(2000)

The Department of Defense begins declassifying the records of Project 112, including SHAD, and locating and assisting the veterans who were exposed to live toxins and chemical agents as part of Project 112. Many of them have already died (Goliszek).

President Clinton authorizes the Energy Employees Occupational Illness Compensation Act, which compensates the Department of Energy workers who sacrificed their health to build the United States’ nuclear defenses (Sharav).

The U.S. Air Force and rocket maker Lockheed Martin sponsor a Loma Linda University study that pays 100 Californians $1,000 to eat a dose of perchlorate — a toxic component of rocket fuel that causes cancer, damages the thyroid gland and hinders normal development in children and fetuses — every day for six months. The dose eaten by the test subjects is 83 times the safe dose of perchlorate set by the State of California, which has perchlorate in some of its drinking water. This Loma Linda study is the first large-scale study to use human subjects to test the harmful effects of a water pollutant and is “inherently unethical,” according to Environmental Working Group research director Richard Wiles (Goliszek, Envirnomental Working Group).

(2001)

Healthy 27-year-old Ellen Roche dies in a challenge study at Johns Hopkins University in Maryland (Sharav).

On its website, the FDA admits that its policy to include healthy children in human experiments “has led to an increasing number of proposals for studies of safety and pharmacokinetics, including those in children who do not have the condition for which the drug is intended” (Goliszek).

During a tobacco industry-financed Alzheimer’s experiment at Case Western University in Cleveland, Elaine Holden-Able dies after she drinks a glass of orange juice containing a dissolved dietary supplement (Sharav).

Radiologist Scott Scheer of Pennsylvania dies from kidney failure, severe anemia and possibly lupus — all caused by blood pressure drugs he was taking as part of a five-year clinical trial. After his death, his family sues the Institutional Review Board of Main Line Hospitals, the hospital that oversaw the study, and two doctors. Investigators from the federal Office for Human Research Protections, which is part of the Department of Health and Human Services, later conclude in a Dec. 20, 2002 letter to Scheer’s oldest daughter: “Your father apparently was not told about the risk of hydralazine-induced lupus … OHRP found that certain unanticipated problems involving risks to subjects or others were not promptly reported to appropriate institutional officials” (Willen and Evans, “Doctor Who Died in Drug Test Was Betrayed by System He Trusted.”)

In Higgins and Grimes v. Kennedy Krieger Institute The Maryland Court of Appeals makes a landmark decision regarding the use of children as test subjects, prohibiting non-therapeutic experimentation on children on the basis of “best interest of the individual child” (Sharav).

(2002)

President George W. Bush signs the Best Pharmaceuticals for Children Act (BPCA), offering pharmaceutical companies six-month exclusivity in exchange for running clinical drug trials on children. This will of course increase the number of children used as human test subjects (Hammer Breslow).

(2003)

Two-year-old Michael Daddio of Delaware dies of congestive heart failure. After his death, his parents learn that doctors had performed an experimental surgery on him when he was five months old, rather than using the established surgical method of repairing his congenital heart defect that the parents had been told would be performed. The established procedure has a 90- to 95-percent success rate, whereas the inventor of the procedure performed on baby Daddio would later be fired from his hospital in 2004 (Willen and Evans, “Parents of Babies Who Died in Delaware Tests Weren’t Warned”).

(2004)

In his BBC documentary “Guinea Pig Kids” and BBC News article of the same name, reporter Jamie Doran reveals that children involved in the New York City foster care system were unwitting human subjects in experimental AIDS drug trials from 1988 to, in his belief, present times (Doran).

(2005)

In response to the BBC documentary and article “Guinea Pig Kids”, the New York City Administration of Children’s Services (ACS) sends out an Apr. 22 press release admitting that foster care children were used in experimental AIDS drug trials, but says that the last trial took place in 2001 and thus the trials are not continuing, as BBC reporter Jamie Doran claims. The ACS gives the extent and statistics of the experimental drug trials, based on its own records, and contracts the Vera Institute of Justice to conduct “an independent review of ACS policy and practice regarding the enrollment of HIV-positive children in foster care in clinical drug trials during the late 1980s and 1990s” (New York City ACS).

In exchange for receiving $2 million from the American Chemical Society, the EPA proposes the Children’s Health Environmental Exposure Research Study (CHEERS) to learn how children ranging from infancy to three years old ingest, inhale and absorb chemicals by exposing children from a poor, predominantly black area of Duval County, Fla., to these toxins. Due to pressure from activist groups, negative media coverage and two Democratic senators, the EPA eventually decides to drop the study on Apr. 8, 2005 (Organic Consumers Association).

Bloomberg releases a series of reports suggesting that SFBC, the largest experimental drug testing center of its time, exploits immigrant and other low-income test subjects and runs tests with limited credibility due to violations of both the FDA’s and SFBC’s own testing guidelines (Bloomberg).

Works cited:

Alliance for Human Research Protection. “‘Monster Experiment’ Taught Orphans to Stutter.”. June 11, 2001.

Barker, Allen. “The Cold War Experiments.” Mind Control.

Berdon, Victoria. “Codes of Medical and Human Experimentation Ethics.” The Least of My Brothers.

Brinker, Wendy. “James Marion Sims: Father Butcher.” Seed Show.

Burton Report. “Human Experimentation, Plutonium and Col. Stafford Warren.”

Cockburn, Alexander and Jeffrey St. Clair, eds. “Germ War: The U.S. Record.” Counter Punch.

“Donald Ewan [sic] Cameron.” Wikipedia.

Doran, Jamie. “Guinea Pig Kids.” BBC News. 30 Nov. 2004.

Drug Development-Technology.com. “SFBC.”

Elliston, Jon. “MKULTRA: CIA Mind Control.” Dossier: Paranormal Government.

Environmental Working Group. “U.S.: Lockheed Martin’s Tests on Humans.” CorpWatch.

Global Security. Chemical Corps. 2005.

Goliszek, Andrew. In the Name of Science. New York: St. Martin’s, 2003.

Greger, Michael, M.D. Heart Failure: Diary of a Third Year Medical Student.

Griffiths, Joel and Chris Bryson. “Toxic Secrets: Fluoride and the Atom Bomb.” Nexus Magazine 5:3. Apr. – May 1998.

Hammer Breslow, Lauren. “The Best Pharmaceuticals for Children Act of 2002: The Rise of the Voluntary Incentive Structure and Congressional Refusal to Require Pediatric Testing.” Harvard Journal of Legislation Vol. 40.

“Human Experimentation: Before the Nazi Era and After.” Micah Books.

Kaye, Jonathan. “Retin-A’s Wrinkled Past.” Mind Control. Orig. pub. Penn History Review Spring 1997.

“Manhattan Project: Oak Ridge.” World Socialist Web Site. Oct. 18, 2002.

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Merritte, LaTasha, et al.. “The Banality of Evil: Human Medical Experimentation in the United States.” The Public Law Online Journal. Spring 1999.

Milgram, Stanley. “Milgram Experiment.” Wikipedia. 2006.

New York City Administration of Children’s Services. Press release. 22 Apr. 2005.

“Operation Plumbbob.” Wikipedia. 2005.

“Operation Whitecoat.” Religion and Ethics (Episode no. 708). Oct. 24, 2003.

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“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.” News from the Joint Hearing on Suspension of Medical Research at West Los Angeles and Sepulveda VA Medical Facilities and Informed Consent and Patient Safety in VA Medical Research. 21 Apr. 1999.

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U.S. Department of Energy. “Chapter 8: Postwar TBI-Effects Experimentation: Continued Reliance on Sick Patients in Place of Healthy “Normals.” Advisory Committee on Human Radiation Experiments (ACHRE) Final Report.

Veterans Health Administration. Project 112/Project SHAD. May 26, 2005.

Willen, Liz and David Evans. “Doctor Who Died in Drug Test Was Betrayed by System He Trusted.” Bloomberg. Nov. 2, 2005.

—. “Parents of Babies Who Died in Delaware Tests Weren’t Warned.” Bloomberg. Nov. 2, 2005.

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This is part two of a two-part series on human medical experimentation. Click here to read part one and the introduction.

(1966)

The CIA continues a limited number of MKULTRA plans by beginning Project MKSEARCH to develop and test ways of using biological, chemical and radioactive materials in intelligence operations, and also to develop and test drugs that are able to produce predictable changes in human behavior and physiology (Goliszek).

Dr. Henry Beecher writes, “The well-being, the health, even the actual or potential life of all human beings, born or unborn, depend upon the continuing experimentation in man. Proceed it must; proceed it will. ‘The proper study of mankind is man,'” in his “exposé” on human medical experimentation Research and the Individual (“Human Experimentation: Before the Nazi Era and After”).

U.S. Army scientists drop light bulbs filled with Bacillus subtilis through ventilation gates and into the New York City subway system, exposing more than one million civilians to the bacteria (Goliszek).

The National Commission for the Protection of Research Subjects issues its Policies for the Protection of Human Subjects, which eventually creates what we now know as institutional review boards (IRBs) (Sharav).

 (1967)

Continuing on his Dow Chemical Company-sponsored dioxin study without the company’s knowledge or consent, University of Pennsylvania Professor Albert Kligman increases the dosage of dioxin he applies to 10 prisoners’ skin to 7,500 micrograms, 468 times the dosage Dow official Gerald K. Rowe had authorized him to administer. As a result, the prisoners experience acne lesions that develop into inflammatory pustules and papules (Kaye).

The CIA places a chemical in the drinking water supply of the FDA headquarters in Washington, D.C. to see whether it is possible to spike drinking water with LSD and other substances (Cockburn and St. Clair, eds.).

In a study published in the Journal of Clinical Investigation, researchers inject pregnant women with radioactive cortisol to see if the radioactive material will cross the placentas and affect the fetuses (Goliszek).

The U.S. Army pays Professor Kligman to apply skin-blistering chemicals to Holmesburg Prison inmates’ faces and backs, so as to, in Professor Kligman’s words, “learn how the skin protects itself against chronic assault from toxic chemicals, the so-called hardening process,” information which would have both offensive and defensive applications for the U.S. military (Kaye).

The CIA and Edgewood Arsenal Research Laboratories begin an extensive program for developing drugs that can influence human behavior. This program includes Project OFTEN — which studies the toxicology, transmission and behavioral effects of drugs in animal and human subjects — and Project CHICKWIT, which gathers European and Asian drug development information (Goliszek).

Professor Kligman develops Retin-A as an acne cream (and eventually a wrinkle cream), turning him into a multi-millionaire (Kaye).

Researchers paralyze 64 prison inmates in California with a neuromuscular compound called succinylcholine, which produces suppressed breathing that feels similar to drowning. When five prisoners refuse to participate in the medical experiment, the prison’s special treatment board gives researchers permission to inject the prisoners with the drug against their will (Greger).

(1968)

Planned Parenthood of San Antonio and South Central Texas and the Southwest Foundation for Research and Education begin an oral contraceptive study on 70 poverty-stricken Mexican-American women, giving only half the oral contraceptives they think they are receiving and the other half a placebo. When the results of this study are released a few years later, it stirs tremendous controversy among Mexican-Americans (Sharav, Sauter).

(1969)

President Nixon ends the United States’ offensive biowarfare program, including human experimentation done at Fort Detrick. By this time, tens of thousands of civilians and members of the U.S. armed forces have wittingly and unwittingly acted as participants in experiments involving exposure to dangerous biological agents (Goliszek).

The U.S. military conducts DTC Test 69-12, which is an open-air test of VX and sarin nerve agents at the Army’s Edgewood Arsenal in Maryland, likely exposing military personnel (Goliszek, Martin).

Experimental drugs are tested on mentally disabled children in Milledgeville, Ga., without any institutional approval whatsoever (Sharav).

Dr. Donald MacArthur, the U.S. Department of Defense’s Deputy Director for Research and Technology, requests $10 million from Congress to develop a synthetic biological agent that would be resistant “to the immunological and therapeutic processes upon which we depend to maintain our relative freedom from infectious disease” (Cockburn and St. Clair, eds.).

Judge Sam Steinfield’s dissent in Strunk v. Strunk, 445 S.W.2d 145 marks the first time a judge has ever suggested that the Nuremberg Code be applied in American court cases (Sharav).

(1970)

A year after his request, under H.R. 15090, Dr. MacArthur receives funding to begin CIA-supervised mycoplasma research with Fort Detrick’s Special Operations Division and hopefully create a synthetic immunosuppressive agent. Some experts believe that this research may have inadvertently created HIV, the virus that causes AIDS (Goliszek).

Under order from the National Institutes of Health (NIH), which also sponsored the Tuskegee Experiment, the free childcare program at Johns Hopkins University collects blood samples from 7,000 African-American youth, telling their parents that they are checking for anemia but actually checking for an extra Y chromosome (XYY), believed to be a biological predisposition to crime. The program director, Digamber Borganokar, does this experiment without Johns Hopkins University’s permission (Greger, Merritte, et al.).

(1971)

President Nixon converts Fort Detrick from an offensive biowarfare lab to the Frederick Cancer Research and Development Center, now known as the National Cancer Institute at Frederick. In addition to cancer research, scientists study virology, immunology and retrovirology (including HIV) there. Additionally, the site is home to the U.S. Army Medical Research Institute, which researches drugs, vaccines and countermeasures for biological warfare, so the former Fort Detrick does not move far away from its biowarfare past (Goliszek).

Stanford University conducts the Stanford Prison Experiment on a group of college students in order to learn the psychology of prison life. Some students are given the role as prison guards, while the others are given the role of prisoners. After only six days, the proposed two-week study has to end because of its psychological effects on the participants. The “guards” had begun to act sadistic, while the “prisoners” started to show signs of depression and severe psychological stress (University of New Hampshire).

An article entitled “Viral Infections in Man Associated with Acquired Immunological Deficiency States” appears in Federation Proceedings. Dr. MacArthur and Fort Detrick’s Special Operations Division have, at this point, been conducting mycoplasma research to create a synthetic immunosuppressive agent for about one year, again suggesting that this research may have produced HIV (Goliszek).

(1972)

In studies sponsored by the U.S. Air Force, Dr. Amedeo Marrazzi gives LSD to mental patients at the University of Missouri Institute of Psychiatry and the University of Minnesota Hospital to study “ego strength” (Barker).

(1973)

An Ad Hoc Advisory Panel issues its Final Report on the Tuskegee Syphilis Study, writing, “Society can no longer afford to leave the balancing of individual rights against scientific progress to the scientific community” (Sharav).

 (1974)

Congress enacts the National Research Act, creating the National Commission for the Protection of Human Subjects of Biomedical and Behavioral Research and finally setting standards for human experimentation on children (Breslow).

(1975)

The Department of Health, Education and Welfare gives the National Institutes of Health’s Policies for the Protection of Human Subjects (1966) regulatory status. Title 45, known as “The Common Rule,” officially creates institutional review boards (IRBs) (Sharav).

(1977)

The Kennedy Hearing initiates the process toward Executive Order 12333, prohibiting intelligence agencies from experimenting on humans without informed consent (Merritte, et al.).

The U.S. government issues an official apology and $400,000 to Jeanne Connell, the sole survivor from Col. Warren’s now-infamous plutonium injections at Strong Memorial Hospital, and the families of the other human test subjects (Burton Report).

The National Urban League holds its National Conference on Human Experimentation, stating, “We don’t want to kill science but we don’t want science to kill, mangle and abuse us” (Sharav).

(1978)

The CDC begins experimental hepatitis B vaccine trials in New York. Its ads for research subjects specifically ask for promiscuous homosexual men. Professor Wolf Szmuness of the Columbia University School of Public Health had made the vaccine’s infective serum from the pooled blood serum of hepatitis-infected homosexuals and then developed it in chimpanzees, the only animal susceptible to hepatitis B, leading to the theory that HIV originated in chimpanzees before being transferred over to humans via this vaccine. A few months after 1,083 homosexual men receive the vaccine, New York physicians begin noticing cases of Kaposi’s sarcoma, Mycoplasma penetrans and a new strain of herpes virus among New York’s homosexual community — diseases not usually seen among young, American men, but that would later be known as common opportunistic diseases associated with AIDS (Goliszek).

(1979)

The National Commission for the Protection of Human Subjects of Biomedical and Behavioral Research releases the Belmont Report, which establishes the foundations for research experimentation on humans. The Belmont Report mandates that researchers follow three basic principles: 1. Respect the subjects as autonomous persons and protect those with limited ability for independence (such as children), 2. Do no harm, 3. Choose test subjects justly — being sure not to target certain groups because of they are easily accessible or easily manipulated, rather than for reasons directly related to the tests (Berdon).

 

 (1980)

A study reveals a high incidence of leukemia among the 18,000 military personnel who participated in 1957’s Operation Plumbbob (a href=”http://en.wikipedia.org/wiki/Operation_Plumbbob”>”Operation Plumbob”).

According to blood samples tested years later for HIV, 20 percent of all New York homosexual men who participated in the 1978 hepatitis B vaccine experiment are HIV-positive by this point (Goliszek).

American doctors give experimental hormone shots to hundreds of Haitian men confined to detention camps in Miami and Puerto Rico, causing the men to develop a condition known as gynecomastia, in which men develop full-sized breasts (Cockburn and St. Clair, eds.).

The CDC continues its 1978 hepatitis B vaccine experiment in Los Angeles, San Francisco, Chicago, St. Louis and Denver, recruiting over 7,000 homosexual men in San Francisco alone (Goliszek).

The FDA prohibits the use of prison inmates in pharmaceutical drug trials, leading to the advent of the experimental drug testing centers industry (Sharav).

The first AIDS case appears in San Francisco (Goliszek).

(1981)

(1981 – 1993) The Seattle-based Genetic Systems Corporation begins an ongoing medical experiment called Protocol No. 126, in which cancer patients at the Fred Hutchinson Cancer Research Center in Seattle are given bone marrow transplants that contain eight experimental proteins made by Genetic Systems, rather than standard bone marrow transplants; 19 human subjects die from complications directly related to the experimental treatment (Goliszek).

A deep diving experiment at Duke University causes test subject Leonard Whitlock to suffer permanent brain damage (Sharav).

The CDC acknowledges that a disease known as AIDS exists and confirms 26 cases of the disease — all in previously healthy homosexuals living in New York, San Francisco and Los Angeles — again supporting the speculation that AIDS originated from the hepatitis B experiments from 1978 and 1980 (Goliszek).

 (1982)

Thirty percent of the test subjects used in the CDC’s hepatitis B vaccine experiment are HIV-positive by this point (Goliszek).

(1984)

SFBC Phase I research clinic founded in Miami, Fla. By 2005, it would become the largest experimental drug testing center in North America with centers in Miami and Montreal, running Phase I to Phase IV clinical trials (Drug Development-Technology.com).

(1985)

A former U.S. Army sergeant tries to sue the Army for using drugs on him in without his consent or even his knowledge in United States v. Stanley, 483 U.S. 669. Justice Antonin Scalia writes the decision, clearing the U.S. military from any liability in past, presen

Introduction by the Health Ranger: The United States claims to be the world leader in medicine. But there’s a dark side to western medicine that few want to acknowledge: The horrifying medical experiments performed on impoverished people and their children all in the name of scientific progress. Many of these medical experiments were conducted on people without their knowledge, and most were conducted as part of an effort to seek profits from newly approved drugs or medical technologies.

Learn more: http://www.naturalnews.com/019189.html#ixzz3Ho2D5cgV

Human medical experimentation in the United States: The shocking true history of modern medicine and psychiatry (1833-1965)

http://www.naturalnews.com/019189.html

AND

Human medical experimentation in the United States: The shocking true history of modern medicine and psychiatry (1965-2005)

http://www.naturalnews.com/019187.html

 

Monday, March 06, 2006 by: Dani Veracity

This is part two of a two-part series on human medical experimentation. Click here to read part one and the introduction.

(1966)

The CIA continues a limited number of MKULTRA plans by beginning Project MKSEARCH to develop and test ways of using biological, chemical and radioactive materials in intelligence operations, and also to develop and test drugs that are able to produce predictable changes in human behavior and physiology (Goliszek).

Dr. Henry Beecher writes, “The well-being, the health, even the actual or potential life of all human beings, born or unborn, depend upon the continuing experimentation in man. Proceed it must; proceed it will. ‘The proper study of mankind is man,'” in his “exposé” on human medical experimentation Research and the Individual (“Human Experimentation: Before the Nazi Era and After”).

U.S. Army scientists drop light bulbs filled with Bacillus subtilis through ventilation gates and into the New York City subway system, exposing more than one million civilians to the bacteria (Goliszek).

The National Commission for the Protection of Research Subjects issues its Policies for the Protection of Human Subjects, which eventually creates what we now know as institutional review boards (IRBs) (Sharav).

(1967)

Continuing on his Dow Chemical Company-sponsored dioxin study without the company’s knowledge or consent, University of Pennsylvania Professor Albert Kligman increases the dosage of dioxin he applies to 10 prisoners’ skin to 7,500 micrograms, 468 times the dosage Dow official Gerald K. Rowe had authorized him to administer. As a result, the prisoners experience acne lesions that develop into inflammatory pustules and papules (Kaye).

The CIA places a chemical in the drinking water supply of the FDA headquarters in Washington, D.C. to see whether it is possible to spike drinking water with LSD and other substances (Cockburn and St. Clair, eds.).

In a study published in the Journal of Clinical Investigation, researchers inject pregnant women with radioactive cortisol to see if the radioactive material will cross the placentas and affect the fetuses (Goliszek).

The U.S. Army pays Professor Kligman to apply skin-blistering chemicals to Holmesburg Prison inmates’ faces and backs, so as to, in Professor Kligman’s words, “learn how the skin protects itself against chronic assault from toxic chemicals, the so-called hardening process,” information which would have both offensive and defensive applications for the U.S. military (Kaye).

The CIA and Edgewood Arsenal Research Laboratories begin an extensive program for developing drugs that can influence human behavior. This program includes Project OFTEN — which studies the toxicology, transmission and behavioral effects of drugs in animal and human subjects — and Project CHICKWIT, which gathers European and Asian drug development information (Goliszek).

Professor Kligman develops Retin-A as an acne cream (and eventually a wrinkle cream), turning him into a multi-millionaire (Kaye).

Researchers paralyze 64 prison inmates in California with a neuromuscular compound called succinylcholine, which produces suppressed breathing that feels similar to drowning. When five prisoners refuse to participate in the medical experiment, the prison’s special treatment board gives researchers permission to inject the prisoners with the drug against their will (Greger).

(1968)

Planned Parenthood of San Antonio and South Central Texas and the Southwest Foundation for Research and Education begin an oral contraceptive study on 70 poverty-stricken Mexican-American women, giving only half the oral contraceptives they think they are receiving and the other half a placebo. When the results of this study are released a few years later, it stirs tremendous controversy among Mexican-Americans (Sharav, Sauter).

(1969)

President Nixon ends the United States’ offensive biowarfare program, including human experimentation done at Fort Detrick. By this time, tens of thousands of civilians and members of the U.S. armed forces have wittingly and unwittingly acted as participants in experiments involving exposure to dangerous biological agents (Goliszek).

The U.S. military conducts DTC Test 69-12, which is an open-air test of VX and sarin nerve agents at the Army’s Edgewood Arsenal in Maryland, likely exposing military personnel (Goliszek, Martin).

Experimental drugs are tested on mentally disabled children in Milledgeville, Ga., without any institutional approval whatsoever (Sharav).

Dr. Donald MacArthur, the U.S. Department of Defense’s Deputy Director for Research and Technology, requests $10 million from Congress to develop a synthetic biological agent that would be resistant “to the immunological and therapeutic processes upon which we depend to maintain our relative freedom from infectious disease” (Cockburn and St. Clair, eds.).

Judge Sam Steinfield’s dissent in Strunk v. Strunk, 445 S.W.2d 145 marks the first time a judge has ever suggested that the Nuremberg Code be applied in American court cases (Sharav).

(1970)

A year after his request, under H.R. 15090, Dr. MacArthur receives funding to begin CIA-supervised mycoplasma research with Fort Detrick’s Special Operations Division and hopefully create a synthetic immunosuppressive agent. Some experts believe that this research may have inadvertently created HIV, the virus that causes AIDS (Goliszek).

Under order from the National Institutes of Health (NIH), which also sponsored the Tuskegee Experiment, the free childcare program at Johns Hopkins University collects blood samples from 7,000 African-American youth, telling their parents that they are checking for anemia but actually checking for an extra Y chromosome (XYY), believed to be a biological predisposition to crime. The program director, Digamber Borganokar, does this experiment without Johns Hopkins University’s permission (Greger, Merritte, et al.).

(1971)

President Nixon converts Fort Detrick from an offensive biowarfare lab to the Frederick Cancer Research and Development Center, now known as the National Cancer Institute at Frederick. In addition to cancer research, scientists study virology, immunology and retrovirology (including HIV) there. Additionally, the site is home to the U.S. Army Medical Research Institute, which researches drugs, vaccines and countermeasures for biological warfare, so the former Fort Detrick does not move far away from its biowarfare past (Goliszek).

Stanford University conducts the Stanford Prison Experiment on a group of college students in order to learn the psychology of prison life. Some students are given the role as prison guards, while the others are given the role of prisoners. After only six days, the proposed two-week study has to end because of its psychological effects on the participants. The “guards” had begun to act sadistic, while the “prisoners” started to show signs of depression and severe psychological stress (University of New Hampshire).

An article entitled “Viral Infections in Man Associated with Acquired Immunological Deficiency States” appears in Federation Proceedings. Dr. MacArthur and Fort Detrick’s Special Operations Division have, at this point, been conducting mycoplasma research to create a synthetic immunosuppressive agent for about one year, again suggesting that this research may have produced HIV (Goliszek).

(1972)

In studies sponsored by the U.S. Air Force, Dr. Amedeo Marrazzi gives LSD to mental patients at the University of Missouri Institute of Psychiatry and the University of Minnesota Hospital to study “ego strength” (Barker).

(1973)

An Ad Hoc Advisory Panel issues its Final Report on the Tuskegee Syphilis Study, writing, “Society can no longer afford to leave the balancing of individual rights against scientific progress to the scientific community” (Sharav).

(1974)

Congress enacts the National Research Act, creating the National Commission for the Protection of Human Subjects of Biomedical and Behavioral Research and finally setting standards for human experimentation on children (Breslow).

(1975)

The Department of Health, Education and Welfare gives the National Institutes of Health’s Policies for the Protection of Human Subjects (1966) regulatory status. Title 45, known as “The Common Rule,” officially creates institutional review boards (IRBs) (Sharav).

(1977)

The Kennedy Hearing initiates the process toward Executive Order 12333, prohibiting intelligence agencies from experimenting on humans without informed consent (Merritte, et al.).

The U.S. government issues an official apology and $400,000 to Jeanne Connell, the sole survivor from Col. Warren’s now-infamous plutonium injections at Strong Memorial Hospital, and the families of the other human test subjects (Burton Report).

The National Urban League holds its National Conference on Human Experimentation, stating, “We don’t want to kill science but we don’t want science to kill, mangle and abuse us” (Sharav).

(1978)

The CDC begins experimental hepatitis B vaccine trials in New York. Its ads for research subjects specifically ask for promiscuous homosexual men. Professor Wolf Szmuness of the Columbia University School of Public Health had made the vaccine’s infective serum from the pooled blood serum of hepatitis-infected homosexuals and then developed it in chimpanzees, the only animal susceptible to hepatitis B, leading to the theory that HIV originated in chimpanzees before being transferred over to humans via this vaccine. A few months after 1,083 homosexual men receive the vaccine, New York physicians begin noticing cases of Kaposi’s sarcoma, Mycoplasma penetrans and a new strain of herpes virus among New York’s homosexual community — diseases not usually seen among young, American men, but that would later be known as common opportunistic diseases associated with AIDS (Goliszek).

(1979)

The National Commission for the Protection of Human Subjects of Biomedical and Behavioral Research releases the Belmont Report, which establishes the foundations for research experimentation on humans. The Belmont Report mandates that researchers follow three basic principles: 1. Respect the subjects as autonomous persons and protect those with limited ability for independence (such as children), 2. Do no harm, 3. Choose test subjects justly — being sure not to target certain groups because of they are easily accessible or easily manipulated, rather than for reasons directly related to the tests (Berdon).

(1980)

A study reveals a high incidence of leukemia among the 18,000 military personnel who participated in 1957’s Operation Plumbbob (a href=”http://en.wikipedia.org/wiki/Operation_Plumbbob”>”Operation Plumbob”).

According to blood samples tested years later for HIV, 20 percent of all New York homosexual men who participated in the 1978 hepatitis B vaccine experiment are HIV-positive by this point (Goliszek).

American doctors give experimental hormone shots to hundreds of Haitian men confined to detention camps in Miami and Puerto Rico, causing the men to develop a condition known as gynecomastia, in which men develop full-sized breasts (Cockburn and St. Clair, eds.).

The CDC continues its 1978 hepatitis B vaccine experiment in Los Angeles, San Francisco, Chicago, St. Louis and Denver, recruiting over 7,000 homosexual men in San Francisco alone (Goliszek).

The FDA prohibits the use of prison inmates in pharmaceutical drug trials, leading to the advent of the experimental drug testing centers industry (Sharav).

The first AIDS case appears in San Francisco (Goliszek).

(1981)

(1981 – 1993) The Seattle-based Genetic Systems Corporation begins an ongoing medical experiment called Protocol No. 126, in which cancer patients at the Fred Hutchinson Cancer Research Center in Seattle are given bone marrow transplants that contain eight experimental proteins made by Genetic Systems, rather than standard bone marrow transplants; 19 human subjects die from complications directly related to the experimental treatment (Goliszek).

A deep diving experiment at Duke University causes test subject Leonard Whitlock to suffer permanent brain damage (Sharav).

The CDC acknowledges that a disease known as AIDS exists and confirms 26 cases of the disease — all in previously healthy homosexuals living in New York, San Francisco and Los Angeles — again supporting the speculation that AIDS originated from the hepatitis B experiments from 1978 and 1980 (Goliszek).

(1982)

Thirty percent of the test subjects used in the CDC’s hepatitis B vaccine experiment are HIV-positive by this point (Goliszek).

(1984)

SFBC Phase I research clinic founded in Miami, Fla. By 2005, it would become the largest experimental drug testing center in North America with centers in Miami and Montreal, running Phase I to Phase IV clinical trials (Drug Development-Technology.com).

(1985)

A former U.S. Army sergeant tries to sue the Army for using drugs on him in without his consent or even his knowledge in United States v. Stanley, 483 U.S. 669. Justice Antonin Scalia writes the decision, clearing the U.S. military from any liability in past, present or future medical experiments without informed consent (Merritte, et al..

(1987)

Philadelphia resident Doris Jackson discovers that researchers have removed her son’s brain post mortem for medical study. She later learns that the state of Pennsylvania has a doctrine of “implied consent,” meaning that unless a patient signs a document stating otherwise, consent for organ removal is automatically implied (Merritte, et al.).

(1988)

The U.S. Justice Department pays nine Canadian survivors of the CIA and Dr. Cameron’s “psychic driving” experiments (1957 – 1964) $750,000 in out-of-court settlements, to avoid any further investigations into MKULTRA (Goliszek).

(1988 – 2001) The New York City Administration for Children’s Services begins allowing foster care children living in about two dozen children’s homes to be used in National Institutes of Health-sponsored (NIH) experimental AIDS drug trials. These children — totaling 465 by the program’s end — experience serious side effects, including inability to walk, diarrhea, vomiting, swollen joints and cramps. Children’s home employees are unaware that they are giving the HIV-infected children experimental drugs, rather than standard AIDS treatments (New York City ACS, Doran).

(1990)

The United States sends 1.7 million members of the armed forces, 22 percent of whom are African-American, to the Persian Gulf for the Gulf War (“Desert Storm”). More than 400,000 of these soldiers are ordered to take an experimental nerve agent medication called pyridostigmine, which is later believed to be the cause of Gulf War Syndrome — symptoms ranging from skin disorders, neurological disorders, incontinence, uncontrollable drooling and vision problems — affecting Gulf War veterans (Goliszek; Merritte, et al.).

The CDC and Kaiser Pharmaceuticals of Southern California inject 1,500 six-month-old black and Hispanic babies in Los Angeles with an “experimental” measles vaccine that had never been licensed for use in the United States. Adding to the risk, children less than a year old may not have an adequate amount of myelin around their nerves, possibly resulting in impaired neural development because of the vaccine. The CDC later admits that parents were never informed that the vaccine being injected into their children was experimental (Goliszek).

The FDA allows the U.S. Department of Defense to waive the Nuremberg Code and use unapproved drugs and vaccines in Operation Desert Shield (Sharav).

(1991)

In the May 27 issue of the Los Angeles Times, former U.S. Navy radio operator Richard Jenkins writes that he suffers from leukemia, chronic fatigue and kidney and liver disease as a result of the radiation exposure he received in 1958’s Operation Hardtack (Goliszek).

While participating in a UCLA study that withdraws schizophrenics off of their medications, Tony LaMadrid commits suicide (Sharav).

(1992)

Columbia University’s New York State Psychiatric Institute and the Mount Sinai School of Medicine give 100 males — mostly African-American and Hispanic, all between the ages of six and 10 and all the younger brothers of juvenile delinquents — 10 milligrams of fenfluramine (fen-fen) per kilogram of body weight in order to test the theory that low serotonin levels are linked to violent or aggressive behavior. Parents of the participants received $125 each, including a $25 Toys ‘R’ Us gift certificate (Goliszek).

(1993)

Researchers at the West Haven VA in Connecticut give 27 schizophrenics — 12 inpatients and 15 functioning volunteers — a chemical called MCPP that significantly increases their psychotic symptoms and, as researchers note, negatively affects the test subjects on a long-term basis (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

(1994)

In a double-blind experiment at New York VA Hospital, researchers take 23 schizophrenic inpatients off of their medications for a median of 30 days. They then give 17 of them 0.5 mg/kg amphetamine and six a placebo as a control, following up with PET scans at Brookhaven Laboratories. According to the researchers, the purpose of the experiment was “to specifically evaluate metabolic effects in subjects with varying degrees of amphetamine-induced psychotic exacerbation” (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

Albuquerque Tribune reporter Eileen Welsome receives a Pulitzer Prize for her investigative reporting into Col. Warren’s plutonium experiments on patients at Strong Memorial Hospital in 1945 (Burton Report).

In a federally funded experiment at New York VA Medical Center, researchers give schizophrenic veterans amphetamine, even though central nervous system stimulants worsen psychotic symptoms in 40 percent of schizophrenics (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

Researchers at Bronx VA Medical Center recruit 28 schizophrenic veterans who are functioning in society and give them L-dopa in order to deliberately induce psychotic relapse (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

President Clinton appoints the Advisory Commission on Human Radiation Experiments (ACHRE), which finally reveals the horrific experiments conducted during the Cold War era in its ACHRE Report.

(1995)

A 19-year-old University of Rochester student named Nicole Wan dies from participating in an MIT-sponsored experiment that tests airborne pollutant chemicals on humans. The experiment pays $150 to human test subjects (Sharav).

In the Mar. 15 President’s Advisory Committee on Human Radiation Experiments (ACHRE), former human subjects, including those who were used in experiments as children, give sworn testimonies stating that they were subjected to radiation experiments and/or brainwashed, hypnotized, drugged, psychologically tortured, threatened and even raped during CIA experiments. These sworn statements include:

• Christina DeNicola’s statement that, in Tucson, Ariz., from 1966 to 1976, “Dr. B” performed mind control experiments using drugs, post-hypnotic injection and drama, and irradiation experiments on her neck, throat, chest and uterus. She was only four years old when the experiments started.

• Claudia Mullen’s testimony that Dr. Sidney Gottlieb (of MKULTRA fame) used chemicals, radiation, hypnosis, drugs, isolation in tubs of water, sleep deprivation, electric shock, brainwashing and emotional, sexual and verbal abuse as part of mind control experiments that had the ultimate objective of turning her, who was only a child at the time, into the “perfect spy.” She tells the advisory committee that researchers justified this abuse by telling her that she was serving her country “in their bold effort to fight Communism.”

• Suzanne Starr’s statement that “a physician, who was retired from the military, got children from the mountains of Colorado for experiments.” She says she was one of those children and that she was the victim of experiments involving environmental deprivation to the point of forced psychosis, spin programming, injections, rape and frequent electroshock and mind control sessions. “I have fought self-destructive programmed messages to kill myself, and I know what a programmed message is, and I don’t act on them,” she tells the advisory committee of the experiments’ long-lasting effects, even in her adulthood (Goliszek).

President Clinton publicly apologizes to the thousands of people who were victims of MKULTRA and other mind-control experimental programs (Sharav).

In Dr. Daniel P. van Kammen’s study, “Behavioral vs. Biochemical Prediction of Clinical Stability Following Haloperidol Withdrawal in Schizophrenia,” researchers recruit 88 veterans who are stabilized by their medications enough to make them functional in society, and hospitalize them for eight to 10 weeks. During this time, the researchers stop giving the veterans the medications that are enabling them to live in society, placing them back on a two- to four-week regimen of the standard dose of Haldol. Then, the veterans are “washed-out,” given lumbar punctures and put under six-week observation to see who would relapse and suffer symptomatic schizophrenia once again; 50 percent do (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

President Clinton appoints the National Bioethics Advisory Committee (Sharav).

Justice Edward Greenfield of the New York State Supreme Court rules that parents do not have the right to volunteer their mentally incapacitated children for non-therapeutic medical research studies and that no mentally incapacitated person whatsoever can be used in a medical experiment without informed consent (Sharav).

(1996)

Professor Adil E. Shamoo of the University of Maryland and the organization Citizens for Responsible Care and Research sends a written testimony on the unethical use of veterans in medical research to the U.S. Senate’s Committee on Governmental Affairs, stating: “This type of research is on-going nationwide in medical centers and VA hospitals supported by tens of millions of dollars of taxpayers money. These experiments are high risk and are abusive, causing not only physical and psychic harm to the most vulnerable groups but also degrading our society’s system of basic human values. Probably tens of thousands of patients are being subjected to such experiments” (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

The Department of Defense admits that Gulf War soldiers were exposed to chemical agents; however, 33 percent of all military personnel afflicted with Gulf War Syndrome never left the United States during the war, discrediting the popular mainstream belief that these symptoms are a result of exposure to Iraqi chemical weapons (Merritte, et al.).

In a federally funded experiment at West Haven VA in Connecticut, Yale University researchers give schizophrenic veterans amphetamine, even though central nervous system stimulants worsen psychotic symptoms in 40 percent of schizophrenics (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

President Clinton issues a formal apology to the subjects of the Tuskegee Syphilis Study and their families (Sharav).

(1997)

In order to expose unethical medical experiments that provoke psychotic relapse in schizophrenic patients, the Boston Globe publishes a four-part series entitled “Doing Harm: Research on the Mentally Ill” (Sharav).

Researchers give 26 veterans at a VA hospital a chemical called Yohimbine to purposely induce post-traumatic stress disorder (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

In order to create a “psychosis model,” University of Cincinnati researchers give 16 schizophrenic patients at Cincinnati VA amphetamine in order to provoke repeats bouts of psychosis and eventually produce “behavioral sensitization” (Sharav).

National Institutes of Mental Health (NIMH) researchers give schizophrenic veterans amphetamine, even though central nervous system stimulants worsen psychotic symptoms in 40 percent of schizophrenics (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

In an experiment sponsored by the U.S. government, researchers withhold medical treatment from HIV-positive African-American pregnant women, giving them a placebo rather than AIDS medication (Sharav).

Researchers give amphetamine to 13 schizophrenic patients in a repetition of the 1994 “amphetamine challenge” at New York VA Hospital. As a result, the patients experience psychosis, delusions and hallucinations. The researchers claim to have informed consent (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

On Sept. 18, victims of unethical medical experiments at major U.S. research centers, including the National Institutes of Mental Health (NIMH) testify before the National Bioethics Advisory Committee (Sharav).

(1999)

Adil E. Shamoo, Ph.D. testifies on “The Unethical Use of Human Beings in High-Risk Research Experiments” before the U.S. House of Representatives’ House Committee on Veterans’ Affairs, alerting the House on the use of American veterans in VA Hospitals as human guinea pigs and calling for national reforms (“Testimony of Adil E. Shamoo, Ph.D.”).

Doctors at the University of Pennsylvania inject 18-year-old Jesse Gelsinger with an experimental gene therapy as part of an FDA-approved clinical trial. He dies four days later and his father suspects that he was not fully informed of the experiment’s risk (Goliszek)

During a clinical trial investigating the effectiveness of Propulsid for infant acid reflux, nine-month-old Gage Stevens dies at Children’s Hospital in Pittsburgh (Sharav).

(2000)

The Department of Defense begins declassifying the records of Project 112, including SHAD, and locating and assisting the veterans who were exposed to live toxins and chemical agents as part of Project 112. Many of them have already died (Goliszek).

President Clinton authorizes the Energy Employees Occupational Illness Compensation Act, which compensates the Department of Energy workers who sacrificed their health to build the United States’ nuclear defenses (Sharav).

The U.S. Air Force and rocket maker Lockheed Martin sponsor a Loma Linda University study that pays 100 Californians $1,000 to eat a dose of perchlorate — a toxic component of rocket fuel that causes cancer, damages the thyroid gland and hinders normal development in children and fetuses — every day for six months. The dose eaten by the test subjects is 83 times the safe dose of perchlorate set by the State of California, which has perchlorate in some of its drinking water. This Loma Linda study is the first large-scale study to use human subjects to test the harmful effects of a water pollutant and is “inherently unethical,” according to Environmental Working Group research director Richard Wiles (Goliszek, Envirnomental Working Group).

(2001)

Healthy 27-year-old Ellen Roche dies in a challenge study at Johns Hopkins University in Maryland (Sharav).

On its website, the FDA admits that its policy to include healthy children in human experiments “has led to an increasing number of proposals for studies of safety and pharmacokinetics, including those in children who do not have the condition for which the drug is intended” (Goliszek).

During a tobacco industry-financed Alzheimer’s experiment at Case Western University in Cleveland, Elaine Holden-Able dies after she drinks a glass of orange juice containing a dissolved dietary supplement (Sharav).

Radiologist Scott Scheer of Pennsylvania dies from kidney failure, severe anemia and possibly lupus — all caused by blood pressure drugs he was taking as part of a five-year clinical trial. After his death, his family sues the Institutional Review Board of Main Line Hospitals, the hospital that oversaw the study, and two doctors. Investigators from the federal Office for Human Research Protections, which is part of the Department of Health and Human Services, later conclude in a Dec. 20, 2002 letter to Scheer’s oldest daughter: “Your father apparently was not told about the risk of hydralazine-induced lupus … OHRP found that certain unanticipated problems involving risks to subjects or others were not promptly reported to appropriate institutional officials” (Willen and Evans, “Doctor Who Died in Drug Test Was Betrayed by System He Trusted.”)

In Higgins and Grimes v. Kennedy Krieger Institute The Maryland Court of Appeals makes a landmark decision regarding the use of children as test subjects, prohibiting non-therapeutic experimentation on children on the basis of “best interest of the individual child” (Sharav).

(2002)

President George W. Bush signs the Best Pharmaceuticals for Children Act (BPCA), offering pharmaceutical companies six-month exclusivity in exchange for running clinical drug trials on children. This will of course increase the number of children used as human test subjects (Hammer Breslow).

(2003)

Two-year-old Michael Daddio of Delaware dies of congestive heart failure. After his death, his parents learn that doctors had performed an experimental surgery on him when he was five months old, rather than using the established surgical method of repairing his congenital heart defect that the parents had been told would be performed. The established procedure has a 90- to 95-percent success rate, whereas the inventor of the procedure performed on baby Daddio would later be fired from his hospital in 2004 (Willen and Evans, “Parents of Babies Who Died in Delaware Tests Weren’t Warned”).

(2004)

In his BBC documentary “Guinea Pig Kids” and BBC News article of the same name, reporter Jamie Doran reveals that children involved in the New York City foster care system were unwitting human subjects in experimental AIDS drug trials from 1988 to, in his belief, present times (Doran).

(2005)

In response to the BBC documentary and article “Guinea Pig Kids”, the New York City Administration of Children’s Services (ACS) sends out an Apr. 22 press release admitting that foster care children were used in experimental AIDS drug trials, but says that the last trial took place in 2001 and thus the trials are not continuing, as BBC reporter Jamie Doran claims. The ACS gives the extent and statistics of the experimental drug trials, based on its own records, and contracts the Vera Institute of Justice to conduct “an independent review of ACS policy and practice regarding the enrollment of HIV-positive children in foster care in clinical drug trials during the late 1980s and 1990s” (New York City ACS).

In exchange for receiving $2 million from the American Chemical Society, the EPA proposes the Children’s Health Environmental Exposure Research Study (CHEERS) to learn how children ranging from infancy to three years old ingest, inhale and absorb chemicals by exposing children from a poor, predominantly black area of Duval County, Fla., to these toxins. Due to pressure from activist groups, negative media coverage and two Democratic senators, the EPA eventually decides to drop the study on Apr. 8, 2005 (Organic Consumers Association).

Bloomberg releases a series of reports suggesting that SFBC, the largest experimental drug testing center of its time, exploits immigrant and other low-income test subjects and runs tests with limited credibility due to violations of both the FDA’s and SFBC’s own testing guidelines (Bloomberg).

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—. “Parents of Babies Who Died in Delaware Tests Weren’t Warned.” Bloomberg. Nov. 2, 2005.

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Sobre política usa como argumentos a ideia espuria de ajudar a saude das mulheres pobres mantendo a criminosa industria multimilionaria de abortamento – como fazem aqui no Brasil no plano político nacional do PT e presidente Dilma, e a Rede Feminista de Saúde e de Direitos Reprodutivos no Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres-, quando todo o planeta ja sabe que as mulheres que abortam tém risco elevado de desenvolver cancer de mamas.

A Planned Parenthood é a maior maquina abortista norte-americana. Nos EUA, sua política falsa usa como argumentos a ideia espuria de ajudar a saude das mulheres pobres mantendo a criminosa industria multimilionaria de abortamento – como fazem aqui no Brasil tambem o plano político nacional do PT e presidente Dilma, e a Rede Feminista de Saúde e de Direitos Reprodutivos no Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres-, quando todo o planeta ja sabe que as mulheres que abortam tém risco elevado de desenvolver cancer de mamas. É justamente sobre esta falta de ética, financeira e cientifica com relação á vidA, que J. Brown escreve. A Planned Parenthood investe no aborto e concomitantemente na economia das doenças cronicas das mulheres.

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Komen, Planned Parenthood e éticistas católicos = muito ruim ao coraçao

25 set 2010

Por Judie Brown


O câncer de mama – duas palavras que imediatamente desencadeiam o medo no coração de uma mulher. Planned Parenthood – duas palavras que devem provocar o medo no coração de uma mulher. Quando uma organização que tenta defender as mulheres, trazendo à luz as causas do câncer de mama, e um dia erradicá-la, doa dinheiro para uma organização que mata inocentes bebês não-nascidos -, portanto, também colocando as mulheres em situação de risco – é preciso saber Quem realmente se beneficia de essa associação.

Um dia no mês passado um amigo me enviou uma cópia de uma carta EM http://ww5.komen.org/uploadedFiles/Content_Binaries/PlannedParenthoodStatement2009.pdf  carta que recebeu de Eric Winer, o principal conselheiro científico para a Susan G. Komen for the Cure. A carta, datada de março de 2009, está entre as mais enigmático que já li. O mistério que eu encontrei nas palavras de Winer vem sobre porque parece que ele esqueceu o que significa realmente esforçar-se para proteger a saúde e o bem-estar das mulheres, mas escolheu um caminho diferente que desculpa a relação com Komen enquanto Planned Parenthood, ao mesmo tempo, ignorando evidências clínica de que o aborto pode levar a cancro da mama.

Em sua carta, Winer diz ao leitor que a crítica que sua organização recebe  SOBRE o relacionamento de Komen for the Cure com as associações da Planned Parenthood é infundada. Ele chega a esta conclusão porque, na sua opinião, há apenas uma unidade de saúde em algumas comunidades para as mulheres pobres, não assegurando o recebimento de educação, triagem e tratamento para câncer de mama – e que a facilidade é o Planned Parenthood. http://www.plannedparenthood.org/health-topics/womens-health/breast-cancer-screenings-21189.htm  Winer parece convencido de que, sem parceria com a Planned Parenthood/Komen estaria fazendo um desserviço aos pobres em certas comunidades. Não só isso, mas há também o argumento de que os fundos desembolsados por Komen são restritos.

The Orange County Register informou sobre a conexão planejada de fundos restritos da Komen A Parenthood, citando um representante local, Komen, Sonia Aujla, que escreveu em um e-mail, “A linha inferior é que todos os subsídios da nossa comunidade são restritas e monitorados de perto para fornecer saúde de mama, educação, triagem e serviços de tratamento vital para mulheres carentes.”

Acho que pensam que devemos estar convencidos de que, porque os fundos são “limitados e monitorados de perto”, não temos motivos para se preocupar que o pessoal da Planned Parenthood se aproveita da situação. MAS É ÓBVIO que cada dolar que KOMEN doa para a Planned Parenthood, um dólar de outra fonte é liberado para promover e realizar o aborto.

Em sua carta, Winer mencionou que Komen conserva relacionamento com dois especialistas em ética católica, Ron Hamel, Ph.D. e Michael Panicola, Ph.D. Estes homens, de acordo com Winer, “examinaram as implicações  morais da nossa decisão de financiamento da Planned Parenthood. Eles CONCLUÍRAM que era MORALMENTE ADMISSÍVEL para a IGREJA o ENVOLVIMENTO DE KOMEN à luz de seus acordos de financiamento COM A PLANNED PARENTHOOD”.

A opinião Hamel / Panicola, publicado no infame site, pró-Obama para Associação Católica de Cuidados a Saúde, www.chausa.org/WorkArea/DownloadAsset.aspx?id=6357  é realmente uma obra de arte. É o típico mumbo-jumbo que se poderia esperar de uma aliança entre a Planned Parenthood e Susan G. Komen for the Cure, numa perspectiva que foge da verdade e que anuncia para a saúde e o bem-estar, das mulheres e seus bebês não-nascidos, o cancro e a morte.

Hamel e Panicola opinam, “O fato de algumas filiais Komen, às vezes, fornecerem financiamento para Planned Parenthood especificamente e exclusivamente para os serviços de saúde da mama, não podem ser interpretada como irregularidade.” Para justificar o seu apoio para a aliança aliança Komen / Planned Parenthood, esses especialistas católicos em ética explicam ao leitor que os católicos e a própria Igreja têm a obrigação de se sentar com aqueles que estão em erro e ajudá-los a ver, como fez Cristo, o erro em suas formas . Enquanto tal ponto de vista é certamente louvável, contudo não chega ao cerne do problema neste caso. PLANNED PARENTHOOD ESTÁ PRATICANDO ALGUM DELITO O TEMPO INTEIRO E KOMEN está a fechar os olhos para a verdade, e, assim, tecendo sua própria teia de enganos. Cristo não se sentou com os transgressores, a fim de ajudá-los a continuar seus maus caminhos, mas ele aproveitou a oportunidade para ensinar-lhes que o caminho da salvação exige que deixem seus erros.

Ignorando os fatos e continuar a angariar fundos para uma instituição de caridade que despreza a verdade, não está ajudando a Planned Parenthood em direção a Cristo e à verdade. Pelo contrário, está a permitir que os erros e crimes continuam.

Não nos esqueçamos de que Winer Komen também descartou a ligação comprovada entre o aborto eo cancro da mama, EMBORA EXISTAM MUITOS ESTUDOS CLÍNICOS E PROFISSIONAIS QUE CONCORDAM, INCLUINDO ANGELA LANFRANCHI, MD, que escreve em um breast cancer prevention institute brochura, http://www.bcpinstitute.org/reproductive.htm

 # r4 “quanto mais tarde um aborto é feito na gravidez, maior o risco de câncer de mama como tipo 1 e 2 lóbulos vão ter se formado. O aborto induzido deixa uma mulher com mais lugares para câncer de mama para começar. ”
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Há um problema enorme com a aliança que foi forjada entre Komen e Planned Parenthood. É nossa recomendação que as pessoas se orientem claramente sobre o funcionamento de Komen e escolham a verdade em vez de fraudar e ignorar os fatos sobre a relação entre aborto e câncer de mama. Ao fazer isso estaríamos seguindo a Cristo, que ensina em João 8:32, “A verdade vos libertará.”

© Judie Brown

Os países que têm o aborto liberado, a interrupção voluntaria da gravidez descriminalzada, são os que têm os mais altas taxas de MORBIDADE e de MORTALIDADE DAS MULHERES

Conheça Physicians For Life.

E leia sobre as pesquisas mundiais demonstrativas de índices de mortalidade das mulheres. O risco de desenvolver câncer é altíssimo por consumo dos contraceptivos e do abortamento provocado. Os países que têm o aborto liberado, a interrupção voluntaria da gravidez descriminalzada, são os que têm os mais altas taxas de MORBIDADE e de MORTALIDADE DAS MULHERES. Coincidentemente, estes países, como a Russia e a Espanha, tornam-se exportadores de matéria-prima para plásticas, industria de cosméticos e transplantes de tecidos e órgãos vitais únicos de crianças abortadas até o ultimo momento antes do parto [aos 9 meses de gestação!] através do aborto-parcial. Além disso, estes mesmos países vivem hoje crises demograficas: o Número de abortos é superior aos nascimentos.

 

http://www.physiciansforlife.org/content/view/1111/26/

Birth Control May Increase the Risk of Breast Cancer

Conheça Physicians For Life.

http://www.physiciansforlife.org/content/view/1111/26/

Controle De Natalidade

Pode Aumentar O Risco De Cancro Da Mama

 

Os contraceptivos orais aumentam o risco de câncer de mama em uma média de 44 por cento em mulheres pré-menopáusicas que tomaram – ou faziam – contraceptivos orais (ACOs) antes da sua primeira gravidez (em comparação com mulheres que não usaram contraceptivos orais), de acordo com uma análise abrangente dos estudos internacionais realizados entre 1980-2002 câncer de mama, ligando e contraceptivos. [“Uso Contraceptivo oral como Fator de Risco para a Pré-menopausa Câncer de Mama: Um Meta-análise”, publicado na revista da Clínica Mayo, Outubro de 2006]


Dos 23 estudos analisados, 21 apresentaram um risco aumentado de câncer de mama com OC usar antes de uma primeira gravidez em mulheres pré-menopáusicas.
O estudo parece reforçar a classificação 2005 da contracepção oral como uma substância cancerígena 1 Tipo (agente causador de câncer) para os seres humanos pela Agência Internacional para Pesquisa do Câncer.
[LifeSiteNews.com, 25Oct06]

 

Relatório Mundial de Mortalidade 2005

 [Divisão de População das Nações Unidas, 441 relatório da página]
http://www.un.org/esa/population/publications/worldmortality/WMR2005.pdf

Leis Contra O Aborto Protegem A Saúde Da Mulher

Um relatório impressionante que recentemente analisou mortalidade mundial. Os dados foram coletados a partir de todos os países do mundo. Foi um estudo muito abrangente. As estatísticas foram compiladas a partir de várias fontes, como registro civil, os censos populacionais, pesquisas e respostas governamentais a inquéritos.

De particular interesse foi o que este estudo demonstrou sobre a mortalidade materna eo aborto legal. E você vai ser muito surpreso ao descobrir que a fonte desta informação é!

As Nações Unidas têm sido os defensores do aborto a pedido. Por isso, é irónico que tal esforço colossal por parte da Divisão de População da ONU reforçará o argumento pró-vida que o aborto fere as mulheres.

A ONU publicou recentemente o Relatório de Mortalidade Mundial de 2005. Segundo a ONU, “é o primeiro de seu tipo” esforço por eles, e eles estão muito orgulhosos dela.

Um dos principais argumentos da indústria do aborto, e das Nações Unidas, tem sido que, se o aborto é ilegal, mais mulheres vão morrer de abortos ilegais. Além disso, a saúde das mulheres em geral sofreria menos se nao houvesse  restriçoes aos “direitos reprodutivos” dizem ABORTISTAS, ou seja, o aborto sob demanda “seria bom para a saude da mulher”.

AGORA MESMO ESTUDO PRÓPRIO DAS NAÇÕES UNIDAS MOSTRA QUE ISTO NÃO É A VERDADE.


Vamos olhar para alguns dos países onde os bebês ainda não nascidos e suas mães são protegidos do aborto.

Então, vamos compará-los com os países conhecidos onde o aborto é legal por toda a gravidez. Se a teoria pró-aborto é correto, as taxas de mortalidade das mulheres devem ser maiores nos países em que o aborto é proibido.

Há dois países, em particular, que foram alvos da indústria do aborto e pró-aborto das Nações Unidas – A Polónia e a Irlanda. Ambos têm leis que protegem os seus cidadãos mais vulneráveis, as crianças não-nascidas. Mas de acordo com o estudo da ONU, a mortalidade das mulheres é realmente baixa nesses dois países. A Polónia tem apenas 13 mortes de mulheres para cada 100.000 nascimentos. A Irlanda é mesmo, melhor com apenas 5 mortes por 100.000 nascimentos.

Agora, vamos comparar com países conhecidos para o aborto ilimitado. A Rússia tem um colossal 67 mortes de mulheres por cada 100.000 nascimentos. China, onde o aborto forçado é regularmente praticado, tem 56 mortes por 100.000 nascimentos.

Aqui é outra coisa. Quando se compara a expectativa de vida das mulheres em países sem o aborto legal com aqueles que têm aborto a pedido, as nações sem aborto ganham cada vez mais, mesmo quando comparado aos Estados Unidos.

Ainda há mais. Quando o estudo da ONU analisa a mortalidade infantil, a nação pró-vida da Irlanda sai por cima. Eles relataram apenas 7 mortes para cada 1.000 nascidos vivos. Este país que protege a vida no útero tem o melhor registo de manter os bebês vivos, após o nascimento, no mundo de ar respirável. Em comparação, a Rússia perde 12 bebês para cada 1.000 nascidos.

Reconhecemos que estatísticas precisas de cada país podem ser difícis de serem adquiridas mas o estudo da ONU usa as estatísticas mais atuais disponíveis.

Se queremos proteger as mulheres do mundo, se queremos capacitá-las e tornar suas vidas mais fácil e menos perigosa, então o aborto deve ser retirado da equação.
[Bradley Mattes, Conector questões da vida, abril de 2006]

 

Birth Control May Increase the Risk of Breast Cancer

Oral contraceptives increase the risk of breast cancer by an average of 44 percent in pre-menopausal women who took – or were taking – oral contraceptives (OCs) prior to their first pregnancy (as compared to women who had not used OCs), according to a comprehensive analysis of international studies conducted between 1980-2002, linking breast cancer and contraceptives. [“Oral Contraceptive Use as a Risk Factor for Pre-menopausal Breast Cancer: A Meta-analysis”, published in the journal of the Mayo Clinic, October 2006]

Of the 23 studies examined, 21 showed an increased risk of breast cancer with OC use prior to a first pregnancy in pre-menopausal women.

The study seems to reinforce the 2005 classification of oral contraception as a Type 1 carcinogen (cancer-causing agent) to humans by the International Agency for Cancer Research.

[LifeSiteNews.com, 25Oct06]

World Mortality Report 2005 [UN Population Division, 441 page report]

http://www.un.org/esa/population/publications/worldmortality/WMR2005.pdf  

 

Laws Against Abortion Protect Women’s Health

An astounding report came out recently which analyzed world mortality. Data was collected from every country in the world. It was a very comprehensive study. Statistics were compiled from various sources like civil registration, population censuses, surveys and Governmental responses to inquiries.

Of particular interest was what this study demonstrated about maternal mortality and legal abortion. And you’ll be very surprised to find out what the source of this information is!

The United Nations have long been advocates for abortion-on-demand. So it’s ironic that such a collossal effort on the part of the UN Population Division would strengthen the pro-life argument that abortion hurts women.

The UN recently published the World Mortality Report 2005. According to the UN, “it is the first of its kind” effort by them, and they’re very proud of it.

One of the main arguments of abortion industry, and that of the United Nations, has been that if abortion is illegal, more women will die from illegal, back-alley abortions. Further, women’s health in general would suffer without unfettered “reproductive rights,” i.e., abortion-on-demand.

Now even the United Nation’s own study shows this isn’t the case.

Let’s look at some of the countries where unborn babies and their mothers are protected from abortion. Then let’s compare them with countries known for legal abortion throughout pregnancy. If the pro-abortion theory is correct, women’s mortality rates should be higher in countries that ban abortion.

There are two countries in particular that have been targets of the abortion industry and the pro-abortion United Nations — Poland and Ireland. Both have laws protecting their most vulnerable citizens, preborn children. But according to the UN study, women’s mortality is actually low in these two countries. Poland has only 13 deaths of women for every 100,000 births. Ireland is even, better with only 5 deaths per 100,000 births.

Now, let’s compare that with countries known for unlimited abortion. Russia has a whopping 67 deaths of women per 100,000 births. China, where forced abortion is regularly practiced, has 56 deaths per 100,000 births.

Here’s something else. When we compare the life expectancy of women in countries without legal abortion with those who have abortion-on-demand, the abortion-free nations win every time, even when compared to the United States.

There’s still more. When the UN study looks at infant mortality, the pro-life nation of Ireland comes out on top. They reported only 7 deaths for every 1,000 babies born. This country that protects life in the womb has the best record of keeping babies alive in the air-breathing world. In comparison, Russia loses 12 babies for every 1,000 born.

We acknowledge accurate statistics may be difficult to acquire from every country, but the UN study uses the most current statistics available.

If we want to protect the women of the world, if we want to empower them and make their lives easier and less dangerous, then abortion should be taken out of the equation.

[Bradley Mattes, Life Issues Connector, April 2006]

 

Estudo Requer aos Médicos que façam Menos Abortos. Abortos Causam Transtornos Mentais na Mulher

 
Publicado em agosto 20, 2009 por Cristiane Rozicki
Estudo na Nova Zelândia Requer aos Médicos que façam Menos Abortos.
 
Abortos Causam Transtornos Mentais
Comportamentos suicidas, depressão, dependência química, ansiedade e outros problemas mentais, posteriores ao aborto. Aqui no Brasil a mídia, o ministério da saúde e a Presidencia da Republica na pessoa de Dilma Rousseff não avisam sobre as conseqüências  e graves danos do aborto.


Abortion Causes Mental Disorders: New Zealand Study
May Require Doctors To Do Fewer Abortions Abort –
Sex. 10 de fevereiro de 2006
Pro-Choice Researcher Says Some Journals Rejected Politically Volatile Findings Pro-Choice Pesquisador diz que alguns Revistas Rejeitada Politicamente Volátil Apreciação
http://www.lifesitenews.com/images/newtemplate/hrule.gif
Special to LifeSiteNews.com Especial para LifeSiteNews.com
By The Elliot Institute Por O Instituto Elliot
February 10, 2006 10 de fevereiro de 2006
A study in New Zealand that tracked approximately 500 women from birth to 25 years of age has confirmed that young women who have abortions subsequently experience elevated rates of suicidal behaviors, depression, substance abuse, anxiety, and other mental problems. Um estudo realizado na Nova Zelândia que acompanhou cerca de 500 mulheres desde o nascimento até aos 25 anos de idade, confirmou que as mulheres jovens que têm elevadas taxas de abortos posteriormente experiência de comportamentos suicidas, depressão, dependência química, ansiedade e outros problemas mentais.
Most significantly, the researchers–led by Professor David M. Fergusson, who is the director of the longitudinal Christchurch Health and Development Study–found that the higher rate of subsequent mental problems could not be explained by any pre-pregnancy differences in mental health, which had been regularly evaluated over the course of the 25- year study. Mais significativamente, os pesquisadores – liderados pelo Professor David M. Fergusson, que é o diretor do longitudinal Christchurch Health and Development Study – constatou que a maior taxa de problemas mentais posteriores não poderiam ser explicadas por qualquer pré-gravidez diferenças em mental saúde, que tinha sido regularmente avaliado no decurso da 25 – year study.
FINDINGS SURPRISE PRO-CHOICE RESEARCHERS CONSTATAÇÕES surpresa PRO-ESCOLHA INVESTIGADORES
According to Fergusson, the researchers had undertaken the study anticipating that they would be able to confirm the view that any problems found after abortion would be traceable to mental health problems that had existed before the abortion.  At first glance, it appeared that their data would confirm this hypothesis.  The data showed that women who became pregnant before age 25 were more likely to have experienced family dysfunction and adjustment problems, were more likely to have left home at a young age, and were more likely to have entered a cohabiting relationship. Segundo a Fergusson, os pesquisadores haviam realizado o estudo prevendo que eles seriam capazes de confirmar a opinião que os problemas encontrados após aborto deverá ser feita para os problemas de saúde mental que já existiam antes do aborto. À primeira vista, parecia que os dados seriam confirmar esta hipótese. Os dados mostraram que as mulheres que engravidaram antes de menos de 25 anos eram mais propensos a ter experimentado disfunção familiar eo ajustamento problemas, eram mais susceptíveis de ter uma casa na esquerda tenra idade, e foram mais propensos a ter introduzido uma coabitação relacionamento.
However, when these and many other factors were taken into account, the findings showed that women who had abortions were still significantly more likely to experience mental health problems.  Thus, the data contradicted the hypothesis that prior mental illness or other “pre-disposing” factors could explain the differences. No entanto, quando estes e muitos outros factores foram tidos em conta, os resultados mostraram que as mulheres que tiveram abortos foram ainda significativamente mais propensos a experimentar problemas de saúde mental. Assim, os dados contradizem a hipótese de que antes da doença mental ou outro “pré-eliminação” fatores poderiam explicar as diferenças.
“We know what people were like before they became pregnant,” Fergusson told The New Zealand Herald.  “We take into account their social background, education, ethnicity, previous mental health, exposure to sexual abuse, and a whole mass of factors.” “Sabemos que as pessoas eram como eles ficaram grávidas antes,” disse Fergusson A Nova Zelândia Herald. “Levamos em conta a sua origem social, educação, etnia, anterior a saúde mental, a exposição ao abuso sexual, e toda uma massa de fatores.”
The data persistently pointed toward the politically unwelcome conclusion that abortion may itself be the cause of subsequent mental health problems.  So Fergusson presented his results to New Zealand’s Abortion Supervisory Committee, which is charged with ensuring that abortions in that country are conducted in accordance with all the legal requirements. Os dados apontaram persistentemente politicamente indesejável para a conclusão de que o aborto poderá ser a causa de posteriores problemas de saúde mental. Então Fergusson apresentaram seus resultados para a Nova Zelândia do Aborto Comité de Fiscalização, que está encarregado de assegurar que o aborto no país são realizados em conformidade com todas as os requisitos legais. According to The New Zealand Herald, the committee told Fergusson that it would be “undesirable to publish the results in their ‘unclarified’ state.” Segundo o The New Zealand Herald, a comissão Fergusson disse que seria “indesejável para publicar os resultados na sua ‘unclarified” estado “.
Despite his own pro-choice political beliefs, Fergusson responded to the committee with a letter stating that it would be “scientifically irresponsible” to suppress the findings simply because they touched on an explosive political issue. Apesar de suas próprias convicções políticas pró-escolha, Fergusson respondeu à comissão com uma carta afirmando que seria “irresponsável cientificamente” para suprimir os resultados simplesmente porque tocou em uma questão política explosiva.
In an interview about the findings with an Australian radio host, Fergusson stated: “I remain pro-choice. I am not religious. I am an atheist and a rationalist. The findings did surprise me, but the results appear to be very robust because they persist across a series of disorders and a series of ages. . . . Abortion is a traumatic life event; that is, it involves loss, it involves grief, it involves difficulties. And the trauma may, in fact, predispose people to having mental illness.” Em uma entrevista sobre os resultados com um australiano rádio anfitrião, Fergusson declarou: “Continuo pró-escolha. Eu não sou religioso. Sou um ateu e um racionalista. As conclusões não me surpreende, mas os resultados parecem ser bastante robusto, pois eles persistirem em toda uma série de transtornos e uma série de idades…. O aborto é um evento traumático vida, isto é, trata-se de perda, que envolve dor, envolve dificuldades. E o trauma pode, na verdade, predispor as pessoas a ter doença mental. “
JOURNALS REJECT THE POLITICALLY INCORRECT RESULTS REVISTAS REJEITAR OS RESULTADOS politicamente incorrecto
The research team of the Christchurch Health and Development Study is used to having its studies on health and human development accepted by the top medical journals on first submission.  After all, the collection of data from birth to adulthood of 1,265 children born in Christchurch is one of the most long-running and valuable longitudinal studies in the world.  But this study was the first from the experienced research team that touched on the contentious issue of abortion. A equipe de pesquisa do Christchurch Saúde e Desenvolvimento Estudo é utilizada para ter seus estudos sobre a saúde e desenvolvimento humano aceite pelo topo revistas médicas na primeira apresentação. Afinal de contas, a recolha de dados desde o nascimento até à idade adulta de crianças nascidas em 1265 Christchurch é um da mais longa e valiosa de estudos longitudinais em todo o mundo. Porém, este estudo foi o primeiro a partir da investigação experiente equipe que tocou na questão polémica do aborto.
Ferguson said the team “went to four journals, which is very unusual for us — we normally get accepted the first time.” Ferguson disse que a equipa “deslocou-se a quatro revistas, o que é muito incomum para nós – nós normalmente aceite receber a primeira vez.” Finally, the fourth journal accepted the study for publication. Por último, a quarta revista aceita para publicação do estudo.
Although he still holds a pro-choice view, Fergusson believes women and doctors should not blindly accept the unsupported claim that abortion is generally harmless or beneficial to women.  He appears particularly upset by the false assurances of abortion’s safety given by the American Psychological Association (APA). Embora ele ainda mantém uma perspectiva pró-escolha, Fergusson considera as mulheres e os médicos não devem aceitar cegamente o unsupported alegação de que o aborto é geralmente inofensiva ou benéfica para as mulheres. Ele parece particularmente preocupado pelas falsas garantias de segurança do aborto dadas pela American Psychological Association ( APA).
In a 2005 statement, the APA claimed that “well-designed studies” have found that “the risk of psychological harm is low.” Em 2005 uma declaração, a APA afirmou que “bem concebido estudos” constataram que “o risco de dano psicológico é baixo.” In the discussion of their results, Fergusson and his team note that the APA’s position paper ignored many key studies showing evidence of abortion’s harm and looked only at a selective sample of studies that have serious methodological flaws. Na discussão dos seus resultados, Fergusson e sua equipe nota que a posição da APA papel fundamental ignorados muitos estudos que mostram evidências de efeitos nocivos do aborto e olhou apenas em uma amostra seletiva de estudos que têm graves falhas metodológicas.
Fergusson told reporters that “it verges on scandalous that a surgical procedure that is performed on over one in 10 women has been so poorly researched and evaluated, given the debates about the psychological consequences of abortion.” Fergusson disse aos jornalistas que “é escandaloso que raia sobre um procedimento cirúrgico que é realizado em mais de um em cada 10 mulheres tem sido tão mal estudadas e avaliadas, tendo em conta os debates sobre as conseqüências psicológicas do aborto.”
Following Fergusson’s complaints about the selective and misleading nature of the 2005 APA statement, the APA removed the page from their Internet site.  The statement can still be found through a web archive service, however. Na sequência de queixas sobre o Fergusson selectiva e enganosa natureza da declaração APA 2005, a APA removido da página de seu site da Internet. A declaração ainda pode ser encontrado através de um serviço de arquivo na web, no entanto.
STUDY MAY HAVE PROFOUND INFLUENCE ON MEDICINE, LAW, AND POLITICS Estudo pode ter influência profunda sobre medicina, direito, E POLÍTICA
The reaction to the publication of the Christchurch study is heating up the political debate in the United States.  The study was introduced into the official record at the senate confirmation hearings for Supreme Court Justice Samuel Alito. A reacção à publicação do estudo Christchurch é aquecer o debate político nos Estados Unidos. O estudo foi introduzido no registo oficial no senado confirmação audições Supremo Tribunal de Justiça Samuel Alito. Also, a US congressional subcommittee chaired by Representative Mark Souder (R-IN) has asked the National Institutes of Health (NIH) to report on what efforts the NIH is undertaking to confirm or refute Fergusson’s findings. Além disso, uma subcomissão E.U. Congresso presidido pelo representante Mark Souder (R-IN) convidou o National Institutes of Health (NIH) para informar sobre o que está a empreender esforços do NIH para confirmar ou refutar conclusões da Fergusson.
The impact of the study in other countries may be even more profound. O impacto do estudo em outros países pode ser ainda mais profunda. According to The New Zealand Herald, the Christchurch study may require doctors in New Zealand to certify far fewer abortions.  Approximately 98 percent of abortions in New Zealand are done under a provision in the law that only allows abortion when “the continuance of the pregnancy would result in serious danger (not being danger normally attendant upon childbirth) to the life, or to the physical or mental health, of the woman or girl.” Segundo o The New Zealand Herald, o estudo pode exigir Christchurch médicos na Nova Zelândia para certificar muito menos abortos. Aproximadamente 98 por cento dos abortos na Nova Zelândia são feitas ao abrigo de uma disposição na lei que só permite o aborto quando “a continuação da gravidez seria resultar em perigo grave (não sendo normalmente perigo tratador após parto) para a vida, ou para a saúde física ou psíquica, da mulher ou menina. “
Doctors performing abortions in Great Britain face a similar legal problem.  Indeed, the requirement to justify an abortion is even higher in British law.  Doctors there are only supposed to perform abortions when the risks of physical or psychological injury from allowing the pregnancy to continue are “greater than if the pregnancy was terminated.” Médicos realização de abortos na Grã-Bretanha enfrentam um problema jurídico semelhante. Na verdade, o requisito para justificar um aborto ainda é maior no direito britânico. Médicos só existem supostamente para realizar abortos quando os riscos de lesão física ou psicológica de permitir que a gravidez são para continuar “maior do que se a gravidez foi encerrado.”
According to researcher Dr. David Reardon, who has published more than a dozen studies investigating abortion’s impact on women, Fergusson’s study reinforces a growing body of literature showing that doctors in New Zealand, Britain and elsewhere face legal and ethical obligations to discourage or refuse contraindicated abortions. Segundo o pesquisador Dr. David Reardon, que já publicou mais de uma dúzia de estudos investigando o impacto do aborto sobre as mulheres, Fergusson do estudo reforça um crescente corpo de literatura mostrando que os médicos na Nova Zelândia, Grã-Bretanha e noutros países enfrentam obrigações legais e éticas para desencorajar ou recusar contra abortos.
“Fergusson’s study underscores that fact that evidence-based medicine does not support the conjecture that abortion will protect women from ‘serious danger’ to their mental health,” said Reardon.  “Instead, the best evidence indicates that abortion is more likely to increase the risk of mental health problems.  Physicians who ignore this study may no longer be able to argue that they are acting in good faith and may therefore be in violation of the law.” “Fergusson do estudo ressalta que o fato de que a medicina baseada em evidências não suporta a conjectura de que o aborto vai proteger as mulheres de” grave perigo “para sua saúde mental”, disse Reardon. “Pelo contrário, a melhor evidência indica que o aborto é mais provável que o aumento risco de problemas de saúde mental. Physicians ignorar que este estudo pode já não ser capaz de argumentar que eles estão agindo de boa fé e podem, portanto, estar em violação da lei. “
“Record-based studies in Finland and the United States have conclusively proven that the risk of women dying in the year following an abortion is significantly higher than the risk of death if the pregnancy is allowed to continue to term,” said Reardon, who directs the Elliot Institute, a research organization based in Springfield, Illinois.  “So the hypothesis that the physical risks of childbirth surpass the risks associated with abortion is no longer tenable.  That means most abortion providers have had to look to mental health advantages to justify abortion over childbirth.” “Gravar com base em estudos na Finlândia e os Estados Unidos têm provado conclusivamente que o risco das mulheres que morrem no ano seguinte um aborto é significativamente maior do que o risco de morte se a gravidez é autorizada a continuar a prazo”, disse Reardon, que dirige o Elliot Institute, uma organização de investigação com base em Springfield, Illinois. “Portanto, a hipótese de que os riscos físicos de parto superar os riscos associados com o aborto já não é defensável. Isso significa que mais tiveram aborto prestadores de olhar para a saúde mental vantagens para justificar o aborto ao longo do parto. “
But Reardon now believes that alternative for recommending abortion no longer passes scientific muster, either. Reardon Mas agora acredita que a alternativa para recomendar o aborto já não passa científica muster, quer.
“This New Zealand study, with its unsurpassed controls for possible alternative explanations, confirms the findings of several recent studies linking abortion to higher rates of psychiatric hospitalization. depression, generalized anxiety disorder, substance abuse, suicidal tendencies, poor bonding with and parenting of later children, and sleep disorders,” he said.  “It should inevitably lead to a change in the standard of care offered to women facing problem pregnancies.” “Este estudo Nova Zelândia, com a sua insuperável possíveis explicações alternativas para o controlo, confirma as conclusões de vários estudos recentes ligando aborto para taxas mais elevadas de internação psiquiátrica. Depressão, transtorno de ansiedade generalizada, abuso de substâncias, tendências suicidas, pobres e com vínculo de parentalidade mais tarde crianças, e distúrbios do sono “, disse ele.” Há inevitavelmente levar a uma mudança no padrão de atendimento oferecido às mulheres enfrentam problema gravidez. “
SOME WOMEN MAY BE AT GREATER RISK Algumas mulheres podem estar em maior risco
Reardon, a biomedical ethicist, is an advocate of “evidence- based medicine”–a movement in medical training that encourages the questioning of “routine, accepted practices” which have not been proven to be helpful in scientific trials.  If one uses the standards applied in evidence-based medicine, Reardon says, one can only conclude that there is insufficient evidence to support the view that abortion is generally beneficial to women.  Instead, the opposite appears to be more likely. Reardon, um biomédico ethicist, é um defensor da “medicina baseada em evidências” – um movimento de formação médica que encoraja o questionamento de “rotina, aceite práticas” que não tenham sido provado ser útil em estudos científicos. Se um usa o normas aplicadas na medicina baseada em evidências, Reardon diz, só podemos concluir que não há provas suficientes para apoiar a opinião de que o aborto é, geralmente benéfica para as mulheres. Em vez disso, o oposto parece ser mais provável.
“It is true that the practice of medicine is both an art and a science,” Reardon said. “É verdade que a prática da medicina é simultaneamente uma arte e uma ciência”, disse Reardon. “But given the current research, doctors who do an abortion in the hope that it will produce more good than harm for an individual woman can only justify their decisions by reference to the art of medicine, not the science.” “Mas, dada a atual pesquisa, os médicos que fazem um aborto, na esperança de que ele irá produzir mais dano do que bom para um indivíduo mulher só pode justificar as suas decisões por referência à arte da medicina, e não a ciência.”
According to Reardon, the best available medical evidence shows that it is easier for a woman to adjust to the birth of an unintended child than it is to adjust to the emotional turmoil caused by an abortion. Segundo a Reardon, a melhor evidência médica disponível mostra que é mais fácil para uma mulher a ajustar-se ao nascimento de uma criança que não é inesperada para ajustar-se ao turbilhão emocional causado por um aborto.
“We are social beings, so it is easier for people to adjust to having a new relationship in one’s life than to adjust to the loss of a relationship,” he said.  “In the context of abortion, adjusting to the loss is especially difficult if there any unresolved feelings of attachment, grief, or guilt.” “Nós somos seres sociais, por isso é mais fácil para as pessoas terem de se ajustar a uma nova relação de uma vida do que para regular a perda de um relacionamento”, disse ele. “No contexto do aborto, que adapta à perda é especialmente difícil se houver qualquer resolver sentimentos de apego, luto, ou culpa. “
By using known risk factors, the women who are at greatest risk of severe reactions to abortion could be easily identified, according to Reardon.  If this were done, some women who are at highest risk of negative reactions might opt for childbirth instead of abortion. Ao utilizar conhecidos fatores de risco, as mulheres que estão em maior risco de reacções graves ao aborto poderiam ser facilmente identificados, de acordo com Reardon. Se isso foi feito, algumas mulheres que estão em maior risco de reacções negativas podem optar por parto, em vez de aborto.
In a recent article published in The Journal of Contemporary Health Law and Policy, Reardon identified approximately 35 studies that had identified statistically validated risk factors that most reliably predict which women are most likely to report negative reactions. Em um recente artigo publicado no The Journal of Contemporary Health Law and Policy, Reardon identificou cerca de 35 estudos que tinha identificado validado estatisticamente que a maioria dos fatores de risco fiavelmente predizer quais as mulheres têm maior probabilidade de relatar reações negativas.
“Risk factors for maladjustment were first identified in a 1973 study published by Planned Parenthood,” Reardon said. “Os fatores de risco para desajuste foram inicialmente identificados em 1973 um estudo publicado pela Planned Parenthood”, disse Reardon. “Since that time, numerous other researchers have further advanced our knowledge of the risk factors which should be used to screen women at highest risk.  These researchers have routinely recommended that the risk factors should be used by doctors to identify women who would benefit from more counseling, either so they can avoid contraindicated abortions or so they can receive better followup care to help treat negative reactions.” “Desde esse tempo, muitos outros pesquisadores têm mais avançadas dos nossos conhecimentos sobre os fatores de risco que deve ser utilizado para rastrear as mulheres sob maior risco. Estes investigadores têm rotineiramente recomendado que os fatores de risco devem ser utilizadas pelos médicos para identificar as mulheres que se beneficiariam de uma maior aconselhamento, quer para que possam evitar ou contra o aborto, para que possam receber cuidados followup melhor para ajudar a tratar reações negativas. “
Feeling pressured by others to consent to the abortion, having moral beliefs that abortion is wrong, or having already developed a strong maternal attachment to the baby are three of the most common risk factors, Reardon says. Sentindo-se pressionados pelos outros para consentimento ao aborto, com convicções morais que o aborto é errado, ou já ter desenvolvido um forte vínculo materno para o bebê são três dos principais fatores de risco comuns, Reardon diz.
While screening makes sense, Reardon says that in practice, screening for risk factors is rare for two reasons. Embora a análise faz sentido, Reardon diz que, na prática, o rastreio de factores de risco é rara, por duas razões.
“First, there are aberrations in the law that shield abortion providers from any liability for emotional complications following an abortion,” he said.  “This loophole means that abortion clinics can save time and money by substituting one- size-fits-all counseling for individualized screening. “Em primeiro lugar, existem aberrações na lei que escudo aborto fornecedores a partir de qualquer responsabilidade por complicações emocionais após um aborto”, disse. “Esta lacuna significa que o aborto clínicas podem poupar tempo e dinheiro, substituindo uma de tamanho único para todos aconselhamento para individualizadas rastreio.
“The second obstacle in the way of screening is ideological. Many abortion providers insist that it is not their job to try to figure out whether an abortion is more likely to hurt than help a particular woman. They see their role as to ensure that any woman who wants an abortion is provided one.” “O segundo obstáculo no caminho do rastreio é ideológica. Muitos fornecedores insistem em que o aborto não é seu trabalho para tentar descobrir se um aborto é mais susceptível de ferir do que ajudar uma mulher especial. Eles vêem o seu papel como para garantir que qualquer mulher que deseja um aborto é fornecido um “.
“This ‘buyer beware’ mentality is actually inconsistent with medical ethics,” Reardon said. “Este” comprador beware “mentalidade é realmente inconsistente com ética médica”, disse Reardon. “Actually, the ethic governing most abortion providers’ services is no different than that of the abortionists: ‘If you have the money, we’ll do the abortion.’ “Na verdade, a ética que regem a maioria aborto dos prestadores de serviços não é diferente do que o do abortionists: ‘Se você tiver o dinheiro, nós vamos fazer o aborto.” Women deserve better.  They deserve to have doctors who act like doctors. That means doctors who will give good medical advice based on the best available evidence as applied to each patient’s individual risk profile.” As mulheres merecem melhor. Eles merecem a ter médicos que atuam como médicos. Isso significa que médicos que vai dar bons conselhos médicos baseados nas melhores evidências disponíveis, tal como é aplicado para cada paciente individual do perfil de risco. “
Fergusson also believes that the same rules that apply to other medical treatments should apply to abortion. Fergusson acredita também que as mesmas regras que se aplicam a outros tratamentos médicos, deve aplicar-se ao aborto. “If we were talking about an antibiotic or an asthma risk, and someone reported adverse reactions, people would be advocating further research to evaluate risk,” he said in the New Zealand Herald. “Se estivéssemos falando de um antibiótico ou um risco asma, e alguém relatadas as reacções adversas, as pessoas seriam defendem uma maior investigação para avaliar os riscos”, disse ele na Nova Zelândia Herald. “I can see no good reason why the same rules don’t apply to abortion.” “Não vejo qualquer razão para as mesmas regras não se aplicam ao aborto.”
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SOURCES: FONTES:
David M. Fergusson, L. John Horwood, and Elizabeth M. Ridder, “Abortion in young women and subsequent mental health,” Journal of Child Psychology and Psychiatry 47(1): 16-24, 2006. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&db=pubmed&dop… uids=16405636&query hl=1&itool=pubmed docsum David M. Fergusson, Horwood John L., e Elizabeth M. Ridder, “O aborto em mulheres jovens e subseqüente saúde mental”, Journal of Child Psychology and Psychiatry 47 (1): 16-24, 2006. Http://www. ncbi.nlm.nih.gov / entrez / query.fcgi? cmd = Obter & db = & Pubmed dop … uids = 16405636 & query = 1 & hl = itool Pubmed docsum
Tom Iggulden, “Abortion increases mental health risk: study” AM transcript. http://www.abc.net.au/am/content/2006/s1540914.htm Tom Iggulden, “Aborto aumenta risco a saúde mental: estudo” AM transcrição. Http://www.abc.net.au/am/content/2006/s1540914.htm
Nick Grimm “Higher risk of mental health problems after abortion: report” Australian Broadcasting Corporation. Nick Grimm “maior risco de problemas de saúde mental após o aborto: relatório” Australian Broadcasting Corporation. 03/01/2006 http://www.abc.net.au/7.30/content/2006/s1541543.htm 03/01/2006 http://www.abc.net.au/7.30/content/2006/s1541543.htm
Ruth Hill, “Abortion Researcher Confounded by Study” New Zealand Herald 1/5/06, http://www.nzherald.co.nz Ruth Hill, “Aborto Pesquisador confundidos pelo Estudo” New Zealand Herald 1/5/06, http://www.nzherald.co.nz
APA Briefing Paper on The Impact of Abortion on Women, http://web.archive.org of http://www.apa.org/ppo/issues/womenabortfacts.html APA Perspectiva Livro sobre o impacto do aborto sobre a Mulher, http://web.archive.org de http://www.apa.org/ppo/issues/womenabortfacts.html
Information on studies showing higher death rates after abortion: http://www.afterabortion.info/news/CDCdeathswrong.htm Informações sobre estudos mostrando maiores taxas de mortalidade após o aborto: http://www.afterabortion.info/news/CDCdeathswrong.htm
Disponível em:
Aborto traz graves Danos para a saúde da mulher, Aborto, fala a Ciência Médica, Científicos Publicações Etiquetado: | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Roe versus Reality — Abortion and Women’s Health

THE NEW ENGLAND JOURNAL OF MEDICINE
 
Esta materia em
 
Perspective

Roe versus Reality — Abortion and Women’s Health

Alexi A. Wright, M.D., and Ingrid T. Katz, M.D., M.H.S.
N Engl J Med 2006; 355:1-9July 6, 2006
Article
References
Citing Articles (9)
Audio Interview
Interview with Dr. Watson Bowes on Abortion and Women’s Health.

Interview with Dr. Watson Bowes on Abortion and Women’s Health. (8:06)

Audio Interview
Interview with Dr. Kenneth Edelin on Abortion and Women’s Health.

Interview with Dr. Kenneth Edelin on Abortion and Women’s Health. (10:49)

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Images from the Abortion and Contraception Clinic of Nebraska and A Woman’s Touch Pregnancy Counseling Center.

Images from the Abortion and Contraception Clinic of Nebraska and A Woman’s Touch Pregnancy Counseling Center.

Sandra Jones was on her way to a Nebraska operating room to have an abscess drained when she learned that, once again, she had defied medical odds. Six months earlier, doctors had diagnosed breast cancer in the 31-year-old mother of two. Because her test results were positive for the breast cancer susceptibility gene 1 (BRCA1) and she was at high risk for ovarian cancer and recurrent breast cancer, they had recommended bilateral mastectomy, chemotherapy, and a hysterectomy, but Jones (whose name has been changed to protect her privacy) was not ready to give up childbearing. Her doctors warned that though it would be extremely difficult for her to conceive after chemotherapy, she should actively avoid pregnancy for at least six months, since it would complicate her disease and the drugs would increase the risk of serious birth defects. After struggling through treatment, Jones returned home to find that her husband had left her. Now, a few weeks later, routine preoperative tests revealed that she was pregnant.Jones wanted to terminate the pregnancy, but no physician at the hospital was willing to perform an abortion. So several days later, she searched the telephone book and found LeRoy Carhart’s Abortion and Contraception Clinic of Nebraska in Bellevue, a small city just south of Omaha.Carhart is famous among abortion providers. He first made national headlines in 2000, when he helped to overturn a Nebraska law banning “partial-birth” abortion. In a five-to-four decision in Sternberg v. Carhart, the U.S. Supreme Court declared the law unconstitutional because it provided no exception for the woman’s health and its vague definition of the banned procedure placed an “undue burden” on women.Despite this decision, in 2003 President George W. Bush signed the federal Partial-Birth Abortion Ban Act. Carhart and a nonprofit legal organization called the Center for Reproductive Rights filed a lawsuit in Nebraska, as did others in New York and California; in all three states, district and appeals court judges ruled the ban unconstitutional. This past February, however, after Justice Samuel Alito was appointed, the Supreme Court decided to hear Gonzales v. Carhart. Oral arguments will take place this fall.Carhart is one of the few doctors in Nebraska who performs abortions. Although 35 percent of women in the United States undergo an abortion before they are 45 years of age, providers are increasingly scarce. Each year, 1.3 million women in the United States undergo an abortion, but in 2000 only 3 percent of rural areas in the United States had an abortion provider, and 87 percent of U.S. counties had none. Eighteen states had fewer than 10 doctors willing to perform abortions (see mapAvailability in Each State of Providers Who Perform 400 or More Abortions per Year.).1 In the United States, nearly 20 percent of hospital beds are in facilities with religious affiliations, most of which prohibit physicians from providing abortions.2 According to the Guttmacher Institute, although nationwide about 1 in 14 abortions is sought for health reasons, only two hospitals in Nebraska offer pregnancy terminations, and they do so only under rare circumstances, such as intrauterine fetal death; each of these hospitals performs fewer than 10 pregnancy terminations per year. Nevertheless, in 2004, women from many other states traveled to Nebraska for abortions — at Carhart’s clinic. Occasionally, when a hospital refuses, Carhart is asked to terminate a pregnancy that threatens a woman’s health. In a recent case, a woman with severe pregnancy-associated renal failure traveled 200 miles by ambulance for an abortion. She arrived with her hospital identification bracelet and an intravenous line in place, underwent the procedure, and was shipped back to her hospital bed.Similar events have occurred in many other states. In 1998, the Louisiana State University Medical Center in Shreveport refused to provide an abortion for Michelle Lee, a woman with cardiomyopathy who was on the waiting list for a heart transplant, despite her cardiologist’s warning that the pregnancy might kill her. Hospital policy dictated that to qualify for an abortion, a woman’s risk of dying had to be greater than 50 percent if her pregnancy was carried to term; a committee of physicians ruled that Lee did not meet this criterion. Since her cardiomyopathy made an outpatient abortion too dangerous, she traveled 100 miles to Texas by ambulance to have her pregnancy terminated.Some women cross continents to find Carhart’s clinic, a small, brown building on the edge of Bellevue. Last year, Carhart and his 10 staff members performed 1250 abortions there. The clinic has three rooms, each equipped with an examination table, an ultrasound machine, and a pulse oximeter. Carhart performs most first-trimester and early second-trimester abortions with a curette and a vacuum cannula, removing the pregnancy sac under ultrasound guidance. He performs abortions up to 24 weeks after conception, the legal limit.A shy man, Carhart speaks softly and rarely smiles or makes eye contact, except when speaking with his patients. Nearly six feet tall, with thick, white hair, he is a quietly imposing figure. Outside the examination room, almost every sentence he speaks is interrupted by his cell phone — on which he is available around the clock since he stopped using an answering service. “I couldn’t find enough pro-choice operators,” he explained. “We lost a lot of calls from patients because the service wouldn’t put them through.”It’s hard to imagine him as a robust young surgeon in the Air Force, where he practiced for two decades — until you witness his dogged determination to keep abortion available and safe. After leaving the military, Carhart opened a clinic for emergency surgery. Abortions were a small part of his practice until 1991, when, on the day the Nebraska Parental Notification Law was passed, his house and stables burned down, killing 17 horses, his dog, and his cat. Although the fire had started in seven different locations on his property, it was never declared arson, and no one was charged with a crime. “Everything we owned except the clothes on our backs and the cars we were driving was destroyed,” said Carhart. “The following morning, I received a letter from someone claiming responsibility, likening the murder of my horses to the murder of children.”The fire transformed Carhart’s life. Determined not to “cede a victory to the antis,” he began providing abortions full-time. For a few years, he worked in six states, leaving each day at 6 a.m. and returning home at 11 p.m. Now he moonlights in a Kansas abortion clinic to keep his practice afloat, but his primary office is in Bellevue, situated between a gas station and an antiabortion counseling center for pregnant women called A Woman’s Touch. The Catholic school across the street erected a granite tombstone after Carhart moved in; engraved with an image of Jesus holding a baby with angel’s wings, it reads: “In Memory of the Unborn Child.” From the outside, Carhart’s clinic looks almost abandoned; its windows were boarded up after people shot through them. Nevertheless, cars are parked outside and protestors cluster together at the edge of the parking lot. A large sign on the building reads: “Abortion and Contraception Clinic of Nebraska.”LeRoy Carhart’s Abortion and Contraception Clinic of Nebraska, Bellevue. Next door, an even larger billboard above A Woman’s Touch advertises free pregnancy testing and confidential counseling. Nationally, such centers outnumber abortion clinics six to one.3 Most are staffed by volunteers and funded by churches, private citizens, or state governments. Thirteen states sell “Choose Life” license plates that help to support these facilities. The Bellevue center was started by Liz Miller, a middle-aged woman with a degree in Biblical studies and training as a licensed practical nurse who used to protest outside Carhart’s clinic. A Woman’s Touch has an annual budget of $100,000 and serves approximately 60 women per month, free of charge, with the stated aim of providing complete information. “We feel strongly,” said Miller, “that women are not receiving all of the information they need to make their decision.”The center is a two-story pink building that looks airy and inviting. Although it is not a clinic, it offers pregnancy tests and employs a nurse to counsel patients. It has a waiting room and several consultation rooms, including one with an examination table and an ultrasound machine. One of the many brochures available in the entryway suggests that abortion is associated with an increased risk of breast cancer and that “a woman diagnosed with breast cancer while pregnant has a significantly longer life expectancy if she gives birth rather than aborting.” According to the National Cancer Institute, there is no credible evidence to support these claims; indeed, a recent large meta-analysis found no such link.4 Signs advertise workshops and retreats for women with “post-abortion stress syndrome.” This diagnosis is not recognized by the American Psychiatric Association or the American Psychological Association; a study of women’s responses to abortions indicated that distress is greatest before the procedure and that there are few severe negative responses afterward.5 The center also offers prenatal parenting classes, baby clothes, and postabortion Bible studies. If a woman is “abortion-minded,” it offers fetal ultrasonography. “Most of the women who see ultrasounds choose to parent,” reported Miller. “Once you watch that little heart beating or see fingers and toes, a sense of regret develops.”Each day, the same protestors assemble outside Carhart’s clinic. With signs showing Jesus on one side and mutilated fetuses on the other, they approach each car pulling into the driveway, urging women to visit the center next door instead. “Don’t let them destroy the most precious thing inside of you,” they shout. The protestors and Carhart’s staff have known each other for years and exchange daily barbs; in March, after sending employees threatening letters, protestors began showing up at their homes as well.The clinic’s entryway is flanked by two sets of doors that can lock instantly if the office is threatened. Like most abortion providers, Carhart takes precautions to protect himself and his staff. Each day, he and his wife, Mary, who works with him, drive a different route to work. When they are indoors, they sit away from windows, facing the door. After Barnett Slepian — an abortion provider in suburban Buffalo, New York — was murdered in 1998, police brought the Carharts bulletproof vests. They wore them until, as Carhart drily noted, “we realized that the antis usually shoot providers in the head.”Inside Carhart’s office, the atmosphere changes: the walls are covered with thank-you letters from patients, national awards, and portraits of the horses that were killed in the fire. The members of the staff are full of camaraderie. During abortions, they console women, explaining the procedure and chatting with them about their pets, work, or families. The conversation continues in the recovery room, where women sit in recliners while assistants provide antibiotics, postoperative instructions, and contraceptive counseling. Some patients write in the clinic’s diary, which was started by a 14-year-old girl who wrote a letter to future patients, sharing her story and reassuring them about the procedure. Before each woman leaves, she must void her bladder, circle the hallway 15 times, and show that her bleeding is slowing; since many patients live hours away, Carhart’s staff makes sure that they are stable before they depart.When we met Carhart one recent morning, he had already performed two abortions and had eight more scheduled. His next patient was a woman who had come in the previous day and been sent home because the staff did not think she was emotionally ready. She returned with her brother, who spent most of the time outside with the protestors, coming in occasionally to remind her that she was going to hell. In her purse, she carried protestors’ pamphlets featuring pictures of developing fetuses. Before starting, Carhart asked her if she was sure she wanted to do this. She nodded. Throughout the procedure, though, she cried quietly. Afterward, Carhart asked whether the protestors had gotten to her. “No,” she sobbed. “The guilt did.”That day, Carhart saw high-school students, housewives, a patient with breast cancer, and a Native American woman from a South Dakota reservation 12 hours away. Carhart has many patients from South Dakota, which has only one abortion clinic and mandates a 24-hour waiting period for abortions, parental notification for minors who are seeking pregnancy terminations, and state-scripted counseling. The last South Dakota abortion provider retired 10 years ago, so a doctor from Minnesota flies to South Dakota one day each week to perform only first-trimester abortions at the remaining clinic.In March, South Dakota Governor Mike Rounds went one step further, signing into law an outright ban on abortion. The measure, intended as a direct challenge to Roe v. Wade, would make it a felony for a doctor to perform an abortion unless it was necessary to save a woman’s life. The bill has no exception for rape, incest, or health — and does not define what constitutes a life-threatening condition. The ban was scheduled to go into effect on July 1, until a grassroots coalition collected the signatures required to send it to a voter referendum in November. Early signs suggest the ban may be overturned: in a survey of registered voters, 57 percent said they would vote against it, 35 percent said they would vote to uphold it, and 8 percent were undecided.At the federal level, in Gonzales v. Carhart,the Supreme Court will decide whether to uphold the Partial-Birth Abortion Ban Act that restricts second-trimester abortions to women with life-threatening conditions. A central question is whether the Court will accept the law’s definition of “partial-birth” abortion, a term used by antiabortion forces to describe intact dilation and extraction (D&X).In the act, the definition of “partial-birth” abortion reads:

The person performing the abortion deliberately and intentionally vaginally delivers a living fetus until, in the case of a head-first presentation, the entire fetal head is outside the body of the mother, or, in the case of breech presentation, any part of the fetal trunk past the navel is outside the body of the mother for the purpose of performing an overt act that the person knows will kill the partially delivered living fetus.

Physicians who violate the law could face up to two years of imprisonment, be subject to civil lawsuits, and be held responsible for financial compensation of “all injuries, psychological and physical.” Defendants could appeal to their state medical board for a hearing to prove that the abortion was necessary to save the woman’s life. However, Carhart notes that “most physicians are not going to risk their careers to prove a woman’s condition is life-threatening — not if the only backup they have is a state medical board.”Some abortion-rights activists and physicians, including Carhart, argue that the definition of “partial-birth” abortion is so vague that the law would apply to dilation and evacuation (D&E), the procedure routinely used for second-trimester abortions. In Sternberg v. Carhart, Justice Stephen Breyer wrote: “Even if the [Nebraska] statute’s basic aim is to ban intact D&X, its language makes clear that it also covers a much broader category of procedures.” But antiabortion activists insist that the federal law targets intact D&X exclusively. Clarke Forsythe, the former president of Americans United for Life, said that far from being too broad, the law “is so narrowly drafted that it may never be enforced.”Much media coverage has focused on the rarity of intact D&X; in 2000, for example, this procedure accounted for 0.17 percent of all abortions. Introduced as a method for reducing complications in late second-trimester abortions, it is usually performed over the course of two to three days, beginning with the insertion of a laminaria. Once the cervix is sufficiently dilated, the fetus is removed intact; this often requires collapsing the fetal calvaria so the fetal skull can pass through the patient’s cervix. In contrast, D&E is a destructive procedure that involves evacuation of the fetus and placenta, usually in pieces, with forceps and a vacuum. Many abortion providers try to keep the fetus as intact as possible while removing it, though, in order to minimize the retention of products of conception. Some abortion providers argue that intact D&X is safest for the woman, since it minimizes the risk of uterine injury, cervical tears, and retained products of conception. However, the procedure is controversial, even among abortion-rights supporters.The antiabortion movement argues that the Court’s decision regarding Sternberg v. Carhart does not reflect the people’s will. More than half of the states have passed “partial-birth” abortion bans, but the Supreme Court’s decision made them unenforceable. “Seventy to 80 percent of the public thinks that this is a barbaric procedure,” argues Forsythe. “Despite this, the Supreme Court swept away 30 state laws.” Forsythe opposes the inclusion of a health exception in the law, arguing that “there is no ban if there’s a health exception.” In pre-Roe days, many hospitals offered abortion to women with life-threatening or high-risk pregnancies, despite state laws against it. Physician committees decided who was eligible for abortions and often granted them on psychiatric grounds; poor women had limited access to these procedures.Today, many antiabortion activists believe that late second-trimester abortions should be performed through labor induction so that the fetus will die of prematurity, rather than be killed. But “that is a fine line with a long history,” said Kenneth Edelin, who was convicted of fetal manslaughter in 1975 for performing a second-trimester abortion two years after Roe v. Wade. Edelin, now an emeritus professor of obstetrics and gynecology at the Boston University School of Medicine, was a resident in 1973, when a mother brought her pregnant 17-year-old daughter to the hospital requesting an abortion. Edelin attempted to terminate the pregnancy by infusing saline into the amniotic sac but was unable to reach it because of a low-lying anterior placenta. The mother begged him to try another method. She explained that her abusive husband might hurt their daughter if he discovered she was pregnant. After conferring with his attending physician, Edelin performed a hysterotomy, making a small incision in the uterus and removing the fetus and placenta in a procedure similar to a cesarean section.Four months later, the Boston District Attorney’s office discovered the case when it subpoenaed the medical records of 88 women who had undergone abortions. Edelin was indicted. At grand-jury hearings, most of the physicians pled the Fifth Amendment, but Edelin told the truth, believing he was protected by the law. The assistant district attorney who charged him with manslaughter argued that the 20-week-old fetus had become a person once the placenta was detached from the woman and should have been resuscitated. The defense argued that it was stillborn, as indicated at autopsy. Nevertheless, when the case went to trial, Edelin was found guilty.Newspapers nationwide reported on the trial, and there was an immediate chilling effect. “Once I was indicted, hospitals up and down both coasts stopped performing second-trimester abortions,” recalled Edelin. “Many hospital administrators stopped permitting residents to take part in abortion at all.” But there was also an outpouring of support from women who had undergone pregnancy terminations before Roe v. Wade. “I received thousands of letters describing women’s experiences — lying on a kitchen table on a sheet of newspaper with a single light bulb overhead, undergoing an abortion alone without anesthesia, antiseptic, or anyone to support her,” said Edelin. “Many women were raped as a part of the process. It’s amazing the indignities — the risk to life and future fertility — these women faced when they were alone and frightened.” Edelin appealed to the Supreme Judicial Court of Massachusetts, and eventually the verdict was reversed.Abortion veterans like Carhart fear that Roe may soon be overturned. If that happens, states will have to choose whether to ban or protect abortion. Most have abortion laws on their books, but they are superseded by Roe, as long as it survives. Antiabortion activists are split on whether they should try to overturn it. After Governor Rounds signed the South Dakota ban into law, his approval rating dropped 12 percent. Most of the public still support some form of abortion: polls show that 66 percent of Americans believe that abortion should be legal in the first trimester and that they overwhelmingly support abortion in cases of rape, endangerment of health, or serious fetal anomalies. Yet in 2006, legislators in 12 states introduced bills that would ban nearly all abortions; as of early June, the governor of Louisiana was poised to sign a ban similar to South Dakota’s, which will go into effect if Roe is overturned.Number of Reported Abortions in the United States, 1973–2002. Watson Bowes, emeritus professor of obstetrics and gynecology at the University of North Carolina, is among those who argue that Roe v. Wade is a misuse of federal authority: “The Supreme Court used raw judicial power to trump state legislators, and the decision should be overturned on those grounds.” Other antiabortion activists advocate incremental changes in state laws to limit the provision of abortion. These changes include parental consent laws, fetal homicide laws (making it two crimes to kill a pregnant woman), strict regulations for abortion clinics, and legislation requiring physicians to offer women fetal ultrasonography before an abortion.This strategy is already having an effect, argued Katherine Grainger, legislative counsel at the Center for Reproductive Rights. “With each year, more and more restrictions on Roe are being passed.” Ultimately, Grainger said, “we’ll see it slowly eviscerated to the point where . . . it’s hollow.”Many older abortion providers believe that the complacency of younger women and physicians is partially responsible for the current state of affairs. “They don’t remember the thousands of women who died from septic abortions,” argued Edelin. “They don’t realize that this is a battle to save women’s lives — not a battle for choice.”As new legislation is passed, the courts will hear more cases that challenge Roe,and physicians may increasingly risk their careers and their lives if they choose to provide abortions. With each new decision to limit abortion, more American women lose their access. Whether the Supreme Court ultimately upholds or overturns the Partial-Birth Abortion Ban Act, one thing is certain: poor women in rural America are bearing the brunt of these decisions, and some may pay with their lives.

Interviewswith Dr. Watson Bowes, emeritus professor of obstetrics and gynecology at the University of North Carolina in Chapel Hill, and Dr. Kenneth Edelin, emeritus professor of obstetrics and gynecology at the Boston University School of Medicine, can be heard at http://www.nejm.org.

Source Information

Dr. Wright is a fellow in hematology–oncology at the Dana–Farber Cancer Institute, Boston, and Dr. Katz is a fellow in infectious disease at the Beth Israel Deaconess Medical Center, Boston. Both are editorial fellows at the Journal.

OS RISCOS DE ABORTAR – perigos físicos e emocionais do aborto

OS riscos de abortar é matéria da Revista FACTOS DA VIDA, Ano I, nº 6, Dezembro de 2000. UM ALERTA ás mulheres. O ABORTO constitui causador de um alto índice de mortalidade das mulheres que passam pela interrupção da gravidez uma ou mais vezes. Aqui no Brasil a mídia, o ministério da saúde e a Presidencia da Republica na pessoa de Dilma Rousseff não avisam sobre as conseqüências  e graves danos do aborto.
Revista FACTOS DA VIDA, Ano I, nº 6, Dezembro de 2000
Disponível em
 

Ano I, nº 6, Dezembro de 2000
 


    
OS RISCOS DE ABORTAR
Estudos documentam os perigos físicos e emocionais do aborto nos Estados Unidos da América, onde todo o aborto é legal e praticado em “estabelecimentos de saúde legalmente autorizados”.
 
Alguns têm insistido que o aborto é mais saudável para as mulheres do que o parto. Porém, diversos estudos que examinaram os efeitos de aborto demonstraram precisamente o contrário. As mulheres que abortaram, frequentemente enfrentaram problemas físicos e emocionais crescentes, incluindo abuso de drogas, doenças mentais, perda de fertilidade, perda de gravidezes posteriores e cancro da mama. Este artigo examinará vários estudos e o que eles dizem sobre os riscos do aborto.
 
Complicações fatais
Embora a maior parte das mortes relacionadas com o aborto não sejam classificadas oficialmente como tais (1), o aborto legal é constatado como a quinta causa de morte materna no E.U.A. (2). O mais recente —e mais bem documentado— estudo sobre mortes relacionadas com o aborto, até à data, é um estudo finlandês de 1997, financiado pelo Governo, que mostrou que as mulheres que abortam têm quatro vezes maior probabilidade de morrer no espaço de um ano do que as mulheres que dão à luz. Estendendo o âmbito do estudo para além da estreita janela de tempo que é examinada pela maioria dos outros estudos do pós-aborto, os investigadores puderam perceber melhor como o aborto realmente afecta as vidas das mulheres. Os resultados mostraram claramente que, em comparação com as mulheres que levam a gravidez ao termo, as mulheres que abortaram no ano anterior à sua morte tinham:
  • 60% maior probabilidade de morrerem de causas naturais,
  • 7 vezes maior probabilidade de cometerem suicídio,
  • 4 vezes maior probabilidade de terem acidentes fatais, e
  • 14 vezes maior probabilidade de morrerem vítimas de homicídio (3).
 
“o aborto legal é constatado como a quinta causa de morte materna no E.U.A.”    […]
“as mulheres que abortam têm quatro vezes maior probabilidade de morrer no espaço de um ano do que as mulheres que dão à luz”
 
 
Complicações de curto prazo
 
O aborto foi também relacionado com vários problemas físicos de curto e longo prazo. As complicações imediatas podem incluir perfuração uterina, infecção, hemorragia, embolia, complicações de anestesia, convulsões, lesões do colo uterino, choque endotóxico, febre, vómitos e sensibilização de Rh. Os problemas de longo prazo incluem infertilidade, problemas com gravidezes futuras, alguns tipos de cancro, e saúde geral mais baixa (4).
 
As infecções são uma das complicações do aborto mais comuns, mas muitas clínicas não fazem testes de rotina para as detectarem (5). Isto apesar de alguns defensores do aborto admitirem que este causa de facto essas infecções. Por exemplo, num artigo sobre abortos “faça você mesmo”, Michele McDevitt, porta-voz da Planned Parenthood da Califórnia, avisou que “sempre que a zona uterina é invadida há risco de infecção” (6). Ironicamente, isto vem da mesma organização que insiste que o aborto é seguro desde que uma mulher pague a uma clínica para o fazer.
 
A infecção é ainda mais perigosa se a mulher não procura tratamento, ou se antes de um aborto a clínica não faz testes para ver se há infecção prévia. Um estudo mostrou que as mulheres que tinham uma infecção não tratada de chlamydia [uma doença sexualmente transmissível] na altura do aborto, tinham 72 por cento de risco de desenvolverem Doença Inflamatória Pélvica em comparação com 8 por cento das mulheres tratadas antes do aborto (7). Outro estudo, descobriu que mulheres com infecção de chlamydia que atrasaram a procura de tratamento por três ou mais dias após o aparecimento dos sintomas, tinham seis vezes maior probabilidade de terem problemas de infertilidade do que as que procuraram tratamento imediatamente (8).
 
Mesmo quando as mulheres buscam imediatamente tratamento, as infecções podem ainda levar a problemas de longo prazo. Mulheres jovens que, por exemplo, não tiveram uma gravidez prévia completa, não responderam tão bem a tratamentos com antibióticos como mulheres mais velhas que já tinham dado à luz uma criança (9).
 
Quando o cancro ataca
 
Aproximadamente uma em cada oito mulheres terão cancro da mama na sua vida. Um número estimado de 43 500 mulheres morrem cada ano desta doença, com mais de 175 000 casos novos de cancro da mama invasivo diagnosticados cada ano (10).
Estudos sobre a relação entre o aborto e o cancro da mama têm sido desprezados ou ignorados pela indústria do aborto e pelos media. Mas alguns investigadores descobriram que, ao interromper o crescimento das células nos seios da mulher durante o primeiro trimestre da gravidez, o aborto aumenta o risco de contrair cancro da mama.
O Dr. Joel Brind, um dos maiores especialistas na relação entre o aborto e o cancro da mama, realizou uma meta-análise de 23 estudos publicados sobre o cancro da mama e o aborto, 18 dos quais documentam uma relação entre o aborto e o cancro da mama. Brind e os seus colegas concluíram que mulheres que abortaram as suas primeiras gravidezes enfrentaram um risco de 30 a 50 por cento superior de cancro da mama. Sete de cada dez estudos mostraram também que mulheres que fizeram múltiplos abortos tiveram um risco superior de contrair cancro da mama do que mulheres que fizeram só um aborto (11).
 
 
O risco para gravidezes futuras
 
Alguns estudos mostram que, para mulheres saudáveis, o risco de contrair certos problemas durante a gravidez e o parto diminuem com cada nova gravidez. Por exemplo, alterações hipertensivas como a eclâmpsia (convulsões) e a pré-eclâmpsia (hipertensão com edema ou níveis aumentados de proteínas na urina) estão entre as maiores causas de mortes relacionadas com a gravidez no mundo ocidental (12).
A investigação mostra que as mulheres cuja primeira gravidez acabou em parto de tempo completo têm menor hipótese de desenvolver pré-eclâmpsia em gravidezes posteriores. Mas, como mostra a Figura 1, as mulheres que abortaram as suas primeiras gravidezes de facto tiveram um maior risco de desenvolver pré-eclâmpsia em gravidezes posteriores (13).
Estudos mostraram também que as mulheres com um historial de aborto têm um maior risco de aborto espontâneo do que as mulheres que nunca abortaram. A Figura 2 mostra que as mulheres com duas gravidezes anteriores levadas ao termo e nenhum aborto tinham o menor risco (0.71), enquanto mulheres com dois abortos prévios tinham o maior risco (4.32) (14).
 
Dados de outros estudos mostraram que as mulheres com um historial de aborto:
·         Tinham um risco de gravidez ectópica 1.5 a 1.7 vezes superior ao das mulheres que tiveram gravidezes completas anteriores (15).
·         Tinham quatro vezes maior probabilidade de infecção intra-uterina durante uma gravidez subsequente do que as mulheres cujas gravidez anterior terminou num nascimento ao cabo de pelo menos 20 semanas de gestação (16).
·         Tinham um risco superior de hemorragia durante uma gravidez subsequente do que as mulheres que previamente deram à luz ou que estavam na sua primeira gravidez (17).
·         Tinham dores de parto mais intensas do que as mulheres que previamente levaram a gravidez ao termo (18).
·         Tinham maior probabilidade de sofrer de retenção de placenta durante o parto ou hemorragia pós-parto do que mulheres que deram previamente à luz (19).
 
“Infelizmente, o que muitas mulheres não percebem é que acabam por sacrificar parte delas próprias juntamente com o seu bebé.”
 
Adicionalmente, embora pouco seja conhecido sobre o impacto do aborto na taxa de mortalidade materna em gravidezes subsequentes, poucas dúvidas podem restar de que o aborto aumenta o risco da mulher desenvolver complicações que põem em risco a sua vida em gravidezes posteriores. Por exemplo, as estatísticas disponíveis sugerem que o aborto legal é responsável por 4800 casos de gravidez ectópica por ano. Investigadores estimam que cerca de 10 mulheres morrem todos os anos de gravidez ectópica relacionada com aborto (20).
 
Comportamento auto-destrutivo pós-aborto
As mulheres abortam por muitas razões: medo de estragarem uma relação, medo de desapontarem os seus pais ou o parceiro, medo de não poderem sustentar a criança, ou medo de perderem o controlo das suas vidas. Muitas vezes, os que estão à sua volta passam a mensagem de que se sacrificarem “só esse pequeno pormenor”, podem manter tudo o resto nas suas vidas.
Infelizmente, o que muitas mulheres não percebem é que acabam por sacrificar parte delas próprias juntamente com o seu bebé. O aborto deixa-as com sentimentos de raiva contra si próprias, isolamento e arrependimento. Nancyjo Mann, a fundadora das Women Exploited by Abortion (WEBA, “Mulheres Exploradas pelo Aborto”), escreveu depois do seu aborto:
“Eu comecei a dar-me com gente “da pesada”, imitando as suas maneiras, assumindo a sua atitude. O que me atraiu neles foi a sua destrutividade, o seu desprezo pelo mundo. Em pouco tempo, comecei a andar com pistolas e facas, e a andar por aí com gangs de motas e pior. As pessoas com quem eu andava queriam destruir, roubar e mutilar, e era isso que eu queria também fazer, tanto a outros como a mim própria.(21)
Estas tendências auto-destrutivas são uma reacção pós-aborto comum. Um estudo descobriu que mulheres que se submeteram a abortos eram tratadas 24% mais frequentemente devido a acidentes e condições relacionadas com violência do que mulheres que deram à luz. (22)
O abuso de álcool e drogas é outra manifestação desse comportamento auto-destrutivo. Um estudo recente do Elliot Institute descobriu que as mulheres que abortaram tinham cinco vezes mais apetência ao abuso de drogas e álcool do que mulheres que levaram a sua gravidez ao termo (23). De acordo com o Dr. Philip Ney, investigador destes assuntos: “Se não conseguem obter legalmente, com receita médica, fármacos usados no tratamento de alterações do humor, muitas dessas mulheres recorrem ao álcool ou a drogas ilegais como forma de apagar sentimentos indesejados sobre os seus abortos passados.” (24)
O abuso de drogas e álcool também deixa as mulheres sob um maior risco, não só de violência, como de outras actividades de auto-destruição, como a promiscuidade (que pode levar a abortos repetidos, doenças sexualmente transmissíveis e HIV/SIDA) e à condução sob efeito desses excessos. As mulheres depois de um aborto têm também maior probabilidade de usarem drogas e álcool durante uma futura gravidez (25), o que foi relacionado com danos cerebrais dos filhos, partos prematuros, abortos espontâneos e muitos outros problemas. Os que procuram uma cura para a epidemia actual de bebés viciados em drogas e álcool deviam prestar atenção ao papel do aborto nesse problema trágico.
As mulheres depois de um aborto têm também maior probabilidade de fumar do que as mulheres que deram à luz, o que traz consigo outro conjunto de riscos para a saúde (26). Por exemplo, fumar durante a gravidez foi associado com aborto espontâneo, parto prematuro, pouco peso à nascença, Síndrome de Morte Súbita Infantil e problemas neurológicos e respiratórios em crianças. Apesar desses riscos, as mulheres com um historial de aborto têm maior probabilidade de fumar durante gravidezes subsequentes, talvez como meio de aliviarem uma ansiedade pós-aborto (27)
 
 
 
A ameaça para a saúde mental
 
As mulheres com um historial de aborto têm maior probabilidade de terem depressões do que as mulheres que dão à luz, especialmente se têm sentimentos negativos em relação ao aborto ou sentem que não tiveram controle sobre a decisão de abortar (28). Isto é uma importante descoberta considerando que num estudo das Women Exploited by Abortion de 252 mulheres que tinham abortado, mais de 50% disseram que se sentiram “forçadas” a abortar por outros ou pelas circunstâncias (29).
Um estudo do Elliot Institute de mulheres da Califórnia que abortaram ou deram à luz nos últimos seis anos concluiu que as que abortaram tinham problemas de saúde mental significativamente superiores aos das mulheres que levaram as suas gravidezes ao termo (30). E um estudo dinamarquês descobriu que no total, mulheres com um historial de aborto tinham uma taxa de admissão em hospitais psiquiátricos 50% superior do que mulheres que deram à luz bebés vivos (31).
Abortos repetidos podem ser tanto o resultado como a causa de problemas emocionais e psicológicos. Um estudo de mulheres que abortavam repetidamente descobriu uma subida de três vezes no número de consultas psiquiátricas, em comparação com pacientes que levavam as suas gravidezes ao termo.
Outro estudo (ver Figura 3) concluiu que, apesar de não haver diferenças significativas nas desordens psicológicas ou uso dos serviços sociais entre mulheres que deram à luz ou aquelas que abortaram pela primeira vez, mulheres que já tinham abortado pelo menos uma vez tinham o dobro da probabilidade de terem complicações de ordem psicológica ou de terem contacto com os serviços sociais.
 
 http://www.juntospelavida.org/fdv6-3.gif
Conclusão
Apesar de ser importante informar as mulheres sobre os riscos do aborto e promover o “tratamento pós-aborto”, é preciso fazer mais. As mulheres têm o direito a informação antes de dar consentimento para o aborto, um direito que devia ser garantido por lei. Este direito só virá, porém, quando as leis que protegem os abortadores dessa obrigação forem substituídas por leis que ampliem o direito das mulheres a obterem reparação pelos danos físicos e emocionais provocados pelo aborto. Esperemos que esse dia chegue em breve.
Amy R. Sobie, Elliot Institute
 
As referências deste artigo encontram-se em www.terravista.pt/enseada/1881/riscos.html 
Traduzido e adaptado de “The Post-Abortion Review”, Vol. 8, No. 3, Jul.-Set. 2000
Elliot Institute, PO Box 7348, Springfield, IL 62791-7348
O Elliot Institute é um instituto americano que faz investigação científica sobre os efeitos do aborto na mulher que aborta. Mais informação sobre este tema pode ser encontrada no seu site: www.afterabortion.org
 
 
    
 
 
SOS – LiberalizAÇÃo do Aborto ??
Há cerca de um ano, o PCP e o BE entregaram na Assembleia da República novas propostas de lei de liberalização do aborto até às 12 semanas (ver “Factos da Vida” 1 e 2). Nessa altura o Presidente da República mostrou que não via com bons olhos que tal lei fosse discutida e aprovada tão cedo, sobretudo antes da sua provável reeleição em Janeiro de 2001. Há algumas semanas, um dos líderes do BE deu a entender que após as eleições presidenciais o seu partido iria propor a discussão e votação da proposta de lei que já está na Assembleia. Assim, é muito provável que, pouco tempo depois das eleições presidenciais de 14 de Janeiro, possivelmente em Fevereiro ou Março, sejam discutidas e votadas essas propostas. É também muito provável que sejam aprovadas, contrariando assim o resultado do referendo.
O que vos pedimos? Que estejam atentos aos acontecimentos, que participem nas actividades que organizarmos, que escrevam cartas aos jornais, e que exijam um novo referendo, caso as leis sejam aprovadas na Assembleia sem consultar os portugueses.
Juntos pela Vida
 
 
         
CRIME CONTRA A HUMANIDADE?
Um conjunto de grupos feministas radicais americanos decidiu levar o Papa a tribunal sob a acusação de crimes contra a Humanidade. Em causa, segundo disseram, está a sua doutrina sobre o aborto.
Portanto, num ponto, as feministas radicais concordam connosco: no aborto está em causa um crime contra a Humanidade. Para mais, como não há crime sem criminoso, teremos de concluir que entre os pró-vida ou entre os pró-aborto há pessoas responsáveis por um crime contra a Humanidade. Resta encontrar qual o campo.
Numa primeira aproximação observamos que no julgamento de Nuremberga o aborto foi explicitamente considerado um crime contra a Humanidade[1][1] e houve médicos que, por terem feito abortos, foram condenados por crimes contra a Humanidade.
Em 1945 abortar era crime contra a Humanidade nos EUA e direito na Alemanha Nazi. Em 2000, abortar é direito nos EUA e (em grande parte) crime na Alemanha.[2][2] A doutrina da Igreja Católica  tanto condena as leis nazis como as americanas. As feministas radicais americanas estão impossibilitadas de condenar os nazis…
Vamos agora ao segundo ponto: a história do aborto. Ao longo dos tempos as mulheres abortavam recorrendo a métodos físicos ou químicos. Dos químicos constava comer Menta pulegium L. (muito eficaz a matar o filho e adestruir o fígado da mãe) ou Ruta graveolens L. (que impede a nidação e é altamente tóxico para a mãe); também se metiam fezes de crocodilo na vagina ou bebia-se urina de um carneiro ou do homem. Descobrir que a ingestão de ferro provoca um aborto foi considerado grande progresso em 1761. No século passado as mulheres ingeriam algumas dezenas de cabeças de fósforo (feitas de fósforo verdadeiro), ou engoliam chumbo, ou mercúrio, ou arsénio.
Para se atingir o objectivo mais rapidamente, nada como os métodos físicos: umas pancadas violentas no abdómen, umas agulhas a trespassar o útero, umas patas de ganso, uns arames, uns abortadores com instrumentos específicos.
Claro que tudo isto tinha problemas. Na Alemanha (com as melhores condições sanitárias do mundo), nos anos 20 deste século o aborto matava 6000 mulheres por ano e 30% das que abortavam ficavam estéreis. Na Inglaterra morria uma mulher por cada vinte abortos. Os abortadores (médicos) tinham grandes cães em casa para comerem (e fazerem desaparecer os corpos d’) as mulheres mortas e (d)os seus filhos. Mas morte e esterilidade eram só os problemas extremos e mais imediatos.
Hoje o aborto legal continua a matar, a esterilizar, a perfurar o útero, a causar laceração cervical, choque/coma, hemorragias, infecções, PID, cancro da mama e, em gravidezes posteriores, partos prematuros, placenta prévia, gravidez ectópica, retenção da placenta, aborto espontâneo, etc.
Se de algum dos efeitos a nível físico praticamente nenhuma mulher escapa, do pesadelo que é o Síndroma Pós-Aborto nenhuma mulher escapa mesmo, apresentando habitualmente vários de entre os seguintes sintomas: destruição da relação com o pai da criança morta, alucinações relacionadas com o aborto, pesadelos, abuso de álcool e drogas, tendências suicidas, sentir-se louca ou a enlouquecer, aversão pelas relações sexuais, desequilíbrio na relação com crianças/bebés, desconforto na presença de grávidas, desejo doentio de levar outras mulheres a abortar, embrutecimento, perda de capacidade de sentir emoções, ataques de choro, sentimento de culpa, raiva, revolta, medo de que o aborto seja descoberto, depressões (muitas vezes por volta da data do aborto e/ou na altura em que a criança deveria nascer), dores abdominais, etc.
Opor-se a toda esta história de opressão das mulheres, de desprezo pela sua  saúde, de desinteresse pela sua alegria e felicidade, é cometer um crime contra a Humanidade?
Tristes destes tempos de sensualidade em que a virtude tem de implorar por perdão ao pecado (Hamlet, William Shakespere).
João Araújo
    
BREVES
Eutanásia na Holanda e no Maine
No passado dia 28 de Novembro, foram liberalizadas na Holanda as práticas do suicídio assistido e da eutanásia, já há diversos anos toleradas. Apesar de em teoria não ser permitido, é sabido que uma percentagem elevada das eutanásias são realizadas sem consentimento do eutanasiado, o que está a gerar dramas humanos medonhos: muitos idosos têm pânico de levar injecções, de ir ao médico ou de serem internados em hospitais, pois temem ser mortos. A liberalização agora feita aplica-se também a crianças a partir dos 12 anos.
Também nos Estados Unidos a eutanásia foi referendada no estado do Maine, em simultâneo com as eleições presidenciais. Foi rejeitada. Nesse país, esta prática é permitida apenas no estado do Oregon.
 
Apelo à Protecção do Embrião
A Aliança para os Direitos da Vida (Alliance for the Rights of Life) está a promover um abaixo-assinado a pedir a protecção do embrião humano, para que este seja visto como uma pessoa e não como uma “coisa”, “um produto possivelmente defeituoso, uma reserva biológica, um objecto que pode ser manipulado”. O abaixo assinado está a decorrer na Internet. Para votar deve-se ir à seguinte página: http://www.adv.org/petition
 
Diversos documentos da Igreja Católica sobre a Vida
Nos últimos meses diversas instâncias da Igreja publicaram documentos relacionados com diversos aspectos da defesa da vida humana e da família. A Academia Pontifícia para a Vida publicou uma “Declaração sobre a chamada pílula do dia seguinte” (31/12/2000). O documento explica com algum detalhe o que é essa pílula, concluindo que é abortiva e que por isso o seu uso é eticamente inaceitável.
Em Julho passado, o Conselho Pontifício para a Família emitiu uma declaração dizendo que a chamada “redução de embriões” é uma forma de aborto. O procedimento tem sido por vezes realizado em gravidezes com diversos gémeos e consiste simplesmente em abortar os que estão “a mais”.
A Academia Pontifícia para a Vida publicou um documento intitulado “Declaração sobre a produção e o uso científico e terapêutico das células estaminais embrionárias” (25/08/2000), a propósito da polémica sobre a eufemisticamente chamada “clonagem terapêutica”. Sobre este tema é interessante saber que a Universidade Católica de Roma abrirá em Janeiro um banco de células estaminais obtidas de forma ética.
Já em Dezembro, após a legalização da eutanásia na Holanda, a mesma Academia Pontifícia para a Vida publicou a “Declaração sobre o Respeito pela Dignidade do Moribundo – Considerações Éticas sobre a Eutanásia”. O documento ainda só está disponível em italiano.
Em Novembro passado, o Conselho Pontifício para a Família publicou um texto intitulado “Família, Matrimónio e Uniões de Facto”. O documento reflecte fundamentalmente sobre o papel da família e sobre o reconhecimento dessas uniões.
Os documentos completos estão disponíveis na Internet:
  
Boletim informativo da Associação Juntos pela Vida * Correspondência: Apartado nº 52055, E.C. de Campo Grande, 1721-501 Lisboa * Tel.: 21 396 8567 * Correio electrónico: juntospelavida@gmail.com * WWW: http://www.terravista.pt/enseada/1881 * Editor: Miguel Pupo Correia * Redacção: João Araújo, Margarida Brito Correia, Maria Furtado, João Loureiro, Teresa André Loureiro, Vítor Rodrigo * Concepção gráfica: Paulo Emiliano * Pode ser reenviado, impresso e copiado
  
     
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2
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25
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[1][1] Julgamento de Nuremberga, USGPO, Vol. IV, p.610.
[2][2] Até à reunificação, a Alemanha ocidental tinha uma das leis de aborto mais restritivas da Europa. Este facto foi um obstáculo à reunificação, esteve por resolver durante bastante tempo
,
e acabou-se num acordo de compromisso que correspondeu a uma limitação drástica na ex-RDA e um alargamento de prazos na ex-RFA.

The Breast Cancer Epidemic: Modeling and Forecasts Based on Abortion and Other Risk Factors

 
Epidemiologia de câncer desenvolvido por causa de aborto provocado
 
ABORTO É FATOR DE RISCO, incidencia de cancer nas mulheres – todas as idades 
 
GRAVIDEZES sao protetivas das possibilidades de desenvolver cancro. Questoes hormonais.
 
Veja os gráficos de um estudo de 1998 a 2004.
 
 
 Disponível em
 
 
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ABSTRACT
 
Using national cancer registration data for female breast câncer incidence in eight European countries—England & Wales, Scotland, Northern Ireland, the Irish Republic, Sweden, the Czech Republic, Finland, and Denmark—for which there is also comprehensive data on abortion incidence, trends are examined and future trends predicted. Seven reproductive risk factors are considered as possible explanatory variables. Induced abortion is found to be the best predictor, and fertility is also a useful predictor. Forecasts are made using a linear regression model with these explanatory variables. Previous forecasts using the same model and incidence data for years through 1997 for England &Wales are compared with numbers of cancers observed in years from 1998–2004 in an Appendix. The forecast predicted 100.5% of the cancers observed in 2003, and 97.5% of those observed in 2004.
 
The Challenge of Abortion for Epidemiologists in Female Breast Cancer Research
 
Trends
It is difficult for epidemiologists to discover women’s abortion history. In any study the numbers of women who have had abortions may be underreported.
 
National data on abortions in most countries tends to be deficient, with abortions underreported. Official abortion statistics in the United States and France are known to understate the numbers of legal induced abortions.The countries considered in this study are believed to have nearly complete official abortion counts.
 
The long lag time for the development of breast câncer magnifies the problem. The average age of diagnosis is over 60, while most abortions and live births occur at ages under 30. The modern increase in breast cancer incidence is obvious at ages over 45, and Figure 1 for England &Wales shows the increase is small below age 45.
 
Abortion did not become legal in mostWestern countries until the 1970s, and earlier abortions among older women are not recorded. Consequently, the older women, whose breast câncer incidence is known, have abortions not detectable by a longitudinal study, while the younger women, whose abortion history is known, tend to be too young to have experienced most of the modern increase in breast cancer. Where the increased risk is apparent, even under age 40 in a study free of recall bias, there is an acknowledged need to extend the study to women older than 40.
 
The long time lags, however, can be used to make long-term forecasts of cancer trends.
 
Since 1971 the overall increase has been 80%, as shown for England&Wales in Figure 1.
1
2 3
4
1,5,6
1,5,7-11
12
4
 
In contrast to other cancers, breast cancer is more common in upper-class women. This reverse gradient is becoming steeper: see Figure 2. The reported standardized mortality ratio (SMR) in England for the highest social class I increased to 174 for the years 1997–2000, compared to an SMR of 169 for the years 1993–1996.
 
As upper-class women have higher survival rates, the incidence gradient is steeper than the mortality gradient. Fertility differences do little to explain this gradient. However, the age at first birth among women who have children does provide a two-fold partial explanation. The least deprived women studied in a British survey were found to have a greater preference for abortion when pregnant. Higher-class women have a later age at first birth and consequently higher-class women have nulliparous abortions, which are more carcinogenic.
 
Local variation within countries can be examined in addition to international comparisons. The South East of England has more breast cancer than other parts of the British Isles. It also has the highest abortion rate. Ireland has the lowest rate of breast cáncer
 
13
14
15
16
17
0
50
100
150
200
250
300
350
1971
1972
1973
1974
1975
1976
1977
1978
1979
1980
1981
1982
1983
1984
1985
1986
1987
1988
1989
1990
1991
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
Year
Rate per 100,000 women
40-44 45-49 50-54 55-59
0
20
40
60
80
100
120
140
160
180
200
I II IIIN IIIM IV V
 
 
Social Class
 
Social Class I is the highest profesional. Social Class IIIN is Skilled on-Manual and IIIMis Skilled Manual.
 
Proprotional Mortality Ratio
2001-2004 Forecast
1997-2000
1993-1996
Patrick S. Carroll, M.A.
 
The Breast Cancer Epidemic:
 
Modeling and Forecasts Based on Abortion
and Other Risk Factors
 
Figure 1. Average Yearly Rate of Incidence of Female Breast Cancer in England &Wales within Age Groups 40-44, 45-49, 50-54 and 55-59 from 1971-2004
 
Figure 2. Female Breast Cancer Mortality by Social Class: Proportional mortality ratios show increased reverse gradient across social class of womenin England&Wales.
 
72 Journal of American Physicians and Surgeons Volume 12 Number 3 Fall 2007
0.00
0.05
0.10
0.15
0.20
0.25
0.30
1923 1928 1933 1938 1943 1948 1953 1958 1963 1968
 
Year of Birth
Cumulated Cohort AbortionRate
0.000
0.002
0.004
0.006
0.008
0.010
0.012
0.014
0.016
 
CumulatedCohort BreastCancer Rate
Nulliparous Abortion Rate
Parous Abortion Rate
Breast Cancer Rate
0.00
0.05
0.10
0.15
0.20
0.25
0.30
1926
1927
1928
1929
1930
1931
1932
1933
1934
1935
1936
1937
1938
1939
1940
1941
1942
1943
1944
1945
1946
1947
1948
1949
1950
 
Year of Birth
Cohort Abortion
0.000
0.002
0.004
0.006
0.008
0.010
0.012
0.014
0.016
 
Cohort Breast Cancer
Abortion Rate per w oman
Breast Cancer Rate per w oman
 
Correlation Coefficient: 0.98 and the lowest abortion rate. Fertility, higher in Ireland than in England, is also a factor. But in the South East of England fertility is not lower than the English average and does not explain the aboveaverage breast cancer rate.
 
Seven known risk factors were examined as an explanation for
these trends:
 
When a woman is nulliparous, an induced abortion has a greater carcinogenic effect because it leaves breast cells in a state of interrupted hormonal development in which they are more susceptible.
 
Alow age at first birth is protective.
Childlessness increases the risk.
A larger number of children (higher fertility) increases protection.
 
Breastfeeding gives additional protection.
 
Hormonal contraceptives are conducive to breast cancer.
Hormone replacement therapy (HRT) is also conducive to breast cancer.
 
For four of these risk factors we are fortunate to have useful English national data. The total fertility rates (TFRs) and completed cohort fertility rates are as published by the Office for National Statistics (ONS), and the total abortion rates (TARs) and cohort abortion rates are derived by the author from official data.
 
Figure 3 shows cumulated cohort abortion rates for successive birth cohorts of women born since 1926 in England & Wales, together with cumulated cohort breast cancer rates for women aged 50–54. The correlation coefficient is high (>0.9), and it is useful to include this variable as an explanatory variable in modeling.
 
Figure 4 shows the rates decomposed into parous and nulliparous cohort rates. The increasing proportion of nulliparous  abortions affecting the women now entering age groups where they are likely to have breast cancer is apparent. This trend is a driver of the further increases in breast cancer incidence now observed.
 
Figure 5 shows average number of children, representing the cumulated cohort fertility rate for successive birth cohorts of English women compared with their breast cancer rate for cancer in women aged 50–54. The correlation coefficient is -0.57, so this variable is also useful to include in modeling.
 
Figure 6 shows mean age at first birth in England &Wales for successive birth cohorts. If the correlation were positive it could help to explain the trend, but it is negative.
 
Figure 7 shows cohort childlessness. The correlation in the graph is negative, and this variable is not used in the model to explain the British trend.
 
Two explanatory variables are selected for modeling:
(abortion) and (fertility). The trends for abortion and fertility are shown in Figures 8 and 9 for countries considered.
The Mathematical Model is then:
where represents cumulated cohort incidence of breast cáncer within a particular age group; is intercept, and are coefficients, and is random error.
 
 
Risk Factors
Modeling for England&Wales
18
19
20
15
17
x
x
Y
a b b
e
1
2
1 2
Yi = a + b1x1i + b2x2i + ei
1.80
1.90
2.00
2.10
2.20
2.30
2.40
2.50
1926
1927
1928
1929
1930
1931
1932
1933
1934
1935
1936
1937
1938
1939
1940
1941
1942
1943
1944
1945
1946
1947
1948
1949
1950
Year of Birth
Cohort Fertility
0.000
0.002
0.004
0.006
0.008
0.010
0.012
0.014
0.016
Cohort Brest Cancer
Fertility Rate per woman
Breast Cancer Rate per woman
Correlation Coefficient: -0.57
 
 
Figure 3. Cohort Breast Cancer Incidence within Ages 50-54 vs. Cumulated Cohort Abortion Rate for Women in England & Wales: Cohorts are defined by year of birth.
 
Figure 4. Cumulated Cohort Rates of Abortion (Parous and Nulliparous) and Cumulated Cohort Rate of Breast Cancer within Ages 50-54 forWomen in England&Wales’
 
Figure 5. Cohort Breast Cancer Incidence within Ages 50-54 vs. Cumulated Cohort Fertility for Women in England & Wales: Cohorts are defined by year of birth.
22.5
23.0
23.5
24.0
24.5
25.0
1926 1928 1930 1932 1934 1936 1938 1940 1942 1944 1946 1948 1950 1952 1954
Year of Birth
Mean Age at First Birth
0.000
0.001
0.002
0.003
0.004
0.005
0.006
0.007
0.008
0.009
0.010
Cohort Breast Cancer Rate
Mean Age at First Birth
Breast Cancer Cohort
Correlation Coefficient: -0.56
 
Figure 6. Cohort Mean Age at First Birth vs Cumulated Breast Cancer within Age Group 45-49 for Cohort Women in England&Wales
Journal of American Physicians and Surgeons Volume 12 Number 3 Fall 2007 73
 
This model has desirable mathematical properties such as dimensional homogeneity, linearity, additivity, and parsimonious parameterization.
 
The model makes sense in terms of the factors not explicitly included. Higher fertility is associated with a lower age at first birth and less childlessness. Breastfeeding is strongly linked to fertility.
 
Likewise lower fertility is associated with more use of hormonal contraceptives. Abortion can lead to prescription of hormonal contraceptives, and the mental health sequelae of abortion may lead to use of hormone replacement therapy.
 
Themodelwas fitted to English female cohorts born in the years up to 1950 for cancer in women aged 50–54. The multiple was 0.951. The estimated coefficient of abortion ( ) is 0.0166 (95% CI, .0065-.0396), and the coefficient of fertility ( ) is −0.0047 (95% CI, −.0135-.0041). The coefficient of fertility is rather small, with the 95% confidence interval straddling zero. Some improvement in breastfeeding may be offsetting fertility decline. These results are summarized in Table 1.
 
Forecasts are made using the model with the latest TFRs and TARs to estimate cumulated cohort rates of fertility and abortion for 25 years in the future. Here the recent rates for England&Wales in 2006 of TFR1.86 and TAR0.55 are used. Fitting this model gives an overall increase in the rate of cancer of 50.9%, which corresponds to a yearly compound increase of 1.7%.
 
Assuming the breast cancer incidence rates for ages below 45 are constant, for ages 45–49 follow the trend as modeled for this age group, and for ages over 50 follow the trend as modeled for ages 50–54, we can estimate future breast cancer incidence rates for 25 future years with 2004 as base year for prediction. The numbers of new cancers to be expected in these years is then estimated using the Government Actuary’s population projections by applying the forecast incidence rates to the expected numbers of women in the relevant age groups in each year.
 
The numbers of newly diagnosed cancers forecast by this model are expected to increase to 65,252 in 2025, compared to the reported number 39,229 in 2004 (a 66.3% increase). These are shown with forecasts for intermediate years in Table 2.
 
The 1997-based forecasts using this model published in 2002 have anticipated quite well the reported increases in female breast cancer in England&Wales in 1998 to 2004 [Appendix A].
 
Cases of ductal carcinoma in situ (DCIS), which also requires treatment, are registered separately and are also forecast. DCIS is shown on mammography, and the number of cases has increased in the age groups targeted by screening. In 2004 there were 39,229 breast cancers and 3,827 cases of DCIS registered in England & Wales. The number of future cases is forecast by assuming that the ratio of cancers to DCIS stays constant in the main age groups affected. The increased numbers forecast are shown in Table 2.
 
These forecast numbers can be used to plan treatment facilities for women diagnosed with cancer. In Scotland the incidence gradient (Figure 10) is less than the gradient in England (Figure 2), and the mortality gradient is almost  R
b
b
1
2
Forecasting for England&Wales
ModelingApplied to the Social Gradient
21
4
0.00
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
1.60
1.80
1968 1970 1972 1974 1976 1978 1980 1982 1984 1986 1988 1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006
Year
TotalAbortion Rate
England & Wales Scotland Northern Ireland Republic of Ireland Sw eden Czech Republic Finland Denmark 0.5 Level 0.25 Level
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
1926 1928 1930 1932 1934 1936 1938 1940 1942 1944 1946 1948 1950 1952 1954
Year of Birth
Cohort Childlessness %
0.000
0.001
0.002
0.003
0.004
0.005
0.006
0.007
0.008
0.009
0.010
Cohort Breast Cancer Rate
Cohort Childlessness
Cohort Breast Cancer Rate
Correlation Coefficient: -0.01
Country
No of
Years
Used
Goodness of Fit
Multiple R
Intercept (a)
Coefficient of
Abortion (b1)
(95% CI)
Coefficient of
Fertility (b2)
(95% CI)
Increase
Forecast
England &Wales 15 0.951 .0202
.0166
(.0065, .0396)
–.0047
(–.0135, .0041)
50.9%
Scotland * 28 0.603 .0093
.0040
(–.0047, .0127)
–.00053
(–.0029, .0018)
17.2%
Northern Ireland * 8 0.998 .0082
.0107
(.0074, .0140)
–.00020
(–.0006, .0002)
9.3%
Irish Republic * 8 0.997 .0083
.0099
(.0018, .0182)
–.00029
(–.0013, –0007)
8.3%
Sweden 6 0.998 .0097
.0128
(.0059, .0197)
–.00023
(–.0027, .0022)
31.3%
Czech Republic 9 0.859 .021
.0083
(.0014, .0151)
–.0094
(–.0423, .0236)
53%
Finland 16 0.630 .0058
.0298
(–.0092, .0687)
–.0014
(–.0101, .0072)
–6.8%
Denmark 8 0.991 .0065
.0155
(.00046, 0.0305)
–.00024
(–.003, 0.0026)
–4.1%
 
Table 1. Model Fitting by Country: Regression Intercept and Coefficients, and Increase in Breast Cancer Incidence Forecast to Occur in 25Years†
 
Table 2. Summary: Forecast Cases of Breast Cancer and DCIS
England &Wales
Scotland
Northern Ireland
Republic of Ireland
Sweden
Czech Republic
Finland
Denmark
39229
3917
1117
2336
7293
5449
3794
3952
40018
3963
1137
2336
7777
5596
3824
4043
45529
4482
1256
2560
8519
6200
3931
4175
51849
5058
1382
2883
9288
6804
4005
4325
58567
5639
1508
3222
10096
7561
4024
4452
65252
6177
1626
3601
10895
8412
4045
4533
3827
333
87
163
950
248
3848
345
87
163
981
258
4373
392
99
178
1077
278
5074
450
111
200
1177
300
5765
502
119
223
1281
334
6319
537
122
248
1384
372
Base Year 2005 2010 2015 2020 2025 Base Year 2005 2010 2015 2020 2025
Cancers In Situ Cancers
* 45-49 modeling used
 
25 years after latest year for which breast cancer incidence is available (2005 for Republic of Ireland; 2004 for England & Wales, Scotland, Northern Ireland, and Sweden; 2003 for Czech Republic and Finland; 2001 for Denmark).
 
Linear Regression. Response variable: cumulated cohort breast cancer incidence for women aged 50–54 or 45–49. Explanatory variables: cumulated cohort abortion rates and cumulated cohort fertility rates.
 
Figure 7. Cumulated Cohort Breast Cancer Rates within Ages 45-49 vs.
Cohort Childlessness Percentage for England&Wales
 
Figure 8. Total Abortion Rates: TARs in England & Wales, Scotland,
Northern Ireland, Republic of Ireland, Sweden, Czech Republic, Finland, and Denmark; 1968-2006
74 Journal of American Physicians and Surgeons Volume 12 Number 3 Fall 2007 flat. These differences could result in part from the fact that the abortion rate has been lower in Scotland than in England since 1968
 
(Figure 8). Currently, the abortion rate is about 50% higher in England than in Scotland. However, over the same period, there has been a greater decline in fertility in Scotland (Figure 9).
 
Five social classes for Scotland are distinguished according to deprivation, whereas in England there are six social classes distinguished by occupation. The Scottish ratios of mortality to incidence for the social classes were used to derive an approximate gradient of incidence for England. The modeling for England for the age groups 45–49 and 50–54 described in the last section was used to estimate a further increase in incidence of breast cancer in England of 14.4% in the period 2001–2004, compared to 1997–2000. This was spread across the six social classes in England in proportion to the existing gradient, and an increased gradient of incidence across social class for England for the years 2001–2004 was determined. Using the Scottish ratios, this was then converted into the increased breast cancer mortality gradient for England&Wales shown in Figure 2.
 
Cancer registrations in Scotland started in 1960. Rates have been higher than in England, but recently the increase over all ages in Scottish breast cancer rates has been less than in England (Figures 11 and 12). Figure 8 shows the lower Scottish abortion rates. Figure 9 shows the greater decline in Scottish birth rates. The trend in cohort breast cancer in ages 50–54 up to 2004 proved nonlinear and difficult to fit the model. The model was fitted for Scotland for ages 45–49 with results shown in Table 1.
 
Forecasts were made using the latest 2006 TAR for Scotland, 0.376, and the latest TFR, 1.67, giving an overall increase in the rate of cancer of 17.2%, or a yearly increase of 0.64%. Numbers of new cancers expected in Scotland are 6,177 in 2025 compared to the 3,917 reported for 2004, which is a 57.7% increase, in line with the aging of the population.
 
The lower abortion rates in Scotland lead to a forecast of a lesser further increase in incidence of breast cancer in Scotland compared to England, partly offset by lower fertility now in Scotland. Breastfeeding rates have been very low in Scotland, and this has reduced the protective effects of higher Scottish fertility in the past. With encouragement in recent years, the increase in breastfeeding has apparently offset the effects of the decline in the Scottish birth rate.
 
Data is limited, as cancer registration started in 1993. The incidence trends for the age groups 45–49 and 50–54 are shown in Figures 11 and 12. Abortions in England on women resident in Northern Ireland as reported in English abortion statistics are used to derive abortion rates for Northern Ireland. The trends in abortion and fertility in Northern Ireland are shown in Figures 8 and 9.
 
Abortion rates in Ireland, where abortion is illegal, are much lower= than in Great Britain. By smoothing the graph of cohort cáncer incidence for Northern Ireland it was possible to fit the model and make estimates.
 
With this model fitted on the available years of data to 2004 for the age range 45–49, and the latest abortion and fertility rates
22
22
23
Modeling and Forecasting for Scotland
Northern Ireland
0.00
0.50
1.00
1.50
2.00
2.50
3.00
3.50
4.00
4.50
1968 1970 1972 1974 1976 1978 1980 1982 1984 1986 1988 1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006
Year
Total Fertility Rate
England & Wales Scotland Northern Ireland
Republic of Ireland Sw eden Czech Republic
Denmark Replacement Level 2.07 Finland
0
20
40
60
80
100
1 2 3 4 5
%survival
0
25
50
75
100
125
Least
deprived
Most
deprived
Deprivation quintile
Incidence
Survival
Mortality
0
50
100
150
200
250
300
1943 1948 1953 1958 1963 1968 1973 1978 1983 1988 1993 1998 2003
Year
Rate per 100,000 women
England and Wales Scotland Northern Ireland Republic of Ireland
Sw eden Czech Republic Finland Denmark
0
50
100
150
200
250
300
350
1943 1948 1953 1958 1963 1968 1973 1978 1983 1988 1993 1998 2003
Year
Rate per 100,000 women
England and Wales Scotland Northern Ireland Republic of Ireland
Sweden Czech Republic Finland Denmark
 
Figure 9. Total Fertility Rates: TFR in England & Wales, Scotland, Northern Ireland, Republic of Ireland, Sweden, , Finland, and Denmark; 1968-2006 Czech Republic
 
Figure 10. Cancer of the Female Breast, Scotland: Incidence, mortality and cause-specific survival at 5 years by deprivation quintile, for patients diagnosed 1991-95. Source: ISD publication Trends in Cancer Survival in Scotland 1971-1995
 
Figure 11. Breast Cancer in Women within Ages 45-49 in England &Wales, Scotland, Northern Ireland, Republic of Ireland, Sweden, Czech Republic, Finland, and Denmark; 1943-2005
 
Figure 12. Breast Cancer in Women within Ages 50-54 in England &Wales, Scotland, Northern Ireland, Republic of Ireland, Sweden, Czech Republic, Finland, and Denmark; 1943-2005 Journal of American Physicians and Surgeons Volume 12 Number 3 Fall 2007 75 entered, the 2006 TAR for Northern Ireland is 0.16, the latest TFR is 1.87, and the forecast increase in the rate of cancer is 9.3% (yearly increase 0.36%).
 
This forecasts an increase in new cancers in Northern Ireland to 1,626 in 2025 compared to the 1,117 reported for 2004, which is a 46% increase, largely due to aging of the population. This small increase follows from the very low abortion rate and comparatively high fertility in Northern Ireland.
 
Data is limited, as cancer registration started in 1994. The incidence trends for the age groups 45–49 and 50–54 are shown in Figures 11 and 12. Data on women resident in the Republic in English abortion statistics are used to derive Irish abortion rates.
 
The trends in abortion and fertility in the Republic of Ireland are shown in Figures 8 and 9. Abortion rates in the Republic are low, and Irish fertility rates are high compared with England.
 
Modeling used the latest available cancer data up to 2005 fitted for cohort incidence within ages 45–49. Forecasting used the TAR of 0.18 for 2006 and TFR of 1.86, giving a forecast increase in the rate of cancer of 8.3%, which corresponds to a yearly compound increase of 0.32%. This predicts an increase in numbers of new cancers in the Republic of Ireland to around 3,601 in 2025, compared to the 2,336 reported for 2005. The 54% increase is largely a consequence of the expected growth and aging of the Irish population.
 
In Sweden cancer registration started in 1958. The incidence trends for the age groups 45–49 and 50–54 are shown in Figures 11and 12. The trends in abortion and fertility in Sweden are shown in Figures 8 and 9. The nonlinear trend in fertility makes modeling difficult. The abortion rates in Sweden are higher than in England at the adult ages, but in Sweden most abortions are parous. Breastfeeding is also successfully promoted in Sweden, offsetting the carcinogenic effect of a high abortion rate.
 
Modeling is possible using recent years data. Forecasting with the latest TAR for Sweden of 0.65 and the latest TFR of 1.75 produces an overall increase in the rate of cancer of 31.3%, which corresponds to a yearly compound increase of 1.12%. From this model, new cancers in Sweden are expected to be 10,895 in 2025, compared to the 7,293 reported for 2005, a 49% increase.
 
In the Czech Republic cancer registration started in 1977. The incidence trends are shown in Figures 11 and 12. Czech rates o breast cancer are low by comparison with other countries considered. Perhaps there is less genetic susceptibility.The trends in abortion and fertility in the Czech Republic are shown in Figures 8 and 9. Abortion rates in the Czech Republic were high, and most abortions are parous. Data for recent yearswas used to fit the model.
 
Forecasts using the latest TAR for the Czech Republic of 0.35 and the latest TFR of 1.23 gave an overall increase in the rate of cancer of 39.2%, or a yearly increase of 1.33%. The Czech abortion rate has declined markedly, but the Czech birth rate has declined even more remarkably in recent years. These are offsetting factors Republic of
Ireland
Sweden
Czech Republic
24
for breast cancer. The model predicts 8,412 new malignancies in the
Czech Republic in 2025 compared to the 5,449 reported for 2003, a
54% increase.
 
In Finland cancer registration started in 1953 and data is available for years since 1977. The incidence trends are shown in Figures 11 and 12. The trends in abortion and fertility in Finland are shown in Figures 8 and 9. By using data for recent years it was possible to fit the model.
 
The latest available TAR for Finland is 0.34 and the latest TFR is 1.7. In the modeling these gave an expected decrease in the rate of cancer of 6.8%, i.e. a yearly compound decrease of 0.28%,
reflecting the decline in the Finnish abortion rate and some
recovery in the birth rate in Finland. The forecast increase to 4,045
breast cancers in 2025, compared to the 3,794 reported for 2003,
results from the aging of the population.
 
Anegative social gradient in Finland is reported in a large study.
“Cancers of the breast were most common in high social classes
throughout the whole observation period 1971–1995. The relative
difference between the SIRs (Standardised Incidence Ratios) of
social classes I and IV diminished from 2-fold in the period
1971–1975 to 1.5-fold in 1991–1995. SIRs were 1.67 in social class
I and 0.81 in social class IV in 1971–1975 and 1.4 and 0.81
respectively in 1991–1995.”
 
The social gradient was not explicable in terms of fertility. “In
Finland there is relatively little difference between social classes in
the age at first birth and average number of children.” Abortion
was not considered as an explanatory variable in this study. If it had
been considered, the gradient might have been better understood.
The lessening of the social gradient may be linked to a decline in the
Finnish abortion rate.
 
In Denmark cancer registration goes back to the 1940s but data
after 2001 is not available. The trend is similar to other countries
discussed above (Figures 11 and 12). Abortion rates declined after
1989 (Figure 8) and are less than in Sweden and England. Fertility
shows a decline similar to that in Sweden (Figure 9).
 
Cohort fertility for years of birth before 1945 and abortion rates
before 1973 were estimated. Age-specific fertility rates were not
available for earlier years, and approximate estimates were made.
Trend lines proved nonlinear, and model fitting was difficult.
 
Modeling used a fixed intercept and recent data with results
summarized in Table 1. The latest TAR (0.45) and TFR (1.8) gave
an expected decrease in the rate of cancer of 4.1%, i.e. a yearly
compound decrease of 0.16%. This decline reflects the decline in
the Danish abortion rate.
 
A social gradient has also been found in Denmark. A large
Danish national study found a higher incidence of breast cancer in
the higher social classes. Academics (persons with higher
education) had the highest risk of breast cancer, which was 74%
above that of women in agriculture, who had the lowest risk. The
records were adequate to control for various risk factors, and the
study concluded that “the large social differences in fertility history
among Danish women could not explain the social differences in
breast cancer risk.” In particular, “[a]ge at first birth and parity
Finland
Denmark
25
25
26,27
27
26
76
 
Journal of American Physicians and Surgeons Volume 12 Number 3 Fall 2007 could not explain the “effect of socioeconomic group on breast cancer incidence and mortality.” Abortion was not considered as a relevant factor. If it had been considered the gradient might have been explained.
 
In most countries considered, women now over age 45 have had more abortions and fewer children than previous generations of women, and a further increase in breast cancer incidence is to be expected. Variations in breast cancer incidence across social class and across geographic regions can also be expected to increase.
 
In England, a high rate of abortion leads to the large forecast increase. In Scotland, the lower abortion rate, offset by lower fertility than in England, leads to a slightly lower rate of increase expected. In both Irish jurisdictions, a continuation of low abortion rates and comparatively high fertility rates lead to low forecast increases in incidence of breast cancer. In Sweden a high abortion rate is offset partly by fewer nulliparous abortions and a high level of fertility and breastfeeding.
 
In the Czech Republic, the forecast of an increase in breast cancer incidence is largely the result of the fallen birth rate. In Finland and Denmark, lower abortion rates imply less breast cáncer in the future.
 
The negative or reverse social gradient whereby upper class women have more breast cancer is apparent in four countries where it is measured: England&Wales, Scotland, , and Denmark.
 
In all of these countries the known reproductive factors other than
abortion fail to explain the gradient. But the known likelihood for
upper class and upwardly mobile women to prefer abortions when
pregnant could provide some explanation of this gradient. If
abortions had been examined in the studies of this social gradient,
the role of this factor could have been made clear.
 
The increase in breast cancer incidence appears to be best
explained by an increase in abortion rates, especially nulliparous
abortions, and lower fertility. And the social gradient, which is not
explained by fertility, seems also attributable circumstantially to
abortion. A linear regression model of successive birth cohorts of
women with abortion and fertility as explanatory variables fitted to the cancer incidence up to 1977 has produced forecasts that have performed well in the years 1998–2004 in Great Britain (AppendixA).
 
The new forecasts for eight countries can be tested in the coming years.
27
Summary
Conclusion
Finland
Patrick S. Carroll, M.A.,
Acknowledgements:
Potential conflicts of interest:
is Director of Research, Pension and Population  Research Institute (PAPRI), 35 Canonbury Road, London N1 2DG, UK.  Contact: papriresearch@btconnect.com.
 
Particular thanks are due to the charities LIFE and The Medical Education Trust, which funded the research, to the national statistical  offices and cancer registries, which provided the data, and to the statisticians who kindly gave advice. Figure 10 is reproduced from the publication with permission of the Cancer Surveillance Team, Information Services Division (ISD), NHS National Services, Scotland. Computing was done by Andrew Chan and Lee Young.
 
none disclosed.
Trends
in Cancer Survival in Scotland 1971-1995
 
 
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20
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England &Wales
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Journal of American Physicians and Surgeons Volume 12 Number 3 Fall 2007 77
AppendixA. Female BreastCancers and Ductal Carcinoma in Situ (DCIS) in
England&Wales: Comparison of ForecastNumbers Published in 2002 with
Reported Incidence in theYears 1998– 2004
Modelling based on breast cancer incidence data up to 1997 was used
to forecast incidence over future years through 2027. Forecast rates were
applied to the projected female population in the 1998-based forecast made
by theUKGovernmentActuary to calculate forecast numbers of cancers.
In these 1997-based forecasts, the same rate of increase in incidence
was assumed to apply to all age groups.
Two forecasts were made: (1) Using model fitting without weighting to
allow for additionally carcinogenic effect of nulliparous abortions gave a
lower increase in rates of 44.4% over 30 years, or 1.25% per annum. (2)
With weighting to allow for the additionally carcinogenic effects of
nulliparous abortions, the model gave a higher increase of 2.2% per annum or 92%over 30 years.
 
21 Tables 1A-3A show the observed cases from official counts of new  cases and the expected numbers calculated with the unweighted model, for cancers, ductal carcinoma in situ (DCIS), and cancers combined with DCIS, respectively. The forecast tended to underestimate slightly the number of cancers; the ratio of observed to expected was 1.013 (101.3%) in 2004. For DCIS, the underestimate, O/E = 1.54 (154.3%) for 2004, was much more notable, probably owing to extension of screening programs.
 
The combined rate of cancers and DCIS was somewhat underestimated, O/E = 1.04 (104.4%) in 2004.
 
Weighting for the increased carcinogenicity of nulliparous abortionsgave the results shown in Tables 4A-6A for cancers, DCIS, and cancers combined with DCIS, respectively. Cancers were slightly overestimated, O/E = 0.946 (94.6%) for 2004. DCIS was underestimated, but less so than with the first model: O/E = 1.44 (144%) in 2004. The combined forecast proved quite good, with 100.5% of the total new malignancies anticipated [in 2003, and 97.5% in 2004.
 
Year 15-44 45-49 50-54 55-59 60+ All ages
%Observed/
Expected
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Age Groups
3880
4005
4022
4153
4183
4151
4375
4161
4527
4101
4666
4214
4802
4312
3220
3099
3241
3088
3275
3042
3365
2950
3487
2993
3619
3066
3771
3268
4725
4633
4909
5031
5051
4951
5172
4957
5039
4514
5021
4554
5081
4439
3621
3880
3805
4198
4005
4138
4284
4477
4761
4819
5079
5396
5292
5136
19042
19029
19450
19791
19872
19544
20374
19846
20836
20293
21402
21575
21981
21557
34488
34646
35427
36261
36386
35826
37570
36391
38650
36720
39787
38805
40927
38712
100.5
102.4
98.5
96.9
95.0
97.5
94.6
Year 15-44 45-49 50-54 55-59 60+ All ages
%Observed/
Expected
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Age Groups
193
136
200
255
208
279
218
264
225
290
232
278
239
315
321
231
323
272
327
243
336
272
348
261
361
249
376
275
471
674
490
765
504
804
516
832
503
813
501
817
507
827
375
454
394
488
414
544
443
622
493
675
526
789
547
612
746
917
765
1006
784
1163
800
1163
819
1230
847
1530
881
1644
2106
2412
2172
2786
2237
3033
2313
3153
2388
3269
2467
3663
2550
3673
114.5
128.3
135.6
136.3
136.9
148.5
144.0
Year 15-44 45-49 50-54 55-59 60+ All ages
%Observed/
Expected
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Age Groups
4073
4141
4222
4408
4391
4430
4593
4425
4752
4391
4898
4492
5041
4627
3541
3330
3564
3360
3602
3285
3701
3222
3835
3254
3980
3315
4147
3543
5196
5307
5399
5796
5555
5755
5688
5789
5542
5327
5522
5371
5588
5266
3996
4334
4199
4686
4419
4682
4727
5099
5254
5494
5605
6185
5839
5748
19788
19946
20215
20797
20656
20707
21174
21009
21655
21523
22249
23105
22862
23201
36594
37058
37599
39047
38623
38859
39883
39544
41038
39989
42254
42468
43477
42385
101.3
103.9
100.6
99.2
97.4
100.5
97.5
Year 15-44 45-49 50-54 55-59 60+ All ages
%Observed/
Expected
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Age Groups
4033
4141
4140
4408
4264
4430
4415
4425
4524
4391
4558
4492
4705
4627
3507
3330
3494
3360
3497
3285
3559
3222
3650
3254
3752
3315
3871
3543
5145
5307
5294
5796
5393
5755
5468
5789
5275
5327
5205
5371
5216
5266
3956
4334
4117
4686
4290
4682
4545
5099
5002
5494
5284
6185
5451
5748
19595
19946
20453
20797
20055
20707
20357
21009
20616
21523
20975
23105
21365
23201
36236
37058
37498
39047
37499
38859
38344
39544
39067
39989
39774
42468
40608
42385
102.3
104.1
103.6
103.1
102.4
106.8
104.4
Year 15-44 45-49 50-54 55-59 60+ All ages
%Observed/
Expected
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Age Groups
191
136
196
255
202
279
209
264
214
290
219
278
223
315
318
231
317
272
317
243
323
272
331
261
340
249
351
275
467
674
480
765
489
804
496
832
478
813
472
817
473
827
371
454
386
488
402
544
426
622
469
675
496
789
511
612
739
917
751
1006
761
1163
769
1163
780
1230
799
1530
822
1644
2086
2412
2130
2786
2171
3033
2223
3153
2272
3269
2326
3663
2380
3673
115.6
130.8
139.7
141.8
143.9
157.5
154.3
Year 15-44 45-49 50-54 55-59 60+ All ages
% Observed/
Expected
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
Expected
Observed
3842
4005
3944
4153
4062
4151
4206
4161
4310
4101
4339