A responsabilidade Civil e Criminal Médica na Desinformação às pessoas – Revista VEJA, 2.304: “O que você não sabe sobre a Vitamina do Sol. Ela continua a surpreender a medicina com novos efeitos benéficos.”

É de analfabeto conhecimento que SAÚDE e VIDA são tuteladas de forma radical pelo Direito.

Lembrem: profissional da saúde não pode invocar ignorância nas suas manifestações profissionais – muito menos seus órgãos representantes.

Leia também:

A prescrição diária de 10.000 UIs de Vitamina D representaria para a indústria farmacêutica uma perda de 40% de uma receita de trilhões de dólares

A verdade sobre a Vitamina D: sua carência é promovida por conflito de interesses – The Truth about Vitamin D

A Revista Veja desta semana tem como matéria de capa o assunto Vitamina D. Ed. 2.304, de 16 de janeiro de 2013: “O que você não sabe sobre a Vitamina do Sol. Ela continua a surpreender a medicina com novos efeitos benéficos.”

Vitamina D é um hormônio vital para preservação e recuperação da saúde

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com

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Baixos níveis do hormônio-vitamina D relacionados com dor de cabeça – Low vitamin D linked to headache (biodireitomedicina.wordpress.com)
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Celso Galli Coimbra - OABRS 11352

É impossível dimensionar a extensão CRIMINOSA dos interesses envolvidos em forçar cada vez mais o que já é comprovado pela CIÊNCIA:

SEM o hormônio conhecido por Vitamina D, em doses não inferiores a 10.000 UI diárias para pessoas AINDA saudáveis, o que a correta exposição ao SOL diariamente desenvolve pela [redundância] própria natureza através da pele HUMANA, de acordo com tipo de pele e idade, a saúde e a vida de todas as pessoas estão definitivamente comprometidas.

Os grandes beneficiários desta CONDUTA CRIMINOSA – em desinformar o que é OBRIGAÇÃO PROFISSIONAL MÉDICA informar – são os investidores da Indústria Farmacêutica e seus interesses em aumentar o universo de pessoas doentes e dependentes de inócua “medicação” de ALTO CUSTO. Mas convenhamos, SEM a escancarada COOPERAÇÃO de médicos e seus órgãos representativos, isto não seria possível.

Não são apenas “lamentáveis” as DESINFORMAÇÕES surgidas no meio MÉDICO nos últimos dias – especialmente a…

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Livros do MEC promovem MST, racismo, prostituição, incesto, estupro, pedofilia e agressão a professores para alunos do ensino fundamental – aborto, saude e tráfico de pessoas

Educação Pública « Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

 

Livros do MEC promovem MST, racismo, prostituição, incesto, estupro, pedofilia e agressão a professores para alunos do ensino fundamental

 

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/06/29/livros-do-mec-promovem-mst-incesto-estupro-pedofilia-e-agressao-a-professores-para-alunos-do-ensino-fundamental/

 

“A Lei 11.829/2008 modificou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), para incluir a criminalização das condutas de quem produz ou distribui material contendo pedofilia. Pelo novo artigo 241-C, constitui crime, com pena de um a três anos, “simular a participação de criança ou adolescente em cena de sexo explícito ou pornográfica por meio de adulteração, montagem ou modificação de fotografia, vídeo ou qualquer outra forma de representação visual”. Também fica sujeito às mesmas penas aquele que “vende, expõe à venda, disponibiliza, distribui, publica ou divulga por qualquer meio, adquire, possui ou armazena o material”.

 

http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/educacao-publica-2/

Livros do MEC promovem MST, racismo, prostituição, incesto, estupro, pedofilia e agressão a professores para alunos do ensino fundamental

 

Por Celso Galli Coimbra

29/06/2011 –

disponível em

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/06/29/livros-do-mec-promovem-mst-incesto-estupro-pedofilia-e-agressao-a-professores-para-alunos-do-ensino-fundamental/

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No Pronunciamento do Senador Demóstenes, do dia 21 de junho de 2011, sobre o conteúdo dos livros da coleção Viver Aprender, distribuída pelo Ministério da Educação para o ensino público fundamental, há um relato minucioso do Senador que se constitui em graves DENÚNCIAS de promoção do racismo, prostituição, incesto, estupro, pedofilia e agressão física e moral a professores, além de enaltecimento do MST.  Estas são DENÚNCIAS de condutas provenientes de administradores públicos que se constituem em CRIMES, e não podem de forma alguma serem consideradas meras “políticas de Estado” no âmbito do ensino público para alunos no início da adolescência. Este assunto já ingressou na órbita da transgressão do Código Penal e como tal deve ser examinado pelas autoridades responsáveis pela ação penal pública no Brasil.  A DENÚNCIA feita dia 21 de junho de 2011 está reproduzida na íntegra no vídeo que segue e não pode mais ser ignorada.

“A Lei 11.829/2008 modificou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), para incluir a criminalização das condutas de quem produz ou distribui material contendo pedofilia. Pelo novo artigo 241-C, constitui crime, com pena de um a três anos, “simular a participação de criança ou adolescente em cena de sexo explícito ou pornográfica por meio de adulteração, montagem ou modificação de fotografia, vídeo ou qualquer outra forma de representação visual”. Também fica sujeito às mesmas penas aquele que “vende, expõe à venda, disponibiliza, distribui, publica ou divulga por qualquer meio, adquire, possui ou armazena o material”.

 

 

Celso Galli Coimbra

OABRS 11352

ou assista no endereço:

http://www.youtube.com/watch?v=bG2SX30bWbo

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  1. Livros do MEC promovem MST, racismo, prostituição, incesto, estupro, pedofilia e agressão a professores para alunos do ensino fundamental « Ichthys diz:

    15/07/2011 às 16:59

[…]   Fonte: http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/06/29/livros-do-mec-promovem-mst-incesto-estupro-pedofi… […]

Não existe pensamento para esse tipo de prática de um governo… que desagua para os crimes. Para descrever esse governo politico que tem como tarefa a perda completa de valores, razoavelmente pode-se dizer que o Brasil vive uma ditadura, civil, e cruel. Estamos vivendo a passagem da perda do Estado de Direito.

infeliz destino

Superestrutura de Gramsci é hoje o próprio PT dominando todos os órgãos e instituições publicas do Estado ‘federado’ concentrado nas decisões inconstitucionais da presidência da republica.

Não são as leis que seguem a Constituição, os valores morais, éticos e jurídicos que tornam o fundamento do Estado brasileiro, na Carta politica de 1988 – a Constituição Cidadã, os direitos humanos de eficácia imediata respeitados, como o direito á vida, estudo, educação e saude. Esta Lei Maior, superior em hierarquia a todas as outras leis que lhe são subjacentes, é o reflexo da vontade do povo brasileiro, não está sendo considerada.

Hoje é dominante a vontade de um só através de Medidas Provisórias inconstitucionais e o controle de todos os órgãos notadamente o Judiciário, o STF, a Suprema Corte. Este processo de reformas já vem há tempo em andamento, lembro as súmulas vinculantes, a perda de direitos e garantias constitucionais de trabalho, e o Programa Nacional de Direitos Humanos, o PNDH3 de Lula e Dilma para ser colocado em execução a partir de 2011. Essa transformação é a revolução ao contrario, quer dizer, é contraria á democracia. O Estado Democrático de Direito tem três poderes iguais em força e relevância independentes entre si. No Brasil domina a política infame dos caminhos da ilegalidade.

Agora, brasileiros estão a viver a tirania de um governo que corrompeu todas as instituições públicas e todos os poderes da União. Não existe, agora, nessas condições de partidarismo político ou de interesses economicos patrimoniais individualizado a comandar as funções públicas do Estado brasileiro, sem a devida observação e respeito à Lei Maior, sequer uma democracia forjada. Estas condições da realidade do governo Lula-Dilma confirmam a tirania. A realidade é a prova.
Os poderes não são independentes entre si no Brasil. O Estado de Direito está em falso.

A denuncia sobre o crime organizado do mensalão, contra José Dirceu e José Genoino, não foi acolhida pelo Supremo Tribunal Federal em 2007. O STF fez que nao viu. Ellen Gracie foi a presidente do Supremo e só votaria em caso de empate. Os ministros do STF que participaram do processo do mensalão sao os mesmos que julgaram a constitucionalidade do art. 5º da Lei nº 11.105, de 24 de março de 2005, a lei de Biossegurança, o que permitiu o desprezo do Direito á Vida dos embriões em 31 maio de 2008.

No julgamento de 2008, sobre a inconstitucionalidade do art. 5º da lei de Biossegurança que delibera sobre o uso de embrioes humanos. Este julgamento liberou o homicídio no Brasil. Seguiu a decisão sobre aborto de anencefálicos.

PNDH–3
Decreto nº 7.037,
de 21 de Dezembro de 2009
Atualizado pelo Decreto
nº 7.177, de 12 de maio de 2010
PNDH–3Decreto nº 7.037,
de 21 de Dezembro de 2009
Atualizado pelo Decreto
nº 7.177, de 12 de maio de 2010

Edição, elaboração, distribuição e informações:

http://portal.mj.gov.br/sedh/pndh3/pndh3.txt

PNDH3: GOLPE DE ESTADO – DECRETO EM EXECUÇÃO

Diretriz 8: Promoção dos direitos de crianças e adolescentes para o seu desenvolvimento integral, de forma não discriminatória, assegurando seu direito de opinião e participação. …………………………………………………………………….74

Objetivo estratégico III:
Proteger e defender os direitos de crianças e adolescentes com maior vulnerabilidade.

Ações programáticas:
a) Promover ações educativas para erradicação da violência na família, na escola, nas instituições e na comunidade……..
Objetivo estratégico IV: Enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes ……………………..80

Objetivo estratégico III:
Garantia dos direitos das mulheres para o estabelecimento das condições
necessárias para sua plena cidadania.

Ações programáticas:
g) Considerar o aborto como tema de saúde pública, com a garantia do acesso aos serviços de saúde. (Redação dada pelo Decreto nº 7.177, de 12.05.2010).
……
Responsáveis: Ministério da Saúde; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência
da República; Ministério da Justiça
Parceiros: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República
Recomendação: Recomenda-se ao Poder Legislativo a adequação do Código Penal para a descriminalização do aborto.

Cabe dizer que a tentativa de eliminar Direitos Fundamentais, Direito Universal como é o Direito à vida no art. 5º da Carta Maior – e todos os incisos, como por exemplo, direito á privacidade, direito de ampla defesa e comunicação social – direito e direitos abrigados na Constituição da República, é NULA, infrutifera. Mas crimes aconteceram.

   

Cristiane Rozicki

« Tráfico de órgãos: um relatório devastador

Holanda pode classificar maconha concentrada como droga pesada comparável à cocaína ou heroína »

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Repercussão internacional das discussões no Brasil sobre a validade dos critérios diagnósticos para a identificação da morte encefálica

 

Não terá uma grande e inabalável influência sobre a vida das pessoas, e sobre a percepção do valor do Maior Bem Vida, o conhecimento desse bem?

 

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Repercussão internacional das discussões no Brasil sobre a validade dos critérios diagnósticos para a identificação da morte encefálica

 

 

  DEPARTAMENTO DE NEUROLOGIA E NEUROCIRURGIA
Disciplina de Neurologia Experimental
 

http://www.unifesp.br/dneuro/opinioes.htm

 

Repercussão internacional das discussões no Brasil sobre a validade dos critérios diagnósticos para a identificação da morte encefálica

“é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”

(Art.5º, inciso IX da Constituição Federal)

Cícero Galli Coimbra
Médico Neurologista e Pesquisador
Professor Adjunto do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia
Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP
email: coimbracg.nexp@epm.br


  1. 1.     Histórico Preliminar

http://www.unifesp.br/dneuro/opiniao1.htm

 

2. Cartas do Exterior

 

2.1 James Bernat (EUA) – Presidente da Comissão de Ética da Academia Americana de Neurologia

http://www.unifesp.br/dneuro/opiniao21.htm

 

2.2 Comissão Organizadora do 3º Simpósio Internacional sobre Coma e Morte

http://www.unifesp.br/dneuro/opiniao22.htm

 

2.3 Alan Shewmon (EUA) – Professor de Neuropediatria da UCLA

http://www.unifesp.br/dneuro/opiniao23.htm

 

2.4 Paul Byrne (EUA) – Presidente da Associação Médica Católica Norte-Americana para o biênio 1997-1998

http://www.unifesp.br/dneuro/opiniao24.htm

 

2.5 Yoshio Watanabe (Japao) – Diretor do Toyota Medical Center

http://www.unifesp.br/dneuro/opiniao25.htm

 

2.6 David Evans (Inglaterra)

http://www.unifesp.br/dneuro/opiniao26.htm

 

2.7 Johan Loibner (Áustria)

http://www.unifesp.br/dneuro/opiniao27.htm

 

3. Comentários Finais

http://www.unifesp.br/dneuro/opiniao3.htm

 


Textos

http://www.unifesp.br/dneuro/textos.htm

   Unifesp

http://www.unifesp.br/

 

Informações Cícero Galli Coimbra

 

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Percepção do valor do Maior Bem Vida, o conhecimento da Repercussão internacional das discussões no Brasil sobre a validade dos critérios diagnósticos para a identificação da morte encefálica

 

Para a compreensão da expressao “o melhor bem”,

Forneço as primeiras linhas de ciência política,

Aristóteles diz o seguinte: 

 https://objetodignidade.wordpress.com/wp-admin/upload.php


“Se há, então, para as açoes que praticamos, alguma finalidade que desejamos por si mesma, sendo tudo mais desejado por causa dela, e se não escolhemos tudo por causa de algo mais (se fosse assim, o processo prosseguiria até o infinito, de tal forma que nosso desejo seria vazio e vão), evitendemente tal finalidade deve ser o bem e o melhor dos bens. Não terá uma grande influencia sobre a vida o conhecimento desse bem?” Aristóteles, Ética a Nicômacos.

 

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Não terá uma grande e inabalável influência sobre a vida das pessoas, e sobre a percepção do valor do Maior Bem Vida, o conhecimento desse bem?

 

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Este artigo é um dos que se encontram em:

 

 

DEPARTAMENTO DE NEUROLOGIA E NEUROCIRURGIA
Disciplina de Neurologia Experimental

 

 

 

http://www.unifesp.br/dneuro/opinioes.htm

 

Repercussão internacional das discussões no Brasil sobre a validade dos critérios diagnósticos para a identificação da morte encefálica

“é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”

(Art.5º, inciso IX da Constituição Federal)

Cícero Galli Coimbra
Médico Neurologista e Pesquisador
Professor Adjunto do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia
Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP
email: coimbracg.nexp@epm.br

 

 

PARA ler os artigos sobre morte encefálica:

 

Interpelação Judicial ao CFM, a União e ao Ministério Público Federal para esclarecer critérios de morte encefálica « Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/05/31/interpelacao-judicial-ao-cfm-a-uniao-e-ao-ministerio-publico-federal-para-esclarecer-a-irreversibiladade-da-morte-encefalica/

 

Mercado negro de órgãos humanos cresce na Europa

09/07/2012 — Celso Galli Coimbra

 No Brasil

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/07/09/mercado-negro-de-orgaos-humanos-cresce-na-europa/

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Dad rescues ‘brain dead’ son from doctors wishing to harvest his organs – boy recovers completely « Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/04/26/dad-rescues-brain-dead-son-from-doctors-wishing-to-harvest-his-organs-boy-recovers-completely/

 

http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/morte-encefalica/

 

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Repercussão internacional das discussões no Brasil sobre a validade dos critérios diagnósticos para a identificação da morte encefálica

 

Comentários

 

 

A análise da história e da validade do diagnóstico de morte encefálica não pode ser feita adequadamente sem considerar-se separadamente seus 3 aspectos distintos: o conceito, a definição e os critérios diagnósticos. Considerar-se o conceito como válido ou não (ou seja, se um indivíduo em coma profundo determinado por uma lesão encefálica grave e irreversível, que lhe impede permanentemente até mesmo de respirar por si próprio, deve ou não ser considerado como morto) dependerá da formação filosófico-religiosa predominante em cada sociedade. No entanto há um ponto que todas as pessoas dotadas de mínima consciência moral e ética devem considerar inquestionável: a caracterização da irreversibilidade, ou seja, da irrecuperabilidade do indivíduo, deve ser requisito essencial para o diagnóstico – tal como afirma o Prof. Bernat em sua carta. Tão essencial, que se a irreversibilidade não puder ser caracterizada através de critérios diagnósticos seguros, o próprio diagnóstico torna-se impraticável, e o conceito inútil, mesmo sendo considerado filosoficamente válido.

 

 

O autor deste texto endereça críticas à segurança dos critérios diagnósticos, não ao conceito. Dizer-se de forma simplista que o autor deste e dos demais textos citados “é contra a morte encefálica”, sem prover-se respostas técnicas às questões técnicas levantadas, desconsiderando-se que em realidade elas são dirigidas à segurança dos critérios diagnósticos, representa de fato uma tentativa de fuga à discussão científica que deve nortear as decisões médicas.

 

 

Acusa-se também o fato de que a tentativa de preservar-se a quase qualquer preço os critérios diagnósticos primeiramente estabelecidos (evitando-se assim a perda de credibilidade do diagnóstico, advinda de critérios mutáveis ou reiteradamente atualizados, para a identificação da morte – um estado por séculos considerado como absoluto e definitivo) levou ao repetido recondicionamento da definição, de forma a que ela se adaptasse aos critérios diagnósticos, e não eles a ela. Assim, verificou-se que a definição inicial (“infarto de todo o encéfalo”) foi alterada para “perda irreversível da função encefálica” (nos EUA e em outros países) e “perda irreversível da função do tronco encefálico” (no Reino Unido), ao verificar-se a ausência do “encéfalo do respirador” na maioria dos casos autopsiados, apesar dos critérios diagnósticos atendidos. Posteriormente, ao contra-argumentar-se que o próprio controle da temperatura e de outras funções hipotalâmicas refletem a vitalidade do encéfalo, mudou-se novamente a definição norte-americana para algo como “perda irreversível da função encefálica não-hipotalâmica”).

 

 

De qualquer forma, a necessidade de redefinir-se reiteradamente o conceito de morte encefálica ao longo dos últimos 30 anos, reflete de forma incontestável a falta de base científica e a precipitação com que os critérios diagnósticos foram elaborados em 1968, na Harvard Medical School (EUA), sob a pressão do deslumbre e da concorrência tecnológica internacional desencadeados pelo advento do transplante de órgãos vitais, apenas 1 mês depois do primeiro transplante cardíaco ter ocorrido na Cidade do Cabo (África do Sul). Se não houve precipitação, como interpretar-se o fato de que primeiramente se estabeleçam os critérios diagnósticos (caracterizando-os como denunciadores de necrose) para, somente após, buscar-se a confirmação pela necrópsia, que acabou não se concretizando na maioria dos casos? Se não houve precipitação, como interpretar-se a desconsideração de um fato elementar como o controle encefálico da temperatura? Se não houve precipitação, como, ainda, entender-se a desconsideração de que a temperatura poderia estar atuando como protetor contra os mecanismos determinantes do estado de morte encefálica (vendo-se a hipotermia acidental exclusivamente como mero simulador das manifestações clínicas desse estado, o que levou à sua caracterização como “critério de exclusão”)?.

Acusa-se neste texto, por outro lado, que a evolução verdadeiramente anárquica e banalizatória da definição de morte encefálica poderá justificar a que essa prática “diagnóstica” torne-se progressivamente indistingüível de uma simples eutanásia ativa (ao gosto dos simpatizantes desta última), seletivamente voltada para pacientes neurológicos pretensamente irrecuperáveis, como a testam as mais recentes propostas relativas a “higher brain death”.

 

 

A progressiva maleabilidade da definição contrapõe-se à rigidez dos critérios diagnósticos, que há 30 anos permanecem essencialmente os mesmos, apesar de, conforme tem sido reiteradamente acusado, obedecerem à mecânica própria à identificação de um prognóstico, não de um diagnóstico. Conforme reitera David Evans ainda uma vez em sua carta, ao verificar-se que um determinado fenômeno biológico (como o coma profundo, associado à ausência de reflexos cefálicos e à apnéia) mantém-se inalterado durante um determinado período de observação (6 horas), e inferir-se por isso mesmo que deverá permanecer indefinida ou permanentemente inalterado, está-se evidentemente prognosticando, não diagnosticando. A diferença é muito mais que puramente semântica. Um diagnóstico é a constatação de um fato já ocorrido. Um prognóstico é a constatação de que o fato provavelmente (mas não certamente) virá a ocorrer. Quando o fato é a própria morte, a confusão conceptual tem conseqüências devastadoras: jamais se saberá com certeza se o paciente do qual órgãos vitais foram subtraídos viria ou não a recuperar-se, inclusive a ponto de reassumir seu papel na sociedade e no seu meio familiar. Mesmo como prognósticos, os critérios atuais revelam-se falhos em face do surgimento de novos recursos terapêuticos, como demonstra Yoshio Watanabe, ao referir-se aos resultados do trabalho do Professor Hayashi (similares aos de Metz e colaboradores).

Mas por que, então, mesmo após a confusão entre “prognóstico” e “diagnóstico” ter sido tão reiteradamente acusada por inúmeros especialistas, os critérios prognósticos não podem ser radicalmente mudados, sendo substituídos por critérios de fato diagnósticos e condizentes com o desenvolvimento do conhecimento neurocientífico? Haverão interesses encobertos (como diz David Evans) que impedem a reconsideração de posicionamentos antigos? Serão esses interesses apenas relativos à possível perda de confiabilidade pública decorrente da necessidade de serem atualizados esses critérios? Ou estarão eles relacionados ao temor de levar a morte encefálica à inviabilidade jurídica pela relatividade temporal dos critérios diagnósticos? Ou ainda, terá o conhecimento atual demonstrado que a elaboração de critérios diagnósticos seguros é tecnicamente impossível? No entanto, será possível que tais temores venham a fazer com que aqueles que se sintam direta ou indiretamente comprometidos com a viabilização do transplante de órgãos venham a cristalizar-se em suas posições, tentando abortar a divulgação pública e a disponibilidade do tratamento hipotérmico a todas as vítimas de traumatismo craniano grave, assumindo o ônus moral e ético pelas inúmeras vidas a serem conscientemente perdidas, em decorrência do “amordaçamento” das opiniões discordantes?

 

 

Ademais, mesmo ao considerar-se a elaboração de novos critérios diagnósticos, não se poderá afirmar de futuro, quando nova atualização eventualmente vier a impor-se, que o fato de encarar-se tais pacientes erradamente como mortos tê-los-á afastado das atenções das pesquisas médicas por longo tempo (tal como ocorreu nos últimos 30 anos), determinando um devastador atraso no desenvolvimento de recursos terapêuticos capazes de determinar-lhes a recuperação? Mortos não podem ser tratados terapeuticamente! De fato, não estivessem há 30 anos os propositores dos critérios para o diagnóstico de morte encefálica tão excessivamente concentrados no afã de rapidamente elaborarem critérios para a sua identificação, teriam talvez antevisto o valor terapêutico da hipotermia no tratamento da síndrome que houveram por bem (ou por casuísmo) chamar de morte encefálica. Ter-se-ia evitado um número incontável de vidas perdidas e profundos sofrimentos decorrentes dessas perdas com o tratamento hipotérmico, que somente há poucos anos passou a alcançar reconhecimento.

 

 

Mesmo agora, com relação ao ambiente nacional, como aceitar-se que apenas alguns afortunados sejam beneficiados pelos novos recursos, como o tratamento hipotérmico e o coma induzido, em grandes hospitais privados, enquanto a grande maioria dos pacientes dos hospitais públicos, em coma profundo, é submetida ao teste da apnéia, sem que sequer seja solicitado o consentimento dos familiares para a realização de tal procedimento “diagnóstico”, o qual, como afirma David Evans, nenhum benefício (apenas riscos inegáveis) traz ao paciente? Dir-se-á que os hospitais públicos não possuem recursos suficientes, porque dependem das escassas verbas públicas? Como justificar-se, então, a aplicação dessas mesmas verbas públicas na viabilização do sistema nacional de captação de órgãos, que inclui a alocação dos já escassos leitos públicos de tratamento intensivo para a manutenção da atividade cárdio-respiratória de pacientes “diagnosticados” como mortos, à espera da conclusão dos exames preliminares para a “doação”? Como evoluirão aqueles outros pacientes que necessitam desses leitos para serem adequadamente tratados, evitando-se-lhes a “morte encefálica”? Não se constituirá esse sistema de “saúde”, na verdade em um promotor da elitização do direito à vida, efetivando um antropofagismo moderno, em que o socialmente mais fraco, perde seus órgãos vitais ao tornar-se indefeso, sendo “engolido” pelo mais forte?

 

 

A acusação de “sensacionalismo” pelos atuais dirigentes do CREMESP, por ter-se proposto um tratamento “experimental” (a hipotermia) não aprovado pelos “órgãos competentes” (tal como intitulam o próprio CREMESP seus atuais dirigentes, para determinarem quais informações ou opiniões técnicas devam ser subtraídas ao conhecimento público) carece de coerência. Se fosse essa a real causa de seus procedimentos administrativos, não estariam outros médicos que aplicaram esse método terapêutico (com sucesso) em São Paulo, em casos de traumatismo craniano severo, com muitíssimo maior cobertura pela mídia, sendo também eles alvejados por procedimentos administrativos similares? Como pode ser a prática permitida, mas a proposição da mesma prática proibida? Ademais, a denominação de “experimental” (que sugere que a aplicação da hipotermia encontre-se ainda restrita a animais de experimentação) foge completamente à realidade, em face do amplo sucesso obtido com o tratamento de vítimas humanas de traumatismo craniano nos grandes centros hospitalares do Japão (vide a carta de Yoshio Watanabe), da Alemanha, dos EUA e, desde o ano passado, de São Paulo – Brasil (portanto sob a jurisdição do próprio CREMESP). Essas incoerências suscitam perguntas relativas às reais causas desses procedimentos “disciplinares” (tão similares aos movidos contra Loibner, que também foram desencadeados por membros do sistema de transplantes, e também foram conduzidos pelos dirigentes do próprio órgão de classe, auto-posicionados como juízes do autor das críticas técnicas a eles mesmos endereçadas). Como podem sentir-se confortáveis em julgar em causa própria o autor das críticas públicas feitas em debates como os da TV Cultura de São Paulo (programa “Opinião Nacional” de janeiro de 1998) aos quais eles mesmos oficialmente compareceram, legitimando assim o próprio fórum público de discussão? As reais causas estão certamente relacionadas às críticas feitas à segurança dos critérios diagnósticos, que incluem o absurdo “teste da apnéia”. Tão absurdo, que David Evans sente-se no dever de publicamente aconselhar os familiares dos pacientes em coma que o proíbam.

 

 

Independentemente da posição oficial dos autais dirigentes de sua poderosa associação, como se comportarão frente a essas críticas os cirurgiões transplantadores, entre os quais se encontram tantos profissionais que idealisticamente dedicaram sua formação técnica ao auxílio de seus semelhantes? Apesar de que alguns poucos possam talvez ignorá-las, dizendo a si mesmos que, como “profissionais”, devem ater-se à “prática médica padronizada”, não é certamente importante para a esmagadora maioria deles a certeza da irrecuperabilidade dos doadores? Certamente não aceitarão que o esforço pela busca de novos e mais seguros métodos diagnósticos (que não incompatibilizem novos recursos de tratamento aos potenciais doadores) seja simplesmente sufocado para ensejar-se tempo a que outras fontes alternativas de órgãos, como o xenotransplante, se tornem tecnicamente viáveis. Certamente não aceitarão em suas consciências o peso decorrente de tantas novas vidas humanas a serem perdidas até então! Da mesma forma, certamente desejará a quase totalidade dos neurologistas e intensivistas ter absoluta tranqüilidade ao corroborar a irrecuperabilidade do paciente em coma aos seus familiares, solicitando-lhes o consentimento para a retirada de órgãos vitais!

 

 

Em relação à referência feita por David Evans aos “transplantadores e seus seguidores”, há que acrescentar-se que os tempos são outros, que os transplantadores (e seguidores) de então, na sua maioria, não são os mesmos de hoje. A democratização da informação é hoje incomensuravelmente maior, em grande parte devido à agilidade da INTERNET. Nos dias atuais é muito mais difícil modular-se ou reprimir-se a difusão da discussão e da informação de qualquer natureza, de acordo com interesses políticos, ao nível do julgamento editorial do “mérito científico” dos estudos e críticas enviados para publicação na área médica. David Evans pagou um preço muito alto pela elevadíssima integridade e honestidade de seu caráter, e pelo pioneirismo de seu discernimento científico, ao tentar veicular suas críticas em uma época em que a ciência era menos valorizada do que a “experiência” (vivência) médica – mais maleável, esta última, aos interesses políticos. Sofreu o ataque daqueles que, no controle da difusão do conhecimento médico, incapazes de responderem à sua argumentação lógica, utilizaram como armas o escárnio, a retaliação e o “amordaçamento”. Hoje aqueles que veicularem suas críticas também (mas não somente) pela INTERNET alcançarão toda a classe médica, incluindo-se transplantadores, intensivistas, neurologistas e neurocirurgiões, não apenas uma pequena minoria de dirigentes cujo orgulho profissional e vulnerabilidade aos interesses políticos possam ser afetados por elas. Hoje, há uma preocupação declarada em acoplar-se a prática médica à fundamentação científica, inclusive através do advento de uma nova disciplina, acrescentada ao plano de ensino das escolas médicas em diversos países. Hoje, sabe-se não apenas que a técnica “diagnóstica” encontra-se cientificamente errada e que não corresponde à definição proposta. Evidencia-se que a irrecuperabilidade desses pacientes não está estabelecida através dessa técnica, e que ela mesma, na medida em que inclui o teste da apnéia, pode induzir a morte que deveria apenas diagnosticar. Inútil contra-argumentar-se propondo o acompanhamento rigoroso da pressão arterial durante o teste: uma vez sendo detectada a hipotensão, o colapso circulatório intracraniano conseqüente à ela provavelmente já estará irreversivelmente estabelecido, sendo então inútil reconectar-se o respirador.

 

 

Aqueles que não souberem reconhecer essas diferenças, serão desagradavelmente surpreendidos por elas. Verificar-se-á que, ao contrário do que ocorre com um pequeno grupo de indivíduos, será impossível a concordância de uma classe inteira de profissionais esclarecidos, nem mesmo da maioria dela, comprometida que está, de fato, com a ética e com a ciência inerentes à sua profissão. A persistência de um pequeno grupo de dirigentes em antigos comportamentos, ditados por interesses políticos, somente poderá levá-los ao descrédito e ao desprestígio de seus pares.

Aqueles que consideram que este não é o fórum apropriado para discussões como esta devem observar que o fórum apropriado muitas vezes é aquele ditado pela urgência e pela abrangência da situação coletiva, como a situação configurada pelo advento da lei de doação presumida de órgãos vitais. Aqueles que não pensam dessa maneira devem de fato buscar em suas consciências uma diferenciação mais clara entre ética e corporativismo. Dificilmente algo mais poderá abalar tão profundamente o prestígio da classe médica do que o engano do público para a sustentação de práticas (como os atuais critérios diagnósticos de morte encefálica) que ameaçam o direito à vida de um número tão grande de indivíduos.

 

 

Face às cartas reproduzidas aqui, não se poderá mais sustentar frente à sociedade e à própria classe médica a argumentação de que a opinião do autor dessas críticas é isolada e não encontra guarida no ambiente nacional ou internacional. O número de agosto de 1998 (vol. 6, nº 2, pp. 58-68) da revista “Neurociências” da UNIFESP (distribuída para os neurologistas de todo o País pelo laboratório Novartis) já as divulgou, com o seguinte comentário editorial do professor José Osmar Cardeal, antecipando-se ao reconhecimento internacional: “O artigo ‘Morte encefálica: um diagnóstico agonizante’, apresentado pelo professor Cícero Coimbra, constitui não apenas um acervo de informações técnicas, obtidas do desenvolvimento da neurociência moderna, mas também identifica a necessidade de encontrar-se as evidências científicas que possam proteger, com segurança, a vida de pacientes submetidos a procedimentos diagnósticos de morte encefálica.”

 

 

O argumento escapista de opinião isolada esvazia-se também ao verificar-se que o Presidente da Comissão Organizadora do 3º Simpósio Internacional sobre Coma e Morte, Calixto Machado (Email: braind@infomed.sld.cu), em recente chamamento à participação nas discussões a serem realizadas no Simpósio daqui há um ano, afirma que especialistas internacionais na matéria, tradicionais defensores do diagnóstico de morte como encefálica, RETIFICAM agora sua posição, propondo a retomada do padrão cardio-respiratório para o diagnóstico de morte (“Moreover, some scholars who were strong defenders of a brain-based standard of death are now favoring a circulatory-respiratory standard”). Essa repercussão internacional, aqui exposta publicamente, fecha um ciclo em que o autor pretende haver, no prazo mais curto possível, muito mais do que usufruído de um direito: cumprido seu dever (como diz David Evans) de demonstrar à classe médica e à sociedade que os atuais critérios “diagnósticos” de morte encefálica são, para dizer-se o mínimo, discutíveis, simplesmente porque sua validade (particularmente a do teste da apnéia) está de fato sendo discutida internacionalmente por autoridades de competência inquestionável nessa matéria.

 

 

Alerta-se, ademais, para a urgente necessidade de democratizar-se as novas e mais efetivas alternativas terapêuticas (entre as quais sobressai-se a hipotermia): sem a sua disponibilização nos hospitais públicos, a captação de órgãos dos usuários desses hospitais manter-se-á imoral, independentemente da segurança de quaisquer novos critérios a serem utilizados. A declaração de Helsinque (desde há 15 anos aceita pelo CFM através da Resolução CFM 1.098, de 30/06/83), no seu item primeiro (“No tratamento de um paciente o médico deve ter liberdade para empregar um novo diagnóstico e uma nova medida terapêutica se, em sua opinião, a mesma oferece esperança de salvar vida, restabelecer a saúde ou minorar os sofrimentos”) faculta aos médicos conscienciosos a liberdade de empregarem a hipotermia moderada em lugar do teste da apnéia, protegendo seus pacientes em coma da demanda por “um diagnóstico precoce de morte encefálica”, para satisfação dos interesses da saúde de terceiros, que aguardam a “doação” de órgãos vitais. O artigo 57 do Código de Ética Médica transforma essa liberdade em um dever, ao asseverar expressamente que:

 

 

“É vedado ao médico deixar de utilizar todos os meios disponíveis de diagnóstico e tratamento a seu alcance em favor do paciente.”

 

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Referencias Médico-Científicas Sobre Tratamento, Cura e Prevenção, doenças neurodegenerativas e autoimunes. Vitamina D

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

http://www.youtube.com/watch?v=cIwIWim4hNM&list=UU5grjCGNi25VAR8J0eVuxVQ&index=4&feature=plcp

Referencias Médico-Científicas Sobre Tratamento, Cura e Prevenção, doenças neurodegenerativas e autoimunes. Vitamina D.

 

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla*

http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/doencas-autoimunes/

 

POR UM NOVO PARADIGMA DE CONDUTA E TRATAMENTO

http://www.institutodeautoimunidade.org.br/novo-paradigma.html

 

Por Dr. Cícero Galli Coimbra

Médico Internista e Neurologista

Professor Associado Livre-Docente da Universidade Federal de São Paulo

Presidente do Instituto de Investigação e Tratamento de Autoimunidade

 

O vídeo referido na reportagem dominical de 27.05.12  da Folha está no endereço:

Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)

 

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/05/28/folha-de-sao-paulo-terapia-polemica-usa-vitamina-d-em-doses-altas-contra-esclerose-multipla/

 

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/08/03/vitamina-d-pode-revolucionar-o-tratamento-da-esclerose-multipla/

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Taxas baixas de vitamina D na maioria da população preocupam especialistas

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/18/taxas-baixas-de-vitamina-d-na-maioria-da-populacao-preocupam-especialistas/

  

Pediatras dobram recomendação de consumo diário de vitamina D

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/17/pediatras-dobram-recomendacao-de-consumo-diario-de-vitamina-d/

 

Doses diárias de Sol – nos horários certos e com os devidos cuidados

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/12/doses-diarias-de-sol-nos-horarios-certos-e-com-os-devidos-cuidados/

 

“(…) cerca de 70% da população mundial apresenta taxas inadequadas de vitamina D, substância que, dentro do corpo, trabalha como um hormônio. O fenômeno da insuficiência não poupa nem países tropicais, como o Brasil, e a defasagem tende a ser maior nas grandes cidades, já que, dentro de casa, no carro ou no escritório, as pessoas acabam fugindo do sol. De acordo com o endocrinologista Geraldo Santana, do Instituto Mineiro de Endocrinologia, “a deficiência de vitamina D é um achado frequente e também preocupante devido à importante ação da substância no organismo.”

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352

cgcoimbra@gmail.com 

Em 19.06.2012

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Vitamina D: A Desinformação Médica e o Direito à Informação do Cidadão

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/20/vitamina-d-a-desinformacao-medica-e-o-direito-a-informacao-do-cidadao/

 

Vitamina D pode combater males que mais matam pessoas no mundo

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/03/20/vitamina-d-pode-combater-males-que-mais-matam-pessoas-no-mundo/

 

Informações médicas sobre a prevenção e tratamento de doenças neurodegenerativas e autoimunes, Parkinson, Alzheimer, Lupus, Psoríase, Vitiligo, como depressão

 http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/23/informacoes-medicas-sobre-a-prevencao-e-tratamento-de-doencas-neurodegenerativas-e-auto-imunes-como-parkinson-alzheimer-lupus-psoriase-vitiligo-depressao/

 

Vitamina D é importantíssima para a saúde

”Estudos realizados no Brasil e no exterior apontam a importância da substância na prevenção e no tratamento do câncer, diabetes e de doenças neurológicas, cardiovasculares e até degenerativas, como a esclerose múltipla.”

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/09/22/vitamina-d-e-importantissima-para-a-saude/

 

A importância da colina para a regeneração neuronal

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/09/18/a-volta-triunfal-do-ovo/

“A colina é especialmente importante na gravidez. “Vários estudos já mostraram que ela é tão ou mais importante do que o ácido fólico durante a gestação”

Antes inimigo da saúde cardiovascular, o alimento agora está liberado pelos médicos

 

O tratamento com vitamina D deve ser feito com indicação por médico atualizado

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/22/o-tratamento-com-vitamina-d/

 

Taxas baixas de vitamina D na maioria da população preocupam especialistas

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/18/taxas-baixas-de-vitamina-d-na-maioria-da-populacao-preocupam-especialistas/

 

Solução que vem do sol – com os devidos cuidados

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/12/solucao-que-vem-do-sol-com-os-devidos-cuidados/

11 de junho de 2012

“A vitamina D, que precisa dos raios solares para ser sintetizada no corpo, é a base de uma alternativa revolucionária para tratar doenças autoimunes”

 

Informações médicas sobre a prevenção e tratamento de doenças neurodegenerativas e autoimunes, como Parkinson, Alzheimer, Lupus, Psoríase, Vitiligo, depressão

Entrevista em TV com o Dr. Cícero Galli Coimbra, professor neurologista da Universidade Federal de São Paulo – Unifesp.

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/23/informacoes-medicas-sobre-a-prevencao-e-tratamento-de-doencas-neurodegenerativas-e-auto-imunes-como-parkinson-alzheimer-lupus-psoriase-vitiligo-depressao/

 

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/08/03/vitamina-d-pode-revolucionar-o-tratamento-da-esclerose-multipla/

Sobre este assunto, assista: Vitamina D – por uma outra terapia

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/04/12/vitamina-d-por-uma-outra-terapia/

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/23/informacoes-medicas-sobre-a-prevencao-e-tratamento-de-doencas-neurodegenerativas-e-auto-imunes-como-parkinson-alzheimer-lupus-psoriase-vitiligo-depressao/ 

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Vitamina D e cálcio juntos podem aumentar expectativa de vida de idosos

 

VITAMINA D
Também chamada
calciferol, a vitamina D promove a absorção do cálcio pelo organismo após a exposição solar. 90% da vitamina D que precisamos vem da exposição ao sol. A deficiência da vitamina pode provocar raquitismo, alterações no crescimento e nos ossos, além de reduzir a imunidade. A vitamina D está relacionada ainda ao bom funcionamento do coração, do cérebro e da secreção de insulina pelo pâncreas. A presença significativa da substância é vista em poucos alimentos, como fígado, óleos de peixes gordurosos e gema de ovo.”

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/19/vitamina-d-e-calcio-juntos-podem-aumentar-expectativa-de-vida-de-idosos/

 

Vitamina D pode combater males que mais matam pessoas no mundo

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/03/20/vitamina-d-pode-combater-males-que-mais-matam-pessoas-no-mundo/

 

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Vitamina D: A Desinformação Médica e o Direito à Informação do Cidadão

Vitamina D: A Desinformação Médica e o Direito à Informação do Cidadão

20/06/2012 — Celso Galli Coimbra

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O assunto Vitamina D e a necessidade de sua informação à população continua contrariando interesses estranhos à saúde do paciente dentro da Medicina & da Indústria Farmacêutica.

Afinal, pergunta-se: prevenir e/ou curar doenças que trazem imensos lucros interessa à Indústria Farmacêutica?  Claro que não. Doença dá lucro!

No Brasil, os médicos que comparecem a programas “jornalísticos” propondo-se a contrariar colegas seus ausentes – sem contrapontos válidos do ponto de vista jornalístico – como garotos propaganda de interesses da Indústria Farmacêutica, para levantar dúvidas levianas ao falar de forma meramente postulatória e, assim, sem indicar fonte de conhecimento, sobre assunto que tem milhões de publicações científicas na comunidade médica internacional, devem cumprir a obrigação de não desinformar a população naquilo que diz respeito à sua saúde. Esta é uma garantia constitucional da cidadania no Brasil.  

Ou, então, cumprirem a outra obrigação médica:  estar bem informado sobre o que declaram em público a respeito de conhecimento médico que tem o mais consistente fundamento bibliográfico científico internacional.  O cumprimento destas condutas dizem respeito aos direitos de cidadania garantidos na Constituição Federal brasileira.

Não pensem eles que eventual apoio de órgãos de classe profissionais, isenta-os de responsabildades graves daí decorrentes, especialmente frente ao concreto do prejuízo individual de saúde posteriormente configurado.

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O vídeo referido na reportagem dominical de 27.05.12  da Folha está no endereço:

Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)

 

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla

 

Taxas baixas de vitamina D na maioria da população preocupam especialistas

 

Pediatras dobram recomendação de consumo diário de vitamina D

 

Doses diárias de Sol – nos horários certos e com os devidos cuidados

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“(…) cerca de 70% da população mundial apresenta taxas inadequadas de vitamina D, substância que, dentro do corpo, trabalha como um hormônio. O fenômeno da insuficiência não poupa nem países tropicais, como o Brasil, e a defasagem tende a ser maior nas grandes cidades, já que, dentro de casa, no carro ou no escritório, as pessoas acabam fugindo do sol. De acordo com o endocrinologista Geraldo Santana, do Instituto Mineiro de Endocrinologia, “a deficiência de vitamina D é um achado frequente e também preocupante devido à importante ação da substância no organismo.”

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352

cgcoimbra@gmail.com 

Em 19.06.2012

Fonte

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/20/vitamina-d-a-desinformacao-medica-e-o-direito-a-informacao-do-cidadao/

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Referencias Médico-Científicas Sobre Tratamento, Cura e Prevenção, doenças neurodegenerativas e autoimunes. Vitamina D.

 

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla*

http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/doencas-autoimunes/

 

POR UM NOVO PARADIGMA DE CONDUTA E TRATAMENTO

http://www.institutodeautoimunidade.org.br/novo-paradigma.html

 

Por Dr. Cícero Galli Coimbra

Médico Internista e Neurologista

Professor Associado Livre-Docente da Universidade Federal de São Paulo

Presidente do Instituto de Investigação e Tratamento de Autoimunidade

 

O vídeo referido na reportagem dominical de 27.05.12  da Folha está no endereço:

Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)

 

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/05/28/folha-de-sao-paulo-terapia-polemica-usa-vitamina-d-em-doses-altas-contra-esclerose-multipla/

 

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla

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Taxas baixas de vitamina D na maioria da população preocupam especialistas

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Pediatras dobram recomendação de consumo diário de vitamina D

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Doses diárias de Sol – nos horários certos e com os devidos cuidados

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“(…) cerca de 70% da população mundial apresenta taxas inadequadas de vitamina D, substância que, dentro do corpo, trabalha como um hormônio. O fenômeno da insuficiência não poupa nem países tropicais, como o Brasil, e a defasagem tende a ser maior nas grandes cidades, já que, dentro de casa, no carro ou no escritório, as pessoas acabam fugindo do sol. De acordo com o endocrinologista Geraldo Santana, do Instituto Mineiro de Endocrinologia, “a deficiência de vitamina D é um achado frequente e também preocupante devido à importante ação da substância no organismo.”

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352

cgcoimbra@gmail.com 

Em 19.06.2012

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 Vitamina D: A Desinformação Médica e o Direito à Informação do Cidadão

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Informações médicas sobre a prevenção e tratamento de doenças neurodegenerativas e autoimunes, Parkinson, Alzheimer, Lupus, Psoríase, Vitiligo, como depressão

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Vitamina D é importantíssima para a saúde

”Estudos realizados no Brasil e no exterior apontam a importância da substância na prevenção e no tratamento do câncer, diabetes e de doenças neurológicas, cardiovasculares e até degenerativas, como a esclerose múltipla.”

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/09/22/vitamina-d-e-importantissima-para-a-saude/

A importância da colina para a regeneração neuronal

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/09/18/a-volta-triunfal-do-ovo/

“A colina é especialmente importante na gravidez. “Vários estudos já mostraram que ela é tão ou mais importante do que o ácido fólico durante a gestação”

Antes inimigo da saúde cardiovascular, o alimento agora está liberado pelos médicos

O tratamento com vitamina D deve ser feito com indicação por médico atualizado

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/22/o-tratamento-com-vitamina-d/

Taxas baixas de vitamina D na maioria da população preocupam especialistas

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/18/taxas-baixas-de-vitamina-d-na-maioria-da-populacao-preocupam-especialistas/

Solução que vem do sol – com os devidos cuidados

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/12/solucao-que-vem-do-sol-com-os-devidos-cuidados/

11 de junho de 2012

“A vitamina D, que precisa dos raios solares para ser sintetizada no corpo, é a base de uma alternativa revolucionária para tratar doenças autoimunes”

Informações médicas sobre a prevenção e tratamento de doenças neurodegenerativas e autoimunes, como Parkinson, Alzheimer, Lupus, Psoríase, Vitiligo, depressão

Entrevista em TV com o Dr. Cícero Galli Coimbra, professor neurologista da Universidade Federal de São Paulo – Unifesp.

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/23/informacoes-medicas-sobre-a-prevencao-e-tratamento-de-doencas-neurodegenerativas-e-auto-imunes-como-parkinson-alzheimer-lupus-psoriase-vitiligo-depressao/

 

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/08/03/vitamina-d-pode-revolucionar-o-tratamento-da-esclerose-multipla/

Sobre este assunto, assista: Vitamina D – por uma outra terapia

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/04/12/vitamina-d-por-uma-outra-terapia/

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/23/informacoes-medicas-sobre-a-prevencao-e-tratamento-de-doencas-neurodegenerativas-e-auto-imunes-como-parkinson-alzheimer-lupus-psoriase-vitiligo-depressao/ 

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Vitamina D pode combater males que mais matam pessoas no mundo

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/03/20/vitamina-d-pode-combater-males-que-mais-matam-pessoas-no-mundo/

 

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A vida humana se inicia na fertilização do óvulo com o espermatozóide

 A vida humana se inicia na fertilização do óvulo com o espermatozóide

Tradução livre: Cultura da Vida – http://culturadavida.blogspot.com

“O desenvolvimento do embrião começa no estágio 1 quando o espermatozóide fertiliza óvulo e juntos se tornam um zigoto” (Marjorie England, professor da Faculdade de Medicina de Ciências Clínicas, Universidade de Leicester, Reino Unido). [1]

“O desenvolvimento humano começa depois da união dos gametas masculino e feminino, durante um processo conhecido como fertilização (concepção). Fertilização é uma seqüência de eventos que começa com o contato de um espermatozóide com um óvulo em seqüência e termina com a fusão de seus núcleos e a união de seus cromossomos formando uma nova célula. Este óvulo fertilizado, conhecido como zigoto, é uma grande célula diplóide que é o começo, o primórdio de um ser humano” (Keith L. Moore, premiado professor emérito e catedrático da divisão de anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade de Toronto, Canadá). [2]

“Embrião: um organismo no estágio inicial de desenvolvimento; em um homem, a partir da concepção até o fim do segundo mês no útero” (Ida G. Dox, autora sênior de inúmeros livros de referência para médicos e cientistas, premiada, trabalhou na Escola de Medicina da Universidade de GeorgeTown). [3]

“Para o homem o termo embrião é usualmente restringido ao período de desenvolvimento desde a fertilização até o fim da oitava semana da gravidez” (William J. Larsen, PhD, Professor do Departamento de Biologia Celular, Neurologia e Anatomia, membro do Programa de Graduação em Desenvolvimento Biológico do Colégio de Medicina da Universidade de Cincinnati). [4]

“O desenvolvimento de um ser humano começa com a fertilização, processo pelo qual duas células altamente especializadas, o espermatozóide do homem e o óvulo da mulher, se unem para dar existência a um novo organismo, o zigoto” (Dr. Jan Langman, MD. Ph.D., professor de anatomia da Universidade da Virgínia). [5]

“Embrião: o desenvolvimento individual, entre a união das células germinativas e a conclusão dos órgãos que caracterizam seu corpo quando se torna um organismo separado… No momento em que a célula do espermatozóide do macho humano encontra o óvulo da fêmea e a união resulta num óvulo fertilizado (zigoto), uma nova vida começa… O termo embrião engloba inúmeros estágios do desenvolvimento inicial, da concepção até a nona ou décima semana de vida” (Van Nostrand’s Scientific Encyclopedia). [6]

“O desenvolvimento de um ser humano começa com a fertilização, processo pelo qual o espermatozóide do homem e o óvulo da mulher se unem para dar existência a um novo organismo, o zigoto” (Thomas W. Sadler, Ph.D., Departamento de Biologia Celular e Anatomia da Universidade da Carolina do Norte). [7]

“A questão veio sobre o que é um embrião, quando o embrião existe, quando ele ocorre. Eu penso, como você sabe, que, no desenvolvimento, vida é um continuum… Mas penso que uma das definições usuais que nos surgiu, especialmente da Alemanha, tem sido o estágio pelo qual esses dois núcleos (do espermatozóide e do óvulo) se unem e as membranas entre eles se chocam” (Jonathan Van Blerkon, Ph.D., pioneiro dos procedimentos de fertilização in vitro, professor de desenvolvimento molecular, celular da Universidade de Colorado, reconhecido mundialmente como o preeminente expert na fisiologia do óvulo e do espermatozóide). [8]

“Zigoto. Essa célula, formada pela união de um óvulo e um espermatozóide, é o início de um ser humano. A expressão comum “óvulo fertilizado” refere-se ao zigoto” (Keith L. Moore, premiado professor emérito e catedrático da divisão de anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade de Toronto, Canadá; Dr. T..V.N. Persaud é professor de Anatomia e Chefe do Departamento de Anatomia, professor de Pediatria e Saúde Infantil, Universidade de Manitoba, Winnipeg, Manitoba, Canadá. Em 1991, recebeu o prêmio mais importante no campo da Anatomia, do Canadá, o J.C.B. Grant Award, da Associação Canadense de Anatomistas). [9]

“Embora a vida seja um processo contínuo, a fertilização é um terreno crítico porque, sob várias circunstâncias ordinárias, um novo organismo humano, geneticamente distinto, é por isso mesmo formado… A combinação dos 23 cromossomos presentes em cada pró-núcleo resulta nos 46 cromossomos do zigoto. Dessa forma o número do diplóide é restaurado e o genoma embrionário é formado. O embrião agora existe como uma unidade genética” (Dr. Ronan O’Rahilly, professor emérito de Anatomia e Neurologia Humana na Universidade da Califórnia). [10]

“Quase todos os animais maiores iniciam suas vidas de uma única célula: o óvulo fertilizado (zigoto)… O momento da fertilização representa o ponto inicial na história de uma vida, ou ontogenia, de um indivíduo” (Bruce M. Carlson, M.D, Ph.D., pesquisador professor emérito da Escola Médica de Desenvolvimento Biológico e Celular). [11]

“Deixe-me contar um segredo. O termo pré-embrião tem sido defendido energicamente por promotores da fertilização in vitro por razões que são políticas, não científicas. O novo termo é usado para sustentar a ilusão de que haveria algo profundamente diferente entre o que não-médicos biólogos ainda chamam de “embrião de seis dias de idade” e o que todo mundo chama de “embrião de dezesseis dias de idade”. O termo pré-embrião é usado em arenas políticas – onde as decisões são tomadas para permitir que o embrião mais novo (agora chamado de pré-embrião) possa ser pesquisado – bem como em certos consultórios médicos, onde pode ser utilizado para aliviar eventuais preocupações morais expostas por pacientes de fertilização in vitro. “Não se preocupe”, pode dizer um médico, “o que estamos congelando ou manipulando são apenas pré-embriões. Eles não se tornarão verdadeiros embriões humanos até que os coloquemos de volta no seu corpo” (Lee M. Silver, professor da célebre Universidade de Princeton no Departamento de Biologia Molecular e da Woodrow Wilson School of Public and International Affairs). [12]

[1] [England, Marjorie A. Life Before Birth. 2nd ed. England: Mosby-Wolfe, 1996, p.31]
[2] [Moore, Keith L. Essentials of Human Embryology. Toronto: B.C. Decker Inc, 1988, p.2]
[3] [Dox, Ida G. et al. The Harper Collins Illustrated Medical Dictionary. New York: Harper Perennial, 1993, p. 146]
[4] [Walters, William and Singer, Peter (eds.).. Test-Tube Babies. Melbourne: Oxford University Press, 1982, p. 160]
[5] [Langman, Jan. Medical Embryology. 3rd edition. Baltimore: Williams and Wilkins, 1975, p. 3]
[6] [Considine, Douglas (ed.). Van Nostrand’s Scientific Encyclopedia. 5th edition. New York: Van Nostrand Reinhold Company, 1976, p. 943]
[7] [Sadler, T.W. Langman’s Medical Embryology. 7th edition. Baltimore: Williams & Wilkins 1995, p. 3]
[8] [Jonathan Van Blerkom of University of Colorado, expert witness on human embryology before the NIH Human Embryo Research Panel — Panel Transcript, February 2, 1994, p. 63]
[9] [Moore, Keith L. and Persaud, T.V.N. Before We Are Born: Essentials of Embryology and Birth Defects. 4th edition. Philadelphia: W.B. Saunders Company, 1993, p. 1]
[10] [O’Rahilly, Ronan and Müller, Fabiola. Human Embryology & Teratology. 2nd edition. New York: Wiley-Liss, 1996, pp. 8, 29. This textbook lists “pre-embryo” among “discarded and replaced terms” in modern embryology, describing it as “ill-defined and inaccurate” (p. 12}]
[11] [Carlson, Bruce M. Patten’s Foundations of Embryology. 6th edition. New York: McGraw-Hill, 1996, p. 3]
[12] [Silver, Lee M. Remaking Eden: Cloning and Beyond in a Brave New World. New York: Avon Books, 1997, p. 39]

http://culturadavida.blogspot.com/2008/03/quando-comea-vida-humana.html  ‘

Postado por Cultura da Vida

Folha de São Paulo: Terapia polêmica usa vitamina D em doses altas contra esclerose múltipla

Folha de São Paulo: Terapia polêmica usa vitamina D em doses altas contra esclerose múltipla

 

28/05/2012 — Celso Galli Coimbra

Ediçao de Domingo – 27/05/2012

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O vídeo referido na reportagem dominical da Folha está no endereço:

Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)

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DÉBORA MISMETTI
EDITORA-ASSISTENTE DE “CIÊNCIA+SAÚDE”

Há quase três anos o paulistano Daniel Cunha, 26, acordou com metade de seu rosto dormente. Foi trabalhar, voltou para casa e achou que a sensação ia passar. Não só não passou como piorou.

Foi ao hospital, fez exames e, depois de algumas consultas, recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla. O mal é autoimune, causado pelo ataque ao revestimento dos neurônios pelo sistema imunológico da própria pessoa.

Desde 2010, Cunha abandonou o tratamento convencional, com injeções de interferon, remédio que controla a ação inflamatória da esclerose, mas causa efeitos colaterais como febre e mal-estar.

Ele passou a tomar todo dia uma dose alta de vitamina D, prescrita pelo neurologista Cícero Galli Coimbra, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). O tratamento não é reconhecido pela maioria dos especialistas, que o consideram experimental.

Isso não impediu Cunha de usar a vitamina. Ele ficou tão satisfeito que realizou, com meios próprios e ajuda de amigos, um documentário de 30 minutos, disponível desde abril no YouTube (http://www.youtube.com/watch?v=erAgu1XcY-U), sobre a terapia.

No vídeo, com 18 mil acessos, pacientes de Coimbra falam sobre a vida antes e depois do novo tratamento, e o médico explica a relação entre a vitamina D e a doença.

 

                     Daniel Cunha, 26, autor de documentário sobre esclerose                    

 

HORMÔNIO

Produzida pelo corpo quando a pele fica exposta ao sol, a vitamina D na verdade é um hormônio, apesar de manter o nome consagrado.

É consenso há muito tempo que ela tem papel importante na mineralização dos ossos. “Experimentos vêm mostrando que ele age em vários outros tecidos, especialmente no sistema imunológico”, afirma a endocrinologista Marise Castro.

No caso da esclerose múltipla, pesquisas mostram que a prevalência da doença é mais alta em países distantes da linha do Equador, com incidência solar mais baixa, onde a população produz menos vitamina D.

Segundo Coimbra, a suplementação com o hormônio vem sendo testada desde os anos 1980 para reduzir os surtos de esclerose, períodos em que a doença pode deixar sequelas. Para ele, já há evidência suficiente de que as pessoas com a moléstia têm deficiência da vitamina.

“Desde 2003 venho cumprindo o dever ético de corrigir o problema metabólico desses pacientes. Todo médico tem a obrigação de fazer isso”, afirma o neurologista.

Até hoje, diz Coimbra, quase 900 pacientes com esclerose múltipla foram tratados. A maioria usa de 30 mil a 70 mil UI de vitamina D ao dia, mas alguns tomam 200 mil.

A dose ideal para a suplementação ainda é motivo de debate. Segundo Marise Castro, a quantidade usual é de 400 a 2.000 UI.

Mas, segundo Coimbra, essas doses não são realistas. “As pessoas com esclerose têm uma resistência genética à vitamina e precisam de doses mais altas.”

Os pacientes dele seguem uma dieta sem laticínios e fazem exames periódicos para controlar os níveis de cálcio na urina e no sangue. A vitamina D tem relação com o cálcio, e as doses altas podem causar cálculos renais.

“A intoxicação por vitamina D pode ser grave e leva meses para curar, porque ela se deposita no tecido adiposo”, diz a endocrinologista.

Coimbra rebate, citando um estudo que acompanhou pacientes com esclerose tomando vitamina D por sete meses, em doses crescentes, até chegar a 40 mil UI por dia.

Editoria de Arte/Folhapress

 

Para Maria Fernanda Mendes, membro-titular da Academia Brasileira de Neurologia, não há provas suficientes para receitar a terapia.

“Temos feito exames para dosar a vitamina e repô-la em caso de deficiência, até por conta da demanda dos pacientes, mas não é a recomendação oficial. Como há um tratamento comprovadamente melhor, esse só pode ser usado em pesquisas.”

Coimbra diz que não concorda com a realização de estudos controlados em que parte dos pacientes recebam a vitamina e parte, placebo.

“Alguém já fez estudo controlado sobre usar insulina para crianças diabéticas? Não, porque elas iam morrer. Se você tivesse uma filha com esclerose múltipla, que poderia ficar cega em um surto, correria o risco do placebo?”

Coimbra afirma que a relutância dos médicos em aceitar o tratamento vem dos conflitos de interesse com as farmacêuticas. “Há um interesse fabuloso no tratamento tradicional, que custa até R$ 11 mil por paciente por mês.”

O conflito de interesses foi um dos motivos que levou Daniel Cunha a fazer o documentário. “O tratamento com vitamina D me custa R$ 50 por mês. É a minha saúde, não é um leilão. Não me interessa se alguém vai ganhar dinheiro com isso. As pesquisas que todo mundo pede nunca vão sair, quem pagaria isso se não as farmacêuticas? Mas as pessoas não precisam ser reféns. A internet é nossa arma.”

Editoria de Arte/Folhapress

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1096497-terapia-polemica-usa-vitamina-d-em-doses-altas-contra-esclerose-multipla.shtml

Vídeos e textos sobre o assunto:

1.

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/08/03/vitamina-d-pode-revolucionar-o-tratamento-da-esclerose-multipla/

 

2.

Vitamina D pode combater males que mais matam pessoas no mundo

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/03/20/vitamina-d-pode-combater-males-que-mais-matam-pessoas-no-mundo/

 

3.

 

Informações médicas sobre a prevenção e tratamento de doenças neurodegenerativas e autoimunes, como Parkinson, Alzheimer, Lupus, Psoríase, Vitiligo, depressão

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/23/informacoes-medicas-sobre-a-prevencao-e-tratamento-de-doencas-neurodegenerativas-e-auto-imunes-como-parkinson-alzheimer-lupus-psoriase-vitiligo-depressao/

 

4.                                       

 

Vitamina D – Por uma outra terapia

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/04/12/vitamina-d-por-uma-outra-terapia/  

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http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/05/28/folha-de-sao-paulo-terapia-polemica-usa-vitamina-d-em-doses-altas-contra-esclerose-multipla/

Vida é o maior bem e a Constituição brasileira a protege do arbítrio da estrutura política

 

Vida é o maior bem e a Constituição brasileira a protege

 

Por Cristiane Rozicki

 

Filósofos políticos analisam a sociedade segundo a ética do discurso e do agir comunicativo, dando ‘as relações entre os homens um novo ‘centro’ no pensamento humano, identificando uma nova radicalidade social. É através de toda ação comunicativa – a começar pela fala, que os seres humanos concebem a sociedade, constroem consensos e mantêm a sociedade sob permanente controle através dos mecanismos de gerenciamento, decisão e poder, usando a mídia, a moda – nas palavras e na aparencia – e o discurso da autoridade política nos meios de comunicação.

 

Porem, ainda, é preciso notar que essa ‘comunicabilidade’ garante o poder de força e coerção hoje, poder de controle e decisão, que          tem sido desenvolvido pelo absoluto uso da ilegalidade, na atuação estatal administrativa e executiva sem consideração ‘as leis, na criação de projetos de leis, manutenção de ambiente carente de informação verdadeira e atualizada, e na falta de permanente apresentação das contas públicas ‘a população. Estas são caraterísticas de um Estado politico não democrático e arbitrário.

    

Ocorre que as grandes maiorias da humanidade excluidas por essa radicalidade da nova ‘ética’ são as minorias silenciadas a quem se nega o direito de fala e de expressão, embora o conhecimento cientifico demonstre e prove a existencia da vida humana nestas condições vulneraveis – por exemplo, embriões, deficientes, anencefalos e pessoas em estado coma mesmo o severo. Isto está acontecendo no Brasil, não obstante exista Lei a garantir a vida para todos igualmente.

 

Vida é o maior bem e a Constituição brasileira a protege. A vida do homem é valor supremo que não pode ser relativizado. Vida é bem indisponivel. Esta é a inteligência imperante em todo o mundo civilizado e é o superior motivo que deve orientar o comportamento humano.A vida é valor transindividual e universal.

Oexame do espírito humano fica evidente, a partir do momento em que se observa o sentido e o alcance das atividades humanas. O sentido da vida humana reside na realizaçao dos valores. Este é o aspecto prático dos valores, que aponta sua relação direta com a vida na realidade, o que acusará a disposição que move o homem à prática de certas ações. Ou, como elucida Aristóteles, tornará evidente a disposição da alma.

 
Assim, pode-se definir VALOR como um “quid”, diz Hessen. O “quid” é um o que que satisfaz certa necessidade humana. Mas a valoração não parte apenas desse “quid”. Isso porque ainda há valores éticos, estéticos e religiosos, além dos vitais, fala-se de valores interiores e individuais. Estes são descobertos com as necessidades espirituais, morais, diferentes das necessidades vitais. Asseguram a vitalidade aquelas necessidades que são externas ao ser humano, tais como as biológicas, e das quais depende a possibilidade material de existência.

 

Daí que se diz, simplesmente, que os valores produzem determinados efeitos. O efeito é a satisfação das necessidades ou interesses.

 

O grupo das ciências dos seres pertence a das ciências naturais, que tem um ponto de vista inteiramente estranho a valores, enfatiza Hessen. Por sua vez, as ciências dos valores têm por função, precisamente, tomar posição e valorar, por exemplo, a Ética.

  

A partir da determinação de valores que se consegue extrair normas para a ação prática. Estas normas visam as ações humanas.

 

 Para que se possa ter a percepção consciente dos valores é preciso que os mesmos sejam identificados por todos e que valham para todos, para todas pessoas (POR ISSO QUE O SUBJETIVISMO INDIVIDUALISTA É ERRÔNEO, POSTO QUE SE DEVE PENSAR EM VALORES SUBJETIVOS GERAIS, QUE VALEM PARA TODOS). Estes valores reconhecidos e identificados por todas pessoas são transindividuais, superiores aos valores puramente sensíveis, são transubjetivos pertencentes a um reino de validade intemporal e dirigem o seu incondicional apelo a todos os homens, POR SEREM SIMPLESMENTE HOMENS, TENDO VALIDADE ABSOLUTA [HESSEN, 1980, 90-103].

 

Vida é o maior bem e a Constituição brasileira a protege. A categoria bem jurídico, neste texto, considerando idéias de bens e valores eleitos por uma comunidade politicamente organizada, como é o Estado Democrático de Direito brasileiro previsto na Constituição da República, compreende os interesses legítimos de cada indivíduo e de toda sociedade, firmados no reconhecimento fundamental de direitos e garantias previstos na Lei Maior. Os bens jurídicos têm assentamento expresso na Constituição. Isto quer dizer que esta mesma Lei apresenta os valores fundamentais da sociedade, e é destes que deriva o conceito de bem jurídico.

 

A vida do homem é valor supremo que não pode ser relativizado. Vida é bem indisponivel. Esta é a inteligência imperante em todo o mundo civilizado e é o superior motivo que deve orientar o comportamento humano.A vida é valor transindividual e adignidade da vida humana é interessetranscendental ao homem. Pois que a dignidade está intrínseca à existência do próprio homem, intrínseca ‘a sua vida. E isto é assim mesmo independentemente e acima das variações históricas de outros valores e interesses.


Assim, a vida é Direito inviolsavel na Constituição brasileira, direito fundamental, garantido desde o caput do 5º artigo.

Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e as estrangeiros residentes no pais a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, á igualdade, à segurança e à propriedade(…)” – art. 5º da CF/88.

 

Obvio que nada, nenhum valor ou interesse alheio ao valor supremo vida, pode conferir aos homens, sejam legisladores sejam juízes ou ministros, a liberdade de dispor da vida de outrem.

 

Vida é o maior bem jurídico que se pode ter. O bem jurídico é um valor. Em outras palavras, bem jurídico é todo valor da vida humana protegido pelo Direito. Vida é o maior bem. Vida é valor superior e, portanto, como decorrência de várias razões que estão indicadas na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 (CRFB/88), é oferecida garantia ao direito de viver.

A Convenção Americana sobre Direitos Humanos, Pacto de San José da Costa Rica[1], foi adotada e aberta à assinatura na Conferência Especializada Interamericana sobre Direitos Humanos, em San José de Costa Rica, em 22 de novembro de 1969. O Pacto reconheceu “que os direitos essenciais do homem não derivam do fato de ser ele nacional de determinado Estado, mas sim do fato de ter como fundamento os atributos da PESSOA HUMANA […]” preâmbulo. Ratificada pelo Brasil em 25 de setembro de 1992.

 

A validade das Convenções internacionais no âmbito territorial brasileiro é tema tratado na Carta de 1988, que indubitavelmente reconheceu de forma inédita a validade normativa constitucional dos Tratados e Convenções internacionais sobre direitos humanos ratificados, com os termos da disposição do § 2º de seu 5º artigo.

  

No caso do Direito Constitucional brasileiro, em virtude de as normas de composição da Lei Maior acolherem preceitos universais sobre direitos humanos como ordem capital de existência do Estado, a Constituição reconhece e protege direitos previstos no âmbito internacional, NORMAS QUE PASSAM A TER FORMA CONSTITUCIONAL TAIS COMO DIREITOS FUNDAMENTAIS.

 

 

Ratificada pelo Brasil em 25 de setembro de 1992, A Convenção Americana sobre Direitos Humanos, Pacto de San José protege a vida no Artigo 4º – “Direito à vida. 1. Toda pessoa tem direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da CONCEPÇÃO. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.”

 

São José, Serraria, 25 de maio de 2012.

Cristiane Rozicki

HESSEN, Johannes. Filosofia dos valores. Trad. por L. Cabral de Moncada. 5a ed. Colecção Stvdivm. Coimbra: Armênio Amado, 1980.

A Convenção Americana sobre Direitos Humanos, Pacto de San José
http://www.dhnet.org.br/direitos/sip/oea/oeasjose.htm

Ministro de Justiça reconhece e defende o direito de viver dos embriões.

 

Ministro de Justiça reconhece e defende o direito de viver dos embriões.  

Ministro Alberto Ruiz-Gallardón diz aos Deputados na Espanha “o mais progresista que tenho feito é defender o direito aa vida” e “muitas mulheres vêm violentado seu Direito ‘a ser mãe por Pressoes que     determinadas estruturas geram ao seu redor.”   

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Felicita al ministro de Justicia por defender el derecho a vivir

 

A Alberto Ruiz-Gallardón los abortistas le están llamando de todo por haber defendido en sede parlamentaria que el aborto no es un derecho y que el embrión también tiene derechos.

REDACCIÓN HO.- Los abortistas políticos y mediáticos están histéricos desde que el ministro de Justicia, Alberto Ruiz-Gallardón, dijera en el Congreso de los Diputados y a través de algunos medios que “lo más progresista que he hecho en mi vida política es defender el derecho a la vida” y que “muchas mujeres ven violentado su derecho a ser madres por la presión que genera a su alrededor determinadas estructuras“.

Los partidos políticos abortistas le llaman “retrógrado”, le acusan de querer encarcelar a las mujeres y dicen de él que quiere suspender sus derechos. Hasta los etarras de Amaiur han tenido la desfachatez de hablar de violencia, acusándole de “desconocer la violencia de género”.

¿Cuál ha sido el “delito” de Ruiz-Gallardón? El ministro de Justicia no ha hecho más que decir en el Congreso de los Diputados lo que tantos llevamos años proclamando: que la vida es un derecho y el aborto no, que la maternidad debe ser protegida y el extermino de seres humanos no.

Derecho a Vivir, que ultima los detalles del lanzamiento de la campaña Aborto Cero, quiere felicitar al ministro de Justicia y animarle a convertir sus declaraciones en ley.

La plataforma en defensa de la vida de HazteOir.org señala que seguirá vigilante los próximos pasos del Gobierno en relación con el aborto y llevará su movilización hasta donde sea necesario para conseguir en España el objetivo final de Aborto Cero.

Pero DAV quiere también celebrar los triunfos que va consiguiendo en ese camino y por ello anima a la ciudadanía a felicitar a Alberto Ruiz-Gallardón por sus declaraciones y por el compromiso que ha adquirido ante la sede de la soberanía nacional.

http://www.hazteoir.org/alerta/44701-felicita-ministro-justicia-defender-derecho-vivir

Mais de mil ativistas italianos salvam beagles de experimentos

04/05/2012 | Escrito por

Mais de mil ativistas italianos salvam beagles de experimentos

Tudo pela causa – Um protesto reuniu mais de mil italianos em favor dos beagles que servem de teste para a empresa Green Hill. A multidão conseguiu invadir o criadouro e salvar 40 dos 2.500 cachorros mantidos na instituição.

A ação ocorreu no último sábado (28), após a sociedade italiana conseguir se organizar em favor dos animais indefesos. A Green Hill é um criadouro multinacional de animais para testes em laboratórios ao redor do mundo.

As pessoas saíram às ruas gritando e não pararam quando chegarem ao local onde estavam os cães. Os protestantes simplesmente ignoraram todos os avisos de propriedade privada e invadiram o local. Escalaram os lugares cercados e cortaram arames farpados.

Aos poucos eles conseguiram libertar alguns filhotes, fêmeas grávidas e cães maiores. Entre os manifestantes estavam ativistas e donas de casa que corriam com os animais no colo, enquanto a polícia tentava dispersar a multidão.

Os laboratórios que fazem testes com animais dão preferência aos beagles por eles terem porte pequeno e serem muito mansos, o que facilita o manuseio.

O resultado do protesto foi 40 beagles salvos e 12 pessoas presas. A respeito dessas pessoas que foram detidas a jornalista italiana Gloria Ciabattoni fala que nesta história, como sempre, quem perde são os mais fracos, no caso os cães e os seres humanos.

“Com protestos em dezenas de cidades, os ativistas querem enviar uma mensagem para o governo italiano: dizer não aos experimentos com animais”, afirmou a jornalista em seu blog Quotidiano. Segundo ela, as organizações não querem a empresa em seu país e solicitam a saída do proprietário.

A estimativa é de que mais de 2.500 beagles ainda estejam no criadouro da Green Hill, mas a luta dos ativistas não terminou. Já está marcado para o próximo dia oito de maio o Dia Mundial contra a Green Hill. A data escolhida antecede a análise de emendas na lei italiana sobre experimentos com animais, que ocorrerá na comissão do Senado no dia nove.

Foi criado um site contra a Green Hill, o Fermare Green Hill. O espaço divulga a causa e os italianos se organizam para que o protesto também seja feito em outros países. “Os ativistas terão de enfrentar as embaixadas italianas e consulados, para dar uma mensagem clara ao governo italiano e do Senado”, afirma os organizadores da manifestação, que não possuem qualquer vinculação com partidos políticos. (Do CicloVivo com informações do Vista-se e Quotidiano)

Link para esta matéria: http://ucho.info/?p=55356

 
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conheça Instituto de Investigação e Tratamento da Autoimunidade

Instituto de Investigação e Tratamento da Autoimunidade

http://www.institutodeautoimunidade.org.br/

 
 A Luz que faltava no Brasil

Relatos espontâneos de portadores de doenças autoimunitárias, beneficiados pelo protocolo de tratamento fundamentado na administração de colecalciferol (Vitamina D), geraram grande repercussão nas comunidades sociais da rede mundial de computadores.Este fato suscitou na demanda pela extensão dos mesmos benefícios a outros pacientes, especialmente os mais carentes.

 

 

Anencéfalo é uma criança deficiente. O que está acontecendo.

Anencéfalo é uma criança deficiente. O que está acontecendo.

 

Este artigo foi escrito por Cristiane Rozicki e, para citação e referência, indique a página de publicação de Anencéfalo é uma criança deficiente, artigo disponível em

https://objetodignidade.wordpress.com/2009/01/14/anencefalo-e-uma-crianca-deficiente-o-que-esta-acontecendo/

E EM

https://objetodignidade.wordpress.com/anencefalo-e-uma-crianca-deficiente-o-que-esta-acontecendo/

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Anencéfalo é umra criança deficiente.

O que está acontecendo.

A decisão do Supremo Tribunal Federal, no dia 29 de maio de 2008, tornou-se ponto muito mal encerrado e definitivo para os ministros no que refere ao direito de viver.

Naquele encontro das autoridades ficou ajustado que quem não tem encéfalo, não está vivo, que não é pessoa humana. Isto, esta idéia, foi erguida por Carlos Ayres Britto comparando “”morte cerebral”” com o estado de vida fetal/embrionário. Segundo Britto, só há vida depois de nascer — apesar dessa desordem de entendimento do ministro, os embriões continuam crescendo até atingir a forma do bebê, e aquelas células continuam até o homem alcançar sua maturidade e a morte. 

Em seguida, a noção de Ayres Britto é acolhida por todos os notáveis, Celso de Mello e Ellen Gracie, Carmem Lúcia, Gilmar Mendes, outros e incluindo as contradições de Menezes Direito [“…penso que eles têm vida, estão vivos…mas mas – 1 hora depois, ele diz—podem ser usados para pesquisa…”]. Desse modo foi construída, em comparações arbitrárias com a falácia do conceito de “”morte encefálica”” do Conselho Federal de Medicina – CFM, uma limitação ao conceito de vida. Daí foi dito que a vida de embriões, in vitro, pode ser desprezada. A vida deles pode ser desprezada para beneficio da coletividade, afirmou Celso de Mello, referindo-se aos embriões congelados ou criopreservados.

Fato é que faltou o recurso àquela decisão, de 29 de maio de 2008, do Supremo Tribunal Federal, que arrazoou ser ““procedente”” matar para fins de ““pesquisa”” … e que pesquisa. Acordaram entre si os ministros da ““constitucionalidade”” do artigo 5º da Lei de Biossegurança. Entre os auxiliares de rotas em um país estão aqueles que deixaram de opor um recurso à decisão do STF.

Já fora dito várias vezes que nada estava sendo feito – jurídica e judicialmente, e que vinha sendo recusado ser feito, no que se refere à defesa da vida humana desde a concepção. As pessoas que podiam agir e que estavam no comando nada fizeram para que a Constituição do Brasil fosse respeitada. Veremos abusos, podem surgir abortos obrigatórios para deficientes e esterilização de jovens por motivos inconcebíveis.Isso que está acontecendo poderia ter sido evitado e corrigido, mas não quiseram. O holocausto está firmado.

O que tem a decisão de 29 de maio de 2008 a ver com anencéfalos?

Tudo, o mesmo que é feito ardilosamente com embriões, usarão seus corpos, vivos, para transplantes.

Fetos mal formados, deficientes, com encéfalo mal formado, chamados de anencéfalos inapropriadamente. Anencéfalos — é termo falacioso –, pois anencéfalo, por esta palavra, não tem encéfalo. No entanto, ““anencefalos”” nascem justamente é com o encéfalo. E esta patologia, os defeitos do tubo neural, pode ser prevenida com ácido fólico, assim como prevenir a espinha bífida e outras mal-formações.

O acido fólico é um tipo de vitamina B, a vit. B 9. Os defeitos do tubo neural DTNs podem ser prevenidos, e o cuidado com a saúde pública de um povo deve ser desenvolvido por aqueles que assumiram responsabilidades para o bem-estar do povo, funcionários públicos como José Temporão e Lula da Silva presidente. A incidência de DTNs, por exemplo, a anencefalia, aumenta com os altos índices de poluição. Isso de fato é verdadeiro, é uma situação para a vigilância sanitária e a saúde publica entrarem em ação, sua obrigação.

Ácido fólico na prevenção dos DTN

Dra. Luciana Nobile

http://www.brevesdesaude.com.br/ed03/ancefalia.htm

A reposição de ácido fólico é recomendação também da OMS (Organização Mundial de Saúde). Quando e quanto tomar do ácido fólico? – A dose de 2mg/dia é mais que suficiente. Em mulheres que já tiveram um neném com DTN, preconiza-se a dose de 5mg/dia.”

“O ideal é iniciar o ácido fólico uns dois meses antes da concepção, mantendo-o durante o primeiro trimestre da gravidez. Ele não tem efeitos colaterais e, importante, NÃO ENGORDA!!!”

“A prevenção das DTN é uma questão de programas de saúde pública em várias populações civilizadas e esperamos que aqui também seja encarado dessa maneira, atrelando à discussão do abortamento no DTN, a discussão de seus fatores de risco (ambientais e antecedentes pessoais) e a sua prevenção.”

Este tema não pode ser simplificado como pretendem falsos juristas, abortistas e políticos partidários, petistas e governo. Primeiro porque a incidência de anencefalia tende a diminuir quando é cuidada a saúde das mães, com administração do ácido fólico àquelas que têm deficiência de vitaminas; e diminui a incidência das DTNs quando é feita a vigilância sanitária do índice de poluição. Segundo porque os “anencefalos” estão vivos e existem os que podem viver por muitos anos. Terceiro, para decretá-los mortos embora estando vivos, farão alteração no conceito de morte, uma antecipação de morte que não será morte de fato, viabilizando outros tantos procedimentos prognósticos e utilizando-os para qualquer pessoa doente ou não, deficiente ou não. E a Constituição brasileira está em vigor.

Defeito do Tronco Neural é questão de programas de saúde pública em várias populações civilizadas, NUTRIÇAO e Vitaminas para a mãe em toda gestação.

Alerta Dr. Cícero Galli Coimbra, em Ovo é o principal alimento para produção de novas células.

Disponível em

 

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/09/22/ovo-e-o-principal-alimento-para-producao-de-novas-celulas

 

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HOJE, JÁ É RECONHECIDO O OVO como alimento mais completo para a mãe e a criança no período pré-natal.

 

“A colina consumida pela mãe pode influenciar o desenvolvimento cerebral do feto e do bebê, aumentando a formação de neurônios durante a gestação e a amamentação. Isso pode exercer uma influência decisiva na sua capacidade de aprendizado futura e, portanto, na sua capacidade de competir por oportunidades no ambiente profissional quando adulto. Vários estudos já mostraram que a colina é tão ou mais importante do que o ácido fólico durante a gestação. Pesquisas futuras devem demonstrar efeitos positivos da colina sobre a evolução de doenças neurodegenerativas, tais como a doença de Alzheimer e a doença de Parkinson. Isso porque o cérebro do idoso tem menor capacidade de captar a colina circulante, sendo mais sensível às conseqüências negativas de uma dieta pobre em colina.” Alerta Dr. Cícero Galli Coimbra, em Ovo é o principal alimento para produção de novas células.

Disponível em

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/09/22/ovo-e-o-principal-alimento-para-producao-de-novas-celulas

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Sobre o interesse de usar “anencéfalos” para transplantes, é tema detalhado e explicado por Dr. Celso Galli Coimbra:

Anencefalia, morte encefálica, o Conselho Federal de Medicina e o STF

29/12/2008 — Escrito em 23/12/2004 para o site http://www.biodireito-medicina.com.br

e atualizado de acordo com os desdobramentos da ADPF 54, após as declarações públicas de seu Relator, Min. Marco Aurélio de Mello, para a mídia brasileira.

Endereço para citação, leitura ou remissão bibliográfica neste site (proíbida a reprodução deste artigo sem referência ativa ao endereço abaixo):

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2008/12/29/anencefalia-morte-encefalica-e-o-conselho-federal-de-medicina/ 

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http://biodireitomedicina.wordpress.com/2008/12/29/anencefalia-morte-encefalica-e-o-conselho-federal-de-medicina/

São José, Serraria, 5 de junho de 2009.

Cristiane Rozicki

MS e Doutoranda em Direito

Cr.rozicki@terra.com.br

A cura e prevenção em todas idades. Epidemia global por insuficiencia de vitamina D no sangue e má nutrição. Depressão, doenças autoimunes e neurodegenerativas, câncer, diabetes, artrite reumatóide, Alzheimer, multiple sclerosis, psoriase, hipertireoidismo, hipotireoidismo, lupus, vitiligo..

COLLEN HAYES esclarece a insuficiencia da herança genética para a evolução da doença e a nítida deficiencia da vit D que deve ser suplementada para evitar a doença e.m.

A herança genética de fatores de risco para a esclerose múltipla (MS) não é suficiente para causar a doença desmielinizante do sistema nervoso central. A exposição a fatores de risco, fatores ambientais como a nutrição pobre em Vitamina D e regiões onde há baixa radiação solar, desenvolvem esclerose múltipla.

Evidencias consistentes com essa hipótese vêm não só dos estudos geográficos, mas também de estudos genéticos e biológicos. Óleo de peixe é uma excelente fonte de vitamina D. A deficiência de vitamina D aflige a maioria dos pacientes com esclerose múltipla, como ficou demonstrado pela sua baixa massa óssea e elevados índices de fraturas. No entanto, a mais clara evidencia de que a vitamina D é um inibidor natural da E.M. ou M.S. vem de experiencias com encefalomielite autoimune.

Pacientes com esclerose múltipla, como ficou demonstrado pela sua baixa massa óssea e elevados índices de faturas, TÊM a mais clara evidencia de que a vitamina D pode ser um inibidor natural da doença.

insuficiência de vitamina D no sangue.

O status da vitamina D é mais confiável determinado pelo ensaio de soro de 25-hidroxivitamina D (25-OHD). O consenso entre os médicos definiu a medida da nanoterapia como ideal acima de 50. Abaixo de 50 já existe deficiencia mesmo que a pessoa ainda não apresente qualquer sintoma de doença. Isto significa que há meio de baixo custo para a prevenção de epidemias. A suplementação e reposição da colecalciferol, a vitamina D3 a vitamina D3, deve ser feita em altas doses. Muito alem das convencionadas mg da medicina do passado, para ter uma idéia uma gota da solução de colecalciferol tem 1.000 UI [unidade internacional].

É interessante notar que as geografias de raquitismo (Hess, 1929) e MS são muito semelhantes, a geografia do raquitismo levou Sniadecki (citado por Holick, 1995) para sugerir em 1822 que o sol pode curar o raquitismo. Lamentavelmente, diz Hayes, o raquitismo continuou a aleijar crianças por um século inteiro antes de investigadores demonstrarem os benefícios da luz solar ou óleo de fígado de bacalhau (Hess & Unger, 1921; Chick et al. 1922). Hoje o óleo de fígado de bacalhau tornou-se a proteção do “inverno” para as crianças que vivem em latitudes setentrionais. Ver Vitamin D: a natural inhibitor of multiple sclerosis, de Collen Hayes:

Disponivel em http://journals.cambridge.org/action/displayFulltext?type=1&fid=796912&jid=PNS&volumeId=59&issueId=04&aid=796900

A evidência de que a vitamina D pode ser um inibidor natural de MS ou E.M. é irresistível. Examinando o benefício da suplementação de vitamina D para a prevenção de MS, a recusa desta verdade vai exigir um grande esforço por parte da comunidade científica, mas é claramente justificada diante dos atuais investimentos político-economicos, diz Hayes.

MUITOS AUTORES EXPÕEM PESQUISA NO MESMO SENTIDO

Lembro quando da noticia destas pesquisas. Há quem escreveu, li na internet, que isto não é verdade. Porem, “The role of vitamin D in multiple sclerosis” é pesquisa acompanhada de centenas e milhares de outras varias em idêntico sentido. Milhares de doutores, de todos os países do planeta, vêm mostrando a importancia da vitamina D para outras doenças também, muito alem da esclerose múltipla. Basta fazer pesquisa e escrever: vitamin d multiple sclerosis  ou vitamin d Alzheimer ou o mesmo com qualquer outra patollogia que se pretenda pesquisar, câncer, diabetes, artrite reumatoide, psoriase, hipertireoidismo, hipotireoidismo, lupus, vitiligo, e muitas outras.

A internet brasileira já tem alguma informação em portugues. Aqui no Brasil, o primeiro médico a oferecer este conhecimento publicamente foi Dr. Cícero Galli Coimbra  [PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente,  Departamento de Neurologia e Neurocirurgia – Universidade Federal de São Paulo – Unifesp/EPM]. Alguns artigos e entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra:
 

 

Vitamina D é importantíssima para a saúde

Disponível em http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/a-prevencao-de-doencas-neurodegenerativas/

 

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla*

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/08/03/vitamina-d-pode-revolucionar-o-tratamento-da-esclerose-multipla/

*Dr. Cícero Galli Coimbra
PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente

 

A cura com Dr. Cícero Galli Coimbra. Estresse emocional, depressão, doenças autoimunes e neurodegenerativas. A importancia da Vitamina D.

“Comentário: a principal razão pela qual a medicina atual desdenha estes importantes conhecimentos médicos já antigos e com ampla fundamentação na história recente da medicina e confirmados em vários países, através de diversas publicações, é simplesmente porque ela está subordinada aos interesses extremamente gananciosos da indústria farmacêutica internacional.”

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/23/informacoes-medicas-sobre-a-prevencao-e-tratamento-de-doencas-neurodegenerativas-e-auto-imunes-como-parkinson-alzheimer-lupus-psoriase-vitiligo-depressao/

http://www.youtube.com/watch?v=yRQkITHjZ5k&feature=player_embedded#

http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/doencas-autoimunes/

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O que é possível dizer em breves palavras, já oferece um quadro preocupante. A insuficiência de vitamina D tem desenvolvido muitas outras doenças alem do raquitismo e da osteoporose que já são aceitas como “comuns” e típicas da medicina das doenças crônicas. Associadas á deficiencia de vitamina D estão o câncer, as diabetes, problemas cardiovasculares, transtorno bipolar, autismo, mal de Alzheimer e esquizofrenia, psoríase, depressão.  O comercio industrial multimilionário da farmácia, não traz a cura, apresenta medicação cara e talvez paliativa. Diz assim a medicina das doenças crônicas: “a sua doença não tem cura”… E, no entanto, todas essas doenças graves sequer teriam desenvolvido nas pessoas, se existisse o cuidado com a medicina preventiva com a suplementação da vitamina D.

 Os médicos vêm apresentando pesquisa que aponta o aumento de epidemias em todo planeta, por causa da falta de investimento dos governos em saúde preventiva com suplementação da vitamina D.

Vitamin D deficiency: a global perspective https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/15/vitamin-d-deficiency-a-global-perspective/ https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/15/vitamin-d-deficiency-a-global-perspective/ https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/15/vitamin-d-deficiency-a-global-perspective/

Deficiência de vitamina D: uma epidemia global

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/15/deficiencia-de-vitamina-d-uma-epidemia-global/

 

Symposium: Vitamin D Insufficiency: A Significant Risk Factor in Chronic Diseases and Potential Disease-Specific Biomarkers of Vitamin D Sufficiency Vitamin D Intake: A Global Perspective of Current Status

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/15/symposium-vitamin-d-insufficiency-a-significant-risk-factor-in-chronic-diseases-and-potential-disease-specific-biomarkers-of-vitamin-d-sufficiency-vitamin-d-intake-a-global-perspective-of-current-s/

Brasil ainda investe pouco em saúde País investe apenas 8,7% do valor arrecadado com impostos em saúde. Número é inferior ao de países como Argentina, Chile e Venezuela Um estudo realizado pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (USP)

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/05/brasil-ainda-investe-pouco-em-saude/

 

O aumento da Deficiência de vitamina D geralmente se apresentava como deformidade óssea (raquitismo) ou hipocalcemia na infância e como dor músculoesquelética e fraqueza em adultos.

Hoje os estudos são avançados e os médicos constataram muitos outros problemas de saúde, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes, vários tipos de câncer, e autoimunes como mal de Alzheimer e esclerose múltipla, hipo e hipertireoidismo, artrite, vitiligo,associadas á alta insuficiência de vitamina D no sangue.

O status da vitamina D é mais confiável determinado pelo ensaio de soro de 25-hidroxivitamina D (25-OHD).

O consenso entre os médicos definiu a medida da nanoterapia como ideal acima de 50. Abaixo de 50 já existe deficiencia mesmo que a pessoa ainda não apresente qualquer sintoma de doença. Isto significa que há meio de baixo custo para a prevenção de epidemias. A suplementação e reposição da colecalciferol, a vitamina D3 a vitamina D3, deve ser feita em altas doses. Muito alem das convencionadas mg da medicina do passado, para ter uma idéia uma gota da solução de colecalciferol tem 1.000 UI [unidade internacional].               

O espectro dessas doenças comuns e graves, é particularmente preocupante porque os estudos observacionais têm demonstrado que a insuficiência de vitamina D, Raquitismo em crianças e osteomalacia em adultos são apenas manifestações clássicas de deficiência de vitamina D profunda.  Nos últimos anos, no entanto, aparecem doenças não músculoesqueléticas condições incluindo câncer, síndrome metabólica, infecciosas e doenças autoimunes, esclerose múltipla também foram encontrados associados aos baixos níveis de vitamina D. O Aumento da prevalência de distúrbios ligados à deficiência de vitamina D, é refletida no aumento do numero de crianças doentes.

Epidemias crescem se não for dada nutrição adequada e suplementos á toda população. Este é o cuidado que o governo brasileiro deve ter com todas as pessoas, indistintamente, em todas as idades.

Dilma e Lula não sabem disso, e desde 2008 favorecem pesquisas com células de embriões e abortos. Ver:

A inconstitucionalidade da tramitação de legislação legalizadora do aborto no Brasil por Celso Galli Coimbra

Pode o juiz autorizar um aborto? – Por Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Tráfico de órgãos é terceiro crime organizado mais lucrativo no mundo, segundo Polícia Federal. Veja mais detalhes em Biodireito Medicina sobre este crime internacional e o Brasil.

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Tráfico de órgãos pode movimentar US$ 13 bilhões por ano

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Industria do aborto BLOOD MONEY the multi-million dollar abortion industry

Aborto legalizado e transplantes de fetos

O PNDH-3 PREVE A LIBERAÇÃO DE CRIMES, fim do Estado de Direito.

A Advocacia Geral da União pode defender aborto de feto anencéfalo no STF?

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/04/09/agu-defende-aborto-de-feto-anencefalo-no-stf/

09/04/2009 —  por Celso Galli Coimbra

“a AGU (Advocacia Geral da União) não é paga com dinheiro público para defender o descumprimento da Convenção Americana de Direitos Humanos que integra o rol de direitos humanos do constitucionalismo brasileiro como cláusula pétrea e, portanto, imune até mesmo a uma reforma constitucional(PECs).  Muito menos é paga para obter — por ignorância ou não — a  legitimação da criminosa Resolução 1752/2004 do CFM, através da ADPF 54, que autoriza a retirada de órgãos dos anencéfalos depois de nascidos e, em seus considerandos, altera maliciosamente a declaração de morte para todos no Brasil para um conceito de “morte” que nunca existiu na medicina: é uma ficção homicida que vai atingir todos os brasileiros com vida e saúde também.”

“Além disto, a citada Resolução do CFM — uma vez legitimada — “institucionaliza” o próspero mercado do tráfico de órgãos humanos no Brasil, quando obviamente ensejará a negociação do nascimento de anencéfalo para poder retirar-lhe os órgãos.”

“Falar no “principio da legalidade” de parte da AGU sobre este assunto é anedótico, quando ela defende o desrespeito às normas de maior hierarquia deste país.”

 

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Referencias:

Diagnóstico e tratamento da deficiência de vitamina D

BMJ 2010; 340: b5664 doi: 10.1136/bmj.b5664 (Publicado em 11 de janeiro de 2010)
Citam isso como: BMJ 2010; 340: b5664

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/07/04/diagnostico-e-tratamento-da-deficiencia-de-vitamina-d/

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“Professor Ebers, in an article in The Times, backed the idea of distributing vitamin D supplements in Scotland to guard against conditions that may be linked to a deficiency, including MS.”

“It is plausible that some 200 cases a year of MS might be prevented in Scotland alone by giving vitamin D to mothers and children,” he wrote.

disponivel em http://www.timesonline.co.uk/tol/life_and_style/health/article5663483.ece-—-

Vitamin D is ray of sunshine for multiple sclerosis patient from Melanie Reid and Olive Gillie

THE MULTIPLE SCLEROSIS CENTRE
http://www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334
traduçao do Google:
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334&ei=WOAgS-TRNY6muAfY6-zKCg&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=3&ved=0CBcQ7gEwAg&prev=/search%3Fq%3DVitamin%2BD%2B-%2Bthe%2Blink%2Bthat%2Blacked%2Bfor%2Bpatients%2Bwith%2Bmultiple%2Bsclerosis.%26hl%3Dpt-BR

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Tasmania has the highest rate of MS in the country. Tasmânia tem a maior taxa de MS no país.
The link between vitamin D

THE MULTIPLE SCLEROSIS CENTRE
http://www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334

www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334
traduçao do Google:
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334&ei=WOAgS-TRNY6muAfY6-zKCg&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=3&ved=0CBcQ7gEwAg&prev=/search%3Fq%3DVitamin%2BD%2B-%2Bthe%2Blink%2Bthat%2Blacked%2Bfor%2Bpatients%2Bwith%2Bmultiple%2Bsclerosis.%26hl%3Dpt-BR

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Australian scientists have found that Vitamin D may slow the progression of multiple sclerosis (MS).

THE MULTIPLE SCLEROSIS CENTRE
http://www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334
traduçao do Google:
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334&ei=WOAgS-TRNY6muAfY6-zKCg&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=3&ved=0CBcQ7gEwAg&prev=/search%3Fq%3DVitamin%2BD%2B-%2Bthe%2Blink%2Bthat%2Blacked%2Bfor%2Bpatients%2Bwith%2Bmultiple%2Bsclerosis.%26hl%3Dpt-BR

 

Vitamin D in health and disease. Vitamina D na saúde e na doença.Clin J Am Soc Nephrol. Clin J Am Soc Nephrol. 2008 Sep; 3(5):1535-41. 2008 Sep; 3 (5) :1535-41. Epub 2008 Jun 4.  Review Sunlight and vitamin D for bone health and prevention of autoimmune diseases, cancers, and cardiovascular disease. Review Luz solar e vitamina D para a saúde óssea e prevenção de doenças auto-imunes, câncer e doenças cardiovasculares.Am J Clin Nutr. Am J Clin Nutr. 2004 Dec; 80(6 Suppl):1678S-88S. 2004 Dec; 80 (6 Suppl): 1678S-88S.[Am J Clin Nutr. [Am J Clin Nutr. 2004] 2004]

Review Vitamin D and disease prevention with special reference to cardiovascular disease. Review vitamina D e prevenção de doenças, com especial referência à doença cardiovascular.Prog Biophys Mol Biol. Prog Biophys Mol Biol. 2006 Sep; 92(1):39-48. 2006 Sep; 92 (1) :39-48. Epub 2006 Feb 28. Epub 2006 Feb 28.[Prog Biophys Mol Biol. [Prog Biophys Mol Biol. 2006] 2006]

Vitamin D supplementation: Recommendations for Canadian mothers and infants. A suplementação de vitamina D: Recomendações para as mães e bebês canadenses.. Paediatr Child Health. . Paediatr Child Health. 2007 Sep; 12(7):583-98. 2007 Sep; 12 (7) :583-98.[Paediatr Child Health. [Paediatr Child Health. 2007] 2007]

Vitamin D in preventive medicine: are we ignoring the evidence? Vitamin D in preventive medicine: are we ignoring the evidence? A vitamina D em medicina preventiva: estamos ignorando as provas? Vitamina D em medicina preventiva: estamos ignorando as provas?

Disponível em

http://64.233.163.132/translate_c?hl=pt-BR&langpair=en%7Cpt&u=http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12720576&prev=/translate_s%3Fhl%3Dpt-BR%26q%3DVitamina%2BD%2Be%2Bdepress%25C3%25A3o%26sl%3Dpt%26tl%3Den&rurl=translate.google.com.br&usg=ALkJrhjspQEBlxCMyClVGNWHjrZsYK2BOA—–

A vitamina D influencia o metabolismo de enzimas importantes da imunidade e da função neural protegendo o sistema nervoso.

Imunoregulador natural e com ação antiinflamatória, a suplementação em solução de vitamina D tem papel fundamental na regulação da Esclerose Múltipla – EM ou MS.

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Basic Supplements – Essentials

http://www.direct-ms.org/supplements.html,

 A daily regimen of supplements is an important part of the nutritional strategies for MS. The basic recommendations below are completely safe and have the potential to be of significant benefit.

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Prostituição Reprodutiva. Barrigas de aluguel fazem da criança objeto de comercio

Prostituição Reprodutiva

A legislação holandesa sobre barriga de aluguel pode ser revista em breve. Hoje, a Holanda, já é possível usar uma mãe de aluguel para várias condições: a mulher que iria levar a criança deve ser a família, ter tido filhos e se não deseja mais . Este gesto deve ser como “absolutamente livre”.

De acordo com Fred Teeven, holandês Secretário de Estado da Justiça, “mais e mais mulheres que buscam mães de aluguel e estão dispostos a pagar por isso.” Ele disse, portanto, querer mudar a lei para que os filhos daqueles que pagam mães substitutas estrangeiras são reconhecidos na Holanda. Na verdade, um verdadeiro comércio, totalizando 1,7 mil milhões de euros é estabelecida com a Índia através de clínicas especializadas, onde as mulheres pobres estão vendendo seus “serviços” para os casais ocidentais.

Rene Hoksbergen, professor emérito da especialista em adoção, é “ridículo” que “as leis são adequadas” e acredita que não é sem razão que essa prática é proibida. Primeiro, ele estabelece que os interesses e felicidade da criança não são tidos em conta. Esta breve estar pensando: “Eu venho de um útero ea mulher indiana indiano que era pobre, recebeu 1.000 dólares (760 euros).” Esta realidade vai chegar a sua visão de si mesmo: “Eu sou apenas um artigo de comércio”.

Por outro lado, o professor Hoksbergen explica que “ser um substituto para razões comerciais é simplesmente a reprodução da prostituição”. Ela contradiz os argumentos de alguns, como Nayna Patel, médico indiano para que ambas as partes beneficiar do mercado: os pais têm um filho, o substituto pode usar o dinheiro para fazer coisas que ela não poderia ter feito sem esse dinheiro. Para René Hoksbergen, use “funções corporais de outra para oferecer para o [seu] próprias necessidades” é a “prostituição”.

 

’’Prostitution de procréation

La Synthèse de presse bioéthique du lundi 20 février 2012

 http://www.genethique.org/revues/revues/2012/Fevrier/20120220.1.asp

La législation néerlandaise sur les mères porteuses pourrait bien être remaniée prochainement. Aujourd’hui aux Pays-Bas, il est déjà possible d’avoir recours à une mère porteuse à plusieurs conditions : la femme qui portera l’enfant doit être de la famille, avoir déjà eu elle-même des enfants et ne plus en souhaiter. Ce geste doit être aussi “absolument gratuit“.

Selon  Fred Teeven, secrétaire d’Etat néerlandais chargé de la Justice, “de plus en plus de femmes cherchent des mères porteuses et sont prêtes à payer ce service“. Il dit donc vouloir modifier la loi pour que les enfants de ceux qui payent des mères porteuses étrangères soient reconnus aux Pays-Bas. En effet, un véritable commerce s’élevant à 1,7 milliard d’euros s’instaure avec l’Inde via des cliniques spécialisées, où des femmes pauvres vendent leurs “services” à des couples occidentaux.

René Hoksbergen, professeur émérite spécialiste de l’adoption, trouve “ridicule” que “les lois soient adaptées” et estime que ce n’est pas sans raison si cette pratique est interdite. D’une part, il constate que l’intérêt et le bonheur de l’enfant ne sont pas pris en compte. Celui-ci pourra bientôt penser : “Je proviens d’un utérus indien et cette femme indienne qui était pauvre, a reçu 1 000 dollars (760 euros)” . Cette réalité atteindra la vision qu’il a de lui-même :  “je suis tout simplement un objet de commerce“.

D’autre part, le Pr Hoksbergen explique qu’ “être mère porteuse pour des raisons commerciales relève tout simplement de la prostitution de procréation”. Il contredit les arguments de certains, comme Nayna Patel, médecin indienne pour laquelle les deux parties profitent du marché : les parents ont un enfant, la mère porteuse peut utiliser l’argent pour faire des choses qu’elle n’aurait pas pu faire sans cet argent. Pour René Hoksbergen, utiliser “les fonctions corporelles d’une autre pour pourvoir à [ses] propres besoins“, c’est de “la prostitution“.

Bioedge (Michael Cook) 18/02/12 – rnw.nl 17/02/12

Prostituição Reprodutiva

A legislação holandesa sobre barriga de aluguel pode ser revista em breve. Hoje, a Holanda, já é possível usar uma mãe de aluguel para várias condições: a mulher que iria levar a criança deve ser a família, ter tido filhos e se não deseja mais . Este gesto deve ser como “absolutamente livre”.

De acordo com Fred Teeven, holandês Secretário de Estado da Justiça, “mais e mais mulheres que buscam mães de aluguel e estão dispostos a pagar por isso.” Ele disse, portanto, querer mudar a lei para que os filhos daqueles que pagam mães substitutas estrangeiras são reconhecidos na Holanda. Na verdade, um verdadeiro comércio, totalizando 1,7 mil milhões de euros é estabelecida com a Índia através de clínicas especializadas, onde as mulheres pobres estão vendendo seus “serviços” para os casais ocidentais.

Rene Hoksbergen, professor emérito da especialista em adoção, é “ridículo” que “as leis são adequadas” e acredita que não é sem razão que essa prática é proibida. Primeiro, ele estabelece que os interesses e felicidade da criança não são tidos em conta. Esta breve estar pensando: “Eu venho de um útero ea mulher indiana indiano que era pobre, recebeu 1.000 dólares (760 euros).” Esta realidade vai chegar a sua visão de si mesmo: “Eu sou apenas um artigo de comércio”.

Por outro lado, o professor Hoksbergen explica que “ser um substituto para razões comerciais é simplesmente a reprodução da prostituição”. Ela contradiz os argumentos de alguns, como Nayna Patel, médico indiano para que ambas as partes beneficiar do mercado: os pais têm um filho, o substituto pode usar o dinheiro para fazer coisas que ela não poderia ter feito sem esse dinheiro. Para René Hoksbergen, use “funções corporais de outra para oferecer para o [seu] próprias necessidades” é a “prostituição”.

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