A prescrição diária de 10.000 UIs de Vitamina D representaria para a indústria farmacêutica uma perda de 40% de uma receita de trilhões de dólares

A prescrição diária de 10.000 UIs de Vitamina D representaria para a indústria farmacêutica uma perda de 40% de uma receita de trilhões de dólares.

Dr. Celso Galli CoimbraA prescrição diária de 10.000 UIs de Vitamina D representaria para a indústria farmacêutica uma perda de 40% de uma receita de trilhões de dólares

15/01/2013 — Celso Galli Coimbra

Indústria Farmacêutica

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http://biodireitomedicina.wordpress.com/2013/01/15/a-prescricao-diaria-de-10-000-uis-de-vitamina-d-representaria-para-a-industria-farmaceutica-uma-perda-de-40-de-uma-receita-de-trilhoes-de-dolares/

 

Assista

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D 

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cícero Galli Coimbra e Daniel Cunha

Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para à saúde

 

 

O Dr. John Cannell acusa pesquisadores da indústria farmacêutica norte-americana de estarem tentando alterar a molécula da vitamina D, para transformá-la em uma substância patenteável, ou seja, em remédio. A influência deles é tamanha, a ponto de se manterem unidos em comitês que “aconselham” o governo dos Estados Unidos a estabelecer a dose recomendável, entre 200 e no máximo 400 unidades por dia, bem aquém do necessário [SER, HOJE, EM DOSE PREVENTIVA 10.000 UI – NÃO MENOS].

A Indústria Farmacêutica promove doenças para as quais há prevenção e tratamento de baixo custo.

Há orientação para não verificação de níveis de Vitamina D. E quando prescritas, são em dose ínfima perto da necessária em prevenção: 10.000 UI

Além de prescrever doses mínimas, a maioria dos médicos sequer solicita dosagem da vitamina D no sangue.

O neurologista Cícero Galli Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), remete às 32 mil publicações que relacionam a deficiência de vitamina D ao alto risco de câncer; das mais de 20 mil que associam o nível baixo ao diabetes; e das 17 mil que associam o mesmo déficit à hipertensão. “Mulheres com baixos níveis de vitamina D dificilmente engravidam, e quando engravidam, abortam no primeiro trimestre da gestação. Caso levem a gestação adiante, o bebê pode nascer com malformações congênitas.”
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Segundo Coimbra, a vitamina D não pode ser considerada pelo fator nutricional porque a ciência tem demonstrado que a pele humana, exposta ao sol, se transforma em uma glândula endócrina, produtora do hormônio. A ideia de desenvolver um quadro de hipervitaminose ou envenenamento por vitamina D, que pode desencadear sintomas tóxicos, é pouco provável. Conforme o neurologista, existe desinformação generalizada não só entre a população geral, mas também na classe médica.

Confinamento

“Durante centenas de milhares de anos, o homem tem vivido com o sol; nossos ancestrais viveram mais frequentemente ao ar livre do que em ambientes fechados. Desenvolvemos dependência pela luz do sol para a saúde e a vida, de modo que a ideia de que a luz solar é perigosa não faz sentido. Como poderíamos ter evoluído e sobrevivido como espécie, se fôssemos tão vulneráveis a algo a que o ser humano tem sido exposto constantemente ao longo de toda a sua existência?”, indaga Frank Lipman, clínico geral e especialista reconhecido internacionalmente nos campos da Medicina Integrativa e Funcional.

Na mesma linha, Coimbra aponta o estilo de vida contemporâneo como o principal vilão da deficiência de vitamina D no organismo. Na sua opinião, as pessoas passam a frequentar os shopping centers em vez de ir aos parques. Saem de seus apartamentos, tomam o elevador que já dá acesso à garagem, entram em seus automóveis e chegam ao seu destino. Outra vez, garagem, elevador, local de trabalho. Ele diz que isso nunca aconteceu na história da humanidade. Hoje, uma pessoa é capaz de passar um ano inteiro de sua vida, sem expor uma nesga de sua pele ao sol. Vive de um ambiente confinado para outro.

“Mulheres com baixos níveis de vitamina D dificilmente engravidam, e quando engravidam, abortam no primeiro trimestre da gestação. Caso levem a gestação adiante, o bebê pode nascer com malformações congênitas.”

“Vitamina D: Produzido há pelo menos 750 milhões de anos, esse hormônio pode ser sintetizado não só pelos seres humanos, mas também por diversos organismos, inclusive os do fitoplâncton e zooplâncton, e outros animais que se expõem à luz.”

 

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Nunca levamos a sério o termo “vitaminada”, usado durante muito tempo para definir uma pessoa forte, atraente, saudável. Pois deveríamos levar, principalmente se o sujeito em questão for alguém em dia com a vitamina D, uma substância que controla 229 genes de todas as células humanas.   Mas o valor desse hormônio,  considerado  hoje em dia um dos mais importantes  para a saúde humana, só foi descoberto em 2010. Sem vitamina D, a pessoa está sujeita a desenvolver uma lista enorme de doenças neurodegenerativas e autoimunitárias, como ParkinsonAlzheimer, esclerose múltipla, lupus, miastenia gravis, artrite reumatoide, psoríase e diabetes do tipo 1.

 

O neurologista Cícero Galli Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), remete às 32 mil publicações que relacionam a deficiência de vitamina D ao alto risco de câncer; das mais de 20 mil que associam o nível baixo ao diabetes; e das 17 mil que associam o mesmo déficit à hipertensão. “Mulheres com baixos níveis de vitamina D dificilmente engravidam, e quando engravidam, abortam no primeiro trimestre da gestação. Caso levem a gestação adiante, o bebê pode nascer com malformações congênitas.”

Produzido há pelo menos 750 milhões de anos, esse hormônio pode ser sintetizado não só pelos seres humanos, mas também por diversos organismos, inclusive os do fitoplâncton e zooplâncton, e outros animais que se expõem à luz. A vitamina D é mensurada emInternational Units (IU), o que corresponde na língua portuguesa a Unidades Internacionais. A exposição ao sol de partes do corpo, como braços e pernas, por 20 minutos, garante a produção de aproximadamente 10 mil UI. É quase impossível obter a mesma    quantidade por meio da alimentação, pois a produção de 10 mil UI exigiria cerca de  100 copos de leite por dia.

Segundo Coimbra, a vitamina D não pode ser considerada pelo fator nutricional porque a ciência tem demonstrado que a pele humana, exposta ao sol, se transforma em uma glândula endócrina, produtora do hormônio. A ideia de desenvolver um quadro de hipervitaminose ou envenenamento por vitamina D, que pode desencadear sintomas tóxicos, é pouco provável. Conforme o neurologista, existe desinformação generalizada não só entre a população geral, mas também na classe médica.

Confinamento

“Durante centenas de milhares de anos, o homem tem vivido com o sol; nossos ancestrais viveram mais frequentemente ao ar livre do que em ambientes fechados. Desenvolvemos dependência pela luz do sol para a saúde e a vida, de modo que a ideia de que a luz solar é perigosa não faz sentido.  Como poderíamos ter evoluído e sobrevivido como espécie, se fôssemos tão vulneráveis a algo a que o ser humano tem sido exposto constantemente ao longo de toda a sua existência?”, indaga Frank Lipman, clínico geral e especialista reconhecido internacionalmente nos campos da Medicina Integrativa e Funcional.

Na mesma linha, Coimbra aponta o estilo de vida contemporâneo como o principal vilão da deficiência de vitamina D no organismo. Na sua opinião, as pessoas passam a frequentar os shopping centers em vez de ir aos parques. Saem de seus apartamentos, tomam o elevador que já dá acesso à garagem, entram em seus automóveis e chegam ao seu destino. Outra vez, garagem, elevador, local de trabalho. Ele diz que isso nunca  aconteceu na história da humanidade. Hoje, uma pessoa é capaz de passar um ano inteiro de sua vida, sem expor uma nesga de sua pele ao sol. Vive de um ambiente confinado para outro.

Nesse ritmo, no período do inverno, 77% da população paulistana está com nível baixo de vitamina D, o que melhora no verão, quando o índice cai para 39%. Enquanto isso, na Europa, a cada ano há 6% a mais de crianças com diabetes infanto-juvenil. Seduzidas pelas diversões eletrônicas, elas abandonam cada vez mais as atividades ao ar livre. “Os pais ficam satisfeitos porque elas estão longe da violência urbana, mas não percebem  que os filhos estão se transformando em diabéticos pelo resto da vida”, reforça o neurologista.

Em contrapartida, as pessoas idosas também fazem parte de um dos grupos mais suscetíveis à deficiência desse hormônio. Por exemplo, a  aposentadoria reduz suas saídas à rua, isso resulta em uma menor exposição solar. A pele dos idosos tem apenas 25% da capacidade de produzir vitamina D em relação a uma pessoa jovem de 20 anos. Ou seja, eles precisam de quatro vezes mais de exposição solar para produzir a mesma  quantidade de vitamina D, conforme Coimbra.

Outro agravante, as pessoas bloqueiam a radiação ultravioleta B, que auxilia na produção da “vitamina”, quando se lambuzam com protetores solares. Para se ter ideia, o fator de proteção solar número 8 diminui em 90% a produção de vitamina D. Já o fator 15 diminui em 99%, ou seja, praticamente zera a produção de vitamina D.

Horário ideal

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No reino animal, lagartos adoram tomar sol. E por uma razão muito simples, eles não são capazes de aquecer seus corpos sozinhos, sem a ajuda do ambiente externo. Enquanto isso, os seres humanos, para manter a temperatura ou para se aquecer, necessitam de agasalhos. A conclusão é: o mesmo Sol que aquece esses animais nos ajuda a produzir a vitamina D. Portanto, se ele nos traz esse benefício, não há motivo para temer os raios solares!

Segundo o neurologista, o horário ideal para tomar sol, o momento em que a radiação ultravioleta é mais positiva para produzir vitamina D, é aquele quando a sombra tem a mesma extensão que a estatura da pessoa. Atualmente, isso ocorre pela manhã entre 8h30 e 9 horas. O ideal é aguardar meia hora para passar o protetor solar, porque após esse tempo, com ou sem protetor, a criança e o adulto não vão mais produzir vitamina D.

O mesmo vale para quem optar pela exposição vespertina. No final da tarde, quando a sombra tiver a mesma extensão da estatura da pessoa, os raios solares voltam a ter a mesma qualidade benéfica para produzir vitamina D. “Ao meio-dia, o sol está a pino e a sombra não existe. O indivíduo não produz vitamina D, só câncer de pele”, alerta Coimbra.

Influência

Nos dias atuais, a Internet é um campo fértil para se manter informado sobre este assunto, embora não esteja à disposição de todos. Há centenas de artigos a respeito, mas, infelizmente, muitos deles estão disponíveis somente em inglês. É o caso do texto do neuropsiquiatra John Cannell (http://goo.gl/LlQOK). Ele acusa pesquisadores da indústria farmacêutica norte-americana de estarem tentando alterar a molécula da vitamina D, para transformá-la em uma substância  patenteável, ou seja, em remédio. A influência deles é tamanha, a ponto de se manterem unidos em comitês que “aconselham” o governo dos Estados Unidos a estabelecer a dose recomendável, entre 200 e no máximo 400 unidades por dia, bem aquém do necessário.

Além de prescrever doses mínimas, a maioria dos médicos sequer solicita dosagem da vitamina D no sangue. Coimbra ressalta que muitos  especialistas, que acompanham pacientes com osteoporose e recomendam essa quantidade de suplementação, ficariam surpresos ao constatar o quão baixo é o nível dessa substância no sangue.

Cannell denuncia exatamente isso. “Só deixando a pele dos braços e das pernas expostas, uma pessoa de pele clara e jovem produz 10 mil unidades de vitamina D. Essa quantidade é 50 vezes maior do que aquela colocada à disposição do público como suplemento de vitamina D, com o título da dose recomendada. Caso fosse prescrito metade disso (5 mil) para toda a população adulta, haveria redução em 40% da ocorrência de novos casos de câncer. Isso representaria para a indústria farmacêutica uma perda de 40% de uma receita de trilhões de dólares”, completa.

Saiba Mais:

Natural News
www.naturalnews.com

Vitamind Council
www.vitamindcouncil.org

Vitamin D Deficiency Survivor
pandemicsurvivor.com

Fonte: http://www.revistakalunga.com.br/geral/doses-diarias-de-sol/#more-779

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“Há evidencias de que a carencia de vitamina D3 provoca e agrava a esclerose múltipla” (Surtos da doença abalam o sistema nervoso central). Assim, também a deficiencia de Colecalciferol – Vitamina D3 – pode levar a problemas Cardiovasculares, AVCs, nascimento de crianças autistas, problemas na gestação, Alzheimer.” – Dr. Cicero Galli Coimbra, medico neurologista, Phd., neurocirurgião, neurocientista, professor na UNIFESP

 VitaminD1Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para à saúde

por Celso Galli Coimbra

vários videos  científicos 

https://www.youtube.com/playlist?list=PL301EAE2D5602A758

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“Há evidencias de que a carencia de vitamina D3 provoca e agrava a esclerose múltipla” (Surtos da doença abalam o sistema nervoso central). Assim, também a deficiencia de Colecalciferol – Vitamina D3 – pode levar a problemas Cardiovasculares, AVCs, nascimento de crianças autistas, problemas na gestação, Alzheimer.”  – Dr. Cicero Galli Coimbra, medico neurologista, Phd., neurocirurgião, neurocientista, professor na UNIFESP

 

 

 “SIM, todas as pessoas, uma pessoa adulta deveria receber cerca de 10.000 UI por dia, o que significa uma quantidade 50 vezes acima da quantidade que normalmente é encontrada nas farmácias.”

 

“TEM SOLUÇÃO SIM, É preciso haver uma conscientização, que haja a percepção da comunidade, dos governantes, do publico em geral, em relação a gravidade dessa situação”.

 

– Dr. Cicero Galli Coimbra, medico neurologista, Phd., neurocirurgião, neurocientista, professor na UNIFESP

 

Assista aos videos

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=4uJt1361aGw

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=cIwIWim4hNM

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Os efeitos da deficiência de vitamina D3

xz

The Effects Of Vitamin D3 Deficiency

Apr 30, 2011 | By Lisa Sefcik

 

Lisa Sefcik has been writing professionally since 1987. Her subject matter includes pet care, travel, consumer reviews, classical music and entertainment. She’s worked as a policy analyst, news reporter and freelance writer/columnist for Cox Publications and numerous national print publications. Sefcik holds a paralegal certification as well as degrees in journalism and piano performance from the University of Texas at Austin.

Photo Credit Stockbyte/Stockbyte/Getty Images

Vitamin D is a fat-soluble vitamin that contributes to bone health and overall wellness. Vitamin D3 is the form of this essential nutrient that’s most closely tied to increased levels of vitamin D in the blood, says the University of Maryland Medical Center (UMMC). The effects of vitamin D deficiency can impact your health negatively and seriously. In children, it’s linked to rickets, while adults may suffer from osteomalacia.

More About Vitamin D

The U.S. Office of Dietary Supplements indicates that vitamin D isn’t naturally found in many foods; vitamin D3 is found in beef liver, cheese and egg yolks, while vitamin D2 is found in some types of mushrooms. Numerous foods, such as milk, orange juice and cereal, are fortified with vitamin D2, vitamin D3 or both. Vitamin D is also available in the form of dietary supplements. Vitamin D is also synthesized by your own body when the sun’s ultraviolet rays hit your skin. Children between the ages of 0 to 18 years need 400 to 600 IUs of this vitamin. Healthy adults need around 600 IUs, while those 70 and older need 800 IUs.

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Rickets

Vitamin D’s primary job is to help the body absorb the minerals calcium and phosphorus from the intestinal tract, reports the Mayo Clinic. Children who suffer a vitamin D deficiency lack adequate levels of these minerals in their bones. Children with rickets experience delays in growth, weak muscles and pain in the spine, pelvis and legs. Rickets presents itself in the form of skeletal abnormalities. Children with rickets may have bowed legs, breastbones that jut forward, thick ankles and wrists and abnormally curved spines. When rickets is left untreated, it can cause additional complications, such as bones that fracture easily, dental abnormalities, difficulty breathing, seizures and pneumonia.

Osteomalacia

When rickets occurs in adults, it’s called osteomalacia. According to the Mayo Clinic, in its earlier stages, you may be asymptomatic. As the disease progresses, adults notice aching in the bones, primarily in the hips, legs and lower back. This form of vitamin D deficiency may also cause muscle weakness and overall decreased muscle mass. Complications associated with osteomalacia include increased risk of bone fracture, especially to the spine, legs and ribs. Adults most likely to suffer from osteomalacia are those who get insufficient amounts of vitamin D from the food they eat and who also rarely or never go out in the sun.

Other Tips

According to the UMMC, researchers are exploring the link between low levels of vitamin D and other conditions, such as high blood pressure, depression, obesity and certain types of cancer. If you’re concerned that you’re not getting enough vitamin D, consult with your treating physician rather than self-treating with dietary supplements. Vitamin D toxicity can cause hypercalcemia, a condition in which calcium builds up in your blood, resulting in symptoms such as nausea, constipation, kidney stones, weakness and an abnormal heart rhythm.

 

References

Article reviewed by Mona Newbacher Last updated on: Apr 30, 2011

Read more: http://www.livestrong.com/article/431595-the-effects-of-vitamin-d3-deficiency/#ixzz2HmCldMdt

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Dose Diária de vitamina D ajuda a reduzir quedas em idosos

1924_seniors_on_grassDaily vitamin D helps reduces falls in elderly

04 January 2013

A recent meta-analysis by Gilbert T. Chua and Roger Wong, MD, finds that daily vitamin D supplementation helps reduce falls among seniors living in long term care facilities.

http://www.vitamindcouncil.org/daily-vitamin-d-helps-reduces-falls-in-elderly/

The researchers conducted a review of 4 randomized controlled trials examining long term care seniors with mean or median age of 75 years or older. Among the 4 studies, three administered oral vitamin D ranging from 800-1,000 IU/day, while the fourth study prescribed 100,000 IU oral vitamin D every 3 months (~1,100/day).

The authors report a 28% reduction in the number of falls per person, per year. When looking at only the daily dosage studies, there is a significant (44%) reduction in the number of falls. “This indicated that daily high dose vitamin D is more effective than quarterly supratherapeutic [above the therapeutic level] doses in reducing fall rate,” the authors explain.

They also found that vitamin D didn’t seem to reduce the number of people who fell, in other words, supplementation didn’t prevent a person’s first fall, but seemed to prevent people from falling again.

The researchers call for future prospective trials comparing various vitamin D dosages to gain further insight into the link between vitamin D dosage and fall prevention.

Source:

Chua GT, Wong RY. Association between vitamin D dosing regimen and fall prevention in long-term care seniors. Canadian Geriatrics Journal. Dec 2011.

Page last edited: 04 January 2013

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The Effects Of Vitamin D3 Deficiency

The Effects Of Vitamin D3 Deficiency

Apr 30, 2011 | By Lisa Sefcik

 xz

Lisa Sefcik has been writing professionally since 1987. Her subject matter includes pet care, travel, consumer reviews, classical music and entertainment. She’s worked as a policy analyst, news reporter and freelance writer/columnist for Cox Publications and numerous national print publications. Sefcik holds a paralegal certification as well as degrees in journalism and piano performance from the University of Texas at Austin.

Photo Credit Stockbyte/Stockbyte/Getty Images

Vitamin D is a fat-soluble vitamin that contributes to bone health and overall wellness. Vitamin D3 is the form of this essential nutrient that’s most closely tied to increased levels of vitamin D in the blood, says the University of Maryland Medical Center (UMMC). The effects of vitamin D deficiency can impact your health negatively and seriously. In children, it’s linked to rickets, while adults may suffer from osteomalacia.

More About Vitamin D

The U.S. Office of Dietary Supplements indicates that vitamin D isn’t naturally found in many foods; vitamin D3 is found in beef liver, cheese and egg yolks, while vitamin D2 is found in some types of mushrooms. Numerous foods, such as milk, orange juice and cereal, are fortified with vitamin D2, vitamin D3 or both. Vitamin D is also available in the form of dietary supplements. Vitamin D is also synthesized by your own body when the sun’s ultraviolet rays hit your skin. Children between the ages of 0 to 18 years need 400 to 600 IUs of this vitamin. Healthy adults need around 600 IUs, while those 70 and older need 800 IUs.

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Rickets

Vitamin D’s primary job is to help the body absorb the minerals calcium and phosphorus from the intestinal tract, reports the Mayo Clinic. Children who suffer a vitamin D deficiency lack adequate levels of these minerals in their bones. Children with rickets experience delays in growth, weak muscles and pain in the spine, pelvis and legs. Rickets presents itself in the form of skeletal abnormalities. Children with rickets may have bowed legs, breastbones that jut forward, thick ankles and wrists and abnormally curved spines. When rickets is left untreated, it can cause additional complications, such as bones that fracture easily, dental abnormalities, difficulty breathing, seizures and pneumonia.

Osteomalacia

When rickets occurs in adults, it’s called osteomalacia. According to the Mayo Clinic, in its earlier stages, you may be asymptomatic. As the disease progresses, adults notice aching in the bones, primarily in the hips, legs and lower back. This form of vitamin D deficiency may also cause muscle weakness and overall decreased muscle mass. Complications associated with osteomalacia include increased risk of bone fracture, especially to the spine, legs and ribs. Adults most likely to suffer from osteomalacia are those who get insufficient amounts of vitamin D from the food they eat and who also rarely or never go out in the sun.

Other Tips

According to the UMMC, researchers are exploring the link between low levels of vitamin D and other conditions, such as high blood pressure, depression, obesity and certain types of cancer. If you’re concerned that you’re not getting enough vitamin D, consult with your treating physician rather than self-treating with dietary supplements. Vitamin D toxicity can cause hypercalcemia, a condition in which calcium builds up in your blood, resulting in symptoms such as nausea, constipation, kidney stones, weakness and an abnormal heart rhythm.

 

References

Article reviewed by Mona Newbacher Last updated on: Apr 30, 2011

Read more: http://www.livestrong.com/article/431595-the-effects-of-vitamin-d3-deficiency/#ixzz2HmCldMdt

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Para las farmacéuticas la medicina que cura del todo no es rentable, denuncia Premio Nobel de medicina Richard J. Roberts

Doutoramento Honoris Causa Richard John Roberts

06/11/2012 – Vídeo enviado por Universidade De Lisboa

http://www.youtube.com/watch?v=oANTn7p_XK4

Para las farmacéuticas la medicina que cura del todo no es rentable, denuncia Premio Nobel

24 Mayo 2011

24bioPremio Nobel de premio-nobel-de-medicina-richard-j-robertsmedicina Richard J. Roberts

El Premio Nobel de medicina Richard J.Roberts pone de manifiesto en una entrevista en La Vanguardia que muchas de las enfermedades que hoy son crónicas tienen cura, pero para los laboratorios farmacéuticos no es rentable curarlas del todo, los poderes políticos lo saben, pero los laboratorios compran su silencio financiando sus campañas electorales.

– ¿Qué modelo de investigación le parece más eficaz, el estadounidense o el europeo?

– Es obvio que el estadounidense, en el que toma parte activa el capital privado, es mucho más eficiente. Tómese por ejemplo el espectacular avance de la industria informática, donde es el dinero privado el que financia la investigación básica y aplicada, pero respecto a la industria de la salud… Tengo mis reservas.

– Le escucho.

– La investigación en la salud humana no puede depender tan sólo de su rentabilidad económica. Lo que es bueno para los dividendos de las empresas no siempre es bueno para las personas.

– Explíquese.

– La industria farmacéutica quiere servir a los mercados de capital…

– Como cualquier otra industria.

– Es que no es cualquier otra industria: estamos hablando de nuestra salud y nuestras vidas y las de nuestros hijos y millones de seres humanos.

– Pero si son rentables, investigarán mejor.

– Si sólo piensas en los beneficios, dejas de preocuparte por servir a los seres humanos.

– Por ejemplo…

– He comprobado como en algunos casos los investigadores dependientes de fondos privados hubieran descubierto medicinas muy eficaces que hubieran acabado por completo con una enfermedad…

– ¿Y por qué dejan de investigar?

– Porque las farmacéuticas a menudo no están tan interesadas en curarle a usted como en sacarle dinero, así que esa investigación, de repente, es desviada hacia el descubrimiento de medicinas que no curan del todo, sino que cronifican la enfermedad y le hacen experimentar una mejoría que desaparece cuando deja de tomar el medicamento.

– Es una grave acusación.

– Pues es habitual que las farmacéuticas estén interesadas en líneas de investigación no para curar sino sólo para cronificar dolencias con medicamentos cronificadores mucho más rentables que los que curan del todo y de una vez para siempre. Y no tiene más que seguir el análisis financiero de la industria farmacológica y comprobará lo que digo.

– Hay dividendos que matan.

– Por eso le decía que la salud no puede ser un mercado más ni puede entenderse tan sólo como un medio para ganar dinero. Y por eso creo que el modelo europeo mixto de capital público y privado es menos fácil que propicie ese tipo de abusos.

– ¿Un ejemplo de esos abusos?

– Se han dejado de investigar antibióticos porque son demasiado efectivos y curaban del todo. Como no se han desarrollado nuevos antibióticos, los microorganismos infecciosos se han vuelto resistentes y hoy la tuberculosis, que en mi niñez había sido derrotada, está resurgiendo y ha matado este año pasado a un millón de personas.

– ¿No me habla usted del Tercer Mundo?

– Ése es otro triste capítulo: apenas se investigan las enfermedades tercermundistas, porque los medicamentos que las combatirían no serían rentables. Pero yo le estoy hablando de nuestro Primer Mundo: la medicina que cura del todo no es rentable y por eso no investigan en ella.

– ¿Los políticos no intervienen?

– No se haga ilusiones: en nuestro sistema, los políticos son meros empleados de los grandes capitales, que invierten lo necesario para que salgan elegidos sus chicos, y si no salen, compran a los que son elegidos.

 De todo habrá.

– Al capital sólo le interesa multiplicarse. Casi todos los políticos – y sé de lo que hablo- dependen descaradamente de esas multinacionales farmacéuticas que financian sus campañas. Lo demás son palabras…

(Con información de La Vanguardia)

http://www.cubadebate.cu/noticias/2011/05/24/para-las-farmauceticas-la-medicana-que-cura-del-todo-no-es-rentable-denuncia-premio-nobel/

 

Doutoramento Honoris Causa Richard John Roberts

06/11/2012 – Vídeo enviado por Universidade De Lisboa

http://www.youtube.com/watch?v=oANTn7p_XK4

Richard John Roberts (1943-)

Richard (Rich) Roberts was born in Derby, England. His family moved to Bath when he was four. His father was a mechanic and his mother was a homemaker. His father was very supportive of Roberts’ inquisitive nature. He helped him build a chemistry lab in the basement where Roberts made and studied fireworks and other chemicals.

This interest in chemistry plus a fascination with games and puzzles led him to pursue a research career. It was a chance to be a detective and solve chemical puzzles in the world of science. He graduated from Sheffield University in 1965 and stayed to do graduate work with his organic chemistry professor – one of the few who used problem solving to emphasize the challenge and not the chore of learning.

While finishing his Ph.D., Roberts read John Kendrew’s book, Thread of Life: An Introduction to Molecular Biology. This introduction to the early history of crystallography and molecular biology fascinated Roberts. He decided to switch fields and chose a lab that would allow him to go into molecular biology. For a post-doctoral tenure, Roberts went to Harvard to work in Jack Strominger’s lab.

At Harvard, Roberts learned the jargon of biochemistry. His project involved sequencing a tRNA involved in bacterial cell wall biosynthesis. Based on his readings he decided that the radioactive method of sequencing being developed by Fred Sanger in Cambridge was the best. In 1970, he went to Cambridge, learned the technique and when he came back, Roberts taught many of the area scientists how to sequence the Sanger way.

In 1972, after a 10-minute interview, James Watson offered Roberts a position at Cold Spring Harbor Laboratory. Watson wanted him to sequence the DNA of SV40, a virus. Roberts accepted the position and started investigating the enzyme Endonuclease R which he heard about from Dan Nathans. The enzyme cut DNA into specific pieces. Roberts realized that if there were more of these enzymes, he could use them to cut DNA into manageable sizes and thus use them in sequencing. Soon Roberts and his lab had a whole collection of restriction enzymes. During the ’70s and early ’80s, about 75 out of 100 known enzymes were isolated in Roberts’ lab.

Some of these restriction enzymes were used to map adenovirus DNA, a project in which Phil Sharp, in Joe Sambrook’s lab, was also involved. In 1974, Roberts and Richard Gelinas started working with the adenovirus mRNA. They reasoned they could identify the DNA promoter region by sequencing the 5′ end of the mRNA and then mapping it to the DNA. The promoter would be upstream of the 5′ end of the mRNA. Through the course of their experiments, they discovered biochemical proof that the genes in adenovirus were split. Roberts then devised the electron microscope experiments that proved visually that this was true. In 1993, Roberts shared the Nobel Prize in Physiology or Medicine with Phil Sharp for the discovery of the split gene.

Roberts also helped develop one of the first computer programs that maps and analyzes DNA restriction enzyme fragments. He was an early advocate of computer use in molecular biology.

In 1992, Roberts moved to New England Biolabs – a company where he is now one of two Research Directors. In addition to basic research, the company makes and sells research reagents and is noted for its production of restriction enzymes.

Roberts is still fascinated by puzzles and games. His favorite is croquet, which he says combines the skill of snooker with the strategy of chess. His problem-solving nature is tempered with a dry sense of humor as evidenced by his appearance in “The Stud Muffins of Science 1997 Calendar,” and his annual trip to the Ig Nobel Awards (the “opposite” of the Nobels) at Harvard University.

Rich Roberts is one of the first DNA forensic expert witnesses. He verified DNA fingerprint data and testified in court as to its validity.

http://www.dnaftb.org/24/bio.html

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Economia das doenças crônicas e a técnica de manter as pessoas doentes: Farmacéuticas bloquean fármacos que curan porque no son rentables

Premio Nobel de Medicina: Farmacéuticas bloquean fármacos que curan porque no son rentables

23/08/2012 — Celso Galli Coimbra

 

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/08/23/premio-nobel-de-medicina-farmaceuticas-bloquean-farmacos-que-curan-porque-no-son-rentables/

 

Assista:

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D
http://youtu.be/4uJt1361aGw

 

 447px-Roberts,_Richard_John_(1943)

Wikipedia

Richard John Roberts nació en Derby, Inglaterra, en 1943. Estudió inicialmente Química, posteriormente se traslada a Estados Unidos, donde desarrolla actividad docente en Harvard y en el Cold Spring Harbor Laboratory de Nueva York. Desde 1992 dirige los trabajos de investigación de New England Biolabs Inc., en Beverly, (Massachusetts).

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– ¿Y por qué dejan de investigar?
– Porque las farmacéuticas a menudo no están tan interesadas en curarle a usted como en sacarle dinero, así que esa investigación, de repente, es desviada hacia el descubrimiento de medicinas que no curan del todo, sino que hacen crónica la enfermedad y le hacen experimentar una mejoría que desaparece cuando deja de tomar el medicamento.

 

– ¿No me habla usted del Tercer Mundo?
– Ése es otro triste capítulo: apenas se investigan las enfermedades tercermundistas, porque los medicamentos que las combatirían no serían rentables. Pero yo le estoy hablando de nuestro Primer Mundo: la medicina
que cura del todo no es rentable y por eso no investigan en ella.

– ¿Los políticos no intervienen?
– No se haga ilusiones: en nuestro sistema, los políticos son meros empleados de los grandes capitales, que invierten lo necesario para que salgan elegidos sus chicos, y si no salen, compran a los que son elegidos.

– De todo habrá.
– Al capital sólo le interesa multiplicarse. Casi todos los políticos – y sé de lo que hablo- dependen descaradamente de esas multinacionales farmacéuticas que financian sus campañas. Lo demás son palabras…

 

Biografía

Richard J. Roberts nació en Derby, Inglaterra, en 1943. Estudió inicialmente Química, posteriormente se traslada a Estados Unidos, donde desarrolla actividad docente en Harvard y en el Cold Spring Harbor Laboratory de Nueva York. Desde 1992 dirige los trabajos de investigación del Biolabs Institute, de Beverly, (Massachusetts).

 

Obtuvo el Premio Nobel de Fisiología y Medicina en 1993, compartido con Phillip A. Sharp, por su trabajo sobre los intrones, fragmentos de ADN que no tiene nada que ver con la información genética. Pudieron describir que la información depositada en un gen no estaba dispuesta de forma continua, sino que se encontraba fraccionada.

Los primeros experimentos los realizaron sobre material genético de virus, particularmente de adenovirus.

Ambos llegaron a la conclusión de que el ARN ha tenido que preceder en la evolución al ADN

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Premio Nobel de Medicina: Farmacéuticas bloquean fármacos que curan porque no son rentables

23/08/2012 — Celso Galli Coimbra

Assista:

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D
http://youtu.be/4uJt1361aGw

Premio Nobel de Medicina: Farmacéuticas bloquean fármacos que curan porque no son rentables

El ganador del Premio Nobel de Medicina Richard J. Roberts denuncia la forma en la que operan las grandes farmacéuticas dentro del sistema capitalista, anteponiendo los beneficios económicos a la salud y deteniendo el avance científico en la cura de enfermedades porque curar no es tan rentable como la cronicidad.

Hace unos días publicamos una nota sobre datos revelados que muestran que las grandes compañías farmacéuticas en Estados Unidos gastan cientos de millones de dólares al año pagando a doctores para que éstos promuevan sus medicamentos. Para complementar reproducimos esta entrevista con el Premio Nobel de Medicina Richard J. Roberts quien señala que los fármacos que curan no son rentables y por eso no son desarrollados por las farmacéuticas que en cambio si desarrollan medicamentos cronificadores que sean consumidos de forma serializada. Esto, señala Roberts, también hace que algunos fármacos que podrían curar del todo una enfermedad no sean investigados. Y se pregunta hasta que punto es valido que la industria de la salud se rija por los mismos valores y principios que el mercado capitalista, los cuales llegan a parecerse mucho a los de la mafia. La entrevista originalmente fue publicada por el diario español Vanguardia:

¿La investigación se puede planificar?
– Si yo fuera ministro de Ciencia, buscaría a gente entusiasta con proyectos interesantes; les daría el dinero justo para que no pudieran hacer nada más que investigar y les dejaría trabajar diez años para sorprendernos.

– Parece una buena política.
– Se suele creer que, para llegar muy lejos, tienes que apoyar la investigación básica; pero si quieres resultados más inmediatos y rentables, debes apostar por la aplicada…

– ¿Y no es así?
– A menudo, los descubrimientos más rentables se han hecho a partir de preguntas muy básicas. Así nació la gigantesca y billonaria industria biotech estadounidense para la que trabajo.

– ¿Cómo nació?
– La biotecnología surgió cuando gente apasionada se empezó a preguntar si podría clonar genes y empezó a estudiarlos y a intentar purificarlos.

– Toda una aventura.
– Sí, pero nadie esperaba hacerse rico con esas preguntas. Era difícil obtener fondos para investigar las respuestas hasta que Nixon lanzó la guerra contra el cáncer en 1971.

– ¿Fue científicamente productiva?
– Permitió, con una enorme cantidad de fondos públicos, mucha investigación, como la mía, que no servía directamente contra el cáncer, pero fue útil para entender los mecanismos que permiten la vida.

– ¿Qué descubrió usted?
– Phillip Allen Sharp y yo fuimos premiados por el descubrimiento de los intrones en el ADN eucariótico y el mecanismo de gen splicing (empalme de genes).

– ¿Para qué sirvió?
– Ese descubrimiento permitió entender cómo funciona el ADN y, sin embargo, sólo tiene una relación indirecta con el cáncer.

– ¿Qué modelo de investigación le parece más eficaz, el estadounidense o el europeo?
– Es obvio que el estadounidense, en el que toma parte activa el capital privado, es mucho más eficiente. Tómese por ejemplo el espectacular avance de la industria informática, donde es el dinero privado el que financia la investigación básica y aplicada, pero respecto a la industria de la salud… Tengo mis reservas.

– Le escucho.
– La investigación en la salud humana no puede depender tan sólo de su rentabilidad económica. Lo que es bueno para los dividendos de las empresas no siempre es bueno para las personas.

– Explíquese.
– La industria farmacéutica quiere servir a los mercados de capital…

– Como cualquier otra industria.
– Es que no es cualquier otra industria: estamos hablando de nuestra salud y nuestras vidas y las de nuestros hijos y millones de seres humanos.

– Pero si son rentables, investigarán mejor.
– Si sólo piensas en los beneficios, dejas de preocuparte por servir a los seres humanos.

– Por ejemplo…
– He comprobado como en algunos casos los investigadores dependientes de fondos privados hubieran descubierto medicinas muy eficaces que hubieran acabado por completo con una enfermedad…

– ¿Y por qué dejan de investigar?
– Porque las farmacéuticas a menudo no están tan interesadas en curarle a usted como en sacarle dinero, así que esa investigación, de repente, es desviada hacia el descubrimiento de medicinas que no curan del todo, sino que hacen crónica la enfermedad y le hacen experimentar una mejoría que desaparece cuando deja de tomar el medicamento.

– Es una grave acusación.
– Pues es habitual que las farmacéuticas estén interesadas en líneas de investigación no para curar sino sólo para convertir en crónicas dolencias con medicamentos cronificadores mucho más rentables que los que curan del todo y
de una vez para siempre. Y no tiene más que seguir el análisis financiero de la industria farmacológica y comprobará lo que digo.

– Hay dividendos que matan.
– Por eso le decía que la salud no puede ser un mercado más ni puede entenderse tan sólo como un medio para ganar dinero. Y por eso creo que el modelo europeo mixto de capital público y privado es menos fácil que
propicie ese tipo de abusos.

– ¿Un ejemplo de esos abusos?
– Se han dejado de investigar antibióticos porque son demasiado efectivos y curaban del todo. Como no se han desarrollado nuevos antibióticos, los microorganismos infecciosos se han vuelto resistentes y hoy la tuberculosis, que en mi niñez había sido derrotada, está resurgiendo y ha matado este año pasado a un millón de personas.

– ¿No me habla usted del Tercer Mundo?
– Ése es otro triste capítulo: apenas se investigan las enfermedades tercermundistas, porque los medicamentos que las combatirían no serían rentables. Pero yo le estoy hablando de nuestro Primer Mundo: la medicina
que cura del todo no es rentable y por eso no investigan en ella.

– ¿Los políticos no intervienen?
– No se haga ilusiones: en nuestro sistema, los políticos son meros empleados de los grandes capitales, que invierten lo necesario para que salgan elegidos sus chicos, y si no salen, compran a los que son elegidos.

– De todo habrá.
– Al capital sólo le interesa multiplicarse. Casi todos los políticos – y sé de lo que hablo- dependen descaradamente de esas multinacionales farmacéuticas que financian sus campañas. Lo demás son palabras…

Biografía

Richard J. Roberts nació en Derby, Inglaterra, en 1943. Estudió inicialmente Química, posteriormente se traslada a Estados Unidos, donde desarrolla actividad docente en Harvard y en el Cold Spring Harbor Laboratory de Nueva York. Desde 1992 dirige los trabajos de investigación del Biolabs Institute, de Beverly, (Massachusetts).

Obtuvo el Premio Nobel de Fisiología y Medicina en 1993, compartido con Phillip A. Sharp, por su trabajo sobre los intrones, fragmentos de ADN que no tiene nada que ver con la información genética. Pudieron describir que la información depositada en un gen no estaba dispuesta de forma continua, sino que se encontraba fraccionada.

Los primeros experimentos los realizaron sobre material genético de virus, particularmente de adenovirus.

Ambos llegaron a la conclusión de que el ARN ha tenido que preceder en la evolución al ADN

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Metabolismo da vitamina D no organismo

Metabolismo da vitamina D no organismo

VIA

Metabolismo da vitamina D no organismo

05/01/2013 — Celso Galli Coimbra__

Metabolismo da vitamina D no organismo

05/01/2013 — Celso Galli Coimbra

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Existem duas formas básicas de vitamina D: colecalciferol (vitamina D3) e ergocalciferol (vitamina D2). Ambas podem ser obtidas através de alimentos ou suplementos vitamínicos. A vitamina D3, porém, pode também ser produzida pelo nosso corpo. Através do colesterol que é consumido nos alimentos, conseguimos obter uma substância chamada 7-dehidrocolesterol. Este colesterol se deposita nas células da pele e, quando exposto à luz solar (raios UV-B), se transforma colecalciferol (vitamina D3).

 http://biodireitomedicina.wordpress.com/2013/01/05/metabolismo-da-vitamina-d-no-organismo/

 

Tanto o colecalciferol (vitamina D3) quanto o ergocalciferol (vitamina D2) são formas inativas da vita mina D. Para que a vitamina D possa exercer seus efeitos no organismo, mais duas metabolizações são necessárias.

O processo se dá da seguinte maneira: as vitaminas D3 e D2 obtidas na alimentação e/ou exposição solar são transportadas para o fígado, onde serão transformadas em calcidiol (25-hidroxivitamina D). O calcidiol é a forma que o corpo usa para armazenar a vitamina D. Por isso, quando queremos saber se o paciente tem níveis adequados de vitamina D no corpo, dosamos no sangue os níveis de 25-hidroxivitamina D (25OH vit D).

Quando o organismo sente necessidade de agir sobre os níveis de cálcio do sangue e dos ossos, uma parte desta 25-hidroxivitamina D é transportada até o rins, onde sofrerá o último processo de metabolização, transformando-se em calcitriol (1,25-hidroxivitamina D), esta sim a forma ativa da vitamina D.

Portanto, resumindo, a obtenção e ativação da vitamina D podem seguir dois caminhos:

  • Alimentos » fígado » rim.
  • Pele » fígado » rins.

Fonte: http://www.mdsaude.com/2013/01/vitamina-d.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+mdsaude+(MD.Saude)

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Existem duas formas básicas de vitamina D: colecalciferol (vitamina D3) e ergocalciferol (vitamina D2). Ambas podem ser obtidas através de alimentos ou suplementos vitamínicos. A vitamina D3, porém, pode também ser produzida pelo nosso corpo. Através do colesterol que é consumido nos alimentos, conseguimos obter uma substância chamada 7-dehidrocolesterol. Este colesterol se deposita nas células da pele e, quando exposto à luz solar (raios UV-B), se transforma colecalciferol (vitamina D3).Vitamina D Tanto o colecalciferol (vitamina D3) quanto o ergocalciferol (vitamina D2) são formas inativas da vitamina D. Para que a vitamina D possa exercer seus efeitos no organismo, mais duas metabolizações são necessárias.O processo se dá da seguinte maneira: as vitaminas D3 e D2 obtidas na alimentação e/ou exposição solar são transportadas para o fígado, onde serão transformadas em calcidiol (25-hidroxivitamina D). O calcidiol é a forma que o corpo usa para armazenar a vitamina D. Por isso, quando queremos saber se o paciente tem níveis adequados de vitamina D no corpo, dosamos no sangue os níveis de 25-hidroxivitamina D (25OH vit D).Quando o organismo sente necessidade de agir sobre os níveis de cálcio do sangue e dos ossos, uma parte desta 25-hidroxivitamina D é transportada até o rins, onde sofrerá o último processo de metabolização, transformando-se em calcitriol (1,25-hidroxivitamina D), esta sim a forma ativa da vitamina D.Portanto, resumindo, a obtenção e ativação da vitamina D podem seguir dois caminhos: Alimentos » fígado » rim. Pele » fígado » rins.Fonte: http://www.mdsaude.com/2013/01/vitamina-d.html?utm_source=feedburner

viaMetabolismo da vitamina D no organismo.

Esclerose múltipla, distúrbio metabólico – atualizado em 7/janeiro/2013

“Infelizmente este conhecimento não tem sido levado aos livros textos de medicina e isso gera esse desconhecimento, não só do público em geral mas até da classe médica em relação á gravidade dessa situação sobre a deficiência desse hormonio esteroide, conhecido como vitamina D. Esta deficiencia torna as 229 funções do sistema imunológico do próprio organismo das pessoas desregulado, permitindo desenvolver qualquer doença, o que levou á pandemia do mundo atual.” – Dr. Cicero Galli Coimbra, medico neurologista, Phd., neurocirurgião, neurocientista, professor na UNIFESP

 https://objetodignidade.wordpress.com/2012/12/09/por-um-novo-paradigma-de-conduta-e-tratamento-estamos-vivendo-uma-defasagem-entre-o-conhecimento-cientifico-e-a-pratica-medica-dr-cicero-galli-coimbra/

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Esclerose múltipla, distúrbio metabólico.

Cristiane Rozicki

Cristiane Rozicki é autora desta página e seu conteúdo,

Esclerose múltipla, distúrbio metabólico, atualizado em

7/janeiro/2013

Anos depois eu passei a apresentar os mesmos sintomas da moléstia de minha mãe (entre 13 e 14 anos). A esclerose múltipla é doença antiga. Apenas em 1992, foi feita uma ressonância magnética e o diagnóstico foi esclerose múltipla, aí já tinha 27 anos, 13 de neurodegeneração. Vingou a idéia de doença autoimune. Surgiram os imunosupressores, interferon e rebif mais pulso-terapias.

Alimentação passou a ser difícil. Desde o segundo meado de 1990 era possível perceber como alguns alimentos proporcionavam mal-estares tais como cansaço, fadiga, diminuição da mobilidade e alergias aparentes na pele. O pior era a carne vermelha, açúcar, álcool, frituras e gorduras e agora até o café causa cansaço, tal e qual o desgaste que o cigarro provoca – desde outubro de 2007 até agora estou fumante passiva obrigatoriamente.  Detesto o fumo. Os danos causados pelo tabagismo, mesmo passivo, são graves. O fumo é um neurotóxico que pode alterar a estrutura do SNC, sistema nervoso, e que no mínimo dificulta a respiração.

No entanto, hoje, desde 2003 com certeza em revistas cientificas, já se sabe que doenças neurodegenerativas, e.m. assim como o mal de Parkinson, não são doenças transmissíveis e não são causadas por vírus. Ainda, tais doenças não são o resultado da autoimunidade unicamente. Na verdade, trata-se de algo simples e de fácil solução. A neurodegeneração é  resultado de distúrbio metabólico.

Há meio de recuperar e prevenir a degeneração do sistema nervoso central. Basta exame de dosagem das vitaminas no sangue – como a B2 ou Riboflavina, a D3 – o colecalciferol – verificar a deficiência de vitaminas que devem ser suplementadas e a eliminação de outros fatores desencadeantes: evitar o desgaste emocional e eliminar da dieta alimentar a carne vermelha e frango ou reduzir seu consumo (estas carnes – de porco também – contem hemina, substancia neurotóxica) ou substituir por peixe. E consumir ovos.

É preciso completar este texto para assinalar a fundamental importancia da vitamina D3, o colecalciferol, hormônio estaroide imunoregulador. Baixos índices de vitamina D3 no sangue estão diretamente associados ao estresse emocional ou sofrimento. Em casos de doenças autoimunitárias, tais como a esclerose múltipla, artrite reumatoide, psoriase, hipertireoidismo, hipotireoidismo, lupus, vitiligo, por exemplo, existe deficiência de vitamina D confirmada em exames de sangue. Esta deficiência de vitamina D torna as pessoas mais suscetíveis à depressão e aos estados de sofrimento emocional, que são as condições adequadas à perda de massa neural, o envelhecimento do sistema nervoso. Por outro lado, a solução simples, para estas pessoas, é o consumo de altas doses de vitamina D3. A vitamina D é capaz de produzir um estado de bem-estar indescritível, unida ao estado de tranquilização, permite a obtenção de uma condição de estabilização e recuperação do sistema nervoso. É importante que se saiba, em condições de equilíbrio — vitaminas deficientes complementadas e o aspecto emocional tranquilo –, voltam a nascer células-tronco, e novos neuronios, todos os dias.

Estas informações foram expostas na entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra sobre o sistema nervoso, o estresse emocional, depressão, doenças e o envelhecimento dos neurônios. A importancia da Vitamina D foi comentada e explicada por Dr. Cícero Galli Coimbra em fevereiro 2009.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=yRQkITHjZ5k

a situação fundamental é a mesma: a existência de um distúrbio metabólico evidente e corrigível, capaz de explicar os eventos fisiopatológicos conhecidos, e cuja correção pode deter a progressão da doença (interrompendo a continuidade da morte neuronal crônica, recuperando células neuronais já afetadas pelo processo neurodegenerativo – mas que não atingiram ainda o ponto de irreversibilidade), promover a recuperação total em casos de início recente, ou ao menos parcial das deficiências neurológicas nos casos mais avançados (minimizando seqüelas permanentes) e impedir a morte.” [1]

[1]Dr. Cícero Galli Coimbra
Médico Neurologista e Professor Livre-Docente
Departamento de Neurologia e Neurocirurgia – Universidade Federal de São Paulo – Unifesp/EPM – Sofrimento emocional. – Em defesa da administração de doses elevadas de riboflavina associada à eliminação dos fatores desencadeantes no tratamento (…).

Disponivel em

http://www.unifesp.br/dneuro/nexp/riboflavina/c.htm

—Parkinson – riboflavin and the elimination of dietary red meat promote the recovery [2]

Abstract:
“Abnormal riboflavin status in the absence of a dietary deficiency was detected in 31 consecutive outpatients with Parkinson’s disease (PD), while the classical determinants of homocysteine levels (B6, folic acid, and B12)… received riboflavin orally (30 mg)”.

Disponivel em

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-879X2003001000019&lng=pt&nrm=iso

[2] Brazilian Journal of Medical and Biological Research
ISSN 0100-879X. COIMBRA e JUNQUEIRA.

—Dieta livre de carne e rica em vitamina B2 pode regredir Parkinson
Neurologia – Jornal da Paulista – ano 16 – n. 179 – Maio/2003

Disponivel em
http://www.unifesp.br/comunicacao/jpta/ed179/pesquisa4.htm
Ano 16 – N° 179 – Maio de 2003

Dieta livre de carne e rica em vitamina B2 pode regredir Parkinson. Estudo revela que portadores da doença apresentam deficiência da vitamina e ingerem muita carne vermelha; nova dieta fez com que a recuperação média motora dos pacientes saltasse de 44% para 70% em apenas três meses de tratamento”.

Cristiane Rozicki
11 de agosto de 2009.

Objeto Dignidade

no WordPress

https://objetodignidade.wordpress.com/


A terceira mão do fumante é o tabagista passivo. Neurotoxidade do tabagismo, mais razões para parar de fumar
;

https://objetodignidade.wordpress.com/2009/08/15/a-terceira-mao-do-fumante-e-o-tabagista-passivo-neurotoxidade-do-tabagismo-mais-razoes-para-parar-de-fumar/

Cristiane Rozicki, em agosto 28, 2009 às 7:58 pm disse:

Vitamina D em medicina preventiva: estamos ignorando as provas?

“Os dados epidemiológicos indicam também um baixo status da vitamina D na tuberculose, artrite reumatóide, esclerose múltipla, doenças inflamatórias intestinais, hipertensão e certos tipos de câncer.”

https://objetodignidade.wordpress.com/2009/08/28/vitamina-d-em-medicina-preventiva-estamos-ignorando-as-provas/

Zittermann A .A Zittermann.

Department of Nutrition Science, University of Bonn, Endenicher Allee 11-13, 53115 Bonn, Germany. Departamento de Ciência da Nutrição, da Universidade de Bonn, Endenicher Allee 11-13, 53115 Bonn, Alemanha. a.zittermann@uni-bonn.de a.zittermann @ uni-bonn.de

Vitamin D is metabolised by a hepatic 25-hydroxylase into 25-hydroxyvitamin D (25(OH)D) and by a renal 1alpha-hydroxylase into the vitamin D hormone calcitriol. A vitamina D é metabolizado por uma 25-hidroxilase hepática em 25-hidroxi-vitamina D (25 (OH) D) e por um 1alpha renal-hidroxilase no hormônio calcitriol vitamina D.

Dispoível em

http://64.233.163.132/translate_c?hl=pt-BR&langpair=en%7Cpt&u=http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12720576&prev=/translate_s%3Fhl%3Dpt-BR%26q%3DVitamina%2BD%2Be%2Bdepress%25C3%25A3o%26sl%3Dpt%26tl%3Den&rurl=translate.google.com.br&usg=ALkJrhjspQEBlxCMyClVGNWHjrZsYK2BOA

Esclerose múltipla, distúrbio metabólico. « Objeto Dignidade, em fevereiro 16, 2012 às 6:43 pm disse: https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/16/esclerose-multipla-disturbio-metabolico-2/

[…] Esclerose múltipla, distúrbio metabólico. […]

Importancia da vitamina D e do metabolismo

O que os cientistas e pesquisadores têm certeza há anos, a contar dos primeiros anos da década de 2000 e antes já sabiam, é da importancia da vitamina D para doenças autoimunes, cardiovasculares, câncer e diabetes. Porque, como muitos explicaram, Collen Hayes e Cícero Galli Coimbra, dentre cientistas por exemplo, foi preciso descobrir o motivo porque, mesmo em territórios de clima temperado, alguns grupos de pessoas desenvolviam esclerose múltipla e outros não. Alimentação apropriada foi a explicação. O alto consumo de peixes de águas geladas, cuja gordura é rica em Vitamina D, Omega3, como também o consumo de óleo de fígado de bacalhau, forneceu ao sangue humano a hormona 25hidroxivitamin D e as pessoas não desenvolveram nem raquitismo nem esclerose múltipla, embora tivessem a herança genética da doença. Hoje já se sabe que a vitamina D é o link que faltava também para o Alzheimer.


MUITOS AUTORES EXPOEM PESQUISA NO MESMO SENTIDO
Lembro quando da noticia destas pesquisas. Há quem escreveu, li na internet, que isto não é verdade. Porem, “The role of vitamin D in multiple sclerosis” é pesquisa acompanhada de centenas e milhares de outras varias em idêntico sentido. Doutores, de todos os países do planeta, vêm mostrando a importancia da vitamina D para outras doenças também, muito alem da esclerose múltipla. Basta fazer pesquisa e escrever: vitamin d multiple sclerosis ou vitamin d Alzheimer ou o mesmo com qualquer outra patologia que se pretenda pesquisar, câncer, diabetes, artrite reumatoide, psoriase, e muitas outras.

 

A internet brasileira tem informação em portugues. Aqui no Brasil, o primeiro médico a oferecer este conhecimento publicamente foi Dr. Cícero Galli Coimbra [PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente, Departamento de Neurologia e Neurocirurgia – Universidade Federal de São Paulo – Unifesp/EPM]. Alguns artigos e entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra:

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Vitamina D é importantíssima para a saúde
Disponível em http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/a-prevencao-de-doencas-neurodegenerativas/

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla*
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/08/03/vitamina-d-pode-revolucionar-o-tratamento-da-esclerose-multipla/
*Dr. Cícero Galli Coimbra
PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente

A cura com Dr. Cícero Galli Coimbra. Estresse emocional, depressão, doenças autoimunes e neurodegenerativas. A importancia da Vitamina D.

“Comentário: a principal razão pela qual a medicina atual desdenha estes importantes conhecimentos médicos já antigos e com ampla fundamentação na história recente da medicina e confirmados em vários países, através de diversas publicações, é simplesmente porque ela está subordinada aos interesses extremamente gananciosos da indústria farmacêutica internacional.”
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/23/informacoes-medicas-sobre-a-prevencao-e-tratamento-de-doencas-neurodegenerativas-e-auto-imunes-como-parkinson-alzheimer-lupus-psoriase-vitiligo-depressao/


http://www.youtube.com/watch?v=yRQkITHjZ5k&feature=player_embedded#


http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/doencas-autoimunes/
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O que é possível dizer em breves palavras, já oferece um quadro preocupante. A insuficiência de vitamina D tem desenvolvido muitas outras doenças, alem do raquitismo e da osteoporose, que já são aceitas como “comuns” e típicas da medicina das doenças crônicas.

 

Associadas á deficiencia de vitamina D estão o câncer, as diabetes, problemas cardiovasculares, transtorno bipolar, autismo, mal de Alzheimer e esquizofrenia, psoríase, depressão. O comercio industrial multimilionário da farmácia, não traz a cura, apresenta medicação cara e talvez paliativa.

 

Diz assim a medicina das doenças crônicas: “a sua doença não tem cura”… E, no entanto, todas essas doenças graves sequer teriam desenvolvido nas pessoas, se existisse o cuidado com a medicina preventiva com a suplementação da vitamina D3, o hormônio esteroide imunoregulador.

 

Os médicos vêm apresentando pesquisa que aponta o aumento de epidemias em todo planeta, por causa da falta de investimento dos governos em saúde preventiva com suplementação da vitamina D.

Vitamin D deficiency: a global perspective https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/15/vitamin-d-deficiency-a-global-perspective/

Deficiência de vitamina D: uma epidemia global
https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/15/deficiencia-de-vitamina-d-uma-epidemia-global/

Symposium: Vitamin D Insufficiency: A Significant Risk Factor in Chronic Diseases and Potential Disease-Specific Biomarkers of Vitamin D Sufficiency Vitamin D Intake: A Global Perspective of Current Status
https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/15/symposium-vitamin-d-insufficiency-a-significant-risk-factor-in-chronic-diseases-and-potential-disease-specific-biomarkers-of-vitamin-d-sufficiency-vitamin-d-intake-a-global-perspective-of-current-s/

 

Brasil ainda investe pouco em saúde País investe apenas 8,7% do valor arrecadado com impostos em saúde. Número é inferior ao de países como Argentina, Chile e Venezuela. Um estudo realizado pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (USP)
https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/05/brasil-ainda-investe-pouco-em-saude/

 

O aumento da Deficiência de vitamina D3 geralmente se apresentava como deformidade óssea (raquitismo) ou hipocalcemia na infância e como dor músculoesquelética e fraqueza em adultos.

 

Hoje os estudos são avançados e os médicos constataram muitos outros problemas de saúde, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes, vários tipos de câncer, e autoimunes como mal de Alzheimer e esclerose múltipla, hipo e hipertireoidismo, artrite, vitiligo, associadas á alta insuficiência de vitamina D no sangue.

 

O status da vitamina D é mais confiável determinado pelo ensaio de soro de 25-hidroxivitamina D3 (25-OHD3).


O consenso entre os médicos definiu a medida da nanoterapia como ideal acima de 40. Abaixo de 40 já existe deficiencia mesmo que a pessoa ainda não apresente qualquer sintoma de doença. Isto significa que há meio de baixo custo para a prevenção de epidemias. A suplementação e reposição da colecalciferol, a vitamina D3 a vitamina D3, deve ser feita em altas doses. Muito alem das convencionadas 600 UI da medicina do passado, para ter uma idéia uma gota [0,05 ml] da solução de colecalciferol tem 1.000 UI [unidades internacionais].

 

O espectro dessas doenças comuns e graves, é particularmente preocupante porque os estudos observacionais têm demonstrado que a insuficiência de vitamina D3, desenvolve Raquitismo em crianças e osteomalacia em adultos são apenas manifestações clássicas de deficiência de vitamina D3 profunda. Nos últimos anos, no entanto, aparecem doenças não músculoesqueléticas condições incluindo câncer, síndrome metabólica, infecciosas e doenças autoimunes, esclerose múltipla, doenças que também foram encontrados associados aos baixos níveis de vitamina D. O Aumento da prevalência de distúrbios ligados à deficiência de VITAMINA D, É REFLETIDA NO AUMENTO DO NUMERO DE CRIANÇAS DOENTES.


EPIDEMIAS CRESCEM SE NÃO FOR DADA NUTRIÇÃO ADEQUADA E SUPLEMENTOS Á TODA POPULAÇÃO. Este é o cuidado que o governo brasileiro deve ter com todas as pessoas, indistintamente, em todas as idades.]

 

Dilma e Lula não sabem disso, e desde 2008 favorecem pesquisas com células de embriões e abortos.

“É interessante notar que as geografias de raquitismo (Hess, 1929) e MS são muito semelhantes, a geografia do raquitismo levou Sniadecki (citado por Holick, 1995) para sugerir em 1822 que o sol pode curar o raquitismo. Lamentavelmente, diz Hayes, o raquitismo continuou a aleijar crianças por um século inteiro antes de investigadores demonstrarem os benefícios da luz solar ou óleo de fígado de bacalhau (Hess & Unger, 1921; Chick et al. 1922). Hoje o óleo de fígado de bacalhau tornou-se a proteção do “inverno” para as crianças que vivem em latitudes setentrionais.”

 

  Ver Vitamin D: a natural inhibitor of multiple sclerosis, de Collen Hayes:
Disponivel em http://journals.cambridge.org/action/displayFulltext?type=1&fid=796912&jid=PNS&volumeId=59&issueId=04&aid=796900

“A evidência de que a vitamina D pode ser um inibidor natural de MS ou E.M. é irresistível. Examinando o benefício da suplementação de vitamina D para a prevenção de MS, a recusa desta verdade vai exigir um grande esforço por parte da comunidade científica, mas é claramente justificada diante dos atuais investimentos político-economicos”, diz Collen Hayes.

Ver Vitamin D: a natural inhibitor of multiple sclerosis, de Collen Hayes:
Disponivel em http://journals.cambridge.org/action/displayFulltext?type=1&fid=796912&jid=PNS&volumeId=59&issueId=04&aid=796900—-

 

As pessoas que têm doenças como Alzheimer, esclerose múltipla, lúpus, hipo e hipertireoidismo, artrite, vitiligo, diabetes, câncer e outras doenças autoimunitárias, hoje são orientadas por médicos e pesquisadores a consumir a solução oleosa [óleo de girassol ou oliva] de colecalciferol, a vitamina D3. A 25hidroxivitamin D3 é de fácil absorção pelo organismo. Passando do fígado aos rins e, depois de transformada em ativa, é absorvida por todas as células de todos os tecidos do corpo humano, como cálcio, fósforo e outras substancias, fortalecendo e recuperando inclusive o tecido neural.

 

A DEFICIENCIA ou INSUFICIENCIA DA VITAMINA D é verificada em exame de sangue, o 25[OH]D3 que o sistema de saúde publica do Brasil não oferece.


O consenso entre os médicos definiu a medida da nanoterapia como ideal acima de 40. Abaixo de 40 já existe deficiencia mesmo que a pessoa ainda não apresente qualquer sintoma de doença. Isto significa que há meio de baixo custo para a prevenção de epidemias. A suplementação e reposição da colecalciferol, a vitamina D3 a vitamina D3, deve ser feita em altas doses. Muito alem das convencionadas 600 UI da medicina do passado, para ter uma idéia uma gota [0,05 ml] da solução de colecalciferol tem 1.000 UI [unidades internacionais].

 

E há SIM UM DISTURBIO METABOLICO, pois, se as pessoas com resultado do exame de sangue abaixo de 50, já estiverem recebendo alimentação apropriada, existe indicio de dificuldade digestiva na absorção dos alimentos, depressão, estresse e tristeza que impedem a neurogenesis.

 

“Revisando-se a literatura, verificamos que a carne vermelha libera, durante a digestão, a substância hemina, que possui propriedades tóxicas, porque penetra as membranas celulares carregando ferro para o interior das células, onde este eleva a produção de radicais livres. Para evitar tal efeito, a hemina é destruída, em sua maior parte, na própria célula intestinal (e o restante, no fígado), utilizando a vitamina B2. Tornou-se claro, então, que o indivíduo absorve a hemina, não tendo então a B2 para destruí-la. Assim, solicitamos a parada completa da ingestão de carne”. Coimbra acrescenta que o tratamento tradicional contra a doença, à base de medicamentos, deve ser concomitante à dieta proposta pelos pesquisadores.
[…]
SBPC/Labjor – Brasil
SBPC/Labjor – Brasil
Disponível em http://www.comciencia.br/noticias/2003/06jun03/parkinson.htm
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Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla*
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/08/03/vitamina-d-pode-revolucionar-o-tratamento-da-esclerose-multipla/
*Dr. Cícero Galli Coimbra
PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente

Informações médicas sobre a prevenção e tratamento de doenças neurodegenerativas e autoimunes, como Parkinson, Alzheimer, Lupus, Psoríase, Vitiligo, depressão
Dr. Cícero Galli Coimbra
PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente
http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/doencas-autoimunes/

 

“a situação fundamental é a mesma: a existência de um DISTÚRBIO METABÓLICO evidente e corrigível, capaz de explicar os eventos fisiopatológicos conhecidos, e cuja correção pode deter a progressão da doença (interrompendo a continuidade da morte neuronal crônica, recuperando células neuronais já afetadas pelo processo neurodegenerativo – mas que não atingiram ainda o ponto de irreversibilidade), promover a recuperação total em casos de início recente, ou ao menos parcial das deficiências neurológicas nos casos mais avançados (minimizando seqüelas permanentes) e impedir a morte.” [1]

 

Disponivel em
http://www.unifesp.br/dneuro/nexp/riboflavina/
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Dr. Cícero Galli Coimbra
PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente
http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/doencas-autoimunes/
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Vitamin D: a natural inhibitor of multiple sclerosis From Colleen E. Hayes Department of Biochemistry, University of Wisconsin-Madison, 433 Babcock
Disponivel em http://journals.cambridge.org/action/displayFulltext?type=1&fid=796912&jid=PNS&volumeId=59&issueId=04&aid=796900——

Vitamin D: its role and uses in immunology
HECTOR F. DELUCA2 and MARGHERITA T. CANTORNA*
Department of Biochemistry, University of Wisconsin-Madison, Madison, Wisconsin 53706, USA; and
* Department of Nutrition, Pennsylvania State University, University Park, Pennsylvania 16802, USA
http://www.fasebj.org/cgi/content/full/15/14/2579
http://www.drtheo.com/vitaminD/documents/VitaminD-itsroleandusesinimmunology.pdf
(The FASEB Journal. 2001;15:2579-2585.)
—-

 

  1. 1.      Disponivel em
    http://www.unifesp.br/dneuro/nexp/riboflavina/
    —-
    Dr. Cícero Galli Coimbra
    PHD Médico Neurologista e Professor Livre-Docente
    http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/doencas-autoimunes/
    —-


Dra. Collen Hayes

Dra. Collen Hayes

Vitamin D: a natural inhibitor of multiple sclerosis From Colleen E. Hayes Department of Biochemistry, University of Wisconsin-Madison, 433 Babcock Disponivel em http://journals.cambridge.org/action/displayFulltext?type=1&fid=796912&jid=PNS&volumeId=59&issueId=04&aid=796900——

Vitamin D: its role and uses in immunology
HECTOR F. DELUCA2 and MARGHERITA T. CANTORNA*
Department of Biochemistry, University of Wisconsin-Madison, Madison, Wisconsin 53706, USA; and
* Department of Nutrition, Pennsylvania State University, University Park, Pennsylvania 16802, USA
http://www.fasebj.org/cgi/content/full/15/14/2579
http://www.drtheo.com/vitaminD/documents/VitaminD-itsroleandusesinimmunology.pdf
(The FASEB Journal. 2001;15:2579-2585.)
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High prevalence of vitamin D deficiency and reduced bone mass in multiple sclerosis
http://www.huffingtonpost.com/dr-david-perlmutter-md/vitamin-d-benefits_b_818912.html

High prevalence of vitamin D deficiency and reduced bone mass in multiple sclerosis
J. Nieves, PhD,
F. Cosman, MD,
J. Herbert, MD,
V. Shen, PhD and
R. Lindsay, MD
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Vitamin D and the immune system: new perspectives on an old theme
Endocrinol Metab Clin North Am. 2010 June; 39(2):
365–379.
Endocrinol Metab Clin North Am. Author manuscript; available in PMC 2011 June 1.Published in final edited form as:Endocrinol Metab Clin North Am. 2010 June; 39(2): 365–379. doi: 10.1016/j.ecl.2010.02.010

Martin Hewison, PhD
Martin Hewison, Professor in Residence, Department of Orthopaedic Surgery and Molecular Biology Institute, David Geffen School of Medicine at UCLA, 615 Charles E. Young Drive South, Los Angeles, CA 90095, USA;
National Center for Biotechnology Information, U.S. National Library of Medicine 8600 Rockville Pike, Bethesda MD, 20894 USA
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2879394/?tool=pubmed

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Lack of Vitamin D Linked to Alzheimer’s and Vascular Dementia
Friday, June 05, 2009 by: Sherry Baker, Health Sciences Editor
Sherry Baker is a widely published writer whose work has appeared in Newsweek, Health, the Atlanta Journal and Constitution, Yoga Journal, Optometry, Atlanta, Arthritis Today, Natural Healing Newsletter, OMNI, UCLA’s “Healthy Years” newsletter, Mount Sinai School of Medicine’s “Focus on Health Aging” newsletter, the Cleveland Clinic’s “Men’s Health Advisor” newsletter and many others.
Learn more: http://www.naturalnews.com/026392_Vitamin_D_Alzheimers_disease.html#ixzz3HnBD71Qg

http://www.naturalnews.com/026392_Vitamin_D_Alzheimers_disease.html

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Factors in human vitamin D nutrition and in the production and cure of classical rickets Sítio canadense sobre e.m. DIRECT-MS
Fatores nutricionais e suplementares relacionados à esclerose múltipla. http://www.direct-ms.org/

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“It is plausible that some 200 cases a year of MS might be prevented in Scotland alone by giving vitamin D to mothers and children,” he wrote.

disponivel em http://www.timesonline.co.uk/tol/life_and_style/health/article5663483.ece-Vitamin D is ray of sunshine for multiple sclerosis patient
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Vitamin D in preventive medicine: are we ignoring the evidence? Vitamin D in preventive medicine: are we ignoring the evidence? A vitamina D em medicina preventiva: estamos ignorando as provas? Vitamina D em medicina preventiva: estamos ignorando as provas?
Dispoível em
http://64.233.163.132/translate_c?hl=pt-BR&langpair=en%7Cpt&u=http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12720576&prev=/translate_s%3Fhl%3Dpt-BR%26q%3DVitamina%2BD%2Be%2Bdepress%25C3%25A3o%26sl%3Dpt%26tl%3Den&rurl=translate.google.com.br&usg=ALkJrhjspQEBlxCMyClVGNWHjrZsYK2BOA
Vitamin D supplementation: Recommendations for Canadian mothers and infants. A suplementação de vitamina D: Recomendações para as mães e bebês canadenses..
Paediatr Child Health. . Paediatr Child Health. 2007 Sep; 12(7):583-98. 2007 Sep; 12 (7) :583-98.[Paediatr Child Health. [Paediatr Child Health. 2007] 2007]

Review Vitamin D and disease prevention with special reference to cardiovascular disease. Review vitamina D e prevenção de doenças, com especial referência à doença cardiovascular.Prog Biophys Mol Biol. Prog Biophys Mol Biol. 2006 Sep; 92(1):39-48. 2006 Sep; 92 (1) :39-48. Epub 2006 Feb 28. Epub 2006 Feb 28.[Prog Biophys Mol Biol. [Prog Biophys Mol Biol. 2006] 2006]

Vitamin D in health and disease. Vitamina D na saúde e na doença.Clin J Am Soc Nephrol. Clin J Am Soc Nephrol. 2008 Sep; 3(5):1535-41. 2008 Sep; 3 (5) :1535-41. Epub 2008 Jun 4. Epub 2008 Jun 4.[Clin J Am Soc Nephrol. [Clin J Am Soc Nephrol. 2008] 2008]

Review Sunlight and vitamin D for bone health and prevention of autoimmune diseases, cancers, and cardiovascular disease. Review Luz solar e vitamina D para a saúde óssea e prevenção de doenças auto-imunes, câncer e doenças cardiovasculares.Am J Clin Nutr. Am J Clin Nutr. 2004 Dec; 80(6 Suppl):1678S-88S. 2004 Dec; 80 (6 Suppl): 1678S-88S.[Am J Clin Nutr. [Am J Clin Nutr. 2004] 2004]
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Cristiane Rozicki, em junho 25, 2012 às 5:20 pm disse:

Referencias Médico-Científicas Sobre Tratamento, Cura e Prevenção, doenças neurodegenerativas e autoimunes. Vitamina D.

Referencias Médico-Científicas Sobre Tratamento, Cura e Prevenção, doenças neurodegenerativas e autoimunes. Vitamina D.

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla*
http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/doencas-autoimunes/

POR UM NOVO PARADIGMA DE CONDUTA E TRATAMENTO
http://www.institutodeautoimunidade.org.br/novo-paradigma.html

Por Dr. Cícero Galli Coimbra
Médico Internista e Neurologista
Professor Associado Livre-Docente da Universidade Federal de São Paulo
Presidente do Instituto de Investigação e Tratamento de Autoimunidade


O vídeo referido na reportagem dominical de 27.05.12 da Folha está no endereço:
Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/05/28/folha-de-sao-paulo-terapia-polemica-usa-vitamina-d-em-doses-altas-contra-esclerose-multipla/


Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/08/03/vitamina-d-pode-revolucionar-o-tratamento-da-esclerose-multipla/

Taxas baixas de vitamina D na maioria da população preocupam especialistas
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/18/taxas-baixas-de-vitamina-d-na-maioria-da-populacao-preocupam-especialistas/

Pediatras dobram recomendação de consumo diário de vitamina D
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/17/pediatras-dobram-recomendacao-de-consumo-diario-de-vitamina-d/

Doses diárias de Sol – nos horários certos e com os devidos cuidados
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/12/doses-diarias-de-sol-nos-horarios-certos-e-com-os-devidos-cuidados/

“(…) cerca de 70% da população mundial apresenta taxas inadequadas de vitamina D, substância que, dentro do corpo, trabalha como um hormônio. O fenômeno da insuficiência não poupa nem países tropicais, como o Brasil, e a defasagem tende a ser maior nas grandes cidades, já que, dentro de casa, no carro ou no escritório, as pessoas acabam fugindo do sol. De acordo com o endocrinologista Geraldo Santana, do Instituto Mineiro de Endocrinologia, “a deficiência de vitamina D é um achado frequente e também preocupante devido à importante ação da substância no organismo.”
Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com
Em 19.06.2012
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Vitamina D: A Desinformação Médica e o Direito à Informação do Cidadão
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/20/vitamina-d-a-desinformacao-medica-e-o-direito-a-informacao-do-cidadao/

Vitamina D pode combater males que mais matam pessoas no mundo
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/03/20/vitamina-d-pode-combater-males-que-mais-matam-pessoas-no-mundo/

Informações médicas sobre a prevenção e tratamento de doenças neurodegenerativas e autoimunes, Parkinson, Alzheimer, Lupus, Psoríase, Vitiligo, como depressão
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/23/informacoes-medicas-sobre-a-prevencao-e-tratamento-de-doencas-neurodegenerativas-e-auto-imunes-como-parkinson-alzheimer-lupus-psoriase-vitiligo-depressao/

Vitamina D é importantíssima para a saúde
”Estudos realizados no Brasil e no exterior apontam a importância da substância na prevenção e no tratamento do câncer, diabetes e de doenças neurológicas, cardiovasculares e até degenerativas, como a esclerose múltipla.”
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/09/22/vitamina-d-e-importantissima-para-a-saude/

A importância da colina para a regeneração neuronal
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/09/18/a-volta-triunfal-do-ovo/
“A colina é especialmente importante na gravidez. “Vários estudos já mostraram que ela é tão ou mais importante do que o ácido fólico durante a gestação”
Antes inimigo da saúde cardiovascular, o alimento agora está liberado pelos médicos

O tratamento com vitamina D deve ser feito com indicação por médico atualizado
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/22/o-tratamento-com-vitamina-d/

Taxas baixas de vitamina D na maioria da população preocupam especialistas
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/18/taxas-baixas-de-vitamina-d-na-maioria-da-populacao-preocupam-especialistas/

Solução que vem do sol – com os devidos cuidados
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/12/solucao-que-vem-do-sol-com-os-devidos-cuidados/
11 de junho de 2012
“A vitamina D, que precisa dos raios solares para ser sintetizada no corpo, é a base de uma alternativa revolucionária para tratar doenças autoimunes”

Informações médicas sobre a prevenção e tratamento de doenças neurodegenerativas e autoimunes, como Parkinson, Alzheimer, Lupus, Psoríase, Vitiligo, depressão
Entrevista em TV com o Dr. Cícero Galli Coimbra, professor neurologista da Universidade Federal de São Paulo – Unifesp.
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/23/informacoes-medicas-sobre-a-prevencao-e-tratamento-de-doencas-neurodegenerativas-e-auto-imunes-como-parkinson-alzheimer-lupus-psoriase-vitiligo-depressao/


Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/08/03/vitamina-d-pode-revolucionar-o-tratamento-da-esclerose-multipla/
Sobre este assunto, assista: Vitamina D – por uma outra terapia
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/04/12/vitamina-d-por-uma-outra-terapia/
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/23/informacoes-medicas-sobre-a-prevencao-e-tratamento-de-doencas-neurodegenerativas-e-auto-imunes-como-parkinson-alzheimer-lupus-psoriase-vitiligo-depressao/
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Vitamina D pode combater males que mais matam pessoas no mundo
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/03/20/vitamina-d-pode-combater-males-que-mais-matam-pessoas-no-mundo/

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“POR UM NOVO PARADIGMA DE CONDUTA E TRATAMENTO” – “Estamos vivendo uma defasagem entre o conhecimento científico e a prática médica” – Dr. Cicero Galli Coimbra, medico neurologista, Phd., professor na Universidade Federal de São Paulo,, em dezembro 9, 2012 às 7:16 pm disse:

[…] Esclerose múltipla, distúrbio metabólico. […]

·         Vitamina do Sol é sem protetor – a pele produz a Vitamina D, hormonio esteroide, na cura e na medicina preventiva

Vitamina D

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Deficiência de vitamina D em grávidas

03/01/2013 — Celso Galli Coimbra http://biodireitomedicina.wordpress.com/2013/01/03/deficiencia-de-vitamina-d-em-gravidas/

__ Related articles

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/07/23/bibiliografia-cientifica-internacional-sobre-vitamina-d-60-724-titulos-nesta-data-na-scirus/

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POR UM NOVO PARADIGMA DE CONDUTA E TRATAMENTO

Por Dr. Cícero Galli Coimbra

Médico Internista e Neurologista

Professor Associado Livre-Docente da Universidade Federal de São Paulo

Presidente do Instituto de Investigação e Tratamento de Autoimunidade

http://www.institutodeautoimunidade.org.br/novo-paradigma.html

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A vital importância do hormônio conhecido por Vitamina D3 para a preservação ou recuperação de sua saúde de doenças autoimunes: exijam que seus médicos se atualizem

Por Celso Galli Coimbra

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com
http://biodireitomedicina.wordpress.com/
https://www.facebook.com/celso.gallicoimbra
http://www.youtube.com/biodireitobioetica

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/12/23/vitamina-d3-e-sua-saude/#comment-3220

 

VITAMINA D e a RESPONSABILIDADE CIVIL DO MÉDICO

 

”ATENÇÃO: o uso preventivo do Vitamina D3 é DIFERENTE do uso terapêutico deste hormônio-vitamina, que exige sempre a orientação e acompanhamento de médico com treinamento adequado para ser responsável pela avaliação caso a caso e a específica determinação de dosagem, em contrário haverá sérios danos à saúde.”

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/12/23/vitamina-d3-e-sua-saude/

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Os perigosos laços da medicina com a indústria farmacêutica – Vitamina D comentado

Os perigosos laços da medicina com a indústria farmacêutica – Vitamina D comentado.

Dr. Celso Galli CoimbraOs perigosos laços da medicina com a indústria farmacêutica – Vitamina D comentado

25/12/2012 — Celso Galli Coimbra

Acrescentamos ao texto, que os pacientes podem ser vítimas das doenças e dos remédios, tanto quanto da ausência de tratamento eficaz para doenças para as quais existem terapias de alta complexidade e custo fornecidas pela indústria farmacêutica, QUANDO a eficácia do tratamento pode ser realizada a BAIXO CUSTO, tanto para paciente como para o Governo, o maior pagador do SUS.   Soma-se a este fato a ausência de prevenção à saúde, que é a providência de mais baixo custo ainda. Neste triângulo das bermudas criado pela indústria farmacêutica e aceito pela Medicina perdem-se recursos públicos, dinheiro dos pacientes e familiares, saúde e vidas.  É neste triângulo da doença e da morte que funciona os laços mercantis com a indústria de remédios e a medicina.

A subtração – no Brasil – em especial do valor preventivo e terapêutico do hormônio conhecido por Vitamina D de baixíssimo custo, é um perfeito exemplo disto. Os medicamentos de alto custo da indústria farmacêutica para as doenças autoimunes precisam de PACIENTES VÍTIMAS da ganância desenfreada e da omissão das autoridades. O desinteresse das pessoas ainda saudáveis em informar-se em tempo sobre o que ocorre neste meio médico-farmacêutico, também contribui para o desastre da saúde.

Celso Galli Coimbra

OABRS 11352

cgcoimbra@gmail.com

http://biodireitomedicina.wordpress.com/

https://www.facebook.com/celso.gallicoimbra

https://www.facebook.com/VitaminaD.HormonioVital

http://www.youtube.com/biodireitobioetica

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leia

thumbs.sapo.pt

disponivel em

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/12/25/os-perigosos-lacos-da-medicina-com-a-industria-farmaceutica-vitmina-d-comentado/

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“10.000 unidades todos os dias NÃO CAUSAM INTOXICAÇAO. Nos Estados Unidos, doses de 10.000 unidades de vitamina D são vendidas nas farmácias, sem receita médica. É assim porque a dose de 10.000 unidades não tem efeitos colaterais e não causa intoxicação” – Dr. Cícero Galli Coimbra

Todas as pessoas que desenvolvem doenças autoimunitárias e neurodegenerativas, tais como Mal de Parkinson, Esclerose Multipla, Psoríase, Vitiligo, Tireoidite, Artrite Reumatoide, Alzheimer, Diabetes, Câncer e a própria Depressão, entre outras, verificada em exames de sangue, o 25(OH)D3, deficiencia de Colecalciferol, a vitamina do Sol. 

Cristiane Rozicki

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foto revista ISTO É

Dr. Cícero Galli Coimbra, Phd,  professor livre docente do departamento de neurologia e neurocirurgia da UNIFESP, Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, onde dirige o Laboratório de Fisiopatologia Clínica e Experimental. Atua na área de Medicina (Neurologia e Clínica Médica), com ênfase em doenças neurodegenerativas e autoimunitárias.  Cícero Galli Coimbra é médico graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1979), possui título de especialista em medicina interna (1981) e neurologia (1983) pela mesma instituição, e em neurologia pediátrica (1985) pelo Jackson Memorial Hospital da Universidade de Miami, EUA.  Obteve o título de mestre (1988) e doutor (1991) em Neurologia pela Universidade Federal de São Paulo e pós-doutorado (1993) pela Universidade de Lund, Suécia.

 

Assista aos videos

 

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=4uJt1361aGw

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=cIwIWim4hNM

Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=erAgu1XcY-U

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“10.000 unidades todos os dias NÃO CAUSAM INTOXICAÇÃO. Nos Estados Unidos, doses de 10.000 unidades de vitamina D são vendidas nas farmácias, sem receita médica. É assim porque a dose de 10.000 unidades não tem efeitos colaterais e não causa intoxicação”. Dr. Cícero Galli Coimbra

“Dose de 1.000 unidades não tira pessoa alguma da deficiencia. Os médicos que não sabem estão desatualizados”.

“ESTAMOS FALANDO DE UMA VITAMINA QUE TEM UM POTENCIAL FANTÁSTICO”                                                         

Sobre a prevenção de doenças, “A conclusão a respeito da importância da vitamina D existe e é muito bem conhecida. O que falta é a disseminação deste conhecimento”.

“As doses de 10.000 unidades de colecalciferol devem ser tomadas por todas  pessoas. Essa quantidade previne todas as doenças inclusive a autoimunidade. Com 10.000 unidades a pessoa sai da deficiencia de  vitamina D. A dose de 1.000 unidades não tira as pessoas da deficiencia de vitamina D.’’

São 10.000 unidades todos os dias que a natureza produz, se voce deixar sua pele exposta ao Sol.  Entenda a Vitamina do Sol, o prohormonio esteroide que tem 229 funções, ou genes, que atua no sistema imune, há 500 bilhões de anos – explica Dr. Cícero Galli Coimbra.

A cura e prevenção de doenças neurodegenerativas e autoimunitárias é possível com o prohormonio esteroide popularmente conhecido como a Vitamina do Sol. Hoje, já se sabe: a pandemia de doenças do mundo moderno progride por causa da deficiencia daquele hormonio. O corpo de todos os seres vivos produz o hormonio esteroide imunoregulador naturalmente, basta deixar a pele exposta ao Sol nos horários corretos.

Parkinson, Alzheimer, Lupus, Psoríase, Vitiligo, depressão, esclerose múltipla, câncer, artrite-reumatoide, diabetes, doenças cardiovasculares, diabetes, asma, infecções e todos os tipos de doenças como hipertensão, . É a deficiencia da vitamina D no organismo que leva a essas doenças.Esta é a realidade do mundo moderno, o atual estilo de vida, a falta de tempo, pouca ou nenhuma exposição da pele ao sol, e a pandemia de doenças crônicas.

“O hormonio esteroide conhecido como vitamina D, é uma substancia química que controla 229 funções em cada uma de todas as nossas células do sistema imune. A deficiencia deste hormônio esteroide é praticamente um pré-requisito para desenvolver qualquer doença autoimunitária, para desenvolver câncer, doenças cardiovasculares, diabetes, infecções. Em termos de deficiência de vitamina D, durante a gestação, leva ao nascimento de crianças autistas.”

“Doenças autoimunitárias “São doenças em que o próprio sistema imunológico do individuo se volta contra ele atacando diversos locais. Dependendo do local onde o sistema imunológico ataca, voce tem uma ou outra doença autoimunitária. Por exemplo, se ele atacar uma substancia, uma estrutura do sistema nervoso central chamada bainha de mielina -, voce desenvolve esclerose múltipla; se ele atacar as articulações, voce desenvolve Artrite Reumatoide; se atacar os vasos sanguíneos, voce tem lúpus; se atacar a derme, tem psoríase.”


A deficiencia de vitamina D pode desenvolver não só as autoimunitarias, mas qualquer outra doença. Esta deficiencia pode causar diabetes, câncer, problemas cardiovasculares, hipertensão e todos os tipos de infecções. Deficiencia de vitamina D provoca eclampsia  e preeclampsia nas mulheres gestantea. E mulheres com deficiencia de vitamina D durante a gestação, têm crianças autistas.

“É uma verdadeira tragédia de saúde publica saber que, por exemplo, numa cidade como São Paulo, 77 % da população tem deficiencia dessa substancia fundamental para a nossa saúde, no inverno paulistano.”

“No mundo urbano moderno, infelizmente, o trabalho e a vida se desenvolvem entre 4 paredes. Todas as atividades são desenvolvidas em ambientes fechados, longe do sol, inclusive a diversão, seja por falta de tempo seja para fugir da violência, as pessoas já não se expõem ao sol. Então, sobre a possibilidade da produção do hormonio imunoregulador,  não faz a mínima diferença se nós morarmos num pais tropical ou temperado. Vai fazer alguma diferença sim porque nos países temperados o inverno é muito longo, mas essa diferença está muito diluida hoje em dia, porque praticamente as pessoas não se expõem ao Sol, já não tomam um banho de sol diariamente, bastariam 30 minutos, e sem protetor na pele, pois nos horários corretos os raios solares são benéficos e promovem o bom funcionamento do sistema imune, produzindo a vitamina D, o hormonio imunoregulador.”

“SIM, todas as pessoas, uma pessoa adulta deve receber cerca de 10.000 UI por dia, o que significa uma quantidade 50 vezes acima da quantidade que normalmente é encontrada nas farmácias” brasileiras.  

 

 

Nos Estados Unidos

“10.000 unidades todos os dias NÃO CAUSAM INTOXICAÇAO. Nos Estados Unidos, doses de 10.000 unidades de vitamina D são vendidas nas farmácias, sem receita médica. É assim porque a dose de 10.000 unidades não tem efeitos colaterais e não causa intoxicação”.

 

“Pode-se verificar a carencia de um organismo através do exame de sangue 25(OH))D3, 25hidroxyvitaminaD.”

“A medida adequada/ideal, determinada pela Sociedade Internacional de Endocrinologia, é de 40 nanogramas por mililitro de sangue. Esta é a medida para uma pessoa com saude normal.”

 

“É necessária a Mudança de mentalidade”, diz Dr. Cícero.

 

“Ficar Sob O Sol, não há problema algum”, “sem protetor, nos horários corretos”, “a pele regula o quanto de vitamina o corpo precisa”.

 

 “Vestindo uma camiseta regata e uma bermuda – porque você tem que ter a pele exposta ao Sol – nos horários corretos e sem protetor -, em apenas 20 a 30 minutos, você produz 10.000 U [unidades] de vitamina D, se voce for uma pessoa jovem e de pele clara.’’

 

“O horário correto, basicamente é o horário em que a nossa sombra tem a mesma dimensão da nossa estatura. Este horário varia conforme a estação do ano e a latitude. O parâmetro adequado é olhar a sombra e a extensão da sua estatura. Se você colocar fator de proteção solar, nesse momento, numero 8, você reduz em 90 % a produção dessa substancia fundamental para a nossa saude. Se usar fator 15, você zerou a produção de hormonio regulador da imunidade.”

 “Se a natureza não precisasse de 10.000 unidades todos os dias, não formava uma quantidade tão grande em tão poucos minutos.”

 “Jamais alguém teve intoxicação por vitamina D por ficar com a pele sob o Sol, produzindo 10.000 unidades internacionais de prohormonio esteroide chamado de vitamina D”.

Tomar Sol, “Sem duvida alguma, isso é uma coisa fundamental, o mundo tem que passar a tomar sol no horário correto, que basicamente é o horário em que a nossa sombra tem a mesma dimensão da nossa estatura. Este horário varia conforme a estação do ano e a latitude. O parâmetro adequado é olhar a sombra e a extensão da sua estatura. Se você colocar fator de proteção solar, nesse momento, numero 8, você reduz em 90 % a produção dessa substancia fundamental para a nossa saude. Se usar fator 15, você zerou a produção de vitamina D. Por isso então, por não deixar a pele do corpo exposto ao Sol, a deficiencia desse hormonio fundamental á saude traz doenças. É a deficiencia da vitamina D no organismo que leva a doenças.”

“A pele regula o quanto de hormonio imunológico que necessita, alcançada a quantidade que o corpo precisa ela – a pele – para de produzir o hormonio, a vitamina D.”

“As doses de 10.000 unidades de colecalciferol devem ser tomadas por todas  pessoas. Essa quantidade previne todas as doenças inclusive a autoimunidade. Com 10.000 unidades a pessoa sai da deficiencia de  vitamina D. A dose de 1.000 unidades não tira ninguém da deficiencia de vitamina D.’’          

“As doses de 10.000 unidades podem ser utilizadas por todas pessoas. As pessoas adultas que vivem em ambientes fechados, sem contato com o Sol, seja por causa do trabaho ou profissão, não só podem, devem usar 10.000 unidades todos os dias.”

“10.000 unidades todos os dias NÃO CAUSAM INTOXICAçao. Nos Estados Unidos, doses de 10.000 unidades de vitamina D são vendidas nas farmácias, sem receita médica. É assim porque a dose de 10.000 unidades não tem efeitos colaterais e não causa intoxicação”.

 

Sobre a prevenção de doenças, “A conclusão a respeito da importância da vitamina D existe e é muito bem conhecida. O que falta é a disseminação deste conhecimento”.

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=4uJt1361aGw

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(1)    Os protetores são lipogenicos

Programa Viva Mais 20/08/2011 – 1

Entrevista com Dr. Lair Ribeiro, cardiologista e nutrologo.

http://www.youtube.com/watch?v=vcB8VO6qKyA&feature=plcp

(2)    A farsa do filtro solar. O sol não é o principal vilão!

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=yytQj25TBAQ

(3)    Bibiliografia científica internacional sobre Vitamina D – 60.724 títulos nesta data na SCIRUS

Acesse:  “multiple sclerosis” (“vitamin D”)

http://www.scirus.com/srsapp/search?q=%22multiple+sclerosis%22+%28%22vitamin+D%22%29&t=all&sort=0&g=s

Sobre Vitamina D, assista aos vídeos

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=4uJt1361aGw 

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=cIwIWim4hNM

VitaminDCouncil

Vitamin D and Risk of Ischemic Heart Disease

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=jTLwD7hpjCs

Apelo do Dr. Rath às pessoas da Alemanha, da Europa e de todo mundo, Berlim 13.03.2012

https://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&list=HL1352566764&v=VFJsicKGho0

Vitamina D

visualizar lista de reprodução completa ( 5 vídeos)

http://www.youtube.com/watch?v=erAgu1XcY-U&list=PL301EAE2D5602A758&feature=g-all-a

Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=erAgu1XcY-U

 Dr.Cícero Galli Coimbra é médico graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1979), possui título de especialista em medicina interna (1981) e neurologia (1983) pela mesma instituição, e em neurologia pediátrica (1985) pelo Jackson Memorial Hospital da Universidade de Miami, EUA. Obteve o título de mestre (1988) e doutor (1991) em Neurologia pela Universidade Federal de São Paulo e pós-doutorado (1993) pela Universidade de Lund, Suécia. Atualmente é Professor Livre Docente do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da Universidade Federal de São Paulo, onde dirige o Laboratório de Fisiopatologia Clínica e Experimental. Atua na área de Medicina (Neurologia e Clínica Médica), com ênfase em doenças neurodegenerativas e autoimunitárias.

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D – “Se a natureza não precisasse de 10.000 unidades todo o dia, não formava uma quantidade tão grande em tão poucos minutos.”

foto revista ISTO ÉDr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=4uJt1361aGw 

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=cIwIWim4hNM

“Vestindo uma camiseta regata e uma bermuda – porque você tem que ter a pele exposta ao Sol – nos horários corretos e sem protetor -, em apenas 20 a 30 minutos, você produz 10.000 U [unidades] de vitamina D.’’

“Se a natureza não precisasse de 10.000 unidades todo o dia, não formava uma quantidade tão grande em tão poucos minutos.”

“e nunca alguém teve intoxicação por ficar com a pele sob o Sol, produzindo 10.000 unidades internacionais de vitamina D”.

“Sem duvida alguma, isso é uma coisa fundamental, o mundo tem que passar a tomar sol no horário correto, que basicamente é o horário em que a nossa sombra tem a mesma dimensão da nossa estatura. Este horário varia conforme a estação do ano e a latitude. O parâmetro adequado é olhar a sombra e a extensão da sua estatura. Se você colocar fator de proteção solar, nesse momento, numero 8, você reduz em 90 % a produção dessa substancia fundamental para a nossa saude. Se usar fator 15, você zerou a produção de vitamina D. Por isso então, por não deixar a pele do corpo exposto ao Sol, a deficiencia desse hormonio fundamental á saude traz doenças. É a deficiencia da vitamina D no organismo que leva a doenças.”

 

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=4uJt1361aGw

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Dr. Cícero Galli Coimbra – Informações médicas sobre a prevenção e tratamento de doenças neurodegenerativas e autoimunitárias – Vitamina D

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=4uJt1361aGw

Estresse, depressão e fortes emoções produzem substancias oxidantes e formam radicais livres. Estas substancias são neurotóxicas, tanto quanto refrigerantes, bebidas alcoolicas, frituras, cigarros e excessos também o são. Os abalos ao sistema nervoso central por causa da continuidade de um estado depressivo e estilo de vida estressante, são observados pelos médicos e cientistas. As consequencias são graves. Todas as pessoas que desenvolvem doenças autoimunitárias e/ou neurodegenerativas, tais como Mal de Parkinson, Esclerose Multipla, Psoríase, Vitiligo, Tireoidite, Artrite Reumatoide, Alzheimer, Diabetes, Câncer e a própria Depressão, entre outras, mais de centena de doenças autoimunes e doenças infecciosas, têm, verificada em exames de sangue, o 25(OH)D3, deficiencia de Colecalciferol, a vitamina do Sol.      

Cristiane Rozicki

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Assista aos videos

 

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=4uJt1361aGw

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=yRQkITHjZ5k

 

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=cIwIWim4hNM

 

 

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha – 18.junho.2012

http://www.youtube.com/watch?v=cIwIWim4hNM&feature=plcp

 

Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy) –

https://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=erAgu1XcY-U

 

Informações médicas sobre a prevenção e tratamento de doenças neurodegenerativas e autoimunitárias

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=yRQkITHjZ5k

Entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra. Evitar o envelhecimento e a perda de neuronios.  

https://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=yRQkITHjZ5k

Dr. Cícero Galli Coimbra, entrevista em 2009, sobre doenças neurodegenerativas, Parkinson, e doenças autoimunitárias, Esclerose Multipla, Psoríase, Vitiligo, Tireoidite, Artrite Reumatoide, Alzheimer, Diabetes, Câncer e a própria Depressão, entre outras doenças, têm, verificada em exames de sangue, o 25(OH)D3, deficiencia de Colecalciferol, a vitamina do Sol.

 

Instituto de Investigação e Tratamento da Autoimunidade

http://www.institutodeautoimunidade.org.br/

A deficiencia da vitamina D está ligada a doenças auto-imunes

A vitamina D Conselho

 

Vitamin D Council website

http://www.vitamindcouncil.org/

This website is for anyone interested in vitamin

A vitamina D ligada a doenças auto-imunes

 

Postado em 12 de abril de 2012 por John Cannell, MD

 

Existem mais de 160 doenças autoimunes humanas, tudo a partir de uma diabetes do tipo da doença de Lou Gehrig. Eles resultam de uma resposta imunitária inadequada para substâncias e tecidos normalmente presentes no corpo. Em outras palavras, os erros corpo se como estrangeiros e ataca seu próprio eu. O tratamento comum de doenças auto-imunes é hoje para suprimir o sistema imune em geral, com medicamentos.

 

Recentemente, um grupo chinês liderado pelo Dr. C Mok e colegas de Tuen Mun Hospital, em Hong Kong estudaram 290 pacientes com lúpus e confirmou descobertas anteriores de que o seu menor nível de vitamina D, o pior lúpus seu. A associação (lembre-se associação não é causalidade) foi bastante forte. Dr. Mok também encontraram um incrível 96% dos pacientes com lúpus eram a vitamina D insuficiente.

 

 

Quanto menor o nível de vitamina D, o pior o seu lúpus.

 

Mok CC, Birmingham DJ, Leung HW, Hebert LA, Song H, Rovin BH. Os níveis de vitamina D em pacientes chineses com lúpus eritematoso sistêmico: relação com a atividade da doença, fatores de risco vascular e aterosclerose Reumatologia (Oxford). 2012 Apr; 51 (4) :644-52. Epub 2011 Jun 29.

 

Em um editorial de acompanhamento, o professor Luis Munoz e colegas da Universidade de Erlangen, na Alemanha Hospital forneceu uma nova visão sobre como a vitamina D está envolvida em doenças auto-imunes, e, tanto quanto sei, cada um dos 160 doenças auto-imunes estudadas até agora é de alguma forma envolvidos com a vitamina D. O que poderia ser a conexão, o que 160 doenças auto-imunes têm em comum com a vitamina D?

 

Munoz LE, M Schiller, Zhao Y, RE Voll, Schett G, M. Herrmann Não baixos níveis de vitamina D causar problemas de remoção de resíduos em pacientes com LES? Reumatologia (Oxford). 2012 Abr; 51 (4) :585-7. Epub 2011 27 de outubro.

 

Dr. Munoz aponta que a vitamina D (o homem de reparação e de manutenção do corpo humano) tem um “resíduo de remoção” função mediada pelo sistema imunitário. Isso mesmo, a vitamina D é também um homem de lixo para o corpo humano, que estimula o sistema imunológico para vir ao redor e coletar os resíduos e detritos do que resta de células que passaram pelo processo normal de apoptose, ou morte celular.

 

A prova de que um links de defeitos semelhantes todos os 160 doenças auto-imunes neste processo o homem de lixo não está completo, mas cada vez mais provável. Para citar Professor Munoz, “Considerando estes dados robustos epidemiológicos, pode-se acreditar que a deficiência de vitamina D desempenha um papel fundamental na multifacetada (causa) de auto-imunidade, que merece mais investigação científica para identificar os mecanismos de ação da vitamina D na fagocitose (comer ) Liquidação e de células que morrem. “

 

Sobre John Cannell, MD

 

 

Dr. John Cannell é fundador da vitamina D Conselho. Ele tem escrito muitos artigos peer-reviewed em vitamina D e fala frequentemente nos Estados Unidos sobre o assunto. Dr. Cannell detém um MD e atuou na área médica como clínico geral, médico de emergência itinerante e psiquiatra.

Ver todas as mensagens de John Cannell, MD →

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Conselho de vitamina D 1241 Johnson Avenue # 134 – San Luis Obispo – Califórnia – Estados Unidos – 93401

fonte

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://blog.vitamindcouncil.org/2012/04/12/vitamin-d-linked-to-autoimmune-disorders/&prev=/search%3Fq%3Dvitamin%2Bd%2Bdeficiency%2Band%2Bautoimmune%2Bdiseases%26hl%3Dpt-BR%26biw%3D853%26bih%3D423%26prmd%3Dimvns&sa=X&ei=mNiGUMr1JLO80QG16YGYCA&sqi=2&ved=0CD0Q7gEwAg

 

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D – YouTube

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D – YouTube

 

 

Os créditos da edição deste programa pertencem à M.Olivia C.B.

Entrevista sobre doenças autoimunes e Vitamina D para a Rádio CBN, dia 14 de outubro de 2012. Assista neste canal outras mídias sobre o mesmo assunto de interesse de saúde pública e de prevenção da saúde.]

https://www.youtube.com/watch?v=4uJt1361aGw&feature=g-all-u

Publicado em 18/10/2012 por

 

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