A que interessa o aborto no Brasil e a deslavada má fé de quem acompanha os fins espúrios de um governo que usa da ilegalidade há 10 anos – parte 1

 

No Brasil, a “legalização” do aborto ocorrerá por negligência, no mínimo, e não por falta de recursos jurídicos para impedi-la, pois estes recursos não estão sendo usados intencionalmente.

 

Pergunta: o que é mesmo que o ufanismo “leigo” (?!!) comemorativo da direção de “Brasil sem aborto” estava considerando “mérito” ver como “atrasado” no julgamento da ADPF 54?

 


A que interessa o aborto no Brasil e a deslavada má fé de quem acompanha os fins espúrios de um governo que usa da ilegalidade há 10 anos – parte 1

 

https://objetodignidade.wordpress.com/2009/09/02/no-brasil-a-legalizacao-do-aborto-ocorrera-por-negligencia-no-minimo-e-nao-por-falta-de-recursos-juridicos-para-impedi-la-pois-estes-recursos-nao-estao-sendo-usados-intencionalmente/

—– Original Message —–

 

From: Celso Galli Coimbra
To: nao_ao_aborto@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, September 02, 2009 2:51 AM
Subject: [aborto_não] Re: BRASIL SEM ABORTO PREPARA 3ª MARCHA PELA VIDA E PELA PAZ – 30/08/09

 

Escrevi esta mensagem antes do falecimento do Min. M. Direito, o que sabia-se estava para ocorrer devido ao seu estado de saúde. Aliás, Lula, qdo escolheu aquele Min., sabia que ele tinha pouco tempo de vida. Outro, Eros Grau vai ser aposentado pela idade.

 
Os mais cotados para preenchimento destas vagas são o ex-procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, o presidente do Superior Tribunal de Justiça, Cesar Asfor Rocha, e o advogado-geral da União, José Antônio Dias Toffoli (referido por mim na mensagem e preferido de lula).

 

 

Já houve mais uma decisão judicial de primeira instância no MS autorizando aborto de anencéfalo entre o dia 29 e hoje.
Pergunta: o que é mesmo que o ufanismo “leigo” (?!!) comemorativo da direção de “Brasil sem aborto” estava considerando “mérito” ver como “atrasado” no julgamento da ADPF 54?

 
Para legalizar o aborto no Brasil, o mais importante continua sendo a conduta “pró-vida” midiática desta ONG, que ainda se “surpreende” quando o Governo Federal retira-lhe recursos à última hora, deixando claro que teria sido “induzido a erro”.

 

Esta retirada de recursos com viés desmoralizador bem sucedido não era uma possibilidade e sim uma certeza.
Por que a Lenise se surpreendeu?

 

Por terem cometido um erro? Por achar que a “legalização” do aborto está dentro de um contexto “democrático” deste governicho?

 
Vão pedir ajuda cientifíca no exterior com o meio que trabalha conosco há bem mais de uma década e acham que isto não seria objeto de conhecimento e avaliação?

 

Caiu muito mal neste meio a maneira como esta ajuda foi solicitada, porque não passou despercebido a pessoas com larga experiência o que ela representava de fato.
Há vida inteligente dentro de “Brasil Sem Aborto” ou sim outros interesses inteligentes voltados para interesses pessoais de alguns?

 

 

O terceiro ano de existência de BSA [Brasil sem aborto] deve ser comemorativo de uma cooperação impar de bastidores e por omissões com tudo aquilo que é decisivo para o objetivo dos abortistas.

 

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
http://biodireitomedicina.wordpress.com/
www.biodireito-medicina.com.br

 
—– Original Message —–

From: Celso Galli Coimbra
To: nao_ao_aborto@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, August 29, 2009 4:48 PM
Subject: [aborto_não] Re: BRASIL SEM ABORTO PREPARA 3ª MARCHA PELA VIDA E PELA PAZ – 30/08/09

 

Resposta à mensagem que festeja o terceiro ano de Brasil Sem Aborto.

O PL 1135/91 sempre foi uma manobra diversionista muito bem usada pelos abortistas e melhor ainda digerida por muitos dos que se consideram pró-vida.

 
Objetivo: desviar as atenções dos erros sistemáticos do meio pró-vida que continuam sendo cometidos na via onde o aborto será “legalizado” no Brasil – dentro do Poder Judiciário, no STF.

 
Não se comunique aqui que os Ministros do STF estão sendo suscetíveis a influências pró-vida porque isto não é verdade, pelo contrário, este “tempo ganho” está servindo é para que seja posta em prática uma estratégia no Judiciário de “consolidação de bases”, onde se verifica que as primeiras e segundas instâncias do Judiciário Nacional passam a dar suporte ao STF com cada vez mais decisões em suas respectivas esferas autorizando aborto de anencéfalos.

 
Neste cenário de “ganho de tempo” festejado o que ocorre é que as decisões de juízes de primeira instância contra o aborto de anencéfalos, quando ocorrem, passam a ser objeto de reforma em segunda instância, como é fato sabido no meio judicial e que tem como último precedente decisão de Desembargador do TJRS mandando juíza de primeira instância autorizar aborto de anencéfalo que ela tinha negado. Isto passa despercebido para leigos em seu significado, mas não se pode admitir que eu esteja me dirigindo a leigos por mais de três anos.

 

A situação, ao contrário do que a mensagem pretende comunicar, não melhorou. Ela piorou e muito para a defesa da vida desde a concepção. Esqueceram o parecer decisivo do Ministério Público Federal favorável ao aborto de anencéfalos na ADPF 54 apresentado ao STF? Está quase tudo bem?

 

Enquanto isso, a presidência de Brasil Sem Aborto está procurando “apoio científico” no exterior (com emails em espanhol redigidos por terceiros, e sequer no idioma de seus destinatários) e continua, tanto “esquecendo” que o apoio científico de mesmo nível está dentro do Brasil, quanto o fato de que sem defesa jurídica à altura da situação que é essencialmente jurídica, de nada adiantará este suporte científico, pois lhe faltara na melhor das hipóteses o manejo jurídico que se faz imperativo dentro de um processo jurídico, perante um órgão jurisdicional. Está quase tudo bem pensar que o STF é um “laboratório científico” ou meio “acadêmico científico”?

 

Está quase tudo bem dar tempo para que mais um Ministro do STF possa ser nomeado por Lula, possivelmente seu cargo de confiança ex-dirigente da AGU?

 

No âmbito das audiências públicas da ADPF 54, a partir de setembro de 2008, houve sabotagem de uma defesa jurídica em precioso espaço de 15 minutos amplamente utilizado por assessora de confiança da Secretaria Especial de Nilcéia Freire (que já tínhamos deixado sem argumentos em programa de TV do STF), que estava acertada que seria feita por mim, mesmo que para ser lida por terceiros, onde as questões jurídicas que vão decidir este assunto seriam apontadas de forma mais clara do que realmente deseja o Brasil Sem Aborto, como, por exemplo, deixar claro ao STF sem meias palavras que, nos assuntos que gravitam no âmbito da Convenção Interamericana de Direitos Humanos, ele, STF, ao contrário do que foi dito por Ayres Britto, não é o órgão jurisdicional que tem a última palavra, mas sim a Corte Internacional de Direitos Humanos.

 
O que aconteceu? Houve simples renúncia deste espaço de defesa em audiência pública no ano de 2008, sem meu conhecimento prévio, sob a falsa alegação perante o Ministro Marco Aurélio de que não havia quem o fizesse. Está quase tudo bem mesmo?

 

Este clima de “muito a comemorar”, especialmente depois do extraordinário fiasco jurídico no julgamento das células tronco embrionárias dentro do STF, que representou a definição da realidade do que está em andamento e não foi alterada pela sucessão dos acontecimentos; quando, então, sequer houve fundamentação tempestiva da defesa da vida na Convenção Americana de Direitos Humanos, não corresponde aos fatos que se apresentam e que levam à legalização do aborto no Brasil dentro via STF. Este clima de ufanismo deslocado somente pode aumentar a retirada de foco de um grave problema tal qual como ele realmente está definido. Promove a aparência fatal do “faz de conta que estamos fazendo” o que os fatos exigem que seja feito.

 

 

Não está quase tudo bem e certamente não haverá tempo para o “muito que tem por ser feito” a não ser que a referência seja sobre correr atrás do prejuízo, como ocorre em outros países, para tentar revogar a “legalização” do aborto neste país.

 
A quais interesses esta sistematização de conduta comemorativa e ufanista beneficia?

 

Não são os que se opõem com realismo ao desrespeito à defesa da vida desde a concepção tal qual ordenamento jurídico algum noutros países está hoje proporcionando ao Brasil.

 

No Brasil, a “legalização” do aborto ocorrerá por negligência, no mínimo, e não por falta de recursos jurídicos para impedi-la, pois estes recursos não estão sendo usados intencionalmente.

 

 

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
http://biodireitomedicina.wordpress.com/
www.biodireito-medicina.com.br

Neste grupo não é admitida a defesa da legalização do aborto no Brasil.
O início da vida humana individualizada, para a Ciência e para o Direito, começa na concepção. Subsídios sobre estas informações podem ser obtidos nos textos e artigos que são colocados nos Arquivos deste grupo.

Endereços de e-mail do grupo:

Enviar mensagem: nao_ao_aborto@yahoogrupos.com.br
Entrar no grupo: nao_ao_aborto-subscribe@yahoogrupos.com.br
Proprietários da lista: nao_ao_aborto-owner@yahoogrupos.com.br
Página Inicial do grupo:

http://br.groups.yahoo.com/group/nao_ao_aborto/

—-

Embrião humano dialoga com a mãe e a protege

Embrião humano dialoga com a mãe, diz especialista em biologia molecular

A especialista em biologia molecular Profa. Dra. Lílian Piñero Eça afirmou que duas a três horas após a fecundação, o embrião humano já se comunica com sua mãe.
De acordo com a Dra. Lílian, que estuda sinais de células de embriões no útero (por meio de moléculas marcadas), pelo menos 100 neurotransmissores são emitidos pelo embrião para os 75 trilhões de células existentes no corpo da gestante, que começa a sofrer mudanças hormonais.
Segundo a pesquisadora, essa é a forma de o embrião “falar” para o corpo da mãe se preparar para a gravidez. “A mãe apresenta uma série de manifestações para ficar em repouso para receber o futuro bebê, como ficar com sono, por exemplo”, afirma a pesquisadora.
A Dra. Lílian disse também que se o embrião for retirado do corpo da mãe de forma abrupta, ela sofre uma espécie de “blackout” que aumenta a propensão para depressão e suicídio.
A Dra. Lilian é biomédica, Doutora em Biologia Molecular pela UNIFESP, e Coordenadora do Curso de Células Tronco Adultas do CEU e do CAS (Centro de Atualização em Saúde). Trabalha na pesquisa sobre o uso de Células Tronco Adultas na busca de melhores condições de vida para pessoas.
Recentemente ela foi a terceira expositora do grupo a favor da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizada contra a Lei de Biossegurança.
 

http://algarvepelavida.blogspot.com/2007/05/embrio-humano-dialoga-com-me-diz.html

Criança nasce de embrião que permaneceu congelado por duas décadas

 
 
 

Bebé nasce de embrião congelado há 20 anos

 

Terça-feira, 12 de Outubro de 2010

Bebé nasce de embrião congelado há 20 anos
 
Uma mulher de 42 anos deu à luz um rapaz saudável, a partir de um embrião que permaneceu congelado por quase duas décadas. Os cientistas que estiveram envolvidos no processo mostraram-se surpresos, já que não conheciam nenhum caso de gravidez resultante de um embrião humano congelado por tanto tempo.

O caso foi por isso relatado pela equipa da Instituto Jones de Medicina Reprodutiva, em Norfolk, Virgínia (EUA), num artigo científico publicado na Fertility and Sterility, da Sociedade Americana para a Medicina Reprodutiva.
A paciente que recebeu os embriões possuía uma baixa reserva ovarina, ou seja, tinha poucos óvulos disponíveis e fazia tratamento de fertilização há dez anos. Os médicos descongelaram então cinco embriões que tinham sido doados anonimamente por um casal que fez um tratamento de fertilização naquela clínica, 20 anos antes.

“Congelar embriões é uma prática que só começou a ser corrente nos anos 90, então este [embirão] estava certamente entre os que foram congelados logo no início deste processo”, explicou à BBC Brasil o diretor científico e professor honorário do Centro de Medicina Reprodutiva da Universidade de Glasgow, Richard Fleming.
“Este é sem sombra de dúvida o caso mais antigo de que já ouvi falar, e mostra como um embrião de boa qualidade pode desenvolver-se normalmente, independentemente de ter sido gerado em 1990 ou 2010”, acrescenta o responsável.
 

Cobrança de taxa de acompanhamento no parto por hospitais privados é legal

Cobrança de taxa de acompanhamento no parto por hospitais privados é legal

11/07/2011 – 14h40

 

Fonte: Roberta de Cássia
Foto: Reprodução Foixico

A Justiça Federal de Mato Grosso através do juiz Dr. Jeferson Sheneider da 2ª Vara negou o pedido de liminar do Ministério Público do Federal, que requeria a suspensão da cobrança da taxa de acompanhamento no parto em hospitais privados.
 
A Ação Civil Pública proposta pelo MPF com base na Lei 11.108/2005, que alterou a Lei n.º 8.080/90, na Resolução Normativa n.º 167/2007 e pela Resolução da ANVISA n.º 36/08, dizia que a cobrança de taxa de acompanhamento de parturiente no acolhimento, trabalho de parto, parto e pós-parto, seria ilegal. E determinava que fosse afixados cartazes informativos em locais de grande circulação, em especial na recepção, pronto-atendimento e setor financeiro, que é direito da gestante ter acompanhamento no acolhimento, trabalho de parto,  parto e pós-parto imediato.
 
Contudo, em nenhum momento os hospitais que figuraram como réus no processo questionam ou proíbem a presença de acompanhante da parturiente.   A questão central seria a obrigatoriedade do fornecimento gratuito pelos hospitais serviço que é oneroso, e portanto, gera um custo que engloba roupa esterilizada, estrutura física e pessoal preparado, ou seja, a legalidade da cobrança da taxa de acompanhamento pelos hospitais da rede privada.
Conforme o entendimento da Justiça, não há lei que proíba a cobrança de Taxa de Acompanhamento da Parturiente pelos hospitais particulares, cabendo às operadoras de plano de saúde e ao SUS – Sistema Único de Saúde – a obrigatoriedade de custear a referida taxa de serviço para seus usuários. No caso de parto particular ou não cobertura pelo plano de saúde, a taxa deve ser arcada pela paciente.

A decisão saiu em 11 de maio de 2011. O processo é  nº 22841-39.2010.4.01.36.00.

http://www.newscuiaba.com.br/Imprimir/8,3091,0,0,0,0/Cobranca_de_taxa_de_acompanhamento_no_parto_por_hospitais_privados_e_legal.html

Sem a Pílula do Dia Seguinte para Estupros – legislação Dakota do Sul

Sem a Pílula do Dia Seguinte para Estupros – legislação Dakota do Sul

 
 
O Governo, em 6 de Março de 2006, tornou Dakota do Sul o primeiro Estado a proibir o aborto, excepto para aqueles que são necessários para salvar a vida de uma mulher grávida.
 
 
 
As justificativas para esta determinação legislativa vão desde a constatação clínica e documentada dos graves danos à saúde da mulher que aborta, e aquelas que abortam pela 1a vez sofrem em maiores percentuais riscos à sua própria vida – os distúrbios provocados posteriormente pelo aborto são neurológicos, tais como a experiência de comportamentos suicidas, depressão, dependência química, ansiedade e outros problemas mentais – à certeza jurídica e reconhecimento de que o ser humano, em qualquer das fases de desenvolvimento: concepto-blastocyst-embrião-feto-recém-nascido, criança-criança-adolescente-adolescente-adulto-meia-idade sénior é um cidadão.
 
 
 
Muitas das mulheres só abortam porque foram pressionadas a fazê-lo, e a maioria relatou que o aborto só aumentou a sua experiência de luto.
 
 
Cristiane Rozicki
 
 
Sem a Pílula do Dia Seguinte para Estupros
   

 

3/16/2006
By Jan LaRue, Chief Counsel

Why abortion bans shouldn’t include exceptions for victims of rape or incest. Por que proíbe o aborto não deve incluir excepções para as vítimas de violação ou incesto.

South Dakota Gov. Mike Rounds (R) signed HB 1215 into law on March 6, making South Dakota the first state to ban abortion except for those that are necessary to save the life of a pregnant woman. Dakota do Sul Gov. Mike Rounds (R) MP 1215 em lei assinada em 6 de Março, tornando Dakota do Sul o primeiro Estado a proibir o aborto, excepto para aqueles que são necessários para salvar a vida de uma mulher grávida. Doctors in South Dakota will face up to five years in prison for performing an abortion except when necessary to save the mother’s life. Médicos em Dakota do Sul terá de enfrentar até cinco anos de prisão para a realização de um aborto, excepto quando necessário para salvar a vida da mãe.

Some state lawmakers who voted against HB 1215 say they did so because it doesn’t permit abortion for rape and incest victims. Alguns legisladores estaduais que votaram contra a MP 1215 dizem que o fizeram, porque não permite o aborto por estupro e incesto vítimas. Other state legislatures, including Mississippi, have introduced a similar abortion ban and are debating whether to include exceptions for rape and incest. Outras legislaturas estaduais, incluindo Mississippi, introduziram uma proibição semelhante aborto e se discutir se a inclusão de excepções para estupro e incesto.

President George W. Bush, who is pro-life, includes himself among some who believe that there should be exceptions for rape and incest. O presidente George W. Bush, que é pró-vida, inclui-se entre alguns que acreditam que deveria haver exceções para estupro e incesto. While not impugning the good intentions of President Bush and others, there is reason to encourage them to think past the visceral reaction we all feel about rape and incest, and consider the consequences for both victims—mother and child. Apesar de não impugnar as boas intenções do presidente Bush e outros, não há motivos para incentivá-los a pensar passado, a reacção visceral todos nós sentimos por estupro e incesto, e considerar as conseqüências tanto para as vítimas, mãe e filho.

No one disputes that rape and incest are serious crimes, and those convicted should be punished to the fullest extent of the law. Ninguém contesta que o estupro e incesto são crimes graves, as pessoas condenadas e devem ser punidos em toda a extensão da lei. Furthermore, victims deserve the support and assistance of the public in recovering. Além disso, as vítimas merecem o apoio e assistência do público em recuperação.

The truth is that rape rarely results in pregnancy. A verdade é que raramente resulta em violação a gravidez. But even if it does, the law should not permit the most innocent victim, an unborn child, to suffer by forfeiting his or her life because of the rapist’s criminal act. Mas mesmo nesse caso, a lei não deve permitir a maior vítima inocente, um nascituro, a sofrer por perder a sua vida por causa do violador do acto criminoso.

  • “Perhaps more of a gross exaggeration than a myth is the mistaken and unfortunate belief that pregnancy is a frequent complication of sexual assault. “Talvez mais do que um bruto exagero um mito é a crença equivocada e infeliz de que a gravidez é uma complicação freqüente de agressão sexual. This is emphatically not the case, and there are several medically sound reasons for it.” [Vicki Seltzer, “Medical Management of the Rape Victim,” American Medical Women’s Association 32 (1977): 141-144.] Esta ênfase não é o caso, e há várias boas razões médicas para ele. “[Vicki Seltzer,” Médico de Gestão do Rape Victim “, American Medical Women’s Association 32 (1977): 141-144.]
 
  • A scientific study of 1,000 rape victims who were treated medically right after the rape reported zero pregnancies. Um estudo científico de 1.000 estupro vítimas que foram tratados clinicamente logo após o estupro relatado zero gestações. [L. [L. Kuchera, “Postcoital Contraception with Diethylstilbesterol,” Journal of the American Medical Association, October 25, 1971.] Kuchera, “Contraception Postcoital com Diethylstilbesterol,” Journal of a Associação Médica Americana, 25 de outubro de 1971.]
 
  • Pregnancies resulting from incest are also rare: One percent or less. Gravidez resultante de incesto também são raros: Um por cento ou menos. [G. [G. Maloof, “The Consequences of Incest,” The Psychological Aspects of Abortion, University Publications of American, 1979, p. Maloof, “As Conseqüências do Incesto,” Os aspectos psicológicos do aborto, da American University Publications, 1979, p. 74.] 74.]
 

Rather than aid a rape or incest victim’s recovery, studies indicate that having an abortion is more likely to have a detrimental effect on her. Ao invés de um auxílio, uma violação ou incesto recuperação da vítima, os estudos indicam que o facto de ter um aborto é mais provável que tenha um efeito negativo sobre ela.

Victims and Victors, published by Acorn Books and the Elliot Institute in 2000, includes a study of 192 women who became pregnant through sexual assault and either had abortions or carried the pregnancy to term. Vítimas e vencedores, publicados pela Acorn Books e do Instituto Elliot, em 2000, inclui um estudo de 192 mulheres que engravidaram através de agressões sexuais e nem tinha transportado o aborto ou gravidez a termo.

Many of them aborted only because they were pressured to do so, and most reported that the abortion only increased their experience of grief. Muitos delas só abortam porque foram pressionadas a fazê-lo, e a maioria relatou que o aborto só aumentaram a sua experiência de luto. In contrast, none of the women who carried to term said they wished they had not given birth or that they had chosen abortion instead. Em contrapartida, nenhuma das mulheres que procedeu ao termo eles disseram que pretendiam não ter dado o nascimento ou que tinham escolhido o aborto vez. Many of these women said that their children had brought peace and healing to their lives. Muitas destas mulheres disseram que seus filhos tinham trazido a paz e cura para as suas vidas.[David C. Reardon, Julie Makimaa and Amy Sobie, Editors, Victims and Victors: Speaking Out About Their Pregnancies, Abortions, and Children Resulting from Sexual Assault, Acorn Books, Springfield, Illinois, available at: http://www.afterabortion.org/.%5D [David C. Reardon, Julie Makimaa e Amy Sobie, Editors, Vítimas e vencedores: Falando-se sobre a gravidez, de abortos e Abuso Sexual de Crianças Resultantes, Acorn Books, Springfield, Illinois, disponível em: http://www.afterabortion . org /.]

The Elliot Institute announced on February 9, 2005, the results of a study of the effects of abortion on women. O Instituto Elliot anunciou em 9 de fevereiro de 2005, os resultados de um estudo sobre os efeitos do aborto nas mulheres. The study documents several harmful effects: O estudo documentos diversos efeitos nocivos:

A study in New Zealand that tracked approximately 500 women from birth to 25 years of age has confirmed that young women who have abortions subsequently experience elevated rates of suicidal behaviors, depression, substance abuse, anxiety, and other mental problems. Um estudo realizado na Nova Zelândia que acompanhou cerca de 500 mulheres desde o nascimento até aos 25 anos de idade, confirmou que as mulheres jovens que têm elevadas taxas de abortos posteriormente experiência de comportamentos suicidas, depressão, dependência química, ansiedade e outros problemas mentais.Most significantly, the researchers – led by Professor David M. Fergusson, who is the director of the longitudinal Christchurch Health and Development Study – found that the higher rate of subsequent mental problems could not be explained by any pre-pregnancy differences in mental health, which had been regularly evaluated over the course of the 25-year study. Mais significativamente, os pesquisadores – liderados pelo Professor David M. Fergusson, que é o diretor do longitudinal Christchurch Health and Development Study – constatou que a maior taxa de problemas mentais posteriores não poderiam ser explicadas por qualquer pré-gravidez diferenças na saúde mental, que tinha sido regularmente avaliados ao longo dos 25 anos de estudo.

However, when these and many other factors were taken into account, the findings showed that women who had abortions were still significantly more likely to experience mental health problems. No entanto, quando estes e muitos outros factores foram tidos em conta, os resultados mostraram que as mulheres que tiveram abortos foram ainda significativamente mais propensos a experimentar problemas de saúde mental. Thus, the data contradicted the hypothesis that prior mental illness or other “pre-disposing” factors could explain the differences. Assim, os dados contradizem a hipótese de que antes da doença mental ou outro “pré-eliminação” fatores poderiam explicar as diferenças.

“We know what people were like before they became pregnant,” Fergusson told The New Zealand Herald. “We take into account their social background, education, ethnicity, previous mental health, exposure to sexual abuse, and a whole mass of factors.” “Sabemos que as pessoas eram como eles ficaram grávidas antes,” disse Fergusson A Nova Zelândia Herald. “Levamos em conta a sua origem social, educação, etnia, anterior a saúde mental, a exposição ao abuso sexual, e toda uma massa de fatores.”

The data persistently pointed toward the politically unwelcome conclusion that abortion may itself be the cause of subsequent mental health problems. Os dados apontaram persistentemente politicamente indesejável para a conclusão de que o aborto poderá ser a causa de posteriores problemas de saúde mental. So Fergusson presented his results to New Zealand’s Abortion Supervisory Committee, which is charged with ensuring that abortions in that country are conducted in accordance with all the legal requirements. Então Fergusson apresentaram seus resultados para a Nova Zelândia do Aborto Comité de Fiscalização, que está encarregado de assegurar que o aborto no país são realizados em conformidade com todos os requisitos legais. According to The New Zealand Herald, the committee told Fergusson that it would be “undesirable to publish the results in their ‘unclarified’ state.” [ Abortion Causes Mental Disorders: New Zealand Study May Require Doctors to Do Fewer Abortions, Elliot Institute, February 9, 2005, available at: http://www.afterabortion.org/.%5D Segundo o The New Zealand Herald, a comissão Fergusson disse que seria “indesejável para publicar os resultados na sua ‘unclarified” estado “. [Aborto Causas Transtornos Mentais: Nova Zelândia Estudo maio Require Médicos Menos para fazer abortos, Elliot Institute, fev. 9, 2005, disponível em: http://www.afterabortion.org/.]

A study published in the Southern Medical Journal August 27, 2002, reveals that women who have abortions are at significantly higher risk of death than women who give birth. Um estudo publicado no Southern Medical Journal 27 de agosto de 2002, revela que as mulheres que têm abortos estão em risco de morte significativamente maior do que as mulheres que dão à luz. Researchers examined death records linked to Medi-Cal payments for births and abortions for approximately 173,000 low-income California women. Investigadores examinaram óbitos ligados à Medi-Cal pagamentos de partos e abortos por cerca de 173.000 mulheres de baixa renda Califórnia. They discovered that women who had abortions were almost twice as likely to die in the following two years and that the elevated mortality rate of aborting women persisted over at least eight years. Eles descobriram que mulheres que tiveram abortos foram quase duas vezes mais probabilidades de morrer nos dois anos seguintes e que a elevada taxa de mortalidade de mulheres abortar persistiram durante pelo menos oito anos.

“During the eight-year study, women who aborted had a 154-percent higher risk of death from suicide, an 82-percent higher risk of death from accidents, and a 44-percent higher risk of death from natural causes.Durante os oito anos de estudo, as mulheres que havia abortado um 154 por cento maior risco de morte por suicídio, um 82 por cento maior risco de morte por acidente, e de 44 por cento maior risco de morte por causas naturais. In 1997, a study of women in Finland revealed that in the first year following an abortion, aborting women were 252 percent more likely to die compared to women who delivered and 75 percent more likely to die compared to women who had not been pregnant.” [DC Reardon, PG Ney, FJ Scheuren, JR Cougle, PK Coleman, T. Strahan, “Deaths associated with pregnancy outcome: a record linkage study of low income women,” Southern Medical Journal, August 2002, 95(8):834-841, available at: http://www.afterabortion.org/.%5D Em 1997, um estudo das mulheres na Finlândia revelou que, no primeiro ano após um aborto, abortar as mulheres foram 252 por cento mais probabilidades de morrer em comparação com mulheres que emitiu e 75 por cento mais probabilidades de morrer em comparação com mulheres que não tinham sido grávida. ” [DC Reardon, PG Ney, FJ Scheuren, JR Cougle, PK Coleman, T. Strahan, “Mortes relacionadas com a gravidez resultado: um estudo de registros de baixa renda das mulheres,” Southern Medical Journal, agosto 2002, 95 (8): 834 -841, disponível em: http://www.afterabortion.org/.]

A study published in the July issue of the American Journal of Orthopsychiatry, using the same data from Medi-Cal records, reveals that women were 63 percent more likely to receive mental health care within 90 days of an abortion compared to delivery. Um estudo publicado na emissão de julho do American Journal of Orthopsychiatry, utilizando os mesmos dados de Medi-Cal registros, revela que as mulheres eram 63 por cento mais probabilidade de receber assistência à saúde mental no prazo de 90 dias de um aborto, em comparação com o parto. In addition, significantly higher rates of subsequent mental health treatment persisted over the entire four years of data examined. Além disso, taxas significativamente maiores de saúde mental posterior tratamento persistiu durante todo o quatro anos de dados analisados. Abortion was most strongly associated with subsequent treatments for neurotic depression, bipolar disorder, adjustment reactions and schizophrenic disorders. O aborto foi mais fortemente associada com subseqüente tratamentos para neuróticos depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia e transtornos ajustamento reacções. Dr. Priscilla Coleman, the study’s lead author, said that the study design was an improvement over previous studies because it relied on medical records rather than on surveys of women contacted at an abortion clinic. Dra. Priscilla Coleman, o autor principal do estudo, disse que o estudo foi uma melhoria sobre estudos anteriores, porque se baseou em registros médicos, em vez de inquéritos da mulher contactou um aborto em clínica. [Elliot Institute, August 20, 2002, available at: http://www.afterabortion.info/news/outpatient1.html.%5D [Elliot Institute, 20 de agosto de 2002, disponível em: http://www.afterabortion.info/news/outpatient1.html.]

The British Medical Journal released the results of a study in January 2002, revealing that women who abort a first pregnancy are at greater risk of subsequent long-term clinical depression compared to women who carry an unintended first pregnancy to term. O British Medical Journal publicou o resultado de um estudo em janeiro de 2002, revelando que as mulheres que abortam uma primeira gravidez correm maior risco de subsequente longo prazo depressão clínica em comparação com mulheres que exercem uma primeira gravidez involuntária a prazo. [“Depression and Unintended Pregnancy in the National Longitudinal Survey of Youth”: a cohort study, British Medical Journal, 324: 151-152, available at:http://www.bmj.com.%5D [ “Depressão e gravidez indesejada na Pesquisa Longitudinal Nacional da Juventude”: um estudo de coorte, British Medical Journal, 324: 151-152, disponível em: http://www.bmj.com.]

A pro-abortion research team acknowledged the existence of post-abortion syndrome in a study among 1.4 percent of a sample of women who had abortions two years previously. Uma equipa de investigação pró-aborto reconheceram a existência de síndrome pós-aborto, em um estudo entre os 1,4 por cento de uma amostra de mulheres que tiveram abortos dois anos anteriores. [Dr. [Dr. Brenda Major, Archives of General Psychiatry, August 2000, available at: http://www.afterabortion.org/.%5D Brenda Major, Archives of General Psychiatry, agosto de 2000, disponível em: http://www.afterabortion.org/.]

Those who mistakenly believe that aborting a child conceived as a result of rape or incest will aid in the victim’s recovery are confronted with the logical conclusion of the argument—allowing a victim to kill her rapist will also help her recover. Aqueles que acreditam erroneamente que abortar uma criança concebida como um resultado de estupro ou incesto irá ajudar na recuperação da vítima, são confrontados com a conclusão lógica do argumento, permitindo uma vítima para matar estuprador também irá ajudá-la a recuperar.

Rape is not a capital offense for which the death penalty applies. Estupro não é uma ofensa para a capital, que se aplica a pena de morte. Homicide laws make no exception for a rape victim seeking recovery who kills her rapist by giving him an arsenic tablet the morning after. Homicídio leis não fazem qualquer excepção para um estupro vítima buscando recuperação que mata estuprador dela, dando-lhe um comprimido de manhã depois de arsénio.

Since the law does not permit a victim to aid her recovery by killing her rapist, why should the law permit her to kill the innocent unborn child? Uma vez que a lei não permite que uma vítima de sua ajuda recuperação estuprador por matá-la, por que a lei permite-lhe para matar o inocente nascituro? If aborting the child will aid in the woman’s recovery, why not permit her to kill the child at any age? Se abortar a criança irá ajuda na recuperação da mulher, porque não permitir-lhe para matar o filho em qualquer idade?

To do so is to make the child suffer for the crime committed by his or her father. Para fazer isso é fazer a criança sofrer para que o crime cometido por seu pai. It is why: É por isso que:

  • We do not permit a parent of a murdered child to kill the child of the murderer. Não permitir que uma mãe de um filho assassinado para matar o filho do assassino.
  • We do not permit a victim of robbery to steal from the robber’s child. Não permitir que uma vítima de roubo de roubar do ladrão da criança.
  • We do not permit a victim of arson to burn the home of the arsonist’s child. Não permitir que uma vítima de fogo posto para queimar a casa do incendiário da criança.

Somehow, the morality and sense of justice that is so obvious when considering these questions escapes many when the same principles are applied to the pre-born child. De alguma maneira, a moral e senso de justiça, que é tão óbvia quando se consideram essas questões escapa quando muitos dos mesmos princípios são aplicados para a pré-nascido.

While some question the wisdom of their timing, pro-lifers should appreciate that the South Dakota Legislature and governor understand what too many fail or refuse to grasp. Enquanto alguns questão da sabedoria de seu calendário, pró-lifers devem compreender que a Dakota do Sul Legislativa e governador compreender o que muitos falhar ou se recusam a compreender. A child’s right to life does not depend on the character or conduct of his or her parents. Uma criança o direito à vida não depende do carácter ou conduta de seus pais. We do not permit a victim to kill in order to be cured or satisfy vengeance. Nós não permitimos a matar uma vítima, a fim de ser curada ou satisfazer vingança.

Society’s disdain for discrimination based on age or physical disability should protect the most vulnerable among us, the unborn child. Sociedade do desdém de discriminação baseada na idade ou deficiência física deve proteger os mais vulneráveis entre nós, o nascituro. Consider the words used to refer to stages of human development: conceptus—blastocyst—embryo—fetus—newborn—infant—toddler—child—adolescent—teenager—adult—middle age—senior citizen. Considere a expressão utilizada para referir-se a fases de desenvolvimento humano: concepto-blastocyst-embrião-feto-recém-nascido, criança-criança-adolescente-adolescente-adulto-meia-idade sénior cidadão.

The words on the timeline refer to age, development and ability—stages of human life. As palavras sobre o calendário referem-se a idade, o desenvolvimento ea capacidade fases da vida humana. Somehow the terms preceding newborn can blind us to the fact that they too refer to innocent and vulnerable human life. De alguma forma os termos anteriores recém-nascido pode cegar-nos para o facto de também eles se referem à vida humana inocente e vulnerável. For many, truth is conclusively clear by looking inside the womb through means of four-dimensional ultrasound technology. Para muitos, a verdade é conclusiva claro olhando por dentro do útero por meio de quatro dimensões ultra-som tecnologia. Several such images of the unborn at various stages of development are available here. The truth is in the beholding. Várias dessas imagens do feto em diferentes estádios de desenvolvimento estão disponíveis aqui. A verdade está na beholding.

Opponents of HB 1215 are considering filing a lawsuit to prevent the law from going into effect on July 1, on the ground that it violates the Supreme Court’s ruling in Roe v. Wade (1973), in which the Court created a constitutional right to abortion. Os opositores da MP 1215 estão considerando um depósito judicial para impedir o direito de entrar em vigor em 1 º de julho, com o fundamento de que viola o Supremo Tribunal de Justiça em Roe v. Wade (1973), no qual o Tribunal de Justiça criou um direito constitucional ao aborto .

Also under consideration is a petition drive to put a referendum that would seek to repeal the law on the November 2006 ballot. Também é considerado uma unidade petição para colocar um referendo que pretende revogar a lei sobre o escrutínio novembro 2006. Supporters would have about three months to gather 16,728 valid signatures of registered voters in the state. Apoiantes teria cerca de três meses para reunir 16.728 assinaturas válidas de eleitores registrados no Estado. If successful, it would suspend enactment of the law until after the November election. Se for bem sucedida, seria suspender promulgação da lei até depois da eleição novembro. If the referendum fails, it would also delay the need to file a lawsuit until the day after the election. Se o referendo não, seria também atrasar a necessidade de iniciar um processo até ao dia seguinte ao da eleição.

When 500 likely voters in South Dakota were asked whether they supported the bill passed by the Legislature allowing abortions only in cases where the mother’s life was at risk, their responses showed a 45-45 percent even split. Quando 500 prováveis eleitores em Dakota do Sul foram questionados se eles apoiaram a lei aprovada pelo Legislativo que permite o aborto apenas nos casos em que a mãe da vida estava em risco, as suas respostas revelaram uma 45-45 por cento, mesmo separados. Nine percent were not sure. Nove por cento eram não tenho certeza. Rasmussen Reports, a national polling firm from Ocean Grove, New York, conducted the survey on February 28. Rasmussen Reports, uma empresa nacional sondagens de Ocean Grove, Nova York, realizou o levantamento em 28 fev.

If the South Dakota law reaches the ballot, those who expect to vote against it because it lacks an exception for rape and incest need to think past the initial abhorrence each crime brings to mind, and think long and hard about compounding the offense by killing under the pretext of curing. Se a lei atinge o Dakota do Sul volta, aqueles que esperam para votar contra, porque lhe falta uma excepção para estupro e incesto necessidade de se pensar o passado inicial aversão que cada crime traz à mente, e pensar muito sobre a composição delito por homicídio em a pretexto de cura.

This article first appeared on Human Events Online. 

 

 
Concerned Women for America Concerned Women for America
1015 Fifteenth St. NW, Suite 1100 1015 quinta St. NW, Suite 1100
Washington, DC 20005 Washington, DC 20005
Phone: (202) 488-7000 Telefone: (202) 488-7000
Fax: (202) 488-0806 Fax: (202) 488-0806
E-mail: mail@cwfa.org E-mail: mail@cwfa.org


Disponível em:

História de Experimentos Humanos com crianças e adultos – ideologia industrial e limpeza social

Uma Breve História de Experimentos Humanos com crianças e adultos – ideologia industrial e limpeza social

A lei brasileira é inconstitucional, ver PNDH3 em

O PNDH-3 PREVE A LIBERAÇÃO DE CRIMES, fim do Estado de Direito.

e

Vida é o maior bem jurídico. Inconstitucionalidade no Brasil.

e

A indústria da morte: cenário frankenstein.

A Brief History of Human Experiments
There are many more black marks in our American history than the recent abuse at Abu Ghraib prison. Far too many.
Sadly, many of them are perfectly legal.
Did you know that your government has the right to experiment on you without your knowing it? I’m not sure whether this has been tested before the Supreme Court, mainly because we don’t know about it while it is occurring and we usually find out after the participants are all dead. So who’s left to find recourse?
CHEMICAL AND BIOLOGICAL WARFARE PROGRAM
“The use of human subjects will be allowed for the testing of chemical and biological agents by the U.S. Department of Defense, accounting to Congressional committees with respect to the experiments and studies.”
“The Secretary of Defense [may] conduct tests and experiments involving the use of chemical and biological [warfare] agents on civilian populations [within the United States].”
SOURCE
Public Law 95-79, Title VIII, Sec. 808, July 30, 1977, 91 Stat. 334.
In U.S. Statutes-at-Large, Vol. 91, page 334, you will find Public Law 95-79.
Public Law 97-375, title II, Sec. 203(a)(1), Dec. 21, 1982, 96 Stat. 1882.
In U.S. Statutes-at-Large, Vol. 96, page 1882, you will find Public Law 97-375.
We have to thank our volunteer researcher Rick Ensminger for providing all this information for us. He sure put in a lot of time compiling this. And Rick, like many others, believes that our entire medical system in this country is one big experiment. Again, you should read the History of Quackery and visit our pages Medical Fraud. As we pointed out in the article the History of Quackery, in 1978, the Office of Technology Assessment published a report that only 10 to 20% of all medical procedures in use at that time (and currently) have been shown by controlled experiments to be effective. They also state that nearly half of those procedures that had been studies, were not studied properly; the studies were, in fact, deeply flawed. You will find this entire publication online: Assessing the Efficacy and Safety of Medical Technologies. [http://www.wws.princeton.edu/~ota/disk3/1978/7805_n.html].
What prompted both Rick and I to focus on this particular subject were two stories he’d discovered. The first is located at: http://www.time.com/time/covers/1101020422/poisons.html
To summarize the article, dozens of Nebraskan college students in 1998 responded to an ad in their school newspaper claiming they could “earn extra money” by volunteering for a study. They were handed a 7 page consent form (which none read) and got a bottle of pills to take home.
The pills were made by Dow chemical. The trial was to prove that their top roach killing ingredient in Raid (chlorpyrifos) was safe.
Yes, these college students were ingesting pesticides for the Dow Chemical Corporation. Oh yes, and earning $460.00.
From the article:
Since 1997 pesticide makers have submitted more than a dozen human studies to the EPA. What has never been established, however, is whether it is acceptable—legally or ethically—to conduct clinical trials that offer no potential benefit to participants (other than monetary gain) and could end up harming individuals in the name of public health.
And:
Meanwhile, chemical companies could still be quietly conducting human trials. “There’s no telling because there’s no system for tracking studies that aren’t federally funded,” says Ken Cook, president of the Environmental Working Group, which opposes the pesticide tests. “There’s no protocol on how they should be conducted. We’re talking about the wild, wild West here.”
This is an amazing article. The head of a pharmaceutical company, Professor David Horrobin, came down with cancer and instead of using the drugs his company and many others have made for cancer, he opted for alternatives that are considered quackery by mainstream medicine. In the article, Dr Horrobin comes clean: “Drug trials are pointless…and unethical.” He goes on to say that volunteers have little chance of recovery.
This article is a must read. We are saving it here just in case it is ever removed from the web.
Before we begin listing our brief history of human experiments, please note that not all experiments on human beings are conducted without their informed consent, nor are they particularly harmful. Behaviorists would know very little without conducting human experiments. Some of the experiments we’ve listed below are monumental experiments, but some, sadly, are stupid, cruel, and senseless.
Hippocrates lived in the fifth century B.C. and is considered the Father of Medicine and the Father of Medical Ethics. He established the ethics and rules by which a physician must guide his practice, hence, the Hippocratic Oath. Though NOT in the oath, Hippocrates taught his students that the FIRST law by which all physicians must be guided is: 
“Primum non nocere.”
Or in English (you will find it on our home page) it goes: “First do no harm.”
1718
George I offers free pardon to any inmate of Newgate Prison who agrees to be inoculated with infectious small pox in variolation experiment. You can read about this in one of our history articles, in the section: The History of Innoculation
1796
Edward Jenner injects healthy eight-year-old James Phillips first with cowpox then three months later with smallpox and is hailed as discoverer of smallpox vaccine.
1845-1849
J. Marion Sims, the “Father of Gynecology” in the United States, conducts gynecological experiments on slaves in South Carolina. You can read more on Dr Sims in our Biographies
1865
French physiologist Claude Bernard publishes “Introduction to the Study of Human Experimentation,” advising: “Never perform an experiment which might be harmful to the patient even though highly advantageous to science or the health of others.
1874
Cincinnati physician Roberts Bartholow conducts brain surgery experiments on Mary Rafferty, a 30 year-old domestic servant dying of an infected ulcer.
1891
Prussian State legislates that a treatment for tuberculosis cannot be given to prisoners without their consent.
1892
Albert Neisser injects women with serum from patients with Syphilis, infecting half of them.
1896
Dr. Arthur Wentworth performs spinal taps on 29 children at Children’s Hospital in Boston to determine if procedure is harmful.
1897
Italian bacteriologist Sanarelli injects five subjects with bacillus searching for a causative agent for yellow fever.
1900
Walter Reed injects 22 Spanish immigrant workers in Cuba with the agent for yellow fever paying them $100 if they survive and $200 if they contract the disease.
1906
Dr. Richard Strong, a professor of tropical medicine at Harvard, experiments with cholera on prisoners in the Philippines killing thirteen.
1915
U.S. Public Health Office induces pellagra in twelve Mississippi prisoners. All the prisoners are, however, volunteers and after the experiment they are cured (with proper diet) and released from prison. You can read about it here, in our History of Vitamins
1919-1922
Testicular transplant experiments on five hundred prisoners at San Quentin
1931
Germany issues “Regulation on New Therapy and Experimentation” while 75 children die in Lubeck, Germany from pediatrician’s experiment with tuberculosis vaccine.
In America, Dr. Cornelius Rhoads, under the auspices of the Rockefeller Institute for Medical Investigations, infects human subjects with cancer cells. He later goes on to establish the U.S. Army Biological Warfare facilities in Maryland, Utah, and Panama, and is named to the U.S. Atomic Energy Commission. While there, he begins a series of radiation exposure experiments on American soldiers and civilian hospital patients.
1932
The Tuskegee Syphilis Study begins. 200 black men diagnosed with syphilis are never told of their illness, are denied treatment, and instead are used as human guinea pigs in order to follow the progression and symptoms of the disease. They all subsequently die from syphilis, their families never told that they could have been treated.
This is one subject we will cover in depth some day soon.
1935
The Pellagra Incident. After millions of individuals die from
Pellagra over a span of two decades, the U.S. Public Health Service finally acts to stem the disease. The director of the agency admits it had known for at least 20 years that Pellagra is caused by a niacin deficiency but failed to act since most of the deaths occurred within poverty-stricken black populations.
1938
Japanese immunologist Ishii Shiro (“Dr. Ishii”) conducts experiments with anthrax and cholera on Chinese prisoners in Harbin.
1939
Third Reich orders births of all twins be registered with Public Health Offices for purpose of genetic research.
1939-1945
Unit 731. Dr Ishii begins “field tests” of germ warfare and vivisection experiments on thousands of Chinese soldiers and civilians. Chinese people who rebelled against the Japanese occupation were arrested and sent to Pingfan where they became human guinea pigs; there is evidence that some Russian prisoners were also victims of medical atrocities. “I cut him open from the chest to the stomach and he screamed terribly and his face was all twisted in agony. He made this unimaginable sound, he was screaming so horribly. But then finally he stopped. This was all in a day’s work for the surgeons, but it really left an impression on me because it was my first time.” These prisoners were called ‘maruta’ (literally ‘logs’) by the Japanese. After succumbing to induced diseases — including bubonic plague, cholera, anthrax — the prisoners were usually dissected while still alive, their bodies then cremated within the compound. Tens of thousands died. The atrocities were committed by some of Japan’s most distinguished doctors recruited by Dr. Ishii.
1940
Four hundred prisoners in Chicago are infected with Malaria in order to study the effects of new and experimental drugs to combat the disease. Nazi doctors later on trial at Nuremberg will cite this American study to defend their own actions during the Holocaust.
1941
Sterilization experiments at Auschwitz.
1941-1945
Typhus experiments at Buchenwald and Natzweiler concentration camps.
1942-1945
According to congressional hearings held in Washington, D. C., in September 1986, former American POWs were among Ishii’s experimental subjects. The hearings produced a litany of horror stories told by former American POWs. http://www.researchprotection.org/history/chronology.html 
1942
Harvard biochemist Edward Cohn injects sixty-four Massachusetts prisoners with beef blood in U.S. Navy-sponsored experiment.
High altitude or low pressure experiments at Dachau concentration camp.
Chemical Warfare Services begins mustard gas experiments on approximately 4,000 servicemen. The experiments continue until 1945 and made use of Seventh Day Adventists who chose to become human guinea pigs rather than serve on active duty.
1942-1943
Bone regeneration and transplantation experiments on female prisoners at Ravensbrueck concentration camp.
Coagulation experiments on Catholic priests at Dachau concentration camp.
Freezing experiments at Dachau concentration camp.
1942-1944
U.S. Chemical Warfare Service conducts mustard gas experiments on thousands of servicemen.
1942-1945
Malaria experiments at Dachau concentration camp on more than twelve hundred prisoners.
1943
Epidemic jaundice experiments at Natzweiler concentration camp.
Refrigeration experiment conducted on sixteen mentally disabled patients who were placed in refrigerated cabinets at 30 degree Fahrenheit, for 120 hours, at University of Cincinnati Hospital., “to study the effect of frigid temperature on mental disorders.”
1942-1943
Phosphorus burn experiments at Buchenwald concentration camp.
In response to Japan’s full-scale germ warfare program, the U.S. begins research on biological weapons at Fort Detrick, MD.
1944
Manhattan Project injection of 4.7 micrograms of plutonium into soldiers at Oak Ridge.
Seawater experiment on sixty Gypsies given only saltwater to drink at Dachau concentration camp.
U.S. Navy uses human subjects to test gas masks and clothing. Individuals were locked in a gas chamber and exposed to mustard gas and lewisite.
1944-1946
University of Chicago Medical School professor Dr. Alf Alving conducts malaria experiments on more than 400 Illinois prisoners.
1945
Manhattan Project injection of plutonium into three patients at Billings Hospital at University of Chicago.
Malaria experiment on 800 prisoners in Atlanta.
Project Paperclip is initiated. The U.S. State Department, Army intelligence, and the CIA recruit Nazi scientists and offer them immunity and secret identities in exchange for work on top secret government projects in the United States.
“Program F” is implemented by the U.S. Atomic Energy Commission (AEC). This is the most extensive U.S. study of the health effects of fluoride, which was the key chemical component in atomic bomb production. One of the most toxic chemicals known to man, fluoride, it is found, causes marked adverse effects to the central nervous system but much of the information is squelched in the name of national security because of fear that lawsuits would undermine full-scale production of atomic bombs.
1946
U.S. secret deal with Ishii and Unit 731 leaders cover up of germ warfare data based on human experimentation in exchange for immunity from war-crimes prosecution. A top-secret U.S. Army Far East Command report on Thompson’s findings reads: “The value to the U.S. of Japanese biological weapons data is of such importance to national security as to far outweigh the value accruing from war-crimes prosecution.” A 1956 FBI memorandum reveals that by the mid-1950s the U.S. knew everything about Ishii’s human experiments but agreed not to prosecute in exchange for Japan’s scientific data on germ warfare. (In other words, when it comes to human torture and sacrifice, even of American POW’S, the ends justify the means as far as the U.S. Government is concerned….and, the U.S. Government placed a very high value on knowledge of efficient ways to kill large numbers of people )
Opening of Nuremberg Doctors Trial.
1946-1953
Atomic Energy Commission and Quaker Oats-sponsored study of Fernald, Massachusetts residents fed breakfast cereal containing radioactive tracers.
1946
Patients in VA hospitals are used as guinea pigs for medical experiments. In order to allay suspicions, the order is given to change the word “experiments” to “investigations” or “observations” whenever reporting a medical study performed in one of the nation’s veteran’s hospitals.
1946-1974
The Atomic Energy Commission authorized a series of experiments in which radioactive materials are given to individuals in many cases without being informed they were the subject of an experiment, and in some cases without any expectation of a positive benefit to the subjects, who were selected from vulnerable populations such as the poor, elderly, and mentally retarded children (who were fed radioactive oatmeal without the consent of their parents), and also from students at UC-San Francisco. In 1993, the experiments were uncovered and made public. In 1996, the United States settled with the survivors for 4.9 million dollars.
1947
Judgment at Nuremberg Doctors Trial including ten point
Nuremberg Code which begins: “The voluntary consent of the human subject is absolutely essential.”
Colonel E.E. Kirkpatrick of the U.S. Atomic Energy Commission issues a secret document (Document 07075001, January 8, 1947) stating that the agency will begin administering intravenous doses of radioactive substances to human subjects.
The CIA begins its study of LSD as a potential weapon for use by American intelligence. Human subjects (both civilian and military) are used with and without their knowledge.
1949
Intentional release of radiodine 131 and xenon 133 over Hanford Washington in Atomic Energy Commission field study called “Green Run.”
Soviet Union’s war crimes trial of Dr. Ishii’s associates.
1949-1953
Atomic Energy Commission studies of mentally disabled school children fed radioactive isotopes at Fernald and Wrentham schools.
1950
Department of Defense begins plans to detonate nuclear weapons in desert areas and monitor downwind residents for medical problems and mortality rates.
In an experiment to determine how susceptible an American city would be to biological attack, the U.S. Navy sprays a cloud of bacteria from ships over San Francisco.
Monitoring devices are situated throughout the city in order to test the extent of infection. Many residents become ill with pneumonia-like symptoms.
Dr. Joseph Stokes of the University of Pennsylvania infects 200 women prisoners with viral hepatitis.
1951-1960
University of Pennsylvania under contract with U.S. Army conducts psychopharmacological experiments on hundreds of Pennsylvania prisoners.
1951
Department of Defense begins open air tests using disease-producing bacteria and viruses. Tests last through 1969 and there is concern that people in the surrounding areas have been exposed.
1952-1974
University of Pennsylvania dermatologist Dr. Albert Kligman conducts skin product experiments by the hundreds at Holmesburg Prison; “All I saw before me,” he has said about his first visit to the prison, “were acres of skin.”
1952
Henry Blauer injected with a fatal dose of mescaline at Psychiatric Institute of Columbia University per secret contract with Army Chemical Corps.
1953
Newborn Daniel Burton rendered blind at Brooklyn Doctor’s Hospital during study on RLF and the use of oxygen
1953-1957
Oak Ridge-sponsored injection of uranium into eleven patients at Massachusetts General Hospital in Boston.
1953
U.S. military releases clouds of zinc cadmium sulfide gas over Winnipeg, St. Louis, Minneapolis, Fort Wayne, the Monocacy River Valley in Maryland, and Leesburg, Virginia. Their intent is to determine how efficiently they could disperse chemical agents.
Joint Army-Navy-CIA experiments are conducted in which tens of thousands of people in New York and San Francisco are exposed to the airborne germs Serratia marcescens and Bacillus glogigii. The germs and chemicals used by the Army and Navy posed known health risks before and during the time of testing. This is documented in scientific studies cited in The Eleventh Plague by Leonard A. Cole and in Cole’s previous book, Clouds of Secrecy: The Army’s Germ Warfare Tests Over Populated Areas.
CIA initiates Project MKULTRA at eighty institutions on hundreds of subjects. This is an eleven year research program designed to produce and test drugs and biological agents that would be used for mind control and behavior modification. Six of the subprojects involved testing the agents on unwitting human beings.
A declassified CIA document dated 7 Jan 1953[1] describes the experimental creation of multiple personality in two 19-year old girls. “These subjects have clearly demonstrated that they can pass from a fully awake state to a deep H [hypnotic] controlled state by telephone, by receiving written matter, or by the use of code, signal, or words, and that control of those hypnotized can be passed from one individual to another without great difficulty. It has also been shown by experimentation with these girls that they can act as unwilling couriers for information purposes.”
1953-1970
U.S. Army experiments with LSD on soldiers at Fort Detrick, Md.
1954-1974
U.S. Army study of 2300 Seventh-Day Adventist soldiers in 150 experiments code named “Operation Whitecoat.”
1955
The CIA, in an experiment to test its ability to infect human populations with biological agents, releases a bacteria withdrawn from the Army’s biological warfare arsenal over Tampa Bay, Fl.
1955-1958
Army Chemical Corps continues LSD research, studying its potential use as a chemical incapacitating agent. More than 1,000 Americans participate in the tests, which continue until 1958.
1956
U.S. military releases mosquitoes infected with Yellow Fever over Savannah, Ga and Avon Park, Fl. Following each test, Army agents posing as public health officials test victims for effects.
Dr. Albert Sabin tests experimental polio vaccine on 133 prisoners in Ohio.
1958
LSD is tested on 95 volunteers at the Army’s Chemical Warfare Laboratories for its effect on intelligence.
1958-1960
Injection of hepatitis into mentally disabled children at Willowbrook School on Staten Island in an attempt to find vaccine.
1958-1962
Spread of radioactive materials over Inupiat land in Point Hope, Alaska in Atomic Energy Commission field study code named “Project Chariot.”
1959-1962
Harvard Professor Henry A. Murray conducts psychological deconstruction experiment on 22 undergraduates including Theodore Kaczynski, the result of which, at least according to writer Alton Chase, may have turned Kaczynski into the Unabomber.
1960
The Army Assistant Chief-of-Staff for Intelligence (ACSI) authorizes field testing of LSD in Europe and the Far East. Testing of the European population is code named Project THIRD CHANCE; testing of the Asian population is code named Project DERBY HAT.
1962-1980
Pharmaceutical companies conduct phase one safety testing of drugs almost exclusively on prisoners for small cash payments.
1962
Thalidomide withdrawn from the market after thousands of birth deformities blamed in part on misleading results of animal studies; the FDA thereafter requires three phases of human clinical trials before companies can release a drug on the market.
Injection of live cancer cells into elderly patients at Jewish Chronic Disease Hospital in Brooklyn.
Stanley Milgram conducts obedience research at Yale University. We’ve talked of Milgram’s experiment in a previous newsletter, and there is a link to a great online video on the subject that is very good. 
1963
NIH supported researcher transplants chimpanzee kidney into human in failed experiment.
Linda MacDonald was a victim of Dr. Ewen Cameron’s destructive mind control experiments in 1963. Dr. Cameron was at various times president of the American, Canadian, and World Psychiatric Associations. He used a “treatment” which involved intensive application of these brainwashing techniques; drug disinhibition, prolonged sleep treatment, and prolonged isolation, combined with ECT [Electro Convulsive Therapy] treatments. The amount of electricity introduced into Linda’s brain exceeded by 76.5 times the maximum amount recommended. Dr. Cameron’s technique resulted in permanent and complete amnesia. To this day, Linda is unable to remember anything from her birth to 1963. As recorded by nurses in her chart, she didn’t know her name and didn’t recognize her children. She couldn’t read, drive, or use a toilet. Not only did she not know her husband, she didn’t even know what a husband was. A class action suit against the CIA for Dr. Cameron’s MKULTRA experiments was settled out of court for $750,000, divided among eight plaintiffs in 1988.
1962-1980
Pharmaceutical companies conduct phase one safety testing of drugs almost exclusively on prisoners for small cash payments.
1963-1973
Dr. Carl Heller, a leading endocrinologist, conducts testicular irradiation experiments on prisoners in Oregon and Washington giving them $5 a month and $100 when they receive a vasectomy at the end of the trial.
1964
World Medical Association adopts Helsinki Declaration, asserting “The interests of science and society should never take precedence over the well being of the subject.”
1965-1966
CIA and Department of Defense begin Project MKSEARCH, a program to develop a capability to manipulate human behavior through the use of mind-altering drugs.
University of Pennsylvania under contract with Dow Chemical conducts dioxin experiments: prisoners at the Holmesburg State Prison in Philadelphia are subjected to dioxin, the highly toxic chemical component of Agent Orange used in Viet Nam. The men are later studied for development of cancer, which indicates that Agent Orange had been a suspected carcinogen all along.
1966
CIA initiates Project MKOFTEN, a program to test the toxicological effects of certain drugs on humans and animals.
U.S. Army dispenses Bacillus subtilis variant niger throughout the New York City subway system. More than a million civilians are exposed when army scientists drop light bulbs filled with the bacteria onto ventilation grates.
Henry Beecher’s article “Ethics and Clinical Research” in New England Journal of Medicine.
U.S. Army introduces bacillus globigii into New York subway tunnels in field study.
NIH Office for Protection of Research Subjects (“OPRR”) created and issues Policies for the Protection of Human Subjects calling for establishment of independent review bodies later known as Institutional Review Boards.
1967
British physician M.H. Pappworth publishes “Human Guinea Pigs,” advising “No doctor has the right to choose martyrs for science or for the general good.”
CIA and Department of Defense implement Project MKNAOMI, successor to MKULTRA and designed to maintain, stockpile and test biological and chemical weapons.
1968
CIA experiments with the possibility of poisoning drinking water by injecting chemicals into the water supply of the FDA in Washington, D.C.
1969
Dr. Robert MacMahan of the Department of Defense requests from congress $10 million to develop, within 5 to 10 years, a synthetic biological agent to which no natural immunity exists.
1970
Funding for the synthetic biological agent is obtained under H.R. 15090. The project, under the supervision of the CIA, is carried out by the Special Operations Division at Fort Detrick, the army’s top secret biological weapons facility. Speculation is raised that molecular biology techniques are used to produce AIDS-like retroviruses.
United States intensifies its development of “ethnic weapons” (Military Review, Nov., 1970), designed to selectively target and eliminate specific ethnic groups who are susceptible due to genetic differences and variations in DNA.
1971
Dr. Zimbardo conducts Psychology of Prison Life experiment on students at Stanford University.
1973
Ad Hoc Advisory Panel issues Final Report of Tuskegee Syphilis Study, concluding “Society can no longer afford to leave the balancing of individual rights against scientific progress to the scientific community.”
1974
National Research Act establishes National Commission for the Protection of Human Subjects and upgrades OPRR Policies to Regulations to be known as “The Common Rule.”
1975
The virus section of Fort Detrick’s Center for Biological Warfare Research is renamed the Fredrick Cancer Research Facilities and placed under the supervision of the National Cancer Institute (NCI) . It is here that a special virus cancer program is initiated by the U.S. Navy, purportedly to develop cancer-causing viruses. It is also here that retrovirologists isolate a virus to which no immunity exists. It is later named HTLV (Human T-cell Leukemia Virus).
HHS promulgates Title 45 of Federal Regulations titled “Protection of Human Subjects,” requiring appointment and utilization of IRBs.
1976
National Urban league holds National Conference on Human Experimentation, announcing “We don’t want to kill science but we don’t want science to kill, mangle and abuse us.”
1977
Senate hearings on Health and Scientific Research confirm that 239 populated areas had been contaminated with biological agents between 1949 and 1969. Some of the areas included San Francisco, Washington, D.C., Key West, Panama City, Minneapolis, and St. Louis.
1978
Experimental Hepatitis B vaccine trials, conducted by the CDC, begin in New York, Los Angeles and San Francisco. Ads for research subjects specifically ask for promiscuous homosexual men.
1979
National Commission issues Belmont Report setting forth three basic ethical principles: respect for persons, beneficence, and justice.
1980
The FDA promulgates 21 CFR 50.44 prohibiting use of prisoners as subjects in clinical trials shifting phase one testing by pharmaceutical companies to non-prison population.
1981
First cases of AIDS are confirmed in homosexual men in New York, Los Angeles and San Francisco, triggering speculation that AIDS may have been introduced via the Hepatitis B vaccine.
1981
Leonard Whitlock suffers permanent brain damage after deep diving experiment at Duke University.
1985
According to the journal Science (227:173-177), HTLV and VISNA, a fatal sheep virus, are very similar, indicating a close taxonomic and evolutionary relationship.
1986
According to the Proceedings of the National Academy of Sciences (83:4007-4011), HIV and VISNA are highly similar and share all structural elements, except for a small segment which is nearly identical to HTLV. This leads to speculation that HTLV and VISNA may have been linked to produce a new retrovirus to which no natural immunity exists.
A report to Congress reveals that the U.S. Government’s current generation of biological agents includes: modified viruses, naturally occurring toxins, and agents that are altered through genetic engineering to change immunological character and prevent treatment by all existing vaccines.
1987
Department of Defense admits that, despite a treaty banning research and development of biological agents, it continues to operate research facilities at 127 facilities and universities around the nation.
Supreme Court decision in United States v. Stanley, 483 U.S. 669, holding soldier given LSD without his consent could not sue U.S. Army for damages.
1990
More than 1500 six-month old black and Hispanic babies in Los Angeles are given an “experimental” measles vaccine that had never been licensed for use in the United States. The Center for Disease Control later admits that parents were never informed that the vaccine being injected to their children was experimental.
The FDA grants Department of Defense waiver of Nuremberg Code for use of unapproved drugs and vaccines in Desert Shield.
1991
World Health Organization announces CIOMS Guidelines which set forth four ethical principles: respect for persons, beneficence, nonmalfeasance and justice.
Tony LaMadrid commits suicide after participating in study on relapse of schizophrenics withdrawn from medication at UCLA.
1994
With a technique called “gene tracking,” Dr. Garth Nicolson at the MD Anderson Cancer Center in Houston, TX discovers that many returning Desert Storm veterans are infected with an altered strain of Mycoplasma incognitus, a microbe commonly used in the production of biological weapons. Incorporated into its molecular structure is 40 percent of the HIV protein coat, indicating that it had been man-made.
Senator John D. Rockefeller issues a report revealing that for at least 50 years the Department of Defense has used hundreds of thousands of military personnel in human experiments and for intentional exposure to dangerous substances. Materials included mustard and nerve gas, ionizing radiation, psychochemicals, hallucinogens, and drugs used during the Gulf War.
1995
U.S. Government admits that it had offered Japanese war criminals and scientists who had performed human medical experiments salaries and immunity from prosecution in exchange for data on biological warfare research.
Dr. Garth Nicolson, uncovers evidence that the biological agents used during the Gulf War had been manufactured in Houston, TX and Boca Raton, Fl and tested on prisoners in the Texas Department of Corrections.
1996
Department of Defense admits that Desert Storm soldiers were exposed to chemical agents.
1997
Eighty-eight members of Congress sign a letter demanding an investigation into bioweapons use & Gulf War Syndrome.
1998
Three children die at St. Jude Children’s Hospital in Memphis during participation in clinical trial for acute lymphoblastic leukemia.
1999
Veterans Administration shuts down all research at West Los Angeles Medical Center after allegations of medical research performed on patients who did not consent.
OPRR shuts down research at Duke University because of inadequate supervision of human subject experiments..
Year-old Gage Stevens dies at Children’s Hospital in Pittsburgh during participation in Propulsid clinical trial for infant acid reflux.
18-year-old Jesse Gelsinger dies after being injected with 37 trillion particles of adenovirus in gene therapy experiment at University of Pennsylvania. His death triggers a still-ongoing reevaluation of the conflicts of interest plaguing human subject research.
2000
University of Oklahoma melanoma trial halted for failure to follow government regulations and protocol.
OPRR becomes Office of Human Research Protection (“OHRP”) and made part of the Department of Health and Human Services.
2001
Biotech company in Pennsylvania asks the FDA for permission to conduct placebo trials on infants in Latin America born with serious lung disease though such tests would be illegal in U.S.
Ellen Roche, a 24 year-old healthy volunteer, dies after inhaling hexamethonium in an asthma study at Johns Hopkins Medical Center. OHRP shuts down all research at Hopkins for four days.
Elaine Holden-Able, a healthy retired nurse, dies in Case Western University Alzheimer’s experiment financed by the tobacco industry.
2003
FDA reports that, for the past four years, experiments on cancer patients were conducted at Stratton Veterans Affairs Medical Center by Paul Kornak who had no valid medical license and who repeatedly altered data and committed numerous violations of the protocols..
As I told you above, Rick believes that Modern Medicine is the worlds largest and most corrupt human experiment ever conducted. He sent me another article [http://www.survivreausida.net/article5922.html] in which the president of Health Educations AIDS Liaison, an advocacy group for HIV parents, Michael Ellner states, “They are torturing these kids, and it is nothing short of murder,” referencing experimental treatment offered at Manhattan’s Incarnation Children’s Center in New York.
Biochemist Dr. David Rasnick, a visiting scholar at the University of California at Berkeley and an expert in AIDS medication, was outraged because the drugs, alone or combined, have “acute toxicity which could be fatal.”
He said the drugs’ side effects include severe liver damage, cancerous tumors, severe anemia, muscle wasting, severe and life-threatening rashes and “buffalo hump,” where fatty tissues accumulate behind the neck.
Rick adds:
What really makes this a horrible crime is that none of these children ever had AIDS until they started giving them the AIDS cocktails. These were kids that just tested positive for HIV antibodies which means absolutely nothing. The HIV lie is one of the biggest hoaxes in the world. Those antibodies are common and found in lots of people but more so in blacks than any other race. [I] Wonder what the intent here is?
Take away the AIDS drugs and the nitrate inhalers and AIDS would disappear. people aren’t dying from AIDS, they’re dying from the AIDS drugs.
They use antibodies as a marker for infection and then turn around and use the same antibodies as a marker for protection. If you’ve had a vaccination then antibodies mean protection. If you haven’t, then they mean infection.
Yes, Rick, it’s insane. Thanks for all the hard work.
References:
The Secret History of Anthrax; Declassified documents show widespread experimentation in ’40s, H.P. Albarelli Jr. www.WorldNetDaily.com  
International Wellness Directory
For non commercial use: You may copy, print, reprint, and/or transfer this entire article, if and only if it is unmodified and in its complete state with this copyright notice attached and all the links work properly. All othersmust contact us in writing: Contact Us
Uma Breve História de Experimentos Humanos
Existem muitas mais marcas negras na nossa história americana do que o abuso recente na prisão de Abu Ghraib.Longe demais.
Infelizmente, muitos deles são perfeitamente legais.
Você sabia que seu governo tem o direito de experimentar em você sem você saber?Eu não tenho certeza se este foi testado antes de o Supremo Tribunal Federal, principalmente porque não sabemos sobre ele enquanto ele está ocorrendo e que geralmente descobrir depois que os participantes estão todos mortos.Então, quem está à esquerda para encontrar o recurso?
QUÍMICA E PROGRAMA GUERRA BIOLÓGICA
“O uso de seres humanos será permitido para o teste de agentes químicos e biológicos pelo Departamento de Defesa dos EUA, respondendo às comissões do Congresso com relação aos experimentos e estudos.”
“O secretário de Defesa [pode] realizar testes e experimentos envolvendo o uso de químicas e biológicas [guerra] agentes sobre as populações civis [dentro dos Estados Unidos].”
FONTE
Direito Público 95-79, Título VIII, cap. 808, 30 de julho de 1977, 91 Stat. 334.
Nos EUA Estatutos-at-Large, vol. 91, página 334, você vai encontrar Direito Público 95-79.
Direito Público 97-375, título II, cap. 203 (a) (1), 21 de dezembro de 1982, 96 Stat. 1882.
Nos EUA Estatutos-at-Large, vol. 96, página 1882, você vai encontrar Direito Público 97-375.
Temos de agradecer aos nossos voluntários pesquisador Rick Ensminger para fornecer todas essas informações para nós.Ele se colocar em um monte de tempo compilando isso.Rick e, como muitos outros, acredita que todo o nosso sistema médico neste país é um grande experimento.Novamente, você deve ler o História do Charlatanismo e visitar nossas páginas Fraude Médica.Como assinalamos no artigo a História do Charlatanismo , em 1978, o Office of Technology Assessment publicou um relatório que apenas 10 a 20% de todos os procedimentos médicos em uso naquele tempo (e atualmente) tem sido demonstrado por experimentos controlados para ser eficaz.Eles também afirmam que quase a metade desses procedimentos que haviam sido os estudos, não foram estudados adequadamente; os estudos foram, de fato, profundamente falho.Você vai encontrar essa publicação on-line inteiro: Avaliação da Eficácia e Segurança de Tecnologias Médicas.[ http://www.wws.princeton.edu/ ~ ota/disk3/1978/7805_n.html ].
O que levou tanto Rick e eu a concentrar-se sobre este assunto em particular foram duas histórias que ele tinha descoberto.O primeiro está localizado em: http://www.time.com/time/covers/1101020422/poisons.html
Para resumir o artigo, dezenas de estudantes universitários Nebraskan em 1998 respondeu a um anúncio em seu jornal da escola alegando que poderia “ganhar dinheiro extra” pelo voluntariado para um estudo.Eles foram entregues um termo de consentimento 7 página (que ninguém lê) e tem um frasco de comprimidos para levar para casa.
Os comprimidos foram feitos pela Dow Chemical.O julgamento foi para provar que seu ingrediente matar barata no topo Raid (clorpirifós) foi segura.
Sim, esses estudantes universitários estavam ingerindo pesticidas para a Dow Chemical Corporation.Oh sim, e ganhando $ 460,00.
Do artigo:
Desde 1997, os fabricantes de pesticidas apresentaram mais de uma dúzia de estudos em humanos para a EPA. O que nunca foi estabelecido, porém, é se é aceitável-legal ou eticamente a realização de ensaios clínicos que não oferecem nenhum benefício potencial para os participantes (exceto o ganho monetário) e pode acabar prejudicando as pessoas em nome da saúde pública.
E:
Enquanto isso, as empresas químicas ainda poderia ser tranquilamente conduzindo testes em humanos. “Não há como dizer porque não há nenhum sistema para estudos de rastreamento que não são financiados pelo governo federal”, diz Ken Cook, presidente do Environmental Working Group, que se opõe à testes de pesticidas. “Não há nenhum protocolo sobre como devem ser conduzidas. Nós estamos falando sobre o Oeste selvagem, selvagem aqui.”
Este é um artigo surpreendente.O chefe de uma empresa farmacêutica, Professor David Horrobin, desceu com câncer e em vez de usar os medicamentos de sua empresa e muitos outros fizeram para o câncer, ele optou por alternativas que são consideradas charlatanismo pela medicina mainstream.No artigo, o Dr. Horrobin vem limpo: “testes de drogas são inúteis … e antiético.”Ele continua a dizer que os voluntários têm pouca chance de recuperação.
Este artigo é uma leitura obrigatória.Estamos salvando-o aqui apenas no caso de ser removido do web.
Antes de começarmos nossa lista breve histórico das experiências humanas, note que nem todas as experiências com seres humanos são realizadas sem o seu consentimento, nem são particularmente prejudiciais.Behavioristas se sabe muito pouco sem a realização de experimentos em humanos.Algumas das experiências que temos listados abaixo são experimentos monumental, mas alguns, infelizmente, são estúpidos, cruéis e sem sentido.
Hipócrates viveu no século V aC e é considerado o Pai da Medicina e que o Pai de Ética Médica.Ele estabeleceu a ética e regras pelas quais um médico deve guiar sua prática, portanto, o juramento de Hipócrates.Embora não no juramento, Hipócrates ensinou a seus alunos que a primeira lei pela qual todos os médicos devem ser guiados é:
“Primum non nocere”.
Ou em Inglês (você irá encontrá-lo em nossa home page) que diz: “Primeiro não cause danos”.
1718
George I oferece perdão gratuito a qualquer detento da prisão de Newgate, que concorda em ser inoculado com varíola infecciosas no experimento de inoculação da varíola. Você pode ler sobre isso em um dos artigos da nossa história, na seção: A História de Inoculação .
1796
Edward Jenner injeta saudável de oito anos de idade, James Phillips primeiro com cowpox em seguida, três meses depois com a varíola e é aclamado como o descobridor da vacina contra a varíola.
1845-1849
J. Marion Sims, o “Pai de Ginecologia” nos Estados Unidos, realiza experimentos ginecológico em escravos na Carolina do Sul. Você pode ler mais sobre o Dr. Sims em nossas biografias .
1865
Fisiologista francês Claude Bernard publica “Introdução ao Estudo de Experimentação Humana”, aconselhando: “Nunca realizar um experimento que pode ser prejudicial para o paciente, embora altamente vantajoso para a ciência ou a saúde de outros.
1874
Médico Cincinnati Roberts Bartholow conduz experimentos em cirurgia do cérebro Mary Rafferty, um servo anos 30 nacional morrendo de uma úlcera infectada.
1891
Prussiano Estado legisla que um tratamento para a tuberculose não pode ser dado a prisioneiros sem o seu consentimento.
1892
Albert Neisser injeta mulheres com soro de pacientes com sífilis, infectando a metade deles.
1896
Dr. Arthur Wentworth realiza punção lombar em 29 crianças no Hospital Infantil de Boston para determinar se o procedimento é prejudicial.
1897
Bacteriologista italiano Sanarelli injeta cinco indivíduos com o bacilo de procurar um agente causador da febre amarela.
1900
Walter Reed injeta 22 trabalhadores imigrantes espanhóis em Cuba com o agente da febre amarela pagando-lhes US $ 100 se eles sobrevivem e US $ 200 se contrair a doença.
1906
Dr. Richard Strong, professor de medicina tropical na Universidade de Harvard, as experiências com cólera em prisioneiros nas Filipinas matando treze.
1915
EUA Saúde Pública Gabinete induz pelagra em doze prisioneiros Mississippi. Todos os prisioneiros são, no entanto, voluntários e após o experimento são curadas (com dieta adequada) e libertado da prisão. Você pode ler sobre isso aqui, na nossa História de vitaminas .
1919-1922
Testicular experimentos de transplante de 500 prisioneiros em San Quentin
1931
Alemanha emite “Regulamento sobre Terapia Novo e Experimentação”, enquanto 75 crianças morrem em Lubeck, na Alemanha a partir de experimento pediatra com vacina contra a tuberculose.
Na América, Dr. Cornelius Rhoads, sob os auspícios do Instituto Rockefeller de Investigações Médicas, infecta seres humanos com células cancerosas. Mais tarde, ele passa a estabelecer os EUA Exército instalações guerra biológica, em Maryland, Utah, e Panamá, e é nomeado para a Comissão de Energia Atômica dos EUA. Enquanto estava lá, ele começa uma série de experimentos de exposição à radiação em soldados americanos e pacientes do hospital civil.
1932
O Estudo de Sífilis de Tuskegee começa. 200 homens negros diagnosticados com sífilis nunca é informado da sua doença, são negados o tratamento, e em vez disso são usados ​​como cobaias humanas para seguir a progressão e sintomas da doença. Subseqüentemente, todos morrer de sífilis, suas famílias nunca disse que eles poderiam ter sido tratados.
Este é um assunto que vai cobrir em profundidade algum dia em breve.
1935
O Incidente Pelagra. Depois de milhões de pessoas morrem de pelagra em um período de duas décadas, os EUA Serviço de Saúde Pública, finalmente, atua para conter a doença. O diretor da agência admite que sabia há pelo menos 20 anos que a pelagra é causada por uma deficiência de niacina, mas falharam em agir já que a maioria das mortes ocorreu dentro miseráveis ​​populações negras.
1938
Imunologista japonês Ishii Shiro (“Dr. Ishii”) realiza experiências com antraz ea cólera com prisioneiros chineses em Harbin.
1939
Ordens do Terceiro Reich nascimentos de todos os gêmeos ser registrado com os Escritórios de Saúde Pública para fins de investigação genética.
1939-1945
Unidade 731. Dr. Ishii começa “testes de campo” da guerra bacteriológica e experimentos de vivissecção em milhares de soldados chineses e civis. O povo chinês que se rebelaram contra a ocupação japonesa foram presos e enviados para Pingfan onde se tornaram cobaias humanas, não há evidências de que alguns prisioneiros russos também foram vítimas de atrocidades médicas. “Eu cortei-o aberto a partir do peito para o estômago e ele gritou muito e seu rosto estava todo torcido em agonia. Ele fez este som inimaginável, ele estava gritando tão horrivelmente. Mas então, finalmente, ele parou. Isso tudo foi em um dia de trabalho para os cirurgiões, mas ele realmente deixou uma impressão em mim, porque foi minha primeira vez. “ Esses prisioneiros eram chamados de “Maruta ‘(literalmente’ logs ‘) pelos japoneses. Depois de sucumbir às doenças induzidas – incluindo a peste bubônica, cólera, antraz – os prisioneiros eram geralmente dissecado enquanto ainda vivo, então seus corpos cremados dentro do complexo. Dezenas de milhares morreram. As atrocidades foram cometidas por alguns dos médicos mais ilustres do Japão recrutado por Dr. Ishii.
1940
Quatro centenas de prisioneiros em Chicago estão infectadas com a malária, a fim de estudar os efeitos de novas drogas e experimental para combater a doença. Médicos nazistas mais tarde, em julgamento em Nuremberg vai citar este estudo norte-americano para defender suas próprias ações durante o Holocausto.
1941
Experimentos de esterilização em Auschwitz.
1941-1945
Experimentos de tifo em Buchenwald e campos de concentração Natzweiler.
1942-1945
De acordo com audiências no Congresso realizado em Washington, DC, em setembro de 1986, o ex-prisioneiros de guerra americanos estavam entre os sujeitos experimentais Ishii. As audiências produziu um rosário de histórias de horror contadas por ex-prisioneiros de guerra americanos. http://www.researchprotection.org/history/chronology.html
1942
Bioquímico de Harvard Edward Cohn injeta presos 64 Massachusetts com o sangue de carne nos EUA experiência da Marinha patrocinado.
Altitude elevada ou experimentos de baixa pressão no campo de concentração de Dachau.
Chemical Warfare Serviços começa experimentos gás mostarda em cerca de 4.000 militares. Os experimentos continuam até 1945 e fez uso de Adventistas do Sétimo Dia, que escolheu se tornar cobaias humanas em vez de servir na ativa.
1942-1943
Regeneração óssea e transplante de experimentos em prisioneiros do sexo feminino no campo de concentração de Ravensbrück.
Experimentos de coagulação em padres católicos no campo de concentração de Dachau.
Experimentos de congelamento a campo de concentração de Dachau.
1942-1944
EUA Chemical Warfare Serviço conduz experimentos gás mostarda em milhares de militares.
1942-1945
Experimentos malária no campo de concentração de Dachau em mais de 1.200 prisioneiros.
1943
Epidemia de icterícia em experimentos Natzweiler campo de concentração.
Experimento conduzido em refrigeração dezesseis pacientes com deficiência mental que foram colocados em armários refrigerados a 30 graus Fahrenheit, para 120 horas, na Universidade de Cincinnati Hospital. “Estudar o efeito da temperatura fria sobre transtornos mentais.”
1942-1943
Fósforo queimar experiências no campo de concentração de Buchenwald.
Em resposta ao programa japonês de guerra em escala total de germes, os EUA começa a investigação sobre armas biológicas, em Fort Detrick, MD.
1944
Projeto Manhattan injeção de 4,7 microgramas de plutônio em soldados em Oak Ridge.
Experimentar a água do mar em sessenta ciganos dada só para beber água salgada no campo de concentração de Dachau.
Marinha dos EUA utiliza seres humanos para testar máscaras de gás e roupas. Indivíduos foram trancados em uma câmara de gás e expostos ao gás mostarda e lewisite.
1944-1946
University of Chicago Medical School professor Dr. Alf Alving conduz experimentos da malária em mais de 400 presos Illinois.
1945
Projeto Manhattan injeção de plutônio em três pacientes em Billings Hospital da Universidade de Chicago.
Experimento de malária em 800 prisioneiros em Atlanta.
Paperclip projeto é iniciado. Os EUA do Departamento de Estado, a inteligência do Exército e da CIA recrutar cientistas nazistas e oferecer-lhes a imunidade e identidades secretas em troca de trabalho em cima projetos secretos do governo dos Estados Unidos.
“F” Programa é implementado pela Comissão de Energia Atômica dos EUA (AEC). Este é o mais extenso estudo realizado nos EUA dos efeitos na saúde de flúor, que era o componente químico chave na produção da bomba atômica. Uma das substâncias mais tóxicas conhecidas pelo homem, o flúor, encontra-se, faz com que marcou efeitos adversos ao sistema nervoso central, mas grande parte das informações é reprimido em nome da segurança nacional por causa do medo que os processos minaria em larga escala de produção de bombas atômicas.
1946
EUA acordo secreto com Ishii e Unidade 731 líderes encobrir de dados germe de guerra baseado em experiências com seres humanos em troca de imunidade de acusação por crimes de guerra. A ultra-secreto do Exército dos EUA Far relatório Comando Leste sobre os resultados de Thompson diz: “O valor para os EUA de japoneses de dados de armas biológicas é de tal importância para a segurança nacional como para superam o valor provenientes de crimes de guerra de acusação.” Um memorando de 1956 do FBI revela que em meados da década de 1950 os EUA sabiam tudo sobre experiências humanas Ishii, mas concordou em não processar em troca de dados científicos do Japão na guerra biológica. (Em outras palavras, quando se trata de tortura humana e do sacrifício, até mesmo de americanos prisioneiros de guerra, os fins justificam os meios, tanto quanto o Governo dos EUA está em causa …. E, o governo dos EUA colocou um valor muito elevado no conhecimento de formas eficientes de matar um grande número de pessoas)
Abertura de Nuremberg Julgamento dos Médicos.
1946-1953
Comissão de Energia Atômica e Quaker Oats patrocinado estudo de Fernald, residentes de Massachusetts cereais matinais alimentados com rações contendo traçadores radioativos.
1946
Pacientes em hospitais VA são usados ​​como cobaias para experiências médicas. A fim de dissipar suspeitas, a ordem é dada para mudar a palavra “experimentos” para “investigações” ou “observações” sempre que os relatórios um estudo médico realizado em um dos hospitais veterano da nação é.
1946-1974
Comissão de Energia Atômica autorizou uma série de experimentos em que os materiais radioativos são dadas aos indivíduos, em muitos casos sem ser informado que foram objecto de uma experiência, e em alguns casos sem qualquer expectativa de um benefício positivo para os sujeitos, que foram selecionados a partir de populações vulneráveis, como os pobres, as crianças idosos e deficientes mentais (que foram alimentados com aveia radioativo sem o consentimento de seus pais), e também de estudantes da Universidade da Califórnia-San Francisco. Em 1993, os experimentos foram descobertos e tornado público. Em 1996, os Estados Unidos estabeleceram com os sobreviventes por 4,9 milhões de dólares.
1947
Julgamento em Nuremberg Julgamento dos Médicos incluindo dez Código ponto de Nuremberg, que começa assim: “O consentimento voluntário do sujeito humano é absolutamente essencial.”
EE Coronel Kirkpatrick da Comissão de Energia Atômica dos EUA emite um documento secreto (Documento 07075001, 8 de janeiro de 1947) afirmando que a agência vai começar a administrar doses intravenosas de substâncias radioactivas para os seres humanos.
A CIA começa seu estudo do LSD como uma arma potencial para uso pela inteligência americana. Seres humanos (civis e militares) são usadas com e sem o seu conhecimento.
1949
Libertação intencional de radiodine 131 e 133 xenon mais de Hanford, em Washington Atomic Energy Commission estudo de campo chamado “Run Verde”.
Guerra da União Soviética julgamento por crimes de associados Dr. Ishii.
1949-1953
Estudos da Comissão de Energia Atômica crianças em idade escolar com deficiência mental alimentados isótopos radioactivos em escolas Fernald e Wrentham.
1950
Departamento de Defesa começa planos para detonar armas nucleares em áreas desérticas e monitorar os moradores a favor do vento para problemas médicos e as taxas de mortalidade.
Em um experimento para determinar a suscetibilidade uma cidade americana seria a de ataque biológico, os sprays da Marinha dos EUA de uma nuvem de bactérias de navios com mais de San Francisco.
Dispositivos de monitoramento estão situados em toda a cidade a fim de testar a extensão da infecção. Muitos moradores ficam doentes com sintomas semelhantes aos da pneumonia.
Dr. Joseph Stokes, da Universidade da Pensilvânia infecta 200 prisioneiros mulheres com hepatite viral.
1951-1960
Universidade da Pensilvânia, sob contrato com Exército dos EUA realiza experimentos psicofarmacológico em centenas de prisioneiros na Pensilvânia.
1951
Departamento de Defesa começa testes ao ar livre usando doença produtoras de bactérias e vírus. Últimos testes através de 1969 e existe a preocupação de que as pessoas nas áreas circundantes tenham sido expostos.
1952-1974
Universidade da Pensilvânia dermatologista Dr. Albert Kligman conduz experimentos de produtos de pele às centenas na Prisão Holmesburg; “Tudo o que eu vi antes de mim”, ele disse sobre sua primeira visita à prisão “, foram acres de pele.”
1952
Henry Blauer injetados com uma dose fatal de mescalina no Instituto de Psiquiatria da Universidade de Columbia por contrato secreto com Army Chemical Corps.
1953
Recém-nascido Daniel Burton prestados cegos no Hospital Doutor Brooklyn durante estudo sobre RLF eo uso de oxigênio
1953-1957
Oak-Ridge patrocinado injeção de urânio em onze pacientes no Hospital Geral de Massachusetts em Boston.
1953
Militares dos EUA libera nuvens de gás sulfeto de cádmio de zinco sobre Winnipeg, St. Louis, Minneapolis, Fort Wayne, a Monocacy River Valley, em Maryland, e Leesburg, Virgínia. Sua intenção é determinar a eficiência que poderiam dispersar agentes químicos.
Conjunta do Exército-Marinha-CIA experimentos são conduzidos na qual dezenas de milhares de pessoas em Nova York e San Francisco estão expostos ao ar e Serratia marcescens germes glogigii Bacillus. Os germes e produtos químicos utilizados pelo Exército e da Marinha representam riscos de saúde conhecidos antes e durante o tempo de testes. Isso está documentado em estudos científicos citados no The Plague Eleventh por Leonard A. Cole e no livro anterior de Cole, Clouds of Secrecy: Testes do Exército Germ Guerra cima de áreas povoadas.
CIA inicia Projeto MKULTRA aos oitenta instituições de centenas de assuntos. Este é um programa de pesquisa 11 anos projetada para produzir e testar drogas e agentes biológicos que seriam utilizados para o controle da mente e modificação de comportamento. Seis dos subprojetos envolveu o teste de agentes em unwitting seres humanos.
Um documento da CIA desclassificados datada de 7 de janeiro de 1953 [1] descreve a criação experimental de personalidade múltipla em duas meninas de 19 anos de idade. “Estes temas têm demonstrado claramente que eles podem passar de um estado completamente desperto de um profundo estado H [hipnótico] controlado por telefone, recebendo a matéria impressa, ou pelo uso de código, sinal, ou palavras, e que o controle desses hipnotizado pode ser transmitido de um indivíduo para outro, sem grande dificuldade. Também tem sido demonstrado por experimentação com essas meninas que eles possam atuar como mensageiros dispostos para fins de informação. “
1953-1970
Experimentos do Exército dos EUA com LSD em soldados em Fort Detrick, Maryland
1954-1974
EUA Exército estudo de 2300 soldados Adventista do Sétimo Dia, em 150 experimentos de código chamado “Operação pele branca.”
1955
A CIA, em um experimento para testar a sua capacidade de infectar populações humanas com agentes biológicos, libera uma bactéria retirada do arsenal do Exército sobre a guerra biológica Tampa Bay, Fl.
1955-1958
Army Chemical Corps continua LSD pesquisa, estudando o seu uso potencial como agente incapacitante química. Mais de 1.000 americanos participar dos testes, que continuam até 1958.
1956
Militares dos EUA libera os mosquitos infectados com febre amarela em Savannah, Ga e Parque Avon, Fl. Após cada teste, os agentes do Exército colocam como agentes de saúde pública para efeitos de teste vítimas.
Dr. Albert Sabin testes vacina contra a poliomielite experimental em 133 prisioneiros em Ohio.
1958
LSD é testada em 95 voluntários em laboratórios do Exército Chemical Warfare pelo seu efeito sobre a inteligência.
1958-1960
Injeção de hepatite em crianças com deficiência mental na escola Willowbrook em Staten Island, em uma tentativa de encontrar a vacina.
1958-1962
Disseminação de materiais radioativos sobre a terra Inupiat em Point Hope, Alaska em Energia Atômica código estudo da Comissão campo chamado “Project Chariot”.
1959-1962
Professor de Harvard Henry A. Murray realiza experimento desconstrução psicológica em 22 alunos de graduação, incluindo Theodore Kaczynski, o resultado de que, pelo menos de acordo com o escritor Alton Chase, pode ter virado Kaczynski no Unabomber.
1960
O Assistente do Exército Chefe do Estado-Maior-de Inteligência (ACSI) autoriza testes de campo de LSD na Europa e no Extremo Oriente. Teste da população europeia é o código CHANCE projeto chamado terceiros; testes da população asiática é codinome Projeto DERBY HAT.
1962-1980
Empresas farmacêuticas conduta fase de testes de segurança uma das drogas quase que exclusivamente sobre os prisioneiros para pequenos pagamentos em dinheiro.
1962
Talidomida retirados do mercado depois de milhares de deformidades de nascimento culpou, em parte, resultados enganosos de estudos em animais, o FDA, posteriormente requer três fases de ensaios clínicos em humanos antes de as empresas podem liberar uma droga no mercado.
Injeção de células vivas de câncer em pacientes idosos no Hospital de Doenças Crônica judaica no Brooklyn.
Stanley Milgram realiza pesquisas obediência da Universidade de Yale. Falamos do experimento de Milgram em uma anterior newsletter, e há um link para um vídeo em linha grande sobre o assunto que é muito bom.
1963
NIH apoiado transplantes de rim pesquisador chimpanzé em humanos em experiência fracassada.
Linda MacDonald foi vítima de experimentos Dr. Ewen Cameron mente destrutiva controle em 1963. Dr. Cameron foi em vários momentos o presidente das Associações americanas, canadenses e Mundial de Psiquiatria. Ele usou um “tratamento” que envolveu intensiva aplicação das técnicas de lavagem cerebral; desinibição de drogas, tratamento de sono prolongada e isolamento prolongado, combinada com a ECT [Terapia Electro Convulsive] tratamentos. A quantidade de eletricidade introduzido no cérebro de Linda excedido em 76,5 vezes a quantidade máxima recomendada. Técnica do Dr. Cameron resultou em amnésia permanente e completa. Até hoje, Linda é incapaz de se lembrar de nada do seu nascimento até 1963. Conforme registrado pelos enfermeiros em sua carta, ela não sabia o nome dela e não reconhecer seus filhos. Ela não conseguia ler, dirigir, ou usar um banheiro. Não só ela não sabe seu marido, ela nem sabia o que era um marido. A ação de classe contra a CIA para experiências Dr. Cameron MKULTRA foi resolvido fora dos tribunais por 750.000 dólares, divididos entre oito reclamantes em 1988.
1962-1980
Empresas farmacêuticas conduta fase de testes de segurança uma das drogas quase que exclusivamente sobre os prisioneiros para pequenos pagamentos em dinheiro.
1963-1973
Dr. Carl Heller, um endocrinologista de liderança, realiza experiências de irradiação testicular em prisioneiros em Oregon e Washington dando-lhes $ 5 por mês e US $ 100 quando recebem uma vasectomia no final do julgamento.
1964
Associação Médica Mundial adota Declaração de Helsinki, afirmando “O interesse da ciência e da sociedade nunca devem ter precedência sobre o bem-estar do sujeito.”
1965-1966
CIA eo Departamento de Defesa começar Projeto MKSEARCH, um programa para desenvolver uma capacidade de manipular o comportamento humano através do uso de drogas que alteram a mente.
Universidade da Pensilvânia, sob contrato com a Dow Chemical conduz experimentos dioxina: prisioneiros na Prisão Estadual Holmesburg na Filadélfia são submetidos a dioxina, o componente químico altamente tóxico do Agente Laranja usado no Vietnã. Os homens estão mais tarde estudou para o desenvolvimento de câncer, o que indica que o agente laranja foi um cancerígeno o tempo todo.
1966
CIA inicia Projeto MKOFTEN, um programa para testar os efeitos toxicológicos de certas drogas em seres humanos e animais.
Exército dos EUA dispensa Bacillus subtilis variante niger em todo o sistema de metrô de Nova York. Mais de um milhão de civis estão expostos quando os cientistas do exército queda lâmpadas preenchido com as bactérias em grelhas de ventilação.
Henry Beecher artigo “Ética e Pesquisa Clínica” em New England Journal of Medicine.
Exército dos EUA introduz globigii bacilo em túneis de metrô de Nova York, em estudo de campo.
NIH Gabinete para a Protecção dos sujeitos da pesquisa (“OPRR”) criado e questões de Políticas para a Proteção dos Sujeitos Humanos pedindo a criação de organismos de revisão independente mais tarde conhecido como Conselho de Revisão Institucional.
1967
Médico britânico MH Pappworth publica “cobaias humanas”, aconselhando “Nenhum médico tem o direito de escolher mártires para a ciência ou para o bem geral”.
CIA eo Departamento de Defesa implementar MKNAOMI Projeto, sucessor de MKULTRA e projetado para manter, armazenar e testar armas biológicas e químicas.
1968
Experimentos da CIA com a possibilidade de envenenamento de água potável através da injeção de produtos químicos no abastecimento de água da FDA em Washington, DC
1969
Dr. Robert MacMahan do Departamento de Defesa dos pedidos de congressos $ 10 milhões para desenvolver, dentro de 5 a 10 anos, um agente sintético biológico ao qual não existe imunidade natural.
1970
Financiamento para o agente biológico sintético é obtido sob HR 15090. O projeto, sob a supervisão da CIA, é realizada pela Divisão de Operações Especiais em Fort Detrick, o exército secreto instalação de armas biológicas. Especulação levantada é que técnicas de biologia molecular são utilizados para produzir a AIDS como retrovírus.
Estados Unidos se intensifica o seu desenvolvimento de “armas étnicas” (Military Review, Nov., 1970), projetado para seletivamente e eliminar grupos étnicos específicos que são suscetíveis devido às diferenças genéticas e variações no DNA.
1971
Dr. Zimbardo realiza Psicologia do experimento Prison Life on estudantes da Universidade de Stanford.
1973
Ad Hoc Advisory Panel questões Relatório Final do Estudo Tuskegee Syphilis, concluindo “A sociedade não pode mais dar ao luxo de deixar o equilíbrio dos direitos individuais contra o progresso científico para a comunidade científica.”
1974
National Research Act estabelece Comissão Nacional para a Proteção dos Sujeitos Humanos e Políticas OPRR upgrades aos regulamentos a ser conhecido como “a regra comum.”
1975
A seção de vírus do Centro de Fort Detrick de Pesquisa guerra biológica é rebatizado de Fredrick Instalações Pesquisa do Câncer e colocado sob a supervisão do National Cancer Institute (NCI). É aqui que um programa especial de câncer de vírus é iniciado pela Marinha dos EUA, supostamente para desenvolver câncer de vírus causadores. É também aqui que retrovirologistas isolar um vírus contra o qual não existe imunidade. Mais tarde é nomeado HTLV (vírus da leucemia humana de células T).
HHS promulga Título 45 do Regulamento Federal intitulado “Protecção dos Seres Humanos”, exigindo a nomeação e utilização de IRBs.
1976
National Urban League detém Conferência Nacional de Experimentação Humana, anunciando “Não queremos matar ciência, mas não queremos que a ciência para matar, mangle e abuso de nós.”
1977
Audiências do Senado sobre Saúde e da Investigação Científica confirmam que 239 áreas povoadas foram contaminados com agentes biológicos, entre 1949 e 1969. Algumas das áreas incluídas San Francisco, Washington, DC, Key West, Panama City, Minneapolis e St. Louis.
1978
Experimental Hepatite B ensaios de vacinas, conduzido pelo CDC, começa em Nova York, Los Angeles e San Francisco. Anúncios de sujeitos de pesquisa pedir especificamente para homens homossexuais promíscuos.
1979
Comissão Nacional de questões Relatório Belmont, estabelecendo três princípios éticos básicos: respeito pelas pessoas, beneficência e justiça.
1980
The FDA promulgates 21 CFR 50.44 prohibiting use of prisoners as subjects in clinical trials shifting phase one testing by pharmaceutical companies to non-prison population.
1981
Primeiros casos de AIDS confirmados em homens homossexuais em Nova York, Los Angeles e San Francisco, desencadeando especulações de que a AIDS pode ter sido introduzida através da vacina contra Hepatite B.
1981
Leonard Whitlock sofre dano cerebral permanente após a experiência de mergulho profundo na Duke University.
1985
De acordo com a revista Science (227:173-177), HTLV e VISNA, um vírus fatal ovelhas, são muito semelhantes, indicando uma taxonômicos fechar e relação evolutiva.
1986
De acordo com a Proceedings of the National Academy of Sciences (83:4007-4011), HIV e VISNA são muito semelhantes e compartilham todos os elementos estruturais, com exceção de um pequeno segmento que é quase idêntico ao HTLV. Isso leva à especulação de que o HTLV e VISNA pode ter sido ligada a produzir um novo retrovírus para o qual não existe imunidade natural.
Um relatório ao Congresso, revela que a geração atual do Governo dos EUA de agentes biológicos inclui: vírus modificados, toxinas que ocorrem naturalmente, e os agentes que são alteradas através da engenharia genética para mudança de caráter imunológico e impedir o tratamento de todas as vacinas existentes.
1987
Departamento de Defesa admite que, apesar de um tratado que proíba pesquisa e desenvolvimento de agentes biológicos, ela continua a operar as instalações de pesquisa em 127 instalações e universidades de todo o país.
Decisão da Suprema Corte em United States v. Stanley, 483 EUA 669, holding soldado dado LSD sem seu consentimento não poderia processar por danos Exército dos EUA.
1990
Mais de 1500 seis meses de idade os bebês negros e hispânicos em Los Angeles recebem um “experimental” vacina contra o sarampo que nunca tinha sido licenciada para uso nos Estados Unidos. O Centro de Controle de Doenças mais tarde admite que os pais nunca foram informados de que a vacina que está sendo injetado para seus filhos era experimental.
O FDA concede Departamento de renúncia Defesa do Código de Nuremberg para o uso de medicamentos não aprovados e vacinas em Escudo do Deserto.
1991
Organização Mundial da Saúde anuncia Diretrizes CIOMS, que estabeleceu quatro princípios éticos: respeito pelas pessoas, nonmalfeasance, beneficência e justiça.
Tony Lamadrid comete suicídio depois de participar de estudo sobre a recaída de esquizofrênicos retirada da medicação na UCLA.
1994
Com uma técnica chamada “tracking gene,” Dr. Garth Nicolson no MD Anderson Cancer Center, em Houston, TX descobre que muitos veteranos Tempestade no Deserto retornando estão infectados com uma cepa alterados de incognitus Mycoplasma, um micróbio comumente utilizados na produção de armas biológicas . Incorporada em sua estrutura molecular é de 40 por cento da cobertura de proteína HIV, indicando que tinha sido feita pelo homem.
Senator John D. Rockefeller issues a report revealing that for at least 50 years the Department of Defense has used hundreds of thousands of military personnel in human experiments and for intentional exposure to dangerous substances. Materials included mustard and nerve gas, ionizing radiation, psychochemicals, hallucinogens, and drugs used during the Gulf War.
1995
US Government admits that it had offered Japanese war criminals and scientists who had performed human medical experiments salaries and immunity from prosecution in exchange for data on biological warfare research.
Dr. Garth Nicolson, uncovers evidence that the biological agents used during the Gulf War had been manufactured in Houston, TX and Boca Raton, Fl and tested on prisoners in the Texas Department of Corrections.
1996
Department of Defense admits that Desert Storm soldiers were exposed to chemical agents.
1997
Eighty-eight members of Congress sign a letter demanding an investigation into bioweapons use & Gulf War Syndrome.
1998
Three children die at St. Jude Children’s Hospital in Memphis during participation in clinical trial for acute lymphoblastic leukemia.
1999
Veterans Administration shuts down all research at West Los Angeles Medical Center after allegations of medical research performed on patients who did not consent.
OPRR shuts down research at Duke University because of inadequate supervision of human subject experiments..
Year-old Gage Stevens dies at Children’s Hospital in Pittsburgh during participation in Propulsid clinical trial for infant acid reflux.
18-year-old Jesse Gelsinger dies after being injected with 37 trillion particles of adenovirus in gene therapy experiment at University of Pennsylvania. His death triggers a still-ongoing reevaluation of the conflicts of interest plaguing human subject research.
2000
University of Oklahoma melanoma trial halted for failure to follow government regulations and protocol.
OPRR becomes Office of Human Research Protection (“OHRP”) and made part of the Department of Health and Human Services.
2001
Biotech company in Pennsylvania asks the FDA for permission to conduct placebo trials on infants in Latin America born with serious lung disease though such tests would be illegal in US
Ellen Roche, a 24 year-old healthy volunteer, dies after inhaling hexamethonium in an asthma study at Johns Hopkins Medical Center. OHRP shuts down all research at Hopkins for four days.
Elaine Holden-Able, a healthy retired nurse, dies in Case Western University Alzheimer’s experiment financed by the tobacco industry.
2003
FDA relatórios que, nos últimos quatro anos, experiências em pacientes com câncer foram realizadas em Stratton Veterans Affairs Medical Center por Paul Kornak que não tinham licença médica válida e que repetidamente alterados dados e comprometidos numerosas violações dos protocolos ..
Como eu disse acima, Rick acredita que a medicina moderna é a experiência de mundos maiores e mais corruptos humanos já realizada.Ele me enviou um outro artigo [ http://www.survivreausida.net/article5922.html ] em que o presidente da Saúde Formações AIDS Liaison, um grupo de defesa para os pais HIV, Michael Ellner afirma: “Eles estão torturando essas crianças, e é nada menos do assassinato “, referenciando o tratamento experimental oferecido no Centro Encarnação Manhattan infantil em Nova York.
Bioquímico Dr. David Rasnick, professor visitante da Universidade da Califórnia em Berkeley e especialista em medicamentos AIDS, ficou indignado porque a droga, isoladamente ou combinados, têm “toxicidade aguda que pode ser fatal.”
Ele disse que os efeitos das drogas secundários incluem danos hepáticos graves, tumores cancerígenos, anemia severa, perda de massa muscular, erupções cutâneas graves e com risco de vida e “búfalo”, onde tecidos gordurosos acumulam atrás do pescoço.
Rick acrescenta:
What really makes this a horrible crime is that none of these children ever had AIDS until they started giving them the AIDS cocktails. These were kids that just tested positive for HIV antibodies which means absolutely nothing. The HIV lie is one of the biggest hoaxes in the world. Those antibodies are common and found in lots of people but more so in blacks than any other race. [I] Wonder what the intent here is?
Take away the AIDS drugs and the nitrate inhalers and AIDS would disappear. people aren’t dying from AIDS, they’re dying from the AIDS drugs.
They use antibodies as a marker for infection and then turn around and use the same antibodies as a marker for protection. If you’ve had a vaccination then antibodies mean protection. If you haven’t, then they mean infection.
Yes, Rick, it’s insane. Thanks for all the hard work.
Referências:
The Secret History of Anthrax; Declassified documents show widespread experimentation in ’40s, HP Albarelli Jr. www.WorldNetDaily.com

Diretório de Bem-Estar internacionais
Contacte-nos
Para uso não comercial: Você pode copiar, imprimir, reprint, e / ou transferir este artigo inteiro, se e somente se ele é modificado e em seu estado completo com este aviso de copyright inscritos e todos os links funcionam corretamente Todos os outros devem entrar em contato conosco. por escrito: Fale Conosco
—-

A criança como sujeito de experimentação científica: uma analise histórica dos aspectos éticos – limpeza social de incapazes e incompetendes

 
A crianca como sujeito de experimentacao científica:
uma analise histórica dos aspectos éticos

De:   Celso Galli Coimbra
Data:  Dom Jan 26, 2003  1:26 pm
Assunto:  A crianca como sujeito de experimentacao científica: uma analise
histórica dos aspectos éticos

A criança como sujeito de experimentação científica: uma analise histórica dos aspectos éticos”

Fonte: MOTA, Joaquim Antônio César. Tese de doutoramento: “A criança como sujeito de experimentação científica: uma análise histórica dos aspectos éticos”, UFMG, agosto de 1998.

Algumas histórias exemplares da crueldade em nome da ciência, dadosextraídos da tese de doutoramento de Joaquim Antônio César Mota:   “A criança como sujeito de experimentação científica: uma análise histórica dos
aspectos éticos”, UFMG, agosto de 1998.

“O processo de diagnosticar e tratar as moléstias sempre teve aspectosexperimentais. Começou com a plicação deste ou daquele remédio a um doente e a observação dos resultados. Os médicos foram os primeiros a interrogar a natureza em busca de respostas. E o ser humano sempre foi sujeito e objetodessa experimentação. Paralelamente à construção dessa área de conhecimento,o ser humano tem deparado-se com questões morais e éticas inerentes a essasrelações pessoa-sujeito versus pessoa-objeto  da experimentação (CORNFORD, 1989, p. 60-61).

O mais antigo documento sobre aspectos éticos da experimentação em seres humanos é, provavelmente, o livro “De Medicina” de Celso, escrito no ano 25 d.C.  Neste livro, louvava-se a vivissecção de criminosos realizada naescola médica de Alexandria, no século III a.C., considerando não ser cruelinfligir sofrimentos em criminosos, para beneficiar multidões de pessoas inocentes (CARLINI, 1987, p. 2; CORDEIRO, 1990). Herófilo e Erasístrato, os dois expoentes dessa  escola médica, ao usarem pessoas vivas, escravos e criminosos, deram os primeiros passos conhecidos nos estudos anatômicos(LYONS &  PETRUCELLI, 1978, p. 229; OLIVEIRA, 1981, p. 87; SOUSA, 1981, p. 83). E, desde então, com a vivissecção (primeiro passo sistemático da experimentação em seres humanos), a inocência do processo de conhecimentofoiperdida e levantam-se questões de consciência (…)
No mundo moderno atos referendados pelos governos, portanto legais, nem sempre são legítimos e oralmente aceitos. Algumas pesquisas, financiadas e incentivadas por governos e instituições científicas, tornam sinônima palavras  “experiência” e “crime”. Os exemplos, infelizmente, são múltiplos em número, lugares e épocas: prisioneiros de guerra sendo utilizados como cobaias implantação de células cancerosas em pacientes senis; infecção decrianças deficientes mentais com o vírus da hepatite; não tratamento decentenas de negros americanos do norte com sífilis; exposição de cancerosos a altas  doses de radiação; perfusão de cabeças decapitadas de fetos para o estudo de metabolismo das cetonas (CARLINI, 1987, p. 4).
Onde essa sinonímia entre experimento científico e crime mais se exteriorizou foi na Alemanha hitlerista. Mais de 90% dos membros da profissão médica dos níveis mais elevados estavam envolvidos com atos nos quais pessoas eram mortas ou lesadas permanentemente, nos hospitais euniversidades alemãs e nos campos de concentração (DROBNIEWSKI,  1993).
Os médicos alemães filiaram-se ao partido nazista não só precocemente, masem maior número do que qualquer outro grupo profissional. Em 1942, mais de 38 mil médicos eram membros do Partido, o que representava  mais de 50% de todos os médicos alemães. Este dado torna-se mais, significativo quando sesabe que, em 1933, 60% dos médicos berlinenses eram judeus. Este exemplo mostra-nos que o ethos médico não é imutável, mas intensamente  i nfluenciado por forças sociais e políticas e por perversões na aplicação da ciência e da tecnologia (BARONDESS, 1996).

Vale lembrar que em 1933, quando o Partido Nacional-Socialista conquistou o poder na Alemanha, esse país era o centro mais avançado da medicina e da  ciência biomédica do mundo, inclusive no tocante à regulamentação ética, com as leis de 1900 e 1931 sobre experimentação  em seres humanos. Em 1900, o Ministério da Religião, Educação e Saúde da Prússia ordenou que osexperimentos com seres humanos só poderiam ser realizados em adultoscompetentes que dessem seu consentimento informado. E em 1931, como resultado de acusações pela imprensa da lealização de procedimentosantiéticos em seres humanos durante experimentos científicos, o Ministériodo Interior da Alemanha publicou normas muito semelhantes às de 1900, regulando o uso de novas  terapias e a experimentação com seres humanos.
 
Esta lei estabelecia direitos aos voluntários que só foram discutidosmundialmente após o fim da Segunda Guerra Mundial, tais como a necessidade de realização de testes  prévios em animais e de obtenção de consentimento do voluntário ou de
seu representante legal após o fornecimento de informações adequadas  (condição essencial para a realização de qualquer pesquisa  biomédica), e de cuidados especiais nos casos que envolvessem menores de idade (CAPRON, 1989, p. 129; ENNETT, 1993). Ironicamente, o estabelecimento do normas internacionais sobre pesquisas utilizando sereshumanos foi motivado pelo desvelamento dos experimentos nazistas durante a
Guerra.

Deve-se assinalar que essas normas continuaram a vigorar na Alemanha durante o Terceiro Reich. Uma das justificativas dadas pelos  cientistas nazistas para a realização de experimentos cruéis em judeus, ciganos, homossexuais, deficientes, crianças jovens e comunistas era que essas pessoas eram seres inferiores, que não tinham o estatuto de ser humano e, portanto não estavam sob o manto das leis de 1900 e 1931 (WIGODSKI & HOPPE, 1996). (…)
Esse comportamento dos cientistas alemães precedeu a implantação do governo nazista. Em 1920, um livro escrito por dois renomados professores alemães, um psiquiatra e o outro jurista, enfatizava que matar homens desqualificados era um ato justificável (ELLARD, 1993).  Foi inclusive nas teorias médicas de higiene racial, desenvolvidas a  partir da segunda metade do século XIX eamplamente difundidas nas primeiras décadas desse século, que o Nacional Socialismo buscou os fundamentos científicos para legitimar sua política.
 

Não apenas Joseph Mengele, mas um número significativo e representativo dos médicos alemães participou, não como vítimas de um ditador perverso e
odioso, mas como parte integrante de um projeto que ajudaram a desenvolver.Experiências médicas não foram uma aberração nazista isolada. Estavam integradas na mesma concepção que exterminou milhões de pessoas, os médicosnazistas exercitando sua função de soldados biológicos (CYTRYNOWICZ, 1990,p. 111). Não foi em nome de um instinto sanguinário, do interesse  econômico ou político, ou ainda de preconceito, que eles sacrificaram todo e qualquerescrúpulo. O que havia era o não reconhecimento do outro, o  que excluíaqualquer relação ética (FINKIELKRAUT, 1989, p. 21-22). (…)

A pesquisa médica nazista é comumente considerada como uma aberração que
começou e terminou com os horrores do regime hitlerista. Porém se seu começo
foi mais gradual e dentro das leis, os seus resultados continuaram a ser citados na literatura médica contemporânea. A  medicina nazista, portanto, não existiu apenas entre 1933 e 1945, mas estende-se para muito além de 1945 e segue em uso até hoje, um conhecimento cientifico obtido de métodos cruéis que propulsionou e “justifica” uma economia sem ética e sem lei para sustentar as doenças vivas e não a cura dos pacientes. Desde antes da 1ª guerra o interesse daqueles que se sobressaiam era patentear medicamentos e desenvolver suas próprias clinicas – ler A crianca como sujeito de experimentacao científica: a historia e transplantes 1os dados. A Pesthaus. http://objetodignidade.blogspot.com/2011/09/crianca-como-sujeito-de-experimentacao.html – original em  http://www.charite.de/ch/neuro/lokales/charite/geschichte.html

 

Ironicamente, enquanto os nazistas tinham leis muito rígidas para proteção dos animais contra abusos em experimentação científica (SEIDELMAN, 1986),nos campos de concentração seres humanos eram utilizados como cobaias semnenhuma proteção (SEIDELMAN, 1989).

Além disso, a influência da medicina nazista não acabou em Nuremberg. Após 1945, os poucos médicos alemães que ousaram criticar a postura dos seus
colegas durante a guerra, foram acusados de tentar desonrar a profissão médica alemã. Nos anos oitenta, a Associação dos Médicos Alemães (Câmara dos Médicos) puniu um médico por ele ter publicado um artigo no Lancetdenunciando o comportamento dos médicos alemães no holocausto(HANAUSKE-ABEL,1986). Vale assinalar que dois presidentes dessa Câmara nopós-guerra haviam sido membros da SS, o  que mostra a concordância do modo de pensar deles com uma parcela representativa do corpo médico alemão. (DROBNIEWSKI, 1993).   A negação  de culpabilidade e o uso dos corpos das vítimas do nazismo pela ciência alemã continuou por longo período no pós-guerra. Espécimes anatômicos oriundos dos campos de extermínio, incluindo a coleção Hallervorden do renomado Instituto Max-Planck para Pesquisas Cerebrais, foram incinerados apenas em 1989 e 1990. E não é demais lembrar que vários médicos nazistas eram respeitáveis cientistas reconhecidos internacionalmente.

O professor Ernst Rüdin da Universidade de Munique, era mundialmente
conhecido nas áreas de psiquiatria e genética, especialmente no estudo da
relação entre esquizofrenia e genética. Foi ele o principal inspirador da
lei de prevenção das doenças hereditárias de 1935, que estabeleceu a base
para o programa de esterilização em massa de pessoas com traços genéticos
indesejáveis. Os seus critérios para  esterilização incluíam pessoas que
faziam objeções de consciência para se alistar no exército, pois isso era
considerado uma fraqueza mental, uma forma de esquizofrenia e, portanto,
hereditária. O professor Otmar von  Verschuer era outro geneticista
internacionalmente reconhecido, pioneiro na pesquisa com gêmeos. Em junho de 1939, ele foi convidado a expor seus resultados durante a reunião anual da Royal Society of London, que  foram depois publicados pela revista dessa sociedade. Esses dois cientistas, Rüdin e von Verschuer, continuaram a ser
citados na literatura médica internacional no pós-guerra, sem críticas às
suas reputações ou ao contexto de seus trabalhos (…)

Joseph Mengele, que estudou medicina e antropologia em Munique, onde em
1935 alcançou o grau de PhD com uma tese sobre fenda palatina, foi
assistente do professor Verschuer em Frankfurt. Inclusive os experimentos
realizados em Auschwitz eram vistos por Mengele como cruciais para sua
ascensão na carreira acadêmica.  Um seu trabalho foi inclusive citado no
Index Medicus de 1937 (SEIDELMAN, 1989). Na área  de embriologia oral e
especialmente no estudo das anomalias labiais e de palato seus trabalhos
continuam a ser citados na literatura  científica.  Ironicamente, a
identificação de seu esqueleto encontrado no Brasil  foi possível, em parte,
devido a uma variação mandibular que o próprio Mengele havia descrito em
estudo realizado nos anos trinta. A síndrome de Hallervorden-Spatz, foi
descrita em 1922 pelos professores Hallervorden e Spatz. Ambos foram
cientistas que participaram  ativamente da política nazista de extermínio.

 
O professor Hallervorden dissecou cerca de 500 cérebros de prisioneiros de
guerra e inclusive orientava  os soldados alemães não só sobre a melhor
maneira de matar os  prisioneiros para preservar o cérebro, as como preparar
este órgão para evitar sua deteriorização (HARPER, 1996).   Um dos maiores e
mais conceituados  atlas de anatomia humana é o “Pernkopf Anatomy” do
professor Edward Pernkopf da Universidade de Viena. Este atlas contem mais
de 800 desenhos detalhados de dissecação.  O professor Pernkopf era um líder nazista, catedrático da Universidade de Viena e há evidências que os
cadáveres utilizados no seu trabalho foram de vítimas da política nazista de
extermínio (ISRAEL & SEIDELMAN, 1996).
 
O professor Sigmund Rascher foiresponsável pelos experimentos em Dachau que consistiam na exposição  de prisioneiros a baixas temperaturas extremas, o que levava a necrose dos membros e à morte. Alguns destes experimentos tiveram que ser transferidos para Auschwitz – um campo maior, com áreas isoladas – porque os gritos de dor das pessoas submetidas a essas crueldades eram tão assustadores que perturbavam a “paz” do campo de concentração.  A transferência para Auschwitz, permitiu que a agonia destes seres humanos
incomodasse menos (ALEXANDER, 1949).

Para pesquisar substâncias anticoagulantes, o Dr. Rausch, em Dachau,
realizou amputações de membros de prisioneiros sadios e conscientes e
provocou ferimentos no baço de outros prisioneiros, além de  dissecações em pessoas vivas para avaliar o efeito da descompressão rápida. Esse último
experimento tinha como objetivo descobrir as causas dos  sintomas dessa
descompressão (…)

 

O que faltou a esses experimentos não foi método, mas ética. Tanto que alguns resultaram em importantes contribuições ao conhecimento médico. Asinvestigações de Carl Clanberg, médico nazista, sobre o metabolismo daprogesterona – onde utilizou prisioneiras submetidas a cirurgias desnecessárias – serviram de base para estudos posteriores  na Universidade
de Kiel. Encontra-se também uma relação entre a base conceitual da tecnologia reprodutiva atual e as experiências  obstétricas durante o regime
Nacional-Socialista (SOMMER, 1994, p. 170-171). A eficácia de várias vacinas
e drogas contra o tifo exantemático foram experimentadas nos campos de
concentração de Buchenwald e Natzweilwe. Pessoas previamente vacinadas e
controles não vacinados eram  infectados com Rickettsia e as porcentagens de
morte nos dois grupos comparadas.


Em outro estudo, noventa ciganos receberam alternadamente água de mar para
estudar-se o quadro clínico de hipertonicidade plasmática. Os experimentos do professor Gebhardt que, para testar a ação da sulfonamida, produziu
necrose e em seguida inoculou bacilo de necrose gasosa em prisioneiras
políticas polonesas contribuiu para o melhor conhecimento dessa droga
(ALEXANDER, 1949).

A qualidade técnica de alguns experimentos nazistas foi referendada pelo fato de que em 1945, um pesquisador norte-americano, Dr. Leo Alexander, por delegação do Departamento de Comércio dos EUA, publicou uma compilação dos dados de algumas dessas pesquisas na esperança de  que “that it will be of
direct benefit to U.S. science and industry”.


Tanto que nem todos essescientistas alemães foram julgados em Nuremberg. Alguns foram levados por militares norte-americanos para os EUA no pós-guerra imediato para trabalhar nos seus centros de pesquisas, utilizando seus conhecimentos e dados obtidos nos experimentos com  esses “seres inferiores” (WIGODSKI & HOPPE, 1996).
 
E para mostrar que esse comportamento não é característico ou específico de
determinada sociedade, cultura ou estado, o Japão também usou cobaias
humanas, os chineses, pejorativamente chamados de  marutas, na Unidade 731,
na Manchúria, região então ocupada pelos japoneses.

Durante treze anos, de 1933 a 1945, pelo menos 3000 pessoas, adultos e
crianças, sofreram inoculação de microorganismos virulentos para pesquisa de doenças infecciosas. No fim da guerra, os poucos “marutas”  obreviventes
foram mortos e os prédios dinamitados. Os homens envolvidos nessas pesquisas criminosas foram empregados pelos EUA através de um acordo com o Alto Comando Aliado: suas vidas e a absolvição de seus crimes em troca dos dados obtidos nessas pesquisas (CHIARETTI, 1993). Isso também mostra que as informações obtidas a partir de experimentos incompatíveis com os valoreséticos são, as vezes, mais valorizadas que a vida e a dignidade humana (SEIDELMAN, 1989).

 

E as recentes denúncias, lamentavelmente verdadeiras, de práticas de eugenia racial em vários outros países da Europa (Suíça, Suécia, Dinamarca, Finlândia, Estônia e Áustria) antes, durante e depois da Segunda Guerra, mostram que a capacidade dos cientistas de fazer o  mal é pelo menos de
igual magnitude da de fazer o bem.   Alguns exemplos de experimentos
realizados nos EUA entre 1930 e 1950, financiados e incentivados pelo
governo, universidades e coletividade, confirmam  isso.


De 1932 a 1972, em Tuskegee, Alabama-EUA, 412
homens sifilíticos, negrosiletrados e pobres, foram mantidos sem tratamento, mesmo após a descoberta da penicilina, com o objetivo de se conhecer a evolução da sífilis. Nãoapenas era negado a eles o tratamento, mas também a informação de que tinham sífilis. E, portanto, conviviam com suas parceiras sexuais sem nenhum cuidado, contribuindo para a disseminação da sífilis entre a população negra do Alabama. Esse experimento,  apesar do tempo prolongado de sua realização e de ser do conhecimento de inúmeros médicos, só foi suspenso em 1972, quando denunciado por um jornalista do Washington Post, quase trinta anosdepois de se  conhecer a eficácia da penicilina no tratamento da sífilis(MARWICK, 1988).

Durante  quatro décadas, 14 trabalhos científicos foram publicados sobre
este estudo. O que hoje conhecemos sobre os efeitos da sífilis no coração,
cérebro e articulações deve-se, em parte, a esse experimento.  Periódicos
científicos, tais como o New England Journal of Medicine e o American
Journal of Medicine publicaram alguns destes artigos, que fazem referência
explícita aos dados obtidos nesse estudo. Nenhuma dessas revistas comentou as circunstâncias nas quais os dados foram obtidos (CAPLAN, 1995, p. 103-104).


Entre 1940 e 1970, vários experimentos com substâncias radioativas, cujosefeitos deletérios já eram conhecidos na época, foram realizados pelogoverno norte-americano, envolvendo aproximadamente nove mil pessoas, entreelas crianças, presidiários e doentes mentais(LANE, 1995). Em estudo
realizado durante dez anos pela Universidade de  Harvard e peloMassachusetts Institute of Tecnology (MIT), em uma escola  pública deWaltham-Massachusetts, 49 adolescentes sadios e 61 crianças com retardomental, receberam alimentos radioativos e injeções de radioisótopos. Esse experimento fez parte de um conjunto de pesquisas, financiadas eincentivadas pelo governo dos EUA, onde crianças, prisioneiros e pobresforam “cobaias” de procedimentos de alto risco(…)

Um comitê, constituído pelo governo norte-americano em 1994 para analisardenúncias de práticas antiéticas nessas pesquisas financiadas pelo governonorte-americano entre 1944 e 1974, revelou que, apesar de ter havido váriasdiscussões a respeito nos altos escalões  científicos e governamentaisnorte-americanos durante todo o desenrolar das pesquisas e de se conhecer os
seus riscos, raramente houve a preocupação de se obter consentimento das pessoas envolvidas nestes experimentos  (ADVISORY COMMITTEE, 1996). Essecomitê comprovou que nos anos quarenta foram administrados em pacienteshospitalizados e em prisioneiros e  crianças, plutônio e outras substâncias radioativas com fins não terapêuticos, além de se fazer contaminação ambiental intencional para observação de seus efeitos em moradores dessas áreas, sem o seu conhecimento e concordância (FADEN, 1996). Estas pesquisas foram realizadas em instituições do porte das universidades de Rochester
(NY), de Chicago e da Califórnia e do Massachusetts General Hospital, de
Boston e a  maioria destes estudos eram corretos metodologicamente, o que
mostra que um estudo pode ser cientificamente viável e moralmente condenável (MARWICK, 1988).

 

Fonte: MOTA, Joaquim Antônio César. Tese de doutoramento: “A criança comosujeito de experimentação científica: uma análise histórica dos aspectos éticos”, UFMG, agosto de 1998.
__________________________________________________________________

Joaquim Antônio César Mota – Médico. Professor Adjunto III, doutor, do
Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG –
Universidade Federal de Minas Gerais. Membro da Comissão de Ética em
Pesquisa da UFMG. Diretor Geral do Hospital das Clínicas da UFMG.
Membro do Conselho Municipal de Saúde de Belo Horizonte e do Conselho de Usuários do Hospital das Clínicas da UFMG.

Dissertação de Mestrado: “A ideologia implícita no discurso da amamemtação materna e estudo retrospectivo comparando crescimento e
morbidade de lactentes em uso de leite humano e leite de vaca”, UFMG,1990.
Tese de doutoramento: “A criança como sujeito de experimentação
científica: uma análise histórica dos aspectos éticos”, UFMG, 1998.
e-mail: jacmota@medicina.ufmg.br

—-
%d blogueiros gostam disto: