Os países que têm o aborto liberado, a interrupção voluntaria da gravidez descriminalzada, são os que têm os mais altas taxas de MORBIDADE e de MORTALIDADE DAS MULHERES

Conheça Physicians For Life.

E leia sobre as pesquisas mundiais demonstrativas de índices de mortalidade das mulheres. O risco de desenvolver câncer é altíssimo por consumo dos contraceptivos e do abortamento provocado. Os países que têm o aborto liberado, a interrupção voluntaria da gravidez descriminalzada, são os que têm os mais altas taxas de MORBIDADE e de MORTALIDADE DAS MULHERES. Coincidentemente, estes países, como a Russia e a Espanha, tornam-se exportadores de matéria-prima para plásticas, industria de cosméticos e transplantes de tecidos e órgãos vitais únicos de crianças abortadas até o ultimo momento antes do parto [aos 9 meses de gestação!] através do aborto-parcial. Além disso, estes mesmos países vivem hoje crises demograficas: o Número de abortos é superior aos nascimentos.

 

http://www.physiciansforlife.org/content/view/1111/26/

Birth Control May Increase the Risk of Breast Cancer

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http://www.physiciansforlife.org/content/view/1111/26/

Controle De Natalidade

Pode Aumentar O Risco De Cancro Da Mama

 

Os contraceptivos orais aumentam o risco de câncer de mama em uma média de 44 por cento em mulheres pré-menopáusicas que tomaram – ou faziam – contraceptivos orais (ACOs) antes da sua primeira gravidez (em comparação com mulheres que não usaram contraceptivos orais), de acordo com uma análise abrangente dos estudos internacionais realizados entre 1980-2002 câncer de mama, ligando e contraceptivos. [“Uso Contraceptivo oral como Fator de Risco para a Pré-menopausa Câncer de Mama: Um Meta-análise”, publicado na revista da Clínica Mayo, Outubro de 2006]


Dos 23 estudos analisados, 21 apresentaram um risco aumentado de câncer de mama com OC usar antes de uma primeira gravidez em mulheres pré-menopáusicas.
O estudo parece reforçar a classificação 2005 da contracepção oral como uma substância cancerígena 1 Tipo (agente causador de câncer) para os seres humanos pela Agência Internacional para Pesquisa do Câncer.
[LifeSiteNews.com, 25Oct06]

 

Relatório Mundial de Mortalidade 2005

 [Divisão de População das Nações Unidas, 441 relatório da página]
http://www.un.org/esa/population/publications/worldmortality/WMR2005.pdf

Leis Contra O Aborto Protegem A Saúde Da Mulher

Um relatório impressionante que recentemente analisou mortalidade mundial. Os dados foram coletados a partir de todos os países do mundo. Foi um estudo muito abrangente. As estatísticas foram compiladas a partir de várias fontes, como registro civil, os censos populacionais, pesquisas e respostas governamentais a inquéritos.

De particular interesse foi o que este estudo demonstrou sobre a mortalidade materna eo aborto legal. E você vai ser muito surpreso ao descobrir que a fonte desta informação é!

As Nações Unidas têm sido os defensores do aborto a pedido. Por isso, é irónico que tal esforço colossal por parte da Divisão de População da ONU reforçará o argumento pró-vida que o aborto fere as mulheres.

A ONU publicou recentemente o Relatório de Mortalidade Mundial de 2005. Segundo a ONU, “é o primeiro de seu tipo” esforço por eles, e eles estão muito orgulhosos dela.

Um dos principais argumentos da indústria do aborto, e das Nações Unidas, tem sido que, se o aborto é ilegal, mais mulheres vão morrer de abortos ilegais. Além disso, a saúde das mulheres em geral sofreria menos se nao houvesse  restriçoes aos “direitos reprodutivos” dizem ABORTISTAS, ou seja, o aborto sob demanda “seria bom para a saude da mulher”.

AGORA MESMO ESTUDO PRÓPRIO DAS NAÇÕES UNIDAS MOSTRA QUE ISTO NÃO É A VERDADE.


Vamos olhar para alguns dos países onde os bebês ainda não nascidos e suas mães são protegidos do aborto.

Então, vamos compará-los com os países conhecidos onde o aborto é legal por toda a gravidez. Se a teoria pró-aborto é correto, as taxas de mortalidade das mulheres devem ser maiores nos países em que o aborto é proibido.

Há dois países, em particular, que foram alvos da indústria do aborto e pró-aborto das Nações Unidas – A Polónia e a Irlanda. Ambos têm leis que protegem os seus cidadãos mais vulneráveis, as crianças não-nascidas. Mas de acordo com o estudo da ONU, a mortalidade das mulheres é realmente baixa nesses dois países. A Polónia tem apenas 13 mortes de mulheres para cada 100.000 nascimentos. A Irlanda é mesmo, melhor com apenas 5 mortes por 100.000 nascimentos.

Agora, vamos comparar com países conhecidos para o aborto ilimitado. A Rússia tem um colossal 67 mortes de mulheres por cada 100.000 nascimentos. China, onde o aborto forçado é regularmente praticado, tem 56 mortes por 100.000 nascimentos.

Aqui é outra coisa. Quando se compara a expectativa de vida das mulheres em países sem o aborto legal com aqueles que têm aborto a pedido, as nações sem aborto ganham cada vez mais, mesmo quando comparado aos Estados Unidos.

Ainda há mais. Quando o estudo da ONU analisa a mortalidade infantil, a nação pró-vida da Irlanda sai por cima. Eles relataram apenas 7 mortes para cada 1.000 nascidos vivos. Este país que protege a vida no útero tem o melhor registo de manter os bebês vivos, após o nascimento, no mundo de ar respirável. Em comparação, a Rússia perde 12 bebês para cada 1.000 nascidos.

Reconhecemos que estatísticas precisas de cada país podem ser difícis de serem adquiridas mas o estudo da ONU usa as estatísticas mais atuais disponíveis.

Se queremos proteger as mulheres do mundo, se queremos capacitá-las e tornar suas vidas mais fácil e menos perigosa, então o aborto deve ser retirado da equação.
[Bradley Mattes, Conector questões da vida, abril de 2006]

 

Birth Control May Increase the Risk of Breast Cancer

Oral contraceptives increase the risk of breast cancer by an average of 44 percent in pre-menopausal women who took – or were taking – oral contraceptives (OCs) prior to their first pregnancy (as compared to women who had not used OCs), according to a comprehensive analysis of international studies conducted between 1980-2002, linking breast cancer and contraceptives. [“Oral Contraceptive Use as a Risk Factor for Pre-menopausal Breast Cancer: A Meta-analysis”, published in the journal of the Mayo Clinic, October 2006]

Of the 23 studies examined, 21 showed an increased risk of breast cancer with OC use prior to a first pregnancy in pre-menopausal women.

The study seems to reinforce the 2005 classification of oral contraception as a Type 1 carcinogen (cancer-causing agent) to humans by the International Agency for Cancer Research.

[LifeSiteNews.com, 25Oct06]

World Mortality Report 2005 [UN Population Division, 441 page report]

http://www.un.org/esa/population/publications/worldmortality/WMR2005.pdf  

 

Laws Against Abortion Protect Women’s Health

An astounding report came out recently which analyzed world mortality. Data was collected from every country in the world. It was a very comprehensive study. Statistics were compiled from various sources like civil registration, population censuses, surveys and Governmental responses to inquiries.

Of particular interest was what this study demonstrated about maternal mortality and legal abortion. And you’ll be very surprised to find out what the source of this information is!

The United Nations have long been advocates for abortion-on-demand. So it’s ironic that such a collossal effort on the part of the UN Population Division would strengthen the pro-life argument that abortion hurts women.

The UN recently published the World Mortality Report 2005. According to the UN, “it is the first of its kind” effort by them, and they’re very proud of it.

One of the main arguments of abortion industry, and that of the United Nations, has been that if abortion is illegal, more women will die from illegal, back-alley abortions. Further, women’s health in general would suffer without unfettered “reproductive rights,” i.e., abortion-on-demand.

Now even the United Nation’s own study shows this isn’t the case.

Let’s look at some of the countries where unborn babies and their mothers are protected from abortion. Then let’s compare them with countries known for legal abortion throughout pregnancy. If the pro-abortion theory is correct, women’s mortality rates should be higher in countries that ban abortion.

There are two countries in particular that have been targets of the abortion industry and the pro-abortion United Nations — Poland and Ireland. Both have laws protecting their most vulnerable citizens, preborn children. But according to the UN study, women’s mortality is actually low in these two countries. Poland has only 13 deaths of women for every 100,000 births. Ireland is even, better with only 5 deaths per 100,000 births.

Now, let’s compare that with countries known for unlimited abortion. Russia has a whopping 67 deaths of women per 100,000 births. China, where forced abortion is regularly practiced, has 56 deaths per 100,000 births.

Here’s something else. When we compare the life expectancy of women in countries without legal abortion with those who have abortion-on-demand, the abortion-free nations win every time, even when compared to the United States.

There’s still more. When the UN study looks at infant mortality, the pro-life nation of Ireland comes out on top. They reported only 7 deaths for every 1,000 babies born. This country that protects life in the womb has the best record of keeping babies alive in the air-breathing world. In comparison, Russia loses 12 babies for every 1,000 born.

We acknowledge accurate statistics may be difficult to acquire from every country, but the UN study uses the most current statistics available.

If we want to protect the women of the world, if we want to empower them and make their lives easier and less dangerous, then abortion should be taken out of the equation.

[Bradley Mattes, Life Issues Connector, April 2006]

 

Fecundidade fica abaixo do nível de reposição no Brasil

Fecundidade fica abaixo do nível de reposição no Brasil

Brasil: abaixo da taxa de reposição da população.
Brasileiras têm menos filhos.
Disponivel em
 

18/09/2008 – 10h01

Taxa de fecundidade fica abaixo do nível de reposição, aponta IBGE

da Redação
 
Com uma taxa de fecundidade de 1,95 filho por mulher e um aumento da população com mais de 60 anos, a população do Brasil continua envelhecendo a cada ano, de acordo com dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE.

Apesar de a taxa de fecundidade estar abaixo do nível de reposição populacional (2 filhos por mulher), ainda é muito cedo para afirmar que a população brasileira não está sendo reposta. “O número indica uma tendência de queda, mas está muito na fronteira para se afirmar que não há mais reposição da população”, diz Adriana Perenguy, técnica da Coordenadoria de Renda e Emprego do IBGE.
MULHERES TÊM MENOS FILHOS
1960
6,3 nascimentos/mulher
1970
5,8 nascimentos/mulher
1980
4,4 nascimentos/mulher
1991
2,9 nascimentos/mulher
2000
2,3 nascimentos/mulher
2005
2,1 nascimentos/mulher
2006
2,0 nascimentos/mulher
2007
1,95 nascimento/mulher
O índice, que vem caindo a cada nova pesquisa, é o menor já alcançado pelo país, e confirma a diminuição da população jovem brasileira. Essa queda vem sendo observada desde os anos 60, com a introdução de novos métodos contraceptivos. Na época, a fecundidade era de 6,3 nascimentos por mulher. Já em 1970, o índice caiu para 5,8 filhos por mulher e, dez anos depois, para 4,4. No ano passado, a taxa era de 2 filhos por mulher.

A região brasileira com a maior taxa de fecundidade é a Norte, com 2,6 filhos por mulher, seguida pela Nordeste, com 2,29, e a Centro-Oeste, com 2,01. A menor taxa é a da região Sudeste, com 1,62 filho por mulher. Na região Sul, foi registrado 1,78 filho por mulher.


Menos jovens

A população brasileira vem envelhecendo a cada ano, com o aumento contínuo dos residentes com mais de 40 anos. Em comparação aos dados de 1992 a 2007, as faixas etárias de 0 a 9 anos e de 10 a 17 anos sofreram reduções de 6,2 e 3,3 pontos percentuais, respectivamente. Já as faixas de 40 a 59 e 60 ou mais tiveram aumentos de 6,1 e 2,7 pontos percentuais, respectivamente.

ESTRUTURA ETÁRIA DA POPULAÇÃO
Norte
10,1
6,7
Nordeste
8,3
9,8
Sul
6,4
11,4
Sudeste
6,3
11,7
Centro-Oeste
7,9
8,6
Região
porcentagem das pessoas de 0 a 4 anos
porcentagem das pessoas de 60 anos ou mais
Com relação a 2006, a pesquisa revelou uma redução de 0,7% da população de 0 a 14 anos, que atualmente representa 25,4% da população do país. A faixa de 40 anos ou mais aumentou 4,2% e equivale agora a 33,2% da população, sendo que a de mais de 60 anos representa 10,5% – um leve aumento em relação a 2006, quando era 10,2%.

A região Norte continua sendo a única do Brasil onde a população de 0 a 4 anos é maior que a de 60 anos ou mais, com 1,6 milhão e 1 milhão de residentes, respectivamente. Além disso, ela foi a única a ter um crescimento dos jovens até 14 anos, com 1,3% de aumento, e é a que tem a menor porcentagem de população com mais de 40 anos, com um índice total de 23,7%.

Os brasileiros que vivem no Centro-Oeste agora ganham mais, em média, do que os habitantes do Sudeste. Os ganhos, no entanto, não foram bem distribuídos pela população. A região Centro-Oeste foi a única do país onde a concentração de renda aumentou entre 2006 e 2007.
MAIS NÚMEROS DA PNAD
Mulheres vivem mais
A pesquisa também apontou que as mulheres continuam sendo a maioria da população brasileira, com 51,2% dos residentes, ou seja, 97,2 milhões de pessoas. O dado não traz mudanças significativas em relação a 2006, quando a população residente era de 51,3% de mulheres e 48,7% de homens.

Ainda segundo o IBGE, nascem mais homens no país, mas são as mulheres que vivem mais. A pesquisa revela que o percentual de mulheres com 40 anos ou mais de idade é de 34,7% e o de homens, 31,5%. Na faixa etária mais jovem, de 0 a 4 anos, elas respondem por 7% da população residente, enquanto eles, por 7,7%.
Brasileiras têm menos filhos.

Disponivel em
http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/2008/09/18/ult4477u991.jhtm

En España (hoy son más de 100.000 abortos anuales) se multiplicarán por dos en pocos años. 250.000 bebés no saldrán con vida del seno de su madre Y los beneficios económicos de los empresarios del aborto crecerán

—– Original Message —–

From: “HazteOir.org” <boletin-admin@listas.hazteoir.org>
Sent: Sunday, July 19, 2009 12:00 PM
Subject: Conoces Derecho a Vivir?

Cristiane Rozicki, muy buenas!

Espero que te estén gustando los mensajes que estás recibiendo de HazteOir.org. Ahora queremos invitarte a unirte a una plataforma, que es posible que ya conozcas.

Si ya te has apuntado a Derecho a Vivir, te agradeceremos reenvíes este mensaje.

Te pongo en antecedentes…

El 4 de septiembre de 2008 la Ministra de Igualdad, Bibiana Aído, anunció una ley del aborto libre, que se aprobaría en 2009. Si esa ley llega a aprobarse, el delito del aborto – todavía vigente – desaparecerá en la práctica de nuestro Código Penal y el número de niños abortados en España (hoy son más de 100.000 abortos anuales) se multiplicarán por dos en pocos años. 250.000 bebés no saldrán con vida del seno de su madre. 250.000 mujeres sufrirán las consecuencias del aborto. Los beneficios económicos de los empresarios del aborto crecerán significativamente.

Ante este panorama, un grupo de ciudadanos decidimos hacer todo lo que esté en nuestras manos para tratar de parar esta masacre. El 8 de septiembre lanzamos un llamamiento a los miembros y foristas de HazteOir.org para recabar sus ideas y sugerencias sobre la campaña que estábamos planificando. Los mensajes de cientos de ciudadanos activos que nos enviaron sirvieron para dar forma a nuestro plan para parar la ley del aborto libre que pretende imponernos el Gobierno.

Y así decidimos lanzar una campaña masiva de información y concienciación sobre la realidad del aborto. Una campaña que vamos a desarrollar en torno al lema de “Derecho a Vivir” y a una página Web – www.derechoavivir.org – que servirá de centro de nuestras operaciones en Internet.

“Derecho a Vivir” quiere hacer llegar su mensaje a millones de españoles. Queremos establecer un diálogo continuo con nuestros conciudadanos que nos permita a todos conocer en detalle lo que significa el aborto. Si conseguimos nuestro propósito – estamos seguros – una mayoría social obligará a Zapatero a retractarse y retirar su proyecto de aborto libre.

Si quieres unirte a este movimiento pro-derechos civiles que va a hacer historia… Si quieres estar informado de las iniciativas de información y movilización que vamos a lanzar en los próximos meses… Si quieres hacer todo lo que esté en tus manos para parar la ley del aborto libre… Únete a “Derecho a vivir” firmando en:

http://derechoavivir.org

Y si todavía puedes hacer algo más, aquí te proponemos otras formas de colaborar con Derecho a Vivir:

http://derechoavivir.org/colabora/

¡Muchas gracias!

Ignacio Arsuaga y todo el equipo de HO

EL ABORTO AUMENTA EL RIESGO DE POSTERIORES NACIMIENTOS PREMATUROS.

EL ABORTO AUMENTA EL RIESGO DE POSTERIORES NACIMIENTOS PREMATUROS.

 

Hay por lo menos 49 estudios que han demostrado un aumento, estadísticamente significativo, del riesgo de nacimientos prematuros o de bajo peso en aquellas mujeres que se han hecho practicar uno o más abortos con anterioridad.

De estos estudios, hay algunos que se caracterizan por ser extensos, que también han demostrado que el riesgo de nacimientos prematuros tempranos se ha duplicado luego de dos abortos provocados. Los nacimientos prematuros tempranos son aquellos que ocurren a las 32 semanas de gestación.

Estos estudios también han demostrado que en las mujeres que se han hecho practicar cuatro o más abortos, el aumento del riesgo de nacimientos prematuros extremadamente tempranos promedia las nueve veces. En términos porcentuales, se trata de un aumento del 800%. Los nacimientos extremadamente tempranos son aquellos que ocurren a las 28 semanas de gestación.

Estos resultados indican que, a las mujeres que están contemplando el hacerse practicar un aborto, se les debe informar acerca de este potencial riesgo para sus posteriores embarazos. Debido a ello, estos resultados también indican que los médicos que practican abortos deben estar conscientes de los posibles litigios en los cuales pueden verse involucrados. Recientemente, ha habido mujeres que se han hecho practicar uno o más abortos y que luego han dicho que no se les informó adecuadamente acerca de los riesgos del mismo. Ello ha constituido un llamado de atención acerca de la importancia que se le debe dar al proceso de obtener un consentimiento informado para este procedimiento.

Estos resultados también han constituido un llamado de atención a los médicos que atienden a mujeres embarazadas que se han hecho practicar uno o más abortos con anterioridad, en cuanto a la necesidad de intensificar el cuidado prenatal.

La fuente citada abajo que da a conocer los resultados de los referidos estudios, menciona los siguientes países donde al menos algunos de dichos estudios se llevaron a cabo: Holanda, Australia, Alemania, Dinamarca, EEUU y Canadá. En todos estos países, lamentablemente, el aborto es legal. De ahí la importancia que los autores le dan al consentimiento informado que se les debe facilitar a las mujeres que contemplan el hacerse practicar un aborto.

Fuente: Brent Rooney y Byron C. Calhoun, M.D., “Induced Abortion and Risk of Later Premature Births,” Journal of American Pediatrics and Surgeons, Vol. 8, No. 2, Verano del 2003, págs. 46-47, http://www.jpands.org/vol8no2/rooney.pdf.

 

BOLETÍN ELECTRÓNICO DE VIDA HUMANA INTERNACIONAL (VHI)

SECCIÓN HISPANA DE HUMAN LIFE INTERNATIONAL (HLI)

7 DE FEBRERO DEL 2006, VOL. 10. NO. 8.

Disponível em

http://www.vidahumana.org/news/7FEBRERO2006.html#3

Aborto: danos e conseqüênciasa

Aborto: danos e conseqüências

Tradução de DOMINGOS ANTONIO CAMPAGNOLO

Disponível em

http://www.providafamilia.org/danos.htm


Fala-se muito de aborto, poucas vezes, porém, se fala de suas complicações, seus danos e conseqüências. Por essa razão, apresentamos estas observações, para sua informação e reflexão.

Complicações imediatas do aborto, segundo o método empregado.

A – Método da Aspiração

1. Laceração do colo uterino provocada pelo uso de dilatadores.

Conseqüências:

– insuficiência do colo uterino, favorecendo abortos sucessivos no primeiro e no segundo trimestre (10% das pacientes);

– partos prematuros, na 20ª ou 30ª semana de gestação.

2. Perfuração do útero

Acontece quando é usada a colher de curetagem ou o aspirador; mais frequentemente, através do histerômetro (instrumento que mede a cavidade uterina). O útero grávido é muito frágil e fino; pode ser perfurado sem que o cirurgião se dê conta. É uma complicação muito séria.

Conseqüências:

– infecção e obstrução das trompas, provocando esterilidade;

– intervenção para estancar a hemorragia produzida;

– perigo de lesão no intestino, na bexiga ou nas trompas;

– a artéria do útero, nesses casos, frequentemente, é atingida, criando a necessidade de histerectomia (extirpação do útero), se não for possível estancar a hemorragia.

3. Hemorragias uterinas

Perda de sangue ou fortes hemorragias causadas pela falta de contração do músculo uterino. As perdas de sangue são mais intensas se a gravidez for avançada. Essas perdas são de 200 ml na 10ª semana de gravidez, 350 na 12ª, 450 na 13ª semana…

Conseqüências:

– necessidade de transfusão de sangue;

– ablação do útero, se a hemorragia não for estancada.

4. Endometrite (inflamação) pós-aborto (infecção uterina secundária, decorrente do aborto).

Apesar dos antibióticos administrados antes do aborto; há grande incidência de infecções e obstrução de trompas.

Conseqüências:

– esterilidade

– Gravidez ectópica (fora do lugar apropriado).

5. Evacuação incompleta da cavidade uterina. Necessidade de prolongar a sucção e de fazer uma curetagem imediata.

Danos e conseqüências:

– possibilidade de extração do endométrio (mucosa uterina);

– formação de aderências no interior do útero e, como conseqüência, esterilidade, frequentemente amenorréia (ausência de menstruação);

– possibilidade de placenta prévia na gravidez seguinte, criando a necessidade de cesariana.

B. A chamada Extração Menstrual

É possível que a paciente não esteja grávida.

Pode ocorrer uma extração incompleta (o ovo frequentemente não é extraído, tornando necessária uma curetagem).

C. Método das Laminárias

(tampão esterilizado feito de algas marinhas)

Pode ocorrer que fique preso tornando-se necessária uma histerectomia (extração do útero).

Conseqüências:

– infecções graves por causa da presença de corpo estranho

– as mesmas da histerectomia.

D. Solução Hipertônica Salina (Gravidez de 12 a 20 semanas)

Complicações muito sérias:

– retenção da placenta e hemorragia (50% necessitam de curetagem).

As mesmas complicações que uma curetagem pode produzir, com o agravante de uma possível perfuração do útero e da formação de aderências;

– infecção e endometrite (inflamação da mucosa do útero);

– hemorragia;

– coagulopatia e hemorragia abundante;

– intoxicação por retenção de água; efeitos secundários do soro salino e da pituita que podem causar falhas de funcionamento do coração e morte;

– perigo de entrada de solução salina na corrente sanguínea da mãe com efeitos mortais;

– possibilidade de gravidez mais avançada do que a informada pela mãe e, na ausência de um exame sério, poderia abortar uma criança de 2 quilos ou 2 quilos e meio. Esse tipo de aborto apresenta um perigo dez vezes superior à curetagem. A mortalidade vai de 4 a 22 por mil.

As razões do aborto denominado terapêutico são uma contra-indicação para o aborto através de solução salina.

E. Histerectomia (extração total do útero)

Complicações:

Os mesmos perigos e complicações de toda cirurgia intra-abdominal: hemorragia, infecção, peritonite, lesões da bexiga e dos ureteres. Complicações variadas em 38 a 61 por mil.

Complicações tardias do aborto

1 – Insuficiência ou incapacidade do colo uterino.

2 – Aumento da taxa de nascimentos por cesariana (para permitir que o bebê consiga viver mesmo que prematuro).

3 – Danos causados às trompas por possível infecção pós-aborto, causando infertilidade (em 18 % das pacientes). Maior número de complicações em mulheres grávidas que anteriormente provocaram aborto (67,5% entre as que abortaram e 13,4 entre as que não abortaram).

Dentre todas as complicações, a mais grave é a hemorragia, que transforma a nova gravidez em gravidez de alto risco.

4 – O aborto pode provocar complicações placentárias novas (placenta prévia), tornando necessária uma cesariana, para salvar a vida da mãe e da criança.

5 – O aborto criou novas enfermidades: síndrome de ASHERMAN e complicações tardias, que poderão provocar necessidade de cesariana ou de histerectomia.

6 – Isoimunização em pacientes Rh negativo. Aumento, conseqüentemente, do número de gravidez de alto risco.

7 – Partos complicados. Aumento do percentual de abortos espontâneos nas pacientes que já abortaram.

Conseqüencias sobre a criança não nascida

1 – Sobre a criança abortada:

– dores intensas (o feto é sensível à dor);

– morte violenta;

– aborto de crianças vivas que se deixam morrer.

2 – Sobre as crianças que nascem depois

Perigos e complicações:

– abortos de repetição no primeiro e no segundo trimestre de gravidez;

– partos prematuros;

– nascimento prematuro, através de cesariana, para salvar a vida da mãe e da criança. Trinta e três por cento de abortos são abortos em que as crianças nascem em posição invertida (de nádegas).

– parto difícil, contrações prolongadas;

– Gravidez ectópica (fora do lugar) nas trompas, podendo ser fatal para a mãe – para o feto o é sempre – (a gravidez ectópica, nas trompas, é oito vezes mais frequente depois de aborto provocado;

– malformações congênitas provocadas por uma placenta imperfeita;

– morte perinatal por prematuridade extra-uterina (50% morrem no primeiro mês de gravidez);

– os prematuros que sobrevivem com freqüência são excepcionais (paralisia cerebral, disfunções neurológicas etc.).

O ABORTO É A MORTE VIOLENTA DE UM SER HUMANO: É A DESTRUIÇÃO DO AMBIENTE NATURAL PARA O SEU DESENVOLVIMENTO.

Conseqüências psicológicas

a) Para a mãe:

– queda na autoestima pessoal pela destruição do próprio filho;

– frigidez (perda do desejo sexual);

– aversão ao marido ou ao amante;

– culpabilidade ou frustração de seu instinto materno;

– desordens nervosas, insônia, neuroses diversas;

– doenças psicossomáticas;

– depressões;

O período da menopausa é um período crucial para a mulher que provocou aborto.

b) Sobre os demais membros da família:

– problemas imediatos com os demais filhos por causa da animosidade que a mãe sofre. Agressividade – fuga do lar – dos filhos, medo destes de que os pais se separem, sensação de que a mãe somente pensa em si.

c) Sobre os filhos que podem nascer depois:

– atraso mental por causa de uma malformação durante a gravidez, ou nascimento prematuro.

d) Sobre o pessoal médico envolvido:

– estados patológicos que se manifestam em diversas formas de angústia, sentimento de culpa, depressão, tanto nos médicos quanto no pessoal auxiliar, por causa da violência contra a consciência.

Os abortos desmoralizam profissionalmente o pessoal médico envolvido, porque a profissão do médico é a de salvar a vida, não de destrui-la.

Conseqüências sociais

O relacionamento interpessoal, frequentemente, fica comprometido depois do aborto provocado.

a) Entre os esposos ou futuros esposos:

– antes do matrimônio: muitos jovens perdem a estima pela jovem que abortou, diminuindo a possibilidade de casamento;

– depois do casamento: hostilidade do marido contra a mulher, se não foi consultado sobre o aborto; hostilidade da mulher contra o marido, se foi obrigada a abortar.

O relacionamento dos esposos pode ficar profundamente comprometido.

É evidente que as conseqüências, a longo prazo, sobre a saúde da mãe podem complicar seriamente a estabilidade familiar.

b) Entre a mãe e os filhos:

– muitas mulheres temem a reação dos filhos por causa do aborto provocado;

– perigo de filhos prematuros e excepcionais, com todos os problemas que isso representa para a família e a sociedade.

c) Sobre os médicos

– sobre os médicos que praticam o aborto fora de um centro autorizado: correm o perigo de serem denunciados. Todos, em geral, estão sujeitos a denúncias por descuidos ou negligências na prática do aborto.

d) Sobre os médicos e o pessoal de saúde envolvidos em abortos legais:

– possibilidade de perda de emprego se negarem a praticar aborto por questão de consciência;

– possibilidade de sobrecarga de trabalho, por causa do aumento do número de abortos.

e) Sobre a sociedade em geral:

1. Sobrecarga fiscal sobre os cidadãos que pagam impostos:

– aborto pago pela previdência social;

– preço pago por crianças que nascem com defeitos em conseqüência de abortos provocados.

2. Relaxamento das responsabilidades específicas da paternidade e da maternidade; o aborto, com freqüência, substitui o anticoncepcional.

3. Tendência ao aumento de todo tipo de violência, sobretudo contra os mais fracos. Conseqüência: infanticídio e eutanásia.

4. Aumento das doenças psicológicas no âmbito de um setor importante para a sociedade, particularmente entre as mulheres de idade madura e entre os jovens.

5. Aumento considerável do número de pessoas com defeitos físicos ou psíquicos, com todas as conseqüências que isso significa para a sociedade em geral.

NOTA: Este folheto foi publicado em francês pelo Movimento Pró-Vida do Canadá e, em espanhol, pelo de Alicante, Espanha. Vida Humana Internacional o reproduz com a autorização dos autores.

Vida Humana Internacional, 45 S.W. 71st Ave., Miami, Flórida 33144 – USA Tel: (305) 260-0560; FAX : (305) 260-0595; E-mail: latinos@vidahumana.org –

Publicado pela Associação Nacional Provida e Pró-Família com autorização de VIDA HUMANA INTERNACIONAL.

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