Os países que têm o aborto liberado, a interrupção voluntaria da gravidez descriminalzada, são os que têm os mais altas taxas de MORBIDADE e de MORTALIDADE DAS MULHERES

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E leia sobre as pesquisas mundiais demonstrativas de índices de mortalidade das mulheres. O risco de desenvolver câncer é altíssimo por consumo dos contraceptivos e do abortamento provocado. Os países que têm o aborto liberado, a interrupção voluntaria da gravidez descriminalzada, são os que têm os mais altas taxas de MORBIDADE e de MORTALIDADE DAS MULHERES. Coincidentemente, estes países, como a Russia e a Espanha, tornam-se exportadores de matéria-prima para plásticas, industria de cosméticos e transplantes de tecidos e órgãos vitais únicos de crianças abortadas até o ultimo momento antes do parto [aos 9 meses de gestação!] através do aborto-parcial. Além disso, estes mesmos países vivem hoje crises demograficas: o Número de abortos é superior aos nascimentos.

 

http://www.physiciansforlife.org/content/view/1111/26/

Birth Control May Increase the Risk of Breast Cancer

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Controle De Natalidade

Pode Aumentar O Risco De Cancro Da Mama

 

Os contraceptivos orais aumentam o risco de câncer de mama em uma média de 44 por cento em mulheres pré-menopáusicas que tomaram – ou faziam – contraceptivos orais (ACOs) antes da sua primeira gravidez (em comparação com mulheres que não usaram contraceptivos orais), de acordo com uma análise abrangente dos estudos internacionais realizados entre 1980-2002 câncer de mama, ligando e contraceptivos. [“Uso Contraceptivo oral como Fator de Risco para a Pré-menopausa Câncer de Mama: Um Meta-análise”, publicado na revista da Clínica Mayo, Outubro de 2006]


Dos 23 estudos analisados, 21 apresentaram um risco aumentado de câncer de mama com OC usar antes de uma primeira gravidez em mulheres pré-menopáusicas.
O estudo parece reforçar a classificação 2005 da contracepção oral como uma substância cancerígena 1 Tipo (agente causador de câncer) para os seres humanos pela Agência Internacional para Pesquisa do Câncer.
[LifeSiteNews.com, 25Oct06]

 

Relatório Mundial de Mortalidade 2005

 [Divisão de População das Nações Unidas, 441 relatório da página]
http://www.un.org/esa/population/publications/worldmortality/WMR2005.pdf

Leis Contra O Aborto Protegem A Saúde Da Mulher

Um relatório impressionante que recentemente analisou mortalidade mundial. Os dados foram coletados a partir de todos os países do mundo. Foi um estudo muito abrangente. As estatísticas foram compiladas a partir de várias fontes, como registro civil, os censos populacionais, pesquisas e respostas governamentais a inquéritos.

De particular interesse foi o que este estudo demonstrou sobre a mortalidade materna eo aborto legal. E você vai ser muito surpreso ao descobrir que a fonte desta informação é!

As Nações Unidas têm sido os defensores do aborto a pedido. Por isso, é irónico que tal esforço colossal por parte da Divisão de População da ONU reforçará o argumento pró-vida que o aborto fere as mulheres.

A ONU publicou recentemente o Relatório de Mortalidade Mundial de 2005. Segundo a ONU, “é o primeiro de seu tipo” esforço por eles, e eles estão muito orgulhosos dela.

Um dos principais argumentos da indústria do aborto, e das Nações Unidas, tem sido que, se o aborto é ilegal, mais mulheres vão morrer de abortos ilegais. Além disso, a saúde das mulheres em geral sofreria menos se nao houvesse  restriçoes aos “direitos reprodutivos” dizem ABORTISTAS, ou seja, o aborto sob demanda “seria bom para a saude da mulher”.

AGORA MESMO ESTUDO PRÓPRIO DAS NAÇÕES UNIDAS MOSTRA QUE ISTO NÃO É A VERDADE.


Vamos olhar para alguns dos países onde os bebês ainda não nascidos e suas mães são protegidos do aborto.

Então, vamos compará-los com os países conhecidos onde o aborto é legal por toda a gravidez. Se a teoria pró-aborto é correto, as taxas de mortalidade das mulheres devem ser maiores nos países em que o aborto é proibido.

Há dois países, em particular, que foram alvos da indústria do aborto e pró-aborto das Nações Unidas – A Polónia e a Irlanda. Ambos têm leis que protegem os seus cidadãos mais vulneráveis, as crianças não-nascidas. Mas de acordo com o estudo da ONU, a mortalidade das mulheres é realmente baixa nesses dois países. A Polónia tem apenas 13 mortes de mulheres para cada 100.000 nascimentos. A Irlanda é mesmo, melhor com apenas 5 mortes por 100.000 nascimentos.

Agora, vamos comparar com países conhecidos para o aborto ilimitado. A Rússia tem um colossal 67 mortes de mulheres por cada 100.000 nascimentos. China, onde o aborto forçado é regularmente praticado, tem 56 mortes por 100.000 nascimentos.

Aqui é outra coisa. Quando se compara a expectativa de vida das mulheres em países sem o aborto legal com aqueles que têm aborto a pedido, as nações sem aborto ganham cada vez mais, mesmo quando comparado aos Estados Unidos.

Ainda há mais. Quando o estudo da ONU analisa a mortalidade infantil, a nação pró-vida da Irlanda sai por cima. Eles relataram apenas 7 mortes para cada 1.000 nascidos vivos. Este país que protege a vida no útero tem o melhor registo de manter os bebês vivos, após o nascimento, no mundo de ar respirável. Em comparação, a Rússia perde 12 bebês para cada 1.000 nascidos.

Reconhecemos que estatísticas precisas de cada país podem ser difícis de serem adquiridas mas o estudo da ONU usa as estatísticas mais atuais disponíveis.

Se queremos proteger as mulheres do mundo, se queremos capacitá-las e tornar suas vidas mais fácil e menos perigosa, então o aborto deve ser retirado da equação.
[Bradley Mattes, Conector questões da vida, abril de 2006]

 

Birth Control May Increase the Risk of Breast Cancer

Oral contraceptives increase the risk of breast cancer by an average of 44 percent in pre-menopausal women who took – or were taking – oral contraceptives (OCs) prior to their first pregnancy (as compared to women who had not used OCs), according to a comprehensive analysis of international studies conducted between 1980-2002, linking breast cancer and contraceptives. [“Oral Contraceptive Use as a Risk Factor for Pre-menopausal Breast Cancer: A Meta-analysis”, published in the journal of the Mayo Clinic, October 2006]

Of the 23 studies examined, 21 showed an increased risk of breast cancer with OC use prior to a first pregnancy in pre-menopausal women.

The study seems to reinforce the 2005 classification of oral contraception as a Type 1 carcinogen (cancer-causing agent) to humans by the International Agency for Cancer Research.

[LifeSiteNews.com, 25Oct06]

World Mortality Report 2005 [UN Population Division, 441 page report]

http://www.un.org/esa/population/publications/worldmortality/WMR2005.pdf  

 

Laws Against Abortion Protect Women’s Health

An astounding report came out recently which analyzed world mortality. Data was collected from every country in the world. It was a very comprehensive study. Statistics were compiled from various sources like civil registration, population censuses, surveys and Governmental responses to inquiries.

Of particular interest was what this study demonstrated about maternal mortality and legal abortion. And you’ll be very surprised to find out what the source of this information is!

The United Nations have long been advocates for abortion-on-demand. So it’s ironic that such a collossal effort on the part of the UN Population Division would strengthen the pro-life argument that abortion hurts women.

The UN recently published the World Mortality Report 2005. According to the UN, “it is the first of its kind” effort by them, and they’re very proud of it.

One of the main arguments of abortion industry, and that of the United Nations, has been that if abortion is illegal, more women will die from illegal, back-alley abortions. Further, women’s health in general would suffer without unfettered “reproductive rights,” i.e., abortion-on-demand.

Now even the United Nation’s own study shows this isn’t the case.

Let’s look at some of the countries where unborn babies and their mothers are protected from abortion. Then let’s compare them with countries known for legal abortion throughout pregnancy. If the pro-abortion theory is correct, women’s mortality rates should be higher in countries that ban abortion.

There are two countries in particular that have been targets of the abortion industry and the pro-abortion United Nations — Poland and Ireland. Both have laws protecting their most vulnerable citizens, preborn children. But according to the UN study, women’s mortality is actually low in these two countries. Poland has only 13 deaths of women for every 100,000 births. Ireland is even, better with only 5 deaths per 100,000 births.

Now, let’s compare that with countries known for unlimited abortion. Russia has a whopping 67 deaths of women per 100,000 births. China, where forced abortion is regularly practiced, has 56 deaths per 100,000 births.

Here’s something else. When we compare the life expectancy of women in countries without legal abortion with those who have abortion-on-demand, the abortion-free nations win every time, even when compared to the United States.

There’s still more. When the UN study looks at infant mortality, the pro-life nation of Ireland comes out on top. They reported only 7 deaths for every 1,000 babies born. This country that protects life in the womb has the best record of keeping babies alive in the air-breathing world. In comparison, Russia loses 12 babies for every 1,000 born.

We acknowledge accurate statistics may be difficult to acquire from every country, but the UN study uses the most current statistics available.

If we want to protect the women of the world, if we want to empower them and make their lives easier and less dangerous, then abortion should be taken out of the equation.

[Bradley Mattes, Life Issues Connector, April 2006]

 

22 Respostas

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  13. O governo brasileiro liberou o aborto: LEI Nº 12.845, DE 1º DE AGOSTO DE 2013. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2013/lei/l12845.htm

    Essa lei é uma vergonha para a nação brasileira. É uma vergonha. Essa lei deve ser cancelada!!!

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