A noticia sobre 150 embrioes híbridos humanos cultivados em laboratórios no Reino Unido: Os embriões foram produzidos secretamente nos últimos três anos

 
A noticia sobre 150 embrioes híbridos humanos cultivados em laboratórios no Reino Unido: Os embriões foram produzidos secretamente nos últimos três anos 

livre traduçao e comentario

The revelation comes just a day after a committee of scientists warned of a nightmare ‘Planet of the Apes’ scenario in which work on human-animal creations goes too far.


Por Daniel Martin e Simon Caldwell Atualizado às 08h19 em 25 de julho, 2011
“Cientistas criaram mais de 150 embriões híbridos humanos em laboratórios britânicos.” “Os híbridos foram produzidos secretamente nos últimos três anos por pesquisadores olhando para possíveis utilidades para uma ampla gama de doenças, diz a matéria.” “A revelação vem apenas um dia depois de um comitê de cientistas alertou para o criaram mais de 150 embriões híbridos humanos – “Planet of the Apes” – um cenário grotesco em que a pesquisa em seres humanos e criações de embriões vai longe demais.”  
“A Fertilização e Embriologia Humana estão atualmente a considerar se os doadores podem ser pagos por seus serviços.”
 Um modo de conquistar doadores frescos ou congelados, ambos vivos.
 “Na noite passada, um militante contra os excessos da pesquisa médica disse que estava enojado que os cientistas estavam “engatinhando no grotesco”. “
 
 
De fato, a cura para doenças autoimunitarias, mal de Parkinson e Alzheimer, esclerose múltipla, cancro, diabetes e outras tantas que mais matam pessoas no mundo, já foi descoberta.
 
Em outubro de 2003 foi publica, no Brasil e no exterior, a informação medica-cientifica do artigo “High doses of riboflavin and the elimination of dietary red meat promote the recovery of some motor functions in Parkinson’s disease patients”, assinado por Cícero Galli Coimbra, professor do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da Universidade Federal de São Paulo, e por Virgínia Junqueira, do Centro de Estudos do Envelhecimento, da mesma universidade. A publicação deste artigo em Revista Medica Internacional foi decisiva para a erradicação do mal de Parkinson por terapia natural.
Braz J Med Biol Res, October 2003, Volume 36(10) 1409-1417
 
Em casos de doenças autoimunitárias, tais como a esclerose múltipla, artrite reumatoide, psoriase, hipertireoidismo, hipotireoidismo, lupus, vitiligo, por exemplo, existe deficiência de vitamina D confirmada em exames de sangue. Esta deficiência de vitamina D torna as pessoas mais supcetiveis à depressão e aos estados de sofrimento emocional, que são as condições adequadas à perda de massa neural, o envelhecimento do sistema nervoso. Por outro lado, a solução simples, para estas pessoas, é o consumo de altas doses de vitamina D. A vitamina D é capaz de produzir um estado de bem-estar indescritível, unida ao estado de tranquilização, permite a obtenção de uma condição de estabilização e recuperação do sistema nervoso. É importante que se saiba, em condições de equilíbrio — vitaminas deficientes complementadas e o aspecto emocional tranquilo –, voltam a nascer células-tronco, e novos neuronios, todos os dias.
 

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla  – artigo do Dr. Phd Cicero Galli Coimbra.

Vitamina D pode combater males que mais matam pessoas no mundo
 
“Vitamin D: a natural inhibitor of multiple sclerosis”
Colleen E. Hayes
Department of Biochemistry, University of Wisconsin-Madison, 433 Babcock Drive, Madison, Wisconsin 53706, USA
 
 
“O Daily Mail mostrou figuras de 155 embriões ‘misturados’, contendo material genético de animal humano, que foram criados desde a introdução da Lei de Fertilização Humana e Embriologia de 2008.”
 “Esta lei permitiu a criação de uma variedade de embriões humanos híbridos, incluindo um óvulo animal fertilizado por um espermatozóide humano; ‘híbridos’, em que um núcleo humano é implantado em uma célula animal; e variedades’, em que as células humanas são misturados com embriões de outros animais.”“Mais …
Hospital na esperança de economizar dinheiro diz que as famílias deixaram de visitar parentes doentes e, em vez de chamá-los SKYPE, usaram tais pacientes nas experiências” – TRINTA embriões foram criados para cada bebê – embrião – nascido pela fertilização in vitro  … e milhares são jogados fora…

 

Cuidado com “Planet of the Apes” experimentos que podem criar pesadelos vingados em experiências cientificas” …  
“Cientistas dizem que as técnicas podem ser usadas para desenvolver células-tronco embrionárias, que podem ser usadas para tratar uma série de doenças incuráveis.”

“Três laboratórios no Reino Unido – no Kings College London, University Newcastle e da Universidade de Warwick – foram concedidas licenças para realizar a investigação depois que a Lei entrou em vigor.” “Todos têm agora que parar de criar embriões híbridos, devido à falta de financiamento, mas os cientistas acreditam que haverá mais esse trabalho no futuro.”  
‘Centro de pesquisa: Universidade de Warwick tem vindo a crescer de animais híbridos humano ao longo dos últimos três anos “

“Ontem à noite ele disse: ‘eu argumentei no Parlamento contra a criação de híbridos humano-animal como uma questão de princípio. Nenhum dos cientistas que apareceu diante de nós pode nos dar qualquer justificativa em termos de tratamento. “
Eticamente, nunca podem ser justificáveis ​​– desacredita-nos como um país. É imiscuir-se no grotesco.” “A cada etapa a justificação dos cientistas foi: se você só nos permitem fazer isso, vamos encontrar a cura para todas as doenças conhecidas pela humanidade. Isso é chantagem emocional.
“Dos 80 tratamentos e curas que surgiram a partir de células-tronco, todos vieram a partir de células-tronco adultas – Não aquelas que são embrionárias.  “Por razões éticas e morais isso deve parar, e sobre as experiências científicas e médicas também.”


Josephine Quintavalle, da pró-vida Comment on Reproductive Ethics grupo, disse: “Estou horrorizado que isso está acontecendo e nós não sabíamos nada sobre isso.
‘Por que eles mantiveram esse segredo? Se eles estão orgulhosos do que estão fazendo, por que precisamos de fazer perguntas parlamentares para que isso venha à luz?
“O problema com muitos cientistas é que eles querem fazer as coisas porque querem experimentar. Isso não é uma razão boa o suficiente. ”

 
Centro de testes: Newcastle University foi outro site onde o teste híbrido humano animal foi levado a cabo
No início desta semana, um grupo de cientistas alertou sobre “Planet of the Apes” experimentos. Eles pediram novas regras para evitar que os animais de laboratório recebam atributos humanos, por exemplo através da injeção de células-tronco humanas no cérebro de primatas.

Mas o principal autor do seu relatório, o professor Robin Lovell-Badge, do Instituto Nacional do Medical Research Council ‘s de Pesquisa Médica, disse que os cientistas não estavam preocupados com humano-animal embriões híbridos porque pela lei, têm de ser destruídos em 14 dias .
Ele disse: “A razão para fazer estes experimentos é entender mais sobre o desenvolvimento humano inicial e chegar a formas de curar doenças graves, como um cientista e eu sinto que há um imperativo moral para prosseguir esta pesquisa.

“Enquanto temos controles suficientes – como fazemos neste país – nós devemos estar orgulhosos da pesquisa.”


No entanto, ele chamou para controles mais rigorosos sobre outro tipo de pesquisa com embriões, em que os embriões são implantados em animais com uma pequena quantidade de material genético humano. Híbridos humano-animal também são criados em outros países, muitos dos quais têm pouca ou nenhuma regulamentação.
 
 
 

Embrião humano dialoga com a mãe e a protege

Embrião humano dialoga com a mãe, diz especialista em biologia molecular

A especialista em biologia molecular Profa. Dra. Lílian Piñero Eça afirmou que duas a três horas após a fecundação, o embrião humano já se comunica com sua mãe.
De acordo com a Dra. Lílian, que estuda sinais de células de embriões no útero (por meio de moléculas marcadas), pelo menos 100 neurotransmissores são emitidos pelo embrião para os 75 trilhões de células existentes no corpo da gestante, que começa a sofrer mudanças hormonais.
Segundo a pesquisadora, essa é a forma de o embrião “falar” para o corpo da mãe se preparar para a gravidez. “A mãe apresenta uma série de manifestações para ficar em repouso para receber o futuro bebê, como ficar com sono, por exemplo”, afirma a pesquisadora.
A Dra. Lílian disse também que se o embrião for retirado do corpo da mãe de forma abrupta, ela sofre uma espécie de “blackout” que aumenta a propensão para depressão e suicídio.
A Dra. Lilian é biomédica, Doutora em Biologia Molecular pela UNIFESP, e Coordenadora do Curso de Células Tronco Adultas do CEU e do CAS (Centro de Atualização em Saúde). Trabalha na pesquisa sobre o uso de Células Tronco Adultas na busca de melhores condições de vida para pessoas.
Recentemente ela foi a terceira expositora do grupo a favor da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizada contra a Lei de Biossegurança.
 

http://algarvepelavida.blogspot.com/2007/05/embrio-humano-dialoga-com-me-diz.html

Criança nasce de embrião que permaneceu congelado por duas décadas

 
 
 

Bebé nasce de embrião congelado há 20 anos

 

Terça-feira, 12 de Outubro de 2010

Bebé nasce de embrião congelado há 20 anos
 
Uma mulher de 42 anos deu à luz um rapaz saudável, a partir de um embrião que permaneceu congelado por quase duas décadas. Os cientistas que estiveram envolvidos no processo mostraram-se surpresos, já que não conheciam nenhum caso de gravidez resultante de um embrião humano congelado por tanto tempo.

O caso foi por isso relatado pela equipa da Instituto Jones de Medicina Reprodutiva, em Norfolk, Virgínia (EUA), num artigo científico publicado na Fertility and Sterility, da Sociedade Americana para a Medicina Reprodutiva.
A paciente que recebeu os embriões possuía uma baixa reserva ovarina, ou seja, tinha poucos óvulos disponíveis e fazia tratamento de fertilização há dez anos. Os médicos descongelaram então cinco embriões que tinham sido doados anonimamente por um casal que fez um tratamento de fertilização naquela clínica, 20 anos antes.

“Congelar embriões é uma prática que só começou a ser corrente nos anos 90, então este [embirão] estava certamente entre os que foram congelados logo no início deste processo”, explicou à BBC Brasil o diretor científico e professor honorário do Centro de Medicina Reprodutiva da Universidade de Glasgow, Richard Fleming.
“Este é sem sombra de dúvida o caso mais antigo de que já ouvi falar, e mostra como um embrião de boa qualidade pode desenvolver-se normalmente, independentemente de ter sido gerado em 1990 ou 2010”, acrescenta o responsável.
 

Cobrança de taxa de acompanhamento no parto por hospitais privados é legal

Cobrança de taxa de acompanhamento no parto por hospitais privados é legal

11/07/2011 – 14h40

 

Fonte: Roberta de Cássia
Foto: Reprodução Foixico

A Justiça Federal de Mato Grosso através do juiz Dr. Jeferson Sheneider da 2ª Vara negou o pedido de liminar do Ministério Público do Federal, que requeria a suspensão da cobrança da taxa de acompanhamento no parto em hospitais privados.
 
A Ação Civil Pública proposta pelo MPF com base na Lei 11.108/2005, que alterou a Lei n.º 8.080/90, na Resolução Normativa n.º 167/2007 e pela Resolução da ANVISA n.º 36/08, dizia que a cobrança de taxa de acompanhamento de parturiente no acolhimento, trabalho de parto, parto e pós-parto, seria ilegal. E determinava que fosse afixados cartazes informativos em locais de grande circulação, em especial na recepção, pronto-atendimento e setor financeiro, que é direito da gestante ter acompanhamento no acolhimento, trabalho de parto,  parto e pós-parto imediato.
 
Contudo, em nenhum momento os hospitais que figuraram como réus no processo questionam ou proíbem a presença de acompanhante da parturiente.   A questão central seria a obrigatoriedade do fornecimento gratuito pelos hospitais serviço que é oneroso, e portanto, gera um custo que engloba roupa esterilizada, estrutura física e pessoal preparado, ou seja, a legalidade da cobrança da taxa de acompanhamento pelos hospitais da rede privada.
Conforme o entendimento da Justiça, não há lei que proíba a cobrança de Taxa de Acompanhamento da Parturiente pelos hospitais particulares, cabendo às operadoras de plano de saúde e ao SUS – Sistema Único de Saúde – a obrigatoriedade de custear a referida taxa de serviço para seus usuários. No caso de parto particular ou não cobertura pelo plano de saúde, a taxa deve ser arcada pela paciente.

A decisão saiu em 11 de maio de 2011. O processo é  nº 22841-39.2010.4.01.36.00.

http://www.newscuiaba.com.br/Imprimir/8,3091,0,0,0,0/Cobranca_de_taxa_de_acompanhamento_no_parto_por_hospitais_privados_e_legal.html

Abortos Causam Transtornos Mentais na Mulher. Estudo na Nova Zelândia Requer Menos Abortos.

Abortos Causam Transtornos Mentais na Mulher. 

 

Estudo na Nova Zelândia Requer Menos Abortos.
 
 
Abortos Causam Transtornos Mentais
 
Comportamentos suicidas, depressão, dependência química, ansiedade e outros problemas mentais, posteriores ao aborto.
 

 

Abortion Causes Mental Disorders: New Zealand Study

May Require Doctors To Do Fewer Abortions Abort –

Sex. 10 de fevereiro de 2006

 

Pro-Choice Researcher Says Some Journals Rejected Politically Volatile Findings Pro-Choice Pesquisador diz que alguns Revistas Rejeitada Politicamente Volátil Apreciação

Special to LifeSiteNews.com Especial para LifeSiteNews.com
By The Elliot Institute Por O Instituto Elliot
February 10, 2006 10 de fevereiro de 2006

A study in New Zealand that tracked approximately 500 women from birth to 25 years of age has confirmed that young women who have abortions subsequently experience elevated rates of suicidal behaviors, depression, substance abuse, anxiety, and other mental problems. Um estudo realizado na Nova Zelândia que acompanhou cerca de 500 mulheres desde o nascimento até aos 25 anos de idade, confirmou que as mulheres jovens que têm elevadas taxas de abortos posteriormente experiência de comportamentos suicidas, depressão, dependência química, ansiedade e outros problemas mentais.

Most significantly, the researchers–led by Professor David M. Fergusson, who is the director of the longitudinal Christchurch Health and Development Study–found that the higher rate of subsequent mental problems could not be explained by any pre-pregnancy differences in mental health, which had been regularly evaluated over the course of the 25- year study. Mais significativamente, os pesquisadores – liderados pelo Professor David M. Fergusson, que é o diretor do longitudinal Christchurch Health and Development Study – constatou que a maior taxa de problemas mentais posteriores não poderiam ser explicadas por qualquer pré-gravidez diferenças em mental saúde, que tinha sido regularmente avaliado no decurso da 25 – year study.

FINDINGS SURPRISE PRO-CHOICE RESEARCHERS CONSTATAÇÕES surpresa PRO-ESCOLHA INVESTIGADORES

According to Fergusson, the researchers had undertaken the study anticipating that they would be able to confirm the view that any problems found after abortion would be traceable to mental health problems that had existed before the abortion.  At first glance, it appeared that their data would confirm this hypothesis.  The data showed that women who became pregnant before age 25 were more likely to have experienced family dysfunction and adjustment problems, were more likely to have left home at a young age, and were more likely to have entered a cohabiting relationship. Segundo a Fergusson, os pesquisadores haviam realizado o estudo prevendo que eles seriam capazes de confirmar a opinião que os problemas encontrados após aborto deverá ser feita para os problemas de saúde mental que já existiam antes do aborto. À primeira vista, parecia que os dados seriam confirmar esta hipótese. Os dados mostraram que as mulheres que engravidaram antes de menos de 25 anos eram mais propensos a ter experimentado disfunção familiar eo ajustamento problemas, eram mais susceptíveis de ter uma casa na esquerda tenra idade, e foram mais propensos a ter introduzido uma coabitação relacionamento.

However, when these and many other factors were taken into account, the findings showed that women who had abortions were still significantly more likely to experience mental health problems.  Thus, the data contradicted the hypothesis that prior mental illness or other “pre-disposing” factors could explain the differences. No entanto, quando estes e muitos outros factores foram tidos em conta, os resultados mostraram que as mulheres que tiveram abortos foram ainda significativamente mais propensos a experimentar problemas de saúde mental. Assim, os dados contradizem a hipótese de que antes da doença mental ou outro “pré-eliminação” fatores poderiam explicar as diferenças.

“We know what people were like before they became pregnant,” Fergusson told The New Zealand Herald.  “We take into account their social background, education, ethnicity, previous mental health, exposure to sexual abuse, and a whole mass of factors.” “Sabemos que as pessoas eram como eles ficaram grávidas antes,” disse Fergusson A Nova Zelândia Herald. “Levamos em conta a sua origem social, educação, etnia, anterior a saúde mental, a exposição ao abuso sexual, e toda uma massa de fatores.”

The data persistently pointed toward the politically unwelcome conclusion that abortion may itself be the cause of subsequent mental health problems.  So Fergusson presented his results to New Zealand’s Abortion Supervisory Committee, which is charged with ensuring that abortions in that country are conducted in accordance with all the legal requirements. Os dados apontaram persistentemente politicamente indesejável para a conclusão de que o aborto poderá ser a causa de posteriores problemas de saúde mental. Então Fergusson apresentaram seus resultados para a Nova Zelândia do Aborto Comité de Fiscalização, que está encarregado de assegurar que o aborto no país são realizados em conformidade com todas as os requisitos legais. According to The New Zealand Herald, the committee told Fergusson that it would be “undesirable to publish the results in their ‘unclarified’ state.” Segundo o The New Zealand Herald, a comissão Fergusson disse que seria “indesejável para publicar os resultados na sua ‘unclarified” estado “.

Despite his own pro-choice political beliefs, Fergusson responded to the committee with a letter stating that it would be “scientifically irresponsible” to suppress the findings simply because they touched on an explosive political issue. Apesar de suas próprias convicções políticas pró-escolha, Fergusson respondeu à comissão com uma carta afirmando que seria “irresponsável cientificamente” para suprimir os resultados simplesmente porque tocou em uma questão política explosiva.

In an interview about the findings with an Australian radio host, Fergusson stated: “I remain pro-choice. I am not religious. I am an atheist and a rationalist. The findings did surprise me, but the results appear to be very robust because they persist across a series of disorders and a series of ages. . . . Abortion is a traumatic life event; that is, it involves loss, it involves grief, it involves difficulties. And the trauma may, in fact, predispose people to having mental illness.” Em uma entrevista sobre os resultados com um australiano rádio anfitrião, Fergusson declarou: “Continuo pró-escolha. Eu não sou religioso. Sou um ateu e um racionalista. As conclusões não me surpreende, mas os resultados parecem ser bastante robusto, pois eles persistirem em toda uma série de transtornos e uma série de idades…. O aborto é um evento traumático vida, isto é, trata-se de perda, que envolve dor, envolve dificuldades. E o trauma pode, na verdade, predispor as pessoas a ter doença mental. “
JOURNALS REJECT THE POLITICALLY INCORRECT RESULTS REVISTAS REJEITAR OS RESULTADOS politicamente incorrecto

The research team of the Christchurch Health and Development Study is used to having its studies on health and human development accepted by the top medical journals on first submission.  After all, the collection of data from birth to adulthood of 1,265 children born in Christchurch is one of the most long-running and valuable longitudinal studies in the world.  But this study was the first from the experienced research team that touched on the contentious issue of abortion. A equipe de pesquisa do Christchurch Saúde e Desenvolvimento Estudo é utilizada para ter seus estudos sobre a saúde e desenvolvimento humano aceite pelo topo revistas médicas na primeira apresentação. Afinal de contas, a recolha de dados desde o nascimento até à idade adulta de crianças nascidas em 1265 Christchurch é um da mais longa e valiosa de estudos longitudinais em todo o mundo. Porém, este estudo foi o primeiro a partir da investigação experiente equipe que tocou na questão polémica do aborto.

Ferguson said the team “went to four journals, which is very unusual for us — we normally get accepted the first time.” Ferguson disse que a equipa “deslocou-se a quatro revistas, o que é muito incomum para nós – nós normalmente aceite receber a primeira vez.” Finally, the fourth journal accepted the study for publication. Por último, a quarta revista aceita para publicação do estudo.

Although he still holds a pro-choice view, Fergusson believes women and doctors should not blindly accept the unsupported claim that abortion is generally harmless or beneficial to women.  He appears particularly upset by the false assurances of abortion’s safety given by the American Psychological Association (APA). Embora ele ainda mantém uma perspectiva pró-escolha, Fergusson considera as mulheres e os médicos não devem aceitar cegamente o unsupported alegação de que o aborto é geralmente inofensiva ou benéfica para as mulheres. Ele parece particularmente preocupado pelas falsas garantias de segurança do aborto dadas pela American Psychological Association ( APA).

In a 2005 statement, the APA claimed that “well-designed studies” have found that “the risk of psychological harm is low.” Em 2005 uma declaração, a APA afirmou que “bem concebido estudos” constataram que “o risco de dano psicológico é baixo.” In the discussion of their results, Fergusson and his team note that the APA’s position paper ignored many key studies showing evidence of abortion’s harm and looked only at a selective sample of studies that have serious methodological flaws. Na discussão dos seus resultados, Fergusson e sua equipe nota que a posição da APA papel fundamental ignorados muitos estudos que mostram evidências de efeitos nocivos do aborto e olhou apenas em uma amostra seletiva de estudos que têm graves falhas metodológicas.

Fergusson told reporters that “it verges on scandalous that a surgical procedure that is performed on over one in 10 women has been so poorly researched and evaluated, given the debates about the psychological consequences of abortion.” Fergusson disse aos jornalistas que “é escandaloso que raia sobre um procedimento cirúrgico que é realizado em mais de um em cada 10 mulheres tem sido tão mal estudadas e avaliadas, tendo em conta os debates sobre as conseqüências psicológicas do aborto.”

Following Fergusson’s complaints about the selective and misleading nature of the 2005 APA statement, the APA removed the page from their Internet site.  The statement can still be found through a web archive service, however. Na sequência de queixas sobre o Fergusson selectiva e enganosa natureza da declaração APA 2005, a APA removido da página de seu site da Internet. A declaração ainda pode ser encontrado através de um serviço de arquivo na web, no entanto.

STUDY MAY HAVE PROFOUND INFLUENCE ON MEDICINE, LAW, AND POLITICS Estudo pode ter influência profunda sobre medicina, direito, E POLÍTICA

The reaction to the publication of the Christchurch study is heating up the political debate in the United States.  The study was introduced into the official record at the senate confirmation hearings for Supreme Court Justice Samuel Alito. A reacção à publicação do estudo Christchurch é aquecer o debate político nos Estados Unidos. O estudo foi introduzido no registo oficial no senado confirmação audições Supremo Tribunal de Justiça Samuel Alito. Also, a US congressional subcommittee chaired by Representative Mark Souder (R-IN) has asked the National Institutes of Health (NIH) to report on what efforts the NIH is undertaking to confirm or refute Fergusson’s findings. Além disso, uma subcomissão E.U. Congresso presidido pelo representante Mark Souder (R-IN) convidou o National Institutes of Health (NIH) para informar sobre o que está a empreender esforços do NIH para confirmar ou refutar conclusões da Fergusson.

The impact of the study in other countries may be even more profound. O impacto do estudo em outros países pode ser ainda mais profunda. According to The New Zealand Herald, the Christchurch study may require doctors in New Zealand to certify far fewer abortions.  Approximately 98 percent of abortions in New Zealand are done under a provision in the law that only allows abortion when “the continuance of the pregnancy would result in serious danger (not being danger normally attendant upon childbirth) to the life, or to the physical or mental health, of the woman or girl.” Segundo o The New Zealand Herald, o estudo pode exigir Christchurch médicos na Nova Zelândia para certificar muito menos abortos. Aproximadamente 98 por cento dos abortos na Nova Zelândia são feitas ao abrigo de uma disposição na lei que só permite o aborto quando “a continuação da gravidez seria resultar em perigo grave (não sendo normalmente perigo tratador após parto) para a vida, ou para a saúde física ou psíquica, da mulher ou menina. “

Doctors performing abortions in Great Britain face a similar legal problem.  Indeed, the requirement to justify an abortion is even higher in British law.  Doctors there are only supposed to perform abortions when the risks of physical or psychological injury from allowing the pregnancy to continue are “greater than if the pregnancy was terminated.” Médicos realização de abortos na Grã-Bretanha enfrentam um problema jurídico semelhante. Na verdade, o requisito para justificar um aborto ainda é maior no direito britânico. Médicos só existem supostamente para realizar abortos quando os riscos de lesão física ou psicológica de permitir que a gravidez são para continuar “maior do que se a gravidez foi encerrado.”

According to researcher Dr. David Reardon, who has published more than a dozen studies investigating abortion’s impact on women, Fergusson’s study reinforces a growing body of literature showing that doctors in New Zealand, Britain and elsewhere face legal and ethical obligations to discourage or refuse contraindicated abortions. Segundo o pesquisador Dr. David Reardon, que já publicou mais de uma dúzia de estudos investigando o impacto do aborto sobre as mulheres, Fergusson do estudo reforça um crescente corpo de literatura mostrando que os médicos na Nova Zelândia, Grã-Bretanha e noutros países enfrentam obrigações legais e éticas para desencorajar ou recusar contra abortos.

“Fergusson’s study underscores that fact that evidence-based medicine does not support the conjecture that abortion will protect women from ‘serious danger’ to their mental health,” said Reardon.  “Instead, the best evidence indicates that abortion is more likely to increase the risk of mental health problems.  Physicians who ignore this study may no longer be able to argue that they are acting in good faith and may therefore be in violation of the law.” “Fergusson do estudo ressalta que o fato de que a medicina baseada em evidências não suporta a conjectura de que o aborto vai proteger as mulheres de” grave perigo “para sua saúde mental”, disse Reardon. “Pelo contrário, a melhor evidência indica que o aborto é mais provável que o aumento risco de problemas de saúde mental. Physicians ignorar que este estudo pode já não ser capaz de argumentar que eles estão agindo de boa fé e podem, portanto, estar em violação da lei. “

“Record-based studies in Finland and the United States have conclusively proven that the risk of women dying in the year following an abortion is significantly higher than the risk of death if the pregnancy is allowed to continue to term,” said Reardon, who directs the Elliot Institute, a research organization based in Springfield, Illinois.  “So the hypothesis that the physical risks of childbirth surpass the risks associated with abortion is no longer tenable.  That means most abortion providers have had to look to mental health advantages to justify abortion over childbirth.” “Gravar com base em estudos na Finlândia e os Estados Unidos têm provado conclusivamente que o risco das mulheres que morrem no ano seguinte um aborto é significativamente maior do que o risco de morte se a gravidez é autorizada a continuar a prazo”, disse Reardon, que dirige o Elliot Institute, uma organização de investigação com base em Springfield, Illinois. “Portanto, a hipótese de que os riscos físicos de parto superar os riscos associados com o aborto já não é defensável. Isso significa que mais tiveram aborto prestadores de olhar para a saúde mental vantagens para justificar o aborto ao longo do parto. “

But Reardon now believes that alternative for recommending abortion no longer passes scientific muster, either. Reardon Mas agora acredita que a alternativa para recomendar o aborto já não passa científica muster, quer.

“This New Zealand study, with its unsurpassed controls for possible alternative explanations, confirms the findings of several recent studies linking abortion to higher rates of psychiatric hospitalization. depression, generalized anxiety disorder, substance abuse, suicidal tendencies, poor bonding with and parenting of later children, and sleep disorders,” he said.  “It should inevitably lead to a change in the standard of care offered to women facing problem pregnancies.” “Este estudo Nova Zelândia, com a sua insuperável possíveis explicações alternativas para o controlo, confirma as conclusões de vários estudos recentes ligando aborto para taxas mais elevadas de internação psiquiátrica. Depressão, transtorno de ansiedade generalizada, abuso de substâncias, tendências suicidas, pobres e com vínculo de parentalidade mais tarde crianças, e distúrbios do sono “, disse ele.” Há inevitavelmente levar a uma mudança no padrão de atendimento oferecido às mulheres enfrentam problema gravidez. “
SOME WOMEN MAY BE AT GREATER RISK Algumas mulheres podem estar em maior risco

Reardon, a biomedical ethicist, is an advocate of “evidence- based medicine”–a movement in medical training that encourages the questioning of “routine, accepted practices” which have not been proven to be helpful in scientific trials.  If one uses the standards applied in evidence-based medicine, Reardon says, one can only conclude that there is insufficient evidence to support the view that abortion is generally beneficial to women.  Instead, the opposite appears to be more likely. Reardon, um biomédico ethicist, é um defensor da “medicina baseada em evidências” – um movimento de formação médica que encoraja o questionamento de “rotina, aceite práticas” que não tenham sido provado ser útil em estudos científicos. Se um usa o normas aplicadas na medicina baseada em evidências, Reardon diz, só podemos concluir que não há provas suficientes para apoiar a opinião de que o aborto é, geralmente benéfica para as mulheres. Em vez disso, o oposto parece ser mais provável.

“It is true that the practice of medicine is both an art and a science,” Reardon said. “É verdade que a prática da medicina é simultaneamente uma arte e uma ciência”, disse Reardon. “But given the current research, doctors who do an abortion in the hope that it will produce more good than harm for an individual woman can only justify their decisions by reference to the art of medicine, not the science.” “Mas, dada a atual pesquisa, os médicos que fazem um aborto, na esperança de que ele irá produzir mais dano do que bom para um indivíduo mulher só pode justificar as suas decisões por referência à arte da medicina, e não a ciência.”

According to Reardon, the best available medical evidence shows that it is easier for a woman to adjust to the birth of an unintended child than it is to adjust to the emotional turmoil caused by an abortion. Segundo a Reardon, a melhor evidência médica disponível mostra que é mais fácil para uma mulher a ajustar-se ao nascimento de uma criança que não é inesperada para ajustar-se ao turbilhão emocional causado por um aborto.

“We are social beings, so it is easier for people to adjust to having a new relationship in one’s life than to adjust to the loss of a relationship,” he said.  “In the context of abortion, adjusting to the loss is especially difficult if there any unresolved feelings of attachment, grief, or guilt.” “Nós somos seres sociais, por isso é mais fácil para as pessoas terem de se ajustar a uma nova relação de uma vida do que para regular a perda de um relacionamento”, disse ele. “No contexto do aborto, que adapta à perda é especialmente difícil se houver qualquer resolver sentimentos de apego, luto, ou culpa. “

By using known risk factors, the women who are at greatest risk of severe reactions to abortion could be easily identified, according to Reardon.  If this were done, some women who are at highest risk of negative reactions might opt for childbirth instead of abortion. Ao utilizar conhecidos fatores de risco, as mulheres que estão em maior risco de reacções graves ao aborto poderiam ser facilmente identificados, de acordo com Reardon. Se isso foi feito, algumas mulheres que estão em maior risco de reacções negativas podem optar por parto, em vez de aborto.

In a recent article published in The Journal of Contemporary Health Law and Policy, Reardon identified approximately 35 studies that had identified statistically validated risk factors that most reliably predict which women are most likely to report negative reactions. Em um recente artigo publicado no The Journal of Contemporary Health Law and Policy, Reardon identificou cerca de 35 estudos que tinha identificado validado estatisticamente que a maioria dos fatores de risco fiavelmente predizer quais as mulheres têm maior probabilidade de relatar reações negativas.

“Risk factors for maladjustment were first identified in a 1973 study published by Planned Parenthood,” Reardon said. “Os fatores de risco para desajuste foram inicialmente identificados em 1973 um estudo publicado pela Planned Parenthood”, disse Reardon. “Since that time, numerous other researchers have further advanced our knowledge of the risk factors which should be used to screen women at highest risk.  These researchers have routinely recommended that the risk factors should be used by doctors to identify women who would benefit from more counseling, either so they can avoid contraindicated abortions or so they can receive better followup care to help treat negative reactions.” “Desde esse tempo, muitos outros pesquisadores têm mais avançadas dos nossos conhecimentos sobre os fatores de risco que deve ser utilizado para rastrear as mulheres sob maior risco. Estes investigadores têm rotineiramente recomendado que os fatores de risco devem ser utilizadas pelos médicos para identificar as mulheres que se beneficiariam de uma maior aconselhamento, quer para que possam evitar ou contra o aborto, para que possam receber cuidados followup melhor para ajudar a tratar reações negativas. “

Feeling pressured by others to consent to the abortion, having moral beliefs that abortion is wrong, or having already developed a strong maternal attachment to the baby are three of the most common risk factors, Reardon says. Sentindo-se pressionados pelos outros para consentimento ao aborto, com convicções morais que o aborto é errado, ou já ter desenvolvido um forte vínculo materno para o bebê são três dos principais fatores de risco comuns, Reardon diz.

While screening makes sense, Reardon says that in practice, screening for risk factors is rare for two reasons. Embora a análise faz sentido, Reardon diz que, na prática, o rastreio de factores de risco é rara, por duas razões.

“First, there are aberrations in the law that shield abortion providers from any liability for emotional complications following an abortion,” he said.  “This loophole means that abortion clinics can save time and money by substituting one- size-fits-all counseling for individualized screening. “Em primeiro lugar, existem aberrações na lei que escudo aborto fornecedores a partir de qualquer responsabilidade por complicações emocionais após um aborto”, disse. “Esta lacuna significa que o aborto clínicas podem poupar tempo e dinheiro, substituindo uma de tamanho único para todos aconselhamento para individualizadas rastreio.

“The second obstacle in the way of screening is ideological. Many abortion providers insist that it is not their job to try to figure out whether an abortion is more likely to hurt than help a particular woman. They see their role as to ensure that any woman who wants an abortion is provided one.” “O segundo obstáculo no caminho do rastreio é ideológica. Muitos fornecedores insistem em que o aborto não é seu trabalho para tentar descobrir se um aborto é mais susceptível de ferir do que ajudar uma mulher especial. Eles vêem o seu papel como para garantir que qualquer mulher que deseja um aborto é fornecido um “.

“This ‘buyer beware’ mentality is actually inconsistent with medical ethics,” Reardon said. “Este” comprador beware “mentalidade é realmente inconsistente com ética médica”, disse Reardon. “Actually, the ethic governing most abortion providers’ services is no different than that of the abortionists: ‘If you have the money, we’ll do the abortion.’ “Na verdade, a ética que regem a maioria aborto dos prestadores de serviços não é diferente do que o do abortionists: ‘Se você tiver o dinheiro, nós vamos fazer o aborto.” Women deserve better.  They deserve to have doctors who act like doctors. That means doctors who will give good medical advice based on the best available evidence as applied to each patient’s individual risk profile.” As mulheres merecem melhor. Eles merecem a ter médicos que atuam como médicos. Isso significa que médicos que vai dar bons conselhos médicos baseados nas melhores evidências disponíveis, tal como é aplicado para cada paciente individual do perfil de risco. “

Fergusson also believes that the same rules that apply to other medical treatments should apply to abortion. Fergusson acredita também que as mesmas regras que se aplicam a outros tratamentos médicos, deve aplicar-se ao aborto. “If we were talking about an antibiotic or an asthma risk, and someone reported adverse reactions, people would be advocating further research to evaluate risk,” he said in the New Zealand Herald. “Se estivéssemos falando de um antibiótico ou um risco asma, e alguém relatadas as reacções adversas, as pessoas seriam defendem uma maior investigação para avaliar os riscos”, disse ele na Nova Zelândia Herald. “I can see no good reason why the same rules don’t apply to abortion.” “Não vejo qualquer razão para as mesmas regras não se aplicam ao aborto.”
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SOURCES: FONTES:
David M. Fergusson, L. John Horwood, and Elizabeth M. Ridder, “Abortion in young women and subsequent mental health,” Journal of Child Psychology and Psychiatry 47(1): 16-24, 2006. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&db=pubmed&dop… uids=16405636&query hl=1&itool=pubmed docsum David M. Fergusson, Horwood John L., e Elizabeth M. Ridder, “O aborto em mulheres jovens e subseqüente saúde mental”, Journal of Child Psychology and Psychiatry 47 (1): 16-24, 2006. Http://www. ncbi.nlm.nih.gov / entrez / query.fcgi? cmd = Obter & db = & Pubmed dop … uids = 16405636 & query = 1 & hl = itool Pubmed docsum
Tom Iggulden, “Abortion increases mental health risk: study” AM transcript. http://www.abc.net.au/am/content/2006/s1540914.htm Tom Iggulden, “Aborto aumenta risco a saúde mental: estudo” AM transcrição. Http://www.abc.net.au/am/content/2006/s1540914.htm
Nick Grimm “Higher risk of mental health problems after abortion: report” Australian Broadcasting Corporation. Nick Grimm “maior risco de problemas de saúde mental após o aborto: relatório” Australian Broadcasting Corporation. 03/01/2006 http://www.abc.net.au/7.30/content/2006/s1541543.htm 03/01/2006 http://www.abc.net.au/7.30/content/2006/s1541543.htm
Ruth Hill, “Abortion Researcher Confounded by Study” New Zealand Herald 1/5/06, http://www.nzherald.co.nz Ruth Hill, “Aborto Pesquisador confundidos pelo Estudo” New Zealand Herald 1/5/06, http://www.nzherald.co.nz
APA Briefing Paper on The Impact of Abortion on Women, http://web.archive.org of http://www.apa.org/ppo/issues/womenabortfacts.html APA Perspectiva Livro sobre o impacto do aborto sobre a Mulher, http://web.archive.org de http://www.apa.org/ppo/issues/womenabortfacts.html
http://web.archive.org/web/20050304001316/http:/www.apa.org/p po/issues/womenabortfacts.htmlhttp://web.archive.org/web/20050304001316/http:/www.apa.org/p po / questões / womenabortfacts.html
Information on studies showing higher death rates after abortion: http://www.afterabortion.info/news/CDCdeathswrong.htm Informações sobre estudos mostrando maiores taxas de mortalidade após o aborto: http://www.afterabortion.info/news/CDCdeathswrong.htm

Disponível em:

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/feb/060210a.html&ei=RFGNSu7qN6OCtgfBmInrDQ&sa=X&oi=translate&resnum=1&ct=result&prev=/search%3Fq%3DAbortion%2BCauses%2BMental%2BDisorders:%2BNew%2BZealand%2BStudy%2BMay%2BRequire%2BDoctors%2BTo%2BDo%2BFewer%2BAbortions%26hl%3Dpt-BR%26rls%3Dig%26sa%3DG

Sem a Pílula do Dia Seguinte para Estupros – legislação Dakota do Sul

Sem a Pílula do Dia Seguinte para Estupros – legislação Dakota do Sul

 
 
O Governo, em 6 de Março de 2006, tornou Dakota do Sul o primeiro Estado a proibir o aborto, excepto para aqueles que são necessários para salvar a vida de uma mulher grávida.
 
 
 
As justificativas para esta determinação legislativa vão desde a constatação clínica e documentada dos graves danos à saúde da mulher que aborta, e aquelas que abortam pela 1a vez sofrem em maiores percentuais riscos à sua própria vida – os distúrbios provocados posteriormente pelo aborto são neurológicos, tais como a experiência de comportamentos suicidas, depressão, dependência química, ansiedade e outros problemas mentais – à certeza jurídica e reconhecimento de que o ser humano, em qualquer das fases de desenvolvimento: concepto-blastocyst-embrião-feto-recém-nascido, criança-criança-adolescente-adolescente-adulto-meia-idade sénior é um cidadão.
 
 
 
Muitas das mulheres só abortam porque foram pressionadas a fazê-lo, e a maioria relatou que o aborto só aumentou a sua experiência de luto.
 
 
Cristiane Rozicki
 
 
Sem a Pílula do Dia Seguinte para Estupros
   

 

3/16/2006
By Jan LaRue, Chief Counsel

Why abortion bans shouldn’t include exceptions for victims of rape or incest. Por que proíbe o aborto não deve incluir excepções para as vítimas de violação ou incesto.

South Dakota Gov. Mike Rounds (R) signed HB 1215 into law on March 6, making South Dakota the first state to ban abortion except for those that are necessary to save the life of a pregnant woman. Dakota do Sul Gov. Mike Rounds (R) MP 1215 em lei assinada em 6 de Março, tornando Dakota do Sul o primeiro Estado a proibir o aborto, excepto para aqueles que são necessários para salvar a vida de uma mulher grávida. Doctors in South Dakota will face up to five years in prison for performing an abortion except when necessary to save the mother’s life. Médicos em Dakota do Sul terá de enfrentar até cinco anos de prisão para a realização de um aborto, excepto quando necessário para salvar a vida da mãe.

Some state lawmakers who voted against HB 1215 say they did so because it doesn’t permit abortion for rape and incest victims. Alguns legisladores estaduais que votaram contra a MP 1215 dizem que o fizeram, porque não permite o aborto por estupro e incesto vítimas. Other state legislatures, including Mississippi, have introduced a similar abortion ban and are debating whether to include exceptions for rape and incest. Outras legislaturas estaduais, incluindo Mississippi, introduziram uma proibição semelhante aborto e se discutir se a inclusão de excepções para estupro e incesto.

President George W. Bush, who is pro-life, includes himself among some who believe that there should be exceptions for rape and incest. O presidente George W. Bush, que é pró-vida, inclui-se entre alguns que acreditam que deveria haver exceções para estupro e incesto. While not impugning the good intentions of President Bush and others, there is reason to encourage them to think past the visceral reaction we all feel about rape and incest, and consider the consequences for both victims—mother and child. Apesar de não impugnar as boas intenções do presidente Bush e outros, não há motivos para incentivá-los a pensar passado, a reacção visceral todos nós sentimos por estupro e incesto, e considerar as conseqüências tanto para as vítimas, mãe e filho.

No one disputes that rape and incest are serious crimes, and those convicted should be punished to the fullest extent of the law. Ninguém contesta que o estupro e incesto são crimes graves, as pessoas condenadas e devem ser punidos em toda a extensão da lei. Furthermore, victims deserve the support and assistance of the public in recovering. Além disso, as vítimas merecem o apoio e assistência do público em recuperação.

The truth is that rape rarely results in pregnancy. A verdade é que raramente resulta em violação a gravidez. But even if it does, the law should not permit the most innocent victim, an unborn child, to suffer by forfeiting his or her life because of the rapist’s criminal act. Mas mesmo nesse caso, a lei não deve permitir a maior vítima inocente, um nascituro, a sofrer por perder a sua vida por causa do violador do acto criminoso.

  • “Perhaps more of a gross exaggeration than a myth is the mistaken and unfortunate belief that pregnancy is a frequent complication of sexual assault. “Talvez mais do que um bruto exagero um mito é a crença equivocada e infeliz de que a gravidez é uma complicação freqüente de agressão sexual. This is emphatically not the case, and there are several medically sound reasons for it.” [Vicki Seltzer, “Medical Management of the Rape Victim,” American Medical Women’s Association 32 (1977): 141-144.] Esta ênfase não é o caso, e há várias boas razões médicas para ele. “[Vicki Seltzer,” Médico de Gestão do Rape Victim “, American Medical Women’s Association 32 (1977): 141-144.]
 
  • A scientific study of 1,000 rape victims who were treated medically right after the rape reported zero pregnancies. Um estudo científico de 1.000 estupro vítimas que foram tratados clinicamente logo após o estupro relatado zero gestações. [L. [L. Kuchera, “Postcoital Contraception with Diethylstilbesterol,” Journal of the American Medical Association, October 25, 1971.] Kuchera, “Contraception Postcoital com Diethylstilbesterol,” Journal of a Associação Médica Americana, 25 de outubro de 1971.]
 
  • Pregnancies resulting from incest are also rare: One percent or less. Gravidez resultante de incesto também são raros: Um por cento ou menos. [G. [G. Maloof, “The Consequences of Incest,” The Psychological Aspects of Abortion, University Publications of American, 1979, p. Maloof, “As Conseqüências do Incesto,” Os aspectos psicológicos do aborto, da American University Publications, 1979, p. 74.] 74.]
 

Rather than aid a rape or incest victim’s recovery, studies indicate that having an abortion is more likely to have a detrimental effect on her. Ao invés de um auxílio, uma violação ou incesto recuperação da vítima, os estudos indicam que o facto de ter um aborto é mais provável que tenha um efeito negativo sobre ela.

Victims and Victors, published by Acorn Books and the Elliot Institute in 2000, includes a study of 192 women who became pregnant through sexual assault and either had abortions or carried the pregnancy to term. Vítimas e vencedores, publicados pela Acorn Books e do Instituto Elliot, em 2000, inclui um estudo de 192 mulheres que engravidaram através de agressões sexuais e nem tinha transportado o aborto ou gravidez a termo.

Many of them aborted only because they were pressured to do so, and most reported that the abortion only increased their experience of grief. Muitos delas só abortam porque foram pressionadas a fazê-lo, e a maioria relatou que o aborto só aumentaram a sua experiência de luto. In contrast, none of the women who carried to term said they wished they had not given birth or that they had chosen abortion instead. Em contrapartida, nenhuma das mulheres que procedeu ao termo eles disseram que pretendiam não ter dado o nascimento ou que tinham escolhido o aborto vez. Many of these women said that their children had brought peace and healing to their lives. Muitas destas mulheres disseram que seus filhos tinham trazido a paz e cura para as suas vidas.[David C. Reardon, Julie Makimaa and Amy Sobie, Editors, Victims and Victors: Speaking Out About Their Pregnancies, Abortions, and Children Resulting from Sexual Assault, Acorn Books, Springfield, Illinois, available at: http://www.afterabortion.org/.%5D [David C. Reardon, Julie Makimaa e Amy Sobie, Editors, Vítimas e vencedores: Falando-se sobre a gravidez, de abortos e Abuso Sexual de Crianças Resultantes, Acorn Books, Springfield, Illinois, disponível em: http://www.afterabortion . org /.]

The Elliot Institute announced on February 9, 2005, the results of a study of the effects of abortion on women. O Instituto Elliot anunciou em 9 de fevereiro de 2005, os resultados de um estudo sobre os efeitos do aborto nas mulheres. The study documents several harmful effects: O estudo documentos diversos efeitos nocivos:

A study in New Zealand that tracked approximately 500 women from birth to 25 years of age has confirmed that young women who have abortions subsequently experience elevated rates of suicidal behaviors, depression, substance abuse, anxiety, and other mental problems. Um estudo realizado na Nova Zelândia que acompanhou cerca de 500 mulheres desde o nascimento até aos 25 anos de idade, confirmou que as mulheres jovens que têm elevadas taxas de abortos posteriormente experiência de comportamentos suicidas, depressão, dependência química, ansiedade e outros problemas mentais.Most significantly, the researchers – led by Professor David M. Fergusson, who is the director of the longitudinal Christchurch Health and Development Study – found that the higher rate of subsequent mental problems could not be explained by any pre-pregnancy differences in mental health, which had been regularly evaluated over the course of the 25-year study. Mais significativamente, os pesquisadores – liderados pelo Professor David M. Fergusson, que é o diretor do longitudinal Christchurch Health and Development Study – constatou que a maior taxa de problemas mentais posteriores não poderiam ser explicadas por qualquer pré-gravidez diferenças na saúde mental, que tinha sido regularmente avaliados ao longo dos 25 anos de estudo.

However, when these and many other factors were taken into account, the findings showed that women who had abortions were still significantly more likely to experience mental health problems. No entanto, quando estes e muitos outros factores foram tidos em conta, os resultados mostraram que as mulheres que tiveram abortos foram ainda significativamente mais propensos a experimentar problemas de saúde mental. Thus, the data contradicted the hypothesis that prior mental illness or other “pre-disposing” factors could explain the differences. Assim, os dados contradizem a hipótese de que antes da doença mental ou outro “pré-eliminação” fatores poderiam explicar as diferenças.

“We know what people were like before they became pregnant,” Fergusson told The New Zealand Herald. “We take into account their social background, education, ethnicity, previous mental health, exposure to sexual abuse, and a whole mass of factors.” “Sabemos que as pessoas eram como eles ficaram grávidas antes,” disse Fergusson A Nova Zelândia Herald. “Levamos em conta a sua origem social, educação, etnia, anterior a saúde mental, a exposição ao abuso sexual, e toda uma massa de fatores.”

The data persistently pointed toward the politically unwelcome conclusion that abortion may itself be the cause of subsequent mental health problems. Os dados apontaram persistentemente politicamente indesejável para a conclusão de que o aborto poderá ser a causa de posteriores problemas de saúde mental. So Fergusson presented his results to New Zealand’s Abortion Supervisory Committee, which is charged with ensuring that abortions in that country are conducted in accordance with all the legal requirements. Então Fergusson apresentaram seus resultados para a Nova Zelândia do Aborto Comité de Fiscalização, que está encarregado de assegurar que o aborto no país são realizados em conformidade com todos os requisitos legais. According to The New Zealand Herald, the committee told Fergusson that it would be “undesirable to publish the results in their ‘unclarified’ state.” [ Abortion Causes Mental Disorders: New Zealand Study May Require Doctors to Do Fewer Abortions, Elliot Institute, February 9, 2005, available at: http://www.afterabortion.org/.%5D Segundo o The New Zealand Herald, a comissão Fergusson disse que seria “indesejável para publicar os resultados na sua ‘unclarified” estado “. [Aborto Causas Transtornos Mentais: Nova Zelândia Estudo maio Require Médicos Menos para fazer abortos, Elliot Institute, fev. 9, 2005, disponível em: http://www.afterabortion.org/.]

A study published in the Southern Medical Journal August 27, 2002, reveals that women who have abortions are at significantly higher risk of death than women who give birth. Um estudo publicado no Southern Medical Journal 27 de agosto de 2002, revela que as mulheres que têm abortos estão em risco de morte significativamente maior do que as mulheres que dão à luz. Researchers examined death records linked to Medi-Cal payments for births and abortions for approximately 173,000 low-income California women. Investigadores examinaram óbitos ligados à Medi-Cal pagamentos de partos e abortos por cerca de 173.000 mulheres de baixa renda Califórnia. They discovered that women who had abortions were almost twice as likely to die in the following two years and that the elevated mortality rate of aborting women persisted over at least eight years. Eles descobriram que mulheres que tiveram abortos foram quase duas vezes mais probabilidades de morrer nos dois anos seguintes e que a elevada taxa de mortalidade de mulheres abortar persistiram durante pelo menos oito anos.

“During the eight-year study, women who aborted had a 154-percent higher risk of death from suicide, an 82-percent higher risk of death from accidents, and a 44-percent higher risk of death from natural causes.Durante os oito anos de estudo, as mulheres que havia abortado um 154 por cento maior risco de morte por suicídio, um 82 por cento maior risco de morte por acidente, e de 44 por cento maior risco de morte por causas naturais. In 1997, a study of women in Finland revealed that in the first year following an abortion, aborting women were 252 percent more likely to die compared to women who delivered and 75 percent more likely to die compared to women who had not been pregnant.” [DC Reardon, PG Ney, FJ Scheuren, JR Cougle, PK Coleman, T. Strahan, “Deaths associated with pregnancy outcome: a record linkage study of low income women,” Southern Medical Journal, August 2002, 95(8):834-841, available at: http://www.afterabortion.org/.%5D Em 1997, um estudo das mulheres na Finlândia revelou que, no primeiro ano após um aborto, abortar as mulheres foram 252 por cento mais probabilidades de morrer em comparação com mulheres que emitiu e 75 por cento mais probabilidades de morrer em comparação com mulheres que não tinham sido grávida. ” [DC Reardon, PG Ney, FJ Scheuren, JR Cougle, PK Coleman, T. Strahan, “Mortes relacionadas com a gravidez resultado: um estudo de registros de baixa renda das mulheres,” Southern Medical Journal, agosto 2002, 95 (8): 834 -841, disponível em: http://www.afterabortion.org/.]

A study published in the July issue of the American Journal of Orthopsychiatry, using the same data from Medi-Cal records, reveals that women were 63 percent more likely to receive mental health care within 90 days of an abortion compared to delivery. Um estudo publicado na emissão de julho do American Journal of Orthopsychiatry, utilizando os mesmos dados de Medi-Cal registros, revela que as mulheres eram 63 por cento mais probabilidade de receber assistência à saúde mental no prazo de 90 dias de um aborto, em comparação com o parto. In addition, significantly higher rates of subsequent mental health treatment persisted over the entire four years of data examined. Além disso, taxas significativamente maiores de saúde mental posterior tratamento persistiu durante todo o quatro anos de dados analisados. Abortion was most strongly associated with subsequent treatments for neurotic depression, bipolar disorder, adjustment reactions and schizophrenic disorders. O aborto foi mais fortemente associada com subseqüente tratamentos para neuróticos depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia e transtornos ajustamento reacções. Dr. Priscilla Coleman, the study’s lead author, said that the study design was an improvement over previous studies because it relied on medical records rather than on surveys of women contacted at an abortion clinic. Dra. Priscilla Coleman, o autor principal do estudo, disse que o estudo foi uma melhoria sobre estudos anteriores, porque se baseou em registros médicos, em vez de inquéritos da mulher contactou um aborto em clínica. [Elliot Institute, August 20, 2002, available at: http://www.afterabortion.info/news/outpatient1.html.%5D [Elliot Institute, 20 de agosto de 2002, disponível em: http://www.afterabortion.info/news/outpatient1.html.]

The British Medical Journal released the results of a study in January 2002, revealing that women who abort a first pregnancy are at greater risk of subsequent long-term clinical depression compared to women who carry an unintended first pregnancy to term. O British Medical Journal publicou o resultado de um estudo em janeiro de 2002, revelando que as mulheres que abortam uma primeira gravidez correm maior risco de subsequente longo prazo depressão clínica em comparação com mulheres que exercem uma primeira gravidez involuntária a prazo. [“Depression and Unintended Pregnancy in the National Longitudinal Survey of Youth”: a cohort study, British Medical Journal, 324: 151-152, available at:http://www.bmj.com.%5D [ “Depressão e gravidez indesejada na Pesquisa Longitudinal Nacional da Juventude”: um estudo de coorte, British Medical Journal, 324: 151-152, disponível em: http://www.bmj.com.]

A pro-abortion research team acknowledged the existence of post-abortion syndrome in a study among 1.4 percent of a sample of women who had abortions two years previously. Uma equipa de investigação pró-aborto reconheceram a existência de síndrome pós-aborto, em um estudo entre os 1,4 por cento de uma amostra de mulheres que tiveram abortos dois anos anteriores. [Dr. [Dr. Brenda Major, Archives of General Psychiatry, August 2000, available at: http://www.afterabortion.org/.%5D Brenda Major, Archives of General Psychiatry, agosto de 2000, disponível em: http://www.afterabortion.org/.]

Those who mistakenly believe that aborting a child conceived as a result of rape or incest will aid in the victim’s recovery are confronted with the logical conclusion of the argument—allowing a victim to kill her rapist will also help her recover. Aqueles que acreditam erroneamente que abortar uma criança concebida como um resultado de estupro ou incesto irá ajudar na recuperação da vítima, são confrontados com a conclusão lógica do argumento, permitindo uma vítima para matar estuprador também irá ajudá-la a recuperar.

Rape is not a capital offense for which the death penalty applies. Estupro não é uma ofensa para a capital, que se aplica a pena de morte. Homicide laws make no exception for a rape victim seeking recovery who kills her rapist by giving him an arsenic tablet the morning after. Homicídio leis não fazem qualquer excepção para um estupro vítima buscando recuperação que mata estuprador dela, dando-lhe um comprimido de manhã depois de arsénio.

Since the law does not permit a victim to aid her recovery by killing her rapist, why should the law permit her to kill the innocent unborn child? Uma vez que a lei não permite que uma vítima de sua ajuda recuperação estuprador por matá-la, por que a lei permite-lhe para matar o inocente nascituro? If aborting the child will aid in the woman’s recovery, why not permit her to kill the child at any age? Se abortar a criança irá ajuda na recuperação da mulher, porque não permitir-lhe para matar o filho em qualquer idade?

To do so is to make the child suffer for the crime committed by his or her father. Para fazer isso é fazer a criança sofrer para que o crime cometido por seu pai. It is why: É por isso que:

  • We do not permit a parent of a murdered child to kill the child of the murderer. Não permitir que uma mãe de um filho assassinado para matar o filho do assassino.
  • We do not permit a victim of robbery to steal from the robber’s child. Não permitir que uma vítima de roubo de roubar do ladrão da criança.
  • We do not permit a victim of arson to burn the home of the arsonist’s child. Não permitir que uma vítima de fogo posto para queimar a casa do incendiário da criança.

Somehow, the morality and sense of justice that is so obvious when considering these questions escapes many when the same principles are applied to the pre-born child. De alguma maneira, a moral e senso de justiça, que é tão óbvia quando se consideram essas questões escapa quando muitos dos mesmos princípios são aplicados para a pré-nascido.

While some question the wisdom of their timing, pro-lifers should appreciate that the South Dakota Legislature and governor understand what too many fail or refuse to grasp. Enquanto alguns questão da sabedoria de seu calendário, pró-lifers devem compreender que a Dakota do Sul Legislativa e governador compreender o que muitos falhar ou se recusam a compreender. A child’s right to life does not depend on the character or conduct of his or her parents. Uma criança o direito à vida não depende do carácter ou conduta de seus pais. We do not permit a victim to kill in order to be cured or satisfy vengeance. Nós não permitimos a matar uma vítima, a fim de ser curada ou satisfazer vingança.

Society’s disdain for discrimination based on age or physical disability should protect the most vulnerable among us, the unborn child. Sociedade do desdém de discriminação baseada na idade ou deficiência física deve proteger os mais vulneráveis entre nós, o nascituro. Consider the words used to refer to stages of human development: conceptus—blastocyst—embryo—fetus—newborn—infant—toddler—child—adolescent—teenager—adult—middle age—senior citizen. Considere a expressão utilizada para referir-se a fases de desenvolvimento humano: concepto-blastocyst-embrião-feto-recém-nascido, criança-criança-adolescente-adolescente-adulto-meia-idade sénior cidadão.

The words on the timeline refer to age, development and ability—stages of human life. As palavras sobre o calendário referem-se a idade, o desenvolvimento ea capacidade fases da vida humana. Somehow the terms preceding newborn can blind us to the fact that they too refer to innocent and vulnerable human life. De alguma forma os termos anteriores recém-nascido pode cegar-nos para o facto de também eles se referem à vida humana inocente e vulnerável. For many, truth is conclusively clear by looking inside the womb through means of four-dimensional ultrasound technology. Para muitos, a verdade é conclusiva claro olhando por dentro do útero por meio de quatro dimensões ultra-som tecnologia. Several such images of the unborn at various stages of development are available here. The truth is in the beholding. Várias dessas imagens do feto em diferentes estádios de desenvolvimento estão disponíveis aqui. A verdade está na beholding.

Opponents of HB 1215 are considering filing a lawsuit to prevent the law from going into effect on July 1, on the ground that it violates the Supreme Court’s ruling in Roe v. Wade (1973), in which the Court created a constitutional right to abortion. Os opositores da MP 1215 estão considerando um depósito judicial para impedir o direito de entrar em vigor em 1 º de julho, com o fundamento de que viola o Supremo Tribunal de Justiça em Roe v. Wade (1973), no qual o Tribunal de Justiça criou um direito constitucional ao aborto .

Also under consideration is a petition drive to put a referendum that would seek to repeal the law on the November 2006 ballot. Também é considerado uma unidade petição para colocar um referendo que pretende revogar a lei sobre o escrutínio novembro 2006. Supporters would have about three months to gather 16,728 valid signatures of registered voters in the state. Apoiantes teria cerca de três meses para reunir 16.728 assinaturas válidas de eleitores registrados no Estado. If successful, it would suspend enactment of the law until after the November election. Se for bem sucedida, seria suspender promulgação da lei até depois da eleição novembro. If the referendum fails, it would also delay the need to file a lawsuit until the day after the election. Se o referendo não, seria também atrasar a necessidade de iniciar um processo até ao dia seguinte ao da eleição.

When 500 likely voters in South Dakota were asked whether they supported the bill passed by the Legislature allowing abortions only in cases where the mother’s life was at risk, their responses showed a 45-45 percent even split. Quando 500 prováveis eleitores em Dakota do Sul foram questionados se eles apoiaram a lei aprovada pelo Legislativo que permite o aborto apenas nos casos em que a mãe da vida estava em risco, as suas respostas revelaram uma 45-45 por cento, mesmo separados. Nine percent were not sure. Nove por cento eram não tenho certeza. Rasmussen Reports, a national polling firm from Ocean Grove, New York, conducted the survey on February 28. Rasmussen Reports, uma empresa nacional sondagens de Ocean Grove, Nova York, realizou o levantamento em 28 fev.

If the South Dakota law reaches the ballot, those who expect to vote against it because it lacks an exception for rape and incest need to think past the initial abhorrence each crime brings to mind, and think long and hard about compounding the offense by killing under the pretext of curing. Se a lei atinge o Dakota do Sul volta, aqueles que esperam para votar contra, porque lhe falta uma excepção para estupro e incesto necessidade de se pensar o passado inicial aversão que cada crime traz à mente, e pensar muito sobre a composição delito por homicídio em a pretexto de cura.

This article first appeared on Human Events Online. 

 

 
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Disponível em:

História de Experimentos Humanos com crianças e adultos – ideologia industrial e limpeza social

Uma Breve História de Experimentos Humanos com crianças e adultos – ideologia industrial e limpeza social

A lei brasileira é inconstitucional, ver PNDH3 em

O PNDH-3 PREVE A LIBERAÇÃO DE CRIMES, fim do Estado de Direito.

e

Vida é o maior bem jurídico. Inconstitucionalidade no Brasil.

e

A indústria da morte: cenário frankenstein.

A Brief History of Human Experiments
There are many more black marks in our American history than the recent abuse at Abu Ghraib prison. Far too many.
Sadly, many of them are perfectly legal.
Did you know that your government has the right to experiment on you without your knowing it? I’m not sure whether this has been tested before the Supreme Court, mainly because we don’t know about it while it is occurring and we usually find out after the participants are all dead. So who’s left to find recourse?
CHEMICAL AND BIOLOGICAL WARFARE PROGRAM
“The use of human subjects will be allowed for the testing of chemical and biological agents by the U.S. Department of Defense, accounting to Congressional committees with respect to the experiments and studies.”
“The Secretary of Defense [may] conduct tests and experiments involving the use of chemical and biological [warfare] agents on civilian populations [within the United States].”
SOURCE
Public Law 95-79, Title VIII, Sec. 808, July 30, 1977, 91 Stat. 334.
In U.S. Statutes-at-Large, Vol. 91, page 334, you will find Public Law 95-79.
Public Law 97-375, title II, Sec. 203(a)(1), Dec. 21, 1982, 96 Stat. 1882.
In U.S. Statutes-at-Large, Vol. 96, page 1882, you will find Public Law 97-375.
We have to thank our volunteer researcher Rick Ensminger for providing all this information for us. He sure put in a lot of time compiling this. And Rick, like many others, believes that our entire medical system in this country is one big experiment. Again, you should read the History of Quackery and visit our pages Medical Fraud. As we pointed out in the article the History of Quackery, in 1978, the Office of Technology Assessment published a report that only 10 to 20% of all medical procedures in use at that time (and currently) have been shown by controlled experiments to be effective. They also state that nearly half of those procedures that had been studies, were not studied properly; the studies were, in fact, deeply flawed. You will find this entire publication online: Assessing the Efficacy and Safety of Medical Technologies. [http://www.wws.princeton.edu/~ota/disk3/1978/7805_n.html].
What prompted both Rick and I to focus on this particular subject were two stories he’d discovered. The first is located at: http://www.time.com/time/covers/1101020422/poisons.html
To summarize the article, dozens of Nebraskan college students in 1998 responded to an ad in their school newspaper claiming they could “earn extra money” by volunteering for a study. They were handed a 7 page consent form (which none read) and got a bottle of pills to take home.
The pills were made by Dow chemical. The trial was to prove that their top roach killing ingredient in Raid (chlorpyrifos) was safe.
Yes, these college students were ingesting pesticides for the Dow Chemical Corporation. Oh yes, and earning $460.00.
From the article:
Since 1997 pesticide makers have submitted more than a dozen human studies to the EPA. What has never been established, however, is whether it is acceptable—legally or ethically—to conduct clinical trials that offer no potential benefit to participants (other than monetary gain) and could end up harming individuals in the name of public health.
And:
Meanwhile, chemical companies could still be quietly conducting human trials. “There’s no telling because there’s no system for tracking studies that aren’t federally funded,” says Ken Cook, president of the Environmental Working Group, which opposes the pesticide tests. “There’s no protocol on how they should be conducted. We’re talking about the wild, wild West here.”
This is an amazing article. The head of a pharmaceutical company, Professor David Horrobin, came down with cancer and instead of using the drugs his company and many others have made for cancer, he opted for alternatives that are considered quackery by mainstream medicine. In the article, Dr Horrobin comes clean: “Drug trials are pointless…and unethical.” He goes on to say that volunteers have little chance of recovery.
This article is a must read. We are saving it here just in case it is ever removed from the web.
Before we begin listing our brief history of human experiments, please note that not all experiments on human beings are conducted without their informed consent, nor are they particularly harmful. Behaviorists would know very little without conducting human experiments. Some of the experiments we’ve listed below are monumental experiments, but some, sadly, are stupid, cruel, and senseless.
Hippocrates lived in the fifth century B.C. and is considered the Father of Medicine and the Father of Medical Ethics. He established the ethics and rules by which a physician must guide his practice, hence, the Hippocratic Oath. Though NOT in the oath, Hippocrates taught his students that the FIRST law by which all physicians must be guided is: 
“Primum non nocere.”
Or in English (you will find it on our home page) it goes: “First do no harm.”
1718
George I offers free pardon to any inmate of Newgate Prison who agrees to be inoculated with infectious small pox in variolation experiment. You can read about this in one of our history articles, in the section: The History of Innoculation
1796
Edward Jenner injects healthy eight-year-old James Phillips first with cowpox then three months later with smallpox and is hailed as discoverer of smallpox vaccine.
1845-1849
J. Marion Sims, the “Father of Gynecology” in the United States, conducts gynecological experiments on slaves in South Carolina. You can read more on Dr Sims in our Biographies
1865
French physiologist Claude Bernard publishes “Introduction to the Study of Human Experimentation,” advising: “Never perform an experiment which might be harmful to the patient even though highly advantageous to science or the health of others.
1874
Cincinnati physician Roberts Bartholow conducts brain surgery experiments on Mary Rafferty, a 30 year-old domestic servant dying of an infected ulcer.
1891
Prussian State legislates that a treatment for tuberculosis cannot be given to prisoners without their consent.
1892
Albert Neisser injects women with serum from patients with Syphilis, infecting half of them.
1896
Dr. Arthur Wentworth performs spinal taps on 29 children at Children’s Hospital in Boston to determine if procedure is harmful.
1897
Italian bacteriologist Sanarelli injects five subjects with bacillus searching for a causative agent for yellow fever.
1900
Walter Reed injects 22 Spanish immigrant workers in Cuba with the agent for yellow fever paying them $100 if they survive and $200 if they contract the disease.
1906
Dr. Richard Strong, a professor of tropical medicine at Harvard, experiments with cholera on prisoners in the Philippines killing thirteen.
1915
U.S. Public Health Office induces pellagra in twelve Mississippi prisoners. All the prisoners are, however, volunteers and after the experiment they are cured (with proper diet) and released from prison. You can read about it here, in our History of Vitamins
1919-1922
Testicular transplant experiments on five hundred prisoners at San Quentin
1931
Germany issues “Regulation on New Therapy and Experimentation” while 75 children die in Lubeck, Germany from pediatrician’s experiment with tuberculosis vaccine.
In America, Dr. Cornelius Rhoads, under the auspices of the Rockefeller Institute for Medical Investigations, infects human subjects with cancer cells. He later goes on to establish the U.S. Army Biological Warfare facilities in Maryland, Utah, and Panama, and is named to the U.S. Atomic Energy Commission. While there, he begins a series of radiation exposure experiments on American soldiers and civilian hospital patients.
1932
The Tuskegee Syphilis Study begins. 200 black men diagnosed with syphilis are never told of their illness, are denied treatment, and instead are used as human guinea pigs in order to follow the progression and symptoms of the disease. They all subsequently die from syphilis, their families never told that they could have been treated.
This is one subject we will cover in depth some day soon.
1935
The Pellagra Incident. After millions of individuals die from
Pellagra over a span of two decades, the U.S. Public Health Service finally acts to stem the disease. The director of the agency admits it had known for at least 20 years that Pellagra is caused by a niacin deficiency but failed to act since most of the deaths occurred within poverty-stricken black populations.
1938
Japanese immunologist Ishii Shiro (“Dr. Ishii”) conducts experiments with anthrax and cholera on Chinese prisoners in Harbin.
1939
Third Reich orders births of all twins be registered with Public Health Offices for purpose of genetic research.
1939-1945
Unit 731. Dr Ishii begins “field tests” of germ warfare and vivisection experiments on thousands of Chinese soldiers and civilians. Chinese people who rebelled against the Japanese occupation were arrested and sent to Pingfan where they became human guinea pigs; there is evidence that some Russian prisoners were also victims of medical atrocities. “I cut him open from the chest to the stomach and he screamed terribly and his face was all twisted in agony. He made this unimaginable sound, he was screaming so horribly. But then finally he stopped. This was all in a day’s work for the surgeons, but it really left an impression on me because it was my first time.” These prisoners were called ‘maruta’ (literally ‘logs’) by the Japanese. After succumbing to induced diseases — including bubonic plague, cholera, anthrax — the prisoners were usually dissected while still alive, their bodies then cremated within the compound. Tens of thousands died. The atrocities were committed by some of Japan’s most distinguished doctors recruited by Dr. Ishii.
1940
Four hundred prisoners in Chicago are infected with Malaria in order to study the effects of new and experimental drugs to combat the disease. Nazi doctors later on trial at Nuremberg will cite this American study to defend their own actions during the Holocaust.
1941
Sterilization experiments at Auschwitz.
1941-1945
Typhus experiments at Buchenwald and Natzweiler concentration camps.
1942-1945
According to congressional hearings held in Washington, D. C., in September 1986, former American POWs were among Ishii’s experimental subjects. The hearings produced a litany of horror stories told by former American POWs. http://www.researchprotection.org/history/chronology.html 
1942
Harvard biochemist Edward Cohn injects sixty-four Massachusetts prisoners with beef blood in U.S. Navy-sponsored experiment.
High altitude or low pressure experiments at Dachau concentration camp.
Chemical Warfare Services begins mustard gas experiments on approximately 4,000 servicemen. The experiments continue until 1945 and made use of Seventh Day Adventists who chose to become human guinea pigs rather than serve on active duty.
1942-1943
Bone regeneration and transplantation experiments on female prisoners at Ravensbrueck concentration camp.
Coagulation experiments on Catholic priests at Dachau concentration camp.
Freezing experiments at Dachau concentration camp.
1942-1944
U.S. Chemical Warfare Service conducts mustard gas experiments on thousands of servicemen.
1942-1945
Malaria experiments at Dachau concentration camp on more than twelve hundred prisoners.
1943
Epidemic jaundice experiments at Natzweiler concentration camp.
Refrigeration experiment conducted on sixteen mentally disabled patients who were placed in refrigerated cabinets at 30 degree Fahrenheit, for 120 hours, at University of Cincinnati Hospital., “to study the effect of frigid temperature on mental disorders.”
1942-1943
Phosphorus burn experiments at Buchenwald concentration camp.
In response to Japan’s full-scale germ warfare program, the U.S. begins research on biological weapons at Fort Detrick, MD.
1944
Manhattan Project injection of 4.7 micrograms of plutonium into soldiers at Oak Ridge.
Seawater experiment on sixty Gypsies given only saltwater to drink at Dachau concentration camp.
U.S. Navy uses human subjects to test gas masks and clothing. Individuals were locked in a gas chamber and exposed to mustard gas and lewisite.
1944-1946
University of Chicago Medical School professor Dr. Alf Alving conducts malaria experiments on more than 400 Illinois prisoners.
1945
Manhattan Project injection of plutonium into three patients at Billings Hospital at University of Chicago.
Malaria experiment on 800 prisoners in Atlanta.
Project Paperclip is initiated. The U.S. State Department, Army intelligence, and the CIA recruit Nazi scientists and offer them immunity and secret identities in exchange for work on top secret government projects in the United States.
“Program F” is implemented by the U.S. Atomic Energy Commission (AEC). This is the most extensive U.S. study of the health effects of fluoride, which was the key chemical component in atomic bomb production. One of the most toxic chemicals known to man, fluoride, it is found, causes marked adverse effects to the central nervous system but much of the information is squelched in the name of national security because of fear that lawsuits would undermine full-scale production of atomic bombs.
1946
U.S. secret deal with Ishii and Unit 731 leaders cover up of germ warfare data based on human experimentation in exchange for immunity from war-crimes prosecution. A top-secret U.S. Army Far East Command report on Thompson’s findings reads: “The value to the U.S. of Japanese biological weapons data is of such importance to national security as to far outweigh the value accruing from war-crimes prosecution.” A 1956 FBI memorandum reveals that by the mid-1950s the U.S. knew everything about Ishii’s human experiments but agreed not to prosecute in exchange for Japan’s scientific data on germ warfare. (In other words, when it comes to human torture and sacrifice, even of American POW’S, the ends justify the means as far as the U.S. Government is concerned….and, the U.S. Government placed a very high value on knowledge of efficient ways to kill large numbers of people )
Opening of Nuremberg Doctors Trial.
1946-1953
Atomic Energy Commission and Quaker Oats-sponsored study of Fernald, Massachusetts residents fed breakfast cereal containing radioactive tracers.
1946
Patients in VA hospitals are used as guinea pigs for medical experiments. In order to allay suspicions, the order is given to change the word “experiments” to “investigations” or “observations” whenever reporting a medical study performed in one of the nation’s veteran’s hospitals.
1946-1974
The Atomic Energy Commission authorized a series of experiments in which radioactive materials are given to individuals in many cases without being informed they were the subject of an experiment, and in some cases without any expectation of a positive benefit to the subjects, who were selected from vulnerable populations such as the poor, elderly, and mentally retarded children (who were fed radioactive oatmeal without the consent of their parents), and also from students at UC-San Francisco. In 1993, the experiments were uncovered and made public. In 1996, the United States settled with the survivors for 4.9 million dollars.
1947
Judgment at Nuremberg Doctors Trial including ten point
Nuremberg Code which begins: “The voluntary consent of the human subject is absolutely essential.”
Colonel E.E. Kirkpatrick of the U.S. Atomic Energy Commission issues a secret document (Document 07075001, January 8, 1947) stating that the agency will begin administering intravenous doses of radioactive substances to human subjects.
The CIA begins its study of LSD as a potential weapon for use by American intelligence. Human subjects (both civilian and military) are used with and without their knowledge.
1949
Intentional release of radiodine 131 and xenon 133 over Hanford Washington in Atomic Energy Commission field study called “Green Run.”
Soviet Union’s war crimes trial of Dr. Ishii’s associates.
1949-1953
Atomic Energy Commission studies of mentally disabled school children fed radioactive isotopes at Fernald and Wrentham schools.
1950
Department of Defense begins plans to detonate nuclear weapons in desert areas and monitor downwind residents for medical problems and mortality rates.
In an experiment to determine how susceptible an American city would be to biological attack, the U.S. Navy sprays a cloud of bacteria from ships over San Francisco.
Monitoring devices are situated throughout the city in order to test the extent of infection. Many residents become ill with pneumonia-like symptoms.
Dr. Joseph Stokes of the University of Pennsylvania infects 200 women prisoners with viral hepatitis.
1951-1960
University of Pennsylvania under contract with U.S. Army conducts psychopharmacological experiments on hundreds of Pennsylvania prisoners.
1951
Department of Defense begins open air tests using disease-producing bacteria and viruses. Tests last through 1969 and there is concern that people in the surrounding areas have been exposed.
1952-1974
University of Pennsylvania dermatologist Dr. Albert Kligman conducts skin product experiments by the hundreds at Holmesburg Prison; “All I saw before me,” he has said about his first visit to the prison, “were acres of skin.”
1952
Henry Blauer injected with a fatal dose of mescaline at Psychiatric Institute of Columbia University per secret contract with Army Chemical Corps.
1953
Newborn Daniel Burton rendered blind at Brooklyn Doctor’s Hospital during study on RLF and the use of oxygen
1953-1957
Oak Ridge-sponsored injection of uranium into eleven patients at Massachusetts General Hospital in Boston.
1953
U.S. military releases clouds of zinc cadmium sulfide gas over Winnipeg, St. Louis, Minneapolis, Fort Wayne, the Monocacy River Valley in Maryland, and Leesburg, Virginia. Their intent is to determine how efficiently they could disperse chemical agents.
Joint Army-Navy-CIA experiments are conducted in which tens of thousands of people in New York and San Francisco are exposed to the airborne germs Serratia marcescens and Bacillus glogigii. The germs and chemicals used by the Army and Navy posed known health risks before and during the time of testing. This is documented in scientific studies cited in The Eleventh Plague by Leonard A. Cole and in Cole’s previous book, Clouds of Secrecy: The Army’s Germ Warfare Tests Over Populated Areas.
CIA initiates Project MKULTRA at eighty institutions on hundreds of subjects. This is an eleven year research program designed to produce and test drugs and biological agents that would be used for mind control and behavior modification. Six of the subprojects involved testing the agents on unwitting human beings.
A declassified CIA document dated 7 Jan 1953[1] describes the experimental creation of multiple personality in two 19-year old girls. “These subjects have clearly demonstrated that they can pass from a fully awake state to a deep H [hypnotic] controlled state by telephone, by receiving written matter, or by the use of code, signal, or words, and that control of those hypnotized can be passed from one individual to another without great difficulty. It has also been shown by experimentation with these girls that they can act as unwilling couriers for information purposes.”
1953-1970
U.S. Army experiments with LSD on soldiers at Fort Detrick, Md.
1954-1974
U.S. Army study of 2300 Seventh-Day Adventist soldiers in 150 experiments code named “Operation Whitecoat.”
1955
The CIA, in an experiment to test its ability to infect human populations with biological agents, releases a bacteria withdrawn from the Army’s biological warfare arsenal over Tampa Bay, Fl.
1955-1958
Army Chemical Corps continues LSD research, studying its potential use as a chemical incapacitating agent. More than 1,000 Americans participate in the tests, which continue until 1958.
1956
U.S. military releases mosquitoes infected with Yellow Fever over Savannah, Ga and Avon Park, Fl. Following each test, Army agents posing as public health officials test victims for effects.
Dr. Albert Sabin tests experimental polio vaccine on 133 prisoners in Ohio.
1958
LSD is tested on 95 volunteers at the Army’s Chemical Warfare Laboratories for its effect on intelligence.
1958-1960
Injection of hepatitis into mentally disabled children at Willowbrook School on Staten Island in an attempt to find vaccine.
1958-1962
Spread of radioactive materials over Inupiat land in Point Hope, Alaska in Atomic Energy Commission field study code named “Project Chariot.”
1959-1962
Harvard Professor Henry A. Murray conducts psychological deconstruction experiment on 22 undergraduates including Theodore Kaczynski, the result of which, at least according to writer Alton Chase, may have turned Kaczynski into the Unabomber.
1960
The Army Assistant Chief-of-Staff for Intelligence (ACSI) authorizes field testing of LSD in Europe and the Far East. Testing of the European population is code named Project THIRD CHANCE; testing of the Asian population is code named Project DERBY HAT.
1962-1980
Pharmaceutical companies conduct phase one safety testing of drugs almost exclusively on prisoners for small cash payments.
1962
Thalidomide withdrawn from the market after thousands of birth deformities blamed in part on misleading results of animal studies; the FDA thereafter requires three phases of human clinical trials before companies can release a drug on the market.
Injection of live cancer cells into elderly patients at Jewish Chronic Disease Hospital in Brooklyn.
Stanley Milgram conducts obedience research at Yale University. We’ve talked of Milgram’s experiment in a previous newsletter, and there is a link to a great online video on the subject that is very good. 
1963
NIH supported researcher transplants chimpanzee kidney into human in failed experiment.
Linda MacDonald was a victim of Dr. Ewen Cameron’s destructive mind control experiments in 1963. Dr. Cameron was at various times president of the American, Canadian, and World Psychiatric Associations. He used a “treatment” which involved intensive application of these brainwashing techniques; drug disinhibition, prolonged sleep treatment, and prolonged isolation, combined with ECT [Electro Convulsive Therapy] treatments. The amount of electricity introduced into Linda’s brain exceeded by 76.5 times the maximum amount recommended. Dr. Cameron’s technique resulted in permanent and complete amnesia. To this day, Linda is unable to remember anything from her birth to 1963. As recorded by nurses in her chart, she didn’t know her name and didn’t recognize her children. She couldn’t read, drive, or use a toilet. Not only did she not know her husband, she didn’t even know what a husband was. A class action suit against the CIA for Dr. Cameron’s MKULTRA experiments was settled out of court for $750,000, divided among eight plaintiffs in 1988.
1962-1980
Pharmaceutical companies conduct phase one safety testing of drugs almost exclusively on prisoners for small cash payments.
1963-1973
Dr. Carl Heller, a leading endocrinologist, conducts testicular irradiation experiments on prisoners in Oregon and Washington giving them $5 a month and $100 when they receive a vasectomy at the end of the trial.
1964
World Medical Association adopts Helsinki Declaration, asserting “The interests of science and society should never take precedence over the well being of the subject.”
1965-1966
CIA and Department of Defense begin Project MKSEARCH, a program to develop a capability to manipulate human behavior through the use of mind-altering drugs.
University of Pennsylvania under contract with Dow Chemical conducts dioxin experiments: prisoners at the Holmesburg State Prison in Philadelphia are subjected to dioxin, the highly toxic chemical component of Agent Orange used in Viet Nam. The men are later studied for development of cancer, which indicates that Agent Orange had been a suspected carcinogen all along.
1966
CIA initiates Project MKOFTEN, a program to test the toxicological effects of certain drugs on humans and animals.
U.S. Army dispenses Bacillus subtilis variant niger throughout the New York City subway system. More than a million civilians are exposed when army scientists drop light bulbs filled with the bacteria onto ventilation grates.
Henry Beecher’s article “Ethics and Clinical Research” in New England Journal of Medicine.
U.S. Army introduces bacillus globigii into New York subway tunnels in field study.
NIH Office for Protection of Research Subjects (“OPRR”) created and issues Policies for the Protection of Human Subjects calling for establishment of independent review bodies later known as Institutional Review Boards.
1967
British physician M.H. Pappworth publishes “Human Guinea Pigs,” advising “No doctor has the right to choose martyrs for science or for the general good.”
CIA and Department of Defense implement Project MKNAOMI, successor to MKULTRA and designed to maintain, stockpile and test biological and chemical weapons.
1968
CIA experiments with the possibility of poisoning drinking water by injecting chemicals into the water supply of the FDA in Washington, D.C.
1969
Dr. Robert MacMahan of the Department of Defense requests from congress $10 million to develop, within 5 to 10 years, a synthetic biological agent to which no natural immunity exists.
1970
Funding for the synthetic biological agent is obtained under H.R. 15090. The project, under the supervision of the CIA, is carried out by the Special Operations Division at Fort Detrick, the army’s top secret biological weapons facility. Speculation is raised that molecular biology techniques are used to produce AIDS-like retroviruses.
United States intensifies its development of “ethnic weapons” (Military Review, Nov., 1970), designed to selectively target and eliminate specific ethnic groups who are susceptible due to genetic differences and variations in DNA.
1971
Dr. Zimbardo conducts Psychology of Prison Life experiment on students at Stanford University.
1973
Ad Hoc Advisory Panel issues Final Report of Tuskegee Syphilis Study, concluding “Society can no longer afford to leave the balancing of individual rights against scientific progress to the scientific community.”
1974
National Research Act establishes National Commission for the Protection of Human Subjects and upgrades OPRR Policies to Regulations to be known as “The Common Rule.”
1975
The virus section of Fort Detrick’s Center for Biological Warfare Research is renamed the Fredrick Cancer Research Facilities and placed under the supervision of the National Cancer Institute (NCI) . It is here that a special virus cancer program is initiated by the U.S. Navy, purportedly to develop cancer-causing viruses. It is also here that retrovirologists isolate a virus to which no immunity exists. It is later named HTLV (Human T-cell Leukemia Virus).
HHS promulgates Title 45 of Federal Regulations titled “Protection of Human Subjects,” requiring appointment and utilization of IRBs.
1976
National Urban league holds National Conference on Human Experimentation, announcing “We don’t want to kill science but we don’t want science to kill, mangle and abuse us.”
1977
Senate hearings on Health and Scientific Research confirm that 239 populated areas had been contaminated with biological agents between 1949 and 1969. Some of the areas included San Francisco, Washington, D.C., Key West, Panama City, Minneapolis, and St. Louis.
1978
Experimental Hepatitis B vaccine trials, conducted by the CDC, begin in New York, Los Angeles and San Francisco. Ads for research subjects specifically ask for promiscuous homosexual men.
1979
National Commission issues Belmont Report setting forth three basic ethical principles: respect for persons, beneficence, and justice.
1980
The FDA promulgates 21 CFR 50.44 prohibiting use of prisoners as subjects in clinical trials shifting phase one testing by pharmaceutical companies to non-prison population.
1981
First cases of AIDS are confirmed in homosexual men in New York, Los Angeles and San Francisco, triggering speculation that AIDS may have been introduced via the Hepatitis B vaccine.
1981
Leonard Whitlock suffers permanent brain damage after deep diving experiment at Duke University.
1985
According to the journal Science (227:173-177), HTLV and VISNA, a fatal sheep virus, are very similar, indicating a close taxonomic and evolutionary relationship.
1986
According to the Proceedings of the National Academy of Sciences (83:4007-4011), HIV and VISNA are highly similar and share all structural elements, except for a small segment which is nearly identical to HTLV. This leads to speculation that HTLV and VISNA may have been linked to produce a new retrovirus to which no natural immunity exists.
A report to Congress reveals that the U.S. Government’s current generation of biological agents includes: modified viruses, naturally occurring toxins, and agents that are altered through genetic engineering to change immunological character and prevent treatment by all existing vaccines.
1987
Department of Defense admits that, despite a treaty banning research and development of biological agents, it continues to operate research facilities at 127 facilities and universities around the nation.
Supreme Court decision in United States v. Stanley, 483 U.S. 669, holding soldier given LSD without his consent could not sue U.S. Army for damages.
1990
More than 1500 six-month old black and Hispanic babies in Los Angeles are given an “experimental” measles vaccine that had never been licensed for use in the United States. The Center for Disease Control later admits that parents were never informed that the vaccine being injected to their children was experimental.
The FDA grants Department of Defense waiver of Nuremberg Code for use of unapproved drugs and vaccines in Desert Shield.
1991
World Health Organization announces CIOMS Guidelines which set forth four ethical principles: respect for persons, beneficence, nonmalfeasance and justice.
Tony LaMadrid commits suicide after participating in study on relapse of schizophrenics withdrawn from medication at UCLA.
1994
With a technique called “gene tracking,” Dr. Garth Nicolson at the MD Anderson Cancer Center in Houston, TX discovers that many returning Desert Storm veterans are infected with an altered strain of Mycoplasma incognitus, a microbe commonly used in the production of biological weapons. Incorporated into its molecular structure is 40 percent of the HIV protein coat, indicating that it had been man-made.
Senator John D. Rockefeller issues a report revealing that for at least 50 years the Department of Defense has used hundreds of thousands of military personnel in human experiments and for intentional exposure to dangerous substances. Materials included mustard and nerve gas, ionizing radiation, psychochemicals, hallucinogens, and drugs used during the Gulf War.
1995
U.S. Government admits that it had offered Japanese war criminals and scientists who had performed human medical experiments salaries and immunity from prosecution in exchange for data on biological warfare research.
Dr. Garth Nicolson, uncovers evidence that the biological agents used during the Gulf War had been manufactured in Houston, TX and Boca Raton, Fl and tested on prisoners in the Texas Department of Corrections.
1996
Department of Defense admits that Desert Storm soldiers were exposed to chemical agents.
1997
Eighty-eight members of Congress sign a letter demanding an investigation into bioweapons use & Gulf War Syndrome.
1998
Three children die at St. Jude Children’s Hospital in Memphis during participation in clinical trial for acute lymphoblastic leukemia.
1999
Veterans Administration shuts down all research at West Los Angeles Medical Center after allegations of medical research performed on patients who did not consent.
OPRR shuts down research at Duke University because of inadequate supervision of human subject experiments..
Year-old Gage Stevens dies at Children’s Hospital in Pittsburgh during participation in Propulsid clinical trial for infant acid reflux.
18-year-old Jesse Gelsinger dies after being injected with 37 trillion particles of adenovirus in gene therapy experiment at University of Pennsylvania. His death triggers a still-ongoing reevaluation of the conflicts of interest plaguing human subject research.
2000
University of Oklahoma melanoma trial halted for failure to follow government regulations and protocol.
OPRR becomes Office of Human Research Protection (“OHRP”) and made part of the Department of Health and Human Services.
2001
Biotech company in Pennsylvania asks the FDA for permission to conduct placebo trials on infants in Latin America born with serious lung disease though such tests would be illegal in U.S.
Ellen Roche, a 24 year-old healthy volunteer, dies after inhaling hexamethonium in an asthma study at Johns Hopkins Medical Center. OHRP shuts down all research at Hopkins for four days.
Elaine Holden-Able, a healthy retired nurse, dies in Case Western University Alzheimer’s experiment financed by the tobacco industry.
2003
FDA reports that, for the past four years, experiments on cancer patients were conducted at Stratton Veterans Affairs Medical Center by Paul Kornak who had no valid medical license and who repeatedly altered data and committed numerous violations of the protocols..
As I told you above, Rick believes that Modern Medicine is the worlds largest and most corrupt human experiment ever conducted. He sent me another article [http://www.survivreausida.net/article5922.html] in which the president of Health Educations AIDS Liaison, an advocacy group for HIV parents, Michael Ellner states, “They are torturing these kids, and it is nothing short of murder,” referencing experimental treatment offered at Manhattan’s Incarnation Children’s Center in New York.
Biochemist Dr. David Rasnick, a visiting scholar at the University of California at Berkeley and an expert in AIDS medication, was outraged because the drugs, alone or combined, have “acute toxicity which could be fatal.”
He said the drugs’ side effects include severe liver damage, cancerous tumors, severe anemia, muscle wasting, severe and life-threatening rashes and “buffalo hump,” where fatty tissues accumulate behind the neck.
Rick adds:
What really makes this a horrible crime is that none of these children ever had AIDS until they started giving them the AIDS cocktails. These were kids that just tested positive for HIV antibodies which means absolutely nothing. The HIV lie is one of the biggest hoaxes in the world. Those antibodies are common and found in lots of people but more so in blacks than any other race. [I] Wonder what the intent here is?
Take away the AIDS drugs and the nitrate inhalers and AIDS would disappear. people aren’t dying from AIDS, they’re dying from the AIDS drugs.
They use antibodies as a marker for infection and then turn around and use the same antibodies as a marker for protection. If you’ve had a vaccination then antibodies mean protection. If you haven’t, then they mean infection.
Yes, Rick, it’s insane. Thanks for all the hard work.
References:
The Secret History of Anthrax; Declassified documents show widespread experimentation in ’40s, H.P. Albarelli Jr. www.WorldNetDaily.com  
International Wellness Directory
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Uma Breve História de Experimentos Humanos
Existem muitas mais marcas negras na nossa história americana do que o abuso recente na prisão de Abu Ghraib.Longe demais.
Infelizmente, muitos deles são perfeitamente legais.
Você sabia que seu governo tem o direito de experimentar em você sem você saber?Eu não tenho certeza se este foi testado antes de o Supremo Tribunal Federal, principalmente porque não sabemos sobre ele enquanto ele está ocorrendo e que geralmente descobrir depois que os participantes estão todos mortos.Então, quem está à esquerda para encontrar o recurso?
QUÍMICA E PROGRAMA GUERRA BIOLÓGICA
“O uso de seres humanos será permitido para o teste de agentes químicos e biológicos pelo Departamento de Defesa dos EUA, respondendo às comissões do Congresso com relação aos experimentos e estudos.”
“O secretário de Defesa [pode] realizar testes e experimentos envolvendo o uso de químicas e biológicas [guerra] agentes sobre as populações civis [dentro dos Estados Unidos].”
FONTE
Direito Público 95-79, Título VIII, cap. 808, 30 de julho de 1977, 91 Stat. 334.
Nos EUA Estatutos-at-Large, vol. 91, página 334, você vai encontrar Direito Público 95-79.
Direito Público 97-375, título II, cap. 203 (a) (1), 21 de dezembro de 1982, 96 Stat. 1882.
Nos EUA Estatutos-at-Large, vol. 96, página 1882, você vai encontrar Direito Público 97-375.
Temos de agradecer aos nossos voluntários pesquisador Rick Ensminger para fornecer todas essas informações para nós.Ele se colocar em um monte de tempo compilando isso.Rick e, como muitos outros, acredita que todo o nosso sistema médico neste país é um grande experimento.Novamente, você deve ler o História do Charlatanismo e visitar nossas páginas Fraude Médica.Como assinalamos no artigo a História do Charlatanismo , em 1978, o Office of Technology Assessment publicou um relatório que apenas 10 a 20% de todos os procedimentos médicos em uso naquele tempo (e atualmente) tem sido demonstrado por experimentos controlados para ser eficaz.Eles também afirmam que quase a metade desses procedimentos que haviam sido os estudos, não foram estudados adequadamente; os estudos foram, de fato, profundamente falho.Você vai encontrar essa publicação on-line inteiro: Avaliação da Eficácia e Segurança de Tecnologias Médicas.[ http://www.wws.princeton.edu/ ~ ota/disk3/1978/7805_n.html ].
O que levou tanto Rick e eu a concentrar-se sobre este assunto em particular foram duas histórias que ele tinha descoberto.O primeiro está localizado em: http://www.time.com/time/covers/1101020422/poisons.html
Para resumir o artigo, dezenas de estudantes universitários Nebraskan em 1998 respondeu a um anúncio em seu jornal da escola alegando que poderia “ganhar dinheiro extra” pelo voluntariado para um estudo.Eles foram entregues um termo de consentimento 7 página (que ninguém lê) e tem um frasco de comprimidos para levar para casa.
Os comprimidos foram feitos pela Dow Chemical.O julgamento foi para provar que seu ingrediente matar barata no topo Raid (clorpirifós) foi segura.
Sim, esses estudantes universitários estavam ingerindo pesticidas para a Dow Chemical Corporation.Oh sim, e ganhando $ 460,00.
Do artigo:
Desde 1997, os fabricantes de pesticidas apresentaram mais de uma dúzia de estudos em humanos para a EPA. O que nunca foi estabelecido, porém, é se é aceitável-legal ou eticamente a realização de ensaios clínicos que não oferecem nenhum benefício potencial para os participantes (exceto o ganho monetário) e pode acabar prejudicando as pessoas em nome da saúde pública.
E:
Enquanto isso, as empresas químicas ainda poderia ser tranquilamente conduzindo testes em humanos. “Não há como dizer porque não há nenhum sistema para estudos de rastreamento que não são financiados pelo governo federal”, diz Ken Cook, presidente do Environmental Working Group, que se opõe à testes de pesticidas. “Não há nenhum protocolo sobre como devem ser conduzidas. Nós estamos falando sobre o Oeste selvagem, selvagem aqui.”
Este é um artigo surpreendente.O chefe de uma empresa farmacêutica, Professor David Horrobin, desceu com câncer e em vez de usar os medicamentos de sua empresa e muitos outros fizeram para o câncer, ele optou por alternativas que são consideradas charlatanismo pela medicina mainstream.No artigo, o Dr. Horrobin vem limpo: “testes de drogas são inúteis … e antiético.”Ele continua a dizer que os voluntários têm pouca chance de recuperação.
Este artigo é uma leitura obrigatória.Estamos salvando-o aqui apenas no caso de ser removido do web.
Antes de começarmos nossa lista breve histórico das experiências humanas, note que nem todas as experiências com seres humanos são realizadas sem o seu consentimento, nem são particularmente prejudiciais.Behavioristas se sabe muito pouco sem a realização de experimentos em humanos.Algumas das experiências que temos listados abaixo são experimentos monumental, mas alguns, infelizmente, são estúpidos, cruéis e sem sentido.
Hipócrates viveu no século V aC e é considerado o Pai da Medicina e que o Pai de Ética Médica.Ele estabeleceu a ética e regras pelas quais um médico deve guiar sua prática, portanto, o juramento de Hipócrates.Embora não no juramento, Hipócrates ensinou a seus alunos que a primeira lei pela qual todos os médicos devem ser guiados é:
“Primum non nocere”.
Ou em Inglês (você irá encontrá-lo em nossa home page) que diz: “Primeiro não cause danos”.
1718
George I oferece perdão gratuito a qualquer detento da prisão de Newgate, que concorda em ser inoculado com varíola infecciosas no experimento de inoculação da varíola. Você pode ler sobre isso em um dos artigos da nossa história, na seção: A História de Inoculação .
1796
Edward Jenner injeta saudável de oito anos de idade, James Phillips primeiro com cowpox em seguida, três meses depois com a varíola e é aclamado como o descobridor da vacina contra a varíola.
1845-1849
J. Marion Sims, o “Pai de Ginecologia” nos Estados Unidos, realiza experimentos ginecológico em escravos na Carolina do Sul. Você pode ler mais sobre o Dr. Sims em nossas biografias .
1865
Fisiologista francês Claude Bernard publica “Introdução ao Estudo de Experimentação Humana”, aconselhando: “Nunca realizar um experimento que pode ser prejudicial para o paciente, embora altamente vantajoso para a ciência ou a saúde de outros.
1874
Médico Cincinnati Roberts Bartholow conduz experimentos em cirurgia do cérebro Mary Rafferty, um servo anos 30 nacional morrendo de uma úlcera infectada.
1891
Prussiano Estado legisla que um tratamento para a tuberculose não pode ser dado a prisioneiros sem o seu consentimento.
1892
Albert Neisser injeta mulheres com soro de pacientes com sífilis, infectando a metade deles.
1896
Dr. Arthur Wentworth realiza punção lombar em 29 crianças no Hospital Infantil de Boston para determinar se o procedimento é prejudicial.
1897
Bacteriologista italiano Sanarelli injeta cinco indivíduos com o bacilo de procurar um agente causador da febre amarela.
1900
Walter Reed injeta 22 trabalhadores imigrantes espanhóis em Cuba com o agente da febre amarela pagando-lhes US $ 100 se eles sobrevivem e US $ 200 se contrair a doença.
1906
Dr. Richard Strong, professor de medicina tropical na Universidade de Harvard, as experiências com cólera em prisioneiros nas Filipinas matando treze.
1915
EUA Saúde Pública Gabinete induz pelagra em doze prisioneiros Mississippi. Todos os prisioneiros são, no entanto, voluntários e após o experimento são curadas (com dieta adequada) e libertado da prisão. Você pode ler sobre isso aqui, na nossa História de vitaminas .
1919-1922
Testicular experimentos de transplante de 500 prisioneiros em San Quentin
1931
Alemanha emite “Regulamento sobre Terapia Novo e Experimentação”, enquanto 75 crianças morrem em Lubeck, na Alemanha a partir de experimento pediatra com vacina contra a tuberculose.
Na América, Dr. Cornelius Rhoads, sob os auspícios do Instituto Rockefeller de Investigações Médicas, infecta seres humanos com células cancerosas. Mais tarde, ele passa a estabelecer os EUA Exército instalações guerra biológica, em Maryland, Utah, e Panamá, e é nomeado para a Comissão de Energia Atômica dos EUA. Enquanto estava lá, ele começa uma série de experimentos de exposição à radiação em soldados americanos e pacientes do hospital civil.
1932
O Estudo de Sífilis de Tuskegee começa. 200 homens negros diagnosticados com sífilis nunca é informado da sua doença, são negados o tratamento, e em vez disso são usados ​​como cobaias humanas para seguir a progressão e sintomas da doença. Subseqüentemente, todos morrer de sífilis, suas famílias nunca disse que eles poderiam ter sido tratados.
Este é um assunto que vai cobrir em profundidade algum dia em breve.
1935
O Incidente Pelagra. Depois de milhões de pessoas morrem de pelagra em um período de duas décadas, os EUA Serviço de Saúde Pública, finalmente, atua para conter a doença. O diretor da agência admite que sabia há pelo menos 20 anos que a pelagra é causada por uma deficiência de niacina, mas falharam em agir já que a maioria das mortes ocorreu dentro miseráveis ​​populações negras.
1938
Imunologista japonês Ishii Shiro (“Dr. Ishii”) realiza experiências com antraz ea cólera com prisioneiros chineses em Harbin.
1939
Ordens do Terceiro Reich nascimentos de todos os gêmeos ser registrado com os Escritórios de Saúde Pública para fins de investigação genética.
1939-1945
Unidade 731. Dr. Ishii começa “testes de campo” da guerra bacteriológica e experimentos de vivissecção em milhares de soldados chineses e civis. O povo chinês que se rebelaram contra a ocupação japonesa foram presos e enviados para Pingfan onde se tornaram cobaias humanas, não há evidências de que alguns prisioneiros russos também foram vítimas de atrocidades médicas. “Eu cortei-o aberto a partir do peito para o estômago e ele gritou muito e seu rosto estava todo torcido em agonia. Ele fez este som inimaginável, ele estava gritando tão horrivelmente. Mas então, finalmente, ele parou. Isso tudo foi em um dia de trabalho para os cirurgiões, mas ele realmente deixou uma impressão em mim, porque foi minha primeira vez. “ Esses prisioneiros eram chamados de “Maruta ‘(literalmente’ logs ‘) pelos japoneses. Depois de sucumbir às doenças induzidas – incluindo a peste bubônica, cólera, antraz – os prisioneiros eram geralmente dissecado enquanto ainda vivo, então seus corpos cremados dentro do complexo. Dezenas de milhares morreram. As atrocidades foram cometidas por alguns dos médicos mais ilustres do Japão recrutado por Dr. Ishii.
1940
Quatro centenas de prisioneiros em Chicago estão infectadas com a malária, a fim de estudar os efeitos de novas drogas e experimental para combater a doença. Médicos nazistas mais tarde, em julgamento em Nuremberg vai citar este estudo norte-americano para defender suas próprias ações durante o Holocausto.
1941
Experimentos de esterilização em Auschwitz.
1941-1945
Experimentos de tifo em Buchenwald e campos de concentração Natzweiler.
1942-1945
De acordo com audiências no Congresso realizado em Washington, DC, em setembro de 1986, o ex-prisioneiros de guerra americanos estavam entre os sujeitos experimentais Ishii. As audiências produziu um rosário de histórias de horror contadas por ex-prisioneiros de guerra americanos. http://www.researchprotection.org/history/chronology.html
1942
Bioquímico de Harvard Edward Cohn injeta presos 64 Massachusetts com o sangue de carne nos EUA experiência da Marinha patrocinado.
Altitude elevada ou experimentos de baixa pressão no campo de concentração de Dachau.
Chemical Warfare Serviços começa experimentos gás mostarda em cerca de 4.000 militares. Os experimentos continuam até 1945 e fez uso de Adventistas do Sétimo Dia, que escolheu se tornar cobaias humanas em vez de servir na ativa.
1942-1943
Regeneração óssea e transplante de experimentos em prisioneiros do sexo feminino no campo de concentração de Ravensbrück.
Experimentos de coagulação em padres católicos no campo de concentração de Dachau.
Experimentos de congelamento a campo de concentração de Dachau.
1942-1944
EUA Chemical Warfare Serviço conduz experimentos gás mostarda em milhares de militares.
1942-1945
Experimentos malária no campo de concentração de Dachau em mais de 1.200 prisioneiros.
1943
Epidemia de icterícia em experimentos Natzweiler campo de concentração.
Experimento conduzido em refrigeração dezesseis pacientes com deficiência mental que foram colocados em armários refrigerados a 30 graus Fahrenheit, para 120 horas, na Universidade de Cincinnati Hospital. “Estudar o efeito da temperatura fria sobre transtornos mentais.”
1942-1943
Fósforo queimar experiências no campo de concentração de Buchenwald.
Em resposta ao programa japonês de guerra em escala total de germes, os EUA começa a investigação sobre armas biológicas, em Fort Detrick, MD.
1944
Projeto Manhattan injeção de 4,7 microgramas de plutônio em soldados em Oak Ridge.
Experimentar a água do mar em sessenta ciganos dada só para beber água salgada no campo de concentração de Dachau.
Marinha dos EUA utiliza seres humanos para testar máscaras de gás e roupas. Indivíduos foram trancados em uma câmara de gás e expostos ao gás mostarda e lewisite.
1944-1946
University of Chicago Medical School professor Dr. Alf Alving conduz experimentos da malária em mais de 400 presos Illinois.
1945
Projeto Manhattan injeção de plutônio em três pacientes em Billings Hospital da Universidade de Chicago.
Experimento de malária em 800 prisioneiros em Atlanta.
Paperclip projeto é iniciado. Os EUA do Departamento de Estado, a inteligência do Exército e da CIA recrutar cientistas nazistas e oferecer-lhes a imunidade e identidades secretas em troca de trabalho em cima projetos secretos do governo dos Estados Unidos.
“F” Programa é implementado pela Comissão de Energia Atômica dos EUA (AEC). Este é o mais extenso estudo realizado nos EUA dos efeitos na saúde de flúor, que era o componente químico chave na produção da bomba atômica. Uma das substâncias mais tóxicas conhecidas pelo homem, o flúor, encontra-se, faz com que marcou efeitos adversos ao sistema nervoso central, mas grande parte das informações é reprimido em nome da segurança nacional por causa do medo que os processos minaria em larga escala de produção de bombas atômicas.
1946
EUA acordo secreto com Ishii e Unidade 731 líderes encobrir de dados germe de guerra baseado em experiências com seres humanos em troca de imunidade de acusação por crimes de guerra. A ultra-secreto do Exército dos EUA Far relatório Comando Leste sobre os resultados de Thompson diz: “O valor para os EUA de japoneses de dados de armas biológicas é de tal importância para a segurança nacional como para superam o valor provenientes de crimes de guerra de acusação.” Um memorando de 1956 do FBI revela que em meados da década de 1950 os EUA sabiam tudo sobre experiências humanas Ishii, mas concordou em não processar em troca de dados científicos do Japão na guerra biológica. (Em outras palavras, quando se trata de tortura humana e do sacrifício, até mesmo de americanos prisioneiros de guerra, os fins justificam os meios, tanto quanto o Governo dos EUA está em causa …. E, o governo dos EUA colocou um valor muito elevado no conhecimento de formas eficientes de matar um grande número de pessoas)
Abertura de Nuremberg Julgamento dos Médicos.
1946-1953
Comissão de Energia Atômica e Quaker Oats patrocinado estudo de Fernald, residentes de Massachusetts cereais matinais alimentados com rações contendo traçadores radioativos.
1946
Pacientes em hospitais VA são usados ​​como cobaias para experiências médicas. A fim de dissipar suspeitas, a ordem é dada para mudar a palavra “experimentos” para “investigações” ou “observações” sempre que os relatórios um estudo médico realizado em um dos hospitais veterano da nação é.
1946-1974
Comissão de Energia Atômica autorizou uma série de experimentos em que os materiais radioativos são dadas aos indivíduos, em muitos casos sem ser informado que foram objecto de uma experiência, e em alguns casos sem qualquer expectativa de um benefício positivo para os sujeitos, que foram selecionados a partir de populações vulneráveis, como os pobres, as crianças idosos e deficientes mentais (que foram alimentados com aveia radioativo sem o consentimento de seus pais), e também de estudantes da Universidade da Califórnia-San Francisco. Em 1993, os experimentos foram descobertos e tornado público. Em 1996, os Estados Unidos estabeleceram com os sobreviventes por 4,9 milhões de dólares.
1947
Julgamento em Nuremberg Julgamento dos Médicos incluindo dez Código ponto de Nuremberg, que começa assim: “O consentimento voluntário do sujeito humano é absolutamente essencial.”
EE Coronel Kirkpatrick da Comissão de Energia Atômica dos EUA emite um documento secreto (Documento 07075001, 8 de janeiro de 1947) afirmando que a agência vai começar a administrar doses intravenosas de substâncias radioactivas para os seres humanos.
A CIA começa seu estudo do LSD como uma arma potencial para uso pela inteligência americana. Seres humanos (civis e militares) são usadas com e sem o seu conhecimento.
1949
Libertação intencional de radiodine 131 e 133 xenon mais de Hanford, em Washington Atomic Energy Commission estudo de campo chamado “Run Verde”.
Guerra da União Soviética julgamento por crimes de associados Dr. Ishii.
1949-1953
Estudos da Comissão de Energia Atômica crianças em idade escolar com deficiência mental alimentados isótopos radioactivos em escolas Fernald e Wrentham.
1950
Departamento de Defesa começa planos para detonar armas nucleares em áreas desérticas e monitorar os moradores a favor do vento para problemas médicos e as taxas de mortalidade.
Em um experimento para determinar a suscetibilidade uma cidade americana seria a de ataque biológico, os sprays da Marinha dos EUA de uma nuvem de bactérias de navios com mais de San Francisco.
Dispositivos de monitoramento estão situados em toda a cidade a fim de testar a extensão da infecção. Muitos moradores ficam doentes com sintomas semelhantes aos da pneumonia.
Dr. Joseph Stokes, da Universidade da Pensilvânia infecta 200 prisioneiros mulheres com hepatite viral.
1951-1960
Universidade da Pensilvânia, sob contrato com Exército dos EUA realiza experimentos psicofarmacológico em centenas de prisioneiros na Pensilvânia.
1951
Departamento de Defesa começa testes ao ar livre usando doença produtoras de bactérias e vírus. Últimos testes através de 1969 e existe a preocupação de que as pessoas nas áreas circundantes tenham sido expostos.
1952-1974
Universidade da Pensilvânia dermatologista Dr. Albert Kligman conduz experimentos de produtos de pele às centenas na Prisão Holmesburg; “Tudo o que eu vi antes de mim”, ele disse sobre sua primeira visita à prisão “, foram acres de pele.”
1952
Henry Blauer injetados com uma dose fatal de mescalina no Instituto de Psiquiatria da Universidade de Columbia por contrato secreto com Army Chemical Corps.
1953
Recém-nascido Daniel Burton prestados cegos no Hospital Doutor Brooklyn durante estudo sobre RLF eo uso de oxigênio
1953-1957
Oak-Ridge patrocinado injeção de urânio em onze pacientes no Hospital Geral de Massachusetts em Boston.
1953
Militares dos EUA libera nuvens de gás sulfeto de cádmio de zinco sobre Winnipeg, St. Louis, Minneapolis, Fort Wayne, a Monocacy River Valley, em Maryland, e Leesburg, Virgínia. Sua intenção é determinar a eficiência que poderiam dispersar agentes químicos.
Conjunta do Exército-Marinha-CIA experimentos são conduzidos na qual dezenas de milhares de pessoas em Nova York e San Francisco estão expostos ao ar e Serratia marcescens germes glogigii Bacillus. Os germes e produtos químicos utilizados pelo Exército e da Marinha representam riscos de saúde conhecidos antes e durante o tempo de testes. Isso está documentado em estudos científicos citados no The Plague Eleventh por Leonard A. Cole e no livro anterior de Cole, Clouds of Secrecy: Testes do Exército Germ Guerra cima de áreas povoadas.
CIA inicia Projeto MKULTRA aos oitenta instituições de centenas de assuntos. Este é um programa de pesquisa 11 anos projetada para produzir e testar drogas e agentes biológicos que seriam utilizados para o controle da mente e modificação de comportamento. Seis dos subprojetos envolveu o teste de agentes em unwitting seres humanos.
Um documento da CIA desclassificados datada de 7 de janeiro de 1953 [1] descreve a criação experimental de personalidade múltipla em duas meninas de 19 anos de idade. “Estes temas têm demonstrado claramente que eles podem passar de um estado completamente desperto de um profundo estado H [hipnótico] controlado por telefone, recebendo a matéria impressa, ou pelo uso de código, sinal, ou palavras, e que o controle desses hipnotizado pode ser transmitido de um indivíduo para outro, sem grande dificuldade. Também tem sido demonstrado por experimentação com essas meninas que eles possam atuar como mensageiros dispostos para fins de informação. “
1953-1970
Experimentos do Exército dos EUA com LSD em soldados em Fort Detrick, Maryland
1954-1974
EUA Exército estudo de 2300 soldados Adventista do Sétimo Dia, em 150 experimentos de código chamado “Operação pele branca.”
1955
A CIA, em um experimento para testar a sua capacidade de infectar populações humanas com agentes biológicos, libera uma bactéria retirada do arsenal do Exército sobre a guerra biológica Tampa Bay, Fl.
1955-1958
Army Chemical Corps continua LSD pesquisa, estudando o seu uso potencial como agente incapacitante química. Mais de 1.000 americanos participar dos testes, que continuam até 1958.
1956
Militares dos EUA libera os mosquitos infectados com febre amarela em Savannah, Ga e Parque Avon, Fl. Após cada teste, os agentes do Exército colocam como agentes de saúde pública para efeitos de teste vítimas.
Dr. Albert Sabin testes vacina contra a poliomielite experimental em 133 prisioneiros em Ohio.
1958
LSD é testada em 95 voluntários em laboratórios do Exército Chemical Warfare pelo seu efeito sobre a inteligência.
1958-1960
Injeção de hepatite em crianças com deficiência mental na escola Willowbrook em Staten Island, em uma tentativa de encontrar a vacina.
1958-1962
Disseminação de materiais radioativos sobre a terra Inupiat em Point Hope, Alaska em Energia Atômica código estudo da Comissão campo chamado “Project Chariot”.
1959-1962
Professor de Harvard Henry A. Murray realiza experimento desconstrução psicológica em 22 alunos de graduação, incluindo Theodore Kaczynski, o resultado de que, pelo menos de acordo com o escritor Alton Chase, pode ter virado Kaczynski no Unabomber.
1960
O Assistente do Exército Chefe do Estado-Maior-de Inteligência (ACSI) autoriza testes de campo de LSD na Europa e no Extremo Oriente. Teste da população europeia é o código CHANCE projeto chamado terceiros; testes da população asiática é codinome Projeto DERBY HAT.
1962-1980
Empresas farmacêuticas conduta fase de testes de segurança uma das drogas quase que exclusivamente sobre os prisioneiros para pequenos pagamentos em dinheiro.
1962
Talidomida retirados do mercado depois de milhares de deformidades de nascimento culpou, em parte, resultados enganosos de estudos em animais, o FDA, posteriormente requer três fases de ensaios clínicos em humanos antes de as empresas podem liberar uma droga no mercado.
Injeção de células vivas de câncer em pacientes idosos no Hospital de Doenças Crônica judaica no Brooklyn.
Stanley Milgram realiza pesquisas obediência da Universidade de Yale. Falamos do experimento de Milgram em uma anterior newsletter, e há um link para um vídeo em linha grande sobre o assunto que é muito bom.
1963
NIH apoiado transplantes de rim pesquisador chimpanzé em humanos em experiência fracassada.
Linda MacDonald foi vítima de experimentos Dr. Ewen Cameron mente destrutiva controle em 1963. Dr. Cameron foi em vários momentos o presidente das Associações americanas, canadenses e Mundial de Psiquiatria. Ele usou um “tratamento” que envolveu intensiva aplicação das técnicas de lavagem cerebral; desinibição de drogas, tratamento de sono prolongada e isolamento prolongado, combinada com a ECT [Terapia Electro Convulsive] tratamentos. A quantidade de eletricidade introduzido no cérebro de Linda excedido em 76,5 vezes a quantidade máxima recomendada. Técnica do Dr. Cameron resultou em amnésia permanente e completa. Até hoje, Linda é incapaz de se lembrar de nada do seu nascimento até 1963. Conforme registrado pelos enfermeiros em sua carta, ela não sabia o nome dela e não reconhecer seus filhos. Ela não conseguia ler, dirigir, ou usar um banheiro. Não só ela não sabe seu marido, ela nem sabia o que era um marido. A ação de classe contra a CIA para experiências Dr. Cameron MKULTRA foi resolvido fora dos tribunais por 750.000 dólares, divididos entre oito reclamantes em 1988.
1962-1980
Empresas farmacêuticas conduta fase de testes de segurança uma das drogas quase que exclusivamente sobre os prisioneiros para pequenos pagamentos em dinheiro.
1963-1973
Dr. Carl Heller, um endocrinologista de liderança, realiza experiências de irradiação testicular em prisioneiros em Oregon e Washington dando-lhes $ 5 por mês e US $ 100 quando recebem uma vasectomia no final do julgamento.
1964
Associação Médica Mundial adota Declaração de Helsinki, afirmando “O interesse da ciência e da sociedade nunca devem ter precedência sobre o bem-estar do sujeito.”
1965-1966
CIA eo Departamento de Defesa começar Projeto MKSEARCH, um programa para desenvolver uma capacidade de manipular o comportamento humano através do uso de drogas que alteram a mente.
Universidade da Pensilvânia, sob contrato com a Dow Chemical conduz experimentos dioxina: prisioneiros na Prisão Estadual Holmesburg na Filadélfia são submetidos a dioxina, o componente químico altamente tóxico do Agente Laranja usado no Vietnã. Os homens estão mais tarde estudou para o desenvolvimento de câncer, o que indica que o agente laranja foi um cancerígeno o tempo todo.
1966
CIA inicia Projeto MKOFTEN, um programa para testar os efeitos toxicológicos de certas drogas em seres humanos e animais.
Exército dos EUA dispensa Bacillus subtilis variante niger em todo o sistema de metrô de Nova York. Mais de um milhão de civis estão expostos quando os cientistas do exército queda lâmpadas preenchido com as bactérias em grelhas de ventilação.
Henry Beecher artigo “Ética e Pesquisa Clínica” em New England Journal of Medicine.
Exército dos EUA introduz globigii bacilo em túneis de metrô de Nova York, em estudo de campo.
NIH Gabinete para a Protecção dos sujeitos da pesquisa (“OPRR”) criado e questões de Políticas para a Proteção dos Sujeitos Humanos pedindo a criação de organismos de revisão independente mais tarde conhecido como Conselho de Revisão Institucional.
1967
Médico britânico MH Pappworth publica “cobaias humanas”, aconselhando “Nenhum médico tem o direito de escolher mártires para a ciência ou para o bem geral”.
CIA eo Departamento de Defesa implementar MKNAOMI Projeto, sucessor de MKULTRA e projetado para manter, armazenar e testar armas biológicas e químicas.
1968
Experimentos da CIA com a possibilidade de envenenamento de água potável através da injeção de produtos químicos no abastecimento de água da FDA em Washington, DC
1969
Dr. Robert MacMahan do Departamento de Defesa dos pedidos de congressos $ 10 milhões para desenvolver, dentro de 5 a 10 anos, um agente sintético biológico ao qual não existe imunidade natural.
1970
Financiamento para o agente biológico sintético é obtido sob HR 15090. O projeto, sob a supervisão da CIA, é realizada pela Divisão de Operações Especiais em Fort Detrick, o exército secreto instalação de armas biológicas. Especulação levantada é que técnicas de biologia molecular são utilizados para produzir a AIDS como retrovírus.
Estados Unidos se intensifica o seu desenvolvimento de “armas étnicas” (Military Review, Nov., 1970), projetado para seletivamente e eliminar grupos étnicos específicos que são suscetíveis devido às diferenças genéticas e variações no DNA.
1971
Dr. Zimbardo realiza Psicologia do experimento Prison Life on estudantes da Universidade de Stanford.
1973
Ad Hoc Advisory Panel questões Relatório Final do Estudo Tuskegee Syphilis, concluindo “A sociedade não pode mais dar ao luxo de deixar o equilíbrio dos direitos individuais contra o progresso científico para a comunidade científica.”
1974
National Research Act estabelece Comissão Nacional para a Proteção dos Sujeitos Humanos e Políticas OPRR upgrades aos regulamentos a ser conhecido como “a regra comum.”
1975
A seção de vírus do Centro de Fort Detrick de Pesquisa guerra biológica é rebatizado de Fredrick Instalações Pesquisa do Câncer e colocado sob a supervisão do National Cancer Institute (NCI). É aqui que um programa especial de câncer de vírus é iniciado pela Marinha dos EUA, supostamente para desenvolver câncer de vírus causadores. É também aqui que retrovirologistas isolar um vírus contra o qual não existe imunidade. Mais tarde é nomeado HTLV (vírus da leucemia humana de células T).
HHS promulga Título 45 do Regulamento Federal intitulado “Protecção dos Seres Humanos”, exigindo a nomeação e utilização de IRBs.
1976
National Urban League detém Conferência Nacional de Experimentação Humana, anunciando “Não queremos matar ciência, mas não queremos que a ciência para matar, mangle e abuso de nós.”
1977
Audiências do Senado sobre Saúde e da Investigação Científica confirmam que 239 áreas povoadas foram contaminados com agentes biológicos, entre 1949 e 1969. Algumas das áreas incluídas San Francisco, Washington, DC, Key West, Panama City, Minneapolis e St. Louis.
1978
Experimental Hepatite B ensaios de vacinas, conduzido pelo CDC, começa em Nova York, Los Angeles e San Francisco. Anúncios de sujeitos de pesquisa pedir especificamente para homens homossexuais promíscuos.
1979
Comissão Nacional de questões Relatório Belmont, estabelecendo três princípios éticos básicos: respeito pelas pessoas, beneficência e justiça.
1980
The FDA promulgates 21 CFR 50.44 prohibiting use of prisoners as subjects in clinical trials shifting phase one testing by pharmaceutical companies to non-prison population.
1981
Primeiros casos de AIDS confirmados em homens homossexuais em Nova York, Los Angeles e San Francisco, desencadeando especulações de que a AIDS pode ter sido introduzida através da vacina contra Hepatite B.
1981
Leonard Whitlock sofre dano cerebral permanente após a experiência de mergulho profundo na Duke University.
1985
De acordo com a revista Science (227:173-177), HTLV e VISNA, um vírus fatal ovelhas, são muito semelhantes, indicando uma taxonômicos fechar e relação evolutiva.
1986
De acordo com a Proceedings of the National Academy of Sciences (83:4007-4011), HIV e VISNA são muito semelhantes e compartilham todos os elementos estruturais, com exceção de um pequeno segmento que é quase idêntico ao HTLV. Isso leva à especulação de que o HTLV e VISNA pode ter sido ligada a produzir um novo retrovírus para o qual não existe imunidade natural.
Um relatório ao Congresso, revela que a geração atual do Governo dos EUA de agentes biológicos inclui: vírus modificados, toxinas que ocorrem naturalmente, e os agentes que são alteradas através da engenharia genética para mudança de caráter imunológico e impedir o tratamento de todas as vacinas existentes.
1987
Departamento de Defesa admite que, apesar de um tratado que proíba pesquisa e desenvolvimento de agentes biológicos, ela continua a operar as instalações de pesquisa em 127 instalações e universidades de todo o país.
Decisão da Suprema Corte em United States v. Stanley, 483 EUA 669, holding soldado dado LSD sem seu consentimento não poderia processar por danos Exército dos EUA.
1990
Mais de 1500 seis meses de idade os bebês negros e hispânicos em Los Angeles recebem um “experimental” vacina contra o sarampo que nunca tinha sido licenciada para uso nos Estados Unidos. O Centro de Controle de Doenças mais tarde admite que os pais nunca foram informados de que a vacina que está sendo injetado para seus filhos era experimental.
O FDA concede Departamento de renúncia Defesa do Código de Nuremberg para o uso de medicamentos não aprovados e vacinas em Escudo do Deserto.
1991
Organização Mundial da Saúde anuncia Diretrizes CIOMS, que estabeleceu quatro princípios éticos: respeito pelas pessoas, nonmalfeasance, beneficência e justiça.
Tony Lamadrid comete suicídio depois de participar de estudo sobre a recaída de esquizofrênicos retirada da medicação na UCLA.
1994
Com uma técnica chamada “tracking gene,” Dr. Garth Nicolson no MD Anderson Cancer Center, em Houston, TX descobre que muitos veteranos Tempestade no Deserto retornando estão infectados com uma cepa alterados de incognitus Mycoplasma, um micróbio comumente utilizados na produção de armas biológicas . Incorporada em sua estrutura molecular é de 40 por cento da cobertura de proteína HIV, indicando que tinha sido feita pelo homem.
Senator John D. Rockefeller issues a report revealing that for at least 50 years the Department of Defense has used hundreds of thousands of military personnel in human experiments and for intentional exposure to dangerous substances. Materials included mustard and nerve gas, ionizing radiation, psychochemicals, hallucinogens, and drugs used during the Gulf War.
1995
US Government admits that it had offered Japanese war criminals and scientists who had performed human medical experiments salaries and immunity from prosecution in exchange for data on biological warfare research.
Dr. Garth Nicolson, uncovers evidence that the biological agents used during the Gulf War had been manufactured in Houston, TX and Boca Raton, Fl and tested on prisoners in the Texas Department of Corrections.
1996
Department of Defense admits that Desert Storm soldiers were exposed to chemical agents.
1997
Eighty-eight members of Congress sign a letter demanding an investigation into bioweapons use & Gulf War Syndrome.
1998
Three children die at St. Jude Children’s Hospital in Memphis during participation in clinical trial for acute lymphoblastic leukemia.
1999
Veterans Administration shuts down all research at West Los Angeles Medical Center after allegations of medical research performed on patients who did not consent.
OPRR shuts down research at Duke University because of inadequate supervision of human subject experiments..
Year-old Gage Stevens dies at Children’s Hospital in Pittsburgh during participation in Propulsid clinical trial for infant acid reflux.
18-year-old Jesse Gelsinger dies after being injected with 37 trillion particles of adenovirus in gene therapy experiment at University of Pennsylvania. His death triggers a still-ongoing reevaluation of the conflicts of interest plaguing human subject research.
2000
University of Oklahoma melanoma trial halted for failure to follow government regulations and protocol.
OPRR becomes Office of Human Research Protection (“OHRP”) and made part of the Department of Health and Human Services.
2001
Biotech company in Pennsylvania asks the FDA for permission to conduct placebo trials on infants in Latin America born with serious lung disease though such tests would be illegal in US
Ellen Roche, a 24 year-old healthy volunteer, dies after inhaling hexamethonium in an asthma study at Johns Hopkins Medical Center. OHRP shuts down all research at Hopkins for four days.
Elaine Holden-Able, a healthy retired nurse, dies in Case Western University Alzheimer’s experiment financed by the tobacco industry.
2003
FDA relatórios que, nos últimos quatro anos, experiências em pacientes com câncer foram realizadas em Stratton Veterans Affairs Medical Center por Paul Kornak que não tinham licença médica válida e que repetidamente alterados dados e comprometidos numerosas violações dos protocolos ..
Como eu disse acima, Rick acredita que a medicina moderna é a experiência de mundos maiores e mais corruptos humanos já realizada.Ele me enviou um outro artigo [ http://www.survivreausida.net/article5922.html ] em que o presidente da Saúde Formações AIDS Liaison, um grupo de defesa para os pais HIV, Michael Ellner afirma: “Eles estão torturando essas crianças, e é nada menos do assassinato “, referenciando o tratamento experimental oferecido no Centro Encarnação Manhattan infantil em Nova York.
Bioquímico Dr. David Rasnick, professor visitante da Universidade da Califórnia em Berkeley e especialista em medicamentos AIDS, ficou indignado porque a droga, isoladamente ou combinados, têm “toxicidade aguda que pode ser fatal.”
Ele disse que os efeitos das drogas secundários incluem danos hepáticos graves, tumores cancerígenos, anemia severa, perda de massa muscular, erupções cutâneas graves e com risco de vida e “búfalo”, onde tecidos gordurosos acumulam atrás do pescoço.
Rick acrescenta:
What really makes this a horrible crime is that none of these children ever had AIDS until they started giving them the AIDS cocktails. These were kids that just tested positive for HIV antibodies which means absolutely nothing. The HIV lie is one of the biggest hoaxes in the world. Those antibodies are common and found in lots of people but more so in blacks than any other race. [I] Wonder what the intent here is?
Take away the AIDS drugs and the nitrate inhalers and AIDS would disappear. people aren’t dying from AIDS, they’re dying from the AIDS drugs.
They use antibodies as a marker for infection and then turn around and use the same antibodies as a marker for protection. If you’ve had a vaccination then antibodies mean protection. If you haven’t, then they mean infection.
Yes, Rick, it’s insane. Thanks for all the hard work.
Referências:
The Secret History of Anthrax; Declassified documents show widespread experimentation in ’40s, HP Albarelli Jr. www.WorldNetDaily.com

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A criança como sujeito de experimentação científica: uma analise histórica dos aspectos éticos – limpeza social de incapazes e incompetendes

 
A crianca como sujeito de experimentacao científica:
uma analise histórica dos aspectos éticos

De:   Celso Galli Coimbra
Data:  Dom Jan 26, 2003  1:26 pm
Assunto:  A crianca como sujeito de experimentacao científica: uma analise
histórica dos aspectos éticos

A criança como sujeito de experimentação científica: uma analise histórica dos aspectos éticos”

Fonte: MOTA, Joaquim Antônio César. Tese de doutoramento: “A criança como sujeito de experimentação científica: uma análise histórica dos aspectos éticos”, UFMG, agosto de 1998.

Algumas histórias exemplares da crueldade em nome da ciência, dadosextraídos da tese de doutoramento de Joaquim Antônio César Mota:   “A criança como sujeito de experimentação científica: uma análise histórica dos
aspectos éticos”, UFMG, agosto de 1998.

“O processo de diagnosticar e tratar as moléstias sempre teve aspectosexperimentais. Começou com a plicação deste ou daquele remédio a um doente e a observação dos resultados. Os médicos foram os primeiros a interrogar a natureza em busca de respostas. E o ser humano sempre foi sujeito e objetodessa experimentação. Paralelamente à construção dessa área de conhecimento,o ser humano tem deparado-se com questões morais e éticas inerentes a essasrelações pessoa-sujeito versus pessoa-objeto  da experimentação (CORNFORD, 1989, p. 60-61).

O mais antigo documento sobre aspectos éticos da experimentação em seres humanos é, provavelmente, o livro “De Medicina” de Celso, escrito no ano 25 d.C.  Neste livro, louvava-se a vivissecção de criminosos realizada naescola médica de Alexandria, no século III a.C., considerando não ser cruelinfligir sofrimentos em criminosos, para beneficiar multidões de pessoas inocentes (CARLINI, 1987, p. 2; CORDEIRO, 1990). Herófilo e Erasístrato, os dois expoentes dessa  escola médica, ao usarem pessoas vivas, escravos e criminosos, deram os primeiros passos conhecidos nos estudos anatômicos(LYONS &  PETRUCELLI, 1978, p. 229; OLIVEIRA, 1981, p. 87; SOUSA, 1981, p. 83). E, desde então, com a vivissecção (primeiro passo sistemático da experimentação em seres humanos), a inocência do processo de conhecimentofoiperdida e levantam-se questões de consciência (…)
No mundo moderno atos referendados pelos governos, portanto legais, nem sempre são legítimos e oralmente aceitos. Algumas pesquisas, financiadas e incentivadas por governos e instituições científicas, tornam sinônima palavras  “experiência” e “crime”. Os exemplos, infelizmente, são múltiplos em número, lugares e épocas: prisioneiros de guerra sendo utilizados como cobaias implantação de células cancerosas em pacientes senis; infecção decrianças deficientes mentais com o vírus da hepatite; não tratamento decentenas de negros americanos do norte com sífilis; exposição de cancerosos a altas  doses de radiação; perfusão de cabeças decapitadas de fetos para o estudo de metabolismo das cetonas (CARLINI, 1987, p. 4).
Onde essa sinonímia entre experimento científico e crime mais se exteriorizou foi na Alemanha hitlerista. Mais de 90% dos membros da profissão médica dos níveis mais elevados estavam envolvidos com atos nos quais pessoas eram mortas ou lesadas permanentemente, nos hospitais euniversidades alemãs e nos campos de concentração (DROBNIEWSKI,  1993).
Os médicos alemães filiaram-se ao partido nazista não só precocemente, masem maior número do que qualquer outro grupo profissional. Em 1942, mais de 38 mil médicos eram membros do Partido, o que representava  mais de 50% de todos os médicos alemães. Este dado torna-se mais, significativo quando sesabe que, em 1933, 60% dos médicos berlinenses eram judeus. Este exemplo mostra-nos que o ethos médico não é imutável, mas intensamente  i nfluenciado por forças sociais e políticas e por perversões na aplicação da ciência e da tecnologia (BARONDESS, 1996).

Vale lembrar que em 1933, quando o Partido Nacional-Socialista conquistou o poder na Alemanha, esse país era o centro mais avançado da medicina e da  ciência biomédica do mundo, inclusive no tocante à regulamentação ética, com as leis de 1900 e 1931 sobre experimentação  em seres humanos. Em 1900, o Ministério da Religião, Educação e Saúde da Prússia ordenou que osexperimentos com seres humanos só poderiam ser realizados em adultoscompetentes que dessem seu consentimento informado. E em 1931, como resultado de acusações pela imprensa da lealização de procedimentosantiéticos em seres humanos durante experimentos científicos, o Ministériodo Interior da Alemanha publicou normas muito semelhantes às de 1900, regulando o uso de novas  terapias e a experimentação com seres humanos.
 
Esta lei estabelecia direitos aos voluntários que só foram discutidosmundialmente após o fim da Segunda Guerra Mundial, tais como a necessidade de realização de testes  prévios em animais e de obtenção de consentimento do voluntário ou de
seu representante legal após o fornecimento de informações adequadas  (condição essencial para a realização de qualquer pesquisa  biomédica), e de cuidados especiais nos casos que envolvessem menores de idade (CAPRON, 1989, p. 129; ENNETT, 1993). Ironicamente, o estabelecimento do normas internacionais sobre pesquisas utilizando sereshumanos foi motivado pelo desvelamento dos experimentos nazistas durante a
Guerra.

Deve-se assinalar que essas normas continuaram a vigorar na Alemanha durante o Terceiro Reich. Uma das justificativas dadas pelos  cientistas nazistas para a realização de experimentos cruéis em judeus, ciganos, homossexuais, deficientes, crianças jovens e comunistas era que essas pessoas eram seres inferiores, que não tinham o estatuto de ser humano e, portanto não estavam sob o manto das leis de 1900 e 1931 (WIGODSKI & HOPPE, 1996). (…)
Esse comportamento dos cientistas alemães precedeu a implantação do governo nazista. Em 1920, um livro escrito por dois renomados professores alemães, um psiquiatra e o outro jurista, enfatizava que matar homens desqualificados era um ato justificável (ELLARD, 1993).  Foi inclusive nas teorias médicas de higiene racial, desenvolvidas a  partir da segunda metade do século XIX eamplamente difundidas nas primeiras décadas desse século, que o Nacional Socialismo buscou os fundamentos científicos para legitimar sua política.
 

Não apenas Joseph Mengele, mas um número significativo e representativo dos médicos alemães participou, não como vítimas de um ditador perverso e
odioso, mas como parte integrante de um projeto que ajudaram a desenvolver.Experiências médicas não foram uma aberração nazista isolada. Estavam integradas na mesma concepção que exterminou milhões de pessoas, os médicosnazistas exercitando sua função de soldados biológicos (CYTRYNOWICZ, 1990,p. 111). Não foi em nome de um instinto sanguinário, do interesse  econômico ou político, ou ainda de preconceito, que eles sacrificaram todo e qualquerescrúpulo. O que havia era o não reconhecimento do outro, o  que excluíaqualquer relação ética (FINKIELKRAUT, 1989, p. 21-22). (…)

A pesquisa médica nazista é comumente considerada como uma aberração que
começou e terminou com os horrores do regime hitlerista. Porém se seu começo
foi mais gradual e dentro das leis, os seus resultados continuaram a ser citados na literatura médica contemporânea. A  medicina nazista, portanto, não existiu apenas entre 1933 e 1945, mas estende-se para muito além de 1945 e segue em uso até hoje, um conhecimento cientifico obtido de métodos cruéis que propulsionou e “justifica” uma economia sem ética e sem lei para sustentar as doenças vivas e não a cura dos pacientes. Desde antes da 1ª guerra o interesse daqueles que se sobressaiam era patentear medicamentos e desenvolver suas próprias clinicas – ler A crianca como sujeito de experimentacao científica: a historia e transplantes 1os dados. A Pesthaus. http://objetodignidade.blogspot.com/2011/09/crianca-como-sujeito-de-experimentacao.html – original em  http://www.charite.de/ch/neuro/lokales/charite/geschichte.html

 

Ironicamente, enquanto os nazistas tinham leis muito rígidas para proteção dos animais contra abusos em experimentação científica (SEIDELMAN, 1986),nos campos de concentração seres humanos eram utilizados como cobaias semnenhuma proteção (SEIDELMAN, 1989).

Além disso, a influência da medicina nazista não acabou em Nuremberg. Após 1945, os poucos médicos alemães que ousaram criticar a postura dos seus
colegas durante a guerra, foram acusados de tentar desonrar a profissão médica alemã. Nos anos oitenta, a Associação dos Médicos Alemães (Câmara dos Médicos) puniu um médico por ele ter publicado um artigo no Lancetdenunciando o comportamento dos médicos alemães no holocausto(HANAUSKE-ABEL,1986). Vale assinalar que dois presidentes dessa Câmara nopós-guerra haviam sido membros da SS, o  que mostra a concordância do modo de pensar deles com uma parcela representativa do corpo médico alemão. (DROBNIEWSKI, 1993).   A negação  de culpabilidade e o uso dos corpos das vítimas do nazismo pela ciência alemã continuou por longo período no pós-guerra. Espécimes anatômicos oriundos dos campos de extermínio, incluindo a coleção Hallervorden do renomado Instituto Max-Planck para Pesquisas Cerebrais, foram incinerados apenas em 1989 e 1990. E não é demais lembrar que vários médicos nazistas eram respeitáveis cientistas reconhecidos internacionalmente.

O professor Ernst Rüdin da Universidade de Munique, era mundialmente
conhecido nas áreas de psiquiatria e genética, especialmente no estudo da
relação entre esquizofrenia e genética. Foi ele o principal inspirador da
lei de prevenção das doenças hereditárias de 1935, que estabeleceu a base
para o programa de esterilização em massa de pessoas com traços genéticos
indesejáveis. Os seus critérios para  esterilização incluíam pessoas que
faziam objeções de consciência para se alistar no exército, pois isso era
considerado uma fraqueza mental, uma forma de esquizofrenia e, portanto,
hereditária. O professor Otmar von  Verschuer era outro geneticista
internacionalmente reconhecido, pioneiro na pesquisa com gêmeos. Em junho de 1939, ele foi convidado a expor seus resultados durante a reunião anual da Royal Society of London, que  foram depois publicados pela revista dessa sociedade. Esses dois cientistas, Rüdin e von Verschuer, continuaram a ser
citados na literatura médica internacional no pós-guerra, sem críticas às
suas reputações ou ao contexto de seus trabalhos (…)

Joseph Mengele, que estudou medicina e antropologia em Munique, onde em
1935 alcançou o grau de PhD com uma tese sobre fenda palatina, foi
assistente do professor Verschuer em Frankfurt. Inclusive os experimentos
realizados em Auschwitz eram vistos por Mengele como cruciais para sua
ascensão na carreira acadêmica.  Um seu trabalho foi inclusive citado no
Index Medicus de 1937 (SEIDELMAN, 1989). Na área  de embriologia oral e
especialmente no estudo das anomalias labiais e de palato seus trabalhos
continuam a ser citados na literatura  científica.  Ironicamente, a
identificação de seu esqueleto encontrado no Brasil  foi possível, em parte,
devido a uma variação mandibular que o próprio Mengele havia descrito em
estudo realizado nos anos trinta. A síndrome de Hallervorden-Spatz, foi
descrita em 1922 pelos professores Hallervorden e Spatz. Ambos foram
cientistas que participaram  ativamente da política nazista de extermínio.

 
O professor Hallervorden dissecou cerca de 500 cérebros de prisioneiros de
guerra e inclusive orientava  os soldados alemães não só sobre a melhor
maneira de matar os  prisioneiros para preservar o cérebro, as como preparar
este órgão para evitar sua deteriorização (HARPER, 1996).   Um dos maiores e
mais conceituados  atlas de anatomia humana é o “Pernkopf Anatomy” do
professor Edward Pernkopf da Universidade de Viena. Este atlas contem mais
de 800 desenhos detalhados de dissecação.  O professor Pernkopf era um líder nazista, catedrático da Universidade de Viena e há evidências que os
cadáveres utilizados no seu trabalho foram de vítimas da política nazista de
extermínio (ISRAEL & SEIDELMAN, 1996).
 
O professor Sigmund Rascher foiresponsável pelos experimentos em Dachau que consistiam na exposição  de prisioneiros a baixas temperaturas extremas, o que levava a necrose dos membros e à morte. Alguns destes experimentos tiveram que ser transferidos para Auschwitz – um campo maior, com áreas isoladas – porque os gritos de dor das pessoas submetidas a essas crueldades eram tão assustadores que perturbavam a “paz” do campo de concentração.  A transferência para Auschwitz, permitiu que a agonia destes seres humanos
incomodasse menos (ALEXANDER, 1949).

Para pesquisar substâncias anticoagulantes, o Dr. Rausch, em Dachau,
realizou amputações de membros de prisioneiros sadios e conscientes e
provocou ferimentos no baço de outros prisioneiros, além de  dissecações em pessoas vivas para avaliar o efeito da descompressão rápida. Esse último
experimento tinha como objetivo descobrir as causas dos  sintomas dessa
descompressão (…)

 

O que faltou a esses experimentos não foi método, mas ética. Tanto que alguns resultaram em importantes contribuições ao conhecimento médico. Asinvestigações de Carl Clanberg, médico nazista, sobre o metabolismo daprogesterona – onde utilizou prisioneiras submetidas a cirurgias desnecessárias – serviram de base para estudos posteriores  na Universidade
de Kiel. Encontra-se também uma relação entre a base conceitual da tecnologia reprodutiva atual e as experiências  obstétricas durante o regime
Nacional-Socialista (SOMMER, 1994, p. 170-171). A eficácia de várias vacinas
e drogas contra o tifo exantemático foram experimentadas nos campos de
concentração de Buchenwald e Natzweilwe. Pessoas previamente vacinadas e
controles não vacinados eram  infectados com Rickettsia e as porcentagens de
morte nos dois grupos comparadas.


Em outro estudo, noventa ciganos receberam alternadamente água de mar para
estudar-se o quadro clínico de hipertonicidade plasmática. Os experimentos do professor Gebhardt que, para testar a ação da sulfonamida, produziu
necrose e em seguida inoculou bacilo de necrose gasosa em prisioneiras
políticas polonesas contribuiu para o melhor conhecimento dessa droga
(ALEXANDER, 1949).

A qualidade técnica de alguns experimentos nazistas foi referendada pelo fato de que em 1945, um pesquisador norte-americano, Dr. Leo Alexander, por delegação do Departamento de Comércio dos EUA, publicou uma compilação dos dados de algumas dessas pesquisas na esperança de  que “that it will be of
direct benefit to U.S. science and industry”.


Tanto que nem todos essescientistas alemães foram julgados em Nuremberg. Alguns foram levados por militares norte-americanos para os EUA no pós-guerra imediato para trabalhar nos seus centros de pesquisas, utilizando seus conhecimentos e dados obtidos nos experimentos com  esses “seres inferiores” (WIGODSKI & HOPPE, 1996).
 
E para mostrar que esse comportamento não é característico ou específico de
determinada sociedade, cultura ou estado, o Japão também usou cobaias
humanas, os chineses, pejorativamente chamados de  marutas, na Unidade 731,
na Manchúria, região então ocupada pelos japoneses.

Durante treze anos, de 1933 a 1945, pelo menos 3000 pessoas, adultos e
crianças, sofreram inoculação de microorganismos virulentos para pesquisa de doenças infecciosas. No fim da guerra, os poucos “marutas”  obreviventes
foram mortos e os prédios dinamitados. Os homens envolvidos nessas pesquisas criminosas foram empregados pelos EUA através de um acordo com o Alto Comando Aliado: suas vidas e a absolvição de seus crimes em troca dos dados obtidos nessas pesquisas (CHIARETTI, 1993). Isso também mostra que as informações obtidas a partir de experimentos incompatíveis com os valoreséticos são, as vezes, mais valorizadas que a vida e a dignidade humana (SEIDELMAN, 1989).

 

E as recentes denúncias, lamentavelmente verdadeiras, de práticas de eugenia racial em vários outros países da Europa (Suíça, Suécia, Dinamarca, Finlândia, Estônia e Áustria) antes, durante e depois da Segunda Guerra, mostram que a capacidade dos cientistas de fazer o  mal é pelo menos de
igual magnitude da de fazer o bem.   Alguns exemplos de experimentos
realizados nos EUA entre 1930 e 1950, financiados e incentivados pelo
governo, universidades e coletividade, confirmam  isso.


De 1932 a 1972, em Tuskegee, Alabama-EUA, 412
homens sifilíticos, negrosiletrados e pobres, foram mantidos sem tratamento, mesmo após a descoberta da penicilina, com o objetivo de se conhecer a evolução da sífilis. Nãoapenas era negado a eles o tratamento, mas também a informação de que tinham sífilis. E, portanto, conviviam com suas parceiras sexuais sem nenhum cuidado, contribuindo para a disseminação da sífilis entre a população negra do Alabama. Esse experimento,  apesar do tempo prolongado de sua realização e de ser do conhecimento de inúmeros médicos, só foi suspenso em 1972, quando denunciado por um jornalista do Washington Post, quase trinta anosdepois de se  conhecer a eficácia da penicilina no tratamento da sífilis(MARWICK, 1988).

Durante  quatro décadas, 14 trabalhos científicos foram publicados sobre
este estudo. O que hoje conhecemos sobre os efeitos da sífilis no coração,
cérebro e articulações deve-se, em parte, a esse experimento.  Periódicos
científicos, tais como o New England Journal of Medicine e o American
Journal of Medicine publicaram alguns destes artigos, que fazem referência
explícita aos dados obtidos nesse estudo. Nenhuma dessas revistas comentou as circunstâncias nas quais os dados foram obtidos (CAPLAN, 1995, p. 103-104).


Entre 1940 e 1970, vários experimentos com substâncias radioativas, cujosefeitos deletérios já eram conhecidos na época, foram realizados pelogoverno norte-americano, envolvendo aproximadamente nove mil pessoas, entreelas crianças, presidiários e doentes mentais(LANE, 1995). Em estudo
realizado durante dez anos pela Universidade de  Harvard e peloMassachusetts Institute of Tecnology (MIT), em uma escola  pública deWaltham-Massachusetts, 49 adolescentes sadios e 61 crianças com retardomental, receberam alimentos radioativos e injeções de radioisótopos. Esse experimento fez parte de um conjunto de pesquisas, financiadas eincentivadas pelo governo dos EUA, onde crianças, prisioneiros e pobresforam “cobaias” de procedimentos de alto risco(…)

Um comitê, constituído pelo governo norte-americano em 1994 para analisardenúncias de práticas antiéticas nessas pesquisas financiadas pelo governonorte-americano entre 1944 e 1974, revelou que, apesar de ter havido váriasdiscussões a respeito nos altos escalões  científicos e governamentaisnorte-americanos durante todo o desenrolar das pesquisas e de se conhecer os
seus riscos, raramente houve a preocupação de se obter consentimento das pessoas envolvidas nestes experimentos  (ADVISORY COMMITTEE, 1996). Essecomitê comprovou que nos anos quarenta foram administrados em pacienteshospitalizados e em prisioneiros e  crianças, plutônio e outras substâncias radioativas com fins não terapêuticos, além de se fazer contaminação ambiental intencional para observação de seus efeitos em moradores dessas áreas, sem o seu conhecimento e concordância (FADEN, 1996). Estas pesquisas foram realizadas em instituições do porte das universidades de Rochester
(NY), de Chicago e da Califórnia e do Massachusetts General Hospital, de
Boston e a  maioria destes estudos eram corretos metodologicamente, o que
mostra que um estudo pode ser cientificamente viável e moralmente condenável (MARWICK, 1988).

 

Fonte: MOTA, Joaquim Antônio César. Tese de doutoramento: “A criança comosujeito de experimentação científica: uma análise histórica dos aspectos éticos”, UFMG, agosto de 1998.
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Joaquim Antônio César Mota – Médico. Professor Adjunto III, doutor, do
Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG –
Universidade Federal de Minas Gerais. Membro da Comissão de Ética em
Pesquisa da UFMG. Diretor Geral do Hospital das Clínicas da UFMG.
Membro do Conselho Municipal de Saúde de Belo Horizonte e do Conselho de Usuários do Hospital das Clínicas da UFMG.

Dissertação de Mestrado: “A ideologia implícita no discurso da amamemtação materna e estudo retrospectivo comparando crescimento e
morbidade de lactentes em uso de leite humano e leite de vaca”, UFMG,1990.
Tese de doutoramento: “A criança como sujeito de experimentação
científica: uma análise histórica dos aspectos éticos”, UFMG, 1998.
e-mail: jacmota@medicina.ufmg.br

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A crianca como sujeito de experimentacao científica: a historia e transplantes 1os dados. A Pesthaus.

 
A crianca como sujeito de experimentacao científica: a historia e transplantes 1os dados
 
História da Charité de Berlim, a Pesthaus      
 
Berlim tem uma rica história de descobertas na medicina e as inovações na tecnologia médica. [69] A história moderna da medicina tem sido significativamente influenciado por cientistas de Berlim. Rudolf Virchow foi o fundador da patologia celular, enquanto que Robert Koch desenvolveram vacinas para o antraz, cólera , tuberculose e. [70]
 
O Charité complexo hospitalar é o maior hospital universitário da Europa, remontando as suas origens à 1710 anos. O Charité está espalhada por quatro sites e compreende 3.300 camas, cerca de 14.000 funcionários, 8.000 alunos e mais de 60 salas de cirurgia, e tem um volume de negócios de mais de um bilhão de euros por ano. [71] É uma instituição conjunta da Universidade Livre de Berlim ea Universidade Humboldt de Berlim , incluindo uma ampla gama de institutos e centros médicos especializados.
 
Entre eles estão o Centro Cardíaco Alemão, um dos mais renomados centros de transplante, o Max-Delbrück-Center de Medicina Molecular e do Max-Planck-Institute for Molecular Genetics. A pesquisa científica nessas instituições é complementada por muitos departamentos de pesquisa de empresas como a Siemens, Schering e debis.
 
 
 
Uma breve, incompleta e provavelmente não inteiramente correta
 
História da Charité de Berlim
 
escrito por Henry S. Schutta, MD Professor de Neurologia da Universidade de Wisconsin, Madison, enquanto em licença sabática do Departamento de Neurologia da Charité, no mês de maio de 1995, exclusivamente para a diversão e edificação do escritor e seus amigos e dedicada a seu anfitrião, Prof dr.med. Karl M. Einhäupl.
Baseado em:
  • Diepgen P. e Heischkel, E. Die Medizin an der Berliner Charité bis zur Gründung der Universität. Julius Springer Verlag;
  • Jaeckel, G. Die Charité. Die Geschichte eines der Medizin Weltzentrums. Ullstein Verlag; Lifton, RJ, The Nazi Doctors, Basic Books.
  • Panfletos encontrados no Instituto Virchow,
  • Um cartaz produzido pela Reisebüro da DDR tarde, gentilmente cedida por Herr Fritsch, com quem eu dividia um escritório,
  • Uma série de volumes mofados fornecida por um bibliotecário prestativo, e conversas ouvidas aqui e ali.
  •  
 
1710 – Das Pesthaus (A casa das Pragas ou Casa das Pestes)
 
Em 1709 uma epidemia de peste irrompeu em Gdansk (Danzig), rapidamente se espalhando para a Prússia Oriental e o resto da Polónia. Evitar a sua propagação na fronteira do Brandenburg foi fechado. Aqueles que foram pegos tentando cruzar em Brandenburg foram enforcados. Em 1710 o Rei Friedrich I da Prússia foi informada de que o contágio pode se espalhar para Berlim. Como uma medida de conter a peste, ele ordenou a construção de um prédio fora do Portão Spandauer, perto do Rio Spree, em casa os que sofrem com a “praga”. Era conhecido como o “Pesthaus”. Seu motivo é dito ter sido “o verdadeiro amor da humanidade e ânsia louvável cristã”, mas o medo de contágio poderia ter sido um fator significativo de motivação. A estrutura foi um retângulo de dois andares, que circundava um pátio central, com uma torre de uma história em cada canto. O edifício tinha uma capacidade para 400 camas. Foi estipulado que não mais que um paciente deveria ser permitido por cama, e um espaço entre camas era para ser mantida em todos os momentos. Este foi notável para uma instituição pública desse tipo naquela época, quando uma cama era geralmente ocupado por várias pessoas, muitas vezes em regime de turnos.
 
A praga não chegou a Berlim nesta ocasião, e a casa foi utilizada como abrigo para os pobres, e os ladrões sem sucesso e prostitutas. Não é claro como o confinamento foi aplicada. Uma mulher, conhecida apenas como “costureira de gordura” (die fette Schneiderin) foi muito boa para coletar os candidatos ao Pesthaus, pois, como um ex-criminoso que ela sabia onde encontrá-los. Ela disse ter entregue 100 prostitutas para a “casa spinning” em um período de oito dias, um recorde que ainda não foi superada. Sua recompensa foi a morte súbita, provavelmente por envenenamento. O emprego que estava prevista para os operadores consistiu principalmente de “spinning e todos os tipos de trabalho de lã”, portanto, a instituição também era conhecido, por um tempo, como “A Casa Spinning no Portão de Spandau”.
 
 
1713 – Theatrum anatomicum.
 
Rei Frederico I da Prússia estava convencido de que para melhorar o estado do conhecimento médico refinamentos nos métodos de instrução anatomia eram necessários. Para o efeito nomeou o carrasco Herr Coblentz para o cargo de um “tribunal e medicus pessoal”, por causa de seu conhecimento superior de anatomia, derivado de procedimentos de tortura e execuções, quarterings, desenho de vísceras etc A profissão médica na Prússia foi picado em ação por este insulto. Professor Friedrich Hoffman de Halle, a principal autoridade médica do dia que era muito respeitado por suas teorias sobre a influência do sistema nervoso na saúde e na doença e que está imortalizado por gotas de Hoffmann (espírito éter) e anódina de Hoffman (espírito éter compostos) , perguntou, em um discurso pronunciado na Academia Prussiana de Ciências, que um teatro anatómico ser criada, onde a anatomia pode ser ensinado pela demonstração de dissecções. Rei Frederico I foi favorável, mas nada mais aconteceu em seu tempo de vida. Em 1713, pouco depois de ter sucedido a seu pai, rei Friedrich Wilhelm I fundou o “Theatrum anatomicum”. Era para ser alojado na torre do Marstalls (estábulos), Unter den Linden. O papel desempenhado pelo grande matemático e filósofo Leibnitz na fundação do teatro anatómico não é clara. Leibnitz foi presidente da Academia Prussiana de Ciências, nesse momento, mas não há evidência de que ele tomou parte ativa no planejamento do teatro anatómico. Progresso não muito estava sendo feito pela Academia Prussiana, de modo a mover as coisas, sua majestade nomeou o Dr. Christian Maximilian Spener professor de anatomia e ordenou-lhe para ir em frente com a dissecção eo ensino da anatomia. Spener logo deu demonstrações, às vezes, quantas vezes 3 vezes por semana, para a qual foram convidados não só os médicos e cirurgiões, mas também feldschers, farmacêuticos, estudantes de medicina e barbeiros.
 
Execuções foram comuns naqueles tempos, e um número de pessoas por eles lucraram folhetos vendidos O “sacerdote pobre” descrevendo os condenados última hora agonizando em detalhe macabro, o carrasco vendeu o sangue “, um método infalível para a cura da epilepsia”. Mais caro era o sangue de uma virgem, menos desejável foi a de um judeu. Atividades desse tipo eram consideradas como naturais e consideradas aceitáveis pela população das cidades gêmeas de Berlin / Colln, mas dissecção foi violentamente oposta, por causa da convicção de que, após a vida, mesmo o mais vil criminoso tinha o direito de enfrentar o seu criador, mais ou menos em uma parte. O rei não tomou conhecimento da plebe supersticioso e, pessoalmente, viu que “um excesso de cadáveres, para a glória do Exército e do povo, e para o lucro dos cidadãos e dos estrangeiros”, foi fornecida ao anatomicum Theatrum. A biblioteca Estado agora está onde o teatro anatómico foi localizado.
 
1726 – O Royal prussiano Médico-Cirúrgica do Instituto
 
Quando, em resultado da guerra com a Suécia o rei Frederico Guilherme I percebeu que seu exército havia mal treinados, apesar de todos os cirurgiões que a anatomia de ensino, tornou-se muito infeliz. Ernst Conrad Holtzendorff, cirurgião pessoal do rei que começou sua carreira médica como um feldscher empresa, sugeriu que o feldschers e cirurgiões devem fazer sua própria dissecções e que devem ser ensinadas a operar em cadáveres. Holtzendorff também sugeriu que uma feldschers poucos ser enviado para Paris para treinamento cirúrgico. Holtzendorff foi logo depois nomeado Cirurgião Geral do Exército, diretor de cirurgia na Prússia, e assumiu a supervisão de todos os cirurgiões, feldschers, barbeiros e parteiras. Ele se tornou muito poderoso e foi instrumental em combinar as profissões de medicina e cirurgia. Friedrich Wilhelm I foi frugal a uma falha, e as despesas com esta empresa estava roubando-o de seu pedaço de mente. Depois que ele tornou-se convencido de que seria mais barato ter sua própria escola de medicina, ele emitidas e edital (em 18 de março. 1724) que ordenou a criação de um Médico-Cirúrgica Royal Institute, a nomeação de professores de Anatomia, Patologia, Medicina, Cirurgia, química e Terapêutica e Botânica. Holtzendorff percebeu que, além do ensino nos fundamentos teóricos da medicina, ensino clínico ea experiência foi essencial, para o que um “Klinik” era necessário. O Pesthaus de idade, que continuou a funcionar como uma mistura de abrigo desabrigado e casa de repouso geriátrica foi sugerido para o efeito pelo Holtzendorff e Eller, o professor de medicina. Mas o rei tinha outras idéias. Ele ordenou a Pesthaus limpo de seus ocupantes e convertido em um hospital militar (Lazarett) para a utilização das guarnições Potsdam e Berlim. Isso não deu certo por vários motivos, e Holtzendorff tem sua clínica. Embora o rei estava aflito por “Sparsucht” (mania de poupança), ele cedeu depois que ele estava convencido de que a despesa de uma escola de medicina da Prússia não seria maior do que manter três feldschers na escola cirúrgicas de Paris. Ele forneceu o 14 000 táleres necessária para converter o Pesthaus em um Hospital, e em 1726 ele permitiu que “um hospital civil e militar ser estabelecida no hospital Garrison pela porta Spandau, para o tratamento de cidadãos e soldados”. Sobre o documento que estabelece o hospital Friedrich Wilhelm eu adicionei em sua própria mão:
 
“Es soll das Haus morrer Charité Heissen”. (A casa deve ser intitulado “Charité”).
 
A instituição foi oficialmente conhecido como “Koenigliche Maison de Charité”, mas foi comumente referida simplesmente como “O Charité”. Em torno da Maison de Charité era um jardim repolho extensiva, sem dúvida, para garantir uma ampla oferta de Sauerkraut (e excelente Preventor do escorbuto), um jardim de fruta em que os vegetais adicionais poderiam ser cultivadas, e um prado. O refeitório novo adjunto do edifício principal, ao lado dele foi a cervejaria nova cerveja, que foi o mais imponente das novas estruturas. Os estábulos foram criados para trás do resto. Um pouco mais tarde um prédio baixo dois foi construída no pátio central, desde quartos de dormir para o pessoal. O Royal Medico-Cirúrgica do Instituto estava agora pronto para fornecer todos os médicos do exército prussiano precisaria. Teoria médica era para ser ensinado no próprio Instituto, que foi baseado no anatomicum theatrum de idade, e medicina prática no Charité. Antes de se graduar como uma “Arzt” (médico e cirurgião), cada candidato teve que trabalhar durante um ano como um “Unterarzt” no Charité, sob a supervisão de médicos qualificados.
 
Johann Theodor Eller, o primeiro professor de medicina no Instituto, foi treinado por Boorhave e Stahl. Ele era um homem extremamente experiente e inovadora, que publicou seus tratados em latim. Ele trabalhou bem com seu colega cirúrgico, o regimental feldscher Gabriel Senff, e escreveu sobre a cirurgia para ele, uma vez que é seguro assumir que uma feldscher regimental era analfabeto em latim e, possivelmente, também em alemão .. Ele estabeleceu procedimentos admitindo, segregando pacientes de acordo com os tipos de doenças que tinham. Isso poderia ter sido o início de especialização. Nr. 30 do ” Koenig Lichen Físico Químicas-Medicinische tratados a partir dos escritos memorial da Academia de Ciências e publicado por Carl Abraham Gerhard, Berlim, U. Szczecin Leipzig, 1764″ e de Eller, e da a RELATO DE SUA experiencia nenhuma Início de uma da Vida Charité: “úteis e requintado Medicinische e Cirúrgica Anmerckunger Tao, bem como bem, exceto união de Kranckheiten interior, POR e as operações verichteten selfsame parte, que bishero los para …. leprosário da Charité de Berlim ocorreu, um adiantamento, acrescido dada kurtz descrição da fundação, acreção e atual condição de esta casa “OU” e Úteis selecionadas Observações e Médicas Internas como Externas cirúrgicas de Doenças e also Sobre como e Crescimento realizadas ATÉ ágora não Lazaret Operações desde Charité de Berlim, UMA COM SUA Fundação de Descrição breve, como Características dESTA atuais Casa. “A Conta e TÃO prolixo, DEU UMA Excelente Mas Que estava acontecendo naquele imagem qui recordação. Ilustrações como São especialmente Úteis. O Que Mostra UMA Visão Geral do Lugar dez a pouco embriagado irritadiço e Olhar de águia preta, Sentado los UMA Lista de Objetos mais Rados nd imagem. Eller FOI Escritor de Médicos TEXTOS para prolífico: medica Physiologia et pathologia (1748), Observationis cognoscendis et de curandiis Morbis praesentim Acutis (1762), a cirurgia completa (1763), os praticantes da Arzneywissenschaft (1767).
 
[Professor Eller era claramente um homem notável, um excelente médico, um grande professor, um administrador capaz e um dos primeiros neurologistas (veja abaixo).
 
Desde o início do tratamento no Charité “estava livre, até certo ponto. Aqueles que podiam pagar eram cobradas 8-12 centavos (Groschen) por semana, aqueles que estavam sem dinheiro, mas tinha causado a despesa Charité significativo, teve que trabalhar o projeto de lei fora em uma das casas de trabalho, na maior parte de fiação de lã.
 
Rei Friedrich Wilhelm Friedrich ordenou que seu filho (mais tarde II, o Grande, e, finalmente, “der alte Fritz”), para visitar o Charitée regularmente, para se familiarizar com a miséria humana e adquirir compaixão. Opiniões sobre a eficácia de tal tratamento são divididos, e a verdade nunca será conhecida uma vez que um estudo duplo-cego para decidir se a aquisição de compaixão em governantes se correlaciona com a exposição a miséria não é viável. Alojados no terceiro andar foram pacientes com doença venérea, e os demais o jovem príncipe tinha que visitar. A intenção era alertá-lo sobre os perigos do amor. A ineficácia deste método de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis é um fato histórico, o jovem Fritz conseguiu pegá-lo, apesar dessas visitas e sua orientação sexual peculiar.
 
Um hospital novo, grande foi adicionado à casa de Pragas para o fim do reinado de Frederico o Grande, em 1785. O novo rei, Friedrich Wilhelm II estava sob a influência de ocultistas e vendedores ambulantes de corrupção, e da medicina não fez muito bem em seu reinado. Após a sua morte no entanto, o Charité beneficiou em parte das propriedades da amante chefe do rei, todos os quais foram confiscados pelo novo rei, que a odiava. Compartilhar o Charité de o produto foi modesta, 5 000 táleres por ano, que paga um pouco mais que um terço da conta da lavanderia.
 
No final de 1780 o oxigênio foi introduzido para as enfermarias do Charité por químicos e internista Prof Selle sob o nome de “Lebensluft”.
Até o final do século XVIII o Charité era uma instituição bem estabelecida, e objecto de críticas por algumas deficiências. O pastor luterano Wilhelm Prahmer escreveu um folheto sobre as condições no Charité, em 1798. Parece que o atendimento ao paciente deixou muito a desejar. Houve uma grande falta de roupa limpa e da administração rotineiramente ignorados os pedidos e os conselhos dos médicos. A comida no Charité foi considerada importante, já que uma boa nutrição foi considerada como parte do tratamento, possivelmente mais importante do que medicamentos. Por todas as contas de alimentos deve ter sido excelente nos primeiros dias. Prof Mutzell forneceu um menu detalhado para pacientes Charité que incluía pratos como carne de carneiro em vinho e suco de limão, bovino e aves (de acordo com um JG Betheman, um turista de carne, foi servido duas vezes ao dia bezerro, ou carne ao meio-dia e aves à noite). Se esta era uma mera sugestão ou o próprio alimento consumido pelos pacientes é difícil de descobrir, mas pelo tempo Prahmer Pastor informou sobre a comida que provei falta, era de má qualidade e as porções foram pequenas. Ela foi preparada por mulheres da ala de doenças venéreas com a ajuda de empregadas domésticas de cozinha que foram disse ter sido “sluts cheio de sarna e doenças venéreas”, semiretired prostitutas, obrigados a trabalhar lá por 4 pence por mês. Suspeitou-se que os trabalhadores da cozinha roubado grande parte dos alimentos destinados a pacientes. A banheira não podia e não foram drenados, e disseram ter sido habitado por rãs. O rei (Friedrich Wilhelm III), num primeiro momento não deu a mínima, mas sua rainha coração mole (Luise) cutucou em ação (a rua que vai completa do complexo Charite é Luisen-Strasse, poderia ser em homenagem a esta senhora amável) . Por insistência dela uma comissão real foi nomeado para investigar as condições na Charité. Membros da comissão foram o Director dos pobres (Armen Diretor) eo homem responsável pela Charité, era como se o presidente Nixon foi encarregado da investigação do caso Watergate. Naturalmente, eles não encontraram falhas graves, mas algumas coisas mudaram, no entanto, como resultado dos esforços Prahmers Pastor: uma casa separada velhos foi estabelecido, os médicos não os burocratas passaram a ser responsáveis pelo funcionamento do hospital, e um médico passaria a viver nas instalações , abstendo-se de toda a prática privada. O rei prometeu os recursos da loteria para o Charité e camas de ferro para substituir camas de madeira. Prometeu também eram uma mesa e fezes para cada paciente A inovação mais perspicaz e útil era a regra que os cirurgiões devem sempre trabalhar sob a supervisão de um médico. Ai, como o edital que os médicos devem administrar o hospital, essa regra foi logo abandonada.
 
1810 foi o ano em que o Alexander von Humboldt Universität de Berlim foi fundada.
 
Christoph Wilhelm Hufeland foi o primeiro reitor da sua escola de medicina.
 
A epidemia de cólera 1831
 
Cólera eclodiu em 1817 na Índia, em 1818 chegou a Varsóvia. Naquela ocasião, o diretor do Charité foi Geheimrat Prof Johann Nepomuk Rust. Ele era um médico e um cirurgião, que era muito poderoso, porque ele foi feito uma espécie de ditador médica da Prússia pelo Rei, com quem ele ficou bêbado periodicamente. Entre comércio entre reinos da Polônia e da Prússia. Pena por violação, como em as recomendações Rust foram o fechamento de fronteiras e cessação do 1709, era a morte por enforcamento. Cólera entrou no reino de qualquer modo, o primeiro caso foi descoberto em Berlim por um Calow Dr. início em 1831. Calow imediatamente notificado Geheimrat Rust que acreditava firmemente que a cólera era transmitida de paciente para paciente por contato direto. Dr. Calow, acreditava em contrário, e pensei que ele pudesse prová-lo por beber um pouco de sangue de seu paciente de cólera, cuja autópsia ele assistiu junto com Geheimrat Rust e outros dignitários. Rust superou o impulso de ordem de prisão Calow, já que ele não queria ficar no caminho de um experimento científico, mesmo que ele estava convencido de que juntamente com o Dr. Calow pereceria aqueles que entraram em contato com ele. Calow participaram muitos pacientes de cólera e morreu-se da doença dentro de uma semana. Ferrugem parecia ser justificado, mas um Dr. Moritz Romberg, um amigo de Dr. Calow logo provou que a cólera era transmitida através de fezes, que foi confirmada mais tarde por outro Berliner, de Robert Koch. (Moritz Romberg é melhor lembrado por ter escrito o que é provavelmente o primeiro livro útil de Neurologia, seu nome está imortalizado no sinal de Romberg). A doença infecciosa (varíola) e depois ala outros cômodos da Charité foram logo transbordando com doentes de cólera que, invariavelmente, morreram. Novos hospitais de cólera foram criados para acomodar o excesso.
 
 
Enfermagem da Charité
 
Os cuidados de enfermagem foi um pouco ao acaso no início, mas em 1832 uma escola para enfermeiros foi estabelecida no Charité. Os estudantes foram os homens em primeiro lugar. Em 1843 Diaconisas, freiras luteranas, foram forçados para o Charité, porque se considerou que os pacientes e os médicos precisavam ser “moralizada”. Mesmo que o General-stabsarzt (Médico-Maior General) Dr. Weibel, garantiu os médicos mais fervorosamente que ele iria protegê-los contra as freiras, os médicos, incluindo o jovem cirurgião Virchow, estavam preocupados, porque eles acreditavam que as diaconisas foram enviados por a Rainha para espioná-los, os pacientes e os médicos da Charité protestou energicamente. Um coro de “Nonnen raus” cumprimentou as senhoras santo (isso só a partir dos presos). O Diaconisas eram encarregados de as prostitutas sifilíticas, um foi atribuído a ala cirurgião empresa sarna Virchow feminino.
 
O Charité e charlatães
 
Os médicos da Charité, como membros da profissão médica ortodoxa em todos os lugares têm lutado charlatães desde o início. Infelizmente o resultado do tratamento ortodoxo do século 19 não era melhor do que a de feiticeiros ou curandeiros, e aceitou as vezes as terapeuticas medicas eram mais perigosas do que os praticados pelos charlataes ..  as medidas terapêuticas médicas eram muitas vezes mais desagradáveis e muito mais perigosas.



Mesmerismo foi experimentado com a Charité em torno de 1790. A comissão nomeada por Luís XVI, que incluía Lavoisier e Benjamin Franklin declarou que é baseado em sugestão. Professor Dr. Selle, o diretor de medicina da Charité, chegou a uma conclusão similar. Um Dr. Wolfart um praticante em Berlim proclamou em voz alta que ele poderia curar todas as doenças (exceto caranguejos e sífilis) com a hipnose. Nobres damas correram para ele, e, eventualmente, também nobres em altos cargos governamentais. O Mesmeristas recebeu um impulso quando o chanceler prussiano, o Hardenberg Duke nomeou um Mesmerist sucesso de Paris, David Ferdinand Koreff, como seu médico pessoal. Koreff Wolfart e formou uma equipe. O chanceler tornou-se apaixonado por um dos Wolfarts médiuns, que consome ex paciente Charité e filha do padeiro, Friedericke Haehnel. Ela foi instalado como a Duquesa de companheiro de Hardenberg. Friedericke parece ter se recuperado de seu consumo (com a ajuda da hipnose), mas desenvolveu cãibras caindo, que foram prontamente reconhecidos como busca de atenção ataques fictícios. Na devida altura o chanceler convenceu o rei a dar Wolfart um cargo de professor – a cadeira do magnetismo animal. Os médicos da Charité resistiu e uma cadeira do magnetismo animal não foi criado, Wolfart teve que se contentar com um título de “Professor Ausserordentlicher”. No entanto, a chanceler não foi chanceler por nada, e voltei na faculdade, nomeando Koreff professor de Fisiologia quando esse post ficou vago e os professores não poderiam concordar com um candidato adequado. O fato inconveniente de que Koreff não foi batizado (santo batismo era uma condição de emprego para todos os funcionários da Prússia) foi tratada por um oficial brilhante jovem, que obteve um certificado de batismo retroativo para Koreff, com o nome eminentemente cristã, antes de Johann. A influência do Koreff Mesmeristas e Wolfart expirado com a morte do chanceler, que foi adiada por tempo suficiente para estes vigaristas para se tornar muito rico.
 
 
Anestesia com éter no Charité
 
Anestesia com éter foi introduzido no verão de 1846 por Morton, um dentista de Boston. Foi prontamente aceito na Inglaterra, mas no continente foi considerado como Yankee bluff. A Academia Francesa contra; Morton não ajudar botching uma manifestação e por sua ganância na tentativa de obter éter patenteado. Eminentes cirurgiões franceses contra a sua utilização como um pedaço de flim flam. Os prussianos, sendo por natureza conservador, eram praticamente os últimos a utilizar éter na Alemanha. Eminentes cirurgiões Jungken, cirurgião-chefe do Charité e Dieffenbach que desde então se mudou para o novo Hospital Universitário, anestesia com éter oposição em linguagem rebuscada, apesar da insistência de seus colegas mais jovens. Rudolf Virchow, recorreram a experiências com animais, para provar que a anestesia éter era uma grande coisa e recomendado o seu uso em pacientes. Quando finalmente a primeira anestesia com éter foi usado no Charité em um paciente de Geheimrat Jungken em fevereiro de 1847, Virchow, pessoalmente, administrada a anestesia, assistida pelo Diener do “Sterbezimmer” (morrendo quarto), Herr Camille. O primeiro paciente era alcoólatra e costumava gotas nocaute. Ele ainda estava consciente após a inalação dos vapores do éter por 30 minutos. O Geheimrat cortar sua perna fora apenas o mesmo, mas a operação foi indolor, para surpresa do cirurgião e do público, e sem dúvida para o deleite do paciente. No entanto, para demonstrar como anestesia com éter geralmente funciona outro candidato cirúrgico foi obtido imediatamente, um adolescente que precisava de uma perna cortada. Foi sob rapidamente. Tudo isso foi feito na frente de um grande público, os médicos vestidos com casacos de cauda preta e na presença de uma lareira que era necessário para produzir cautério. Dieffenbach aparentemente estava preocupado com uma explosão, mas felizmente nada aconteceu naquele ou em muitas outras ocasiões até 90 anos mais tarde, quando o Prof Sauerbruch explodiu um paciente etéreo e várias pessoas inocentes. Clorofórmio teve uma recepção igualmente cautelosa. Foi o primeiro experimentou em um urso no zoológico de Berlim que precisam de uma cirurgia de catarata. O cirurgião solicitou que o clorofórmio ser administrado. Quando o diretor do Jardim Zoológico opuseram, o rei ordenou pessoalmente que o animal ser anestesiado com clorofórmio. O urso nunca acordei da anestesia, mas isso de alguma forma não atrasar a introdução de clorofórmio por muito. O rei encontrou o hilariante episódio e ordenou uma escultura para comemorar o evento. Geheimrat. Prof Dr. Schoenlein (um companheiro de beber dos reis), que deu a anestesia é representado como um carneiro, o Prof Dr. Geheimrat Jungken, o operador como uma raposa e os dois assistentes nameless como corujas.
 
Patologia
 
Nos primeiros anos do século 19, médicos e cirurgiões gradualmente abandonado a prática de fazer suas próprias autópsias, e deixou essas coisas para prosectors. O prosectors iniciais não foram medicamente qualificado. Um memorável foi Madame Vogelsang, uma parteira anterior. Ela presidiu a Casa de morte na Charité e realizadas dissecções em torno de 1838. Ela era capaz de prever o que ela estava indo encontrar, para grande desgosto dos internistas, a quem ela se referiu como “latinos”, porque eles usaram a língua morta para palestras, histórias, mesmo caso.
 
 
Rudolf Virchow
 
Avô Rudolf Virchow foi um açougueiro em Schivelbein (agora Swidwin). Seu pai, um funcionário municipal e agricultor, não era rico o suficiente para pagar as taxas necessárias para uma educação médica da Universidade Humboldt. Rudolf, nascido em Schivelbein em 1821, era um aluno brilhante na escola. Ele tomou o seu “Abitur” (certificado de ensino médio) no início, ele estava com pressa para se tornar um médico. Por causa de seu histórico escolar excelente alta, Rudolf Virchow foi admitido no Médico-Cirúrgica Friedrich-Wilhelm Institute, o “Pepiniere”, situado a Friedrich Strasse 10. A ajuda de dois tios, um real um médico pessoal da Prússia, o construtor de um outro envolvido na construção da nova Charité, foi quase certamente supérfluo. O Pepiniere desde educação ensino gratuito da Universidade Charité e, assim como bordo livre e alojamento para os futuros médicos militar prussiana. Após 4 anos de estudo, o estudante se tornou um cirurgião de sucesso da empresa e Unterarzt e foi colocado no comando de uma das alas no Charité. Depois de um ano desta médicos o foram atribuídos a uma companhia militar, na época com um grau inferior ao de um sargento. Esta perspectiva sombria estava enfrentando Virchow jovens em 1843 na idade de 21. Na primavera de 1844, a Grimm Generalarzt, que deve ter tomado um gosto para jovens Virchow, disse-lhe para desenvolver um interesse e tornar-se conhecedor de exames microscópicos e químicos em outubro de 1844. O fato de que ele estava pronto por essa altura fala muito bem do cirurgião de 21 anos, cujos deveres regulares mantinha ocupado a partir de 05 h 30-21 00 h.
 
 
O laboratório central para produtos químicos e estudos microscópicos na Charité
 
Froriep renunciou um ano depois, sucedeu-lhe como Virchow promotor no Charité. 
Este laboratório foi criado para ser em 1844. Até então, tais estudos foram realizados sob a direção do chefe de medicina, o famoso e poderoso Geheimrat Prof Dr. Schoenlein, que tinha dois médicos civis (Drs. Remak e Heintz) fazer tais estudos para ele pelo amor da ciência, isto é, sem remuneração. Schoenlein, naturalmente queria este trabalho pago para ir a um de seus homens, mas o general-Arzt Grimm decisão em contrário – pensou que um médico militar deve ser responsável por tal um laboratório. Um cabo de guerra desenvolvido no ministério responsável, dos quais Geheimrat Prof Dr. Schoenlein foi o conselheiro-chefe, mas ele não poderia prevalecer sobre os militares, mesmo que ele era companheiro do rei de beber. Remak Heintz e continuou a fazer o trabalho para a clínica Schoenlein, e Virchow tornou-se responsável pela química e microscopia para o resto da Charité. (Remak eventualmente se tornou um Dozent Privat, o primeiro a chegar a esse posto sem o benefício do santo batismo). Como seus deveres clínicos Virchow foi atribuído a administração da casa da morte. O promotor, Medizinalrat Froriep, que foi chefe de Virchow, deixá-lo fazer as autópsias. Quando
 
 
Trombose
 
A viúva Eulalia Zach, com idades entre 54 anos, morreu em 11 de novembro de 1844 um dia após a remoção de um tumor pélvico. A causa da morte foi pensado para ser “inflamação das veias”. Virchow encontraram um coágulo na artéria pulmonar, mas nenhuma evidência de inflamação. Ele também ficou impressionado pelo fato de que o coágulo estava situada na ramificação da artéria, que sugeriu que ele veio de algum lugar upstream. Virchow finalmente encontrou uma veia coagulado na perna. Ele cuidadosamente, retirou o coágulo e descobriu que suas extremidades se encaixam nessa do coágulo de pulmão “, eine Embolie!” Virchow concluiu, de um “trombo”, em outras palavras, um coágulo, o resultado da coagulação do sangue, e não a inflamação. , e não pus como então sExame microscópico do coágulo revelou que o pequeno branco-amarelada pontos que estão espalhadas no coágulo vermelho são as células brancas do sangue, e não pus como então se pensava

pensava.

 
Experimentos convencido Virchow que estase é um fator importante na coagulação do sangue. Ele reconheceu que a estase, os vasos sanguíneos doentes e anormalidades do sangue em si, tudo contribui para a formação de coágulos em graus variados. O estudo dos componentes da tríade de Virchow, que foi iniciado por Virchow continua até hoje. Já que ninguém queria publicar estes resultados, que ele fundou em 1846 com seu amigo Benno HE Reinhardt o “Archiv fur Anatomie und Physiologie pathologische und fur klinische Medicin”.
 
Em 03 de maio de 1845 Virchow foi o principal orador na festa, do Instituto Friedrich-Wilhelm-Médico-Cirúrgica, durante o qual ele afirmou que não acreditava que Deus criou os animais eo homem, afirmou que toda a vida começa com a menor unidade, o celular, atacou as condições miseráveis de vida da população, a condição de pobre para os médicos e fez uma série de outras declarações inflamatórias. Para sua surpresa o discurso foi bem recebido, especialmente por seus superiores militares, e isso fez-lhe bem conhecido. É difícil entender por que um PG3 de 24 anos seria convidado a dar um discurso importante na frente de um monte de VIPs a menos que se supõe que alguém naquela época reconheceu que este homem era um gênio.
 
Na idade de 24 anos Virchow tinha um apartamento no Hospital, uma grande sala no Charité de idade, com uma alcova e 300 táleres por ano, as coisas estavam melhorando. Quando se tornou promotor Virchow no Charité começou suas palestras sobre anatomia patológica, para o qual ele logo se tornou famoso. Através de muitos anos, embora ocupado em patologia Virchow teve o cuidado de uma enfermaria – ele pegou aquele com mulheres que sofrem de sarna. Ele se tornou politicamente ativo durante os anos revolucionários de 1848, foi eleito para a assembléia nacional, mas não foi porque ele estava sentado sob a idade exigida de 30 anos. Quando a revolução falhou, a vida foi feita difícil para Virchow. Por um tempo, parecia que ele poderia perder seu emprego, mas no final ele estava meramente privado do seu apartamento oficial no Charité. Ele eventualmente deixou de se tornar professor de patologia em Wüzburg, mas lá estava ele perseguido por políticos de direita, e quando ele foi convidado para retornar a Berlim, ele fez de bom grado. Com o tempo ele se tornou reconhecido como o “Papa de Medicina”, em Berlim, na Alemanha e mais além. Um debatedor brilhante, ele poderia devastar a oposição com algumas frases bem escolhidas acerbic. Ele permaneceu ativo na política toda a sua vida, foi um conselheiro poderoso da cidade de Berlim, quem foi imprudente cruz. He irritated the devil out of the government, and when he went too far the exasperated Iron Chancellor, Prince Otto von Bismark, actually challenged him to a duel. Virchow disdained to engage in such foolishness.
 
Suas realizações científicas não podem ser todos listados aqui, eles são numerosos e muitos de significância de época. Ele estabeleceu moderna histopatologia, e seus tratados sobre Zellularpathologie, Boeshafte Geschwülste (Câncer), coagulação do sangue – são marcos, que hoje pode ser lido com prazer e proveito. Ele contribuiu cedo para neuropatologia. Ele forneceu ana discussão no início aneurismas cerebrais milliary, ele descreveu chordomas com suas células physalipherous, Perlgeschwülste (tumores perolados ou dermóides), e todos os outros imagináveis tumor no cérebro, mas sua contribuição mais fundamental foi o reconhecimento da importância da “Nervenkitt” glia ie . Ele os resultados olho no papiledema, e cunhou o termo “leucemia” e descreveu a condição em detalhe. Virchow também foi instrumental na introdução da anestesia com éter no Charité e de fato deu o primeiro anestésico lá. Que ele foi ocasionalmente (muito raramente) errada ou não razão, apenas prova que ele também era humano. Ele manteve a fim de que meningiomas (psammomas) são tumores mesodérmica (que é apenas parcialmente, não completamente errado, como seus adversários pensamento). Em 1888, o câncer diagnosticados Kaiser Wilhelm III da garganta de uma lesão benigna. Ele não gostava de Koch ou os caçadores de micróbios que o cercavam. Ele se esforçou para diminuir empresa Robert Koch, argumentando na Câmara Municipal, da qual ele era membro, que os salários Koch estava oferecendo eram demasiado elevados. Por outro lado, ele defendido fortemente o uso de anti-soro contra a difteria, a que houve muita oposição inicialmente. Como vereador, contribuiu significativamente para a concepção e construção do sistema de esgoto de Berlim, vários novos hospitais eo Museu Völkerkunde (Museu Etnográfico), que agora tem uma maravilhosa coleção de Africano, Oceanic, artefatos pré-colombianos e egípcia. Ele tinha o dedo em tudo. Ele foi reconhecido como o pai da patologia moderna e ficou muito honrado em toda parte. Seu herói foi Morgagni.

Entre seus muitos prêmios e medalhas foi uma medalha de ouro da cidade de Forli, cidade natal Morgagni, eo título de cidadão honorário de Bolonha, que ele considerada como o berço da medicina científica. Quando ele morreu com a idade de 81 algum tempo depois que ele fraturou o quadril no caminho de uma reunião científica, ele estava em plena posse de todas as suas faculdades mentais e ainda o director do instituto patológico em nome e na verdade.

A cidade de seu nascimento, Swidwin ficou em silêncio sobre o seu grande filho, até 1991, dois anos após a liberdade irrompeu na Polônia, quando ele foi homenageado por um monumento. É uma simples pedra adornados com uma placa, que diz que Rudolf Virchow, filho de solo Swidwin era um médico famoso do mundo. O Centro de saúde local é nomeado após ele. A casa onde ele nasceu desapareceu, mas a igreja na praça, que ele pode ter assistido, ainda está de pé, e assim que faz um velho castelo que foi construído em 1810, o ano da Universidade Humboldt foi fundada. Swidwin se prepara para celebrar o aniversário 700the de sua fundação. A biblioteca pública tem quase nada sobre Virchow, mas eles estão interessados na obtenção de material, tanto quanto possível. Há pilhas de arquivos nas caves, intocado pela mão humana ao longo de décadas, o que pode fornecer informações sobre a família de Virchow e sua juventude. 
 
O Haus Virchow em razão da Charité ainda funciona como o departamento de patologia, embora seja parcialmente destruída. A parte em ruínas é utilizado para exposições e espetáculos, que prevê um cenário dramático. O casas restauradas parte que resta de sua coleção e do departamento de patologia. Virchow seria triste ver que um médico em formação está a cargo da neuropatologia, mas ficaria muito contente em saber que o estudo da função glial é atualmente um grande interesse de pesquisa do Departamento de Neurologia. Uma grande parte da coleta de Virchow foi destruída durante a Segunda Guerra Mundial. Durante o regime comunista a parede estava bem atrás dele, patrulhado por soldados com metralhadoras, Virchow não teria gostado disso. 
 
 
Doença Mental
Doença Mental 
 
Pessoas com doenças mentais foram alojados no Charité desde o início, e as tentativas de melhorar o seu tratamento foram feitas constantemente. Por volta de 1765 o Prof Muzell, que estava interessado em doença mental, lunáticos inoculados com sarna (Kraetze) em uma tentativa de obter uma cura. Detalhes dos resultados não são registradas, mas o professor deve ter sido satisfeito com ele, como ele praticou o método há algum tempo.
Nada mudou muito nas enfermarias lunático da Charité até 02 de setembro de 1798, quando o fogo destruiu o Asilo Mental na Krausestrasse. O início do departamento de psiquiatria na Charite datas a partir daquele dia, uma vez que os sobreviventes da Krausestrasse foram transferidos para o Charite. Isto criou graves tensões nas instalações já insuficiente, mas este desastre deu início a uma época em que os doentes mentais eram cada vez mais consideradas como pacientes que precisam de tratamento em vez de lixo humano, embora o tratamento eficaz foi muito longe.
 

Geheimrat Dr. Ernst Horn foi um diretor de início de psiquiatria da Charité.


As terapias convencionais oferecidos pacientes psiquiátricos naquela época eram calor, frio (100 baldes de água gelada foram derramados sobre a vítima), antieméticos (vinagre de antimônio), “Ekel Therapie” ‘(a colocação de panos fedorentos e outras coisas nojentas em volta do paciente face), eo “Haarseil”, (a seton colocado na pele do pescoço para produzir uma ferida inflamada). A colocação dos pacientes na cadeira rotativa Inglês (até 100 rpm) até que seus olhos ameaçavam saltar para fora de suas cabeças e eles implorou por misericórdia, era também um método aceitável de tratamento. Dr. Horn encontrou todos esses tratamentos ineficazes em muito agitado, os pacientes maníaco que gritou, jogou-se sobre e, em geral fez um incômodo de si mesmos (isto é, eles tinham o “Tobsucht”). Dr. Horn observou em uma ocasião que um paciente muito agitado calou-se quando as luzes se apagaram. Ele repetiu a experiência e descobriu que “a escuridão nunca foi, sem efeito sobre a mentalmente perturbado”. Dr. Horn concluiu que a escuridão era um dos mais fortes agentes para trazer pacientes maníaco a seus sentidos, e desde então tentou curar a doença mental, colocando pacientes em sacos de açúcar ou de batata durante o tempo que levou para acalmá-los. Este tratamento foi considerado como uma tortura sádica por seus colegas, mas por 1806 Professor. Horn, que até então era também diretor de toda a medicina interna, alegou uma cura de 25% das doenças mentais violentos pelo método saco. Ocasionalmente, um paciente sufocar no saco, o diagnóstico de “apoplexia pós Maniam” foi aplicado com este desfecho. O saco tornou-se “der Sterbesack”, o saco de morte. Particularmente chateado foi o cirurgião, o Dr. Confidential Medical Conselheiro Heinrich Kohlrausch, que enviou uma carta às autoridades lamentando o tratamento dos doentes mentais, e, além disso acusando Dr. Corno de todos os tipos de irregularidades fiscais. O julgamento criou uma sensação em Berlim, mas pelo tempo que o veredicto veio, a história foi ofuscada pela proximidade de guerras napoleônicas. Chifre foi exonerado na evidência de peritos que se convenceram e convenceu os juízes que não se pode sufocar em um saco de batata ou açúcar. Chifre é às vezes retratado como um ignorante cruel, mas era preocupação para seus pacientes que o levou a tentar medidas que não eram mais ultrajante do que muitas outras coisas então perpetrados no público desavisado pela profissão médica.
 
 
O tratamento de pacientes psiquiátricos continuou praticamente inalterada, até restrições foram abandonadas gradualmente para a maioria dos pacientes, mas avanços significativos não ocorrer no Charité ou em outro lugar por algum tempo. 
 
 
Cirurgia 
 
Desde a fundação da Charité até 1737, o cirurgião-chefe foi o regimental feldscher Gabriel Senff, que se dizia ter sido ser um cirurgião qualificado e ele funcionou bem com o Dr. Horn, o chefe de medicina.
 

Na época da epidemia de cólera 1813 Geheimrat Johann Nepomuk Rust foi o czar médica na Prússia e também o professor de cirurgia. Em 1835 o Rust Geheimrat tornou decrépito, mas não havia idade para aposentadoria compulsória e Rust não tinha intenção de se aposentar. Seus dedos foram distorcidos por gota, com os olhos esmaecidos pelas cataratas, mas ele insistiu em funcionamento, e às vezes estava possuído por um “chirurgicus furor”. Seus assistentes estavam com medo de seus dedos e se desesperou para a vida dos pacientes. Seu assistente-chefe tem a grande idéia de contratar um jovem cirurgião brilhante praticando para ser guiado pelo grande homem, mas na realidade para fazer a cirurgia por ele, para que Rust acordado. Johann Friedrich Dieffenbach teve um começo um pouco de tempestade, mas no final desenvolveu-se um grande cirurgião. Ele logo se
tornou famoso e as pessoas correram para o Charité por causa dele. Dieffenbach experiências com o transplante (principalmente o cabelo para curar a calvície), e cirurgia plástica. Ele fez trabalhos de nariz e lábios leporinos fixa. Ele enfrentado com sucesso pé clube e também teve um torcicolo de ir com uma faca em forma de foice que ele viu usada na França. Com esta faca em forma de foice que ele poderia cortar um monte de músculo ou tendão, sem deixar muito ar para dentro dos tecidos que depois foi pensado para ser a fonte de supuração.
 

Em torno desse tempo Dieffenbach teve a idéia de que squints poderia ser curada com a ajuda de uma faca em forma de foice. Ele perguntou Madame Vogelsang que cuidava da sala de dissecação de olhar para fora squinting cadáveres. Dentro de um ano, ele disse ter dissecado os olhos de centenas de cadáveres squinting (possivelmente um exagero), chegando à conclusão que o corte do músculo do olho overacting como sugerido por Strohmeyer (que inventou uma operação para pé torto) é viável e deve ser usado para curar squints. Seu primeiro paciente era filho 7 anos de idade de Madame Vogelsang, que além de ficar curado de sua squint ganhou-se uma moeda de ouro por não chorar durante a operação. Não que Dieffenbach foi de coração mole, mas ele estava com medo que as lágrimas salgadas iria estragar a ferida. Squinters reuniram-se à Charite, mas logo se tornou aparente complicações, e seu principal concorrente, o cirurgião Carl Ferdinand von Graefe começou a tripudiar. Dieffenbach eventualmente relatados em 1200 operações de estrabismo, em uma publicação não-revisados
por pares. Entre as suas falhas, ele descreveu o caso da condessa Ida Hahn-Hahn, uma divorciada notoriamente promíscuo. Seu olho foi infectada porque ela não seguiu as instruções pós-operatório. O clamor quase arruinou. 
 
 
Heinrich Adolf Bardeleben tornou-se cirurgião-chefe do Charité na idade de 49 com a aposentadoria Jungken na idade de 75. Ele havia sido professor de cirurgia no Greifswald, uma cidade pequena Pommeranian. A nomeação havia sido sugerido por Junkgen, e veementemente contestado por Langenbeck, Traube e Virchow, que queria Billroth .. O busto de Bardeleben em frente à clínica cirúrgica sugere que ele era um homem formidável. Bardeleben passou um mês em Glasgow e se tornou um defensor entusiástico de ácido carbólico. Quando ele quis introduzir métodos anti-sépticos de Lister no Charite ele era oposição do Hospital administrador ESSE Herr, um ex-sargento do exército prussiano, com base no facto de gaze era muito caro. Bardeleben envolvidos ESSE Herr em uma partida gritando, fazendo uso liberal de palavrões em que ele era um perito. Mais altas autoridades foram objecto de recurso para. O julgamento, eventualmente, era produzir uma gaze na Prússia, pois concluiu-se que ele irá provar de importância militar. Nesse meio tempo Bardeleben importados gaze da Escócia às suas próprias custas. Claramente as reformas que colocou a administração do Hospital para as mãos de médicos não ter durado muito tempo.
 

August Bier, antecessor imediato Sauerbruch foi o cirurgião mais talentosos de sua época. Ele é lembrado por sua má sorte de ter Hugo Stinnes, o homem mais rico da Alemanha, e Friedrich Ebert, o presidente alemão morre depois de ter realizado a cirurgia abdominal sobre eles. Ele enviou um projeto de lei de 150 000 marcas mais 30  para um assistente, (em 1927, que era um monte de marcas), para Stinnes ‘viúva, que ele conseguiu coletar apesar das objeções da Stinnes’ crianças. A taxa para a operação fatal em Presidente Ebert não é gravado.
 
 
 
Geheimrat Professor Dr. Ferdinand Sauerbruch 
 
Esse gênio cirúrgica tomou o lugar da Bier Geheimrat infeliz em 1927. Ele tratou Lenin quando ambos viviam em Zurique, o presidente von Hindenburg, quando ele estava morrendo. Ele era um mestre cirurgião, que fez os pulmões, cérebro, ossos – qualquer coisa que pudesse ser cortado ele ir em, com muito sucesso. No final da guerra, ele foi na rodada de funcionamento Charité o relógio, como em torno dele edifício por edifício foi danificado ou destruído. Quando os russos finalmente chegou ao Charité, ex-alunos de Sauerbruch estavam entre eles, e uma vez que estavam em posições elevadas, eles poderiam dar o seu antigo professor de uma mão amiga.
 
 

Modern Oftalmologia 
 
 
Albrech von Graefe foi o filho do famoso cirurgião Berlin Carl Ferdinand von Graefe, fundador da clínica cirúrgica da Universidade, um concorrente de cirurgiões da Charité. Ele completou seus estudos de medicina na idade de 19 anos, após o que ele estudou com os melhores cirurgiões em Praga, Viena, Paris e Londres. Após o seu regresso a Berlim, ele pendurou o seu cascalho e colocou um anúncio no “National Zeitung ‘que anuncia que ele está pronto para tratar pacientes com doenças oculares e que aqueles que não podem pagar serão tratados gratuitamente. 
 
Ele estava interessado em maneiras para inspecionar o fundo óptica no paciente viva, e encorajou o físico Viena e fisiologista Brücke para produzir um instrumento adequado, mas Brücke não poderia resolver o problema de iluminação. Em 1851 Herman Helmholtz, um aluno de Pepiniere, publicou uma monografia intitulada “Beschreibung eines Augen-Spiegels zur Untersuchung der Netzhaut im Lebenden Auge“. (Descrição de um olho-espelho para o exame da retina no olho vivo.) Von Graefe imediatamente percebeu que “Helmholtz abriu um mundo novo para nós”, e tinha um instrumento construído com a especificação de Helmholtz. Ele também escreveu a Helmholtz solicitando um ou dois exemplos de seu instrumento, de modo que possa compará-lo com sua produção. Von Graefe introduzido espelho de Helmholtz em uso clínico, não só na Alemanha, mas também na Inglaterra e França. Suas descrições de papiledema (Stauungspapille) em pacientes com tumores cerebrais foram determinantes para empurrar a opthalmosocope nas mãos dos neurologistas. Ele também inventou uma operação para glaucoma e fez outras contribuições inestimáveis para oftalmologia. Quando o antigo Jungken finalmente se aposentou em 1868, Albrecht von Graefe foi feito professor de oftalmologia e diretor da clínica oftalmológica do Charité. Até então, ele tinha tuberculose pulmonar avançada e era viciado em morfina. Ele morreu em 1870.
 
 
Ao receber a medalha de ouro Von Graefe da sociedade oftalmológica para inventar o oftalmoscópio em 1886, von Helmholtz se comparou a um ferreiro inteligente que inventou a têmpera de aço com que grandes escultores criaram obras de arte imortal. Von Graefe teria gostado de ouvir isso.
 
 
Obstetrícia 
 
O Charité tinha um departamento de obstetrícia desde o início. Rei Friedrich Wilhelm mostrou sua desaprovação de mulheres grávidas única por tê-los açoitado. Depois de uma surra completa, em seguida, eles foram admitidos no Charité de entrega, porque o rei estava interessado no filhote como soldados em potencial. Em 1770, obstetrícia foi ensinado no Colégio Médico-Chirurgicum em modelos de Johann Friedrich Meckel, o professor de anatomia e obstetrícia. Meckel que ficou famoso por descobrir o gânglio submandibular e um divertículo intestinal também foi um médico da moda, “o escritor mais prolífico da prescrição de todos os tempos”. Ele nunca pôs os pés no Charité e nunca entregou um bebê. O obstetra foi um Charité Dr. Joachim Friedrich Henckel, um cirurgião altamente qualificados, que era considerado como uma faca feldscher pushy, feliz, e que não tinha um doutorado por um longo tempo, mas sabia exatamente o que fazer quando um bebê ficou preso . Meckel e Henckel desprezado uns aos outros. O cirurgião-chefe, Pallas, apoiado Meckel, o internista chefe apoiado Henckel, e uma situação desenvolvidos, o que tem sido repetida em diversos países ao longo dos séculos seguintes. Os inimigos da Henckel conseguiu influenciar o Rei contra ele, ele foi, durante muito tempo, proibido a prática privada. Ele, consequentemente, demitiu-se da Charité e do exército (todo o pessoal Charite médicos foram empregados pelo exército). Ele finalmente estabeleceu uma prática próspera, e ensinou muito, suas aulas eram repletas, sendo superior aos professores colegiado. Com o tempo Henckel foi chamado à cabeceira de uma senhora nobre, solteira, que estava em trabalho de parto por 48 horas. Ele decidiu que uma cesariana era necessária, e que o paciente queria muito o feito. Henckel sabia que se as coisas devem dar errado, ele seria crucificado, mas decidiu ir em frente. O bebê morava, a mãe morreu de peritonite. Frederico, o Grande ouvido sobre este evento, e quando anos mais tarde ele precisava de um obstetra para entregar um potencial sucessor, ele lembrou a coragem de Henckel e empregou-o a entregar o bebê. Tudo correu bem com a entrega e quando Pallas seu inimigo morreu, tornou-se professor Henckel e chefe de cirurgia no Charité. Ele logo entrou em luta com os burocratas e os outros. Ele continuou a funcionar mesmo quando se tornou velho e frágil e, infelizmente, tornou-se objeto de desprezo e zombaria.
 
 

Ginecologia
 
 
Professor Eduard Martin foi o primeiro professor de obstetrícia e ginecologia. Como seu pacote de recrutamento, a Universidade teve que estabelecer uma clínica ginecológica para ele. O cirurgião Jungken opôs a Martin “ferindo-se alguns pedaços do bolo suculento médica e cirúrgica de Private Practice”. Ele não prevalecer tendo em vista o apoio de Schoenlein e Virchow, que queria o melhor em obstetrícia no Charité, e que evidentemente foi Martin, então professor de obstetrícia em Jena. Martin foi um assistente real de partos, e foi ele que entregou Friedrich Wilhelm Albert Victor, mais tarde Kaiser Wilhelm II em 1859. Foi uma apresentação pélvica, ea criança saiu do plexo braquial foi danificado durante o parto. Aqueles que acreditam que esta lesão fez o Kaiser um mal humorado sedentos de sangue assassino culpa professor Martin para WW I. 
 
 
Sífilis 
 
No tratamento do início do século 18 para doenças venéreas consistia em inunctions com mercúrio e exposição ao calor. Os quartos foram aquecidos e hermeticamente fechados, e desde que eles só poderiam ser abertas a partir do exterior os pacientes tinham nenhuma forma de obter alívio. Mercúrio induz salivação, o que foi pensado para ser o fator decisivo na sífilis cura, eo suor que acrescentou ao fluxo de sucos foi considerado como útil. Uma sala especial, o “Stube salivações” (# 69 no terceiro andar) estava previsto para este efeito. 
 
Felix von Baerensprung foi dado o título de professor em 1853 na idade de 31 e colocado no comando da ala sifilítica. Von Baerensprung concebeu uma nova cura para a sífilis, uma vez que ele acreditava que o mercúrio era prejudicial. A cura consistiu em uma dieta equilibrada, alternando com períodos de fome, abluções diariamente em água limpa e chá salsaparrilha amplo. Ele alegou que as recidivas foram reduzidos com este tratamento. Virchow tentou dissuadir o homem desta ilusão: “é verdade”, ele disse “que as recidivas são menos comuns na clínica, porque em vez de ir para a clínica, os pacientes estão transformando-se na mesa de autópsia“. Baerensprung sentiu ferido pelas palavras de Virchow e decidiu iniciar uma série de experimentos para mostrar Virchow e ao mundo que ele era um grande cientista. Ele injetou, sem o consentimento, material a partir de um cancro em uma mulher de 23 anos, que tinha ataques repetidos de gonorréia, mas que não tinham sinais de sífilis. Ela desenvolveu um cancro duro, confirmando a noção de que a primeira fase da sífilis é contagiante. A visão predominante era que a segunda e terceira fases da sífilis eram não-infecciosas. Von Baerensprung pensei que ele provou que isso era incorreto, mostrando que o material estágio injetar segundo produziu um cancro duro. É improvável que ele obteve o consentimento (informado ou outros) a partir da mulher de 18 anos, que foi o tema deste experimento. As mulheres receberam tratamento von Baerensprung e alta por cura. A feud prolongada desenvolvido entre os aristocráticos von Baerensprung eo revolucionário plebeu Virchow. Pode-se supor que von Baerensprung, que não era ogro, justificou sua ação pela convicção de que o estilo de vida dessas senhoras assegurou a aquisição de sífilis, mais cedo ou mais tarde. Von Baerensprung eventualmente tornou-se psicótico e, finalmente, se afogou. Autópsia confirmou a suspeita de que ele tinha sífilis, o cérebro mostraram evidências de GPI 
 
 
Robert Koch 
 
um graduado da Pepiniere, era um médico do condado próximo de Posen (Poznan), quando estudou infecção da ferida. Ele conseguiu mostrar que as infecções de feridas foram causadas por bactérias Este trabalho atraiu um mínimo de atenção, mas foi o patologista Prof Cohnheim o botânico e professor Cohn, tanto em Breslau (Wroclaw) universitários que estavam entusiasmados e encorajou Koch para visitar Berlim . Koch visita de Virchow não vão bem, o grande homem não lhe deu incentivo, e seus assistentes insultado Koch. No entanto, Dr. Struck, diretor do novo Escritório de Saúde Imperial (Kaiserliches Gesundheitsamt) tinha lido artigos de Koch e lhe ofereceu o cargo de Chefe de Divisão na sua empresa com o título de “Regierungsrat”. O instituto foi em 57 Luisenstrasse, ao lado, mas não na ou da Charité. Quando Koch queria aplicar seus métodos de esterilização, que estavam substituindo o ácido carbólico, que ele tinha que ir para o Klinik Universitäts na Ziegelstraße introduzir, com o cirurgião Ernst von Bergman, o método de cirurgia asséptica.
 

In1880 tuberculose era um problema devastador, cada pessoa sétimo na Alemanha e cada quarto em Berlim morreu de tuberculose pulmonar, e Koch queria fazer algo sobre esse estado deplorável de coisas. Tuberculina parece ter funcionado em cobaias, foi tentado em seres humanos com o sucesso inicial, mas
com o tempo o seu verdadeiro valor tornou-se dolorosamente óbvio. Os ensaios clínicos foram realizados nas enfermarias tuberculose Charite. Quando von Bergman pediu para ser mostrado a cobaia patologia, Koch teve que admitir que não havia nenhuma. Isso deu um pouco de Koch um nome ruim por um tempo, mas ele não deveria ter me preocupado, a descoberta muito do bacilo da tuberculose salvou milhões de vidas em um tempo muito curto.
 

Emil Behring foi também uma pós-graduação da Pepiniere. Como médico militar veio através de feridas cutâneas extensas, que eram então tratados rotineiramente com iodofórmio. Este desinfetante teve seus efeitos colaterais, que Behring investigados. Enquanto estudava no instituto farmacológico em Bonn, descobriu que ratos não foram afetados pelo antraz (Milzbrand) porque seu soro matou as bactérias. Seu chefe não estava sobrecarregado, mas persistiu Behring. Após sua estada em Bonn, ele foi condenado à Pepiniere como professor de química, mas na chegada foi ordenado para o laboratório de Koch. Koch apreciado o seu trabalho sobre o antraz, mas disse-lhe para se ocupado em encontrar uma cura para o tétano ea difteria, o que fez com a ajuda de Paul Ehrlich. Behring não deu Ehrlich o crédito que merecia na descoberta do anti-soro contra a difteria, o que, diz-se, mais tarde ele se arrependeu, fazendo um pedido de desculpas lágrimas no funeral de Ehrlich. Behring tornou-se enobrecida e ricos, Ehrlich não tem nada fora do negócio de imunização. Ambos ganharam o prêmio Nobel, Ehrlich para descobrir Salvarsan (preparação 606).
 
 
 
Richard Schaudinn, um zoólogo de trabalho no laboratório de dermatologia da Charité descobriu o ‘spirocheta pallida’. 
 
Paul Adolph Wassermann, trabalhando no instituto para doenças infecciosas de Robert Koch introduziu sua reação para sífilis em 1906.
Paul Ehrlich foi um Oberarzt no Charité, quando fez suas grandes descobertas. Ele quase não viu pacientes, o que foi motivo de queixas, mas seu chefe, Prof Frerich, que era uma ave estranha-se, protegeu-o. Ehrlich gostei cores, e isso intrigava porque diferentes tecidos assumiu diferentes corantes preferencialmente. Ele estudou as necessidades de oxigênio dos tecidos, inventou a reação diazo. Quando Frerich morreu de uma overdose de ópio, e seu sucessor, começou a pressionar Ehrlich para fazer o que um Oberarzt é pago, Ehrlich sair do Charité e se juntou a roupa de Koch. Ele eventualmente se tornou diretor do Real Instituto de Terapia e do “Georg Speyer Haus fur Chemotherapie”. Salvarsan foi introduzido em 1910 e continuou a ser usado como a droga mais eficaz para o tratamento da sífilis até serem substituídos por penicilina.
 
 
 
Neurologia 
 
 
Em 1730, em uma de suas visitas ao Charité, o príncipe Friedrich da Prússia (mais tarde rei Frederico, o Grande) foi mostrado um paciente que se recuperou de um derrame. Ele foi tratado pelo novo método de Professor Eller: febre. Eller ler em manuscritos de Hipócrates que a febre é benéfica em cursos, mas até então os pacientes que desenvolveram AVC febre seguintes foram tratados com medidas que a febre reduzida. Eller mudou tudo isso, e em sua febre enfermarias em pacientes com AVC não foi apenas deixado sozinho, mas incentivada.
 
 

Wilhelm Griesinger
 
 
Nomeado em 1864 como professor de pychiatry, Professor Wilhelm Griesinger foi o primeiro diretor da clínica psiquiátrica e neurológica combinado no Charité. Griesinger considerava-se tanto um psiquiatra e neurologista. Em seus anos mais jovem que ele foi diretor da escola de medicina no Cairo, Egito. Nesta posição, ele também foi responsável por todos os cuidados de saúde no Egito e para a saúde pessoal do Vice-Roy.
 
 
Ele não gostou muito da administração, por isso ele retornou à Alemanha, primeiro trabalhando em Tübingen, em seguida, tornando-se diretor de um instituto para deficientes mentais. Em 1860, ele aceitou um cargo em Zurique, e de lá, em 1864 ele se mudou para Berlim. Ele esforçou-se para combinar as especialidades de neurologia e psiquiatria, e projetou o Instituto de Neuropsiquiatria com isso em mente. Para este dia, o edifício projetado por Griesinger abriga os escritórios administrativos e laboratórios de pesquisa de ambos os departamentos de psiquiatria e neurologia. Seu busto fica na entrada, no lado esquerdo da entrada principal do edifício neurologia / psiquiatria. Ele parece estar lançando um olhar benevolente e vigilantes ao longo dos veículos estacionados nas proximidades, e é dito que os carros estacionados dentro do seu campo de visão estão imunes a dano, roubo e reboque (Abschleppen). Griesinger estava interessado principalmente na doença mental, ele sustentou que as doenças mentais surgem de desarranjo da função cerebral. Ele escreveu um livro de psiquiatria como um homem muito jovem, e mais tarde uma monografia sobre “Patologia e Terapia de doenças psicológicas”. Griesinger gostava de viajar, quando no Egito, ele viajou extensivamente no Oriente Médio. Durante seus primeiros anos de Berlim, ele visitou Londres, Paris, Suíça e muitas outras cidades europeias. Ele era apaixonado sobre a reforma do tratamento de pacientes com doenças mentais, e especialmente insistente sobre o tratamento de pacientes psiquiátricos sem restrições (tratamento gratuito). Essas visões atraiu considerável oposição, e uma polêmica, às vezes amarga pessoal desenvolvida. Ele também fez observações cuidadosas em diversas condições neurológicas. O que se destaca é um relato de caso de um paciente com otite média com uma série de complicações, incluindo a trombose do seio lateral. Griesinger estava ciente da sintomatologia associada à trombose do seio lateral, e contribuiu com um novo sinal: “Em um desses casos, observei uma condição, até então desconhecidas, que podem servir como uma indicação indireta de trombose do seio transverso, a saber: um circunscrito área de edema doloroso, uma phlegmasia dolens en miniatura, atrás da orelha “. Griesinger explica esse fenômeno de trombose das veias mastóide emissário. Este fenômeno é conhecido como sinal de Griesinger. Ele também estava interessado em cólera. Ele era um membro de uma comissão de cólera, e organizou um simpósio sobre a doença. Ele morreu em 1868 sem ver sua clínica neuro-psiquiátrica concluída.
Ele fundou a “Archiv fur Psychiatrie und Nervenkrankheiten”. 
 
 
Carl Westphal 
 
Iniciou sua carreira no Charité em 1858 como um Assistentsarzt responsável pela ala varíola. Até então, ele fez pesquisas em fisiologia sob Ludwig, e tinha viajado muito. Depois de um ano na enfermaria varíola, ele publicou suas observações sobre as “Doenças do sistema nervoso após a varíola eo tifo”. Mais tarde Westphal juntou-se à clínica psiquiátrica e, em 1869, Griesinger sucesso como professor de Neurologia e Psiquiatria. Em 1871 ele abriu o primeiro “Polikinik Nervenkrankheiten pele”, ou seja, uma clínica de neurologia fora do paciente, na Charité. Em 1878 ele publicou um artigo sobre as doenças do sistema nervoso resultantes de acidentes ferroviários (coluna ferrovia), que, segundo ele, não era um psicogênica, mas uma condição orgânica. Durante 1888 ele se dedicou ao estudo das desordens dos músculos do olho. Em Londres, estudou os efeitos do mixedema sobre o sistema nervoso. Ele reconheceu a importância de um empurrão de joelho ausente simultaneamente com Erb, a perda do reflexo patelar foi por algum tempo referido como “o fenômeno Westphal” Ele escreveu extensivamente sobre a doença da medula espinhal, miotonia, miopatias, paralisia agitante, e “pseudosclerose“. Ele era um intelectual, ativo na “Mittwochgesellschaft”, onde ilustres professores da universidade se juntaram e instruído um ao outro em suas especialidades. Ele amava a boa literatura, seus autores favoritos foram Eurípides, Sófocles, Shakespeare e Goethe. O núcleo Edinger-Westphal perpetua o seu nome. 
 
 
H. Oppenheim 
 
era um médico brilhante, um dos fundadores da neurologia clínica moderna. Ele era um Oberarzt no Charité, e um médico muito ocupado. Seu livro de texto “Lehrbuch der Nervenkrankheiten” publicado pela primeira vez no final do século 19 teve muitas edições, a última nos anos 20, era póstuma, preparado por seus alunos. Junto com o livro de Gowers “e coleta de Charcot de palestras, foi o texto de neurologia padrão para meio século. É um livro magnífico volume dois, que pode ser lido com proveito a-dia, e deve ser feita uma leitura obrigatória para neurologia housestaff que geralmente têm a impressão de que Neurology começou com sua própria puberdade. No curso de sua oração introdutória durante a cerimônia de abertura do Congresso Internacional de Neurologia em Hamburgo em 1985 Prof Zülch mencionado Oppenheim. Aparentemente, o grande psiquiatra Kraepelin Munique foi oferecida a cadeira de psiquiatria da Charité e pela Universidade Humboldt. Ele concordou em vir, desde que ele poderia ter Oppenheim como seu neurologista chefe. O conselho da faculdade se recusou a premiação Oppenheim um cargo de professor e ficou Kraepelin, em Munique. Não há praticamente uma condição neurológica que escapou da observação Oppenheim, ele relatou centenas de doenças interessantes, alguns pela primeira vez. Sua descrição de uma hérnia de disco intervertebral aguda provocando uma cauda eqüina lesão e seu tratamento bem sucedido por Fedor Krause, foi a primeira vez. 
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Neurologia
 
 
Professors Bonhoefer and Max de Crinis
 
O quinto diretor da clínica neuropsiquiátrica, Professor Karl Bonhoefer foi um psiquiatra altamente respeitado. Embora ele admitiu candidamente que “Infelizmente, nem eu nem nenhum dos outros professores tiveram a coragem de se levantar e sair em protesto” no processo de desnazificação das universidades alemãs, ele esforçou-se contra o grande para gerar uma atmosfera de decência e justiça na seu departamento depois que os nazistas chegaram ao poder. Ele não estava em simpatia com os nazistas, e eventualmente se tornou um oponente ativa do regime. Ele foi, portanto, demitido da presidência do seu departamento e foi substituído pelo Professor Max de Crinis. De Crinis, um austríaco de nascimento, era membro do NSDAP e um alto funcionário da SS. Ele deve ter sido um pouco de um bandido – em 1939 ele foi condecorado com a Cruz de Ferro pelo próprio Hitler para ajudar a sequestrar dois oficiais da inteligência britânica na Holanda, então um país neutro e ainda invicto. O boato de que ele conduziu rodadas no Charité em seu uniforme preto SS, não tem fundamento. Ao contrário, por algum motivo De Crise, como outros envolvidos no1 “Eutanásia” projetos manteve sua filiação SS calma e, aparentemente, não permitir que os pacientes do Charite sob seus cuidados para ser morto. De Crinis foi “o mais franco e influentes Nazi dentro do estabelecimento alemão psiquiátrico” e se tornou um conselheiro regulares dos Ministérios da Cultura e da Saúde e ao Rassenamt. (Havia um departamento de higiene corrida – Rassenhygiene na Universidade Humboldt durante a era nazista). Naturalmente, ele foi um dos professores de cinco convocados para a chancelaria do Reich em julho de 1939 para ajudar na “Aktion Gnadentod” psiquiatria – a morte misericórdia. “Aktion Gnadentod” foi um programa, iniciado pelo Führer pessoalmente para matar pacientes com grave deficiência mental e incurável. Só um dos presentes, o Prof Ewald de Göttingen, se recusou a cooperar e foi convidado a se retirar da reunião. (Hitler foi aconselhado a não se preocupar convidando antigos Prof Bumke, porque ele se recusaria a vir). De Crinis, um forte defensor do programa do começo ao fim, é dito que ele redigiu a linguagem contida nas ordens de Hitler a respeito de “Gnadentod”.:
 

“Reich Líder Bouhler e Dr. Brandt são cobrados com a responsabilidade de expandir a autoridade dos médicos, que serão designados pelo nome, a fim de que os pacientes considerados incuráveis
segundo melhor julgamento humanos disponíveis do seu estado de saúde, pode ser concedida uma misericórdia morte (Gnadentod). “.
 
De Crinis foi um avaliador ativa de candidatos para gaseamento. Na primavera de 1941, um dos centros de assassinato “, comemorou” a morte 10.000. Eventualmente, cerca de 100.000 pessoas foram mortas na “Aktion”.
 

Alguns protestaram. Professor Karl Bonhoeffer, era perturbada e se opôs ao programa. Toda a sua família se opôs ao nazismo -, seu filho, Dietrich Bonhoeffer, um teólogo protestante, e seu genro Hans von Dohnanyi foram executados pela Gestapo. Ferdinand Sauerbruch ficou furioso quando soube Gnadentod pelo pastor Braune: “esses criminosos estão arruinando a profissão médica desde as raízes para cima”. Pastor Braune foi preso pela Gestapo, mas sobreviveu. O maior crítico foi o arcebispo católico de Munster, o conde von Galen: “Quem, no futuro, vai confiar em um médico Talvez um médico declará-lo?” Improdutivo “, possivelmente um médico tem uma ordem para matá-lo as pessoas infelizes,. Alemanha infeliz, quando o mandamento “Não matarás” é transgredida impune. ” (Arcebispo conde von Galen, 1941/08/03, Munster)
 
De Crinis tomou cianureto nos últimos dias da guerra
 
Carl von Eicken
 
O laringologista Professor Carl von Eicken levou um pólipo fora das cordas vocais de Hitler e tentou instruí-lo a falar sem se romper sua garganta. Hitler estava preocupado que ele poderia ter câncer, lembrando von Eicken que mesmo os grandes Virchow poderiam ser confundidos em tais coisas. A operação foi bem-sucedido, nenhum caso de câncer foi encontrado e alguns dias após a operação de um cheque de 10 000 marcas de chegar de Hitler. Von Eicken, não queria aceitá-la, mas Hitler insistiu, explicando que o produto de suas publicações eram tão altas que não sabia o que fazer com todo esse dinheiro. Von Eicken pediu permissão para dar o dinheiro a uma fundação de apoio à Assistentsaerzte (housestaff). A permissão foi acompanhado por uma verificação adicional de 60 000 Reichsmark. O dinheiro foi investido e os rendimentos foi utilizado para o salário de um residente. Salas privadas Von Eicken de consultoria estavam na Klinik Unger. Ele foi ordenado pelas autoridades do partido nazista para sair de lá porque Unger era judeu. Unger havia tratado von Eicken e eles eram velhos amigos. Alguém que cura rouquidão do Führer pode dar ao luxo de ignorar o partido, e von Eicken continuou a usar a clínica Unger e conseguiu escudo Unger. Quando questionado após a guerra por um oficial soviético por que ele não matar o Hitler, quando ele teve uma chance, ele disse que era médico, e Hitler era seu paciente.
 
 
Após a Segunda Guerra Mundial

Após a segunda guerra mundial o Charité foi localizado em Berlim Oriental, apenas pelo muro. Como as coisas se acalmaram, tornou-se óbvio para muitos que o tipo de medicamento que seria praticado no “socialista” da Alemanha Oriental, será um desastre como tudo o resto. Mais da metade do corpo docente da esquerda como o Muro de Berlim subiu. Para se tornar um professor que era então necessário para se juntar ao partido comunista ou seus substitutos, e para chegar à frente era preciso colaborar com a Stasi (Staats Sicherheit), o sucessor do Gestapo, uma ditadura foi sucedido por outro.

Em 1972 os planos foram elaborados para um edifício moderno e alto. Foi concluída em 1980, e que parece ser a realização de construção mais distinto do DDR. Ele não tem a aparência usual stalinista, e é em parte construído com materiais importados do ocidente. O prédio inteiro está ligado com linhas de fibra óptica. Tornou-se o hospital para a elite comunista da DDR e outros países “socialistas”. Os russos não raro sem nome e fortemente vigiado foram admitidos, ninguém sabia quem eles são, até as suas fotografias foram vistos por acaso nos jornais em uma data posterior. 20 º andar abrigava os aparelhos de vigilância da Stasi que eavesdropped sobre o processo Reichstag.

Após a unificação da Alemanha foi feita uma proposta para fechar a Charité venerável. O Dean, uma sobrevivência dos tempos antigos formaram uma parede humana ao redor do Charité com a ajuda de funcionários Charité ea população, e os Charité foi salvo. O Dean, embora ungido como o salvador da Charité, no entanto, foi demitido logo depois deste esforço, naturalmente, com expressões de profunda gratidão para salvar o Charité. Custou 14 mil táleres para converter o Pesthaus em um Hospital, vai demorar milhões para converter um bastante degradado hospital comunista e escola de medicina em uma instituição capaz de competir com as grandes instituições médicas do mundo. Gradualmente, enérgico e perspicaz cientista clínicos estão sendo nomeados para posições de liderança no Charité. Se a evolução do departamento de Neurologia pode servir como um preditor do futuro, então não há qualquer razão para esperar que o Charité irá recuperar sua glória passada no século 21
 2005-09-06
 

Uso industrial dos embriões humanos ou de suas células são "ordem antiética"

Em 10 de março de 2011, o Tribunal de Justiça da União Europeia (UE) emitiu um aviso de seu advogado Yves Bot sobre a patenteabilidade ea utilização para fins industriais ou comerciais de embriões humanos e células estaminais embrionárias humanos. Segundo ele, para uso industrial dos embriões humanos ou de suas células são “ordem antiética e público.
Este aviso foi publicado como parte do processo contra Oliver Brüstle Greenpeace, a pedido do Tribunal Federal de Justiça alemã (ver comunicado datado 1/13/11 Resumo). Este caso diz respeito a uma patente, emitida na Alemanha em 1999 para Oliver Brüstle para um método de conversão de células estaminais embrionárias humanas em células nervosas. Greenpeace tinha então trazido uma ação judicial, ao passo que a invenção do Sr. Brüstle foi excluído da patenteabilidade nos termos do artigo 2 º da lei alemã de patentes, na versão em vigor no 28 de fevereiro de 2005, que tem que “não é emitido de patentes para invenções cuja exploração comercial seja contrária à ordem pública e da moralidade e, em particular, não é concedida uma patente para o uso de embriões humanos para fins industriais e comerciais , em conformidade com a Directiva 98/44. O tribunal federal reconheceu a nulidade da patente do Sr. Brüstle, ele recorreu dessa decisão ao tribunal, que pediu ao Tribunal Europeu de Justiça para interpretar certas disposições da Directiva 98/44/CE.

 

L’utilisation commerciale des embryons humains en débat à la Cour de Justice de l’UE

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Le 10 mars 2011, la Cour de Justice de l’Union européenne (UE) a rendu public un avis de son procureur Yves Bot sur la brevetabilité et l’utilisation à des fins industrielles ou commerciales de l’embryon humain et des cellules souches embryonnaires humaines. Selon lui, faire une utilisation industrielle de l’embryon humain ou de ses cellules est “contraire à l’éthique et à l’ordre public“.

Cet avis a été publié dans le cadre de l’affaire Oliver Brüstle contre Greenpeace à la demande du tribunal fédéral de justice allemande (Cf. Synthèse de presse du 13/01/11). Cette affaire concerne un brevet, délivré en Allemagne en 1999 à Oliver Brüstle pour une méthode de conversion de cellules embryonnaires humaines en cellules nerveuses. Greenpeace avait alors introduit une action en justice, considérant que l’invention de M. Brüstle était exclue de la brevetabilité en vertu de l’article 2 de la loi allemande relative aux brevets, dans sa version en vigueur au 28 février 2005, qui dispose qu’ “il n’est pas délivré de brevet pour des inventions dont l’exploitation commerciale serait contraire à l’ordre public et aux bonnes mœurs et que, notamment, il n’est pas délivré de brevet pour les utilisations d’embryons humains à des fins industrielles et commerciales“, conformément à la directive 98/44 de l’UE. Le tribunal fédéral ayant reconnu la nullité du brevet de M. Brüstle, celui-ci a fait appel de ce jugement devant la juridiction de renvoi, laquelle a demandé à la Cour de Justice Européenne d’interpréter certaines dispositions de la directive 98/44.

Le procureur Yves Bot a rendu les conclusions suivantes :
– La notion d’embryon humain s’applique dès le stade de la fécondation à toutes les cellules embryonnaires totipotentes, dans la mesure où la caractéristique essentielle de celles-ci est de pouvoir évoluer en un être humain complet. Cette définition juridique de l’embryon s’applique également aux embryons conçus in vitro et dépourvus de projet parental ainsi qu’aux embryons clonés et aux ovules non fécondés incités à se diviser par parthénogenèse. La définition de l’embryon à partir de la nidation relève de considérations “utilitaires“.

– Une invention doit être exclue de la brevetabilité lorsque la mise en œuvre du procédé technique soumis au brevet utilise des cellules souches embryonnaires dont le prélèvement a impliqué la destruction ou même l’altération de l’embryon. Il constate ainsi que pour obtenir des lignées de cellules souches embryonnaires, on prélève cellules “sur l’embryon humain au stade du blastocyste” ce qui “implique forcément la destruction de l’embryon humain. Donner une application industrielle à une invention utilisant des cellules souches embryonnaires reviendrait à utiliser les embryons humains comme un banal matériau de départ. Une telle invention utilisant des cellules souches embryonnaires reviendrait à utiliser les embryons humains comme un banal matériau de départ. Une telle invention instrumentaliserait le corps humain aux premiers stades de son développement.”

– “L’exception à l’interdiction de brevetabilité des utilisations d’embryons humains à des fins industrielles ou commerciales concerne les seules inventions ayant un objectif thérapeutique ou de diagnostic qui s’appliquent à l’embryon humain et lui sont utiles.”

– Enfin, par “utilisation de l’embryon à des fins industrielles et commerciales“, il faut entendre “une production à grande échelle” ou encore “des cultures à de cellules destinées à des laboratoires pharmaceutiques à des fins de fabrication de médicaments“.

L’avis du procureur Yves Bot est soumis à l’appréciation des 13 juges de la Cour de Justice de l’Union Européenne. Ceux-ci doivent rendre leur décision dans les deux mois à venir.
Nature (Alison Abbott) 17/03/11 – Gènéthique 25/03/11
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Duas perguntas a indústria do aborto não pode responder

Posted by Jim_Daly on Feb 28, 2011 3:33:25 PM
Dr. Bernard Nathanson, the former atheist/abortionist who killed 60,000 babies before becoming one of the pro-life movement’s strongest advocates, was remembered today in a funeral mass at St. Patrick’s Cathedral in New York City. He was 84. 
The former chief of obstetrics and gynecology for the Northeast Air Command of the Air Force, Dr. Nathanson credited his dramatic conversion from promoting death to preserving life to seeing a single picture, or more precisely, experiencing the wonder of ultrasound technology.
“For the first time, we could really see the human fetus,” he wrote in 1996 of his 1979 conversion, “measure it, observe it, watch it and indeed bond with it and love it.”
Dr. Nathanson’s heart was changed when he saw that a baby truly was a baby – and not a blob of tissue.
Put another way, he stopped believing the lie – and began embracing the truth. 
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“The first key tactic was to capture the media. We aroused enough sympathy to sell our program of permissive abortion by fabricating the number of illegal abortions done annually in the U.S….Repeating the big lie often enough convinces the public.”
Years later Bernard Nathanson would tell Dr. Robbie George that he was “converted to the cause of life only because he was converted to the cause of truth.”
Thirty-five years ago, Nathanson asked two provocative questions – questions that the abortion industry has never adequately answered:
1.     Parents may not abandon their children; why should they be encouraged to abandon their children-to-be?
2.     One race ought not exploit another; why should the already-born be allowed to exploit the not-yet-born?
The reason why abortion advocates can’t answer the two questions stems from the fact that the industry is built upon a lie – primarily that a baby isn’t really a life deserving of protection until it breathes fresh air.
As we remember the life of Dr. Nathanson, a very faulted man whose hands were responsible for 60,000 deaths prior to his conversion, my thoughts turn to Dr. Kermit Gosnell. You will recall that Dr. Gosnell is an abortionist recently arrested for murdering babies after birth in Philadelphia.
Dr. Gosnell is awaiting trial. In the wake of the horror, we pray for justice. But I am also inclined to pray for a conversion like Dr. Nathanson’s for Kermit Gosnell. From a human perspective we might wonder whether this man is capable of turning from darkness to light even at this late hour? I don’t know. Is his heart penetrable?  In the long life of Dr. Nathanson, I think we have learned that no man is beyond hope or out of reach of ultimate redemption.
Postado por Jim_Daly em 28 de fevereiro de 2011 3:33:25 PM
Dr. Bernard Nathanson, o ex-ateu / abortista que matou 60 mil bebês antes de se tornar um dos mais fortes defensores do movimento pró-vida, foi lembrado hoje em uma missa fúnebre em St.Patrick Cathedral em Nova York. Ele tinha 84 anos
O ex-chefe de obstetrícia e ginecologia para o Comando Aéreo do Nordeste da Força Aérea, o Dr. Nathanson creditado a sua conversão dramática de promover morte para a vida preservando a ver uma única imagem, ou mais precisamente, experimentar a maravilha da tecnologia de ultra-som.
“Pela primeira vez, podemos realmente ver o feto humano”, escreveu ele em 1996 de sua conversão 1979, “medi-lo, observá-lo, vê-lo e, na verdade vínculo com ela e amá-lo.”
Dr. Nathanson coração foi mudado quando ele viu que um bebê realmente era um bebê – e não uma bolha de tecido.
Dito de outra forma, ele deixou de acreditar na mentira – e começou a abraçar a verdade.
Quando Nathanson anunciou sua mudança de coração, ele foi contundente e direto ao ponto, especialmente quando se fala sobre as táticas da indústria do aborto regularmente adotada nos anos seguintes Roe v. Wade:
“A primeira tática foi fundamental para capturar a mídia. Nós adquirimos muitos simpatizantes para divulgarmos o nosso programa de permissividade do aborto fabricando o número de abortos ilegais feitos anualmente os EUA …. Repetindo o grande mentira convence o suficiente, muitas vezes o público. ”
Anos mais tarde, Bernard Nathanson diria Dr. George Robbie que ele foi “convertido para a causa da vida só porque ele foi convertido à causa da verdade.”
Trinta e cinco anos atrás, Nathanson fez duas perguntas provocativas – questões que a indústria do aborto nunca foi adequadamente respondidas:
1.      Os pais não podem abandonar seus filhos, por que eles deveriam ser encorajados a abandonar seus filhos-a-ser?
2.      Uma corrida não deve explorar outro, por que o já-nascido ser autorizados a explorar o ainda-não-nascido?
A razão pela qual os defensores do aborto não pode responder as duas questões decorre do fato de que a indústria é construída sobre uma mentira – principalmente que um bebê não é realmente uma vida merecedora de proteção até que se respira ar fresco.
Como lembramos a vida de Dr. Nathanson, um homem muito criticado cujas mãos foram responsáveis ​​por 60.000 mortes antes de sua conversão, meus pensamentos se voltam para o Dr.Kermit Gosnell . Você deve se lembrar que o Dr. Gosnell é um abortista recentemente preso por assassinar bebês após o nascimento, na Filadélfia.
Dr. Gosnell está aguardando julgamento. No rastro de horror, oramos por justiça. Mas também estou inclinado a orar por uma conversão como o Dr. Nathanson para Kermit Gosnell. De uma perspectiva humana, poderíamos perguntar se esse homem é capaz de transformar das trevas para a luz, mesmo a esta hora tardia? Eu não sei. Seu coração é penetrável? Na longa vida de Dr. Nathanson, acho que aprendi que ninguém está além da esperança ou fora do alcance da redenção final.

Industria do aborto BLOOD MONEY the multi-million dollar abortion industry

‘Blood Money’ – the multi-million dollar abortion industry 

ASSISTA o video

http://www.youtube.com/watch?v=cYaTywSDmls&feature=player_embedded

 

Sunday, September 13, 2009

LifeSiteNews in the US reports that a group of film-makers have recently produced a documentary that aims to expose the terrible reality of abortion, focusing on the financial aspect of the multimillion dollar abortion industry.

The film, entitled ‘Blood Money’, includes numerous interviews with leaders of the pro-Life movement, in which they lay out the facts about the abortion industry and the effects that abortions have on women.

It is shown how the pro-abortion lobby has created an abortion industry in the US. One interviewee, who used to run an abortion clinic in Dallas, Texas (and is now a pro-Life speaker) describes how teenagers were groomed to have abortions.

In the UK, organisations such as BPAS, the British Pregnancy Advisory Service carried out 55,000 abortions last year. This is about one quarter of the number of abortions carried out in England and Wales last year. And 92 per cent of abortions carried out by BPAS were on behalf of the NHS, so paid for by the tax payer.

Blood money indeed.

BPAS has been a registered charity since 1968. They claim to be a not-for-profit organisation, but the revenues that they attract can fund executives on fat salaries and pay for advertising to expand their ‘business’.

In our ‘human rights’ era, the issue of abortion is presented as a balance of the rights and liberties of the woman (not mother) versus those of the foetus (not the baby).

Except, of course, that the foetus doesn’t get a legal look-in and has no rights advocate.

The Bible suggests that what is in the womb is fully human. It does not talk of the ‘foetus’, but of nations, children and sons:

‘And the Lord said to her, Two nations are in thy womb’ (Gen 25:23).
‘…for the children are come to birth’ (2Kgs 19:3).
‘…are there yet any more sons in my womb…’ (Ruth 1:11).

The woman who has conceived is already a mother:

‘…he cometh out of the mother’s womb’ (Num 12:12).
‘…that the mother of my Lord should come to me’ (Lk 1:43).

Sentient life is in the womb:

‘For the children being not yet born, neither having done any good or evil’ (Rom 9:11).
‘…the babe leapt in my womb for joy’ (Lk 1:44).

To abort is to deny the ‘right to life’ to what is fully human and quite distinct from the mother.

This picture is one of the most remarkable photographs ever taken. The tiny hand of a ‘foetus’ reaches out from a mother’s womb to clasp a surgeon’s healing finger. It is, by the way, 21 weeks old, an age at which it could still legally be aborted – as are around a quarter of a million of Britain’s babies every year.

Blood money indeed.

At least the Conservative Party is pledged to take one small step in the right direction.

INDUSTRIA DA MORTE. Aborto: Dinheiro de Sangue. Saiba por que sua “legalização” é tão importante no Brasil

Aborto: Dinheiro de Sangue. Por que sua “legalização” é tão importante no Brasil?

” Este vídeo mostra os enormes lucros proporcionados pela promoção do aborto e, portanto, quais as razões de tantos interesses ocultados, especialmente estrangeiros, quererem sua legalização: nada tem a ver com a alardeada “saúde pública”, mas com investimento em uma indústria genocida altamente lucrativa e em expansão a qualquer preço, que precisa primeiro –  para continuar em crescimento –  impedir a punição dos profissionais da saúde e dos hospitais que se envolverem com suas atividades. Aqui no Brasil, o partido político formalmente comprometido com estes interesses é o PT – Partido dos Trabalhadores – de Lula e Dilma, visto que o Estatuto deste partido manda seus filiados aceitarem e defenderem a “legalização” do aborto no Brasil.  Vale tudo para os mal informados eleitores, em especial, mentir, quando por exemplo, é utilizada a batida retórica: “pessoalmente sou contra o aborto, mas devo considerar o aborto uma questão de saúde pública”.  Tanto Lula quanto Dilma usaram deste expediente e enganaram muitos de seus eleitores.  Assista este e também o outro vídeo indicado no link ao final.  Se quiser aprofundar o assunto, leia os artigos e capítulos publicados em meios de interesse público, que indicamos junto. “
Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
 
Mais informações sobre aborto:
Aborto: debate na TV Justiça, no STF, em junho de 2007
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Publicado em Aborto, Adoção, Anencefalia, Biodireito, Convenção Americana de Direitos Humanos, Convenção sobre os Direitos das Crianças, Direitos Humanos, Embriologia, Início da vida humana, Lula: “debater” o aborto?, Medicina, Planned Parenthood Federation of America. Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Deixar um comentário »

Aborto: debate na TV Justiça, no STF, em junho de 2007 e HOJE

Em geral, os países da Organizaçao dos Estaados Americanos asseguram respeito á vida a todas as pessoas desde a concepção.  No caso 2141, contra os Estados Unidos, a COMISION INTERAMERICANA DE DERECHOS HUMANOS, RESOLUCION Numero 23/81, decidiu que não devia interferir na lei expressa de algum pais.
O projeto de lei que o PT apresentou em 27 de setembro de 2005 tramitou na Câmara de Deputados sob o nome de substitutivo do PL 1135/91, extinguiu todos os artigos do Código Penal brasileiro que definem o crime de aborto no seu 9º artigo:
Apresentação
28/05/1991
Ementa
Suprime o art. 124 do Código Penal Brasileiro
Explicação da Ementa
Suprime o artigo que caracteriza crime o aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento; (liberalização do aborto); altera o Decreto-lei nº 2.848, de 1940. Co-autora: deputada Sandra Starling – Pt/Mg.
Art. 124 Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lho provoque:
Art. 126– Provocar aborto com o consentimento da gestante:
Art. 127 – As penas cominadas nos dois artigos anteriores são aumentadas de um terço, se, em conseqüência do aborto ou dos meios empregados para provocá-lo, a gestante sofre lesão corporal de natureza grave; e são duplicadas, se, por qualquer dessas causas, lhe sobrevém a morte.
Art. 128 – Não se pune o aborto praticado por médico:
Em 2005, na qualidade de relatora do projeto de lei n. 1135/91, na Comissão de Seguridade Social e Família,  Jandira Feghali propôs como substitutivo um anteprojeto para a descriminalização do aborto
Pois bem, em 2006, ano de campanha eleitoral – o ano do silencio da presidência da republica de Lula e do PT para manter em sigilo o substitutivo do PL 1135/91, que extinguiu todos os artigos do crime de aborto do Código Penal brasileiro, Jaime Ferreira Lopes parecia homem ativo em campanhas da organização – Brasil sem aborto -. Em 2006, quem administra a Central Executiva de “Brasil sem Aborto” em Brasília foi pessoa responsável jurídica e administrativamente pelas ações desta organização político-partidaria. E, por isso, é esta mesma pessoa a responsável pela entrega intempestiva da carta que interpelou sobre o aborto aos dois candidatos à presidência da república, Alckmin e Lula da Silva. O partido político e o candidato beneficiados por um atraso calculado na entrega da interpelação foi o atual governo federal, a presidência de Lula e o PT pró-aborto, hoje ressuscitado em Dilma Rousseff e no PNDH3 – DECRETO 7.037, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2009, do Presidente Lula E da Casa Civil durante o exercício de Dilma Rousseff atualizado pelo Decreto nº 7.177, em 12 de maio de 2010, ainda durante o 1º turno das eleições que fizeram Dilma Rousseff presidente do Brasil – o decreto inconstitucional que libera crimes – entre os quais o aborto – no Brasil.
Não precisaria dizer mais nada, mas não acabou o raciocínio. Este assunto foi deixado e não existiu ampla divulgação na imprensa, o que era necessário e poderia evitar outros deslizes criminosos e fraudulentos. Porem, ao contrario, todos decidiram calar sobre a responsabilidade civil, e penal se verificadas provas e razoes, de tão graves ações organizadas e assim pouparam os responsáveis da obrigação de oferecer respostas á uma denuncia publica nos tribunais áquela data, em outubro de 2006, e idem HOJE DE 2009 A 2011.
Ao eliminar os artigos do Código Penal, o texto do PL 1135/91 permite o abortamento inclusive no ultimo segundo antes do nascimento; e ficam impunes as lesões na mulher, mesmo que sobrevenha a morte da mulher, por causa da revogação do art. 127 do CP:
Aborto: debate na TV Justiça, no STF, em junho de 2007
06/04/2011 — Celso Galli Coimbra
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Programa Fórum
“Legalização do Aborto em Debate”
Produção TV Justiça, 18/06/2007
Convidados:
– Ministro da Saúde do Governo Lula
– Lia Zanota, Representante da Rede Feminista de Saúde e de Direitos Reprodutivos no Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres
– Advogado Celso Galli Coimbra
Parte 1 de 5
Parte 2 de 5
Parte 3 de 5
Parte 4 de 5
Parte 5 de 5
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Veja também:
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O bem jurídico é um valor. Em outras palavras, bem jurídico é todo valor da vida humana que tem proteção

 “É plena a vigência em âmbito constitucional brasileiro da Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica) – ordem da Lei Maior não reconhecida no julgamento da ADIN das CTEHs células-tronco embrionárias, ocorrido no STF Supremo Tribunal Federal em 2008, sobre o preceito constitucional advindo desta Convenção que expressamente protege a vida humana desde a concepção dentro ou fora de ventre materno.”
“Portanto, a Constituição dispoe sobre o momento do início da vida humana. Esta disposição está literal no art. 4º. da Convenção Americana de Direitos Humanos, que se integra automaticamente ao rol de direitos humanos da Constituição Federal brasileira e está em pleno vigor no território brasileiro. Ao STF resta acatar a normatividade constitucional e não agir como poder legiferante em tentar alterá-la ou ignorá-la. Se fizer isto, e se tal for feito sobre o que está disposto pela Convenção Americana de Direitos Humanos firmada pelo Brasil em 1992, criará todas as condições objetivas exigidas pelo Direito Internacional Público para que se recorra de sua decisão à Corte Interamericana de Direitos Humanos.”

Convidados na CPI do Tráfico de Órgãos questionam eficiência do método apnéia na declaração da morte encefálica

A vida tem proteção.
Assim, o Código Civil brasileiro assegura os direitos do nascituro no art. 2º sem discriminar suas condições e seu estado de vida, a lei nacional não faz diferenciações entre graus de saúde nem diferencia genero nem forma nem DNA para as pessoas, e segue assim a abrir modos para sua representação jurídica, para que todos possam obter a proteção de seus direitos únicos pois são seus direitos, esteja a pessoa acordada ou não, no ventre ou em tubo de ensaio, nascida ou crio-preservada, em coma na maca de hospital ou na sua cama a repousar, a lei brasileira em vigor não faz discriminações de tipo algum.
No Brasil, o direito à vida tem destaque. O art. 5º da Constituição da Republica cuida DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS e determina que Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos” dos incisos e parágrafos e completa com a Convenção Americana Sobre Direitos Humanos, o Pacto de San José – Artigo 4º – sobre o Direito à vida: 1. Toda pessoa tem direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente”.
“É plena a vigência em âmbito constitucional brasileiro da Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica) – ordem da Lei Maior não reconhecida no julgamento da ADIN das CTEHs células-tronco embrionárias, ocorrido no STF Supremo Tribunal Federal em 2008, sobre o preceito constitucional advindo desta Convenção que expressamente protege a vida humana desde a concepção dentro ou fora de ventre materno.”
 “Portanto, a Constituição dispoe sobre o momento do início da vida humana. Esta disposição está literal no art. 4º. da Convenção Americana de Direitos Humanos, que se integra automaticamente ao rol de direitos humanos da Constituição Federal brasileira e está em pleno vigor no território brasileiro. Ao STF resta acatar a normatividade constitucional e não agir como poder legiferante em tentar alterá-la ou ignorá-la. Se fizer isto, e se tal for feito sobre o que está disposto pela Convenção Americana de Direitos Humanos firmada pelo Brasil em 1992, criará todas as condições objetivas exigidas pelo Direito Internacional Público para que se recorra de sua decisão à Corte Interamericana de Direitos Humanos.”
Celso Galli Coimbra – OABRS 11352
14 de maio de 2008 – mensagem
O que está passando despercebido pelos pró-vida?
Página Inicial do grupo nao_ao_aborto: http://br.groups.yahoo.com/group/nao_ao_aborto/
Em geral, os países da Organizaçao dos Estaados Americanos asseguram respeito á vida a todas as pessoas desde a concepção.  No caso 2141, contra os Estados Unidos, a COMISION INTERAMERICANA DE DERECHOS HUMANOS, RESOLUCION No. 23/81, decidiu que não devia interferir na lei expressa de algum pais.
A Convenção Americana de Direitos Humanos, Pacto de San José da Costa Rica, foi adotada e aberta à assinatura na Conferência Especializada Interamericana sobre Direitos Humanos, em San José de Costa Rica, em 22 de novembro de 1969. O Pacto reconheceu “que os direitos essenciais do homem não derivam do fato de ser ele nacional de determinado Estado, mas sim do fato de ter como fundamento os atributos da pessoa humana […]” preâmbulo. Ratificada pelo Brasil em 25 de setembro de 1992. O artigo 1º da Convenção Americana sobre Direitos Humanos dispõe que “2. Para os efeitos desta Convenção, pessoa é todo ser humano.”
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