Os perigosos laços da medicina com a indústria farmacêutica – Vitamina D comentado

Os perigosos laços da medicina com a indústria farmacêutica – Vitamina D comentado.

Dr. Celso Galli CoimbraOs perigosos laços da medicina com a indústria farmacêutica – Vitamina D comentado

25/12/2012 — Celso Galli Coimbra

Acrescentamos ao texto, que os pacientes podem ser vítimas das doenças e dos remédios, tanto quanto da ausência de tratamento eficaz para doenças para as quais existem terapias de alta complexidade e custo fornecidas pela indústria farmacêutica, QUANDO a eficácia do tratamento pode ser realizada a BAIXO CUSTO, tanto para paciente como para o Governo, o maior pagador do SUS.   Soma-se a este fato a ausência de prevenção à saúde, que é a providência de mais baixo custo ainda. Neste triângulo das bermudas criado pela indústria farmacêutica e aceito pela Medicina perdem-se recursos públicos, dinheiro dos pacientes e familiares, saúde e vidas.  É neste triângulo da doença e da morte que funciona os laços mercantis com a indústria de remédios e a medicina.

A subtração – no Brasil – em especial do valor preventivo e terapêutico do hormônio conhecido por Vitamina D de baixíssimo custo, é um perfeito exemplo disto. Os medicamentos de alto custo da indústria farmacêutica para as doenças autoimunes precisam de PACIENTES VÍTIMAS da ganância desenfreada e da omissão das autoridades. O desinteresse das pessoas ainda saudáveis em informar-se em tempo sobre o que ocorre neste meio médico-farmacêutico, também contribui para o desastre da saúde.

Celso Galli Coimbra

OABRS 11352

cgcoimbra@gmail.com

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Repercussão internacional das discussões no Brasil sobre a validade dos critérios diagnósticos para a identificação da morte encefálica

 

Não terá uma grande e inabalável influência sobre a vida das pessoas, e sobre a percepção do valor do Maior Bem Vida, o conhecimento desse bem?

 

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Repercussão internacional das discussões no Brasil sobre a validade dos critérios diagnósticos para a identificação da morte encefálica

 

 

  DEPARTAMENTO DE NEUROLOGIA E NEUROCIRURGIA
Disciplina de Neurologia Experimental
 

http://www.unifesp.br/dneuro/opinioes.htm

 

Repercussão internacional das discussões no Brasil sobre a validade dos critérios diagnósticos para a identificação da morte encefálica

“é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”

(Art.5º, inciso IX da Constituição Federal)

Cícero Galli Coimbra
Médico Neurologista e Pesquisador
Professor Adjunto do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia
Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP
email: coimbracg.nexp@epm.br


  1. 1.     Histórico Preliminar

http://www.unifesp.br/dneuro/opiniao1.htm

 

2. Cartas do Exterior

 

2.1 James Bernat (EUA) – Presidente da Comissão de Ética da Academia Americana de Neurologia

http://www.unifesp.br/dneuro/opiniao21.htm

 

2.2 Comissão Organizadora do 3º Simpósio Internacional sobre Coma e Morte

http://www.unifesp.br/dneuro/opiniao22.htm

 

2.3 Alan Shewmon (EUA) – Professor de Neuropediatria da UCLA

http://www.unifesp.br/dneuro/opiniao23.htm

 

2.4 Paul Byrne (EUA) – Presidente da Associação Médica Católica Norte-Americana para o biênio 1997-1998

http://www.unifesp.br/dneuro/opiniao24.htm

 

2.5 Yoshio Watanabe (Japao) – Diretor do Toyota Medical Center

http://www.unifesp.br/dneuro/opiniao25.htm

 

2.6 David Evans (Inglaterra)

http://www.unifesp.br/dneuro/opiniao26.htm

 

2.7 Johan Loibner (Áustria)

http://www.unifesp.br/dneuro/opiniao27.htm

 

3. Comentários Finais

http://www.unifesp.br/dneuro/opiniao3.htm

 


Textos

http://www.unifesp.br/dneuro/textos.htm

   Unifesp

http://www.unifesp.br/

 

Informações Cícero Galli Coimbra

 

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Cura do mal de Parkinson, a DP, ocorre por terapia natural

 

Cura do mal de Parkinson, a DP, ocorre por terapia natural

 

A cura com Dr. Cícero Galli Coimbra. Parkinson, Estresse emocional, depressão, doenças autoimunes e neurodegenerativas.

 

vídeo

http://www.youtube.com/watch?v=yRQkITHjZ5k&feature=player_embedded#!

 

”Terapêutica simples, não onerosa, dotada eficácia largamente superior àquelas até então disponíveis, além de não ser patenteável.”’

Prof. Dr. Cicero Galli Coimbra e Profa. Dra. Virgínia Berlanga Campos Junqueira

http://www.unifesp.br/dneuro/nexp/riboflavina/

Publicada cura do Parkinson em Revista Medica Internacional

 

Publicada cura do Parkinson em Revista Medica Internacional

 

Braz J Med Biol Res v.36 n.10 Ribeirão Preto out. 2003

doi: 10.1590/S0100-879X2003001000019

Braz J Med Biol Res, October 2003, Volume 36(10) 1409-1417

 

High doses of riboflavin and the elimination of dietary red meat promote the recovery of some motor functions in Parkinson’s disease patients

 

C.G. Coimbra1,2 and V.B.C. Junqueira3,4

1Setor de Neurologia

 

Disponivel em

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-879X2003001000019&lng=pt&nrm=iso

 

 

Natural Treatment For Parkinson’s disease from 2003

Natural Treatment For Parkinson’s disease from 2003

 

High doses of riboflavin and the elimination of dietary red meat promote the recovery of some motor functions in Parkinson’s disease patients

 

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-879X2003001000019

 

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Brazilian Journal of Medical and Biological Research

On-line version ISSN 1414-431X

Braz J Med Biol Res vol.36 no.10 Ribeirão Preto Oct. 2003

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-879X2003001000019

Braz J Med Biol Res, October 2003, Volume 36(10) 1409-1417

High doses of riboflavin and the elimination of dietary red meat promote the recovery of some motor functions in Parkinson’s disease patients

C.G. Coimbra1,2 and V.B.C. Junqueira3,4

1Setor de Neurologia,Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
2Departamento de Neurologia e Neurocirurgia, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
3Disciplina de Geriatria, Departamento de Medicina, Centro de Estudos do Envelhecimento, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
4VITÆ – Cromatografia Líquida em Análises Clínicas S/C Ltda., São Paulo, SP, Brasil

Abstract
Introduction
Patients and Methods
Results
Discussion
References
Acknowledgments
Correspondence and Footnotes


Abstract

Abnormal riboflavin status in the absence of a dietary deficiency was detected in 31 consecutive outpatients with Parkinson’s disease (PD), while the classical determinants of homocysteine levels (B6, folic acid, and B12) were usually within normal limits. In contrast, only 3 of 10 consecutive outpatients with dementia without previous stroke had abnormal riboflavin status. The data for 12 patients who did not complete 6 months of therapy or did not comply with the proposed treatment paradigm were excluded from analysis. Nineteen PD patients (8 males and 11 females, mean age ± SD = 66.2 ± 8.6 years; 3, 3, 2, 5, and 6 patients in Hoehn and Yahr stages I to V) received riboflavin orally (30 mg every 8 h) plus their usual symptomatic medications and all red meat was eliminated from their diet. After 1 month the riboflavin status of the patients was normalized from 106.4 ± 34.9 to 179.2 ± 23 ng/ml (N = 9). Motor capacity was measured by a modification of the scoring system of Hoehn and Yahr, which reports motor capacity as percent. All 19 patients who completed 6 months of treatment showed improved motor capacity during the first three months and most reached a plateau while 5/19 continued to improve in the 3- to 6-month interval. Their average motor capacity increased from 44 to 71% after 6 months, increasing significantly every month compared with their own pretreatment status (P < 0.001, Wilcoxon signed rank test). Discontinuation of riboflavin for several days did not impair motor capacity and yellowish urine was the only side effect observed. The data show that the proposed treatment improves the clinical condition of PD patients. Riboflavin-sensitive mechanisms involved in PD may include glutathione depletion, cumulative mitochondrial DNA mutations, disturbed mitochondrial protein complexes, and abnormal iron metabolism. More studies are required to identify the mechanisms involved.

Key words: Parkinson’s disease, Riboflavin, Flavin-adenine dinucleotide, Glutathione, Iron, Hemin


 

Introduction

During absorption of riboflavin, flavokinase phosphorylates the vitamin to yield flavin mononucleotide (FMN) that, according to the cellular requirements, is transformed into flavin-adenine dinucleotide (FAD) by FAD synthase (1,2). Progressive deficiency of riboflavin is associated with co-factor loss in a controlled manner, apparently ensuring that essential catalytic activity such as that related to aerobic metabolism is preserved (3,4).

Low riboflavin status may also result from defective absorption. In spite of an adequate dietary intake of riboflavin (FAD, vitamin B2), 10-15% of the inhabitants of London and of Florence present low activities of two riboflavin-dependent enzymes – erythrocyte glutathione reductase (EGR) and pyridoxin(pyridoxamine)-phosphate oxidase (5). The activity of both enzymes was corrected by adding their respective co-factors (FAD or FMN) to a test tube assay or by administering high doses of riboflavin (24-30 mg per day for 5-8 weeks) to the affected individuals (6). The dependency of both FMN and FAD levels on riboflavin absorption (i.e., on flavokinase activity), and the normalization of the activities of both FMN- and FAD-dependent enzymes only at a high riboflavin intake, taken together, are consistent with the expression of flavokinase isoforms with low affinity for the substrate – riboflavin (5). Anderson et al. (5) suggested that the relatively large percent of persons with altered riboflavin absorption (10-15%) may reflect the situation in the world population rather than being a feature of a particular ethnic group.

Low EGR activity may explain glutathione depletion with impaired antioxidant defense, the earliest neurochemical abnormality in Parkinson’s disease (PD), already observed in the substantia nigra before the disorder becomes clinically evident (7). Moreover, the reduced bioavailability of FMN and/or FAD may also explain the impaired oxidative metabolism of PD patients (8-10).

The first objective of the present study was to determine the status of riboflavin in PD patients. The second was to evaluate the specificity of the alterations of riboflavin status for PD by measuring the levels of vitamin B2 and of other determinants of homocystinemia (vitamins B6, B12, and folic acid) in PD patients and comparing them with those of individuals with dementia (11-13). Third, we also determined the effect of normalization of riboflavin status on the motor capacity of PD patients. Part of the data reported here, obtained during the first 3 months of treatment, were reported at the 6th International Conference on Parkinson’s and Alzheimer’s Diseases (14).


 

Patients and Methods

This study was approved by the Ethics Committee for Clinical Research of the Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo (HSPM) and informed consent was obtained from all participants or persons responsible for them.

The diagnosis of sporadic PD was made according to current criteria (15) with special care taken to exclude confounding disorders, particularly in the early stages of the disease.

Vitamin and homocysteine determinations were performed on 31 sporadic PD patients (67.5 ± 9.3 years old, 13 males and 18 females): 3, 3, 3, 8, and 14 patients were assigned, early in the morning, to stages I to V of Hoehn and Yahr (16), respectively.

Ten individuals (77.5 ± 8.8 years old, 5 males and 5 females) with dementia without stroke (DwoSt) and a low Mini-Mental score (13) were used as the control group for blood chemistry. They had no history of stroke or evidence for ischemic lesions of the brain by CT or NMRI and had been consecutively attended in the Neurology Clinic of HSPM.

Blood samples were obtained after a 10- to 12-h fast for serum assays of vitamin B12 by electrochemiluminescence immunoassay (11820753 Roche Diagnostics GmbH, Mannheim, Germany) and of homocysteine by HPLC (17). Heparinized plasma was assayed for FAD (18), vitamin B6 (19), and folic acid (20)by HPLC, as well as for the determination of the EGR-activation coefficient (EGR-AC) (21) in red blood cell lysates (22).

A food questionnaire covered the weekly dietary habits of all PD and DwoSt patients from 5 years prior to the onset of PD until the appearance of spontaneous changes associated with the onset of chewing and/or swallowing impairment or until the medical interview in the absence of these impairments. The questionnaire also evaluated the adequacy of daily vitamin intake.

All PD patients received 30 mg riboflavin orally at about 8-h intervals (90 mg/day) and their usual symptomatic medications. This dosage was used to avoid decreased absorption associated with higher doses or shorter intervals between administrations. Due to the renal excretion of riboflavin (3), the treatment was only initiated after confirmation of normal blood levels of creatinine (0.5-1.4 mg/dl). Because the PD patients had a higher consumption of red meat (beef and pork) than sex-matched controls (19 healthy non-consanguineous relatives or neighbors of similar age recruited for controlling the dietary habits), all PD patients were required to eliminate all red meat from their diets. The symptomatic drugs for PD in use included L-DOPA with carbidopa (200/50 mg tablets), L-DOPA with benserazide hydrochloride (200/50 mg tablets), biperiden (2 or 4 mg tablets), amantadine hydrochloride (100 mg tablets), selegiline (5 mg tablets), and pramipexole (0.25 or 1.0 mg tablets) taken alone or in diverse combinations. The treatment paradigm with symptomatic drugs for PD for each patient when the study began was maintained.

The motor capacities of the 19 PD patients who complied with the proposed treatment for 6 months by early August 2003 were rated monthly according to a motor function scale (Table 1), and compared with their own pretreatment values. The scale was based on that of Hoehn and Yahr (16) and new categories were added in order to detect subtle changes in the patients’ motor capacity. In addition, the presence or absence of responses to symptomatic drugs for PD is also used for more accurate characterization of the residual motor capacity of PD patients (for instance, compare the descriptions corresponding to 0 and 15% of motor capacity, Table 1). Although there are no direct validation studies of this rating system, the different levels of motor capacity in Table 1 represent a simple increase in the number of components within stages I to V of the widely employed Hoehn and Yahr system (16).

After the first month of treatment, compliance with the dietary directions and vitamin intake was determined in all patients, and the fasting plasma levels of FAD and EGR-AC values were re-evaluated in 9 of them approximately 9-12 h after the latest riboflavin dose.

The blood chemistry data obtained from both groups were compared statistically by the Student t-test and the motor function data were analyzed statistically by the Wilcoxon signed rank test, with the level of significance set at P < 0.05.


 

Results

Diversified food intake, including daily ingestion of milk, which is particularly rich in vitamin B2, was confirmed in all patients, with PD patients frequently declaring a strong preference for red meat. The content of the daily family meals was usually adapted to meet the high demand for red meat of most PD patients. In contrast, all 10 DwoSt patients passively accepted the family diet. The estimated red meat consumption prior to the onset of impaired chewing/swallowing by 19 PD patients (8 males and 11 females, mean age ± SD = 66.2 ± 8.6 years) at lunch and dinner within a 7-day period was significantly higher (mean consumption = 2,044 ± 1,439 g/week, range = 0-5,100 g/week) than that of their 19 diet controls (8 males and 11 females, all healthy individuals of similar social and cultural background, recruited among non-consanguineous relatives and neighbors of PD patients of similar age; mean age = 64.6 ± 11.3 years, mean consumption = 789 ± 509 g/week, range = 150-1800 g/week; P < 0.01, Mann-Whitney U-test). The calorie intake did not differ significantly between the two groups.

The basal plasma concentrations of FAD of the PD patients (100.9 ± 22 ng/ml) were significantly lower than those observed in the patients with DwoSt (128.8 ± 25.6 ng/ml, P < 0.01, Student t-test) while other determinants of homocysteine levels (pyridoxine, folic acid, and methylcobalamin) were usually within normal limits, and did not differ significantly between the two groups (Table 2). The PD group also had significantly higher EGR-AC levels than DwoSt patients (1.43 ± 0.26 vs 1.20 ± 0.11, respectively, P < 0.01, Student t-test).

It is important to point out that all 31 PD patients (including 3 newly diagnosed individuals not on symptomatic drugs for PD) but only 3 of 10 DwoSt patients had low plasma riboflavin levels. Normalization of the plasma concentrations of riboflavin and EGR-AC values was confirmed after 1 month of treatment (from 106.4 ± 34.9 to 179.2 ± 23.0 ng/ml, and from 1.40 ± 0.25 to 1.11 ± 0.08, N = 9, respectively).

About 10 to 15 days after the beginning of high-dose riboflavin treatment, PD patients often reported better (progressively less interrupted) sleep at night, improved reasoning, higher motivation, and reduced depression. Their family members usually started noticing motor improvements after 20 days of treatment, but in some cases of advanced disability the patient was able to change body position in bed at night as early as on the third day of treatment.

By the time of writing this report in August 2003, 19 PD patients (respectively, 3, 3, 2, 5, and 6 patients initially rated as stages I to V of Hoehn and Yahr (16)) had completed 6 months of treatment with riboflavin administration and dietary red meat elimination. The data in Figure 1A show that all of them improved their motor capacity during the first 3 months and most reached a plateau, while 5/19 continued to improve in the 3- to 6-month interval. Figure 1B shows that the average motor capacity for these 19 patients increased from 44 to 71%. Their motor capacity increased significantly during the first month and every month for the next 5 months of treatment compared with their own pretreatment status, demonstrating a progressive and marked improvement (P < 0.001, Wilcoxon signed rank test). The rate of motor recovery was higher in the first 3 months than in the last 3 months of treatment. No patient on high doses of riboflavin reported adverse effects.

Because they could stand and walk with improved (although still altered) balance by 2 months of treatment, two male patients (initially in stage V (16) with associated dementia and hallucinations) started striking imaginary persons and/or often attempted to leave home unaccompanied, reacting aggressively against the relative who tried to stop them. These episodes of agitation and aggressiveness were observed less often by the end of the third month of riboflavin treatment and disappeared thereafter, but caused transient concern and distress among their family members who initially regarded them as signs of neurological worsening.

Three patients (2 individuals initially in stage II and 1 in stage I of Hoehn and Yahr (16)) reached 100% motor capacity within the first 3 months of treatment (Figure 1A). Four patients had run out of riboflavin tablets for up to 7 days between two consecutive clinical appointments, but sustained the benefit already achieved by then.

Twelve of 31 patients initially assessed for riboflavin status who either did not complete 6 months of therapy or did not comply with the proposed treatment paradigm were excluded from statistical analysis.


 

Figure 1. Motor capacity of patients with Parkinson’s disease who received 30 mg riboflavin/8 h, orally (240 mg/day) and abstained from dietary red meat for 6 months. Motor capacity was evaluated monthly for each patient by a modification of the method of Hoehn and Yahr (16) to provide a score in percent (Table 1). A, Individual data for the evolution of motor capacity of 19 patients for 0 to 3 and 3 to 6 months of treatment. *P < 0.001 for values at 3 months (month 0) compared with those before treatment; **P < 0.05 for values at 6 months compared with those obtained at 3 months (Wilcoxon signed rank test). B, The height of the columns indicates the mean motor capacity values (see Table 1) after the indicated periods of treatment. When compared with their own basal levels (month 0), highly significant and progressively higher differences were observed for each consecutive month of treatment. *P < 0.001 (Wilcoxon signed rank test).

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Discussion

This study demonstrated a progressive and marked improvement of motor capacity in consecutively evaluated patients with sporadic PD who started with below normal laboratory indexes of riboflavin and who eliminated red meat from their diets while receiving high multiple daily doses of riboflavin over a period of 6 months while taking their usual symptomatic medications. The mean motor capacity of a group of 19 PD patients showed a progressive 50% recovery over a period of only 3 months – a most surprisingly high and fast improvement, considering that about 60% of nigral neurons have already been lost at the onset of manifestations of PD (15).

The initial riboflavin status was low in all 31 consecutively evaluated PD individuals, and significantly lower in PD patients compared with those with another neurodegenerative disease also associated with hyperhomocystinemia (DwoSt), suggesting that abnormal riboflavin status may be a specific feature of PD rather than a minor metabolic contributor to the degeneration of nigral neurons. Taken together with the rapid and profound neurological improvement associated with normalization of riboflavin status, this observation suggests that altered riboflavin status may be a cause of neurodegeneration in PD.

Although urinary excretion of riboflavin peaks within 1-2 h and returns to baseline within 5-6 h after a large oral dose (3), the benefit achieved did not vanish in four PD patients over a therapeutic interval of up to 7 days. This observation suggests the occurrence of steady plastic changes rather than a pharmacological effect of high-dose riboflavin treatment to account for the improved motor capacity shown in Figure 1. The steady build-up of the motor recovery observed during the first 3 months of treatment suggests that this treatment paradigm may inactivate fundamental neurodegenerative mechanisms (e.g., glutathione depletion, considered to be an early key event in the pathogenesis of PD (23,24)), possibly allowing regenerative plastic phenomena to occur.

The importance of the elimination of dietary red meat for the results reported here is not known. The content of vitamin B2 in meat in general is considerable (about 0.2 mg/100 g), and diverse cooking procedures cause only minor (7-18%) loss of this micronutrient (25). The daily requirement for individuals above the age of 14 years is £1.3 mg/day. Therefore, if the PD patients had a normal absorptive capacity for vitamin B2, their large ingestion of red meat (up to 700 g/day), associated with milk, rice and beans, fruits and vegetables, should have provided a normal riboflavin status. In contrast, 31 consecutive PD patients had laboratory evidence for riboflavin deficiency (Table 2) suggesting that patients with sporadic PD belong to the subset of the general population (10-15%) (3) that may express a flavokinase with low affinity for vitamin B2, leading to a decreased absorption.

However, the digestion of red meat releases hemin, a highly diffusible toxin that, when not properly inactivated, increases intracellular iron concentrations and enhances hydroxyl radical production (Fenton reaction). Most of the absorbed hemin is destroyed by the enzyme heme oxygenase (HO) in the digestive tract and liver (26). Because HO is oxidized during the catabolization of hemin to biliverdin, the HO molecules must be reduced through the coordinated activity of the flavoenzyme cytochrome P450 reductase for continued hemin inactivation (Figure 2) (27). Cytochrome P450 reductase is particularly sensitive to riboflavin deficiency because it requires both FMN and FAD as prosthetic groups (28). It is possible that individuals with decreased absorption of vitamin B2 may not completely inactivate high dietary levels of hemin, allowing this neurotoxic compound to reach the brain cells. Consistently, the staining for HO-1 isozyme is increased in astrocytes and reacts with neuronal Lewy bodies in the nigra of PD patients, suggesting that its overexpression may contribute to the pathological iron deposition and mitochondrial damage in PD (29). By binding glutathione (30) hemin may further decrease glutathione levels in the brains of PD patients through a direct mechanism.

Because humans lack efficient iron excretory mechanisms, iron excess is dealt with by increasing the synthesis of the iron-storage protein ferritin (31). Disturbed systemic (32) and brain (33) iron metabolism has been reported in PD, suggesting that a selective decrease in the levels of ferritin may result in an increase in intracellular free iron, thereby enhancing free radical production (34). Indeed, vitamin B2 deficiency in rodents is associated with low circulating iron concentrations, increased iron turnover and excretion into the intestinal lumen, which may occur in response to impaired ferritin synthesis (35,36). Therefore, the consistent finding of an abnormal riboflavin status in PD, as reported here, may help to explain the disturbed iron metabolism found in PD patients, with the underlying mechanisms possibly involving impaired hemin catabolism and reduced ferritin synthesis. Interestingly, the highest world prevalence of PD is found among the inhabitants of Buenos Aires (37), where the consumption of red meat is traditionally high. Similarly, the identification of high dietary animal fat as a risk factor for PD (37) may actually reflect a role of high dietary hemin in PD pathology.

Moreover, because FAD is required in the two alternative pathways of deoxynucleotide synthesis (2), DNA repair and replication are expected to be disturbed upon decreased bioavailability of riboflavin, and abnormal riboflavin status may also explain the cumulative mitochondrial DNA mutations reported in PD (38).

The present results with 19 PD patients who showed a significant improvement in motor function after treatment with riboflavin and the elimination of red meat from the diet suggest that an abnormal riboflavin status, possibly due to flavokinase deficiency, may be an essential requirement for triggering and sustaining the degeneration of dopaminergic neurons in PD. As a result of the reduced B2 bioavailability, ATP production is selectively preserved, while the less critical FAD- or FMN-dependent metabolic pathways are impaired (4). Consequently, free iron concentrations in the cytosol increase as a result of impaired ferritin synthesis and/or reduced hemin catabolism associated with hydrogen peroxide accumulation due to glutathione depletion, thereby triggering the Fenton reaction and ultimately leading to the selective formation of the potent neurotoxin 6(OH)DA in dopaminergic neurons.

Current concepts about the cause of sporadic PD suggest an inherited predisposition to environmental or endogenous toxic agents (39), and the data presented and reviewed here suggest that flavokinase deficiency should be considered in future research as a promising candidate to account for this inherited predisposition, while dietary factors such as red meat consumption may largely account for the environmental/endogenous toxicity. The administration of high doses of riboflavin combined or not with red meat elimination may be an effective therapeutic paradigm addressing the determinants of PD, capable of providing regression to earlier clinical stages, or even to the nonsymptomatic state without symptomatic drugs for PD (at least in some cases), rather than only disease stabilization or partial symptomatic relief.

Although the relentless progression of PD clearly contrasts with the results of the treatment paradigm reported here, a larger and more prolonged study is certainly required to document the steadiness and the full extent of the ongoing recovery. A scientifically desirable blinded clinical trial with a placebo would necessarily leave known riboflavin-deficient patients untreated for a long period of time, when their neurological disability may progress as a consequence of sustained loss of nigral neurons, possibly rendering the ultimate response to delayed normalization of their riboflavin levels less complete. Therefore, the need for controlled trials should be weighed ethically considering the contrast of the natural history of PD (progress of motor disability to death despite an increase in the efficacy of symptomatic drugs for PD treatment) with the outcome of the vitamin B2 treatment observed in larger and more prolonged studies without controls.


Figure 2. Dependency of hemin catabolism on riboflavin bioavailability. The elimination of hemin requires cyclic reduction of heme oxygenase by flavoprotein cytochrome P450 reductase that, in turn, utilizes both flavin mononucleotide (FMN) and flavin-adenine dinucleotide (FAD) as prosthetic groups. Average or increased red meat consumption may overload the capacity of this chain of reactions already compromised by impaired intestinal absorption of riboflavin (with decreased FMN and FAD synthesis), leading to increased hemin (iron) delivery to the CNS and increased utilization of riboflavin for hemin inactivation. Modified from Figure 1, box 21-1, page 783 of Ref. 2.

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Acknowledgments

The authors are grateful to Mr. Terence O’Reilly (Novartis, Basel, Switzerland) for his suggestions about statistical analysis.


Correspondence and Footnotes

Address for correspondence: C.G. Coimbra, UNIFESP, Rua Pedro de Toledo, 781, 7º andar, 04039-032 São Paulo, SP, Brasil. Fax: +55-11-5539-3123. E-mail: coimbracg.nexp@epm.br

Publication supported by FAPESP. Received August 13, 2003. Accepted August 27, 2003.

 Brazilian Journal of Medical and Biological Research

Av. Bandeirantes, 3900
14049-900 Ribeirão Preto SP Brazil
Tel. / Fax: +55 16 3633-3825

bjournal@fmrp.usp.br

High doses of riboflavin and the elimination of dietary red meat promote the recovery of some motor functions in Parkinson’s disease patients. C.G. Coimbra and V.B.C. Junqueira. Brazilian Journal of Medical and Biological Research, 36 (10): 1409, 2003.

Figure 1. Motor capacity of patients with Parkinson’s disease who received 30 mg riboflavin/8 h, orally (240 mg/day) and abstained from dietary red meat for 6 months. Motor capacity was evaluated monthly for each patient by a modification of the method of Hoehn and Yahr (16) to provide a score in percent (Table 1). A, Individual data for the evolution of motor capacity of 19 patients for 0 to 3 and 3 to 6 months of treatment. *P < 0.001 for values at 3 months (month 0) compared with those before treatment; **P < 0.05 for values at 6 months compared with those obtained at 3 months (Wilcoxon signed rank test). B, The height of the columns indicates the mean motor capacity values (see Table 1) after the indicated periods of treatment. When compared with their own basal levels (month 0), highly significant and progressively higher differences were observed for each consecutive month of treatment. *P < 0.001 (Wilcoxon signed rank test).

High doses of riboflavin and the elimination of dietary red meat promote the recovery of some motor functions in Parkinson’s disease patients. C.G. Coimbra and V.B.C. Junqueira. Brazilian Journal of Medical and Biological Research, 36 (10): 1409, 2003.

Figure 2. Dependency of hemin catabolism on riboflavin bioavailability. The elimination of hemin requires cyclic reduction of heme oxygenase by flavoprotein cytochrome P450 reductase that, in turn, utilizes both flavin mononucleotide (FMN) and flavin-adenine dinucleotide (FAD) as prosthetic groups. Average or increased red meat consumption may overload the capacity of this chain of reactions already compromised by impaired intestinal absorption of riboflavin (with decreased FMN and FAD synthesis), leading to increased hemin (iron) delivery to the CNS and increased utilization of riboflavin for hemin inactivation. Modified from Figure 1, box 21-1, page 783 of Ref. 2.

High doses of riboflavin and the elimination of dietary red meat promote the recovery of some motor functions in Parkinson’s disease patients. C.G. Coimbra and V.B.C. Junqueira. Brazilian Journal of Medical and Biological Research, 36 (10): 1409, 2003.

Figure 2. Dependency of hemin catabolism on riboflavin bioavailability. The elimination of hemin requires cyclic reduction of heme oxygenase by flavoprotein cytochrome P450 reductase that, in turn, utilizes both flavin mononucleotide (FMN) and flavin-adenine dinucleotide (FAD) as prosthetic groups. Average or increased red meat consumption may overload the capacity of this chain of reactions already compromised by impaired intestinal absorption of riboflavin (with decreased FMN and FAD synthesis), leading to increased hemin (iron) delivery to the CNS and increased utilization of riboflavin for hemin inactivation. Modified from Figure 1, box 21-1, page 783 of Ref. 2.

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Vitamina D: A Desinformação Médica e o Direito à Informação do Cidadão

Vitamina D: A Desinformação Médica e o Direito à Informação do Cidadão

20/06/2012 — Celso Galli Coimbra

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O assunto Vitamina D e a necessidade de sua informação à população continua contrariando interesses estranhos à saúde do paciente dentro da Medicina & da Indústria Farmacêutica.

Afinal, pergunta-se: prevenir e/ou curar doenças que trazem imensos lucros interessa à Indústria Farmacêutica?  Claro que não. Doença dá lucro!

No Brasil, os médicos que comparecem a programas “jornalísticos” propondo-se a contrariar colegas seus ausentes – sem contrapontos válidos do ponto de vista jornalístico – como garotos propaganda de interesses da Indústria Farmacêutica, para levantar dúvidas levianas ao falar de forma meramente postulatória e, assim, sem indicar fonte de conhecimento, sobre assunto que tem milhões de publicações científicas na comunidade médica internacional, devem cumprir a obrigação de não desinformar a população naquilo que diz respeito à sua saúde. Esta é uma garantia constitucional da cidadania no Brasil.  

Ou, então, cumprirem a outra obrigação médica:  estar bem informado sobre o que declaram em público a respeito de conhecimento médico que tem o mais consistente fundamento bibliográfico científico internacional.  O cumprimento destas condutas dizem respeito aos direitos de cidadania garantidos na Constituição Federal brasileira.

Não pensem eles que eventual apoio de órgãos de classe profissionais, isenta-os de responsabildades graves daí decorrentes, especialmente frente ao concreto do prejuízo individual de saúde posteriormente configurado.

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O vídeo referido na reportagem dominical de 27.05.12  da Folha está no endereço:

Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)

 

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla

 

Taxas baixas de vitamina D na maioria da população preocupam especialistas

 

Pediatras dobram recomendação de consumo diário de vitamina D

 

Doses diárias de Sol – nos horários certos e com os devidos cuidados

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“(…) cerca de 70% da população mundial apresenta taxas inadequadas de vitamina D, substância que, dentro do corpo, trabalha como um hormônio. O fenômeno da insuficiência não poupa nem países tropicais, como o Brasil, e a defasagem tende a ser maior nas grandes cidades, já que, dentro de casa, no carro ou no escritório, as pessoas acabam fugindo do sol. De acordo com o endocrinologista Geraldo Santana, do Instituto Mineiro de Endocrinologia, “a deficiência de vitamina D é um achado frequente e também preocupante devido à importante ação da substância no organismo.”

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352

cgcoimbra@gmail.com 

Em 19.06.2012

Fonte

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/20/vitamina-d-a-desinformacao-medica-e-o-direito-a-informacao-do-cidadao/

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Referencias Médico-Científicas Sobre Tratamento, Cura e Prevenção, doenças neurodegenerativas e autoimunes. Vitamina D.

 

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla*

http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/doencas-autoimunes/

 

POR UM NOVO PARADIGMA DE CONDUTA E TRATAMENTO

http://www.institutodeautoimunidade.org.br/novo-paradigma.html

 

Por Dr. Cícero Galli Coimbra

Médico Internista e Neurologista

Professor Associado Livre-Docente da Universidade Federal de São Paulo

Presidente do Instituto de Investigação e Tratamento de Autoimunidade

 

O vídeo referido na reportagem dominical de 27.05.12  da Folha está no endereço:

Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)

 

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/05/28/folha-de-sao-paulo-terapia-polemica-usa-vitamina-d-em-doses-altas-contra-esclerose-multipla/

 

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/08/03/vitamina-d-pode-revolucionar-o-tratamento-da-esclerose-multipla/

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Taxas baixas de vitamina D na maioria da população preocupam especialistas

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/18/taxas-baixas-de-vitamina-d-na-maioria-da-populacao-preocupam-especialistas/

  

Pediatras dobram recomendação de consumo diário de vitamina D

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/17/pediatras-dobram-recomendacao-de-consumo-diario-de-vitamina-d/

 

 

Doses diárias de Sol – nos horários certos e com os devidos cuidados

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/12/doses-diarias-de-sol-nos-horarios-certos-e-com-os-devidos-cuidados/

 

“(…) cerca de 70% da população mundial apresenta taxas inadequadas de vitamina D, substância que, dentro do corpo, trabalha como um hormônio. O fenômeno da insuficiência não poupa nem países tropicais, como o Brasil, e a defasagem tende a ser maior nas grandes cidades, já que, dentro de casa, no carro ou no escritório, as pessoas acabam fugindo do sol. De acordo com o endocrinologista Geraldo Santana, do Instituto Mineiro de Endocrinologia, “a deficiência de vitamina D é um achado frequente e também preocupante devido à importante ação da substância no organismo.”

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352

cgcoimbra@gmail.com 

Em 19.06.2012

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 Vitamina D: A Desinformação Médica e o Direito à Informação do Cidadão

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/20/vitamina-d-a-desinformacao-medica-e-o-direito-a-informacao-do-cidadao/

 

Vitamina D pode combater males que mais matam pessoas no mundo

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/03/20/vitamina-d-pode-combater-males-que-mais-matam-pessoas-no-mundo/

 

Informações médicas sobre a prevenção e tratamento de doenças neurodegenerativas e autoimunes, Parkinson, Alzheimer, Lupus, Psoríase, Vitiligo, como depressão

 http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/23/informacoes-medicas-sobre-a-prevencao-e-tratamento-de-doencas-neurodegenerativas-e-auto-imunes-como-parkinson-alzheimer-lupus-psoriase-vitiligo-depressao/

 

Vitamina D é importantíssima para a saúde

”Estudos realizados no Brasil e no exterior apontam a importância da substância na prevenção e no tratamento do câncer, diabetes e de doenças neurológicas, cardiovasculares e até degenerativas, como a esclerose múltipla.”

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/09/22/vitamina-d-e-importantissima-para-a-saude/

A importância da colina para a regeneração neuronal

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/09/18/a-volta-triunfal-do-ovo/

“A colina é especialmente importante na gravidez. “Vários estudos já mostraram que ela é tão ou mais importante do que o ácido fólico durante a gestação”

Antes inimigo da saúde cardiovascular, o alimento agora está liberado pelos médicos

O tratamento com vitamina D deve ser feito com indicação por médico atualizado

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/22/o-tratamento-com-vitamina-d/

Taxas baixas de vitamina D na maioria da população preocupam especialistas

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/18/taxas-baixas-de-vitamina-d-na-maioria-da-populacao-preocupam-especialistas/

Solução que vem do sol – com os devidos cuidados

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/06/12/solucao-que-vem-do-sol-com-os-devidos-cuidados/

11 de junho de 2012

“A vitamina D, que precisa dos raios solares para ser sintetizada no corpo, é a base de uma alternativa revolucionária para tratar doenças autoimunes”

Informações médicas sobre a prevenção e tratamento de doenças neurodegenerativas e autoimunes, como Parkinson, Alzheimer, Lupus, Psoríase, Vitiligo, depressão

Entrevista em TV com o Dr. Cícero Galli Coimbra, professor neurologista da Universidade Federal de São Paulo – Unifesp.

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/23/informacoes-medicas-sobre-a-prevencao-e-tratamento-de-doencas-neurodegenerativas-e-auto-imunes-como-parkinson-alzheimer-lupus-psoriase-vitiligo-depressao/

 

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/08/03/vitamina-d-pode-revolucionar-o-tratamento-da-esclerose-multipla/

Sobre este assunto, assista: Vitamina D – por uma outra terapia

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/04/12/vitamina-d-por-uma-outra-terapia/

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/03/23/informacoes-medicas-sobre-a-prevencao-e-tratamento-de-doencas-neurodegenerativas-e-auto-imunes-como-parkinson-alzheimer-lupus-psoriase-vitiligo-depressao/ 

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Vitamina D pode combater males que mais matam pessoas no mundo

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/03/20/vitamina-d-pode-combater-males-que-mais-matam-pessoas-no-mundo/

 

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A vida humana se inicia na fertilização do óvulo com o espermatozóide

 A vida humana se inicia na fertilização do óvulo com o espermatozóide

Tradução livre: Cultura da Vida – http://culturadavida.blogspot.com

“O desenvolvimento do embrião começa no estágio 1 quando o espermatozóide fertiliza óvulo e juntos se tornam um zigoto” (Marjorie England, professor da Faculdade de Medicina de Ciências Clínicas, Universidade de Leicester, Reino Unido). [1]

“O desenvolvimento humano começa depois da união dos gametas masculino e feminino, durante um processo conhecido como fertilização (concepção). Fertilização é uma seqüência de eventos que começa com o contato de um espermatozóide com um óvulo em seqüência e termina com a fusão de seus núcleos e a união de seus cromossomos formando uma nova célula. Este óvulo fertilizado, conhecido como zigoto, é uma grande célula diplóide que é o começo, o primórdio de um ser humano” (Keith L. Moore, premiado professor emérito e catedrático da divisão de anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade de Toronto, Canadá). [2]

“Embrião: um organismo no estágio inicial de desenvolvimento; em um homem, a partir da concepção até o fim do segundo mês no útero” (Ida G. Dox, autora sênior de inúmeros livros de referência para médicos e cientistas, premiada, trabalhou na Escola de Medicina da Universidade de GeorgeTown). [3]

“Para o homem o termo embrião é usualmente restringido ao período de desenvolvimento desde a fertilização até o fim da oitava semana da gravidez” (William J. Larsen, PhD, Professor do Departamento de Biologia Celular, Neurologia e Anatomia, membro do Programa de Graduação em Desenvolvimento Biológico do Colégio de Medicina da Universidade de Cincinnati). [4]

“O desenvolvimento de um ser humano começa com a fertilização, processo pelo qual duas células altamente especializadas, o espermatozóide do homem e o óvulo da mulher, se unem para dar existência a um novo organismo, o zigoto” (Dr. Jan Langman, MD. Ph.D., professor de anatomia da Universidade da Virgínia). [5]

“Embrião: o desenvolvimento individual, entre a união das células germinativas e a conclusão dos órgãos que caracterizam seu corpo quando se torna um organismo separado… No momento em que a célula do espermatozóide do macho humano encontra o óvulo da fêmea e a união resulta num óvulo fertilizado (zigoto), uma nova vida começa… O termo embrião engloba inúmeros estágios do desenvolvimento inicial, da concepção até a nona ou décima semana de vida” (Van Nostrand’s Scientific Encyclopedia). [6]

“O desenvolvimento de um ser humano começa com a fertilização, processo pelo qual o espermatozóide do homem e o óvulo da mulher se unem para dar existência a um novo organismo, o zigoto” (Thomas W. Sadler, Ph.D., Departamento de Biologia Celular e Anatomia da Universidade da Carolina do Norte). [7]

“A questão veio sobre o que é um embrião, quando o embrião existe, quando ele ocorre. Eu penso, como você sabe, que, no desenvolvimento, vida é um continuum… Mas penso que uma das definições usuais que nos surgiu, especialmente da Alemanha, tem sido o estágio pelo qual esses dois núcleos (do espermatozóide e do óvulo) se unem e as membranas entre eles se chocam” (Jonathan Van Blerkon, Ph.D., pioneiro dos procedimentos de fertilização in vitro, professor de desenvolvimento molecular, celular da Universidade de Colorado, reconhecido mundialmente como o preeminente expert na fisiologia do óvulo e do espermatozóide). [8]

“Zigoto. Essa célula, formada pela união de um óvulo e um espermatozóide, é o início de um ser humano. A expressão comum “óvulo fertilizado” refere-se ao zigoto” (Keith L. Moore, premiado professor emérito e catedrático da divisão de anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade de Toronto, Canadá; Dr. T..V.N. Persaud é professor de Anatomia e Chefe do Departamento de Anatomia, professor de Pediatria e Saúde Infantil, Universidade de Manitoba, Winnipeg, Manitoba, Canadá. Em 1991, recebeu o prêmio mais importante no campo da Anatomia, do Canadá, o J.C.B. Grant Award, da Associação Canadense de Anatomistas). [9]

“Embora a vida seja um processo contínuo, a fertilização é um terreno crítico porque, sob várias circunstâncias ordinárias, um novo organismo humano, geneticamente distinto, é por isso mesmo formado… A combinação dos 23 cromossomos presentes em cada pró-núcleo resulta nos 46 cromossomos do zigoto. Dessa forma o número do diplóide é restaurado e o genoma embrionário é formado. O embrião agora existe como uma unidade genética” (Dr. Ronan O’Rahilly, professor emérito de Anatomia e Neurologia Humana na Universidade da Califórnia). [10]

“Quase todos os animais maiores iniciam suas vidas de uma única célula: o óvulo fertilizado (zigoto)… O momento da fertilização representa o ponto inicial na história de uma vida, ou ontogenia, de um indivíduo” (Bruce M. Carlson, M.D, Ph.D., pesquisador professor emérito da Escola Médica de Desenvolvimento Biológico e Celular). [11]

“Deixe-me contar um segredo. O termo pré-embrião tem sido defendido energicamente por promotores da fertilização in vitro por razões que são políticas, não científicas. O novo termo é usado para sustentar a ilusão de que haveria algo profundamente diferente entre o que não-médicos biólogos ainda chamam de “embrião de seis dias de idade” e o que todo mundo chama de “embrião de dezesseis dias de idade”. O termo pré-embrião é usado em arenas políticas – onde as decisões são tomadas para permitir que o embrião mais novo (agora chamado de pré-embrião) possa ser pesquisado – bem como em certos consultórios médicos, onde pode ser utilizado para aliviar eventuais preocupações morais expostas por pacientes de fertilização in vitro. “Não se preocupe”, pode dizer um médico, “o que estamos congelando ou manipulando são apenas pré-embriões. Eles não se tornarão verdadeiros embriões humanos até que os coloquemos de volta no seu corpo” (Lee M. Silver, professor da célebre Universidade de Princeton no Departamento de Biologia Molecular e da Woodrow Wilson School of Public and International Affairs). [12]

[1] [England, Marjorie A. Life Before Birth. 2nd ed. England: Mosby-Wolfe, 1996, p.31]
[2] [Moore, Keith L. Essentials of Human Embryology. Toronto: B.C. Decker Inc, 1988, p.2]
[3] [Dox, Ida G. et al. The Harper Collins Illustrated Medical Dictionary. New York: Harper Perennial, 1993, p. 146]
[4] [Walters, William and Singer, Peter (eds.).. Test-Tube Babies. Melbourne: Oxford University Press, 1982, p. 160]
[5] [Langman, Jan. Medical Embryology. 3rd edition. Baltimore: Williams and Wilkins, 1975, p. 3]
[6] [Considine, Douglas (ed.). Van Nostrand’s Scientific Encyclopedia. 5th edition. New York: Van Nostrand Reinhold Company, 1976, p. 943]
[7] [Sadler, T.W. Langman’s Medical Embryology. 7th edition. Baltimore: Williams & Wilkins 1995, p. 3]
[8] [Jonathan Van Blerkom of University of Colorado, expert witness on human embryology before the NIH Human Embryo Research Panel — Panel Transcript, February 2, 1994, p. 63]
[9] [Moore, Keith L. and Persaud, T.V.N. Before We Are Born: Essentials of Embryology and Birth Defects. 4th edition. Philadelphia: W.B. Saunders Company, 1993, p. 1]
[10] [O’Rahilly, Ronan and Müller, Fabiola. Human Embryology & Teratology. 2nd edition. New York: Wiley-Liss, 1996, pp. 8, 29. This textbook lists “pre-embryo” among “discarded and replaced terms” in modern embryology, describing it as “ill-defined and inaccurate” (p. 12}]
[11] [Carlson, Bruce M. Patten’s Foundations of Embryology. 6th edition. New York: McGraw-Hill, 1996, p. 3]
[12] [Silver, Lee M. Remaking Eden: Cloning and Beyond in a Brave New World. New York: Avon Books, 1997, p. 39]

http://culturadavida.blogspot.com/2008/03/quando-comea-vida-humana.html  ‘

Postado por Cultura da Vida

A Cura e prevenção ocorrem por terapia natural. Suplementação de vitaminas, dieta alimentar

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha em junho de 2012

http://www.youtube.com/watch?v=cIwIWim4hNM&list=UU5grjCGNi25VAR8J0eVuxVQ&index=4&feature=plcp

As células-tronco de embriões nunca foram necessárias para “curar”. Esta foi a grande mentira milionária de uma Medicina meramente comercial, industria farmaceutica e laboratórios multinacionais e clínicas – inclusive abortistas.

por Cristiane Rozicki

Os tecidos de fetos ou embrioes são usados em várias indústrias, desde as cosméticas, passando pelas de plásticas, até de medicamentos e transplantes, as injeções de células-tronco.

 

Solo le pido a Dios
Que el dolor no me sea indiferente.

 

A Cura e prevenção ocorrem por terapia  natural. Suplementação de vitaminas, dieta alimentar. O estado metabólico, depressão, alimentação e outros dados relativos á neurodegeneração.

 

 

  1. Durante muito tempo, na história da e.m., ouviu-se teses de que era doença geneticamente transmissível, ou que a esclerose múltipla poderia ser causada por um vírus, ou, ainda, que o vírus que levava ao desenvolvimento da esclerose múltipla estaria relacionado e advinha de epidemias tais como o sarampo e a catapora, ambas graves e infecciosas. Muitas dúvidas sem respostas que causavam verdadeiro estresse emocional aos doentes, uma aflição, por não se saber o que pensar e nem como agir.

  1. Alguns médicos até advertiam da necessidade do uso de vitaminas do complexo B, e outra medicação cara, valores altos em dinheiro.

  1. A esclerose múltipla é doença antiga, fim de 1800 ou início de 1900 quando surgiu notícia. Eram projetadas vacinas, um tema recente. Em mais ou menos 1995, uma vacina com células de porcos, assim como também existiu a idéia (que foi colocada em prática) de que pessoas com males do sistema nervoso central deveriam passar por terapias com choques elétricos (médicos nazistas também trabalharam com eletricidade). Já se viu de tudo. Choques elétricos foi passagem familiar. E, por fim, até a teoria de um tumor no encéfalo. Apenas na dec. de 90 surgiu a ressonância magnética. Com o diagnóstico de esclerose múltipla pararam de investir na idéia de que o mal neurológico era meramente psicológico. Mas, depois disso tudo, vingou a idéia de doença auto-imune. Daí os imunosupressores, interferon e rebif.

  1. Sofrimento emocional. Agonia mental que dizem deve-se disciplinar para não atingir o físico. Disciplinar o sofrimento parece impossível realizar. Claro que o físico acaba sendo atingido.

  1. Alimentação passou a ser difícil. Desde 1990 era possível perceber como alguns alimentos proporcionavam mal-estares tais como cansaço, fadiga, diminuição da mobilidade e alergias aparentes na pele. O pior era a carne vermelha, açúcar, adoçantes, bebidas artificiais, álcool, frituras e gorduras de origem animal e agora até o café.

  1. No entanto, desde 2003 com certeza,  já se sabe que doenças neurodegenerativas, e.m., assim como o mal de Parkinson, não são doenças transmissíveis e não são causadas por vírus. Na verdade, trata-se de algo simples e de fácil solução. A neurodegeneração é  resultado de distúrbio metabólico.

  1. Há meio de prevenir a degeneração do sistema nervoso central: basta exame de dosagem de vitaminas do complexo B no sangue, a Riboflavina, por exemplo – no caso da doença de Parkinson, e a eliminação de outros fatores desencadeantes das doenças: evitar o desgaste emocional e eliminar da dieta alimentar a carne vermelha.

Referencias:

Dieta livre de carne e rica em vitamina B2.

COIMBRA, CÍCERO GALLI.  Phd., Médico Neurologista e Professor Livre-Docente. Departamento de Neurologia e Neurocirurgia – Universidade Federal de São Paulo – Unifesp/EPM.

Dieta livre de carne e rica em vitamina B2 pode regredir Parkinson. Neurologia – Jornal da Paulista – ano 16 – n. 179 – Maio/2003.
http://www.unifesp.br/comunicacao/jpta/ed179/pesquisa4.htm

“Dieta livre de carne e rica em vitamina B2 pode regredir Parkinson. Estudo revela que portadores da doença apresentam deficiência da vitamina e ingerem muita carne vermelha; nova dieta fez com que a recuperação média motora dos pacientes saltasse de 44% para 70% em apenas três meses de tratamento”.

A “[…] situação fundamental é a mesma: a existência de um distúrbio metabólico evidente e corrigível, capaz de explicar os eventos fisiopatológicos conhecidos, e cuja correção pode deter a progressão da doença (interrompendo a continuidade da morte neuronal crônica, recuperando células neuronais já afetadas pelo processo neurodegenerativo – mas que não atingiram ainda o ponto de irreversibilidade), promover a recuperação total em casos de início recente, ou ao menos parcial das deficiências neurológicas nos casos mais avançados (minimizando seqüelas permanentes) e impedir a morte […]”.

Disponível em: http://www.unifesp.br/dneuro/nexp/riboflavina/c.htm

Parkinson – riboflavin and the elimination of dietary red meat promote the recovery

Abstract:
“Abnormal riboflavin status in the absence of a dietary deficiency was detected in 31 consecutive outpatients with Parkinson’s disease (PD), while the classical determinants of homocysteine levels (B6, folic acid, and B12)… received riboflavin orally (30 mg)”.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-879X2003001000019&lng=pt&nrm=iso
Brazilian Journal of Medical and Biological Research
ISSN 0100-879X. COIMBRA e JUNQUEIRA.

How a 52-year-old Parkinson’s Disease Sufferer and Naturopath Banished all the Frustrating Symptoms of this Cruel Condition from his Body.  Naturally!

John Coleman’s Video

disponível em

http://www.parkinsonsrecoveryprogram.com/parkinsonsrecoveryprogram.html

O texto fala sobre o fim do estresse, a mudança de alimentação, e nutrientes, mudança total do estilo de vida, para a recuperação da doença. A neurodegeneração tratada é Parkinson. Stop Parkin and Start Living. A página tem 2 vídeos.

http://www.parkinsonsrecovery.com/startliving/

From: Robert Rodgers, Ph.D.
Sent: Friday, July 11, 2008 8:16 PM
Subject: Vitamin and Mineral Deficiencies in the Body

Parkinsons Recovery
Vitamin and Mineral Deficiencies in the Body

There is a compelling reason why you may not be
feeling as energetic as you would prefer. That reason
simply put is that your body is not getting the nutrition that it needs to be fully functional.

Why is this the case, particularly if you are the kind
of person who eats healthy food? We do not get some of the vitamins and minerals our bodies need
to function well from the food we eat.

Production systems for food have changed dramatically over the last several decades. Processing of food strips out some of the minerals and vitamines our body needs the most. What our body needs to function well is not necessarily available in the food sold at grocery stores. Let me give you a few examples.

The first is Vitamin D3. Vitamin D3 is actually what you get when you get sunshine. The effects of sunshine last about 2-3 months. In the wintertime – particularly for those of us that live in the Northwest –  we can easily get depressed.

The reason is that our bodies are deficient in the vitamin created by sunshine. Under such circumstances our body needs more Vitamin D3 which (as it turns out) is actually available at pharmacies.

A second common deficiency in food is Iodine (or salt). Interestingly enough, foods don’t have enough Iodine in order for our bodies to perform their basic tasks. Deborah and I are currently taking supplement of Iodoral which is an Iodine Potassium supplement.

Third, we know that a reason why people are often fatigued is because of an overall deficiency in minerals and specifically magnesium. Many diseases are actually related to mineral or vitamin deficiencies. Health food stores have a variety of mineral and vitamin supplements to evaluate for potential use.

Consider the possibility of testing your body to assess any deficiencies that might exist in your body. After getting the results, make it a point to work with your doctor to bolster up your deficiencies so that your body can return to full health and wellness.”

 

Robert Rodgers, Ph.D.
Parkinsons Recovery
© 2008 Parkinsons Recovery
Zero Point Healers, 7722 Cooper Point Rd NW, Olympia, WA 98502, USA
http://www.aweber.com/z/r/?rMxMTCwstCxMjCycrGzstGa0jCyMLMwMbA

 

  1. Distúrbios Metabólicos, Estresse Emocional, Nutrientes. Neurogénese. A evolução da doença degenerativa sem os cuidados necessários pode fazer uma realidade assustadora em poucos anos de vida.

A Ciência e a medicina sabem que o corpo humano cria todos os dias neurônios e células-tronco. É verdade, acontece a neurogênese. A neurogenese permite a juventude e regeneração sonhadas. De um modo muito natural, a preservação do corpo humano e do cérebro acontecem. Os artigos são científicos e médicos, e estes trabalhos estão à livre disposição de qualquer leitor da internet, pode-se ver.

8.1. VIVA SAÚDE.  O estresse e o mal de Parkinson
Um novíssimo estudo aponta que a tensão emocional influencia no desenvolvimento dessa doença neurológica, que afeta os movimentos e causa tremores no corpo

http://revistavivasaude.uol.com.br/Edicoes/11/artigo5894-1.asp

8.2. A fadiga pode ser agravada não apenas pelo curso da Esclerose Múltipla propriamente, mas pela depressão, ingestão de alimentos pesados, elevação de temperatura. A depressão pode conduzir você ao afastamento de atividades recompensantes e conduzi-lo a escassos contatos sociais com amigos, levando-o a reduzir suas atividades físicas e seu bem estar.

Esclerose Múltipla – Karla Adryana Diniz Meireles

Em: http://www.geocities.com/doug_unesp/esclero.htm

8.3. ASPECTO NUTRICIONAL: SUPLEMENTO ALIMENTAR. Sítio canadense de e.m. – DIRIGIR-MS Estratégias ES.

Sítio canadense de e.m.
Fatores nutricionais e esclerose múltipla.
Nutritional Factors and Multiple Sclerosis
http://www.direct-ms.org/

GENERAL INFORMATION FOR EVALUATING SUPPLEMENTS

National MS Society | Brochure: Vitamins
http://www.nationalmssociety.org/Brochures-Vitamins.asp

Brochures

Vitamins, Minerals, and Herbs in MS
An Introduction
by Allen Bowling, MD, PhD
and Thomas Stewart, JD, PA-C

INTRODUCTION

This booklet focuses on the use of popular vitamins, minerals, and herbs by people with multiple sclerosis (MS). The use of these supplements is one form of complementary and alternative medicine, which we’ll call CAM.

CAM is difficult to define, in part because its contours continually shift. One definition describes CAM as therapies that are not commonly taught at U.S. medical schools nor commonly available at U.S. hospitals. Almost by definition, then, this booklet explores controversial and incompletely studied treatments.

Accordingly, this booklet is not intended to be a primary source for understanding the standard, evidence-based, treatment of multiple sclerosis. Rather, it is intended for those who already use, or at least understand, the benefits of mainstream medical interventions. Over the last decade, medications have been developed that modify or slow down MS. The majority of people with MS should be using one of these medications under the supervision of a physician with expertise in treating MS.

Despite these medications, MS remains a chronic disease that is sometimes relatively benign, but sometimes frighteningly unpredictable. For this and other reasons, many people with MS use some forms of CAM therapy. Most, but not all of them, use CAM therapies in addition to, rather than instead of, medical treatments. That means that CAM therapies are usually used in a complementary, rather than an alternative, manner. Taking dietary supplements is one of the most popular CAM treatments.

Most treatments, including the ones listed in this booklet, have risks associated with them. This booklet will identify some of the risks associated with selected vitamins, minerals, and herbal supplements in MS. However, because of a lack of well-conducted scientific studies and the enormous variation in individual clinical situations, not all risks can be identified. Readers should always discuss their personal situation with their physician before using any CAM therapy.

In “General Information for Evaluating Supplements” below, we provide some basic information that relates to supplements generally, and, in “Specific Information about Select Vitamins, Minerals, and Herbs” below, we offer more detailed information relating to some of the most commonly used vitamins, herbs, and minerals.

For additional information on supplements and other forms of CAM, see the section on references below. The information presented here was developed through the Complementary and Alternative Medicine Program of the Rocky Mountain MS Center, in Englewood, Colorado.

GENERAL INFORMATION FOR
EVALUATING SUPPLEMENTS

To weigh the pros and cons of dietary supplements fairly requires a basic understanding of the role of the immune system in MS. Thoughtful supplementation also requires an understanding of evidence about safety and effectiveness, dosing issues, and the law relating to supplements.

In MS, the immune system actively damages myelin, the protective covering of nerves in the brain and spinal cord—the central nervous system. Most treatments for MS involve the attempt to down-regulate the immune system. All supplements should be considered in light of their potential effects on the immune system.

The details of the immune system are very complex, but in general it may be best to assume that in MS, immune stimulation may be dangerous and immune down-regulation may be beneficial. Accordingly, supplements that are supposed to “boost” or “improve” immune function may be the worst choice for people with MS.

Unfortunately, the immune effects of many supplements are poorly understood. Often the use of supplements requires users to make reasonable inferences based on limited evidence. However, inferences may seem reasonable and still be mistaken.

Often what is used to support the use of supplements is simply a story, sometimes called “anecdotal evidence”. This is the least reliable of all the various kinds of evidence. Particularly in MS, where symptoms come and go unpredictably, improvement in symptoms may appear to be related to the use of supplements, when it is not.

The best evidence is generally obtained from carefully controlled trials among a large group of people with MS. Another source of evidence is animal studies. These studies can be helpful, but may also be misleading. Evidence can also be obtained from experiments done in laboratories. Again, these studies are helpful, but can’t be considered definitive in any way.

Dose is always a critical factor in any medication, and more is not always better. Supplements may have different effects depending on the size of the dose that is taken. While a small amount of certain supplements may be useful, larger amounts may be dangerous. Proper dose should always be considered before beginning supplementation. And therein lies a current difficulty.

The Dietary Supplement Health and Education Act of 1994 (DSHEA) has important implications for users of supplements. Unlike some other countries, the U.S. federal government does not regulate supplements as it does drugs. Under DSHEA, sellers of supplements are not required to meet rigorous quality standards or to prove the effectiveness of their products. This means it is not easy to be certain of the amount of active ingredient in many herbal supplements. Users of any supplements should exercise caution regarding marketing information from the seller.

SPECIFIC INFORMATION ABOUT SELECT
VITAMINS, MINERALS, AND HERBS

The number of available vitamins, minerals, and herbs is too great to catalogue here. This booklet reviews only a few vitamins, minerals, and herbs that are most popular with people with MS.

Vitamins
Vitamins are chemicals without caloric content that are necessary for health. With the exception of vitamin D, we must obtain them from dietary sources.

The Food and Nutrition Board of the National Academy of Sciences has established a recommended daily allowance (RDA) or adequate intake (AI) for vitamins. In general, the RDA used in this text refers to the guidelines established for those who are 19-50 years old, without considering other factors, such as breast-feeding and pregnancy. The RDA or AI represents the minimum amount for each vitamin that we should obtain from our diet on a daily basis. On that point, there is little disagreement.

On the other hand, the question of whether larger doses of vitamins are beneficial is controversial. Vitamins do not function in isolation from one another, but rather work in careful balance. Accordingly, a high concentration of one vitamin might cause a relative deficiency of another.

Dietary sources of vitamins, such as fruits and vegetables, appear to be preferable to vitamin supplements. Perhaps this is because fruits and vegetables contain vitamins in useful proportions, as well as fiber, minerals, and other unidentified chemicals found in plants that together play a role in good nutrition and disease prevention.

Vitamins that are of particular relevance to people with MS are vitamin D, the antioxidant vitamins, and vitamin B12. A description of each follows.

Vitamin D
Vitamin D is a hormone, or chemical messenger, in the body. Dietary sources of vitamin D include fish and fortified foods, such as dairy products and breakfast cereals.
Vitamin D is produced in the skin in response to sunlight, but this production is limited by geographic location, skin pigmentation, and season. Some researchers have studied populations and suggested that there is a correlation between low vitamin D levels and MS.

Scientific studies indicate that vitamin D alters immune function in a way that may be desirable in MS. In addition, a handful of studies using an animal model of MS provide further support for the idea that vitamin D plays a protective role in MS.

One recent, large-scale study involving nurses suggested that those who had highter vitamin D intakes, in the form of multivitamin supplements, may have had a reduced risk of developing MS. However, this study did not determine whether vitamin D can have a positive impact on the course or severity of MS in people who already have the disease. Further research is necessary to clarify these findings.

A much better understood role for vitamin D among people with MS relates to its part in maintaining bone density. There is increasing awareness that low bone density (osteoporosis) may be under-diagnosed in many people, including those with MS. Importantly, many people with MS have risk factors for developing osteoporosis:

  • female gender

  • decreased physical activity

  • decreased exposure to sunlight

  • frequent treatment with steroids

People with MS who have these risk factors may wish to consider having bone density tests and taking supplements of vitamin D and calcium (see page 19). Recommended intake of vitamin D is 200 to 600 IU daily. Doses greater than 2,000 IU daily may cause toxic effects, and should not be used unless prescribed by a physician.

 

 

The Antioxidant Vitamins
A free radical, also called an oxidant, is a molecule that contains an unpaired electron. The unpaired electron is highly unstable and generally allows the molecule to react with other nearby substances. The antioxidant vitamins include vitamin A (or its safer form, beta-carotene), vitamin C, and vitamin E. As the name implies, antioxidants tend to decrease the damage caused by oxidants or free radicals. Antioxidant vitamins are generally available in fruits and vegetables.

Preliminary evidence suggests that the damage caused by free radicals may be involved in the disease process in MS. A few studies using an animal model of MS suggest that antioxidants may even be therapeutic. But the value of these animal studies is limited. There are no well-documented published studies of people with MS that show a clinical benefit related to antioxidant supplements.

The safety of taking antioxidants for people with MS has not been established either. One small, five-week study indicates that antioxidants are safe for people with MS, but the study is too small and short to be conclusive.

There is an important theoretical risk to consider. Antioxidant vitamins stimulate the immune system in laboratory experiments and in some groups of people. In MS, where an overactive immune system appears to be part of the disease process, stimulation may be dangerous.

In summary, there is limited evidence suggesting that antioxidants may be beneficial, and there is also some evidence suggesting potential harm.

The most reasonable course may be for people to obtain antioxidants by eating 2-4 servings of fruits and 3-4 servings of vegetables every day. If antioxidant supplements are used, it may be best to use them in moderation.

 

 

 

 

Specific Issues Regarding the Antioxidant Vitamins

  • Vitamin A and Pregnancy—Vitamin A is necessary for vision and promotes normal growth and differentiation of cells in the body. Vitamin A is fat soluble, and is found in liver, eggs, and cod liver oil.

Fat soluble vitamins are stored in the body and high levels may accumulate over time. The RDA for women and men is 2,300 and 3,000 IU per day, respectively. In general, people should avoid doses in excess of 10,000 IU per day. Some studies have concluded that vitamin A in amounts greater than 10,000 IU may produce birth defects. Pregnant women taking cod liver oil (which contains vitamin A) must use caution to ensure that they are not consuming excessive amounts. In general, pregnant women should obtain vitamin A in the form of beta-carotene found in fruits and vegetables.

  • Vitamin C and Urinary Tract Infections—Vitamin C, also known as ascorbic acid, plays a role in building and maintaining body tissues. Vitamin C is readily available in foods such as citrus fruits and tomatoes. The RDA for this vitamin is 90 milligrams for men and 75 milligrams for women under normal circumstances. The RDA for smokers is an additional 35 milligrams.

For a variety of reasons, people with MS tend to be at an increased risk for urinary tract infections. Some people supplement with vitamin C to reduce that risk. The theory in support of that practice is that vitamin C supplementation can acidify the urine, thereby creating a challenge to infection-causing bacteria. However, the weight of evidence suggests that vitamin C does not acidify urine. There is more evidence to support the use of cranberry (see below) to prevent urinary tract infections than there is for vitamin C.

Whether a higher intake of vitamin C is beneficial is controversial. The proper dose of vitamin C (and all other vitamins) for people with MS is unresolved. Some authorities believe that daily doses greater than 1,000 milligrams may cause diarrhea or kidney damage.

  • Vitamin E and Polyunsaturated Fatty Acids (PUFAs)—Vitamin E prevents oxidative damage to cell membranes or linings and can be obtained from vegetable oils, fruits, vegetables, nuts, and meat. The RDA for vitamin E is 22.5 IU for both men and women.

The body’s requirements for vitamin E increase as the intake of polyunsaturated fats (PUFAs) in the diet increases. This is relevant to MS because some people increase their consumption of PUFAs in the hope that PUFAs are beneficial in MS.

In general, the additional amount of vitamin E needed in diets that are high in PUFAs is quite low: approximately 0.6 to 0.9 additional IU of vitamin E is needed for each additional gram of PUFA. This means that a person consuming 25-30 grams of PUFAs daily needs 15-27 IU of vitamin E daily.

Daily vitamin E doses greater than 1000 IU should be avoided. Consuming substantially lower doses of vitamin E (in the range of 100 IU or less) may be preferable in light of the unresolved questions about the immune effects of vitamin E in people with MS.

 

 

Vitamin B12
Vitamin B12 is found in eggs, meat, poultry, shellfish, and dairy products. The RDA for vitamin B12 is 2.4 micrograms/day for both men and women. Also known as cobalamin, vitamin B12 is required for the production of red blood cells and for proper function of the nervous system.
In fact, a severe vitamin B12 deficiency produces neurological symptoms similar to those seen in people with MS.

A variety of observations have suggested that there may be a relationship between B12 levels and MS. For example, people with MS have low levels of vitamin B12 in their blood more frequently than the general population. Some have unusually large red blood cells. This can sometimes be caused by low vitamin B12.

For all people with MS to supplement with vitamin B12 on the basis of these associations would be a mistake. However, B12 deficiency can be evaluated through a blood test. People with low levels should consider vitamin B12 supplementation. For other people with MS, there is no evidence that vitamin B12 either improves neurological symptoms or favorably alters the course of the disease.

Minerals
Minerals are elements widely distributed in nature that perform diverse and critical roles in human health and disease. The potential roles of selenium, calcium, and zinc are considered here.

S
e

Selenium
Selenium is a mineral that has antioxidant effects. For a brief review of the relevance of antioxidants in MS, see the section on antioxidant vitamins on page 12. As with the other antioxidants, it is difficult to determine the exact effect that selenium has on people with MS. Good sources of selenium include seafood, legumes, whole grains, low-fat meats, and dairy products.

Some studies indicate that selenium levels may be lower in people with MS than in the general population. Partly based on that observation, some have speculated that increased amounts of selenium might have beneficial effects in people with MS.

However, in a study using laboratory animals, selenium supplementation worsened an MS-like disease. In one five-week human study, selenium supplementation seemed to be safe. However, that study was too short and involved too few people to reliably assure safety. Furthermore, selenium may increase the immune response, which may be undesirable in people who have MS.

For adults over the age of 19 the RDA of selenium is 55 micrograms. Until more information is available, it may be best for people with MS to obtain selenium from foods or to use selenium supplements only in moderation. Toxic effects may occur with daily doses greater than 200 micrograms.

 

C
a

Calcium
Important in the formation of teeth and bone and in the regulation of many body processes, calcium is the most abundant mineral in the human body. Good food sources for calcium include dairy products, eggs, and green leafy vegetables.

An old hypothesis about the cause of MS connected it to calcium intake. Based on the studies of populations, the incidence of MS appeared linked to high intake of milk during childhood followed by a large or sudden reduction in milk drinking during adolescence. Very little evidence supports this hypothesis.

On the other hand, calcium is a critically important supplement for those who are at risk for very thin bones, or osteoporosis. As indicated in the section on vitamin D above, many people with MS have risk factors for osteoporosis.

People between the ages of 19 and 50 should consume 1,000 mg of calcium in the diet. Daily doses greater than 2,500 milligrams should be avoided.

 

Z
n

Zinc
Zinc is a mineral that plays a role in many different processes in the body. The results of limited studies of MS and zinc are unclear.
Some studies indicate that zinc levels are low in people with MS. Other studies indicate that zinc levels are high in MS, that zinc may activate the immune system, and that zinc supplementation may worsen an animal model of MS.

The RDA for zinc is 11 mg for men and 8 mg for women. Given the uncertainties about zinc and MS, it would seem preferable for people with MS to avoid doses of zinc in excess of the RDA.

Herbs
The word herb generally refers to a plant, or part of a plant, used for medicinal purposes. Herbs, like drugs, interact with the cells of the body and can sometimes produce changes in body processes. The changes produced by both herbs and drugs may be beneficial, but they may also be harmful.

To minimize the risk of harmful side effects, herbs should only be used with caution. Herb users should be aware of proper dosing, potential side effects, and potential drug-herb and herb-herb interactions. It is important to recognize that there are many unknown aspects to herbs. Specifically, herbs contain many different chemicals. Their effects on the body, on different diseases (such as MS), and on drugs have not been fully determined. In addition, the quality and composition of herbal preparations currently marketed in the United States are extremely variable.

The six herbs described below are among those commonly considered to have potential relevance to people with MS.

Ginkgo Biloba
Ginkgo comes from one of the oldest tree species and has been used in China for medicinal purposes for thousands of years. There is some limited evidence to support ginkgo’s ability to improve cognitive function among older people with mild to moderate dementia. There is no evidence that it improves memory or concentration in healthy adults or people with MS.

Ginkgo is an antioxidant (the function of antioxidants is discussed above). It also inhibits a substance known as platelet activating factor (PAF). By inhibiting PAF, ginkgo can cause a decrease in the activity of certain immune cells. These activities provide theoretical support for the use of ginkgo to treat MS.

Ginkgo has been studied in both the animal model of MS and in people with MS. In the animal model, ginkgo decreased disease activity. Two studies have been done in people. One suggested a benefit, but the larger of the two trials suggested no benefit. In that study, ginkgo was used to treat exacerbations, or attacks, of MS. The study did not consider whether ginkgo might have a role in preventing attacks or in improving MS-related cognitive dysfunction.

Few serious side effects with ginkgo supplementation are known. Ginkgo may inhibit blood clotting and therefore should be avoided by people with bleeding disorders, those who take blood-thinning medications, and those who plan elective surgery. In all cases, regular ginkgo use should be reported to all health-care providers.

 

 

Echinacea
Echinacea, an extremely popular herb, is a flowering plant native to North America and a member of the daisy (Asteraceae) family.
Of the three species available, the best studied is echinacea purpurea.

Echinacea is generally used to treat the common cold. Some studies suggest that it may be helpful for decreasing the duration and symptoms of the common cold. But many studies of echinacea have been criticized by scientists for being poorly designed and performed. No definitive conclusion can be drawn regarding the efficacy of echinacea to treat colds.

Because viral respiratory infections may be linked to exacerbations or acute attacks of MS, treating colds with echinacea is an appealing strategy. The problem is that echinacea may stimulate the immune system. This is a theoretical risk for people with MS because their immune systems are already inappropriately stimulated. No study has been done to investigate this theoretical risk in people with MS.

 

 

St. John’s Wort
St. John’s wort is a yellow flower that grows in many parts of the world. It is generally used as an antidepressant. Many studies indicate that St. John’s wort indeed has antidepressant effects. However, the claim was not supported by data from the first large-scale multicenter clinical trial of St. John’s wort versus an inert placebo or Zoloft. This trial, conducted by the National Institute of Mental Health, National Center for Complementary and Alternative Medicine, and the federal Office of Dietary Supplements, was completed in 2002. It concluded that St. John’s wort is not effective in treating major depression of moderate severity. The NIMH and cosponsors are now planning to study the herb in people with mild depression.

St. John’s wort is generally well tolerated and no reported study has identified effects on the immune system that could be concerning to people with MS.

Interaction with other medications is one important risk of using this herb. St. John’s wort appears to alter the body’s metabolism of certain drugs, which may include birth control pills and drugs commonly used to treat heart disease, seizures, certain cancers, and depression. Medications taken by people with MS that could possibly be affected by St. John’s wort include amitriptyline (Elavil), nortriptyline (Pamelor), carbamazepine (Tegretol), phenobarbital, phenytoin (Dilantin) and primidone (Mysoline).

There is a relatively high incidence of depression among people with MS. It is important to recognize that depression should not be self-diagnosed or self-treated. If you think that you may be a candidate for treatment with St. John’s wort, you should first seek a professional evaluation. St. John’s wort is not suitable for anyone with severe depression.

 

 

Valerian
The unpleasant-smelling root of a flower called valerian is sometimes used as a sleep aid. (It is also sometimes used in root beer!) People with MS may have difficulty sleeping, and difficulties with sleep may contribute to MS-related fatigue. Thus, a sleep aid may be very useful to some people with MS.

A few well-designed trials not involving people with MS show that valerian can decrease the amount of time required to fall asleep without residual feelings in the morning. Valerian is usually well tolerated. However, its immune effects have not been studied.

People with fatigue should consider the possibility that their fatigue may worsen when they take valerian as it may have a lingering sedating effect. Also, valerian may increase the sedating effects of prescription medications such as diazepam (Valium), baclofen (Lioresal), and tizanidine (Zanaflex).

 

 

Asian Ginseng
Asian ginseng, also known as Panax ginseng, has been used for centuries by the Chinese for its supposed ability to enhance physical performance and resistance to stress and aging. The evidence in support of these vague claims is not very strong. One clinical study supported the use of ginseng to enhance quality of life, and another study showed an improvement in the speed of mathematical computations among college students. But other studies have failed to find benefits.

An herb that increases energy and strength would be of great use to people with MS who sometimes suffer from debilitating fatigue. Although some evidence suggests ginseng might be safe in people with MS, other experiments raise the possibility that ginseng may stimulate the immune system in ways that may be detrimental to people with MS. In short, there is too little evidence to conclude whether ginseng is safe for people with MS or not, and nothing to indicate that it improves energy or strength.

 

 

Cranberry
Cranberry is grown in bogs in North America for juice, jelly, and seasonal decorations. Many people use the ripe fruit from this plant to prevent or treat urinary tract infections.

Evidence suggests that cranberries prevent bacteria from sticking to the cells that line the urinary tract. This unique action of cranberry is attributed to two compounds, fructose (a type of sugar), and another chemical known as proanthrocyanidin. Recently published preliminary evidence suggests that cranberry may also kill bacteria directly.

Cranberry has very few side effects. Therefore, using cranberry tablets or juice to prevent urinary tract infections is probably reasonable. Increased fluid intake and improved hygiene may also be helpful preventive measures.

Cranberries should never be used to treat existing urinary tract infections. Urinary tract infections can have serious consequences for people with MS. Urinary tract infections require immediate antibiotic treatment from a physician to get them under control quickly.


CONCLUSION

People with MS and other chronic diseases often consider using complementary and alternative medicine (CAM). Doing all that one can to live well with MS is reasonable, but the use of CAM implies that people accept important responsibilities as well.

Nowhere in this booklet do we recommend any particular treatment. Rather, the pros and cons for each are described as well as space and available data permit. As with most CAM treatments, the evidence regarding dietary supplements is inconclusive. The lack of better evidence is frustrating. Nevertheless, an inquiry into CAM can also be rewarding.
It may help restore a sense of control and hope to people who are struggling with an unpredictable disease. Hope and a good quality of life are tightly linked, and both should be cultivated.

We hope this booklet provides enough useful and specific information to allow more informed decision-making about the supplements we described. Just as importantly, we hope that it provides a framework for thoughtful consideration of other CAM treatments not discussed here.

REFERENCES

Web sites

  • The National MS Society offers local referrals, education programs, counseling, self-help groups, and other booklets and brochures on MS.

  • Regularly updated information focused on CAM and MS is available on an interactive Web site at www.ms-cam.org. This site is managed by the Rocky Mountain MS Center.

Non-technical books
There are many non-technical books on CAM. One book that specifically deals with CAM and MS is:

  • Bowling A.C. Alternative Medicine and Multiple Sclerosis. New York: Demos Medical Publishing, 2001. Web site: www.demosmedpub.com. Tel: 800-532-8663.

Other non-technical books with objective general information on dietary supplements and CAM are:

  • Dillard J., Ziporyn T. Alternative Medicine for Dummies. Foster City, CA: IDG Books Worldwide, Inc., 1998.

  • Steven Foster and Varro E. Tyler, PhD, Tyler’s Honest Herbal: A Sensible Guide to the Use of Herbs and Related Remedies. Binghamton, NY: Haworth Press. Web site: www.haworthpressinc.com. Tel: 800-HAWORTH.

Note: The above-mentioned books may be available for loan at your local chapter of the National MS Society, or at your public library.

Technical References
Detailed technical references include:

  • 2004 Physicians’ Desk Reference for Nonprescription Drugs and Dietary Supplements, Thomson Healthcare, NJ. Web site: www.pdrbookstore.com; Tel: 800-232-7379.

  • Physicians’ Desk Reference for Herbal Medicines, Second Edition, Thomson Healthcare, NJ. Web site: www.pdrbookstore.com; Tel: 800-232-7379.

  • Bowling, A., Stewart, T. Current complementary and alternative therapies for multiple sclerosis. Current Treatment Options in Neurology, 5:55-68, 2003.

  • Ernst, E., Pittler, M.H., Stevinson, C., White, A. The Desktop Guide to Complementary and Alternative Medicine: An Evidence-Based Approach. London: Mosby, 2001.

  • Fetrow, C., Avila, J. The Professional’s Handbook of Complementary and Alternative Medicines. Springhouse, PA: Springhouse Corp., 2003.

  • Fragakis, A.S. The Health Professional’s Guide to Popular Dietary Supplements. Chicago, IL: The American Dietetic Association, 2003.

  • Jellin J.M., Batz F., Hitchens K., et al. Natural Medicines Comprehensive Database. Stockton, CA: Therapeutic Research Faculty, 2002.

Sources of information on health fraud

  • National Council Against Health Fraud, 119 Foster Street, Peabody, MA 01960. Tel: 978-532-9383. Web site: ncahf.org.

  • Quackwatch. Web site: www.quackwatch.com.

Federal government sources

  • Federal Trade Commission, Consumer Response Center, 600 Pennsylvania Avenue, NW, Washington, DC 20580. Tel: 877-FTC-HELP (877-382-4357). Web site: www.ftc.gov. Investigates false advertising.

  • Food and Drug Administration, 5600 Fishers Lane, Rockville, MD 20857. Tel: 888-463-6332. Web site: www.fda.gov. In 1988, the FDA established the National Health Fraud Unit to fight medical fraud. This unit helps coordinate federal, state, and local regulatory actions against fraudulent products and practices.

  • National Center for Complementary and Alternative Medicine Clearinghouse, P.O. Box 7923, Gaithersburg, MD 20898-7923. Tel: 888-644-6226. TTY: 866-464-3615. Web site: nccam.nih.gov. E-mail: info@nccam.nih.gov.

  • U.S. Postal Inspection Service, 475 L’Enfant Plaza, SW, Washington, DC 20260-2100. Tel: 202-268-4267. Web site: www.usps.gov/postalinspectors. Monitors products purchased by mail.

 

 

 

 

For additional information

Putting the Brakes on MS (Society brochure)

Complementary and Alternative Medicine

Managing MS Through Rehabilitation (Society brochure)

 

 

 

Allen Bowling, MD, PhD, is the Director of the Complementary and Alternative Medicine Program at the Rocky Mountain MS Center, and Clinical Assistant Professor of Neurology at the University of Colorado Health Sciences Center.

Thomas Stewart, JD, PA-C, is a certified physician assistant and is the Associate Director of the Complementary and Alternative Medicine Program at the Rocky Mountain MS Center.

Cover photograph by Bill Stanton.

This publication is supported by contributions to the National Multiple Sclerosis Society from its members and friends.

Reviewed by members of the Client Education Committee of the National Multiple Sclerosis Society’s Medical Advisory Board.

 

 

 

Copyright © 2004 National Multiple Sclerosis Society

 

8.4. Defesas Celulares e a vitamina do Sol. Scientific American, edição 67 – Dezembro 2007. Cientistas reconhecem que a vitamina D faz mais que contribuir para o fortalecimento dos ossos. Mas a maioria das pessoas não a obtém em quantidades satisfatórias. Essa deficiência estaria contribuindo para o avanço de doenças mais graves.

http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/defesas_celulares_e_a_vitamina_do_sol.html

8.5. Mistérios do Cérebro – A relação com os alimentos. http://globoreporter.globo.com/Globoreporter/0,19125,VGC0-2703-14904-3,00.html
Fim de um mito
Globo Repórter em 2006 – Foi falado sobre os beneficios do ovo, gema crua e clara cozida. A gema do ovo tem colina. Consumir mais fFrutas, verduras e ovo.

 

8.6. A neurogenese é inibida pelo processo emocional depressivo.

Adult neurogenesis is the production of new neurons in areas of the adult brain including the subventricular zone (SVZ) and subgranular zone (SGZ) of the hippocampus [28]. This formation of new neurons plays a number of physiological roles including damaged neuron replacement[29], [30], memory formation [31], [32] and response to stress [33]. Moreover, some reports have recently shown that neurogenesis is involved in depression [34], [35]. disponível em

http://www.pubmedcentral.nih.gov/articlerender.fcgi?artid=2270335

8.7. As 5 FORMAS DE PROTEGER SEU CÉREBRO.
Dr. Cicero Galli Coimbra, M.D., Ph.D. Laboratory for Brain Ischemia Research, Head Department of Neurology and Neurosurgery Federal University of São Paulo. Escola Paulista de Medcina.

Viva Saúde

http://revistavivasaude.uol.com.br/edicoes/23/artigo15542-1.asp

“Manter a saúde mental é mais fácil do que muita gente imagina. As pesquisas dos últimos 10 anos apontam ser possível, sim, estimular a formação de novos neurônios (o que até 1998 a ciência considerava impossível!) e, conseqüentemente, afastar os riscos de doenças como Parkinson e mal de Alzheimer.”

8.8. Estimulando a natureza do ser humano com ambiente e alimentação natural, equilibrando e suprindo as deficiências de nutrientes, suplementos e vitaminas, os neurônios podem regenerar o corpo. Na dec. de 2000 os cientistas da neurologia descobriram que o processo de degeneração é desencadeado por abalo e estresse emocional. Daí verificaram que existe no sangue deficiência de nutrientes.

Jornal da Paulista

Estudo revela que portadores da doença apresentam deficiência da vitamina.

http://www.unifesp.br/comunicacao/jpta/ed179/pesquisa4.htm

Estudo comprova que carne vermelha prejudica pacientes com Mal de Parkinson – vídeo Globo

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM839564-7823-ESTUDO+COMPROVA+QUE+CARNE+VERMELHA+PREJUDICA+PACIENTES+COM+MAL+DE+PARKINSON,00.html

 

O remédio da serenidade

Quinta-Feira , 19 de Junho de 2008

 

http://jornalhoje.globo.com/JHoje/0,19125,VJS0-3076-20080619-324034,00.html

A evolução da doença degenerativa sem os cuidados necessários pode fazer uma realidade assustadora em poucos anos de vida.

 

From: Robert Rodgers, Ph.D.

robert@parkinsonsrecovery.com

Sent: Thursday, July 10, 2008 11:46 AM

Subject: Natural versus Artificial Remedies

Parkinsons Recovery


The Difference Between a Natural and Artificial Treatment


People we work with are often perplexed by what constitutes a “natural therapy” for Parkinson’s. The fundamental question is this:

“How do I know the difference between a ‘natural treatment’  and an ‘artificial treatment”?

That is to say, how do I know whether or not what I am currently doing to treat my Parkinson’s is what my body needs and wants? As it turns out the answer is deceptively simple:  Your body knows what it needs.

John Coleman ND, MANPA, MBTAV.

Mudança do estilo de vida é necessaria. As informações provam isso. Os dados são científicos e médicos, e estes trabalhos estão
à livre disposição de qualquer leitor da internet.

Estas informações, especificamente sobre alimentação natural associada aos  suplementos (e excluir fumo, bebida alcoólica, frituras, artificiais, gordura animal, doçuras, alimentos cozidos em altas temperaturas – quanto mais cru, mais saudável e preserva as vitaminas do alimento) combinados com o fim da tristeza e estresse emocional, mudança do estilo de vida e das escolhas pessoais, correspondem à única maneira de evitar a neurodegeneração.

A ciência e a medicina sabem que o corpo humano cria todos os dias neurônios e células-tronco. É verdade, acontece a neurogênese. A neurogenese permite a juventude e regeneração sonhadas. De um modo muito natural, a preservação do corpo humano e do cérebro acontecem.

  1. 9.    A necessidade de cuidados especiais.

 

Indisposições, doenças do Sistema Nervoso Central exigem a permanência de CUIDADOS ESPECIAIS apropriados para cada quadro de diagnóstico e sintomatologia, para a conservação da vida e saúde das pessoas, manutenção e melhora da qualidade de vida das mesmas.Na esclerose múltipla, HÁ TERAPIAS INDISPENSÁVEIS para serem efetivadas permanentemente. Tal tratamento começa pela AÇÃO PREVENTIVA.

 

 

São Jose, 1º de setembro de

2008.

Cristiane Rozicki

Melhor prevenir do que remediar. Prevençao e Cura de doenças neurodegenerativas e autoimunitarias é real.

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha – junho/2012

http://www.youtube.com/watch?v=cIwIWim4hNM&list=UU5grjCGNi25VAR8J0eVuxVQ&index=4&feature=plcp

Prevençao e Cura de doenças neurodegenerativas e autoimunitarias,

Esclerose múltipla, distúrbio metabólico

 

Nos países eslavos, a população movimenta-se para que o governo forneça as vitaminas, especialmente a D. Nos EUA, os cientistas requerem ao governo – ver a Times -,  a suplementação de vitamina D para assegurar a população do desenvolvimento de varias doenças, alem da esclerose múltipla, o cancro, as diabetes e outras autoimunes. Custa mais caro, em termos de desperdício em recursos financeiros e humanos, deixar uma nação com altos índices de pessoas doentes, do que investir na Medicina Preventiva e oferecer uma dieta verdadeiramente saudável.

No entanto, hoje, desde 2003 com certeza,  já se sabe que doenças neurodegenerativas, e.m. assim como o mal de Parkinson, não são doenças transmissíveis e não são causadas por vírus. Ainda, tais doenças não são o resultado da autoimunidade unicamente. Na verdade, trata-se de algo simples e de fácil solução. A neurodegeneração é  resultado de distúrbio metabólico. Há meio de prevenir a degeneração do sistema nervoso central: basta exame de dosagem das vitaminas no sangue – como a B2 ou Riboflavina, a D – e a eliminação de outros fatores desencadeantes: evitar o desgaste emocional e eliminar da dieta alimentar a carne vermelha.

Baixos índices de vitamina D no sangue estão diretamente associados ao estresse emocional ou sofrimento. Em casos de doenças auto-imunitárias, tais como a esclerose múltipla, artrite reumatoide, psoriase, hipertireoidismo, hipotireoidismo, lupus, vitiligo, por exemplo, existe deficiência de vitamina D confirmada em exames de sangue.

◊ Dr. Cícero Galli Coimbra
Médico Neurologista e Professor Livre-Docente
Departamento de Neurologia e Neurocirurgia – Universidade Federal de São Paulo – Unifesp/EPM – Sofrimento emocional. – Em defesa da administração de doses elevadas de riboflavina associada à eliminação dos fatores desencadeantes no tratamento (…).
Disponivel em
http://www.unifesp.br/dneuro/nexp/riboflavina/c.htm

◊ Parkinson – riboflavin and the elimination of dietary red meat promote the recovery
Abstract:
“Abnormal riboflavin status in the absence of a dietary deficiency was detected in 31 consecutive outpatients with Parkinson’s disease (PD), while the classical determinants of homocysteine levels (B6, folic acid, and B12)… received riboflavin orally (30 mg)”.
Disponivel em
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-879X2003001000019&lng=pt&nrm=iso

 

POR Dr. Cícero Galli Coimbra

 

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla*

 

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/08/03/vitamina-d-pode-revolucionar-o-tratamento-da-esclerose-multipla/

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla* « Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

http://www.caasp.org.br/Noticias.asp?cod_noticia=1679

*Matéria publicada originalmente no Jornal do Advogado, edição de maio de 2010.

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A Entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra. Evitar o envelhecimento e a perda de neuronios. Cura de doenças neurodegenerativas e autoimunitarias

http://mais.uol.com.br/view/85r7d735pwrw/sistema-nervoso-0402336EE4B96346?types=Ahttp://mais.uol.com.br/view/85r7d735pwrw/sistema-nervoso-0402336EE4B96346?types=A

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POR Dr. Cícero Galli Coimbra

“Pesquisas do Mount Sinai Hospital, do Canadá, indicariam que doenças como transtorno bipolar, autismo, mal de Alzheimer e esquizofrenia são mais comuns em pessoas que nascem em estações do ano como outono e inverno, quando receberiam menos sol, isto é, uma quantidade menor da fonte natural de vitamina D.”

 

Vitamina D é importantíssima para a saúde

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/09/22/vitamina-d-e-importantissima-para-a-saude/


“Estudos realizados no Brasil e no exterior apontam a importância da substância na prevenção e no tratamento do câncer, diabetes e de doenças neurológicas, cardiovasculares e até degenerativas, como a esclerose múltipla.”

“Antigamente indicada para evitar o raquitismo na infância (quem não ouviu falar do famoso óleo de fígado de bacalhau?), a ciência ‘redescobre’ a vitamina D como poderoso preventivo da osteoporose e outras doenças do envelhecimento. “Pesquisas recentes também revelaram a ação positiva da substância nos sistemas nervoso e imununológico”, diz o neurologista Cícero Galli Coimbra, coordenador do Laboratório de Fisiopatologia Clínica e Experimental da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Coimbra destaca que apenas sobre a esclerose múltipla, por exemplo, existem cerca de 700 artigos médicos internacionais, que atribuem a essa vitamina o papel de estimular as conexões dos neurônios. “Isso sem falar de estudos que mostram também a sua contribuição para a melhoria da qualidade de vida dos portadores de câncer, artrite reumatóide, vitiligo, psoríase, hiper e hipotireoidismo, entre outras patologias”, acrescenta.”

 

A Vitamina D é importantíssima para a saúde 22/09/2009
Estudos realizados no Brasil e no exterior apontam a importância da substância na prevenção e no tratamento do câncer, diabetes e de doenças neurológicas, cardiovasculares e até degenerativas, como a esclerose múltipla
.

http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/a-prevencao-de-doencas-neurodegenerativas/

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A importância da colina para a regeneração neuronal
A colina é especialmente importante na gravidez. “Vários estudos já mostraram que ela é tão ou mais importante do que o ácido fólico durante a gestação

 Cícero Galli Coimbra

http://veja.abril.com.br/041006/p_104.html

 Vitamina D ajuda a prevenir diabetes, câncer, hipertensão e infecções

http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u648076.shtml

Ovo é o principal alimento para produção de novas células

22/09/2009 — publicado por Celso Galli Coimbra

Fonte: Dr. Cícero Galli Coimbra

Disponível em

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/09/22/ovo-e-o-principal-alimento-para-producao-de-novas-celulas

Vitamina D – o elo que faltava para quem sofre de esclerose múltipla

 Thursday, 10 December 2009 Quinta-feira dezembro 10, 2009 The MS 24 Hour Telephone Counselling Service 0800 783 0518 (then press 1) O MS 24 horas Serviço de Aconselhamento Telefone 0800 783 0518 (em seguida, prima 1)

Scotland is thought to have the highest rate of MS in the world. A Escócia é pensado para ter a maior taxa de MS no mundo.

 

traduçao do Google:
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.msrc.co.uk/index.cfm/fuseaction/show/pageid/1334&ei=WOAgS-TRNY6muAfY6-zKCg&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=3&ved=0CBcQ7gEwAg&prev=/search%3Fq%3DVitamin%2BD%2B-%2Bthe%2Blink%2Bthat%2Blacked%2Bfor%2Bpatients%2Bwith%2Bmultiple%2Bsclerosis.%26hl%3Dpt-BR

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Investigadores chamaram uma pesquisa da vitamina D das áreas mais promissoras de investigação das causas e possíveis curas para a esclerose múltipla.

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“Vitamin D acts as an immune modulator,” Banwell said. “On our immune cells there are what are known as receptors, a docking mechanism, for vitamin D. In MS, there are many lines of evidence that immune cells are not regulated properly.”
“A vitamina D age como um modulador imune”, Banwell disse. “Em nossas células do sistema imunológico, há o que são conhecidas como receptores, um mecanismo de encaixe, para a vitamina D. Em MS, há muitas linhas de evidências de que células do sistema imunológico não está devidamente regulamentada “.

 

“The Canadian findings are very exciting and raise the possibility of targeting children at risk of MS and preventing some of the disease,” said vitamin D researcher Oliver Gillie. “Os resultados do Canadá são muito emocionantes e aumentar a possibilidade de orientar as crianças em risco de MS e prevenir algumas das doenças”, disse o pesquisador da vitamina D Oliver Gillie.

 

Other sources disagree with the Marshall team :
http://www.msrc.co.uk/index.cfm?fuseaction=show&pageid=2421
http://www.imminst.org/forum/index.php?s=a0732c938651d5c40cc70a19b6e17e08&showtopic=20104&pid=221424&st=0&#entry221424
http://www.bmj.com/cgi/eletters/329/7457/112-b
http://stuff.mit.edu/people/london/universe.htm
http://stuff.mit.edu/people/london/universe.htm
fonte
THE MULTIPLE SCLEROSIS CENTRE

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Sítio canadense sobre e.m. DIRECT-MS

“Este site foi criado principalmente para fornecer confiança, baseada na informação cientifica sobre o papel que os fatores nutricionais desempenham em MS para permitir que as pessoas afectadas pelo MS possam tomar uma decisão informada sobre se utilizam ou não as estratégias nutricionais para controlar a doença e impedir que a ocorrência da doença afete entes queridos.”

Ashton Embry, Ph.D. Ashton Embry, Ph.D.
Calgary, Canada

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.direct-ms.org/&ei=tqVxS4eOKc2KuAfPxIjUDA&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=1&ved=0CA0Q7gEwAA&prev=/search%3Fq%3Dhttp://www.direct-ms.org/%26hl%3Dpt-BR%26client%3Dfirefox-a%26rls%3Dorg.mozilla:pt-BR:official%26hs%3DJ8u

“Fatores nutricionais e suplementares relacionados à esclerose múltipla. http://www.direct-ms.org/

[…] é importante passar a fazer escolhas informadas e seguras com respeito a entrada nutricional e seleção de comida. Os benefícios potenciais da pesquisa planejada para pessoas com MS são enormes.”

“Vitamina D Supplementaçao na Luta Contra a Esclerose Múltipla.”

DIRIGIR-MS

5119 Brockington Rd. NW

Calgary, AB, T2L 1R7, Canada

O potencial terapêutico da vitamina D para a esclerose múltipla.

 Prevençao e Cura de doenças neurodegenerativas e autoimunitarias é real.

A cura para as doenças recebe pesquisa em todo o mundo com as mais avançadas técnicas da medicina, como terapias genéticas, implantes cerebrais e experiências homicidas com transplantes de células-tronco de embriões humanos.

No entanto, brasileiros não recebem o tratamento eficaz, como a cura da doença de Parkinson, noticia desde 2003 na mídia científica. A terapia é simples, tem baixo custo, não é invasiva e não usa de alternativas homicidas. Por tudo isso já devia estar ao alcance de todos há tempos. E a saúde pública do Brasil nada faz.

 

No Brasil, quantos mais morrerão assistindo ao desfile estúpido de mentiras e corrupções escandalosas desde a corrupção da informação cientifica aos desvios do erário publico. A vida humana tem inicio na concepção.

“É interessante notar que as geografias de raquitismo (Hess,
1929) e MS são muito semelhantes,
a geografia do aquitismo levou Sniadecki (citado por Holick, 1995) sugerir em 1822 que o sol pode curar o raquitismo.”

” Lamentavelmente, diz Hayes, o raquitismo continuou a aleijar crianças por um século inteiro antes de investigadores demonstrarem os benefícios da luz solar ou óleo de fígado de bacalhau (Hess & Unger, 1921; Chick et al. 1922). Hoje o óleo de fígado de bacalhau tornou-se a proteção do “inverno” para as crianças que vivem em latitudes setentrionais.”

 

A evidência de que a vitamina D pode ser um inibidor natural de MS é irresistível. Examinando o benefício da suplementação de vitamina D para a prevenção de MS, a recusa desta verdade vai exigir um grande esforço por parte da comunidade científica, mas é claramente justificada diante dos atuais investimentos político-economicos.”

Colleen E. Hayes

Department of Biochemistry, University of Wisconsin-Madison, 433 Babcock Drive, Madison, Wisconsin 53706, USA

“Vitamin D: a natural inhibitor of multiple sclerosis”

Disponivel em http://journals.cambridge.org/action/displayFulltext?type=1&fid=796912&jid=PNS&volumeId=59&issueId=04&aid=796900

Cristiane Rozicki

cr.rozicki@gmail.com

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Agencias governamentais e políticas de experimentos médicos em seres humanos – CIA Gone Wild

Estratégias história bizarra de LSD e  maconha – Agencias governamentais e políticas de experimentos médicos em seres humanos. Cidadãos inconscientes ou incapazes são os pobres, pessoas usadas em experiências que levam ao desenvolvimento de técnicas empregadas ainda hoje de controle da mente. Entre os detalhes revelados são os esforços para armar o LSD para em campo de batalha e testes injustos em civis inocentes, incluindo crianças. Experimentação científica e médica nas áreas de Controle da Mente, Operações Psicológicas, Interrogatório, Tortura, Psico-Armamento, armas Químicas e Biológicas para matar.  Os fatos sujos da história da CIA estratégias militares de 1950 e da Guerra Fria.


Hank Albarelli to speak in NYC!

I’m delighted to announce that Hank Albarelli will be speaking, and signing copies of his
staggering new book, A Terrible Mistake, at the McNally Jackson Bookstore on Monday,
May 10, at 7:00 p.m.
The store is at 52 Prince St., b/t Lafayette and Mulberry.
Be there or be square!
MCM
CIA Gone Wild

H. P. Albarelli’s True Thriller: A Terrible Mistake – The Murder of Frank Olson and the CIA’s Secret Cold War Experiments. A Runaway Best Seller

This book is like an ticking time bomb on the CIA. The CIA Used Innocent Men, Women and Children as Innocent Human Guinea Pigs in LSD Experiments? And Worse.

Taking on the CIA is not for the faint of heart. It takes toughness, tenacity, and an undisputed moral compass. It’s those core values that compelled Hank Albarelli Jr. to spend ten years uncovering the dark truths in his formidable expose: A Terrible Mistake – The Murder of Frank Olson and the CIA’s Secret Cold War Experiments.

This book reveals a rogue government agency whose defining characteristic is dirty, scorched-earth policies carried out at any cost. It brings to light of day important new information from the 1950′s heyday of Olson’s work, delving into military and CIA Cold War experimentation, information which Olson’s death was intended to bury. Unwitting citizens were the subjects of mind-control experiments which lead to the development of techniques still employed today at Black Sites around the world. Among the details revealed are efforts to weaponize LSD for battlefield use and unconscionable tests on innocent civilians, including children.

Albarelli takes the mystery out of the darkest corners in CIA’s history – and he relates the story with character, with conviction, and with the blinders off. This is a riveting read, his text, defiantly disturbing, his writing style passionately grounded in reality; the whole, mesmerizingly capable of big, smacking, rhetorical home runs.

The scenes in his book are filled with characters deep into intrigue, their identity always in flux, like floating human jello. And yet these people, some, we discover, still in power, have the ability to tear somebody in two like they were a slice of bread. The conclusions of his detective work fit together like sword and scabbard. The book reads like fiction, yet we are reminded over and over again that we are dealing with long-denied truths.

The hard dirty facts of the CIA’s history come alive as you obsessively turn the pages. You’re riveted as he explores 1950′s Military and CIA Cold War Scientific and Medical experimentation in the fields of Mind Control, Psychological Operations, Interrogation, Torture, Psycho-Weaponry, Chemical and Biological Assassination .

Albarelli has racked 10 years of rough mileage researching this book, culling over 100,000 pages of classified documents, his track record cratered with deliberate potholes created by the Manhattan district attorney’s office, which was also investigating the case, was nothing less than an exercise in squaring off with subterfuge.

I won’t reveal the mystery Albarelli solves, i.e., who killed Frank Olson and why, but the long build-up describing the various covert operations of the intelligence agencies, well-documented in the book, builds to a startling pay-off.

Albarelli gives his readers so much juicy information, a veritable tsunami of exposed secrets and incrementing evidence. He details a myriad of CIA drug experiments and exposes a large number of previously anonymous physicians and business officials who contracted with the agency. The experiments resulted in the deaths of a number of people, permanently destroying the minds of others and sending many more seeking medical help.

The human faces of evil come alive. We become acquainted with some of the Agency’s creepiest characters including: Dr. Sidney Gottlieb, head of the notorious MKULTRA program, whose mind control techniques included extensive use of LSD; the evil psychiatrist Dr. Harold Abramson; various Corsican mafia kingpins; and the ultimate spy, Pierre Lafitte who was not only ignominiously descended from the famous pirate captain, Jean Lafitte, he was also a paid CIA assassin, who just happened to be working as a bellman at the Statler Hotel the night Olson plunged to his death on a November night in 1953.

Frank Olson’s short descent from respected biochemist to an obituary footnote didn’t take long. But, there are no statute-of-limitations on murder.

What did Dr. Olson, a CIA scientist himself, do to deserve such a violent demise? After having been previously dosed with LSD, Olson crashed through a closed and shaded 10th story window of the Hotel Statler on 7th Ave in Manhattan. It was called a suicide. In the 1970′s Dick Cheney and Donald Rumsfeld succeeded in blocking his family’s request for a new investigation into his death. Later, the Bush administration pushed for the legalization of some of the very torture techniques they had so successfully protected in the 1970′s.

Whose secrets were being protected?

Hank Albarelli’s chiller of a thriller “A Terrible Mistake, the Murder of Frank Olson and the CIA’s Secret Cold War Experiments”, a 900+ page volume based on over 100,000 pages of documents and interviews show how Frank Olson was actually murdered.

Why? The CIA was hell-bent on perfecting mind control techniques, including the creation of a “truth drug,” for use in interrogation of captured enemy operatives and to root out “the enemies within”.

Beginning in the 1940s Project BLUEBIRD began. These experiments were used on American citizens held captive in mental hospitals, without informed consent. The CIA also birthed synthetic THC, the active ingredient in marijuana, used in Project MKULTRA using human beings as guinea pigs with LSD and hypnosis.

A TERRIBLE MISTAKE reads like a roadmap to the drug culture of the 1960s and beyond. This investigation of unprecedented depth, including numerous first hand interviews, links yesteryear’s electric KoolAid with today’s “shock doctrine.”

In 1995, when Albarelli began to seriously investigate the strange death of Dr. Olson, 42, little did he suspect his investigations would span over 10 years and take him down the rabbit hole of history into the CIA’s deep involvement with drugs. Encountering fierce opposition from varied and surprising forces, he persisted, learning for himself the harsh lessons one gains in the pursuit of truth.

The seemingly unrelated mysteries of Dr. Olson’s strange “suicide” in New York City in 1953 and the bizarre hallucinogenic outbreak in a small French village in August 1951 have independently provoked and perplexed serious investigators as related in countless accounts on the Internet and televised news features and documentaries for decades. While Olson’s death has long been suspect, little was offered in the way of real evidence, which now smacks of a classic government cover up which for years went undetected in the innocence of pre Vietnam 1950′s America. Now, Olson’s death can be definitively ruled a murder and the French outbreak explained as a sloppy military maneuver which resulted in the callous disregard of hundreds of innocent unwitting lives, some of whom took their own lives as an escape from the horror, others were doomed to a subsequent lifetime of insanity.

http://www.dailykos.com/story/2010/1/24/818682/-A-Terrible-Mistake:
The shocks never stop.
In late 1953 a high-ranking official of the Sandoz Chemical Company meeting with a CIA official made a startling revelation, that the 1951 so-called ergot outbreak in the French town of Pont St. Esprit was actually the result of a planned and secret biochemical experiment which resulted in the deaths of five people and also caused 300 people to seek medical care or to be placed in insane asylums for treatment. At the outset of Albarelli’s investigation, the outbreak was but a minor footnote in the bizarre history of LSD, but over time, fueled by the receipt of several never-before viewed CIA and White House documents it became amply apparent that the two events were inextricably connected.

* The cursed bread of Pont-Saint-Esprit 50 years ago has turned out to have been a CIA mind control experiment.

It happened in 1951, a quiet little village in France become struck with a sudden wave of hallucinations and insanity. It had been believed for some time that the incident was caused by accidental bread poisoning but an investigative journalist now believes that it had actually been an intentional experiment conducted by the CIA during the cold war.

[hank Albarelli Did the CIA test LSD in the NYC Subway System 1

 
 
Hank Albarelli falar em NYC!
Estou muito feliz em anunciar que Hank Albarelli estará falando, e assinando cópias de seu novo livro surpreendente, um erro terrível, na Livraria McNally Jackson na segunda-feira, 10 de maio, às 19:00
A loja é de 52 Príncipe St., b / t Lafayette e Mulberry.

MCM
CIA Gone Wild

Suspense verdadeira HP Albarelli é: um terrível engano – O Assassinato de Frank Olson e secreto da CIA Experimentos Guerra Fria. Um best-seller
Este livro é como uma bomba-relógio na CIA. A CIA Usado Inocêncio Homens, mulheres e crianças como inocentes cobaias humanas em experiências de LSD? E pior. 


Assumindo a CIA não é para os fracos de coração. Leva resistência, tenacidade e uma bússola moral indiscutível. São esses valores essenciais que compeliu Hank Albarelli Jr. para passar 10 anos descobrir as verdades escuras em sua formidável expor: um erro terrível – O Assassinato de Frank Olson e secreto da CIA Experimentos Guerra Fria. Este livro revela uma agência do governo desonestos cuja característica principal é suja, de terra arrasada políticas levadas a cabo a qualquer custo. Ela traz à luz de informações importantes novo dia de 1950 auge do trabalho de Olson, investigando militares e experimentação Guerra Fria CIA, as informações que a morte de Olson foi destinado a enterrar. Cidadãos inconscientes foram os temas de controle da mente experiências que levam ao desenvolvimento de técnicas empregadas ainda hoje em Sites preto ao redor do mundo. Entre os detalhes revelados são os esforços para armar o LSD para uso no campo de batalha e testes injusto para os civis inocentes, incluindo crianças. Albarelli acaba com o mistério do cantos mais escuros da história da CIA – e ele relata a história com o personagem, com convicção, e com a venda dos olhos. Esta é uma leitura fascinante, seu texto, desafiadoramente perturbador, seu estilo de escrita apaixonadamente fundamentada na realidade, o todo, mesmerizingly capaz de grandes, batendo, home runs retórica. 

 
As cenas em seu livro é repleto de personagens profundamente na intriga, a sua identidade sempre em fluxo, como gelatina humana flutuante. E ainda assim essas pessoas, algumas, descobrimos, ainda no poder, têm a capacidade de rasgar alguém em dois como se fossem uma fatia de pão. As conclusões de seu trabalho de detetive se encaixam como espada e bainha. O livro lê-se como ficção, ainda somos lembrados de uma e outra vez que estamos lidando com uma longa negado verdades.                     


Os fatos sujos da história da CIA vir vivo como você obsessivamente virar as páginas. Você está rebitado como ele explora de 1950 militares e da CIA Guerra Fria experimentação científica e médica nas áreas de Controle da Mente, Operações Psicológicas, Interrogatório, Tortura, Psico-Armamento, Química e Biológica Assassination.

 
Albarelli acumulou 10 anos de quilometragem aproximada pesquisando este livro, o abate de mais de 100.000 páginas de documentos classificados, seu histórico de crateras de buracos deliberada criado pelo escritório do distrito de Manhattan advogado, que também estava investigando o caso, foi nada menos do que um exercício de quadratura fora com subterfúgio. 


Não vou revelar o mistério Albarelli resolve, ou seja, que matou Frank Olson e porquê, mas a longo build-up descrevendo as diversas operações secretas das agências de inteligência, bem documentado no livro, constrói um surpreendente pay-off.


Albarelli dá seus leitores tanta informação suculento, um verdadeiro tsunami de segredos expostos e as provas de incremento. Ele detalha uma miríade de experiências com drogas CIA e expõe um grande número de médicos anteriormente anônimo e funcionários de empresas que contratou com a agência. Os experimentos resultou na morte de um número de pessoas, destruindo permanentemente a mente dos outros e enviar muitos mais procuram ajuda médica.


Os rostos humanos do mal vir vivo. Nos familiarizamos com alguns dos mais arrepiantes personagens da Agência, incluindo: Dr. Sidney Gottlieb, chefe do programa MKULTRA notório, cuja mente técnicas de controle da mente incluíram o uso extensivo de LSD; o mal psiquiatra Dr. Harold Abramson; vários chefões da máfia da Córsega, e o máximo espião, Pierre Lafitte, que não foi apenas ignominiosamente desceu do famoso pirata capitão, Jean Lafitte, ele também era um assassino pago CIA, que passou a ser apenas trabalhando como carregador no Hotel Statler a Olson noite mergulhou para a morte em um novembro noite, em 1953.


Descida curta Frank Olson do bioquímico respeitada a uma nota obituário não demorou muito. Mas, não há lei-de-limitações em assassinato.
O que Dr. Olson, um cientista da CIA si mesmo, para merecer tal morte violenta? Depois de ter sido previamente tratados com LSD, Olson caiu através de uma janela história fechada e sombreada 10 do Statler Hotel no dia 7 de Ave, em Manhattan. Foi chamado um suicídio. Na década de 1970 Dick Cheney e Donald Rumsfeld conseguiu bloquear pedido de sua família para uma nova investigação sobre sua morte. Mais tarde, o governo Bush pressionou para a legalização de algumas das técnicas de tortura muito eles tinham tanto sucesso protegidos em 1970.
Cujos segredos foram sendo protegido?
Chiller Hank Albarelli de um thriller “um erro terrível, o assassinato de Frank Olson e secreto da CIA Experimentos Guerra Fria”, um 900 + volume de páginas com base em mais de 100.000 páginas de documentos e entrevistas mostram como Frank Olson foi realmente assassinado.


Por quê? A CIA foi que teimam em aperfeiçoar técnicas de controle mental, incluindo a criação de um “soro da verdade”, para uso em interrogatórios de agentes inimigos capturados e para acabar com “os inimigos de dentro”. Início na década de 1940 do Projeto BLUEBIRD começou. Estes experimentos foram usados ​​em cidadãos norte-americanos mantidos em cativeiro em hospitais psiquiátricos, sem o consentimento informado. A CIA também birthed THC sintético, o ingrediente ativo da maconha, usada em Projeto MKULTRA usando seres humanos como cobaias com LSD e hipnose. Um erro terrível lê como um roteiro para a cultura da droga dos anos 1960 e além. Esta investigação de profundidade sem precedentes, incluindo inúmeras entrevistas em primeira mão, Koolaid elétrica ligações de ontem com a de hoje “doutrina de choque” elétrico. Em 1995, quando começou a Albarelli investigar seriamente a estranha morte do Dr. Olson, 42 anos, ele pouco fez suspeitar de suas investigações atravessaria mais de 10 anos e levá-lo para baixo o coelho buraco da história em profundo envolvimento da CIA com drogas. Encontrando forte oposição das forças variada e surpreendente, ele persistiu, aprendendo por si mesmo as duras lições se ganha na busca da verdade.
Os mistérios aparentemente sem relação de “suicídio” Dr. Olson é estranho, em Nova York em 1953 eo surto alucinógeno bizarra em uma pequena aldeia francesa em agosto de 1951 tem provocado de forma independente e perplexos pesquisadores sérios como relacionados em inúmeros relatos na internet e reportagens na televisão e documentários durante décadas. Embora a morte de Olson tem sido suspeito, pouco foi oferecido na forma de evidência real, que agora cheira a uma capa clássica de governo que durante anos não foi detectada na inocência de pré Vietnam EUA em 1950. Agora, a morte de Olson podem ser definitivamente descartada um assassinato eo surto francês explicou como uma manobra malfeita militar que resultou no desprezo de centenas de inocentes vidas inconscientes, alguns dos quais tiraram suas próprias vidas como uma fuga do horror, outros foram condenados a uma vida posterior de insanidade.

 
http://www.dailykos.com/story/2010/1/24/818682/-A-Terrible-Mistake: 


Os choques nunca parar.
Falecido em 1953 um funcionário de alto escalão da reunião Chemical Company Sandoz com um oficial da CIA fez uma revelação surpreendente, que o surto de 1951 ergot chamados na cidade francesa de St. Esprit Pont foi realmente o resultado de um bioquímico planejada e secreto experimento que resultou na morte de cinco pessoas e também causou 300 pessoas a procurar assistência médica ou para ser colocado em manicômios para o tratamento. No início da investigação Albarelli, o surto foi, mas nota menor na história bizarra de LSD, mas com o tempo, alimentado pelo recebimento de várias CIA nunca antes vistos e documentos da Casa Branca tornou-se amplamente evidente que os dois eventos estavam inextricavelmente conectado.
* O pão maldito de Pont-Saint-Esprit de 50 anos acabou por ter sido uma experiência CIA controle da mente. 


Foi o que aconteceu em 1951, uma aldeia pacata na França se feriu com uma onda repentina de alucinações e insanidade. Acreditava-se há algum tempo que o incidente foi causado por envenenamento acidental pão, mas um jornalista investigativo acredita agora que tinha sido realmente uma experiência intencional realizado pela CIA durante a Guerra Fria.
hank Albarelli Será que o teste LSD CIA no metrô de NYC um Sistema

A noticia sobre 150 embrioes híbridos humanos cultivados em laboratórios no Reino Unido: Os embriões foram produzidos secretamente nos últimos três anos

 
A noticia sobre 150 embrioes híbridos humanos cultivados em laboratórios no Reino Unido: Os embriões foram produzidos secretamente nos últimos três anos 

livre traduçao e comentario

The revelation comes just a day after a committee of scientists warned of a nightmare ‘Planet of the Apes’ scenario in which work on human-animal creations goes too far.


Por Daniel Martin e Simon Caldwell Atualizado às 08h19 em 25 de julho, 2011
“Cientistas criaram mais de 150 embriões híbridos humanos em laboratórios britânicos.” “Os híbridos foram produzidos secretamente nos últimos três anos por pesquisadores olhando para possíveis utilidades para uma ampla gama de doenças, diz a matéria.” “A revelação vem apenas um dia depois de um comitê de cientistas alertou para o criaram mais de 150 embriões híbridos humanos – “Planet of the Apes” – um cenário grotesco em que a pesquisa em seres humanos e criações de embriões vai longe demais.”  
“A Fertilização e Embriologia Humana estão atualmente a considerar se os doadores podem ser pagos por seus serviços.”
 Um modo de conquistar doadores frescos ou congelados, ambos vivos.
 “Na noite passada, um militante contra os excessos da pesquisa médica disse que estava enojado que os cientistas estavam “engatinhando no grotesco”. “
 
 
De fato, a cura para doenças autoimunitarias, mal de Parkinson e Alzheimer, esclerose múltipla, cancro, diabetes e outras tantas que mais matam pessoas no mundo, já foi descoberta.
 
Em outubro de 2003 foi publica, no Brasil e no exterior, a informação medica-cientifica do artigo “High doses of riboflavin and the elimination of dietary red meat promote the recovery of some motor functions in Parkinson’s disease patients”, assinado por Cícero Galli Coimbra, professor do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da Universidade Federal de São Paulo, e por Virgínia Junqueira, do Centro de Estudos do Envelhecimento, da mesma universidade. A publicação deste artigo em Revista Medica Internacional foi decisiva para a erradicação do mal de Parkinson por terapia natural.
Braz J Med Biol Res, October 2003, Volume 36(10) 1409-1417
 
Em casos de doenças autoimunitárias, tais como a esclerose múltipla, artrite reumatoide, psoriase, hipertireoidismo, hipotireoidismo, lupus, vitiligo, por exemplo, existe deficiência de vitamina D confirmada em exames de sangue. Esta deficiência de vitamina D torna as pessoas mais supcetiveis à depressão e aos estados de sofrimento emocional, que são as condições adequadas à perda de massa neural, o envelhecimento do sistema nervoso. Por outro lado, a solução simples, para estas pessoas, é o consumo de altas doses de vitamina D. A vitamina D é capaz de produzir um estado de bem-estar indescritível, unida ao estado de tranquilização, permite a obtenção de uma condição de estabilização e recuperação do sistema nervoso. É importante que se saiba, em condições de equilíbrio — vitaminas deficientes complementadas e o aspecto emocional tranquilo –, voltam a nascer células-tronco, e novos neuronios, todos os dias.
 

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla  – artigo do Dr. Phd Cicero Galli Coimbra.

Vitamina D pode combater males que mais matam pessoas no mundo
 
“Vitamin D: a natural inhibitor of multiple sclerosis”
Colleen E. Hayes
Department of Biochemistry, University of Wisconsin-Madison, 433 Babcock Drive, Madison, Wisconsin 53706, USA
 
 
“O Daily Mail mostrou figuras de 155 embriões ‘misturados’, contendo material genético de animal humano, que foram criados desde a introdução da Lei de Fertilização Humana e Embriologia de 2008.”
 “Esta lei permitiu a criação de uma variedade de embriões humanos híbridos, incluindo um óvulo animal fertilizado por um espermatozóide humano; ‘híbridos’, em que um núcleo humano é implantado em uma célula animal; e variedades’, em que as células humanas são misturados com embriões de outros animais.”“Mais …
Hospital na esperança de economizar dinheiro diz que as famílias deixaram de visitar parentes doentes e, em vez de chamá-los SKYPE, usaram tais pacientes nas experiências” – TRINTA embriões foram criados para cada bebê – embrião – nascido pela fertilização in vitro  … e milhares são jogados fora…

 

Cuidado com “Planet of the Apes” experimentos que podem criar pesadelos vingados em experiências cientificas” …  
“Cientistas dizem que as técnicas podem ser usadas para desenvolver células-tronco embrionárias, que podem ser usadas para tratar uma série de doenças incuráveis.”

“Três laboratórios no Reino Unido – no Kings College London, University Newcastle e da Universidade de Warwick – foram concedidas licenças para realizar a investigação depois que a Lei entrou em vigor.” “Todos têm agora que parar de criar embriões híbridos, devido à falta de financiamento, mas os cientistas acreditam que haverá mais esse trabalho no futuro.”  
‘Centro de pesquisa: Universidade de Warwick tem vindo a crescer de animais híbridos humano ao longo dos últimos três anos “

“Ontem à noite ele disse: ‘eu argumentei no Parlamento contra a criação de híbridos humano-animal como uma questão de princípio. Nenhum dos cientistas que apareceu diante de nós pode nos dar qualquer justificativa em termos de tratamento. “
Eticamente, nunca podem ser justificáveis ​​– desacredita-nos como um país. É imiscuir-se no grotesco.” “A cada etapa a justificação dos cientistas foi: se você só nos permitem fazer isso, vamos encontrar a cura para todas as doenças conhecidas pela humanidade. Isso é chantagem emocional.
“Dos 80 tratamentos e curas que surgiram a partir de células-tronco, todos vieram a partir de células-tronco adultas – Não aquelas que são embrionárias.  “Por razões éticas e morais isso deve parar, e sobre as experiências científicas e médicas também.”


Josephine Quintavalle, da pró-vida Comment on Reproductive Ethics grupo, disse: “Estou horrorizado que isso está acontecendo e nós não sabíamos nada sobre isso.
‘Por que eles mantiveram esse segredo? Se eles estão orgulhosos do que estão fazendo, por que precisamos de fazer perguntas parlamentares para que isso venha à luz?
“O problema com muitos cientistas é que eles querem fazer as coisas porque querem experimentar. Isso não é uma razão boa o suficiente. ”

 
Centro de testes: Newcastle University foi outro site onde o teste híbrido humano animal foi levado a cabo
No início desta semana, um grupo de cientistas alertou sobre “Planet of the Apes” experimentos. Eles pediram novas regras para evitar que os animais de laboratório recebam atributos humanos, por exemplo através da injeção de células-tronco humanas no cérebro de primatas.

Mas o principal autor do seu relatório, o professor Robin Lovell-Badge, do Instituto Nacional do Medical Research Council ‘s de Pesquisa Médica, disse que os cientistas não estavam preocupados com humano-animal embriões híbridos porque pela lei, têm de ser destruídos em 14 dias .
Ele disse: “A razão para fazer estes experimentos é entender mais sobre o desenvolvimento humano inicial e chegar a formas de curar doenças graves, como um cientista e eu sinto que há um imperativo moral para prosseguir esta pesquisa.

“Enquanto temos controles suficientes – como fazemos neste país – nós devemos estar orgulhosos da pesquisa.”


No entanto, ele chamou para controles mais rigorosos sobre outro tipo de pesquisa com embriões, em que os embriões são implantados em animais com uma pequena quantidade de material genético humano. Híbridos humano-animal também são criados em outros países, muitos dos quais têm pouca ou nenhuma regulamentação.
 
 
 

História de Experimentos Humanos com crianças e adultos – ideologia industrial e limpeza social

Uma Breve História de Experimentos Humanos com crianças e adultos – ideologia industrial e limpeza social

A lei brasileira é inconstitucional, ver PNDH3 em

O PNDH-3 PREVE A LIBERAÇÃO DE CRIMES, fim do Estado de Direito.

e

Vida é o maior bem jurídico. Inconstitucionalidade no Brasil.

e

A indústria da morte: cenário frankenstein.

A Brief History of Human Experiments
There are many more black marks in our American history than the recent abuse at Abu Ghraib prison. Far too many.
Sadly, many of them are perfectly legal.
Did you know that your government has the right to experiment on you without your knowing it? I’m not sure whether this has been tested before the Supreme Court, mainly because we don’t know about it while it is occurring and we usually find out after the participants are all dead. So who’s left to find recourse?
CHEMICAL AND BIOLOGICAL WARFARE PROGRAM
“The use of human subjects will be allowed for the testing of chemical and biological agents by the U.S. Department of Defense, accounting to Congressional committees with respect to the experiments and studies.”
“The Secretary of Defense [may] conduct tests and experiments involving the use of chemical and biological [warfare] agents on civilian populations [within the United States].”
SOURCE
Public Law 95-79, Title VIII, Sec. 808, July 30, 1977, 91 Stat. 334.
In U.S. Statutes-at-Large, Vol. 91, page 334, you will find Public Law 95-79.
Public Law 97-375, title II, Sec. 203(a)(1), Dec. 21, 1982, 96 Stat. 1882.
In U.S. Statutes-at-Large, Vol. 96, page 1882, you will find Public Law 97-375.
We have to thank our volunteer researcher Rick Ensminger for providing all this information for us. He sure put in a lot of time compiling this. And Rick, like many others, believes that our entire medical system in this country is one big experiment. Again, you should read the History of Quackery and visit our pages Medical Fraud. As we pointed out in the article the History of Quackery, in 1978, the Office of Technology Assessment published a report that only 10 to 20% of all medical procedures in use at that time (and currently) have been shown by controlled experiments to be effective. They also state that nearly half of those procedures that had been studies, were not studied properly; the studies were, in fact, deeply flawed. You will find this entire publication online: Assessing the Efficacy and Safety of Medical Technologies. [http://www.wws.princeton.edu/~ota/disk3/1978/7805_n.html].
What prompted both Rick and I to focus on this particular subject were two stories he’d discovered. The first is located at: http://www.time.com/time/covers/1101020422/poisons.html
To summarize the article, dozens of Nebraskan college students in 1998 responded to an ad in their school newspaper claiming they could “earn extra money” by volunteering for a study. They were handed a 7 page consent form (which none read) and got a bottle of pills to take home.
The pills were made by Dow chemical. The trial was to prove that their top roach killing ingredient in Raid (chlorpyrifos) was safe.
Yes, these college students were ingesting pesticides for the Dow Chemical Corporation. Oh yes, and earning $460.00.
From the article:
Since 1997 pesticide makers have submitted more than a dozen human studies to the EPA. What has never been established, however, is whether it is acceptable—legally or ethically—to conduct clinical trials that offer no potential benefit to participants (other than monetary gain) and could end up harming individuals in the name of public health.
And:
Meanwhile, chemical companies could still be quietly conducting human trials. “There’s no telling because there’s no system for tracking studies that aren’t federally funded,” says Ken Cook, president of the Environmental Working Group, which opposes the pesticide tests. “There’s no protocol on how they should be conducted. We’re talking about the wild, wild West here.”
This is an amazing article. The head of a pharmaceutical company, Professor David Horrobin, came down with cancer and instead of using the drugs his company and many others have made for cancer, he opted for alternatives that are considered quackery by mainstream medicine. In the article, Dr Horrobin comes clean: “Drug trials are pointless…and unethical.” He goes on to say that volunteers have little chance of recovery.
This article is a must read. We are saving it here just in case it is ever removed from the web.
Before we begin listing our brief history of human experiments, please note that not all experiments on human beings are conducted without their informed consent, nor are they particularly harmful. Behaviorists would know very little without conducting human experiments. Some of the experiments we’ve listed below are monumental experiments, but some, sadly, are stupid, cruel, and senseless.
Hippocrates lived in the fifth century B.C. and is considered the Father of Medicine and the Father of Medical Ethics. He established the ethics and rules by which a physician must guide his practice, hence, the Hippocratic Oath. Though NOT in the oath, Hippocrates taught his students that the FIRST law by which all physicians must be guided is: 
“Primum non nocere.”
Or in English (you will find it on our home page) it goes: “First do no harm.”
1718
George I offers free pardon to any inmate of Newgate Prison who agrees to be inoculated with infectious small pox in variolation experiment. You can read about this in one of our history articles, in the section: The History of Innoculation
1796
Edward Jenner injects healthy eight-year-old James Phillips first with cowpox then three months later with smallpox and is hailed as discoverer of smallpox vaccine.
1845-1849
J. Marion Sims, the “Father of Gynecology” in the United States, conducts gynecological experiments on slaves in South Carolina. You can read more on Dr Sims in our Biographies
1865
French physiologist Claude Bernard publishes “Introduction to the Study of Human Experimentation,” advising: “Never perform an experiment which might be harmful to the patient even though highly advantageous to science or the health of others.
1874
Cincinnati physician Roberts Bartholow conducts brain surgery experiments on Mary Rafferty, a 30 year-old domestic servant dying of an infected ulcer.
1891
Prussian State legislates that a treatment for tuberculosis cannot be given to prisoners without their consent.
1892
Albert Neisser injects women with serum from patients with Syphilis, infecting half of them.
1896
Dr. Arthur Wentworth performs spinal taps on 29 children at Children’s Hospital in Boston to determine if procedure is harmful.
1897
Italian bacteriologist Sanarelli injects five subjects with bacillus searching for a causative agent for yellow fever.
1900
Walter Reed injects 22 Spanish immigrant workers in Cuba with the agent for yellow fever paying them $100 if they survive and $200 if they contract the disease.
1906
Dr. Richard Strong, a professor of tropical medicine at Harvard, experiments with cholera on prisoners in the Philippines killing thirteen.
1915
U.S. Public Health Office induces pellagra in twelve Mississippi prisoners. All the prisoners are, however, volunteers and after the experiment they are cured (with proper diet) and released from prison. You can read about it here, in our History of Vitamins
1919-1922
Testicular transplant experiments on five hundred prisoners at San Quentin
1931
Germany issues “Regulation on New Therapy and Experimentation” while 75 children die in Lubeck, Germany from pediatrician’s experiment with tuberculosis vaccine.
In America, Dr. Cornelius Rhoads, under the auspices of the Rockefeller Institute for Medical Investigations, infects human subjects with cancer cells. He later goes on to establish the U.S. Army Biological Warfare facilities in Maryland, Utah, and Panama, and is named to the U.S. Atomic Energy Commission. While there, he begins a series of radiation exposure experiments on American soldiers and civilian hospital patients.
1932
The Tuskegee Syphilis Study begins. 200 black men diagnosed with syphilis are never told of their illness, are denied treatment, and instead are used as human guinea pigs in order to follow the progression and symptoms of the disease. They all subsequently die from syphilis, their families never told that they could have been treated.
This is one subject we will cover in depth some day soon.
1935
The Pellagra Incident. After millions of individuals die from
Pellagra over a span of two decades, the U.S. Public Health Service finally acts to stem the disease. The director of the agency admits it had known for at least 20 years that Pellagra is caused by a niacin deficiency but failed to act since most of the deaths occurred within poverty-stricken black populations.
1938
Japanese immunologist Ishii Shiro (“Dr. Ishii”) conducts experiments with anthrax and cholera on Chinese prisoners in Harbin.
1939
Third Reich orders births of all twins be registered with Public Health Offices for purpose of genetic research.
1939-1945
Unit 731. Dr Ishii begins “field tests” of germ warfare and vivisection experiments on thousands of Chinese soldiers and civilians. Chinese people who rebelled against the Japanese occupation were arrested and sent to Pingfan where they became human guinea pigs; there is evidence that some Russian prisoners were also victims of medical atrocities. “I cut him open from the chest to the stomach and he screamed terribly and his face was all twisted in agony. He made this unimaginable sound, he was screaming so horribly. But then finally he stopped. This was all in a day’s work for the surgeons, but it really left an impression on me because it was my first time.” These prisoners were called ‘maruta’ (literally ‘logs’) by the Japanese. After succumbing to induced diseases — including bubonic plague, cholera, anthrax — the prisoners were usually dissected while still alive, their bodies then cremated within the compound. Tens of thousands died. The atrocities were committed by some of Japan’s most distinguished doctors recruited by Dr. Ishii.
1940
Four hundred prisoners in Chicago are infected with Malaria in order to study the effects of new and experimental drugs to combat the disease. Nazi doctors later on trial at Nuremberg will cite this American study to defend their own actions during the Holocaust.
1941
Sterilization experiments at Auschwitz.
1941-1945
Typhus experiments at Buchenwald and Natzweiler concentration camps.
1942-1945
According to congressional hearings held in Washington, D. C., in September 1986, former American POWs were among Ishii’s experimental subjects. The hearings produced a litany of horror stories told by former American POWs. http://www.researchprotection.org/history/chronology.html 
1942
Harvard biochemist Edward Cohn injects sixty-four Massachusetts prisoners with beef blood in U.S. Navy-sponsored experiment.
High altitude or low pressure experiments at Dachau concentration camp.
Chemical Warfare Services begins mustard gas experiments on approximately 4,000 servicemen. The experiments continue until 1945 and made use of Seventh Day Adventists who chose to become human guinea pigs rather than serve on active duty.
1942-1943
Bone regeneration and transplantation experiments on female prisoners at Ravensbrueck concentration camp.
Coagulation experiments on Catholic priests at Dachau concentration camp.
Freezing experiments at Dachau concentration camp.
1942-1944
U.S. Chemical Warfare Service conducts mustard gas experiments on thousands of servicemen.
1942-1945
Malaria experiments at Dachau concentration camp on more than twelve hundred prisoners.
1943
Epidemic jaundice experiments at Natzweiler concentration camp.
Refrigeration experiment conducted on sixteen mentally disabled patients who were placed in refrigerated cabinets at 30 degree Fahrenheit, for 120 hours, at University of Cincinnati Hospital., “to study the effect of frigid temperature on mental disorders.”
1942-1943
Phosphorus burn experiments at Buchenwald concentration camp.
In response to Japan’s full-scale germ warfare program, the U.S. begins research on biological weapons at Fort Detrick, MD.
1944
Manhattan Project injection of 4.7 micrograms of plutonium into soldiers at Oak Ridge.
Seawater experiment on sixty Gypsies given only saltwater to drink at Dachau concentration camp.
U.S. Navy uses human subjects to test gas masks and clothing. Individuals were locked in a gas chamber and exposed to mustard gas and lewisite.
1944-1946
University of Chicago Medical School professor Dr. Alf Alving conducts malaria experiments on more than 400 Illinois prisoners.
1945
Manhattan Project injection of plutonium into three patients at Billings Hospital at University of Chicago.
Malaria experiment on 800 prisoners in Atlanta.
Project Paperclip is initiated. The U.S. State Department, Army intelligence, and the CIA recruit Nazi scientists and offer them immunity and secret identities in exchange for work on top secret government projects in the United States.
“Program F” is implemented by the U.S. Atomic Energy Commission (AEC). This is the most extensive U.S. study of the health effects of fluoride, which was the key chemical component in atomic bomb production. One of the most toxic chemicals known to man, fluoride, it is found, causes marked adverse effects to the central nervous system but much of the information is squelched in the name of national security because of fear that lawsuits would undermine full-scale production of atomic bombs.
1946
U.S. secret deal with Ishii and Unit 731 leaders cover up of germ warfare data based on human experimentation in exchange for immunity from war-crimes prosecution. A top-secret U.S. Army Far East Command report on Thompson’s findings reads: “The value to the U.S. of Japanese biological weapons data is of such importance to national security as to far outweigh the value accruing from war-crimes prosecution.” A 1956 FBI memorandum reveals that by the mid-1950s the U.S. knew everything about Ishii’s human experiments but agreed not to prosecute in exchange for Japan’s scientific data on germ warfare. (In other words, when it comes to human torture and sacrifice, even of American POW’S, the ends justify the means as far as the U.S. Government is concerned….and, the U.S. Government placed a very high value on knowledge of efficient ways to kill large numbers of people )
Opening of Nuremberg Doctors Trial.
1946-1953
Atomic Energy Commission and Quaker Oats-sponsored study of Fernald, Massachusetts residents fed breakfast cereal containing radioactive tracers.
1946
Patients in VA hospitals are used as guinea pigs for medical experiments. In order to allay suspicions, the order is given to change the word “experiments” to “investigations” or “observations” whenever reporting a medical study performed in one of the nation’s veteran’s hospitals.
1946-1974
The Atomic Energy Commission authorized a series of experiments in which radioactive materials are given to individuals in many cases without being informed they were the subject of an experiment, and in some cases without any expectation of a positive benefit to the subjects, who were selected from vulnerable populations such as the poor, elderly, and mentally retarded children (who were fed radioactive oatmeal without the consent of their parents), and also from students at UC-San Francisco. In 1993, the experiments were uncovered and made public. In 1996, the United States settled with the survivors for 4.9 million dollars.
1947
Judgment at Nuremberg Doctors Trial including ten point
Nuremberg Code which begins: “The voluntary consent of the human subject is absolutely essential.”
Colonel E.E. Kirkpatrick of the U.S. Atomic Energy Commission issues a secret document (Document 07075001, January 8, 1947) stating that the agency will begin administering intravenous doses of radioactive substances to human subjects.
The CIA begins its study of LSD as a potential weapon for use by American intelligence. Human subjects (both civilian and military) are used with and without their knowledge.
1949
Intentional release of radiodine 131 and xenon 133 over Hanford Washington in Atomic Energy Commission field study called “Green Run.”
Soviet Union’s war crimes trial of Dr. Ishii’s associates.
1949-1953
Atomic Energy Commission studies of mentally disabled school children fed radioactive isotopes at Fernald and Wrentham schools.
1950
Department of Defense begins plans to detonate nuclear weapons in desert areas and monitor downwind residents for medical problems and mortality rates.
In an experiment to determine how susceptible an American city would be to biological attack, the U.S. Navy sprays a cloud of bacteria from ships over San Francisco.
Monitoring devices are situated throughout the city in order to test the extent of infection. Many residents become ill with pneumonia-like symptoms.
Dr. Joseph Stokes of the University of Pennsylvania infects 200 women prisoners with viral hepatitis.
1951-1960
University of Pennsylvania under contract with U.S. Army conducts psychopharmacological experiments on hundreds of Pennsylvania prisoners.
1951
Department of Defense begins open air tests using disease-producing bacteria and viruses. Tests last through 1969 and there is concern that people in the surrounding areas have been exposed.
1952-1974
University of Pennsylvania dermatologist Dr. Albert Kligman conducts skin product experiments by the hundreds at Holmesburg Prison; “All I saw before me,” he has said about his first visit to the prison, “were acres of skin.”
1952
Henry Blauer injected with a fatal dose of mescaline at Psychiatric Institute of Columbia University per secret contract with Army Chemical Corps.
1953
Newborn Daniel Burton rendered blind at Brooklyn Doctor’s Hospital during study on RLF and the use of oxygen
1953-1957
Oak Ridge-sponsored injection of uranium into eleven patients at Massachusetts General Hospital in Boston.
1953
U.S. military releases clouds of zinc cadmium sulfide gas over Winnipeg, St. Louis, Minneapolis, Fort Wayne, the Monocacy River Valley in Maryland, and Leesburg, Virginia. Their intent is to determine how efficiently they could disperse chemical agents.
Joint Army-Navy-CIA experiments are conducted in which tens of thousands of people in New York and San Francisco are exposed to the airborne germs Serratia marcescens and Bacillus glogigii. The germs and chemicals used by the Army and Navy posed known health risks before and during the time of testing. This is documented in scientific studies cited in The Eleventh Plague by Leonard A. Cole and in Cole’s previous book, Clouds of Secrecy: The Army’s Germ Warfare Tests Over Populated Areas.
CIA initiates Project MKULTRA at eighty institutions on hundreds of subjects. This is an eleven year research program designed to produce and test drugs and biological agents that would be used for mind control and behavior modification. Six of the subprojects involved testing the agents on unwitting human beings.
A declassified CIA document dated 7 Jan 1953[1] describes the experimental creation of multiple personality in two 19-year old girls. “These subjects have clearly demonstrated that they can pass from a fully awake state to a deep H [hypnotic] controlled state by telephone, by receiving written matter, or by the use of code, signal, or words, and that control of those hypnotized can be passed from one individual to another without great difficulty. It has also been shown by experimentation with these girls that they can act as unwilling couriers for information purposes.”
1953-1970
U.S. Army experiments with LSD on soldiers at Fort Detrick, Md.
1954-1974
U.S. Army study of 2300 Seventh-Day Adventist soldiers in 150 experiments code named “Operation Whitecoat.”
1955
The CIA, in an experiment to test its ability to infect human populations with biological agents, releases a bacteria withdrawn from the Army’s biological warfare arsenal over Tampa Bay, Fl.
1955-1958
Army Chemical Corps continues LSD research, studying its potential use as a chemical incapacitating agent. More than 1,000 Americans participate in the tests, which continue until 1958.
1956
U.S. military releases mosquitoes infected with Yellow Fever over Savannah, Ga and Avon Park, Fl. Following each test, Army agents posing as public health officials test victims for effects.
Dr. Albert Sabin tests experimental polio vaccine on 133 prisoners in Ohio.
1958
LSD is tested on 95 volunteers at the Army’s Chemical Warfare Laboratories for its effect on intelligence.
1958-1960
Injection of hepatitis into mentally disabled children at Willowbrook School on Staten Island in an attempt to find vaccine.
1958-1962
Spread of radioactive materials over Inupiat land in Point Hope, Alaska in Atomic Energy Commission field study code named “Project Chariot.”
1959-1962
Harvard Professor Henry A. Murray conducts psychological deconstruction experiment on 22 undergraduates including Theodore Kaczynski, the result of which, at least according to writer Alton Chase, may have turned Kaczynski into the Unabomber.
1960
The Army Assistant Chief-of-Staff for Intelligence (ACSI) authorizes field testing of LSD in Europe and the Far East. Testing of the European population is code named Project THIRD CHANCE; testing of the Asian population is code named Project DERBY HAT.
1962-1980
Pharmaceutical companies conduct phase one safety testing of drugs almost exclusively on prisoners for small cash payments.
1962
Thalidomide withdrawn from the market after thousands of birth deformities blamed in part on misleading results of animal studies; the FDA thereafter requires three phases of human clinical trials before companies can release a drug on the market.
Injection of live cancer cells into elderly patients at Jewish Chronic Disease Hospital in Brooklyn.
Stanley Milgram conducts obedience research at Yale University. We’ve talked of Milgram’s experiment in a previous newsletter, and there is a link to a great online video on the subject that is very good. 
1963
NIH supported researcher transplants chimpanzee kidney into human in failed experiment.
Linda MacDonald was a victim of Dr. Ewen Cameron’s destructive mind control experiments in 1963. Dr. Cameron was at various times president of the American, Canadian, and World Psychiatric Associations. He used a “treatment” which involved intensive application of these brainwashing techniques; drug disinhibition, prolonged sleep treatment, and prolonged isolation, combined with ECT [Electro Convulsive Therapy] treatments. The amount of electricity introduced into Linda’s brain exceeded by 76.5 times the maximum amount recommended. Dr. Cameron’s technique resulted in permanent and complete amnesia. To this day, Linda is unable to remember anything from her birth to 1963. As recorded by nurses in her chart, she didn’t know her name and didn’t recognize her children. She couldn’t read, drive, or use a toilet. Not only did she not know her husband, she didn’t even know what a husband was. A class action suit against the CIA for Dr. Cameron’s MKULTRA experiments was settled out of court for $750,000, divided among eight plaintiffs in 1988.
1962-1980
Pharmaceutical companies conduct phase one safety testing of drugs almost exclusively on prisoners for small cash payments.
1963-1973
Dr. Carl Heller, a leading endocrinologist, conducts testicular irradiation experiments on prisoners in Oregon and Washington giving them $5 a month and $100 when they receive a vasectomy at the end of the trial.
1964
World Medical Association adopts Helsinki Declaration, asserting “The interests of science and society should never take precedence over the well being of the subject.”
1965-1966
CIA and Department of Defense begin Project MKSEARCH, a program to develop a capability to manipulate human behavior through the use of mind-altering drugs.
University of Pennsylvania under contract with Dow Chemical conducts dioxin experiments: prisoners at the Holmesburg State Prison in Philadelphia are subjected to dioxin, the highly toxic chemical component of Agent Orange used in Viet Nam. The men are later studied for development of cancer, which indicates that Agent Orange had been a suspected carcinogen all along.
1966
CIA initiates Project MKOFTEN, a program to test the toxicological effects of certain drugs on humans and animals.
U.S. Army dispenses Bacillus subtilis variant niger throughout the New York City subway system. More than a million civilians are exposed when army scientists drop light bulbs filled with the bacteria onto ventilation grates.
Henry Beecher’s article “Ethics and Clinical Research” in New England Journal of Medicine.
U.S. Army introduces bacillus globigii into New York subway tunnels in field study.
NIH Office for Protection of Research Subjects (“OPRR”) created and issues Policies for the Protection of Human Subjects calling for establishment of independent review bodies later known as Institutional Review Boards.
1967
British physician M.H. Pappworth publishes “Human Guinea Pigs,” advising “No doctor has the right to choose martyrs for science or for the general good.”
CIA and Department of Defense implement Project MKNAOMI, successor to MKULTRA and designed to maintain, stockpile and test biological and chemical weapons.
1968
CIA experiments with the possibility of poisoning drinking water by injecting chemicals into the water supply of the FDA in Washington, D.C.
1969
Dr. Robert MacMahan of the Department of Defense requests from congress $10 million to develop, within 5 to 10 years, a synthetic biological agent to which no natural immunity exists.
1970
Funding for the synthetic biological agent is obtained under H.R. 15090. The project, under the supervision of the CIA, is carried out by the Special Operations Division at Fort Detrick, the army’s top secret biological weapons facility. Speculation is raised that molecular biology techniques are used to produce AIDS-like retroviruses.
United States intensifies its development of “ethnic weapons” (Military Review, Nov., 1970), designed to selectively target and eliminate specific ethnic groups who are susceptible due to genetic differences and variations in DNA.
1971
Dr. Zimbardo conducts Psychology of Prison Life experiment on students at Stanford University.
1973
Ad Hoc Advisory Panel issues Final Report of Tuskegee Syphilis Study, concluding “Society can no longer afford to leave the balancing of individual rights against scientific progress to the scientific community.”
1974
National Research Act establishes National Commission for the Protection of Human Subjects and upgrades OPRR Policies to Regulations to be known as “The Common Rule.”
1975
The virus section of Fort Detrick’s Center for Biological Warfare Research is renamed the Fredrick Cancer Research Facilities and placed under the supervision of the National Cancer Institute (NCI) . It is here that a special virus cancer program is initiated by the U.S. Navy, purportedly to develop cancer-causing viruses. It is also here that retrovirologists isolate a virus to which no immunity exists. It is later named HTLV (Human T-cell Leukemia Virus).
HHS promulgates Title 45 of Federal Regulations titled “Protection of Human Subjects,” requiring appointment and utilization of IRBs.
1976
National Urban league holds National Conference on Human Experimentation, announcing “We don’t want to kill science but we don’t want science to kill, mangle and abuse us.”
1977
Senate hearings on Health and Scientific Research confirm that 239 populated areas had been contaminated with biological agents between 1949 and 1969. Some of the areas included San Francisco, Washington, D.C., Key West, Panama City, Minneapolis, and St. Louis.
1978
Experimental Hepatitis B vaccine trials, conducted by the CDC, begin in New York, Los Angeles and San Francisco. Ads for research subjects specifically ask for promiscuous homosexual men.
1979
National Commission issues Belmont Report setting forth three basic ethical principles: respect for persons, beneficence, and justice.
1980
The FDA promulgates 21 CFR 50.44 prohibiting use of prisoners as subjects in clinical trials shifting phase one testing by pharmaceutical companies to non-prison population.
1981
First cases of AIDS are confirmed in homosexual men in New York, Los Angeles and San Francisco, triggering speculation that AIDS may have been introduced via the Hepatitis B vaccine.
1981
Leonard Whitlock suffers permanent brain damage after deep diving experiment at Duke University.
1985
According to the journal Science (227:173-177), HTLV and VISNA, a fatal sheep virus, are very similar, indicating a close taxonomic and evolutionary relationship.
1986
According to the Proceedings of the National Academy of Sciences (83:4007-4011), HIV and VISNA are highly similar and share all structural elements, except for a small segment which is nearly identical to HTLV. This leads to speculation that HTLV and VISNA may have been linked to produce a new retrovirus to which no natural immunity exists.
A report to Congress reveals that the U.S. Government’s current generation of biological agents includes: modified viruses, naturally occurring toxins, and agents that are altered through genetic engineering to change immunological character and prevent treatment by all existing vaccines.
1987
Department of Defense admits that, despite a treaty banning research and development of biological agents, it continues to operate research facilities at 127 facilities and universities around the nation.
Supreme Court decision in United States v. Stanley, 483 U.S. 669, holding soldier given LSD without his consent could not sue U.S. Army for damages.
1990
More than 1500 six-month old black and Hispanic babies in Los Angeles are given an “experimental” measles vaccine that had never been licensed for use in the United States. The Center for Disease Control later admits that parents were never informed that the vaccine being injected to their children was experimental.
The FDA grants Department of Defense waiver of Nuremberg Code for use of unapproved drugs and vaccines in Desert Shield.
1991
World Health Organization announces CIOMS Guidelines which set forth four ethical principles: respect for persons, beneficence, nonmalfeasance and justice.
Tony LaMadrid commits suicide after participating in study on relapse of schizophrenics withdrawn from medication at UCLA.
1994
With a technique called “gene tracking,” Dr. Garth Nicolson at the MD Anderson Cancer Center in Houston, TX discovers that many returning Desert Storm veterans are infected with an altered strain of Mycoplasma incognitus, a microbe commonly used in the production of biological weapons. Incorporated into its molecular structure is 40 percent of the HIV protein coat, indicating that it had been man-made.
Senator John D. Rockefeller issues a report revealing that for at least 50 years the Department of Defense has used hundreds of thousands of military personnel in human experiments and for intentional exposure to dangerous substances. Materials included mustard and nerve gas, ionizing radiation, psychochemicals, hallucinogens, and drugs used during the Gulf War.
1995
U.S. Government admits that it had offered Japanese war criminals and scientists who had performed human medical experiments salaries and immunity from prosecution in exchange for data on biological warfare research.
Dr. Garth Nicolson, uncovers evidence that the biological agents used during the Gulf War had been manufactured in Houston, TX and Boca Raton, Fl and tested on prisoners in the Texas Department of Corrections.
1996
Department of Defense admits that Desert Storm soldiers were exposed to chemical agents.
1997
Eighty-eight members of Congress sign a letter demanding an investigation into bioweapons use & Gulf War Syndrome.
1998
Three children die at St. Jude Children’s Hospital in Memphis during participation in clinical trial for acute lymphoblastic leukemia.
1999
Veterans Administration shuts down all research at West Los Angeles Medical Center after allegations of medical research performed on patients who did not consent.
OPRR shuts down research at Duke University because of inadequate supervision of human subject experiments..
Year-old Gage Stevens dies at Children’s Hospital in Pittsburgh during participation in Propulsid clinical trial for infant acid reflux.
18-year-old Jesse Gelsinger dies after being injected with 37 trillion particles of adenovirus in gene therapy experiment at University of Pennsylvania. His death triggers a still-ongoing reevaluation of the conflicts of interest plaguing human subject research.
2000
University of Oklahoma melanoma trial halted for failure to follow government regulations and protocol.
OPRR becomes Office of Human Research Protection (“OHRP”) and made part of the Department of Health and Human Services.
2001
Biotech company in Pennsylvania asks the FDA for permission to conduct placebo trials on infants in Latin America born with serious lung disease though such tests would be illegal in U.S.
Ellen Roche, a 24 year-old healthy volunteer, dies after inhaling hexamethonium in an asthma study at Johns Hopkins Medical Center. OHRP shuts down all research at Hopkins for four days.
Elaine Holden-Able, a healthy retired nurse, dies in Case Western University Alzheimer’s experiment financed by the tobacco industry.
2003
FDA reports that, for the past four years, experiments on cancer patients were conducted at Stratton Veterans Affairs Medical Center by Paul Kornak who had no valid medical license and who repeatedly altered data and committed numerous violations of the protocols..
As I told you above, Rick believes that Modern Medicine is the worlds largest and most corrupt human experiment ever conducted. He sent me another article [http://www.survivreausida.net/article5922.html] in which the president of Health Educations AIDS Liaison, an advocacy group for HIV parents, Michael Ellner states, “They are torturing these kids, and it is nothing short of murder,” referencing experimental treatment offered at Manhattan’s Incarnation Children’s Center in New York.
Biochemist Dr. David Rasnick, a visiting scholar at the University of California at Berkeley and an expert in AIDS medication, was outraged because the drugs, alone or combined, have “acute toxicity which could be fatal.”
He said the drugs’ side effects include severe liver damage, cancerous tumors, severe anemia, muscle wasting, severe and life-threatening rashes and “buffalo hump,” where fatty tissues accumulate behind the neck.
Rick adds:
What really makes this a horrible crime is that none of these children ever had AIDS until they started giving them the AIDS cocktails. These were kids that just tested positive for HIV antibodies which means absolutely nothing. The HIV lie is one of the biggest hoaxes in the world. Those antibodies are common and found in lots of people but more so in blacks than any other race. [I] Wonder what the intent here is?
Take away the AIDS drugs and the nitrate inhalers and AIDS would disappear. people aren’t dying from AIDS, they’re dying from the AIDS drugs.
They use antibodies as a marker for infection and then turn around and use the same antibodies as a marker for protection. If you’ve had a vaccination then antibodies mean protection. If you haven’t, then they mean infection.
Yes, Rick, it’s insane. Thanks for all the hard work.
References:
The Secret History of Anthrax; Declassified documents show widespread experimentation in ’40s, H.P. Albarelli Jr. www.WorldNetDaily.com  
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Uma Breve História de Experimentos Humanos
Existem muitas mais marcas negras na nossa história americana do que o abuso recente na prisão de Abu Ghraib.Longe demais.
Infelizmente, muitos deles são perfeitamente legais.
Você sabia que seu governo tem o direito de experimentar em você sem você saber?Eu não tenho certeza se este foi testado antes de o Supremo Tribunal Federal, principalmente porque não sabemos sobre ele enquanto ele está ocorrendo e que geralmente descobrir depois que os participantes estão todos mortos.Então, quem está à esquerda para encontrar o recurso?
QUÍMICA E PROGRAMA GUERRA BIOLÓGICA
“O uso de seres humanos será permitido para o teste de agentes químicos e biológicos pelo Departamento de Defesa dos EUA, respondendo às comissões do Congresso com relação aos experimentos e estudos.”
“O secretário de Defesa [pode] realizar testes e experimentos envolvendo o uso de químicas e biológicas [guerra] agentes sobre as populações civis [dentro dos Estados Unidos].”
FONTE
Direito Público 95-79, Título VIII, cap. 808, 30 de julho de 1977, 91 Stat. 334.
Nos EUA Estatutos-at-Large, vol. 91, página 334, você vai encontrar Direito Público 95-79.
Direito Público 97-375, título II, cap. 203 (a) (1), 21 de dezembro de 1982, 96 Stat. 1882.
Nos EUA Estatutos-at-Large, vol. 96, página 1882, você vai encontrar Direito Público 97-375.
Temos de agradecer aos nossos voluntários pesquisador Rick Ensminger para fornecer todas essas informações para nós.Ele se colocar em um monte de tempo compilando isso.Rick e, como muitos outros, acredita que todo o nosso sistema médico neste país é um grande experimento.Novamente, você deve ler o História do Charlatanismo e visitar nossas páginas Fraude Médica.Como assinalamos no artigo a História do Charlatanismo , em 1978, o Office of Technology Assessment publicou um relatório que apenas 10 a 20% de todos os procedimentos médicos em uso naquele tempo (e atualmente) tem sido demonstrado por experimentos controlados para ser eficaz.Eles também afirmam que quase a metade desses procedimentos que haviam sido os estudos, não foram estudados adequadamente; os estudos foram, de fato, profundamente falho.Você vai encontrar essa publicação on-line inteiro: Avaliação da Eficácia e Segurança de Tecnologias Médicas.[ http://www.wws.princeton.edu/ ~ ota/disk3/1978/7805_n.html ].
O que levou tanto Rick e eu a concentrar-se sobre este assunto em particular foram duas histórias que ele tinha descoberto.O primeiro está localizado em: http://www.time.com/time/covers/1101020422/poisons.html
Para resumir o artigo, dezenas de estudantes universitários Nebraskan em 1998 respondeu a um anúncio em seu jornal da escola alegando que poderia “ganhar dinheiro extra” pelo voluntariado para um estudo.Eles foram entregues um termo de consentimento 7 página (que ninguém lê) e tem um frasco de comprimidos para levar para casa.
Os comprimidos foram feitos pela Dow Chemical.O julgamento foi para provar que seu ingrediente matar barata no topo Raid (clorpirifós) foi segura.
Sim, esses estudantes universitários estavam ingerindo pesticidas para a Dow Chemical Corporation.Oh sim, e ganhando $ 460,00.
Do artigo:
Desde 1997, os fabricantes de pesticidas apresentaram mais de uma dúzia de estudos em humanos para a EPA. O que nunca foi estabelecido, porém, é se é aceitável-legal ou eticamente a realização de ensaios clínicos que não oferecem nenhum benefício potencial para os participantes (exceto o ganho monetário) e pode acabar prejudicando as pessoas em nome da saúde pública.
E:
Enquanto isso, as empresas químicas ainda poderia ser tranquilamente conduzindo testes em humanos. “Não há como dizer porque não há nenhum sistema para estudos de rastreamento que não são financiados pelo governo federal”, diz Ken Cook, presidente do Environmental Working Group, que se opõe à testes de pesticidas. “Não há nenhum protocolo sobre como devem ser conduzidas. Nós estamos falando sobre o Oeste selvagem, selvagem aqui.”
Este é um artigo surpreendente.O chefe de uma empresa farmacêutica, Professor David Horrobin, desceu com câncer e em vez de usar os medicamentos de sua empresa e muitos outros fizeram para o câncer, ele optou por alternativas que são consideradas charlatanismo pela medicina mainstream.No artigo, o Dr. Horrobin vem limpo: “testes de drogas são inúteis … e antiético.”Ele continua a dizer que os voluntários têm pouca chance de recuperação.
Este artigo é uma leitura obrigatória.Estamos salvando-o aqui apenas no caso de ser removido do web.
Antes de começarmos nossa lista breve histórico das experiências humanas, note que nem todas as experiências com seres humanos são realizadas sem o seu consentimento, nem são particularmente prejudiciais.Behavioristas se sabe muito pouco sem a realização de experimentos em humanos.Algumas das experiências que temos listados abaixo são experimentos monumental, mas alguns, infelizmente, são estúpidos, cruéis e sem sentido.
Hipócrates viveu no século V aC e é considerado o Pai da Medicina e que o Pai de Ética Médica.Ele estabeleceu a ética e regras pelas quais um médico deve guiar sua prática, portanto, o juramento de Hipócrates.Embora não no juramento, Hipócrates ensinou a seus alunos que a primeira lei pela qual todos os médicos devem ser guiados é:
“Primum non nocere”.
Ou em Inglês (você irá encontrá-lo em nossa home page) que diz: “Primeiro não cause danos”.
1718
George I oferece perdão gratuito a qualquer detento da prisão de Newgate, que concorda em ser inoculado com varíola infecciosas no experimento de inoculação da varíola. Você pode ler sobre isso em um dos artigos da nossa história, na seção: A História de Inoculação .
1796
Edward Jenner injeta saudável de oito anos de idade, James Phillips primeiro com cowpox em seguida, três meses depois com a varíola e é aclamado como o descobridor da vacina contra a varíola.
1845-1849
J. Marion Sims, o “Pai de Ginecologia” nos Estados Unidos, realiza experimentos ginecológico em escravos na Carolina do Sul. Você pode ler mais sobre o Dr. Sims em nossas biografias .
1865
Fisiologista francês Claude Bernard publica “Introdução ao Estudo de Experimentação Humana”, aconselhando: “Nunca realizar um experimento que pode ser prejudicial para o paciente, embora altamente vantajoso para a ciência ou a saúde de outros.
1874
Médico Cincinnati Roberts Bartholow conduz experimentos em cirurgia do cérebro Mary Rafferty, um servo anos 30 nacional morrendo de uma úlcera infectada.
1891
Prussiano Estado legisla que um tratamento para a tuberculose não pode ser dado a prisioneiros sem o seu consentimento.
1892
Albert Neisser injeta mulheres com soro de pacientes com sífilis, infectando a metade deles.
1896
Dr. Arthur Wentworth realiza punção lombar em 29 crianças no Hospital Infantil de Boston para determinar se o procedimento é prejudicial.
1897
Bacteriologista italiano Sanarelli injeta cinco indivíduos com o bacilo de procurar um agente causador da febre amarela.
1900
Walter Reed injeta 22 trabalhadores imigrantes espanhóis em Cuba com o agente da febre amarela pagando-lhes US $ 100 se eles sobrevivem e US $ 200 se contrair a doença.
1906
Dr. Richard Strong, professor de medicina tropical na Universidade de Harvard, as experiências com cólera em prisioneiros nas Filipinas matando treze.
1915
EUA Saúde Pública Gabinete induz pelagra em doze prisioneiros Mississippi. Todos os prisioneiros são, no entanto, voluntários e após o experimento são curadas (com dieta adequada) e libertado da prisão. Você pode ler sobre isso aqui, na nossa História de vitaminas .
1919-1922
Testicular experimentos de transplante de 500 prisioneiros em San Quentin
1931
Alemanha emite “Regulamento sobre Terapia Novo e Experimentação”, enquanto 75 crianças morrem em Lubeck, na Alemanha a partir de experimento pediatra com vacina contra a tuberculose.
Na América, Dr. Cornelius Rhoads, sob os auspícios do Instituto Rockefeller de Investigações Médicas, infecta seres humanos com células cancerosas. Mais tarde, ele passa a estabelecer os EUA Exército instalações guerra biológica, em Maryland, Utah, e Panamá, e é nomeado para a Comissão de Energia Atômica dos EUA. Enquanto estava lá, ele começa uma série de experimentos de exposição à radiação em soldados americanos e pacientes do hospital civil.
1932
O Estudo de Sífilis de Tuskegee começa. 200 homens negros diagnosticados com sífilis nunca é informado da sua doença, são negados o tratamento, e em vez disso são usados ​​como cobaias humanas para seguir a progressão e sintomas da doença. Subseqüentemente, todos morrer de sífilis, suas famílias nunca disse que eles poderiam ter sido tratados.
Este é um assunto que vai cobrir em profundidade algum dia em breve.
1935
O Incidente Pelagra. Depois de milhões de pessoas morrem de pelagra em um período de duas décadas, os EUA Serviço de Saúde Pública, finalmente, atua para conter a doença. O diretor da agência admite que sabia há pelo menos 20 anos que a pelagra é causada por uma deficiência de niacina, mas falharam em agir já que a maioria das mortes ocorreu dentro miseráveis ​​populações negras.
1938
Imunologista japonês Ishii Shiro (“Dr. Ishii”) realiza experiências com antraz ea cólera com prisioneiros chineses em Harbin.
1939
Ordens do Terceiro Reich nascimentos de todos os gêmeos ser registrado com os Escritórios de Saúde Pública para fins de investigação genética.
1939-1945
Unidade 731. Dr. Ishii começa “testes de campo” da guerra bacteriológica e experimentos de vivissecção em milhares de soldados chineses e civis. O povo chinês que se rebelaram contra a ocupação japonesa foram presos e enviados para Pingfan onde se tornaram cobaias humanas, não há evidências de que alguns prisioneiros russos também foram vítimas de atrocidades médicas. “Eu cortei-o aberto a partir do peito para o estômago e ele gritou muito e seu rosto estava todo torcido em agonia. Ele fez este som inimaginável, ele estava gritando tão horrivelmente. Mas então, finalmente, ele parou. Isso tudo foi em um dia de trabalho para os cirurgiões, mas ele realmente deixou uma impressão em mim, porque foi minha primeira vez. “ Esses prisioneiros eram chamados de “Maruta ‘(literalmente’ logs ‘) pelos japoneses. Depois de sucumbir às doenças induzidas – incluindo a peste bubônica, cólera, antraz – os prisioneiros eram geralmente dissecado enquanto ainda vivo, então seus corpos cremados dentro do complexo. Dezenas de milhares morreram. As atrocidades foram cometidas por alguns dos médicos mais ilustres do Japão recrutado por Dr. Ishii.
1940
Quatro centenas de prisioneiros em Chicago estão infectadas com a malária, a fim de estudar os efeitos de novas drogas e experimental para combater a doença. Médicos nazistas mais tarde, em julgamento em Nuremberg vai citar este estudo norte-americano para defender suas próprias ações durante o Holocausto.
1941
Experimentos de esterilização em Auschwitz.
1941-1945
Experimentos de tifo em Buchenwald e campos de concentração Natzweiler.
1942-1945
De acordo com audiências no Congresso realizado em Washington, DC, em setembro de 1986, o ex-prisioneiros de guerra americanos estavam entre os sujeitos experimentais Ishii. As audiências produziu um rosário de histórias de horror contadas por ex-prisioneiros de guerra americanos. http://www.researchprotection.org/history/chronology.html
1942
Bioquímico de Harvard Edward Cohn injeta presos 64 Massachusetts com o sangue de carne nos EUA experiência da Marinha patrocinado.
Altitude elevada ou experimentos de baixa pressão no campo de concentração de Dachau.
Chemical Warfare Serviços começa experimentos gás mostarda em cerca de 4.000 militares. Os experimentos continuam até 1945 e fez uso de Adventistas do Sétimo Dia, que escolheu se tornar cobaias humanas em vez de servir na ativa.
1942-1943
Regeneração óssea e transplante de experimentos em prisioneiros do sexo feminino no campo de concentração de Ravensbrück.
Experimentos de coagulação em padres católicos no campo de concentração de Dachau.
Experimentos de congelamento a campo de concentração de Dachau.
1942-1944
EUA Chemical Warfare Serviço conduz experimentos gás mostarda em milhares de militares.
1942-1945
Experimentos malária no campo de concentração de Dachau em mais de 1.200 prisioneiros.
1943
Epidemia de icterícia em experimentos Natzweiler campo de concentração.
Experimento conduzido em refrigeração dezesseis pacientes com deficiência mental que foram colocados em armários refrigerados a 30 graus Fahrenheit, para 120 horas, na Universidade de Cincinnati Hospital. “Estudar o efeito da temperatura fria sobre transtornos mentais.”
1942-1943
Fósforo queimar experiências no campo de concentração de Buchenwald.
Em resposta ao programa japonês de guerra em escala total de germes, os EUA começa a investigação sobre armas biológicas, em Fort Detrick, MD.
1944
Projeto Manhattan injeção de 4,7 microgramas de plutônio em soldados em Oak Ridge.
Experimentar a água do mar em sessenta ciganos dada só para beber água salgada no campo de concentração de Dachau.
Marinha dos EUA utiliza seres humanos para testar máscaras de gás e roupas. Indivíduos foram trancados em uma câmara de gás e expostos ao gás mostarda e lewisite.
1944-1946
University of Chicago Medical School professor Dr. Alf Alving conduz experimentos da malária em mais de 400 presos Illinois.
1945
Projeto Manhattan injeção de plutônio em três pacientes em Billings Hospital da Universidade de Chicago.
Experimento de malária em 800 prisioneiros em Atlanta.
Paperclip projeto é iniciado. Os EUA do Departamento de Estado, a inteligência do Exército e da CIA recrutar cientistas nazistas e oferecer-lhes a imunidade e identidades secretas em troca de trabalho em cima projetos secretos do governo dos Estados Unidos.
“F” Programa é implementado pela Comissão de Energia Atômica dos EUA (AEC). Este é o mais extenso estudo realizado nos EUA dos efeitos na saúde de flúor, que era o componente químico chave na produção da bomba atômica. Uma das substâncias mais tóxicas conhecidas pelo homem, o flúor, encontra-se, faz com que marcou efeitos adversos ao sistema nervoso central, mas grande parte das informações é reprimido em nome da segurança nacional por causa do medo que os processos minaria em larga escala de produção de bombas atômicas.
1946
EUA acordo secreto com Ishii e Unidade 731 líderes encobrir de dados germe de guerra baseado em experiências com seres humanos em troca de imunidade de acusação por crimes de guerra. A ultra-secreto do Exército dos EUA Far relatório Comando Leste sobre os resultados de Thompson diz: “O valor para os EUA de japoneses de dados de armas biológicas é de tal importância para a segurança nacional como para superam o valor provenientes de crimes de guerra de acusação.” Um memorando de 1956 do FBI revela que em meados da década de 1950 os EUA sabiam tudo sobre experiências humanas Ishii, mas concordou em não processar em troca de dados científicos do Japão na guerra biológica. (Em outras palavras, quando se trata de tortura humana e do sacrifício, até mesmo de americanos prisioneiros de guerra, os fins justificam os meios, tanto quanto o Governo dos EUA está em causa …. E, o governo dos EUA colocou um valor muito elevado no conhecimento de formas eficientes de matar um grande número de pessoas)
Abertura de Nuremberg Julgamento dos Médicos.
1946-1953
Comissão de Energia Atômica e Quaker Oats patrocinado estudo de Fernald, residentes de Massachusetts cereais matinais alimentados com rações contendo traçadores radioativos.
1946
Pacientes em hospitais VA são usados ​​como cobaias para experiências médicas. A fim de dissipar suspeitas, a ordem é dada para mudar a palavra “experimentos” para “investigações” ou “observações” sempre que os relatórios um estudo médico realizado em um dos hospitais veterano da nação é.
1946-1974
Comissão de Energia Atômica autorizou uma série de experimentos em que os materiais radioativos são dadas aos indivíduos, em muitos casos sem ser informado que foram objecto de uma experiência, e em alguns casos sem qualquer expectativa de um benefício positivo para os sujeitos, que foram selecionados a partir de populações vulneráveis, como os pobres, as crianças idosos e deficientes mentais (que foram alimentados com aveia radioativo sem o consentimento de seus pais), e também de estudantes da Universidade da Califórnia-San Francisco. Em 1993, os experimentos foram descobertos e tornado público. Em 1996, os Estados Unidos estabeleceram com os sobreviventes por 4,9 milhões de dólares.
1947
Julgamento em Nuremberg Julgamento dos Médicos incluindo dez Código ponto de Nuremberg, que começa assim: “O consentimento voluntário do sujeito humano é absolutamente essencial.”
EE Coronel Kirkpatrick da Comissão de Energia Atômica dos EUA emite um documento secreto (Documento 07075001, 8 de janeiro de 1947) afirmando que a agência vai começar a administrar doses intravenosas de substâncias radioactivas para os seres humanos.
A CIA começa seu estudo do LSD como uma arma potencial para uso pela inteligência americana. Seres humanos (civis e militares) são usadas com e sem o seu conhecimento.
1949
Libertação intencional de radiodine 131 e 133 xenon mais de Hanford, em Washington Atomic Energy Commission estudo de campo chamado “Run Verde”.
Guerra da União Soviética julgamento por crimes de associados Dr. Ishii.
1949-1953
Estudos da Comissão de Energia Atômica crianças em idade escolar com deficiência mental alimentados isótopos radioactivos em escolas Fernald e Wrentham.
1950
Departamento de Defesa começa planos para detonar armas nucleares em áreas desérticas e monitorar os moradores a favor do vento para problemas médicos e as taxas de mortalidade.
Em um experimento para determinar a suscetibilidade uma cidade americana seria a de ataque biológico, os sprays da Marinha dos EUA de uma nuvem de bactérias de navios com mais de San Francisco.
Dispositivos de monitoramento estão situados em toda a cidade a fim de testar a extensão da infecção. Muitos moradores ficam doentes com sintomas semelhantes aos da pneumonia.
Dr. Joseph Stokes, da Universidade da Pensilvânia infecta 200 prisioneiros mulheres com hepatite viral.
1951-1960
Universidade da Pensilvânia, sob contrato com Exército dos EUA realiza experimentos psicofarmacológico em centenas de prisioneiros na Pensilvânia.
1951
Departamento de Defesa começa testes ao ar livre usando doença produtoras de bactérias e vírus. Últimos testes através de 1969 e existe a preocupação de que as pessoas nas áreas circundantes tenham sido expostos.
1952-1974
Universidade da Pensilvânia dermatologista Dr. Albert Kligman conduz experimentos de produtos de pele às centenas na Prisão Holmesburg; “Tudo o que eu vi antes de mim”, ele disse sobre sua primeira visita à prisão “, foram acres de pele.”
1952
Henry Blauer injetados com uma dose fatal de mescalina no Instituto de Psiquiatria da Universidade de Columbia por contrato secreto com Army Chemical Corps.
1953
Recém-nascido Daniel Burton prestados cegos no Hospital Doutor Brooklyn durante estudo sobre RLF eo uso de oxigênio
1953-1957
Oak-Ridge patrocinado injeção de urânio em onze pacientes no Hospital Geral de Massachusetts em Boston.
1953
Militares dos EUA libera nuvens de gás sulfeto de cádmio de zinco sobre Winnipeg, St. Louis, Minneapolis, Fort Wayne, a Monocacy River Valley, em Maryland, e Leesburg, Virgínia. Sua intenção é determinar a eficiência que poderiam dispersar agentes químicos.
Conjunta do Exército-Marinha-CIA experimentos são conduzidos na qual dezenas de milhares de pessoas em Nova York e San Francisco estão expostos ao ar e Serratia marcescens germes glogigii Bacillus. Os germes e produtos químicos utilizados pelo Exército e da Marinha representam riscos de saúde conhecidos antes e durante o tempo de testes. Isso está documentado em estudos científicos citados no The Plague Eleventh por Leonard A. Cole e no livro anterior de Cole, Clouds of Secrecy: Testes do Exército Germ Guerra cima de áreas povoadas.
CIA inicia Projeto MKULTRA aos oitenta instituições de centenas de assuntos. Este é um programa de pesquisa 11 anos projetada para produzir e testar drogas e agentes biológicos que seriam utilizados para o controle da mente e modificação de comportamento. Seis dos subprojetos envolveu o teste de agentes em unwitting seres humanos.
Um documento da CIA desclassificados datada de 7 de janeiro de 1953 [1] descreve a criação experimental de personalidade múltipla em duas meninas de 19 anos de idade. “Estes temas têm demonstrado claramente que eles podem passar de um estado completamente desperto de um profundo estado H [hipnótico] controlado por telefone, recebendo a matéria impressa, ou pelo uso de código, sinal, ou palavras, e que o controle desses hipnotizado pode ser transmitido de um indivíduo para outro, sem grande dificuldade. Também tem sido demonstrado por experimentação com essas meninas que eles possam atuar como mensageiros dispostos para fins de informação. “
1953-1970
Experimentos do Exército dos EUA com LSD em soldados em Fort Detrick, Maryland
1954-1974
EUA Exército estudo de 2300 soldados Adventista do Sétimo Dia, em 150 experimentos de código chamado “Operação pele branca.”
1955
A CIA, em um experimento para testar a sua capacidade de infectar populações humanas com agentes biológicos, libera uma bactéria retirada do arsenal do Exército sobre a guerra biológica Tampa Bay, Fl.
1955-1958
Army Chemical Corps continua LSD pesquisa, estudando o seu uso potencial como agente incapacitante química. Mais de 1.000 americanos participar dos testes, que continuam até 1958.
1956
Militares dos EUA libera os mosquitos infectados com febre amarela em Savannah, Ga e Parque Avon, Fl. Após cada teste, os agentes do Exército colocam como agentes de saúde pública para efeitos de teste vítimas.
Dr. Albert Sabin testes vacina contra a poliomielite experimental em 133 prisioneiros em Ohio.
1958
LSD é testada em 95 voluntários em laboratórios do Exército Chemical Warfare pelo seu efeito sobre a inteligência.
1958-1960
Injeção de hepatite em crianças com deficiência mental na escola Willowbrook em Staten Island, em uma tentativa de encontrar a vacina.
1958-1962
Disseminação de materiais radioativos sobre a terra Inupiat em Point Hope, Alaska em Energia Atômica código estudo da Comissão campo chamado “Project Chariot”.
1959-1962
Professor de Harvard Henry A. Murray realiza experimento desconstrução psicológica em 22 alunos de graduação, incluindo Theodore Kaczynski, o resultado de que, pelo menos de acordo com o escritor Alton Chase, pode ter virado Kaczynski no Unabomber.
1960
O Assistente do Exército Chefe do Estado-Maior-de Inteligência (ACSI) autoriza testes de campo de LSD na Europa e no Extremo Oriente. Teste da população europeia é o código CHANCE projeto chamado terceiros; testes da população asiática é codinome Projeto DERBY HAT.
1962-1980
Empresas farmacêuticas conduta fase de testes de segurança uma das drogas quase que exclusivamente sobre os prisioneiros para pequenos pagamentos em dinheiro.
1962
Talidomida retirados do mercado depois de milhares de deformidades de nascimento culpou, em parte, resultados enganosos de estudos em animais, o FDA, posteriormente requer três fases de ensaios clínicos em humanos antes de as empresas podem liberar uma droga no mercado.
Injeção de células vivas de câncer em pacientes idosos no Hospital de Doenças Crônica judaica no Brooklyn.
Stanley Milgram realiza pesquisas obediência da Universidade de Yale. Falamos do experimento de Milgram em uma anterior newsletter, e há um link para um vídeo em linha grande sobre o assunto que é muito bom.
1963
NIH apoiado transplantes de rim pesquisador chimpanzé em humanos em experiência fracassada.
Linda MacDonald foi vítima de experimentos Dr. Ewen Cameron mente destrutiva controle em 1963. Dr. Cameron foi em vários momentos o presidente das Associações americanas, canadenses e Mundial de Psiquiatria. Ele usou um “tratamento” que envolveu intensiva aplicação das técnicas de lavagem cerebral; desinibição de drogas, tratamento de sono prolongada e isolamento prolongado, combinada com a ECT [Terapia Electro Convulsive] tratamentos. A quantidade de eletricidade introduzido no cérebro de Linda excedido em 76,5 vezes a quantidade máxima recomendada. Técnica do Dr. Cameron resultou em amnésia permanente e completa. Até hoje, Linda é incapaz de se lembrar de nada do seu nascimento até 1963. Conforme registrado pelos enfermeiros em sua carta, ela não sabia o nome dela e não reconhecer seus filhos. Ela não conseguia ler, dirigir, ou usar um banheiro. Não só ela não sabe seu marido, ela nem sabia o que era um marido. A ação de classe contra a CIA para experiências Dr. Cameron MKULTRA foi resolvido fora dos tribunais por 750.000 dólares, divididos entre oito reclamantes em 1988.
1962-1980
Empresas farmacêuticas conduta fase de testes de segurança uma das drogas quase que exclusivamente sobre os prisioneiros para pequenos pagamentos em dinheiro.
1963-1973
Dr. Carl Heller, um endocrinologista de liderança, realiza experiências de irradiação testicular em prisioneiros em Oregon e Washington dando-lhes $ 5 por mês e US $ 100 quando recebem uma vasectomia no final do julgamento.
1964
Associação Médica Mundial adota Declaração de Helsinki, afirmando “O interesse da ciência e da sociedade nunca devem ter precedência sobre o bem-estar do sujeito.”
1965-1966
CIA eo Departamento de Defesa começar Projeto MKSEARCH, um programa para desenvolver uma capacidade de manipular o comportamento humano através do uso de drogas que alteram a mente.
Universidade da Pensilvânia, sob contrato com a Dow Chemical conduz experimentos dioxina: prisioneiros na Prisão Estadual Holmesburg na Filadélfia são submetidos a dioxina, o componente químico altamente tóxico do Agente Laranja usado no Vietnã. Os homens estão mais tarde estudou para o desenvolvimento de câncer, o que indica que o agente laranja foi um cancerígeno o tempo todo.
1966
CIA inicia Projeto MKOFTEN, um programa para testar os efeitos toxicológicos de certas drogas em seres humanos e animais.
Exército dos EUA dispensa Bacillus subtilis variante niger em todo o sistema de metrô de Nova York. Mais de um milhão de civis estão expostos quando os cientistas do exército queda lâmpadas preenchido com as bactérias em grelhas de ventilação.
Henry Beecher artigo “Ética e Pesquisa Clínica” em New England Journal of Medicine.
Exército dos EUA introduz globigii bacilo em túneis de metrô de Nova York, em estudo de campo.
NIH Gabinete para a Protecção dos sujeitos da pesquisa (“OPRR”) criado e questões de Políticas para a Proteção dos Sujeitos Humanos pedindo a criação de organismos de revisão independente mais tarde conhecido como Conselho de Revisão Institucional.
1967
Médico britânico MH Pappworth publica “cobaias humanas”, aconselhando “Nenhum médico tem o direito de escolher mártires para a ciência ou para o bem geral”.
CIA eo Departamento de Defesa implementar MKNAOMI Projeto, sucessor de MKULTRA e projetado para manter, armazenar e testar armas biológicas e químicas.
1968
Experimentos da CIA com a possibilidade de envenenamento de água potável através da injeção de produtos químicos no abastecimento de água da FDA em Washington, DC
1969
Dr. Robert MacMahan do Departamento de Defesa dos pedidos de congressos $ 10 milhões para desenvolver, dentro de 5 a 10 anos, um agente sintético biológico ao qual não existe imunidade natural.
1970
Financiamento para o agente biológico sintético é obtido sob HR 15090. O projeto, sob a supervisão da CIA, é realizada pela Divisão de Operações Especiais em Fort Detrick, o exército secreto instalação de armas biológicas. Especulação levantada é que técnicas de biologia molecular são utilizados para produzir a AIDS como retrovírus.
Estados Unidos se intensifica o seu desenvolvimento de “armas étnicas” (Military Review, Nov., 1970), projetado para seletivamente e eliminar grupos étnicos específicos que são suscetíveis devido às diferenças genéticas e variações no DNA.
1971
Dr. Zimbardo realiza Psicologia do experimento Prison Life on estudantes da Universidade de Stanford.
1973
Ad Hoc Advisory Panel questões Relatório Final do Estudo Tuskegee Syphilis, concluindo “A sociedade não pode mais dar ao luxo de deixar o equilíbrio dos direitos individuais contra o progresso científico para a comunidade científica.”
1974
National Research Act estabelece Comissão Nacional para a Proteção dos Sujeitos Humanos e Políticas OPRR upgrades aos regulamentos a ser conhecido como “a regra comum.”
1975
A seção de vírus do Centro de Fort Detrick de Pesquisa guerra biológica é rebatizado de Fredrick Instalações Pesquisa do Câncer e colocado sob a supervisão do National Cancer Institute (NCI). É aqui que um programa especial de câncer de vírus é iniciado pela Marinha dos EUA, supostamente para desenvolver câncer de vírus causadores. É também aqui que retrovirologistas isolar um vírus contra o qual não existe imunidade. Mais tarde é nomeado HTLV (vírus da leucemia humana de células T).
HHS promulga Título 45 do Regulamento Federal intitulado “Protecção dos Seres Humanos”, exigindo a nomeação e utilização de IRBs.
1976
National Urban League detém Conferência Nacional de Experimentação Humana, anunciando “Não queremos matar ciência, mas não queremos que a ciência para matar, mangle e abuso de nós.”
1977
Audiências do Senado sobre Saúde e da Investigação Científica confirmam que 239 áreas povoadas foram contaminados com agentes biológicos, entre 1949 e 1969. Algumas das áreas incluídas San Francisco, Washington, DC, Key West, Panama City, Minneapolis e St. Louis.
1978
Experimental Hepatite B ensaios de vacinas, conduzido pelo CDC, começa em Nova York, Los Angeles e San Francisco. Anúncios de sujeitos de pesquisa pedir especificamente para homens homossexuais promíscuos.
1979
Comissão Nacional de questões Relatório Belmont, estabelecendo três princípios éticos básicos: respeito pelas pessoas, beneficência e justiça.
1980
The FDA promulgates 21 CFR 50.44 prohibiting use of prisoners as subjects in clinical trials shifting phase one testing by pharmaceutical companies to non-prison population.
1981
Primeiros casos de AIDS confirmados em homens homossexuais em Nova York, Los Angeles e San Francisco, desencadeando especulações de que a AIDS pode ter sido introduzida através da vacina contra Hepatite B.
1981
Leonard Whitlock sofre dano cerebral permanente após a experiência de mergulho profundo na Duke University.
1985
De acordo com a revista Science (227:173-177), HTLV e VISNA, um vírus fatal ovelhas, são muito semelhantes, indicando uma taxonômicos fechar e relação evolutiva.
1986
De acordo com a Proceedings of the National Academy of Sciences (83:4007-4011), HIV e VISNA são muito semelhantes e compartilham todos os elementos estruturais, com exceção de um pequeno segmento que é quase idêntico ao HTLV. Isso leva à especulação de que o HTLV e VISNA pode ter sido ligada a produzir um novo retrovírus para o qual não existe imunidade natural.
Um relatório ao Congresso, revela que a geração atual do Governo dos EUA de agentes biológicos inclui: vírus modificados, toxinas que ocorrem naturalmente, e os agentes que são alteradas através da engenharia genética para mudança de caráter imunológico e impedir o tratamento de todas as vacinas existentes.
1987
Departamento de Defesa admite que, apesar de um tratado que proíba pesquisa e desenvolvimento de agentes biológicos, ela continua a operar as instalações de pesquisa em 127 instalações e universidades de todo o país.
Decisão da Suprema Corte em United States v. Stanley, 483 EUA 669, holding soldado dado LSD sem seu consentimento não poderia processar por danos Exército dos EUA.
1990
Mais de 1500 seis meses de idade os bebês negros e hispânicos em Los Angeles recebem um “experimental” vacina contra o sarampo que nunca tinha sido licenciada para uso nos Estados Unidos. O Centro de Controle de Doenças mais tarde admite que os pais nunca foram informados de que a vacina que está sendo injetado para seus filhos era experimental.
O FDA concede Departamento de renúncia Defesa do Código de Nuremberg para o uso de medicamentos não aprovados e vacinas em Escudo do Deserto.
1991
Organização Mundial da Saúde anuncia Diretrizes CIOMS, que estabeleceu quatro princípios éticos: respeito pelas pessoas, nonmalfeasance, beneficência e justiça.
Tony Lamadrid comete suicídio depois de participar de estudo sobre a recaída de esquizofrênicos retirada da medicação na UCLA.
1994
Com uma técnica chamada “tracking gene,” Dr. Garth Nicolson no MD Anderson Cancer Center, em Houston, TX descobre que muitos veteranos Tempestade no Deserto retornando estão infectados com uma cepa alterados de incognitus Mycoplasma, um micróbio comumente utilizados na produção de armas biológicas . Incorporada em sua estrutura molecular é de 40 por cento da cobertura de proteína HIV, indicando que tinha sido feita pelo homem.
Senator John D. Rockefeller issues a report revealing that for at least 50 years the Department of Defense has used hundreds of thousands of military personnel in human experiments and for intentional exposure to dangerous substances. Materials included mustard and nerve gas, ionizing radiation, psychochemicals, hallucinogens, and drugs used during the Gulf War.
1995
US Government admits that it had offered Japanese war criminals and scientists who had performed human medical experiments salaries and immunity from prosecution in exchange for data on biological warfare research.
Dr. Garth Nicolson, uncovers evidence that the biological agents used during the Gulf War had been manufactured in Houston, TX and Boca Raton, Fl and tested on prisoners in the Texas Department of Corrections.
1996
Department of Defense admits that Desert Storm soldiers were exposed to chemical agents.
1997
Eighty-eight members of Congress sign a letter demanding an investigation into bioweapons use & Gulf War Syndrome.
1998
Three children die at St. Jude Children’s Hospital in Memphis during participation in clinical trial for acute lymphoblastic leukemia.
1999
Veterans Administration shuts down all research at West Los Angeles Medical Center after allegations of medical research performed on patients who did not consent.
OPRR shuts down research at Duke University because of inadequate supervision of human subject experiments..
Year-old Gage Stevens dies at Children’s Hospital in Pittsburgh during participation in Propulsid clinical trial for infant acid reflux.
18-year-old Jesse Gelsinger dies after being injected with 37 trillion particles of adenovirus in gene therapy experiment at University of Pennsylvania. His death triggers a still-ongoing reevaluation of the conflicts of interest plaguing human subject research.
2000
University of Oklahoma melanoma trial halted for failure to follow government regulations and protocol.
OPRR becomes Office of Human Research Protection (“OHRP”) and made part of the Department of Health and Human Services.
2001
Biotech company in Pennsylvania asks the FDA for permission to conduct placebo trials on infants in Latin America born with serious lung disease though such tests would be illegal in US
Ellen Roche, a 24 year-old healthy volunteer, dies after inhaling hexamethonium in an asthma study at Johns Hopkins Medical Center. OHRP shuts down all research at Hopkins for four days.
Elaine Holden-Able, a healthy retired nurse, dies in Case Western University Alzheimer’s experiment financed by the tobacco industry.
2003
FDA relatórios que, nos últimos quatro anos, experiências em pacientes com câncer foram realizadas em Stratton Veterans Affairs Medical Center por Paul Kornak que não tinham licença médica válida e que repetidamente alterados dados e comprometidos numerosas violações dos protocolos ..
Como eu disse acima, Rick acredita que a medicina moderna é a experiência de mundos maiores e mais corruptos humanos já realizada.Ele me enviou um outro artigo [ http://www.survivreausida.net/article5922.html ] em que o presidente da Saúde Formações AIDS Liaison, um grupo de defesa para os pais HIV, Michael Ellner afirma: “Eles estão torturando essas crianças, e é nada menos do assassinato “, referenciando o tratamento experimental oferecido no Centro Encarnação Manhattan infantil em Nova York.
Bioquímico Dr. David Rasnick, professor visitante da Universidade da Califórnia em Berkeley e especialista em medicamentos AIDS, ficou indignado porque a droga, isoladamente ou combinados, têm “toxicidade aguda que pode ser fatal.”
Ele disse que os efeitos das drogas secundários incluem danos hepáticos graves, tumores cancerígenos, anemia severa, perda de massa muscular, erupções cutâneas graves e com risco de vida e “búfalo”, onde tecidos gordurosos acumulam atrás do pescoço.
Rick acrescenta:
What really makes this a horrible crime is that none of these children ever had AIDS until they started giving them the AIDS cocktails. These were kids that just tested positive for HIV antibodies which means absolutely nothing. The HIV lie is one of the biggest hoaxes in the world. Those antibodies are common and found in lots of people but more so in blacks than any other race. [I] Wonder what the intent here is?
Take away the AIDS drugs and the nitrate inhalers and AIDS would disappear. people aren’t dying from AIDS, they’re dying from the AIDS drugs.
They use antibodies as a marker for infection and then turn around and use the same antibodies as a marker for protection. If you’ve had a vaccination then antibodies mean protection. If you haven’t, then they mean infection.
Yes, Rick, it’s insane. Thanks for all the hard work.
Referências:
The Secret History of Anthrax; Declassified documents show widespread experimentation in ’40s, HP Albarelli Jr. www.WorldNetDaily.com

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Importante informaçao que deve ser do conhecimento de todas pessoas, relativo ao juramento dos médicos: “manterei o mais alto respeito pela vida humana, desde sua concepção”

Uma resposta
escrito por Dr. Celso Galli Coimbra.
 

O juramento dos médicos: “manterei o mais alto respeito pela vida humana, desde sua concepção

24/01/2009 — Celso Galli Coimbra 

Endereço destes comentários neste espaço:
 
Juramento de Hipócrates – Na Declaração de Genebra da Associação Médica Mundial de 1948 [1] está o juramento mais antigo que tem sido utilizado em vários países na solenidade de recepção aos novos médicos inscritos na respectiva Ordem ou Conselho de Medicina. A versão clássica em língua portuguesa possui a seguinte redação:
 
“Eu, solenemente, juro consagrar minha vida a serviço da Humanidade. Darei como reconhecimento a meus mestres, meu respeito e minha gratidão. Praticarei a minha profissão com consciência e dignidade. A saúde dos meus pacientes será a minha primeira preocupação. Respeitarei os segredos a mim confiados. Manterei, a todo custo, no máximo possível, a honra e a tradição da profissão médica. Meus colegas serão meus irmãos. Não permitirei que concepções religiosas, nacionais, raciais, partidárias ou sociais intervenham entre meu dever e meus pacientes. Manterei o mais alto respeito pela vida humana, desde sua concepção. Mesmo sob ameaça, não usarei meu conhecimento médico em princípios contrários às leis da natureza.
Faço estas promessas, solene e livremente, pela minha própria honra.”
 
Em versões divulgadas por outros interesses é subtraída a expressão “desde a concepção”. Em 1994, a Assembléia Geral da Associação Médica Mundial modificou ligeiramente o texto. Sua versão em português ficou com a expressão “manterei o mais alto respeito pela vida humana”, que, mesmo assim, não exclui a vida desde a concepção como humana, obviamente, de acordo com os conhecimentos científicos vigentes.
(…)
 

Continua em:http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/24/o-juramento-dos-medicos-manterei-o-mais-alto-respeito-pela-vida-humana-desde-sua-concepcao/ 

 
E, a Convenção Americana Sobre Direitos Humanos. Pacto de San José, art 4 vale no Brasil como norma constitucional. Direito fundamental.
 
Toda atividade legislativa tem suas maiores restrições no 4o parágrafo do art. 60 da Lei Suprema. A Forma Federativa De Estado; O Voto Direto, Secreto, Universal e periódico; A Separação De Poderes; e, Os Direitos e Garantias Individuais.
 
Os quatro itens do referido parágrafo 4º do art. 60 da CF delimitam a ação normativa, erguendo as cláusulas pétreas do Estado brasileiro, os dispositivos constitucionais que não admitem extinção.
 
Qualquer pretensão legislativa que desconsidera a Constituição da República é Inconstitucional e, por conseguinte, estará frustrada. Direito à vida é constitucional, é fundamental, e é direito individual de cada pessoa, estando a pessoa no mundo exterior ao ventre materno, embrião in vitro ou em provetas ou incubadoras, ou mantendo-se no ventre da mulher.
 
Este direito permanece intacto e atinge obrigatoriamente todo e qualquer ato normativo, seja de origem estatal, seja particular, eivando a todos que não respeitarem a letra da Lei Maior de inconstitucionalidade. Posto que a República federativa do Brasil é um Estado Democrático de Direito e não uma ditadura onde cada cidadão precisa temer a navalha fria da ilegitimidade.
 
O direito à vida é direito fundamental previsto e assegurado na Constituição da República. Este direito, assim como todo o direito humano basilar, tem como característica a determinação de interdependência entre as previsões constitucionais e as infraconstitucionais. A interdependência verifica-se no inter-relacionamento que as regulações mantém entre si, respeitando sempre os preceitos que motivam a existência do Estado democrático de direito. A Constituição é lei hierarquicamente superior, de modo que qualquer outro provimento normativo que com ela conflite não será válido, será inconstitucional, será nulo.
 
Quer dizer, não pode haver choque entre alguma lei e a Constituição sob pena de inconstitucionalidade da norma inferior. A partir dessa qualidade dos direitos fundamentais, pode-se afirmar que os mesmos são irrenunciáveis, e sequer podem ser alterados por meio de emendas.
 
A Convenção Americana sobre Direitos Humanos, Pacto de San José da Costa, foi adotada e aberta à assinatura na Conferência Especializada Interamericana sobre Direitos Humanos, em San José de Costa Rica, em 22 de novembro de 1969. O Pacto reconheceu “que os direitos essenciais do homem não derivam do fato de ser ele nacional de determinado Estado, mas sim do fato de ter como fundamento os atributos da pessoa humana […]” preâmbulo. Ratificada pelo Brasil em 25 de setembro de 1992.
Convenção Americana Sobre Direitos Humanos. Pacto de San José
 
Artigo 4º – Direito à vida. 1. Toda pessoa tem direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o 0momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.
 
A validade das Convenções internacionais no âmbito territorial brasileiro é conhecida. A Carta de 1988, reconheceu de forma inédita a validade normativa constitucional, no que refere ao sistema de direitos e garantias fundamentais da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, dos Tratados e Convenções internacionais ratificados, com os termos da disposição do § 2º de seu 5º artigo. 
 
A cláusula do parágrafo 2o, do artigo 5o, abriu uma dupla fonte normativa: uma que advém do Direito interno (direitos expressos e implícitos na Constituição, estes últimos decorrentes do regime e dos princípios abraçados na Lei Maior); e, a outra fonte sucede do Direito Internacional como conseqüência do vigor dos tratados de direitos humanos ratificados pelo Brasil.
 
O Direito à Vida é direito fundamental no Brasil, direito individual e inviolável. Garantido na Constituição Federal no caput do 5º art. E mais, é direito resguardado em cláusula pétrea no art. 60, 4º parágrafo.
 
Toda atividade legislativa tem suas maiores restrições no 4o parágrafo do art. 60 da Lei Suprema, prevendo também os Direitos e Garantias Individuais.
 
E, o nascituro é sujeito de direito. Tanto aquele que teve sua gênese in utero, quanto aquele gerado in vitro. O Código Civil, Lei 010.406-2002. considera


que a personalidade do homem começa a partir da concepção, sendo que, desde tal momento, o nascituro é considerado pessoa. Tanto o nascimento in utero, quanto o nascimento in vitro, deve ser respeitado pela lei, não deixando o nascituro de ser protegido pelo Código Civil (art. 2º) por ter sido gerado desta ou daquela forma.
 
São Jose, setembro de 2009.
 

Cristiane Rozicki —

 
 

Declaração de Helsinque

 
Declaração de Helsinque
Associação Médica Mundial
disponível em
http://www.unifesp.br/admin/orgaos/comites/etica/index.htm

Declaração de Helsinque
Associação Médica Mundial
Declaração para orientação de médicos quanto a pesquisa biomédica envolvendo seres humanos.

Adotada pela 18ª Assembléia Médica Mundial, Helsinque, Finlândia, em junho de 1964, e corrigida pelas 29ª Assembléia Médica, Tóquio, Japão, em outubro de 1975 e 35ª Assembléia Médica Mundial Veneza, Itália, em outubro de 1983 e pela 41ª Assembléia Médica Mundial Hong Kong, em setembro de 1989.

INTRODUÇÃO
A missão do médico ‘é salvaguardar a saúde das pessoas. Seu conhecimento e sua consciência são dedicados ao cumprimento desta missão.
A declaração de Genebra, da Associação Médica Mundial, impõe uma obrigação ao médico por intermédio da frase “a saúde do meu paciente será minha primeira consideração, e o Código Internacional de Ética Médica declara que “quando estiver prestando cuidados médicos que possam Ter o efeito de enfraquecer a condição física e mental do paciente, um médico agirá somente no interesse do paciente”.
Os propósitos da pesquisa biomédica envolvendo seres humanos devem ser melhorar os procedimentos diagnósticos, terapêuticos e profiláticos e a compreensão da etiologia e patogênese da doença.
O processo médico é lastreado por pesquisas que, em última análise, devem basear-se parcialmente em experiência envolvendo seres humanos.
Na área da pesquisa biomédica, deve-se reconhecer uma distinção fundamental entre a pesquisa médica cuja meta é essencialmente diagnóstica ou terapêutica para um paciente, e a pesquisa médica cujo objetivo essencial é puramente científico e não implica um valor diagnóstico ou terapêutico direto para a pessoa sujeita à pesquisa.

 
Deve-se ter cuidados especiais na condução de pesquisas que possam afetar o meio ambiente, e o bem estar de animais utilização em pesquisas deve ser respeitado.~
Como é essencial que os resultados de experiência de laboratório sejam aplicados a seres humanos para avançar o conhecimento científico e para ajudar as pessoas que sofrem, a Associação Médica Mundial preparou as recomendações a seguir, como uma orientação para todos os médicos trabalhando em pesquisas biomédicas envolvendo seres humanos. Essas recomendações deverão ser revistas no futuro. Deve-se enfatizar que os padrões enunciados são apenas uma orientação para os médicos de todo o mundo, e não os liberam de responsabilidades éticas, civis e criminais à luz das leis de seus próprios países.

 

I. PRINCÍPIOS BÁSICOS
1. A pesquisa biomédica envolvendo seres humanos deve obedecer princípios científicos, geralmente aceitos e ser baseada em experiências laboratoriais, in vitro e em animais, adequadamente realizadas e em um conhecimento profundo da literatura científica.
2. O desenho e a realização de cada procedimento experimental envolvendo seres humanos devem ser enunciados claramente em protocolo de experiência que deve ser transmitido, para consideração, comentários e orientação, a um comitê especialmente nomeado, independente do patrocinador, desde que este comitê independente esteja de acordo com as leis e regulamentos do país onde se localiza a pesquisa.
3. Pesquisa biomédica envolvendo seres humanos só devem ser conduzida apenas por pessoas cientificamente qualificadas, e sob a supervisão de um profissional médico clinicamente competente. A responsabilidade pelo participante deve sempre ser de uma pessoa medicamente qualificada, mesmo que este tenha dado seu consentimento.
4. Pesquisas biomédicas envolvendo seres humanos não podem ser legitimamente realizadas a nào ser que a importância do objetivo seja proporcional ao risco inerente para o participante.
5. Cada projeto de pesquisa biomédica envolvendo seres humanos deve ser antecedido por uma avaliaçào cuidadosa dos riscos previsiveis em comparação com os benefícios previstos, para o participante ou para terceiros. A preocupação com os interesses do participante devem sempre prevalecer sobre os interesses da ciência e da sociedade.
6. O direito do participante de pesquisas de salvaguardar sua integridade deve ser sempre respeitada. Devem-se tomar todas as precauções para respeitar a privacidade do participante e minimizar o impacto do estudo sobre integridade física e mental e sobre sua personalidade.
7. Médicos não devem engajar-se em pprojetos de pesquisas que envolvam seres humanos, a não ser que estejam satisfeitos de que acredita-se que os perigos envolvidos podem ser previstos. Os médicos devem interromper qualquer investigação caso se descubra que os perigos ultrapassem os benefícios potenciais.
8. Ao publicar os resultados de sua pesquisa, o médico é obrigado a preservar a exatidão dos resultados. Relatórios que não estejam de acordo com os princípios estabelecidos nesta Declaração nào devem ser aceitos para publicação.
9. Em qualquer pesquisa com seres humanos, cada participante em potencial deve ser adequadamente informado sobre os objetivos, métodos, benefícios previstos e potenciais perigos do estudo, o incomodo que este possa acarretar. Deve ser informado de que é livre para retirar seu consentimento em participar, a qualquer momento. O médico deve então obter o consentimento pós-informação do participante dado livremente, de preferência por escrito.
10. Ao obter o consentimento para projeto de pesquisa, o médico deve ser particularmente cuidadoso caso o participante tiver uma relação a ele e possa consentir sob pressão. Nesse caso, o consentimento pós-informação deve ser obtido por um médico que não esteja engajado na investigação e que esteja completamente independente dessa relação oficial.
11. Em caso de incompetência legal, deve-se obter o consentimento pós-informação do guardião legal, em conformidade com a legislação nacional. Quando um incapacidade física e mental impossibilitar a obtenção do consentimento pós-informação, ou quando o participante for menor de idade, a permissão do familiar responsável substitui a do participante, obedecendo-se a legislação nacional. Sempre que o menor for capaz de dar consentimento, o consentimento de seu guardião legal.
12. O protocolo de pesquisa deve sempre conter uma declaração sobre as considerações éticas envolvidas e indicar que os principios enunciados nesta Declaração serão obedecidos.

II. PESQUISAS MÉDICAS COMBINADAS COM CUIDADOS PROFISSIONAIS (PESQUISA CLÍNICA)
1. No tratamento da pessoa doente, o médico deve ter liberdade para usar uma nova medida diagnostica ou terapêutica se, em seu julgamento, esta oferta oferecer esperança de salvar a vida, restabelecer a saúde ou aliviar o sofrimento.
2. Os benefícios, perigos e desconforto potenciais de um novo método devem ser pesados em relação as vantagens dos melhores métodos diagnósticos e terapêuticos atuais.
3. Em qualquer estudo médico, todos os pacientes – incluindo os do grupo controle, se houver – devem ter assegurados os melhores métodos diagnósticos ou terapêuticos comprovados.
4. A recusa do paciente em participar de um estudo nunca deve interferir na relação médico-paciente.
5. Se o médico considera essencial não obter o consentimento pós-informação, as razões específicas para esta proposta devem ser declaradas no protocolo experimental a ser transmitido ao comitê independente (I,2).
6. O médico pode combinar pesquisa médica com cuidados profissionais, com o objetivo de adquirir novos conhecimentos médicos, somente até onde a pesquisa médica seja justificada por seu potencial valor diagnóstico ou terapêutico para o paciente.

III. PESQUISAS BIOMÉDICAS NÃO-TERAPÊUTICAS ENVOLVENDO SERES HUMANOS -(PESQUISA BIOMÉDICA NÃO CLÍNICA)
1. Na aplicação puramente científica das pesquisas médicas realizadas em um ser humano, o médico tem o dever de continuar sendo protetor da vida e da saúde daquela pessoa a qual a pesquisa biomédica é realizada.
2. Os participantes devem ser voluntários – pessoas sadias ou pacientes, para quais o desenho do estudo não tem relaçào com a própria doença.
3. O investigador ou equipe de investigação deve interromper a pesquisa se em seu julgamento, esta possa ser nociva ao participante, se continuada.
4. Em pesquisas sobre o homem o interesse da ciencia e da sociedade nunca devem ter precedencia sobre considerações relativas ao bem -estar do participante.
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Declaração de Helsinque

Declaração de Helsinque

Associação Médica Mundial

disponível em

http://www.unifesp.br/admin/orgaos/comites/etica/index.htm

Declaração de Helsinque

Associação Médica Mundial

Declaração para orientação de médicos quanto a pesquisa biomédica envolvendo seres humanos.

Adotada pela 18ª Assembléia Médica Mundial, Helsinque, Finlândia, em junho de 1964, e corrigida pelas 29ª Assembléia Médica, Tóquio, Japão, em outubro de 1975 e 35ª Assembléia Médica Mundial Veneza, Itália, em outubro de 1983 e pela 41ª Assembléia Médica Mundial Hong Kong, em setembro de 1989.

INTRODUÇÃO

A missão do médico ‘é salvaguardar a saúde das pessoas. Seu conhecimento e sua consciência são dedicados ao cumprimento desta missão.

A declaração de Genebra, da Associação Médica Mundial, impõe uma obrigação ao médico por intermédio da frase “a saúde do meu paciente será minha primeira consideração, e o Código Internacional de Ética Médica declara que “quando estiver prestando cuidados médicos que possam Ter o efeito de enfraquecer a condição física e mental do paciente, um médico agirá somente no interesse do paciente”.

Os propósitos da pesquisa biomédica envolvendo seres humanos devem ser melhorar os procedimentos diagnósticos, terapêuticos e profiláticos e a compreensão da etiologia e patogênese da doença.

O processo médico é lastreado por pesquisas que, em última análise, devem basear-se parcialmente em experiência envolvendo seres humanos.

Na área da pesquisa biomédica, deve-se reconhecer uma distinção fundamental entre a pesquisa médica cuja meta é essencialmente diagnóstica ou terapêutica para um paciente, e a pesquisa médica cujo objetivo essencial é puramente científico e não implica um valor diagnóstico ou terapêutico direto para a pessoa sujeita à pesquisa.

Deve-se ter cuidados especiais na condução de pesquisas que possam afetar o meio ambiente, e o bem estar de animais utilização em pesquisas deve ser respeitado.

Como é essencial que os resultados de experiência de laboratório sejam aplicados a seres humanos para avançar o conhecimento científico e para ajudar as pessoas que sofrem, a Associação Médica Mundial preparou as recomendações a seguir, como uma orientação para todos os médicos trabalhando em pesquisas biomédicas envolvendo seres humanos. Essas recomendações deverão ser revistas no futuro. Deve-se enfatizar que os padrões enunciados são apenas uma orientação para os médicos de todo o mundo, e não os liberam de responsabilidades éticas, civis e criminais à luz das leis de seus próprios países.

I. PRINCÍPIOS BÁSICOS

1. A pesquisa biomédica envolvendo seres humanos deve obedecer princípios científicos, geralmente aceitos e ser baseada em experiências laboratoriais, in vitro e em animais, adequadamente realizadas e em um conhecimento profundo da literatura científica.

2. O desenho e a realização de cada procedimento experimental envolvendo seres humanos devem ser enunciados claramente em protocolo de experiência que deve ser transmitido, para consideração, comentários e orientação, a um comitê especialmente nomeado, independente do patrocinador, desde que este comitê independente esteja de acordo com as leis e regulamentos do país onde se localiza a pesquisa.

3. Pesquisa biomédica envolvendo seres humanos só devem ser conduzida apenas por pessoas cientificamente qualificadas, e sob a supervisão de um profissional médico clinicamente competente. A responsabilidade pelo participante deve sempre ser de uma pessoa medicamente qualificada, mesmo que este tenha dado seu consentimento.

4. Pesquisas biomédicas envolvendo seres humanos não podem ser legitimamente realizadas a nào ser que a importância do objetivo seja proporcional ao risco inerente para o participante.

5. Cada projeto de pesquisa biomédica envolvendo seres humanos deve ser antecedido por uma avaliaçào cuidadosa dos riscos previsiveis em comparação com os benefícios previstos, para o participante ou para terceiros. A preocupação com os interesses do participante devem sempre prevalecer sobre os interesses da ciência e da sociedade.

6. O direito do participante de pesquisas de salvaguardar sua integridade deve ser sempre respeitada. Devem-se tomar todas as precauções para respeitar a privacidade do participante e minimizar o impacto do estudo sobre integridade física e mental e sobre sua personalidade.

7. Médicos não devem engajar-se em pprojetos de pesquisas que envolvam seres humanos, a não ser que estejam satisfeitos de que acredita-se que os perigos envolvidos podem ser previstos. Os médicos devem interromper qualquer investigação caso se descubra que os perigos ultrapassem os benefícios potenciais.

8. Ao publicar os resultados de sua pesquisa, o médico é obrigado a preservar a exatidão dos resultados. Relatórios que não estejam de acordo com os princípios estabelecidos nesta Declaração nào devem ser aceitos para publicação.

9. Em qualquer pesquisa com seres humanos, cada participante em potencial deve ser adequadamente informado sobre os objetivos, métodos, benefícios previstos e potenciais perigos do estudo, o incomodo que este possa acarretar. Deve ser informado de que é livre para retirar seu consentimento em participar, a qualquer momento. O médico deve então obter o consentimento pós-informação do participante dado livremente, de preferência por escrito.

10. Ao obter o consentimento para projeto de pesquisa, o médico deve ser particularmente cuidadoso caso o participante tiver uma relação a ele e possa consentir sob pressão. Nesse caso, o consentimento pós-informação deve ser obtido por um médico que não esteja engajado na investigação e que esteja completamente independente dessa relação oficial.

11. Em caso de incompetência legal, deve-se obter o consentimento pós-informação do guardião legal, em conformidade com a legislação nacional. Quando um incapacidade física e mental impossibilitar a obtenção do consentimento pós-informação, ou quando o participante for menor de idade, a permissão do familiar responsável substitui a do participante, obedecendo-se a legislação nacional. Sempre que o menor for capaz de dar consentimento, o consentimento de seu guardião legal.

12. O protocolo de pesquisa deve sempre conter uma declaração sobre as considerações éticas envolvidas e indicar que os principios enunciados nesta Declaração serão obedecidos.

II. PESQUISAS MÉDICAS COMBINADAS COM CUIDADOS PROFISSIONAIS (PESQUISA CLÍNICA)

1. No tratamento da pessoa doente, o médico deve ter liberdade para usar uma nova medida diagnostica ou terapêutica se, em seu julgamento, esta oferta oferecer esperança de salvar a vida, restabelecer a saúde ou aliviar o sofrimento.

2. Os benefícios, perigos e desconforto potenciais de um novo método devem ser pesados em relação as vantagens dos melhores métodos diagnósticos e terapêuticos atuais.

3. Em qualquer estudo médico, todos os pacientes – incluindo os do grupo controle, se houver – devem ter assegurados os melhores métodos diagnósticos ou terapêuticos comprovados.

4. A recusa do paciente em participar de um estudo nunca deve interferir na relação médico-paciente.

5. Se o médico considera essencial não obter o consentimento pós-informação, as razões específicas para esta proposta devem ser declaradas no protocolo experimental a ser transmitido ao comitê independente (I,2).

6. O médico pode combinar pesquisa médica com cuidados profissionais, com o objetivo de adquirir novos conhecimentos médicos, somente até onde a pesquisa médica seja justificada por seu potencial valor diagnóstico ou terapêutico para o paciente.

III. PESQUISAS BIOMÉDICAS NÃO-TERAPÊUTICAS ENVOLVENDO SERES HUMANOS -(PESQUISA BIOMÉDICA NÃO CLÍNICA)

1. Na aplicação puramente científica das pesquisas médicas realizadas em um ser humano, o médico tem o dever de continuar sendo protetor da vida e da saúde daquela pessoa a qual a pesquisa biomédica é realizada.

2. Os participantes devem ser voluntários – pessoas sadias ou pacientes, para quais o desenho do estudo não tem relaçào com a própria doença.

3. O investigador ou equipe de investigação deve interromper a pesquisa se em seu julgamento, esta possa ser nociva ao participante, se continuada.

4. Em pesquisas sobre o homem o interesse da ciencia e da sociedade nunca devem ter precedencia sobre considerações relativas ao bem -estar do participante.

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Effect of four monthly oral vitamin D3 (cholecalciferol) supplementation on fractures and mortality in men and women living in the community: randomised double blind controlled trial — Trivedi et al. 326 (7387): 469 — BMJ

BMJ2003;326:469 ( 1 March )

Papers

Effect of four monthly oral vitamin D3 (cholecalciferol) supplementation on fractures and mortality in men and women living in the community: randomised double blind controlled trial

Daksha P Trivedi, research fellowa Richard Doll, emeritus professorb Kay Tee Khaw, professor of clinical gerontologya

a Clinical Gerontology Unit, University of Cambridge School of Clinical Medicine, Addenbrooke’s Hospital, Cambridge CB2 2QQ, b Clinical Trial Service Unit and Epidemiological Studies Unit, University of Oxford

Correspondence to: K T Khaw kk101@medschl.cam.ac.uk // <![CDATA[
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Objective: To determine the effect of four monthly vitaminD supplementation on the rate of fractures in men and women aged65 years and over living in thecommunity.
Design: Randomised double blind controlled trial of100 000 IU oral vitamin D3 (cholecalciferol) supplementation ormatching placebo every four months over fiveyears.
Setting and participants: 2686 people (2037 men and 649 women) aged65-85 years living in the general community, recruited from theBritish doctors register and a general practice register inSuffolk.
Main outcome measures: Fracture incidence and total mortality bycause.
Results: After five years 268 men and women had incidentfractures, of whom 147 had fractures in common osteoporotic sites(hip, wrist or forearm, or vertebrae). Relative risks in the vitaminD group compared with the placebo group were 0.78 (95% confidenceinterval 0.61 to 0.99, P=0.04) for any first fracture and 0.67(0.48 to 0.93, P=0.02) for first hip, wrist or forearm, or vertebralfracture. 471 participants died. The relative risk for total mortalityin the vitamin D group compared with the placebo group was 0.88(0.74 to 1.06, P=0.18). Findings were consistent in men and womenand in doctors and the general practicepopulation.
Conclusion: Four monthly supplementation with 100 000IU oral vitamin D may prevent fractures without adverse effectsin men and women living in the generalcommunity.

What is already known in this topic
Vitamin D and calcium supplements are effective in preventing fractures in elderly women

Whether isolated vitamin D supplementation prevents fractures is not clear

What this paper adds
Four monthly oral supplementation with 100 000 IU vitamin D reduces fractures in men and women aged over 65 living in the general community

Total fracture incidence was reduced by 22% and fractures in major osteoporotic sites by 33%


© 2003 BMJ Publishing Group Ltd

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Randomised controlled trial of calcium and supplementation with cholecalciferol (vitamin D3) for prevention of fractures in primary care
Jill Porthouse, Sarah Cockayne, Christine King, Lucy Saxon, Elizabeth Steele, Terry Aspray, Mike Baverstock, Yvonne Birks, Jo Dumville, Roger Francis, Cynthia Iglesias, Suezann Puffer, Anne Sutcliffe, Ian Watt, and David J Torgerson
BMJ 2005 330: 1003. [Abstract] [Full Text] [PDF]
Vitamin D three times a year can prevent fractures
BMJ 2003 326: 0. [Full Text] [PDF]

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Rapid Responses:

Read all Rapid Responses

Vitamin D deficiency, lack of sunlight, multiple sclerosis
Peter K. Tun
bmj.com, 1 Mar 2003 [Full text]
Level of vitamin D (3) supplementation 100,000IU
Anne Woo
bmj.com, 1 Mar 2003 [Full text]
Re: Level of vitamin D (3) supplementation 100,000IU
Robert D Toon
bmj.com, 2 Mar 2003 [Full text]
Why no funding for a community trial?
Jim Page
bmj.com, 2 Mar 2003 [Full text]
100,000 IU of Vitamin D is a Lethal Dose for Many in our Community
Trevor G Marshall, PhD
bmj.com, 3 Mar 2003 [Full text]
How can Trivedi et al, Overlook the Possibility of Hypervitaminosis-D?
Belinda J Fenter
bmj.com, 3 Mar 2003 [Full text]
Safety of Vitamin D dose in used in fracture trial
Kay-Tee Khaw
bmj.com, 3 Mar 2003 [Full text]
A Therapy is Only Safe if it “Does No Harm”
Trevor G Marshall, PhD
bmj.com, 4 Mar 2003 [Full text]
Could vitamin D be of potential benefit in epileptic patients?
Mohammed S Rashid (BPharm MRPharmS)
bmj.com, 5 Mar 2003 [Full text]
Make sure to measure the correct ‘Vitamin D’- there are four of them
Trevor G Marshall
bmj.com, 6 Mar 2003 [Full text]
Potential Confounding Factors May Have Impacted on the Results
Henry Zeimer
bmj.com, 7 Mar 2003 [Full text]
Re: How can Trivedi et al, Overlook the Possibility of Hypervitaminosis-D?
Reinhold Vieth
bmj.com, 9 Mar 2003 [Full text]
Podiatrists administering vitamin D
Peter J Elton
bmj.com, 10 Mar 2003 [Full text]
Vitamin D, falls and fractures
Jugdeep K Dhesi, et al.
bmj.com, 16 Mar 2003 [Full text]
Vitamin D status in the population
Haakon E. Meyer
bmj.com, 18 Mar 2003 [Full text]
frail elderly patients and vitamin D
Michael D Stone
bmj.com, 22 Mar 2003 [Full text]
Annual injection
Mark D Oliver
bmj.com, 22 Mar 2003 [Full text]
Vitamin D for the over 65s
Lisa A Dunkley, et al.
bmj.com, 22 Mar 2003 [Full text]
Re: Vitamin D, falls and fractures
Andrew Herxheimer
bmj.com, 28 Mar 2003 [Full text]
Dose of vitamin D
John J Cannell, MD
bmj.com, 12 Apr 2003 [Full text]
The effect and administration of vitamin D.
Rauno J. Heikinheimo, et al.
bmj.com, 26 Apr 2003 [Full text]
Vitamin D and fractures
Montserrat Romera, et al.
bmj.com, 5 May 2003 [Full text]
disponivel em

http://www.bmj.com/cgi/content/abstract/326/7387/469

Los Trastornos Neurológicos – Anencefalia

¿Qué es la anencefalia?

Disponivel em:

http://www.healthsystem.virginia.edu/uvahealth/peds_neuro_sp/anenceph.cfm

Los Trastornos Neurológicos

La Anencefalia

La anencefalia es una patología congénita que afecta la configuración encefálica y de los huesos del cráneo que rodean la cabeza. La consecuencia de este trastorno es un desarrollo mínimo del encéfalo, el cual a menudo presenta una ausencia parcial o total del cerebro (región del encéfalo responsable del pensamiento, la vista, el oído, el tacto y los movimientos). La parte posterior del cráneo aparece sin cerrar y es posible, además, que falten huesos en las regiones laterales y anterior de la cabeza.

¿Cuáles son las causas de la anencefalia?

La anencefalia es un tipo de defecto del tubo neural. Defectos del tubo neural ocurren en cerca de uno de 1.000 embarazos en los Estados Unidos cada año.

Durante el embarazo, el encéfalo y la columna vertebral comienzan a desarrollarse en forma de un plato plano de cé lulas que se enrolla para formar un tubo llamado tubo neural. Si la totalidad o parte de este tubo no se cierra, es decir, existe una abertura, se produce lo que se llama defecto del tubo neural abierto (su sigla en inglés es ONTD). Es posible que esta abertura quede expuesta (en el 80 por ciento de los casos) o que se cubra con hueso o piel (en el 20 por ciento de los casos).

La anencefalia y la espina bífida son los tipos de ONTD más frecuentes, mientras que los casos de encefalocele (protrusión del encéfalo o de su recubrimiento a través del cráneo) se producen con mucha menor frecuencia. La anencefalia se presenta cuando el tubo neural no se cierra en la base del cráneo, mientras que la espina bífida, en cambio, se produce cuando el tubo neural no se cierra en algún lugar de la columna vertebral.

En más del 95 por ciento de los casos, los ONTD se producen en parejas sin antecedentes familiares de este tipo de defectos. Estas anomalías tienen su origen en una combinación de genes heredados de ambos padres que se suma a distintos factores ambientales. Debido a esto, se las considera rasgos hereditarios multifactoriales, es decir, “muchos factores”, tanto genéticos como ambientales, contribuyen a su incidencia.

Una vez que nace un niño con un ONTD en una familia, las posibilidades de recurrencia del trastorno se incrementan del 4 al 10 por ciento. Es importante tener en cuenta que, en el segundo caso, el tipo de anomalía congénita del tubo neural puede ser distinto. Por ejemplo, un niño podría nacer con anencefalia, mientras que el segundo podría presentar una espina bífida.

¿Cuáles son los síntomas de la anencefalia?

A continuación se enumeran los síntomas más comunes de la anencefalia. Sin embargo, cada niño puede experimentarlos de una forma diferente. Los síntomas pueden incluir:

  • la parte posterior del cráneo aparece sin cerrar
  • ausencia de huesos en la regiones laterales y anterior de la cabeza
  • plegamiento de las orejas
  • paladar hendido – trastorno que se presenta cuando el techo de la boca del niño no se cierra completamente, sino que deja una abertura que puede extenderse hasta la cavidad nasal.
  • defectos cardíacos congénitos
  • algunos reflejos básicos, pero sin el cerebro no puede haber consciencia y el bebé no logra sobrevivir

Los síntomas de la anencefalia pueden parecerse a los de otros trastornos o problemas médicos. Siempre consulte al mé dico de su hijo para obtener un diagnóstico.

¿Cómo se diagnostica la anencefalia?

El diagnóstico de la anencefalia puede realizarse durante el embarazo o mediante el examen físico del recién nacido. La cabeza del bebé presenta un aspecto aplanado debido al desarrollo anormal del encéfalo y a la ausencia de los huesos del cráneo.

Los exámenes de diagnóstico que se realizan durante el embarazo para detectar a los bebés con anencefalia incluyen los siguientes:

  • alfafetoproteína – proteína producida por el feto que se excreta al líquido amniótico. Los niveles anormales de alfafetoproteína pueden indicar la presencia de defectos encefálicos o de la médula espinal, fetos múltiples, error en el cálculo de la fecha de parto o trastornos cromosómicos.
  • amniocentesis – examen que se lleva a cabo para determinar la existencia de trastornos cromosómicos y genéticos, además de ciertos defectos congénitos. Consiste en insertar una aguja a través de la pared abdominal y uterina hasta al saco amniótico para tomar una muestra de líquido amniótico.
  • ecografía (También llamada sonografía.) – técnica de diagnóstico por imágenes que utiliza ondas sonoras de alta frecuencia y una computadora para crear imágenes de los vasos sanguíneos, los tejidos y los órganos. Se utiliza para ver el funcionamiento de los órganos internos y para evaluar el flujo sanguíneo a través de diversos vasos.
  • análisis de sangre

Tratamiento para un recién nacido con anencefalia:

No existe cura ni tratamiento médico estándar para la anencefalia. El tratamiento consiste en una terapia de apoyo.

La pérdida de un hijo puede ser una experiencia muy traumática. Se ofrecen servicios de asesoramiento por duelo para ayudarlo a enfrentar y sobrellevar esta tragedia irremediable.

Embarazos futuros:

Su médico puede recomendarle una consulta con un genetista para hablar acerca del riesgo de recurrencia en un embarazo futuro, como también de una terapia vitamínica (prescripción de ácido fólico) que podría disminuir el riesgo de recurrencia del ONTD. Se ha demostrado que la administración de un suplemento de ácido fólico, una vitamina B, uno o dos meses antes de la concepción y durante el primer trimestre de embarazo, contribuye a la disminución de la recurrencia de los ONTD en las parejas que ya han tenido un hijo con este transtorno.

Disponivel em:

http://www.healthsystem.virginia.edu/uvahealth/peds_neuro_sp/anenceph.cfm

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