Crimes sexuais que têm por objeto as crianças, correspondem ao terceiro mais rentável comércio mundial, que perde apenas para a indústria de armas e do narcotráfico.

Agora, o que foi que FERNANDO HADDAD criou como MINISTRO DA EDUCAÇAO. Veja o que segue, voce quer essa escola para SEUS FILHOS??

“Isto não é uma charge, é o que Haddad mandou distribuir para as escolas de ensino fundamental.”
CARTILHAS PARA AS CRIANÇAS DE APENAS 6 ANOS DE IDADE ,QUE IRRESPONSÁVELMENTE HADDAD,QUERIA DISTRIBUIR,ESTA FIGURA É A MAIS BÁSICA QUE ENCONTREI PARA POSTAR ,AS OUTRAS CAUSARIAM CONSTRANGIMENTOS

Este é um tema delicado e que precisa ser apontado. No Brasil não só adultos homens e mulheres são alvos de prostituição e exploração sexual. Seja por causa da pobreza seja por desvios comportamentais, já que pessoas abastadas em recursos financeiros e educação universitária cometem igualmente crimes, também as crianças e adolescentes têm sido objeto do mesmo mercado com graves vertentes criminosas e cruéis.

Saber que a PROSTITUIÇÃO INFANTIL e a  PEDOFILIA – correspondem ao terceiro mais rentável comércio mundial, que perde apenas para a indústria de armas e do narcotráfico.

Além disso, acompanham estes crimes bárbaros contra as crianças e adolescentes, o TRÁFICO destas pessoas e suas vidas para o TRAFICO DE ORGAOS HUMANOS.

HÁ MAIS. Passando dos crimes no mundo real de pedofilia, a pornografia e prostituição infantil correspondem a um mercado atraente que também concorre com o trafico de drogas e de armas.

 

Crimes dessa ordem são pouco divulgados no Brasil. E não existe cuidado nem vigilância neste pais que tenha preparo e capacidade de coibir a pratica de crimes contra as crianças. Os crimes sexuais que têm por objeto as crianças, começam desde um simples e aparentemente inofensivo aparecimento de pessoas/companhias seguidos de aliciamento, trafico e morte.

 

Para que se possa entender a gravidade de tais crimes, antes mesmo de seguir a apresentação dessas informações, é necessário que se tenha em mente a lei.

O Estatuto da Criança e do Adolescente, LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990, explica, no artigo 6º que é preciso entender que é próprio da criança e do adolescente a sua peculiar condição de pessoas em desenvolvimento.

Assim, reconhecida a pessoa em desenvolvimento, o artigo 7º determina que as politicas sociais públicas devem garantir a vida e as condições que permitam o nascimento (o nascimento do concepto – feto/embrião) com vida.

 

Art. 7º “A criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.”

Quem são as crianças? –  Diz o Estatuto da Criança e Adolescente:
Art. 2º Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade.

        Parágrafo único. Nos casos expressos em lei, aplica-se excepcionalmente este Estatuto às pessoas entre dezoito e vinte e um anos dte idade.

Importante, neste momento, lembrar que corresponde á violência todo o tipo de atividade que favoreça a libidinagem e a prostituição. Lenocínio, num sentido amplo, é o crime de favorecimento à prostituição ou à libidinagem. Lenocinio compreende toda ação que visa a facilitar ou promover a prática de atos de libidinagem ou a prostituição de outras pessoas. Este crime pune  TODA A CONDUTA QUE FOMENTA, FAVORECE E FACILITA a prática da prostituiçao.

DESDE 2008, O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990, DEFINE CRIMES:

   Art. 241-D.  Aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, criança, com o fim de com ela praticar ato libidinoso: (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

 

Art. 241-E.  Para efeito dos crimes previstos nesta Lei, a expressão “cena de sexo explícito ou pornográfica” compreende qualquer situação que envolva criança ou adolescente em atividades sexuais explícitas, reais ou simuladas, ou exibição dos órgãos genitais de uma criança ou adolescente para fins primordialmente sexuais. (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

 

Agora, o que foi que FERNANDO HADDAD criou como MINISTRO DA EDUCAÇAO. Veja o que segue, voce quer essa escola para SEUS FILHOS??

Cristiane Rozicki

27.outubro.2007

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No país dos petralhas, Lobato vai para a cadeia, e a pornografia infantil, para a sala de aula. Vejam o que a gestão Fernando Haddad liberou para crianças de 10 anos | Reinaldo Azevedo – Blog – VEJA.com

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/no-pais-dos-petralhas-lobato-vai-para-a-cadeia-e-a-pornografia-infantil-para-a-sala-de-aula-vejam-o-que-a-gestao-fernando-haddad-liberou-para-criancas-de-10-anos/

Blog

Reinaldo Azevedo

11/09/2012

às 15:58

No país dos petralhas, Lobato vai para a cadeia, e a pornografia infantil, para a sala de aula. Vejam o que a gestão Fernando Haddad liberou para crianças de 10 anos

No país dos petralhas, Monteiro Lobato vai para a cadeia, e uma variante do que considero pronografia infantil vai para a sala de aula. Já tratei do assunto aqui num post de 1º de fevereiro do ano passado. Mas é preciso voltar ao tema. Leiam isto:

“Olha, ele fica duro! O pênis do papai fica duro também?”

“Algumas vezes, e o papai acha muito gostoso. Os homens gostam quando o seu pênis fica duro.”

“Se você abrir um pouquinho as pernas e olhar por um espelhinho, vai ver bem melhor. Aqui em cima está o seu clitóris, que faz as mulheres sentirem muito prazer ao ser tocado, porque é gostoso.”

“Alguns meninos gostam de brincar com o seu pênis, e algumas meninas com a sua vulva, porque é gostoso. As pessoas grandes dizem que isso vicia ou “tira a mão daí que é feio”. Só sabem abrir a boca para proibir. Mas a verdade é que essa brincadeira não causa nenhum problema”.

Voltei
O que é isso? São trechos de “Mamãe, como eu nasci?”, que está na lista de livros do MEC, aprovado pelos aloprados que estavam sob o comando deste impressionante Fernando Haddad. Segundo o Ministério da Educação, é recomendado para alunos na faixa dos 10 anos. O livro, claro!, é ricamente ilustrado. Já foi o tempo em que a molecada se cotizava pra comprar gibi de sacanagem. O pênis, a vagina, o clitóris e a ereção foram estatizados, entenderam? O livro é ricamente ilustrado, como se percebe no vídeo abaixo (vão tentar tirá-lo do ar; aguardem para ver). Volto em seguida.

 

Voltei
Como a gente nota, 64 anos depois de sua morte, Monteiro Lobato está sendo julgado pelo Tribunal Politicamente Correto do Santo Ofício, e a pornografia infantil recebe a chancela do MEC. Não é de estranhar que esse mesmo ministério tenha preparado os kits gays, certo? Eles ensinam, por exemplo, que ser bissexual traz vantagens comparativas no cotejo com a heterossexualidade — que a patrulha politicamente correta chama “heteronormatividade”. A imprensa jamais indagou Fernando Haddad sobre o assunto e ainda tacha de reacionário quem o faz.

Notem que o texto, além de tudo, incita crianças de 10 anos à desobediência. Os pais seriam os desprezíveis “adultos”, com suas proibições.

[…]

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A Cartilha Pornográfica Para Crianças.wmv – YouTube http://www.youtube.com/watch?v=8PkJ7oqtv_g

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Pornografia infantil na internet quadruplicou, diz ONU

http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,pornografia-infantil-na-internet-quadruplicou-diz-onu,436003,0.htmEspecialista aponta que 750 mil acessam esse tipo de conteúdo simultaneamente em todo o mundo

16 de setembro de 2009 | 14h 56

O número de sites da internet que contêm pornografia infantil está aumentando, e mais imagens mostram abusos, afirmou nesta quarta-feira, 16, uma especialista das Nações Unidas. Segundo a investigadora da ONU sobre venda de crianças prostituição infantil e pornografia infantil, Najat M’jid Maalla, mais de 4 milhões de sites pelo mundo contêm imagens de crianças sendo abusadas sexualmente. “O número de imagens que mostram exploração séria quadruplicou entre 2003 e 2007”, apontou ela, sem oferecer números exatos.

Veja também:

Votação sobre castração química é adiada no Senado

Homem de 61 anos é acusado de engravidar menina em Santos

Saiba como proteger as crianças dos perigos na web

Aproximadamente 750 mil pessoas estão em sites de pornografia infantil a qualquer momento do dia. Ao falar ao Conselho de Direitos Humanos em Genebra, a especialista observou que as salas de bate-papo tornaram-se o principal meio usado por aliciadores para recrutar crianças. “Há um aumento no número de sites registrados”, disse Najat, em depoimento ao conselho que reúne 47 nações.

A especialista se baseou em dados de uma pesquisa do grupo britânico Internet Watch Foundation. Um estudo do National Center on Missing and Exploited Children, dos Estados Unidos, concluiu que 83% das pessoas com pornografia infantil possuíam imagens de crianças entre 6 e 12 anos, 39% tinham fotos de meninos entre 3 e 5 anos, e 19% tinham imagens de menores de 3 anos.

A representante da ONU pediu cooperação internacional para combater a indústria da pornografia infantil. Segundo ela, essa indústria movimenta entre US$ 3 bilhões e US$ 20 bilhões anualmente. Najat recomendou aos países que compartilhem informação sobre sites com pornografia infantil, para conseguir bloqueá-los mais rapidamente.

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Mortalidade de crianças indígenas aumenta 513%

 

“ONU está preocupada com o problema. Brasil é um dos países fornecedores de órgãos humanos para suprir o comércio clandestino, até de primeiro mundo”
http://www.agenciaamazonia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1036&Itemid=364

Na tríplice fronteira
http://www.agenciaamazonia.com.br/index.php?option=com_content&task

 

Pesquisadora aponta genocídio

http://www.agenciaamazonia.com.br/index.php?option=com_content

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A que interessa o aborto no Brasil e a deslavada má fé de quem acompanha os fins espúrios de um governo que usa da ilegalidade há 10 anos – parte 1

 

No Brasil, a “legalização” do aborto ocorrerá por negligência, no mínimo, e não por falta de recursos jurídicos para impedi-la, pois estes recursos não estão sendo usados intencionalmente.

 

Pergunta: o que é mesmo que o ufanismo “leigo” (?!!) comemorativo da direção de “Brasil sem aborto” estava considerando “mérito” ver como “atrasado” no julgamento da ADPF 54?

 


A que interessa o aborto no Brasil e a deslavada má fé de quem acompanha os fins espúrios de um governo que usa da ilegalidade há 10 anos – parte 1

 

https://objetodignidade.wordpress.com/2009/09/02/no-brasil-a-legalizacao-do-aborto-ocorrera-por-negligencia-no-minimo-e-nao-por-falta-de-recursos-juridicos-para-impedi-la-pois-estes-recursos-nao-estao-sendo-usados-intencionalmente/

—– Original Message —–

 

From: Celso Galli Coimbra
To: nao_ao_aborto@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, September 02, 2009 2:51 AM
Subject: [aborto_não] Re: BRASIL SEM ABORTO PREPARA 3ª MARCHA PELA VIDA E PELA PAZ – 30/08/09

 

Escrevi esta mensagem antes do falecimento do Min. M. Direito, o que sabia-se estava para ocorrer devido ao seu estado de saúde. Aliás, Lula, qdo escolheu aquele Min., sabia que ele tinha pouco tempo de vida. Outro, Eros Grau vai ser aposentado pela idade.

 
Os mais cotados para preenchimento destas vagas são o ex-procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, o presidente do Superior Tribunal de Justiça, Cesar Asfor Rocha, e o advogado-geral da União, José Antônio Dias Toffoli (referido por mim na mensagem e preferido de lula).

 

 

Já houve mais uma decisão judicial de primeira instância no MS autorizando aborto de anencéfalo entre o dia 29 e hoje.
Pergunta: o que é mesmo que o ufanismo “leigo” (?!!) comemorativo da direção de “Brasil sem aborto” estava considerando “mérito” ver como “atrasado” no julgamento da ADPF 54?

 
Para legalizar o aborto no Brasil, o mais importante continua sendo a conduta “pró-vida” midiática desta ONG, que ainda se “surpreende” quando o Governo Federal retira-lhe recursos à última hora, deixando claro que teria sido “induzido a erro”.

 

Esta retirada de recursos com viés desmoralizador bem sucedido não era uma possibilidade e sim uma certeza.
Por que a Lenise se surpreendeu?

 

Por terem cometido um erro? Por achar que a “legalização” do aborto está dentro de um contexto “democrático” deste governicho?

 
Vão pedir ajuda cientifíca no exterior com o meio que trabalha conosco há bem mais de uma década e acham que isto não seria objeto de conhecimento e avaliação?

 

Caiu muito mal neste meio a maneira como esta ajuda foi solicitada, porque não passou despercebido a pessoas com larga experiência o que ela representava de fato.
Há vida inteligente dentro de “Brasil Sem Aborto” ou sim outros interesses inteligentes voltados para interesses pessoais de alguns?

 

 

O terceiro ano de existência de BSA [Brasil sem aborto] deve ser comemorativo de uma cooperação impar de bastidores e por omissões com tudo aquilo que é decisivo para o objetivo dos abortistas.

 

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
http://biodireitomedicina.wordpress.com/
www.biodireito-medicina.com.br

 
—– Original Message —–

From: Celso Galli Coimbra
To: nao_ao_aborto@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, August 29, 2009 4:48 PM
Subject: [aborto_não] Re: BRASIL SEM ABORTO PREPARA 3ª MARCHA PELA VIDA E PELA PAZ – 30/08/09

 

Resposta à mensagem que festeja o terceiro ano de Brasil Sem Aborto.

O PL 1135/91 sempre foi uma manobra diversionista muito bem usada pelos abortistas e melhor ainda digerida por muitos dos que se consideram pró-vida.

 
Objetivo: desviar as atenções dos erros sistemáticos do meio pró-vida que continuam sendo cometidos na via onde o aborto será “legalizado” no Brasil – dentro do Poder Judiciário, no STF.

 
Não se comunique aqui que os Ministros do STF estão sendo suscetíveis a influências pró-vida porque isto não é verdade, pelo contrário, este “tempo ganho” está servindo é para que seja posta em prática uma estratégia no Judiciário de “consolidação de bases”, onde se verifica que as primeiras e segundas instâncias do Judiciário Nacional passam a dar suporte ao STF com cada vez mais decisões em suas respectivas esferas autorizando aborto de anencéfalos.

 
Neste cenário de “ganho de tempo” festejado o que ocorre é que as decisões de juízes de primeira instância contra o aborto de anencéfalos, quando ocorrem, passam a ser objeto de reforma em segunda instância, como é fato sabido no meio judicial e que tem como último precedente decisão de Desembargador do TJRS mandando juíza de primeira instância autorizar aborto de anencéfalo que ela tinha negado. Isto passa despercebido para leigos em seu significado, mas não se pode admitir que eu esteja me dirigindo a leigos por mais de três anos.

 

A situação, ao contrário do que a mensagem pretende comunicar, não melhorou. Ela piorou e muito para a defesa da vida desde a concepção. Esqueceram o parecer decisivo do Ministério Público Federal favorável ao aborto de anencéfalos na ADPF 54 apresentado ao STF? Está quase tudo bem?

 

Enquanto isso, a presidência de Brasil Sem Aborto está procurando “apoio científico” no exterior (com emails em espanhol redigidos por terceiros, e sequer no idioma de seus destinatários) e continua, tanto “esquecendo” que o apoio científico de mesmo nível está dentro do Brasil, quanto o fato de que sem defesa jurídica à altura da situação que é essencialmente jurídica, de nada adiantará este suporte científico, pois lhe faltara na melhor das hipóteses o manejo jurídico que se faz imperativo dentro de um processo jurídico, perante um órgão jurisdicional. Está quase tudo bem pensar que o STF é um “laboratório científico” ou meio “acadêmico científico”?

 

Está quase tudo bem dar tempo para que mais um Ministro do STF possa ser nomeado por Lula, possivelmente seu cargo de confiança ex-dirigente da AGU?

 

No âmbito das audiências públicas da ADPF 54, a partir de setembro de 2008, houve sabotagem de uma defesa jurídica em precioso espaço de 15 minutos amplamente utilizado por assessora de confiança da Secretaria Especial de Nilcéia Freire (que já tínhamos deixado sem argumentos em programa de TV do STF), que estava acertada que seria feita por mim, mesmo que para ser lida por terceiros, onde as questões jurídicas que vão decidir este assunto seriam apontadas de forma mais clara do que realmente deseja o Brasil Sem Aborto, como, por exemplo, deixar claro ao STF sem meias palavras que, nos assuntos que gravitam no âmbito da Convenção Interamericana de Direitos Humanos, ele, STF, ao contrário do que foi dito por Ayres Britto, não é o órgão jurisdicional que tem a última palavra, mas sim a Corte Internacional de Direitos Humanos.

 
O que aconteceu? Houve simples renúncia deste espaço de defesa em audiência pública no ano de 2008, sem meu conhecimento prévio, sob a falsa alegação perante o Ministro Marco Aurélio de que não havia quem o fizesse. Está quase tudo bem mesmo?

 

Este clima de “muito a comemorar”, especialmente depois do extraordinário fiasco jurídico no julgamento das células tronco embrionárias dentro do STF, que representou a definição da realidade do que está em andamento e não foi alterada pela sucessão dos acontecimentos; quando, então, sequer houve fundamentação tempestiva da defesa da vida na Convenção Americana de Direitos Humanos, não corresponde aos fatos que se apresentam e que levam à legalização do aborto no Brasil dentro via STF. Este clima de ufanismo deslocado somente pode aumentar a retirada de foco de um grave problema tal qual como ele realmente está definido. Promove a aparência fatal do “faz de conta que estamos fazendo” o que os fatos exigem que seja feito.

 

 

Não está quase tudo bem e certamente não haverá tempo para o “muito que tem por ser feito” a não ser que a referência seja sobre correr atrás do prejuízo, como ocorre em outros países, para tentar revogar a “legalização” do aborto neste país.

 
A quais interesses esta sistematização de conduta comemorativa e ufanista beneficia?

 

Não são os que se opõem com realismo ao desrespeito à defesa da vida desde a concepção tal qual ordenamento jurídico algum noutros países está hoje proporcionando ao Brasil.

 

No Brasil, a “legalização” do aborto ocorrerá por negligência, no mínimo, e não por falta de recursos jurídicos para impedi-la, pois estes recursos não estão sendo usados intencionalmente.

 

 

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
http://biodireitomedicina.wordpress.com/
www.biodireito-medicina.com.br

Neste grupo não é admitida a defesa da legalização do aborto no Brasil.
O início da vida humana individualizada, para a Ciência e para o Direito, começa na concepção. Subsídios sobre estas informações podem ser obtidos nos textos e artigos que são colocados nos Arquivos deste grupo.

Endereços de e-mail do grupo:

Enviar mensagem: nao_ao_aborto@yahoogrupos.com.br
Entrar no grupo: nao_ao_aborto-subscribe@yahoogrupos.com.br
Proprietários da lista: nao_ao_aborto-owner@yahoogrupos.com.br
Página Inicial do grupo:

http://br.groups.yahoo.com/group/nao_ao_aborto/

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The Wholesalers of aborted babies

 

Os atacadistas de bebês abortados

 

A brochura, brilhante, convida para fazer aborto e “descobrir como você pode transformar a sua decisão de paciente em algo maravilhoso.” Está impresso por linhas de abertura, uma divisão da Consultivo e Patologia de diagnóstico, onde uma traficante de atacado em partes do bebê abortado a partir de clínicas americanas, oferece o retorno financeiro á mulher que aborta e entrega o bebê abortado ao comercio. Os tecidos e partes de fetos abortados têm alto valor como matéria-prima das industrias de cosméticos, plásticas e biotecnologia de fármacos e alimentos.

 

Neste texto, foi relatado que, fora de um escritório em West Frankfort, IL, diretor da empresa, Dr. Miles Jones, OS LUCROS de um COMÉRCIO, evidentemente, tremendamente vantajoso – a “Taxa de Serviços Schedule” atual oferece olhos e ouvidos por US $ 75 a US $ 999 por um cérebro.

Cristiane Rozicki

***

NOTA: As linhas de abertura está associada a “Ass. presents anatômica”, uma corporação sem fins lucrativos, que aceita doações de órgãos e tem escritórios em vários estados.

 

Linhas de abertura foi fundada em 1989, para “maximizar a utilização de tecido fetal fresco que nós processar.” Ele oferece aos investigadores “da mais alta qualidade, mais acessível, mais fresco e tecido preparado com suas especificações e entregues nas quantidades que você precisa quando você precisar dele.”

 

Venda de tecidos humanos, incluindo o tecido fetal, é contra a lei federal, mas as linhas de abertura aconselha os pacientes como “simples” é para contornar isso. Ele oferece a “alugar o espaço a partir de sua instalação para realizar a colheita, para compensar a sobrecarga a sua clínica.” Ele também oferece para treinar a equipe da clínica na colheita e, em seguida, “com base em volume, reembolsar parte ou a totalidade do salário do seu empregado, reduzindo suas despesas gerais. ”

 

Dr. Jones é, obviamente, hábil em contornar os regulamentos inconvenientes. “Nós não exigem uma cópia de sua aprovação IRB ou resumo de sua pesquisa”, aconselha clientela em potencial, “e você não é obrigado a linhas de abertura do site como fonte de tecido quando você publicar seu trabalho (acreditamos no boca a boca publicidade, se você gosta de nosso serviço que você vai dizer a seus colegas “).

 

Linhas de abertura é um dos dois traficantes no atacado, descoberto por Mark Crutcher na vida Dynamics Inc., uma pró-vida em Denton Texas. A outra é a Anatomic Presente Foundation (AGF). Fundada em 1994 por Jim e Bardsley Brenda, que inicialmente funcionava em um trailer de largura dupla no final de uma estrada de terra no Rio Satilla na Geórgia, onde o casal também administrou uma fazenda bagre. Desde então, mudou sua sede para Laurel, MD e possui operações em Phoenix, AZ e Aurora, CO

 

Fontes dinâmica da vida dentro de clínicas de aborto adquiridos “tabelas de preços” para ambas as organizações. Abertura de linhas ‘é a mais detalhada dos dois, enumerando preços para órgãos de fetos sob oito semanas de gestação e de novo. Um “tronco intacto (com / sem membros)” custa US $ 500, por exemplo, um fígado, US $ 150, (“30% de desconto se significativamente fragmentada”).

 

“Os preços em vigor até 31 de dezembro de 1999” pode parecer baixo, observa o Sr. Crutcher, mas somar todas as peças e bebê abortado único vale milhares. “Nosso volume de caso médio diário certificado exceder 1500 e servimos clínicas nos Estados Unidos”, diz o folheto linhas de abertura “.

 

Sr. Crutcher diz que Dr. Jones é um vendedor agressivo, ansioso para lhe oferecer taxas reduzidas para grandes encomendas.

 

Ele também disse em uma recente entrevista gravada que ele está buscando ativamente fontes de tecido fetal no México e no Canadá.

 

August 22, 1999

The Wholesalers of aborted babies

http://suewidemark.com/fetalparts.htm

by Celeste McGovern

 

A full-colour, glossy brochure invites abortionists to “find out how you can turn your patient’s decision into something wonderful.” It’s printed by Opening Lines, A Division of Consultative and Diagnostic Pathology, Inc., a wholesale trafficker in aborted baby parts from American clinics. Out of an office in West Frankfort, IL, the company’s director, Dr. Miles Jones, profits from an evidently tremendously lucrative trade – his current “Fee for Services Schedule” offers eyes and ears for $75 to $999 for a brain.

NOTE: Opening Lines is associated with “Anatomical Gifts Assn”, a non profit corporation which accepts organ donations and has offices in several states.

Opening Lines was founded in 1989 to “maximize the utilization of fresh fetal tissue we process.” It offer researchers “the highest quality, most affordable, and freshest tissue prepared to your specifications and delivered in the quantities you need when you need it.”

Sale of human tissue, including fetal tissue, is against federal law, but Opening Lines advises patients how “simple” it is to get around that. It offers to “lease space from your facility to perform the harvesting to offset your clinic’s overhead.” It also offers to train clinic staff in harvesting and then “based on volume, reimburse part or all of your employee’s salary, thereby reducing your overhead.”

Dr. Jones is obviously adept at getting around inconvenient regulations. “We DO NOT require a copy of your IRB approval or summary of your research,” he advises prospective clientele, “and you ARE NOT required to site Opening Lines as the source of tissue when you publish your work (we believe in word of mouth advertising; if you like our service you will tell your colleagues.”)

Opening Lines is one of two wholesale traffickers, uncovered by Mark Crutcher at Life Dynamics Inc. a pro-life in Denton Texas. The other is the Anatomic Gift Foundation (AGF). Founded in 1994 by Jim and Brenda Bardsley, it originally operated out of a double-wide trailer at the end of a dirt road on the Satilla River in Georgia where the couple also ran a catfish farm. It has since moved its headquarters to Laurel, MD and now has operations in Phoenix, AZ and Aurora, CO.

Life Dynamics’ sources inside abortion clinics acquired “fee schedules” for both organizations. Opening Lines’ is the more detailed of the two, listing prices for organs from fetuses under eight weeks gestation and over. An “intact trunk (with/without limbs)” costs $500, for example, a liver, $150, (“30% discount if significantly fragmented”).

The prices “in effect until December 31, 1999” may seem low, observes Mr. Crutcher, but add up all the parts and single aborted baby is worth thousands. “Our daily average case volume exceeds 1500 and we serve clinics across the United States,” says Opening Lines’ brochure.

Mr. Crutcher says that Dr. Jones is an aggressive salesman, eager to offer him reduced rates for bulk orders.

He also said in a recent taped interview that he is actively pursuing fetal tissue sources in Mexico and in Canada.

To subscribe to Alberta Report call 1-800661-5742

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August 22, 1999

The Wholesalers of aborted babies

by Celeste McGovern

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Vida é o maior bem e a Constituição brasileira a protege do arbítrio da estrutura política

 

Vida é o maior bem e a Constituição brasileira a protege

 

Por Cristiane Rozicki

 

Filósofos políticos analisam a sociedade segundo a ética do discurso e do agir comunicativo, dando ‘as relações entre os homens um novo ‘centro’ no pensamento humano, identificando uma nova radicalidade social. É através de toda ação comunicativa – a começar pela fala, que os seres humanos concebem a sociedade, constroem consensos e mantêm a sociedade sob permanente controle através dos mecanismos de gerenciamento, decisão e poder, usando a mídia, a moda – nas palavras e na aparencia – e o discurso da autoridade política nos meios de comunicação.

 

Porem, ainda, é preciso notar que essa ‘comunicabilidade’ garante o poder de força e coerção hoje, poder de controle e decisão, que          tem sido desenvolvido pelo absoluto uso da ilegalidade, na atuação estatal administrativa e executiva sem consideração ‘as leis, na criação de projetos de leis, manutenção de ambiente carente de informação verdadeira e atualizada, e na falta de permanente apresentação das contas públicas ‘a população. Estas são caraterísticas de um Estado politico não democrático e arbitrário.

    

Ocorre que as grandes maiorias da humanidade excluidas por essa radicalidade da nova ‘ética’ são as minorias silenciadas a quem se nega o direito de fala e de expressão, embora o conhecimento cientifico demonstre e prove a existencia da vida humana nestas condições vulneraveis – por exemplo, embriões, deficientes, anencefalos e pessoas em estado coma mesmo o severo. Isto está acontecendo no Brasil, não obstante exista Lei a garantir a vida para todos igualmente.

 

Vida é o maior bem e a Constituição brasileira a protege. A vida do homem é valor supremo que não pode ser relativizado. Vida é bem indisponivel. Esta é a inteligência imperante em todo o mundo civilizado e é o superior motivo que deve orientar o comportamento humano.A vida é valor transindividual e universal.

Oexame do espírito humano fica evidente, a partir do momento em que se observa o sentido e o alcance das atividades humanas. O sentido da vida humana reside na realizaçao dos valores. Este é o aspecto prático dos valores, que aponta sua relação direta com a vida na realidade, o que acusará a disposição que move o homem à prática de certas ações. Ou, como elucida Aristóteles, tornará evidente a disposição da alma.

 
Assim, pode-se definir VALOR como um “quid”, diz Hessen. O “quid” é um o que que satisfaz certa necessidade humana. Mas a valoração não parte apenas desse “quid”. Isso porque ainda há valores éticos, estéticos e religiosos, além dos vitais, fala-se de valores interiores e individuais. Estes são descobertos com as necessidades espirituais, morais, diferentes das necessidades vitais. Asseguram a vitalidade aquelas necessidades que são externas ao ser humano, tais como as biológicas, e das quais depende a possibilidade material de existência.

 

Daí que se diz, simplesmente, que os valores produzem determinados efeitos. O efeito é a satisfação das necessidades ou interesses.

 

O grupo das ciências dos seres pertence a das ciências naturais, que tem um ponto de vista inteiramente estranho a valores, enfatiza Hessen. Por sua vez, as ciências dos valores têm por função, precisamente, tomar posição e valorar, por exemplo, a Ética.

  

A partir da determinação de valores que se consegue extrair normas para a ação prática. Estas normas visam as ações humanas.

 

 Para que se possa ter a percepção consciente dos valores é preciso que os mesmos sejam identificados por todos e que valham para todos, para todas pessoas (POR ISSO QUE O SUBJETIVISMO INDIVIDUALISTA É ERRÔNEO, POSTO QUE SE DEVE PENSAR EM VALORES SUBJETIVOS GERAIS, QUE VALEM PARA TODOS). Estes valores reconhecidos e identificados por todas pessoas são transindividuais, superiores aos valores puramente sensíveis, são transubjetivos pertencentes a um reino de validade intemporal e dirigem o seu incondicional apelo a todos os homens, POR SEREM SIMPLESMENTE HOMENS, TENDO VALIDADE ABSOLUTA [HESSEN, 1980, 90-103].

 

Vida é o maior bem e a Constituição brasileira a protege. A categoria bem jurídico, neste texto, considerando idéias de bens e valores eleitos por uma comunidade politicamente organizada, como é o Estado Democrático de Direito brasileiro previsto na Constituição da República, compreende os interesses legítimos de cada indivíduo e de toda sociedade, firmados no reconhecimento fundamental de direitos e garantias previstos na Lei Maior. Os bens jurídicos têm assentamento expresso na Constituição. Isto quer dizer que esta mesma Lei apresenta os valores fundamentais da sociedade, e é destes que deriva o conceito de bem jurídico.

 

A vida do homem é valor supremo que não pode ser relativizado. Vida é bem indisponivel. Esta é a inteligência imperante em todo o mundo civilizado e é o superior motivo que deve orientar o comportamento humano.A vida é valor transindividual e adignidade da vida humana é interessetranscendental ao homem. Pois que a dignidade está intrínseca à existência do próprio homem, intrínseca ‘a sua vida. E isto é assim mesmo independentemente e acima das variações históricas de outros valores e interesses.


Assim, a vida é Direito inviolsavel na Constituição brasileira, direito fundamental, garantido desde o caput do 5º artigo.

Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e as estrangeiros residentes no pais a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, á igualdade, à segurança e à propriedade(…)” – art. 5º da CF/88.

 

Obvio que nada, nenhum valor ou interesse alheio ao valor supremo vida, pode conferir aos homens, sejam legisladores sejam juízes ou ministros, a liberdade de dispor da vida de outrem.

 

Vida é o maior bem jurídico que se pode ter. O bem jurídico é um valor. Em outras palavras, bem jurídico é todo valor da vida humana protegido pelo Direito. Vida é o maior bem. Vida é valor superior e, portanto, como decorrência de várias razões que estão indicadas na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 (CRFB/88), é oferecida garantia ao direito de viver.

A Convenção Americana sobre Direitos Humanos, Pacto de San José da Costa Rica[1], foi adotada e aberta à assinatura na Conferência Especializada Interamericana sobre Direitos Humanos, em San José de Costa Rica, em 22 de novembro de 1969. O Pacto reconheceu “que os direitos essenciais do homem não derivam do fato de ser ele nacional de determinado Estado, mas sim do fato de ter como fundamento os atributos da PESSOA HUMANA […]” preâmbulo. Ratificada pelo Brasil em 25 de setembro de 1992.

 

A validade das Convenções internacionais no âmbito territorial brasileiro é tema tratado na Carta de 1988, que indubitavelmente reconheceu de forma inédita a validade normativa constitucional dos Tratados e Convenções internacionais sobre direitos humanos ratificados, com os termos da disposição do § 2º de seu 5º artigo.

  

No caso do Direito Constitucional brasileiro, em virtude de as normas de composição da Lei Maior acolherem preceitos universais sobre direitos humanos como ordem capital de existência do Estado, a Constituição reconhece e protege direitos previstos no âmbito internacional, NORMAS QUE PASSAM A TER FORMA CONSTITUCIONAL TAIS COMO DIREITOS FUNDAMENTAIS.

 

 

Ratificada pelo Brasil em 25 de setembro de 1992, A Convenção Americana sobre Direitos Humanos, Pacto de San José protege a vida no Artigo 4º – “Direito à vida. 1. Toda pessoa tem direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da CONCEPÇÃO. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.”

 

São José, Serraria, 25 de maio de 2012.

Cristiane Rozicki

HESSEN, Johannes. Filosofia dos valores. Trad. por L. Cabral de Moncada. 5a ed. Colecção Stvdivm. Coimbra: Armênio Amado, 1980.

A Convenção Americana sobre Direitos Humanos, Pacto de San José
http://www.dhnet.org.br/direitos/sip/oea/oeasjose.htm

El aborto genera en España un negocio de 100 millones€ en diez años

O aborto na España gera um negócio de 100 milhões de Euros em dez anos de milhões de mortes. A interrupção voluntaria da gravidez, o aborto, chega a 70 e 90 por cento das gestantes.

El aborto genera en España un negocio de 100 millones€ en diez años

En Andalucía, la tercera comunidad de España con mayor número de abortos, unos 20 mil cada año, crece más rápidamente que a nivel nacional.

REDACCIÓN HO / ABC.ES.-  Las estadísticas que hace públicas cada año el Servicio Andaluz de Salud (SAS) sobre el aborto son siempre conocidas. Las cifras apenas cambian y cada año se practican en la comunidad autónoma unos veinte mil abortos, una cantidad que apenas oscila. Ni las políticas de prevención de embarazos ni tampoco la píldora del día después -como señalaban los defensores de su liberalización, que además tratan de negar sus efectos abortivos-, han provocado una disminución de abortos quirúgicos.

Sin embargo hay otros datos menos conocidos, como los del negocio que se mueve alrededor de las mal llamadas Interrupciones Voluntarias del Embarazo (IVE). Según un informe realizado por un grupo de profesores católicos de la Universidad de Córdoba, del que informa el diario ABC, en el periodo comprendido entre 1999 y 2008 el aborto ha supuesto en Andalucía un negocio que ha facturado entre 82.294.104 y 102.832.832 euros. Además, los profesores consideran que, en términos absolutos, los ingresos estimados para el último año del que tienen datos, 2008, oscilaría entre 9.323.211 y 13.041.550 euros.

En el estudio, que ha tenido en cuenta los precios de licitación pública de estas intervenciones, la estimación de gastos asociados (desplazamientos y manutención de los pacientes y acompañantes) así como otros informes, los investigadores han fijado una horquilla de precios que oscila entre 350 y 450 euros. Concretamente, los investigadores sitúan el precio de un aborto de hasta 12 semanas de gestación en esas cantidades aunque aseguran que hay algunas comunidades donde es más caro y esta intervención puede costar hasta 600 euros.

Claro que los precios suben a medida que aumentan las semanas de gestación, dada la complejidad de la operación. En este sentido, cuando el embarazo pasa de las 12 semanas, el precio del aborto puede estar entre 1.500 y 2.500 euros. De igual manera, en otras comunidades españolas estas intervenciones pueden alcanzar los 3.000 euros.

En cualquier caso el aborto en Andalucía representa en torno al 18 por ciento del total nacional. La tasa anual acumulativa de crecimiento para España se sitúa en el 7,9 por ciento, por debajo de la tasa de crecimiento para Andalucía, estimada en el 9,18 por ciento. Eso supone que el aborto en Andalucía crece más rápidamente que a nivel nacional, consecuencia posiblemente de las facilidades otorgadas por la administración pública a las mujeres para que encuentren en el aborto la salida a su embarazo no deseado o en situación de dificultad.

En relación con otras comunidades autónomas, Andalucía se encuentra situada en el top del aborto en España. A nivel nacional se encuentra en el quinto lugar (con un 0,25 de abortos sobre la población total) por detrás de Murcia (0,38), Madrid (0,35), Cataluña (0,34) y Baleares (0,32). Considerando el peso relativo de los abortos perpetrados en cada comunidad sobre el total de abortos en todo el país, se extrae la conclusión de que Andalucía es la tercera de España en número de abortos.

Algo que lógicamente tiene sus consecuencias económicas, lo que lleva a los profesores a afirmar que «una parte significativa del negocio del aborto se concentra en Andalucía».

Los expertos también han valorado el hecho de que Andalucía es la única comunidad autónoma que reconoce la prestación del aborto dentro de su sistema sanitario y garantiza el acceso a la misma a través del concierto con las clínicas acreditadas ante la mayoritaria objeción de losprofesionales de la sanidad pública. Además, Andalucía es la tercera región española con mayor peso económico en el negocio del aborto en España.

 

Casi la mitad en Sevilla y Málaga

Las cifras también revelan que casi la mitad de los abortos en Andalucía en el periodo entre 1999 y 2008, el 45 por ciento y hasta el 48 por ciento en 2008, se realizaron a mujeres residentes en Sevilla y Málaga. Son las provincias que, junto a Granada y Almería, concentran más del 70 por ciento de las interrupciones voluntarias del embarazo.

Llama la atención la escasa incidencia en la provincia de Jaén, que escasamente alcanza el 4 por ciento el año 2008. Además también es digno de destacar que la mayoría de los abortos, el 91 por ciento, se produce antes de las doce primeras semanas de vida, mientras que el 9 por ciento aproximadamente corresponde a abortos practicados a partir de la primera semana. Este dato tiene repercusiones evidentes, dada la diferencia en el tipo de asistencia para cada caso. Entre los centros acreditados concertados son dos en Sevilla los que realizan estas intervenciones a mujeres de más de doce semanas.

http://www.hazteoir.org/noticia/45551-aborto-genera-en-espana-negocio-100-millones%E2%82%AC-en-diez-anos

Infanticídio feminino e mortalidade materna, assassinato em massa de mulheres e deficientes, um genocídio por responsabilidade do governo

 

“O fenômeno do infanticídio feminino é tão antigo em muitas culturas, e foi provavelmente responsável por milhões de mortes seletivas de gênero ao longo da história. Continua, hoje, a ser uma preocupação fundamental em um número de paises do “Terceiro Mundo”, nomeadamente os dois países mais populosos do planeta, China e Índia. Em todos os casos, especificamente o infanticídio feminino reflete o baixo estatuto concedido às mulheres em muitas partes do mundo, e é sem dúvida a manifestação mais brutal e destruidora do viés anti-feminino que permeia as sociedades “patriarcais”. Ela está intimamente ligada aos fenômenos de abortos seletivos, que visa fetos do sexo feminino quase exclusivamente, e negligência a saude de crianças do sexo feminino.” 

“O infanticídio feminino é a morte intencional de bebês do sexo feminino, devido à preferência por bebês do sexo masculino e do baixo valor da pessoa associada com o nascimento de fêmeas.” (Marina Porras, “o infanticídio feminino e o Feticide”.). O FETICIDIO deve ser visto como um subconjunto do fenômeno mais amplo do infanticídio, que também tem como alvo a morte de crianças física ou mentalmente DEFICIENTES, e os machos infantis (ao lado do sexo feminino infantil ou, ocasionalmente, em um gênero seletivo base). Tal como acontece com a MORTALIDADE MATERNA. Alguns contestam a atribuição de infanticídio ou o infanticídio feminino para a categoria de “genocídio” ou, como aqui, “generocídio”.

“No entanto, o argumento apresentado no estudo de caso sobre a categoria MORTALIDADE MATERNA se aplica neste  caso como a seguinte evidencia: governos e outros atores podem ser tão culpados e responsaveis pelo assassinato em massa por negligência, falta de assistencia ‘a saude ou  incentivo tácito ao aborto, como assassinato direto de  mulheres, gestantes, fetos e crianças nascidas.”

    

Aqui no Brasil estamos a ver o governo, de Lula explicitamente desde 2005, e Dilma desde ministra da Casa Civil, com divulgaçoes na midia, vendendo a ideia fraudulenta      de que a mulher brasileira é a favor do aborto.                              

                                                                                                                                                                               

O PNDH-3 PREVE A LIBERAÇÃO DE CRIMES, fim do Estado de Direito.

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/23/o-pndh-3-preve-a-liberacao-de-crimes-fim-do-estado-de-direito/

Antes do segundo turno das eleições presidenciais de 2010, o governo lula na trama internacional do aborto, publicou em 04/10/2010, no Diário Oficial da União,  seção III, página 88, o Termo de Cooperação do Governo do Brasil com a Fundação Oswaldo Cruz para despenalizar (retirar a pena legal do crime) o aborto:

ESPÉCIE: PRIMEIRO TERMO ADITIVO AO TERMO DE COOPERAÇÃO Nº. 137/2009

http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=88&data=04/10/2010

 

 

Além disso, o DECRETO 7.037, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2009, do Presidente Lula E da Casa Civil durante o exercício de Dilma Rousseff atualizado pelo Decreto nº 7.177, em 12 de maio de 2010, ainda durante o 1º turno das eleições de 2010, dispõe sobre matérias da Constituição de competência privativa da União para legislar. Sendo assim, não passa de um texto político de intenções, mas que esta sendo posto em pratica por PT e Dilma. Isso é ditadura civil.

                   

 – aborto, exclusão do direito à vida do ser humano concebido, como determina a diretriz 9, objetivo estratégico III, ação programática g): “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto.

Diante desses programas, diretrizes e objetivos estratégicos, justiça sumaria, implementações, financiamentos e desqualificação de crimes contra a vida humana por causa da idade da vitima e/ou condição de saúde e deficiencia, o ato de questionar será considerado como transgressão infratora do INCONSTITUCIONAL PNDH-3, O DECRETO que é a VIOLAÇÃO dos Direitos Humanos. A pessoa que não aceitar o PNDH-3 será punida com desaprovações, privações de benefícios, e uma justiça ágil e eficiente para viabilizar execuções sumárias.

 

Feministas brasileiras representam interesses estrangeiros, não a mulher brasileira

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/04/12/feministas-brasileiras-representam-interesses-estrangeiros-nao-a-mulher-brasileira/

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Infanticídio feminino e mortalidade materna, assassinato em massa de mulheres e deficientes, um genocídio por responsabilidade do governo

 Case Study: Female Infanticide  

Focus:                                            
(1) India
(2) China

     Summary                            

The phenomenon of female infanticide is as old as many cultures, and has likely accounted for millions of gender-selective deaths throughout history. It remains a critical concern in a number of “Third World” countries today, notably the two most populous countries on earth, China and India. In all cases, specifically female infanticide reflects the low status accorded to women in most parts of the world; it is arguably the most brutal and destructive manifestation of the anti-female bias that pervades “patriarchal” societies. It is closely linked to the phenomena of sex-selective abortion, which targets female fetuses almost exclusively, and neglect of girl children.

The background

“Female infanticide is the intentional killing of baby girls due to the preference for male babies and from the low value associated with the birth of females.” (Marina Porras, “Female Infanticide and Foeticide”.) It should be seen as a subset of the broader phenomenon of infanticide, which has also targeted the physically or mentally handicapped, and infant males (alongside infant females or, occasionally, on a gender-selective basis). As with maternal mortality, some would dispute the assigning of infanticide or female infanticide to the category of “genocide” or, as here, “gendercide.” Nonetheless, the argument advanced in the maternal mortality case-study holds true in this case as well: governments and other actors can be just as guilty of mass killing by neglect or tacit encouragement, as by direct murder. R.J. Rummel buttresses this view, referring to infanticide as

another type of government killing whose victims may total millions … In many cultures, government permitted, if not encouraged, the killing of handicapped or female infants or otherwise unwanted children. In the Greece of 200 B.C., for example, the murder of female infants was so common that among 6,000 families living in Delphi no more than 1 percent had two daughters. Among 79 families, nearly as many had one child as two. Among all there were only 28 daughters to 118 sons. … But classical Greece was not unusual. In eighty-four societies spanning the Renaissance to our time, “defective” children have been killed in one-third of them. In India, for example, because of Hindu beliefs and the rigid caste system, young girls were murdered as a matter of course. When demographic statistics were first collected in the nineteenth century, it was discovered that in “some villages, no girl babies were found at all; in a total of thirty others, there were 343 boys to 54 girls. … [I]n Bombay, the number of girls alive in 1834 was 603.”

Rummel adds: “Instances of infanticide … are usually singular events; they do not happen en masse. But the accumulation of such officially sanctioned or demanded murders comprises, in effect, serial massacre. Since such practices were so pervasive in some cultures, I suspect that the death toll from infanticide must exceed that from mass sacrifice and perhaps even outright mass murder.” (Rummel, Death by Government, pp. 65-66.)

Focus (1): India

As John-Thor Dahlburg points out, “in rural India, the centuries-old practice of female infanticide can still be considered a wise course of action.” (Dahlburg, “Where killing baby girls ‘is no big sin’,” The Los Angeles Times [in The Toronto Star, February 28, 1994.]) According to census statistics, “From 972 females for every 1,000 males in 1901 … the gender imbalance has tilted to 929 females per 1,000 males. … In the nearly 300 poor hamlets of the Usilampatti area of Tamil Nadu [state], as many as 196 girls died under suspicious circumstances [in 1993] … Some were fed dry, unhulled rice that punctured their windpipes, or were made to swallow poisonous powdered fertilizer. Others were smothered with a wet towel, strangled or allowed to starve to death.” Dahlburg profiles one disturbing case from Tamil Nadu:

Lakshmi already had one daughter, so when she gave birth to a second girl, she killed her. For the three days of her second child’s short life, Lakshmi admits, she refused to nurse her. To silence the infant’s famished cries, the impoverished village woman squeezed the milky sap from an oleander shrub, mixed it with castor oil, and forced the poisonous potion down the newborn’s throat. The baby bled from the nose, then died soon afterward. Female neighbors buried her in a small hole near Lakshmi’s square thatched hut of sunbaked mud. They sympathized with Lakshmi, and in the same circumstances, some would probably have done what she did. For despite the risk of execution by hanging and about 16 months of a much-ballyhooed government scheme to assist families with daughters, in some hamlets of … Tamil Nadu, murdering girls is still sometimes believed to be a wiser course than raising them. “A daughter is always liabilities. How can I bring up a second?” Lakshmi, 28, answered firmly when asked by a visitor how she could have taken her own child’s life eight years ago. “Instead of her suffering the way I do, I thought it was better to get rid of her.” (All quotes from Dahlburg, “Where killing baby girls ‘is no big sin’.”)

A study of Tamil Nadu by the Community Service Guild of Madras similarly found that “female infanticide is rampant” in the state, though only among Hindu (rather than Moslem or Christian) families. “Of the 1,250 families covered by the study, 740 had only one girl child and 249 agreed directly that they had done away with the unwanted girl child. More than 213 of the families had more than one male child whereas half the respondents had only one daughter.” (Malavika Karlekar, “The girl child in India: does she have any rights?,” Canadian Woman Studies, March 1995.)

The bias against females in India is related to the fact that “Sons are called upon to provide the income; they are the ones who do most of the work in the fields. In this way sons are looked to as a type of insurance. With this perspective, it becomes clearer that the high value given to males decreases the value given to females.” (Marina Porras, “Female Infanticide and Foeticide”.) The problem is also intimately tied to the institution of dowry, in which the family of a prospective bride must pay enormous sums of money to the family in which the woman will live after marriage. Though formally outlawed, the institution is still pervasive. “The combination of dowry and wedding expenses usually add up to more than a million rupees ([US] $35,000). In India the average civil servant earns about 100,000 rupees ($3,500) a year. Given these figures combined with the low status of women, it seems not so illogical that the poorer Indian families would want only male children.” (Porras, “Female Infanticide and Foeticide”.) Murders of women whose families are deemed to have paid insufficient dowry have become increasingly common, and receive separate case-study treatment on this site.

India is also the heartland of sex-selective abortion. Amniocentesis was introduced in 1974 “to ascertain birth defects in a sample population,” but “was quickly appropriated by medical entrepreneurs. A spate of sex-selective abortions followed.” (Karlekar, “The girl child in India.”) Karlekar points out that “those women who undergo sex determination tests and abort on knowing that the foetus is female are actively taking a decision against equality and the right to life for girls. In many cases, of course, the women are not independent agents but merely victims of a dominant family ideology based on preference for male children.”

Dahlburg notes that “In Jaipur, capital of the western state of Rajasthan, prenatal sex determination tests result in an estimated 3,500 abortions of female fetuses annually,” according to a medical-college study. (Dahlburg, “Where killing baby girls ‘is no big sin’.”) Most strikingly, according to UNICEF, “A report from Bombay in 1984 on abortions after prenatal sex determination stated that 7,999 out of 8,000 of the aborted fetuses were females. Sex determination has become a lucrative business.” (Zeng Yi et al., “Causes and Implications of the Recent Increase in the Reported Sex Ratio at Birth in China,” Population and Development Review, 19: 2 [June 1993], p. 297.)

Deficits in nutrition and health-care also overwhelmingly target female children. Karlekar cites research

indicat[ing] a definite bias in feeding boys milk and milk products and eggs … In Rajasthan and Uttar Pradesh [states], it is usual for girls and women to eat less than men and boys and to have their meal after the men and boys had finished eating. Greater mobility outside the home provides boys with the opportunity to eat sweets and fruit from saved-up pocket money or from money given to buy articles for food consumption. In case of illness, it is usually boys who have preference in health care. … More is spent on clothing for boys than for girls[,] which also affects morbidity. (Karlekar, “The girl child in India.”)

Sunita Kishor reports “another disturbing finding,” namely “that, despite the increased ability to command essential food and medical resources associated with development, female children [in India] do not improve their survival chances relative to male children with gains in development. Relatively high levels of agricultural development decrease the life chances of females while leaving males’ life chances unaffected; urbanization increases the life chances of males more than females. … Clearly, gender-based discrimination in the allocation of resources persists and even increases, even when availability of resources is not a constraint.” (Kishor, “‘May God Give Sons to All’: Gender and Child Mortality in India,” American Sociological Review, 58: 2 [April 1993], p. 262.)

Indian state governments have sometimes taken measures to diminish the slaughter of infant girls and abortions of female fetuses. “The leaders of Tamil Nadu are holding out a tempting carrot to couples in the state with one or two daughters and no sons: if one parent undergoes sterilization, the government will give the family [U.S.] \\$160 in aid per child. The money will be paid in instalments as the girl goes through school. She will also get a small gold ring and on her 20th birthday, a lump sum of $650 to serve as her dowry or defray the expenses of higher education. Four thousand families enrolled in the first year,” with 6,000 to 8,000 expected to join annually (as of 1994) (Dahlburg, “Where killing baby girls ‘is no big sin’.”) Such programs have, however, barely begun to address the scale of the catastrophe.

Focus (2): China

“A tradition of infanticide and abandonment, especially of females, existed in China before the foundation of the People’s Republic in 1949,” note Zeng et al.. (“Causes and Implications,” p. 294.) According to Ansley J. Coale and Judith Banister, “A missionary (and naturalist) observer in [China in] the late nineteenth century interviewed 40 women over age 50 who reported having borne 183 sons and 175 daughters, of whom 126 sons but only 53 daughters survived to age 10; by their account, the women had destroyed 78 of their daughters.” (Coale and Banister, “Five Decades of Missing Females in China,” Demography, 31: 3 [August 1994], p. 472.)

According to Zeng et al., “The practice was largely forsaken in the 1950s, 1960s, and 1970s.” (Zeng et al., “Causes and Implications,” p. 294.) Coale and Banister likewise acknowledge a “decline of excess female mortality after the establishment of the People’s Republic … assisted by the action of a strong government, which tried to modify this custom as well as other traditional practices that it viewed as harmful.” (Coale and Banister, “Five Decades,” p. 472.) But the number of “missing” women showed a sharp upward trend in the 1980s, linked by almost all scholars to the “one-child policy” introduced by the Chinese government in 1979 to control spiralling population growth. Couples are penalized by wage-cuts and reduced access to social services when children are born “outside the plan.” Johansson and Nygren found that while “sex ratios [were] generally within or fairly near the expected range of 105 to 106 boys per 100 girls for live births within the plan … they are, in contrast, clearly far above normal for children born outside the plan, even as high as 115 to 118 for 1984-87. That the phenomenon of missing girls in China in the 1980s is related to the government’s population policy is thus conclusively shown.” (Sten Johansson and Ola Nygren, “The Missing Girls of China: A New Demographic Account,” Population and Development Review, 17: 1 [March 1991], pp. 40-41.)

The Chinese government appeared to recognize the linkage by allowing families in rural areas (where anti-female bias is stronger) a second child if the first was a girl. Nonetheless, in September 1997, the World Health Organization’s Regional Committee for the Western Pacific issued a report claiming that “more than 50 million women were estimated to be ‘missing’ in China because of the institutionalized killing and neglect of girls due to Beijing’s population control program that limits parents to one child.” (See Joseph Farah, “Cover-up of China’s gender-cide”, Western Journalism Center/FreeRepublic, September 29, 1997.) Farah referred to the gendercide as “the biggest single holocaust in human history.”

According to Peter Stockland, “Years of population engineering, including virtual extermination of ‘surplus’ baby girls, has created a nightmarish imbalance in China’s male and female populations.” (Stockland, “China’s baby-slaughter overlooked,” The Calgary Sun, June 11, 1997.) In 1999, Jonathan Manthorpe reported a study by the Chinese Academy of Social Sciences, claiming that “the imbalance between the sexes is now so distorted that there are 111 million men in China — more than three times the population of Canada — who will not be able to find a wife.” As a result, the kidnapping and slave-trading of women has increased: “Since 1990, say official Chinese figures, 64,000 women — 8,000 a year on average — have been rescued by authorities from forced ‘marriages’. The number who have not been saved can only be guessed at. … The thirst for women is so acute that the slave trader gangs are even reaching outside China to find merchandise. There are regular reports of women being abducted in such places as northern Vietnam to feed the demand in China.” (Jonathan Manthorpe, “China battles slave trading in women: Female infanticide fuels a brisk trade in wives,” The Vancouver Sun, January 11, 1999.)

Since the first allegations of widespread female infanticide in China connected to the government’s “one-child” policy, controversy has raged over the number of deaths that can be ascribed to infanticide as opposed to other causes. Zeng et al. argued in 1993 that “underreporting of female births, an increase in prenatal sex identification by ultrasound and other diagnostic methods for the illegal purpose of gender-specific birth control, and [only] very low-level incidence of female infanticide are the causes of the increase in the reported sex ratio at birth in China.” (Zeng et al., “Causes and Implications,” p. 285.) They add: “Underreporting of female births accounts for about 43 percent to 75 percent of the difference between the reported sex ratio at birth during the second half of the 1980s and the normal value of the true sex ratio at birth” (p. 289). The authors contended that “sex-differential underreporting of births and induced abortion after prenatal sex determination together explain almost all of the increase in the reported sex ratio at birth during the late 1980s,” and thus “the omission … of victims of female infanticide cannot be a significant factor.” Moreover, “Both the social and administrative structure and the close bond among neighbors in China make it difficult to conceal a serious crime such as infanticide,” while additionally “Infanticide is not a cost-effective method of sex selection. The psychological and moral costs are so high that people are unlikely to take such a step except under extreme circumstances” (p. 295). They stress, however, that “even small numbers of cases of female infanticide, abandonment, and neglect are a serious violation of the fundamental human rights of women and children” (p. 296). (2002 update: A recent article by John Gittings of the UK Guardian cites national census results released in May 2002 that show that “more than 116 male births were recorded for every 100 female births,” but claims the cause is overwhelmingly sex-selective abortion: “Female infanticide, notorious in China’s past as a primitive method of sex selection, is now thought to be infrequent.” See Gittings, “Growing Sex Imbalance Shocks China”, The Guardian, May 13, 2002.)

In a similar vein, in April 2000, The New York Times reported that “many ‘illegal’ children are born in secret, their births never officially registered.” And “as more women move around the country to work, it is increasingly hard to monitor pregnancies … Unannnounced spot checks by the State Statistics Bureau have discovered undercounts of up to 40 percent in some villages, Chinese demographers say.” (See Elisabeth Rosenthal, “China’s Widely Flouted One-Child Policy Undercuts Its Census”, The New York Times, April 14, 2000.)

Johansson and Nygren attracted considerable notice with a somewhat different claim: “that adoptions (which often go unreported) account for a large proportion of the missing girls. … If adopted children are added to the live births … the sex ratio at birth becomes much closer to normal for most years in the 1980s. … Adding the adopted children to live births reduces the number of missing girls by about half.” (Johansson and Nygren, “The Missing Girls of China,” pp. 43, 46.) They add (p. 50): “That female infanticide does occur on some scale is evidenced by reports in the Chinese press, but the available statistical evidence does not help us to determine whether it takes place on a large or a small scale.”

Even if millions of Chinese infant girls are unregistered rather than directly murdered, however, the pattern of discrimination is one that will severely reduce their opportunities in life. “If parents do hide the birth of a baby girl, she will go unregistered and therefore will not have any legal existence. The child may have difficulty receiving medical attention, going to school, and [accessing] other state services.” (Porras, “Female Infanticide and Foeticide”.)

Likewise, if a Chinese infant girl is turned over for adoption rather than being killed, she risks being placed in one of the notorious “Dying Rooms” unveiled in a British TV documentary. Chinese state orphanages have come in for heavy criticism as a result of the degrading and unsanitary conditions that usually pervade them. In one orphanage, documentary producer Brian Woods found that “every single baby … was a girl, and as we moved on this pattern was repeated. The only boys were mentally or physically disabled. 95% of the babies we saw were able-bodied girls. We also discovered that, although they are described as orphans, very few of them actually are; the overwhelming majority do have parents, but their parents have abandoned them, simply because they were born the wrong sex.” Woods estimated that “up to a million baby girls every year” were victims of this “mass desertion,” deriving from “the complex collision of [China’s] notorious One Child Policy and its traditional preference for sons.” (See Brian Woods, “The Dying Rooms Trust”.)

The phenomenon of neglect of girl children is also dramatically evident in China. According to the World Health Organization, “In many cases, mothers are more likely to bring their male children to health centers — particularly to private physicians — and they may be treated at an earlier stage of disease than girls.” (Cited in Farah, “Cover-up of China’s gender-cide”.)

The Chinese government has taken some energetic steps to combat the practice of female infanticide and sex-selective abortion of female fetuses. It “has employed the Marriage Law and Women’s Protection Law which both prohibit female infanticide. The Women’s Protection Law also prohibits discrimination against ‘women who give birth to female babies.’ … The Maternal Health Care Law of 1994 ‘strictly prohibits’ the use of technology to identify the gender of a fetus.” However, “although the government has outlawed the use of ultrasound machines, physicians continue to use them to determine the gender of fetuses, especially in rural areas.” (Porras, “Female Infanticide and Foeticide”.)

How many die?

Gendercide Watch is aware of no overall statistics on the numbers of girls who die annually from infanticide. Calculations are further clouded by the unreliability and ambiguity of much of the data. Nonetheless, a minimum estimate would place the casualties in the the hundreds of thousands, especially when one takes into consideration that the phenomenon is most prevalent in the world’s two most populous countries. Sex-selective abortions likely account for an even higher number of “missing” girls.

Who is responsible?

As already noted, female infanticide reflects the low status accorded to women in many societies around the world. The “burden” of taking a woman into the family accounts for the high dowry rates in India which, in turn, have led to an epidemic female infanticide. Typical also is China, where

culture dictates that when a girl marries she leaves her family and becomes part of her husband’s family. For this reason Chinese peasants have for many centuries wanted a son to ensure there is someone to look after them in their old age — having a boy child is the best pension a Chinese peasant can get. Baby girls are even called “maggots in the rice” … (“The Dying Rooms Trust”)

Infanticide is a crime overwhelmingly committed by women, both in the Third and First Worlds. (This contrasts markedly with “infanticide in nonhuman primates,” which “is carried out primarily by migrant males who are unrelated to the infant or its parents and is a manifestation of reproductive competition among males.” [Glenn Hausfater, “Infanticide: Comparative and Evolutionary Perspectives,” Current Anthropology, 25: 4 (1984), p. 501.] It also serves as a reminder that gendercide may be implemented by those of the same gender.) In India, according to John-Thor Dahlburg, “many births take place in isolated villages, with only female friends and the midwife present. If a child dies, the women can always blame natural causes.” (Dahlburg, “Where killing baby girls ‘is no big sin’.”) In the United States, “every year hundreds of women commit neonaticide [the killing of newborns] … Prosecutors sometimes don’t prosecute; juries rarely convict; those found guilty almost never go to jail. Barbara Kirwin, a forensic psychologist, reports that in nearly 300 cases of women charged with neonaticide in the United States and Britain, no woman spent more than a night in jail.” Much of “the leniency shown to neonaticidal mothers” reflects the fact that they are standardly “young, poor, unmarried and socially isolated,” although it is notable that similar leniency is rarely extended to young, poor, and socially isolated male murderers. (Steven Pinker, “Why They Kill Their Newborns”, The New York Times, November 2, 1997.)

A number of strategies have been proposed and implemented to try to address the problem of female infanticide, along with the related phenomena of sex-selective abortion and abandonment and neglect of girl children. Zeng et al.‘s prescriptions for Chinese policymakers can easily be generalized to other countries where female infanticide is rife:

The principle of equality between men and women should be more widely promoted through the news media to change the attitude of son preference and improve the awareness of the general public on this issue; the principle should also be reflected in specific social and economic policies to protect the basic rights of women and children, especially female children. … Government regulations prohibiting the use of prenatal sex identification techniques for nonmedical purposes should be strictly enforced, and violators should be punished accordingly. The laws that punish people who commit infanticide, abandonment, and neglect of female children, and the laws and regulations on the protection of women and children[,] should be strictly enforced. The campaigns to protect women and children from being kidnapped or sold into servitude should be effectively strengthened. Family planning programs should focus on effective public education, good counseling and service delivery, and the fully voluntary participation of the community and individuals to increase contraceptive prevalence, reduce unplanned pregnancies, and minimize the need for an induced abortion. (Zeng, et al., p. 298.)

http://www.gendercide.org/case_infanticide.html

O que está acontecendo. Anencefalia, morte encefálica, o Conselho Federal de Medicina e o STF

O que está acontecendo. Anencefalia, morte encefálica, o Conselho Federal de Medicina e o STF

Escrito por Celso Galli Coimbra em 29/12/2008

Escrito em 23/12/2004 para o site www.biodireito-medicina.com.br

e atualizado de acordo com os desdobramentos da ADPF 54, após as declarações públicas de seu Relator para a mídia brasileira.

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Endereço para citação, leitura ou remissão bibliográfica neste site:

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2008/12/29/anencefalia-morte-encefalica-e-o-conselho-federal-de-medicina/

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Considerações sobre a Resolução CFM 1752/04,  publicada no D.O.U., de 13.09.04, seção I, p. 140, que altera ilegalmente o conceito de morte encefálica para “morte cerebral” em seus considerandos, e também em contrariedade a todo o conhecimento neurológico da comunidade médica internacional, e autoriza a retirada de órgãos de anencéfalos para transplantação. Esta alteração arbitrária, sendo obedecida, constituir-se-á em prática de homicídio.

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Dar fim arbitrariamente à vida de alguém, chama-se genocídio.

(art. 6, Pacto de Direitos Civis e Políticos, 1966)


em:

https://objetodignidade.wordpress.com/2009/09/01/anencefalo-o-que-esta-acontecendo/

Tudo faz crer num jogo antigo do mercado, armado para apenas manter aparências e finalizar com a queima da Constituição da república na Corte que deve ser sua guardiã, o Supremo Tribunal Federal.

Em 5 de junho de 2003,
http://jornal.valeparaibano.com.br/2003/06/06/geral/notasger.html
Cláudio Fonteles foi escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ser procurador-geral da República. Era subprocurador da República em Brasília, e substituiu Geraldo Brindeiro.

Desde Brindeiro até Fonteles, não se via sair das gavetas da Procuradoria-geral da República a quarta Interpelação Judicial, esta de julho de 2000, da sociedade civil representada pelo Dr. Celso Galli Coimbra, em busca de respostas do Conselho Federal de Medicina – CFM, sobre os critérios declaratórios da morte encefálica, Resolução 1480/97, que permite a captação de órgãos vitais únicos da pessoa que, sem a morte cardíaca, mantém o fluxo do sangue pelo corpo e o movimento do coração, é anestesiada para não sentir dor com a retirada de seus órgãos e tudo isso é admitido pelo órgão gestor médico como mero prognóstico.

Então, Fonteles e o Ministério Público Federal conhecem os problemas graves na declaração de morte encefálica e toda a análise da inconstitucionalidade que a envolve. Por isso, houve uma ordem superior de engavetamento desta Interpelação que só foi vencida por este advogado, Dr. Celso Galli Coimbra, em outubro de 2003, que está noticiada com destaque na Folha de São Paulo de 05.10.2003.

No dia 23 de junho de 2004, na CPI do Tráfico de Órgãos, […] foi debatido o caráter homicida do teste da apnéia (desligamento do respirador do paciente por até10 minutos) para fins de declaração de morte encefálica e maior captação de órgãos vitais únicos destinados à transplantação, quando de novo ficou demonstrado que ele podia ser a causa da morte do paciente.
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2004/07/285767.shtml

CPI – No Congresso, teste médico é acusado de homicida e abre discussão pública –

Por www.biodireito-medicina.com.br
<http://www.biodireito-medicina.com.br/> – em 7/2004 às 22:13

No episódio de outubro de 2006 relativo ao aborto, os pró-vida que festejam e comemoram encontros para sustentar as aparências de um faz de conta que “’respostas e acções jurídicas estão a ser preparadas”’, afastaram Dr. Celso Galli Coimbra assim que ficou evidente a façanha político-partidária da organização de “Brasil sem Aborto” que ele denunciou após a entrega intempestiva da carta aos candidatos à presidência da república, Lula e Alckmin.

O concepto é pessoa para o Direito com base na Convenção Americana de Direitos Humanos, que integra a Constituição brasileira como norma fundamental, e também pelo Código Civil. O embrião é pessoa que pode reclamar seus direitos e alimentos em juízo.

E responder em juízo à analogia, construída pelo ministro Ayres Britto, entre morte encefálica e o estágio embrionário da vida humana, como uma justificativa para sustentar a prática do aborto, no julgamento da ADIN sobre os embriões humanos, não foi feito.


O advogado melhor preparado para contestar estes pontos não foi consultado.

Advogados não faltam no meio pró-vida de Brasília, mas o que eles fizeram até agora de eficiente? Sequer a oportunidade de oferecer as razoes jurídicas da defesa à vida foi aproveitada diante de Marco Aurélio em 2008

Ayres Britto disse em seu Relatório na ADIN das CTHs que “nada há na Constituição que estebeleça o momento do início da vida humana” e nada foi feito, permitindo assim que tal afirmação ficasse sem contraponto.

Não dá para esquecer estes favores “gratuitos” que os pró-vida  fizeram aos abortistas e aos empresários de clínicas de aborto.

É preciso lembrar também:

Estatuto da Criança e do Adolescente:

Art. 7º – A criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e  harmonioso, em condições dignas de existência.

Assinalamos que proteger a vida não é eliminá-la por causa de patologias e a dignidade da existência começa por respeitá-la enquanto a vida existir, oferecendo-lhe todo atendimento necessário ao alcance do pleno bem-estar.

É importante destacar que a proteção à vida humana assegurada no constitucionalismo brasileiro não estabelece graus maiores ou menores de perspectiva de vida como elemento imperativo à determinar a vigência da proteção.  Se assim fosse, se fossem determinadas diferentes perspectivas de vida na Constituição, a  proteção à vida humana desapareceria para todos, e não apenas para os anencéfalos.

Hoje, a Advocacia Geral da União ergue-se para defender aborto de feto anencéfalo no STF?

São Jose, 1 de setembro de 2009.

Cristiane Rozicki

A Advocacia Geral da União pode defender aborto de feto anencéfalo no STF?

Disponível em

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/04/09/agu-defende-aborto-de-feto-anencefalo-no-stf/

09/04/2009 — Celso Galli Coimbra

a AGU (Advocacia Geral da União) não é paga com dinheiro público para defender o descumprimento da Convenção Americana de Direitos Humanos que integra o rol de direitos humanos do constitucionalismo brasileiro como cláusula pétrea e, portanto, imune até mesmo a uma reforma constitucional (PECs).  Muito menos é paga para obter — por ignorância ou não — a  legitimação da criminosa Resolução 1752/2004 do CFM, através da ADPF 54, que autoriza a retirada de órgãos dos anencéfalos depois de nascidos e, em seus considerandos, altera maliciosamente a declaração de morte para todos no Brasil para um conceito de “morte” que nunca existiu na medicina: é uma ficção homicida que vai atingir todos os brasileiros com vida e saúde também.

Além disto, a citada Resolução do CFM — uma vez legitimada — “institucionaliza” o próspero mercado do tráfico de órgãos humanos no Brasil, quando obviamente ensejará a negociação do nascimento de anencéfalo para poder retirar-lhe os órgãos.

Falar no “principio da legalidade” de parte da AGU sobre este assunto é anedótico, quando ela defende o desrespeito às normas de maior hierarquia deste país.

ver:

Impossibilidade de legalização do aborto no Brasil desde sua proibição constitucional de ir à deliberação pelo Poder Legislativo

Anencefalia, morte encefálica, o Conselho Federal de Medicina e o STF

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

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Morte encefálica não é morte


Membros do Conselho de Bioética do Governo dos EstadosUnidos reconhecem incerteza na declaração de morte encefálica

Recentemente, em dezembro de 2008, alguns membros do Conselho de Bioética do Governo dos Estados Unidos reconheceram oficialmente que há suficiente incerteza sobre os cuidados com a declaração da morte encefálica e sobre a questão da retirada de órgãos para transplantes [1].

Conforme já foi provado no Brasil pela via judicial e perante o Ministério Público Federal, desde o início desta década, o fato mais relevante neste assunto, essencialmente jurídico também, é que sem consenso nas fontes formadoras do conhecimento médico internacional, não é possível manter uma declaração médica, com base em meros postulados dogmáticos de  autoridade do CFM, declaração que é do fim da vida de uma pessoa, não de uma simples gripe, e ainda com o objetivo de beneficiar a sobrevida de outro paciente através da retirada de seus órgãos. Portanto, existem interesses públicos e notórios em “declarar” a morte do paciente traumatizado encefálico, esteja ele vivo ou morto mesmo.

(…)

Continua em:
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/02/05/membros-do-conselho-de-bioetica-do-governo-dos-estados-unidos-reconhecem-incerteza-na-declaracao-de-morte-encefalica/

Morte encefálica não é morte


Morte encefálica não é morte: neurologistas, filósofos, neonatologistas, juristas e bioeticistas unânimes na Conferência “Signs of Life” de Roma, de fevereiro de 2009
http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/02/27/morte-encefalica-nao-e-morte-neurologistas-filosofos-neonatologistas-juristas-e-bioeticistas-unanimes-na-conferencia-%E2%80%9Csigns-of-life%E2%80%9D-de-roma-de-fevereiro-de-2009/

27/02/2009 — Celso Galli Coimbra

A Conferência “Sinais da Vida” de Roma, de fevereiro de 2009, teve caráter médico, científico e jurídico, com participantes reconhecidos internacionalmente como autoridades em suas profissões, mesmo assim a mídia brasileira não noticiou sobre este importante evento para não comprometer o genocídio da medicina transplantadora no Brasil, que é uma indústria da morte bilionária. O constitucionalismo brasileiro determina o direito à informação e não permite o tráfico de órgãos. Quando emfuturo próximo os fatos relativos ao homicídio de pacientes traumatizados encefálicos estiver imposto, pois existentes já são e de conhecimento, inclusive oficial, do Ministério Público Federal (que terá muito o que explicar quanto ao significado da frase “não contrariamos políticas de Estado”), os responsáveis pela morte destes inúmeros pacientes dentro dos hospitais brasileiros, com o exclusivo objetivo de beneficiar a sobrevida de pacientes de médicos transplantadores, poderão responder civil e criminalmente diante das famílias induzidas a erro mortal na “doação” de órgãos de seus filhos e parentes, tanto pela ação como pela omissão, inclusive de informações, desde 1997 neste país.

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

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PT, Lula e Dilma: a ditadura do aborto no Brasil

04/11/2011 — Celso Galli Coimbra

 

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/11/04/pt-lula-e-dilma-a-ditadura-do-aborto-no-brasil/

 

http://www.youtube.com/watch?v=v72DmmYWGGM&amp;feature=player_embedded

 

 

Vídeos e textos sobre a legalização do aborto no Brasil

19/09/2010 — Celso Galli Coimbra

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http://www.youtube.com/watch?v=UIQ7RHFNZTM&amp;feature=player_embeddedhttp://www.youtube.com/watch?v=UIQ7RHFNZTM&amp;feature=player_embedded

 

 

 

Anencefalia, morte encefálica, o Conselho Federal de Medicina e o STF

29/12/2008 — Celso Galli Coimbra

 

Correlato:

 

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/09/02/mpf-desiste-de-acao-e-abre-caminho-para-ortotanasia/

 

Assista:

 

As entrevistas de Zack Dunlap para a mídia, em vídeos legendados: depois de declarado com morte encefálica

http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/a-entrevista-em-video-de-zack-dumlap-apos-declarado-com-%E2%80%9Cmorte-encefalica%E2%80%9D/

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Publicado em 23/12/2004  no site http://www.biodireito-medicina.com.br e atualizado de acordo com os desdobramentos da ADPF 54, após as declarações públicas de seu Relator, Min. Marco Aurélio de Mello, para a mídia brasileira.

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O PNDH-3 PREVE A LIBERAÇÃO DE CRIMES, fim do Estado de Direito. « Objeto Dignidade

 

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/23/o-pndh-3-preve-a-liberacao-de-crimes-fim-do-estado-de-direito/

PNDH3: Programa Nacional de Direitos Humanos, o PNDH3 de Lula e Dilma para ser colocado em execução em 2011. Essa transformação é a revolução ao contrario, quer dizer, é contraria a democracia. O Estado Democrático de Direito tem três poderes iguais em força e relevância independentes entre si. No Brasil domina a política infame dos caminhos da ilegalidade. Hoje, brasileiros estão a viver a tirania de um governo que corrompeu todas as instituições públicas e todos os poderes da União. Não existe, agora, nessas condições de partidarismo político ou de interesses economicos patrimoniais individualizados a comandar as funções públicas do Estado brasileiro, sem a devida observação e respeito à Lei Maior, sequer uma democracia forjada. Estas condições da realidade do governo Lula-Dilma confirmam a tirania. A realidade é a prova.

https://objetodignidade.wordpress.com/2011/08/23/o-pndh-3-preve-a-liberacao-de-crimes-fim-do-estado-de-direito/

Anencefalia e Aborto: Dinheiro de Sangue. Por que sua “legalização” é tão importante no Brasil?

Este tema não pode ser simplificado como pretendem falsos juristas, abortistas e políticos partidários, petistas e governo.

DTN é questão de programas de saúde pública em várias populações civilizadas, NUTRIÇAO e Vitaminas para a mãe em toda gestação.  

Primeiro porque a incidência de anencefalia tende a diminuir quando é cuidada a saúde das mães, com administração do ácido fólico àquelas que têm deficiência de vitaminas e consumo de ovos; e diminui a incidência das DTNs quando é feita a vigilância sanitária do índice de poluição.

Segundo porque os “anencefalos” estão vivos e existem os que podem viver por muitos anos. Terceiro, para decretá-los mortos embora estando vivos, farão alteração no conceito de morte, uma antecipação de morte que não será morte de fato, viabilizando outros tantos procedimentos prognósticos e utilizando-os para qualquer pessoa doente ou não, deficiente ou não. E a Constituição brasileira está em vigor. Cristiane Rozicki

Sobre o interesse de usar “anencéfalos” para transplantes, é tema detalhado e explicado por Dr. Celso Galli Coimbra:

Anencefalia, morte encefálica, o Conselho Federal de Medicina e o STF

29/12/2008 — Escrito em 23/12/2004 para o site www.biodireito-medicina.com.br

e atualizado de acordo com os desdobramentos da ADPF 54, após as declarações públicas de seu Relator, Min. Marco Aurélio de Mello, para a mídia brasileira.

Endereço para citação, leitura ou remissão bibliográfica neste site (proíbida a reprodução deste artigo sem referência ativa ao endereço abaixo):

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2008/12/29/anencefalia-morte-encefalica-e-o-conselho-federal-de-medicina/

 

Aborto: Dinheiro de Sangue. Por que sua “legalização” é tão importante no Brasil?

06/11/2010 — Celso Galli Coimbra

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Este vídeo mostra os enormes lucros proporcionados pela promoção do aborto e, portanto, quais as razões de tantos interesses ocultados, especialmente estrangeiros, quererem sua legalização: nada tem a ver com a alardeada “saúde pública”, mas com investimento em uma indústria genocida altamente lucrativa e em expansão a qualquer preço, que precisa primeiro –  para continuar em crescimento –  impedir a punição dos profissionais da saúde e dos hospitais que se envolverem com suas atividades. Aqui no Brasil, o partido político formalmente comprometido com estes interesses é o PT – Partido dos Trabalhadores – de Lula e Dilma, visto que o Estatuto deste partido manda seus filiados aceitarem e defenderem a “legalização” do aborto no Brasil.  Vale tudo para os mal informados eleitores, em especial, mentir, quando por exemplo, é utilizada a batida retórica: “pessoalmente sou contra o aborto, mas devo considerar o aborto uma questão de saúde pública”.  Tanto Lula quanto Dilma usaram deste expediente e enganaram muitos de seus eleitores.  Assista este e também o outro vídeo indicado no link ao final.  Se quiser aprofundar o assunto, leia os artigos e capítulos publicados em meios de interesse público, que indicamos junto.

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352

http://biodireitomedicina.wordpress.com/category/anencefalia/

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A noticia sobre 150 embrioes híbridos humanos cultivados em laboratórios no Reino Unido: Os embriões foram produzidos secretamente nos últimos três anos

 
A noticia sobre 150 embrioes híbridos humanos cultivados em laboratórios no Reino Unido: Os embriões foram produzidos secretamente nos últimos três anos 

livre traduçao e comentario

The revelation comes just a day after a committee of scientists warned of a nightmare ‘Planet of the Apes’ scenario in which work on human-animal creations goes too far.


Por Daniel Martin e Simon Caldwell Atualizado às 08h19 em 25 de julho, 2011
“Cientistas criaram mais de 150 embriões híbridos humanos em laboratórios britânicos.” “Os híbridos foram produzidos secretamente nos últimos três anos por pesquisadores olhando para possíveis utilidades para uma ampla gama de doenças, diz a matéria.” “A revelação vem apenas um dia depois de um comitê de cientistas alertou para o criaram mais de 150 embriões híbridos humanos – “Planet of the Apes” – um cenário grotesco em que a pesquisa em seres humanos e criações de embriões vai longe demais.”  
“A Fertilização e Embriologia Humana estão atualmente a considerar se os doadores podem ser pagos por seus serviços.”
 Um modo de conquistar doadores frescos ou congelados, ambos vivos.
 “Na noite passada, um militante contra os excessos da pesquisa médica disse que estava enojado que os cientistas estavam “engatinhando no grotesco”. “
 
 
De fato, a cura para doenças autoimunitarias, mal de Parkinson e Alzheimer, esclerose múltipla, cancro, diabetes e outras tantas que mais matam pessoas no mundo, já foi descoberta.
 
Em outubro de 2003 foi publica, no Brasil e no exterior, a informação medica-cientifica do artigo “High doses of riboflavin and the elimination of dietary red meat promote the recovery of some motor functions in Parkinson’s disease patients”, assinado por Cícero Galli Coimbra, professor do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da Universidade Federal de São Paulo, e por Virgínia Junqueira, do Centro de Estudos do Envelhecimento, da mesma universidade. A publicação deste artigo em Revista Medica Internacional foi decisiva para a erradicação do mal de Parkinson por terapia natural.
Braz J Med Biol Res, October 2003, Volume 36(10) 1409-1417
 
Em casos de doenças autoimunitárias, tais como a esclerose múltipla, artrite reumatoide, psoriase, hipertireoidismo, hipotireoidismo, lupus, vitiligo, por exemplo, existe deficiência de vitamina D confirmada em exames de sangue. Esta deficiência de vitamina D torna as pessoas mais supcetiveis à depressão e aos estados de sofrimento emocional, que são as condições adequadas à perda de massa neural, o envelhecimento do sistema nervoso. Por outro lado, a solução simples, para estas pessoas, é o consumo de altas doses de vitamina D. A vitamina D é capaz de produzir um estado de bem-estar indescritível, unida ao estado de tranquilização, permite a obtenção de uma condição de estabilização e recuperação do sistema nervoso. É importante que se saiba, em condições de equilíbrio — vitaminas deficientes complementadas e o aspecto emocional tranquilo –, voltam a nascer células-tronco, e novos neuronios, todos os dias.
 

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla  – artigo do Dr. Phd Cicero Galli Coimbra.

Vitamina D pode combater males que mais matam pessoas no mundo
 
“Vitamin D: a natural inhibitor of multiple sclerosis”
Colleen E. Hayes
Department of Biochemistry, University of Wisconsin-Madison, 433 Babcock Drive, Madison, Wisconsin 53706, USA
 
 
“O Daily Mail mostrou figuras de 155 embriões ‘misturados’, contendo material genético de animal humano, que foram criados desde a introdução da Lei de Fertilização Humana e Embriologia de 2008.”
 “Esta lei permitiu a criação de uma variedade de embriões humanos híbridos, incluindo um óvulo animal fertilizado por um espermatozóide humano; ‘híbridos’, em que um núcleo humano é implantado em uma célula animal; e variedades’, em que as células humanas são misturados com embriões de outros animais.”“Mais …
Hospital na esperança de economizar dinheiro diz que as famílias deixaram de visitar parentes doentes e, em vez de chamá-los SKYPE, usaram tais pacientes nas experiências” – TRINTA embriões foram criados para cada bebê – embrião – nascido pela fertilização in vitro  … e milhares são jogados fora…

 

Cuidado com “Planet of the Apes” experimentos que podem criar pesadelos vingados em experiências cientificas” …  
“Cientistas dizem que as técnicas podem ser usadas para desenvolver células-tronco embrionárias, que podem ser usadas para tratar uma série de doenças incuráveis.”

“Três laboratórios no Reino Unido – no Kings College London, University Newcastle e da Universidade de Warwick – foram concedidas licenças para realizar a investigação depois que a Lei entrou em vigor.” “Todos têm agora que parar de criar embriões híbridos, devido à falta de financiamento, mas os cientistas acreditam que haverá mais esse trabalho no futuro.”  
‘Centro de pesquisa: Universidade de Warwick tem vindo a crescer de animais híbridos humano ao longo dos últimos três anos “

“Ontem à noite ele disse: ‘eu argumentei no Parlamento contra a criação de híbridos humano-animal como uma questão de princípio. Nenhum dos cientistas que apareceu diante de nós pode nos dar qualquer justificativa em termos de tratamento. “
Eticamente, nunca podem ser justificáveis ​​– desacredita-nos como um país. É imiscuir-se no grotesco.” “A cada etapa a justificação dos cientistas foi: se você só nos permitem fazer isso, vamos encontrar a cura para todas as doenças conhecidas pela humanidade. Isso é chantagem emocional.
“Dos 80 tratamentos e curas que surgiram a partir de células-tronco, todos vieram a partir de células-tronco adultas – Não aquelas que são embrionárias.  “Por razões éticas e morais isso deve parar, e sobre as experiências científicas e médicas também.”


Josephine Quintavalle, da pró-vida Comment on Reproductive Ethics grupo, disse: “Estou horrorizado que isso está acontecendo e nós não sabíamos nada sobre isso.
‘Por que eles mantiveram esse segredo? Se eles estão orgulhosos do que estão fazendo, por que precisamos de fazer perguntas parlamentares para que isso venha à luz?
“O problema com muitos cientistas é que eles querem fazer as coisas porque querem experimentar. Isso não é uma razão boa o suficiente. ”

 
Centro de testes: Newcastle University foi outro site onde o teste híbrido humano animal foi levado a cabo
No início desta semana, um grupo de cientistas alertou sobre “Planet of the Apes” experimentos. Eles pediram novas regras para evitar que os animais de laboratório recebam atributos humanos, por exemplo através da injeção de células-tronco humanas no cérebro de primatas.

Mas o principal autor do seu relatório, o professor Robin Lovell-Badge, do Instituto Nacional do Medical Research Council ‘s de Pesquisa Médica, disse que os cientistas não estavam preocupados com humano-animal embriões híbridos porque pela lei, têm de ser destruídos em 14 dias .
Ele disse: “A razão para fazer estes experimentos é entender mais sobre o desenvolvimento humano inicial e chegar a formas de curar doenças graves, como um cientista e eu sinto que há um imperativo moral para prosseguir esta pesquisa.

“Enquanto temos controles suficientes – como fazemos neste país – nós devemos estar orgulhosos da pesquisa.”


No entanto, ele chamou para controles mais rigorosos sobre outro tipo de pesquisa com embriões, em que os embriões são implantados em animais com uma pequena quantidade de material genético humano. Híbridos humano-animal também são criados em outros países, muitos dos quais têm pouca ou nenhuma regulamentação.
 
 
 

Embrião humano dialoga com a mãe e a protege

Embrião humano dialoga com a mãe, diz especialista em biologia molecular

A especialista em biologia molecular Profa. Dra. Lílian Piñero Eça afirmou que duas a três horas após a fecundação, o embrião humano já se comunica com sua mãe.
De acordo com a Dra. Lílian, que estuda sinais de células de embriões no útero (por meio de moléculas marcadas), pelo menos 100 neurotransmissores são emitidos pelo embrião para os 75 trilhões de células existentes no corpo da gestante, que começa a sofrer mudanças hormonais.
Segundo a pesquisadora, essa é a forma de o embrião “falar” para o corpo da mãe se preparar para a gravidez. “A mãe apresenta uma série de manifestações para ficar em repouso para receber o futuro bebê, como ficar com sono, por exemplo”, afirma a pesquisadora.
A Dra. Lílian disse também que se o embrião for retirado do corpo da mãe de forma abrupta, ela sofre uma espécie de “blackout” que aumenta a propensão para depressão e suicídio.
A Dra. Lilian é biomédica, Doutora em Biologia Molecular pela UNIFESP, e Coordenadora do Curso de Células Tronco Adultas do CEU e do CAS (Centro de Atualização em Saúde). Trabalha na pesquisa sobre o uso de Células Tronco Adultas na busca de melhores condições de vida para pessoas.
Recentemente ela foi a terceira expositora do grupo a favor da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizada contra a Lei de Biossegurança.
 

http://algarvepelavida.blogspot.com/2007/05/embrio-humano-dialoga-com-me-diz.html

Criança nasce de embrião que permaneceu congelado por duas décadas

 
 
 

Bebé nasce de embrião congelado há 20 anos

 

Terça-feira, 12 de Outubro de 2010

Bebé nasce de embrião congelado há 20 anos
 
Uma mulher de 42 anos deu à luz um rapaz saudável, a partir de um embrião que permaneceu congelado por quase duas décadas. Os cientistas que estiveram envolvidos no processo mostraram-se surpresos, já que não conheciam nenhum caso de gravidez resultante de um embrião humano congelado por tanto tempo.

O caso foi por isso relatado pela equipa da Instituto Jones de Medicina Reprodutiva, em Norfolk, Virgínia (EUA), num artigo científico publicado na Fertility and Sterility, da Sociedade Americana para a Medicina Reprodutiva.
A paciente que recebeu os embriões possuía uma baixa reserva ovarina, ou seja, tinha poucos óvulos disponíveis e fazia tratamento de fertilização há dez anos. Os médicos descongelaram então cinco embriões que tinham sido doados anonimamente por um casal que fez um tratamento de fertilização naquela clínica, 20 anos antes.

“Congelar embriões é uma prática que só começou a ser corrente nos anos 90, então este [embirão] estava certamente entre os que foram congelados logo no início deste processo”, explicou à BBC Brasil o diretor científico e professor honorário do Centro de Medicina Reprodutiva da Universidade de Glasgow, Richard Fleming.
“Este é sem sombra de dúvida o caso mais antigo de que já ouvi falar, e mostra como um embrião de boa qualidade pode desenvolver-se normalmente, independentemente de ter sido gerado em 1990 ou 2010”, acrescenta o responsável.
 

Cobrança de taxa de acompanhamento no parto por hospitais privados é legal

Cobrança de taxa de acompanhamento no parto por hospitais privados é legal

11/07/2011 – 14h40

 

Fonte: Roberta de Cássia
Foto: Reprodução Foixico

A Justiça Federal de Mato Grosso através do juiz Dr. Jeferson Sheneider da 2ª Vara negou o pedido de liminar do Ministério Público do Federal, que requeria a suspensão da cobrança da taxa de acompanhamento no parto em hospitais privados.
 
A Ação Civil Pública proposta pelo MPF com base na Lei 11.108/2005, que alterou a Lei n.º 8.080/90, na Resolução Normativa n.º 167/2007 e pela Resolução da ANVISA n.º 36/08, dizia que a cobrança de taxa de acompanhamento de parturiente no acolhimento, trabalho de parto, parto e pós-parto, seria ilegal. E determinava que fosse afixados cartazes informativos em locais de grande circulação, em especial na recepção, pronto-atendimento e setor financeiro, que é direito da gestante ter acompanhamento no acolhimento, trabalho de parto,  parto e pós-parto imediato.
 
Contudo, em nenhum momento os hospitais que figuraram como réus no processo questionam ou proíbem a presença de acompanhante da parturiente.   A questão central seria a obrigatoriedade do fornecimento gratuito pelos hospitais serviço que é oneroso, e portanto, gera um custo que engloba roupa esterilizada, estrutura física e pessoal preparado, ou seja, a legalidade da cobrança da taxa de acompanhamento pelos hospitais da rede privada.
Conforme o entendimento da Justiça, não há lei que proíba a cobrança de Taxa de Acompanhamento da Parturiente pelos hospitais particulares, cabendo às operadoras de plano de saúde e ao SUS – Sistema Único de Saúde – a obrigatoriedade de custear a referida taxa de serviço para seus usuários. No caso de parto particular ou não cobertura pelo plano de saúde, a taxa deve ser arcada pela paciente.

A decisão saiu em 11 de maio de 2011. O processo é  nº 22841-39.2010.4.01.36.00.

http://www.newscuiaba.com.br/Imprimir/8,3091,0,0,0,0/Cobranca_de_taxa_de_acompanhamento_no_parto_por_hospitais_privados_e_legal.html

Abortos Causam Transtornos Mentais na Mulher. Estudo na Nova Zelândia Requer Menos Abortos.

Abortos Causam Transtornos Mentais na Mulher. 

 

Estudo na Nova Zelândia Requer Menos Abortos.
 
 
Abortos Causam Transtornos Mentais
 
Comportamentos suicidas, depressão, dependência química, ansiedade e outros problemas mentais, posteriores ao aborto.
 

 

Abortion Causes Mental Disorders: New Zealand Study

May Require Doctors To Do Fewer Abortions Abort –

Sex. 10 de fevereiro de 2006

 

Pro-Choice Researcher Says Some Journals Rejected Politically Volatile Findings Pro-Choice Pesquisador diz que alguns Revistas Rejeitada Politicamente Volátil Apreciação

Special to LifeSiteNews.com Especial para LifeSiteNews.com
By The Elliot Institute Por O Instituto Elliot
February 10, 2006 10 de fevereiro de 2006

A study in New Zealand that tracked approximately 500 women from birth to 25 years of age has confirmed that young women who have abortions subsequently experience elevated rates of suicidal behaviors, depression, substance abuse, anxiety, and other mental problems. Um estudo realizado na Nova Zelândia que acompanhou cerca de 500 mulheres desde o nascimento até aos 25 anos de idade, confirmou que as mulheres jovens que têm elevadas taxas de abortos posteriormente experiência de comportamentos suicidas, depressão, dependência química, ansiedade e outros problemas mentais.

Most significantly, the researchers–led by Professor David M. Fergusson, who is the director of the longitudinal Christchurch Health and Development Study–found that the higher rate of subsequent mental problems could not be explained by any pre-pregnancy differences in mental health, which had been regularly evaluated over the course of the 25- year study. Mais significativamente, os pesquisadores – liderados pelo Professor David M. Fergusson, que é o diretor do longitudinal Christchurch Health and Development Study – constatou que a maior taxa de problemas mentais posteriores não poderiam ser explicadas por qualquer pré-gravidez diferenças em mental saúde, que tinha sido regularmente avaliado no decurso da 25 – year study.

FINDINGS SURPRISE PRO-CHOICE RESEARCHERS CONSTATAÇÕES surpresa PRO-ESCOLHA INVESTIGADORES

According to Fergusson, the researchers had undertaken the study anticipating that they would be able to confirm the view that any problems found after abortion would be traceable to mental health problems that had existed before the abortion.  At first glance, it appeared that their data would confirm this hypothesis.  The data showed that women who became pregnant before age 25 were more likely to have experienced family dysfunction and adjustment problems, were more likely to have left home at a young age, and were more likely to have entered a cohabiting relationship. Segundo a Fergusson, os pesquisadores haviam realizado o estudo prevendo que eles seriam capazes de confirmar a opinião que os problemas encontrados após aborto deverá ser feita para os problemas de saúde mental que já existiam antes do aborto. À primeira vista, parecia que os dados seriam confirmar esta hipótese. Os dados mostraram que as mulheres que engravidaram antes de menos de 25 anos eram mais propensos a ter experimentado disfunção familiar eo ajustamento problemas, eram mais susceptíveis de ter uma casa na esquerda tenra idade, e foram mais propensos a ter introduzido uma coabitação relacionamento.

However, when these and many other factors were taken into account, the findings showed that women who had abortions were still significantly more likely to experience mental health problems.  Thus, the data contradicted the hypothesis that prior mental illness or other “pre-disposing” factors could explain the differences. No entanto, quando estes e muitos outros factores foram tidos em conta, os resultados mostraram que as mulheres que tiveram abortos foram ainda significativamente mais propensos a experimentar problemas de saúde mental. Assim, os dados contradizem a hipótese de que antes da doença mental ou outro “pré-eliminação” fatores poderiam explicar as diferenças.

“We know what people were like before they became pregnant,” Fergusson told The New Zealand Herald.  “We take into account their social background, education, ethnicity, previous mental health, exposure to sexual abuse, and a whole mass of factors.” “Sabemos que as pessoas eram como eles ficaram grávidas antes,” disse Fergusson A Nova Zelândia Herald. “Levamos em conta a sua origem social, educação, etnia, anterior a saúde mental, a exposição ao abuso sexual, e toda uma massa de fatores.”

The data persistently pointed toward the politically unwelcome conclusion that abortion may itself be the cause of subsequent mental health problems.  So Fergusson presented his results to New Zealand’s Abortion Supervisory Committee, which is charged with ensuring that abortions in that country are conducted in accordance with all the legal requirements. Os dados apontaram persistentemente politicamente indesejável para a conclusão de que o aborto poderá ser a causa de posteriores problemas de saúde mental. Então Fergusson apresentaram seus resultados para a Nova Zelândia do Aborto Comité de Fiscalização, que está encarregado de assegurar que o aborto no país são realizados em conformidade com todas as os requisitos legais. According to The New Zealand Herald, the committee told Fergusson that it would be “undesirable to publish the results in their ‘unclarified’ state.” Segundo o The New Zealand Herald, a comissão Fergusson disse que seria “indesejável para publicar os resultados na sua ‘unclarified” estado “.

Despite his own pro-choice political beliefs, Fergusson responded to the committee with a letter stating that it would be “scientifically irresponsible” to suppress the findings simply because they touched on an explosive political issue. Apesar de suas próprias convicções políticas pró-escolha, Fergusson respondeu à comissão com uma carta afirmando que seria “irresponsável cientificamente” para suprimir os resultados simplesmente porque tocou em uma questão política explosiva.

In an interview about the findings with an Australian radio host, Fergusson stated: “I remain pro-choice. I am not religious. I am an atheist and a rationalist. The findings did surprise me, but the results appear to be very robust because they persist across a series of disorders and a series of ages. . . . Abortion is a traumatic life event; that is, it involves loss, it involves grief, it involves difficulties. And the trauma may, in fact, predispose people to having mental illness.” Em uma entrevista sobre os resultados com um australiano rádio anfitrião, Fergusson declarou: “Continuo pró-escolha. Eu não sou religioso. Sou um ateu e um racionalista. As conclusões não me surpreende, mas os resultados parecem ser bastante robusto, pois eles persistirem em toda uma série de transtornos e uma série de idades…. O aborto é um evento traumático vida, isto é, trata-se de perda, que envolve dor, envolve dificuldades. E o trauma pode, na verdade, predispor as pessoas a ter doença mental. “
JOURNALS REJECT THE POLITICALLY INCORRECT RESULTS REVISTAS REJEITAR OS RESULTADOS politicamente incorrecto

The research team of the Christchurch Health and Development Study is used to having its studies on health and human development accepted by the top medical journals on first submission.  After all, the collection of data from birth to adulthood of 1,265 children born in Christchurch is one of the most long-running and valuable longitudinal studies in the world.  But this study was the first from the experienced research team that touched on the contentious issue of abortion. A equipe de pesquisa do Christchurch Saúde e Desenvolvimento Estudo é utilizada para ter seus estudos sobre a saúde e desenvolvimento humano aceite pelo topo revistas médicas na primeira apresentação. Afinal de contas, a recolha de dados desde o nascimento até à idade adulta de crianças nascidas em 1265 Christchurch é um da mais longa e valiosa de estudos longitudinais em todo o mundo. Porém, este estudo foi o primeiro a partir da investigação experiente equipe que tocou na questão polémica do aborto.

Ferguson said the team “went to four journals, which is very unusual for us — we normally get accepted the first time.” Ferguson disse que a equipa “deslocou-se a quatro revistas, o que é muito incomum para nós – nós normalmente aceite receber a primeira vez.” Finally, the fourth journal accepted the study for publication. Por último, a quarta revista aceita para publicação do estudo.

Although he still holds a pro-choice view, Fergusson believes women and doctors should not blindly accept the unsupported claim that abortion is generally harmless or beneficial to women.  He appears particularly upset by the false assurances of abortion’s safety given by the American Psychological Association (APA). Embora ele ainda mantém uma perspectiva pró-escolha, Fergusson considera as mulheres e os médicos não devem aceitar cegamente o unsupported alegação de que o aborto é geralmente inofensiva ou benéfica para as mulheres. Ele parece particularmente preocupado pelas falsas garantias de segurança do aborto dadas pela American Psychological Association ( APA).

In a 2005 statement, the APA claimed that “well-designed studies” have found that “the risk of psychological harm is low.” Em 2005 uma declaração, a APA afirmou que “bem concebido estudos” constataram que “o risco de dano psicológico é baixo.” In the discussion of their results, Fergusson and his team note that the APA’s position paper ignored many key studies showing evidence of abortion’s harm and looked only at a selective sample of studies that have serious methodological flaws. Na discussão dos seus resultados, Fergusson e sua equipe nota que a posição da APA papel fundamental ignorados muitos estudos que mostram evidências de efeitos nocivos do aborto e olhou apenas em uma amostra seletiva de estudos que têm graves falhas metodológicas.

Fergusson told reporters that “it verges on scandalous that a surgical procedure that is performed on over one in 10 women has been so poorly researched and evaluated, given the debates about the psychological consequences of abortion.” Fergusson disse aos jornalistas que “é escandaloso que raia sobre um procedimento cirúrgico que é realizado em mais de um em cada 10 mulheres tem sido tão mal estudadas e avaliadas, tendo em conta os debates sobre as conseqüências psicológicas do aborto.”

Following Fergusson’s complaints about the selective and misleading nature of the 2005 APA statement, the APA removed the page from their Internet site.  The statement can still be found through a web archive service, however. Na sequência de queixas sobre o Fergusson selectiva e enganosa natureza da declaração APA 2005, a APA removido da página de seu site da Internet. A declaração ainda pode ser encontrado através de um serviço de arquivo na web, no entanto.

STUDY MAY HAVE PROFOUND INFLUENCE ON MEDICINE, LAW, AND POLITICS Estudo pode ter influência profunda sobre medicina, direito, E POLÍTICA

The reaction to the publication of the Christchurch study is heating up the political debate in the United States.  The study was introduced into the official record at the senate confirmation hearings for Supreme Court Justice Samuel Alito. A reacção à publicação do estudo Christchurch é aquecer o debate político nos Estados Unidos. O estudo foi introduzido no registo oficial no senado confirmação audições Supremo Tribunal de Justiça Samuel Alito. Also, a US congressional subcommittee chaired by Representative Mark Souder (R-IN) has asked the National Institutes of Health (NIH) to report on what efforts the NIH is undertaking to confirm or refute Fergusson’s findings. Além disso, uma subcomissão E.U. Congresso presidido pelo representante Mark Souder (R-IN) convidou o National Institutes of Health (NIH) para informar sobre o que está a empreender esforços do NIH para confirmar ou refutar conclusões da Fergusson.

The impact of the study in other countries may be even more profound. O impacto do estudo em outros países pode ser ainda mais profunda. According to The New Zealand Herald, the Christchurch study may require doctors in New Zealand to certify far fewer abortions.  Approximately 98 percent of abortions in New Zealand are done under a provision in the law that only allows abortion when “the continuance of the pregnancy would result in serious danger (not being danger normally attendant upon childbirth) to the life, or to the physical or mental health, of the woman or girl.” Segundo o The New Zealand Herald, o estudo pode exigir Christchurch médicos na Nova Zelândia para certificar muito menos abortos. Aproximadamente 98 por cento dos abortos na Nova Zelândia são feitas ao abrigo de uma disposição na lei que só permite o aborto quando “a continuação da gravidez seria resultar em perigo grave (não sendo normalmente perigo tratador após parto) para a vida, ou para a saúde física ou psíquica, da mulher ou menina. “

Doctors performing abortions in Great Britain face a similar legal problem.  Indeed, the requirement to justify an abortion is even higher in British law.  Doctors there are only supposed to perform abortions when the risks of physical or psychological injury from allowing the pregnancy to continue are “greater than if the pregnancy was terminated.” Médicos realização de abortos na Grã-Bretanha enfrentam um problema jurídico semelhante. Na verdade, o requisito para justificar um aborto ainda é maior no direito britânico. Médicos só existem supostamente para realizar abortos quando os riscos de lesão física ou psicológica de permitir que a gravidez são para continuar “maior do que se a gravidez foi encerrado.”

According to researcher Dr. David Reardon, who has published more than a dozen studies investigating abortion’s impact on women, Fergusson’s study reinforces a growing body of literature showing that doctors in New Zealand, Britain and elsewhere face legal and ethical obligations to discourage or refuse contraindicated abortions. Segundo o pesquisador Dr. David Reardon, que já publicou mais de uma dúzia de estudos investigando o impacto do aborto sobre as mulheres, Fergusson do estudo reforça um crescente corpo de literatura mostrando que os médicos na Nova Zelândia, Grã-Bretanha e noutros países enfrentam obrigações legais e éticas para desencorajar ou recusar contra abortos.

“Fergusson’s study underscores that fact that evidence-based medicine does not support the conjecture that abortion will protect women from ‘serious danger’ to their mental health,” said Reardon.  “Instead, the best evidence indicates that abortion is more likely to increase the risk of mental health problems.  Physicians who ignore this study may no longer be able to argue that they are acting in good faith and may therefore be in violation of the law.” “Fergusson do estudo ressalta que o fato de que a medicina baseada em evidências não suporta a conjectura de que o aborto vai proteger as mulheres de” grave perigo “para sua saúde mental”, disse Reardon. “Pelo contrário, a melhor evidência indica que o aborto é mais provável que o aumento risco de problemas de saúde mental. Physicians ignorar que este estudo pode já não ser capaz de argumentar que eles estão agindo de boa fé e podem, portanto, estar em violação da lei. “

“Record-based studies in Finland and the United States have conclusively proven that the risk of women dying in the year following an abortion is significantly higher than the risk of death if the pregnancy is allowed to continue to term,” said Reardon, who directs the Elliot Institute, a research organization based in Springfield, Illinois.  “So the hypothesis that the physical risks of childbirth surpass the risks associated with abortion is no longer tenable.  That means most abortion providers have had to look to mental health advantages to justify abortion over childbirth.” “Gravar com base em estudos na Finlândia e os Estados Unidos têm provado conclusivamente que o risco das mulheres que morrem no ano seguinte um aborto é significativamente maior do que o risco de morte se a gravidez é autorizada a continuar a prazo”, disse Reardon, que dirige o Elliot Institute, uma organização de investigação com base em Springfield, Illinois. “Portanto, a hipótese de que os riscos físicos de parto superar os riscos associados com o aborto já não é defensável. Isso significa que mais tiveram aborto prestadores de olhar para a saúde mental vantagens para justificar o aborto ao longo do parto. “

But Reardon now believes that alternative for recommending abortion no longer passes scientific muster, either. Reardon Mas agora acredita que a alternativa para recomendar o aborto já não passa científica muster, quer.

“This New Zealand study, with its unsurpassed controls for possible alternative explanations, confirms the findings of several recent studies linking abortion to higher rates of psychiatric hospitalization. depression, generalized anxiety disorder, substance abuse, suicidal tendencies, poor bonding with and parenting of later children, and sleep disorders,” he said.  “It should inevitably lead to a change in the standard of care offered to women facing problem pregnancies.” “Este estudo Nova Zelândia, com a sua insuperável possíveis explicações alternativas para o controlo, confirma as conclusões de vários estudos recentes ligando aborto para taxas mais elevadas de internação psiquiátrica. Depressão, transtorno de ansiedade generalizada, abuso de substâncias, tendências suicidas, pobres e com vínculo de parentalidade mais tarde crianças, e distúrbios do sono “, disse ele.” Há inevitavelmente levar a uma mudança no padrão de atendimento oferecido às mulheres enfrentam problema gravidez. “
SOME WOMEN MAY BE AT GREATER RISK Algumas mulheres podem estar em maior risco

Reardon, a biomedical ethicist, is an advocate of “evidence- based medicine”–a movement in medical training that encourages the questioning of “routine, accepted practices” which have not been proven to be helpful in scientific trials.  If one uses the standards applied in evidence-based medicine, Reardon says, one can only conclude that there is insufficient evidence to support the view that abortion is generally beneficial to women.  Instead, the opposite appears to be more likely. Reardon, um biomédico ethicist, é um defensor da “medicina baseada em evidências” – um movimento de formação médica que encoraja o questionamento de “rotina, aceite práticas” que não tenham sido provado ser útil em estudos científicos. Se um usa o normas aplicadas na medicina baseada em evidências, Reardon diz, só podemos concluir que não há provas suficientes para apoiar a opinião de que o aborto é, geralmente benéfica para as mulheres. Em vez disso, o oposto parece ser mais provável.

“It is true that the practice of medicine is both an art and a science,” Reardon said. “É verdade que a prática da medicina é simultaneamente uma arte e uma ciência”, disse Reardon. “But given the current research, doctors who do an abortion in the hope that it will produce more good than harm for an individual woman can only justify their decisions by reference to the art of medicine, not the science.” “Mas, dada a atual pesquisa, os médicos que fazem um aborto, na esperança de que ele irá produzir mais dano do que bom para um indivíduo mulher só pode justificar as suas decisões por referência à arte da medicina, e não a ciência.”

According to Reardon, the best available medical evidence shows that it is easier for a woman to adjust to the birth of an unintended child than it is to adjust to the emotional turmoil caused by an abortion. Segundo a Reardon, a melhor evidência médica disponível mostra que é mais fácil para uma mulher a ajustar-se ao nascimento de uma criança que não é inesperada para ajustar-se ao turbilhão emocional causado por um aborto.

“We are social beings, so it is easier for people to adjust to having a new relationship in one’s life than to adjust to the loss of a relationship,” he said.  “In the context of abortion, adjusting to the loss is especially difficult if there any unresolved feelings of attachment, grief, or guilt.” “Nós somos seres sociais, por isso é mais fácil para as pessoas terem de se ajustar a uma nova relação de uma vida do que para regular a perda de um relacionamento”, disse ele. “No contexto do aborto, que adapta à perda é especialmente difícil se houver qualquer resolver sentimentos de apego, luto, ou culpa. “

By using known risk factors, the women who are at greatest risk of severe reactions to abortion could be easily identified, according to Reardon.  If this were done, some women who are at highest risk of negative reactions might opt for childbirth instead of abortion. Ao utilizar conhecidos fatores de risco, as mulheres que estão em maior risco de reacções graves ao aborto poderiam ser facilmente identificados, de acordo com Reardon. Se isso foi feito, algumas mulheres que estão em maior risco de reacções negativas podem optar por parto, em vez de aborto.

In a recent article published in The Journal of Contemporary Health Law and Policy, Reardon identified approximately 35 studies that had identified statistically validated risk factors that most reliably predict which women are most likely to report negative reactions. Em um recente artigo publicado no The Journal of Contemporary Health Law and Policy, Reardon identificou cerca de 35 estudos que tinha identificado validado estatisticamente que a maioria dos fatores de risco fiavelmente predizer quais as mulheres têm maior probabilidade de relatar reações negativas.

“Risk factors for maladjustment were first identified in a 1973 study published by Planned Parenthood,” Reardon said. “Os fatores de risco para desajuste foram inicialmente identificados em 1973 um estudo publicado pela Planned Parenthood”, disse Reardon. “Since that time, numerous other researchers have further advanced our knowledge of the risk factors which should be used to screen women at highest risk.  These researchers have routinely recommended that the risk factors should be used by doctors to identify women who would benefit from more counseling, either so they can avoid contraindicated abortions or so they can receive better followup care to help treat negative reactions.” “Desde esse tempo, muitos outros pesquisadores têm mais avançadas dos nossos conhecimentos sobre os fatores de risco que deve ser utilizado para rastrear as mulheres sob maior risco. Estes investigadores têm rotineiramente recomendado que os fatores de risco devem ser utilizadas pelos médicos para identificar as mulheres que se beneficiariam de uma maior aconselhamento, quer para que possam evitar ou contra o aborto, para que possam receber cuidados followup melhor para ajudar a tratar reações negativas. “

Feeling pressured by others to consent to the abortion, having moral beliefs that abortion is wrong, or having already developed a strong maternal attachment to the baby are three of the most common risk factors, Reardon says. Sentindo-se pressionados pelos outros para consentimento ao aborto, com convicções morais que o aborto é errado, ou já ter desenvolvido um forte vínculo materno para o bebê são três dos principais fatores de risco comuns, Reardon diz.

While screening makes sense, Reardon says that in practice, screening for risk factors is rare for two reasons. Embora a análise faz sentido, Reardon diz que, na prática, o rastreio de factores de risco é rara, por duas razões.

“First, there are aberrations in the law that shield abortion providers from any liability for emotional complications following an abortion,” he said.  “This loophole means that abortion clinics can save time and money by substituting one- size-fits-all counseling for individualized screening. “Em primeiro lugar, existem aberrações na lei que escudo aborto fornecedores a partir de qualquer responsabilidade por complicações emocionais após um aborto”, disse. “Esta lacuna significa que o aborto clínicas podem poupar tempo e dinheiro, substituindo uma de tamanho único para todos aconselhamento para individualizadas rastreio.

“The second obstacle in the way of screening is ideological. Many abortion providers insist that it is not their job to try to figure out whether an abortion is more likely to hurt than help a particular woman. They see their role as to ensure that any woman who wants an abortion is provided one.” “O segundo obstáculo no caminho do rastreio é ideológica. Muitos fornecedores insistem em que o aborto não é seu trabalho para tentar descobrir se um aborto é mais susceptível de ferir do que ajudar uma mulher especial. Eles vêem o seu papel como para garantir que qualquer mulher que deseja um aborto é fornecido um “.

“This ‘buyer beware’ mentality is actually inconsistent with medical ethics,” Reardon said. “Este” comprador beware “mentalidade é realmente inconsistente com ética médica”, disse Reardon. “Actually, the ethic governing most abortion providers’ services is no different than that of the abortionists: ‘If you have the money, we’ll do the abortion.’ “Na verdade, a ética que regem a maioria aborto dos prestadores de serviços não é diferente do que o do abortionists: ‘Se você tiver o dinheiro, nós vamos fazer o aborto.” Women deserve better.  They deserve to have doctors who act like doctors. That means doctors who will give good medical advice based on the best available evidence as applied to each patient’s individual risk profile.” As mulheres merecem melhor. Eles merecem a ter médicos que atuam como médicos. Isso significa que médicos que vai dar bons conselhos médicos baseados nas melhores evidências disponíveis, tal como é aplicado para cada paciente individual do perfil de risco. “

Fergusson also believes that the same rules that apply to other medical treatments should apply to abortion. Fergusson acredita também que as mesmas regras que se aplicam a outros tratamentos médicos, deve aplicar-se ao aborto. “If we were talking about an antibiotic or an asthma risk, and someone reported adverse reactions, people would be advocating further research to evaluate risk,” he said in the New Zealand Herald. “Se estivéssemos falando de um antibiótico ou um risco asma, e alguém relatadas as reacções adversas, as pessoas seriam defendem uma maior investigação para avaliar os riscos”, disse ele na Nova Zelândia Herald. “I can see no good reason why the same rules don’t apply to abortion.” “Não vejo qualquer razão para as mesmas regras não se aplicam ao aborto.”
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SOURCES: FONTES:
David M. Fergusson, L. John Horwood, and Elizabeth M. Ridder, “Abortion in young women and subsequent mental health,” Journal of Child Psychology and Psychiatry 47(1): 16-24, 2006. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&db=pubmed&dop… uids=16405636&query hl=1&itool=pubmed docsum David M. Fergusson, Horwood John L., e Elizabeth M. Ridder, “O aborto em mulheres jovens e subseqüente saúde mental”, Journal of Child Psychology and Psychiatry 47 (1): 16-24, 2006. Http://www. ncbi.nlm.nih.gov / entrez / query.fcgi? cmd = Obter & db = & Pubmed dop … uids = 16405636 & query = 1 & hl = itool Pubmed docsum
Tom Iggulden, “Abortion increases mental health risk: study” AM transcript. http://www.abc.net.au/am/content/2006/s1540914.htm Tom Iggulden, “Aborto aumenta risco a saúde mental: estudo” AM transcrição. Http://www.abc.net.au/am/content/2006/s1540914.htm
Nick Grimm “Higher risk of mental health problems after abortion: report” Australian Broadcasting Corporation. Nick Grimm “maior risco de problemas de saúde mental após o aborto: relatório” Australian Broadcasting Corporation. 03/01/2006 http://www.abc.net.au/7.30/content/2006/s1541543.htm 03/01/2006 http://www.abc.net.au/7.30/content/2006/s1541543.htm
Ruth Hill, “Abortion Researcher Confounded by Study” New Zealand Herald 1/5/06, http://www.nzherald.co.nz Ruth Hill, “Aborto Pesquisador confundidos pelo Estudo” New Zealand Herald 1/5/06, http://www.nzherald.co.nz
APA Briefing Paper on The Impact of Abortion on Women, http://web.archive.org of http://www.apa.org/ppo/issues/womenabortfacts.html APA Perspectiva Livro sobre o impacto do aborto sobre a Mulher, http://web.archive.org de http://www.apa.org/ppo/issues/womenabortfacts.html
http://web.archive.org/web/20050304001316/http:/www.apa.org/p po/issues/womenabortfacts.htmlhttp://web.archive.org/web/20050304001316/http:/www.apa.org/p po / questões / womenabortfacts.html
Information on studies showing higher death rates after abortion: http://www.afterabortion.info/news/CDCdeathswrong.htm Informações sobre estudos mostrando maiores taxas de mortalidade após o aborto: http://www.afterabortion.info/news/CDCdeathswrong.htm

Disponível em:

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/feb/060210a.html&ei=RFGNSu7qN6OCtgfBmInrDQ&sa=X&oi=translate&resnum=1&ct=result&prev=/search%3Fq%3DAbortion%2BCauses%2BMental%2BDisorders:%2BNew%2BZealand%2BStudy%2BMay%2BRequire%2BDoctors%2BTo%2BDo%2BFewer%2BAbortions%26hl%3Dpt-BR%26rls%3Dig%26sa%3DG

Sem a Pílula do Dia Seguinte para Estupros – legislação Dakota do Sul

Sem a Pílula do Dia Seguinte para Estupros – legislação Dakota do Sul

 
 
O Governo, em 6 de Março de 2006, tornou Dakota do Sul o primeiro Estado a proibir o aborto, excepto para aqueles que são necessários para salvar a vida de uma mulher grávida.
 
 
 
As justificativas para esta determinação legislativa vão desde a constatação clínica e documentada dos graves danos à saúde da mulher que aborta, e aquelas que abortam pela 1a vez sofrem em maiores percentuais riscos à sua própria vida – os distúrbios provocados posteriormente pelo aborto são neurológicos, tais como a experiência de comportamentos suicidas, depressão, dependência química, ansiedade e outros problemas mentais – à certeza jurídica e reconhecimento de que o ser humano, em qualquer das fases de desenvolvimento: concepto-blastocyst-embrião-feto-recém-nascido, criança-criança-adolescente-adolescente-adulto-meia-idade sénior é um cidadão.
 
 
 
Muitas das mulheres só abortam porque foram pressionadas a fazê-lo, e a maioria relatou que o aborto só aumentou a sua experiência de luto.
 
 
Cristiane Rozicki
 
 
Sem a Pílula do Dia Seguinte para Estupros
   

 

3/16/2006
By Jan LaRue, Chief Counsel

Why abortion bans shouldn’t include exceptions for victims of rape or incest. Por que proíbe o aborto não deve incluir excepções para as vítimas de violação ou incesto.

South Dakota Gov. Mike Rounds (R) signed HB 1215 into law on March 6, making South Dakota the first state to ban abortion except for those that are necessary to save the life of a pregnant woman. Dakota do Sul Gov. Mike Rounds (R) MP 1215 em lei assinada em 6 de Março, tornando Dakota do Sul o primeiro Estado a proibir o aborto, excepto para aqueles que são necessários para salvar a vida de uma mulher grávida. Doctors in South Dakota will face up to five years in prison for performing an abortion except when necessary to save the mother’s life. Médicos em Dakota do Sul terá de enfrentar até cinco anos de prisão para a realização de um aborto, excepto quando necessário para salvar a vida da mãe.

Some state lawmakers who voted against HB 1215 say they did so because it doesn’t permit abortion for rape and incest victims. Alguns legisladores estaduais que votaram contra a MP 1215 dizem que o fizeram, porque não permite o aborto por estupro e incesto vítimas. Other state legislatures, including Mississippi, have introduced a similar abortion ban and are debating whether to include exceptions for rape and incest. Outras legislaturas estaduais, incluindo Mississippi, introduziram uma proibição semelhante aborto e se discutir se a inclusão de excepções para estupro e incesto.

President George W. Bush, who is pro-life, includes himself among some who believe that there should be exceptions for rape and incest. O presidente George W. Bush, que é pró-vida, inclui-se entre alguns que acreditam que deveria haver exceções para estupro e incesto. While not impugning the good intentions of President Bush and others, there is reason to encourage them to think past the visceral reaction we all feel about rape and incest, and consider the consequences for both victims—mother and child. Apesar de não impugnar as boas intenções do presidente Bush e outros, não há motivos para incentivá-los a pensar passado, a reacção visceral todos nós sentimos por estupro e incesto, e considerar as conseqüências tanto para as vítimas, mãe e filho.

No one disputes that rape and incest are serious crimes, and those convicted should be punished to the fullest extent of the law. Ninguém contesta que o estupro e incesto são crimes graves, as pessoas condenadas e devem ser punidos em toda a extensão da lei. Furthermore, victims deserve the support and assistance of the public in recovering. Além disso, as vítimas merecem o apoio e assistência do público em recuperação.

The truth is that rape rarely results in pregnancy. A verdade é que raramente resulta em violação a gravidez. But even if it does, the law should not permit the most innocent victim, an unborn child, to suffer by forfeiting his or her life because of the rapist’s criminal act. Mas mesmo nesse caso, a lei não deve permitir a maior vítima inocente, um nascituro, a sofrer por perder a sua vida por causa do violador do acto criminoso.

  • “Perhaps more of a gross exaggeration than a myth is the mistaken and unfortunate belief that pregnancy is a frequent complication of sexual assault. “Talvez mais do que um bruto exagero um mito é a crença equivocada e infeliz de que a gravidez é uma complicação freqüente de agressão sexual. This is emphatically not the case, and there are several medically sound reasons for it.” [Vicki Seltzer, “Medical Management of the Rape Victim,” American Medical Women’s Association 32 (1977): 141-144.] Esta ênfase não é o caso, e há várias boas razões médicas para ele. “[Vicki Seltzer,” Médico de Gestão do Rape Victim “, American Medical Women’s Association 32 (1977): 141-144.]
 
  • A scientific study of 1,000 rape victims who were treated medically right after the rape reported zero pregnancies. Um estudo científico de 1.000 estupro vítimas que foram tratados clinicamente logo após o estupro relatado zero gestações. [L. [L. Kuchera, “Postcoital Contraception with Diethylstilbesterol,” Journal of the American Medical Association, October 25, 1971.] Kuchera, “Contraception Postcoital com Diethylstilbesterol,” Journal of a Associação Médica Americana, 25 de outubro de 1971.]
 
  • Pregnancies resulting from incest are also rare: One percent or less. Gravidez resultante de incesto também são raros: Um por cento ou menos. [G. [G. Maloof, “The Consequences of Incest,” The Psychological Aspects of Abortion, University Publications of American, 1979, p. Maloof, “As Conseqüências do Incesto,” Os aspectos psicológicos do aborto, da American University Publications, 1979, p. 74.] 74.]
 

Rather than aid a rape or incest victim’s recovery, studies indicate that having an abortion is more likely to have a detrimental effect on her. Ao invés de um auxílio, uma violação ou incesto recuperação da vítima, os estudos indicam que o facto de ter um aborto é mais provável que tenha um efeito negativo sobre ela.

Victims and Victors, published by Acorn Books and the Elliot Institute in 2000, includes a study of 192 women who became pregnant through sexual assault and either had abortions or carried the pregnancy to term. Vítimas e vencedores, publicados pela Acorn Books e do Instituto Elliot, em 2000, inclui um estudo de 192 mulheres que engravidaram através de agressões sexuais e nem tinha transportado o aborto ou gravidez a termo.

Many of them aborted only because they were pressured to do so, and most reported that the abortion only increased their experience of grief. Muitos delas só abortam porque foram pressionadas a fazê-lo, e a maioria relatou que o aborto só aumentaram a sua experiência de luto. In contrast, none of the women who carried to term said they wished they had not given birth or that they had chosen abortion instead. Em contrapartida, nenhuma das mulheres que procedeu ao termo eles disseram que pretendiam não ter dado o nascimento ou que tinham escolhido o aborto vez. Many of these women said that their children had brought peace and healing to their lives. Muitas destas mulheres disseram que seus filhos tinham trazido a paz e cura para as suas vidas.[David C. Reardon, Julie Makimaa and Amy Sobie, Editors, Victims and Victors: Speaking Out About Their Pregnancies, Abortions, and Children Resulting from Sexual Assault, Acorn Books, Springfield, Illinois, available at: http://www.afterabortion.org/.%5D [David C. Reardon, Julie Makimaa e Amy Sobie, Editors, Vítimas e vencedores: Falando-se sobre a gravidez, de abortos e Abuso Sexual de Crianças Resultantes, Acorn Books, Springfield, Illinois, disponível em: http://www.afterabortion . org /.]

The Elliot Institute announced on February 9, 2005, the results of a study of the effects of abortion on women. O Instituto Elliot anunciou em 9 de fevereiro de 2005, os resultados de um estudo sobre os efeitos do aborto nas mulheres. The study documents several harmful effects: O estudo documentos diversos efeitos nocivos:

A study in New Zealand that tracked approximately 500 women from birth to 25 years of age has confirmed that young women who have abortions subsequently experience elevated rates of suicidal behaviors, depression, substance abuse, anxiety, and other mental problems. Um estudo realizado na Nova Zelândia que acompanhou cerca de 500 mulheres desde o nascimento até aos 25 anos de idade, confirmou que as mulheres jovens que têm elevadas taxas de abortos posteriormente experiência de comportamentos suicidas, depressão, dependência química, ansiedade e outros problemas mentais.Most significantly, the researchers – led by Professor David M. Fergusson, who is the director of the longitudinal Christchurch Health and Development Study – found that the higher rate of subsequent mental problems could not be explained by any pre-pregnancy differences in mental health, which had been regularly evaluated over the course of the 25-year study. Mais significativamente, os pesquisadores – liderados pelo Professor David M. Fergusson, que é o diretor do longitudinal Christchurch Health and Development Study – constatou que a maior taxa de problemas mentais posteriores não poderiam ser explicadas por qualquer pré-gravidez diferenças na saúde mental, que tinha sido regularmente avaliados ao longo dos 25 anos de estudo.

However, when these and many other factors were taken into account, the findings showed that women who had abortions were still significantly more likely to experience mental health problems. No entanto, quando estes e muitos outros factores foram tidos em conta, os resultados mostraram que as mulheres que tiveram abortos foram ainda significativamente mais propensos a experimentar problemas de saúde mental. Thus, the data contradicted the hypothesis that prior mental illness or other “pre-disposing” factors could explain the differences. Assim, os dados contradizem a hipótese de que antes da doença mental ou outro “pré-eliminação” fatores poderiam explicar as diferenças.

“We know what people were like before they became pregnant,” Fergusson told The New Zealand Herald. “We take into account their social background, education, ethnicity, previous mental health, exposure to sexual abuse, and a whole mass of factors.” “Sabemos que as pessoas eram como eles ficaram grávidas antes,” disse Fergusson A Nova Zelândia Herald. “Levamos em conta a sua origem social, educação, etnia, anterior a saúde mental, a exposição ao abuso sexual, e toda uma massa de fatores.”

The data persistently pointed toward the politically unwelcome conclusion that abortion may itself be the cause of subsequent mental health problems. Os dados apontaram persistentemente politicamente indesejável para a conclusão de que o aborto poderá ser a causa de posteriores problemas de saúde mental. So Fergusson presented his results to New Zealand’s Abortion Supervisory Committee, which is charged with ensuring that abortions in that country are conducted in accordance with all the legal requirements. Então Fergusson apresentaram seus resultados para a Nova Zelândia do Aborto Comité de Fiscalização, que está encarregado de assegurar que o aborto no país são realizados em conformidade com todos os requisitos legais. According to The New Zealand Herald, the committee told Fergusson that it would be “undesirable to publish the results in their ‘unclarified’ state.” [ Abortion Causes Mental Disorders: New Zealand Study May Require Doctors to Do Fewer Abortions, Elliot Institute, February 9, 2005, available at: http://www.afterabortion.org/.%5D Segundo o The New Zealand Herald, a comissão Fergusson disse que seria “indesejável para publicar os resultados na sua ‘unclarified” estado “. [Aborto Causas Transtornos Mentais: Nova Zelândia Estudo maio Require Médicos Menos para fazer abortos, Elliot Institute, fev. 9, 2005, disponível em: http://www.afterabortion.org/.]

A study published in the Southern Medical Journal August 27, 2002, reveals that women who have abortions are at significantly higher risk of death than women who give birth. Um estudo publicado no Southern Medical Journal 27 de agosto de 2002, revela que as mulheres que têm abortos estão em risco de morte significativamente maior do que as mulheres que dão à luz. Researchers examined death records linked to Medi-Cal payments for births and abortions for approximately 173,000 low-income California women. Investigadores examinaram óbitos ligados à Medi-Cal pagamentos de partos e abortos por cerca de 173.000 mulheres de baixa renda Califórnia. They discovered that women who had abortions were almost twice as likely to die in the following two years and that the elevated mortality rate of aborting women persisted over at least eight years. Eles descobriram que mulheres que tiveram abortos foram quase duas vezes mais probabilidades de morrer nos dois anos seguintes e que a elevada taxa de mortalidade de mulheres abortar persistiram durante pelo menos oito anos.

“During the eight-year study, women who aborted had a 154-percent higher risk of death from suicide, an 82-percent higher risk of death from accidents, and a 44-percent higher risk of death from natural causes.Durante os oito anos de estudo, as mulheres que havia abortado um 154 por cento maior risco de morte por suicídio, um 82 por cento maior risco de morte por acidente, e de 44 por cento maior risco de morte por causas naturais. In 1997, a study of women in Finland revealed that in the first year following an abortion, aborting women were 252 percent more likely to die compared to women who delivered and 75 percent more likely to die compared to women who had not been pregnant.” [DC Reardon, PG Ney, FJ Scheuren, JR Cougle, PK Coleman, T. Strahan, “Deaths associated with pregnancy outcome: a record linkage study of low income women,” Southern Medical Journal, August 2002, 95(8):834-841, available at: http://www.afterabortion.org/.%5D Em 1997, um estudo das mulheres na Finlândia revelou que, no primeiro ano após um aborto, abortar as mulheres foram 252 por cento mais probabilidades de morrer em comparação com mulheres que emitiu e 75 por cento mais probabilidades de morrer em comparação com mulheres que não tinham sido grávida. ” [DC Reardon, PG Ney, FJ Scheuren, JR Cougle, PK Coleman, T. Strahan, “Mortes relacionadas com a gravidez resultado: um estudo de registros de baixa renda das mulheres,” Southern Medical Journal, agosto 2002, 95 (8): 834 -841, disponível em: http://www.afterabortion.org/.]

A study published in the July issue of the American Journal of Orthopsychiatry, using the same data from Medi-Cal records, reveals that women were 63 percent more likely to receive mental health care within 90 days of an abortion compared to delivery. Um estudo publicado na emissão de julho do American Journal of Orthopsychiatry, utilizando os mesmos dados de Medi-Cal registros, revela que as mulheres eram 63 por cento mais probabilidade de receber assistência à saúde mental no prazo de 90 dias de um aborto, em comparação com o parto. In addition, significantly higher rates of subsequent mental health treatment persisted over the entire four years of data examined. Além disso, taxas significativamente maiores de saúde mental posterior tratamento persistiu durante todo o quatro anos de dados analisados. Abortion was most strongly associated with subsequent treatments for neurotic depression, bipolar disorder, adjustment reactions and schizophrenic disorders. O aborto foi mais fortemente associada com subseqüente tratamentos para neuróticos depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia e transtornos ajustamento reacções. Dr. Priscilla Coleman, the study’s lead author, said that the study design was an improvement over previous studies because it relied on medical records rather than on surveys of women contacted at an abortion clinic. Dra. Priscilla Coleman, o autor principal do estudo, disse que o estudo foi uma melhoria sobre estudos anteriores, porque se baseou em registros médicos, em vez de inquéritos da mulher contactou um aborto em clínica. [Elliot Institute, August 20, 2002, available at: http://www.afterabortion.info/news/outpatient1.html.%5D [Elliot Institute, 20 de agosto de 2002, disponível em: http://www.afterabortion.info/news/outpatient1.html.]

The British Medical Journal released the results of a study in January 2002, revealing that women who abort a first pregnancy are at greater risk of subsequent long-term clinical depression compared to women who carry an unintended first pregnancy to term. O British Medical Journal publicou o resultado de um estudo em janeiro de 2002, revelando que as mulheres que abortam uma primeira gravidez correm maior risco de subsequente longo prazo depressão clínica em comparação com mulheres que exercem uma primeira gravidez involuntária a prazo. [“Depression and Unintended Pregnancy in the National Longitudinal Survey of Youth”: a cohort study, British Medical Journal, 324: 151-152, available at:http://www.bmj.com.%5D [ “Depressão e gravidez indesejada na Pesquisa Longitudinal Nacional da Juventude”: um estudo de coorte, British Medical Journal, 324: 151-152, disponível em: http://www.bmj.com.]

A pro-abortion research team acknowledged the existence of post-abortion syndrome in a study among 1.4 percent of a sample of women who had abortions two years previously. Uma equipa de investigação pró-aborto reconheceram a existência de síndrome pós-aborto, em um estudo entre os 1,4 por cento de uma amostra de mulheres que tiveram abortos dois anos anteriores. [Dr. [Dr. Brenda Major, Archives of General Psychiatry, August 2000, available at: http://www.afterabortion.org/.%5D Brenda Major, Archives of General Psychiatry, agosto de 2000, disponível em: http://www.afterabortion.org/.]

Those who mistakenly believe that aborting a child conceived as a result of rape or incest will aid in the victim’s recovery are confronted with the logical conclusion of the argument—allowing a victim to kill her rapist will also help her recover. Aqueles que acreditam erroneamente que abortar uma criança concebida como um resultado de estupro ou incesto irá ajudar na recuperação da vítima, são confrontados com a conclusão lógica do argumento, permitindo uma vítima para matar estuprador também irá ajudá-la a recuperar.

Rape is not a capital offense for which the death penalty applies. Estupro não é uma ofensa para a capital, que se aplica a pena de morte. Homicide laws make no exception for a rape victim seeking recovery who kills her rapist by giving him an arsenic tablet the morning after. Homicídio leis não fazem qualquer excepção para um estupro vítima buscando recuperação que mata estuprador dela, dando-lhe um comprimido de manhã depois de arsénio.

Since the law does not permit a victim to aid her recovery by killing her rapist, why should the law permit her to kill the innocent unborn child? Uma vez que a lei não permite que uma vítima de sua ajuda recuperação estuprador por matá-la, por que a lei permite-lhe para matar o inocente nascituro? If aborting the child will aid in the woman’s recovery, why not permit her to kill the child at any age? Se abortar a criança irá ajuda na recuperação da mulher, porque não permitir-lhe para matar o filho em qualquer idade?

To do so is to make the child suffer for the crime committed by his or her father. Para fazer isso é fazer a criança sofrer para que o crime cometido por seu pai. It is why: É por isso que:

  • We do not permit a parent of a murdered child to kill the child of the murderer. Não permitir que uma mãe de um filho assassinado para matar o filho do assassino.
  • We do not permit a victim of robbery to steal from the robber’s child. Não permitir que uma vítima de roubo de roubar do ladrão da criança.
  • We do not permit a victim of arson to burn the home of the arsonist’s child. Não permitir que uma vítima de fogo posto para queimar a casa do incendiário da criança.

Somehow, the morality and sense of justice that is so obvious when considering these questions escapes many when the same principles are applied to the pre-born child. De alguma maneira, a moral e senso de justiça, que é tão óbvia quando se consideram essas questões escapa quando muitos dos mesmos princípios são aplicados para a pré-nascido.

While some question the wisdom of their timing, pro-lifers should appreciate that the South Dakota Legislature and governor understand what too many fail or refuse to grasp. Enquanto alguns questão da sabedoria de seu calendário, pró-lifers devem compreender que a Dakota do Sul Legislativa e governador compreender o que muitos falhar ou se recusam a compreender. A child’s right to life does not depend on the character or conduct of his or her parents. Uma criança o direito à vida não depende do carácter ou conduta de seus pais. We do not permit a victim to kill in order to be cured or satisfy vengeance. Nós não permitimos a matar uma vítima, a fim de ser curada ou satisfazer vingança.

Society’s disdain for discrimination based on age or physical disability should protect the most vulnerable among us, the unborn child. Sociedade do desdém de discriminação baseada na idade ou deficiência física deve proteger os mais vulneráveis entre nós, o nascituro. Consider the words used to refer to stages of human development: conceptus—blastocyst—embryo—fetus—newborn—infant—toddler—child—adolescent—teenager—adult—middle age—senior citizen. Considere a expressão utilizada para referir-se a fases de desenvolvimento humano: concepto-blastocyst-embrião-feto-recém-nascido, criança-criança-adolescente-adolescente-adulto-meia-idade sénior cidadão.

The words on the timeline refer to age, development and ability—stages of human life. As palavras sobre o calendário referem-se a idade, o desenvolvimento ea capacidade fases da vida humana. Somehow the terms preceding newborn can blind us to the fact that they too refer to innocent and vulnerable human life. De alguma forma os termos anteriores recém-nascido pode cegar-nos para o facto de também eles se referem à vida humana inocente e vulnerável. For many, truth is conclusively clear by looking inside the womb through means of four-dimensional ultrasound technology. Para muitos, a verdade é conclusiva claro olhando por dentro do útero por meio de quatro dimensões ultra-som tecnologia. Several such images of the unborn at various stages of development are available here. The truth is in the beholding. Várias dessas imagens do feto em diferentes estádios de desenvolvimento estão disponíveis aqui. A verdade está na beholding.

Opponents of HB 1215 are considering filing a lawsuit to prevent the law from going into effect on July 1, on the ground that it violates the Supreme Court’s ruling in Roe v. Wade (1973), in which the Court created a constitutional right to abortion. Os opositores da MP 1215 estão considerando um depósito judicial para impedir o direito de entrar em vigor em 1 º de julho, com o fundamento de que viola o Supremo Tribunal de Justiça em Roe v. Wade (1973), no qual o Tribunal de Justiça criou um direito constitucional ao aborto .

Also under consideration is a petition drive to put a referendum that would seek to repeal the law on the November 2006 ballot. Também é considerado uma unidade petição para colocar um referendo que pretende revogar a lei sobre o escrutínio novembro 2006. Supporters would have about three months to gather 16,728 valid signatures of registered voters in the state. Apoiantes teria cerca de três meses para reunir 16.728 assinaturas válidas de eleitores registrados no Estado. If successful, it would suspend enactment of the law until after the November election. Se for bem sucedida, seria suspender promulgação da lei até depois da eleição novembro. If the referendum fails, it would also delay the need to file a lawsuit until the day after the election. Se o referendo não, seria também atrasar a necessidade de iniciar um processo até ao dia seguinte ao da eleição.

When 500 likely voters in South Dakota were asked whether they supported the bill passed by the Legislature allowing abortions only in cases where the mother’s life was at risk, their responses showed a 45-45 percent even split. Quando 500 prováveis eleitores em Dakota do Sul foram questionados se eles apoiaram a lei aprovada pelo Legislativo que permite o aborto apenas nos casos em que a mãe da vida estava em risco, as suas respostas revelaram uma 45-45 por cento, mesmo separados. Nine percent were not sure. Nove por cento eram não tenho certeza. Rasmussen Reports, a national polling firm from Ocean Grove, New York, conducted the survey on February 28. Rasmussen Reports, uma empresa nacional sondagens de Ocean Grove, Nova York, realizou o levantamento em 28 fev.

If the South Dakota law reaches the ballot, those who expect to vote against it because it lacks an exception for rape and incest need to think past the initial abhorrence each crime brings to mind, and think long and hard about compounding the offense by killing under the pretext of curing. Se a lei atinge o Dakota do Sul volta, aqueles que esperam para votar contra, porque lhe falta uma excepção para estupro e incesto necessidade de se pensar o passado inicial aversão que cada crime traz à mente, e pensar muito sobre a composição delito por homicídio em a pretexto de cura.

This article first appeared on Human Events Online. 

 

 
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Disponível em:

História de Experimentos Humanos com crianças e adultos – ideologia industrial e limpeza social

Uma Breve História de Experimentos Humanos com crianças e adultos – ideologia industrial e limpeza social

A lei brasileira é inconstitucional, ver PNDH3 em

O PNDH-3 PREVE A LIBERAÇÃO DE CRIMES, fim do Estado de Direito.

e

Vida é o maior bem jurídico. Inconstitucionalidade no Brasil.

e

A indústria da morte: cenário frankenstein.

A Brief History of Human Experiments
There are many more black marks in our American history than the recent abuse at Abu Ghraib prison. Far too many.
Sadly, many of them are perfectly legal.
Did you know that your government has the right to experiment on you without your knowing it? I’m not sure whether this has been tested before the Supreme Court, mainly because we don’t know about it while it is occurring and we usually find out after the participants are all dead. So who’s left to find recourse?
CHEMICAL AND BIOLOGICAL WARFARE PROGRAM
“The use of human subjects will be allowed for the testing of chemical and biological agents by the U.S. Department of Defense, accounting to Congressional committees with respect to the experiments and studies.”
“The Secretary of Defense [may] conduct tests and experiments involving the use of chemical and biological [warfare] agents on civilian populations [within the United States].”
SOURCE
Public Law 95-79, Title VIII, Sec. 808, July 30, 1977, 91 Stat. 334.
In U.S. Statutes-at-Large, Vol. 91, page 334, you will find Public Law 95-79.
Public Law 97-375, title II, Sec. 203(a)(1), Dec. 21, 1982, 96 Stat. 1882.
In U.S. Statutes-at-Large, Vol. 96, page 1882, you will find Public Law 97-375.
We have to thank our volunteer researcher Rick Ensminger for providing all this information for us. He sure put in a lot of time compiling this. And Rick, like many others, believes that our entire medical system in this country is one big experiment. Again, you should read the History of Quackery and visit our pages Medical Fraud. As we pointed out in the article the History of Quackery, in 1978, the Office of Technology Assessment published a report that only 10 to 20% of all medical procedures in use at that time (and currently) have been shown by controlled experiments to be effective. They also state that nearly half of those procedures that had been studies, were not studied properly; the studies were, in fact, deeply flawed. You will find this entire publication online: Assessing the Efficacy and Safety of Medical Technologies. [http://www.wws.princeton.edu/~ota/disk3/1978/7805_n.html].
What prompted both Rick and I to focus on this particular subject were two stories he’d discovered. The first is located at: http://www.time.com/time/covers/1101020422/poisons.html
To summarize the article, dozens of Nebraskan college students in 1998 responded to an ad in their school newspaper claiming they could “earn extra money” by volunteering for a study. They were handed a 7 page consent form (which none read) and got a bottle of pills to take home.
The pills were made by Dow chemical. The trial was to prove that their top roach killing ingredient in Raid (chlorpyrifos) was safe.
Yes, these college students were ingesting pesticides for the Dow Chemical Corporation. Oh yes, and earning $460.00.
From the article:
Since 1997 pesticide makers have submitted more than a dozen human studies to the EPA. What has never been established, however, is whether it is acceptable—legally or ethically—to conduct clinical trials that offer no potential benefit to participants (other than monetary gain) and could end up harming individuals in the name of public health.
And:
Meanwhile, chemical companies could still be quietly conducting human trials. “There’s no telling because there’s no system for tracking studies that aren’t federally funded,” says Ken Cook, president of the Environmental Working Group, which opposes the pesticide tests. “There’s no protocol on how they should be conducted. We’re talking about the wild, wild West here.”
This is an amazing article. The head of a pharmaceutical company, Professor David Horrobin, came down with cancer and instead of using the drugs his company and many others have made for cancer, he opted for alternatives that are considered quackery by mainstream medicine. In the article, Dr Horrobin comes clean: “Drug trials are pointless…and unethical.” He goes on to say that volunteers have little chance of recovery.
This article is a must read. We are saving it here just in case it is ever removed from the web.
Before we begin listing our brief history of human experiments, please note that not all experiments on human beings are conducted without their informed consent, nor are they particularly harmful. Behaviorists would know very little without conducting human experiments. Some of the experiments we’ve listed below are monumental experiments, but some, sadly, are stupid, cruel, and senseless.
Hippocrates lived in the fifth century B.C. and is considered the Father of Medicine and the Father of Medical Ethics. He established the ethics and rules by which a physician must guide his practice, hence, the Hippocratic Oath. Though NOT in the oath, Hippocrates taught his students that the FIRST law by which all physicians must be guided is: 
“Primum non nocere.”
Or in English (you will find it on our home page) it goes: “First do no harm.”
1718
George I offers free pardon to any inmate of Newgate Prison who agrees to be inoculated with infectious small pox in variolation experiment. You can read about this in one of our history articles, in the section: The History of Innoculation
1796
Edward Jenner injects healthy eight-year-old James Phillips first with cowpox then three months later with smallpox and is hailed as discoverer of smallpox vaccine.
1845-1849
J. Marion Sims, the “Father of Gynecology” in the United States, conducts gynecological experiments on slaves in South Carolina. You can read more on Dr Sims in our Biographies
1865
French physiologist Claude Bernard publishes “Introduction to the Study of Human Experimentation,” advising: “Never perform an experiment which might be harmful to the patient even though highly advantageous to science or the health of others.
1874
Cincinnati physician Roberts Bartholow conducts brain surgery experiments on Mary Rafferty, a 30 year-old domestic servant dying of an infected ulcer.
1891
Prussian State legislates that a treatment for tuberculosis cannot be given to prisoners without their consent.
1892
Albert Neisser injects women with serum from patients with Syphilis, infecting half of them.
1896
Dr. Arthur Wentworth performs spinal taps on 29 children at Children’s Hospital in Boston to determine if procedure is harmful.
1897
Italian bacteriologist Sanarelli injects five subjects with bacillus searching for a causative agent for yellow fever.
1900
Walter Reed injects 22 Spanish immigrant workers in Cuba with the agent for yellow fever paying them $100 if they survive and $200 if they contract the disease.
1906
Dr. Richard Strong, a professor of tropical medicine at Harvard, experiments with cholera on prisoners in the Philippines killing thirteen.
1915
U.S. Public Health Office induces pellagra in twelve Mississippi prisoners. All the prisoners are, however, volunteers and after the experiment they are cured (with proper diet) and released from prison. You can read about it here, in our History of Vitamins
1919-1922
Testicular transplant experiments on five hundred prisoners at San Quentin
1931
Germany issues “Regulation on New Therapy and Experimentation” while 75 children die in Lubeck, Germany from pediatrician’s experiment with tuberculosis vaccine.
In America, Dr. Cornelius Rhoads, under the auspices of the Rockefeller Institute for Medical Investigations, infects human subjects with cancer cells. He later goes on to establish the U.S. Army Biological Warfare facilities in Maryland, Utah, and Panama, and is named to the U.S. Atomic Energy Commission. While there, he begins a series of radiation exposure experiments on American soldiers and civilian hospital patients.
1932
The Tuskegee Syphilis Study begins. 200 black men diagnosed with syphilis are never told of their illness, are denied treatment, and instead are used as human guinea pigs in order to follow the progression and symptoms of the disease. They all subsequently die from syphilis, their families never told that they could have been treated.
This is one subject we will cover in depth some day soon.
1935
The Pellagra Incident. After millions of individuals die from
Pellagra over a span of two decades, the U.S. Public Health Service finally acts to stem the disease. The director of the agency admits it had known for at least 20 years that Pellagra is caused by a niacin deficiency but failed to act since most of the deaths occurred within poverty-stricken black populations.
1938
Japanese immunologist Ishii Shiro (“Dr. Ishii”) conducts experiments with anthrax and cholera on Chinese prisoners in Harbin.
1939
Third Reich orders births of all twins be registered with Public Health Offices for purpose of genetic research.
1939-1945
Unit 731. Dr Ishii begins “field tests” of germ warfare and vivisection experiments on thousands of Chinese soldiers and civilians. Chinese people who rebelled against the Japanese occupation were arrested and sent to Pingfan where they became human guinea pigs; there is evidence that some Russian prisoners were also victims of medical atrocities. “I cut him open from the chest to the stomach and he screamed terribly and his face was all twisted in agony. He made this unimaginable sound, he was screaming so horribly. But then finally he stopped. This was all in a day’s work for the surgeons, but it really left an impression on me because it was my first time.” These prisoners were called ‘maruta’ (literally ‘logs’) by the Japanese. After succumbing to induced diseases — including bubonic plague, cholera, anthrax — the prisoners were usually dissected while still alive, their bodies then cremated within the compound. Tens of thousands died. The atrocities were committed by some of Japan’s most distinguished doctors recruited by Dr. Ishii.
1940
Four hundred prisoners in Chicago are infected with Malaria in order to study the effects of new and experimental drugs to combat the disease. Nazi doctors later on trial at Nuremberg will cite this American study to defend their own actions during the Holocaust.
1941
Sterilization experiments at Auschwitz.
1941-1945
Typhus experiments at Buchenwald and Natzweiler concentration camps.
1942-1945
According to congressional hearings held in Washington, D. C., in September 1986, former American POWs were among Ishii’s experimental subjects. The hearings produced a litany of horror stories told by former American POWs. http://www.researchprotection.org/history/chronology.html 
1942
Harvard biochemist Edward Cohn injects sixty-four Massachusetts prisoners with beef blood in U.S. Navy-sponsored experiment.
High altitude or low pressure experiments at Dachau concentration camp.
Chemical Warfare Services begins mustard gas experiments on approximately 4,000 servicemen. The experiments continue until 1945 and made use of Seventh Day Adventists who chose to become human guinea pigs rather than serve on active duty.
1942-1943
Bone regeneration and transplantation experiments on female prisoners at Ravensbrueck concentration camp.
Coagulation experiments on Catholic priests at Dachau concentration camp.
Freezing experiments at Dachau concentration camp.
1942-1944
U.S. Chemical Warfare Service conducts mustard gas experiments on thousands of servicemen.
1942-1945
Malaria experiments at Dachau concentration camp on more than twelve hundred prisoners.
1943
Epidemic jaundice experiments at Natzweiler concentration camp.
Refrigeration experiment conducted on sixteen mentally disabled patients who were placed in refrigerated cabinets at 30 degree Fahrenheit, for 120 hours, at University of Cincinnati Hospital., “to study the effect of frigid temperature on mental disorders.”
1942-1943
Phosphorus burn experiments at Buchenwald concentration camp.
In response to Japan’s full-scale germ warfare program, the U.S. begins research on biological weapons at Fort Detrick, MD.
1944
Manhattan Project injection of 4.7 micrograms of plutonium into soldiers at Oak Ridge.
Seawater experiment on sixty Gypsies given only saltwater to drink at Dachau concentration camp.
U.S. Navy uses human subjects to test gas masks and clothing. Individuals were locked in a gas chamber and exposed to mustard gas and lewisite.
1944-1946
University of Chicago Medical School professor Dr. Alf Alving conducts malaria experiments on more than 400 Illinois prisoners.
1945
Manhattan Project injection of plutonium into three patients at Billings Hospital at University of Chicago.
Malaria experiment on 800 prisoners in Atlanta.
Project Paperclip is initiated. The U.S. State Department, Army intelligence, and the CIA recruit Nazi scientists and offer them immunity and secret identities in exchange for work on top secret government projects in the United States.
“Program F” is implemented by the U.S. Atomic Energy Commission (AEC). This is the most extensive U.S. study of the health effects of fluoride, which was the key chemical component in atomic bomb production. One of the most toxic chemicals known to man, fluoride, it is found, causes marked adverse effects to the central nervous system but much of the information is squelched in the name of national security because of fear that lawsuits would undermine full-scale production of atomic bombs.
1946
U.S. secret deal with Ishii and Unit 731 leaders cover up of germ warfare data based on human experimentation in exchange for immunity from war-crimes prosecution. A top-secret U.S. Army Far East Command report on Thompson’s findings reads: “The value to the U.S. of Japanese biological weapons data is of such importance to national security as to far outweigh the value accruing from war-crimes prosecution.” A 1956 FBI memorandum reveals that by the mid-1950s the U.S. knew everything about Ishii’s human experiments but agreed not to prosecute in exchange for Japan’s scientific data on germ warfare. (In other words, when it comes to human torture and sacrifice, even of American POW’S, the ends justify the means as far as the U.S. Government is concerned….and, the U.S. Government placed a very high value on knowledge of efficient ways to kill large numbers of people )
Opening of Nuremberg Doctors Trial.
1946-1953
Atomic Energy Commission and Quaker Oats-sponsored study of Fernald, Massachusetts residents fed breakfast cereal containing radioactive tracers.
1946
Patients in VA hospitals are used as guinea pigs for medical experiments. In order to allay suspicions, the order is given to change the word “experiments” to “investigations” or “observations” whenever reporting a medical study performed in one of the nation’s veteran’s hospitals.
1946-1974
The Atomic Energy Commission authorized a series of experiments in which radioactive materials are given to individuals in many cases without being informed they were the subject of an experiment, and in some cases without any expectation of a positive benefit to the subjects, who were selected from vulnerable populations such as the poor, elderly, and mentally retarded children (who were fed radioactive oatmeal without the consent of their parents), and also from students at UC-San Francisco. In 1993, the experiments were uncovered and made public. In 1996, the United States settled with the survivors for 4.9 million dollars.
1947
Judgment at Nuremberg Doctors Trial including ten point
Nuremberg Code which begins: “The voluntary consent of the human subject is absolutely essential.”
Colonel E.E. Kirkpatrick of the U.S. Atomic Energy Commission issues a secret document (Document 07075001, January 8, 1947) stating that the agency will begin administering intravenous doses of radioactive substances to human subjects.
The CIA begins its study of LSD as a potential weapon for use by American intelligence. Human subjects (both civilian and military) are used with and without their knowledge.
1949
Intentional release of radiodine 131 and xenon 133 over Hanford Washington in Atomic Energy Commission field study called “Green Run.”
Soviet Union’s war crimes trial of Dr. Ishii’s associates.
1949-1953
Atomic Energy Commission studies of mentally disabled school children fed radioactive isotopes at Fernald and Wrentham schools.
1950
Department of Defense begins plans to detonate nuclear weapons in desert areas and monitor downwind residents for medical problems and mortality rates.
In an experiment to determine how susceptible an American city would be to biological attack, the U.S. Navy sprays a cloud of bacteria from ships over San Francisco.
Monitoring devices are situated throughout the city in order to test the extent of infection. Many residents become ill with pneumonia-like symptoms.
Dr. Joseph Stokes of the University of Pennsylvania infects 200 women prisoners with viral hepatitis.
1951-1960
University of Pennsylvania under contract with U.S. Army conducts psychopharmacological experiments on hundreds of Pennsylvania prisoners.
1951
Department of Defense begins open air tests using disease-producing bacteria and viruses. Tests last through 1969 and there is concern that people in the surrounding areas have been exposed.
1952-1974
University of Pennsylvania dermatologist Dr. Albert Kligman conducts skin product experiments by the hundreds at Holmesburg Prison; “All I saw before me,” he has said about his first visit to the prison, “were acres of skin.”
1952
Henry Blauer injected with a fatal dose of mescaline at Psychiatric Institute of Columbia University per secret contract with Army Chemical Corps.
1953
Newborn Daniel Burton rendered blind at Brooklyn Doctor’s Hospital during study on RLF and the use of oxygen
1953-1957
Oak Ridge-sponsored injection of uranium into eleven patients at Massachusetts General Hospital in Boston.
1953
U.S. military releases clouds of zinc cadmium sulfide gas over Winnipeg, St. Louis, Minneapolis, Fort Wayne, the Monocacy River Valley in Maryland, and Leesburg, Virginia. Their intent is to determine how efficiently they could disperse chemical agents.
Joint Army-Navy-CIA experiments are conducted in which tens of thousands of people in New York and San Francisco are exposed to the airborne germs Serratia marcescens and Bacillus glogigii. The germs and chemicals used by the Army and Navy posed known health risks before and during the time of testing. This is documented in scientific studies cited in The Eleventh Plague by Leonard A. Cole and in Cole’s previous book, Clouds of Secrecy: The Army’s Germ Warfare Tests Over Populated Areas.
CIA initiates Project MKULTRA at eighty institutions on hundreds of subjects. This is an eleven year research program designed to produce and test drugs and biological agents that would be used for mind control and behavior modification. Six of the subprojects involved testing the agents on unwitting human beings.
A declassified CIA document dated 7 Jan 1953[1] describes the experimental creation of multiple personality in two 19-year old girls. “These subjects have clearly demonstrated that they can pass from a fully awake state to a deep H [hypnotic] controlled state by telephone, by receiving written matter, or by the use of code, signal, or words, and that control of those hypnotized can be passed from one individual to another without great difficulty. It has also been shown by experimentation with these girls that they can act as unwilling couriers for information purposes.”
1953-1970
U.S. Army experiments with LSD on soldiers at Fort Detrick, Md.
1954-1974
U.S. Army study of 2300 Seventh-Day Adventist soldiers in 150 experiments code named “Operation Whitecoat.”
1955
The CIA, in an experiment to test its ability to infect human populations with biological agents, releases a bacteria withdrawn from the Army’s biological warfare arsenal over Tampa Bay, Fl.
1955-1958
Army Chemical Corps continues LSD research, studying its potential use as a chemical incapacitating agent. More than 1,000 Americans participate in the tests, which continue until 1958.
1956
U.S. military releases mosquitoes infected with Yellow Fever over Savannah, Ga and Avon Park, Fl. Following each test, Army agents posing as public health officials test victims for effects.
Dr. Albert Sabin tests experimental polio vaccine on 133 prisoners in Ohio.
1958
LSD is tested on 95 volunteers at the Army’s Chemical Warfare Laboratories for its effect on intelligence.
1958-1960
Injection of hepatitis into mentally disabled children at Willowbrook School on Staten Island in an attempt to find vaccine.
1958-1962
Spread of radioactive materials over Inupiat land in Point Hope, Alaska in Atomic Energy Commission field study code named “Project Chariot.”
1959-1962
Harvard Professor Henry A. Murray conducts psychological deconstruction experiment on 22 undergraduates including Theodore Kaczynski, the result of which, at least according to writer Alton Chase, may have turned Kaczynski into the Unabomber.
1960
The Army Assistant Chief-of-Staff for Intelligence (ACSI) authorizes field testing of LSD in Europe and the Far East. Testing of the European population is code named Project THIRD CHANCE; testing of the Asian population is code named Project DERBY HAT.
1962-1980
Pharmaceutical companies conduct phase one safety testing of drugs almost exclusively on prisoners for small cash payments.
1962
Thalidomide withdrawn from the market after thousands of birth deformities blamed in part on misleading results of animal studies; the FDA thereafter requires three phases of human clinical trials before companies can release a drug on the market.
Injection of live cancer cells into elderly patients at Jewish Chronic Disease Hospital in Brooklyn.
Stanley Milgram conducts obedience research at Yale University. We’ve talked of Milgram’s experiment in a previous newsletter, and there is a link to a great online video on the subject that is very good. 
1963
NIH supported researcher transplants chimpanzee kidney into human in failed experiment.
Linda MacDonald was a victim of Dr. Ewen Cameron’s destructive mind control experiments in 1963. Dr. Cameron was at various times president of the American, Canadian, and World Psychiatric Associations. He used a “treatment” which involved intensive application of these brainwashing techniques; drug disinhibition, prolonged sleep treatment, and prolonged isolation, combined with ECT [Electro Convulsive Therapy] treatments. The amount of electricity introduced into Linda’s brain exceeded by 76.5 times the maximum amount recommended. Dr. Cameron’s technique resulted in permanent and complete amnesia. To this day, Linda is unable to remember anything from her birth to 1963. As recorded by nurses in her chart, she didn’t know her name and didn’t recognize her children. She couldn’t read, drive, or use a toilet. Not only did she not know her husband, she didn’t even know what a husband was. A class action suit against the CIA for Dr. Cameron’s MKULTRA experiments was settled out of court for $750,000, divided among eight plaintiffs in 1988.
1962-1980
Pharmaceutical companies conduct phase one safety testing of drugs almost exclusively on prisoners for small cash payments.
1963-1973
Dr. Carl Heller, a leading endocrinologist, conducts testicular irradiation experiments on prisoners in Oregon and Washington giving them $5 a month and $100 when they receive a vasectomy at the end of the trial.
1964
World Medical Association adopts Helsinki Declaration, asserting “The interests of science and society should never take precedence over the well being of the subject.”
1965-1966
CIA and Department of Defense begin Project MKSEARCH, a program to develop a capability to manipulate human behavior through the use of mind-altering drugs.
University of Pennsylvania under contract with Dow Chemical conducts dioxin experiments: prisoners at the Holmesburg State Prison in Philadelphia are subjected to dioxin, the highly toxic chemical component of Agent Orange used in Viet Nam. The men are later studied for development of cancer, which indicates that Agent Orange had been a suspected carcinogen all along.
1966
CIA initiates Project MKOFTEN, a program to test the toxicological effects of certain drugs on humans and animals.
U.S. Army dispenses Bacillus subtilis variant niger throughout the New York City subway system. More than a million civilians are exposed when army scientists drop light bulbs filled with the bacteria onto ventilation grates.
Henry Beecher’s article “Ethics and Clinical Research” in New England Journal of Medicine.
U.S. Army introduces bacillus globigii into New York subway tunnels in field study.
NIH Office for Protection of Research Subjects (“OPRR”) created and issues Policies for the Protection of Human Subjects calling for establishment of independent review bodies later known as Institutional Review Boards.
1967
British physician M.H. Pappworth publishes “Human Guinea Pigs,” advising “No doctor has the right to choose martyrs for science or for the general good.”
CIA and Department of Defense implement Project MKNAOMI, successor to MKULTRA and designed to maintain, stockpile and test biological and chemical weapons.
1968
CIA experiments with the possibility of poisoning drinking water by injecting chemicals into the water supply of the FDA in Washington, D.C.
1969
Dr. Robert MacMahan of the Department of Defense requests from congress $10 million to develop, within 5 to 10 years, a synthetic biological agent to which no natural immunity exists.
1970
Funding for the synthetic biological agent is obtained under H.R. 15090. The project, under the supervision of the CIA, is carried out by the Special Operations Division at Fort Detrick, the army’s top secret biological weapons facility. Speculation is raised that molecular biology techniques are used to produce AIDS-like retroviruses.
United States intensifies its development of “ethnic weapons” (Military Review, Nov., 1970), designed to selectively target and eliminate specific ethnic groups who are susceptible due to genetic differences and variations in DNA.
1971
Dr. Zimbardo conducts Psychology of Prison Life experiment on students at Stanford University.
1973
Ad Hoc Advisory Panel issues Final Report of Tuskegee Syphilis Study, concluding “Society can no longer afford to leave the balancing of individual rights against scientific progress to the scientific community.”
1974
National Research Act establishes National Commission for the Protection of Human Subjects and upgrades OPRR Policies to Regulations to be known as “The Common Rule.”
1975
The virus section of Fort Detrick’s Center for Biological Warfare Research is renamed the Fredrick Cancer Research Facilities and placed under the supervision of the National Cancer Institute (NCI) . It is here that a special virus cancer program is initiated by the U.S. Navy, purportedly to develop cancer-causing viruses. It is also here that retrovirologists isolate a virus to which no immunity exists. It is later named HTLV (Human T-cell Leukemia Virus).
HHS promulgates Title 45 of Federal Regulations titled “Protection of Human Subjects,” requiring appointment and utilization of IRBs.
1976
National Urban league holds National Conference on Human Experimentation, announcing “We don’t want to kill science but we don’t want science to kill, mangle and abuse us.”
1977
Senate hearings on Health and Scientific Research confirm that 239 populated areas had been contaminated with biological agents between 1949 and 1969. Some of the areas included San Francisco, Washington, D.C., Key West, Panama City, Minneapolis, and St. Louis.
1978
Experimental Hepatitis B vaccine trials, conducted by the CDC, begin in New York, Los Angeles and San Francisco. Ads for research subjects specifically ask for promiscuous homosexual men.
1979
National Commission issues Belmont Report setting forth three basic ethical principles: respect for persons, beneficence, and justice.
1980
The FDA promulgates 21 CFR 50.44 prohibiting use of prisoners as subjects in clinical trials shifting phase one testing by pharmaceutical companies to non-prison population.
1981
First cases of AIDS are confirmed in homosexual men in New York, Los Angeles and San Francisco, triggering speculation that AIDS may have been introduced via the Hepatitis B vaccine.
1981
Leonard Whitlock suffers permanent brain damage after deep diving experiment at Duke University.
1985
According to the journal Science (227:173-177), HTLV and VISNA, a fatal sheep virus, are very similar, indicating a close taxonomic and evolutionary relationship.
1986
According to the Proceedings of the National Academy of Sciences (83:4007-4011), HIV and VISNA are highly similar and share all structural elements, except for a small segment which is nearly identical to HTLV. This leads to speculation that HTLV and VISNA may have been linked to produce a new retrovirus to which no natural immunity exists.
A report to Congress reveals that the U.S. Government’s current generation of biological agents includes: modified viruses, naturally occurring toxins, and agents that are altered through genetic engineering to change immunological character and prevent treatment by all existing vaccines.
1987
Department of Defense admits that, despite a treaty banning research and development of biological agents, it continues to operate research facilities at 127 facilities and universities around the nation.
Supreme Court decision in United States v. Stanley, 483 U.S. 669, holding soldier given LSD without his consent could not sue U.S. Army for damages.
1990
More than 1500 six-month old black and Hispanic babies in Los Angeles are given an “experimental” measles vaccine that had never been licensed for use in the United States. The Center for Disease Control later admits that parents were never informed that the vaccine being injected to their children was experimental.
The FDA grants Department of Defense waiver of Nuremberg Code for use of unapproved drugs and vaccines in Desert Shield.
1991
World Health Organization announces CIOMS Guidelines which set forth four ethical principles: respect for persons, beneficence, nonmalfeasance and justice.
Tony LaMadrid commits suicide after participating in study on relapse of schizophrenics withdrawn from medication at UCLA.
1994
With a technique called “gene tracking,” Dr. Garth Nicolson at the MD Anderson Cancer Center in Houston, TX discovers that many returning Desert Storm veterans are infected with an altered strain of Mycoplasma incognitus, a microbe commonly used in the production of biological weapons. Incorporated into its molecular structure is 40 percent of the HIV protein coat, indicating that it had been man-made.
Senator John D. Rockefeller issues a report revealing that for at least 50 years the Department of Defense has used hundreds of thousands of military personnel in human experiments and for intentional exposure to dangerous substances. Materials included mustard and nerve gas, ionizing radiation, psychochemicals, hallucinogens, and drugs used during the Gulf War.
1995
U.S. Government admits that it had offered Japanese war criminals and scientists who had performed human medical experiments salaries and immunity from prosecution in exchange for data on biological warfare research.
Dr. Garth Nicolson, uncovers evidence that the biological agents used during the Gulf War had been manufactured in Houston, TX and Boca Raton, Fl and tested on prisoners in the Texas Department of Corrections.
1996
Department of Defense admits that Desert Storm soldiers were exposed to chemical agents.
1997
Eighty-eight members of Congress sign a letter demanding an investigation into bioweapons use & Gulf War Syndrome.
1998
Three children die at St. Jude Children’s Hospital in Memphis during participation in clinical trial for acute lymphoblastic leukemia.
1999
Veterans Administration shuts down all research at West Los Angeles Medical Center after allegations of medical research performed on patients who did not consent.
OPRR shuts down research at Duke University because of inadequate supervision of human subject experiments..
Year-old Gage Stevens dies at Children’s Hospital in Pittsburgh during participation in Propulsid clinical trial for infant acid reflux.
18-year-old Jesse Gelsinger dies after being injected with 37 trillion particles of adenovirus in gene therapy experiment at University of Pennsylvania. His death triggers a still-ongoing reevaluation of the conflicts of interest plaguing human subject research.
2000
University of Oklahoma melanoma trial halted for failure to follow government regulations and protocol.
OPRR becomes Office of Human Research Protection (“OHRP”) and made part of the Department of Health and Human Services.
2001
Biotech company in Pennsylvania asks the FDA for permission to conduct placebo trials on infants in Latin America born with serious lung disease though such tests would be illegal in U.S.
Ellen Roche, a 24 year-old healthy volunteer, dies after inhaling hexamethonium in an asthma study at Johns Hopkins Medical Center. OHRP shuts down all research at Hopkins for four days.
Elaine Holden-Able, a healthy retired nurse, dies in Case Western University Alzheimer’s experiment financed by the tobacco industry.
2003
FDA reports that, for the past four years, experiments on cancer patients were conducted at Stratton Veterans Affairs Medical Center by Paul Kornak who had no valid medical license and who repeatedly altered data and committed numerous violations of the protocols..
As I told you above, Rick believes that Modern Medicine is the worlds largest and most corrupt human experiment ever conducted. He sent me another article [http://www.survivreausida.net/article5922.html] in which the president of Health Educations AIDS Liaison, an advocacy group for HIV parents, Michael Ellner states, “They are torturing these kids, and it is nothing short of murder,” referencing experimental treatment offered at Manhattan’s Incarnation Children’s Center in New York.
Biochemist Dr. David Rasnick, a visiting scholar at the University of California at Berkeley and an expert in AIDS medication, was outraged because the drugs, alone or combined, have “acute toxicity which could be fatal.”
He said the drugs’ side effects include severe liver damage, cancerous tumors, severe anemia, muscle wasting, severe and life-threatening rashes and “buffalo hump,” where fatty tissues accumulate behind the neck.
Rick adds:
What really makes this a horrible crime is that none of these children ever had AIDS until they started giving them the AIDS cocktails. These were kids that just tested positive for HIV antibodies which means absolutely nothing. The HIV lie is one of the biggest hoaxes in the world. Those antibodies are common and found in lots of people but more so in blacks than any other race. [I] Wonder what the intent here is?
Take away the AIDS drugs and the nitrate inhalers and AIDS would disappear. people aren’t dying from AIDS, they’re dying from the AIDS drugs.
They use antibodies as a marker for infection and then turn around and use the same antibodies as a marker for protection. If you’ve had a vaccination then antibodies mean protection. If you haven’t, then they mean infection.
Yes, Rick, it’s insane. Thanks for all the hard work.
References:
The Secret History of Anthrax; Declassified documents show widespread experimentation in ’40s, H.P. Albarelli Jr. www.WorldNetDaily.com  
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Uma Breve História de Experimentos Humanos
Existem muitas mais marcas negras na nossa história americana do que o abuso recente na prisão de Abu Ghraib.Longe demais.
Infelizmente, muitos deles são perfeitamente legais.
Você sabia que seu governo tem o direito de experimentar em você sem você saber?Eu não tenho certeza se este foi testado antes de o Supremo Tribunal Federal, principalmente porque não sabemos sobre ele enquanto ele está ocorrendo e que geralmente descobrir depois que os participantes estão todos mortos.Então, quem está à esquerda para encontrar o recurso?
QUÍMICA E PROGRAMA GUERRA BIOLÓGICA
“O uso de seres humanos será permitido para o teste de agentes químicos e biológicos pelo Departamento de Defesa dos EUA, respondendo às comissões do Congresso com relação aos experimentos e estudos.”
“O secretário de Defesa [pode] realizar testes e experimentos envolvendo o uso de químicas e biológicas [guerra] agentes sobre as populações civis [dentro dos Estados Unidos].”
FONTE
Direito Público 95-79, Título VIII, cap. 808, 30 de julho de 1977, 91 Stat. 334.
Nos EUA Estatutos-at-Large, vol. 91, página 334, você vai encontrar Direito Público 95-79.
Direito Público 97-375, título II, cap. 203 (a) (1), 21 de dezembro de 1982, 96 Stat. 1882.
Nos EUA Estatutos-at-Large, vol. 96, página 1882, você vai encontrar Direito Público 97-375.
Temos de agradecer aos nossos voluntários pesquisador Rick Ensminger para fornecer todas essas informações para nós.Ele se colocar em um monte de tempo compilando isso.Rick e, como muitos outros, acredita que todo o nosso sistema médico neste país é um grande experimento.Novamente, você deve ler o História do Charlatanismo e visitar nossas páginas Fraude Médica.Como assinalamos no artigo a História do Charlatanismo , em 1978, o Office of Technology Assessment publicou um relatório que apenas 10 a 20% de todos os procedimentos médicos em uso naquele tempo (e atualmente) tem sido demonstrado por experimentos controlados para ser eficaz.Eles também afirmam que quase a metade desses procedimentos que haviam sido os estudos, não foram estudados adequadamente; os estudos foram, de fato, profundamente falho.Você vai encontrar essa publicação on-line inteiro: Avaliação da Eficácia e Segurança de Tecnologias Médicas.[ http://www.wws.princeton.edu/ ~ ota/disk3/1978/7805_n.html ].
O que levou tanto Rick e eu a concentrar-se sobre este assunto em particular foram duas histórias que ele tinha descoberto.O primeiro está localizado em: http://www.time.com/time/covers/1101020422/poisons.html
Para resumir o artigo, dezenas de estudantes universitários Nebraskan em 1998 respondeu a um anúncio em seu jornal da escola alegando que poderia “ganhar dinheiro extra” pelo voluntariado para um estudo.Eles foram entregues um termo de consentimento 7 página (que ninguém lê) e tem um frasco de comprimidos para levar para casa.
Os comprimidos foram feitos pela Dow Chemical.O julgamento foi para provar que seu ingrediente matar barata no topo Raid (clorpirifós) foi segura.
Sim, esses estudantes universitários estavam ingerindo pesticidas para a Dow Chemical Corporation.Oh sim, e ganhando $ 460,00.
Do artigo:
Desde 1997, os fabricantes de pesticidas apresentaram mais de uma dúzia de estudos em humanos para a EPA. O que nunca foi estabelecido, porém, é se é aceitável-legal ou eticamente a realização de ensaios clínicos que não oferecem nenhum benefício potencial para os participantes (exceto o ganho monetário) e pode acabar prejudicando as pessoas em nome da saúde pública.
E:
Enquanto isso, as empresas químicas ainda poderia ser tranquilamente conduzindo testes em humanos. “Não há como dizer porque não há nenhum sistema para estudos de rastreamento que não são financiados pelo governo federal”, diz Ken Cook, presidente do Environmental Working Group, que se opõe à testes de pesticidas. “Não há nenhum protocolo sobre como devem ser conduzidas. Nós estamos falando sobre o Oeste selvagem, selvagem aqui.”
Este é um artigo surpreendente.O chefe de uma empresa farmacêutica, Professor David Horrobin, desceu com câncer e em vez de usar os medicamentos de sua empresa e muitos outros fizeram para o câncer, ele optou por alternativas que são consideradas charlatanismo pela medicina mainstream.No artigo, o Dr. Horrobin vem limpo: “testes de drogas são inúteis … e antiético.”Ele continua a dizer que os voluntários têm pouca chance de recuperação.
Este artigo é uma leitura obrigatória.Estamos salvando-o aqui apenas no caso de ser removido do web.
Antes de começarmos nossa lista breve histórico das experiências humanas, note que nem todas as experiências com seres humanos são realizadas sem o seu consentimento, nem são particularmente prejudiciais.Behavioristas se sabe muito pouco sem a realização de experimentos em humanos.Algumas das experiências que temos listados abaixo são experimentos monumental, mas alguns, infelizmente, são estúpidos, cruéis e sem sentido.
Hipócrates viveu no século V aC e é considerado o Pai da Medicina e que o Pai de Ética Médica.Ele estabeleceu a ética e regras pelas quais um médico deve guiar sua prática, portanto, o juramento de Hipócrates.Embora não no juramento, Hipócrates ensinou a seus alunos que a primeira lei pela qual todos os médicos devem ser guiados é:
“Primum non nocere”.
Ou em Inglês (você irá encontrá-lo em nossa home page) que diz: “Primeiro não cause danos”.
1718
George I oferece perdão gratuito a qualquer detento da prisão de Newgate, que concorda em ser inoculado com varíola infecciosas no experimento de inoculação da varíola. Você pode ler sobre isso em um dos artigos da nossa história, na seção: A História de Inoculação .
1796
Edward Jenner injeta saudável de oito anos de idade, James Phillips primeiro com cowpox em seguida, três meses depois com a varíola e é aclamado como o descobridor da vacina contra a varíola.
1845-1849
J. Marion Sims, o “Pai de Ginecologia” nos Estados Unidos, realiza experimentos ginecológico em escravos na Carolina do Sul. Você pode ler mais sobre o Dr. Sims em nossas biografias .
1865
Fisiologista francês Claude Bernard publica “Introdução ao Estudo de Experimentação Humana”, aconselhando: “Nunca realizar um experimento que pode ser prejudicial para o paciente, embora altamente vantajoso para a ciência ou a saúde de outros.
1874
Médico Cincinnati Roberts Bartholow conduz experimentos em cirurgia do cérebro Mary Rafferty, um servo anos 30 nacional morrendo de uma úlcera infectada.
1891
Prussiano Estado legisla que um tratamento para a tuberculose não pode ser dado a prisioneiros sem o seu consentimento.
1892
Albert Neisser injeta mulheres com soro de pacientes com sífilis, infectando a metade deles.
1896
Dr. Arthur Wentworth realiza punção lombar em 29 crianças no Hospital Infantil de Boston para determinar se o procedimento é prejudicial.
1897
Bacteriologista italiano Sanarelli injeta cinco indivíduos com o bacilo de procurar um agente causador da febre amarela.
1900
Walter Reed injeta 22 trabalhadores imigrantes espanhóis em Cuba com o agente da febre amarela pagando-lhes US $ 100 se eles sobrevivem e US $ 200 se contrair a doença.
1906
Dr. Richard Strong, professor de medicina tropical na Universidade de Harvard, as experiências com cólera em prisioneiros nas Filipinas matando treze.
1915
EUA Saúde Pública Gabinete induz pelagra em doze prisioneiros Mississippi. Todos os prisioneiros são, no entanto, voluntários e após o experimento são curadas (com dieta adequada) e libertado da prisão. Você pode ler sobre isso aqui, na nossa História de vitaminas .
1919-1922
Testicular experimentos de transplante de 500 prisioneiros em San Quentin
1931
Alemanha emite “Regulamento sobre Terapia Novo e Experimentação”, enquanto 75 crianças morrem em Lubeck, na Alemanha a partir de experimento pediatra com vacina contra a tuberculose.
Na América, Dr. Cornelius Rhoads, sob os auspícios do Instituto Rockefeller de Investigações Médicas, infecta seres humanos com células cancerosas. Mais tarde, ele passa a estabelecer os EUA Exército instalações guerra biológica, em Maryland, Utah, e Panamá, e é nomeado para a Comissão de Energia Atômica dos EUA. Enquanto estava lá, ele começa uma série de experimentos de exposição à radiação em soldados americanos e pacientes do hospital civil.
1932
O Estudo de Sífilis de Tuskegee começa. 200 homens negros diagnosticados com sífilis nunca é informado da sua doença, são negados o tratamento, e em vez disso são usados ​​como cobaias humanas para seguir a progressão e sintomas da doença. Subseqüentemente, todos morrer de sífilis, suas famílias nunca disse que eles poderiam ter sido tratados.
Este é um assunto que vai cobrir em profundidade algum dia em breve.
1935
O Incidente Pelagra. Depois de milhões de pessoas morrem de pelagra em um período de duas décadas, os EUA Serviço de Saúde Pública, finalmente, atua para conter a doença. O diretor da agência admite que sabia há pelo menos 20 anos que a pelagra é causada por uma deficiência de niacina, mas falharam em agir já que a maioria das mortes ocorreu dentro miseráveis ​​populações negras.
1938
Imunologista japonês Ishii Shiro (“Dr. Ishii”) realiza experiências com antraz ea cólera com prisioneiros chineses em Harbin.
1939
Ordens do Terceiro Reich nascimentos de todos os gêmeos ser registrado com os Escritórios de Saúde Pública para fins de investigação genética.
1939-1945
Unidade 731. Dr. Ishii começa “testes de campo” da guerra bacteriológica e experimentos de vivissecção em milhares de soldados chineses e civis. O povo chinês que se rebelaram contra a ocupação japonesa foram presos e enviados para Pingfan onde se tornaram cobaias humanas, não há evidências de que alguns prisioneiros russos também foram vítimas de atrocidades médicas. “Eu cortei-o aberto a partir do peito para o estômago e ele gritou muito e seu rosto estava todo torcido em agonia. Ele fez este som inimaginável, ele estava gritando tão horrivelmente. Mas então, finalmente, ele parou. Isso tudo foi em um dia de trabalho para os cirurgiões, mas ele realmente deixou uma impressão em mim, porque foi minha primeira vez. “ Esses prisioneiros eram chamados de “Maruta ‘(literalmente’ logs ‘) pelos japoneses. Depois de sucumbir às doenças induzidas – incluindo a peste bubônica, cólera, antraz – os prisioneiros eram geralmente dissecado enquanto ainda vivo, então seus corpos cremados dentro do complexo. Dezenas de milhares morreram. As atrocidades foram cometidas por alguns dos médicos mais ilustres do Japão recrutado por Dr. Ishii.
1940
Quatro centenas de prisioneiros em Chicago estão infectadas com a malária, a fim de estudar os efeitos de novas drogas e experimental para combater a doença. Médicos nazistas mais tarde, em julgamento em Nuremberg vai citar este estudo norte-americano para defender suas próprias ações durante o Holocausto.
1941
Experimentos de esterilização em Auschwitz.
1941-1945
Experimentos de tifo em Buchenwald e campos de concentração Natzweiler.
1942-1945
De acordo com audiências no Congresso realizado em Washington, DC, em setembro de 1986, o ex-prisioneiros de guerra americanos estavam entre os sujeitos experimentais Ishii. As audiências produziu um rosário de histórias de horror contadas por ex-prisioneiros de guerra americanos. http://www.researchprotection.org/history/chronology.html
1942
Bioquímico de Harvard Edward Cohn injeta presos 64 Massachusetts com o sangue de carne nos EUA experiência da Marinha patrocinado.
Altitude elevada ou experimentos de baixa pressão no campo de concentração de Dachau.
Chemical Warfare Serviços começa experimentos gás mostarda em cerca de 4.000 militares. Os experimentos continuam até 1945 e fez uso de Adventistas do Sétimo Dia, que escolheu se tornar cobaias humanas em vez de servir na ativa.
1942-1943
Regeneração óssea e transplante de experimentos em prisioneiros do sexo feminino no campo de concentração de Ravensbrück.
Experimentos de coagulação em padres católicos no campo de concentração de Dachau.
Experimentos de congelamento a campo de concentração de Dachau.
1942-1944
EUA Chemical Warfare Serviço conduz experimentos gás mostarda em milhares de militares.
1942-1945
Experimentos malária no campo de concentração de Dachau em mais de 1.200 prisioneiros.
1943
Epidemia de icterícia em experimentos Natzweiler campo de concentração.
Experimento conduzido em refrigeração dezesseis pacientes com deficiência mental que foram colocados em armários refrigerados a 30 graus Fahrenheit, para 120 horas, na Universidade de Cincinnati Hospital. “Estudar o efeito da temperatura fria sobre transtornos mentais.”
1942-1943
Fósforo queimar experiências no campo de concentração de Buchenwald.
Em resposta ao programa japonês de guerra em escala total de germes, os EUA começa a investigação sobre armas biológicas, em Fort Detrick, MD.
1944
Projeto Manhattan injeção de 4,7 microgramas de plutônio em soldados em Oak Ridge.
Experimentar a água do mar em sessenta ciganos dada só para beber água salgada no campo de concentração de Dachau.
Marinha dos EUA utiliza seres humanos para testar máscaras de gás e roupas. Indivíduos foram trancados em uma câmara de gás e expostos ao gás mostarda e lewisite.
1944-1946
University of Chicago Medical School professor Dr. Alf Alving conduz experimentos da malária em mais de 400 presos Illinois.
1945
Projeto Manhattan injeção de plutônio em três pacientes em Billings Hospital da Universidade de Chicago.
Experimento de malária em 800 prisioneiros em Atlanta.
Paperclip projeto é iniciado. Os EUA do Departamento de Estado, a inteligência do Exército e da CIA recrutar cientistas nazistas e oferecer-lhes a imunidade e identidades secretas em troca de trabalho em cima projetos secretos do governo dos Estados Unidos.
“F” Programa é implementado pela Comissão de Energia Atômica dos EUA (AEC). Este é o mais extenso estudo realizado nos EUA dos efeitos na saúde de flúor, que era o componente químico chave na produção da bomba atômica. Uma das substâncias mais tóxicas conhecidas pelo homem, o flúor, encontra-se, faz com que marcou efeitos adversos ao sistema nervoso central, mas grande parte das informações é reprimido em nome da segurança nacional por causa do medo que os processos minaria em larga escala de produção de bombas atômicas.
1946
EUA acordo secreto com Ishii e Unidade 731 líderes encobrir de dados germe de guerra baseado em experiências com seres humanos em troca de imunidade de acusação por crimes de guerra. A ultra-secreto do Exército dos EUA Far relatório Comando Leste sobre os resultados de Thompson diz: “O valor para os EUA de japoneses de dados de armas biológicas é de tal importância para a segurança nacional como para superam o valor provenientes de crimes de guerra de acusação.” Um memorando de 1956 do FBI revela que em meados da década de 1950 os EUA sabiam tudo sobre experiências humanas Ishii, mas concordou em não processar em troca de dados científicos do Japão na guerra biológica. (Em outras palavras, quando se trata de tortura humana e do sacrifício, até mesmo de americanos prisioneiros de guerra, os fins justificam os meios, tanto quanto o Governo dos EUA está em causa …. E, o governo dos EUA colocou um valor muito elevado no conhecimento de formas eficientes de matar um grande número de pessoas)
Abertura de Nuremberg Julgamento dos Médicos.
1946-1953
Comissão de Energia Atômica e Quaker Oats patrocinado estudo de Fernald, residentes de Massachusetts cereais matinais alimentados com rações contendo traçadores radioativos.
1946
Pacientes em hospitais VA são usados ​​como cobaias para experiências médicas. A fim de dissipar suspeitas, a ordem é dada para mudar a palavra “experimentos” para “investigações” ou “observações” sempre que os relatórios um estudo médico realizado em um dos hospitais veterano da nação é.
1946-1974
Comissão de Energia Atômica autorizou uma série de experimentos em que os materiais radioativos são dadas aos indivíduos, em muitos casos sem ser informado que foram objecto de uma experiência, e em alguns casos sem qualquer expectativa de um benefício positivo para os sujeitos, que foram selecionados a partir de populações vulneráveis, como os pobres, as crianças idosos e deficientes mentais (que foram alimentados com aveia radioativo sem o consentimento de seus pais), e também de estudantes da Universidade da Califórnia-San Francisco. Em 1993, os experimentos foram descobertos e tornado público. Em 1996, os Estados Unidos estabeleceram com os sobreviventes por 4,9 milhões de dólares.
1947
Julgamento em Nuremberg Julgamento dos Médicos incluindo dez Código ponto de Nuremberg, que começa assim: “O consentimento voluntário do sujeito humano é absolutamente essencial.”
EE Coronel Kirkpatrick da Comissão de Energia Atômica dos EUA emite um documento secreto (Documento 07075001, 8 de janeiro de 1947) afirmando que a agência vai começar a administrar doses intravenosas de substâncias radioactivas para os seres humanos.
A CIA começa seu estudo do LSD como uma arma potencial para uso pela inteligência americana. Seres humanos (civis e militares) são usadas com e sem o seu conhecimento.
1949
Libertação intencional de radiodine 131 e 133 xenon mais de Hanford, em Washington Atomic Energy Commission estudo de campo chamado “Run Verde”.
Guerra da União Soviética julgamento por crimes de associados Dr. Ishii.
1949-1953
Estudos da Comissão de Energia Atômica crianças em idade escolar com deficiência mental alimentados isótopos radioactivos em escolas Fernald e Wrentham.
1950
Departamento de Defesa começa planos para detonar armas nucleares em áreas desérticas e monitorar os moradores a favor do vento para problemas médicos e as taxas de mortalidade.
Em um experimento para determinar a suscetibilidade uma cidade americana seria a de ataque biológico, os sprays da Marinha dos EUA de uma nuvem de bactérias de navios com mais de San Francisco.
Dispositivos de monitoramento estão situados em toda a cidade a fim de testar a extensão da infecção. Muitos moradores ficam doentes com sintomas semelhantes aos da pneumonia.
Dr. Joseph Stokes, da Universidade da Pensilvânia infecta 200 prisioneiros mulheres com hepatite viral.
1951-1960
Universidade da Pensilvânia, sob contrato com Exército dos EUA realiza experimentos psicofarmacológico em centenas de prisioneiros na Pensilvânia.
1951
Departamento de Defesa começa testes ao ar livre usando doença produtoras de bactérias e vírus. Últimos testes através de 1969 e existe a preocupação de que as pessoas nas áreas circundantes tenham sido expostos.
1952-1974
Universidade da Pensilvânia dermatologista Dr. Albert Kligman conduz experimentos de produtos de pele às centenas na Prisão Holmesburg; “Tudo o que eu vi antes de mim”, ele disse sobre sua primeira visita à prisão “, foram acres de pele.”
1952
Henry Blauer injetados com uma dose fatal de mescalina no Instituto de Psiquiatria da Universidade de Columbia por contrato secreto com Army Chemical Corps.
1953
Recém-nascido Daniel Burton prestados cegos no Hospital Doutor Brooklyn durante estudo sobre RLF eo uso de oxigênio
1953-1957
Oak-Ridge patrocinado injeção de urânio em onze pacientes no Hospital Geral de Massachusetts em Boston.
1953
Militares dos EUA libera nuvens de gás sulfeto de cádmio de zinco sobre Winnipeg, St. Louis, Minneapolis, Fort Wayne, a Monocacy River Valley, em Maryland, e Leesburg, Virgínia. Sua intenção é determinar a eficiência que poderiam dispersar agentes químicos.
Conjunta do Exército-Marinha-CIA experimentos são conduzidos na qual dezenas de milhares de pessoas em Nova York e San Francisco estão expostos ao ar e Serratia marcescens germes glogigii Bacillus. Os germes e produtos químicos utilizados pelo Exército e da Marinha representam riscos de saúde conhecidos antes e durante o tempo de testes. Isso está documentado em estudos científicos citados no The Plague Eleventh por Leonard A. Cole e no livro anterior de Cole, Clouds of Secrecy: Testes do Exército Germ Guerra cima de áreas povoadas.
CIA inicia Projeto MKULTRA aos oitenta instituições de centenas de assuntos. Este é um programa de pesquisa 11 anos projetada para produzir e testar drogas e agentes biológicos que seriam utilizados para o controle da mente e modificação de comportamento. Seis dos subprojetos envolveu o teste de agentes em unwitting seres humanos.
Um documento da CIA desclassificados datada de 7 de janeiro de 1953 [1] descreve a criação experimental de personalidade múltipla em duas meninas de 19 anos de idade. “Estes temas têm demonstrado claramente que eles podem passar de um estado completamente desperto de um profundo estado H [hipnótico] controlado por telefone, recebendo a matéria impressa, ou pelo uso de código, sinal, ou palavras, e que o controle desses hipnotizado pode ser transmitido de um indivíduo para outro, sem grande dificuldade. Também tem sido demonstrado por experimentação com essas meninas que eles possam atuar como mensageiros dispostos para fins de informação. “
1953-1970
Experimentos do Exército dos EUA com LSD em soldados em Fort Detrick, Maryland
1954-1974
EUA Exército estudo de 2300 soldados Adventista do Sétimo Dia, em 150 experimentos de código chamado “Operação pele branca.”
1955
A CIA, em um experimento para testar a sua capacidade de infectar populações humanas com agentes biológicos, libera uma bactéria retirada do arsenal do Exército sobre a guerra biológica Tampa Bay, Fl.
1955-1958
Army Chemical Corps continua LSD pesquisa, estudando o seu uso potencial como agente incapacitante química. Mais de 1.000 americanos participar dos testes, que continuam até 1958.
1956
Militares dos EUA libera os mosquitos infectados com febre amarela em Savannah, Ga e Parque Avon, Fl. Após cada teste, os agentes do Exército colocam como agentes de saúde pública para efeitos de teste vítimas.
Dr. Albert Sabin testes vacina contra a poliomielite experimental em 133 prisioneiros em Ohio.
1958
LSD é testada em 95 voluntários em laboratórios do Exército Chemical Warfare pelo seu efeito sobre a inteligência.
1958-1960
Injeção de hepatite em crianças com deficiência mental na escola Willowbrook em Staten Island, em uma tentativa de encontrar a vacina.
1958-1962
Disseminação de materiais radioativos sobre a terra Inupiat em Point Hope, Alaska em Energia Atômica código estudo da Comissão campo chamado “Project Chariot”.
1959-1962
Professor de Harvard Henry A. Murray realiza experimento desconstrução psicológica em 22 alunos de graduação, incluindo Theodore Kaczynski, o resultado de que, pelo menos de acordo com o escritor Alton Chase, pode ter virado Kaczynski no Unabomber.
1960
O Assistente do Exército Chefe do Estado-Maior-de Inteligência (ACSI) autoriza testes de campo de LSD na Europa e no Extremo Oriente. Teste da população europeia é o código CHANCE projeto chamado terceiros; testes da população asiática é codinome Projeto DERBY HAT.
1962-1980
Empresas farmacêuticas conduta fase de testes de segurança uma das drogas quase que exclusivamente sobre os prisioneiros para pequenos pagamentos em dinheiro.
1962
Talidomida retirados do mercado depois de milhares de deformidades de nascimento culpou, em parte, resultados enganosos de estudos em animais, o FDA, posteriormente requer três fases de ensaios clínicos em humanos antes de as empresas podem liberar uma droga no mercado.
Injeção de células vivas de câncer em pacientes idosos no Hospital de Doenças Crônica judaica no Brooklyn.
Stanley Milgram realiza pesquisas obediência da Universidade de Yale. Falamos do experimento de Milgram em uma anterior newsletter, e há um link para um vídeo em linha grande sobre o assunto que é muito bom.
1963
NIH apoiado transplantes de rim pesquisador chimpanzé em humanos em experiência fracassada.
Linda MacDonald foi vítima de experimentos Dr. Ewen Cameron mente destrutiva controle em 1963. Dr. Cameron foi em vários momentos o presidente das Associações americanas, canadenses e Mundial de Psiquiatria. Ele usou um “tratamento” que envolveu intensiva aplicação das técnicas de lavagem cerebral; desinibição de drogas, tratamento de sono prolongada e isolamento prolongado, combinada com a ECT [Terapia Electro Convulsive] tratamentos. A quantidade de eletricidade introduzido no cérebro de Linda excedido em 76,5 vezes a quantidade máxima recomendada. Técnica do Dr. Cameron resultou em amnésia permanente e completa. Até hoje, Linda é incapaz de se lembrar de nada do seu nascimento até 1963. Conforme registrado pelos enfermeiros em sua carta, ela não sabia o nome dela e não reconhecer seus filhos. Ela não conseguia ler, dirigir, ou usar um banheiro. Não só ela não sabe seu marido, ela nem sabia o que era um marido. A ação de classe contra a CIA para experiências Dr. Cameron MKULTRA foi resolvido fora dos tribunais por 750.000 dólares, divididos entre oito reclamantes em 1988.
1962-1980
Empresas farmacêuticas conduta fase de testes de segurança uma das drogas quase que exclusivamente sobre os prisioneiros para pequenos pagamentos em dinheiro.
1963-1973
Dr. Carl Heller, um endocrinologista de liderança, realiza experiências de irradiação testicular em prisioneiros em Oregon e Washington dando-lhes $ 5 por mês e US $ 100 quando recebem uma vasectomia no final do julgamento.
1964
Associação Médica Mundial adota Declaração de Helsinki, afirmando “O interesse da ciência e da sociedade nunca devem ter precedência sobre o bem-estar do sujeito.”
1965-1966
CIA eo Departamento de Defesa começar Projeto MKSEARCH, um programa para desenvolver uma capacidade de manipular o comportamento humano através do uso de drogas que alteram a mente.
Universidade da Pensilvânia, sob contrato com a Dow Chemical conduz experimentos dioxina: prisioneiros na Prisão Estadual Holmesburg na Filadélfia são submetidos a dioxina, o componente químico altamente tóxico do Agente Laranja usado no Vietnã. Os homens estão mais tarde estudou para o desenvolvimento de câncer, o que indica que o agente laranja foi um cancerígeno o tempo todo.
1966
CIA inicia Projeto MKOFTEN, um programa para testar os efeitos toxicológicos de certas drogas em seres humanos e animais.
Exército dos EUA dispensa Bacillus subtilis variante niger em todo o sistema de metrô de Nova York. Mais de um milhão de civis estão expostos quando os cientistas do exército queda lâmpadas preenchido com as bactérias em grelhas de ventilação.
Henry Beecher artigo “Ética e Pesquisa Clínica” em New England Journal of Medicine.
Exército dos EUA introduz globigii bacilo em túneis de metrô de Nova York, em estudo de campo.
NIH Gabinete para a Protecção dos sujeitos da pesquisa (“OPRR”) criado e questões de Políticas para a Proteção dos Sujeitos Humanos pedindo a criação de organismos de revisão independente mais tarde conhecido como Conselho de Revisão Institucional.
1967
Médico britânico MH Pappworth publica “cobaias humanas”, aconselhando “Nenhum médico tem o direito de escolher mártires para a ciência ou para o bem geral”.
CIA eo Departamento de Defesa implementar MKNAOMI Projeto, sucessor de MKULTRA e projetado para manter, armazenar e testar armas biológicas e químicas.
1968
Experimentos da CIA com a possibilidade de envenenamento de água potável através da injeção de produtos químicos no abastecimento de água da FDA em Washington, DC
1969
Dr. Robert MacMahan do Departamento de Defesa dos pedidos de congressos $ 10 milhões para desenvolver, dentro de 5 a 10 anos, um agente sintético biológico ao qual não existe imunidade natural.
1970
Financiamento para o agente biológico sintético é obtido sob HR 15090. O projeto, sob a supervisão da CIA, é realizada pela Divisão de Operações Especiais em Fort Detrick, o exército secreto instalação de armas biológicas. Especulação levantada é que técnicas de biologia molecular são utilizados para produzir a AIDS como retrovírus.
Estados Unidos se intensifica o seu desenvolvimento de “armas étnicas” (Military Review, Nov., 1970), projetado para seletivamente e eliminar grupos étnicos específicos que são suscetíveis devido às diferenças genéticas e variações no DNA.
1971
Dr. Zimbardo realiza Psicologia do experimento Prison Life on estudantes da Universidade de Stanford.
1973
Ad Hoc Advisory Panel questões Relatório Final do Estudo Tuskegee Syphilis, concluindo “A sociedade não pode mais dar ao luxo de deixar o equilíbrio dos direitos individuais contra o progresso científico para a comunidade científica.”
1974
National Research Act estabelece Comissão Nacional para a Proteção dos Sujeitos Humanos e Políticas OPRR upgrades aos regulamentos a ser conhecido como “a regra comum.”
1975
A seção de vírus do Centro de Fort Detrick de Pesquisa guerra biológica é rebatizado de Fredrick Instalações Pesquisa do Câncer e colocado sob a supervisão do National Cancer Institute (NCI). É aqui que um programa especial de câncer de vírus é iniciado pela Marinha dos EUA, supostamente para desenvolver câncer de vírus causadores. É também aqui que retrovirologistas isolar um vírus contra o qual não existe imunidade. Mais tarde é nomeado HTLV (vírus da leucemia humana de células T).
HHS promulga Título 45 do Regulamento Federal intitulado “Protecção dos Seres Humanos”, exigindo a nomeação e utilização de IRBs.
1976
National Urban League detém Conferência Nacional de Experimentação Humana, anunciando “Não queremos matar ciência, mas não queremos que a ciência para matar, mangle e abuso de nós.”
1977
Audiências do Senado sobre Saúde e da Investigação Científica confirmam que 239 áreas povoadas foram contaminados com agentes biológicos, entre 1949 e 1969. Algumas das áreas incluídas San Francisco, Washington, DC, Key West, Panama City, Minneapolis e St. Louis.
1978
Experimental Hepatite B ensaios de vacinas, conduzido pelo CDC, começa em Nova York, Los Angeles e San Francisco. Anúncios de sujeitos de pesquisa pedir especificamente para homens homossexuais promíscuos.
1979
Comissão Nacional de questões Relatório Belmont, estabelecendo três princípios éticos básicos: respeito pelas pessoas, beneficência e justiça.
1980
The FDA promulgates 21 CFR 50.44 prohibiting use of prisoners as subjects in clinical trials shifting phase one testing by pharmaceutical companies to non-prison population.
1981
Primeiros casos de AIDS confirmados em homens homossexuais em Nova York, Los Angeles e San Francisco, desencadeando especulações de que a AIDS pode ter sido introduzida através da vacina contra Hepatite B.
1981
Leonard Whitlock sofre dano cerebral permanente após a experiência de mergulho profundo na Duke University.
1985
De acordo com a revista Science (227:173-177), HTLV e VISNA, um vírus fatal ovelhas, são muito semelhantes, indicando uma taxonômicos fechar e relação evolutiva.
1986
De acordo com a Proceedings of the National Academy of Sciences (83:4007-4011), HIV e VISNA são muito semelhantes e compartilham todos os elementos estruturais, com exceção de um pequeno segmento que é quase idêntico ao HTLV. Isso leva à especulação de que o HTLV e VISNA pode ter sido ligada a produzir um novo retrovírus para o qual não existe imunidade natural.
Um relatório ao Congresso, revela que a geração atual do Governo dos EUA de agentes biológicos inclui: vírus modificados, toxinas que ocorrem naturalmente, e os agentes que são alteradas através da engenharia genética para mudança de caráter imunológico e impedir o tratamento de todas as vacinas existentes.
1987
Departamento de Defesa admite que, apesar de um tratado que proíba pesquisa e desenvolvimento de agentes biológicos, ela continua a operar as instalações de pesquisa em 127 instalações e universidades de todo o país.
Decisão da Suprema Corte em United States v. Stanley, 483 EUA 669, holding soldado dado LSD sem seu consentimento não poderia processar por danos Exército dos EUA.
1990
Mais de 1500 seis meses de idade os bebês negros e hispânicos em Los Angeles recebem um “experimental” vacina contra o sarampo que nunca tinha sido licenciada para uso nos Estados Unidos. O Centro de Controle de Doenças mais tarde admite que os pais nunca foram informados de que a vacina que está sendo injetado para seus filhos era experimental.
O FDA concede Departamento de renúncia Defesa do Código de Nuremberg para o uso de medicamentos não aprovados e vacinas em Escudo do Deserto.
1991
Organização Mundial da Saúde anuncia Diretrizes CIOMS, que estabeleceu quatro princípios éticos: respeito pelas pessoas, nonmalfeasance, beneficência e justiça.
Tony Lamadrid comete suicídio depois de participar de estudo sobre a recaída de esquizofrênicos retirada da medicação na UCLA.
1994
Com uma técnica chamada “tracking gene,” Dr. Garth Nicolson no MD Anderson Cancer Center, em Houston, TX descobre que muitos veteranos Tempestade no Deserto retornando estão infectados com uma cepa alterados de incognitus Mycoplasma, um micróbio comumente utilizados na produção de armas biológicas . Incorporada em sua estrutura molecular é de 40 por cento da cobertura de proteína HIV, indicando que tinha sido feita pelo homem.
Senator John D. Rockefeller issues a report revealing that for at least 50 years the Department of Defense has used hundreds of thousands of military personnel in human experiments and for intentional exposure to dangerous substances. Materials included mustard and nerve gas, ionizing radiation, psychochemicals, hallucinogens, and drugs used during the Gulf War.
1995
US Government admits that it had offered Japanese war criminals and scientists who had performed human medical experiments salaries and immunity from prosecution in exchange for data on biological warfare research.
Dr. Garth Nicolson, uncovers evidence that the biological agents used during the Gulf War had been manufactured in Houston, TX and Boca Raton, Fl and tested on prisoners in the Texas Department of Corrections.
1996
Department of Defense admits that Desert Storm soldiers were exposed to chemical agents.
1997
Eighty-eight members of Congress sign a letter demanding an investigation into bioweapons use & Gulf War Syndrome.
1998
Three children die at St. Jude Children’s Hospital in Memphis during participation in clinical trial for acute lymphoblastic leukemia.
1999
Veterans Administration shuts down all research at West Los Angeles Medical Center after allegations of medical research performed on patients who did not consent.
OPRR shuts down research at Duke University because of inadequate supervision of human subject experiments..
Year-old Gage Stevens dies at Children’s Hospital in Pittsburgh during participation in Propulsid clinical trial for infant acid reflux.
18-year-old Jesse Gelsinger dies after being injected with 37 trillion particles of adenovirus in gene therapy experiment at University of Pennsylvania. His death triggers a still-ongoing reevaluation of the conflicts of interest plaguing human subject research.
2000
University of Oklahoma melanoma trial halted for failure to follow government regulations and protocol.
OPRR becomes Office of Human Research Protection (“OHRP”) and made part of the Department of Health and Human Services.
2001
Biotech company in Pennsylvania asks the FDA for permission to conduct placebo trials on infants in Latin America born with serious lung disease though such tests would be illegal in US
Ellen Roche, a 24 year-old healthy volunteer, dies after inhaling hexamethonium in an asthma study at Johns Hopkins Medical Center. OHRP shuts down all research at Hopkins for four days.
Elaine Holden-Able, a healthy retired nurse, dies in Case Western University Alzheimer’s experiment financed by the tobacco industry.
2003
FDA relatórios que, nos últimos quatro anos, experiências em pacientes com câncer foram realizadas em Stratton Veterans Affairs Medical Center por Paul Kornak que não tinham licença médica válida e que repetidamente alterados dados e comprometidos numerosas violações dos protocolos ..
Como eu disse acima, Rick acredita que a medicina moderna é a experiência de mundos maiores e mais corruptos humanos já realizada.Ele me enviou um outro artigo [ http://www.survivreausida.net/article5922.html ] em que o presidente da Saúde Formações AIDS Liaison, um grupo de defesa para os pais HIV, Michael Ellner afirma: “Eles estão torturando essas crianças, e é nada menos do assassinato “, referenciando o tratamento experimental oferecido no Centro Encarnação Manhattan infantil em Nova York.
Bioquímico Dr. David Rasnick, professor visitante da Universidade da Califórnia em Berkeley e especialista em medicamentos AIDS, ficou indignado porque a droga, isoladamente ou combinados, têm “toxicidade aguda que pode ser fatal.”
Ele disse que os efeitos das drogas secundários incluem danos hepáticos graves, tumores cancerígenos, anemia severa, perda de massa muscular, erupções cutâneas graves e com risco de vida e “búfalo”, onde tecidos gordurosos acumulam atrás do pescoço.
Rick acrescenta:
What really makes this a horrible crime is that none of these children ever had AIDS until they started giving them the AIDS cocktails. These were kids that just tested positive for HIV antibodies which means absolutely nothing. The HIV lie is one of the biggest hoaxes in the world. Those antibodies are common and found in lots of people but more so in blacks than any other race. [I] Wonder what the intent here is?
Take away the AIDS drugs and the nitrate inhalers and AIDS would disappear. people aren’t dying from AIDS, they’re dying from the AIDS drugs.
They use antibodies as a marker for infection and then turn around and use the same antibodies as a marker for protection. If you’ve had a vaccination then antibodies mean protection. If you haven’t, then they mean infection.
Yes, Rick, it’s insane. Thanks for all the hard work.
Referências:
The Secret History of Anthrax; Declassified documents show widespread experimentation in ’40s, HP Albarelli Jr. www.WorldNetDaily.com

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